Categoria: Internacional

‘Amor de Aluguel’ teve maratona de episódios em sua estreia no Noverama TV

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Novo canal da SOFA DGTL apresenta a primeira novela do Youtube, um sucesso mundial agora em versão dublada e gratuita

A novela “Amor de Aluguel” (“Kiralık Aşk”), um dos maiores fenômenos da teledramaturgia turca, já chega ao Noverama TV, no YouTube, com três episódios de uma vez, convidando o público a maratonar. Os capítulos seguintes serão exibidos de segunda a sábado, a partir das 19h. 

Com 148 capítulos, a novela inaugura a publicação diária no recém-criado Noverama TV, uma aposta da SOFA DGTL para o formato digital, unindo o hábito de consumo da TV aberta à escala e precisão de dados do streaming. A novela ficará no ar até o fim deoutubro, gratuitamente.

Ambientada em Istambul, a trama acompanha Defne (Elçin Sangu), uma jovem humilde que aceita conquistar o rico designer Ömer (Baris Arduç) para ajudar sua família financeiramente. O acordo, inicialmente pragmático, evolui para uma história envolvente que mistura romance, humor e emoção, sustentada por personagens carismáticos e alta identificação com o público.

Sucesso em dezenas de países, “Amor deAluguel é considerada um clássico moderno da comédia romântica turca e chega ao Brasil já com uma base de fãs consolidada. A química entre os protagonistas Barış Arduç e Elçin Sangu é um dos principais fatores deengajamento da obra, especialmente entre o público feminino, que lidera o consumo do gênero.

Trailer: https://youtu.be/7udOpO-YBXY?si=PmB5nugSWgG4MJZf

Serviço – Amor de Aluguel

Estreia: 4 de maio de 2026
Exibição: segunda a sábado, às 19h
Capítulos: 148
Onde assistir: YouTube (Noverama TV)

Confira a sinopse dos capítulos na primeira semana (De 4 a 9 de maio):

Capítulo 1 – Segunda-feira (4/5)

Hulusi dá seis meses para a família casar Ömer. Demitida depois de um escândalo no restaurante, Defne chega em casa e descobre que Serdar foi levado por agiotas. Sem dinheiro para salvá-lo, ela vê a família entrar numa crise séria.

Capítulo 2 – Segunda-feira (4/5)

Para salvar o irmão das mãos de agiotas, Defne aceita a oferta de Neriman e passa a trabalhar para Ömer. No novo emprego, ela descobre a rotina rígida do chefe e se vê diante do homem que terá de conquistar.

Capítulo 3 – Segunda-feira (4/5)

Durante um ensaio, Defne tenta se adaptar ao novo trabalho, sofre com as provocações deYasemin e é culpada pelo acidente de uma modelo. Com dores no tornozelo, ela acaba sendo carregada no colo por Ömer.

Capítulo 4 – Terça-feira (5/5)

Depois de ser cobrada por erros no escritório, Defne recebe de Ömer uma tarefa para entregar até a manhã seguinte. Sem saber nem por onde começar, ela percebe que não conseguirá ir para casa, mas acaba recebendo a ajuda inesperada de Sinan.

Capítulo 5 – Quarta-feira (6/5)

Confiando em Defne para buscar o sapato exclusivo, Ömer abre uma exceção. Quando ela vai ao banheiro, Yasemin rouba a peça, negocia com uma empresa concorrente e deixa a assistente na mira da armação.

Capítulo 6 – Quinta-feira (7/5)

Ao descobrir que vai com Ömer a uma festa importante, Defne é arrumada às pressas por Neriman para impressionar o empresário. Entre palpites e insegurança, ela entra de vez no jogo armado para se aproximar dele.

Capítulo 7 – Sexta-feira (8/5)

No evento, Defne nota a conversa suspeita deYasemin com um homem e fotografa os dois. No dia seguinte, o sumiço do sapato faz Ömer acusá-la de mentir e demiti-la.

Capítulo 8 – Sábado (9/5)

Depois da demissão, Defne volta à empresa para dizer a Ömer que não roubou o sapato. Enquanto ela tenta limpar o próprio nome, Yasemin acerta a entrega da peça roubada com o concorrente.

Sobre a SOFA DGTL

A SOFA DGTL é uma agregadora deconteúdo premium  que tem como missão conectar histórias a pessoas, ajudando o consumidor a encontrar o conteúdo certo para o seu perfil. Por meio do serviço derecomendação, Filmelier.com, com mais 17 milhões de usuários em 2024, a SOFA DGTL obtém amplo conhecimento da audiência e consegue definir a melhor estratégia para aquisição e monetização de filmes. A empresa comercializa o melhor do cinema em mais de30 plataformas na América Latina nas modalidades Transacional – TVOD (aluguel e compra), Assinatura –SVOD e por Publicidade – AVOD, com mais de 400 milhões de horas assistidas nesse segmento em 2024.

Tradição Italiana: Francisco Ansiliero foi Ordenado “Cavaliere” no 3º Capítulo da Ordine dei Cavalieri del Tartufo e dei Vini di Alba, na Embaixada da Italia

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A rica herança enogastronômica do Piemonte ganhou um novo e ilustre embaixador na capital federal. No dia 2 de dezembro, a  sede da Embaixada da Itália no Brasil foi o palco do 3º Capitolo da Ordem dos Cavaleiros da Trufa e dos Vinhos de Alba (Ordine dei Cavalieri del Tartufo e dei Vini di Alba) em Brasília, um evento que reforçou os laços culturais ítalo-brasileiros e celebrou a excelência da culinária piemontesa.

O ponto alto da cerimônia foi a ordenação de Francisco Ansiliero, uma das figuras mais icônicas e influentes da gastronomia de Brasília. A honraria foi concedida pelas mãos do Grão-Mestre (Gran  Maestro) Tommaso Zanoletti, que viajou com exclusividade de Alba, na região do Piemonte, para presidir o capítulo.

Francisco Ansiliero: Um Arquiteto de Sabores em Brasília

Francisco Ansiliero é mais do que um restaurateur; ele é um marco na história culinária de Brasília. Sua trajetória é sinônimo de dedicação à alta gastronomia, com foco especial na cozinha italiana. À frente do renomado Dom Francisco, um dos restaurantes mais prestigiados da capital, ele se consolidou como uma referência em frutos do mar, carnes nobres e, principalmente, em vinhos de qualidade.

Ao longo de décadas, Ansiliero contribuiu não apenas para elevar o padrão da alimentação brasiliense, mas também para a educação enogastronômica do público, tornando-se um defensor incansável dos ingredientes de excelência. Sua ordenação como “Cavaliere” é o reconhecimento de seu papel fundamental na difusão da cultura do vinho e da boa mesa, valores centrais pregados pela Ordem de Alba.

O Fortalecimento da Delegação de Brasília

A indicação de Francisco Ansiliero partiu da Cavalieri Sueli Maestri, curadora do evento Vini D’Italia, que foi ordenada no 1º Capítulo da Ordine, tornando-se a primeira mulher Cavaliere da Delegação de Brasília, conforme detalhado na fundação da Ordem. O gesto simboliza a expansão da influência e a consolidação da delegação, que já celebra seu terceiro capítulo.

A Ordem dos Cavaleiros da Trufa e dos Vinhos de Alba, fundada em 1967, em Grinzane Cavour, hoje reúne mais de 2.000 membros globalmente e tem como missão preservar, proteger e promover as tradições enogastronômicas de Alba, celebrando produtos de excelência como a lendária trufa branca e o vinho Barolo.

A presença do Grão-Mestre Tommaso Zanoletti neste terceiro capítulo sublinha a importância estratégica da capital brasileira para a Ordem, que continua a expandir sua influência e o número de membros, fortalecendo a conexão cultural entre a Itália e o Brasil através dos seus sabores mais nobres.

Contexto da Ordem em Brasília

A delegação de Brasília da Ordem dos Cavaleiros da Trufa e dos Vinhos de Alba foi inaugurada em um evento memorável, conduzido pelo Maestro do Conselho Regente, Ugo Venturino, e pelo vice-Maestro, Juscelino Pereira. O evento inaugural empossou o Embaixador da Itália, Alessandro Cortese, e a já mencionada Sueli Maestri. A chegada da Ordem é um passo fundamental para disseminar a cultura e os produtos de excelência do Piemonte no país.

“AFINS” é a nova exposição coletiva na Galeria Karla Osorio

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A Galeria Karla Osorio apresenta a exposição coletiva “AFINS”, com obras de 34 artistas brasileiros de diversas gerações e de todas as regiões do país, que tem em comum afinidades em torno de um deles o também curador Bené Fonteles. São eles Ailton Krenak, Amelia Toledo, Bené Fonteles, Ciça Fitippaldi, Carolina Bonfanti, Daiara Tukano, Emanoel Saravá, Ernesto Bonato, Ernesto Neto, Fernando Coelho, Fernando França, Hamilton Leitão, João Paulo Marques de Lima, Josafá Neves, José Ivacy, Kboco, Lia do Rio, Luiz Gallina Neto, Luiz Hermano, Marcelo Conrado, Marcelo Reis, Maxim Malhado, Mô Toledo, Orlando Maneschy, Rachel Mascarenhas, Regina Vater, Rodrigo Bueno, Rômulo Andrade, Selma Parreira, Seo Constante, Siron Franco, Ton Bezerra, Xico Chaves e Zuarte.

A curadoria de Bené Fonteles e Karla Osorio, reúne artistas que dialogam com a vida e obra de Fonteles, artista pioneiro e essencial na cena da arte contemporânea brasileira. A variedade de artistas, com suas diferentes origens e percursos, proporciona diálogo único sobre temas recorrentes na carreira de Fonteles – a relação entre arte e ecologia, o poder do sensível e do espiritual -, oferecendo perspectivas poéticas distintas e, ao mesmo tempo, complementares e muito atuais.

Sobre a exposição

AFINS reúne artistas afinados com Bené Fonteles, curador da mostra juntamente com Karla Osorio. As afinidades que unem os artistas selecionados não são apenas artísticas, mas também poéticas e filosóficas, ecológicas e espirituais ao manifestar pelas matérias, formas e sentidos o ser e o estar no mundo sem ser o mundo.

Fonteles passou a ser, desde os anos 1970, inspiração e referência para muitos artistas da arte contemporânea no país, pelo seu pioneirismo nas relações de arte e ecologia, por suas atitudes poéticas e políticas ligadas à espiritualidade brasileira e universal. Nesta mostra, Bené se encontra com seus pares que são bem mais e muitos para celebrar uma vida dedicada à Vida.

Gravitando em torno de Bené artistas, poeta, compositor, curador e escritor, convidamos seus pares artistas e poetas com os quais tem grandes afinidades afetivas e artísticas, para uma conversa nos espaços da galeria. Neste encontro poético firmam-se diálogos entre o visível e invisível por meio do poder amoroso e do que é sensível e sensorial, entre o que é profano e sagrado: ambos, vão dissolvendo a tênue fronteira entre o que se diz erudito e o que se faz popular, chegando ao que Bené chama de “o corpo do transcendente”.

A inauguração se dá em Brasília, na semana de aniversário de 66 anos da cidade, capital que Bené escolheu para ser sua própria por muitos anos de sua vida e onde tem grande parte de sua família. Os artistas da exposição, em sua maioria, estarão presentes no evento. No local, a mostra ocupará as 7 (sete) galerias, espalhadas em 5 pavilhões e o grande jardim, onde ARTE estará em toda PARTE. Depois de Brasília, a mostra seguirá para São Paulo, num formato mais intimista, entre agosto e outubro próximo.

Sobre os artistas

Ailton Krenak (Itabirinha, MG, 1953) – Escritor e ambientalista, Krenak é uma das principais vozes indígenas do país e o primeiro indígena eleito para a Academia Brasileira de Letras. Autor de obras como Ideias para adiar o fim do mundo e Futuro ancestral, articula pensamento indígena, filosofia e ecologia para questionar os modos de vida atuais e apontar caminhos possíveis de relação com a natureza e o coletivo.

Amelia Toledo (São Paulo, 1926 – Cotia, 2017) – Amélia Toledo foi uma influente escultora, pintora, desenhista e gravadora brasileira. Desenvolveu uma prática multifacetada — entre escultura, pintura e gravura — forjada no convívio com figuras centrais da arte moderna brasileira como Anita Malfatti, Hélio Oiticica e Lygia Pape. A partir dos anos 1970, sua produção ultrapassa a gramática construtiva e volta-se para as formas da natureza, com a paisagem e a pesquisa cromática tornando-se eixos fundamentais de sua obra. Participou de mostras individuais em instituições como MuBE, Estação Pinacoteca, Instituto Tomie Ohtake e Centro Cultural Banco do Brasil, e de coletivas como a 29ª Bienal de São Paulo e Radical Women: Latin American Art, 1960–1985, no Hammer Museum e no Brooklyn Museum. Suas obras integram coleções da Fundação Calouste Gulbenkian, MASP, MAM-SP e Pinacoteca do Estado de São Paulo, entre outras.

Bené Fonteles (Bragança, PA, 1953) – Vive e trabalha entre Brasília, Caldas (MG) e Salvador (BA) É artista plástico, jornalista, editor, escritor, poeta e compositor. Iniciou sua carreira em 1971, participando do 3º Salão Nacional de Artes Plásticas do Ceará. Desde então, transita entre a arte e o artesanato, baseando seu trabalho na transformação de materiais simples e muitas vezes frágeis, naturais ou pouco trabalhados pelo o homem, como pedras, pedaços de troncos, cordas, tecidos rústicos, arames, entre outros. Por cinco vezes participou da Bienal de São Paulo, com destaque para a 32ª edição, com o projeto Ágora: Oca Tapera Terreiro, sob convite de Julia Rebouças, assim como do Panorama de Arte Atual Brasileira no MAM de SP e mostras experimentais no Museu de Arte Contemporânea da USP.

De suas exposições individuais, podem ser destacadas as mostras, “Sudários” no Espaço Cultural Contemporâneo – ECCO em Brasília, “Audiovisuais” e “Terra”realizadas na Pinacoteca do Estado de São Paulo, “Bené Fonteles” no Parque Lage no Rio de Janeiro e diversas outras. Também está presente em coleções privadas e em diversos acervos públicos e institucionais em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Fortaleza, Belém, Cuiabá, Paris e Nova Iorque. Além do trabalho autoral como artista visual, já organizou e publicou diversos livros e catálogos sobre artistas como Rubem Valentim, Mario Cravo Neto, Athos Bulcão etc. Faz curadorias e projetos de expografia em artes visuais. Foi diretor do Museu de Arte da UFMT e Museu de Arte de Brasília e recebeu do Ministério da Cultura e da Presidência da República a Ordem do Mérito Cultural.

Ciça Fitippaldi (São Paulo, SP, 1952) – Ciça Fittipaldi é paulistana e vive em Goiás. Artista visual, ilustradora e autora de livros para crianças, seu trabalho é fortemente marcado pela pesquisa das culturas, vivências e colaborações com etnias indígenas no Brasil e países latino-americanos, especialmente da Amazônia. Sua produção também é afetada pelo interesse nas literaturas africanas e afro brasileiras. Ativista das questões indígenas desde os anos 1970 e mestra em Arte e Cultura Visual pela Universidade Federal de Goiás, foi vencedora do Prêmio APCA e, mais recentemente, ganhou o Selo White Ravens da Biblioteca da Juventude de Munique pela obra “KAALIAWIR”.

Carolina Bonfanti (Rio de Janeiro, RJ, 1987) – Carolina “Loló” Bonfanti inicia sua trajetória expositiva em 2013 e desde então apresenta trabalhos fotográficos e video instalações em instituições como o Centro Cultural Kirchner, Centro Cultural Haroldo Conti, Museu Lucy Mattos e Museu MACsur, além de participar do OFF da Bienal de Dakar, Dak’Art, no Senegal, e de residências como a Floresta Viva na Kaaysá Art Residency, com curadoria de Bené Fonteles. Sua obra investiga o cruzamento entre corpo, natureza e arte, costurando narrativas simbólicas, imaginários míticos e processos de transformação. Atualmente, vive e trabalha em Itacaré, Bahia.

Daiara Tukano (São Paulo, SP, 1982) – Duhigô, do povo indígena Tukano – Yé’pá Mahsã, pertence ao clã Eremiri Hãusiro Parameri do Alto Rio Negro na Amazônia brasileira, nascida em São Paulo e residente em Brasília, DF. É artista, curadora, professora e ativista do povo Tukano. Graduada em Artes Visuais e Mestre em direitos humanos pela Universidade de Brasília – UnB, pesquisa o direito à memória e à verdade dos povos indígenas. sua obra vem ganhando destaque no Brasil e no exterior. Atua na discussão sobre o direito à memória e verdade dos povos indígenas, na promoção das políticas culturais para os povos indígenas e a defesa de seu patrimônio cultural como a repatriação de artefatos ancestrais. Em seu percurso, arte, pesquisa e mobilização caminham juntas — como formas de resistência e afirmação de identidade. Participou da 34a Bienal de São Paulo e foi ganhadora do Prêmio PIPA Online 2021, além de ter sido premiada com o Prince Claus Seed Awards em 2022. Conta com obras nos acervos da Pinacoteca de São Paulo, MASP, Memorial dos Povos Indígenas – DF, Museo delle Civilità (Itália), Mauritshuis Museum (Holanda).

Emanoel Saravá (Salvador, BA) – Emanoel Saravá é artista visual multidisciplinar, nascido em Salvador, Bahia, Brasil, e graduando no Bacharelado Interdisciplinar em Artes pela Universidade Federal da Bahia (IHAC/UFBA). Sua prática investiga o corpo-natureza como campo de inscrição e irradiação subjetiva e transgressiva, em diálogo com a cosmovisão afro-indígena, articulando memórias, territorialidades e vivências como matéria de criação. A partir desses cruzamentos, seu trabalho tensiona e reconfigura a leitura histórica das paisagens urbanas da cidade, especialmente nas zonas de fricção entre natureza, infraestrutura e marginalidade social. Entre vestígios históricos e atravessamentos do contemporâneo, desenvolve fabulações poéticas e políticas por meio da fotografia, da imagem, da instalação e do objeto.

Ernesto Bonato (São Paulo, SP, 1968) – Gravador, fotógrafo, curador e professor. Gradua-se em artes plásticas em 1992 e conclui mestrado em poéticas visuais, sob orientação de Evandro Carlos Jardim (1935), em 2000, na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). Em 1991, participa do Projeto Nascente da USP. Freqüenta o Atelier Experimental de Gravura Francesc Domingo do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC/USP) e do Museu Lasar Segall, entre 1991 e 1994. Neste último ano, freqüenta o curso Estratégias de Abordagem da Arte Contemporânea, ministrado por Amélia Arenas. Atua no Serviço Educativo do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp) desde 1997. Em 1998 e 1999, é professor de xilogravura no Atelier de Gravura do Museu Lasar Segall. Desde 1993 integra o Atelier Piratininga. Concebe e orienta cursos de desenho e gravura em instituições e atua como curador.

Ernesto Neto (Rio de Janeiro, RJ, 1964) – O artista produz esculturas e grandes instalações imersivas, utilizando técnicas artesanais como o crochê para compor estruturas flexíveis e interativas que ativam os nossos cinco sentidos, com a incorporação de elementos botânicos, ervas e especiarias. O artista tece membranas e peles, redes e invólucros que usam a gravidade e o equilíbrio como recursos de composição. Seus trabalhos mantêm sempre uma relação com a natureza, seja por meio de suas fisionomias biomórficas, seja no caráter interligado dos elementos que compõem seus espaços. Os ambientes plurissensoriais de Neto são percorridos e habitados, formando locais de encontro,troca e reflexão. O público não é pressuposto como um grupo de observadores, mas acolhido como um coletivo de presenças e corpos ativos nas instalações.

Fernando Coelho (Salvador, BA, 1939) – Fernando Coelho nasceu em Salvador em 1939. Na década de 50, desenvolveu seu trabalho como publicitário e realizou desenhos técnicos. Foi vencedor de um concurso de cartazes do Estado da Bahia em 1961. Em 1964, ano de sua primeira exposição individual, Fernando se revelou como pintor. Em suas pinturas toma forma um misticismo que se expressa frequentemente em jardins e flores, construindo imagens a partir de um olhar que traz à tona o aspecto fantástico dos elementos que figuram em seus quadros. Em 1997, Coelho é um dos artistas que ilustraram o livro Castro Alves: Edição Comemorativa dos 150 anos de Antônio de Castro Alves, editado pela Fundação Banco do Brasil e pela Odebrecht.

Fernando França (Rio Branco, AC, 1962) – Fernando França é desenhista, pintor e mestre em literatura brasileira pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Já participou de várias exposições e mostras coletivas, inclusive, na França e em Portugal. Entre os prêmios conquistados está o 6º Prêmio CDL de Artes Plásticas (Fortaleza-CE) e o 1º Prêmio em Pintura no III e no II Festival Universitário da Cultura, do Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará (MAUC). Nos tempos de estudante de Letras da UFC, Fernando iniciou-se nas artes visuais, através de participação em mostras de festivais universitários no MAUC, como desenhista de histórias em quadrinhos. Ao tecer comentários sobre a obra pictórica de Fernando França, o renomado artista plástico Descartes Gadelha salienta sua “potencialidade vocacionada para o muralismo”. Fernando França vem construindo sua obra não só na absorção das lições dos grandes mestres, como Rafael, Van Gogh e os cubistas, como, especialmente, no exercício persistente da busca de uma marca própria de expressão.

João Paulo Marques de Lima – O artista combina e concentra as suas obras em diferentes técnicas e práticas artísticas, como a pintura, o desenho, a fotografia e o violão clássico. Participou da residência artística Projeto Maré.01 de Ernesto Bonato com exposições coletivas de gravura. Em 2013 foi contemplado com uma bolsa através da Unicamp-SP para estudar artes em Portugal. Mudou-se para o Porto (Portugal), se formando pela Universidade de Belas Artes do Porto. Desde 2014 realizou vivências artísticas em conjunto com a associação PELE, com a Belas Artes do Porto e trabalhos de pinturas para Polônia e Suécia. Em 2021, realizou uma exposição na Catedral da Sé do Porto com uma série de 14 peças/pinturas em madeira, sobre o caminho de Santiago. Desde 2021 desenvolve um projeto de pintura, fotografia e música sobre as paisagens nordestinas próximas à Serra da Ibiapaba, região do Ceará que faz fronteira com o Piauí. Josafá Neves (Gama, DF, 1971) – Autodidata, sua prática dialoga com estéticas afro-brasileiras, diáspora africana e ancestralidade. Suas obras transitam entre figuração e abstração simbólica. Parte de uma base negra, com telas pintadas de preto antes das cores, criando densidade única. Natureza, mitos afro-atlânticos, espiritualidade e orixás permeiam sua poética. Com mais de 25 anos de trajetória, une tradição e contemporaneidade, articulando o popular e o erudito, o local e o internacional. Já expôs no Brasil, América Latina, Europa, EUA e Angola, recebendo o título de Doutor Honoris Causa. José Ivacy (Morada Nova, MG, 1962) – Desde os anos 80 trabalha intensamente com obras que tem como característica a artesania e a manipulação de diversos materiais, principalmente a madeira e metais. Visível em suas pinturas e objetos, um complexo conjunto de formas geométricas e orgânicas, percorrendo um caminho próprio no campo da inventividade. Participou de diversas mostras coletivas de artistas em Brasília e atualmente dedica-se ao trabalho de atelier em Sobradinho, onde vive e administra a galeria ManOObra. Ivacy cria projeto construtivo ímpar com obras, para fora e para dentro de qualquer espaço proposto, inéditas e trans- cendentes contribuições raras como as de Celso Renato, Emanuel Nassar e Marcone Moreira. Artistas que não sabem o que é medo do ter e do “tempo rei” transformador e transmutador. Tiram partido de sua desconstrução e reinventam-se, reinventam a pintura escapando da armadilha formalista. Ivacy liberta a pinturacomo objeto com extraordinária coragem e ou- sadia fazendo de matéria e tempo uma Unidade na Poesia. Tem obras em várias coleções públicas e privadas, inclusive nos Museus de Arte da República, Museu de Arte de Brasília, Museu de Arte do Rio – MAR. Também participoude feiras nacionais e internacionais.Kboco (Goiânia, Goiás, 1978) constrói uma poética visual centrada na busca por uma identidade brasileira que se expande para além do eixoocidental tradicional. É a partir de sua origem no Cerrado, com sua crueza e biodiversidade, que o artista se conecta ao mundo, estabelecendo

um diálogo entre o local e o universal. Seu trabalho é fruto de um olhar atento a repertórios culturais muitas vezes à margem da história daarte convencional, incorporando elementos de povos nômades e estéticas orientais ao seu vocabulário plástico.

Através de pinturas translúcidas e esculturas totêmicas de madeira, o artista funde arquitetura e abstração, priorizando a sinuosidade e o caráter anímico da matéria. Ao reaproveitar materiais e símbolos de origens diversas, Kboco propõe uma visualidade miscigenada e potente, que valoriza ritos, mitificações e um legado cultural que desafia as certezas da herança eurocêntrica.

Lia do Rio (São Paulo, 1938) vive e trabalha no Rio de Janeiro. Sua prática transita entre instalação, apropriação e intervenção, investigando a construção de memória e a natureza do tempo por meio de materiais não convencionais. Expôs no Brasil e em países como EUA, Japão, França, Alemanha, Inglaterra, Áustria, Suécia, Portugal e China. Possui obras em acervos como o Hangzhou Qianjiang International Art Museum, Centro de Arte Hélio Oiticica, FUNARTE, Jardim Botânico e Floresta da Tijuca (obra tombada), entre outros. É autora dos livros Dialeto e Dialeto volume II, além de Lia do Rio: Sobre a Natureza do Tempo (Fase10, 2015), e seu trabalho consta empublicações como revista Art in America e livro The Environmental Imaginary in Brazilian Poetry and Art, de Malcolm McNee. Lia do Rio utiliza materiais não convencionais, usando linguagem limite entre instalação, apropriação e intervenção, em indagação da maneira pela qual construímos no presente atemporal e eterno, as memórias do passado e do futuro.

Luiz Gallina Neto (São Paulo, SP, 1953) vive em Brasília desde 1968. Formado em Comunicação Social (1975), é mestre em Poéticas Contemporâneas pela UnB (2004), onde leciona desde 1994, tendo recebido o título de Notório Saber. Artista visual premiado, participou de salões e coletivas nacionais como o MAM-SP, MAC-GO e Museu Nacional da República. Realizou exposições individuais em espaços como Galeria Karla Osorio, Alfinete Galeria. Referência Galeria, Espaco Piloto UnB e Galeria Pé Palito. Sua obra transita entre a exatidão poética e a imanência da natureza, revelando uma pintura que transcende o visual e celebra a vida com profundidade estética e sensível.

Luiz Hermano (Preaoca, CE, 1954) estudou Filosofia em Fortaleza. Começou, de maneira autodidata, a trabalhar e experimentar com gravura em metal e desenho, depois incorporando a pintura e a escultura à sua produção. O universo popular é uma referência para o artista, que dialoga com o imaginário das gravuras populares e da literatura de cordel. Além disso, em certos trabalhos explora as possibilidades formais relacionadas à produção artesanal de utensílios de seu estado natal, o Ceará, como o trançado.

Marcelo Conrado (Prudentópolis, PR, 1976) é artista visual e professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná. Doutor em Direito das Relações Sociais pela UFPR. Coordenador da Clínica de Direito e Arte da UFPR, Membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte e do Instituto dos Advogados Brasileiros. Foi Presidente da Sociedade dos Amigos do Museu de Arte Contemporânea do Paraná e Membro Consultor da Comissão de Arte e Cultura do Conselho Federal da OAB. Autor do livro Arte, originalidade e direitos autorais (Edusp) que em 2023 foi premiado pela Associação Brasileira das Editoras Universitárias. Possui obras no acervo do Museu da República, Museu de Arte de Brasília, Museu de Arte Contemporânea do Paraná, Fundação Cultural de Curitiba e Museu Oscar Niemeyer.

Marcelo Reis (Salvador, BA, 1972) – Artista visual com ênfase em fotografia, curador e gestor cultural, é diretor do Festival Nacional de Fotografia A Gosto da Fotografia e do Instituto Casa da Photographia — uma das principais instituições privadas de fomento à cultura fotográfica na Bahia, que fundou em 1997. Atuou na coordenação de Artes Visuais da FUNCEB, onde foi curador da 64ª edição dos Salões de Artes Visuais da Bahia, idealizou o Memorial dos Salões e coordenou a etapa adjunta do Prêmio Nacional de Fotografia Pierre Verger. Desenvolve desde os anos 1990 pesquisa fotográfica sobre ritos da cultura popular brasileira, especialmente do Norte e Nordeste. Em 2024 apresentou, com curadoria de Bené Fonteles, a instalação Negreiros, um pensamento Afro-atlântico na Casa de Castro Alves, em Salvador. Expôs nas principais galerias da Bahia, do Brasil e do exterior.

Maxim Malhado (Ibicaraí, BA, 1967) – Artista visual, formado em Educação Física, professor, escritor, tem como lugar de observação no mundo o universo da casa, os objetos, as estruturas, paredes, ferragens, telhados, sustentação e acolhimento, o nível do chão, alturas e alinhamentos dos espaços através do prumo… Além desse lugar, a “casa” outras instâncias fazem rodar, a questão religiosa, afeto, história, amor, memória e a sexualidade, acreditando que não existe nada disso visto separadamente, tudo junto, dejunto, todos… O artista já participou de várias exposições coletivas, Rumos Itaú Cultural edição 2001-2003, em 2004 foi convidado para 26° Bienal Internacional de São Paulo, Trienal de Luanda, Bienal do Mercosul(Porto Alegre-2018) Bienal de Montevideu Uruguai, algumas premiações, incluindo 8° Salão MAM Bahia-2001. Em 2024 teve individual na Paulo Darzé Galeria “…até onde a vista alcança…” e individual na Belizário Galeria de Arte em São Paulo “…lá do lugar onde moramos…” Mô Toledo (São Paulo, SP, 1953) – Pintor, gravador, roteirista e diretor de cinema. É filho da artista plástica Amelia Toledo. Ainda na infância, reside por certo tempo em Londres (Inglaterra), onde inicia sua alfabetização. A partir de 1976, passa a residir no Rio de Janeiro, onde escreve roteiros para cinema e vídeo. Dirige, em 1980, o desenho animado Afundação do Brasil, filme convidado para festivais como os de Leipzig (Alemanha) e Lille (França) e premiado em mostras/competições como o Prêmio Coral de Havana, em Cuba (1981). Em 1992, funda junto com a mãe a empresa Tria, que assina projetos para obras públicas no Rio de Janeiro e em São Paulo. Entre as atividades da Tria está o embelezamento da Estação Brás do Metrô de São Paulo e o projeto completo da Estação Cardeal Arcoverde do Metrô do Rio de Janeiro. Em 1999 é, ao lado da mãe e da produtora Ana Lúcia Guimarães, curador da exposição individual retrospectiva que a Galeria de Arte do Sesi, no Centro Cultural Fiesp, realiza em homenagem a Amelia Toledo. Ainda em 1999, é um dos artistas que constam do livro do projeto BRAZILIANartBOOK, publicado pela G&A Editorial, em São Paulo.

Orlando Maneschy (Belém, PA, 1968) é artista, curador e professor pesquisador. Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. Realizou estágio pós-doutoral na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. É professor na Universidade Federal do Pará. É coordenador do grupo de pesquisa Bordas Diluídas: Questões da Espacialidade e da Visualidade na Arte Contemporânea (UFPA/CNPq). É curador da Coleção Amazoniana de Arte da UFPA. Tem participado de diversos projetos, exposições, e foi contemplado com prêmios e bolsas de instituições como Funarte, CNPq e Capes. Seus projetos curatoriais lançam olhar para a produção brasileira contemporânea, recebendo o prêmio de Melhor Exposição Coletiva pela CELESTE 2024, com Delírio Tropical, apresentada na Pinacoteca do Ceará e foi premiado na mesma categoria em 2025, com Terra Incógnita, notas amazonianas, em exibição na Galeria de Arte da UFPA. Como artista, destacamos, dentre outros projetos: É Uma Festa, Pá! – Bienal de Cerveira, 2024; A 2 Graus do Equador, Chão, São Luiz, 2025; Adiar o Fimdo Mundo, FGV Artes, RJ, 2025/2026.

Rachel Mascarenhas (Salvador, BA) reside e trabalha em Salvador explorando diversas linguagens. Com formação em arquitetura e urbanismo pela Universidade Federal da Bahia, a artista visual utiliza também a pintura, a gravura, o vídeo, performance, fotografia e intervenções urbanas em trabalhos individuais ou em parcerias.

Regina Vater (Rio de Janeiro, RJ, 1943) é artista intermídia, pintora, fotógrafa e ilustradora cuja trajetória atravessa pintura, instalação, vídeo e arte experimental. Formada no convívio com Iberê Camargo e em colaboração com Hélio Oiticica em Nova York, desenvolveu ao longo das décadas de 1970 e 1980 uma prática pioneira na interseção entre arte conceitual e poesia visual. Em 1979 organizou a primeira exposição de arte experimental brasileira em Nova York, e em 1980 retornou à cidade como bolsista da Fundação Guggenheim para desenvolver pesquisas em instalação. Foi curadora de mostras no Mexic-Arte Museum (Austin) e no Blanton Museum (Austin), e participou de residências na ArtPace Foundation (San Antonio). Vive e trabalha nos Estados Unidos desde 1986.

Rodrigo Bueno (Campinas, SP, 1967) Rodrigo Bueno vive em trabalha em São Paulo. É graduado em Comunicação Social, ingressou em programas de pós-graduação em Artes Plásticas na School of Visual Arts – NY (EUA), e em Arte e Consciência pela Universidade John F.

Kennedy – CA (EUA). É idealizador do ateliê Mata Adentro, nome de uma casa/espaço de trabalho, localizado na Lapa em São Paulo. Mata Adentro é um convite à sensibilização das dinâmicas do espaço natural, um laboratório de produção de suportes de experimentação de linguagens ocultas no subconsciente, nas multidimensões do entorno e na diversidade de vida contida no legado do mundo natural, fonte de cultivo e resiliência. Trata-se de um lugar onde materiais recuperados, principalmente madeira, ferro, terra e plantas coletadas do lixo urbano, são transformados em instalações, esculturas, pinturas e ambientes que fomentam as tecnologias do encontro, espécies de jardins que falam da continuidade da vida, do eixo que sustenta o todo, da cultura em constante movimento. Mata Adentro é um nome escolhido para expandir a autoria de um único artista em ações de processos coletivos, pois somos indivíduos inseridos em ambientes colaborativos. O estúdio tem mostrado seu trabalho no país e no exterior há mais de vinte anos, com obras em sua maioria tridimensionais, vivas e imersivas que se relacionam com o vínculo da natureza e humanos, sobrepondo narrativas ancestrais e energias fluídas, voltadas a cura vibracional e a experimentação educativa. Possui obras em coleções da Pinacoteca do Estado de São Paulo e Museu de Arte Moderna de São Paulo.

Rômulo Andrade (Niterói, RJ) Rômulo nasceu em Niterói e cresceu no bairro da Taquara, em Jacarepaguá, Rio de Janeiro. Vem de uma família carioca muito musical. Ainda na infância interessa-se pelo desenho, aquarelas e linguagens expressivas. Depois de alguns anos morando em São Paulo, muda-se pra Brasília em 1975 aos vinte anos. Na capital, ao longo dos anos trabalha como designer gráfico e como professor encara o desafio da Educação popular, convivendo com alunos jovens e adultos de todas as regiões do Brasil. Tem currículo extenso de mostras e publicações desde 1978. Artista visual: desenhista, gravurista, pintor e alquimista, inventor de objetos, muito cedo se engaja ao movimento ambientalista. ‘Cerrado, berço das Águas’ é uma expressão cunhada por ele que se tornou recorrente.

Selma Parreira (Goiânia, GO) – Artista visual, arte educadora e pesquisadora na Faculdade de Artes Visuais / UFG. Trabalha com linguagens contemporâneas e investigações que perpassam pelo homem, seus objetos, espaços e memórias Com formação em Licenciatura em Artes Plásticas, 1980 e Mestra em Artes e Cultura Visual, 2010, Fav/ UFG.

Seo Constante (Santa Maria do Saçui, MG, 1938) Desde a infância começou a vida trabalhando com gado leiteiro. Depois no Espirito Santo, trabalhou em lavouras de cafè até se estabelecer em Campinas onde vive e atuou mais com jardinagem. Autodidata, se descobre artista aos 78 anos produzindo para arte postal, não parou mais. Em 2018 teve sua primeira exposição individual, em suas obras relata seu cotidiano na cidade e sua vivência no campo e tudo que está em torno deste ambiente, como quem conta uma história, e conta! Desde 2016 participa de diversas exposiçôes coletivas, mostras e feiras, no Brasil e no exterior. Siron Franco (Goiás Velho, GO, 1947) é pintor, desenhista e escultor cuja obra se distingue pelo domínio técnico rigoroso — marcado pelo uso de tons escuros e atmosfera dramática — e por um engajamento profundo com as questões sociais e políticas de seu tempo. Após ganhar o prêmio Viagem ao Exterior no Salão de Arte Moderna em 1975, percorreu a Europa e consolidou uma linguagem própria que atravessa pintura, escultura e instalação, com mais de 3.000 obras produzidas. Entre seus projetos mais emblemáticos está a série Césio, criada em resposta ao acidente radioativo de Goiânia em 1987. Participou de mais de uma centena de coletivas ao redor do mundo, incluindo os principais salões e bienais.

Ton Bezerra (Cedral, MA, 1977) é um artista visual maranhense, natural de Cedral e radicado em São Luís, cuja prática se desdobra na intersecção entre territorialidade, corpo e memória. Sua produção investiga as tensões e convivências entre o espaço e o sujeito, utilizando a arte como um dispositivo crítico para denunciar as estruturas coloniais e os processos de apagamento ainda vigentes no Brasil. Iniciando sua trajetória na pintura, Ton expandiu seu repertório para uma investigação multimídia, onde a materialidade serve ao conceito. Seu trabalho transita por instalações, performances e intervenções que buscam não apenas ocupar o espaço, mas transformá-lo em um território propositivo. Através desse engajamento, o artista convoca o espectador a uma postura ativa, instigando o questionamento de paradigmas e o despertar de uma consciência crítica diante da realidade social.

Xico Chaves (Tiros, MG, 1948) – Formado em Artes e Ciência da Comunicação pela Universidade de Brasília (UnB) e Centro Universitário de Brasília (Ceub), Notório Saber em Artes Visuais pela Universidade de Brasília (UnB), Mestre em Curadoria Integrada/ Brasil Arte Origem MNBA pela Faperj, ex-diretor do Centro de Artes Visuais da Funarte/MinC, Idealizador de programas artísticos nacionais e internacionais (dentre eles a Rede Nacional Artes Visuais e Conexão Artes Visuais Minc-Funarte-Petrobrás, Microprojetos + Cultura, Letrista de Música e autor criações sonoras experimentais e trilhas de Vídeo. Artista Visual e poeta contemporâneo com diversas publicações e exposições realizadas no Brasil e exterior, mediador cultural e professor de Artes Visuais. Na UnB cursou paralelamente à formação básica em Artes Visuais: Direção e Arquitetura Teatral, Música Eletroacústica e Experimental, Cinema, Criação de Instrumentos Musicais e Mineralogia. Participou de diversos movimentos poéticos e artísticos contemporâneos com mostras individuais e coletivas.

Zuarte (Morro do Chapéu, Ba, 1961) Graduado em artes plásticas pela Universidade Federal da Bahia e mestre em artes cênicas com ênfase em cenografia, pela mesma universidade. Tem participado de exposições individuais e coletivas, pelo Brasil, como: Bienal Internacional de gravura; Salões de arte do MAM, Ba; O Imaginário do Rei – Em homenagem a Luís Gonzaga, com curadoria de Bené Fonteles, dentre outras.

Integra o projeto RUA – Roteiro Urbano de Arte, da prefeitura de Salvador, com 5 esculturas na Praça da Inglaterra. Atua como cenógrafo e figurinista, tendo atuado junto ao Núcleo de Teatro do Teatro Castro Alves e ao balé BTCA, do mesmo teatro; também com o Bando de Teatro Olodum, dentre vários outros, com prêmios nessa área. Realiza trabalhos de direção de arte para cinema. Tem trabalhos editados em poesia e música.

Serviço: “AFINS”, exposição coletiva

Abertura sexta-feira, dia 24 abril, 17h às 21h

Galeria Karla Osorio (SMDB Conjunto 31 Lote 1B – Lago Sul / Brasília – DF) – todos os pavilhões

Em cartaz até 28 junho 2026, domingo

Visitação: segunda a sexta, 9h – 18h, sábados 9h – 14h

A entrada é gratuita. Recomenda-se agendar por telefone, e-mail, DM no Instagram ou WhatsApp.

Um olhar sobre o Azerbaijão, conhecendo sua cultura e celebrando a data nacional

Sr Rafig Rustamov, Cônsul do Azerbaijão ao lado da Embaixatriz do Azerbaijão, Sra Farah Aljalova com suas filhas e à direita, a Consulesa, Sra Aytem Rustamova

Brasília recebeu, no dia 24 de abril, uma celebração especial dedicada à cultura do Azerbaijão, reunindo autoridades, convidados e apreciadores da diversidade cultural em um evento marcado por gastronomia, música e intercâmbio internacional.

A iniciativa foi organizada pela jornalista Fabiana Ceyhan, que tem atuado na promoção de pontes culturais entre o Brasil e o país do Cáucaso.

A programação destacou a rica culinária azerbaijana, apresentada em um menu exclusivo preparado pelo chef Halil Ceyhan. Os convidados puderam experimentar pratos típicos que refletem a tradição e os sabores característicos da região, combinando especiarias, carnes e técnicas culinárias ancestrais.


Outro ponto alto da noite foi a apresentação de um dueto azerbaijano radicado em Nova York Rizvan and Roya que trouxe ao público brasiliense um repertório que mescla influências tradicionais e contemporâneas. A performance musical contribuiu para criar uma atmosfera imersiva, aproximando ainda mais os participantes da cultura do Azerbaijão.

O evento contou com o apoio do governo do Azerbaijão, por meio do Comitê da Diáspora, reforçando o interesse em fortalecer laços culturais e institucionais com o Brasil.

A celebração em Brasília evidenciou o papel da diplomacia cultural como instrumento de aproximação entre povos, promovendo o diálogo e a valorização das identidades nacionais em um contexto global.

Celebração dos 190 anos de relações diplomáticas Brasil e Chile

Foto divulgação

No marco da celebração dos 190 anos de relações diplomáticas, realizou-se uma atividade comemorativa que reuniu altas autoridades e representantes do corpo diplomático, com o objetivo de destacar a solidez dos vínculos e promover o fortalecimento da cooperação entre os países.

O evento contou com a presença da embaixadora Gisela Maria Figueiredo Padovan, Secretária de América Latina e Caribe do Ministério das Relações Exteriores do Brasil; do embaixador João Marcelo Galvão de Queiroz, do Departamento DAUC do Itamaraty; da embaixadora Mitzi Gurgel Valente da Costa, Diretora do Instituto Rio Branco; da embaixadora Daniela Benjamin, do Departamento de Integração Regional; e de Paco Brito, da SERINTER do Distrito Federal.

A atividade teve como anfitrião o conselheiro Francisco Mackenney, em representação da Embaixada do Chile, acompanhado pelo corpo diplomático, bem como pelos adidos militares e agrícola.

Durante sua intervenção, Francisco Mackenney destacou os avanços no desenvolvimento do Corredor Bioceânico, bem como o fortalecimento da agenda econômica e comercial entre os países. Ressaltou, ainda, a importância das reuniões e iniciativas projetadas para este ano, com vistas a aprofundar a integração regional e ampliar as oportunidades de cooperação.

No âmbito da cerimônia, foi realizada a plantação de uma árvore da espécie Araucaria angustifolia, como símbolo de amizade e integração. A iniciativa foi replicada na Embaixada do Brasil em Santiago, com a plantação de uma Araucaria araucana, árvore nacional do Chile, reforçando o caráter simbólico e recíproco da celebração.

Adicionalmente, procedeu-se à develação de uma placa comemorativa em cobre, gentilmente doada pela Corporación Nacional del Cobre de Chile (CODELCO), como marco dos 190 anos de relações diplomáticas.

Ao longo do encontro, enfatizou-se o valor do diálogo permanente, da cooperação e da construção de um futuro compartilhado, reafirmando o compromisso conjunto com o fortalecimento das relações bilaterais.

EUNIC Jazz Express reúne artistas europeus em Brasília para celebrar o Dia Internacional do Jazz

Foto divulgação

Projeto abre a programação da Semana da Europa 2026 com concertos, ensaio aberto e encontro inédito entre seis músicos europeus e dois brasileiros. Serão três atividades, a primeira um ensaio aberto para os alunos da rede EduSESC, no Teatro SESC Paulo Autran, em Taguatinga, a segunda no icônico Clube do Choro, e a última na Escola de Música de Brasília

Brasília recebe, nos dias 28 e 29 de abril, o EUNIC Jazz Express, projeto que abre a programação da Semana da Europa 2026 reunindo músicos da Áustria, Bélgica, Eslovênia, Portugal e do Brasil, em uma formação inédita, para duas apresentações e um ensaio aberto. Criado especialmente para a capital, a iniciativa celebra o Dia Internacional do Jazz, comemorado mundialmente em 30 de abril. 

Ao todo, serão três atividades: a primeira no dia 28 de abril, terça-feira, na parte da manhã, será realizado um ensaio aberto com caráter socioeducativo, voltado a estudantes da rede EduSESC, no Teatro SESC Paulo Autran, em Taguatinga Norte. Ainda terça-feira (28), às 20h, no Clube do Choro de Brasília (Eixo Monumental), será realizada a primeira apresentação oficial do grupo. Os ingressos estão à venda pelo site da Bilheteria Digital, e custam a partir de R$ 30. A programação do EUNIC Jazz Express se encerra na quarta-feira, 29 de abril, no Teatro Levino de Alcântara, na Escola de Música de Brasília, às 20h, em uma apresentação gratuita para todos os brasilienses. 

“A iniciativa promove o diálogo intercultural entre músicos do Brasil e da União Europeia por meio do jazz, reforçando o compromisso com a diversidade e a inclusão cultural”, destaca Sophie Mc Guirk, Cônsul da Embaixada da Irlanda no Brasil e representante da Presidência da EUNIC em 2026.

Encontro inédito no palco

O EUNIC Jazz Express é formado por artistas com trajetórias consolidadas em seus países e presença na cena internacional. Em Brasília, eles se encontram pela primeira vez para criar uma experiência musical coletiva, marcada pela improvisação, troca e construção conjunta. Abaixo saiba mais sobre os músicos participantes. 

Mateus Saldanha (guitarra – Portugal): Destaque da nova geração do jazz português, Mateus Saldanha construiu uma trajetória sólida entre festivais e competições internacionais. Premiado no Jarek Smietana Jazz Guitar Competition, já se apresentou em importantes eventos como o Funchal Jazz Festival e o EDP Cool Jazz. Atualmente, cursa mestrado em performance na Basileia, na Suíça, onde estuda com nomes relevantes da cena mundial.

Misael Barros (bateria – Brasil): Formado pelo Conservatório Pernambucano de Música, iniciou carreira na orquestra do Maestro Duda. Hoje é um dos bateristas mais requisitados do país, com atuação em jazz, blues e música popular. Já dividiu palco com artistas como Roberto Menescal, Toninho Horta e Nelson Faria.

Neža Okorn (voz – Eslovênia): Cantora da nova cena europeia, Neža Okorn transita entre jazz, soul, blues e funk, incorporando também influências de ritmos brasileiros e africanos. Com presença de palco marcante, vem se destacando por sua versatilidade e abordagem contemporânea dentro do jazz vocal.

Oswaldo Amorim (contrabaixo – Brasil): Contrabaixista, compositor e diretor musical, atua profissionalmente desde 1990. Já tocou ao lado de nomes como Hermeto Pascoal, Branford Marsalis e Buika. Professor da Escola de Música de Brasília desde 2003, possui mestrado em Jazz Performance pela Manhattan School of Music, em Nova York, onde estudou com Jeff Andrews e John Patitucci. 

Pepi Kramer (percussão – Áustria): Percussionista austríaco conhecido pela versatilidade, atua tanto no jazz quanto na música popular. Com carreira consolidada na Europa, participou de diversos concertos e gravações, sendo reconhecido pela precisão e musicalidade.

Rudi Berger (violino – Áustria): Violinista e compositor com trajetória internacional, integrou a Vienna Art Orchestra e viveu por mais de uma década em Nova York. Radicado no Brasil desde 2003, mantém forte diálogo com a música brasileira. Em 2025, será homenageado pelo governo austríaco por sua contribuição ao intercâmbio cultural.

Rutger Mathys (gaita – Bélgica): Um dos nomes mais promissores do jazz europeu atual, Rutger Mathys é mestre da gaita cromática. Premiado em importantes competições, já se apresentou em festivais como o North Sea Jazz e dividiu palco com nomes como Kenny Werner. Sua música transita entre a tradição e a experimentação.

Žan Cesar (trompete – Eslovênia): Representante da nova geração do jazz esloveno, Žan Cesar vem se consolidando na cena europeia com atuação em projetos de jazz, soul e música contemporânea. Destaca-se pela sonoridade expressiva e pela forte presença em formações colaborativas.

Sobre a Semana da Europa 

Realizada desde 2004, a Semana da Europa chega à sua 22ª edição consolidada como um dos principais eventos culturais internacionais de Brasília. A iniciativa reúne a Delegação da União Europeia no Brasil, embaixadas de 15 países europeus e importantes institutos culturais, promovendo uma ampla programação que celebra a diversidade do continente por meio da música, gastronomia, artes e esporte. Em 2025, mais de 7 mil pessoas participaram das atividades, reforçando a relevância do evento na conexão cultural entre Brasil e Europa.

A programação se estrutura em quatro grandes eventos presenciais, começando pelo EUNIC Jazz Express, nos dias 28 e 29 de abril. Em seguida, será a vez da tradicional Corrida da União Europeia (9 de maio); do Festival Cultural Europeu (16 de maio), que ocupa o Museu de Arte de Brasília com experiências culturais, gastronômicas e artísticas; e a Mostra de Cinema Europeu, que será realizada no segundo semestre, encerrando as celebrações. 

Serviço 

Semana da Europa 2026 – EUNIC Jazz Express

Quando: 28 e 29 de abril, terça e quarta-feira 

Horários: 

Terça-feira, 28 de abril, 9h – Ensaio aberto para os alunos da rede EduSESC 

Terça-feira, 28 de abril, 20h30 – Apresentação no Clube do Choro de Brasília (Eixo Monumental). Ingressos à venda pelo site da Bilheteria Digital a partir de R$ 30. 

Quarta-feira, 29 de abril, 19h30 – Concerto em celebração ao Dia Internacional do Jazz, na Escola de Música de Brasília.   

Para mais Informações: @semanadaeuropa 

Corrida da União Europeia 2026 retorna a Brasília com edição especial ao pôr do sol e sorteio de viagem para a Europa

Foto divulgação

A prova acontece no dia 9 de maio, sábado, na Esplanada dos Ministérios, com percursos de 10km, 5km e 1km para as famílias. As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo site Central da Corrida, com duas opções de kit a partir de R$ 89

Corrida da União Europeia retorna em 2026 para celebrar o Dia da Europa, em 9 de maio (sábado), com uma edição especial na Esplanada dos Ministérios. Em formato sunset, com largada no fim da tarde, o evento propõe uma experiência única ao pôr do sol no coração da capital federal. Integrando a programação da Semana da Europa 2026, a iniciativa reúne embaixadores, representantes do corpo diplomático europeu, instituições culturais e a comunidade local em um momento de celebração, integração e bem-estar.

Os participantes poderão escolher entre três modalidades: 10 km, 5 km e 1 km (categoria família), esta última pensada para incluir crianças, iniciantes e até pets. 

As inscrições já estão abertas no portal da Central da Corrida, com duas opções de kit: o básico (R$ 89), que inclui número de peito, lanche e medalha, e o ampliado (R$ 109), com camiseta, meia esportiva, número de peito, lanche, medalha e brinde exclusivo.

Para tornar a experiência ainda mais especial, todos os participantes presentes concorrem, ao final do evento, ao sorteio de uma passagem aérea para a Europa, além de outros brindes.

Sobre a Semana da Europa 

Realizada desde 2004, a Semana da Europa chega à sua 22ª edição consolidada como um dos principais eventos culturais internacionais de Brasília. A iniciativa reúne a Delegação da União Europeia no Brasil, embaixadas de 15 países europeus e importantes institutos culturais, promovendo uma ampla programação que celebra a diversidade do continente por meio da música, gastronomia, artes e esporte. Em 2025, mais de 7 mil pessoas participaram das atividades, reforçando a relevância do evento na conexão cultural entre Brasil e Europa.

A programação se estrutura em quatro grandes eventos presenciais, começando pelo EUNIC Jazz Express, nos dias 28 e 29 de abril, que abre o calendário com apresentações musicais inéditas. Para a noite do dia 28, no Clube do Choro, às 20h30, os ingressos já estão à venda, com valores a partir de R$ 30 (meia-entrada mediante a doação de 1kg de alimento, que será destinado ao programa Mesa Brasil SESC), podendo ser adquirido no site do próprio Clube do Choro. 

Em seguida, será a vez da tradicional Corrida da União Europeia (9 de maio); do Festival Cultural Europeu (16 de maio), que ocupa o Museu de Arte de Brasília com experiências culturais, gastronômicas e artísticas; e a Mostra de Cinema Europeu, que será realizada no segundo semestre, encerrando as celebrações. 

Serviço

Semana da Europa 2026: 19ª Corrida da União Europeia 

Quando: sábado, 9 de maio, Esplanada dos Ministérios, 17h 
As inscrições já estão abertas no portal da Central da Corrida, com duas opções de kit: o básico (R$ 89), que inclui número de peito, lanche e medalha, e o ampliado (R$ 109), com camiseta, meia esportiva, número de peito, lanche, medalha e brindes exclusivos.

Para mais informações: Para mais informações: @semanadaeuropa e @uenobrasil

Italian Design Day 2026 reúniu especialistas na Embaixada da Itália em Brasília para debater patrimônio arquitetônico, inovação e sustentabilidade

Fotos de divulgação

Na tarde da última terça-feira (31), a Embaixada da Itália no Brasil, recebeu, em Brasília, mais uma edição do Italian Design Day, iniciativa anual promovida pelo Ministério da Relações Exteriores e Cooperação Internacional e a rede diplomática italiana com o objetivo de valorizar a excelência do design e da arquitetura do país no cenário internacional.
O encontro, realizado na Sala Nervi da Embaixada da Itália em Brasília, reuniu convidados dos setores de arquitetura, design, arte e cultura, para um debate em torno do tema “RE-DESIGN: Materiais, inovação e sustentabilidade do patrimônio arquitetônico italiano”.
Organizado em parceria com a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (FAU-UnB), o evento integrou a programação global da iniciativa, que, em sua décima edição, propõe uma reflexão sobre a regeneração de espaços, objetos e relações a partir da contribuição da arquitetura e do design para a sustentabilidade e a qualidade dos ambientes contemporâneos.

Participaram do encontro a professora Luciana Saboia (FAU-UnB), pesquisadora nas áreas de paisagem urbana e teoria do projeto e curadora do pavilhão do Brasil na Binela de Veneza 2025, e o arquiteto Carlo Nozza (Università della Svizzera Italiana), especialista em preservação do patrimônio moderno e inovação em arquitetura sustentável. O debate abordou desafios e perspectivas relacionados à valorização do patrimônio arquitetônico, à requalificação urbana e à integração entre tradição e novas tecnologias.

A edição deste ano teve um significado especial ao dialogar com o momento vivido pela própria sede diplomática italiana em Brasília, que recentemente concluiu obras de renovação e restauração de seu patrimônio arquitetônico e artístico.

Por ocasião do evento, o Embaixador da Itália no Brasil, Alessandro Cortese, destacou a importância da preservação arquitetônica como instrumento de continuidade histórica e cultural.
Esta iniciativa é uma oportunidade importante para comunicar o valor da arquitetura, do design e da restauração arquitetônica italiana no mundo, que se baseia em uma longa tradição. As nossas cidades, os nossos edifícios e os nossos espaços são o resultado de uma história construída ao longo do tempo, através de mudanças, adaptações e novas ideias” afirmou o Embaixador Cortese. “Acredito que o significado mais simples, mas também o mais importante do tema deste ano é não necessariamente construir algo novo, mas saber olhar para o que já temos com novos olhos, melhorá-lo e torná-lo mais adequado ao presente, mantendo um olhar atento ao futuro .”

Italian Design Day 2026 reúne especialistas na Embaixada da Itália em Brasília para debater patrimônio arquitetônico, inovação e sustentabilidade

Foto divulgação

Na tarde da última terça-feira (31), a Embaixada da Itália no Brasil, recebeu, em Brasília, mais uma edição do Italian Design Day, iniciativa anual promovida pelo Ministério da Relações Exteriores e Cooperação Internacional e a rede diplomática italiana com o objetivo de valorizar a excelência do design e da arquitetura do país no cenário internacional.

O encontro, realizado na Sala Nervi da Embaixada da Itália em Brasília, reuniu convidados dos setores de arquitetura, design, arte e cultura, para um debate em torno do tema “RE-DESIGN: Materiais, inovação e sustentabilidade do patrimônio arquitetônico italiano”.

Organizado em parceria com a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (FAU-UnB), o evento integrou a programação global da iniciativa, que, em sua décima edição, propõe uma reflexão sobre a regeneração de espaços, objetos e relações a partir da contribuição da arquitetura e do design para a sustentabilidade e a qualidade dos ambientes contemporâneos.

Participaram do encontro a professora Luciana Saboia (FAU-UnB), pesquisadora nas áreas de paisagem urbana e teoria do projeto e curadora do pavilhão do Brasil na Binela de Veneza 2025, e o arquiteto Carlo Nozza (Università della Svizzera Italiana), especialista em preservação do patrimônio moderno e inovação em arquitetura sustentável. O debate abordou desafios e perspectivas relacionados à valorização do patrimônio arquitetônico, à requalificação urbana e à integração entre tradição e novas tecnologias.

A edição deste ano teve um significado especial ao dialogar com o momento vivido pela própria sede diplomática italiana em Brasília, que recentemente concluiu obras de renovação e restauração de seu patrimônio arquitetônico e artístico.

Por ocasião do evento, o Embaixador da Itália no Brasil, Alessandro Cortese, destacou a importância da preservação arquitetônica como instrumento de continuidade histórica e cultural.
Esta iniciativa é uma oportunidade importante para comunicar o valor da arquitetura, do design e da restauração arquitetônica italiana no mundo, que se baseia em uma longa tradição. As nossas cidades, os nossos edifícios e os nossos espaços são o resultado de uma história construída ao longo do tempo, através de mudanças, adaptações e novas ideias” afirmou o Embaixador Cortese. “Acredito que o significado mais simples, mas também o mais importante do tema deste ano é não necessariamente construir algo novo, mas saber olhar para o que já temos com novos olhos, melhorá-lo e torná-lo mais adequado ao presente, mantendo um olhar atento ao futuro .”

Júri do Prêmio Engenho Mulher recebe a Superintendente do Sebrae DF para um Roda de Conversa

EMPREENDEDORISMO FEMININO NA ÍNDIA

Foto divulgação

Júri do Prêmio Engenho Mulher recebe a Superintendente do Sebrae DF para um Roda de Conversa sobre políticas públicas de gênero em outros países.

O Júri do 4º Prêmio Engenho Mulher irá receber a superintendente do Sebrae DF, Rose Rainha, para uma Roda de Conversa sobre empreendedorismo feminino e políticas pública na Índia.

Rose Rainha participou de uma delegação brasileira, a convite do Brics Women, para conhecer políticas públicas implementadas na Índia.

Tradicionalmente, o Júri do Prêmio Engenho Mulher fomenta debates e discussões com experts em temas ligados à equidade de gênero, para embasar as escolhas das vencedoras da premiação. 

A Roda de Conversa será na quinta-feira, 16 de abril, na sala privativa do Dudu Bar.

O Prêmio Engenho Mulher – Reconhecimento a Quem nos Transforma é uma iniciativa criada para distinguir e dar visibilidade ao trabalho de lideranças femininas que impactam a sociedade.

A premiação destaca a equidade de gênero, o empreendedorismo social e o empoderamento feminino, valorizando legado e impacto sociais. As vencedoras são escolhidas por um Júri de Mulheres Jornalistas. Nesta edição, a comissão julgadora é formada pelas jornalistas Basília Rodrigues, Cláudia Meirelles, Márcia Zarur, Neila Medeiros, Paola Lima e Sibele Negromonte.

A cerimônia de premiação irá acontecer no dia 25 de maio, no Museu de Arte de Brasília. A iniciativa conta com o apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, da Fibra, da Advocacia Alves Correia e terá o menu assinado pelo bufê Chocolat.

O Prêmio Engenho Mulher – Reconhecimento a quem nos Transforma foi criado e é presidido pela jornalista Kátia Cubel. Premia, a cada edição, três lideranças femininas que transformam a Capital do país.

Genocídio em Ruanda: memória, justiça e o dever de não esquecer

Foto JP Rodrigues

Em abril de 1994, o mundo assistiu a um dos episódios mais brutais da história contemporânea: o genocídio contra os Tutsi em Ruanda. Em apenas cerca de 100 dias, estima-se que mais de 800 mil pessoas foram assassinadas, em sua maioria tutsis, além de hutus moderados que se opunham à violência. O massacre, marcado por extrema crueldade e pela mobilização sistemática de milícias e civis, deixou cicatrizes profundas que ainda ecoam na sociedade ruandesa e na consciência internacional.

O estopim da tragédia foi a queda do avião que transportava o então presidente Juvénal Habyarimana, em 6 de abril de 1994. A partir desse momento, iniciou-se uma campanha organizada de extermínio, impulsionada por discursos de ódio e pela propaganda extremista que incitava a população à violência. O genocídio revelou não apenas a fragilidade das instituições nacionais, mas também a falha da comunidade internacional em agir de forma rápida e eficaz para impedir a escalada dos assassinatos.

Três décadas depois, cerimônias como o Kwibuka — palavra que significa “lembrar” em kinyarwanda — reforçam a importância da memória coletiva e da reflexão. Em discursos oficiais de comemoração, autoridades e representantes diplomáticos destacam a necessidade de honrar as vítimas, apoiar os sobreviventes e reafirmar o compromisso global com a prevenção de genocídios. A lembrança não é apenas um ato simbólico, mas um instrumento essencial para evitar que tragédias semelhantes voltem a ocorrer.

As mensagens apresentadas nesses eventos enfatizam também a importância da reconciliação nacional, processo que transformou Ruanda em um exemplo de reconstrução após o conflito. Por meio de políticas de unidade, justiça restaurativa e desenvolvimento social, o país tem buscado superar as divisões do passado e promover uma identidade nacional baseada na convivência pacífica.

Ainda assim, especialistas alertam que os sinais que antecederam o genocídio — como a desumanização de grupos, a disseminação de desinformação e o enfraquecimento das instituições democráticas — permanecem presentes em diferentes partes do mundo. Por isso, líderes internacionais ressaltam, em seus discursos, a responsabilidade coletiva de identificar e combater essas ameaças desde os primeiros indícios.

O genocídio dos tutsi em Ruanda permanece como um lembrete contundente das consequências do ódio e da indiferença. Ao recordar esse capítulo sombrio da história, a comunidade internacional reafirma um compromisso fundamental: o de que atrocidades dessa magnitude nunca mais sejam permitidas.

Brasil e Angola assinam acordos de cooperação cultural nesta terça, 31

Agenda em Brasília marca cooperação entre os dois países por meio dos Ministérios da Cultura, Biblioteca Nacional e Fundação Palmares

Brasil e Angola assinam nesta terça-feira (31), às 17h30, na Fundação Cultural Palmares (FCP), em Brasília, acordos de cooperação cultural que marcam um novo avanço na agenda bilateral entre os dois países, com foco no fortalecimento dos laços institucionais, na ampliação das articulações entre suas instituições culturais e na promoção de novas oportunidades. A iniciativa integra a Missão Oficial do Ministro da Cultura de Angola, Filipe Silvino de Pina Zau, que iniciou a agenda na capital federal nesta segunda, (30), quando se reuniu com a ministra da Cultura, Margareth Menezes.

Além dos ministros da Cultura do Brasil e de Angola, participam da cerimônia de assinatura dos acordos o diretor-geral do Arquivo Nacional de Angola, Justino Ramos da Glória; o presidente da Fundação Biblioteca Nacional (FBN), Marco Lucchesi, o presidente da FCP, João Jorge Rodrigues, entre outras autoridades.

Serviço: Assinatura de acordos de cooperação cultural entre Brasil e Angola
Data: 31 de março de 2026 (terça-feira)
Horário: 17h30
Local: Fundação Cultural Palmares (FCP), Brasília.
Endereço: SAUS Q. 2 SAUS – Asa Sul, Brasília – DF, 70070-020

O mês da francofonia agita a cena cultural de Brasília

Divulgação

Mostra de cinema, concertos, feiras, conferências e muito mais…

Março é o Mês da Francofonia! Em todo o mundo, países se unem para celebrar a riqueza da língua francesa e a diversidade das culturas francófonas. No Brasil, uma programação especial oferece atividades culturais variadas, tanto presenciais quanto online, promovendo os valores da democracia, da paz, dos direitos humanos e do diálogo intercultural.

A Francofonia reúne 320 milhões de falantes em todos os continentes O francês é a quinta língua mais falada no mundo e a quarta na internet. No Brasil, 650 000 falam francês e mais de 150 000 o aprendem.

Durante o mês de março, a celebração ganha força com iniciativas que reforçam a solidariedade, o desenvolvimento, a educação e o compartilhamento do conhecimento. No Brasil, as representações diplomáticas dos 54 países membros da Organização Internacional da Francofonia (OIF) unem esforços para trazer uma rica programação ao público brasileiro.

Francofonia 2026 no Brasil: Projeções de filmes, concertos, feiras, conferências, oficinas e exposições serão realizados em diversas cidades do país, promovidos por centros culturais como as Alianças Francesas, liceus franceses, universidades, associações de professores de francês, consulados e embaixadas de países francófonos.

Destaques da programação em Brasília

Em Brasília, diversos eventos marcarão as celebrações da Francofonia.

13 a 20 de março: A Mostra de Cinema Francófono apresenta uma seleção de filmes que refletem a diversidade cultural e cinematográfica do espaço francófono e acontecerá na Aliança Francesa e na Embaixada da França

Sexta-feira – 13/03

Abertura com coquetel às 18h

19h – Kidnapping Inc. / Sequestro Inc. (Haiti)

Sinopse:

Em um Haiti marcado pela instabilidade e pela insegurança, dois homens acabam envolvidos em um sequestro que toma rumos inesperados. Entre sátira social e thriller, o filme explora os mecanismos de sobrevivência em uma sociedade sob tensão, combinando humor ácido e crítica política.

Sábado – 14/03

14h – Le grand blanc de Lambaréné / O grande branco de Lambarene (Gabão)

Sinopse:

O filme revisita a figura histórica do Dr Schweitzer e questiona o legado colonial na África Central. A partir de um olhar contemporâneo, propõe uma reflexão sobre memória, representação e herança histórica, trazendo perspectivas africanas para o centro do debate.

16h – Procès du Chien / O Julgamento do Cachorro (Suíça)

Sinopse:

Em uma pequena cidade, um julgamento inusitado coloca um cachorro no centro de um processo judicial. Por trás do humor e da situação aparentemente absurda, o filme aborda temas universais como justiça, responsabilidade e o olhar da sociedade sobre o outro

Segunda-feira – 16/03

18h – ZIYARA (Marrocos)

Sinopse:

O documentário acompanha uma jornada íntima pelas comunidades judaicas marroquinas e seus descendentes. Por meio de encontros emocionantes, o filme explora memória, convivência e os laços espirituais que resistem ao tempo e ao exílio.

19h30 – Sous les figues / Debaixo das Figueiras (Tunísia)

Sinopse:

Durante um dia de colheita de figos em um pomar tunisiano, jovens trabalhadores conversam, flertam e compartilham sonhos e inquietações. Um retrato sensível e o luminoso da juventude, entre desejos individuais e pressões sociais.

Terça-feira – 17/03

19h – L’ Art d’être heureux / A Arte de Ser Feliz (Bélgica)

Sinopse:

Um relato sensível que explora os diferentes caminhos em busca da felicidade. A partir de trajetórias cruzadas, o filme convida à reflexão sobre escolhas de vida, expectativas e o verdadeiro sentido da realização pessoal.

Quarta-feira – 18/03

19h – Une affaire d’honneur / Uma questão de honra (França)

Sinopse:

Na França do século XIX, quando o duelo ainda era prática regulamentada, um mestre de armas se vê envolvido em confrontos nos quais honra, lealdade e convenções sociais determinam o destino dos personagens.

Quinta-feira – 19/03

19h – Kanaval (Canadá e Luxemburgo)

Sinopse:

Após fugir da violência no Haiti, um menino se instala no Canadá com sua mãe. Entre lembranças do carnaval e a realidade do exílio, ele busca encontrar seu lugar em um novo país, equilibrando identidade, memória e adaptação.

Sexta-feira – 20/03

19h –KIMPA VITA, La Mère De La Revolution Africaine – Documentaire / KIMPA VITA, a mãe da revolução africana – Documentário (RDC)

Sinopse:

O documentário resgata a trajetória de Kimpa Vita, figura espiritual e símbolo de resistência no Reino do Kongo, no século XVII. A obra lança luz sobre seu papel histórico nos movimentos de resistência africana, conectando passado e presente.

Entrada franca sem bilheteria – Vagas limitadas, sujeito à lotação

23 de março das 10h às 12h : Palestra do Professor Jacques Leenhardt : Debret em questão, Visões da natureza e cultura, Auditório Jayme Gobulov, FAU-UnB

26 de março às 17h : Transmissão do jogo amistoso de futebol França-Brasil ao vivo de Boston no auditório da Aliança Francesa.

De 2 de março a 30 de abril : Exposição “Notre-Dame de Paris: a extraordinária aventura da restauração” no Espaço Cultural Aliança Francesa. De segunda a sexta, de 8h30 às 18h e, aos sábados, de 8h30 às 12h.

28 de março das 12h30 às 18h: Bazar da Francofonia na Aliança Francesa.

Já aguardado no calendário cultural de Brasília, o Bazar da francofonia é um encontro que celebra a diversidade, a convivência e a riqueza cultural dos países francófonos. Aberto a todas as famílias, francófonos, francófilos e ao público interessado em descobrir novas culturas. O público terá a oportunidade de experimentar especialidades gastronômicas de diferentes países, conhecer artesanato típico, participar de atividades culturais, quiz e animações além de cantar e dançar ao som de músicas que atravessam continentes. Mais do que um evento, oBazar é um momento de encontro e partilha, que reúne tradição, criatividade e espírito de comunidade no coração da capital.

A programação completa de Brasília e das outras cidades pode ser consultada em: francofoniabrasil.org

Os eventos da Francofonia em Brasília são organizados pelas embaixadas francófonas presentes na capital, em parceria com a Aliança Francesa, a Associação dos Professores de Francês do DF, a Universidade de Brasília e Wallonie Bruxelles Internacional.

Todos os eventos são gratuitos. Participe e celebre a diversidade da Francofonia

Corrida da União Europeia 2026 retorna a Brasília com edição especial ao pôr do sol e sorteio de viagem para a Europa

Foto divulgação

A prova acontece no dia 9 de maio, sábado, na Esplanada dos Ministérios, com percursos de 10km, 5km e 1km para as famílias. As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo site Central da Corrida, com duas opções de kit a partir de R$ 89

Corrida da União Europeia retorna em 2026 para celebrar o Dia da Europa, em 9 de maio (sábado), com uma edição especial na Esplanada dos Ministérios. Em formato sunset, com largada no fim da tarde, o evento propõe uma experiência única ao pôr do sol no coração da capital federal. Integrando a programação da Semana da Europa 2026, a iniciativa reúne embaixadores, representantes do corpo diplomático europeu, instituições culturais e a comunidade local em um momento de celebração, integração e bem-estar.

Os participantes poderão escolher entre três modalidades: 10 km, 5 km e 1 km (categoria família), esta última pensada para incluir crianças, iniciantes e até pets. 

As inscrições já estão abertas no portal da Central da Corrida, com duas opções de kit: o básico (R$ 89), que inclui número de peito, lanche e medalha, e o ampliado (R$ 109), com camiseta, meia esportiva, número de peito, lanche, medalha e brinde exclusivo.

Para tornar a experiência ainda mais especial, todos os participantes presentes concorrem, ao final do evento, ao sorteio de uma passagem aérea para a Europa, além de outros brindes.

Sobre a Semana da Europa 

Realizada desde 2004, a Semana da Europa chega à sua 22ª edição consolidada como um dos principais eventos culturais internacionais de Brasília. A iniciativa reúne a Delegação da União Europeia no Brasil, embaixadas de 15 países europeus e importantes institutos culturais, promovendo uma ampla programação que celebra a diversidade do continente por meio da música, gastronomia, artes e esporte. Em 2025, mais de 7 mil pessoas participaram das atividades, reforçando a relevância do evento na conexão cultural entre Brasil e Europa.

A programação se estrutura em quatro grandes eventos presenciais, começando pelo EUNIC Jazz Express, nos dias 28 e 29 de abril, que abre o calendário com apresentações musicais inéditas. Para a noite do dia 28, no Clube do Choro, às 20h30, os ingressos já estão à venda, com valores a partir de R$ 30 (meia-entrada mediante a doação de 1kg de alimento, que será destinado ao programa Mesa Brasil SESC), podendo ser adquirido no site do próprio Clube do Choro. 

Em seguida, será a vez da tradicional Corrida da União Europeia (9 de maio); do Festival Cultural Europeu (16 de maio), que ocupa o Museu de Arte de Brasília com experiências culturais, gastronômicas e artísticas; e a Mostra de Cinema Europeu, que será realizada no segundo semestre, encerrando as celebrações. 

Serviço

Semana da Europa 2026: 19ª Corrida da União Europeia 
Quando: sábado, 9 de maio, Esplanada dos Ministérios, 17h 
As inscrições já estão abertas no portal da Central da Corrida, com duas opções de kit: o básico (R$ 89), que inclui número de peito, lanche e medalha, e o ampliado (R$ 109), com camiseta, meia esportiva, número de peito, lanche, medalha e brindes exclusivos.

Para mais informações: Para mais informações: @semanadaeuropa e @uenobrasil

GCCM Lança Seu Primeiro Livro, Abraçando o Brasil, em Evento Oficial em Brasília

Foto divulgação

O Grupo de Cônjuges de Chefes de Missão (GCCM) em Brasília lançou oficialmente seu primeiro livro, Abraçando o Brasil, na terça-feira, 24 de março de 2026, no Foyer Villa-Lobos do Teatro Nacional

Reunindo as vozes de 53 diplomatas e membros da comunidade internacional, o livro oferece um mosaico literário único de reflexões pessoais, experiências e perspectivas de membros da comunidade diplomática e internacional que vivem no Brasil. Por meio dessas narrativas, Abraçando o Brasil celebra a cultura, a diversidade e as conexões significativas formadas além-fronteiras do país.

O evento de lançamento contou com a presença de convidados ilustres, incluindo representantes governamentais, membros do corpo diplomático, organizações internacionais e sociedade civil e da primeira dama do DF

O programa contou com o lançamento oficial do livro, discursos de representantes importantes e uma apresentação musical do grupo Rejane – Rec Son, uma das iniciativas sociais apoiadas pelo GCCM. Uma recepção e um momento de networking em seguida

Além do seu valor cultural, o projeto reflete o compromisso do GCCM com o impacto social, com a renda obtida com a venda do livro apoiando iniciativas comunitárias lideradas e apoiadas pela organização.

“Este livro é uma celebração do Brasil sob a perspectiva da comunidade diplomática e internacional — um testemunho das conexões, histórias e experiências compartilhadas que nos unem”, afirmou a presidente do GCCM.

A obra “Abraçando o Brasil” marca um momento importante para o GCCM, destacando o poder da colaboração, da narrativa e do intercâmbio cultural.

Brasília é cenário para campanha publicitária internacional

Por Chico Sant’Anna

Foto Renault

Segundo analistas, usar a arquitetura brasiliense como cenário para sonhos grandiosos é uma forma de conectar o lançamento global do veículo ao Brasil, que será o país de produção, é uma forma de se valer do marketing para celebrar ambições locais e nacionais para alcançar níveis internacionais.

Mais uma vez, Brasília vira cenário para gravação de campanha publicitária cinematográfica de uma empresa internacional. Depois da Nokia (2007) e da perfumaria Kenzo (2015), agora é a vez da montadora Renault escolher o Brasil para revelar globalmente seu novo SUV médio Boreal e para tanto um vídeo futurista que mistura arquitetura, sonhos e proporções surreais, em Brasília. A campanha traz a temática Para sonhar grande (“no one dreams small”), mostrando o carro em ambientes urbanos modernos, como a Ponte JK, o Estádio Mané Garrincha e o Túnel Rei Pelé.

O filme da Publicis Conseil, uma produtora internacional com sede em Paris, também se vale do complexo de viadutos que interliga as vias W.3 Norte e Sul. Ele mostra um arquiteto dirigindo o veículo por um mundo onde prédios ganham dimensões impossíveis, até ele acordar e perceber que só o carro permanece real. Na verdade, a criatividade sem limites de Oscar Niemeyer já demonstrou há décadas a falta de limites e que inexiste limites para o traço arquitetônico.

Confira aqui o comercial da Renault

https://youtu.be/RX2IIQm2L7M?si=Lmxy2e8E50yCnalU

No vídeo, com recursos de computação gráfica, do miolo das tesourinhas da interligação da W.3, surgem edificações futuristas. A proposta pode trazer o traço da arquitetura High-Tech, mas briga com o conceito urbanístico de Lúcio Costa, que projetou grandes espaços verdes na cidade.

Confira a matéria completa: https://wp.me/pWXF5-8sP

Semana da Europa 2026 celebra a diversidade cultural com música, arte, gastronomia e corrida em Brasília

Foto divulgação

A tradicional Semana da Europa 2026 em Brasília contará com quatro atividades: Eunic Jazz Express, Corrida da União Europeia, Festival Cultural Europeu e a Mostra de Cinema Europeu. No ano passado mais de 7 mil pessoas participaram das atividades realizadas. 

A cultura europeia volta a ocupar diferentes espaços de Brasília com a Semana da Europa2026, que será realizada entre abril e maio com uma programação cultural que reúne música, esporte e gastronomia, enquanto no segundo semestre será a vez da Mostra de Cinema Europeu. Organizada pelos Institutos Nacionais de Cultura da União Europeia (EUNIC Brasília), a iniciativa celebra a diversidade cultural dos países da União Europeia e promove o intercâmbio artístico entre Brasil e Europa.

Realizada desde 2004, a Semana da Europachega à sua 22ª edição reunindo a Delegação daUnião Europeia no Brasil, embaixadas de 15 países: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslovênia, Espanha, Finlândia, França, Irlanda, Itália, Países Baixos, Polônia, Portugal, Suécia e Ucrânia, além de quatro institutos culturais: Aliança Francesa, Instituto Cervantes, Instituto Camões e Goethe-Zentrum Brasília.

Ao longo de quatro grandes eventos presenciais, a iniciativa propõe uma imersão na diversidade cultural europeia por meio da música, dagastronomia, das artes e do esporte, fortalecendo os laços culturais entre o Brasil e os países daUnião Europeia. Na edição de 2025, mais de 7 mil pessoas participaram das atividades daSemana da Europa em Brasília, consolidando o evento como um dos principais encontros culturais internacionais da cidade.

EUNIC Jazz Express

Abrindo a programação da Semana da Europa, o EUNIC Jazz Express celebra o Dia Internacional do Jazz, comemorado mundialmente em 30 de abril. O projeto reúne artistas do Brasil e de diferentes países europeus em uma formação inédita que se encontra pela primeira vez no palco.

Serão duas apresentações: a primeira no Clube do Choro, no dia 28 de abril, e a segunda na Escola de Música de Brasília, no dia 29 de abril.

Até o momento estão confirmados os músicos Mateus Saldanha (Portugal – Guitarra), Neža Okorn (Eslovênia – Voz) – Oswaldo Amorim (Brasil – Contrabaixo), Pepi Kramer (Áustria – Percussão), Rudi Berguer (Áustria – Violino), Rutger Mathys (Bélgica – Gaita), Žan Cesar (Eslovênia – Trompete).

19ª Corrida da União Europeia

Uma das novidades desta edição é o retorno daCorrida da União Europeia, que acontece no dia 9 de maio, data em que se celebra oficialmente o Dia da Europa. No final da corrida, será sorteada uma passagem aérea para a Europa. 

A prova será realizada em formato sunset, com largada prevista para 17h, na Esplanada dos Ministérios, com saída e chegada em frente à Catedral Metropolitana de Brasília. As inscrições já estão abertas no portal da Central da Corrida, com duas opções de kit:

  • Kit básico (R$ 89): adesivo peitoral com numeração, lanche e medalha de participação.
  • Kit ampliado (R$ 109): camiseta, adesivo peitoral com numeração, meia esportiva, lanche, medalha e brinde.

Os participantes poderão escolher entre três modalidades: 10 km, 5 km e 1 km família, percurso pensado para participação com crianças e pets.

Festival Cultural Europeu

No dia 16 de maio, o Museu de Arte de Brasília (MAB) será palco do tradicional Festival Cultural Europeu, que transforma o espaço em um grande encontro de culturas.

Com a participação de 17 representações europeias, o evento contará com estandes institucionais trazendo atividades culturais, apresentações artísticas no palco, oficinas infantis, experiências gastronômicas com chefs convidados, área de food trucks, sorteios e diversas atrações para o público.

Entre as apresentações já confirmadas estão Georgia Alô e banda (Alemanha), show de flamenco (Espanha), oficina de contação de histórias em espanhol (Instituto Cervantes), entre outros.

Mostra de Cinema Europeu

Encerrando o calendário das celebrações do Dia da Europa, a tradicional Mostra de Cinema Europeu será realizada no segundo semestre, com data a ser divulgada.

A programação reunirá filmes contemporâneos e clássicos do cinema europeu, oferecendo ao público brasiliense a oportunidade de conhecer diferentes olhares e narrativas produzidas no continente.

Serviço

EUNIC Brasília apresenta Semana da Europa2026

Eunic Jazz Express: Clube do Choro (28 de abril);  Escola de Música de Brasília (29 de abril); 
19ª Corrida da União Europeia (9 de maio, Esplanada dos Ministérios)
Festival Cultural Europeu (16 de maio, Museu de Arte de Brasília) Mostra de Cinema Europeu (Segundo semestre com data a confirmar) 

Para mais informações: @semanadaeuropa e @uenobrasil

2º Congresso da Felicidade de Brasília anuncia palestrantes e amplia diálogo entre educação, gestão pública, espiritualidade e mundo corporativo

Foto divulgação

Evento reunirá lideranças do Brasil e do Butão para debater felicidade como estratégia de desenvolvimento humano e social

O 2º Congresso da Felicidade de Brasília, que será realizado no dia 20 de março de 2026, no Museu Nacional da República, confirma os nomes dos palestrantes desta edição e consolida o evento como um dos principais fóruns nacionais dedicados ao debate sobre felicidade, bem-estar e desenvolvimento humano. Após o impacto da primeira edição, o Congresso amplia sua proposta e reúne lideranças do Brasil e do Butão para discutir a felicidade como eixo estratégico de políticas públicas, cultura organizacional, formação educacional e transformação social.
 

O evento, realizado pelo IPCB – Instituto de Produção Socioeducativo e Cultural Brasileiro, com apoio do Ministério da Cultura e da Secretaria de Articulação Federativa e Comitês de Cultura, acontecerá das 9h às 18h, em celebração ao Dia Internacional da Felicidade, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU). A entrada é gratuita e as inscrições podem ser feitas através do https://felicidade.inscreva.online/.


Entre os nomes confirmados está Cosete Ramos, consultora da felicidade e idealizadora do Movimento Brasília Capital da Felicidade. Com o tema “Educação para Felicidade”, Cosete abordará o papel da escola e da formação humana na construção de uma sociedade emocionalmente mais saudável e consciente. Para ela, a felicidade deve ser compreendida como valor estruturante da educação contemporânea, capaz de orientar práticas pedagógicas, fortalecer vínculos e preparar crianças e jovens para uma vida com propósito e responsabilidade social. “Ver o Congresso chegar à segunda edição com esse nível de engajamento é uma enorme satisfação. Isso mostra que a felicidade deixou de ser um discurso e passou a ser uma construção coletiva, assumida por educadores, gestores e pela sociedade”, afirma.


A dimensão internacional do evento será reforçada pela presença de Lhatu, diretor executivo do Centro de Felicidade Interna Bruta do Butão. Sua palestra, intitulada “A Felicidade Interna Bruta (FIB) é mais importante do que o Produto Interno Bruto (PIB)”, trará a experiência do país que se tornou referência mundial ao adotar a felicidade como indicador oficial de desenvolvimento. O modelo butanês propõe uma abordagem que integra bem-estar psicológico, sustentabilidade ambiental, cultura e boa governança, ampliando a compreensão tradicional baseada exclusivamente em indicadores econômicos.


O Congresso também trará a perspectiva do mundo empresarial com a participação de Lívia Azevedo, primeira diretora de Felicidade do Brasil. Em sua palestra, “Felicidadecorporativa: a jornada que transforma pessoas e negócios”, Lívia compartilhará experiências práticas sobre como o bem-estar organizacional impacta produtividade, engajamento e cultura empresarial. Em um contexto em que saúde mental e clima organizacional ganham centralidade nas estratégias de negócios, sua participação amplia o diálogo entre desenvolvimento humano e performance institucional.


A dimensão técnica e científica da programação será representada por Manoel Clementino Barros Neto, diretor-presidente do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF). Ele apresentará os resultados da pesquisa inédita “Felicidade no Distrito Federal: fatores associados e implicações para políticas públicas”, estudo que analisa dados objetivos e subjetivos sobre qualidade de vida e percepção de bem-estar da população do DF. A apresentação marca um passo importante na consolidação da felicidade como indicador relevante para formulação de políticas públicas baseadas em evidências.


Completando o quadro de palestrantes, o Bispo JB Carvalho, autor de 22 livros, incluindo o best-seller Metanoia, teólogo e conferencista, levará ao Congresso uma reflexão que conecta espiritualidade, consciência e transformação interior. Reconhecido por sua atuação na formação de lideranças e no estímulo à renovação do pensamento como instrumento de mudança de realidades, o Bispo abordará o tema: Espiritualidade e Felicidade.
 

Para o presidente do IPCB, Jorge Luiz, a consolidação do Congresso demonstra maturidade institucional e reconhecimento público da pauta. “É uma grande satisfação ver o Congresso crescer e reunir vozes tão diversas em torno de um propósito comum. A felicidade hoje é um tema estratégico e necessário, e Brasília assume um papel de protagonismo ao abrir esse espaço qualificado de diálogo”, destaca.
 

Serviço: 

2º Congresso da Felicidade de Brasília
Quando: 20 de março de 2026, das 9h às 18h
Onde: Museu Nacional da República – Brasília
Ingressos: gratuito
Inscrições: Link
Mais informações: @congressodafelicidadebsb

Brasília confirma 2º Congresso da Felicidade para 20 de março com liderança do Butão como principal palestrante

Foto Freepik

Evento celebra o Dia Internacional da Felicidade e traz Lhatu, diretor executivo do Centro de Felicidade Interna Bruta do Butão, referência mundial em políticas públicas de bem-estar

Brasília sediará, no dia 20 de março, o 2º Congresso da Felicidade, consolidando a capital federal como um dos principais polos nacionais de debate sobre felicidade, bem-estar e desenvolvimento humano. O evento, realizado pelo IPCB – Instituto de Produção Socioeducativo e Cultural Brasileiro, com apoio do Ministério da Cultura e da Secretaria de Articulação Federativa e Comitês de Cultura, acontece no Museu Nacional da República, das 9h às 18h, em celebração ao Dia Internacional da Felicidade, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU). A entrada é gratuita e as inscrições podem ser feitas através do https://felicidade.inscreva.online/.

Após o sucesso do primeiro encontro, este segundo Congresso marca um novo capítulo do movimento “Brasília Capital da Felicidade”, ampliando o diálogo entre ciência, educação, políticas públicas, cultura e sociedade. “O 2º Congresso da Felicidade consolida Brasília como um território de inovação social. Estamos falando de um encontro em torno de uma pauta que hoje é central no mundo: colocar o bem-estar no centro das decisões”, pontua o gestor do IPCB Jorge Luiz.

Para a professora e pioneira Cosete Ramos, incentivadora e consultora da felicidade do Congresso, o projeto nasce da própria essência da capital federal. “Brasília sempre foi chamada de capital da esperança por Juscelino Kubitschek. Hoje, nós dizemos que Brasília é a capital da felicidade. Esse sonho começou lá atrás, no coração de quem estava aqui em 21 de abril de 1960, e hoje envolve toda a sociedade”, afirma.

Um dos grandes destaques desta edição será a apresentação oficial do resultado da pesquisa “Felicidade no Distrito Federal: fatores associados e implicações para políticas públicas”, desenvolvida pelo IPEDF, órgão oficial do Governo do Distrito Federal. 

“A felicidade hoje é a maior pauta do mundo. É uma temática internacional, liderada pela ONU, que todos os anos, no dia 20 de março, divulga o ranking dos países mais felizes do planeta. E nós vamos apresentar esses dados durante o Congresso”, destaca Cosete.

Para embasar o desenvolvimento da pesquisa, Cosete realizou missão de estudos no Butão, referência mundial em políticas de Felicidade Interna Bruta, acompanhada pelos diretores do Movimento, Eduardo Ruy Ramos Jobim e Ângela Martins. A experiência contribuiu diretamente para a construção da metodologia aplicada pelo IPEDF.

Presença de peso no evento

Outro grande destaque desta edição é a presença de Lhatu, diretor executivo do Centro de Felicidade Interna Bruta do Butão (GNH Centre Bhutan), uma das maiores referências internacionais na aplicação prática do conceito de felicidade como política pública.

Com uma trajetória marcada pela atuação no serviço público, em organismos internacionais e no setor privado, Lhatu é um dos principais líderes globais na difusão do modelo de Felicidade Interna Bruta (FIB), filosofia que orienta o desenvolvimento do Butão e inspira governos ao redor do mundo. Ex-parlamentar por dois mandatos, ele liderou políticas nas áreas de saúde, educação, infraestrutura, sustentabilidade e desenvolvimento comunitário.

Ao longo da carreira, também atuou no Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e em projetos de agroindústria sustentável, geração de renda e preservação ambiental.

“Atualmente, à frente do Centro de Felicidade Interna Bruta do Butão, Lhatu ajuda a mostrar ao mundo que o desenvolvimento precisa colocar o bem-estar das pessoas no centro das decisões”, reforça Cosete.

Segundo a professora, o movimento em Brasília já ultrapassou os limites de um evento. “Essa não é uma pauta que chega em Brasília, é uma pauta que envolve o mundo inteiro. Ela foi acolhida pela sociedade civil, pelo governo, pelos empresários e pelas escolas. Fizemos inclusive concursos com crianças sobre o que é uma escola da felicidade, sobre o que elas sonham. É um movimento coletivo”, ressalta.

O 2º Congresso da Felicidade de Brasília reunirá especialistas, pesquisadores, educadores, gestores públicos e lideranças institucionais para refletir sobre caminhos inovadores de desenvolvimento humano, reafirmando a felicidade como um eixo estratégico das políticas públicas contemporâneas. Os participantes receberão certificado ao final do encontro.

“Mais do que um evento, o Congresso é um convite à reflexão, ao pertencimento e à construção de uma cidade e de um país onde viver bem seja prioridade”, conclui a consultora do evento Cosete Ramos.

Serviço: 

2º Congresso da Felicidade de Brasília
Quando: 20 de março de 2026, das 9h às 18h
Onde: Museu Nacional da República – Brasília
Ingressos: gratuito
Inscrições: Link
Mais informações: @congressodafelicidadebsb

Diplomatas e autoridades marcam presença na celebração da Data Nacional do Kuwait em Brasília

Senhor Talal Rashed Almansour,
Embaixador do Estado do
Kuwait no Brasil 

Nesta quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026, a embaixada da Estado do Kuwait realizou uma cerimônia em comemoração ao sexagésimo quinto Dia Nacional e ao trigésimo quinto aniversário do Dia da Libertação. O evento, que reuniu autoridades do governo brasileiro, diplomatas e representantes do Congresso Nacional, foi marcado por uma mensagem de celebração e otimismo ao futuro das relações bilaterais entre o Estado do Kuwait e a República Federativa do Brasil.

Em seu discurso proferido durante a recepção oficial, o Embaixador do Estado do Kuwait no Brasil Senhor Talal Rashed Almansour, iniciou suas palavras transmitindo as mais calorosas felicitações à Sua Alteza o Emir Sheikh Meshal Al-Ahmad Al-Jaber Al-Sabah e à Sua Alteza o Príncipe
Herdeiro Sheikh Sabah Al-Khaled Al-Hamad Al-Mubarak Al-Sabah. O Embaixador Almansour expressou ainda seus votos de progresso e prosperidade ao Kuwait e agradeceu a todos os presentes por se juntarem às celebrações.

Durante sua fala, o Embaixador do Estado do Kuwait destacou os esforços contínuos do Kuwait desde sua independência em 1961 para construir uma sociedade baseada em liberdade, igualdade e justiça. Ele enfatizou a importância de uma política externa equilibrada, que respeita os princípios das Nações Unidas e promove a cooperação internacional, sem ingerência nos assuntos internos de outros países. O Embaixador destacou também o papel humanitário e desenvolvimentista do Estado do Kuwait citando que o Fundo Kuaitiano para o Desenvolvimento Econômico Árabe já beneficiou mais de 100 países, refletindo o compromisso de seu país em ajudar na prosperidade global.

O Embaixador ressaltou a importância das relações kuaitianas-brasileiras, que completaram 58 anos em janeiro de 2026, e as descreveu como “distintas e positivas em todos os campos” e com
significativo potencial de expansão, especialmente nas áreas de energias renováveis, infraestrutura e segurança alimentar. O Embaixador Almansour foi enfático ao apontar o Brasil como um destino importante para os investimentos kuaitianos e sinalizou uma “séria intenção” em promover a cooperação econômica e comercial, beneficiando-se das experiências mútuas para alcançar resultados que satisfaçam as aspirações de ambos os países.

Ele também reconheceu e congratulou o Brasil pelo sucesso da 30ª Conferência das Nações
Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), realizada no ano passado em Belém no estado do Pará. O Embaixador ressaltou o “apelo histórico” lançado pela conferência à comunidade internacional para unir
esforços em uma ampla mobilização global para combater as mudanças climáticas, e a sua importância na transição das negociações climáticas para uma fase de “implementação efetiva”, alinhando-se com os interesses globais de sustentabilidade.

Ao final, o Embaixador reiterou o “permanente zelo” do Estado do Kuwait e em ampliar os horizontes
da relação com o Brasil. O discurso deixou claro que, além dos laços históricos e culturais, há uma
perspectiva econômica vigorosa sendo cultivada, posicionando o Brasil como um parceiro estratégico para os planos de investimento e diversificação do Estado do Kuwait e, em um momento de transformação global.
A celebração da data nacional, portanto, foi também um marco na projeção de uma agenda bilateral
promissora e concreta.

VISÃO GERAL SOBRE O ESTADO DO KUWAIT

Capital: Cidade do Kuwait Idioma oficial: árabe Religião oficial: Islã Moeda: Dinar Kuaitiano Localização: Costa norte da Península Arábica
Área: 17.818 km²
População: 4,631 milhões
PIB: US$ 153,4 bilhões
Data da independência: 19 de junho de 1961. No entanto, o Kuwait celebra a sua data nacional em 25 de
fevereiro em memória à assunção ao trono do Sheikh Abdullah Al-Salim Al-Sabah.
Bandeira: composta por 4 cores: verde, branco, vermelho e preto, inspirada em um verso da poesia
árabe.
Brasão: Um falcão com as asas abertas, abraçando um veleiro pousado em ondas brancas e azuis, em
homenagem ao antigo passado marítimo do Kuwait
Províncias: Al-Ahmadi – Al-Farwaniya – Capital – Al-Jahra – Hawalli – Mubarak Al-Kabeer

Economia
A economia do Kuwait depende principalmente das receitas do petróleo, que representam cerca de metade do produto interno bruto e 94% das exportações do país. Note-se que o Kuwait possui um dos campos petrolíferos mais ricos do mundo, com cerca de 10% do total das reservas globais de petróleo.

O Fundo Soberano do Kuwait, criado em 1953, é considerado o quarto maior do mundo, com ativos que
chegam até 800 bilhões de dólares, estando os seus investimentos repartidos por mais de 125 países em
todo o mundo, entre mercados desenvolvidos e emergentes.

Cultura
A cultura Kuaitiana é considerada uma extensão da cultura árabe islâmica e é caracterizada pela abertura
às culturas vizinhas, seja em termos de arquitetura, música, vestuário, alimentação e estilo de vida. A
característica mais importante da cultura local do Kuwait é o “DIWANIYAH”, que representa uma grande sala de recepção usada para reuniões sociais

Grandes marcos
Torre da Libertação: A Torre da Libertação é um símbolo da libertação do Kuwait e e um sinal claro do
renascimento do país. A Torre da Libertação é também uma das torres de comunicações mais altas do
mundo, com uma altura superior a 372 metros.
Torres do Kuwait: As Torres do Kuwait são consideradas um dos marcos mais famosos do Kuwait . O corpo esférico superior da maior torre, com 187 metros de altura, contém um restaurante e as torres usam elevadores de alta velocidade.
Centro Cultural Jaber Al-Ahmad: também chamado de Ópera do Kuwait, é um importante marco
arquitetônico e cultural do Kuwait, localizado no coração da Cidade do Kuwait, faz parte do novo Distrito
Cultural Nacional do Kuwait e foi inaugurado em 2016. O edifício consiste em um conjunto de formas
geométricas complexas inspiradas na arquitetura islâmica

Por Silvana Scórsin

Prelúdio do Festival da Primavera celebra Ano Novo Chinês e reforça cooperação cultural entre Brasil e China


Foto: China Media Group América Latina

Com presença do MinC e do Iphan, noite de gala do China Media Group destacou o audiovisual e o patrimônio imaterial como pontes no Ano Cultural Brasil-China 2026

Brasília foi palco, nesta terça-feira (10), do Prelúdio do Festival da Primavera: O Mundo Assiste à Noite de Gala do China Media Group (CMG), evento que celebrou o Ano Novo Chinês e marcou o início do Ano do Cavalo de Fogo, em 2026. Realizada no Museu Nacional da República, a cerimônia integrou as comemorações do Ano Cultural China–Brasil, iniciativa que simboliza o aprofundamento das relações estratégicas entre os dois países.

Ao discursar durante a cerimônia, embaixador da República Popular da China no Brasil, Zhu Qingqiao, destacou a satisfação em participar do Prelúdio do Festival da Primavera e em reencontrar parceiros brasileiros. O diplomata ressaltou que, apesar da distância geográfica e do fato de estarem situados em hemisférios opostos — como os maiores países em desenvolvimento do Oriente e do Ocidente —, China e Brasil mantêm uma relação marcada pela proximidade afetiva e pelo respeito mútuo. Segundo ele, sob a orientação estratégica dos chefes de Estado, as relações sino-brasileiras vivem o melhor momento de sua história.

Ele também enfatizou o avanço da construção da Comunidade Sino-Brasileira com Futuro Compartilhado, com alinhamento progressivo das estratégias de desenvolvimento dos dois países. Para o embaixador, essa convergência demonstra o papel das grandes economias emergentes na promoção de um mundo mais justo e de um planeta mais sustentável.

Ao mencionar a visão conjunta do presidente Xi Jinping e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o embaixador destacou que 2026 marca a realização do primeiro Ano Cultural China–Brasil nas relações bilaterais, iniciativa que deve intensificar o intercâmbio humano e cultural em mão dupla, fortalecendo ainda mais os laços entre as duas nações.

Representando o Ministério da Cultura, a secretária do Audioviual, Joelma Gonzaga, destacou o caráter simbólico de 2026 para a relação bilateral. Segundo ela, o Ano Cultural Brasil–China expressa “a maturidade e a densidade de uma parceria estratégica construída ao longo de décadas”. A dirigente ressaltou o papel central do audiovisual nesse processo de aproximação entre os povos. “Poucas linguagens têm hoje tamanho poder de circulação, de diálogo intercultural e de projeção simbólica quanto o cinema, a televisão e as novas mídias audiovisuais”.

Ela lembrou ainda que a cooperação no setor ganhou bases institucionais sólidas nos últimos anos, com a assinatura de acordos e, especialmente, com o Memorando de Entendimento firmado em 2024 entre o Ministério da Cultura e o China Media Group. O instrumento estabelece diretrizes para produção e coprodução de conteúdos, intercâmbio profissional e circulação de obras nos dois mercados.

O contexto, segundo Joelma, é especialmente favorável. Em 2024, o setor audiovisual adicionou R$ 70 bilhões à economia brasileira, movimentando cerca de 609 mil empregos diretos e indiretos. O desempenho consolida o audiovisual como um dos motores da chamada Nova Indústria Brasil e amplia as possibilidades de internacionalização das produções nacionais.

A presença do Iphan, representado pelo diretor do Departamento de Patrimônio Imaterial, Deyvesson Israel Alves Gusmão, reforçou o reconhecimento da dimensão patrimonial do evento. O Ano Novo Chinês é considerado patrimônio cultural imaterial da humanidade, reconhecido pela Unesco, e representa uma das celebrações mais importantes da cultura chinesa.

Durante a programação, o público mergulhou na cultura da China e acompanhou a tradicional Dança do Dragão, apresentações de artes marciais Wushu, workshop de roupas tradicionais e oficina de caligrafia, evidenciando a riqueza simbólica e artística da festividade.

Também estiveram presentes a ministra da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Gleisi Hoffmann; e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha; o vice-ministro da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência, Marcelo Costa; a reitora da Universidade de Brasília, Rozana Naves; o diretor-presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), David Butter; e a diretora de Relações Internacionais da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Sueme Mori Andria, entre outros convidados.

Recepção oficial marca celebração do Ano Novo Chinês em Brasília

As celebrações do Ano Novo Chinês, em Brasília, também incluíram, na última quarta-feira (4), uma recepção oficial que reuniu autoridades brasileiras, representantes do corpo diplomático e membros da comunidade chinesa no Brasil. O evento reforçou o ambiente de aproximação cultural e política que marca o início do Ano Cultural Brasil-China.

Na ocasião, a presidenta do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Fernanda Castro, representou o Ministério da Cultura. O papel estratégico dos museus e das instituições de memória na consolidação do intercâmbio cultural entre os dois países, especialmente em um momento em que o patrimônio, a diversidade cultural e a cooperação institucional ganham centralidade na agenda bilateral, foi evidencido durante o ato.

A recepção destacou a importância histórica do Ano Novo Chinês — reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco em dezembro de 2024 — como símbolo de renovação, prosperidade e fortalecimento dos laços comunitários. Autoridades enfatizaram que o primeiro Ano Cultural China–Brasil representa um novo capítulo nas relações diplomáticas, ampliando não apenas a cooperação econômica, mas também o diálogo entre museus, centros culturais e instituições de preservação da memória.

Ano Cultural China–Brasil

O Ano Cultural China–Brasil  2026 foi acordado entre os dois países e tem como objetivo fortalecer intercâmbios nas áreas de cultura, juventude, inovação e indústria criativa. A iniciativa busca ampliar oportunidades compartilhadas e consolidar uma parceria baseada em respeito, amizade e desenvolvimento conjunto.

O Prelúdio do Festival da Primavera representou, assim, um gesto simbólico e diplomático: mais do que celebrar a chegada do Ano do Cavalo de Fogo, o evento sinalizou a disposição de Brasil e China em transformar afinidades culturais em projetos concretos, especialmente no campo do audiovisual.

Por Governo Federal

Nipo Festival retorna ao Taguatinga Shopping com edição dedicada ao universo dos mangás

Foto divulgação

Evento promete reunir gastronomia, cultura asiática e atrações inspiradas na cultura pop oriental

O Taguatinga Shopping recebe, nos dias 6, 7 e 8 de fevereiro, a 8ª edição do Nipo Festival, um dos principais eventos dedicados à cultura asiática em Brasília. Tradicional no calendário da capital, o festival promete mais uma vez reunir o melhor da gastronomia, apresentações culturais, concursos e experiências imersivas que celebram a diversidade e a riqueza das tradições orientais. Os ingressos estão disponíveis no Sympla.

Reconhecido por valorizar diferentes expressões culturais do continente asiático, o Nipo Festival se consolidou como um espaço de encontro entre tradição e contemporaneidade.

Ao longo dos três dias de evento, o público poderá circular por bazares temáticos, áreas gastronômicas, concursos de cosplay e K-pop e palcos culturais, com atrações pensadas para todas as idades.

A edição deste ano traz como tema central o Mangá, um dos principais símbolos da cultura pop japonesa e um fenômeno global que influencia diferentes áreas do entretenimento. A proposta é destacar como os quadrinhos japoneses dialogam com música, moda, audiovisual e comportamento, criando uma experiência imersiva para o público. “O mangá faz parte do imaginário de várias gerações e conversa muito com o público jovem, sem deixar de lado o respeito às tradições culturais orientais”, destaca Flávio Hideo Mikami, organizador do NipoFestival.

Além da programação cultural, os apaixonados pela culinária asiática poderão degustar uma seleção especial de pratos autênticos, com opções que vão do lamen ao donburi, passando por doces tradicionais como mochi e dorayaki, além de bubble tea e sobremesas geladas. Entre os expositores confirmados estão YuYatai, Dogkebi, Chen’s, Revens, todos de São Paulo, além dos tradicionais restaurantes da cidade, Katsu Lamen, Yum Yum, Donburi, dentre outros, garantindo uma verdadeira viagem de sabores capaz de agradar até os paladares mais exigentes.

O Nipo também promete encantar o público com apresentações de renomados grupos de tambores japoneses, como Reiwa Daiko, Matsuri Daiko e Kishouraku Daiko. No palco, danças tradicionais japonesas como Matsuri Dance e Bon Odori, farão o público se levantar da cadeira.

Os ingressos estão disponíveis no Sympla e custam a partir de R$10. Vale lembrar que o festival vai liberar ingressos mediante a um quilo de alimento, na sexta das 12h às 14h e no sábado e domingo das 12 às 13h.

NIPO FESTIVAL

Local: Taguatinga Shopping – Estacionamento H

Data: 6, 7 e 8 de fevereiro

Horário: Sexta e sábado das 12h às 22h | Domingo das 12h às 20h

Ingressos: Sympla

Mais informações: nipofestival.com.br

Instagram: @nipo.festival

Varanda BSB celebra 7 anos com edição especial nos dias 22 e 23 de novembro, no Museu de Arte de Brasília

Foto divulgação

Feira cultural reúne DJs, show ao vivo, marcas autorais, moda consciente e gastronomia, a partir das 11h

Nos dias 22 e 23 de novembro, a Varanda BSB realiza mais uma edição da tradicional feira cultural que valoriza a sustentabilidade, a economia criativa e o consumo consciente. Este encontro será ainda mais especial: a Varanda comemora 7 anos de existência, fortalecendo seu papel de cultura, arte e troca em Brasília.

A programação de aniversário contará com DJsapresentação musical ao vivo, da cantora Carol Voigt, que traz um repertório marcante para envolver o público. Além disso, uma curadoria especial de mais 50 expositores reunirá peças únicas de moda sustentável, artesanato e gastronomia — elementos que já se tornaram assinatura da feira.

Entre as marcas confirmadas estão Brechó 50BL Moda SustentávelNova Lua BrechóCabide ValiosoAkinnaTina Boho DesignEspaço DesapegoLuciana ZeroNefeliaDeby & Dany BrechóCasa da CulturaReveste BrechóEspaço Della’s BrechóKarúBotelho BrechóBrechó da FêBrechó MasculinoBrechó da GlóriaBrincolahBrechó MarkantJosy OliveiraAbbys BrechóAteliê EstesiaBrechó da MariaEssência Única BrechóBrechó de Luxo OdileuzaBarraco BarrocoGlamour BrechóVampyroskaGarimpei BrechóImpression by Chris Meireles e Jane Morais, entre outras presenças queridas e já aguardadas pelo público. Além disso, entre os destaques estão a Urbanoise Eyewear e a Urbanoise Jewelry, com acessórios de design autoral. E na área de gastronomia o público vai poder tomar o chope da Bracitorium e degustar quiches, cascata de chocolate e almoço especial.

À frente da idealização e produção da Varanda BSB está Sarah de Magalhães — designer de joias, ourives e fotógrafa — que encontra em Brasília a principal inspiração para sua expressão artística. Sarah conduz a curadoria e a produção do evento com paixão, sensibilidade e profundo carinho, traduzindo no projeto sua visão de cidade: criativa, acolhedora e repleta de possibilidades. Seu olhar cuidadoso é parte essencial do que faz da Varanda um espaço tão singular para expositores e visitantes.

Para completar a experiência, uma programação musical gratuita com uma vibe pra lá de boa. No sábado (22), a pista começa com a DJ Brotta, às 13h, e segue com o DJ Chilkão, às 16h. Já no domingo (23), o som fica por conta do DJ Maraskin, a partir das 13h, e quem encerra o evento com chave de ouro é a cantora Carol Voigt trio, às 16h.

A edição especial de 7 anos promete celebrar a trajetória da Varanda com muita arte, música e conexões que movem a cidade. A Varanda BSB também reforça a importância da economia sustentável no universo da moda, um movimento que cresce a cada ano e que incentiva um consumo mais consciente, humano e responsável. Ao valorizar brechós, marcas autorais, design independente e peças que ganham novos ciclos de vida, a feira contribui para a redução de resíduos têxteis, estimula a criatividade e fortalece pequenos empreendedores. A moda sustentável promove não apenas a reutilização e o reaproveitamento, mas também uma relação mais afetiva com aquilo que vestimos — uma visão que se alinha profundamente ao propósito da Varanda: oferecer alternativas reais para quem busca estilo, autenticidade e impacto positivo no mundo.

A It’s Time Brechó é perfeita para quem valoriza e apoia pequenos empreendedores e busca novas formas de se expressar por meio da moda – tudo isso em um dos espaços culturais mais emblemáticos da capital.

Mais informações pelo link:  https://www.instagram.com/varandabsb/ .

 

Serviço:

Evento: It’s Time Brechó (Encontro de Brechós)

Realização: Varanda BSB – Feira Cultural

Quando: 22 e 23/11

Onde: Museu de Arte de Brasília (MAB) – SHTN Trecho 1 projeto Orla, polo 03, Lote 05

Horário: 11h às 19h

Atrações: Sábado (22): 13h – DJ Brotta

                                      16h – DJ Chikão

 

                Domingo (23): 13h – DJ Brotta

                                        16h – Carol Voigt trio

Entrada: gratuita

Classificação: livre

Foto: divulgação

Informações: @varandabsb

EMBAIXADA DE PORTUGAL APRESENTA O SHOW GRATUITO “FALA MATERNA”, NA SEXTA, DIA 14/11

Foto divulgação

Concerto inclui repertório influenciado pelo cancioneiro popular do Brasil e de Portugal

A Embaixada de Portugal irá sediar o lançamento de uma coletânea de músicas autorais do sexteto Fala Materna. O show vai acontecer na próxima sexta-feira, dia 14 de novembro, às 20h, no auditório do Instituto Camões, na sede da Embaixada de Portugal em Brasília. A entrada é gratuita. O repertório será interpretado pelos músicos Wallace Oliveira, Lucas Trigueiro, Francisco Bandarra, Leander Motta, Rodrigo Salgado e João Lucas. O nome do projeto é  “Venha Mais Uma”. Faz referência à genealogia linguística partilhada pelas canções populares de Portugal e do Brasil.   
“Trata-se de um projeto que ambiciona uma identidade expressiva, em que se implicam as singularidades musicais e os universos poéticos de duas tradições culturais distintas, indissociavelmente ligadas, todavia, pela deriva histórica da palavra na diáspora da lusofonia”, diz Francisco Bandarra, vocalista do grupo. 
O grupo musical tem dez anos e tem se apresentado nas ocasiões culturais protagonizadas pela Embaixada de Portugal e pelo Instituto Camões. Em 2023, fez o show de encerramento da cerimônia de entrega do Prêmio Engenho de Comunicação – O Dia em que o Jornalista Vira Notícia. 

SHOW FALA MATERNA, NA EMBAIXADA DE PORTUGAL
Auditório do Instituto Camões
SES – Av. das Nações, Quadra 801, Lote 02, CEP 70402-900
Dia 14 de novembro, sexta-feira, às 20h
Entrada gratuita
• Não é necessário a retirada prévia de ingressos

ESPETÁCULO TANTO MAR por HELENA SARMENTO

No dia 10 de novembro, às 19h, no Auditório Agostinho da Silva, na Embaixada de Portugal / Camões – Centro Cultural Português em Brasília, a cantora Helena Sarmento apresentará o espetáculo Tanto Mar.

O espetáculo Tanto Mar propõe uma experiência poética onde as palavras seculares de uma língua são também expressão de desejo: uma língua que quer e pode atravessar os mares, ir e vir. A narrativa constrói-se na lírica atemporal camoniana e reflete sobre o amor, a saudade e a melancolia, sentimentos que se refletem na lonjura da travessia.

Explorando as tradições musicais e poéticas que unem Portugal e o Brasil, o espetáculo aprofunda as conexões culturais entre os dois países. A digressão de Tanto Mar pela América do Sul inclui atuações na Argentina, Uruguai e Brasil, contando com o apoio do IberMúsicas, do Camões I.P e dos Hotéis Vila Galé.

A apresentação em Brasília conta com o apoio da Embaixada de Portugal e do Camões – Centro Cultural Português em Brasília, integrando a programação cultural. 

Ficha técnica:
Helena Sarmento: Voz e conceção artística
Daniel Andrade: Argumento
Vinícius de Lucena: Bandolim
Samuel Alves: Violão

HELENA SARMENTO natural de Lamego e radicada no Porto desde 2004, é cantora e intérprete. O seu percurso criativo de pesquisa musical começou em 2003, conquistando, ao longo dos anos, espaço na cena nacional e internacional. Por forte influência familiar, o fado sempre fez parte da sua vida, pois era protagonista das tertúlias culturais organizadas pelo seu pai, o escritor Joaquim Sarmento. Outras referências, como a música popular portuguesa e a música brasileira, marcam também a sua trajetória. A sua personalidade e percurso artístico refletem essa diversidade de influências. Da sua discografia fazem parte 5 álbuns: Fado Azul (2011), Fado Dos Dias Assim (2013), Lonjura (2018, disco Antena 1) “Liberdade, liberdade!” (2022) e Tanto Mar (2024). Os seus dois primeiros discos foram editados internacionalmente pela editora francesa Sunset France. Ao longo da sua carreira, fez diversos concertos em Espanha, França, Alemanha, Polónia, Brasil e Argentina. Na última tour pelo Brasil, em Dezembro de 2023, iniciou as gravações de Tanto Mar, uma produção entre o Porto e o Rio de Janeiro que contou com a participação de 13 músicos e foi lançada a 23 de Julho de 2024, com o apoio da GDA e da Niepoort. Ainda em 2024, criou e apresentou um ciclo de 9 concertos comentados intitulado “Liberdade, liberdade! Espelho do que somos e do que queremos ser”, uma iniciativa apoiada pela DGARTES, para comemoração dos 50 anos do 25 de Abril. No último trimestre de 2025, apresentará, com o apoio da IberMúsicas, a tour de Tanto Mar em 11 salas da América do Sul, passando pelo Brasil, Argentina e Uruguai.

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