Brasília tem de melhor na Cultura, Entretenimentos, Arquitetura, Design e Decoração, Feiras, Cursos, Workshops, Seminários, Gastronomia, Vinhos, Cafés, Moda, Beleza…
Livros como Macoxi e o Segredo das Sementes tratam de temas importantes de forma lúdica, estimulando as crianças a continuarem com a prática
Arte Divulgação
A prática da leitura é muito importante para as crianças, uma vez que este hábito é capaz de trazer diversos benefícios quando implementado desde cedo. Uma dica para incentivar a atividade é presentear os pequenos com livros em datas comemorativas, além de tornar a experiência mais divertida sempre que possível.
No dia 12 deste mês é comemorado o Dia das Crianças e a data é uma ótima oportunidade para estimular as crianças a lerem. Há diversos livros voltados para este público e que unem a leitura à diversão, como A Macoxi e o Segredo das Sementes. Publicado pela Editora Leader, a obra traz a temática do combate à fome em uma linguagem voltada para o público infantil e é vendida em um combo que inclui um livro de colorir.
A autora Caroline Silva explica que o livro aborda temas que valorizam o convívio, a cooperação, o amor, a amizade, a relação com os alimentos e o respeito e o cuidado com a natureza, bem como a importância de compartilhar e a consciência de não desperdiçar as comidas. “A obra trata, de forma lúdica, da temática da falta de alimentos na vida das pessoas. Assim, é possível que pais e professores ensinem às crianças sobre o impacto positivo de cuidar da natureza para garantir comida saudável para todos”, conta.
Macoxi e Melvin, personagens do livro, ensinam desde o poder nutricional dos alimentos e hábitos que podem mudar o cenário da fome mundial até a importância da polinização feita pelas abelhas. Recomendada para crianças de sete a dez anos, a obra vem junto com um livro de colorir, que é uma forma de atrair as crianças para a temática e é uma forma lúdica de aprender sobre o assunto.
O livro faz parte do Projeto Macoxi pelo Mundo, que é uma iniciativa de combate à fome dividida em duas vertentes: levar alimentos às pessoas necessitadas e educar crianças e adultos para garantir que não falte comida no futuro. Com o movimento “Alimentar é sinônimo de amar”, o projeto tem um selo próprio, chamado #Eualimento. Com os valores arrecadados em campanha, com as doações recebidas e com a adesão do selo no site, é possível proporcionar pratos de refeições complementadas para aqueles que precisam.
SERVIÇO A Macoxi e o segredo das sementes Autor: Caroline Silva Editora: Leader Formato: 18 x 26 cm Páginas: 32 Categoria: Leader Kids ISBN: 978-65-88368-64-0 Preço promocional: De R$69,90 por R$49,90.
Sobre a Editora Leader – Reconhecida como referência internacional na elaboração de projetos Educacionais, Corporativos e Acadêmicos, a Editora Leader tem como marca registrada a publicação de livros de coautoria que reúnem especialistas de renome ou empreendedores de alta performance. A empresa também conta com publicações de autores únicos e de organizações.
Homenageada pelo pioneirismo no lançamento de vários projetos editoriais pelo Recordes Brasileiros (RankBrasil), pela publicação de livros femininos e outros trabalhos no mundo corporativo, a Leader nasceu com foco em levar conhecimento atualizado e relevante para a formação de jovens ou de profissionais já atuantes no mercado.
Ao longo desses anos, adquiriu experiência com mais de 200 obras publicadas. Tornou-se a única editora comportamental voltada ao desenvolvimento humano no Brasil, pois suas obras tem o propósito de ensinar através de livros.
Andréia Roma, fundadora e CEO da editora, busca apoiar novos escritores brasileiros, sem distinção, a publicar os seus livros. A profissional procura, com a Leader, publicar todos os gêneros literários, não se restringindo a uma linha editorial específica.
Artista Visual Schenkel recebe o público para debater sobre sua mostra “Aquilo da Infância que ficou pelo caminho”
Neste sábado 08 de outubro, a artista visual Loreni Schenkel receberá o público para uma conversa em torno de sua exposição “Aquilo da Infância que ficou pelo caminho“, em cartaz na Galeria Rubem Valentim- Espaço Cultural Renato Russo.O encontro acontecerá em torno das 55 obras que compõem o trabalho, abordando o processo criativo, produção das obras, o porquê das linguagens diversas como escultura, pintura, vídeo, instalação e fotografia e demais referências sobre a fonte de inspiração de Loreni. “Quero desenvolver sobre a narrativa e estar junto ao público, trocando informações, emoções, conhecimentos e experiências”, afirma a artista.
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Sobre a exposição
Fundamentada em experiências vividas por Loreni, a exposição propõe um mergulho nas lembranças vividas quando se é criança e que marcam de maneira definitiva os seres humanos. “A resposta para muito do que somos muitas vezes está lá, guardada nas perdas, rupturas, traumas, e também no aconchego, em sabores, texturas, sensações”, afirma Loreni.
A partir do contexto de sua infância, Loreni, inserida em um momento de grande introspecção vivida em quase dois anos de reclusão pandêmica, aproxima-se de linguagens pouco exploradas em sua rotina artística, até então, caso da fotografia, instalaçōes e técnicas mistas sobre impressōes digitalizadas. Além disso, apresenta também, escultura e pintura, essa última, bem diferente do que produzia em pesquisas anteriores.
As obras de arte exigiram de Loreni não apenas um profundo mergulho em si mesma, mas o desenvolvimento de modos de trabalho ainda não experimentados. “A arte é fruto de muito trabalho, pesquisa, aprimoramento e estudo. Essa mostra me desafiou demais e eu tive que buscar mais e novas formas para me expressar, além daquelas com as quais tinha mais intimidade. É o caso da fotografia. “No final, não é só inspiração, dom e talento. É entrega verdadeira”, declara
SERVIÇO:
Conversa com o público
Aquilo da infância que ficou pelo caminho
Galeria Rubem Valentim- Espaço Cultural Renato Russo
Através da colagem digital, artista visual Akimi Watanabe reflete sobre “apagamentos femininos” nas culturas oriental e ocidental
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A artista visual brasileira descendente de japoneses Akimi Watanabe abre a exposição “Silenciamentos Indomáveis” no Espaço Cultural Renato Russo, dia 7 de outubro de 2022, a partir das 19h30.
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Com curadoria de Rogério Carvalho, a artista apresenta 25 obras em colagem digital, impressas sobre papel ou canvas e que tratam das imposições masculinas, impedimentos cotidianos e sobretudo dos apagamentos femininos nas culturas oriental e ocidental.
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As obras foram elaboradas no intervalo pandêmico que impôs à reclusão, ao isolamento e ao olhar intimista direcionado a espaços que jamais receberiam tanta atenção. Foram tempos de introspecção e de análise aos pequenos detalhes. Surgiu, então, a pesquisa “Silenciamentos Indomáveis”.
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Torna-se disruptivo ocupar espaços de importância em tempos sombrios, de tantas incertezas, e consequentemente, amplificar discussões sobre temas tão significativos. Na apresentação dessa série a artista afirma: “As limitações apresentadas às mulheres, cotidianamente, foram o gatilho para que minha densidade genética fosse amplificada.
Desse modo, em face às mazelas do mundo contemporâneo que impõem às minorias uma não-liberdade, subverto essa construção de tanta violência ao materializar em minhas obras essa luta, ante um opressor intermitente. Assombrada por não-verdades de que vivemos em um ambiente onde garantias de liberdade de voz e corpo foram conquistadas no século XXI, referendo que é necessário continuar abrindo espaço para manifestações autênticas de cultura, raça e gênero.”
A 8º edição do BIFF- Festival Internacional de Cinema de Brasília- que esse ano completou 10 anos- realizou noite de premiação na última sexta-feira (30), no Cine Brasília e escolheu o filme “Ramona” como melhor longa da mostra Competitiva.
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O prêmio de melhor roteiro ficou para “CorPolítica”, documentário do diretor Pedro Henrique França, que recebeu o prêmio das mãos do jornalista e crítico de cinema Miguel Barbieri, coordenador da curadoria da mostra internacional.
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O prêmio especial do júri foi para o filipino Broken Blossons, do diretor Luisito Agdameu Ignacio, que veio à Brasília como convidado do evento.
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A animação “Opal”, da Martinica levou melhor filme da Mostra Competitiva do BIFF Júnior.
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“Home is Somewhere Else” (EUA/México) e “The Case” (Rússia) receberam menções honrosas e “Umami” (França/Japão) ficou com o prêmio José Carlos Avelar.
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A noite, também, fez uma homenagem especial, pelos 10 anos do BIFF, concedendo um prêmio para o projecionista José Luiz de Almeida, que trabalha no evento desde a sua criação.
Foram oito dias de uma maratona cinematográfica, que movimentou a “Grande Brasília”, com exibições de cerca de 80 películas no Cine Brasília, Complexo Cultural de Planaltina e nos Sesc da 504 sul, Taguatinga, Ceilândia e Gama. Para a diretora do Festival Anna Karina de Carvalho, o BIFF mostrou que, mesmo durante a pandemia o cinema não parou. “Para minha surpresa foram inscritos nas plataformas mais de 3 mil filmes em vários formatos, onde a comissão de seleção assistiu a mais de 800 longas que cumpriram os critérios curatoriais das inscrições. Mostrando que o mundo mesmo diante de uma situação atípica conseguiu produzir essa quantidade de filmes”.
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Películas de quatro continentes estiveram representados na Mostra Internacional Competitiva, Mostra BIFF Júnior, Mostra Mosaico, com o melhor do cinema brasileiro, Mostra Arco-Íris, com curtas de temática LGBTQIA+, Mostra do Cinema Latino , Panorama África, Pré-estreia e uma homenagem a Agnès Varda, com a exibição de 4 filmes da diretora. Além dos filmes, o BIFF contou ainda com palestras, bate-papos, masterclass, oficinas de dublagem e oficina de TikTok , com a Escola Academia de TikTokers.
A Mostra Internacional Competitiva contou com um time de jurados, composto pela atriz Ana Flávia Cavalcanti, Camila de Moraes, Henrique Rocha e Marco Altberg, que tiveram a missão de escolher entre os 10 filmes que estiveram presentes esse ano na Mostra Internacional.
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Prêmios
Melhor Filme: Ramona (Espanha) Melhor Atriz: Lourdes Hernandez de Ramona Melhor Ator: Kang Yoon-soo do filme Yamabuki (Japão/França) Melhor Direção: Floor Van Der Meulen do filme Pink Moon (Países Baixos/Eslovênia) Melhor Roteiro: Pedro Henrique França de CorPolítica (Brasil) Menção Honrosa: Home Is Somewhere Else ( EUA/México) e The Case (Rússia) Especial do Júri: Broken Bloons (Filipinas) do diretor Luisito Agdameu Ignacio Prêmio José Carlos Avelar: Unami (França/Japão) Menção Honrosa: “Home is Somewhere Else” (EUA/México) e “The Case”(Rússia) BIFF JÚNIOR: Filme Opal (Martinica) do diretor Alan Bidard
Exposição que já percorreu 12 cidades, entre elas Paris, Berlim, Moscovo, Londres e Roma, chega a Lisboa onde permanecerá em exibição entre os dias 15 de setembro e 30 de outubro, no Museu Nacional dos Coches, com entrada livre Mostra celebra os 62 anos da capital brasileira e faz parte do calendário oficial de comemorações do Bicentenário da Independência do Brasil
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A partir do dia 15 de setembro, o Museu Nacional dos Coches receberá a exposição “Brasília – Da utopia à Capital”, que ficará em permanência até 30 de outubro de 2022, aberta a visitas de terça a domingo, das 10h00 às 18h00. Haverá um cocktail de abertura para imprensa e convidados no dia 14 de setembro, a partir das 19h30.
A mostra examina as ideias, personagens e percursos históricos que levaram à criação de Brasília em 1960 e a transformaram em síntese do pensamento modernista brasileiro. Concebida como obra de arte completa, a nova capital do Brasil representa a nova fase de interiorização do Poder Público do país, anteriormente concentrado na faixa litorânea.
A exposição Brasília – Da utopia à Capital é o resultado de extensa pesquisa de Danielle Athayde na Fundação Ortega y Gasset, em Madri, na Espanha. A mostra circulou por 12 capitais, dentre elas Paris, Berlim, Moscovo, Londres e recentemente em Roma. Sua realização faz parte das comemorações do aniversário de 62 anos da cidade, completados em 21 de abril de 2022, e integra o calendário oficial das comemorações do Bicentenário da Independência do Brasil.
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“Brasília – Da utopia à Capital” exibe um acervo de aproximadamente 300 obras de arte e documentos, dentre eles, maquetes de edifícios icônicos projetados por Oscar Niemeyer; desenhos e maquete fotográfica do plano urbanístico de Lucio Costa; esculturas de Maria Martins, de Bruno Giorgi e de Alfredo Ceschiatti; e fotografias de Marcel Gautherot, Peter Scheier, Jean Manzon e Mário Fontenelle.
As obras são provenientes de coleções brasileiras, públicas e privadas, dentre as quais o Instituto Moreira Salles, o Arquivo Público do Distrito Federal e a Coleção Brasília — acervo Izolete e Domício Pereira. A Curadoria é de Danielle Athayde.
Uma epopeia modernista
A transferência da capital do Brasil do litoral atlântico para o centro-oeste do seu território, no início da década de 1960, despertou sentimento de euforia desenvolvimentista na população brasileira. Pessoas comuns, movidas pelo desejo de fazer parte do sonho de construção de uma nova cidade, sede do governo, deslocaram-se do conforto de suas famílias e de suas cidades de origem, em especial do nordeste brasileiro, em direção ao centro-oeste.
O Planalto Central, no cerrado brasileiro, de horizonte infinito e de terra vermelha, transformou-se em canteiro de obras de proporções épicas, cujos núcleos de acomodações precárias, sendo um deles a Cidade Livre, chegou a abrigar mais de 30 mil trabalhadores durante a construção, que durou 3 anos e 10 meses.
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Concreto aparente
Chamados “candangos”, trabalhadores oriundos de vários campos de conhecimento e, em geral, pertencentes às camadas populares, aprenderam in situ a dominar o emprego e a manipulação do concreto aparente. O material, elemento marcante do Modernismo brasileiro, não admite erros ou retoques. Ao observarmos, com admiração e espanto, a beleza do projeto urbanístico de Lucio Costa, o Plano Piloto, e a harmonia e perfeição das linhas curvas de Oscar Niemeyer, também estamos a observar a excepcional capacidade artesanal dos candangos, sobretudo na elaboração dos pilares do Palácio da Alvorada, inspirados nas redes de casas de fazenda do período colonial, e dos arcos que sustentam o Palácio do Itamaraty, cujas maquetes compõem a mostra.
Plano Piloto
O esforço da construção de Brasília, compartilhado por funcionários públicos, arquitetos, artistas e candangos, poderá ser observado em detalhes pelo público presente nos documentos históricos reunidos pela exposição Brasília – Da utopia à Capital. Entre eles, o projeto Plano Piloto, proposto por Lucio Costa.
A maquete de Brasília, definida por uma área de 21×17 km, Brasília, é delimitada, ao sul, pelo Aeroporto Internacional JK; ao norte, pela recente Torre de TV Digital; a leste, pela barragem do Lago Paranoá; e a oeste, pela rodoviária. A Maquete de Brasília foi especialmente concebida para a exposição a partir de imagens de satélite, em alta resolução, medindo 6,00×4,80 metros, considerando a escala de 1:3500.
Comissionamento de artistas
As etapas da construção da nova capital brasileira, realizadas em ritmo apressado, de vergalhões de aço e andaimes gradualmente cobertos pelo concreto que lhe conferiu singularidade, foram registradas em belíssimos ângulos geométricos pelas lentes dos fotógrafos Peter Scheier, Marcel Gautherot, Jean Manzon, Mario Fontenelle e Jesco Puttkamer.
Vislumbrada como uma obra de arte completa, com características de museu a céu aberto, o projeto de Brasília comissionou obras a prestigioso grupo de artistas: Athos Bulcão, autor de fachadas, pinturas e azulejos que dão cor ao concreto e se integram à arquitetura, como as fachadas do Teatro Nacionale Jesco Puttkamer.
Vislumbrada como uma obra de arte completa, com características de museu a céu aberto, o projeto de Brasília comissionou obras a prestigioso grupo de artistas: Athos Bulcão, autor de fachadas, pinturas e azulejos que dão cor ao concreto e se integram à arquitetura, como as fachadas do Teatro Nacional e os painéis de azulejos no Congresso Nacional e na Igrejinha; Marianne Peretti, autora dos vitrais da Catedral Metropolitana; Alfredo Ceschiatti, escultor dos anjos da Catedral; Roberto Burle Marx, artista criador de projetos paisagísticos dos principais espaços públicos da capital, como o Parque da Cidade, o Palácio do Itamaraty, as superquadras, as praças e eixos do plano piloto, além de obras e projetos para seus interiores, para citar alguns.
Algumas dessas obras e seus estudos serão exibidos em Lisboa pela primeira vez. É o que ocorre com as obras da Coleção Brasília – Acervo Izolete e Domício Pereira com o modelo para a obra O Rito do Ritmo de Maria Martins, primeira escultura pública da capital, executada a convite de Niemeyer e instalada nos jardins internos do Palácio da Alvorada, residência oficial do Presidente da República. O mesmo pode ser dito de obras de Bruno Giorgi, como Os Guerreiros, de representação dos candangos e símbolo do marco da ocupação artística da capital.
Coleção Brasília
O acervo formado pelo casal Izolete e Domício Pereira constitui-se num caso único. Considerados “pioneiros” em razão de residirem na nova capital desde 1959, onde exerceram cargos no Governo Federal e na Novacap (companhia responsável pela construção da cidade), reuniram um raro conjunto de obras assinadas pelos arquitetos Niemeyer e Costa, assim como pelos artistas comissionados. O conjunto de obras, documentos e objetos representa um recorte das artes visuais do período e da estética modernista que se estabeleceu no Brasil nas décadas de 1950-60.
Curadoria
Além de reunir elementos relacionados à arquitetura que identificam Brasília, a curadoria de Danielle Athayde propõe analisar a produção artística dos anos de construção da capital, assim como nos encaminha olhar para a representação contemporânea da capital. Nesse sentido, comissionou obras aos artistas Alex Flemming, que faz alusão à arquitetura da Catedral, Naura Timm, que apresenta série de esculturas inspiradas pelo Cerrado, bioma em que a cidade foi edificada, Carlos Bracher com a série de pinturas “Brasília” e Tarciso Viriato com a obra “guerreiro etrusco e a natureza”.
Direção Executiva Morando há 3 anos em Lisboa, a publicitária Danielle Fonteles integra o time executivo da exposição. Responsável pela interlocução com empresas privadas e instituições portuguesas, Danielle assume a produção ea divulgação local da exposição em Portugal.
Museu Nacional dos Coches
O Museu Nacional dos Coches possui a mais importante coleção, a nível mundial, de coches e carruagens reais do século XVI ao século XIX. O museu foi criado, em 1905, no antigo Picadeiro do Palácio Real de Belém, em Lisboa e é hoje constituído por dois edifícios: o antigo Picadeiro do Palácio de Belém (Praça Afonso de Albuquerque) e o novo edifício, em frente (Av. da Índia), inaugurado em 2015.
O museu reúne uma colecção única no mundo, de cerca de 9 000 objectos, que predominantemente viaturas de gala ou de aparato, algumas de viagem e de passeio, dos séculos XVI a XIX, e acessórios de cavalaria. Tem sido o museu nacional mais visitado de Portugal, com 382 593 visitantes em 2016.[1] O novo edifício, que guarda a maior parte das colecções, é um protejo de Paulo Mendes da Rocha (prémio Pritzker 2006) em consórcio com o atelier Ricardo Bak Gordon e Engenheiro Rui Furtado.
Brasília – Da utopia à Capital é uma realização Artetude Produções com participação especial da Coleção Brasília, apoio do MRE (Ministério das Relações Exteriores do Brasil), das vinícolas Quinta Alta e Wine Colors, do Sabin, Grupo Mundial, 4Coach. Apoio Institucional da Casa da América Latina, UCCLA. Junta de Freguesia de Belém e Embaixada do Brasil em Lisboa
Parceiros de media:
Alumi out of Home, Wi- Fi Livre, ID, LOOK’NFEEL e Correio Braziliense.
Patrocínio: Banco BRB
Exposição: Brasília – Da utopia à Capital
Curadoria: Danielle Athayde Local: Museu Nacional dos Coches Morada: Av. da Índia 136. Lisboa
Visitação aberta ao público: de 15 de setembro a 30 de outubro de 2022.
De terça a domingo – das 10h às 18h Entrada livre Abertura para imprensa e convidados: 14 de setembro, a partir das 19h30.
O Parque da Cidade será palco de muita festa para comemorar a cultura nipônica. O festival ainda traz muita música, comida e arte.
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Celebrando a cultura japonesa no Brasil, o Pavilhão de Exposição do Parque da Cidade vai receber nos dias 30 de setembro, 1º e 02 de outubro a 4ª edição do festival Made in Japan. O evento traz muita arte, moda, gastronomia, artesanato, música para a capital federal, uma verdadeira viagem à terra do sol nascente.
Entre os artistas que vão subir ao palco estão expoentes da cultura nipo-brasileira como Edson Saito, Humberto e Cintia, Pamela Yuri, e os tradicionais tambores japoneses. Além disso, o espaço também é aberto para as pessoas que fazem cosplay, e para grandes dubladores brasileiros, entre eles, Mauro Horta que deu voz ao personagem Thor, também estarão presentes Marco Ribeiro e Zé da Viola. O evento ainda conta com apresentações de com a seleção brasileira de sumô e ilusionismo oriental.
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A ala gastronômica é um espetáculo à parte. Pratos típicos da culinária oriental, como sushi, sashimi, temaki, yakisoba, lamen, takoyaki, donburi, gyoza, harumaki, karaage, tempurá, udon, entre outras delícias. Com os melhores estabelecimentos da cidade.
O evento é para toda a família e os ingressos custam R$40 (inteira) e R$20 a meia. Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente pelo furando a Fila
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Programação:
SEXTA-FEIRA – 30.09.2022
18h – ABERTURA DOS PORTÕES
19 – SUMÔ no Palco Principal (integrantes da Seleção Brasileira, direto de São Paulo e Londrina)
20h- Edson Saito
21h- ATRAÇÃO SURPRESA
00H- Encerramento
SÁBADO – 01.10.2022
11h – ABERTURA DOS PORTÕES
11h20 – FunFute – Treinamento
12h30 – Humberto Kenji Sasasaki e Cíntia Nishimura (SP)
13h20 – Ilusionismo Oriental com Edson Iwassaki (SP)
14h – Tambores Japoneses
15h às 17h – Dublador Marco Ribeiro (Toy Story)
Zé da Viola (Pixar)
17h20 – SUMÔ no Palco Principal (integrantes da Seleção Brasileira, direto de São Paulo e Londrina)
18h – Edson Saito (SP)
19h – Concurso de Cosplay
20h30 – RKMD – Tambores Japoneses
21H20- Joe Hirata/ Pâmela Yuri (participação)
22h20- Pâmela Ashihara
00H- Encerramento
DOMINGO – 02.10.2022
11h – ABERTURA DOS PORTÕES
11h20 – FitDance / Kangoo Jump
12h30 – SUMÔ no Palco Principal (integrantes da Seleção Brasileira, direto de São Paulo e Londrina)
13h10 – RKMD – Tambores Japoneses
13h50 – Edson Saito
14h30 – Ilusionismo Oriental com Edson Iwassaki (SP)
15h – THOR – Mauro Horta Dublador
Animes
17h – Tambores Japoneses
18h – Cosplay
19h – Humberto Kenji Sasasaki e Cíntia Nishimura (SP)
No dia 29 de setembro, quinta-feira, acontece o lançamento do terceiro videoclipe do projeto Sinestesia | Entre Imagem e Som. “Espelho”, da dupla Gaivota Naves – artista sonora – e Lua Cavalcante – da artista visual Lua Cavalcante – tem uma versão em Libras com interpretação de Tatiana Elizabeth.
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O vídeo estará disponível no canal d’A Pilastra no Youtube @a.pilastra. O projeto Sinestesia | Entre Som e Imagem é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). A Pilastra fica na SMBS 01 lote 01 loja 01 – Guará II, Brasília-DF. No Instagram, @a.pilastra.
Espelho
As artistas propõem um mergulho nas suas existências, marcadas pela fissura, pela cicatriz, falas falhas, histórias, ancestralidades e deficiências. Um espelho e um fio vermelho são os elementos marcantes da instalação, um ambiente onírico, alvo, onde as duas artistas interagem e emaranhando-se nessa grande guia vermelha.
Gaivota Naves, Artista Sonora: Gaivota Naves iniciou sua trajetória em Artes Cênicas em 2001, na faculdade de Artes Cênicas Dulcina de Moraes. Como atriz e performer, atuou em diversos grupos sob direção de Hugo Rodas, Maura Baiocchi, Willian Lopes, Rodrigo Fischer, entre outros. Em 2012, assumiu sua carreira como cantora e compositora da banda Rios Voadores e, em 2015, integrou o coletivo musical Joe Silhueta. Com a Joe se apresentou em inúmeros e incríveis festivais pelo Brasil, como Sim SaoPaulo (São Paulo), Serasgum (Belém-PA), Bananada (Goiânia-GO), Psicodália (Santa Catarina), Morrostock (Rio Grande do Sul), Festival Coma (Brasília-DF), Porão do Rock (Brasília-DF) Árvore Seca (Palmas- TO) Festival DOSOL (Natal-RN).
Gaivota tem grande destaque pelo hibridismo de sua voz potente somada a atuação performática, e tem como inspiração a atuação feminina na Música Popular Brasileira. Em 2020, inicia uma nova fase em sua carreira, seu trabalho solo, onde apresenta músicas de sua própria autoria saindo um pouco do rocknroll e entrando na nova Mpb com elementos do pop, do jazz, e do eletrônico de mais sintética, que se consolida no EP NEOCONCRETO inédito.
Lua Cavalcante, Artista Visual: é tecnóloga em Fotografia formada pelo Instituto de Educação Superior de Brasília; Arte educadora à frente do Grupo de Trabalho Acessibilidade – DF para o Jardim Canadá Centro de Arte e Tecnologia, atuando no Centro Cultural Banco do Brasil. Participou da Sétima Mostra São Paulo de Fotografia.
Integrou a equipe de Orientadores de Público do Instituto Moreira Salles em São Paulo. Sua linguagem artística é a produção de experimentações poéticas em autorretrato, desenvolvendo investigações fotográficas sobre as particularidades e deslocamentos de seu corpo, denominado deficiente.
Tatiana Elizabeth, Interpretação em Libras: convive com a Comunidade Surda desde os 06 anos de idade e iniciou aos 18 anos como professora, alfabetizando crianças surdas e no projeto de Educação para Jovens e adultos – EJA Surdos em Recife – PE. Intérprete de LIBRAS do DFJUG – Brasília Java User Group, reconhecido pela Sun como o segundo maior grupo de usuários Java do Mundo. O JAVA’S – Java social é um programa do DFJUG, onde eram oferecidos cursos gratuitos de Informática para pessoas com deficiência.
Também foi intérprete de inglês para dentistas, médicos e enfermeiros americanos no projeto de auxílio às comunidades carentes do DF/Entorno e em outras cidades (Aurora do Tocantins, Arraias e Taguatinga – TO. Foi vice presidente do Sindicato dos Trabalhadores Intérpretes, Guia-intérpretes e Tradutores da Língua Brasileira de Sinais do DF (2014/18), graduanda em Pedagogia, formada no Magistério, intérprete e mediadora cultural, Gerente da Central de LIBRAS (2011/13), Intérprete de LIBRAS do ex governador Agnelo Queiroz (2013/15), assessora do conselho de Direitos Humanos do Distrito Federal (2011), coordenadora executiva do Fórum Permanente de Apoio e Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência do DF e Entorno – FAPED (2010/13).
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Sobre o projeto
“Sinestesia | Entre Imagem e Som é sobre encontros improváveis. O cruzamento de sensações diferentes numa só impressão, um cheiro que evoca uma cor, uma imagem que evoca um som. Pensamos na integração estratégica e provocativa entre artes visuais e música que contemplem o público surdo. Conscientes dos diferentes públicos que cada frente já possui naturalmente, vemos o encontro dos três como uma ação agregadora e extremamente potente para a sensibilização de novos públicos, levando artes visuais ao público musical e música produzida e criada no Distrito Federal ao público cativo das artes visuais e à comunidade surda. Pessoas que de outra maneira não teriam contato com essas formas de manifestação artística de maneira acessível aqui o farão por meio de Sinestesia”, afirma a diretora criativa Gisele Lima.
Próximos lançamentos
Ao longo das próximas semanas, o projeto Sinestesia | Entre Som e Imagem realiza os lançamentos dos videoclipes “Vem de você”, de Kel e Elvira Cachorra (06/10); “Tecno cadência”, de Liberdade Oculta e Fernanda Azou (13/10); “Manifesta pr’além mar”, de Pietra Sousa e Thalita Caetano (20/10); “Presente dos orixás”, Prethaís e Rayza Rodrigues (27/10); “Santa bandida”, Rosa Luz eAya (03/10); “Viciada ni tu”, Tonhão Nunes e Taira Nebul (10/11); e “Que pena”, Vika Vieira e Paula Catu (18/11). Os vídeos já lançados, ficam disponíveis para visualização no canal d’A Pilastra no Youtube.
Serviço:
Espelho
Lançamento do videoclipe de Gaivota Naves e Lua Cavalcante
A avant première contou com a exibição inédita do filme canadense Carmen e com a presença da diretora Valerie Buhagiar
Fotos Paula Pratini
A volta presencial do BIFF- Festival Internacional de Cinema de Brasília, na última sexta-feira (23) foi marcada como um grande reencontro com o público. Cerca de 400 pessoas foram ao Cine Brasília conferir a pré-estreia da película canadense “Carmen”, da diretora Valerie Buhagiar, convidada especial do Festival, que esse ano comemora 10 anos. Para a diretora geral do BIFF, Anna Karina de Carvalho a noite teve um sabor especial com a volta dos apreciadores da sétima arte ao Cine Brasília, local emblemático e palco de grandes comemorações na capital federal. Motivos não faltaram para festejar.
Fotos Paula Pratini
“Mesmo diante da convivência forçada com a pandemia e o impacto causado na rotina de tantos profissionais, o cinema não parou. E a prova disso é que o BIFF recebeu mais de 3 mil inscrições de filmes realizados em diversos formatos e de diferentes países, que foram finalizados entre 2021 e 2022”, afirmou Anna Karina
Fotos Paula Pratini
O filme “Carmen” foi inspirado em fatos reais que se passaram em Malta, país natal da diretora Valerie, que depois de anos vivendo em Toronto, no Canadá, retornou ao país de origem e descobriu na família uma história que deu origem ao filme, que se passa em uma vila ensolarada, onde Carmen passou a vida cuidando do seu irmão, o padre da igreja local.
Fotos Paula Pratini
Um fato, recorrente, que faz com que muitas mulheres da região, abram mão de suas vidas para viverem ao lado dos irmãos que escolhem o sacerdócio como profissão. Quando o irmão morre, ela está com 50 anos, e é liberada para fazer o que quiser. Entre os convidados da noite estava o Embaixador de Malta no Brasil, John Aquilina, a atriz Ana Flávia Cavalcanti, jurada da mostra competitiva dessa edição e o crítico de cinema Miguel Barbieri, entre outros.
Fotos Paula Pratini
Após o filme, a festa continuou com muitos brindes e bons papo em uma praça de alimentação que contou com os parceiros das bikes do “Salsichas Artesanais”, “Quatro Poderes”, “Ateliê Anjoli” e cervejas fornecidas pela Stela Artois. O som ficou a cargo da DJ Aline Leão.
Foto Paula Pratini
A programação do Festival segue com oficinas, bate papos e exibições de filmes da mostra competitiva com longa metragens dos 4 continentes , no Cine Brasília e a mostra competitiva BIFF Junior, no Sesc Ceilândia, Taguatinga, Gama, 504 sul e Complexo Cultural de Planaltina. A entrada é franca. O Festival conta com o patrocínio do FAC- Fundo de Apoio a Cultura. Na sexta-feira (30) acontece cerimônia de premiação no Cine Brasília, com exibição do melhor filme da Mostra Competitiva Internacional. Sintam-se convidados e venham comemorar a sétima arte.
A ABS-DF – Associação Brasileira de Sommeliers do Distrito Federal acaba de abrir as inscrições para o curso Sommelier de Vinhos, que será ministrado pela primeira vez de forma presencial. O curso vai acontecer aos sábados (manhã e tarde) no Clube de Engenharia (SCES Trecho 2, próximo ao Pier 21). O início das aulas será no próximo dia 22 de outubro.
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O curso será ministrado por módulos, com cerca de 10 aulas cada. Ao todo serão quatro módulos, totalizando uma carga horária de 105 horas, que incluem aulas teóricas e práticas. Também haverá uma visita opcional a uma vinícola da região. No curso completo serão degustados aproximadamente 80 vinhos de diferentes regiões do mundo.
Ao final do curso o aluno estará apto a escolher, servir, degustar e descrever os vários estilos de vinhos e terá um ótimo conhecimento sobre a produção da bebida e sua correta harmonização. O aluno aprovado em todos os módulos receberá o diploma da ABS-DF, que o habilita a pleitear o posto de sommelier em lojas de bebidas, importadoras, bares, restaurantes etc.
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“O curso Sommelier de Vinhos presencial veio preencher uma lacuna deixada pela pandemia. Para tornar ainda mais agradável o estudo conseguimos uma parceria com o Clube de Engenharia, que nos propiciou uma ampla sala com vista para o Lago Paranoá, onde serão realizadas as aulas com toda comodidade”, informa Sérgio Pires, presidente da instituição.
Ao todo serão 25 sábados com 2h30 de aula em cada período – matutino e vespertino. O valor do curso para associados da ABS-DF é R$6.199,00 e para não associados, R$6.799,00. O pagamento pode ser parcelado em até 12 vezes e o aluno tem a opção de pagar o curso por módulos: R$1.549,75 cada módulo para associados e R$ 1.699,75 para não associados.
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Associe-se à ABS-DF e garanta descontos
Para associar-se à ABS-DF e garantir descontos nos cursos e em lojas parceiras é necessário pagar uma anuidade no valor de R$300,00. Qualquer novo associado que simultaneamente fizer sua inscrição para o Curso Sommelier de Vinhos (seja na modalidade presencial ou híbrida) terá desconto de 20% no valor da anuidade.
Outros Cursos
A ABS-DF também oferece degustações e outros cursos de vinho para iniciantes ou amantes de vinhos que não desejem por ora a formação mais extensa como sommelier. As ofertas estão disponíveis no site da instituição, onde também é possível encontrar a opção para inscrição no curso Sommelier de Vinhos em sua modalidade híbrida (online e presencial).
Serviço
Curso Sommelier de Vinhos Presencial ABS-DF
Início: 22/10/2022
Conclusão: 22/07/2023 (devido ao recesso de final de ano e feriados prolongados)
Todos os sábados (manhã e tarde). Duração de 2h30min cada aula
Carga horária: 105h/aula
Local: Clube de Engenharia (SCES Trecho 2, próximo ao Pier 21)
Desenhos, pinturas e cerâmicas serão apresentadas, pela primeira vez, ao público de Brasília
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A profissão escolhida foi a advocacia, mas a alma de José Maciel, definitivamente, é de artista plástico. E foi da união desses dois ofícios que nasceu a exposição, onde o advogado com uma trajetória fundamentada no mundo jurídico surpreende ao produzir o “Espelho de um Percurso”, pontuado por múltiplos talentos e afinidades. José Maciel, dono de um dos escritórios mais respeitados da capital federal, vai mostrar cerca de 64 quadros, desenhos e cerâmicas, em uma exposição com curadoria de Cláudio Pereira e Danielle Athayde, aberta ao público, de 15 de outubro a 13 de novembro, no espaço Oscar Niemeyer, na Praça dos Três Poderes.
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Uma retrospectiva que prova que não é preciso abrir mão de uma profissão em detrimento de outra. E foi dessa premissa que Maciel partiu e expandiu o seu olhar deixando a inspiração fluir, sem as amarras acadêmicas. As influências vêm de mestres como Iberê Camargo, artista que conheceu ainda criança e com o qual chegou a executar duas obras, a quatro mãos, e de Pablo Picasso, grande inspiração no processo criativo.
“O interesse pelas artes plásticas vêm desde pequeno, quando aos 10 anos já fazia desenhos no papel e tive a oportunidade de frequentar o atelier do Iberê Camargo na Lapa, que era amigo do meu pai. De lá para cá nunca deixei de pintar, seja em tela, objetos ou até mesmo as paredes da casa”, brinca José Maciel, que nunca teve a pretensão de ser artista. “Gosto de começar o dia pintando e faço isso quase que diariamente e de uma forma intuitiva. Nunca sei o que vou desenhar ou pintar. Depois do primeiro traço a inspiração vem”, complementa ele.
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O resultado mostra a linha e o traço firme, em uma dinâmica de movimentos, em cenários onde despontam formas, cores e texturas criando jogos de composições e sobreposições, que remetem ao universo do movimento expressionista e cubista. Com destaque para o repertório de narrativas poéticas e afetivas, como o retrato da esposa Mônica.
A exposição marca uma parcela representativa da produção artística de Maciel, que ilustra um recorte significativo do seu percurso profissional, e que coincide com o lançamento da sua biografia “Vida Vivida- Histórias de um advogado”. Um catálogo de 146 páginas sobre a exposição, também, está sendo produzido pela Numa Editora, sob a coordenação editorial de Adriana Maciel.
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Natural de Porto Alegra (RS), José Maciel é pioneiro, tendo desembarcado em Brasília nos anos 60, se destacando na arte da advocacia. O advogado também é autor de mais de 60 livros, dentre eles, “Direito do Trabalho ao Alcance de Todos”, que lhe conferiu o prêmio “Livro de Ouro” e que é best seller na categoria, tendo vendido mais de 1 milhão de cópias e contando com uma edição em braile. Lançou ainda o livro “Reflexões Poéticas de Dois Advogados: Meu Pai e Eu”, uma obra que assina junto com seu pai Anor Butler Maciel, um dos maiores juristas do país.
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Com uma carreira na área jurídica consolidada, recebeu a maior comenda do Tribunal Superior do Trabalho, o título de cidadão honorário de Brasília, a admissão na Academia Brasiliense de Letras e teve a grande honra de ser uma das duas mil personalidades do século vinte pela Internacional Biographical Centre Cambridge.
“A exposição demonstra a presença de um olhar atento por parte do artista e advogado, que liberta a imaginação, expandindo com clareza um diálogo com o universo que o cerca”, afirma Cláudio Pereira que divide a curadoria da mostra “Espelho de um Percurso”, com Danielle Athayde.
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Serviço Exposição: “Espelho de Um Percurso”, de José Maciel Local: Espaço Oscar Niemeyer na Praça dos Três Poderes Período: De 15 de outubro a 13 de novembro Horário: De terça a sexta das 9h às 18 h Sábado e Domingo das 9h às 17h Entrada franca
Brasília em Foco no Museu de Arte de Brasília é um projeto que apresenta fotografias de artistas brasilienses, promovendo a toda população do DF o acesso público e gratuito à exposição. Tem como principal conceito, mostrar a importância da fotografia na construção de um local, de um povo ou de uma cultura.
Foto Lia Sodré
A realização democratiza o acesso, garantindo assim os direitos culturais da população, não só pelo consumo, mas pela oportunidade de fruição artística diversificada e pela capacidade de ser uma atração turística, contribuindo diretamente para o Turismo Criativo de Brasília prosperar.
Foto Rodgueto
Fotógrafos selecionados: • Lia Sodré • Rodgueto • Mari Alves
Foto Mari AlvesTelefone para informações: 61 981497183 • Visitação gratuita • Museu de Arte de Brasília • 28 de setembro a 23 de janeiro
O universo fascinante dos personagens do escritor e cartunista Ziraldo, que completa 90 anos, chega a Brasília para todos os públicos
Ziraldo completa 90 anos de uma trajetória marcada pela exuberância criativa, povoada por personagens que se tornaram ícones de diferentes gerações de brasileiros. Para homenagear o escritor e cartunista mineiro, o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília estreia a exposição “Mundo Zira – Ziraldo Interativo”, a partir de 12 de outubro, na galeria 3 e pavilhão de vidro, com entrada gratuita, classificação livre e para todo os públicos.
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Inédita no país, a mostra sobre a obra do artista chega em datas especiais, já que sua inauguração ocorre no Dia das Crianças, aniversário do CCBB Brasília, que comemora 22 anos de fundação, e 33 anos de investimento em Cultura pelo Banco do Brasil. “Ziraldo Interativo” fica em cartaz até 18 de dezembro de 2022. O mestre da literatura e dos quadrinhos brasileiros completa nove décadas também em outubro, no dia 24.
Adultos, jovens e crianças, fãs das histórias que compõem a literatura infanto-juvenil do cartunista, vão poder interagir com o universo fascinante de seus personagens.
O percurso da exposição convida o visitante a ações que estimulam a criatividade e o espírito lúdico. Com design exclusivo e estrutura composta de grandes painéis projetados com personagens e grafismos do artista, o visitante irá vivenciar uma verdadeira imersão no – Mundo Zira – se tornando coautor de uma obra já consagrada por gerações de leitores em todo o mundo. Além de brincar ao lado dos filhos, estimular suas capacidades cognitivas e vivenciar o prazer da literatura, os pais irão reencontrar o querido Menino Maluquinho, amigo de tantas gerações, e relembrar suas aventuras.
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Assinando a curadoria e a direção de arte da exposição, Adriana Lins e Daniela Thomas, diretoras do Instituto Ziraldo e sobrinha e filha, respectivamente, do artista, contam sobre a alegria de participar dessa grande homenagem: “Tenho conseguido manter essa constância de homenagear a obra do meu pai, que tanto me formou, em exposições pelo país. Agora, para comemorar os 90 anos, queríamos um novo ponto de vista, adicionando uma relação de mergulho em uma obra em grande escala que está ali para se engajar com ela”, explica Daniela Thomas.
A formação das curadoras, que contam com grande bagagem em direção de arte, associada à proximidade com a obra do cartunista, possibilitou a realização de um trabalho à altura da grandiosidade dele. “Queríamos fazer dessa exposição uma experiência transformadora, em que o visitante pode verdadeiramente entrar numa imersão. Isso é algo que combina demais com o mundo de hoje, onde a experiência vivida vale muito”, comenta a Adriana Lins.
A sobrinha diz que a obra de Ziraldo é um marco que atravessa gerações. “Ele representa muito da nossa cultura, ele traz essa memória das últimas décadas do Brasil e da infância de cada um, do íntimo de cada um”, analisa.
Criação é uma das palavras chaves da exposição. Públicos diversos vão poder colocar a imaginação em prática com auxílio de tecnologias interativas que possibilitam colorir, montar personagens, escolher falas e se movimentar seguindo sons.
Uma das atrações é a adaptação para o universo interativo do primeiro livro de Ziraldo, Flicts, editado em 1969 e ainda atual em suas mensagens sobre relacionamento, tolerância e acolhimento.
Neste espaço sensorial, os visitantes, envolvidos pelas cores, podem se tornar “maestros” coordenando, a partir dos seus movimentos corporais, a projeção de imagens geométricas saídas das páginas originais do livro.
As gráficas imagens de Ziraldo sairão de seus livros para ocupar paredes de 3 metros de altura. Cor e vigor de uma estética que definiu fortemente sua marca são o cenário inspirador dessa imersão.
Os visitantes também podem transformar as obras do autor a partir do seu próprio olhar, com auxílio dos recursos digitais, repintando composições que serão projetadas nas paredes da sala, transformando todos em artistas dessa grande exposição coletiva.
Segundo Daniela Thomas, a exposição deve ser uma extensão do efeito que a obra dele passa: “Ele consegue transmitir um prazer em viver, em conviver na obra dele, de encantar, de fascinar. Assim como o contato com a obra, a imersão tem esse poder de mudar a pessoa que entrar ali, ela vai sair de diferente”, celebra a filha.
CCBB Educativo
Durante os projetos de artes plásticas, o Programa CCBB Educativo oferece uma série de atividades interativas, educacionais e didáticas para as crianças, com o objetivo de levar a esse público um pouco de conhecimento, informação e cultura relacionado ao tema da exposição. A programação inclui desde atividades de música e pintura a contação de histórias.
Uma das práticas é o Pequenas Mãos, em que os educadores acompanham as crianças de 3 a 6 anos de idade e seus responsáveis às galerias e em seguida realizam uma atividade relacionando os temas e conceitos das exposições. Em Ziraldo Interativo, após conhecer a exposição, os participantes criam histórias em mesas de luz, que exploram as cores, os desenhos, e possibilitam a criação de histórias de forma interativa.
A atividade Livro Vivo estimula um dos primeiros passos na formação de leitores: a leitura compartilhada. Educadores realizam a leitura em voz alta de livros afinados com os conteúdos das exposições em cartaz para as crianças e famílias.
A programação completa do CCBB Educativo pode ser conferida no site
Escolas, grupos ou instituições podem agendar visitas guiadas às galerias e espaços expositivos durante a semana pelo e-mail: agendamento.df@ccbbeducativo.com.
Ficha técnica
Coordenação Geral: Nina Luz e Marcela Sá
Curadoria e Direção de Arte: Daniela Thomas e Adriana Lins
Tecnologia: 32 Bits
Cenografia: T+T
Design: Manifesto
Apoio: Instituto Ziraldo
Produção: Lumen Produções
Patrocínio: BB Asset Management e Banco Votorantim
Realização: Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB)
O projeto tem apresentação do Ministério do Turismo, com patrocínios do BB Asset Management e do Banco Votorantim e apoio do Instituto Ziraldo.
Com realização da Associação Amigos do Futuro e apoio da Secretaria do Turismo do DF (Setur-DF), a capital recebe, de 23 a 25 de setembro, a Feiturismo, uma feira de turismo e artesanato, no Eixo Ibero-Americano. O evento chega para criar uma ligação entre conteúdo, formação, turismo e comportamento, fomentando a cultura local e dando espaço aos agentes locais da arte, do artesanato e do turismo.
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“A feira tem como propósito fomentar o turismo e o artesanato locais. Brasília é um celeiro de artistas e de oportunidades, esse espaço precisa ser explorado e aproveitado. Por isso, pensamos em atividades que vão da formação ao entretenimento”, afirma Fernando Pereira Borges de Andrade.
Na programação, estão previstos shows ao vivo, teatros infantis, oficinas, além da feira de turismo e artesanato com a presença de 24 expositores – marcas e artistas independentes e que valorizam a produção regional. Na Área Kids, as crianças poderão se divertir com diversos brinquedos infláveis.
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Haverá ainda uma Área Gamer com vários consoles e jogos para todas as idades, além dos campeonatos exclusivos de League Of Legends, Valorant e Free Fire que ocorrerão durante o período da feira. Além disso, haverá uma praça de alimentação com bolos, pipoca, chopp, crepe, shawarma, pizza, salmão burguês dentre outros.
Atividades
A fim de contribuir com a formação e a capacitação de pessoas que desejam trabalhar com o artesanato, a Feiturismo vai promover todos os dias, do dia 23 ao dia 25 de setembro, uma oficina sobre o tema. Duas delas serão promovidas pela artesã Polyanna De Souza.
Enquanto os adultos curtem a feira e o artesanato, as crianças terão a possibilidade de se divertir com diversos brinquedos infláveis e também com uma série de apresentações infantis promovidas pela trupe teatral Neia & Nando. Estão na programação as histórias de Jake e os Piratas, Uma Aventura Congelante, e Princesinha Sofia. Quem também será responsável por trazer o universo fantasioso e imaginativo é a contadora de histórias Nyedja Gennari.
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Para encerrar o dia de atividades, a Feiturismo trouxe toda a diversidade da música brasileira para uma série de shows. A primeira banda a se apresentar é a paulista Banda Rádio Táxi que promete trazer o melhor do rock para a capital federal. No dia 24, sobe ao palco o músico João Suplicy, que trafega por vários estilos musicais, como rock, samba e blues. Quem encerra a Feiturismo é a banda brasiliense, formada no Guará, Jah Live, com as principais canções do reggae.
Um despretensioso concurso de desenhos para o Bicentenário da Independência do Brasil, realizado no CEPI Frederico Bernardes Rabelo, escola pública situada no pequeno município de São João d’Aliança – GO, chamou a atenção da dramaturga Cleuza Brandão, Diretora de Cultura do Conselho da Mulher Empresária CMEDF ACDF.
Ela se surpreendeu com a originalidade dos trabalhos sugeriu uma exposição dos desenhos em espaço cultural do DF, inclusive por se tratar de uma data que só se repetirá daqui a 100 anos.
Para celebrar o Dia Mundial da Diversidade Cultural 25 de maio, o CMEDF ACDF já havia recebido os alunos do CEPI Frederico Bernardes Rabelo na Casa de Chá da Praça dos Três Poderes, em Brasília, que após uma visita guiada aos principais monumentos da nossa Capital, receberam literatura apropriada para a juventude e ingressaram no projeto Educar pela Paz – A Construção de Práticas de Empatia e Cultura da Paz nas Escolas, promovido pela RIEXDF.
Assim, a Sra. Ivonice Campos, Presidente do CMEDF, viu a iniciativa da exposição dos desenhos como um legado cultural a ser deixado para as próximas gerações e apoiou o projeto, indo além, com apresentação teatral, música e dança alusivos ao Bicentenário. Assim surgiu a ExpoArte CMEDF.
Reinauguração do Espaço Marquise, uma obra de Oscar Niemeyer O local escolhido para realização do evento traz ainda mais uma novidade: a reinauguração do Espaço Marquise, Eixo Cultural Ibero-americano (antiga FUNARTE), agora sob gestão da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF. Os desenhos serão expostos nas pilastras, formando uma espécie de galeria ao ar livre, aberto à população.
Ganhando corpo, cor e vida, o projeto tem o apoio de mais de 30 madrinhas e padrinhos, pessoas e empresas que abraçaram a ideia, como a Casa da Moldura, Sr. Higino França; RIEXDF; Doceria AnaSweets; Prefeitura de São João d’Aliança, KAOSU Consultoria e outros.
O evento promete fixar a ExpoArte como uma importante via de expressão artística daquilo que sentimos e pensamos, no contexto da Cultura da Paz. Que venham outras ExpoArtes!
Publico era formado por acadêmicos da AIC e convidados
A Academia Internacional de Cultura, instituição cultural sem fins lucrativos, com 25 anos de existência, nesta sessão solene outorga o Prêmio JK, a cinco personalidades da cidade, em celebração ao aniversário do saudoso presidente,. O evento aconteceu no Museu de Arte de Brasília-MAB, no dia 12 de setembro as 17 horas. Estiveram presentes 103 convidados.
Shirley Pontes presidente da AIC – Academia Internacional de Cultura
A sessão foi conduzida por Shirley Pontes, Presidente da AIC, Administradora e Gerontóloga, quem relatou a intenção do Premio JK é reconhecer o desempenho de pessoas que se destacam em suas atividades profissionais e que fazem Brasília uma melhor cidade para se viver. O poema “ODE A JK foi declamado” pela autora, Nazareth Tunholi e Andreia Salles.
Cida Carvalho entrega o Prêmio à Ivonice Campos
Receberam o Prêmio JK:
Bartolomeu Rodrigues, jornalista, jornalista desde 1979 nos jornais mais importantes do Brasil. É autor do livro “3 Contos de Réis”, é Secretário de Cultura e economia Criativa do Distrito Federal.
Shirley Pontes entrega a honenagem a Bartolomeu Rodrigues representado por Marcelo Jorge gerente do MAB
Ivonice Campos Engenheira química, pós-graduada em Gestão, Planejamento Estratégico e Relações Internacionais. Especializada em Energia, Sustentabilidade, Infraestrutura e Logística. Atualmente é Secretária da Articulação e Parcerias do Ministério da Cidadania; Presidente do Conselho das Mulheres Empreendedoras da ACDF; Conselheira do Fundo Desenvolvimento Social.
Ivonice Campos homenageada
Graziele Goulart: Brasiliense, fotojornalista criou Conteúdo Digital denominado “Brasília de Todos” – aborda o cotidiano com ênfase na cultura, moda, gastronomia, turismo, saúde e divulgação de eventos. Tem mais de 6 anos de existência e possui um acervo com mais 8 mil fotos da Capital Federal. A conta tem quase 50 mil seguidores.
Graziele Goulart homenageadaGraziele Goulart recebe o Prêmio Jk de Aneris Alves
Quelvia Heringer: Arquiteta do GDF desde os anos 70, foi responsável por fiscalizar projetos e certificar que estes estavam de acordo com o Plano Diretor de Brasília. Mais tarde foi Administradora do Plano Piloto, supervisionando, avaliando testemunhando o crescimento da cidade, dos monumentos, e de tudo que aqui prosperou.
Quelvia Heringer recebe o prêmio JK de Ivelise Longhi
Victor Alegria: Chegou em Brasília em 1963, fundou a livraria Encontro de Brasília, no Hotel Nacional que logo tornou-se um centro cultural. Daí nasceu a Editora Thesaurus que lançou mais de 3.500 títulos, e ganhou vários prêmios. Victor Alegria Dirigiu a Câmara do Livro do Brasil Central. “Comenda da República Romena”, sempre por atividades ligadas à cultura.
Nazareth Tunholi entregando o PRemio JK a Victor Alegria
Posse dos novos membros
Andreia Salles e Nazareth Tunholi declamando o poema Ode a JK
DENISE LIMA: Graduação em Direito e licenciatura em Letras e Pedagogia. Mestre, Doutora e pós-doutora em Educação. Especialista em Educação e Diversidade e em Língua Portuguesa. Pesquisadora independente, em estudos das relações étnico-raciais. É também pesquisadora voluntária da Unesco. Escritora, poetisa e contista, com vários livros escritos. Ocupa a cadeira 90, cujo patrona é Maria Carolina de Jesus
Ao centro Denile Lima toma posse ladeada por Tânia Gomes e Aneris Alves
Maria Margareth Garcia Vieira: Gaúcha, Professora, advogada e escritora. Foi Presidente da Comissão de Ensino Jurídico. Atualmente é Conselheira da OAB/DF e Ocupa a Cadeira 18 da Academia Santa-Mariense de Letras, e pertence ao quadro de Escritores da ANE em Brasília. É autora do livro jurídico “A Globalização e as Relações de Trabalho”, entre outros. Ocupa a cadeira 103, cujo patrono é Jorge Amado.
Rossini Corrêa entrega a Estola para Maria Margareth Garcia VieiraTania Gomes, Nazareth Tunholi, Maria Margareth Garcia Vieira, Shirley Pontes e Denise LimaAcadêmicos da AIC reunidos em celebração ao aniversário de JKAo centro Ivonice Campos e Fernando BritesShirley Pontes, Graziele Goulart, Ivelise Longhi, Ivonice Campos e Victor AlegriaAo centro Alcimar Melo, Ivonice Campos, July BenevidesGraziele Goulart, Luzia Câmara, Tânia Gomes, Aneris AlvesAlsimar Melo, Graziele Goulart, Ivelise Longhi e Wera Rackovicth
A homenageada, Sra. Ivonice Campos, emocionada, usou da palavra para agradecer a premiação, elogiou à organização do evento e cumprimentou a AIC pela iniciativa do Prêmio
A Presidente Shirley Pontes agradeceu a presença de todos e convidou para o coquetel de confraternização ao entardecer. E o evento se estendeu até as 20,30h.
Cerimônia de premiação acontecerá no Teatro Plínio Marcos, a partir das 19h30
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Show de Lenine e Bruno Giorgi e espetáculo cênico-musical com Adriana Nunes e Manassés
A importância dos prêmios literários é inquestionável – e incomensurável. Os prêmios fazem muito pela carreira dos vencedores, podem significar a porta de entrada para autores desconhecidos ou a consagração para quem já está na estrada há mais tempo. No próximo dia 21 de setembro, Brasília vai conhecer os premiados do PRÊMIO CANDANGO DE LITERATURA que, em sua primeira edição, já se afirma como um dos mais relevantes do Brasil. A solenidade acontece no Teatro Plínio Marcos do Eixo Cultural Ibero-americano, a partir das 19h30, e contará com o show “Rizoma”, do cantor e compositor Lenine acompanhado de seu filho, o músico e produtor musical Bruno Giorgi, e com o espetáculo cênico-musical “Floripes”, que reúne a atriz Adriana Nunes e o mestre violonista Manassés de Sousa.
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Na solenidade, estarão presentes o Secretário de Cultura e Economia Criativa do Governo do Distrito Federal, Bartolomeu Rodrigues, o curador do prêmio, o célebre escritor Ignácio de Loyola Brandão, integrantes do Instituto Cultural Casa de Autores, como o presidente da entidade, Maurício Melo Jr, e vários outros autores. A cerimônia será reservada para convidados, com transmissão ao vivo pelo perfil do prêmio no Instagram, mas parte dos ingressos será disponibilizada ao público (informações nas redes sociais do prêmio).
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Instituído pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, com gestão do Instituto Cultural Casa de Autores, o I PRÊMIO CANDANGO DE LITERATURA atraiu inscrições de autores de seis países: Angola, Brasil, Cabo Verde, Macau, Moçambique e Portugal. Foram 2 mil inscritos (sendo mais da metade do gênero feminino, com 1020 inscrições), dos quais 1.465 se habilitaram a concorrer a R$ 180 mil em prêmios.
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O número de inscrições surpreendeu até mesmo o curador, o grande escritor Ignácio de Loyola Brandão, um veterano em concursos literários. “Eu me espantei, depois foi uma sensação de júbilo. Olhem que já participei de concursos neste Brasil! De todo tipo e gênero”, declara. E celebra: “Esse número significa que a produção não para, que as pessoas que escrevem, ansiosas mais do que nunca, buscam expandir a indignação, a revolta, a alegria, a necessidade de se comunicar por meio da escrita. Não fosse uma loucura, gostaria de ler tudo. Deve ter coisas surpreendentes”.
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Para o Secretário Bartolomeu Rodrigues, “o Candango de Literatura é hoje o mais importante prêmio literário do País”. Ele afirma: “Em sua primeira edição, superou todas as expectativas pela quantidade e qualidade de participantes do Brasil e demais países de língua portuguesa. Podemos prever, sem margem de erro, que o Prêmio Candango de Literatura é uma política pública que veio para ficar no calendário literário internacional”.
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Ignácio de Loyola Brandão apresenta, inclusive, uma ideia para o fortalecimento do Prêmio Candango de Literatura no exterior. Para o curador, o Candango deveria estabelecer uma conexão com o encontro anual Correntes d’Escritas, realizado em Póvoa do Varzim, Portugal: “Correntes d’Escritas reúne cerca de cento e cinquenta escritores lusófonos a debater e discutir. Acho que um elo entre o Candango e as Correntes aumentaria o alcance e o poder de manifestação. O Candango é uma resposta à repressão à cultura. Significa liberdade. É um grito de liberdade”, diz o autor, membro da Academia Brasileira de Letras.
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Segundo o escritor Maurício Melo Jr, o Prêmio ganhou uma dimensão muito grande e meritória para uma primeira edição. “Tivemos inscrições de vários países de língua portuguesa e de autores importantíssimos, o que dá credibilidade ao prêmio. O apoio dessa comunidade, por si só, dá relevância ao prêmio”, afirma, salientando a importância de um prêmio que privilegia a língua portuguesa. “É a ferramenta do nosso trabalho”.
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O I PRÊMIO CANDANGO DE LITERATURA contempla as categorias de Melhor Romance, Melhor Livro de Poesia, Melhor Livro de Contos, Melhor Livro de Autor Residente no Distrito Federal (Prêmio Brasília), Melhor Capa e Melhor Projeto Gráfico, além de dois projetos de incentivo à leitura, um para o público em geral e outro para pessoas com deficiência.
Os vencedores nas categorias Romance, Poesia, Contos e Prêmio Brasília recebem, cada um, R$ 30 mil. Já as categorias Capa e Projeto Gráfico ficam com prêmios no valor de R$ 12 mil, e os prêmios de incentivo à leitura ganham R$ 15 mil cada.
A solenidade de premiação será apresentada pelos atores Adriana Nunes e Adriano Siri, integrantes da célebre Cia de Comédia Os Melhores do Mundo.
SHOW LENINE
De acordo com os filósofos pós-modernos Gilles Deleuze e Felix Guattari, “rizoma” é a possibilidade de abertura do pensamento, o que remete à expansão das raízes de uma planta. Não à toa, Lenine e Bruno Giorgi (filho do cantor e compositor pernambucano e elogiado engenheiro de som) tomaram o conceito como inspiração para batizar o show em que estão juntos no palco.
A ideia que deu início ao show Rizoma vem de um período pré-pandêmico, quando Lenine e Bruno Giorgi começaram a experimentar outra maneira de reproduzir as canções. “‘Rizoma‘ surgiu de todos os incômodos e sentimentos causados pela pandemia. Foi o estímulo necessário para que eu pudesse retomar o prazer de tocar e Bruno foi essencial nesse processo”, comenta Lenine.
Capturando elementos das gravações originais, os dois transportam para o palco o ambiente sonoro de cada faixa, de cada projeto. No palco, Lenine assume o microfone e o violão, enquanto Bruno se reveza entre baixo, bandolim, teclados, voz e sampler.
O público pode esperar por um apanhado musical da história do artista pernambucano. Estão confirmadas composições como “Castanho” (Lenine e Carlos Posada), “Martelo Bigorna” (Lenine), “Leve e Suave” (Lenine), “O dia em que faremos contato” (Lenine e Braulio Tavares), “Tubi Tupy” (Lenine e Carlos Rennó), “Jack Soul Brasileiro” (Lenine), “Paciência” (Lenine e Dudu Falcão), dentre outras.
ESPETÁCULO FLORIPES
O romance “O Voo da Guará Vermelha”, da premiada escritora Maria Valéria Resende, inspira o novo trabalho da Cia Armorial na série Conte Lá que eu Canto Cá, dedicada a oferecer um novo olhar sobre o sertão. Floripes leva para o palco a história do pedreiro Rosálio e da prostituta Irene, que descobrem as sutilezas da cumplicidade e do amor pelos livros. Em cena, a atriz Adriana Nunes (uma das fundadoras e integrante da Cia de Comédia Os Melhores do Mundo) e o multi-instrumentista e compositor cearense Manassés de Sousa.
A série Conte Lá que eu Canto Cá se propõe a reconectar os corações do público ao sentimento caipira, à pureza das conversas levadas nos quintais das casas do interior do Brasil, com toadas, contos e causos. A Cia Armorial já se apresentou na França, Portugal, Holanda, Estados Unidos, África do Sul, Moçambique e Brasil, em formatos diversos como shows em teatros, bailes, saraus e palestras-shows em universidades, como Harvard, MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), UMBoston e IFB Brasília.
No formato criado para o espetáculo Floripes, a companhia criada pelo músico Marcello Linhos contará com a participação especial do grande Manassés de Sousa, no violão, e a interpretação da atriz Adriana Nunes. Cearense radicado em Brasília, Manassés é um dos maiores violonistas brasileiros, viveu na França e já tocou com nomes como Naná Vasconcelos, Luiz Gonzaga, Chico Buarque, Elba Ramalho e Paco de Lucia.
Adriana Nunes atua no teatro e na televisão. Junto com os colegas da Cia Os Melhores do Mundo protagoniza o longa Hermanoteu – O Filme, com produção da Warner Bross. Mantém um canal feminino de humor no YouTube, o Canal Cutículas, e participa do Movimento das Mulheres no Humor, o Mamacitas, que reúne 130 mulheres comediantes do país.
SERVIÇO
CERIMÔNIA DE PREMIAÇÃO DO I PRÊMIO CANDANGO DE LITERATURA
Local: Teatro Plínio Marcos do Eixo Cultural Ibero-americano
Data: 21 de setembro de 2022
Horário: 19h30
Transmissão ao vivo pelo perfil do prêmio no Instragram – @premiocandangodeliteratura
O BIFF – Festival Internacional de Cinema de Brasília (Brasília International Film Festival), comemora uma década com programação especial.
Homenageda do Festival BIFF 2022 Agnes Varda
O evento de 2022 acontece presencialmente e on_line entre os dias 23 a 30 de setembro – BIFF foi o festival pioneiro no formato on_line em abril de 2020. Nesta edição em formato híbrido, o BIFF chega com muitas novidades.
Para a diretora geral do BIFF 2022Anna Karina de Carvalho, o maior desafio desta edição foi costurar uma programação potente que refletisse o mundo pandêmico de 2020 em diante. “Para minha surpresa foram inscritos nas plataformas mais de 3 mil filmes em vários formatos, onde a comissão de seleção assistiu a mais de 800 longas que cumpriram os critérios curatoriais das inscrições.
Mostrando que o mundo mesmo diante de uma situação atípica conseguiu produzir essa quantidade de filmes”.
Esse ano comemoramos Brasília como a terceira maior cidade brasileira, isso, porque, ela é muito além da ideia de que Brasília se concentra somente na esplanada dos ministérios e congresso. O BIFF 2022, em parceria com o SESC e Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF amplia seus canais de exibição por toda Brasília.
O BIFF – Festival Internacional de Cinema de Brasília (Brasília International Film Festival), comemora uma década com programação especial. O evento de 2022 acontece presencialmente e on_line entre os dias 23 a 30 de setembro – BIFF foi o festival pioneiro no formato on_line em abril de 2020. Nesta edição em formato híbrido, o BIFF chega com muitas novidades.
Para a diretora geral do BIFF 2022Anna Karina de Carvalho, o maior desafio desta edição foi costurar uma programação potente que refletisse o mundo pandêmico de 2020 em diante. “Para minha surpresa foram inscritos nas plataformas mais de 3 mil filmes em vários formatos, onde a comissão de seleção assistiu a mais de 800 longas que cumpriram os critérios curatoriais das inscrições. Mostrando que o mundo mesmo diante de uma situação atípica conseguiu produzir essa quantidade de filmes”.
Esse ano comemoramos Brasília como a terceira maior cidade brasileira, isso, porque, ela é muito além da ideia de que Brasília se concentra somente na esplanada dos ministérios e congresso. O BIFF 2022, em parceria com o SESC e Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF amplia seus canais de exibição por toda Brasília.
A curadoria da competitiva internacional foi comandada pelo crítico Miguel Barbieri e sua equipe de seleção que contou com profissionais especializados em cinema:
Faremos um passeio virtual por três continentes (América, Ásia e Europa). Quatro dos dez filmes são dirigidos por mulheres e há quatro documentários na competição.
Teremos dois híbridos: o desenho animado documental mexicano ‘Home Is Somewhere Else’ e a mistura de animação e live-action no americano ‘Quantum Cowboys’. Há desde registros reais sobre a rotina de uma advogada para livrar um ativista da cadeia no russo ‘The Case’ até as campanhas de candidatos LGBTQIA+ a vereador(a) na eleição de 2020 no brasileiro ‘CorPolítico’, uma produção do ator Marco Pigossi. O amor explode no espanhol ‘Ramona’ e a realidade da pandemia é retratada no filipino ‘Broken Blooms’. O tom dramático está presente na difícil convivência de um adolescente com seu pai no grego ‘.dog’ e na decisão de um senhor em decretar o dia de sua morte no holandês ‘Pink Moon’.
E o Japão comparece em dois longas-metragens: no francês ‘Umami’, o personagem de Gérard Depardieu vai ao Oriente descobrir os prazeres da gastronomia local; no japonês ‘Yamabuki’, um operário sul-coreano vê sua vida se desintegrar após se apossar de uma fortuna em dinheiro.
O BIFF 2022 apresenta presencialmente a iniciativa inovadora e competitiva do BIFF JR, oferece aos estudantes e público em geral uma programação internacional potente e diversa para um público geralmente esquecido das grandes produções cinematográficas.
Outro destaque deste ano vai para a Mosaico Brasil – O Novo Cinema Brasileiro – pela primeira vez o BIFF aposta na vitrine e janela de produções nacionais que dialogam com novas tendências, conteúdos e olhares.
Agnès Varda, a diretora belgo-francesa falecida em 2019, uma das principais referências da Nouvelle Vague e ícone do cinema feito por mulheres, é a homenageada desta oitava edição. A diretora ainda é de vanguarda e a seleção de seus filmes que serão exibidos durante o BIFF 2022 , vão mostrar a potência e sensibilidade da cineasta.
O BIFF – Festival Internacional de Cinema de Brasília (Brasília International Film Festival), comemora uma década com programação especial. O evento de 2022 acontece presencialmente e on_line entre os dias 23 a 30 de setembro – BIFF foi o festival pioneiro no formato on_line em abril de 2020. Nesta edição em formato híbrido, o BIFF chega com muitas novidades.
Para a diretora geral do BIFF 2022Anna Karina de Carvalho, o maior desafio desta edição foi costurar uma programação potente que refletisse o mundo pandêmico de 2020 em diante. “Para minha surpresa foram inscritos nas plataformas mais de 3 mil filmes em vários formatos, onde a comissão de seleção assistiu a mais de 800 longas que cumpriram os critérios curatoriais das inscrições. Mostrando que o mundo mesmo diante de uma situação atípica conseguiu produzir essa quantidade de filmes”.
Esse ano comemoramos Brasília como a terceira maior cidade brasileira, isso, porque, ela é muito além da ideia de que Brasília se concentra somente na esplanada dos ministérios e congresso. O BIFF 2022, em parceria com o SESC e Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF amplia seus canais de exibição por toda Brasília.
A curadoria da competitiva internacional foi comandada pelo crítico Miguel Barbieri e sua equipe de seleção que contou com profissionais especializados em cinema:
Faremos um passeio virtual por três continentes (América, Ásia e Europa). Quatro dos dez filmes são dirigidos por mulheres e há quatro documentários na competição. Teremos dois híbridos: o desenho animado documental mexicano ‘Home Is Somewhere Else’ e a mistura de animação e live-action no americano ‘Quantum Cowboys’. Há desde registros reais sobre a rotina de uma advogada para livrar um ativista da cadeia no russo ‘The Case’ até as campanhas de candidatos LGBTQIA+ a vereador(a) na eleição de 2020 no brasileiro ‘CorPolítico’, uma produção do ator Marco Pigossi. O amor explode no espanhol ‘Ramona’ e a realidade da pandemia é retratada no filipino ‘Broken Blooms’. O tom dramático está presente na difícil convivência de um adolescente com seu pai no grego ‘.dog’ e na decisão de um senhor em decretar o dia de sua morte no holandês ‘Pink Moon’. E o Japão comparece em dois longas-metragens: no francês ‘Umami’, o personagem de Gérard Depardieu vai ao Oriente descobrir os prazeres da gastronomia local; no japonês ‘Yamabuki’, um operário sul-coreano vê sua vida se desintegrar após se apossar de uma fortuna em dinheiro.
O BIFF 2022 apresenta presencialmente a iniciativa inovadora e competitiva do BIFF JR, oferece aos estudantes e público em geral uma programação internacional potente e diversa para um público geralmente esquecido das grandes produções cinematográficas.
Outro destaque deste ano vai para a Mosaico Brasil – O Novo Cinema Brasileiro – pela primeira vez o BIFF aposta na vitrine e janela de produções nacionais que dialogam com novas tendências, conteúdos e olhares.
Agnès Varda, a diretora belgo-francesa falecida em 2019, uma das principais referências da Nouvelle Vague e ícone do cinema feito por mulheres, é a homenageada desta oitava edição. A diretora ainda é de vanguarda e a seleção de seus filmes que serão exibidos durante o BIFF 2022 , vão mostrar a potência e sensibilidade da cineasta.
Estão na programação do festival o Cinema Latino – uma seleção com mulheres cineastas latinas, Panorama Africa – novas produções e Arco Íris Sueco, curtas LGBTQIA+.
Complementam a programação, Oficinas, Debates e Fóruns, realizados em parceria com a Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo – ABCV, dentre elas, Dublagem, princípios e desafios com profissionais da AllDub acessibilidade.
Academia de TikTokers, pela primeira vez o BIFF faz um mergulho nas novas ferramentas de conteúdo e realiza o Workshop presencial com o objetivo de capacitar o público a criar conteúdos audiovisuais na plataforma do entretenimento e rede social que mais cresce no mundo: o TIK TOK.
O BIFF 2022 conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal – FAC – DF
Serviço:
8º BIFF – FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DE BRASÍLIA
O jovem Dimitris, à beira da idade adulta, mas ainda muito criança, romantizou seu pai preso em proporções míticas. Quando ele é libertado depois de dez anos, Dimitris não pode esperar para finalmente conhecê-lo e compensar o tempo perdido. Mas quando seu pai revela sua verdadeira natureza, Dimitris deve enfrentar um grande dilema: sua necessidade de pertencimento prevalecerá sobre seu senso de justiça?
Elenco: Andreas Konstantinou, Dimitris KitsosNikos, Nikos Zeginoglou, Antonia Charalampous
Um jovem que lida com os desafios de um casamento e sua atitude despreocupada em relação à moralidade e amizade, que é testada até o limite, no momento em que o mundo se encolhe nas garras de uma pandemia global.
(Brasil, 2022, 102 min, Documentário, Dir.: Pedro Henrique França)
O documentário investiga o vazio de representatividade LGBTQIA+ no cenário político do Brasil, país que mais mata pessoas LGBTQIA+ no mundo. Diante de um recorde de candidaturas LGBTQIA+ nas eleições brasileiras de 2020, em um momento histórico no país e no mundo, candidatos e políticos relatam suas experiências e as violências vividas dentro de seus processos de afirmação e na luta por direitos.
(Estados Unidos/México, 2022, 87 min, Documentário/Animação, Dir.: Carlos Hagerman e Jorge Villalobos)
Home Is Somewhere Else é um documentário de animação que oferece uma janela para os corações e mentes dos jovens imigrantes e suas famílias indocumentadas.
(Espanha, 2022, 80 min, Drama, Dir.: Andrea Bagney)
Ramona conheceu seu namorado enquanto ela estava em um encontro casual. Logo ela descobre que ele é o diretor de um filme no qual ela está disputando o papel principal. Isso fez Ramona questionar a si mesma e sua vida aconchegante com o namorado.
Elenco: Lourdes Hernández, Bruno Lastra, Francesco Carril
(Países Baixos/Eslovénia, 2022, 94 min, Drama, Dir.: Floor Van Der Meulen)
Quando uma jovem recebe do pai a notícia absurda de que ele está farto e quer que sua vida termine, ela é forçada a procurar uma maneira de lidar com seu último desejo.
Elenco: Julia Akkermans, Johan Leysen, Eelco Smits, Anniek Pheifer, Sinem Kavus
Dois andarilhos infelizes, Frank e Bruno, se unem à Linde para recuperar suas terras e viajar pelo sul do Arizona de 1870 para encontrar um músico de fronteira arredio. A complexa teoria do tempo quântico é misturada com reflexões filosóficas sobre a arte como a forma como entendemos nossa história e memórias; com tiroteios, cavalos, salões de dança, cactos e salões!
Elenco: Kiowa Gordon, Lily Gladstone, John Way, David Arquette, John Doe, Neko Case e Alex Cox
O jovem Dimitris, à beira da idade adulta, mas ainda muito criança, romantizou seu pai preso em proporções míticas. Quando ele é libertado depois de dez anos, Dimitris não pode esperar para finalmente conhecê-lo e compensar o tempo perdido. Mas quando seu pai revela sua verdadeira natureza, Dimitris deve enfrentar um grande dilema: sua necessidade de pertencimento prevalecerá sobre seu senso de justiça?
Elenco: Andreas Konstantinou, Dimitris KitsosNikos, Nikos Zeginoglou, Antonia Charalampous
Um jovem que lida com os desafios de um casamento e sua atitude despreocupada em relação à moralidade e amizade, que é testada até o limite, no momento em que o mundo se encolhe nas garras de uma pandemia global.
(Brasil, 2022, 102 min, Documentário, Dir.: Pedro Henrique França)
O documentário investiga o vazio de representatividade LGBTQIA+ no cenário político do Brasil, país que mais mata pessoas LGBTQIA+ no mundo. Diante de um recorde de candidaturas LGBTQIA+ nas eleições brasileiras de 2020, em um momento histórico no país e no mundo, candidatos e políticos relatam suas experiências e as violências vividas dentro de seus processos de afirmação e na luta por direitos.
(Estados Unidos/México, 2022, 87 min, Documentário/Animação, Dir.: Carlos Hagerman e Jorge Villalobos)
Home Is Somewhere Else é um documentário de animação que oferece uma janela para os corações e mentes dos jovens imigrantes e suas famílias indocumentadas.
(Espanha, 2022, 80 min, Drama, Dir.: Andrea Bagney)
Ramona conheceu seu namorado enquanto ela estava em um encontro casual. Logo ela descobre que ele é o diretor de um filme no qual ela está disputando o papel principal. Isso fez Ramona questionar a si mesma e sua vida aconchegante com o namorado.
Elenco: Lourdes Hernández, Bruno Lastra, Francesco Carril
(Países Baixos/Eslovénia, 2022, 94 min, Drama, Dir.: Floor Van Der Meulen)
Quando uma jovem recebe do pai a notícia absurda de que ele está farto e quer que sua vida termine, ela é forçada a procurar uma maneira de lidar com seu último desejo.
Elenco: Julia Akkermans, Johan Leysen, Eelco Smits, Anniek Pheifer, Sinem Kavus
Dois andarilhos infelizes, Frank e Bruno, se unem à Linde para recuperar suas terras e viajar pelo sul do Arizona de 1870 para encontrar um músico de fronteira arredio. A complexa teoria do tempo quântico é misturada com reflexões filosóficas sobre a arte como a forma como entendemos nossa história e memórias; com tiroteios, cavalos, salões de dança, cactos e salões!
Elenco: Kiowa Gordon, Lily Gladstone, John Way, David Arquette, John Doe, Neko Case e Alex Cox
A advogada Maria Eismont trabalha para libertar o ativista condenado injustamente Konstantiv Kotov. Todas as suas aparições na mídia não dão em nada, e cada apelo é rejeitado – até que Putin de repente aparece em cena.
O principal chef da França se transporta em uma missão que busca o sabor que confundiu sua vida desde que foi derrotado por uma tigela de macarrão de um chef japonês quando era jovem.
Elenco: Gérard Depardieu, Kyozo Nagatsuka, Sandrine Bonnaire, Pierre Richard, Rod Paradot
Yamabuki
(Japão / França, 2022, 97 min, Drama, Dir.: Juichiro Yamasaki)
Yamabuki, uma colegial que perdeu a mãe e mora com o pai policial, começa a protestar em silêncio em uma encruzilhada, pensando em questões além do oceano.
Elenco: Kang Yoon-soo, Kilala Inori, Yohta Kawase, Misa Wada, Masaki Miura, Hisao Kurozumi, Mayumi Sakura, Riho Shamura, Maki Nishiyama, Tomomi Chida, Eiri Okura, Yuya Matsuura and Munetaka Aoki
Na ausência do pai, a vida torna-se desprovida de sabor e cor, e o destino de “Gadeha”, de 12 anos, torna-se dependente de uma coincidência fatídica que lhe dá a chance de uma segunda vida mais brilhante, mas, ele tem que pagar por aquela vida.
Elenco: Yassine Tormsi, Ahmad Zakaria Chiboub, Jamel Laroui, Chema Ben Chaabene, Dorsaf Ouertatani, Anissa Lotfi, Lilia Zaidi, Mohamed Marga, Ahmed Amri
(Brasil, 2022, 75 min, Documentário, Dir.: Pedro Ladeira, Paulo Saldaña e Ana Graziela Aguiar)
Em um dos países em que as escolas ficaram fechadas por mais tempo durante a pandemia de coronavírus, estudantes e professores lidam com os desafios da distância da escola, do retorno às aulas presenciais e refletem sobre os efeitos da crise da educação no Brasil.
Miúda cuida de sua planta carnívora com muito amor e formigas fresquinhas. Ela deseja apenas que a planta lhe chame pelo seu nome, mas a planta exige cada vez mais formigas. Estas bolam um plano que envolve poesia, guarda-chuvas e uma máquina do tempo. A menina aprende que crescer é fazer escolhas.
Meu Tio José é uma animação que conta a história de José Sebastião Rio de Moura, membro do movimento de esquerda “Dissidência da Guanabara”. Ele participou do sequestro do embaixador estadunidense Charles Elbrick, em 1969, e ficou exilado no exterior por 10 anos.
Nicolau vive um mundo perfeito. Ele tem um grupo de amigos inseparáveis, que são conhecidos como “Os Invencíveis”. Esse mundo está em risco, porque seu pai é promovido e terão que mudar para o sul da França. Para evitar que ele fique longe de seus amigos, “Os Invencíveis” bolam uma caça ao tesouro.
Elenco: Ilan Debrabant, Audrey Lamy, Jean-Paul Rouve, Pierre Arditi, Grégory Gadebois
Em uma pequena vila mediterrânea, Carmen cuidou de seu irmão, o padre local, por toda a vida. Quando a Igreja abandona Carmen, ela é confundida com o novo padre. Carmen começa a ver o mundo e a si mesma sob uma nova luz.
Elenco: Natascha McElhone, Michaela Farrugia, Steven Love
Camille e Georges dançam todas as noites ao som de sua música favorita, Mr. Bojangles. Em sua casa, só há espaço para diversão, fantasia e amigos. Até que um dia Camille, uma mulher hipnotizante e imprevisível, desce mais fundo em sua própria mente e Georges e seu filho Gary precisam mantê-la segura.
A espetacular fuga de um diretor da Aliança Francesa da Sibéria. Vítima de uma trama orquestrada pelo FSB (Serviço Federal de Segurança da Rússia), esse intelectual terá que se transformar em homem de ação para escapar de seu destino.
Um passeio pelos castelos do Loire mostrados em ordem cronológica de construção, com comentários incluindo poemas do século XVI e reflexões de jardineiros.
Visages Villages
(França, 2017, 93 min, Documentário, Dir.: JR e Agnès Varda)
A diretora Agnès Varda e o fotógrafo e muralista J.R. viajam pela França rural e formam uma improvável amizade.
Ao documentar os rituais de reverência aos mortos e o luto pela partida de dezenas de anciãos e líderes da aldeia Sangradouro durante a pandemia, Divino Tserewahu contrapõe em seu filme ABDZÉ WEDE’Ö um rico imaginário de beleza, saberes e força espiritual que caracteriza a cultura Xavante, ecoando sob forma de metáfora, a pergunta que não quer calar: “O vírus tem Cura”?
(Brasil, 2020, 93 min, Drama, Dir.: Ary Rosa e Glenda Nicácio)
Geralda está trabalhando em seu quiosque à beira de uma praia no Recôncavo da Bahia, quando recebe um telefonema do hospital dizendo que seu pai pode morrer a qualquer momento, e ela avisa suas irmãs Rose, Bel e Vilmar.
Elenco: Maíra Azevedo, Arlete Dias, Wal Diaz e Jenny Muler
Chico Rei foi um rei congolês escravizado que libertou a si mesmo e aos seus súditos durante o Ciclo de Ouro em Minas Gerais. Sua história é o ponto de partida para explorar os diversos ecos da escravidão brasileira na vida dos negros de hoje, entendendo seu movimento de autoafirmação e liberdade a partir de uma perspectiva coletiva.
(Brasil, 2020, 92 min, Documentário, Dir.: Aiano Bemfica e Pedro Maia de Brito)
“Entre nós talvez estejam multidões” propõe uma jornada imersiva junto aos sujeitos e agentes da ocupação Eliana Silva, em Belo Horizonte, durante o período eleitoral que conduz ao poder Jair Bolsonaro. A obra é conduzida por meio dos sonhos, contradições e lembranças dos sujeitos que nela vivem, formulando, assim, o imaginário dessa comunidade num filme que se articula como uma pintura mural.
Bia Pankararu, jovem agente da saúde indígena, está arrecadando fundos para a reconstrução da escola em sua aldeia, que foi destruída durante um incêndio criminoso na noite do segundo turno das eleições de 2018. Paula, jornalista carioca, chega à aldeia para fazer uma reportagem sobre os ataques incendiários.
Em resposta à morte de Marielle Franco, as eleições de 2018 se transformaram no maior levante político conduzido por mulheres negras que o Brasil já viu, com candidaturas em todos os estados. O documentário acompanhou seis mulheres negras, em suas campanhas, mostrando que é possível transformar o luto em luta.
Clara recebe o prêmio global de literatura infantil. Logo depois, para encontrar um pouco de paz, ela se muda com a família para o campo, perto de onde nasceu. Lá ela encontra seu antigo namorado Ariel e seu irmão Carlos, amigos de sua infância. Uma reavaliação de si mesma e de sua vida torna-se inevitável. Nem tudo pode sobreviver.
Jimena viaja para Río Grande, na ilha de Tierra del Fuego, no extremo sul da Argentina, para se juntar a seu meio-irmão Mariano. Ela quase não tem dinheiro para viajar, mas consegue chegar lá na esperança de ter uma vida melhor naquela região fabril. O vento, o frio e a complexa crise econômica formam o pano de fundo sobre o qual Jimena desenvolverá a empatia pelas pessoas à sua volta e um sentimento de pertencimento, mas também um lugar onde aprenderá a conhecer-se melhor.
Cineasta se tranca em sua casa para enfrentar a solidão e os fantasmas de três casais, protagonistas de três dos filmes que fez ao longo de 31 anos, desde a queda do Muro de Berlim até hoje. Um ensaio sobre a solidão, a ausência, o mal-estar e o peso das circunstâncias sociais sobre os indivíduos. Um filme sobre Havana, vivida e filmada sob um sol escaldante.
Horas antes de seu assassinato, a líder indígena Berta Cáceres anotou os nomes dos corruptos que pretendiam matá-la. Usando essas pistas, o documentário junta as peças do quebra-cabeça para ajudar Berta a resolver seu próprio assassinato. No país mais perigoso do mundo para os defensores do meio ambiente, Milton Benítez, um tenaz jornalista hondurenho, segue as pistas escritas com Berta na reunião que tiveram um dia antes de seu assassinato.
Ángel e seu irmão mais novo Franco estão encarcerados em uma prisão juvenil há um ano. Apesar das dificuldades, formaram um sólido grupo de amigos com quem passam seus dias compartilhando sonhos de liberdade. Tudo muda quando a chegada de um jovem rebelde oferece uma possível fuga: a única porta para realizar esses sonhos. Inspirado por muitos eventos reais.
(Brasil/Cuba, 2022, 22 min, Documentário, Dir.: Ana Graziela Aguiar)
Uma carta de amor que une Brasil e Cuba. No filme Travessias, a diretora parte em uma longa viagem em busca de entender os sentimentos e transformações passadas por uma pessoa próxima. Neste caminho de dúvidas e inquietações, encontra Justin, um homem trans que vai auxiliá-la nesta travessia. Com um olhar poético e autorreferencial, a diretora nos convida a repensar nossos próprios preconceitos e limites em relação ao outro.
7 – PANORAMA ÁFRICA
Ar-Condicionado
(Angola, 2020, 72 min, Drama, Dir.: Fradique)
Quando os ares-condicionados começam misteriosamente a cair dos apartamentos na cidade de Luanda, Matacedo e Zezinha, um guarda e uma empregada doméstica, têm a missão de recuperar o aparelho do chefe. Uma jornada de mistério e realidade, uma crítica sobre classes sociais e como nós vivemos em conjunto nas esperanças verticais, no coração de uma cidade que é passado-presente-futuro.
Elenco: José Kiteculo, Filomena Manuel, David Caracol
Dois ladrões (Bonny e Clara) se metem em apuros quando roubam uma misteriosa maleta que pertence a um notório líder de gangue. Agora eles devem correr para salvar suas vidas e também encontrar uma maneira de extrair o conteúdo da maleta antes que Ebuka, o legítimo proprietário, os alcance.
Tomi está prestes a recuperar sua liberdade. Ele enfrenta um futuro incerto. Sem emprego, sem casa, sem família. O que fazer? Como um homem frustrado e cheio de raiva será capaz de se encaixar na sociedade? Ele não vai seguir o caminho do crime? Um dia ele conhece um homem e rapidamente aprende que ser gentil com o mundo é a melhor maneira de viver. Então, coisas misteriosas começam a acontecer com ele.
Elenco: Daniel Kifwa, Edouard Matondo, Jonathan Kombe, Elielle Tamba
O projeto FOTO BSB – Festival de Fotojornalismo de Brasília acontece de 08 a 18 de setembro em formato híbrido, com ações online que apresentam encontros e mesas no canal do YouTube e mostras presenciais no Alfinete Birô (103 Norte) na abertura do evento (08 de setembro) em homenagem ao fotógrafo Sérgio Amaral.
Foto Divulgação
O encerramento (18 de setembro) vai contar com a Feira Plano, com trocas e venda de fotografias, no Anexo do Museu Nacional da República, de 14:00 às 18:30, e projeção das fotografias na Cúpula do Museu Nacional da República a partir das 19:00. Toda a programação é gratuita.
O FOTO BSB – Festival de Fotojornalismo de Brasília – com curadoria de Claudio Versiani, Daniela Lobo e Zuleika de Souza – propõe a discussão e a promoção da fotografia documental, sua autonomia como profissão, suas especificidades e também fronteiras com outros campos, como a arte e o pensamento crítico.
O registro de um momento, um instante que representa o que aconteceu e o que está para acontecer, que sintetiza uma época, um estado de espírito, uma visão de mundo. Afinal, do que trata a fotografia documental? Qual o seu papel aqui e agora? Com estes questionamentos nasce o primeiro festival dedicado exclusivamente ao fotojornalismo no Brasil.
O Festival tem compromisso com a qualidade da programação e relevância dos assuntos abordados, e proporciona ao público trocas com profissionais de amplo reconhecimento no Brasil e no mundo.
A série de debates, encontros e mesas será realizada entre os dias 08 a 18 de agosto de 2022 e transmitida pelo YouTube.
Foto Gabriel Chaim e Fernando Costa Netto
O projeto FOTO BSB – Festival de Fotojornalismo de Brasília foi contemplado pela SECEC – Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF).
Como parte da programação foram lançadas, de as convocatórias “Brasil Território Indígena” e “Cerrado Berço das Águas” um chamado para fotógrafos participarem do Festival e selecionar imagens que representam a resistência indígena para compor a Galeria Virtual do Festival Foto BSB 2022. A convocatória foi feita de 30 de julho a 30 de setembro de 2022 e o resultado será anunciado nas redes no dia 5 de setembro.
As fotodenúncias servirão para impactar o olhar para essa tragédia que acontece seja na destruição da floresta e rios, no aumento do garimpo ilegal, na violência das invasões às terras indígenas, ao mesmo tempo mobilizar e sensibilizar para a luta pela preservação do bioma que é considerado o coração do Brasil e onde brotam os veios d´águas que alimentam boa parte das bacias hidrográficas brasileiras.
O Festival realizará uma seleção para participar da Galeria Virtual das redes sociais do Festival e ainda uma exibição das imagens que mais representam a temática serão projetadas no evento de encerramento no dia 18 de setembro, ao ar livre, no Complexo Cultural da República, às 19 horas.
Programação:
Para compor a programação do festival serão realizadas mesas e encontros com profissionais da área. Os encontros reúnem profissionais que não são necessariamente da área para discutir e aprofundar o diálogo e análise sobre temas e narrativas que dão sentido às imagens, encontros com Eliane Brum, Lilia Schwarcz e Fernando Costa Netto.
Por outro lado, as mesas-redondas irão discutir diferentes narrativas que dão sentido ao trabalho destes profissionais, no seu diálogo com a cultura, a sociedade, o meio ambiente. aprofundar o conhecimento do trabalho de grandes nomes do campo Fotojornalismo e questões contemporâneas – ativismo, feminismo, floresta, retrato, pandemia – serão o foco das mesas redondas, conversar com fotojornalistas que já possuem uma grande trajetória tanto nacional como internacionalmente, como Claudio Versiani, Juan Esteves, Edu Simões, Cacalos Garrastazu, Rosa Gauditano, Jonne Roriz, Gabriel Chaim, Yan Boechat, Felipe Dana, Ueslei Marcelino, Joedson Alves, Lalo de Almeida, entre outros.
Mais sobre o Festival:
Homenagem a Sérgio Amaral – O Festival Foto BSB 2022 presta uma homenagem a Sérgio Amaral falecido em junho deste ano. Com mais de 40 anos dedicados ao fotojornalismo, iniciou a carreira em 1977 e acumulou prêmios como o Esso de Fotografia de 1992, o grande prêmio do Salão Finep de Fotojornalismo de 1996, a medalha de excelência gráfica da Society for News Design, na categoria ‘editor de fotografia’ pelo Correio Braziliense e o prêmio ONU Habitat de 2014.
Sérgio foi um artista visual com estética apurada como poucos. Olhar sensível e mente sagaz na busca do belo. Suas fotografias ganharam prêmios compondo seu nome como referência nacional.
Em fevereiro, Sérgio colocou fotografias à venda em seu site http://www.amafoto.com.br, retiradas das prediletas. Selecionamos algumas dessas para compor a Galeria Virtual do Festival Foto BSB 2022 em sua Homenagem.
“São recortes de viagens maravilhosas em que aprendi muito, fiz amigos e trouxe belos registros …algumas das minhas imagens prediletas feitas com viés geográfico, humanista, em busca de prazer estético , que não traem minha visão de mundo aprendida em mais de 40 anos da fotografia e tantas outras coisas que vivi.”
Fotografias expostas no www.instagram.com/festivalfotobsb/ e na abertura do Foto BSB no dia 08 de setembro no Alfinete Birô (CLN 103, bloco B, loja 66 – Asa Norte) às 17 horas.
Aula-Magna: “Foto Resistência” com Claudio Versiani, com transmissão às 17 horas do dia 08 de setembro no YouTube.com/festivalfotobsb e no Alfinete Birô.
Transmissão do encontro “Retórica do Poder” com Lilia Schwarcz e Diego Bresani, às 19:30, com projeção da transmissão no Alfinete Birô.
Encerramento dia 18 de setembro: Feira Plano de trocas e venda de fotografias no Anexo do Museu Nacional da República de 14:00 às 18:30.
Projeção das fotografias na Cúpula do Museu Nacional da República às 19:00.
O Foto BSB continuará em plataformas online, galeria virtual no Instagram e Facebook, debates principalmente em nosso canal do YouTube.com/festivalfotobsb .
Este projeto é realizado com recursos do Fundo de Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (GDF).
Foto Felipe Dana
Serviço: FOTO BSB – Festival de Fotojornalismo de Brasília
Jota Quest, Gilberto Gil e Liniker fizeram parte do Line Up do festival mais famoso do Brasil e irão desembarcar na capital
Foto Divulgação
Jota Quest e Gilberto Gil se apresentaram no Rock in Rio no último final de semana. A banda fez o show no Palco Mundo e o cantor se apresentou no Palco Sunset do festival. Ovacionados pelo público, após a apresentação em um dos maiores festivais de música do Brasil, os artistas desembarcam em Brasília, em uma produção da Oh Artes!, para shows nos próximos dias. Gil se apresenta com a família com o show Gilberto Gil “In Concert” nos dias 23 e 24 de setembro, no Auditório Master do Centro de Convenções Ulysses Guimarães.
Já Jota Quest, vem à capital comemorar os 25 anos do grupo com o show Jota 25 – De Volta ao Novo, na Arena BRB. A cantora Liniker, que se apresenta no festival no próximo domingo (11/9), também desembarca em Brasília, um mês após a participação no Rock in Rio, no dia 11 de outubro.
Foto Divulgação
Rogério Flausino abriu o show com a canção “Além do Horizonte”, mostrando o começo da celebração dos 25 anos do grupo. Com sucessos como “O Sol”, “Mais Uma Vez” e “Planeta dos Macacos”, a banda animou a galera na cidade do rock. No show em Brasília, o objetivo é criar uma viagem “explosiva” pela trajetória musical da banda, reativando memórias e emoções dos fãs, a partir de experiência audiovisual futurista, e marcando o início de um novo ciclo. O evento acontece às 22h e os ingressos custam a partir de R$ 110.
O ícone Gilberto Gil ficou com a missão de fechar o Palco Sunset do festival e se apresentou acompanhado dos filhos Bem, na guitarra, Nara, nos vocais, e José, na bateria. João, neto e integrante dos Gilsons, se revezou na guitarra e no baixo. A neta Flor e a nora Mariá Pinkusfeld fecharam o time de backing vocals. Flor, filha de Bela Gil, cantou “Garota de Ipanema” com o avô e se emocionou antes mesmo de começar. A família do artista, que subiu ao palco no Rock in Rio, também marcará presença e fará o show em Brasília. Os ingressos custam a partir de R$ 250.
Um mês antes do espetáculo na capital, Liniker sobe ao Palco Sunset do Rock in Rio no próximo domingo (11/9). A cantora, finalmente, compartilhará seu talento com os brasilienses, em apresentação única, no auditório Master do Centro de Convenções Ulysses, às 22h. Com a participação de Milton Nascimento, Tássia Reis, Orkestra Rumpilezz e Orquestra Jazz Sinfônica, o primeiro álbum da artista, “Índigo Borboleta Anil” traz diversos inputs para o universo de Liniker. “Eu me vejo nele”, comenta a cantora, afirmando também: “É um álbum de música do começo ao fim: nas pausas, nos silêncios, nos textos e nas trocas”. Os ingressos custam a partir de R$ 70.
As cores, a natureza, a arquitetura, as festas populares e os personagens de diferentes partes do Brasil, prometem encantar o público do Centro Cultural CeModern, em Ancara, na Turquia que, no dia 7 de setembro, recebe a exposição fotográfica “Esplendor e Diversidade”. A mostra, composta por 120 fotos, é um apanhado de registros feitos por Graça ao longo da vida em suas viagens pelas diferentes regiões do país. “Durante anos viajei por esse país continental registrando imagens para os meus livros- “Mercados de Ferro”, “Que Boneca é Essa”, “Escultores Iluminados” e “Os Palácios de Brasília”, entre outros. Durante essas imersões aproveitei para registrar tudo o que me cercava”, afirma Seligman que, com seu olhar único, foi criando um mosaico do povo e das belezas do Brasil.
A exposição marca o Bicentenário da Independência do Brasil e poderá ser visitada durante trinta dias. Entre os destaques, estão fotos da Amazônia, praias, carnaval, natureza e cliques especiais sobre a arquitetura modernista de Brasília, cidade que essa gaúcha escolheu para viver e onde morou por muitos anos. Atualmente, Graça se divide entre Brasília, São Paulo e Nova York. “Minha ênfase é mostrar o lado mais bonito desse Brasil, imenso e diverso que, faz dele um país tão especial”, diz Seligman que está empolgada em ter sua exposição inaugurada na Turquia, em 7 de setembro, uma data tão simbólica para o Brasil.
A curadoria da exposição está a cargo da jornalista Graça Ramos, mestre em literatura brasileira e doutora em História da Arte, e parceira de longa data da fotógrafa Graça Seligman em vários trabalhos, tais como exposições e livros. “Feitas em distintos momentos, as fotografias de Graça Seligman formam um conjunto coerente de imagens que dão a dimensão das imensas riquezas brasileiras. Seu olhar inteligente captou nossos diferentes ecossistemas naturais, a diversidade de povos que habitam o país e a pluralidade de nossas manifestações culturais”, destaca Graça Ramos.
Sobre Graça Seligman
Fotógrafa e jornalista, Graça Seligman trabalhou para diversos jornais nos anos 1970 e 1980, em Brasília. No período de 2005 a 2007 foi diretora do Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS). Como fotógrafa, participou dos livros ”Oscar Niemeyer – 100 anos”, editado em 2008, e “Cidades do Brasil – Brasília”, publicado pela Publifolha.
Em outubro de 2008, realizou exposição individual no Instituto Brasil Itália (IBRIT), em Milão, sob o título: “Brasília Além da Modernidade” Em 2010 realizou a exposição “China: Um Olhar Estrangeiro”, no Museu Nacional da República em Brasília. Em seu ateliê, em Brasília, tem a série “Luminárias Fotográficas”, na qual trabalha desde 2009, utilizando as suas fotos impressas em material translúcido e transformando em cúpulas de luminárias.
No Hidden 2022, a aposta foi trazer exposições para destacar e enaltecer os projetos de artistas locais e nacionais. Em setembro, o espaço exibirá sua última exposição da temporada. Cor em Cor, do pintor Crico Lins, estará disponível no espaço a partir do dia 8 de setembro.
Foto Divulgação
Trazendo uma experiência sensorial agradável e relaxante, o contato pessoal com o colorido vibrante das obras de Crico estimula o olhar, as conexões cerebrais e faz o público mergulhar no mundo encantador da pintura.
“A vida já está tão corrida. A arte, e especificamente a pintura, nos remete a um campo mais agradável e de mais prazer. Se não fosse a arte, nós com certeza teríamos uma vida mais dura”, afirma o artista.
A exposição, que possui obras para todos os gostos, surgiu de processos criativos muito interessantes. Nas obras intituladas como Cimento Trincado, o artista analisou desenhos e formações que o cimento velho fez no piso e as transformou em arte, dando vida e cor.
Foto Divulgação
Crico é natural da Bahia e desde a infância arriscava traços no papel, na carteira da escola e em todas as lacunas que encontrava pela frente. O gosto por arte, herdou de sua mãe, uma pintora e artesã, que por força da alergia à tinta à óleo foi obrigada a abandonar os pincéis.
O artista resolveu dar continuidade no trabalho da mãe e ainda nos anos 90 chegou a ter aulas particulares com o renomado pintor grapiúna Carlos Santal, que hoje vive em Lisboa. Por alguns anos se afastou da pintura por conta de sua formação jurídica e em 2006, quando radicou-se em Porto Seguro (BA), voltou a pintar. Foi nesse período que Crico se apaixonou pela tinta acrílica e desfez a lua de mel com a tinta a óleo.
O projeto Hidden 2022 abriu as portas em 2 de junho e tem previsão de funcionamento até o fim da estiagem. Nesta edição, a casa tem capacidade para receber 600 pessoas que poderão circular pelas várias ambientações instaladas no Espaço Eletronorte, na 904 Sul.
Os filmes serão exibidos de 1º a 7 de setembro, em sessões disponíveis durante toda a semana, em quatro horários diferentes
Foto Divulgação
Nos primeiros sete dias de setembro, os longas “Amira” e “A Viagem de Pedro” são as grandes estreiam aguardadas nas telas do Cine Cultura Liberty. A programação completa, que pode ser conferida em http://www.cinecultura.com.br/programacao/ promete encantar os cinéfilos de plantão.
Com direção e roteiro de Mohamed Diab, o drama “Amira”, conta a história de uma palestina de 17 anos, concebida com o esperma contrabandeado de seu pai preso, Nawar. Embora seu relacionamento desde o nascimento tenha se restringido a visitas à prisão, ele continua sendo seu herói. A ausência dele em sua vida é compensada com amor e carinho daqueles que a cercam. Mas quando uma tentativa fracassada de conceber outra criança revela a infertilidade de Nawar, o mundo de Amira vira de cabeça para baixo.
Sob um olhar intimista da vida de Dom Pedro I, a dramaturgia “A Viagem de Pedro” traz os eventos históricos que giram em torno do príncipe. Com atenção para um momento determinante de sua trajetória. Em 1831, o primeiro Imperador do Brasil volta à Europa sob condições adversas, no navio inglês Warspite. Diante de sua abdicação ao trono do Brasil, esse é um momento de profunda reflexão para D. Pedro I, que pondera os erros e acertos de sua administração desde o momento em que chegou no país com sua família aos 10 anos de idade, em 1808. A direção do longa é de Laís Bodanzky, e um elenco de peso com Cauã Reymond, Vitória Guerra e Rita Wainer.
Classificação indicativa para maiores de 14 anos.
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De terça a domingo, os ingressos do Cine Cultura Liberty Mall custam R$ 32 (inteira) e R$ 16 (meia entrada) – com promoção nas segundas-feiras, sendo R$ 18 (inteira) e R$ 9 (meia entrada).
Serviço: Cine Cultura Liberty Mall
Local: Shopping Liberty Mall, SCN Quadra 2 Bloco D, Asa Norte Brasília/DF, 2º Piso
Nesta terça, 30 de agosto, às 19h, a Galeria Casa realiza uma Conversa com artistas, curador e galeristas que participam da mostra coletiva “Entre o tempo e o espaço”. Com mediação do curador Carlos Silva, os artistas Marcelo Camara e Samantha Canovas e os galeristas Gabriel Fonseca (Galeria Fáver) e Monica Tachotte (Tachotte&CO.) abordarão temas como o mercado da arte, colecionismo, investimento e os desafios dos artistas contemporâneos.
A Galeria Casa fica no Casapark, Piso Superior, dentro da Livraria da Travessa.
Foto Divulgação
A mostra “Entre o tempo e o espaço” é resultado de uma pesquisa curatorial em acervos de galerias de Brasília, o curador de Carlos Silva reuniu esculturas, fotografias, gravuras e pinturas de artistas de diversas gerações que mostram a complexidade e a velocidade que os movimentos artísticos que se sucedem.
A exposição reúne obras de Anna Maria Maiolino, Amilcar de Castro, Antonio Dias, Artur Lescher, Capra Maia, Franz Weissmann, Lina Cruvinel, Ludmila Alves, Marcelo Camara, Rubem Valentim e Samantha Canovas termina no dia 30 de agosto.
A visitação é de terça a sábado, das 14h às 22h, e domingo, das 12h às 20h.
A entrada é gratuita e livre para todos os públicos.
Embaixada lança livro e exposição fotográfica que relembram sua história desde o começo no Rio de Janeiro até hoje em Brasília
Foto Joana França
Em 1972, a Embaixada da Itália deixou o antigo solar que ocupava desde 1919 no Rio de Janeiro, na Rua das Laranjeiras 154, e mudou-se para a nova capital, Brasília. O livro e a exposição fotográfica, lançados no dia 29 de agosto, querem oferecer uma viagem pela história fotográfica da sede, organizando e mostrando uma parte importante de sua memória histórica, com o intuito de preservá-la.
A história da Embaixada é a história de uma construção dentro da construção. Junto com a edificação de uma nova cidade, uma capital visionária e futurista, também ocorre a construção da sede projetada pelo grande engenheiro Pier Luigi Nervi. Um espaço de trabalho e representação que condensa em si o melhor da célebre tradição arquitetônica e da engenharia italiana, enquadrando-se harmoniosamente no desenho urbano e no estilo monumental de Brasília.
Tal “construção dentro da construção” e a relação arquitetônica, quase íntima, com a realidade ao seu redor, ao longo dos anos, tornam-se algo mais importante. Além dos aspetos materiais, a relação entre a nova capital e a Embaixada se intensifica. A sede, com todas as atividades a que dá vida, começa a fazer parte do mundo cultural, peculiar e evocativo de Brasília e assim estabelece relações com seus artistas, intelectuais, acadêmicos e jornalistas.
Testemunha desse desenvolvimento é o Correio Braziliense, atento observador e voz da Capital Federal, presente desde o lançamento da pedra fundamental da Embaixada, documentando cada passo de sua história até os dias de hoje. Seus artigos são parte fundamental do percurso contado no livro e na exposição.
O livro
Disponível gratuitamente em formato impresso para todos aqueles que visitarão a exposição e em formato digital no site da Embaixada da Itália em português, italiano e inglês, o livro busca enriquecer a reconstrução histórica e a memória da Embaixada da Itália no Brasil e em Brasília.
Das cenas festivas dos noticiários e dos diários da época, com o Presidente Juscelino Kubitschek entregando ao Presidente Giovanni Gronchi o lote – com placa comemorativa – sobre o qual seria construída a nova Embaixada, até as fotos dos acontecimentos mais recentes.
Folheando os jornais da época, foram achados anedotas, curiosidades, notícias, pequenos fatos e crônicas das colunas sociais. Os apaixonados e os estudiosos encontrarão imagens e momentos históricos conhecidos e menos conhecidos. A epopeia ao lado das histórias do dia a dia, os rostos dos trabalhadores junto com as tomadas que eternizam personagens e monumentos famosos. O cotidiano ao lado do oficial.
A exposição
A mostra articulada em um sinuoso percurso, é instalada em 22 cavaletes de cristal, construídos no modelo projetado pela famosa designer ítalo-brasileira Lina Bo Bardi, na década de 1960, como expositores de importantes obras do Museu de Artes de São Paulo (MASP). Os cavaletes de Lina querem ser mais uma homenagem à história da Embaixada: suportes projetados por uma famosa artista italiana, amiga do engenheiro Pier Luigi Nervi que projetou esta Embaixada, são retângulos de vidro, apoiados em pequenos cubos de concreto. O material é símbolo do prédio e da capital, assim como as linhas geométricas utilizadas são simples e evocativas ao mesmo tempo.
A rica coleção de fotos que constituie a exposição pode contar tanto com arquivos históricos, quanto com modernas imagens, realizadas sob o olhar artístico de uma das mais conceituadas fotógrafas de arquitetura da cidade, Joana França.
A exposição fotográfica termina com os registros dos últimos eventos que caracterizaram a programação cultural desta Embaixada e como cereja do bolo, o último painel é dedicado ao grande artista contemporâneo Carlos Bracher que foi convidado a pintar a Embaixada no último mês de junho e cuja obra foi novamente eternizada na capa do novo livro. Além disso, outra joia reservada ao público, é a exibição de dois quadros originais, pintados pelo artista, em maio passado, juntamente com 80 alunos cegos, surdos e surdos-mudos da rede oficial de ensino, que representam duas datas referenciais para o Brasil: 62 anos da inauguração de Brasília e 200 anos da independência do Brasil. Uma oportunidade única de mergulhar na força da arte e nos mistérios da paixão emanadas da energia do artista Carlos Bracher, da saga da construção de Brasília e da eterna e fascinante Itália.
O último detalhe reservado pela Embaixada da Itália ao público brasiliense é a possibilidade de praticar a língua italiana: a exposição terá um QRCode que permitirá ao visitante ler todos os textos em italiano.
SERVIÇO
Exposição fotográfica
A Embaixada da Itália em Brasília: um percurso fotográfico do Rio de Janeiro ao Planalto Central
ENTRADA GRATUITA
Data: de 30 de agosto a 18 de setembro
Horários: segunda a sexta 16h00-19h00; sábado, domingo e feriado 10h00-16h00
Local: Embaixada da Itália em Brasília S.E.S. Av. das Nações Quadra 807 Lt. 30
Mercedes Urquiza irá marcar presença em duas feiras de literatura importantes nesse mês de agosto. A primeira parada será a Feira do Livro de Lisboa, quando no dia 28 de agosto realiza palestra e depois segue para o stand da Dinalivro, onde autografa o livro “A Trilha do Jaguar – Na Alvorada de Brasília”, da editora Senac DF.
Uma autobiografia, que conta a história da viagem que fez de Jipe de Buenos Aires até a futura Brasília, com o marido Hugo Maschwitz, em 1957 para participar da grande epopeia da mudanca da capital, então um arrojado projeto de JK, que nem constava no mapa do Brasil. O livro também conta, em primeira pessoa, os primeiros mil dias da construção da cidade que surgiu no meio do cerrado do planalto central.
Foto Divulgação
Depois de Lisboa, Mercedes segue para a cidade do Porto, onde no dia 30 de agosto também estará autografando o seu livro, que será distribuído e comercializado em terras lusitanas pela tradicional DinaLivro- Distribuidora Nacional de Livro, com 52 anos de tradição no mercado português. A ideia da autora é lançar o livro também em países da Comunidade de Língua Portuguesa, como Angola e Moçambique.
Foto Divulgação
Mas engana-se quem pensa que Mercedes vai parar por aí. Já está com um segundo livro pronto para lançar pela Editora Tagore: “A Nova Trilha do Jaguar- De Brasília, minhas memórias”, onde conta sua vida na cidade que escolheu para morar e construir sua família genuinamente brasiliense. Um clã composto de 2 filhas, 5 netos e 5 bisnetos. Com mais de 50 fotos e documentos inéditos distribuídos em 33 capítulos, onde a pioneira fala de momentos históricos em que esteve presente, ao longo de todos esses anos, e eventos marcantes.
“O livro de capa dura será lançado antes do final do ano, e promete virar um “must” na mesa de pioneiros, seus descendentes e de leitores aficionados por boas narrativas com exemplos de empreendedorismo e superação de desafios”, afirma Mercedes.
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Serviço Palestra e noite de autógrafos com Mercedes Urquiza na Feira do Livro de Lisboa Dia 28 de agosto Livro A Trilha do Jaguar- Na Alvorada de Brasília Palestra às 18 horas no auditório sul e sessão de autógrafos stand DinaLivro pavilhões B31 e B33 Feira do Livro na Cidade do Porto Dia 30 de agosto sessão de autógrafos, às 17 horas no stand da DinaLivro, pavilhões 107 a 109