BALEIAS

Espetáculo inspirado em romance finalista do Prêmio Jabuti estreia em Brasília

Foto divulgação

Obra “O luto da baleia”, de Solange Cianni, trata do suicídio de um jovem e da luta por renascimento da mãe

*Encenação dirigida por Jonathan Andrade poderá ser vista em Taguatinga, Gama, Ceilândia e Plano Piloto, com entrada franca

A literatura tem sido fonte inesgotável de inspiração para o teatro. Traduzir a escrita literária para a cena é um desafio e prova que, ao compartilhar a experiência presencial no teatro, intérpretes e público apropriam-se do tema, levando-o a um horizonte de reflexão que extrapola o simples entretenimento. Este é o convite do espetáculo “Baleias”, uma adaptação para a linguagem teatral do livro “O luto da baleia”, escrito por Solange Cianni e um dos cinco finalistas do 65º Prêmio Jabuti, em 2023, na categoria Romance de Entretenimento. Com dramaturgia e direção de Jonathan Andrade, o resultado poderá ser visto a partir do dia 25 de abril, no Teatro Yara Amaral do SESI Taguatinga, num projeto de circulação que ainda vai passar por Gama, Ceilândia e Plano Piloto.  

Em cena está a jornada de uma mãe em busca da cura para a dor causada pela perda de um filho que escolheu morrer. Para abordar um tema tão sensível, a escritora, pedagoga e atriz Solange Cianni se inspirou no costume das baleias orcas de carregar o corpo do filhote morto durante vários dias e por milhares de quilômetros através do oceano até abandoná-lo, num processo de luto e despedida. No livro e agora no espetáculo, a mãe também percorre um doloroso caminho de desapego até encontrar o aconchego para o filho morto nos braços de Nanã, mãe ancestral dos pântanos, senhora da criação e da passagem de luz dos mortos desta vida para outras. 

O livro “O luto da baleia” foi lançado em 2022, pelo coletivo editorial Maria Cobogó, do qual Cianni é uma das fundadoras, e logo conquistou o mercado, tornando-se um dos mais vendidos do coletivo. “O livro impacta muitos leitores, não só em Brasília, mas em outras cidades do Brasil por conta do tema, que desperta curiosidade, provoca tristeza, superação e solidariedade. Recebo muitas mensagens de mulheres que vivenciaram situações como as descritas no livro ou que conhecem alguém que viveu algo similar”, informa a autora. Solange também revela ser procurada por grupos de apoio a mulheres e clubes de leitura, interessados em refletir sobre o tema. 

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que anualmente mais de 720 mil pessoas escolhem morrer no mundo, sendo a terceira causa de morte entre pessoas de 15 a 29 anos. Entretanto, o tema do suicídio permanece silenciado, um tabu, sem espaço para o diálogo e para o acolhimento, conforme afirma Solange Cianni: “É um tema sensível e necessário. O tabu e o silêncio sufocam os familiares, que não encontram lugar para ressignificar a dor da perda. Falar, escrever, dramatizar são maneiras de abrir espaço para, minimamente, se refletir sobre isso”. Segundo ela, a adaptação do livro para o teatro, com a abordagem poética que vem sendo concebida por Jonathan Andrade, pode aumentar a possibilidade de debater sobre o assunto. “Isso me interessa muito: o alcance que esta história pode ter é também uma forma de abraçar mães que perderam seus filhos, como a protagonista do livro”, diz. 

Na encenação que chega aos palcos, as personagens ganham vida através do trabalho das atrizes Gleide Firmino, Carmem Moretzsohn e da própria Solange Cianni, na pele da mulher-baleia que nada em águas abertas. Ela dá vida à jornada da mãe numa proposta onírica e simbólica. “Teatro para mim é um lugar mágico”, diz Solange. E acrescenta: “Ter Jonathan Andrade como diretor e dramaturgo, com seu olhar apurado, detalhista, seu talento e delicadeza é um privilégio. Estar no palco com atrizes admiráveis e ainda reunir uma equipe técnica primorosa como a nossa, me deixa bastante feliz e entusiasmada. É como se eu estivesse sendo premiada!”

“Baleias” poderá ser visto, com entrada franca, nos dias 25 e 26 de abril, no Teatro SESI Yara Amaral (Taguatinga Norte); nos dias 29 e 30 de abril, no Espaço Semente (Gama); e nos dias 9, 10 e 11 de maio no Teatro Galpão Hugo Rodas do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul. O patrocínio é do Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Distrito Federal.   

O ESPETÁCULO
Baleias utiliza os dispositivos do teatro, assim como de imagens projetadas e de uma trilha sonora original para oferecer um olhar sensível sobre o luto que muitas vezes a sociedade tem dificuldade de enxergar e sobre o qual permanece uma névoa. Na encenação, as atrizes buscam uma comunicação direta com o público, revezando personagens, vivendo ora a mãe, ora o filho, ora a baleia… Elas ensaiam e falam de um processo falido na busca para que a literatura se torne teatro. “Queremos fazer do encontro uma poesia visual, alcançar um lirismo na abordagem deste tema, com várias camadas. Atrizes que conversam como cidadãs no mundo e reverberam o que foi a história na literatura e o que foi sendo a nossa história no tratamento da dramaturgia”, explica o dramaturgo e diretor Jonathan Andrade.

Para compor a dramaturgia da cena, o encenador e criador trabalhou sobre o que era ficcional e o que era narrativo no livro (que é baseado numa história real), até criar um espaço de reflexão sobre a existência humana, atravessada por tudo que está vivo. A dramaturgia incorporou ainda os improvisos criados pelas atrizes a partir de trechos do romance. 

Mas nada é explícito em “Baleias”. Caberá ao público dispor de suas próprias ferramentas e buscar suas experiências íntimas e entendimentos pessoais para travar um diálogo profundo e honesto com o poema visual apresentado em cena. 

“Baleias” conta com trilha sonora composta e gravada por Fernanda Cabral, além de uma trilha original criada e executada ao vivo por Mar Nóbrega. As imagens projetadas têm a assinatura de Marcelo Pontes e as projeções mapeadas são de Aníbal Diniz.

A EQUIPE
JONATHAN ANDRADE – dramaturgia e direção
Artista não-binárie multilinguagem. Escritor, ator, diretor, dramaturgo, cenógrafo, figurinista e bacharel em Artes Cênicas, com habilitação em Interpretação Teatral, pela Universidade de Brasília. É integrante fundador do Grupo Sutil Ato, coletivo de teatro que atua no mercado profissional do DF e nacional há 19 anos. Já assinou a direção de 36 espetáculos, recebendo prêmios com dramaturgias, cenografia e espetáculos. Como diretor e preparador de elenco, investiga o que tem conceituado como dramaturgias celulares, processos de criação e estudos da presença em cena a partir de musculaturas e ossaturas emocionais. Atuou como professor da Faculdade Dulcina de Moraes, onde também foi coordenador pedagógico dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Artes Cênicas, entre 2009 e 2013. Integrou o Aisthesis, coletivo multilinguagem (dança, teatro, audiovisual e performance), a partir de encontros de cocriação e experimentação híbrida de linguagens. Atualmente é também estudante do 8º semestre de psicologia.

SOLANGE CIANNI – autoria e atuação
Solange Cianni nasceu no Rio de Janeiro, é pedagoga, psicopedagoga, escritora e atriz, com especialização em Comunicação e Expressão na Universidade de Barcelona, Espanha, com cerca de 40 anos de experiência em Educação Infantil. Tem seis livros infantis editados e três para adultos. No teatro participou como atriz da montagem de “Gota D’Água”, com Bibi Ferreira, inaugurando o Teatro Dulcina/DF em 1980; trabalhou com diretores teatrais renomados em Brasília como Hugo Rodas, Guilherme Reis, Jonathan Andrade, Fernando Villar, dentre outros. É membro do Coletivo Literário Maria Cobogó, criado em 2018 em Brasília, Brasil, onde mora desde seus 15 anos.

CARMEM MORETZSOHN – atuação
Atriz profissional desde 1980 e jornalista desde 1983. Como atriz, atuou em mais de 40 espetáculos, sob direção de Hugo Rodas, Adriano e Fernando Guimarães, Antonio Abujamra, Guilherme Reis, Fernando Villar, Marcelo Saback, dentre muitos outros, tendo conquistado dois prêmios e o Troféu Prêmio SESC/DF do Teatro Candango, por sua relevância para as artes cênicas no Distrito Federal. Também atua em cinema, desenvolve trajetória como tradutora do espanhol e é uma das curadoras do Slow Filme – Festival Internacional de Cinema e Alimentação e diretora artística do Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília. Como jornalista, atuou para veículos como Correio Braziliense, Jornal de Brasília, TV Globo, SBT e TV Bandeirantes. Hoje, dirige a Objeto Sim Projetos Culturais Ltda, empresa especializada em assessoria de imprensa e produção cultural. 

GLEIDE FIRMINO – atuação
Graduada em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília UNB e em Pedagogia pela Universidade Católica de Brasília-UCB, atua como atriz profissional desde 2004. Integra o elenco do grupo Teatro Do Concreto desde 2005, tendo sido indicada, em 2009, ao Prêmio de melhor Atriz no Festival Nacional de Teatro de Macapá, pela atuação no espetáculo “Diário do Maldito”. É atriz colaboradora do grupo Sutil Ato, desde 2011. Desenvolve trajetória exitosa no cinema, tendo conquistado já quatro Troféus Câmara Legislativa de Melhor Atriz, sendo o mais recente em 2024, pelo filme “Via Sacra”, de João Campos, que também recebeu menção honrosa no Festival de Cinema de Gramado 2024. Pela atuação no filme “A Caroneira”, de Otavio Chamorro e Tiago Vaz, conquistou, além do Troféu Câmara Legislativa, uma indicação a Melhor Atriz no Cine Festival Ceará. 

ENTREVISTA COM O DIRETOR E DRAMATURGO JONATHAN ANDRADE
1. De que forma você trabalhou a dramaturgia, para um texto que trata de um tema tão sensível?

A diferença entre a literatura e o teatro foi o primeiro grande provocador e desafio. A outra questão é que a autora do livro e atriz do processo, Solange Cianni, fez uma provocação de buscar leveza diante de um tema tão fundo, árido, doloroso e duro que é falar sobre a perda de um filho, falar sobre suicídio, que são questões ainda tabus e que atravessam a gente como sociedade. E na dificuldade de lidar com a morte, com a complexidade que pode vir a ser um suicídio, sob o ponto de vista clínico, biológico, mas também uma questão social, afetiva, emocional, de escolha. Tudo isso está um pouco nesse redemoinho. São palavras e histórias muito densas. Então, essa provocação de buscar a leveza foi muito grande. Fomos buscar outros relevos, texturas, contradições e contrastes para não deixar de levantar esse tema que precisa ser abordado. 

2. Qual foi sua maior preocupação para a encenação?
Minha maior preocupação tem a ver com a modulação da literatura para o teatro e encontrar fôlego para um tema que a própria literatura afoga a gente. E conseguir uma comunicação e diálogo a partir para um diálogo a partir da simplicidade da troca, conseguir fazer do encontro para falar disso numa poesia visual, um lirismo para poder abordar esse tema, com ferramentas do teatro e várias camadas. A gente tem atrizes que ensaiam e falam de um processo falido na busca para que essa literatura se torne teatro. Atrizes que conversam como cidadãs no mundo e reverberam o que foi a história na literatura e o que foi sendo a nossa história no tratamento da dramaturgia. O espaço do público que ressoa e reverbera gerando essa água maior de partilha de experiência e vivência para a gente tentar refletir e pensar e a própria história do livro que vai aparecer como corpo de cena, expressivo, atualizado ali, buscando existir como poética corporal, física, gestual. A dramaturgia vai buscar essa complexidade: o que é rito e o que é distanciamento, o que é metalinguístico e o que é ficcional e narrativo, o respeito à literatura e a criação de um outro universo onde ela se insere, como a erosão, a criação da mítica desse grande ensaio e a busca por refletir sobre a existência humana, atravessada por tudo que está vivo. E outras coisas compuseram a dramaturgia e que são importantes, o livro foi improvisado pelas atrizes em provocações dramatúrgicas e a partir desse material outra dramaturgia foi sendo pensada e criada por mim, abraçando esse material criador. Fomos unindo as nossas intensidades para essa literatura em cena.

3. De que forma a encenação se relaciona com o público?
A encenação se relaciona com o público nessa tentativa nossa enquanto linguagem, o teatro é a linguagem da carne, do inter-relacional, humano, que se debruça sobre o assombro, o que se sente, o que é partilhável, o espelhamento, os embates de memória dos corpos que estão dentro. A encenação vai se relacionar de forma poética, delicada, funda, reflexiva, existencial, honesta para que a gente tenha um olhar sobre nós, sobre aquilo que a gente arrasta como vivência de fatos que marcam tanto a gente. A encenação tem o desejo de colocar o público para contemplar a beleza das imagens, dessa poesia visual, que é simples também, despretensiosa naquilo que está se propondo. Um espaço de partilha e reverberação entre aquilo que eu contemplo e o que eu consigo refletir sobre isso, o quanto eu consigo imergir e emergir um pouco do meu olhar sobre a minha própria existência, minha relação com o outro, com a vida, com a morte, com a perda.

4. Como os personagens aparecem/são representados no espetáculo?
Tem várias camadas: o corpo social das atrizes que vai refletir sobre a vida e sobre a relação ética com o personagem que atua, o processo que cria o espetáculo, com o confronto com a história original do livro, com a aproximação e distância disso tudo e todos os papéis que são também dessa atriz. Porque é sobre atravessamentos: o quanto elas vão sendo atravessadas pela personagem da mãe, do filho, elas atualizam isso num tablado de jogo onde a história é vivida. Elas são baleia, mãe, filho e tem também essa camada do audiovisual, que a dramaturgia vai contemplar de uma maneira muito forte, essa outra dimensão que ao mesmo tempo que é cotidiana, é também fantasiosa, onírica, simbólica. Como falar da perda, da morte, da vida sem brincar em várias dimensões? A dramaturgia vai brincar com tudo isso.

5. Como você definiria o formato do espetáculo? Um poema visual? 
O formato do espetáculo, ao mesmo tempo que tem o ritualístico, do jogo, da expressão da cena e das imagens, tem também um trabalho documental, tanto das atrizes como do próprio público e mesmo da autora do livro. Talvez a gente possa falar do teatro contemporâneo que vai buscar debater o tema com o público que está ali, um teatro mítico também porque o lirismo narrativo e visual puxa pra isso. É um espetáculo híbrido de linguagens, um poema visual.

6. A encenação faz uso de recursos de imagens projetadas?

O uso das imagens vem na tentativa de ampliar as camadas de sentido, se relacionar com a possibilidade de materializar outras dimensões. O audiovisual que já atravessa o teatro há tanto tempo, colabora a tensionar o sentido da cena, ampliar a dimensão simbólica do trabalho. No nosso caso é um eixo dramatúrgico em si, uma história que o público acompanha a partir das imagens. Uma das personagens existe, em 95% do espetáculo, a partir da imagem que está sendo projetada, que é a mãe que se lança na jornada da entrega desse filho morto a Nanã. Uma jornada de busca por ela mesma, de desapego, de reencontro consigo. Então a gente acompanha esse eixo dramatúrgico que se sobrepõe, se justapõe, que entrecorta e gera fissura na dramaturgia que é executada ao vivo.

FICHA TÉCNICA
Autoria: Solange Cianni
Direção/Direção de arte e Dramaturgia: Jonathan Andrade 
Elenco: Carmem Moretzsohn, Gleide Firmino e Solange Cianni
Produção executiva: Alana Ferrigno
Cenografia e iluminação: Jonathan Andrade 
Trilha sonora original: Fernanda Cabral e Mar Nóbrega
Iluminação: Jonathan Andrade e Luigi Carvalho
Cinegrafista: Marcelo Pontes
Vídeo mapping: Aníbal Diniz 
Fotografia: Pollyana Sá
Design gráfico: Manuella Leite
Assessoria de mídias: Karol Cruz 
Patrocínio: Fundo de Apoio à Cultura – FAC, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Distrito Federal
Apoio: Sesi DF e Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul

SERVIÇO

Data: 25 e 26 de abril
Local: Teatro SESI Yara Amaral – Taguatinga Norte
Horários: dia 25, às 20h; dia 26, às 17h e às 20h
ENTRADA FRANCA

Data: 29 e 30 de abril
Local: Espaço Semente – Gama
Horários: dia 29, às 20h; dia 30, às 15h e às 20h
ENTRADA FRANCA

Data: 9, 10 e 11 de abril
Local: Teatro Galpão Hugo Rodas do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul
Horários: sexta e sábado às 20h / domingo às 19:00
ENTRADA FRANCA

APRESENTAÇÕES EM CEILÂNDIA
Local e datas: a confirmar
ENTRADA FRANCA

MAIS INFORMAÇÕES: @lutodabaleia (Instagram)

Incorporadora paulista estreia no Centro-Oeste com proposta que integra natureza, esporte e sofisticação

Portão de entrada da Fazenda da Mata, onde a arquitetura contemporânea se integra com a exuberância do paisagismo nativo. Um refúgio exclusivo que abriga experiências únicas como o haras de padrão internacional e uma vinícola boutique cercada por natureza e sofisticação, crédito divulgação

Empreendimento Fazenda da Matta une qualidade de vida, localização estratégica entre Brasília e Goiânia, experiências familiares e parcerias com nomes de referência como Doda Miranda e Denise Zuba e Depieri

A paulista Omnium Incorporadora faz sua estreia no Centro-Oeste com o lançamento do Fazenda da Matta, condomínio de alto padrão localizado em Pirenópolis (GO). O empreendimento marca a chegada da marca ao mercado de luxo da região, levando consigo uma trajetória sólida de mais de 15 anos no setor imobiliário, agropecuário e de serviços, com foco em urbanismo qualificado e propostas de vida integradas à experiência.

Fundado em 2009, o grupo construiu um portfólio expressivo, com mais de duas mil unidades entregues, atuando em todas as etapas do processo imobiliário — da aquisição da área à curadoria de experiências no pós-venda. Em sua nova fase, voltada ao mercado premium, a Omnium apresenta um conceito que une sofisticação, sustentabilidade e qualidade de vida, traduzido em projetos que valorizam a natureza, o bem-estar e a convivência.

Mercado Premium em Expansão

A escolha estratégica pelo Centro-Oeste reflete o dinamismo econômico e populacional do Eixo Brasília-Goiânia, apelidado de “nova Dutra”. De acordo com dados do Censo 2022, Pirenópolis registrou crescimento de 16% nos últimos anos, acompanhando a elevação da renda e da arrecadação regional. O turismo, com média superior a 80 mil visitantes por mês — em sua maioria oriundos do Distrito Federal — impulsiona o mercado imobiliário de alto padrão, atraindo famílias que buscam tranquilidade sem abrir mão da sofisticação.

Fazenda da Matta: Natureza, conforto e propósito

Posicionado entre duas capitais, com fácil acesso à BR-070, o Fazenda da Matta redefine o conceito de morar bem. O projeto oferece uma infraestrutura voltada à saúde, ao lazer e ao esporte, inserida em um cenário natural de rara beleza. Com amplos espaços verdes e áreas planejadas para diferentes gerações, o condomínio proporciona um ambiente ideal para a convivência familiar e o bem-estar de crianças e idosos — com trilhas para caminhadas, equipamentos esportivos, áreas de contemplação e segurança reforçada.

Além do apelo visual e da integração com a paisagem, o convívio social ganha destaque. O empreendimento atrai um público de perfil alinhado, que valoriza boas relações de vizinhança e experiências compartilhadas em um ambiente de alto nível.

Haras assinado por Doda Miranda

Um dos diferenciais do Fazenda da Matta é o haras concebido por Doda Miranda, cavaleiro olímpico, medalhista pan-americano e ícone do hipismo internacional. Com um currículo que inclui títulos nacionais e passagens pelos maiores torneios do mundo, Doda imprime ao haras do condomínio um conceito sofisticado e técnico, que respeita o bem-estar animal e oferece excelência em infraestrutura equestre. A proposta é proporcionar experiências completas, tanto para iniciantes quanto para praticantes experientes, unindo esporte, elegância e natureza em um só lugar.

Arquitetura e paisagismo com assinatura

A arquitetura do Fazenda da Matta leva a assinatura da consagrada Denise Zuba, que imprime ao projeto uma estética contemporânea, elegante e integrada ao entorno. Os espaços foram desenhados para dialogar com a paisagem local, aproveitando a luz natural, a ventilação cruzada e a conexão entre áreas internas e externas, criando ambientes que acolhem e inspiram.

Já o paisagismo é assinado pelo escritório Depieri, reconhecido por seu trabalho que combina vegetação nativa a soluções inovadoras e orgânicas. O resultado é uma experiência visual e sensorial em cada percurso do condomínio — trilhas sombreadas, jardins temáticos e áreas de descanso que convidam ao equilíbrio e à contemplação.

Vinho exclusivo com a Vinícola Assunção

Outro elemento de destaque é a parceria com a Vinícola Assunção, que trará ao empreendimento um vinho próprio, com rótulo exclusivo. A vinícola será responsável pela gestão técnica do parreiral implantado no condomínio, acompanhando desde o plantio das mudas até a colheita das uvas, que futuramente serão vinificadas pela própria equipe da Assunção. A proposta inclui ainda experiências coletivas, como a participação dos moradores na vindima e no processo de produção. Enquanto o vinhedo local amadurece, os condôminos já poderão degustar um rótulo oficial, produzido na estrutura da vinícola, com distribuição proporcional. A iniciativa reforça o espírito de comunidade e agrega valor cultural ao projeto.

Compromisso com a inovação

Com o Fazenda da Matta, a Omnium inicia uma nova fase de atuação, focada em empreendimentos autorais, com identidade própria e forte compromisso com a sustentabilidade e a qualidade de vida. A estreia no Centro-Oeste marca o início de uma série de projetos que priorizam a estética, a funcionalidade e a valorização do patrimônio.

“O que nos move é criar empreendimentos com alma, que superem expectativas e deixem um legado positivo”, afirma Felipe Maldonado, diretor da Omnium. A incorporadora aposta no mercado premium como vetor estratégico de expansão, com foco em destinos que reúnam natureza, turismo e estilo de vida elevado.

Com paisagismo assinado pelo Depieri, arquitetura de Denise Zuba e um haras projetado por Doda Miranda, o Fazenda da Matta apresenta um novo capítulo no conceito de moradia. Um projeto que une exclusividade, conforto e propósito, pensado para quem busca uma vida com mais significado.

Sobre o Fazenda da Matta
O Fazenda da Matta é um condomínio de alto padrão localizado a 10 minutos do centro de Pirenópolis (GO), com projeto que valoriza o contato com a natureza, a sofisticação estética e a convivência entre vizinhos. O empreendimento conta com haras assinado por Doda Miranda, arquitetura de Denise Zuba, paisagismo do escritório Depieri e uma parceria com a Vinícola Assunção para a produção de vinho com rótulo próprio. O projeto ainda inclui a presença do Bistrô de Fogo e ações sociais com parceiros locais.

Brazilian Fest Brasília estreia com quatro noites, público estimado de 400 mil pessoas e entrada franca na Esplanada dos Ministérios

Com estrutura de megafestival e acesso livre, evento acontece entre os dias 29 de maio e 1º de junho com atrações como Zezé di Camargo, Raça Negra, É o Tchan e Solange Almeida

De 29 de maio a 1º de junho, a capital federal se transforma em palco para o maior festival gratuito do Brasil: o Brazilian Fest – Edição Brasília. Com entrada franca e curadoria plural, o evento promete reunir mais de 400 mil pessoas ao longo de quatro dias na Esplanada dos Ministérios, celebrando a diversidade musical, o acesso à cultura e o orgulho de ser brasileiro. A proposta inclusiva, o festival espera reunir mais de 400 mil pessoas ao longo dos quatro dias, em uma área que equivale a sete campos de futebol do Maracanã.

Com mais de 70 mil m² de estrutura, o evento oferece shows, ações sociais e experiências imersivas, sem cobrança de ingresso, redefinindo o modo como o brasileiro se relaciona com cultura e lazer. “O Brazilian Fest Brasília foi pensado para incluir, emocionar e pertencer — sem catraca, sem filtro e sem distinção”, afirma Marcelo Brandi, idealizador do festival e nome consagrado no mercado artístico nacional e nome com mais de 27 anos no show business.

É a estreia do festival em Brasília, marcando o retorno do Brazilian Fest  após mais de três décadas de história. Mais do que shows, o evento entrega pertencimento. Com estrutura de grandes festivais pagos — mas sem catraca —, o projeto é um símbolo de que cultura é direito, e o palco também é de todos.É a estreia do festival em Brasília, marcando o retorno do Brazilian Fest  após mais de três décadas de história. Mais do que shows, o evento entrega pertencimento. Com estrutura de grandes festivais pagos — mas sem catraca —, o projeto é um símbolo de que cultura é direito, e o palco também é de todos.

Atrações principais por dia:

  • Quinta-feira (29/05): Solange Almeida, Pablo do Arrocha, Zezé Di Camargo
  • Sexta-feira (30/05): Marília Tavares, Murilo Huff, Manu Bahitdão
  • Sábado (31/05): Traia Véia, Raça Negra
  • Domingo (01/06): Atração Surpresa, É o Tchan

Além do Palco Fes — com dimensões de 60×30 metros e boca de cena de 22x10m, comparável aos maiores festivais do mundo — o evento contará com o Palco MPB, de 25x14m, voltado para artistas emergentes e performances durante as trocas de palco.

Mais do que entretenimento, o Brazilian Fest Brasília propõe um novo paradigma para os festivais brasileiros: democratizar o acesso à música sem abrir mão da excelência. Segundo levantamento Datafolha (2023), mais de 70% dos brasileiros afirmam não frequentar eventos pagos por falta de recursos. Com entrada franca, estrutura premium e curadoria diversa, o festival responde diretamente a esse desejo reprimido por participação cultural.

A proposta também impacta positivamente a economia e a saúde pública. Durante todos os dias, o evento disponibilizará uma estrutura com 13 tendas de atendimento gratuito, oferecendo exames odontológicos, oftalmológicos, ginecológicos e clínicos, além de aferição de pressão e glicemia.

“A cultura acessível não é sinônimo de entrega simplificada. Cultura gratuita não é menor — é maior. O palco, quando acessível, vira espelho. A música não é só um show — é uma declaração de que a vida de quem assiste também importa”, destaca Brandi.

“O som da nossa gente não tem catraca. O Brazilian Fest entrega o que há de melhor em estrutura e curadoria, com acesso livre. A cultura é de todos, e o palco também”, completa.

O Brazilian Fest Edicão Brasília é uma realização da Brazilian Fest, maior produtora de festivais gratuitos do Brasil, com edições já confirmadas para Goiânia (outubro) e São Paulo (dezembro). A empresa se destaca por reunir marcas e artistas em torno de um mesmo propósito: ampliar o alcance da cultura nacional com impacto social real.

Após 27 anos de história, o Brazilian Fest Show retorna com nova identidade estratégica e posicionamento claro: cultura é direito, e acesso é compromisso. O festival se assume como o maior evento musical de entrada franca do país, com curadoria diversa, estrutura premium e impacto social real.

Inspirado em um Brasil que canta, dança e não para, o projeto valoriza o Brasil real. É um espaço onde o Brasil inteiro canta junto — com orgulho, afeto e liberdade.

“Assinar o rebranding do Brazilian Fest é reposicionar uma marca que tem alma, história e poder de mobilização real. Estamos construindo uma plataforma cultural de grande escala, com propósito e impacto.”  afirma Bruna Panza, head comercial da Incode, responsável pela comunicação e captação de patrocínios do festival. 

“Acreditamos no poder da cultura como motor de transformação. Essa nova fase do festival não é só sobre música, mas sobre criar pontes, gerar acesso e movimentar a economia criativa do país”, complementa Gilberto Júnior, CEO da Incode

Sobre a Brazilian Fest Show
A Brazilian Fest Show é referência nacional na produção de festivais com entrada franca. Com entrega de padrão internacional, curadoria musical diversa e ações sociais, seus projetos transformam o consumo de cultura no Brasil, promovendo inclusão, pertencimento e desenvolvimento local.


Cartaz oficial do Brasília Fest 2025 destaca o line-up completo dos quatro dias de evento gratuito, que acontece de 29 de maio a 1º de junho na Esplanada dos Ministérios, com shows de Raça Negra, É o Tchanm Zezé di Camargo, Solange Almeida e outras atrações, divulgação

Serviço
Evento: Brazilian Fest Brasília
Data: De 29 de maio a 1º de junho de 2025
Local: Esplanada dos Ministérios, Brasília – DF
Entrada: Franca

Site: brazilianfestof.com.br 

Instagram: @brazilianfestoficial

https://www.instagram.com/brazilianfestoficial?igsh=MXd2dzU2M2QxMnVnMw==

Vinho de Brasília é eleito o melhor Syrah do Brasil e surpreende especialistas

Foto divulgação

O rótulo Quatro Altitudes, da Vinícola Casa Vitor, foi reconhecido como o melhor Syrah do país em uma das competições mais prestigiadas do cenário nacional: a Grande Prova Vinhos do Brasil. Produzido no Distrito Federal, o vinho superou 45 concorrentes da mesma casta, provando que o Cerrado pode, sim, entregar vinhos de alto nível.

A prova aconteceu no final de março, no Hotel Vila Galé, no Rio de Janeiro, sob organização do Grupo BACO. Mais de mil vinhos foram avaliados às cegas, divididos em 40 categorias. Além das tradicionais uvas tintas e brancas, o evento também deu espaço para tendências como vinhos laranja, espumantes sur lie e vinhos de mínima intervenção.

Syrah brasiliense de personalidade

Quatro Altitudes foi elaborado com uvas 100% Syrah, colhidas no inverno — um estilo de colheita que vem ganhando cada vez mais espaço em regiões tropicais por preservar melhor os aromas e sabores da fruta. O nome do rótulo faz referência direta à sua produção colaborativa, que envolveu três vinícolas parceiras de altitudes distintas no Distrito Federal, cada uma contribuindo com um pequeno lote.

O lançamento aconteceu em 2021, ainda na primeira safra da Casa Vitor. Desde então, o vinho se destacou por sua elegância e estrutura, e agora ganha projeção nacional com esse importante reconhecimento.

Premiação será celebrada na Wine South America

A entrega oficial dos prêmios ocorrerá durante a Wine South America 2025, que acontecerá entre os dias 6 e 8 de maio em Bento Gonçalves (RS). A feira é considerada a principal vitrine de negócios do setor na América Latina e deve reforçar ainda mais a visibilidade da vinícola brasiliense.

A trajetória da Casa Vitor

Localizada no Núcleo Rural Lamarão, a cerca de 60 km do centro de Brasília, a Vinícola Casa Vitor surgiu da união entre a paixão pelo campo e a vontade de empreender. Carlos Vitor, agricultor, e sua esposa Marina Malheiros, médica, deram início ao projeto em 2019, ao lado dos sobrinhos Danilo, Gabriel e Renata. O cultivo de uvas substituiu outras atividades agrícolas, como feijão e produção de leite, marcando o começo de uma nova fase para a propriedade.

Com o passar dos anos, a vinícola passou a investir também no enoturismo, oferecendo visitas guiadas e degustações em um ambiente familiar e acolhedor. A proposta é proporcionar ao visitante uma imersão completa no universo do vinho em plena capital federal.

Expansão regional e a Vinícola Brasília

Com o sucesso da iniciativa, a família Casa Vitor se uniu a outras nove famílias produtoras para fundar a Vinícola Brasília — uma aposta coletiva que tem como missão colocar a região no mapa da viticultura nacional de forma definitiva.

Mais do que um reconhecimento para um único rótulo, o prêmio recebido pelo Quatro Altitudes simboliza a força da agricultura do Cerrado, que, com inovação e técnica, vem revelando terroirs inesperados e surpreendentes.

Por Diogo Heleno Louzeiro
Colunista de Vinhos 
https://vinhoporacaso.com.br/syrah-quatro-altitudes/

Samba Prime celebra 10 anos e chega à Brasília neste sábado

Festival de samba e pagode acontece neste sábado na capital federal, na Arena Lounge do Mané Garrincha

O Samba Prime, consolidado como o melhor festival de samba e pagode do Brasil, comemora uma década de história com uma edição especial. Em Brasília o evento acontece no dia 26 de abril, sábado, na Arena Lounge do Mané Garrincha. O evento tem apoio da Emgea, patrocínio da Caixa Econômica Federal e realização do Ministério da Cultura, Governo Federal – União e reconstrução.

Entre as atrações confirmadas estão nomes de peso como Ferrugem, Dilsinho, Kamisa 10, Mumuzinho, Aratu e Di Propósito.

Ingressos pelo site https://centraldoseventos.com.br/sambaprimebrasilia

A edição de 10 anos será totalmente diferente de tudo o que já foi apresentado em uma década. Com ingressos limitados, o Samba Prime Brasília traz ambientes distribuídos em dois setores, proporcionando espaços aconchegantes e bem-organizados para que o público possa desfrutar o evento da melhor forma.  O evento está dividido pelos setores: “Camarote” e “Espaço Prime”.

Em 2025, ao marcar dez anos, o Samba Prime comemora sua trajetória de sucesso com um evento inesquecível em celebração ao samba. O festival será enriquecido por uma decoração temática especialmente preparada para criar uma atmosfera de celebração.

Evento: Samba Prime – Edição Especial de 10 Anos
Quando: 26 de Abril
Onde: Arena Lounge Mané Garrincha
Atrações: Ferrugem, Dilsinho, Mumuzinho, Kamisa 10 e Di Propósito
Quanto: A partir de R$ 130
À venda no Site Central dos Eventos

https://centraldoseventos.com.br/sambaprimebrasilia

Meu filho caiu na trend: e agora? Perigos da busca por pertencimento entre crianças e adolescentes

Psicóloga do CEUB alerta para os impactos sociais e emocionais da exposição precoce ao ambiente digital

Freepic

Com o uso das redes sociais começando cada vez mais cedo, os desafios se tornaram fonte de preocupação para pais, educadores e especialistas. Protagonizando tragédias, as “trends” virtuais se tornam um perigo silencioso, vivido dentro de casa. Izabella Melo, professora de Psicologia do Centro Universitário de Brasília (CEUB), aponta que o risco vai além da exposição a conteúdos impróprios, afetando a formação da identidade, da moralidade e da visão de mundo de crianças e adolescentes.

Embora a internet facilite o contato com pessoas da mesma faixa etária ou com interesses semelhantes, também potencializa riscos físicos, psicológicos e morais. “A web reproduz e, muitas vezes, amplifica dinâmicas de opressão que já existem fora dela, como racismo, misoginia, LGBTfobia e intolerância religiosa. Para crianças e adolescentes de grupos marginalizados, os ambientes digitais são ainda mais violentos. É nesse período que se constrói quem somos e o que entendemos como certo ou errado”, explica Melo. 

Segundo a docente do CEUB, a busca por aceitação em um grupo social torna esses públicos mais vulneráveis a trends online. Izabella explica que, ao aceitar um desafio, muitas vezes a criança ou adolescente está, na verdade, tentando garantir seu pertencimento social e evitar a exclusão, mecanismo ainda relacionado ao fenômeno do bullying. 

“Existe uma necessidade muito forte de ser aceito. Às vezes, aceitar participar de um desafio é visto como ‘prova de lealdade’. Este grupo incentiva ou silencia diante de comportamentos violentos, já que quem está em volta fará de tudo para não ser o próximo alvo, inclusive se submeter a comportamentos arriscados.”

Proteção, legislação e presença familiar

Na avaliação da psicóloga, o enfrentamento dessa questão exige uma abordagem multissetorial. No campo das políticas públicas, ela sugere a regulamentação mais rigorosa das redes sociais, em consonância com as diretrizes do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). “Crianças e adolescentes ainda não têm as habilidades cognitivas completamente formadas. O cérebro termina seu desenvolvimento por volta dos 24 ou 25 anos. Até lá, o pensamento é mais concreto e menos capaz de avaliar riscos abstratos”.

No âmbito familiar, a docente do CEUB chama atenção para a necessidade de acompanhamento ativo da vida digital dos filhos. Segundo a psicóloga, é comum entre os pais a liberação do uso irrestrito da internet por falta de tempo, fruto de rotinas sobrecarregadas: “Nestes casos melhorar condições de trabalho, transporte público e segurança financeira das famílias também é uma forma indireta de proteger essas crianças”.

Mais do que proibir o uso do celular e das redes sociais entre crianças e adolescentes, a especialista defende a construção de relações baseadas em diálogo, atividades em família e presença ativa. “A melhor proteção é garantir adultos presentes, atentos e dialogando constantemente. Isso diminui não só o tempo de tela, mas a exposição a conteúdos nocivos”, finaliza a especialista do CEUB.

Brasal Incorporações celebra os 65 anos de Brasília com arte ao vivo de Toninho Euzébio

Evento gratuito terá café da manhã, música ao vivo com Alysson Takaki e live painting com o artista que homenageia a capital com ilustrações exclusivas

Brasília completou 65 anos no último dia 21 de abril, e para manter viva a emoção dessa data tão simbólica, a Brasal Incorporações preparou um momento especial para homenagear a capital do Brasil. No próximo dia 26 de abril, a partir das 10h, o Espaço Brasal Noroeste se transforma em palco de celebração e afeto pela cidade que encanta com sua arquitetura, sua história e seu céu único.

O evento “Celebra Brasília” será aberto ao público e começa com um acolhedor café da manhã. A ação nasceu de um convite da Brasal Incorporações ao artista plástico Toninho Euzébio, com o propósito de enaltecer a cidade por meio de sua arte. Dessa parceria, surgiu também o selo “Celebra Brasília Brasal Incorporações” — uma identidade visual e afetiva que marca a ocasião com beleza e significado.

Reconhecido por retratar Brasília com sensibilidade e originalidade, Toninho mistura fotografia e ilustração em intervenções únicas que revelam novos olhares sobre os monumentos e paisagens da cidade. Durante o evento, ele irá realizar um “Live Painting”, criando ao vivo três obras inéditas, inspiradas na relação entre Brasal, Brasília e o bairro Noroeste. O momento será embalado ao som do músico Alysson Takaki.

“Sou goiano, mas tenho uma ligação afetiva profunda com Brasília. É uma cidade que me inspira diariamente, com sua beleza, sua luz e sua força criativa. Participar dessa celebração e poder mostrar meu trabalho ao vivo é uma grande alegria e uma forma de agradecer tudo o que essa cidade representa na minha arte”, afirma o artista.

E como toda grande celebração merece ser lembrada, a Brasal Incorporações preparou uma experiência visual e afetiva para o público levar consigo: um backdrop de lambe-lambe, com artes exclusivas de Toninho, estará disponível para fotos. E, como presente, serão distribuídos cartões postais com as obras do artista. Assim como os antigos cartões-postais levavam Brasília para o mundo, agora cada visitante poderá levar para casa um pedacinho dessa emoção, emoldurado por traços que revelam o amor por essa capital única.

A Brasal Incorporações tem uma história de comprometimento com Brasília, contribuindo, desde 2003, para o crescimento da cidade, geração de empregos e o desenvolvimento do mercado de construção civil. Com muito orgulho, a incorporadora lançou uma linha de nove empreendimentos em homenagem ao Planalto Central, dentro da Coleção Reserva. Eles trazem o mais alto padrão de qualidade, totalmente planejados e executados para proporcionar aos seus moradores um ambiente perfeito para se viver, assim como sonhou o presidente Juscelino Kubistchek ao construir a capital federal.

Foto divulgação

Serviço:

Celebra Brasília – Brasal Incorporações

Data: 26 de abril de 2025 

Horário: A partir das 10h

Local: Espaço Brasal Noroeste – SHCNW 110, Bloco C

PARKPETS: ABRACE A CAUSA, ADOTE E MUDE O DESTINO DE DOGUINHOS E GATINHOS ABANDONADOS

Feirinha de adoção com diversas atrações alegra o último fim de semana do mês no ParkShopping

ParkPets marca o último fim de semana de abril com uma feirinha de adoção que é sucesso no ParkShopping. Ao redor dela, bate-papos com especialistas, divertidos encontros com atividades e matchs que prometem se transformar em histórias de amor!

Será nos dias 26 e 27 de abril – sábado, das 10h às 18h, e domingo, das 12h às 18h. O novo point do ParkPets fica em um local de fácil acesso no ParkShopping, na calçada de pedra portuguesa, próxima à Portaria H, conhecida também como entrada da Riachuelo.

A feirinha de adoção é o espaço de encontros emocionantes, que podem se transformar em uma segunda chance para pets ansiosos por um novo lar. Ela é uma parceria com o Abrigo Flora e Fauna (@abrigofloraefauna) e a ONG Eu Amo Eu Cuido (@euamo_eucuido). No sábado (26), é o Abrigo Flora e Fauna que ocupa a área com filhotes de cães e gatos que buscam por um tutor amoroso. No domingo (27), é aEu Amo Eu Cuido que, além dos filhotes, traz lindos animais, mais vividos, com mais idade e muito carentes.

Adoção e muito mais…

Na edição de abril, o ParkPets traz talks com dois especialistas. No sábado, às 15h30, no ParkDog, a conversa com o público será com a terapeuta multiespécie Fernanda Piccioni, que compartilha conhecimentos e informações com tutores e candidatos a levar um pet para casa. O bate-papo com a treinadora positiva, expert em comportamento, gira em torno do tema Meu cãozinho late muito! O que fazer?Por volta de 16h20, produção e desfile de moda canina colorem o evento com irreverência e charme.

No domingo, às 15h30, é o psiquiatra veterinário e terapeuta das relações humano-animal Luiz Fernando (@luisfterapeuta) que traz sua expertise ao ParkPets. Ele fala sobrecomo identificar e prevenir ansiedade por separação. Depois do papo, bis da produção e desfile de moda canino no ParkDog, um play com piscina de bolinhas, rampas, obstáculos e gangorra, que fica ao lado da feirinha de adoção e é pura diversão para os doguinhos. Eles amam e os tutores também.

As inscrições para os talks, que são gratuitos, devem ser realizadas no local e obedecem a ordem de chegada dos interessados em participar (máximo de 30 pessoas)

Além dos talks com especialistas, o ParkPets de abril terá encontros divertidos. No sábado, das 15h às 18h, os doguinhos da raça Spitz Alemão, também conhecidos como Lulu da Pomerânea, e seus tutores se encontram e agitam o ParkDog. Uma ótima oportunidade de compartilhar experiências e curiosidades da convivência com os pets. No domingo, mesmo local e horário, os pequenos da raça Yorkshire e tutores marcam presença e se divertem no espaço. 

Para adotar…

Entre 2021 e 2024, 1.036 pets fizeram match com novos tutores na PKS Pets. “É um abraço à causa dos animais abandonados. Estamos muito felizes em ter ajudado mais de mil pets com as adoções. Quem quer adotar, com certeza encontra o pet cheiroso e cheio de amor para compartilhar no ParkPets”, observa Anna Aimée Codeço, gerente de marketing do ParkShopping. Vale lembrar que o acesso ao ParkPets é gratuito.

Para adotar os pets, é necessário ser maior de 21 anos. Interessados que ainda não alcançaram essa idade deverão estar acompanhados dos pais ou responsáveis. Também são pré-requisitos para a adoção: ter renda fixa, apresentar documento de identidade com foto e comprovante de residência, responder a uma entrevista e preencher o Termo de Adoção Responsável. As duas ONG’s parceiras do ParkPets fazem visitas para acompanhar a adoção, não necessariamente com aviso prévio.

PROGRAME-SE PARA O PARKPETS DE ABRIL 2025

Onde: ParkShopping, área externa à entrada H – calçada portuguesa em frente à Riachuelo.

Quando: 26 e 27 de abril

Horário:

Das 10h às 18h, no sábado (26) com Abrigo Flora e Fauna

Das 12h às 18h, no domingo (27) com Eu Amo Eu Cuido

Foto divulgação

PALESTRAS & ENCONTROS

Sábado – 26/4

10h às 18h – Feira de adoção de cães e gatos – Abrigo Fauna e Flora

15h às 18h – Encontro da raça Spitz Alemão + tutores

15h30 – Palestra com Fernanda Piccioni, terapeuta comportamental e treinadora positiva. Tema: Meu cãozinho late muito! O que fazer?

16h20 – Produção e desfile de moda canina

Domingo – 27/4

12h às 18h – Feira de adoção de cães e gatos – ONG Eu amo eu Cuido

15h às 18h – Encontro da raça Yorkshire + tutores

15h30 Palestra com Luiz Fernando, psiquiatra veterinário e terapeuta das relações humano-animal. Tema: Como identificar e prevenir ansiedade por separação

16h20 – Produção e desfile de moda canina

As inscrições para os talks, que são gratuitos, devem ser realizadas no local e obedecem a ordem de chegada dos interessados em participar (máximo de 30 pessoas). Crianças a partir de 5 anos podem participar.

Saiba mais em www.parkshopping.com.br

Conecte-se em @parkshoppingbsb para acompanhar as novidades do shopping mais completo da cidade!

Últimos dias para se inscrever nos cursos gratuitos da Jornada da Acessibilidade

Acessibilidade cultural, Braille e audiodescrição estão entre os cursos oferecidos pelo projeto que acontece entre maio e junho 

Foto divulgação

Estão abertas até o dia 30 de abril as inscrições para os cursos gratuitos da Jornada da Acessibilidade, projeto que visa democratizar o acesso à cultura e ao conhecimento para pessoas com deficiência no Distrito Federal. Com vagas limitadas a 40 participantes por turma, as formações oferecem certificado e são voltadas a educadores, profissionais da cultura, estudantes e interessados em ampliar a acessibilidade em suas práticas.

Com recurso do Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF) e apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, os cursos ofertados acontecem em ambiente virtual e presencialmente. A realização e da Guia Acessibilidade Inclusiva.

Confira cronograma completo

Acessibilidade Cultural 

Audiodescrição: fundamentos e prática

Curso de Braille

Formações que ampliam o acesso à cultura

Além de promover a inclusão, as capacitações respondem a uma demanda social urgente: de acordo com o Instituto de Pesquisa e Estatística do DF (IPEDF), mais 100 mil pessoas com deficiência residiam no Distrito Federal até 2021, ano da última atualização destes dados. Esse número corresponde a 3,8% da população. Entre elas, 43,2% têm deficiência visual; 22,6%, múltipla; 19,8%, física; 7,2%, auditiva; e 7,2%, intelectual/mental.

Há, assim, uma necessidade latente de ampliar o acesso a políticas públicas e práticas culturais que considerem as diversas formas de deficiência – especialmente a visual, que representa a maior parcela.

“Promover formações acessíveis é um passo fundamental para garantir que as pessoas com deficiências possam participar ativamente da vida cultural da cidade”, ressalta Cássia Lemes diretora do projeto.

Sobre cada um deles, ela complementa: “O curso de acessibilidade cultural traz reflexões práticas para garantir o acesso de todas as pessoas aos bens culturais. Já o de audiodescrição amplia horizontes e aproxima públicos diversos da arte e da informação.” 

Atividade presencial

O curso de Braille é voltado a professores da educação básica e agentes culturais interessados em ampliar o acesso de pessoas cegas ou com baixa visão às atividades educacionais e culturais. A formação aborda desde a leitura e escrita no sistema Braille até o uso de tecnologias assistivas, como leitores de tela, além de noções de mobilidade e autonomia. 

“A ideia é oferecer ferramentas para que os participantes compreendam como pessoas cegas se comunicam, circulam e participam da vida em sociedade”, explica a professora do curso, Viviane Queiroz.

Viviane destaca ainda que o curso pode transformar práticas na cena cultural do DF: “Os gestores culturais sairão preparados para produzir materiais em formatos acessíveis – como cartazes, convites e até sinalizações em Braille –, contribuindo para uma cultura mais inclusiva”, finaliza.

Gurumê apresenta Omakase, novo menu premium com ingredientes nobres disponível todos os dias

Restaurante do ParkShopping oferece uma experiência gastronômica inigualável com o menu premium, Omakase, que celebra o melhor da culinária oriental contemporânea em uma sequência de sabores cuidadosamente elaborados, crédito divulgação/Gurumê

Sequência refinada reformula o antigo Taiken com pratos exclusivos que valorizam o frescor e a sofisticação da culinária oriental

O restaurante Gurumê reformula seu antigo Menu Taiken e lança o OmakaseMenu Premium, uma nova proposta gastronômica que pode ser solicitada a qualquer momento do dia, sem necessidade de reserva. Disponível em todas as unidades da marca, o menu é individual e indicado também para grupos, oferecendo uma jornada sensorial que une técnica, criatividade e ingredientes de excelência. A novidade reforça a proposta do Gurumê de oferecer uma experiência gastronômica de alto padrão, com ingredientes selecionados e técnicas refinadas da culinária oriental contemporânea.

A sequência contempla uma seleção exclusiva de iguarias, como o sushi de lagosta, camarão e ouriço-do-mar, além de vieiras canadenses grelhadas e atum bluefin em versões especiais. A apresentação também inclui uma charmosa robata (grelha japonesa), com itens como cogumelos, limão siciliano caramelizado e vegetais tostados na hora, realçando aromas e sabores.

“O Omakase é uma entrega que nos desafia a cada detalhe. É uma experiência pensada para surpreender e encantar em todas as etapas, com respeito à sazonalidade e à pureza dos ingredientes”, destaca o restauranter Wilkys Ohara.

Com sete etapas, o menu expressa o melhor da cozinha oriental contemporânea, com insumos frescos e preparações meticulosas. O valor por pessoa é de R$ 249,00 e o menu é servido em sequência, com opções que variam de acordo com a sazonalidade.

Com o Omakase, o Gurumê reafirma seu compromisso com a alta gastronomia, oferecendo ao público uma experiência elegante, sofisticada e acessível a qualquer dia da semana.

Sobre o Gurumê:

O Gurumê é um consagrado restaurante de culinária oriental contemporânea, conhecido por sua qualidade excepcional e ambiente sofisticado. Com uma variedade de pratos deliciosos e uma experiência gastronômica única, o Gurumê conquista o paladar de seus clientes em todo o país.

Serviço

Gurumê Brasília

Onde: ParkShopping Brasília-Setor de Áreas Isoladas (SAI/SO) Área 6580-Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA Sul) Brasília – DF

Horário de funcionamento:

De segunda a quinta das 12h às 23h

Sexta e sábado, das 12h às 00h

Domingo, das 12h às 22h

Site: https://www.gurume.com.br/

Instagram: https://www.instagram.com/parkshoppinggurumebsb?igsh=MWd2YXplY3dmMWRtcg==

Secretaria de Cultura confirma Prêmio Candango de Literatura para obras publicadas em 2024

Troféu do Prêmio Candango de Literatura, desenvolvido pelo artista plástico e ilustrador André Cerino, crédito: arquivo Instituto Casa de Autores

Lançamento da segunda edição do certame será em 9 de maio, na Sala Martins Pena do Teatro Nacional Claudio Santoro. Inscrições podem ser feitas de 10 de maio a 25 de junho de 2025

Prêmio Candango de Literatura chega à segunda edição em 2025, consolidando a capital do Brasil no cenário literário internacional. Realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), em parceria com o Instituto Casa de Autores, o prêmio, voltado para países de língua portuguesa, reconhece autores, designers e projeto de incentivo à leitura, dentro de uma oportunidade especial de visibilidade e conexão. O lançamento oficial será em 9 de maio, na Sala Martins Pena (Teatro Nacional Cláudio Santoro), com a presença de autoridades, figuras do universo literário e o show “Clodo Ferreira – existência”, tributo à vida e obra do compositor e professor Clodo Ferreira (1951-2024). A cerimônia de premiação acontecerá no mesmo cenário, em 31 de outubro. Com R$ 195 mil distribuídos entre os vencedores, a iniciativa reforça o compromisso com a diversidade e a circulação de obras que ecoam em português, idioma que une continentes, culturas e vozes. 

Para Claudio Abrantes, Secretário de Cultura e Economia Criativa, a importância do Prêmio Candango de Literatura reside em seu papel de incentivo à criação literária e à difusão da cultura escrita. “Ao premiar autores e projetos que se destacam, o prêmio contribui para o fortalecimento da identidade cultural do Distrito Federal, do Brasil e de países de língua portuguesa, estimulando a leitura e a valorização da literatura como forma de expressão artística e crítica social”, enfatiza o secretário.

No âmbito do 2º Prêmio Candango de Literatura, serão concedidas sete premiações divididas em três pilares principais: obras de caráter literário, editorial e iniciativas pedagógicas de incentivo à leitura. Nas obras de caráter literário, serão R$140 mil divididos entre “Melhor Romance”, “Melhor Livro de Contos”, “Melhor Livro de Poesia” e o “Prêmio Brasília”, este último exclusivo para autores nascidos ou residentes no Distrito Federal. Já as categorias “Melhor Capa” e “Melhor Projeto Gráfico”, de caráter editorial, serão contempladas com R$ 20 mil, cada. Por fim, será entregue o Prêmio Candango de Literatura, no valor de R$ 15 mil, à “Melhor Iniciativa de Incentivo à Leitura”, incluindo ações voltadas para pessoas com deficiência (PCD). Esta última premiação, de caráter pedagógico, é destinada a pessoas físicas e jurídicas com, no mínimo, dois anos de comprovada atuação na área. 

Para participar, o regulamento traz entre as obrigatoriedades que a obra inscrita seja redigida em língua portuguesa, editada e comercializada no Brasil e/ou nos Países da Comunidade Lusófona no ano de 2024.  As inscrições estarão abertas entre 10 de maio e 25 de junho, e são gratuitas. Após esta fase, o júri se debruçará sobre as obras para selecionar os dez finalistas em cada categoria. Os resultados dessa etapa serão divulgados em setembro e os vencedores serão conhecidos na noite de premiação, em outubro. 

A curadoria estará a cargo de João Anzanello Carrascoza. Escritor, professor e redator publicitário, considerado uma das revelações da ficção brasileira e um dos maiores contistas contemporâneos, Carrascoza foi o vencedor na categoria “Contos” na primeira edição do Prêmio Candango de Literatura. É motivo de júbilo a grande responsabilidade de ser curador do Prêmio Candango de Literatura. Sobretudo, porque é um prêmio aberto a todos que escrevem em língua portuguesa, independentemente do país em que vivem. Também porque contempla não apenas os gêneros tradicionais como o romance, o conto, a poesia, mas talentos da cidade, ações de incentivo à leitura, projeto gráfico, entre outras categorias. É um prêmio que já demonstrou, em sua edição inaugural, ser capaz de motivar a participação de centenas de autores, e, assim, reconhecer a qualidade de obras vigorosas e revelar novas vozes”, afirma o curador.

Com a ampliação da visibilidade do prêmio e a expectativa gerada a partir do lançamento do certame em 2022, a expectativa é de atrair ainda mais participantes, superando as quase duas mil inscrições da primeira edição. A campanha de divulgação do projeto visa a promover o intercâmbio entre países lusófonos, fomentar a leitura e difundir a escrita como patrimônio cultural. 

Sobre Clodo Ferreira- Existência

Trata-se de um show-homenagem dos filhos João e Pedro Ferreira à trajetória artística de Clodo Ferreira – cantor, compositor, escritor, fotógrafo e professor. Em formato intimista, o espetáculo revisita canções do álbum Constelação de palavras (2024) e sucessos consagrados como Cebola cortada e Mentira da saudade, em parcerias com nomes como os irmãos Climério e Clésio, além de Dominguinhos e Zeca Bahia. A apresentação une a sensibilidade musical de João, violonista e diretor musical da banda Natiruts, e a expressividade de Pedro, percussionista e intérprete, celebrando, com afeto, talento e tradição familiar, o legado de um dos grandes nomes da música brasileira. 

Serviço:

2º Prêmio Candango de Literatura

Lançamento: 9 de maio, às 19h

Local: Sala Martins Pena do Teatro Nacional Cláudio Santoro

Inscrições: De 10 de maio a 25 de junho

Categorias: Romance, Contos, Poesia, Prêmio Brasília, Capa, Projeto Gráfico e Incentivo à Leitura 
Prêmios: Valor total distribuído de R$ 195 mil.
Abrangência: Escritores, designers e editores de países de língua portuguesa

Informações sobre regulamento e inscrições: https://premiocandangodeliteratura.com.br/

instagram/facebook:premiocandangodeliteratura

Dia do Churrasco: Açougue do Berg celebra a data com cortes especiais e sabor incomparável

Restaurante especializado no churrasco de parrilla oferece pratos que exaltam a tradição e a paixão brasileira pela carne

Foto divulgação

O dia 24 de abril é marcado por uma das celebrações mais queridas do país: o Dia do Churrasco. Para os amantes da carne e da boa gastronomia, o Açougue do Berg, restaurante que une o cuidado de um açougue artesanal com a excelência da parrilla sul-americana, conta com uma seleção especial de pratos para quem quer transformar a data em um verdadeiro ritual de sabor.

Entre os destaques do cardápio, estão cortes nobres preparados com técnica apurada, como a Picanha Angus assada no ponto perfeito; o Assado de Tira Black Angus, que remete às raízes argentinas do bom churrasco; a clássica Costela Suína BBQ, com molho defumado e toque levemente adocicado; além de vários cortes especiais de parrilla que encantam os paladares mais exigentes como French Rack de Cordeiro, Ojo de Bife e Shoulder Flat Iron, a 2ª carne mais macia do boi. Todos os pratos são acompanhados por guarnições que realçam o sabor da carne, além de uma carta de bebidas selecionadas.

Para o chef e sócio da casa, Berg, o churrasco vai muito além da comida. “Mais do que uma refeição, o churrasco é um momento de encontro, de celebração entre amigos e família. Aqui no Açougue do Berg, a gente honra essa tradição com respeito à carne, ao fogo e ao tempo de preparo, sempre buscando oferecer uma experiência memorável para quem se senta à nossa mesa”, afirma o chef.

Reconhecido por oferecer carnes de qualidade premium e uma experiência completa para os apaixonados por churrasco, o Açougue do Berg, com seu ambiente acolhedor e atendimento personalizado, é o destino ideal para curtir o Dia do Churrasco com a família e amigos.

Sobre o Açougue do Berg – Funcionando de segunda a domingo, num espaço arejado e de muito bom gosto, o Açougue do Berg tem capacidade para 700 pessoas. Oferece cortes especiais: carnes Dry Aged, cortes Wagyu, linguiças artesanais de entrada, sobremesas exclusivas (como a panqueca de doce de leite, com finalização super instagramável, que vem acompanhada de gelato artesanal com sabor exclusivo da casa), além de temperos diferenciados, facas e tábuas de primeira linha, que podem ser encontrados na boutique instalada dentro do restaurante.

A casa dispõe além da brinquedoteca de, fumódromo, espaços para eventos e amplo estacionamento. As bebidas também são um show à parte, com destaque para os drinks autorais, os vários tipos de cerveja, chopp geladíssimo e mais de 150 rótulos de vinhos.

Menu: acouguedoberg.com.br
Acompanhe no Instagram
Reservas ou informações: (61) 99175-6835 / (61) 2099-2989

BRASILEIRO É LISTADO POR STANFORD ENTRE OS 2% DOS CIENTISTAS MAIS INFLUENTES DO MUNDO

Jorge Faber tará palestra, nos EUA, Sobre Novos Tratamentos para a Apneia do Sono por meio da Odontologia

Pesquisador da UnB, onde orienta alunos de Mestrado e Doutorado, o ortodontista Jorge Faber, PhD, está listado pela Universidade de Stanford (EUA) entre os 2% dos cientistas mais influentes do mundo. Ele também consta da lista dos 31 pesquisadores da Universidade de Brasília que se destacam globalmente pela contribuição à Ciência. Nesta semana, Faber irá representar o Brasil como palestrante no Congresso Americano de Ortodontia, na Filadélfia. Ele irá falar a uma plateia internacional de 10 mil pesquisadores sobre novos tratamentos para a apneia obstrutiva do sono, feitos pela Odontologia. A apneia atinge 49 milhões de brasileiros e um bilhão de pessoas em todo o mundo.

A atuação de Faber, a partir de Brasília, repercute internacionalmente. Ele á deu aulas a outros pesquisadores, em congressos científicos em mais de 30 países, na Europa, Ásia continente americano e Oceania. Tem mais de 120 artigos científicos publicados.

O trabalho de Faber se destaca por pesquisar temas de aplicação imediata na Odontologia. Entre eles, impressão 3D na ortodontia, com a publicação pioneira do primeiro artigo internacional sobre o tema há 20 anos; a estética do sorriso, com diversas publicações amplamente citadas; e o tratamento da apneia do sono em crianças e adultos, área na qual tem realizado importantes estudos científicos.

Sobre o Impacto da Apneia (AOS) – A Apneia Obstrutiva do Sono atinge cerca de 20 milhões de brasileiros e um bilhão de pessoas no mundo. É um distúrbio respiratório que causa pausas na respiração durante o sono, levando a roncos, sonolência excessiva e a outros problemas de saúde. Casos mais graves podem levar a problemas cardiovasculares, e a impactar a rotina do paciente, com consequências como baixa produtividade no trabalho, falta de concentração e até causar acidentes de trânsito. O brasiliense Jorge Faber é um dos renomes mundiais na pesquisa sobre Apneia Obstrutiva do Sono.

Doutor Jorge Faber

CLÍNICA FABER
http://www.clinicafaber.com
Brasília Shopping, 4o Andar, Sl. 408
Brasília – DF
Tel. (61) 3328.1798

Capital Moto Week anuncia Cidade Negra no line-up de 2025

Apresentação marca o retorno do grupo à Brasília após último show há quase 10 anos. Ingressos já estão disponíveis

Ícone da música nacional, o Cidade Negra chega pela primeira vez ao maior festival de motos e rock da América Latina no dia 1° de agosto. O grupo retorna a Brasília após um hiato de quase 10 anos e se apresentará no palco principal do Capital Moto Week na penúltima noite do festival, que receberá ainda o grupo canadense Magic!. A expectativa é pelo embalo do Cidade Negra com a fusão do reggae brasileiro com elementos de pop e soul, que prometem emocionar o público. Os ingressos já estão disponíveis em: http://www.bilheteriadigital.com/capitalmotoweek

A escolha da banda para o line-up de 2025 reforça a essência do CMW, que destaca ícones do rock e pop nacional, além de grupos que marcaram gerações. “Queremos surpreender o público mais uma vez trazendo o máximo de vertentes do rock e de gêneros próximos. Estamos muito animados em ter o Cidade Negra na edição. As músicas fazem parte da nossa história e nos fazem refletir com letras de amor e temas sociais”, celebra Pedro Franco, CEO do festival.

Com quase quatro décadas de história, o Cidade Negra volta a Brasília. O vocalista Toni Garrido e o baixista Bino Farias vão agitar a arena de shows da Cidade da Moto com hits como “A Estrada”, “O Erê”, “Firmamento” e “Onde você mora?”. Ao longo da carreira, a banda conquistou milhares de fãs com álbuns marcantes que falam de amor e temas sociais, como Sobre Todas as Forças (1994), O Erê (1996) e Acústico MTV: Cidade Negra (2002), que inclui um dos maiores sucessos: “Girassol”.

Animados com o show na Cidade da Moto, Toni Garrido e Bino Farias deixaram uma mensagem aos fãs: “Salve galera paz e amor, dia 1º de agosto tem Cidade Negra no Capital Moto Week. Que delícia, hein? Queremos ver toda a família regueira e brasileira neste show que já está sendo pensado com muito som para nosso encontro em Brasília!”.

Na mesma noite, sobe ao palco principal a banda canadense MAGIC!, conhecida pelos hits mundiais “Rude”, “No Way No” e “Lay You Down Easy”, que conquistaram milhões de fãs ao redor do planeta. O grupo, formado por Nasri Atweh (vocal), Mark Pellizzer (guitarra), Ben Spivak (baixo) e Alex Tanas (bateria), traz sua combinação de pop, rock e reggae em um dos momentos mais aguardados do festival. Além deles, o CMW já confirmou duas lendas do rock nacional para 31 de julho: Lobão com Power Trio e o metal de Angra. As demais atrações principais serão anunciadas nas próximas semanas.

Ingressos CMW 2025| http://www.bilheteriadigital.com/capitalmotoweek
Motociclistas sem garupa e pilotando não pagam | Motos com garupa entram grátis de segunda a sexta-feira até as 18h e, aos sábados e domingos, até às 15h | Crianças de até 12 anos não pagam, desde que acompanhadas de seu responsável | Menores de 16 anos somente acompanhados de um responsável legal | Ingresso solidário, que garante desconto especial no valor da inteira, é concedido para quem levar lixo eletrônico ou 1kg de alimento não perecível | PCD tem acesso grátis e, se necessitar de acompanhante, este tem direito à meia-entrada | Pessoas com 60 anos ou mais têm direito à meia-entrada | Obrigatória apresentação de documento de comprovação válido de meia-entrada no momento do acesso.

Sobre o Capital Moto Week 2025
De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

Foto divulgação

SERVIÇO
Capital Moto Week 2025
Data: 24 de julho a 02 de agosto de 2025
Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF
Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek
Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br

Semana do rock movimenta programação do London Street Pub

Semana do rock movimenta programação do London Street Pub

Do pop rock contemporâneo ao rock clássico dos anos 80, o London Street Pub recebe artistas durante a semana para promover noites animadas, com boa música. Fernanda Mesquita, proprietária do espaço, conta que o estilo musical está entre os mais pedidos “por isso, vamos investir a semana toda no melhor do rock internacional”. Na programação, de quarta a sábado, diversos artistas se apresentam no palco do pub

Na quarta-feira (23), Julia Sykes comanda a noite com músicas pop rock e na quinta-feira (24), a banda Sara in duo traz um repertório de rock clássico. Na sexta-feira (25), o trio formado por Rafa Alves, Jones Cavalante e Willian Baruh apresenta grandes sucessos do rock dos anos 80 e 90 como Like a Virgin, da icônica Madonna, e It must have been love, da dupla Roxette. Já no sábado (26), a banda Monster Jam finaliza a programação da semana com versões de Scorpions, Pink Floyd e Duran Duran.

O bar brasiliense reproduz os tradicionais pubs ingleses e oferece um cardápio variado com comidas típicas da Inglaterra e outros países, feitas com um tempero brasileiro. Há diversas opções de bebidas, incluindo cervejas artesanais, além de um ambiente temático, arejado e acolhedor para reunir os amigos e curtir uma boa música. 

O couvert custa R$20,00 e os shows têm início às 19h30. Às quartas-feiras, o chopp Pilsen de 330 ml sai com 50% de desconto e às quintas a casa oferece rolha free para quem levar sua própria garrafa.

Fundado pelo casal Fernanda e Sérgio Mesquita, o pub surgiu da vontade de unir a paixão por cervejas especiais com a valorização da música ao vivo. “A gente sente o que o nosso público pede, e todos gostam de rock nacional e internacional”, disse Fernanda.

Monster Jam

Serviço

Fim de semana do Rock na London Street Pub

Dia 23/4 (quarta-feira): Julia Sykes – Pop rock

Dia 24/4 (quinta-feira): Sara in duo – Rock clássico 

Dia 25/4 (sexta-feira): Rafa Alves, Jones Cavalante e Wilian Baruh – Rock Internacional Anos 80 e 90

Dia 26/4 (sábado): Monster Jam – Rock

Hora: 19h30

Local: CLN 214, parte de trás do bloco D

Couvert: R$20,00

Lei Paulo Gustavo apoia o resgate da memória dos 65 anos de Brasília 

Diversos projetos que buscam a preservação da história da capital são financiados pela legislação, que é o maior investimento em cultura já feito no país

A Lei Paulo Gustavo (LPG) é o maior investimento já feito na cultura em todo o país. No Distrito Federal, projetos em diferentes linguagens artísticas são financiados pela lei, que fortalece o setor que é tão importante para a construção da identidade da capital da República, que completa 65 anos de existência, em 21 de abril. Nessa grande festa, LPG-DF também está presente. 

No audiovisual, um dos projetos que celebram a cidade e que são fomentados pela legislação é o “As Filhas do Brasil”, curta-metragem ficcional baseado em fatos reais. A obra reflete sobre o papel indispensável das mulheres trabalhadoras da Vila Amaury na construção de Brasília e dos candangos, que foram relegados a morar longe do centro do poder, nas cidades satélites, mesmo sendo os principais responsáveis pela concretização do sonho da nova capital. 

A proponente Marianna Graf conta que o filme  é um convite ao reconhecimento desses personagens como seres humanos com desejos, medos e sonhos. Ao retratar mulheres pioneiras como protagonistas e abordar temas pouco conhecidos pela população, a obra resgata memórias apagadas pela história oficial e provoca a reflexão sobre o passado. 

“O apoio da LPG foi essencial – sem ele, o projeto não existiria. Como alguém sem conexões no mercado audiovisual de Brasília, essa oportunidade foi decisiva para transformar minhas ideias em realidade, permitindo que eu desse meus primeiros passos no cenário cultural e expressasse minha visão criativa”, afirma Marianna. O curta-metragem tem previsão de estreia em julho, em parceria com o Museu Vivo da Memória Candanga. A obra será exibida gratuitamente no Instituto Federal de Brasília (IFB) do Recanto das Emas e no Jovem de Expressão, em Ceilândia. 

O “Álbum de recordação BSB: memórias e valores do DF” é outra iniciativa que mergulha nos primórdios de Brasília. Trata-se de um projeto de pesquisa voltado ao registro do patrimônio material e imaterial do DF, por meio de revisão de literatura para identificar estudos sobre bens históricos, artísticos e arquitetônicos do território. 

A ideia é fazer uma abordagem sobre a memória de Brasília não datada do momento em que ela foi construída como uma capital, mas sim resgatando recordações, memórias e outros artefatos, sejam materiais e imateriais, sobre a cultura e sobre a história de Brasília, do DF e de cidades e populações que já existiam aqui antes da empreitada. 

“A Lei Paulo Gustavo foi essencial para fazermos essa temporada especial sobre o patrimônio material e imaterial do DF. A gente deu o nome da temporada de ‘Álbum de recordação BSB: Memórias e Valores dos DF, porque o próprio edital já veio com essa demanda de fazermos um mapeamento desses patrimônios”, explica a proponente Leyberson Lelli Chaves Pedrosa. Mais informações sobre o projeto serão divulgadas e debatidas no podcast “Dazumana: a Ciência sem Jaleco”, no YouTube. 

Na literatura, a LPG apoia o desenvolvimento e a publicação de um livro de crônicas sobre vivências identitárias e memórias coletivas da geração brasiliense descendente de migrantes nordestinos que chegaram ao Distrito Federal em busca de trabalho e sonhos. A obra é o terceiro livro da escritora Keyane Dias – também proponente do projeto –, originado de textos e pesquisas anteriores sobre o tema.

Lei Paulo Gustavo 

São mais de 3,8 bilhões de reais destinados a projetos culturais por todo o país. No DF, a Lei Paulo Gustavo já destinou 48,1 milhões, administrados pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec). Os recursos são destinados para diversas áreas da cultura, audiovisual, literatura, música, patrimônio e teatro. 

As Filhas do Brasil Foto divulgação

Serviço – LPG/DF

Instagram: @leipaulogustavodf

Site: https://www.leipaulogustavodf.com.br/

Tel: (62) 99612-6143

 e-mail: editais@leipaulogustavodf.com.br

Inside Out – A cara de Brasília

Babel El Seed

Inédito em Brasília – Depois de ganhar o Prêmio TED, de apoio a projetos globais de grande impacto, em 2011, o artista francês JR lançou o Projeto Inside Out, uma plataforma participativa que ajuda indivíduos e comunidades a transmitirem uma mensagem por meio de retratos em preto e branco em grande escala colados como lambe-lambe em espaços públicos de mais de uma centena de países ao redor do mundo. Nesta quarta-feira, 23 de abril, das 14h às 20h, será a vez de fotografar os brasilienses que quiserem fazer parte do mural interativo com 200 fotos que ficará em exibição até julho de 2025 como parte da mostra “Frequências Urbanas – uma voz única no diálogo coletivo”, na Caixa Cultural Brasília. 

JR exibe livremente nas ruas do mundo, capturando a atenção de todos, incluindo aqueles que não costumam frequentar museus. Sua prática artística torna visíveis os anônimos colando seus retratos no espaço público, desde as favelas brasileiras até as ruas de Nova York e Istambul. Essas instalações feitas na ação em grupo são documentadas e compartilhadas online.Em Brasília, as fotos serão feitas gratuitamente no estacionamento da Caixa Cultural (Setor Bancário Sul), sem agendamento e ficarão expostas na área externa do referido espaço cultural. O mural do Inside Out Project e a exposição “Frequências Urbanas” têm visitação gratuita e reúne artistas nacionais e internacionais que retratam a essência da arte urbana, também conhecida como street art, que se consolidou como uma das principais formas de expressão visual no mundo. É neste contexto de celebração que a mostra reunirá obras de artistas renomados de diversas culturas – brasileira, francesa, congolesa, tunisiana, norte americana – com o objetivo de proporcionar um intercâmbio cultural e artístico de grande impacto ao público. Nomes como: Cripta Djan, Circle, Kouka, Rero, Luísa Pimenta, Kássia Borges, El Seed estão na mostra. Parte desses artistas dividiram um ateliê, o Vilarejo 21, no Altiplano Leste (DF), e produziram obras inéditas que vão fazer parte da mostra.  

SERVIÇO

Fotos: Inside Out Project em Brasília

Quarta, 23/4, das 14h às 20h, no estacionamento da Caixa Cultural Brasília

Frequências Urbanas – Uma voz única no diálogo coletivo

Exposição internacional de arte urbana

CAIXA Cultural Brasília: Setor Bancário Sul – Quadra 4, Lotes 3/4 – Brasília-DF

Abertura: 23/04/2025 às 19h

Temporada: de 24/04 a 20/07/2025

Horário: De terça a domingo, das 9h às 21h

Acessibilidade: A exposição terá como medida de acessibilidade áudio-descrição para todas as obras

Classificação indicativa: Livre

Entrada gratuita

FLISOL-DF 2025: Brasília sedia a 21ª edição do maior festival de Software Livre da América Latina

No dia 26 de abril de 2025, o Distrito Federal será palco de mais uma edição do Festival Latino-americano de Instalação de Software Livre (FLISOL), que chega à sua 21ª realização na capital. O evento acontecerá no Centro Universitário Estácio (Taguatinga Sul), das 8h às 18h, com entrada gratuita.

Foto divulgação

Reconhecido como o maior evento de divulgação de Software Livre da América Latina  e considerado o mais amplo festival colaborativo descentralizado do mundo,  o FLISOL promove a cultura do conhecimento aberto, da colaboração tecnológica e da cidadania digital. Realizado simultaneamente em diversos países da América Latina, o festival conecta desenvolvedores, usuários, entusiastas e educadores, em torno de uma proposta comum: compartilhar, aprender e transformar por meio da tecnologia livre.

A edição de 2025 contará com uma agenda robusta de palestras, minicursos, oficinas e o tradicional Install Fest — uma maratona de instalação de distribuições GNU/Linux como Ubuntu, Debian, Fedora e outras. Também estarão disponíveis softwares livres para quem deseja experimentar as ferramentas sem trocar de sistema operacional, como LibreOffice, Gimp, Firefox e Inkscape.

Segundo a professora Josyane Lannes, coordenadora do curso de TI da Estácio,além do conteúdo técnico, o evento se posiciona como espaço para networking, formação de parcerias e desenvolvimento de novas competências tecnológicas, com destaque para a participação ativa da comunidade — incluindo estudantes, profissionais da área de TI, educadores, pesquisadores, makers e curiosos.

Interessados podem se inscrever gratuitamente como participantes, palestrantes, instrutores, colaboradores ou ainda integrar a organização. Empresas, instituições e profissionais também podem apoiar o evento como patrocinadores, com possibilidade de visibilidade da marca em materiais gráficos, brindes, espaços para estandes e muito mais.

A expectativa é de um público superior a mil participantes, com caravanas vindas de outros estados e, conforme o apoio financeiro, presença de palestrantes renomados nacionais e internacionais.

Totalmente gratuito, o FLISOL-DF 2025 é realizado por uma rede de voluntários que se dedicam a promover o acesso aberto ao conhecimento. Sem financiamento institucional, a organização busca parcerias para garantir infraestrutura, materiais de divulgação, brindes, transporte e demais recursos necessários à realização do festival.

*Para mais informações,* inscrições e apoio, acesse:” https://flisoldf.blog.br/

Contato com a organização:

Henderson Matsuura – (61) 9.9977-0522

Jeann Cavalcante – (61) 9.8401-5749

E-mail: contato@flisoldf.blog.br

Porão do Rock anuncia novas atração internacional e bandas nacionais; confira o line-up

Velvet Chains 

Festival acontece nos dias 23 e 24 de maio na Arena BRB

O tradicional Porão do Rock revelou mais uma parte do seu aguardado line-up. Entre os nomes confirmados, o grande destaque internacional fica por conta da banda Velvet Chains, dos Estados Unidos. Com um som que mistura hard rock e grunge, o grupo vem conquistando espaço na cena e promete um show enérgico no festival, que acontece nos dias 23 e 24 de maio, na Arena BRB, em Brasília.

Além da atração internacional, a nova leva de anunciados traz veteranos e novos nomes do rock nacional. Entre eles, está o Little Quail & Mad Birds, um dos ícones do rock brasiliense. Também integram a lista as bandas Lupa, Trampa, Bay Side Kings, Adorável Clichê, Cassino Supernova, César Degraff e Guizão, garantindo diversidade de estilos e propostas musicais.

Segundo Gustavo Sá, organizador do evento, a seleção reflete o compromisso do festival em trazer um mix de sonoridades. “O Porão sempre buscou esse equilíbrio entre tradição e novidade. Ter o Velvet Chains no line-up reforça nosso caráter internacional e a conexão com o público que curte rock em alto nível. E, claro, não deixamos de lado a cena nacional, que segue forte e pulsante”, afirma.

Com essas adições, o Porão do Rock 2025 reforça sua tradição de apostar em uma programação que une artistas consolidados e novas promessas da música independente. Mais novidades sobre o festival devem ser divulgadas nas próximas semanas.

Os ingressos já estão disponíveis no site Digital Ingressos, e custam a partir de R$150 (meia-entrada). O Porão do Rock é um dos festivais mais tradicionais do Brasil e segue fortalecendo a cena do rock independente e mainstream. 

Line-up do festival:

23/05 (sexta feira):

Sepultura

Raimundos

CPM 22

Dead Fish

Pense 

Fin Del Mundo

Black Pantera

DFC

Velvet Chains 

Little Quali

Bay Side

24/05 (Sábado)

Stone Temple Pilots

Baianasystem

Terno Rei

Matanza Ritual
Menores Atos

The Monic

Lupa

Trampa

Adorável Clichê

Cassino Supernova 

Cezar Degraf

Guizão

Sobre o Porão do Rock

Com uma trajetória marcada pela valorização da música e cultura, o Porão do Rock se firmou como um dos maiores festivais do Brasil. Desde sua fundação, já recebeu grandes nomes internacionais, como The Hives, Suicidal Tendencies, Muse e agora o Stone Temple Pilots, além de inúmeros artistas que se tornaram referência no cenário musical. Em 2025, o festival reafirma seu compromisso com a inovação e com a nova geração, trazendo o melhor do rock, com uma estrutura moderna e experiências memoráveis.

Serviço:

Data: 23 e 24 de maio de 2025

Local: Estacionamento da Arena BRB – Brasília

Ingressos: Disponíveis no https://poraodorock.digitalingressos.com.br/porao-do-rock-brasilia

Classificação: 18 anos

Ingressos – 1º lote

Pista (1 dia)

• Meia-entrada: R$ 150

• Solidário: R$ 180

• Inteira: R$ 300

Camarote (1 dia)

• Meia-entrada: R$ 250

• Solidário: R$ 300

• Inteira: R$ 500

Passaporte (2 dias)

• Meia-entrada: R$ 250

• Solidário: R$ 300

• Inteira: R$ 500

Passaporte camarote (2 dias)

• Meia-entrada: R$ 450

• Solidário: R$ 540

• Inteira: R$ 900

Festival Brasil Sabor chega em sua 19ª edição 

Com o tema “celebração da cozinha brasileira” festival promovido pela Abrasel, acontece de 15 de maio a 1 de junho em todo o país

As inscrições para a 19ª edição do Brasil Sabor vão até 25 de abril. O festival, promovido pela Abrasel, é uma vitrine estratégica para bares e restaurantes que desejam impulsionar seus negócios e atrair novos clientes. Neste ano, o evento acontece entre 15 de maio e 1º de junho, reunindo estabelecimentos de diversas regiões para valorizar a diversidade da culinária nacional e estimular o setor gastronômico. No Distrito Federal, podem participar associados e não associados e as inscrições podem ser feitas diretamente na Abrasel pelos telefones (61) 99994-9744 e (61) 99323-0139

Com quase duas décadas de tradição, o Brasil Sabor se consolidou como um dos principais festivais do segmento, proporcionando aos participantes um aumento no fluxo de clientes e fortalecendo suas marcas no mercado. Além disso, a iniciativa fomenta a inovação nos cardápios, incentivando os estabelecimentos a explorarem novos sabores e experiências gastronômicas diferenciadas. 

Como funciona

Os estabelecimentos inscritos desenvolvem um prato exclusivo para o festival, inspirado nos ingredientes e tradições da gastronomia local. Durante o período do evento, o público tem a oportunidade de experimentar essas criações a preços promocionais, o que amplia o acesso e incentiva a experimentação de novos sabores. Nessa edição, os pratos especiais terão preços promocionais de R$39, R$59, R$79 e R$99, ficando a critério do estabelecimento escolher o valor adequado. Os pratos estarão disponíveis tanto no salão quanto por delivery e take away (para levar), adaptando-se às preferências dos consumidores e ampliando seu alcance. 

 Vantagens para os negócios participantes 

 Em 2024, o Brasil Sabor reuniu mais de 740 restaurantes distribuídos em 79 cidades e 18 estados, consolidando-se como um dos maiores festivais gastronômicos do país. O evento já faz parte do calendário do setor e tem se mostrado uma ferramenta eficaz para impulsionar negócios, gerar visibilidade e atrair novos clientes. 

 Além da exposição nacional proporcionada pelo festival, os participantes aproveitam a oportunidade para reforçar sua identidade gastronômica e estreitar o relacionamento com o público. Segundo Rosane Carvalho, presidente do Conselho de Administração da Abrasel, o evento vai além da simples participação e pode ser um diferencial estratégico para os estabelecimentos. “O Brasil Sabor é uma oportunidade para inovar no cardápio, testar novos sabores e fortalecer o relacionamento com o público. O festival cria um ambiente favorável para impulsionar os negócios e gerar novas oportunidades”, destaca. 

Serviço: 

19ª edição do Brasil Sabor 

15 de maio a 1 de junho 

Realização no DF: Oliveira empreendimentos culturais

Patrocinador regional:  Coca Cola Zero Açucar

Apoio: Abrasel e Sebrae DF

@abrasel_df

Patrocínio nacional: Ambev 

Mais informações em: https://www.brasilsabor.com.br/

Instagram: @festivalbrasilsabor

3º Prêmio WEB do Teatro do DF abre votação popular para escolha dos melhores espetáculos em 11 categorias

A organização do 3º Prêmio WEB do Teatro do DF informa que já está aberta a votação popular para escolher os melhores espetáculos, iniciativas, montagens e ações ligadas às artes cênicas do Distrito Federal realizadas nos anos de 2022, 2023 e 2024. Esta edição recebeu inscrições de mais de 120 projetos e espetáculos que concorrem em 11 categorias. Para votar, o público deve acessar o formulário online e selecionar seus favoritos. O anúncio dos vencedores acontece no dia 7 de maio, às 19h, no Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul.

Os espetáculos e projetos inscritos no 3º Prêmio WEB do Teatro do DF concorrem a prêmios em 11 categorias: Espetáculo Adulto (44 participantes); Espetáculo Infanto-Juvenil (4); Espetáculo Primeira Infância (2); Espetáculo Musical (3); Espetáculo Solo/Monólogo (11); Espetáculo de Rua e Espaço Alternativo (7); Espetáculo de Formas Animadas (Sombras e/ou Bonecos) (3); Montagem Universitária (8); Montagem Livre (Teatro de Escola, Escola de Teatro ou Curso Livre) (4); Espetáculo Local em Circulação Nacional e Internacional (14); e Projetos ou Iniciativas (17). O 3º Prêmio WEB de Teatro do DF é realizado pelo Grupo Tripé e tem o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).

Nesta edição, todos os projetos inscritos integrarão uma publicação coordenada pela professora Fabiana Marroni. A professora conta com um grupo de pesquisa criado pelo Grupo Tripé em parceria com o Instituto de Artes da UnB. A equipe é formada pelos seus co-fundadores Ana Quintas e Gustavo Haeser, além dos pesquisadores Ander Keller, Anna Uchôa, Isadora Lima, Jebs Vicente e Likidah Ferreira, selecionados via convocatória pública.

Sobre o prêmio

Em sua terceira edição, o Prêmio Web de Teatro do DF teve 120 participantes nas edições anteriores, distribuindo mais de 50 premiações. São espetáculos que levaram mais de 100 mil espectadores a teatros e espaços dedicados às artes cênicas e circularam por mais de 50 cidades ao redor do planeta. Além dos prêmios, já ofereceu 11 homenagens a personagens do teatro de Brasília, como Alexandre Ribondi, Hugo Rodas e Iara Pietricovsky.

O projeto Prêmio Web de Teatro do DF nasceu do desejo do Grupo Tripé em colaborar com a memória, a preservação e a valorização da produção cênica e de seus artistas, técnicos e fazedores do Distrito Federal. Além de reconhecer e valorizar os artistas locais de maneira democrática e popular, promover o teatro em ambientes virtuais e incentivar a participação e engajamento do público, o projeto conta com seu aspecto de mapeamento, onde os dados das produções são utilizados para a geração de dados e indicadores sobre a classe artística e seus projetos. Idealizado durante o ano de 2018, foi criado com o intuito de criar novas narrativas acerca do teatro produzido no Distrito Federal e novos entendimentos quanto ao panorama cênico da cidade, gerando assim novas inquietações, questionamentos e crises – terrenos frutíferos para o surgimento de novas ideias que enriqueçam a cadeia cultural, que fortaleçam a classe artística, que a reafirmam como componente de uma economia criativa que deve ser preservada e incentivada.

Foto divulgação

Serviço

Votação aberta para o 3º Prêmio WEB do Teatro do DF

Até | 7 de maio 

Voto online | https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdEX16e5y1iMqoX7BL23wEqQa-fbWbRQdl1V0-g05klnRO9IQ/viewform

Instagram | @grupotripe

Informações | https://www.grupotripe.com/

Contato | emaildotripe@gmail.com

Realização | Grupo Tripé

Patrocínio | Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF)

Casapark 25 anos

Michell Lott para falar de “Os sinais do novo | os destaques de Milão em 2025” no Casapark Prime Talks

Foto divulgação

Estão abertas as inscrições para “Os sinais do novo | os destaques de Milão em 2025” com o diretor criativo e pesquisador de tendências Michell Lott para o Casapark Prime Talks.   Depois de visitar a última edição do Salão do Móvel de Milão e os eventos paralelos que aconteceram de 8 a 13 de abril, Lott apresentará um panorama sobre as novidades no modo de fazer, o uso de materiais, os temas escolhidos e quem são os designers que estão despontando e porque é importante ficar de olho neles. O Casapark Prime Talks com Michel Lott acontece no dia 24 de abril, às 10h, no CineSystem CAIXA Casapark. Voltado principalmente para arquitetos e designers de interiores, as inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo Sympla https://www.sympla.com.br/evento/casapark-prime-talks-os-sinais-do-novo-os-destaques-de-milao-em-2025-com-michell-lott/2918591. As vagas são limitadas a 200 lugares. Para acompanhar a programação, acesse @casaparkprime e @casapark.

 

Mineiro baseado em São Paulo, Michell Lott é conhecido por suas produções majestosas, imersivas, coloridas e lúdicas que materializam o espírito do tempo em imagens marcantes – seja para campanhas e editoriais, instalações junto a marcas de diversos segmentos e impactantes publis compartilhadas em seu Instagram. Jornalista de formação, se apaixonou pelo universo visual e, hoje, atua como cenógrafo, diretor criativo, curador de design, criador multidisciplinar, como consultor de cores e pesquisador de tendências.

Serviço:

Casapark Prime Talks

Talk | Os sinais do novo | os destaques de Milão em 2025

Com | Michell Lott  

Quando | 24/04, às 10h

Onde | CineSystem CAIXA Casapark

              Sala 2

Sympla | https://www.sympla.com.br/evento/casapark-prime-talks-os-sinais-do-novo-os-destaques-de-milao-em-2025-com-michell-lott/2918591

Inscrições | Gratuitas 

Instagram | @casaparkprime e @casapark

LINGUAGENS VISUAIS DO MUNDO SE ENCONTRAM NA EXPOSIÇÃO FREQUÊNCIAS URBANAS

Após 10 anos da bem-sucedida mostra ‘Street Art – Um Panorama Urbano‘, a CAIXA Cultural revisita a cena global da arte urbana conectando artistas internacionais e brasileiros em um espaço de intercâmbio e de reflexão, agora com o projeto intitulado ‘Frequências Urbanas – uma voz única no diálogo coletivo’, em exposição de abril a julho de 2025 na CAIXA Cultural Brasília.

Também conhecida como street art, a arte urbana se consolidou como uma das principais formas de expressão visual no mundo. É neste contexto de celebração que a mostra reunirá obras de artistas renomados de diversas culturas – brasileira, francesa, congolesa, tunisiana, norte americana – com o objetivo de proporcionar um intercâmbio cultural e artístico de grande impacto ao público.

“A exposição Frequências Urbanas se posiciona como uma encruzilhada vibrante na qual artistas de diversas origens e com múltiplas raízes se encontram para celebrar a essência da arte urbana. Esse movimento, tanto local quanto global, reflete uma cultura em constante evolução, com cada artista trazendo sua voz única enquanto participa de um diálogo coletivo”, resume RERO, curador e artista da exposição. 

Ele diz que embora ancorados em seu território, os artistas em exposição na mostra inspiram-se em movimentos artísticos globais que permite entender melhor as questões urgentes como as mudanças climáticas, o resgate da ancestralidade e a desigualdade social.

Frequências Urbanas destaca essa dualidade, reunindo obras que refletem particularidades culturais ao mesmo tempo em que exploram temas universais como identidade, resistência e esperança. Ao construir pontes entre tradições locais e tendências contemporâneas, os artistas conseguem estabelecer uma conexão profunda com seu público, promovendo assim um intercâmbio cultural enriquecedor e uma conscientização compartilhada.

A mostra se propõe a renovar a experiência exitosa do projeto ‘Street Art’, quando foram exibidas obras de renome internacional como Banksy e JeF Aerosol, que alcançaram grande sucesso de público e de mídia. 

“Agora, Frequências Urbanas traz novos nomes para expandir o impacto da arte urbana no Brasil, visando ainda o fortalecimento da relação entre artistas estrangeiros e brasileiros e trocas culturais, em especial a relação entre Brasil e França, que celebram neste ano de 2025 uma parceria de promoção cultural entre os dois países’, diz Luiz Prado, curador e produtor da exposição.

A exposição reflete ainda a diversidade cultural de Brasília, cidade ‘com gente de todas as partes do Brasil e do mundo’, no mês em que a capital federal – um dos mais importantes conjuntos urbanísticos-arquitetônicos do País – completa 65 anos de sua inauguração, em 21 de abril.

“Inauguramos a exposição na semana de aniversário da cidade, convidando o público a ser fotografado pelo projeto Inside Out do artista francês JR, participando assim da confecção de um mural de mais de 150 m² que ficará em exposição na CAIXA Cultural mostrando a diversidade, a mistura e as diferenças múltiplas que formaram a população de Brasília”, diz Prado.

A ação do Inside Out está prevista para o dia 23 de abril, antes da abertura da mostra, das 14h às 20h, no estacionamento da CAIXA Cultural, quando os interessados em participar do projeto serão fotografados – em um caminhão-estúdio que estará no local -, para a criação interativa do painel a ser exibido nos muros do entorno do centro cultural.

“Frequências Urbanas não é apenas uma exposição, mas uma manifestação da alma urbana e humana, uma exploração das múltiplas vozes que compõem a paisagem artística atual esteja ela dentro ou fora da galeria”, completa o curador da mostra. Estarão em exibição na exposição Frequências Urbanas as obras dos seguintes artistas e coletivos:

CRIPTA

@criptadjan

Cripta Djan é pixador, artista, ativista e documentarista que tem a pixação como eixo central de sua trajetória nos espaços urbanos. Sua atuação representa e reivindica a figura do pixador nos campos político, acadêmico, artístico e cinematográfico.

Seu trabalho transita entre o desenho e a escrita, a forma e a contra forma, o legível e o ilegível, o certo e o errado. Começou sua história nas ruas de Itapevi, na Grande São Paulo, e hoje tem seu trabalho reconhecido internacionalmente, levando a linguagem da pixaçãopara centros de arte contemporânea ao redor do mundo

CYRCLE

CYRCLE é um coletivo formado pelos artistas americanos David Leavitt e David Torres, de Los Angeles, Califórnia (EUA). Suas obras enfatizam a vida, a dualidade e a condição humana compartilhada com a contemplação estética da forma, tipo de letra e cor.

A dupla trabalha em diversas mídias, desde a investigação da forma até o incentivo à participação, os desafios do CYRCLE e, ao mesmo tempo, abrangem todo o continuum do que é arte.

KOUKA

@kouka_ntadi

Pintor franco-congolês, Kouka Ntadi é nascido em Paris, em 1981, neto do pintor expressionista Francis Gruber. O artista confronta suas origens, tanto em suas telas quanto na rua. Explorando diferentes formas de retrato, ele desenvolve seus temas de pesquisa em torno da essência do Homem e da identidade.

Sua pintura brinca com os códigos do grafite para melhor tocar o cerne da pesquisa sobre o estatuto da imagem. Desde seus famosos “Guerreiros Bantu”, sua primeira marca urbana, ele tem nos lembrado constantemente que o espaço público, assim como o mundo, não pertence a ninguém.

RERO

@rerostudio

Na intersecção de práticas urbanas, land art e criação conceitual inspirada por Duchamp, Debord e, claro, Roland Barthes, Rero questiona a retórica da imagem e sua “cadeia flutuante de significados”. 

As obras de arte intrigantes e luminosas do artista, infundidas com um senso moderno e transgressivo de poesia, suas instalações inovadoras e descomunais se espalharam pelo mundo. Para Rero, “a arte é um sistema de alarme que busca despertar o músculo atrofiado da sensibilidade coletiva”, escreveu o crítico de arte Achille Bonito Oliva.

LUÍSA PIMENTA

@luisa_pimenta

Artista carioca de 18 anos, Luísa Pimenta é um jovem talento e grande promessa do cenário artístico atual. Ela se nutriu da efervescência da cena do grafiti de rua nos EUA, transformando todas as influências e pluralidades da arte urbana norte-americana em traços marcantes que se misturam com suas raízes brasileiras.

Suas obras são uma verdadeira janela para sua alma. Com expressões viscerais, traços firmes e impactantes, Luísa compartilha seus afetos e percepções do mundo de forma autêntica e repleta de sensibilidade, se comunicando com o espectador de forma intensa e tocante.

KASSIA BORGES

@kassiaborgess

Kássia Borges Karajá é artista visual, pesquisadora, professora e curadora. Pesquisa principalmente questões em torno da mulher e da ancestralidade. Partindo dos conhecimentos da tradicional cerâmica Karajá, se debruça, sobretudo, no barro para suas criações contemporâneas. 

Além de sua investigação em cerâmica, é membro também do coletivo MAHKU (Movimento dos artistas Huni Kuin), destaque na 60ª edição da Bienal de Veneza, com participação em salões e exposições em instituições nacionais e internacionais. 

EL SEED

@elseed

EL Seed é um artista que combina pintura e escultura para criar uma linguagem visual única, inspirada na tradição da caligrafia e na pulsação da arte urbana. Seu trabalho se destaca por camadas intrincadas de cores, símbolos e letras, que expressam mensagens universais sobre coexistência, paz e liberdade.

A identidade, a herança cultural e o desejo humano por conexão e pertencimento são temas que atravessam sua obra. Por meio de sua arte, EL Seed dá visibilidade às comunidades com as quais se relaciona, utilizando a linguagem como ponte para o diálogo e a construção de um senso de coletividade.

INSIDE OUT PROJECT – JR

@insideoutproject @jr

Depois de ganhar o Prêmio TED, em 2011, o artista francês JR lançou o Projeto Inside Out, em exibição na mostra. O artista criou uma plataforma participativa que ajuda indivíduos e comunidades a transmitirem uma mensagem por meio de retratos em preto e branco em grande escala colados como lambe-lambe em espaços públicos. 

JR exibe livremente nas ruas do mundo, capturando a atenção de todos, incluindo aqueles que não costumam frequentar museus. Sua prática artística torna visíveis os anônimos colando seus retratos no espaço público, desde as favelas brasileiras até as ruas de Nova York e Istambul. Essas instalações feitas na ação em grupo são documentadas e compartilhadas online.


Mostra na Caixa Cultural Brasília apresenta exposição com artistas nacionais e internacionais que retratam e celebram a essência da arte urbana

SERVIÇO

Frequências Urbanas – Uma voz única no diálogo coletivo

Exposição internacional de arte urbana

CAIXA     Cultural Brasília: Setor Bancário Sul – Quadra 4, Lotes 3/4 – Brasília-DF

Abertura: 23/04/2025 às 19h

Temporada: de 24/04 a 20/07/2025

Horário: De terça a domingo, das 9h às 21h

Acessibilidade: A exposição terá como medida de acessibilidade áudio-descrição para todas as obras

Classificação indicativa: Livre

Entrada gratuita

Capital Moto Week celebra 65 anos de Brasília como a capital da moto e do rock

Conexão histórica entre o festival e a cidade se revela no maior passeio motociclístico a céu aberto do mundo, que acontece anualmente no último dia do CMW

Brasília, a jovem capital do país, comemora 65 anos nesta segunda-feira (21), reafirmando sua grandiosidade e modernidade. Você pode se perguntar o que este “quadradinho”, no centro do mapa tem em comum, além do nome, com o Capital Moto Week, o maior festival de motos e rocks da América Latina? Prepare-se porque a resposta pode te surpreender!

Com seus traços ousados, que desenham no cerrado um cenário futurista e icônico, Brasília é símbolo da inovação e do espírito visionário do país. Qualquer semelhança com o DNA do CMW não é coincidência! O festival nasceu há mais de 20 anos, na vanguarda do segmento, para celebrar a conexão entre culturas, países e gerações em torno da paixão pelas motos e pelo rock. A Cidade da Moto, construída com suas curvas e retas em um complexo de 320 mil m², já recebeu mais de 7 milhões de visitantes e artistas de todo o mundo em busca de experiências recheadas de liberdade, emoção e aventura.

“A cidade está sempre de braços abertos para o nosso público, que vem de diversos estados e países e tem a oportunidade de conhecer Brasília sob uma ótica diferente: sob duas rodas. O CMW também tem esta função, ajudar a formar novos olhares sobre nossa Capital e ajudar a colocar Brasília entre os grandes eventos e centros de entretenimento do país”, afirma Pedro Franco, CEO do Capital Moto Week.

Neste ano, a expectativa é receber, de 24 de julho a 2 de agosto, mais de 800 mil pessoas, 300 mil motos e 1.800 motoclubes. Entre roncos de motores e muito rock-and-roll, o público do festival aproveita a estadia para apreciar os projetos visionários de Oscar Niemeyer e Lúcio Costa, ícones da arquitetura e da modernidade. Para se ter ideia do impacto positivo, o CMW movimenta mais de R$ 62 milhões no turismo, gastronomia e hotelaria da região, além de gerar 17 mil postos de trabalho diretos e indiretos.

A conexão entre o festival e a Capital também se reflete no maior passeio motociclístico a céu aberto do mundo, que acontece anualmente no último dia do evento. Em 2024, 42 mil motociclistas percorreram 60 km pelas avenidas icônicas da cidade, sentindo o espírito de liberdade e o vento no rosto. A jornada sobre duas rodas começa na Cidade da Moto, passa pelo Eixão Norte e entra no Eixo Monumental, revelando alguns dos principais cartões postais do país: o Congresso Nacional, Palácio do Planalto, Catedral Metropolitana, conhecida por suas colunas curvas e vitrais deslumbrantes, e o Museu Nacional.

O comboio atravessa a Ponte JK, única brasileira na lista das “27 pontes mais bonitas do mundo”, até o Jardim Botânico, que oferece trilhas ecológicas, jardins temáticos e contato com a flora do Cerrado. “O passeio é uma tradição, um marco para o Capital Moto Week e para Brasília. É um verdadeiro convite para o público explorar os traços e as belezas do planalto central, sempre com responsabilidade, consciência e segurança”, ressalta Franco.

São 10 dias de programação, com mais de 100 shows, com cinco palcos temáticos, estandes de marcas nacionais e internacionais, lojas, restaurantes, cinema a céu aberto, e muito mais. Tudo projetado para promover um festival Lixo Zero e oferecer a melhor experiência para os visitantes, com inclusão e acessibilidade. Com mistura de motos e rock ‘n’ roll, o Capital Moto Week é uma homenagem viva à cultura motociclística e à cidade que o acolhe com tanto estilo. Entre conquistas e transformações, a cidade e o CMW reafirmam suas vocações para o novo, para a liberdade e para a conexão entre passado, presente e futuro.

Sobre o Capital Moto Week 2025
De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

Foto divulgação

SERVIÇO
Capital Moto Week 2025
Data: 24 de julho a 02 de agosto de 2025
Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF
Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek
Imprensa: (61) 99987-9915 | (61) 8112-2757 | (61) 8427-2785
Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br

Últimos dias “Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil” no CCBB Brasília

Exposição apresenta mais de 700 itens, entre obras de arte de mais de 200 artistas de todas as regiões do país e documentos e objetos, que dão um panorama da década de 1980 no Brasil 

Termina no dia 27 de abril a grande exposição “Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil” no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília. Com Raphael Fonseca como curador-chefe e Amanda Tavares e Tálisson Melo como curadores-adjuntos, a mostra apresenta cerca de 300 obras de mais de 200 artistas de todas as regiões do país, mostrando um amplo panorama das artes brasileiras na década de 1980. Completam a exposição cerca de 400 elementos da cultura visual da época, como revistas, panfletos, capas de discos e objetos icônicos, ampliando a reflexão sobre o período.

O projeto é patrocinado pela BB Asset, gestora de fundos do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Mário Perrone, diretor comercial e de produtos da BB Asset, destaca que a responsabilidade da gestora vai além da administração de ativos. “Patrocinar a exposição ´Fullgás´ reforça nosso compromisso com o futuro, investindo não apenas em resultados, mas também naquilo que transforma uma sociedade: a cultura e arte. Como a maior gestora de fundos do Brasil, temos a honra de contribuir para a preservação do legado cultural do país, inspirando novas gerações e promovendo um Brasil mais vibrante e consciente da sua rica história e expressão artística. Este é o tipo de investimento que gera valor para todos.”

“’Fullgás’, assim como a música de Marina Lima, deseja que o público tenha contato com uma geração que depositou muito de sua energia existencial não apenas no fazer arte, mas também em novos projetos de país e cidadania. Uma geração que, nesse percurso, foi da intensidade à consciência da efemeridade das coisas, da vida”, afirmam os curadores.  

A exposição está dividida em cinco núcleos conceituais cujos nomes são músicas da década de 1980: “Que país é este” (1987), “Beat acelerado” (1985), “Diversões eletrônicas” (1980), “Pássaros na garganta” (1982) e “O tempo não para” (1988). No pavilhão de vidro haverá obras tridimensionais e vídeos, apresentando um panorama do período para além da pintura. Neste espaço, entre outras, está a obra “Coluna de cinzas” (1987), de Nuno Ramos, e uma instalação com balões do artista paraense radicado no Rio de Janeiro Paulo Paes. Na recepção central, ao lado da bilheteria, uma banca de jornal com revistas, vinis, livros e gibis publicados no período, com fatos marcantes da época, faz o público entrar no clima da exposição.

A mostra aborda o período de forma ampla, entendendo que seus questionamentos e impulsos começaram e terminaram fora do marco temporal de dez anos que tradicionalmente constitui uma década. Desta forma, a exposição abrange o período entre 1978 e 1993, tendo como marcos o final do Ato Institucional n° 5 e o ano posterior ao impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello. “Consideramos para a base de reflexões este arco de quinze anos e todas as suas mudanças estruturais e culturais para pensarmos o Brasil: do fim da ditadura militar ao retorno a uma democracia que, logo na sequência, lidará com o trauma de um impeachment”, contam os curadores, que selecionaram para a exposição obras de artistas cujas trajetórias começaram neste período.

Nas artes visuais, a Geração 80 ficou marcada pela icônica mostra “Como vai você, Geração 80?”, realizada no Parque Lage, em 1984. A exposição no CCBB entende a importância deste evento, trazendo, inclusive, algumas obras que estiveram na mostra, mas ampliando a reflexão. “Queremos mostrar que diversos artistas de fora do eixo Rio-São Paulo também estavam produzindo na época e que outras coisas também aconteceram no mesmo período histórico, como, por exemplo, o ‘Videobrasil’, realizado um ano antes, que destacava a produção de jovens videoartistas do país”, ressaltam os curadores. Desta forma, “Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil” apresenta nomes de destaque, como Adriana Varejão, Beatriz Milhazes, Daniel Senise, Leonilson, Luiz Zerbini, Leda Catunda, entre outros, mas também nomes importantes de todas as regiões do país, como Jorge dos Anjos (MG), Kassia Borges (GO), Sérgio Lucena (PB), Vitória Basaia (MT), Raul Cruz (PR), entre outros.  Para realizar esta ampla pesquisa, a exposição contou, além dos curadores, com um grupo de consultores de diversos estados brasileiros.

Além das obras de arte, a exposição traz, ainda, diversos elementos da cultura visual da década de 1980, como revistas, panfletos, capas de discos e objetos, que fazem parte da formação desta geração. “Mais do que sobre artes visuais, é uma exposição sobre imagem e as obras de arte estão dialogando o tempo inteiro com essa cultura visual, por exemplo, se apropriado dos materiais produzidos pelas revistas, televisões, rádios, outdoors e elementos eletrônicos. Por isso, propomos incorporar esses dados, que quase são comentários na exposição, que vão dialogando com os elementos que estão nas obras de fato”, ressaltam Raphael Fonseca, Amanda Tavares e Tálisson Melo.

O catálogo digital da exposição será disponibilizado no site do CCBB, contendo fotos das obras e textos dos curadores e de autores de diversas regiões do Brasil, que abordam os tópicos centrais da exposição, analisando os diversos aspectos culturais deste recorte histórico.  Depois do CCBB Brasília, onde ficará até o dia 27 de abril de 2025, a mostra seguirá para o CCBB São Paulo e posteriormente para o CCBB Belo Horizonte.

NÚCLEOS TEMÁTICOS

A exposição está dividida em cinco núcleos:

1 – Que país é este” – reflete sobre o fim da ditadura militar e a passagem para a democracia. “Este núcleo traz questões relativas à política e à economia, debates em torno da Constituição, organização civil, variação das moedas, inflação, além de questões relativas à violência, pensando na herança da década de 1970 e da ditadura militar. Todos esses elementos estão colocados de uma maneira que questiona e tenta definir os rumos do país, a ideia de nação através de identidade e território”, contam os curadores. Desta forma, estão neste núcleo movimentos negros, de mulheres, indígenas e seringueiros, além do movimento punk, vinculado a debates políticos e sociais, assim como os debates em torno da Constituição e da redemocratização. Integram este núcleo obras que citam a ditadura e a tortura, como “Sem título” (1982), de Aprígio e Frederico Fonseca, os registros de movimentos sociais feitos pelo fotógrafo paraense Miguel Chikaoka, além de trabalhos de coletivos que começam a ocupar as ruas, algo até então não permitido pela ditadura militar, como o coletivo Manga Rosa. Arthur Bispo do Rosário também está neste núcleo com “Uma obra tão importante que levou 1986 para ser escrita”. O filme “Patriamada”, dirigido por Tizuka Yamasaki, feito durante do processo das Diretas Já, também integra este núcleo, assim como diversos outros trabalhos.

2 –Beat acelerado” – traz obras e artistas que preferiram enfocar na nova aceleração do tempo, nos amores efêmeros, no prazer e na paixão pela cor. “Esse título remete ao corpo, à batida do coração, à empolgação, ao frenesi, e está mais em diálogo com artistas associados à pintura e ao desenho, com a comemoração e a negação da austeridade da arte dos anos 1970, que era vista como muito racional”, afirmam os curadores. Este é o maior núcleo da exposição e tem muitas obras onde a cor desempenha um papel central, como “Com que está a chave do banheiro 10?” (1989), de Beatriz Milhazes, e “Cérebro em stand” (1988), de Leda Catunda, mas também vídeos e esculturas, que trazem a ideia de emoção, como “Hommage aux marriages” (1989), de Marcos Chaves. “É o núcleo da abertura, da possibilidade de viver em um mundo colorido após a saída da ditadura”, contam os curadores. Neste núcleo também estão obras como a camisa “Overgoze” (1981), de Eduardo Kac, na época parte do Movimento de Arte Pornô, e “Dois coqueiros” (1990), de Ciro Cozzolino, entre muitas outras, além de diversos elementos da cultura visual da época.

3 –Diversões eletrônicas” – traz artistas que mergulharam em um futurismo típico do momento histórico no qual a televisão desempenhou papel essencial, assim como as novas invenções tecnológicas e o desejo pela expansão aeroespacial. “É a experimentação no campo da arte a partir do acesso a determinadas mídias eletrônicas e pela expansão das mesmas – computadores, fotografias, videocassetes e walkmans, por exemplo. Há trabalhos que fazem uma experimentação com essa tecnologia e outros que vão representar esses elementos”, contam os curadores. Exemplos disso são as obras “Painel de controle” (1987), de Luiz Hermano, e Carro” (1980), de Jailton Moreira. Há, ainda, pinturas que incorporam a TV, como uma série de trabalhos em xerox, de Alex Vallauri e “Família materialista” (1982), de Cristina Salgado, ou a obra “Caderno Juquinha” (1980), de Lívia Flores, com referências da televisão e do design. Neste núcleo, estão também obras dos artistas baianos Leonardo Celuque – “Rastro de cometa” (1989) – e Jayme Figura – capacete feito de sucata “Sem título” (1980).

4 – Pássaros na garganta” – neste núcleo estão presentes artistas que observavam mais a natureza e as discussões ecológicas do momento, assim como questões relativas à propriedade de terra e às consequências trágicas do capitalismo selvagem. Neste núcleo estão paisagens, como as obras “Lacrima Christie” (1989), de Cristina Canale, “O pranto dos animais II” (1989), de Hélio Melo e “Barranco” (1982), de Jacqmont, mas também trabalhos que alertam para as questões ambiental e indígena. Neste núcleo está a pintura da série “Césio 137” (1986), de Siron Franco, e os estudos para mosaico do Palácio da Cultura de Eliezer Rufino, feitos a partir de uma cultura visual de herança indígena. Há, ainda, a pintura na parede “Sem título” (1980), de Otoni Mesquita. “Esse núcleo vem quase como uma relação sublime sendo resgatada com a natureza, mas no sentido de uma natureza tanto quanto potencial de referência para a produção pictórica quanto de um assombro com as questões ambientais que atravessaram o período e que ganham visibilidade e debate no contexto da ECO 92, com pautas colocando a nossa vulnerabilidade enquanto existência no planeta”, dizem os curadores.

5 – O tempo não para” – quinto e último núcleo da exposição, reflete sobre a passagem do tempo, conectando-se também com o nome da exposição, “Fullgás”, música de Marina Lima. “Este núcleo reúne obras que pensam a respeito da finitude e de como há uma discreta melancolia em todos os elogios ao excesso tão atribuídos a essa geração”, contam os curadores. Integram este núcleo trabalhos como “Mapa a cores” (1987), de Ana Amorim, que aborda sua localização e seus trajetos, “Sem título” (1990), de Fernanda Gomes, que fala da passagem do tempo através de papéis de cigarro acumulados, “As ruas da cidade” (1988), de Leonilson, “Entre céus e ruínas” (1992), de Leila Danziger, além das “Polaroids” (1980), de Fernando Zarif, e do vídeo “O profundo silêncio das coisas mortas” (1988), de Rafael França, entre outras.

SOBRE OS CURADORES

Raphael Fonseca (curador-chefe) nasceu no Rio de Janeiro e vive em Denver, EUA. É pesquisador da interseção entre curadoria, história da arte, crítica e educação. Trabalha como curador de arte moderna e contemporânea latino-americana no Denver Art Museum desde 2021. Curador-chefe da 14ª Bienal do Mercosul, a acontecer em 2025. Curatorial advisor da Prospect.6, em 2024, em New Orleans, Estados Unidos. Foi incluído na lista de 100 pessoas mais influentes das artes visuais globalmente pela revista ArtReview, em 2023. “Raio-que-o-parta”, exposição da qual foi curador-chefe e realizada no SESC 24 de Maio, recebeu os prêmios da Associação Brasileira de Críticos de Arte de melhor curadoria e melhor exposição de 2022. Doutor em Crítica e História da Arte pela UERJ. Recebeu o Prêmio Marcantonio Vilaça de curadoria (2015), o prêmio de curadoria do Centro Cultural São Paulo (2017), recebeu uma bolsa da Andy Warhol Foundation para a exposição “Who tells a tale, adds a tail” (Denver Art Museum, 2022), além de uma bolsa da Teiger Foundation para uma futura exposição sobre Roberto Gil de Montes, a ser realizada em co-curadoria entre o Denver Art Museum e o Los Angeles County Museum of Art (LACMA, junto a Rita González).

Amanda Tavares (curadora-adjunta) nasceu em Ipatinga (MG) e mora entre São Paulo e o Rio de Janeiro. Atua como pesquisadora e curadora em exposições e publicações de arte, além de projetos experimentais que relacionam arte e educação. É pós-doutora em Artes pela UERJ e doutora em Crítica e História da Arte pela mesma instituição. Mestre em teoria literária pela UNICAMP e graduada em Letras pela UFJF. É coordenadora editorial na 14ª Bienal do Mercosul. Foi membro do Júri Open Lisboa, na Arco – Feira de Arte Contemporânea (Lisboa, 2024). Foi pesquisadora, assistente de curadoria e coordenadora dos programas públicos na 23ª Bienal SESC_Videobrasil (2023-2024). Em 2022-2023, foi contemplada com a bolsa do programa MASP Pesquisa, destinada à pesquisa e difusão do acervo do MASP. Foi pesquisadora de conteúdo e assistente de curadoria no projeto de requalificação do Sítio Burle Marx (exposição e livro institucional) (2019-2020). Atualmente desenvolve o projeto de pós-doutorado “Arte popular: modos de usar (PPGAH/UERJ)”, no qual se dedica à relação entre a chamada arte popular no contexto da arte moderna e contemporânea.

Tálisson Melo (curador-adjunto) nasceu em Juiz de Fora (MG) e vive em São Paulo. Curador, pesquisador e professor. Pós-doutorando no Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo. Doutor em Sociologia e Antropologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com estágio na Yale University, EUA. Mestre em Artes pela Universidade Federal de Juiz de Fora, onde também se graduou bacharel em Artes e Design, com concentração em História da Arte pela Universidad de Salamanca, Espanha. Em 2023, foi selecionado pelo prêmio de jovens curadores da OMA Galeria. Ganhou o prêmio de melhor exposição (regional Centro-Oeste, 2023) da Associação Brasileira de Crítica de Arte (ABCA) pela exposição coletiva “Atualização do Sistema”, organizada pela Academia de Curadoria em parceria com a FAP-DF e o Museu Nacional da República.

ACESSIBILIDADE

A ação “Vem pro CCBB” oferece translado gratuito (de ida e volta) para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. 

O ponto de embarque e desembarque da van fica próximo ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito e os ingressos podem ser emitidos no site bb.com.br/cultura, na bilheteria do CCBB, ou ainda pelo QR Code disponível no veículo.

Horários:

– Saindo da Biblioteca Nacional para o CCBB: 12h, 14h, 16h, 18h e 20h 

– Saindo do CCBB para a Biblioteca Nacional: 13h, 15h, 17h, 19h e 21h 

SOBRE O CCBB BRASÍLIA

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, oferece o Programa CCBB Educativo, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana.

Desde o final de 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, e desde então recebe a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

A conquista atende à Ação 24 da Agenda 30, que tem por objetivo reforçar a gestão dos programas, iniciativas e práticas ambientais e de ecoeficiência do BB e demonstra o alinhamento do CCBB Brasília à estratégia corporativa do BB, enquanto espaço de difusão cultural que valoriza a diversidade, a acessibilidade, a inclusão e a sustentabilidade porque transformar vidas é parte da nossa cultura.

SOBRE A BB ASSET

A BB Asset, empresa do Banco do Brasil, é responsável pela gestão de mais de 1200 fundos de investimento para quase 3 milhões de pessoas que buscam realizar seus sonhos. Líder nacional no setor de fundos de investimento, detém aproximadamente 20% do mercado e administra um patrimônio líquido de cerca de R$ 1,6 trilhão*. Além disso, é reconhecida pela qualidade de sua gestão com as maiores notas das agências de classificação de risco Fitch Rating e Moody’s. Suas soluções de investimento estão disponíveis para atender a ampla variedade de objetivos de seus clientes. Como líder de mercado, entende sua responsabilidade na atuação em prol dos desenvolvimentos ambiental, social, de governança corporativa e cultural. Com o objetivo de agregar valor à sociedade, a BB Asset patrocina iniciativas como a exposição Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil. Porque, além de gerir ativos financeiros, investir em arte e cultura – para a maior gestora de fundos do Brasil – também é melhorar a vida das pessoas!

*Dados do ranking da ANBIMA de julho de 2024.

Teti Waldraff, Fusos, 1983 Fabio Del Re

SERVIÇO

Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil

Período: 18 de fevereiro a 27 de abril de 2025

Local: CCBB Brasília – Recepção Central, Galerias 3 e 5 e Pavilhão de Vidro

Funcionamento: De terça-feira a domingo, das 9h às 21h

Classificação indicativa: livre

Entrada gratuita mediante retirada de ingresso na bilheteria do CCBB ou pelo site https://ccbb.com.br/                               

CCBB Brasília

Funcionamento: De terça a domingo, das 9h às 21h

Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF

Fone: (61) 3108-7600

E-mail: ccbbdf@bb.com.br

Site: https://ccbb.com.br/

Facebook/Instagram: @ccbbbrasilia

TikTok: @ccbbcultura

YouTube: bancodobrasil