
Chamamento selecionará quatro projetos para fortalecer a Rede Distrital de Pontos e Pontões de Cultura; inscrições ficam abertas até 22 de outubro
Brasília oferece muitas opções na Cultura, Entretenimentos, Arquitetura, Design e Decoração, Feiras, Cursos, Workshops, Seminários, Gastronomia, Vinhos, Cafés, Moda, Beleza…

Chamamento selecionará quatro projetos para fortalecer a Rede Distrital de Pontos e Pontões de Cultura; inscrições ficam abertas até 22 de outubro

Projeto leva contação de histórias e apresentações artísticas a estudantes da rede pública de Samambaia, Ceilândia, Recanto das Emas, Park Way, Gama e Taguatinga Norte
Era uma vez uma caravana diferente. No lugar de malas, carregava histórias e, em vez de estradas, abria caminhos para uma viagem com destino à imaginação… Em clima de celebração ao mês das crianças e ao universo mágico da literatura, a Jornada Literária Conta Brasil inicia a temporada 2026 para levar aos estudantes da rede pública do Distrito Federal aquilo que toda boa história sabe despertar: criatividade, curiosidade e hábito de leitura.
Até 24 de novembro, o projeto percorre 14 unidades de ensino, entre escolas classe, creches e espaços de educação infantil do DF. Idealizada por William Reis, presidente da Associação Amigos das Histórias, a Jornada Literária Conta Brasil terá também a participação de artistas renomados ao longo da temporada, como Circo Artetude, Cia Cafundó, Rego Jr, Alessandra Barros e Raquel Santos.
Segundo Reis, que foi um dos principais articuladores da lei que criou a Semana Distrital do Contador de Histórias, a proposta é reforçar o papel das escolas como espaços de encontro com a literatura e a tradição oral. “Uma história bem contada tem o poder de tocar o coração, despertar sorrisos, provocar perguntas e abrir portas para mundos que só a imaginação é capaz de criar. É nesse território encantado que a Jornada Conta Brasil convida para um mergulho no universo da fantasia, da escuta e do brincar. Mais do que contar histórias, formamos ouvintes, leitores e sonhadores.”
Itinerância
A temporada teve início em 25 de setembro, na Escola Classe 502, em Samambaia, e segue, no próximo bimestre, por instituições de ensino de Ceilândia, Recanto das Emas, Park Way, Gama e Taguatinga Norte. A escolha do período não é por acaso. Outubro é um mês que reúne importantes datas relacionadas ao universo dos livros e da literatura, como o Dia Nacional da Leitura (12 de outubro), do Poeta (20 de outubro), a Semana do Livro e da Biblioteca (23 a 29 de outubro) e o Dia Nacional do Livro (29 de outubro).
Realizado pelo Instituto Latinoamerica, com apoio da Associação Amigos das Histórias e produção da Deu Certo Produções Artísticas, o projeto pretende mais do que celebrar esses marcos no calendário. A ideia é colocar a literatura em movimento, reforçando a importância das bibliotecas escolares e da mediação de leitura no ambiente de ensino.
“Quando uma criança ouve uma história, algo mágico acontece. Ela amplia seu vocabulário, desenvolve empatia, organiza emoções e aprende, pouco a pouco, a compreender a si mesma e o outro. Quando ela canta e brinca, o corpo participa, a memória se fortalece, os vínculos se criam. E, quando tudo isso se junta – a história, a cantiga e a brincadeira -, o aprendizado se torna vivo, significativo e inesquecível”, explica William Reis.
SERVIÇO:
Jornada Literária Conta Brasil
Quando: de 25/09 a 24/11
Mais informações: @amigosdashistorias
Onde: Confira o cronograma
6 de outubro – Recanto das Emas – 10h e 13h30 – CEI Buritizinho
7 de outubro – Ceilândia – 10h30 e 13h30 – EC 50
8 de outubro – Samambaia – 8h30, 10h30, 13h30 e 15h – EC 403
13 de outubro – Gama – 10h30 e 13h30 – Jardim de Infância III
14 de outubro – Taguatinga Norte – 9h30 – CEPI Asa Branca
19 de outubro – Samambaia – 10h30 e 13h30 – EC 210
20 de outubro – Samambaia – 8h, 10h30, 13h30 e 14h40 – EC 318
5 de novembro – Ceilândia – 10h30 – EC 45
Novas datas serão divulgadas em breve.
Realização: Instituto Latinoamerica
Produção: Deu Certo Produtora
Apoio: Amigos da Histórias
Parceria com o Ministério da Cultura através do Termo de Fomento 96853/2026 – Processo: 01400.005949/2026-01

Em sua sétima edição, festival celebra a música que atravessa décadas com shows, Cerradinho Jazz, workshops, feira criativa e gastronomia
Nos dias 9 e 10 de outubro, o Cerrado Jazz ocupa o Estacionamento da CAIXA Cultural Brasília com dois dias de música, encontros e programação gratuita. Em 2026, César Camargo Mariano é o grande homenageado de uma edição que coloca em diálogo diferentes gerações e caminhos da música brasileira. Sandra de Sá, Metá Metá, Tatiana Parra & Vardan Ovsepian, Claudia Castelo Branco Trio convida Pablo Fagundes e Adil Silva Orquestra Noneto completam a programação musical.
A edição marca também os 11 anos de trajetória do Cerrado Jazz, criado em 2015 com uma ideia simples e potente: aproximar a música das pessoas, ocupar a cidade e fazer dos espaços públicos lugares de convivência, pertencimento e acesso à cultura.
Neste ano, memória, permanência e esperança atravessam o festival. O manifesto de 2026 fala sobre continuar acreditando na música, nos encontros, na cidade ocupada por gente e na arte como direito. Fala também sobre olhar para o caminho já percorrido sem deixar de imaginar o que ainda pode vir pela frente.
É nesse contexto que César Camargo Mariano é o grande homenageado da edição. Pianista, arranjador, compositor e produtor, César atravessa décadas da música brasileira e construiu uma trajetória ligada a artistas como Elis Regina, Tom Jobim, Chico Buarque, Ivan Lins, Gal Costa e João Bosco. Foi pianista, arranjador e diretor musical do histórico álbum Elis & Tom e se tornou uma das grandes referências da música instrumental brasileira.
“Chegar aos 11 anos tem muito a ver com continuar acreditando. No Cerrado Jazz, a gente sempre quis criar encontros e aproximar gerações por meio da música. Homenagear o César nesta edição é celebrar uma trajetória imensa, que atravessa décadas e continua inspirando quem faz e quem escuta música hoje. Tem muito a ver com memória, mas também com futuro”, afirma Lorena Oliveira, idealizadora e diretora-geral do Cerrado Jazz Festival.
Música que atravessa décadas
A programação musical começa na sexta-feira, 9 de outubro, com Adil Silva Noneto, César Camargo Mariano convida André Vasconcelos Mariano e Metá Metá.
O trombonista, compositor e arranjador Adil Silva abre a noite em formato de Noneto. Pernambucano radicado em Brasília, o músico construiu sua trajetória entre orquestras, big bands e diferentes formações instrumentais. No festival, leva ao palco uma formação de nove músicos e um repertório que transita por sonoridades do choro, da bossa nova, do jazz e da música instrumental contemporânea.
Homenageado desta edição, César Camargo Mariano sobe ao palco, ao lado de André Vasconcellos, trazendo uma trajetória que atravessa décadas da música brasileira. Sua presença traduz um dos movimentos desta edição: celebrar artistas fundamentais da nossa história e, ao mesmo tempo, colocar essa memória em diálogo com a música produzida hoje.
Na mesma noite, o Metá Metá traz a força do encontro entre referências afro-brasileiras, jazz, rock e experimentação. Formado por Juçara Marçal, Kiko Dinucci e Thiago França, o trio construiu uma linguagem própria e se tornou um dos nomes de destaque da música brasileira contemporânea.
No sábado, 10 de outubro, a programação segue por outros caminhos e sonoridades.
Claudia Castelo Branco Trio convida o harmonicista Pablo Fagundes para um encontro em torno do projeto Piano Brasileiro. Fruto de uma pesquisa de 20 anos de Claudia sobre as raízes e os ritmos da música brasileira, o trabalho explora as possibilidades orquestrais e percussivas do piano, que ora assume sonoridades de tambor, sanfona ou rabeca. Ao lado de Diego Zangado, na bateria e percussão, e João Faria, no contrabaixo, Claudia recebe Pablo para uma apresentação em que piano e harmônica se encontram entre improvisações, diferentes ritmos brasileiros e referências que vão de Egberto Gismonti a Villa-Lobos.
Na sequência, a cantora brasileira Tatiana Parra e o pianista e compositor armênio Vardan Ovsepian fazem sua primeira performance no Brasil. Com mais de uma década de parceria artística, a dupla desenvolveu uma linguagem própria no encontro entre música brasileira, jazz, tradição clássica e música armênia. No Cerrado Jazz, apresenta o repertório de seu mais recente trabalho, The Flight of the Hidden Heart, gravado em janeiro de 2026, em Los Angeles, além de canções dos álbuns Lighthouse, Hand in Hand e Triptych.
Sandra de Sá encerra a programação musical da edição. Uma das vozes mais marcantes da música brasileira, a cantora construiu uma carreira atravessada pelo soul, funk, samba e pela música negra brasileira. No Cerrado Jazz, ela fecha uma edição que aposta justamente no encontro entre tempos, estilos e diferentes formas de fazer música.Muito além dos shows
O Cerrado Jazz também é feito de experiências que acontecem fora do palco. Voltado às crianças e suas famílias, o Cerradinho Jazz recebe o CircomVida no dia 10 de outubro, das 17h às 19h30, no Jardim das Esculturas da CAIXA Cultural Brasília. A trupe chega com seu ônibus com uma arena circense com malabares, bambolês, brincadeiras e práticas que convidam a criançada a experimentar, criar e descobrir o universo do circo. O público também poderá conhecer o veículo e um pouco dos bastidores dessa aventura sobre rodas. A participação é gratuita.
A experiência se completa com a Feira Criativa e Gastronômica, que funcionará durante os dois dias do evento, reunindo opções de gastronomia e consumo consciente e valorizando a diversidade cultural. Um convite para chegar cedo, circular, encontrar pessoas e viver o festival para além dos shows.
Os Workshops do Cerrado Jazz, realizados de 7 a 9 de outubro na Escola de Música de Brasília, seguem como espaço de troca entre artistas, estudantes, músicos e público, mantendo a formação como uma parte importante do projeto. (vide programação)
Sustentabilidade e inclusão
O Cerrado Jazz mantém em 2026 as ações de sustentabilidade que já fazem parte do festival. Durante os dois dias, haverá coleta e destinação adequada de resíduos, incentivo à reciclagem e arrecadação de alimentos.
A acessibilidade também segue como parte do festival. Assim como em 2025, a programação contará com interpretação em Libras, audiodescrição, transporte acessível e espaço reservado para pessoas com deficiência (PCDs), ampliando as condições de participação do público nas atividades do Cerrado Jazz.
Ao longo de 11 anos e sete edições, o Cerrado Jazz construiu uma história feita de música, encontros e ocupação da cidade. Em 2026, segue apostando na arte como uma forma de aproximar pessoas, criar pertencimento e imaginar outros futuros. Como diz o manifesto desta edição, “enquanto houver música, haverá encontro. Enquanto houver encontro, haverá pertencimento”.
Programação musical
20h Adil Silva Orquestra Noneto
21h30 César Camargo Mariano convida André Vasconcelos
23h30 Metá Metá10 de outubro – sábado20h Claudia Castelo Branco Trio convida Pablo Fagundes
21h30 Tatiana Parra & Vardan Ovsepian
23h30 Sandra de Sá
20h Claudia Castelo Branco Trio convida Pablo Fagundes
21h30 Tatiana Parra & Vardan Ovsepian
23h30 Sandra de Sá
Sobre os artistas
Pianista, arranjador, compositor e produtor, César Camargo Mariano é um dos artistas mais influentes da música brasileira. Ao longo de uma extensa carreira, trabalhou com nomes como Elis Regina, Tom Jobim, Chico Buarque, Gal Costa, Ivan Lins e João Bosco e deixou sua marca em alguns dos trabalhos referenciais da MPB, entre eles Elis & Tom. Homenageado do Cerrado Jazz 2026, representa uma trajetória que atravessa gerações e ajudou a moldar a música instrumental brasileira.
Cantora, compositora e instrumentista, Sandra de Sá é uma das vozes mais marcantes da música brasileira. Referência da black music nacional, construiu uma carreira que transita entre soul, funk, samba e MPB e atravessa mais de quatro décadas. Sua presença no Cerrado Jazz celebra a força da música negra brasileira e amplia o encontro entre diferentes gerações, estilos e públicos que marca a edição.
Formado por Juçara Marçal, Kiko Dinucci e Thiago França, o Metá Metá é um dos grupos de destaque da música brasileira contemporânea. O trio construiu uma linguagem própria a partir do encontro entre referências afro-brasileiras, jazz, rock e experimentação. Com uma sonoridade potente e autoral, o grupo ocupa um lugar singular na cena independente e na produção musical brasileira das últimas décadas.
Com mais de uma década de parceria artística, a cantora brasileira Tatiana Parra e o pianista e compositor armênio Vardan Ovsepian desenvolveram uma linguagem própria a partir do encontro entre música brasileira, jazz, tradição clássica e música armênia. Ao longo de quatro álbuns, premiações e apresentações internacionais, exploram interpretação, improvisação, composição e interação entre voz e piano. Em sua primeira performance no Brasil, apresentam repertório de The Flight of the Hidden Heart, gravado em janeiro de 2026, em Los Angeles, além de trabalhos dos discos Lighthouse, Hand in Hand e Triptych.
Pianista, compositora e cantora, Claudia Castelo Branco apresenta o projeto Piano Brasileiro, resultado de uma pesquisa de 20 anos sobre as raízes e os ritmos da música brasileira. Ao lado de Diego Zangado, na bateria e percussão, e João Faria, no contrabaixo, recebe o harmonicista, compositor e professor brasiliense Pablo Fagundes, que soma mais de duas décadas de carreira e 11 discos gravados. O encontro aproxima a sonoridade orquestral e percussiva do piano da harmônica de Pablo em um repertório aberto à improvisação, ao choro, jazz, blues e diferentes vertentes da música brasileira.
Natural de Pernambuco e radicado em Brasília, Adil Silva é trombonista, compositor, arranjador e produtor musical. Formado em Trombone pela Universidade Federal de Goiás e em Arranjo pela Escola de Música de Brasília, construiu uma trajetória entre orquestras, big bands e projetos de música instrumental. No Cerrado Jazz 2026, apresenta-se em formato de Noneto, ampliando as possibilidades de arranjo e sonoridade de um repertório que transita pelo choro, bossa nova, jazz e música instrumental contemporânea.
Dias 9 e 10 de outubroHorários: Sexta, 9, a partir das 19h / Sábado, 10, a partir das 17hLocal: Estacionamento da CAIXA Cultural Brasília
Endereço: SBS Quadra 4, Lotes 3/4 – Brasília/DF
Entrada: acesso livre à arena sujeito a lotação
Classificação indicativa: Livre
Acessibilidade: Libras, audiodescrição, transporte acessível e espaço reservado para PCDs
Mais informações: @cerradojazzfestival
9 de outubro – sexta-feira
20h – Adil Silva Orquestra Noneto
21h30 – César Camargo Mariano convida André Vasconcelos
23h30 – Metá Metá10 de outubro – sábado
20h – Claudia Castelo Branco Trio convida Pablo Fagundes
21h30 – Tatiana Parra & Vardan Ovsepian
23h30 – Sandra de Sá
Cerradinho Jazz: 10 de outubro, das 17h às 19h30, com Circomvida
Feira Criativa e Gastronômica: dias 9 e 10 de outubro
Sexta, 9, a partir das 19h / Sábado, 10, a partir das 17h
*Workshops na Escola de Música de Brasília com acesso livre
7 de outubro
15h – Encontro com César Camargo Mariano
Local: Teatro Carlos Galvão
Uma conversa especial sobre música, criação e trajetória com César Camargo Mariano. O pianista, compositor e arranjador compartilha experiências, referências e histórias de sua carreira e de sua relação com a música brasileira.Um encontro para ouvir, trocar e conhecer de perto os caminhos criativos de um dos grandes nomes da nossa música.
8 de outubro14h – Workshop com Adil Silva
Local: Teatro Carlos Galvão
O trombonista, compositor e arranjador Adil Silva conduz um workshop sobre os principais elementos da interpretação musical, abordando técnica do instrumento, conhecimento de estilo, linguagem, harmonia, tempo e consciência musical.
O encontro também explora a construção de uma identidade interpretativa própria e a aplicação desses recursos em naipes e grupos, buscando unidade, precisão e expressão coletiva.
16h30 – Workshop com Pablo Fagundes
Local: Sala da Biblioteca
Como viver da música instrumental brasileira e levar sua arte para o mundo
O músico Pablo Fagundes conduz um encontro sobre os caminhos para transformar a paixão pela música em uma trajetória artística consistente, sustentável e conectada com o mundo.A partir de sua experiência profissional, o workshop aborda formação, aprimoramento técnico, estratégias para geração de renda, investimento na própria carreira, atuação social, construção de redes e reconhecimento profissional.
09 de Outubro15h – Encontro com Tatiana Parra e Vardan Ovsepian
Local: Sala dos Espelhos (Prédio do TLA)
A partir da apresentação de canções do repertório do seu quarto disco, “The Flight of the Hidden Heart”, Tatiana e Vardan compartilharão com o público alguns elementos da construção deste álbum, dentre eles: conceito estético e repertório; elaboração de arranjos; dinâmica de ensaios;concepção do projeto artístico; processos de gravação e pós-produção.Um encontro para músicos, estudantes, professores e interessados em conhecer mais de perto o universo de dois artistas que fazem da escuta, da liberdade e do diálogo o centro de sua parceria.

Registrando a rotina doméstica e os preparativos de Ney Matogrosso para o Carnaval 2026, documentário de Esmir Filho reflete sobre o homem por trás do espetáculo
Um ano depois de levar a trajetória de Ney Matogrosso para os cinemas em Homem com H, o diretor Esmir Filho volta a se aproximar do artista em NEY POR TRÁS DAS MÁSCARAS, documentário que terá sua première mundial no Festival do Rio 2026, em 3 de outubro, às 21H45, no Cine Odeon. Selecionado para a Première Brasil – Hors Concours, o filme tem co-direção de Thais Guisasola, é produzido por Rafael Reinoso e conta com patrocínio da 30e e UOL.
O novo trabalho parte de dois caminhos que se encontram. De um lado, acompanhamos a preparação do artista de 85 anos para desfilar na Marquês de Sapucaí, onde foi destaque da Imperatriz Leopoldinense, que o homenageou no Carnaval de 2026 com o enredo “Camaleônico”. Do outro, acompanhamos Ney na sua intimidade, entre o café da manhã, os exercícios na academia, a relação com a mãe e conversas sobre liberdade e finitude. É nesse trânsito entre o homem dentro de casa e o ídolo que se prepara para entrar na avenida que o documentário propõe olhar para as diferentes máscaras que atravessam a vida de Ney .
“Se no filme Homem com H a história do artista foi contada, o documentário mostra como o artista vive hoje”, explica Esmir. “A ideia do filme é discutir o papel libertador da máscara nas nossas vidas, como manifestação dos nossos instintos e desejos”.
NEY POR TRÁS DAS MÁSCARAS se constrói entre o particular e o espetáculo, entre aquilo que Ney preserva e aquilo que escolhe mostrar ao público. Gilberto Gil presta depoimento no documentário e, em sua fala, resume: “Gostaria de ter a capacidade dele de mascarar e desmascarar tantas coisas”.
| Com produção da Filmes de Paisagem, Renderframe, Saliva Shots e Vitrine Filmes (que também assina a distribuição), o documentário é coproduzido pela Globo Filmes e GloboNews. A cinebiografia Homem com H, lançada em 2025 e protagonizada por Jesuíta Barbosa, levou mais de 630 mil espectadores às salas brasileiras. O longa também registra o show promovido pela 30e em dezembro de 2025 com ingressos esgotados no Estádio do Palmeiras, em São Paulo. A performance foi parte da turnê Bloco na Rua, projeto que conquistou o público desde a sua estreia e que coroou uma trajetória de anos de estrada, reafirmando a força de Ney nos palcos. “Nossa relação com o Ney nasceu no palco, mas sempre foi muito claro para nós que a dimensão dele vai muito além do show. Existe um artista que há décadas provoca, desafia convenções e amplia as possibilidades de expressão no Brasil. Apoiar Ney por Trás das Máscaras é contribuir para que esse olhar sobre ele também ganhe espaço e para que uma trajetória tão singular continue sendo registrada enquanto ela segue em movimento”, afirma Carol Pascoal, VP de Marketing e Comunicação da 30e. |
| SERVIÇO Premiere de Ney por Trás das Máscaras no Festival do Rio Data: 03/10 Horário: 21h45 Local: Cine Odeon – Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro Endereço: Praça Floriano, 7 – Centro, Rio de Janeiro – RJ Demais exibições no Festival do Rio Data: 10/10 Horário: 14h Local: Kinoplex São Luiz – sala 2 Endereço: R. do Catete, 311 – Catete, Rio de Janeiro – RJ Data: 11/10 Horário: 19h Local: Reserva Cultural Niterói – sala 1 Endereço: Av. Visconde do Rio Branco, 880 – São Domingos, Niterói – RJ |
| FICHA TÉCNICA Direção: Esmir Filho Co-Direção: Thais Guisasola Roteiro: Esmir Filho, Thais Guisasola e João Maia Fotografia: Azul Serra, ABC Montagem: João Maia e Tatiane Vesch Trilha Sonora: Amabis Produção: Filmes de Paisagem, Renderframe, Vitrine Filmes e Saliva Shots Coprodução: Globo Filmes e GloboNews Distribuição: Vitrine Filmes Patrocinadores: 30e e UOL |
| SOBRE ESMIR FILHO Viajou com seus filmes para diversos festivais nacionais e internacionais. Seu primeiro longa “Os Famosos E Os Duendes Da Morte” (2009) – distribuído pela Warner Bros – foi o vencedor do Festival do Rio, além de ter sido selecionado para Locarno e Berlim e conquistado prêmios de melhor filme, direção e crítica em Havana, Valdívia e Guadalajara. O longa estreou em circuito comercial nos cinemas do Brasil, França, Japão e Portugal. É co-autor do hit de internet “Tapa Na Pantera”, com mais de 15 milhões de acessos no Youtube. Seu curta “Alguma Coisa Assim” (2006) ganhou prêmio de melhor roteiro no Festival de Cannes, enquanto “Saliva” (2007), também exibido em Cannes, foi escolhido para ser o curta representante do Brasil na corrida para o Oscar. No comando da produtora Saliva Shots desde 2011, foi diretor geral dos programas “Viva Voz” (2014) e “Calada Noite” (2015) no canal GNT, que atingiram mais de 12 milhões de telespectadores. Em 2018, lançou o longa “Alguma Coisa Assim”, co-produção Brasil-Alemanha. Em 2020, lançou a série original Netflix “Boca a Boca”, criada, escrita e dirigida por ele e que ficou no top 10 da plataforma. No mesmo ano, lançou seu longa “Verlust”, co-produção Brasil-Uruguai, coproduzido pela Globo Filmes. Em 2025, lançou a cinebiografia de Ney Matogrosso “Homem com H”, que roteirizou e dirigiu, uma distribuição Paris Filmes. |
| SOBRE A VITRINE FILMES A Vitrine Produções é o braço de produção do grupo Vitrine Filmes, dedicada ao desenvolvimento e à produção de longas-metragens. Desde 2021, é coprodutora de obras premiadas e aclamadas como “Retratos Fantasmas”, de Kleber Mendonça Filho, e “Levante”, de Lillah Halla. Atualmente, desenvolve “A Última Cachorra”, primeiro longa de Nina Kopko, e “Seu Rosto No Meu”, de Thais Fujinaga. Dentre os projetos em produção, destaque para “Todas as Batidas de Gil”, documentário sobre a trajetória política de Gilberto Gil; “Leite em Pó”, o primeiro trabalho em longa-metragem de Carlos Segundo; “Dentro do Ruído”, longa de estreia da cineasta argentina Martina Juncadella, coprodução com Argentina e Uruguai; além do documentário “Ney por Trás das Máscaras”, dirigido por Esmir Filho e que acompanha Ney Matogrosso durante os preparativos e o desfile da Imperatriz Leopoldinense no carnaval carioca de 2026. |
| SOBRE COPRODUÇÕES GLOBO FILMES & GLOBONEWS Globo Filmes e GloboNews assinam juntas a coprodução de mais de 100 documentários. São projetos artisticamente contundentes, diversos, atuais e que geram debates essenciais pra sociedade brasileira. Com linguagens e olhares que atravessam tempos e fronteiras, a parceria já alcançou mais de 15 milhões de pessoas em audiência e esteve em mais de 300 festivais no Brasil e no mundo, como Cannes, Hot Docs e IDFA, maior festival de docs do mundo. E ganhou prêmios em Veneza, na Berlinale e no É Tudo Verdade (ÉTV), maior festival de documentários do Brasil, que habilita o filme para o Oscar. Alguns destaques: “Sinfonia de um homem comum”, de José Joffily (único brasileiro na mostra Frontlight do IDFA 2022, exibido no Hot Docs e Menção Honrosa do ÉTV 2022); “Marinheiro das Montanhas”, Karim Aïnouz (aplaudido de pé por 15 minutos no Festival de Cannes 2021); “Espero tua (Re)volta”, de Eliza Capai (vencedor de dois prêmios no Festival de Berlim 2019); “Menino 23”, de Belisário Franca (pré-lista do Oscar 2017); “Babenco – Alguém tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou”, de Bárbara Paz (Melhor Documentário sobre cinema da Venice Classics no Festival de Veneza 2019); “Libelu – Abaixo a Ditadura”, de Diógenes Muniz (vencedor ÉTV 2020); “Cine Marrocos”, de Ricardo Calil (vencedor do ÉTV 2019). |
| SOBRE A UOL UOL Conteúdo e Serviços oferece mais de 1.000 canais de jornalismo, informação, entretenimento e serviços. Com cobertura de 74,6% (7 em cada 10 brasileiros acessam o conteúdo UOL todos os meses), o UOL tem a Home com maior tempo de permanência do Brasil, com 2 bilhões de minutos e 125 milhões de visitas. O UOL Conteúdo e Serviços oferece ainda produtos de entretenimento (UOL Play, UOL Economia+, Clube UOL), segurança e Assistência (Antivírus, Assistência Técnica, UOL Resolve), soluções para mídia digital (Publicidade), entre outros. O Grupo UOL é o maior grupo brasileiro de conteúdo, tecnologia, serviços e meios de pagamentos digitais e tem ainda as seguintes unidades de negócios: PagBank, companhia aberta na NYSE (EUA), que tem soluções completas para pagamentos online e presenciais (mobile e POS) para todos os meios de pagamento (cartões de crédito, débito e refeição), além das contas digitais gratuitas que permitem pagar contas, recarregar celular, fazer portabilidade de salário e enviar e receber transferências (TEDs); a Compass UOL, que oferece soluções tecnológicas para a transformação digital de grandes empresas; e o UOL EdTech, plataforma com soluções para ensino online. |
| SOBRE A 30E A 30e é a maior companhia brasileira de entretenimento ao vivo. A empresa cria, desenvolve e opera turnês, festivais, arenas, projetos proprietários e parcerias estratégicas com marcas, conectando artistas e públicos por meio de experiências ao vivo de grande escala. Com um portfólio que reúne nomes como Paul McCartney, System Of A Down, Lana Del Rey, Twenty One Pilots, Florence and the Machine, Kendrick Lamar, Slipknot, Gorillaz, The Killers, Roger Waters e Bring Me The Horizon, a 30e vem consolidando sua posição como uma das principais forças da nova geração do live entertainment. A partir do Brasil, a companhia também tem ampliado a presença de artistas nacionais em projetos de grande escala, como Titãs Encontro, SUPERTURNÊ do Jão, a despedida do Natiruts e TEMPO REI, última turnê de Gilberto Gil. No mercado internacional, a 30e fortalece sua atuação global por meio de acordos estratégicos de longo prazo com artistas como System Of A Down e Faith No More. Com mais de 200 eventos por ano e atuação cada vez mais integrada entre Brasil, América do Sul e mercado global, a 30e desenvolve seu trabalho sob o posicionamento de Delivering Happiness. |

Terceira edição do evento irá contar com line-up de peso e encontros inéditos. Festival é apresentado por Banco do Brasil Estilo e realizado pelo Metrópoles
Brasília se prepara para receber, entre outubro e novembro, a terceira edição do Festival Estilo Brasil, um dos eventos musicais mais aguardados do calendário cultural da capital. Com shows no Ulysses Centro de Convenções, o evento reúne em 2026 um time de atrações que atravessa gerações, gêneros e fronteiras, do samba-jazz e da MPB ao pop e à nova geração da música brasileira, em encontro com a voz de um dos grandes nomes da soul musicinternacional.
Ao longo de aproximadamente um mês, o público vai poder acompanhar apresentações de nomes consagrados e de artistas que hoje lideram as paradas e o streaming no país, em uma programação pensada para agradar diferentes públicos sem abrir mão da qualidade musical que já é marca registrada do festival.
O Festival Estilo Brasil traduz a forma como o Banco do Brasil apoia a cultura brasileira, reunindo diferentes gerações, estilos musicais e públicos em uma experiência que valoriza a diversidade artística. “Temos satisfação em contribuir para a realização de um evento que cria oportunidades para que clientes e espectadores vivenciem encontros únicos entre grandes nomes da música nacional e internacional“, afirma Keka Ferrari, executiva de promoção e patrocínio do Banco do Brasil.
Confira as datas e atrações:
30 de outubro – Criolo, Amaro e Dino (participação especial Iza)
13 de novembro – Flávio Venturini e Samuel Rosa
19 de novembro – Marina Sena
22 de novembro – Bossa Sempre Nova – Roberto Menescal, Danilo Caymmi e Patty Ascher (participação especial Luisa Sonza)
25 de novembro – Seal
A escolha das atrações deste ano reforça o compromisso do Festival Estilo Brasil de equilibrar tradição e contemporaneidade. Nomes como Roberto Menescal e Flávio Venturini, ícones da bossa nova e da MPB, dividem o cartaz com artistas que hoje são referência para as novas gerações, como Iza, Marina Sena e Luisa Sonza. Já a presença internacional do premiado cantor britânico Seal, um dos grandes nomes do soul e do pop mundial, confirma o crescimento e a relevância que o festival vem ganhando a cada edição.
O festival será aberto com um encontro especial que reúne Criolo, um dos maiores nomes do hip hop nacional, Amaro Freitas, pianista reconhecido por reinventar o jazz brasileiro contemporâneo e Dino d’Santiago, artista que mistura ritmos tradicionais de Cabo Verde com hip hop, R&B e afro-house. O trio apresenta as músicas do disco colaborativo “Criolo, Amaro & Dino”, indicado a duas categorias do Grammy Latino 2026, reconhecimento que confirma o alcance internacional do projeto, já aclamado pela crítica como um dos melhores trabalhos do ano. O show ainda contará com a participação de Iza, uma das vozes mais sofisticadas do pop brasileiro.
Os mineiros Flávio Venturini, que integrou o movimento Clube da Esquina e o grupo 14 Bis, e Samuel Rosa, ex-vocalista da banda Skank, trazem a brisa musical de Minas Gerais ao festival, entoando canções como “Espanhola”, “Mais Uma Vez” , “Me Dê Você” e “Ciranda Seco”.
A energia de Marina Sena também se faz presente. Dona de um timbre único, suave e ao mesmo tempo cheio de personalidade, ela mistura influências do pop, MPB e sonoridades modernas, criando uma identidade artística própria que vem conquistando o público por onde passa.
Já o show “Bossa Sempre Nova” reúne Roberto Menescal, Patty Ascher, Danilo Caymmi e participação de Luisa Sonza em uma viagem sonora pelas melodias eternas da Bossa Nova, aliando clássicos imortalizados por gerações em novas leituras que mostram como o gênero segue vivo, atual e sedutor.
O encerramento do festival fica por conta do astro internacional Seal, ganhador de quatro Grammy, incluindo o prestigiado prêmio de Gravação do Ano por sua balada “Kiss from a Rose”, trilha sonora do filme Batman Forever (1996). Suas músicas misturam soul, pop, dance e R&B, percorrendo canções que marcaram época como “Crazy”, “Prayer for the Dying”, “Love’s Divine” e muito mais.
Pré-venda e compra de ingressos
Os ingressos para todas as datas do Festival Estilo Brasil 2026 estarão disponíveis para compra no site da Ticket and Go. A pré-venda exclusiva para clientes Banco do Brasil com Cartões BB Visa ocorre entre os dias 30 de setembro a 4 de outubro, data em que as vendas serão iniciadas para o público geral.
Condições diferenciadas para clientes Banco do Brasil com Cartões BB Visa
– Pré-venda exclusiva com desconto de 25% sobre o valor dos ingressos.
– Desconto de 15% sobre o valor dos ingressos durante o período de venda geral.
– Parcelamento em até 8 vezes, sem juros, para a compra de ingressos com Cartões BB Visa.
– Entrada Fast Pass.
– Caixa móvel exclusivo dentro do evento.
Festival no calendário da capital
Depois de duas edições de sucesso, o Festival Estilo Brasil chega em 2026 maior e mais diverso, reafirmando Brasília como um dos principais palcos de shows do país. Artistas como Caetano Veloso, Ana Carolina, Martinho da Vila, Paralamas do Sucesso, Liniker, Esperanza Spalding, Fagner, Ivan Lins, entre outros já se apresentaram no evento.
Festival Estilo Brasil 2026
Local: Ulysses Centro de Convenções, Brasília
Datas: de 30 de outubro a 25 de novembro
Ingressos: Ticket and Go (https://ticketandgo.com.br)

Nova operação no Jardim Botânico e em Goiânia reforça estratégia de crescimento no mercado de alto padrão.
A Simmons Colchões, uma das marcas mais tradicionais e reconhecidas mundialmente no segmento de colchões premium, avança em seu plano de expansão no Brasil e reforça sua presença em Brasília. Depois de inaugurar uma nova unidade na Asa Norte, a marca prepara a abertura de mais uma loja no Distrito Federal ainda em 2026, desta vez no Jardim Botânico e outra em Goiânia, no Flamboyant Shopping, totalizando 5 operações na região.
Com a expansão, a Simmons alcança a marca de 200 unidades no Brasil e a 4ª loja no DF e a primeira em Goiânia, no Flamboyant Shopping, consolidando uma estratégia de crescimento voltada principalmente para mercados com forte potencial de consumo e público interessado em produtos de alto padrão, tecnologia e bem-estar.
A nova loja em Brasília será instalada em um dos empreendimentos que prometem movimentar o mercado de varejo e serviços da capital. A Simmons Colchões também chegará ao Lake Mall, novo shopping localizado na região do Jardim Botânico, em uma área estratégica de ligação com o Lago Sul. O empreendimento terá aproximadamente 36 lojas e foi projetado para atender uma região que passa por forte crescimento imobiliário, impulsionado principalmente pela expansão dos condomínios residenciais. O mall terá como público não apenas os moradores do Jardim Botânico, mas também consumidores de áreas próximas, consolidando-se como uma nova opção de compras, serviços e conveniência para uma das regiões de maior poder aquisitivo do Distrito Federal.
O empreendimento contará com uma combinação de varejo, serviços, saúde, gastronomia e bem-estar, reunindo marcas e operações como academia, drogaria, laboratório, estrutura gastronômica, entre outras. A expectativa dos empreendedores é acompanhar o crescimento acelerado da região, que deve alcançar mais de 200 mil habitantes no futuro próximo, criando um novo polo comercial em uma área que ainda não conta com um shopping ou mall com essa proposta.
À frente da operação da Simmons no Centro-Oeste, o empresário Antônio Vicente Jr. destaca que a expansão representa um novo momento para a marca em Brasília. “A Simmons não vende apenas colchões. Nós entregamos tecnologia, conforto e qualidade de vida. Hoje, dormir bem é um dos maiores luxos da vida moderna, e nosso propósito é proporcionar essa experiência aos clientes.”
Para o empresário, a abertura de novas unidades acompanha o amadurecimento do mercado e a busca crescente dos consumidores por produtos capazes de unir tecnologia, conforto e durabilidade. “Brasília é um mercado muito importante para a Simmons. A cidade reúne um público que valoriza qualidade, design, inovação e experiências diferenciadas. A chegada ao Jardim Botânico reforça nossa estratégia de estar cada vez mais próximos desse consumidor. Goiânia também é uma localização muito importante, já estávamos estruturando este ponto há um tempo”, afirma Antônio Vicente Jr.
Experiência de compra
A expansão ocorre após a inauguração da loja da Asa Norte, localizada na quadra 708. Com aproximadamente 200 metros quadrados, o espaço foi desenvolvido dentro de um conceito que busca transformar a compra do colchão em uma experiência de conforto e descoberta.
A arquitetura sensorial e o ambiente sofisticado foram planejados para permitir que o consumidor conheça diferentes tecnologias e encontre o produto mais adequado às suas necessidades. A proposta rompe com o modelo tradicional de exposição de colchões e aproxima o público da experiência proporcionada pela marca.
Mais do que apresentar produtos, a Simmons aposta em um atendimento baseado em consultoria, conhecimento técnico e experiência. A estratégia acompanha uma mudança no comportamento do consumidor, que passou a enxergar o sono não apenas como uma necessidade, mas como parte fundamental da qualidade de vida.
176 anos de história
Fundada no estado de Massachusetts, nos Estados Unidos, a Simmons construiu uma trajetória de 176 anos marcada por inovação e desenvolvimento de tecnologias para o sono. Ao longo de sua história, a marca se tornou referência internacional no segmento premium e passou a equipar hotéis de alto luxo em diferentes países.
A empresa mantém investimentos em pesquisa, ergonomia, tecnologia e design para desenvolver soluções voltadas ao conforto e à qualidade do sono.
No Brasil, a marca tem como embaixador o arquiteto Arthur Casas, reconhecido internacionalmente por seus projetos de arquitetura e design. A parceria também contribui para a criação de novos conceitos de ambientação e experiência para as lojas da Simmons.
Sobre a Simmons Brasília
Com mais de 150 anos de história, a Simmons é uma das marcas mais respeitadas do mercado global de colchões premium, reconhecida por ser pioneira na tecnologia de molas ensacadas individuais. Presente em mais de 100 países, a marca combina tradição e inovação para oferecer produtos de alto desempenho. Em 2025, inaugurou em Brasília, no Park Sul, a primeira loja conceito da Simmons no Brasil, em parceria com o especialista Antônio Júnior, proporcionando uma experiência de compra personalizada e focada em conforto, saúde e bem-estar.

niciativa do Instituto Autismos acontece no Brasília Shopping em 11 de outubro e amplia o diálogo sobre deficiências não aparentes. Ingressos a partir de R$10
Uma manhã para se colorir dos pés à cabeça: no dia 11 de outubro, Brasília recebe a 5ª edição da Batalha de Tintas – Nem Toda Deficiência é Visível. A iniciativa é realizada pelo Instituto Autismos e sediada no Brasília Shopping, reunindo famílias, pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), pessoas com deficiência, profissionais e a comunidade em uma programação voltada à inclusão (com muita diversão!). A atividade, que celebra o Dia das Crianças, acontece das 9h às 11h45, no estacionamento do Brasília Shopping.
Criada pelo Instituto Autismos, a Batalha de Tintas propõe uma experiência coletiva para chamar atenção a uma questão que nem sempre pode ser percebida à primeira vista: existem deficiências que não são aparentes. Ao longo da manhã, música, arte e cores conduzem uma programação que estimula a convivência e amplia o diálogo sobre diversidade e participação social.
Para entrar no clima da brincadeira, os participantes são convidados a comparecer de camiseta branca e participar da batalha com tintas coloridas atóxicas — transformando o espaço em um grande encontro ao ar livre, em que as cores ganham papel central na construção de uma experiência compartilhada para crianças, jovens e suas famílias.
E a programação é marcada por um público fiel: na edição de 2025, também realizada no Brasília Shopping, cerca de 1,2 mil pessoas participaram. Esta é uma das ações de inclusão realizadas pelo Instituto Autismos, centro de referência em atendimento, pesquisa e inovação para o TEA.
Ingressos e kits
Para participar, basta adquirir o ingresso pelo Sympla, disponível em duas opções: o Kit Batalha de Tintas (R$ 45 + taxas), que dá direito à entrada de duas pessoas e inclui ecobag personalizada, copo exclusivo e quatro tintas atóxicas; ou a entrada avulsa (R$ 10 + taxas), com acesso individual ao evento, sem o kit.
Crianças a partir de 2 anos precisam de ingresso. Vale lembrar que crianças e adolescentes devem permanecer acompanhados por um responsável durante toda a programação. Será um dia marcado por cores, sorrisos e muita diversão. Garanta sua inscrição e participe!
Serviço: Batalha de Tintas 2026
Data: 11 de outubro de 2026 (domingo)
Horário: 9h às 11h45
Local: Estacionamento do Brasília Shopping – Virado para o Setor Hoteleiro
Ingressos: Kit Batalha de Tintas (R$45 + taxas), com duas entradas, ou ingresso avulso (R$10 + taxas), sem kit — Via Sympla
Classificação: Livre. Crianças e adolescentes devem estar acompanhados por responsável
Orientação: Participantes são convidados a comparecer de camiseta branca

Companhia IPADÊ encerra o projeto Circulação Encantada nos dias 5 e 6 de outubro, com quatro apresentações gratuitas que retomam o debate sobre fé, mito e falsos salvadores iniciado na temporada de abril
Seis meses depois de estrear no Teatro de Sobradinho, “Encantaria” volta ao mesmo palco para se despedir de 2026. Nos dias 5 e 6 de outubro, segunda e terça-feira, a companhia IPADÊ faz as quatro últimas apresentações do projeto Circulação Encantada, com sessões às 15h e às 20h e entrada gratuita. É a última chance do ano de assistir à montagem dirigida por Ricardo César, que parte do mito de Dom Sebastião para discutir como a esperança popular pode ser capturada por promessas de salvação.
A primeira temporada ocupou o teatro entre 13 e 15 de abril, com seis sessões voltadas prioritariamente a estudantes da rede pública, que chegaram ao espetáculo com transporte gratuito. Parte das apresentações contou com audiodescrição e interpretação em Libras, e todas foram seguidas de palestras de mediação e debates entre elenco e plateia.
Em cena, o rei português desaparecido na Batalha de Alcácer-Quibir, em 1578, reaparece como presença espiritual da encantaria maranhense, tradição religiosa afro-indígena que o acolheu em seus rituais de canto, dança e devoção. A encenação em arena aproxima intérpretes e espectadores, enquanto máscaras, bonecos e objetos cênicos criam a atmosfera de ritual que conduz o espetáculo.
A partir desse universo, a peça costura referências do litoral maranhense, dos movimentos messiânicos do sertão nordestino e das culturas afro-ameríndias para olhar o Brasil de hoje. Estão no centro da montagem a fabricação de messianismos, a figura do salvador que promete e não chega e a circulação de narrativas que mobilizam a fé em um país atravessado pela polarização e pela desinformação.
A pesquisa começou no primeiro ano da pandemia, ainda em formato virtual, depois que Ricardo César e o ator Martin Filho conheceram a lenda de Dom Sebastião em uma viagem a São Luís. Na tradição maranhense, as princesas Toya Jarina, Mariana e Erundina são tidas como filhas míticas do rei e se manifestam em médiuns. Músicas, vestuário e o corpo dos participantes nos rituais viraram matéria-prima de uma criação coletiva, feita pela metodologia do teatro colaborativo. “O processo colaborativo é uma forma de trabalhar de forma autoral, em que todos os envolvidos levam propostas e provocações para a cena. É um formato enriquecedor artisticamente porque gera uma verdadeira troca de conhecimentos entre a equipe”, afirma o diretor, mestre em Teatro pela Universidade de Brasília.
Ao longo das duas temporadas, a aposta do Circulação Encantada foi levar jovens ao teatro e ligar a experiência artística à reflexão sobre história e pensamento social. “Isso é importantíssimo porque colabora para a formação de plateias, estimula os alunos a irem ao teatro e a pesquisar mais sobre a linguagem artística”, destaca Ricardo César.
O projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).
Serviço
Encantaria – Projeto Circulação Encantada
Data: 5 e 6 de outubro de 2026
Horário: 15h e 20h
Local: Teatro de Sobradinho
Acesso: gratuito
Classificação indicativa: 14 anos

Sob o tema Picnic das Frutas, o evento será realizado no dia 10 de outubro, na Academia D’Stak. Uma manhã inteira de atividades voltadas aos bebês de 4 meses a 3 anos e experiências que envolvem água, movimento, música, texturas e sabores
Descobrir uma fruta com as próprias mãos, sentir diferentes texturas, experimentar sabores, brincar, ouvir música e ainda cair na água. No dia 10 de outubro, os bebês terão uma manhã inteira de descobertas no Babynic, evento já tradicional promovido pela Academia D’Stak, localizada na 911 Norte, em Brasília.
Nesta edição, o encontro terá como tema “Picnic das Frutas” e propõe uma experiência que reúne estímulos sensoriais e motores, diversão e interação em uma programação especialmente preparada para os pequeninos. As atividades acontecem têm início às 9h e segue até às 12h, com vagas limitadas.
Um dos momentos será dedicado justamente ao contato com as frutas. Os bebês poderão manusear, sentir diferentes formatos, cores, aromas e texturas e também experimentar os alimentos, sempre respeitando a individualidade e a dieta recomendada para cada bebê.
A programação inclui ainda um circuito sensorial, com diferentes atividades e estímulos, além de música e brincadeiras. Na piscina, haverá um aulão especial de natação para bebês, conduzido de maneira lúdica e voltado à interação com a água.
Para encerrar a experiência, os pequenos participarão de um momento de Shantala, técnica de massagem para bebês baseada em toques e movimentos suaves. O momento será de aconchego, relaxamento e fortalecimento do vínculo entre o bebê e sua família.
Mais do que reunir diferentes atividades em uma manhã, a proposta do Babynic é proporcionar aos bebês novas experiências em um ambiente preparado para a infância e, ao mesmo tempo, criar um momento de convivência entre crianças e famílias. A proposta também é proporcionar um verdadeiro momento socioafetivo, de presença, amor e afeto, para que as famílias estejam juntas, compartilhem descobertas, troquem olhares e abraços e criem memórias.
O evento ocorre às vésperas do Dia das Crianças, celebrado em 12 de outubro, e pode ser também uma oportunidade diferente para as famílias iniciarem as comemorações da data com uma programação voltada especialmente à primeira infância. O Babynic será realizado no jardim da D’Stak, em um ambiente acolhedor e preparado com muito carinho para receber cada família.
Com 46 anos de atuação em Brasília, a Academia D’Stak trabalha com atividades físicas voltadas a diferentes idades e perfis. Entre as modalidades oferecidas estão natação para bebês, crianças e adultos, hidroginástica, musculação, dança, pilates solo, funcional, alongamento e outras atividades coletivas. A academia também desenvolve ações e eventos voltados à integração, ao movimento e à qualidade de vida.
Serviço: Babynic – Picnic das Frutas
Data: 10 de outubro de 2026, das 9h às 12h
Local: Academia D’Stak – 911 Norte, Brasília
Atividades: aulão de natação, Shantala, circuito sensorial motor e Picnic das Frutas
Inscrições: até 8 de outubro
Ingresso: R$ 20
Vagas limitadas
Informações: (61) 3340-9955

Rede brasiliense integra ecossistema da experiência “Pilates en Seine”, promovida por SIX e Sié às margens do Rio Sena
A Quality Fórmulas Personalizadas desembarcou na capital francesa para integrar a ativação exclusiva “Pilates en Seine”, realizada a bordo de um barco no Rio Sena durante a abertura oficial da Paris Fashion Week. Fruto de uma parceria com o clube de bem-estar SIX e a grife de activewear Sié, a iniciativa inseriu formulações dermocosméticas de alta precisão desenvolvidas no Brasil na rotina de autocuidado de criadoras de conteúdo e formadoras de opinião internacionais do mercado de moda e lifestyle.
A ação internacional coincide com o ciclo de celebração dos 15 anos da rede, marcando a conexão entre a pesquisa científica magistral desenvolvida no Centro-Oeste e os principais polos globais de tendência e bem-estar. Entre os produtos selecionados para compor o kit de cuidados das convidadas estão o LumiCode Intensive Night, sérum uniformizador de alta permeação cutânea voltado à renovação celular noturna, e o Gloss Labial, desenvolvido com matriz hidratante para restauração e barreira labial.
A experiência itinerante pelo Sena reuniu influenciadoras como Carlota Pitarch — responsável por conduzir a prática de Pilates no deque com vista para a Torre Eiffel —, Chloe Marie Dubois, Bruna Bergamini e Maria Calvet. O evento materializou a convergência entre saúde integrativa, movimento corporal e dermocosmética avançada, posicionando o cuidado individualizado como componente essencial do novo luxo contemporâneo.
Fundada em 2011, a Quality Fórmulas Personalizadas sustenta sua autoridade técnica na certificação internacional ISO 9001:2015, sendo pioneira no segmento magistral do Centro-Oeste a manter processos de controle analítico e rastreabilidade integral auditados. Com dez operações entre o Distrito Federal e Goiás, a empresa consolida seu modelo de negócios baseado em formulações desenhadas para a longevidade ativa e a saúde funcional.
“Levar a Quality para o cenário da Paris Fashion Week, ao lado de parceiros que compartilham da nossa visão de excelência e movimento, simboliza a maturidade da nossa trajetória de 15 anos. Mostramos que o que produzimos em nossos laboratórios em Brasília possui densidade técnica, sofisticação e eficácia para dialogar com os padrões mais exigentes do mundo. A personalização é a verdadeira vanguarda da beleza e do bem-estar.”
— Flávia Ribeiro, Sócia-Fundadora e CEO da Quality Fórmulas Personalizadas.
A presença da marca no circuito parisiense reforça sua estratégia de posicionamento no segmento premium de saúde e estética funcional, demonstrando a versatilidade de suas linhas de revenda e formulações sob medida para além dos consultórios clínicos e farmácias físicas.
Para conhecer a linha de dermocosméticos e o portfólio de cuidados integrativos da marca, acesse o site oficial da rede ou acompanhe as atualizações institucionais pelo perfil @quality.formulas.
Sobre a Quality Fórmulas Personalizadas:
A Quality Fórmulas Personalizadas é um laboratório farmacêutico magistral de referência em manipulação de precisão e saúde integrativa. Certificada pela norma internacional ISO 9001, a empresa dedica-se ao desenvolvimento de formulações sob medida altamente estáveis e biodisponíveis, atuando em estrita sinergia com médicos e nutricionistas para promover a longevidade ativa, a performance funcional e o bem-estar individualizado.
Instagram: @quality.formulas
Telefone | WhatsApp: (61) 3048-0700
Horário de funcionamento: das 7:30 às 19:30
Unidade 1: Av. das Araucárias, Lote 1325, Loja 19 – Águas Claras Sul, Brasília-DF. CEP: 71936-250
Unidade 2: Av. das Castanheiras, Lote 1310/1370, Ed. Real Splendor, Loja 12, Águas Claras Norte, Brasília-DF. CEP: 71900-100
Unidade 3: SGAS 915 Sul, Lote 69a e 70a, Loja 107 e 108-1s, Centro Clínico Advance I, Asa Sul, Brasília/DF. CEP 70.390-150
Unidade 4: QSA 11, Lote 21, Taguatinga Sul, Brasília-DF. CEP: 72.015-110
Unidade 5: W3 Sul – CRS 508, Bloco “B”, Loja 35 – Asa Sul, Brasília/DF. CEP: 70.351-525
Unidade 6: Q SHCNW CLNW QD 02/03 Bloco K, Loja 5 E 6 Ed. Icone Noroeste, Setor Noroeste, Brasília/DF. CEP: 70.683-205
Unidade 7: Quadra 02, Conjunto E, Lote 40, loja 01 – Vila Buritis / Planaltina. Telefone | WhatsApp: (61) 98475-0164
Horário de funcionamento: seg – sex: 08:30 às 18:30 / sábados: 08:30 às 12:30.
Unidade 8:Praça Evangelino Meireles, 1-A – Centro, Luziânia – GO, 72800-680 – Centro, Luziania GO. Telefone | WhatsApp: (61) 98341-0025
Unidade 9: Goiânia: Av. Honestino Guimarães, 1055 – Lote 03 Sala 2 e 3 – Vila Abajá, Goiânia – GO, 74505-011
Horário de funcionamento: seg – sex: 08:30 às 18:30 / sábados: 08:30 às 12:30.
Quiosque Premium: Terraço Shopping, 3º piso, SHC AOS Entrequadras 2/8 lote 5 – Octogonal Sul – Brasília (DF)
Vending Machine na Praça de Alimentação do Conjunto Nacional Brasília – SDN, CNB – Asa Norte, Brasília – DF, 70077-900
Locker na Academia Six Lago Sul – St. de Habitações Individuais Sul QI 15 – Lago Sul, Brasília – DF, 71600-700
Instagram: @qualityquiosque
Telefone | WhatsApp: (61) 98371-0700
Horário de funcionamento: das 10:00 às 22:00

Seleção reúne os clássicos “Baile Perfumado”, “Cinema, Aspirinas e Urubus”, “Boi Neon” e “Baixio das Bestas”
Primeira semana de outubro traz ainda “Antártida” na Sessão Circuitão, as estreias de “Anistia 79”, “As Dores do Mundo: Hyldon” e “Masha e os Ursos”, além de Sessão Acessível e CineBeijoca
O décimo mês do ano começa no Cine Brasília com um reencontro com diferentes períodos da produção cinematográfica pernambucana. Neste sábado e domingo, 3 e 4 de outubro, a Sala Vladimir Carvalho recebe a Mostra Comemorativa do Cinema Pernambucano, que reúne quatro produções em versões restauradas em 4K, vindas diretamente do estado que é berço do frevo e um dos maiores polos de audiovisual do país. A seleção conta com os longas Baile Perfumado, de Lírio Ferreira e Paulo Caldas; Cinema, Aspirinas e Urubus, de Marcelo Gomes; Boi Neon, de Gabriel Mascaro; e Baixio das Bestas, de Cláudio Assis.
Perpassando três décadas da cinematografia do estado, a Mostra foi criada para convergir em uma mesma ocasião a celebração dos 30 anos de Baile Perfumado, dos 20 anos de Cinema, Aspirinas e Urubus e Baixio das Bestas e dos 10 anos de Boi Neon. A programação começa no sábado, 3, às 18h10, com Baile Perfumado, e segue às 20h30 com Cinema, Aspirinas e Urubus. Já no domingo, 4, é a vez de Boi Neon, às 18h10, e Baixio das Bestas, às 20h20.
Dirigido por Lírio Ferreira e Paulo Caldas, único paraibano entre os diretores da mostra, Baile Perfumado acompanha o mascate libanês Benjamin Abrahão em sua tentativa de registrar em filme Lampião e seu bando. A aproximação com o cangaceiro permite a realização das imagens, mas seus planos são ameaçados pela repressão do Estado Novo. Já Cinema, Aspirinas e Urubus, de Marcelo Gomes, se passa em 1942 e acompanha Johann, alemão que percorre o sertão vendendo aspirinas, e Ranulpho, sertanejo que passa a viajar e trabalhar ao seu lado. Em cada povoado, eles projetam filmes publicitários para apresentar o produto e, durante o percurso, constroem uma improvável amizade.
No domingo, Boi Neon, de Gabriel Mascaro, nos leva para dentro do cotidiano de Iremar, um vaqueiro que vive na estrada percorrendo vaquejadas pelo Nordeste, mas alimentando o desejo de trabalhar com moda em meio ao crescimento da indústria de confecção no semiárido. Encerrando a mostra, Baixio das Bestas, premiado como Melhor Filme no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro em 2006, conta a história de Auxiliadora, jovem submetida à exploração pelo próprio avô, que expõe a neta nua para uma plateia de caminhoneiros.
SESSÃO CIRCUITÃO
Nesta semana, a Sessão Circuitão traz Antártida, thriller de Bruno Safadi estrelado por grandes nomes do audiovisual brasileiro, como Marina Ruy Barbosa, Andréa Beltrão, Leandra Leal e Lázaro Ramos. Ambientada em uma estação de pesquisas isolada no continente antártico, a trama começa quando a cientista Inês é vítima de uma violência. Sem possibilidade de resgate imediato, os homens da base passam a ser suspeitos, enquanto a subcomandante Elisabeth assume a investigação e as mulheres da estação, em um ato de sororidade à colega, precisam se unir diante da situação.
Escrito por Claudia Jouvin, o longa foi escolhido para a abertura do 54º Festival de Cinema de Gramado, realizado em agosto, antes de chegar ao circuito comercial brasileiro. No Cine Brasília, Antártida será exibido nesta quinta, 1º, às 18h10; no sábado, 3, às 16h; e na terça, 6, às 17h.
ESTREIAS
Entre as novidades da semana está Anistia 79, documentário de Anita Leandro construído a partir de imagens realizadas durante a Conferência Internacional pela Anistia no Brasil, em Roma, em junho de 1979. Quase cinco décadas depois, o material de arquivo é recuperado para revisitar o encontro de exilados e militantes brasileiros e discutir, a partir desses registros, os desdobramentos do período da ditadura militar.
O filme teve estreia mundial na 29ª Mostra de Cinema de Tiradentes, onde recebeu o Prêmio Carlos Reichenbach de Melhor Filme da Mostra Olhos Livres, concedido pelo júri oficial, e também foi escolhido como Melhor Longa pelo júri popular.
Outro documentário que figura entre as estreias dá destaque à história de um nome de peso da música brasileira. Dirigido por Emílio Domingos e Felipe David Rodrigues, As Dores do Mundo: Hyldon parte dos 50 anos do álbum “Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda” para percorrer a formação e a trajetória do cantor e compositor Hyldon, desde o sertão da Bahia até o sucesso nas paradas brasileiras. Além do próprio cantor, o filme reúne participações de nomes como Wanderléa, Sandra de Sá, Liniker e Arnaldo Antunes e recupera também sua relação artística com Cassiano e Tim Maia.
Já para o público infantil, tem a aventura live-action Masha e os Ursos, dirigida por Antonina Ruzhe. Na história, Masha precisa salvar o irmão depois que ele cai sob o feitiço de um espírito da floresta e é transformado em um bode. Para quebrar a maldição, ela se alia a personagens conhecidos dos contos de fadas, entre eles os três ursos.
O filme também será exibido no sábado, às 11h, dentro da Sessão Atípica. Voltada para pessoas autistas e neurodivergentes, durante a Sessão Atípica as luzes permanecem acesas, o som é reduzido, o ar condicionado fica em temperatura ambiente e é permitido que o público circule pela sala. Os ingressos para esta sessão custam R$10 (inteira) e R$5 (meia).
SELEÇÃO DE CURTAS
Selecionado pela Chamada de Curtas do Cine Brasília, quem acompanha algumas sessões infantojuvenis, incluindo a Sessão Atípica, nesta semana é a produção candanga Requilia, de Renata Diniz. O filme conta a história de um menino de sete anos que, durante seu trajeto cotidiano de ônibus para a escola, passa a observar um senhor que frequenta o mesmo ponto. A curiosidade dá início a uma amizade entre os dois personagens de gerações e realidades sociais distintas.
Os curtas exibidos no Cine Brasília são selecionados na Chamada Pública de Curtas do Cine Brasília, uma iniciativa que busca ampliar a diversidade da programação e fortalecer o cinema nacional. A previsão da atual gestão é que 150 curtas de todo o Brasil sejam exibidos antes das sessões de longas-metragens em cartaz. Os filmes escolhidos recebem um cachê de R$1.300 para obras finalizadas a partir de 2025, e R$800 para as finalizadas até dezembro de 2024. As inscrições podem ser feitas até 1º de abril de 2027 pelo site cinebrasilia.com/chamadas-publicas, onde também está disponível o edital completo.
SESSÃO ACESSÍVEL
A programação também conta com a primeira edição do mês da Sessão Acessível, desta vez com o documentário Anatomia do Caos, de Dandara Ferreira. Filmado a partir do acesso da realizadora ao Senado Federal, o documentário acompanha os trabalhos da CPI da Covid-19, realizada em 2021, utilizando registros dos bastidores e do andamento da comissão para construir um relato daquele período. A exibição será no sábado, 3, às 14h.
Gratuita e voltada para Pessoas com Deficiência, a sessão conta com recursos de acessibilidade de Libras e legendas descritivas projetadas na tela e audiodescrição no sistema de som da sala.
EM CARTAZ
Estreantes da semana anterior, quatro produções brasileiras continuam na grade do Cine até o dia 7. Morte e Vida Madalena, de Guto Parente, gira em torno das dificuldades enfrentadas por uma produtora de cinema grávida de oito meses que tenta concluir uma ficção científica escrita pelo pai, recém-falecido, enquanto administra as dificuldades da produção e da própria vida.
Já o documentário brasiliense Não Existe Almoço Grátis, de Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel, rodado em Sol Nascente, acompanha as trajetórias de Socorro, Jurailde e Bizza no cotidiano de uma Cozinha Solidária do MTST e durante a preparação de refeições para pessoas que chegam a Brasília para a posse presidencial de janeiro de 2023.
Quem também segue em cartaz é o drama Nosso Segredo, de Grace Passô. O filme conta a história de uma família negra que tenta reconstruir a rotina depois de uma perda recente, enquanto cada integrante encontra uma maneira diferente de lidar com o luto.
Fechando a lista, a animação Papaya, de Priscilla Kellen, gira em torno de uma pequena semente de mamão que sonha em voar e passa a descobrir novas relações com suas próprias raízes.
As sessões de Nosso Segredo e Papaya integram a Sessão Vitrine, com ingressos nos valores especiais de R$15 (inteira) e R$7,50 (meia).
CINEBEIJOCA
A edição de outubro do CineBeijoca leva para a tela do Cine Brasília um dos primeiros trabalhos da filmografia de Akira Kurosawa. Na terça, 6, às 19h, o cineclube exibe O Anjo Embriagado, produção japonesa de 1948 estrelada por Toshirô Mifune, Takashi Shimura e Reizaburô Yamamoto. A história se passa no Japão do pós-guerra e acompanha um jovem gângster que, após ser ferido, procura um médico alcoólatra e descobre estar com tuberculose. A relação construída entre os dois é colocada à prova quando o antigo chefe do criminoso deixa a prisão e reassume o controle de sua gangue.
Gratuita, após a sessão, a professora e pesquisadora da UnB Susana Dobal e o cineclubista Riccardo Walmir se juntam para um debate, com mediação do professor João Lanari Bo.
INGRESSOS E ACESSIBILIDADE
Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema, de terça a quinta-feira, das 13h às 22h, sexta, das 9h às 22h, e sábado e domingo, das 10h às 22h, ou no nosso SITE OFICIAL. Neste domingo, em razão das eleições, o cinema abrirá a partir das 16h. Às segundas, o Cine Brasília fecha para manutenção de rotina.
As sessões regulares, bem como a Sessão Clássicos, Monumental e Circuitão custam R$20 (inteira) e R$10 (meia). Às terças os valores são R$10 e R$5, bem como as exibições da Sessão Atípica. As sessões de Nosso Segredo e a exibição de sexta de Papaya integram a Sessão Vitrine, com ingressos a R$15 (meia) e R$7,50 (meia). A Sessão Acessível e a sessão do CineBeijoca são gratuitas.
Os filmes Antártida, Nosso Segredo e Papaya possuem recursos de acessibilidade de Libras, audiodescrição e legendas através do aplicativo MovieReading; Morte e Vida Madalena no MLoad; Masha e Os Ursos e Não Existe Almoço Grátis no PingPlay; e Anistia 79 no Conecta Acessibilidade. Na Sessão Acessível de Anatomia do Caos os recursos de acessibilidade são exibidos diretamente na tela.
PROGRAMA DE FIDELIDADE
O Cine Brasília segue com o Programa de Fidelidade – CINELOVER que recompensa espectadores frequentes. A cada sessão assistida, os participantes acumulam carimbos no cartão fidelidade, que podem ser trocados por prêmios como entradas gratuitas, ímãs, canetas, baldes de pipoca e bonés exclusivos. O programa é válido para sessões regulares da grade, bem como para a Sessão Família onde cada ingresso dá direito a dois carimbos no cartão fidelidade. Mais informações em cinebrasilia.com/fidelidade.
SERVIÇO – CINE BRASÍLIA
Endereço: Asa Sul Entrequadra Sul 106/107 – Brasília, DF, 70345-400.
Informações pelo WhatsApp: 61 99687-8661 (seg a sex – das 14h às 18h) – wa.me/5561996878661 ou contato@cinebrasilia.com
Ingressos à venda na bilheteria ou pelo link: ingresso.com/cinema/cine-brasilia
Mais informações: cinebrasilia.com ou @cinebrasiliaoficial
PROGRAMAÇÃO DE 01 A 07 DE OUTUBRO DE 2026
QUINTA-FEIRA, 01/10
14h00 — As Dores do Mundo: Hyldon (nacional)
16h10 — Morte e Vida Madalena (nacional)
18h10 — Sessão Circuitão – Antártida (nacional)
20h20 — Nosso Segredo (nacional)
SEXTA-FEIRA, 02/10
10h00 — Requilia (curta-metragem • nacional) + Papaya (nacional)
14h15 — Nosso Segredo (nacional)
16h30 — Não Existe Almoço Grátis (nacional)
18h15 — As Dores do Mundo: Hyldon (nacional)
20h15 — Anistia 79 (nacional)
SÁBADO, 03/10
11h00 — Sessão Atípica – Requilia (curta-metragem • nacional) + Masha e Os Ursos (dublado)
14h00 — Sessão Acessível – Anatomia do Caos (nacional) – entrada gratuita
16h00 — Sessão Circuitão – Antártida (nacional)
18h10 — Mostra Comemorativa do Cinema Pernambucano – Baile Perfumado (nacional)
20h30 — Mostra Comemorativa do Cinema Pernambucano – Cinema, Aspirinas e Urubus (nacional)
DOMINGO, 04/10
16h00 — Requilia (curta-metragem • nacional) + Masha e os Ursos (dublado)
18h10 — Mostra Comemorativa do Cinema Pernambucano – Boi Neon (nacional)
20h20 — Mostra Comemorativa do Cinema Pernambucano – Baixio das Bestas (nacional)
SEGUNDA-FEIRA, 05/10
Cinema fechado para manutenção
TERÇA-FEIRA, 06/10
15h00 — Requilia (curta-metragem • nacional) + Papaya (nacional)
17h00 — Sessão Circuitão – Antártida (nacional)
19h00 — CineBeijoca – O Anjo Embriagado (legendado) + debate
QUARTA-FEIRA, 07/10
14h15 — Anistia 79 (nacional)
16h30 — As Dores do Mundo: Hyldon (nacional)
18h30 — Morte e Vida Madalena (nacional)
20h30 — Não Existe Almoço Grátis (nacional)

O solo de dança contemporânea investiga dores, fragilidades e possibilidades do corpo em cena; montagem será apresentada de 7 a 12 de outubro, no Teatro Engrenagem, na Asa Norte
Até onde o corpo consegue ir? E o que acontece quando seus próprios limites se tornam matéria de investigação artística? Essas são algumas das questões que atravessam Sem Osso, solo de dança contemporânea interpretado por Lívia Bennet e dirigido por Édi Oliveira. A montagem será apresentada de 7 a 12 de outubro, no Teatro Engrenagem, na 708 Norte, e integra o projeto MECÂNICORGANICO. Os ingressos estão disponíveis pelo Sympla.
Em cena, o corpo é colocado no centro da experiência, sem o apoio de projeções, vídeos ou outros aparatos tecnológicos. A escolha, que surgiu durante o processo de criação, deslocou a proposta inicial do espetáculo – que investigaria a relação entre corpo e novas tecnologias – para uma pesquisa concentrada na própria fisicalidade da intérprete. Movimentos, quedas, contrações, deslocamentos e diferentes estados corporais passam a revelar tanto a potência quanto a vulnerabilidade de um corpo que se movimenta para além dos padrões aos quais está habituado.
Para Lívia, essa investigação também se relaciona diretamente com sua experiência cotidiana como artista. A intérprete convive com uma hérnia na cervical e uma protrusão na lombar, condições que vêm sendo tratadas desde janeiro deste ano. O processo de preparação para o espetáculo envolve acompanhamento fisioterapêutico, fortalecimento muscular, acompanhamento nutricional e períodos de descanso. A rotina de preparação evidencia o esforço físico necessário para sustentar uma criação que exige do corpo intensidade, precisão e disponibilidade.
“Descobri que meu corpo enfrenta limites diários, não somente por conta de dores musculares pela intensidade que o trabalho me propõe a investigar, ou pelas lesões já adquiridas ao longo dos anos, mas também pela qualidade de movimento em momentos específicos, onde meu corpo não está habituado a se mover. Nesse trabalho precisei acessar, investigar e observar para que fosse possível entender tais caminhos. Mas percebi também, diante disso, o quão potente e expressivo esse corpo é capaz de ser”, conta Lívia.
A preparação física, nesse sentido, não aparece apenas como uma exigência para a execução do espetáculo, mas como parte da própria pesquisa artística. “Desde o inicio do processo, tenho feito fisioterapia de uma a duas vezes por semana, com foco na coluna e na cervical. Meu fortalecimento muscular acontece de quatro a cinco vezes na semana, para dar conta de toda a minha dor crônica. Tenho sido acompanhada por um nutricionista e meu descanso aos domingos são inegociáveis”, relata a bailarina.
Sem Osso parte ainda de referências filosóficas como a ideia de “corpo sem órgãos” e propõe uma investigação sobre um possível “corpo sem osso”: um corpo capaz de dilatar seus limites, deslocar padrões e experimentar outras formas de existência para além de estruturas rígidas. A queda, presente na linguagem do trabalho, surge como elemento de vulnerabilidade, mas também como possibilidade de resiliência, transformação e apaziguamento.
Criação
O espetáculo é resultado de um projeto que levou cerca de dez anos para ser viabilizado devido a desencontros de agenda. A montagem integra uma sequência de trabalhos desenvolvidos por Édi Oliveira entre 2024 e 2026 e representa o encontro entre uma pesquisa de longa duração sobre o corpo e a experiência de uma intérprete que, em cena, precisa negociar continuamente entre aquilo que seu corpo consegue fazer, aquilo que ele resiste em fazer e aquilo que ainda pode descobrir.
Atriz, bailarina e professora, Lívia Bennet foi bailarina do Basirah Grupo de Dança Contemporânea entre 2000 e 2012 e da Foco Companhia de Dança entre 2017 e 2024. Também foi fundadora e intérprete da Trupe de Argonautas, coletivo de circo, dança e teatro no qual atuou entre 2005 e 2018. Sua trajetória reúne trabalhos de criação, interpretação, coreografia e formação artística.
Édi conta que o trabalho de direção tem sido instigante. Ele destaca que Lívia tem muitos recursos técnicos e, ao mesmo tempo, sempre aberta à pesquisa de novas possibilidades de abordagem do movimento.
“Lívia é uma intérprete que tem consciência do potencial de seus recursos técnicos, mas que também conhece suas fragilidades e vulnerabilidades que, de certo modo, fazem parte da dramaturgia do espetáculo . Isso tem gerado, no processo criativo, uma fluência nas etapas de criação e nos experimentos, e tem me provocado, como diretor, a buscar estratégias para conduzir essa intérprete a lugares de performatividade que sejam desafiadores, instigantes e prazerosos”, revela o diretor.
Mestre em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília (UnB), Édi Oliveira iniciou sua trajetória como bailarino e intérprete na Anti Status Quo cia de dança e posteriormente no Basirah-Núcleo de dança contemporânea, onde também atuou como coreógrafo, intérprete e figurinista. Em 2000, criou o grupo dançapequena, para o qual dirigiu e coreografou diversos espetáculos. Atualmente, é professor das disciplinas de dança do curso superior de Teatro do IESB.
Com seis apresentações no Teatro Engrenagem, Sem Osso convida o público a acompanhar de perto um corpo em estado de investigação: um corpo que sente, limita-se, cai, resiste e encontra, justamente nessas fronteiras, novas possibilidades de movimento e expressão.
As sessões de 7 a 9 de outubro serão às 20h. Nos demais demais dias, o espetáculo está marcado para começar uma hora mais cedo, às 19h. As sessões dos dias 11 e 12 contarão com intérprete de Libras e audiodescrição.
O espetáculo Sem Osso é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).
SERVIÇO – Espetáculo Sem Osso
Data: 7 a 12 de outubro de 2026
Local: Teatro Engrenagem, SHCGN 708 709 Bloco B Entrada 30 Subsolo – Asa Norte, Brasília
Ingressos: pelo Sympla, https://www.sympla.com.br/evento/espetaculo-sem-osso-com-livia-bennet/3554980?referrer=www.google.com&referrer=www.google.com

A 31ª edição do Brasília Capital Fitness (BCF 2026) encerrou neste domingo (27) com números expressivos. Realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, o evento reuniu mais de 60 mil pessoas, mais de 100 estandes e uma programação intensa voltada ao mercado fitness.
Durante os três dias, o público acompanhou uma série de aulões, atividades, experiências, palestras e encontros com profissionais, especialistas, marcas, suplementos, roupas e grandes nomes do setor. A edição de 2026 contou ainda com a participação de grandes nomes do universo fitness, como Gustavo Borges e Carol Vaz.
Consolidado como um dos principais eventos fitness do Centro-Oeste, o BCF também movimentou negócios e promoveu networking entre empresários, profissionais de Educação Física, academias, fornecedores e praticantes de atividade física. A Expo BCF 2025 movimentou mais de R$ 100 milhões em negócios, segundo dados da organização. “O resultado evidencia a dimensão do evento como ambiente estratégico para apresentação de produtos e serviços, relacionamento entre empresas, fechamento de parcerias e geração de novas oportunidades comerciais”, ressalta o organizador do BCF, Fábio Padilha.
“O Distrito Federal reúne cerca de 1.500 academias, 20 mil profissionais de Educação Física e aproximadamente 500 mil praticantes de atividade física, formando um dos mercados mais relevantes do país e reforçando a vocação da capital como a Capital das Academias”, informa a organizadora do BCF, Paty Gonçalves.
Ao completar 31 anos, o Brasília Capital Fitness reforça a posição de Brasília como um importante polo nacional de fitness, saúde, bem-estar, conhecimento e negócios. O Instituto Levanta Brasil é o grande apoiador do evento.

Com fomento do FAC-DF, evento reúne grandes nomes da cena brasiliense, espetáculos premiados, ações formativas em escolas públicas e homenagens a mestres e mestras do teatro local entre 10 e 18 de outubro de 2026
Consolidando-se como uma vitrine democrática e viva das artes cênicas, a 2ª edição do Festival de Teatro do Distrito Federal vai ocupar o palco do Teatro SESC Paulo Autran, em Taguatinga, entre os dias 10 e 18 de outubro de 2026. Com apresentações diárias sempre às 20h e ingressos gratuitos, o evento celebra a potência artística local ao levar as atenções para uma das regiões mais populosas, criativas e diversas do DF.
A programação deste ano é fruto de um chamamento público com um expressivo número de inscritos: mais de 60 espetáculos. Desse panorama, a curadoria selecionou obras que circularam com destaque nos últimos anos e que exprimem a pluralidade do DF, operando sob os eixos da diversidade, territorialidade e temáticas contemporâneas. O público poderá conferir montagens consagradas como Outro Lear, Enluarada: uma epopeia sertaneja, Espectro de Ser, Pedra p(Á)rida, Aurora, Entregador, Atrás das Paredes e galhada, em tempos de fissura.
Encontro de diferentes gerações
O festival reúne veteranos consagrados, como Humberto Pedrancini e Alice Stefania, e atrizes que movimentam a cena atual, como Camila Guerra, além de jovens talentos como Julie Wetzel. Grupos com linguagem diversa — a exemplo do Casulo Teatro e da Cia Plágio de Teatro — e diretores criativos como Lidia Olinto e Rodolfo Godoi também marcam presença, reafirmando a força da produção recente.
Para Lucas Isaksson, diretor geral e idealizador do Festival, realizado pela Interlúdio Produções, o evento se firma no calendário teatral por sua capacidade de agregar e expandir o circuito. “O festival pauta-se na integração, na diversidade estética e na popularização, consolidando uma rota cultural que pulsa e abraça o Distrito Federal por inteiro”, destaca. “Este ano, o grande volume de inscritos foi um desafio para a curadoria, que reconheceu trajetórias riquíssimas”, comenta o diretor, que compartilha sua visão sobre a realização: “o festival promove conexões, gera renda para artistas e técnicos, movimenta a economia criativa local e fortalece as narrativas da nossa cidade”.
Formação nas escolas e debates abertos
Para além das cortinas, o evento expande seu impacto com forte atuação social. Durante o período do festival, grandes nomes da cena irão ministrar oficinas formativas em escolas públicas de Taguatinga, voltadas a jovens do Ensino Médio e do Ensino Fundamental, lançando mão do teatro como ferramenta de cidadania.
A programação paralela também abrirá espaço para duas Rodas de Conversa gratuitas, com o debate entre criadores e o público. Esses encontros aprofundarão as discussões sobre decolonialidade, acesso a políticas públicas e as poéticas que norteiam as criações dos grupos e artistas que compõem a programação.
Homenagens e encerramento
No domingo, 18 de outubro, a Cerimônia de Encerramento vai celebrar os destaques desta edição com a entrega de troféus em 11 categorias técnicas e artísticas: Dramaturgia, Direção, Ator, Atriz, Maquiagem, Iluminação, Cenário, Figurino, Sonoplastia, Espetáculo pela Comissão Técnica e Espetáculo Destaque pelo Júri Popular.
A noite também será marcada pela homenagem a três personalidades referenciais do teatro brasiliense. Entre os confirmados está o mestre João Antônio, figura estrutural do movimento cultural de Brasília. Com mais de 50 espetáculos e passagens marcantes pelo cinema e pela gestão pública — incluindo a direção do Teatro Nacional, a fundação do Teatro Galpão e a criação dos Departamentos de Artes Cênicas da UnB e da Faculdade Dulcina —, sua trajetória se confunde com a própria história da arte no DF.
Coroando o encerramento, o palco receberá o espetáculo de dança convidado “Como saborear o Íntimo das Coisas?”, do Núcleo Criativo ESSEDOIS, sob a direção de Aline Sugai, seguido por um set com DJ na área de convivência do teatro.
O projeto é realizado pela Interlúdio Produções, conta com fomento do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e apoio institucional do SESC-DF.
2ª Edição do Festival de Teatro do Distrito Federal
Data: 10 a 18 de outubro de 2026
Horário: Apresentações teatrais diariamente às 20h
Local: Teatro SESC Paulo Autran – Taguatinga Norte (CNB 12, Área Especial 2/3)
Ingressos: Entrada gratuita (retirada presencial na bilheteria 1h antes de cada sessão)
Acessibilidade: sessões com tradução em LIBRAS; e audiodescrição em algumas.
Mais informações: www.festivalteatrodf.com.br
Instagram: @festivalteatrodf
Programação:
10 de outubro | Outro Lear | 20h
Um rei divide o reino entre as filhas e, abandonado por elas, atravessa delírios e memórias em uma releitura intimista de Shakespeare.
Ficha técnica: Direção: Roni Sousa. Dramaturgia: Yuri Fidelis. Atuação: Humberto Pedrancini. Produção: Da Margem – Território Criativo.
Duração e classificação indicativa: 73 minutos | Livre
11 de outubro | Enluarada: uma epopeia sertaneja | 20h
Histórias orais, música e saberes ancestrais ganham cena enquanto uma galinhada é preparada no palco.
Ficha técnica: Concepção, dramaturgia e atuação: Caísa Tibúrcio. Direção cênica: Denis Camargo. Direção musical: Fernando César. Realização: Casulo Teatro e Jurumim Produções.
Duração e classificação indicativa: 60 minutos | 14 anos
12 de outubro | Espectro de Ser | 20h
Artistas autistas levam ao palco vivências do espectro em uma montagem que alterna humor, ludicidade e drama.
Ficha técnica: Concepção: Mattoso Ribeiro e Lidia Olinto. Direção e encenação: Lidia Olinto. Dramaturgia: Cristiano Moutella, em processo colaborativo. Elenco: Mattoso Ribeiro e Silvia Paes.
Duração e classificação indicativa: 83 minutos | 12 anos
13 de outubro | Pedra p(Á)rida | 20h
Um solo de dança teatro investiga a violência patriarcal e transforma marcas de opressão em imagens de resistência.
Ficha técnica: Idealização e interpretação: Camila Guerra. Concepção e direção: Édi Oliveira. Coreografia: Camila Guerra e Édi Oliveira.
Duração e classificação indicativa: 90 minutos | 18 anos
14 de outubro | A Aurora | 20h
Inspirado em uma campanha de alfabetização em Cuba, o solo acompanha uma jovem e celebra a educação como caminho de liberdade.
Ficha técnica resmida: Idealização e atuação: Julie Wetzel. Direção: Patrícia Barros e Lyvian Sena. Realização: Cia Burlesca.
Duração e classificação indicativa: 50 minutos | Livre
15 de outubro | Entregador | 20h
O encontro entre um entregador de aplicativo e um coach de finanças expõe, com humor, a precarização do trabalho.
Ficha técnica: Direção e dramaturgia: Rodolfo Godoi. Direção e produção: Kamala Ramers. Elenco: Flávio Café e Lupe Leal.
Duração e classificação indicativa: 60 minutos | 12 anos
16 de outubro | Atrás das Paredes | 20h
Um almoço de família revela violências escondidas por trás das aparências, entre elas o abuso infantil.
Ficha técnica: Texto: Santiago Serrano. Direção: Sérgio Sartório. Elenco: André Deca, Bianca Terraza, Carmem Moretzshon, Chico Sant’Anna e Daniela Vasconcelos. Realização: Cia Plágio de Teatro.
Duração e classificação indicativa: 75 minutos | 16 anos
17 de outubro | galhada, em tempos de fissura | 20h
Uma pesquisadora conversa com uma planta e vê galhos brotarem do próprio corpo em uma peça palestra sobre o colapso ambiental.
Ficha técnica: Concepção e atuação: Alice Stefânia. Direção geral: Alice Stefânia e Giselle Rodrigues. Dramaturgia: Alice Stefânia e Fernando de Carvalho. Criação: Teatro do Instante.
Duração e classificação indicativa: 60 minutos | 18 anos
18 de outubro | Encerramento | 20h
Cerimônia de entrega de troféus e homenagens, seguida do espetáculo de dança convidado “Como saborear o Íntimo das Coisas?”, do Núcleo Criativo ESSEDOIS, e de um set com DJ na área de convivência.
Espetáculo convidado — ficha técnica resumida: Núcleo Criativo ESSEDOIS. Direção: Aline Sugai.
Duração e classificação indicativa: 120 minutos | Livre
Por Gláucie Lima

O filme Garotas Só Querem Vingança (‘Find Your Friends’), com Bella Thorne já está no Brasil com exclusividade na plataforma de streaming Filmelier+ desde último dia 1º de outubro.
Em seu primeiro trabalho como diretora e roteirista, Isabel Pakzad apresenta a história de cinco amigas que têm nas festas, no álcool e nas drogas uma parte constante de suas rotinas. Em uma comemoração realizada a bordo de um barco, Amber (Helena Howard) se depara com o ex-namorado, que está acompanhado de outra mulher. Para tentar lidar com a situação, ela se aproxima de Tye (Blaine Kern III), mas a noite toma um rumo inesperado quando ele se aproveita de sua embriaguez. Depois de conseguir escapar da situação, Amber prefere guardar o ocorrido para si. Em vez de interromper a noite, continua bebendo e, tomada pela raiva, decide confrontar Tye de uma maneira bastante impulsiva: – acaba colocando um ponto final na festa para ela e suas amigas, que são obrigadas a deixar o barco. A viagem do grupo continua em uma casa isolada no deserto de Joshua Tree, cenário que passa a servir de extensão para a sequência de festas, bebidas e drogas. Enquanto as amigas mergulham cada vez mais nesse universo de excessos, Amber permanece emocionalmente abalada pelo que aconteceu no barco. Seu desconforto, porém, parece não encontrar espaço entre as demais, que passam a enxergá-la mais como um obstáculo à diversão do que como alguém que precisa de apoio.
Em uma nova festa, a situação volta a sair do controle. Três homens começam a assediar as garotas e insistem mesmo diante das recusas. Amber se torna o principal alvo e, posteriormente, é perseguida por eles. O que torna tudo ainda mais angustiante é a ausência de acolhimento por parte das próprias amigas, que não acreditam no que ela conta e não se mobilizam para protegê-la. A partir desse ponto, a narrativa mergulha em uma sucessão de episódios violentos.
O problema de Garotas Só Querem Vingança não está necessariamente na premissa. O enredo tem elementos que poderiam sustentar um filme interessante, especialmente ao abordar amizade, excessos, violência e as consequências de determinadas escolhas. O que falta é um roteiro capaz de desenvolver esses temas de maneira mais consistente. As protagonistas também não ajudam na construção dessa conexão. O grupo, de modo geral, é difícil de suportar, e Amber acaba sendo a única personagem que apresenta alguma possibilidade de aprofundamento. Mesmo assim, sua construção fica quase inteiramente limitada ao trauma que vivenciou recentemente, sem que o roteiro encontre outras camadas para torná-la mais interessante.
Chega ser utópico mostrar mulheres vivendo a liberdade de sair, beber, festejar e aproveitar a vida sem precisar se encaixar em determinados padrões. Mas, quando essas personagens são apresentadas quase exclusivamente a partir desses comportamentos, torna-se difícil estabelecer qualquer vínculo com elas. E justamente quando a história introduz situações de violência sexual, seria de se esperar que a amizade ganhasse força e que as personagens se unissem diante de uma ameaça comum. O filme, entretanto, desperdiça até essa possibilidade. Finalmente, além da sensação de uma oportunidade perdida, fica uma lição simples: amizade de verdade também aparece quando a festa acaba e alguém precisa de você.
Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=ulDqVNdnLc8
Ficha Técnica
Sobre o O Filmelier+
O Filmelier+ é um serviço de streaming de vídeo por assinatura (da distribuidora SOFA DGTL) focado em curadoria especializada de cinema. Ele nasceu a partir do sucesso do site Filmelier.com, um dos portais recomendadores de filmes mais conhecidos da América Latina. O objetivo da plataforma é ajudar quem perde muito tempo escolhendo o que ver, reunindo produções premiadas, festivais, cinema independente, joias cult e suspenses inéditos

Longe do adocicado convencional, o bioativo se consolida como ingrediente protagonista no universo de perfumaria e beleza através de um perfil olfativo amadeirado, denso e maduro.
Nas redes sociais, a busca por fragrâncias que remetem a sobremesas tornou-se um fenômeno de comportamento. As pesquisas por fragrâncias gourmand cresceram mais de 60%, impulsionadas pela febre do #smelledible no TikTok¹, onde a baunilha se consagrou como o ingrediente favorito da Geração Z². Alinhado a esse movimento, o ingrediente ganhou destaque e passou a ocupar a memória olfativa associada ao conforto. De tanto aparecer no mercado, onde a família gourmand já responde por 12% dos lançamentos mundiais – no início de 2026 –³, a nota acabou sendo reduzida à ideia de um cheiro açucarado. O desafio da indústria de beleza, é justamente desconstruir essa percepção e mostrar que a baunilha pode ir muito além do dulçor.
É nesse contexto que ganha força a tendência Dark Vanilla, uma busca por releituras mais intensas, amadeiradas e sofisticadas que encontram na Baunilha Amazônica a sua expressão mais autêntica. Assim, o ingrediente sai do imagético restrito a um aroma infantil ou exclusivamente doce e o interesse se volta em torno da complexidade da baunilha, criando um aspecto magnético e mais maduro do bioativo. Essa espécie se desenvolve em árvores altas e de presença imponente, tanto que no período de florescimento e frutificação, transforma o ar ao redor com sua presença olfativa. Quando maduras, suas sementes escuras caem no solo e revelam um perfume de maior densidade orgânica, trazendo à tona uma faceta menos conhecida da baunilha.
A fragrância Baunilha Amazônica apresenta um perfil quente, amendoado e encorpado, envolvendo nuances amadeiradas, que desloca a baunilha de seu território mais previsível para identidade própria. A interpretação traduz uma perspectiva mais madura e sofisticada, mostrando como a forma natural do ingrediente pode despertar surpresa e curiosidade em notas aromáticas.
A partir dessa nova faceta, surge a linha Natura Ekos Baunilha Amazônica, envolvendo uma força botânica para os rituais de cuidado do dia a dia. A coleção reúne formulações projetadas para combater o ressecamento da pele, duplicando o poder de hidratação logo na primeira aplicação. A tecnologia envolvida garante uma cobertura olfativa contínua, mantendo uma pele hidratada e fixação da fragrância por até 14 horas.
Essa narrativa encontra sua expressão mais elaborada no Natura Eau de Parfum Ekos Fava. A fragrância combina três variedades do ingrediente — Baunilha Amazônica, Baunilha Baiana e Baunilha Bourbon — para construir uma interpretação complexa onde a cremosidade das favas encontra o mistério de madeiras escuras e especiarias. A criação convida ainda à prática do layering (perfumação em camadas): ao ser aplicado sobre a pele previamente hidratada com a linha corporal de Baunilha Amazônica, o Eau de Parfum ganha maior fixação, unindo a cremosidade da hidratação à alta perfumaria em um rastro denso, sofisticado, autoral e inesquecível.
Redescobrir a baunilha em Ekos Fava e Ekos Baunilha Amazônica é, acima de tudo, um convite para reinventar a forma como nos relacionamos com um dos ingredientes mais amados do mundo. Em um cenário no qual as mudanças climáticas pressionam a produção global e exigem alternativas mais sustentáveis e diversificadas, a indústria da beleza é desafiada a ir além do tradicional. Ao utilizar extratos aromáticos altamente concentrados, obtidos a partir de pequenas quantidades cuidadosamente coletadas, Natura Ekos amplia o valor da baunilha e cria uma experiência de maior sofisticação. Assim, perfumaria e bodycare se encontram para ressignificar um ingrediente conhecido mundialmente, conectando inovação de formulação, biodiversidade brasileira e uma nova perspectiva de mercado de luxo na beleza.
Confira no detalhe as novidades Ekos Fava e a linha Ekos Baunilha Amazônica:
Fragrância de alta perfumaria arquitetada a partir da combinação de três extratos: Baunilha Amazônica, Baunilha Baiana e Baunilha Bourbon. O perfil olfativo cruza o teor amadeirado escuro e notas especiadas com a cremosidade natural das favas, entregando uma assinatura densa, adulta e de alta fixação na pele.
Frescor Ekos Baunilha Amazônica
Desenvolvido para o uso diário, o desodorante colônia traduz a assinatura olfativa da linha em uma estrutura mais fluida. A composição entrega a faceta bruta e amadeirada da espécie nativa com maior volatilidade. O produto atua como uma camada de perfumação complementar, equilibrando a leveza exigida pela categoria com o perfil quente e amendoado da baunilha.
Desodorante Hidratante Corporal Ekos Baunilha Amazônica
Fórmula desenvolvida para neutralizar quadros de ressecamento cutâneo. O produto entrega o dobro de capacidade de hidratação na primeira aplicação e forma um filme protetor que retém o perfil olfativo amendoado e amadeirado por até 48 horas, servindo como base estrutural para a técnica de perfumação em camadas.
Sabonete em Barra Puro Vegetal Cremoso Ekos Baunilha Amazônica
Produzido com óleos vegetais extraídos da biodiversidade brasileira, o sabonete limpa a derme sem remover sua barreira natural de proteção. A formulação prepara o tecido cutâneo para a absorção dos ativos hidratantes da coleção, estabelecendo o primeiro contato com o perfil olfativo da baunilha em estado bruto.
Creme Hidratante para as Mãos Ekos Baunilha Amazônica
Com textura densa de rápida absorção, o produto é direcionado para a restauração da pele exposta das extremidades. A composição reduz o aspecto de ressecamento de forma imediata e fixa o rastro aromático da baunilha, garantindo nutrição e cobertura olfativa contínua.
Óleo Monofásico Desodorante Corporal Ekos Baunilha Amazônica
Formulado para reforçar a proteção da pele, o produto cria uma camada lipídica que atua diretamente na retenção hídrica do tecido cutâneo. A textura emoliente entrega o perfil olfativo amadeirado e quente do ativo de maneira concentrada, intensificando a experiência aromática e potencializando os resultados de proteção contra o ressecamento diário.
Os lançamentos Natura Ekos Fava e Natura Ekos Baunilha Amazônica estão disponíveis nas lojas físicas Natura, no e-commerce e com a Consultora de Beleza Natura mais próxima de você. A marca também incentiva o uso de refis (consulte a disponibilidade).
Tendência TikTok: Registra a ascensão dos conteúdos de “perfumaria comestível” (movimento e hashtag #smelledible) e virais como #vanillagirl e #perfumetiktok¹
Estudo Kyra (State of Beauty 2023 – UK & US): Mapeou a baunilha como a fragrância número 1 favorita da Geração Z²
Consultoria Spate: Registrou o aumento de +60% nas buscas por “Gourmand fragrances” e mais de 2.7k pesquisas por “foodie fragrances”³
Sobre a Natura
Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. É a companhia de melhor reputação do Brasil e a mais responsável em ESG pelo ranking Merco há 12 anos consecutivos. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura é pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. Os produtos da marca podem ser adquiridos através das 2,8 milhões de consultoras, via e-commerce, aplicativo, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br
ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram
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A cidade que vemos todos os dias também pode ser percebida pelos pés, pelas mãos, pelos sons, pelas lembranças e pelas diferentes maneiras como cada corpo consegue ocupá-la. É dessa perspectiva que partiu a segunda edição Sob os Pés do Mundo: Arte e Inclusão, projeto do artista visual, sociólogo e pesquisador italiano Flavio Marzadro. Desta vez, realizado em Sobradinho, o projeto celebrará sua conclusão com exposição inclusiva montada no Teatro de Sobradinho, que poderá ser visitada, gratuitameente, de 3 de outubro a 2 de novembro. Em 14 de outubro, o artista, ao lado dos coautores — os participantes das oficinas e vivências — receberão a comunidade para uma visita guiada.
A exposição reúne 15 quadros táteis, em diferentes formatos e dimensões, sendo a menor de 40×60 cm e, a maior, de 90×130 cm. Produzidas a partir dos lugares, percursos e experiências que atravessaram o projeto, as obras contam com títulos em Braille, letras ampliadas, audiodescrição acessível por QR Code, e paisagens sonoras, que incorporam sons registrados nos espaços que deram origem aos trabalhos. O toque é essencial da experiência. Ao reunir textura, memória, som e imagem, abre-se espaço para abordar acessibilidade, pertencimento, direito à cidade e direito à expressão artística.
Para chegar às telas apresentadas ao público, Sob os Pés do Mundo se desenvolveu em duas frentes. De um lado, foram realizadas oficinas sensoriais com cerca de 80 alunos estudantes do Centro de Ensino Especial de Sobradinho (CEE 01) e do Centro de Ensino Médio de Sobradinho (CEM 02), conduzidas por Flavio Marzadro em colaboração com a ceramista Geusa Joseph e demais monitores. Nelas, os jovens exploraram com os pés, as mãos e a pele, diferentes texturas apresentadas pela equipe, e foram estimulados a descobrir outras nos próprios espaços da escola.
Pisos, calçadas e elementos aparentemente banais do cotidiano passaram a ser percebidos de outra maneira, transformando-se em matéria para a criação artística, a partir da técnica “flotagem”, que captura relevos das superfícies. Com base nessas experiências, foram desenvolvidos moldes e composições, transformando sensações e descobertas em linguagem artística. Para ampliar a participação e a imersão nas atividades, as oficinas contaram com recursos de acessibilidade, como audiodescrição e mediação sensível.
Após as oficinas, Marzadro construiu vivências com quatro pessoas com deficiência, partindo de suas histórias, memórias, deslocamentos e relações particulares com a cidade. Participaram a palestrante Iasmyn de Souza Queiroz, 24 anos, cadeirante; a estudante Lúcia de Fátima Azevedo da Silva, de 53 anos, com síndrome de Down; o aposentado Mitsuo Sato, de 73 anos, que perdeu a visão na vida adulta; e Cícero Lopes, 59 anos, jornalista, ilustrador, designer gráfico e professor de desenho, autista com diagnóstico tardio. Estes encontros acrescentaram uma nova camada ao projeto com a produção de um comovente minidocumentário que compõem a exposição.
Mais do que produzir uma exposição acessível, Sob os Pés do Mundo questiona quem pode produzir arte, quais experiências encontram espaço no circuito artístico e quantas formas de perceber uma mesma cidade permanecem pouco conhecidas. Flavio trabalha a partir da escuta e da convivência, reconhecendo pessoas com deficiência como sujeitos do processo criativo e suas experiências urbanas como produtoras de conhecimento, memória e expressão artística. O próprio projeto nasceu de sua pesquisa sobre as relações entre corpo, cidade e arte e de técnicas capazes de transformar as superfícies urbanas em obras táteis.
Idealizado por Flavio Marzadro, com gestão do Instituto Lente Cultural, o projeto Sob os Pés do Mundo: Arte e Inclusão foi realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC -DF).
As quatro oficinas resultaram em trabalhos criados em colaboração com os estudantes e foram apresentados em exposições realizadas nos ambientes escolares. A experiência dialogou com uma metodologia que, desde a primeira edição, trata as oficinas como espaços de escuta, toque e criação coletiva, e não simplesmente como ensino de uma técnica. O projeto trabalha com a ideia de uma percepção feita com o corpo inteiro, na qual a experiência artística pode surgir do contato com materiais tão cotidianos quanto uma calçada ou um piso tátil.
A segunda frente mergulhou mais profundamente na relação entre trajetória pessoal e território. Para isso, o artista compartilhou tempo, conversas, caminhadas e deslocamentos com quatro moradores, estabelecendo uma relação de confiança que permite que lembranças, afetos, dificuldades, escolhas e projetos de futuro conduzam a experiência artística.
Os quatro revelam uma diversidade que vai muito além das próprias deficiências. Iasmyn de Souza Queiroz, cadeirante, atravessou um período difícil após a pandemia e hoje vive um momento de retomada: voltou aos estudos, estuda inglês, encontrou na comunidade religiosa um importante espaço de pertencimento e começa a construir novos projetos para o futuro. Sua relação com a cidade é atravessada também pelas barreiras de mobilidade enfrentadas por quem utiliza cadeira de rodas.
Lúcia de Fátima Azevedo da Silva, que tem síndrome de Down, encontra no desenho uma forma cotidiana de expressão. Em casa, cercada pelo afeto da família, mantém seu próprio espaço para desenhar e transforma em imagens sobretudo as pessoas que fazem parte de sua vida: familiares, amigos e figuras de seu cotidiano. A arte, portanto, não chega até Lúcia com o projeto: ela já fazia parte de seus dias.
Já Mitsuo Sato, filho de japoneses, carrega outra experiência de percepção da cidade. Ele perdeu a visão aos 30 anos, aprendeu braile no CEEDV e desenvolveu uma vida marcada pela autonomia. Chegou a aprender a interpretar as plantas da própria casa para acompanhar sua construção. Em uma das vivências com Marzadro, revisitou lugares do Plano Piloto onde havia morado com os pais na juventude. Sem precisar enxergá-los novamente, reconheceu na cidade lembranças capazes de reconstruir afetivamente aqueles espaços.
Completa o grupo Cícero Lopes, 59 anos, jornalista, ilustrador, designer gráfico e professor de desenho, que recebeu aos 55 anos o diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista nível 1 de suporte, além de outras condições associadas. Em Sobradinho, ele encontrou também espaços importantes para sua autorregulação: as caminhadas pela Avenida Contorno em direção ao Parque dos Jequitibás fazem parte de sua relação com a cidade. O desenho, habilidade que o acompanha desde a infância e marcou toda a sua trajetória profissional, hoje também está presente no projeto Jornada do Desenho, no qual atua como professor.
É justamente nessa diversidade que Sob os Pés do Mundo encontra sua matéria. Uma cadeira de rodas altera a experiência de uma calçada; a cegueira reorganiza as referências de um percurso; a neurodivergência pode estabelecer outras relações com estímulos e ambientes; memórias e afetos fazem determinados pontos da cidade adquirirem sentidos que não aparecem em nenhum mapa. Ao percorrer esses lugares junto aos participantes, o idealizador do projeto buscou transformar essas experiências em linguagem artística.
Nos pontos escolhidos durante as vivências, entraram em cena os decalques táteis em base siliconada, técnica desenvolvida pelo artista e professor para registrar relevos e texturas de calçadas e outras superfícies. O chão deixa de ser somente lugar de passagem: torna-se suporte de memória e matéria para obras que podem ser experimentadas visualmente e pelo toque.
É também por isso que o processo exige tempo. Antes da obra existe a conversa; antes do decalque, existe a escolha daquele lugar; antes da exposição, existe uma história que precisa ser compartilhada. Na edição de Sobradinho, o minidocumentário permitirá que parte dessa dimensão normalmente invisível da criação chegue também ao público.
Realizada em 2025, a primeira edição de Sob os Pés do Mundo teve como protagonistas Gilfrank Pimentel Nunes, Manoel de Jesus Vieira de Matos, Aparecida Moreira Machado e Sheila Maria Guimarães de Sá, pessoas cegas ou com baixa visão que compartilharam percursos, memórias e percepções sobre diferentes regiões do Distrito Federal. As ações incluíram oficinas no Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV) e na Biblioteca Braille Dorina Nowill, além das vivências urbanas.
O processo culminou em uma exposição no Museu Nacional da República, com 15 quadros táteis produzidos a partir das experiências dos participantes. A mostra contou com títulos em braile, letras ampliadas, audiodescrição e paisagens sonoras dos locais onde os moldes foram realizados.
Ao chegar à segunda edição e ampliar o encontro para pessoas com diferentes deficiências, Sob os Pés do Mundo mantém a pergunta que atravessa todo o trabalho de Marzadro: quem tem direito de criar, ocupar e narrar a cidade? A resposta do projeto está no próprio processo — tocar o chão, percorrê-lo, reconhecê-lo e transformá-lo em arte.
Concepção
Flavio Marzadro
Curadoria
Flavio Marzadro
Barbara Lele
Oficineiros
Flavio Marzadro
Geusa Joseph
Textos
Barbara Lele
Cleber Cardoso Xavier
Edu Rocha
Flavio Marzadro
Taís Beltrame
Gestão administrativa
Carol Peres
Produção
Cleber Lopes
Paula Jacobson
Assistente de produção
Kacus Martins
Design gráfico
Studio Jana Ferreira
Assessoria de comunicação
Charlotte Vilela
Fotos vivências e oficinas
Cristiano Costa
Sérgio de Almeida
Barbarah Queiroz
Fotos vernissagem e exposição
Cristiano Costa
Sérgio de Almeida
Fotos obras
Flavio Marzadro
Vídeo
Cléber Araújo Fernandes
Redes sociais
Mariana Lazzari
Serviço
Mostra Sob os pés do mundo
De 3/10 a 2/11
Das 8h às 12h (Das 14h às 18h, de segunda a sexta, e nos finais de semana em que o Teatro abrir)
Teatro de Sobradinho (Q 12 – Sobradinho)
Classificação: Livre
Entrada: franca

Iniciativa da Liga dos Blocos Tradicionais, com apoio do Ministério da Cultura, começou na última segunda-feira (28), no CEM Urso Branco, com show de mágica
O projeto Liga nas Escolas inicia suas atividades nesta segunda-feira, 28 de setembro, às 10h, no Centro de Ensino Médio Urso Branco, no Núcleo Bandeirante. A iniciativa é da Liga Carnavalesca dos Trios, Bandas e Blocos Tradicionais (LCTBBT), com apoio do Ministério da Cultura (MinC), levará oficinas de artes plásticas, dança, música e mágica à comunidade escolar. A primeira atividade contará com um show de mágica.
O projeto conta com atividades formativas e nove apresentações artísticas. A programação inclui oito shows de bandas e orquestras dos blocos tradicionais e um espetáculo de mágica. A expectativa é atender cerca de 120 estudantes, de 15 a 18 anos, nas oficinas, e alcançar um público de 1.200 espectadores ao longo das apresentações, entre alunos, professores e integrantes da comunidade.
“Queremos que os jovens tenham a oportunidade de experimentar a arte, descobrir habilidades e reconhecer que também podem criar cultura. O contato com os artistas e com o fazer dos blocos aproxima a escola da comunidade e ajuda a construir vínculos com a história do lugar onde eles vivem,” explica Paulo Henrique Nadiceo, idealizador do projeto .
A proposta busca aproximar as novas gerações das tradições do carnaval e da cultura popular brasileira, com vivências de frevo, axé, marchinhas, maracatu e percussão. A Liga reúne os blocos Pacotão, Galinho de Brasília, Mamãe Taguá, Asé Dudu, O Menino da Ceilândia, Bloco dos Raparigueiros, Baratona e Baratinha.
“Os blocos tradicionais guardam ritmos, saberes e memórias que fazem parte da identidade do Distrito Federal. Valorizar suas matrizes culturais, do frevo à percussão afro-brasileira, é manter essa diversidade viva e criar condições para que as novas gerações conheçam, pratiquem e deem continuidade a essas tradições.”
Liga dos Blocos Tradicionais
Fundada em 1997, a Liga dos Blocos Tradicionais de Brasília nasceu para organizar o calendário do carnaval de rua do Distrito Federal e fortalecer a atuação conjunta das agremiações. A instituição sem fins lucrativos passou a representar oficialmente os blocos em 2000. Ao longo de sua trajetória, a Liga e seus filiados desenvolvem o carnaval de Brasília e ações culturais e sociais e oficinas de música, dança, artesanato e bonecos gigantes, com foco na valorização das tradições populares do DF.
Serviço
Liga nas Escolas
Apoio: Ministério da Cultura
Data: 28 de setembro de 2026, segunda-feira
Local: Centro de Ensino Médio Urso Branco
Endereço: 3ª Avenida, Área Especial 4, Núcleo Bandeirante, Brasília/DF
Primeira atividade: show de mágica
Realização: Liga dos Blocos Tradicionais @ligadosblocosdf
https://ligadosblocos.com.br/

Após três anos no circuito musical de Los Angeles, gaitista brasiliense se apresenta com banda na Infinu, em 10 de outubro
De volta à cidade onde nasceu e construiu parte decisiva de sua trajetória, Engels Espíritos reencontra o público de Brasília no dia 10 de outubro, sábado, às 21h, na Infinu Comunidade Criativa, na 506 Sul. À frente de sua banda, o cantor, compositor e gaitista apresenta um show conduzido pela energia do blues e do rock, com a gaita ocupando o centro da cena depois de uma temporada de três anos no circuito musical de Hollywood e Los Angeles.
Na Califórnia, Engels acumulou apresentações em bares, casas noturnas e eventos ligados ao blues e ao rock, ao lado de músicos reconhecidos da cena norte-americana. O período incluiu passagens por espaços tradicionais de Los Angeles, como Harvelle’s, Rainbow Bar & Grill, Whisky a Go Go e Bigfoot Lodge, além de encontros promovidos pela Jazz Eclectic LA. A experiência ampliou a vivência internacional de um artista que já havia levado seu trabalho à Alemanha, ao Canadá e aos Estados Unidos em diferentes momentos da carreira.
A temporada também marcou a participação de Engels Espíritos & Banda no America’s Next Top Hitmaker. Selecionado entre artistas de diferentes países, o grupo avançou até o Top 5 da competição em 2025. Em Brasília, o repertório recupera essa bagagem recente sem perder a identidade construída ao longo de mais de duas décadas de pesquisa sobre as possibilidades da gaita.
Conhecido por deslocar o instrumento para além de seus territórios mais habituais, Engels aproxima blues, rock e funk de ritmos brasileiros. Seus discos Harps Invasion e Faces of the Harps, o DVD Engels Espíritos & Banda ao vivo e o EP Gaitada registram essa busca por novas combinações sonoras. No palco, a gaita não aparece apenas como instrumento de solo: ela conduz melodias, cria texturas e dialoga diretamente com a pulsação da banda.
O show na Infinu transforma o retorno à terra natal em reencontro artístico. A apresentação reúne composições autorais e referências que atravessam a formação do músico, em uma noite concebida para quem deseja sentir de perto a expressividade da gaita, a intensidade do rock e a liberdade de improvisação do blues.
Natural de Brasília, Engels Espíritos é cantor, compositor, gaitista e professor. Com trajetória superior a 25 anos, consolidou-se pela pesquisa de linguagens pouco usuais para a gaita e por uma carreira que inclui shows e turnês no Brasil e no exterior. Ao longo desse percurso, dividiu apresentações com nomes como Brian Cober, Jeff Healey e Philip Sayce e desenvolveu um repertório autoral no qual matrizes afro-americanas encontram sonoridades brasileiras. Em 2025, foi destaque do America’s Next Top Hitmaker, competição realizada nos Estados Unidos.
Evento: Infinu apresenta Engels Espíritos & Banda
Local: Infinu Comunidade Criativa (CRS 506)
Data: 10 de outubro de 2026, sábado
Horário: abertura da bilheteria às 20h30; show por volta das 21h
Ingressos: R$ 40 (meia-entrada ou ingresso solidário) e R$ 80 (inteira)
Ingresso solidário: mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível, exceto farinha de trigo
Classificação indicativa: 18 anos. Menores somente acompanhados pelos pais ou responsáveis legais, conforme as regras da casa
Venda: https://shotgun.live/events/engelsespiritos
Quando a sanfona na minha gaita toca: https://www.youtube.com/watch?v=D2wqFLG7jFs
Grey City Storm: https://www.youtube.com/watch?v=FduY2WuATrs

Show Cheguei pra Ficar, com direção musical de Marcos Farias, filho de Marinês e parceiro Anastácia, celebra duas mulheres fundamentais para a história do forró e transforma a casa brasiliense em um espaço dedicado à escuta e à apreciação no Dia do Nordestino
O Clube do Choro recebe, em 8 de outubro, Dia do Nordestino, um encontro entre mulheres que ajudaram — e continuam ajudando — a construir a história do forró. No show Cheguei pra Ficar — Um Tributo a Marinês e Anastácia, a cantora e percussionista pernambucana Meriele sobe ao palco para celebrar a vida e a obra de duas artistas, que abriram caminhos e permanecem vivas na música brasileira.
Há décadas, Marinês e Anastácia ocupam lugares fundamentais nesse percurso. Com voz marcante e interpretação singular, Marinês alcançou projeção nacional e se firmou como a Rainha do Xaxado. Já Anastácia, a Rainha do Forró, fez de seu talento como intérprete e compositora uma contribuição decisiva ao gênero. Pernambucanas, fortes e inventivas, as duas se encontram na memória do forró por meio de canções que atravessaram o tempo e ajudaram a ampliar as possibilidades artísticas e a presença feminina nesse universo.
A reverência ganha ainda mais sentido ao ser conduzida por outra mulher. Meriele revisita as discografias e as trajetórias das homenageadas sem se limitar à lembrança: ao emprestar voz, corpo e percussão a esse repertório, reafirma a continuidade de uma linhagem feminina que canta, compõe, interpreta e renova o forró. O passeio musical reúne clássicos como Cheguei pra Ficar, Eu Só Quero um Xodó, Tenho Sede e Sanfona Sentida, entre outras canções ligadas às paisagens, aos afetos e à poesia do Nordeste.
Nesta noite, o palco do Clube do Choro — espaço consagrado à música brasileira e à escuta atenta — se transforma em um espaço de forró. A proposta convida o público a apreciar a força das composições e interpretações e, ao mesmo tempo, a se deixar levar pelo ritmo, em uma atmosfera de celebração que aproxima artistas, histórias e plateia.
A direção musical e a participação especial do sanfoneiro e maestro Marcos Farias tornam esse encontro ainda mais próximo do trabalho desenvolvido pelas artistas celebradas. Filho de Marinês e amigo e parceiro de longa data de Anastácia, ele traz ao espetáculo uma relação musical e afetiva construída de dentro dessas trajetórias. Sua presença conecta memória e criação e oferece ao tributo a intimidade de quem acompanhou de perto repertórios, escolhas e modos de fazer música.
Ao lado de Meriele, o grupo Sua Gente reúne Dadá Nunes na sanfona, Sidney Rosa no contrabaixo, Mariana Sardinha no cavaquinho, Bibi Noel na zabumba e Aline Marcimiano no triângulo e vocal. Juntos, apresentam um show que reconhece a dimensão histórica de Marinês e Anastácia e mantém seus legados em movimento, diante de novas gerações de ouvintes.
SERVIÇO
Show: Cheguei pra Ficar — Um Tributo a Marinês e Anastácia, por Meriele e Sua Gente
Local: Clube do Choro de Brasília
Data: 8 de outubro, Dia do Nordestino, às 20h30
Ingressos: 1º lote: R$ 30 (meia); 2º lote: R$ 40 (meia); 3º lote: R$ 50 (meia)
Política: Mulheres pagam meia. Homens têm direito à meia mediante a doação de 1 kg de alimento

Com 15 vestidos inéditos, criação desenvolvida ao longo de oito meses traduz a sofisticação italiana em uma nova leitura da moda bridal durante o Carlos Eugenio Couture
Milão, com sua arquitetura, sua tradição e seu lugar singular no universo da moda, é o ponto de partida para a nova coleção da Carlos Eugenio Bride. São 15 vestidos inéditos, desenvolvidos ao longo de oito meses, em um processo que une pesquisa, criação e construção artesanal para traduzir referências da alta moda italiana em uma proposta contemporânea para a moda bridal.
A coleção ganha a passarela no dia 1º de outubro, durante o Carlos Eugenio Couture, no Lá Custre Hall, em Brasília. O desfile será o momento de revelar as criações ao público, mas a proposta do evento vai além da apresentação das peças: é um convite para vivenciar uma atmosfera construída a partir da moda, da cultura italiana e do olhar autoral que conduz o trabalho.
A inspiração vem da estética milanesa e da maneira como a moda italiana equilibra sofisticação, precisão e personalidade. Em vez de reproduzir tendências, a coleção interpreta esse repertório e o transforma em uma linguagem própria, aproximando referências internacionais da identidade construída pela marca.
Cada vestido foi concebido para apresentar uma leitura particular da elegância. Silhuetas, volumes, texturas e acabamentos foram trabalhados de forma minuciosa, criando uma sequência que mantém unidade estética sem abrir mão da individualidade de cada criação.
O processo criativo se estendeu por oito meses, entre pesquisa, desenvolvimento e construção das peças. O período permitiu aprofundar escolhas e aperfeiçoar cada elemento, do desenho às etapas finais de execução.
O resultado parte da ideia de que o vestido de noiva pode ultrapassar sua função tradicional e assumir uma dimensão autoral. Mais do que vestir uma ocasião, a peça passa a integrar a memória de quem a usa, refletindo personalidade, estilo e a maneira particular de viver esse momento.
“Foram oito meses de dedicação para construir uma coleção que traduzisse a essência da alta moda de Milão para o nosso universo. Quisemos criar vestidos que carregassem sofisticação, personalidade e uma identidade própria, respeitando a delicadeza e a força que existem em cada noiva. Cada uma das 15 peças foi pensada para contar uma história e revelar um pouco da nossa visão sobre a moda bridal”, afirma Carlos Eugenio, estilista e proprietário da Carlos Eugenio Bride.
O Carlos Eugenio Couture foi concebido como uma experiência em torno da moda. A apresentação das peças é o ponto central, mas o encontro propõe ao público uma imersão no universo que deu origem à coleção, aproximando criação, estética e cultura.
A referência italiana ganha, assim, uma nova interpretação na Capital. O evento cria uma ponte entre a atmosfera de um dos grandes polos mundiais da moda e a identidade construída localmente, convidando os presentes a não apenas assistir ao desfile, mas a vivenciar a cultura que inspira a coleção.
Na passarela, a moda ganha movimento e narrativa. Fora dela, o evento amplia esse olhar ao apresentar ao público o universo criativo que existe por trás das peças. A experiência reúne referências, processo e identidade em uma noite pensada para celebrar a criação e a expressão por meio da moda.

Na Academia D’stak, em Brasília, o acompanhamento constante de profissionais de Educação Física ajuda alunos a ajustar exercícios, cargas e progressão de acordo com objetivos e níveis de condicionamento
Treinar não significa apenas repetir exercícios. A escolha dos movimentos, a execução, a carga, a amplitude, o intervalo e a progressão fazem parte de um processo que precisa considerar o objetivo e o nível de condicionamento de cada pessoa. Na D’stak, academia com 46 anos de tradição em Brasília, esse acompanhamento é realizado por uma equipe de profissionais de Educação Física habilitados, que atuam em diferentes modalidades, como musculação, treinamento funcional, corrida e natação.
Para Wilson Brasil, profissional de Educação Física, proprietário e coordenador técnico da Academia D’stak, um dos principais erros é copiar treinos sem considerar o seu próprio nível de condicionamento. “Também vemos excesso de carga, execução inadequada e progressão muito rápida. O treino precisa respeitar o objetivo e a condição de cada pessoa”, explica Wilson.
Carga maior não significa evolução
Segundo o especialista, um dos erros mais comuns de quem treina por conta própria é associar evolução exclusivamente ao aumento da carga. Quando o peso aumenta antes de o aluno dominar o movimento, a execução pode perder qualidade e machucar. “O principal sinal é a perda de qualidade na execução e a instabilidade articular. Se o aluno reduz muito a amplitude, acelera o movimento ou começa a fazer compensações para conseguir terminar o exercício, é hora de avaliar se aquela carga realmente é adequada”, afirma Wilson.
Além da carga, o profissional também observa diversos outros fatores. “A carga é apenas uma das variáveis do treinamento. Podemos trabalhar amplitude, velocidade de execução, número de repetições, séries, intervalos e organização dos exercícios. Ou seja, evoluir, definitivamente, não significa apenas levantar mais peso. Depende de propósito, boa orientação, evolução de peso gradativo e constância no treino.
Acompanhamento também envolve evolução
O trabalho do profissional de Educação Física não termina na correção de um movimento. O acompanhamento permite reorganizar o treino quando o aluno muda de objetivo ou passa por diferentes fases de condicionamento. Nesse sentido, a equipe da Academia D’stak reúne professores que atuam em diferentes áreas: musculação, fitness, natação infantil e adulta, corrida e condicionamento físico.
Vale lembrar que a atuação desses profissionais também está relacionada à promoção e à prevenção em saúde – a Resolução nº 218/1997 reconhece o profissional de Educação Física como profissional de saúde de nível superior; e uma resolução de 2025 voltou a destacar a atuação da categoria em promoção, prevenção e reabilitação em saúde.
Para Wilson, o acompanhamento especializado permite um desenvolvimento saudável e longevo. Lembrando que longevidade não é destino é decisão! Cada treino, cada refeição, cada noite de sono é um voto pelo tipo de vida que você quer ter. Academia não é estética, é investimento!
Além da evolução do desempenho, a orientação adequada também é fundamental para tornar o exercício mais seguro, reduzindo o risco de sobrecargas e lesões que podem afastar o aluno da prática por semanas ou até meses. “O maior objetivo deve ser fazer com que a pessoa evolua de forma consistente, mas também consiga manter uma rotina de atividade física ao longo do tempo, com segurança e continuidade”, finaliza Wilson.
D’stak: 46 anos transformando histórias
Fundada há 46 anos, a Academia D’Stak construiu sua história acompanhando gerações e se consolidou como uma das academias mais tradicionais da capital federal. Ao longo das décadas, ampliou sua estrutura, atualizou métodos e manteve o foco no atendimento personalizado e na promoção da saúde e qualidade de vida.
A academia mantém operação de segunda a sábado, com um complexo aquático composto por três piscinas – para aulas de natação (a partir dos três meses de vida) e hidroginástica – e uma semiolímpica, área fitness para musculação, ergometria e aulas coletivas (bike, step, abdominal, funcional, dança e alongamento).
Serviço: Academia D’stak
SGAN 911 Norte, Asa Norte – Brasília/DF
Telefone: (61) 3340-9955

“Nação Ubuntu – A Voz dos Silenciados” conta a trajetória de quatro refugiados congoleses que se tornaram líderes Ubuntu na Organização humanitária FSF
A história de quatro refugiados congoleses que encontraram na filosofia Ubuntu um caminho para transformar a própria realidade e a de milhares de outras pessoas chega às telas no Festival do Rio 2026. O documentário “Nação Ubuntu – A Voz dos Silenciados”, que retrata uma história que também faz parte da trajetória da Fraternidade Sem Fronteiras (FSF), terá três exibições durante o evento, nos dias 5 e 6 de outubro, no Rio de Janeiro. A estreia nacional está marcada para 12 de novembro.
Dirigido por Paulo Henrique Fontenelle, produzido por Iafa Britz, com produção da Migdal Filmes, distribuição da Downtown Filmes e apoio da Fraternidade Sem Fronteiras, o documentário acompanha as trajetórias de Maick Mutej, Prince Kalolo, Felly B. Zihalirwa e Frank Donatien, refugiados da República Democrática do Congo que se tornaram conhecidos como líderes Ubuntu.
No Festival do Rio, a primeira exibição será uma première no dia 5 de outubro, às 18h45, no Centro Cultural FGV. No dia seguinte, 6 de outubro, o filme terá duas sessões abertas ao público: às 18h, no CineCarioca José Wilker 1, e às 19h, na Estação Claro Rio 5, esta última seguida de debate. Os ingressos estão disponíveis pela plataforma:Ingresso.com
Uma história de protagonismo e transformação
O filme tem como cenário o Campo de Refugiados de Dzaleka, no Malawi, no sudeste do continente africano. Criado em 1994 para receber dez mil pessoas, o local reúne atualmente cerca de 58 mil refugiados que deixaram seus países em razão de conflitos políticos, religiosos e étnicos.
Foi em Dzaleka que as histórias de Maick, Prince, Felly e Frank se encontraram. Vindos da República Democrática do Congo e marcados pelo deslocamento forçado, eles encontraram na união e na mobilização comunitária uma forma de construir novas perspectivas diante das dificuldades vividas no campo.
A partir dos princípios da filosofia Ubuntu, sintetizada pela expressão “eu sou porque nós somos”, os quatro começaram a mobilizar outros refugiados em torno de ações voltadas à própria comunidade.
Em 2018, essa caminhada ganhou um novo capítulo com a Fraternidade Sem Fronteiras e o desenvolvimento do projeto Nação Ubuntu. Educação, alimentação, geração de oportunidades e fortalecimento comunitário passaram a fazer parte de uma construção coletiva protagonizada pelos próprios refugiados.
O “Nação Ubuntu – A Voz dos Silenciados” coloca no centro da narrativa as pessoas, suas histórias e a capacidade de transformar a realidade a partir da união.
Do continente africano para o Festival do Rio
A participação no Festival do Rio antecede a estreia nacional de “Nação Ubuntu – A Voz dos Silenciados”, marcada para 12 de novembro.
Criado em 1999, o Festival do Rio é o maior festival de cinema da América Latina e uma das principais vitrines do cinema brasileiro. Ao longo de sua história, já exibiu mais de sete mil longas-metragens nacionais e internacionais, incluindo obras premiadas nos principais festivais do mundo, como Cannes, Berlim, Veneza e Toronto.
Com uma programação que reúne mostras competitivas, seleções temáticas, sessões especiais e atividades formativas, o evento contribui para a formação de público e para a qualificação de profissionais do setor.
A presença de “Nação Ubuntu – A Voz dos Silenciados” no festival leva ao público brasileiro uma história que começou dentro de um campo de refugiados no Malawi e que agora ganha as telas do cinema.
SERVIÇO:
| “Nação Ubuntu” no Festival do Rio 2026Exibição: 5 de outubro, às 18h45 Centro Cultural FGV – PremièreExibição: 6 de outubro, às 18h CineCarioca José Wilker 1 Sessão aberta ao públicoExibição: 6 de outubro, às 19h Estação Claro Rio 5 Sessão aberta ao público seguida de debateIngressos: pela plataforma Ingresso.com Estreia nacional: 12 de novembro de 2026. |
Sobre a Fraternidade Sem Fronteiras – A FSF é uma Organização humanitária e Não-Governamental, com sede em Campo Grande (MS) e atuação brasileira e internacional em nove países, em alguns dos lugares mais pobres do planeta, com esperança e profundo desejo de ajudar, acabar com a fome e construir um mundo de paz. A instituição possui 77 polos de trabalho, mantém centros de acolhimento, oferece alimentação, saúde, formação profissionalizante, educação, cultivo sustentável, construção de casas e ainda, abraça projetos de crianças com divergências neurais e doenças raras. Todos os trabalhos são mantidos por meio de doações e principalmente pelo apadrinhamento com valor a partir de R$35. Mais informações podem ser obtidas pelo site http://www.fraternidadesemfronteiras.org.br.

Evento reúne moda primavera-verão, artesanato, decoração, beleza e gastronomia na Praça de Alimentação do shopping
Entre os dias 05 e 09 de outubro, o Shopping ID recebe uma nova edição da Feira Expomodas. O evento será realizado na Praça de Alimentação, das 10h às 18h, reunindo o talento de expositores e artesãos locais em um ambiente leve, acolhedor e repleto de novidades.
A edição celebra as tendências da estação com foco na moda primavera-verão, destacando tecidos leves, cores quentes e pastéis, além das clássicas estampas florais e de tendência. Com curadoria da empreendedora Renata Aguiar, a Expomodas se consolida como uma grande vitrine da economia criativa no Distrito Federal, valorizando o pequeno produtor e incentivando o comércio local.
Os visitantes contarão com um layout fluido projetado para facilitar a circulação entre os estandes. A seleção de produtos abrange diversas áreas como moda altoral, acessórios e joias, decoração e artesanato, e gastronomia.
“Mais do que uma feira de compras, o evento busca conectar pessoas, cultivar parcerias e oferecer momentos especiais para toda a família em um espaço prático e seguro”, destaca a organização.
Sobre o Shopping ID
Consolidado como um dos principais centros de decoração e design do Centro-Oeste, o Shopping ID está localizado no coração de Brasília, no Setor Comercial Norte. O espaço oferece fácil acesso, segurança e comodidade, contando com estacionamento privativo e opções externas.
Além de mais de 40 lojas especializadas em mobiliário e decoração, o shopping conta com um polo gastronômico diversificado, com destaques como Camarada Camarão, Chicago Prime, Madero Steak House e Mangai.
Serviço:
Feira Expomodas Outubro
Data: 05 a 09 de outubro
Horário: 10h às 18h
Local: Praça de alimentação do Shopping ID
Endereço: Setor Comercial Norte, Quadra 06, Conjunto A. Atrás do Brasília Shopping
Entrada: Gratuita e aberta ao público
Mais informações: Através dos perfis no Instagram @expomodasdf e @shoppingidoficial

A união entre a maestria técnica nipônica e o ecossistema sustentável da floresta em pé traduz a nova fronteira do território sensorial brasileiro
A alta gastronomia contemporânea encontra seu ápice quando o rigor da técnica se curva à sabedoria ancestral da terra. Em um movimento que redefine o diálogo entre conservação e paladar, o Gurumê anuncia sua imersão culinária no Projeto Tucumã. Desenvolvida em uma aliança estratégica pelo Grupo Trigo com o Instituto Arapyaú e a startup de impacto socioambiental Mazô Maná, a iniciativa mapeia ingredientes nativos da Amazônia para estruturar cadeias produtivas regenerativas e incorporá-los ao circuito da gastronomia japonesa contemporânea. A proposta materializa o conceito de “japonês com alma brasileira”, transpondo a riqueza botânica das comunidades extrativistas diretamente para a bancada e os salões da grife.
A pesquisa sensorial do projeto transcende a mera fusão de receitas; trata-se de um estudo aprofundado sobre o terroir das bacias hidrográficas amazônicas e sua capacidade de dialogar com o frescor milimétrico da culinária nipônica. Inspirados pela densidade aromática da floresta, os chefs executivos e desenvolvedores do Gurumê exploram as propriedades fisiológicas e olfativas de frutos, sementes, óleos essenciais e infusões nativas. A paleta gustativa da Amazônia — marcada por notas terrosas, cítricos pungentes e acidez vegetal complexa — atua como um contraponto natural à untuosidade de pescados e à sutileza do arroz artesanal, criando uma narrativa que homenageia a memória das águas e das matas brasileiras.
Desde sua gênese carioca em 2014, o Gurumê consolidou-se como uma marca-ponte, capaz de preservar a reverência da tradição japonesa enquanto abraça a leveza e a espontaneidade nacionais. Ao longo de doze anos de evolução técnica, o restaurante substituiu a ostentação estética pela autenticidade do produto, consolidando o “luxo justo”. O Projeto Tucumã simboliza esse amadurecimento institucional: ao invés de buscar referências em mercados externos, a marca olha para o patrimônio ecológico brasileiro, valorizando os guardiões da floresta e perpetuando um ciclo virtuoso em que a cozinha reverencia as histórias humanas por trás de cada insumo.
O alicerce do Projeto Tucumã reside na estruturação de uma cadeia de valor ética, justa e rastreável. Em cooperação direta com o Instituto Arapyaú e a curadoria de campo da Mazô Maná, a iniciativa viabiliza a conexão direta de comunidades extrativistas locais e cooperativas agroecológicas da Amazônia com o centro de distribuição e as cozinhas do grupo. A operação assegura remuneração justa aos produtores tradicionais e incentiva a conservação da floresta em pé, transformando o ato culinário em ferramenta prática de sustentabilidade e regeneração florestal. Cada óleo prensado a frio, cada redução de fermentado e cada polpa nativa chegam aos restaurantes com safras controladas e respeito intransigente aos ciclos sazonais da natureza.