Brasília tem de melhor na Cultura, Entretenimentos, Arquitetura, Design e Decoração, Feiras, Cursos, Workshops, Seminários, Gastronomia, Vinhos, Cafés, Moda, Beleza…
Com festival de música, extensa programação e feira literária, evento levou ao palco artistas como Lia de Itamaracá e Renato Matos e premiou, em 176 categorias, profissionais da música de todo o país
KlubberTripa TripaTrofeuShow de Lia de Itamaracá
Com o propósito da valorização de toda a cadeia criativa e produtiva da música, o Prêmio Profissionais da Música (PPM), tradicionalmente realizado na capital do país, despediu-se da 7ª edição no domingo 4 de junho. Reservado para o final, o Festival A Parada da Música garantiu o congraçamento entre os envolvidos, com nada menos que seis horas de apresentações musicais no Museu Nacional da República. Na ocasião, subiram ao palco Márcio Moreira (RJ), Crônica Mendes, 50 Tons de Pretas (RS), Claudia Castelo Branco (RJ), que aqueceram o público para as apresentações principais. Os shows de Renato Matos (DF) e Lia de Itamaracá (PE), dois dos homenageados, foram especialmente emocionantes. O auditório do museu fez coro para um dos “hinos” da cultura brasiliense “Um telefone é muito pouco para quem ama como louco e mora no Plano Piloto”. E Lia fechou a noite colocando todo mundo para cirandar.
Dona Lia de Itamaraca e Gustavo Vasconcellos
Ao longo da premiação (https://ppm.art.br/src/pages/noticias.html) mais abrangente do Brasil, com 176 categorias subdividas nas modalidades Criação, Produção, Convergência e Educação, os participantes puderam conferir uma ampla programação com feira literária, tardes de autógrafos, painéis, entrevistas, palestras, workshows, laboratório de gravação musical, e, claro, música. Marcando o início do evento, uma cerimônia realizada na Câmara Legislativa do Distrito Federal, reconheceu a importância dos profissionais da música presentes com uma Moção de Louvor.
Na composição da mesa, o deputado distrital Gabriel Magno, anfitrião da noite; Gustavo Vasconcellos, idealizador do PPM; os homenageados Lia de Itamaracá, Renato Matos, Juarez Fonseca e Goretti França, em nome do irmão Chico Science, e a deputada federal Érika Kokay. Em suas falas, manifestaram-se a partir da temática do PPM, ressaltando a importância da cultura na construção da identidade brasileira e defesa da democracia.
Goretti França, Paulo André, Jeferson França e Fred 04, irmãos e amigos de Chico Science
“Tudo passa pela cultura. Ela está na base de quem somos como indivíduos e povo. Então, ao abordar o tema reconstrução, depois de anos tão duros para a classe artística, lançamos luz sobre a cultura popular através da contribuição e legado de nossos homenageados”, afirmou Gustavo Vasconcellos.
Durante o evento, a maioria das apresentações musicais prestigiaram a arte dos próprios finalistas. Além dos shows do encerramento, permearam a programação, performances de Maísa Arantes, Klüber, Afrodizia, Clara Telles, Igor Gnomo. De Brasília, o grupo Liga Tripa se apresentou na primeira noite de premiação, e a Orquestra Alada Trovão da Mata levou umverdadeiro cortejo musical e cênico para a segunda noite. Um espetáculo de diversidade e muito talento, passando pela ciranda, reggae, rap, mpb, jazz, batuque e misturas singulares. Cerca de 200 finalistas, representando 20 estados brasileiros, se dirigiram a Brasília para a premiação. E muitos deles não apenas participaram da festa e torceram para ser premiados, mas, literalmente, fizeram o PPM acontecer. É que boa parte das atividades foi montada de forma a compartilhar os conhecimentos, técnicas e talentos dos próprios finalistas.
José Carlos Vieira e Renato Matos
Continuidade
Em mais uma inovação, a programação do Prêmio Profissionais da Música, realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, será segmentada ao longo do ano. No segundo semestre, as atrações contemplarão espaços além do Plano Piloto, voltadas, principalmente, para a juventude e comunidade escolar, abordando o audiovisual com mostra de videoclipes, LAB Vídeo, show de apresentação com o resultado do LAB PPM– que acontece agora na primeira etapa– e demais atividades a serem informadas nos próximos meses.
Além de Roberto Menescal, apoiador de primeira hora do PPM, o músico Roberto Menescal, estiveram presentes vários membros do Conselho Sensorial do PPM. O grupo prestigia o evento participando da programação e interagindo com todos, sempre muito acessíveis aos finalistas. São eles Adriana Belic, Afonso Oliveira, Alec Haiat, Barral Lima, Benjamim Taubkin, Cibele Bahia, Edson Natale, Elisa Maia, Kamille Viola, Kathia Pinheiro, Manno Góes, Marcio Mazzeron, Marta Schmitt, Miguel Galvão, Paulo Almeida, Socorro Lira, Thomas Roth, Valéria Becker, Patrícia Palumbo, Paulo André Pires, Fred 04, Marcelo Fruet e Maurício Tagliari.
Orquestra alada adentra o Museu da RepúblicaOrquestra alada adentra o Museu da República
PERTINÊNCIA TEMÁTICA
A começar pelo painel inaugural “Vivam os Profissionais da Música: Temos um país para reconstruir”, o evento abordou assuntos abrangendo as modalidades e categorias que compõem a premiação. O enfoque foi para a visão e percepção do segmento musical, a partir do dia a dia de seus profissionais, buscando unir pessoas, empresas e prestadores de serviço em torno de um legado que beneficie esta classe através de consumidores e comercializadores.
Entre os temas, para ilustrar e inspirar, destaque para “O Uso de Recursos de Inteligência Artificial na Produção Musical Executiva”, “Música em Pauta: uma ponte entre o som e a imprensa musical”, “Os Caminhos da Música Popular Brasileira”, “Entre Corpos Toadas e Batuques”, “Cancioneiro Latino-Americano e Brasileiro como espaço para o restauro da história”, “A importância da gestão e análise de metadados para o sucesso na carreira”, “Música no metaverso e web 3.0: novos campos de trabalho para os profissionais da música”, entre muitos outros.
O Prêmio Profissionais da Música é um evento inclusivo e contou com intérpretes de LIBRAS em todas as atividades, instalações acessíveis a pessoas com deficiências e outros recursos de acessibilidade.
Thomas Roth
ALGUNS NÚMEROS SOBRE A 7ª EDIÇÃO DO PPM
Homenageados: 4
Modalidades: 4
Categorias: 176
Inscrições: 2149
Finalistas: 842
Indicados pelo Conselho Sensorial: 125
Troféus: 193
Votos: + de 100 mil na votação popular
Duração do evento: 4 dias
Espaços principais: 4
Apresentações musicais: 12
Painéis: 6
Palestras: 8
Workshows: 8
Lançamento de livros: 10
Sessão de autógrafos: 2
HISTÓRICO DE HOMENAGEADO(A)S
1ª edição (2015) – Renato Russo, Roberto Ribas, Jorge Ferreira
Tema: Qual o Futuro da Música?
2ª edição (2016) – Fernando Brant
Tema: Qual o Futuro da Obra?
3ª edição (2017) – Benjamim Taubkin, Pena Schmidt e Thomas Roth
Tema: “O Poder do Associativismo”
4ª edição (2018) – Roberto Menescal
Tema: “E aí, qual é a sua Bossa?”
5ª edição (2019) – Claudio Santoro, Ronaldo Bastos e Genildo Fonseca
Tema: “Do clássico ao popular- 100 anos de música brasileira”.
6ª edição (2020/2021) – Cássia Eller, Patricia Palumbo e Odette Ernest Dias
Tema: do analógico ao digital, viva o Direito Autoral
7ª edição (2022/2023) – Chico Science, Lia de Itamaracá, Juarez Fonseca e Renato Matos.
Tema: “Viva a Cultura Popular”
Letícia Helena e Mário SartorelloIgor GnomoAfrodiziaClara Telles
Para as pessoas que sempre quiseram saber mais sobre tudo que envolve o mundo da música, aprendendo com um produtor musical experiente, o projeto Produção Musical, Gravando uma Música do Início ao Fim, está com as inscrições abertas. A iniciativa tem como objetivo a realização de oficina prática de processos de produção musical e fonográfica, que vai preparar os participantes para o lançamento de produtos musicais (singles, EPs e álbuns). Serão 30 alunos e 162 horas-aulas, com atividades de produção de singles de 3 artistas do DF.
Segundo os organizadores, os novos produtores musicais estarão aptos a ingressar no mercado profissional de gravação, mixagem e masterização. Durante o treinamento, os aprendizes terão a oportunidade de realizar a produção de três músicas dos artistas do DF, sob a orientação do compositor, professor e produtor musical, Jota Dale.
Segundo Jota, o curso vai de encontro a uma lacuna importantíssima no tecido cultural do DF: a formação artística e técnica adequada de produtores fonográficos, engenheiros e técnicos de som. “O curso destina-se a três turmas de 10 aprendizes cada, preferencialmente de baixa renda, que além de terem acesso ao curso, receberão um subsídio diário condicionado à presença e pontualidade, com a finalidade de evitar a evasão e proporcionar aos participantes condições financeiras para transporte e alimentação nos dias de aula”, explica.
O produtor contará ainda com a colaboração de seu parceiro de trabalho e sócio, Alan Pinho, também produtor, e engenheiro com sólida formação e extensa experiência no mercado musical.
Gravação do single
Os três artistas do Distrito Federal, selecionados através de chamamento público, terão a oportunidade de gravar uma música no contexto do curso, gratuitamente, servindo como base para as atividades pedagógicas.
Os critérios para a escolha levarão em conta a diversificação das sonoridades, de forma a contemplar uma parcela representativa do panorama sonoro do DF, e os aprendizes serão responsáveis por realizar todas as etapas da produção das faixas musicais, sob a orientação de Jota.
“Faremos a pré-produção completa, gravação, edição, mixagem e masterização. Para esta última etapa, teremos a participação de Bruno Giorgi, que desenvolveu um método de masterização remota, conectando dois estúdios em localidades diferentes via internet, permitindo que o ambiente de trabalho seja compartilhado por ambos como se estivessem vendo a mesma tela do computador, e ouvindo o mesmo som através dos monitores de audio de ambos os estúdios”, explica o produtor.
Para finalizar, Jota diz esperar que os aprendizes encontrem oportunidades de trabalho como produtores musicais, técnicos de som, auxiliares e assistentes de áudio, além de qualificar os processos de pré-produção, gravação, edição, mixagem e masterização no Distrito Federal – inclusive nos casos em que o aprendiz seja ele próprio artista integrante do coletivo, grupo ou banda a ser produzido.
Créditos Pedro Bedê
As inscrições podem ser feitas de forma gratuita, de 20 de junho a 30 de julho, e o resultado será divulgado em 10 de agosto, por meio do link disponível na bio do Instagram: @umsingledoinicioaofim .
Exposição no Instituto Camões apresenta obras de artistas brasileiros e portugueses, numa releitura do legado artístico de Rafael Bordallo Pinheiro
*Artistas contemporâneos criam peças de cerâmica inspirados na obra de um ícone da arte em Portugal
*Aberta à visitação de 13 a 30 de junho, no Instituto Camões, com entrada franca
Artistas plásticos do Brasil e de Portugal se debruçaram sobre a obra de um dos maiores nomes da cerâmica, da caricatura e do jornalismo em Portugal e o resultado poderá ser visto no Instituto Camões, situado no prédio da Embaixada de Portugal. A exposição Coleção de Arte Bordallo Pinheiro – Diálogo entre artistas contemporâneos e o universo bordalliano reúne o trabalho de 15 nomes de destaque da arte nos dois países e ficará aberta de 13 a 30 de junho, de segunda a sexta-feira, das 12h às 17h, e a entrada é franca.
Raphael Bordallo Pinheiro é uma das personalidades mais relevantes da cultura portuguesa do século XIX, com uma produção notável sobretudo nas áreas do desenho humorístico, da caricatura e da criação cerâmica. O conjunto de sua obra tem grande atualidade, sendo documento fundamental para o estudo político, social, cultural e ideológico de uma época. Foi esse perfil único que possibilitou a criação de um projeto que convida artistas contemporâneos portugueses e brasileiros para um contato mais profundo com o trabalho de Bordallo.
A exposição em cartaz no Instituto Camões apresenta a obra de artistas que foram convidados a passar dez dias na fábrica Bordallo Pinheiro em Caldas da Rainha, na região central de Portugal, para se familiarizar com as técnicas de fabricação do mestre e buscar inspiração para suas próprias peças. O projeto culminou na criação de uma coleção única, com tiragem limitada a 250 exemplares, que poderão ser adquiridos – exceção para aquelas já esgotadas – e cujos detalhes estarão acessíveis através de um QR Code fixado à entrada do espaço expositivo.
Coleção de Arte Bordallo Pinheiro – Diálogo entre artistas contemporâneos e o universo bordalliano reúne os trabalhos dos brasileiros Barrão, Maria Lynch, Marcos Chaves, Regina Silveira, Adriana Barreto, Tiago Carneiro da Cunha, Fábio Carvalho, Laércio Redondo, Antonio Carlos Auad, Angelo Venosa e Maria Bonomi e dos portugueses Regina Silveira, Bela Silva, Joana Vasconcelos e Cabrita Reis. O conjunto revela como esses artistas captaram a paixão, a criatividade, a consciência social, o humor e a transgressão de ideias difundidas nas peças de Bordallo, que são um patrimônio artístico e histórico da cultura portuguesa.
RAPHAEL BORDALLO PINHEIRO
Raphael Bordallo Pinheiro (1846- 1905) nasceu em Lisboa, numa família de artistas. Frequentou a Escola de Artes Dramáticas, a Academia de Belas Artes e o Curso Superior de Artes, estabelecendo-se principalmente como jornalista, caricaturista e ceramista. Foi membro do círculo de intelectuais e artistas naturalistas que definiram a Geração dos anos 1870 e esteve próximo de personalidades dos mais diversos setores de influência na sociedade. Ciente do poder da imprensa, utilizou singularmente os seus desenhos humorísticos para retratar a política e a sociedade. As suas caricaturas são uma crítica devastadora às performances políticas, utilizando o humor como estratégia para lutar por uma sociedade mais livre e mais justa.
Bordallo criou o personagem Zé-Povinho, que se tornou uma espécie de símbolo do povo português, para a revista ilustrada A Lanterna Mágica em 12 de junho de 1875. Com conteúdo simbólico, usou o personagem para denunciar injustiças e, através dele, mostrou aos portugueses que o riso pode ser uma arma ou um remédio. Colaborou em vários jornais de Portugal e do Brasil, onde viveu de 1875 a 1879. Foi o fundador do jornal O António Maria, de humor político, que fazia uma crônica da sociedade portuguesa. Com a cerâmica, conquistou prêmios internacionais, tornando-se uma referência mundial na área.
O trabalho cerâmico de Raphael Bordallo Pinheiro começou verdadeiramente com a fundação da Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha (1884). Desenhando a partir das origens naturalistas da cerâmica das Caldas da Rainha, Raphael Bordallo Pinheiro reinventou-a e atualizou-a, produzindo centenas de modelos de grande criatividade e refinada qualidade técnica. Foi reconhecido em várias exposições internacionais, com especial destaque para o pavilhão português na Exposição Internacional de Paris (1889).
ARTISTAS E OBRAS
GOSTO TANTO DE TI
“Foi divertido pegar num sapo de aspecto estoico e, mudando a mão de posição e substituindo os seus longos pés por sapatos de salto alto, transformá-lo num sapo maroto pronto para o amor”.
Bela Silva – Vive em Bruxelas. Nasceu em Lisboa. Mestrado em Escultura pela ESBAL, curso de Cerâmica no Ar.Co, Mestrado em Arte no Instituto de Arte de Chicago. Das exposições individuais fazem parte: “Diante do mar, as águas”, Museu Nacional do Azulejo, e “Um Olhar sobre o Palácio”, Museu Nacional da Ajuda. Tem participado em exposições coletivas no Brasil, Japão, China, França, Nova Iorque e Chicago. Tem Arte Pública na estação de metrô de Alvalade, Painéis de Azulejos, Centro Cultural Saikai, Japão. Está representada em diferentes coleções em Portugal e no estrangeiro.
ELEFANTES
“Conheço há alguns anos dois elefantes que vivem nas traseiras da Fábrica de Faianças Bordallo Pinheiro. Vivem na companhia de caracóis, rãs, galinhas, patos, abelhas, muitos pássaros e outros animais. Guardo boa memória do dia em que conversamos pela primeira vez, ficamos amigos. Quando me pediram para desenhar uma peça para os 125 anos da Bordallo Pinheiro, fui pedir-lhes ajuda. São eles os autores das coisas que fiz para este aniversário… limitei-me a observar.”
Fernando Brízio – Nascido em 1968, em Angola, estudou Design na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa, a cidade onde vive e trabalha. Desenvolveu projetos para organizações e empresas A sua obra é regularmente exposta e publicada internacionalmente, faz parte da coleção permanente do Mude – Museu do Design e Design e Moda, da Coleção Francisco Capelo, do Museu de Arte de Indianápolis da IMA, bem como de numerosas coleções privadas.
DUETO
Celebra o 125º aniversário da fundação da Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha, reunindo a obra de dois dos mais relevantes e influentes artistas portugueses: Raphael Bordallo Pinheiro (1846-1905) e a artista contemporânea Joana Vasconcelos. Uma coreografia surpreendente realizada por andorinhas e peixes (goraz) em formas cerâmicas.
Joana Vasconcelos – Nascida em Paris, em 1971. Vive e trabalha em Lisboa. Foi a artista escolhida para representar Portugal na Bienal de Veneza de 2013, com o projeto Trafaria Praia. Em 2012, realizou uma exposição individual no Palácio de Versalhes em França, tornando-se a primeira mulher e a artista mais jovem a expor neste local histórico. A sua carreira inclui também exposições em instituições como o Museu de Arte Contemporânea de Serralves (Porto, 2000); Bienal de Veneza (2005); The New Art GalleryWalsall (Walsall, 2007); Pinacoteca do Estado de São Paulo (São Paulo, 2008); Museu Coleção Berardo (Lisboa, 2010); Palazzo Grassi (Veneza, 2011) e Kunsthallen Brandts (Odense, Dinamarca, 2011). A sua obra faz parte de numerosas coleções públicas e privadas.
CALDOS DA RAINHA
“A sopeira que esteve por quatro séculos esquecida, agora exalando apenas a generosidade daquela que deu nome à cidade, serve de abrigo a seres das mais variadas formas, ali ainda à procura daquele caloroso gesto inicial.”
Adriana Barreto – Nasceu em 1949, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha. A sua biografia é marcada por exposições em várias instituições, entre as quais se destacam: Museu de Belas Artes do Rio de Janeiro; MAM – Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Museu de Arte Moderna da Bahia, em Salvador, Instituto Cultural Brasil-Americano em Washington; BIDE – Banco Interamericano de Desenvolvimento, em Washington, e Oi Futuro Flamengo, no Rio de Janeiro.
TERRINA NOÉ
Em continuidade com a poética de apropriação dos objetos de Barrão, destacando-os dos seus contextos e usos originais e dando-lhes um novo significado, chegamos a Terrina Noé. Uma composição naturalista, baseada no universo cerâmico de Raphael Bordallo Pinheiro.
Barrão – Escultor e artista multimídia nascido no Rio de Janeiro, 1959, inicia a sua carreira artística com o Grupo Seis Mãos, 1983-1991, formado com Ricardo Basbaum e Alexandre Dacosta. Recebe o Prémio Brasília de Artes Plásticas, no Museu de Arte de Brasília, em 1990. Em 2010, participa no projeto Próximo Futuro na Fundação Calouste Gulbenkian, em Portugal. Em 1995, em parceria com o artista Luiz Zerbini e o editor de vídeo e cinema Sérgio Mekler, criou o grupo Chelpa Ferro, que trabalha com escultura, instalações tecnológicas e música eletrônica.
FLOREIRO ARCHEIRO
“A peça Floreiro Archeiro, que tem o vaso Archeiro como ponto de partida, é o resultado de uma colagem de elementos apropriados de várias outras peças, que juntos formam uma nova peça. Todos os detalhes do Floreiro Archeiro são criações originais de Bordallo Pinheiro ou daqueles que lhe sucederam. É uma peça marcadamente decorativa, mas ao mesmo tempo utilitária: só será quando o seu proprietário a completar, utilizando-a como caixa de flores”.
Fábio Carvalho – Nascido no Rio de Janeiro, 1965, participou de importantes projetos de mapeamento da produção emergente no Brasil nos anos 90, quando iniciou a sua carreira. Já realizou nove exposições individuais e participou em mais de oitenta exposições coletivas, tanto no Brasil como no estrangeiro. Fábio Carvalho tem mais de sessenta obras próprias em coleções públicas e privadas, no Brasil e no estrangeiro.
FURNARIUS RUFUS
“Furnarius rufus é o nome científico de uma ave popularmente conhecida como joão-de-barro. Esta ave constrói o seu ninho usando palha e estrume seco com barro húmido. A forma do ninho assemelha-se à de um forno, daí a relação entre a ave e o forno. O trabalho une o ninho, a casa, a arte de Bordallo às paredes da escultura nos tons de cor do painel original, mas descaracterizando o azulejo original.”
Laerte Ramos – Nascido em São Paulo, 1978, licenciou-se em Belas Artes pela Faap e participou em residências em França, Suíça e Holanda. Participou em exposições em instituições como o Stedelijk Museum Amsterdam, Cité des Arts (Paris), Museu de Arte Brasileira (Faap), Palácio das Artes/Fundação Clovis Salgado, em Belo Horizonte, e Centro Universitário Maria Antônia, em São Paulo, entre outras. Entre os prêmios recebidos, destaque para 8ª Bienal do Mar – Vitória; Prêmio Projéteis, Funarte – Rio de Janeiro; Prêmio de Aquisição, Lelocleprints 04, Musée des Beaux-Arts du Le Locle, Suíça, dentre outros.
AS PAREDES TÊM OUVIDOS
“Sempre pensei nesse provérbio popular como uma admissão de um pouco de paranoia, surreal, confundindo muros com pessoas, como se tudo o que dizemos fosse de interesse para todos os outros. Foi quando pensei que poderia ser distraído por outros assuntos, em vez dos nossos, e pensei nos auscultadores, um fac-símile ampliado da Maçã tão difundido no mundo contemporâneo. Reunindo dois objetos com desenhos feitos em tempos tão diferentes, cem anos entre eles, tive a oportunidade de prestar homenagem a dois gênios, Bordallo Pinheiro e Steve Jobs, além de criar um novo contexto, uma nova peça, com humor, que é também uma das marcas registadas de Bordallo”.
Marcos Chaves – Nasceu no Rio de Janeiro em 1961 e iniciou a sua atividade artística na primeira metade dos anos 80. Trabalhando dentro dos parâmetros de apropriação e intervenção, o seu trabalho é caracterizado pela utilização de vários instrumentos, movendo-se livremente entre a produção de objetos, fotografias, vídeos, desenhos, palavras e sons. Realizou exposições individuais e coletivas em instituições e galerias no Brasil e no exterior.
A ÚLTIMA LAGOSTA
“Um contexto fantástico, onde os grandes animais invertem a sua escala com a lagosta e a atacam. A lagosta gigante torna-se o centro para o reino animal provar este prato caro e requintado. Com um tom de sangue dramático, faz-nos pensar que somos os próximos a atacar estes animais comestíveis que ali jazem numa bandeja, prontos para ir ao forno”.
Maria Lynch – Nascida em 1981, no Rio de Janeiro, ganhou o Prêmio Funarte para Marcantônio Vilaça, foi artista convidada para a 6ª Bienal de Curitiba Vento Sul e em 2012 convidada a expor no Paço Imperial, Rio de Janeiro. Maria está presente em algumas coleções públicas no Brasil, como no Museu de Arte Contemporânea/Niterói, Coleção Gilberto Chateaubriand MAM-RJ, Ministério das Relações Exteriores – Palácio do Itamaraty, DF; e no exterior, como no Comitê Olímpico de Belas Artes 2012, em Londres.
ASSOMBRADA
“Optei pela silhuetal da minha mão, como uma espécie de marca e sombra de mim mesmo, em associação com as inconfundíveis rãs de Bordallo, sua marca favorita. Com elas amontoadas na minha mão, numa pilha alta e precária, e ainda cobertas virtualmente por outra sombra negra, tentei criar – com as rãs e a mão – uma espécie de ideograma visual que ressignificasse a estranha junção na tampa da terrina.”
Regina Silveira – Nascida em Porto Alegre, 1939, vive em São Paulo. Estudou Arte no Instituto de Artes da UFRGS e fez o mestrado e doutorado em Artes na Escola de Comunicações e Artes da USP. Recentemente, realizou algumas exposições individuais no Brasil e no exterior, como no Museu Reina Sofia, Madrid (2005), “Tropel Reversed”, no Køge Art Museum, Dinamarca (2009), “Shadow Line”, no Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro (2009), “Abyssal”, na Galeria Atlas Sztuki, Lodz, Polônia (2010). A artista recebeu também o Prêmio em Artes, para a Vida e Trabalho, atribuído pela Fundação Bunge (2009), e o Grande Prémio da Crítica de Arte, atribuído à Tramazul, no MASP (2010/2011), pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), em 2011.
BIZANTINO COM FUMAÇA
“Trabalhei a partir de uma das minhas esculturas favoritas de Bordallo Pinheiro, o Gato Bizantino. Comecei por retraçar com os meus dedos os padrões da superfície ainda húmida do Gato fresco fora do molde, como forma de estudar a topografia da peça, e gradualmente acrescentei elementos do léxico escultórico que tenho vindo a explorar no meu próprio trabalho. Sublinhei estes efeitos utilizando esmaltes e propus a inversão de uma certa forma do uso original da peça, transformando-a de uma cuspideira num incensário”
Tiago Carneiro Da Cunha – Nasceu em 1973 em São Paulo e vive atualmente no Rio de Janeiro. As suas exposições mais recentes e notáveis “Lei da Selva” – da qual foi nomeado curador pela Lehmann Maupin Gallery Maupin Gallery, NewYork, 2010 – e “Nova Obra”: Tiago Carneiro da Cunha e Klara Kristalova”, atualmente em exposição no Museu de Arte Moderna SF MoMA Museu de Arte Moderna SF MoMA, São Francisco. A sua obra é apresentada em coleções públicas e privadas, tais como a Coleção Gilberto Chateaubriand (Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro), a Coleção Saatchi (Reino Unido) e também o Museu Thyssen-Bornemisza TB21 (Áustria).
SERMÃO AOS PEIXES
“A ideia da obra era modificar o conteúdo religioso da peça original, tornando-a um pouco mais “abstrata”, algo como uma escultura de ondas que se refere a uma paisagem marítima portuguesa e brasileira muito característica. Trazer uma peça do público que conhece a produção de Bordallo, para além de desenhar uma relação com as obras da minha produção artística pessoal.”
Antonio Carlos Auad – Antonio Carlos (Tonico) Lemos Auad nasceu em 1968, em Belém, Pará. Licenciou-se em Arquitetura Urbana, FAU/USP. Com uma bolsa CAPES, obteve o grau de Mestre pela Goldsmith University of London. Utiliza desenhos, instalações e fotografias e com estes procura expor as suas experiências diárias, a maior parte das vezes despercebidas, para uma maior percepção e reflexão do espectador. Vive e trabalha em Londres. Já expôs em Londres, Glasgow, Nova York, São Paulo e Antuérpia.
NO AZUL PROFUNDO
“Duas lagostas de costas, em duelo, fariam das patas uma espécie de arcabouço, uma caixa torácica de onde brotaria um ovo, por que não? Arremedo surrealista, terreno esse que nunca havia palmilhado. Azul quase negro, brilhante, e um ovo só ovo.”
Angelo Venosa – Natural de São Paulo onde frequenta a Escola Brasil em 1973. Transfere-se para o Rio de Janeiro, no ano de 1974, onde se gradua em Desenho Industrial pela ESDI (Escola Superior de Desenho Industrial). A sua trajetória inclui passagens pela Bienal de São Paulo (1987), Arte Brasileira do Século XX (1987, Musée d’Art Moderne de La Ville de Paris), Bienal de Veneza (1993), e Bienal do Mercosul (2005). Em 2012, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM RJ) consagrou-lhe uma exposição individual em comemoração dos 30 anos de carreira, que seguiu em itinerância para a Pinacoteca de São Paulo, Palácio das Artes em Belo Horizonte e MAMAM em Recife. Em 2008 foi lançado o primeiro livro sobre sua obra e em 2013 o segundo, ambos publicados pela Editora Cosac Naify.
Maria Bonomi –Gravadora, escultora, pintora, muralista, curadora, figurinista, cenógrafa e professora nascida na Itália (1946) e radicada em São Paulo. Realiza a primeira individual em 1956, no mesmo ano em que recebe bolsa de estudos da Ingram-Merrill Foundation e estuda no Pratt Institute Graphics Center, em Nova York. Em paralelo, cursa gravura e teoria da arte na Columbia University, também em Nova York. De volta ao Brasil, frequenta a Oficina de Gravura em Metal com Johnny Friedlaender (1912-1992), no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – MAM/RJ, em 1959. No ano seguinte, em São Paulo, funda o Estúdio Gravura, com Lívio Abramo. A partir dos anos 1970, passa a dedicar-se também à escultura. Produz painéis de grandes proporções para espaços públicos.
NATURA
Centro de mesa criado pelo artista Pedro Cabrita Reis.
Cabrita Reis – Um dos principais artistas plásticos da sua geração e um dos artistas portugueses com maior reconhecimento internacional, (Pedro) Cabrita Reis nasceu em Lisboa em 1956. A sua obra engloba uma grande variedade de meios – pintura, escultura, fotografia e desenho. Pedro Cabrita Reis vive e trabalha em Lisboa. O seu traço também pode ser encontrado na música, assinando capas de discos como o álbum “Acústico”, de Júlio Pereira. Seu trabalho tem sido exposto e está presente em numerosas coleções de museus nacionais e internacionais.
SURF, SARDINHAS E RÃS
Um centro de mesa composto por pequenas rãs verdes e sardinhas de cor natural. Esta peça concebida a partir dos moldes originais desenhados por Rafael Bordallo Pinheiro combina e respeita a espontaneidade e a delicadeza, tão características da obra do autor.
Joana Vasconcelos – Nascida em 1971, é uma artista plástica reconhecida mundialmente pelas suas esculturas monumentais, com uma prática de 25 anos que se estende ao desenho e ao vídeo. A sua obra atualiza o movimento de artes e ofícios para o século XXI, incorporando objetos do dia a dia, com humor e ironia, estabelecendo a ponte entre o ambiente privado e a esfera pública, questionando o estatuto da mulher, a sociedade de consumo e a identidade coletiva.
SURF, SARDINHAS E RÃS
Um centro de mesa composto por pequenas rãs verdes e sardinhas de cor natural. Esta peça concebida a partir dos moldes originais desenhados por Rafael Bordallo Pinheiro combina e respeita a espontaneidade e a delicadeza, tão características da obra do autor.
Joana Vasconcelos – Nascida em 1971, é uma artista plástica reconhecida mundialmente pelas suas esculturas monumentais, com uma prática de 25 anos que se estende ao desenho e ao vídeo. A sua obra atualiza o movimento de artes e ofícios para o século XXI, incorporando objetos do dia a dia, com humor e ironia, estabelecendo a ponte entre o ambiente privado e a esfera pública, questionando o estatuto da mulher, a sociedade de consumo e a identidade coletiva.
SERVIÇO
Local: Instituto Camões – Embaixada de Portugal (SES Av. das Nações, Quadra 801, Lote 2)
Visitação: de 13 a 30 de junho
Horários: de segunda a sexta-feira, das 12h às 17h
Deputado Fernando Marangoni, Deputado Luiz Fernando Faria, Embaixador da Itália Francesco Azzarello, Deputado Eros Biondini e Senodor Carlos Portinho, Créditos Paulo Victor Lago
No dia 6 de junho, na Sala Nervi da Embaixada da Itália em Brasília, foi lançada a primeira Frente Parlamentar Brasil-Itália. Participaram no evento o Presidente da Frente, Luiz Fernando Faria e o Presidente do Grupo de amizade Brasil-Itália, Eros Biondini, juntamente com parlamentares e autoridades político-institucionais, representantes econômico-científico-culturais e sociais da comunidade italiana e meios de comunicação.
Em apenas algumas semanas, foram colhidas 244 assinaturas de Senadores e Deputados, isso é, 41% do total dos 594 membros do Congresso, perante o número mínimo de 171 assinaturas necessárias para formar a Frente. Estão representados 20 partidos políticos e parlamentares de todas as 27 unidades federativas brasileiras. A Frente se junta a outras três Frentes bilaterais com países estrangeiros criadas recentemente, na nova legislatura (enquanto na anterior foram 10).
“É um acontecimento histórico – disse o Embaixador Azzarello – de grande importância política. É um reconhecimento do Congresso brasileiro do peso quantitativo e qualitativo dos interesses bilaterais e da relevância estratégica da enorme comunidade ítalo-brasileira, em todos os seus aspectos, inclusive eleitorais. Um agradecimento especial ao Deputado Faria, Presidente da Frente Parlamentar, ao Deputado Biondini, Presidente do Grupo Parlamentar de Amizade Itália-Brasil, e à senhora Isabela Serafim. A criação da Frente se junta, com toda a sua autoridade, à existência do Grupo de Amizade, que espero possa se reunir o mais breve possível com a contraparte italiana, para retomar o trabalho fundamental da diplomacia parlamentar.
Espero, além disso, que possa ser reativado o Protocolo de Cooperação assinado em 2002 entre os Presidentes das duas Câmaras, que representaria um terceiro pilar muito útil do verdadeiro sistema parlamentar bilateral do qual agora os dois países dispõem.
Tudo isso é um bom presságio para as próximas presidências do G20, no caso do Brasil, com sua dimensão parlamentar, e da Itália do G7, em 2024”. “A contribuição italiana para o crescimento e a transferência de tecnologia e de pessoal especializado para o Brasil – destacou o Embaixador Azzarello – sempre foi substancial e, acima de tudo, sincera, inspirada por uma colaboração real em benefício de ambas as partes.
A Itália tem cerca de 1.000 empresas no Brasil, desde as gigantes até as médias e pequenas. Isso torna as duas economias complementares. Os investimentos e os contratos assinados no período 2020-2022 alcançaram o valor de 26,2 bilhões de euros, cerca de 141 bilhões de reais. O comércio Itália-Brasil em 2022 foi de 10,4 bilhões de euros, cerca de 56,2 bilhões de reais, o segundo da UE, o que certamente pode ser melhorado se as condições de mercado forem minimamente liberalizadas”.
EXIBIÇÃO DO EXTRAORDINÁRIO DOCUMENTÁRIO A INVENÇÃO DO OUTRO, DE BRUNO JORGE
Abertura do III FIA Fórum Internacional sobre a Amazônia
Exibição aberta ao público mediante compra de ingresso (R$ 20,00 e R$ 10,00)
A Invenção do Outro
(Documentário/Brasil/2022/144min)
De Bruno Jorge
Sinopse: Em 2019, a Funai realiza a maior expedição das últimas décadas na Amazônia para tentar encontrar e estabelecer o primeiro contato com um grupo de indígenas isolados da etnia dos Korubos em estado de vulnerabilidade e ainda promover um delicado reencontro com parte da família já contactada poucos anos antes.
A Invenção do Outro ganha densidade ainda maior agora quando se discute o Marco Temporal e tantas outras questões relacionadas aos povos originários. O filme ganha contornos de prenúncio trágico ao documentar uma das últimas expedições do indigenista Bruno Pereira. Ele e o jornalista inglês Dom Phillps seriam brutalmente assassinados tempos depois em plena selva amazônica. Bruno, o cineasta, já planejava outro filme com o Bruno indigenista. A Invenção do Outro acompanha a equipe da FUNAI na maior expedição das últimas décadas, realizada em 2019.
O filme é uma incrível aventura antropológica sobre o contato com povos isolados. Nunca antes o cinema documentou com tal minúcia o assunto. Trata-se, portanto, de uma obra extraordinária e definitiva sobre o assunto. A missão de encontrar e estabelecer o primeiro contato com esse grupo de indígenas isolados da etnia Korubos era uma tarefa delicada em virtude das possíveis enfermidades levadas pelos membros da missão. Por esta razão, a equipe contava com médico, enfermeira, funcionários da Funai e ainda com o auxílio de alguns Korubos anteriormente contatados. Era necessário que todos os envolvidos estivessem sadios, sem qualquer enfermidade, quando fosse realizado o contato com os que seguiam solitários na floresta.
Classificação indicativa: 10 anos
Evento de Pré-Abertura do III Fórum Internacional sobre a Amazônia
A invenção do outro (2022)
144 min/Direção: Bruno Jorge/ Local: Cine Brasília/ Horário: 19h
12/junho/2023
Debate
Pablo Gonçalo (FAC/UnB) mediador
Iara Pietricovsky
Delvair Montagner (Antropóloga UnB)
Manoel Pereira de Andrade (Coordenador do NEAz/CEAM)
O Fórum Internacional sobre a Amazônia – FIA se constituiu em um espaço para a divulgação, produção e intercâmbio de ideias, diálogos e vivências. Destaca-se no FIA a valorização dos conhecimentos e saberes populares amazônicos, as vontades e interesses de seus povos e suas populações e as alternativas para enfrentar a realidade imposta, às adversidades sociais e ambientais que afetam o Brasil e o mundo. Propõe-se a consolidar como uma articulação envolvendo instituições de ensino, pesquisa e extensão, povos indígenas, comunidades tradicionais, agricultores/as familiares, camponeses/as, entre outros, visando a melhoria da qualidade de suas vidas e a conservação da biodiversidade. Aponta também que é possível uma abordagem social e econômica nacional e global que não reproduza as formas colonialistas de dominação e exploração. http://neaz.unb.br/3fia/
A 3a. Edição do Fórum Internacional sobre a Amazônia será realizada no período de 13 a 16 de junho 2023 na Universidade de Brasília. Em sua pré-abertura, contará com a exibição do premiado documentário dirigido por Bruno Jorge, A Invenção do Outro. O filme tem como protagonistas o indigenista Bruno Pereira (assassinado numa emboscada no Vale do Javari, AM, 2022) e indigenas isolados da Amazônia: os Korubos. A exibição do documentário será seguida de debate que terá como mediador Pablo Gonçalo (Faculdade de Comunicação/UnB), a Diretora do INESC Iara Pietricovsky, a antropóloga e documentarista Delvair Montagner, além do Coordenador do Núcleo de Estudos Amazônicos NEAz Manoel Pereira de Andrade.
Mostra gratuita acontece de 12 a 14 de junho e conscientiza a população sobre a importância de proteção à infância
Foto acervo SRT
Em celebração ao Dia de Combate ao Trabalho Infantil (12 de junho), a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Distrito Federal (SRT/DF) abre uma exposição de projetos fotográficos nesta segunda-feira (12), no Venâncio Shopping. A mostra reúne 12 fotografias do acervo de imagens do SRT/DF, realizadas por auditores fiscais durante a década de 1990 em áreas urbanas e rurais do Distrito Federal e Entorno. As fotografias são o resultado de um forte movimento junto a Organização Internacional do Trabalho (OIT) realizado com objetivo de sensibilizar a população contra o trabalho infantil. A mostra é gratuita e vai até o dia 14.
“A proposta desta iniciativa é recomeçar um diálogo com a população do DF sobre as políticas públicas em relação ao trabalho infantil. Neste ano, a campanha do Fórum Nacional da Erradicação do Trabalho Infantil traz o tema “Proteger a infância é potencializar o futuro de crianças e adolescentes. Chega junto para acabar com o trabalho infantil”, e propõe um chamado à sociedade de que a proteção à infância é fundamental para o enfrentamento do trabalho infantil”, destaca Jackson da Silva Azara, Superintendente Regional do Trabalho no DF.
Foto acervo SRT
A exposição receberá 150 crianças da rede pública de ensino no DF, que serão recepcionadas com atividades lúdicas correlatas ao tema da campanha. Haverá contação de histórias com Nyedja Gennari, exibição do curta-metragem Vida Maria, com direção de Márcio Ramos, se passa no Sertão Cearense e conta a história de Maria José, uma menina de 5 anos de idade que é levada a largar os estudos para trabalhar. Enquanto trabalha, ela cresce, casa, tem filhos, envelhece. Ao final das atividades, os pequenos também receberão doces e cata-ventos para celebrar a infância. A programação da exposição também conta com apresentação musical de alunos participantes do Projeto Vira Vida, uma iniciativa socioeducativa que atende adolescentes e jovens retirados de contextos de violência.
Símbolo da erradicação do trabalho infantil no mundo, o colorido cata-vento de cinco pontas representa os cinco continentes e significa movimento, sinergia, e articulação de ações permanentes contra o trabalho infantil. E, também traz em sua essência o sentido lúdico de alegria que deve estar presente na vida das crianças.
Foto acervo SRT
Denuncie
Para realizar denúncias de situações de trabalho infantil, a ligações pode ser anônima no Disque 100, ou pode acessar o https://ipetrabalhoinfantil.trabalho.gov.br/#!/ da Auditoria-Fiscal do Trabalho que recebe de forma mais detalhada denúncias sobre a ocorrência de trabalho infantil em todo território brasileiro. A plataforma realiza valoração, triagem e classificação destas denúncias de maneira automatizada. Além de permitir a gestão, planejamento e apuração das denúncias.
Foto acervo SRT
Parceiros
A iniciativa conta com apoio do Ministério do Trabalho e Emprego, Governo Federal, Fecomercio/DF Sesc Senac, Sindicato dos Bancários, Sindicato dos Comerciários do DF (Sindicom/DF) e Sistema Fibra SESI SENAI.
Assista ao curta-metragem Vida Maria
Programação
12 e 13 de junho 9h – Abertura ao público 10h – Recebimento de alunos de escola pública para atividades 15h – Recebimento de alunos de escola pública para atividades
14 de junho 9h – Abertura ao público 10h – Recebimento de alunos de escola pública para atividades 10h40 – Apresentação musical do “Programa Vira Vida – adolescentes em situação de vulnerabilidade social” 16h – Encerramento para visitas
SERVIÇO Exposição fotográfica Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Distrito Federal (SRT/DF) Data: de 12 a 14 de junho Horário: 9h às 19h Local: Venâncio Shopping Acesso: livre
Ingressos por R$ 20 estarão disponíveis mediante a entrega de 1kg de alimento não perecível, revertidos para instituições do DF. Além disso, diversas iniciativas sociais são contempladas e apoiadas pelo evento
Além disso, diversas iniciativas sociais são contempladas e apoiadas pelo evento_
A edição de 30 anos da Expotchê movimenta o Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade até o dia 11 de junho. Em todas as suas edições, a feira tem buscado apoiar boas práticas ligadas à sustentabilidade e causas sociais.
Neste ano, por meio do Projeto Rome Cidadania, o público terá direito à compra de ingressos de meia-entrada solidária, mediante a doação de 1kg de alimento não perecível. Esta é uma forma de fazer a diferença na vida daqueles que mais precisam e ampliar a oportunidade de acesso aos eventos. O ingresso sairá por R$ 20 e os alimentos arrecadados serão doados às instituições apoiadas pelo evento, em parceria com a Subchefia de Políticas Sociais, coordenada pela primeira-dama Mayara Noronha Rocha, e Defesa Civil. Os ingressos antecipados podem ser adquiridos através do site do evento.
Além de ser a maior feira de cultura e artigos do Sul realizada fora do Rio Grande do Sul, o evento também abre espaço para causas sociais, projetos de sustentabilidade e para entidades divulgarem seus projetos e produtos gratuitamente, bem como a inclusão socioprodutiva nas contratações das equipes de produção, a disponibilização de cardápios em braile em pontos comerciais e também a participação do projeto Amazônia Viva, ganhador do prêmio de Melhor Filme de Realidade Virtual 360º no Barcelona Planet Film Festival. Através de óculos 3D será possível fazer um passeio fantástico pela floresta. O projeto visa conscientizar sobre a importância de preservação da floresta amazônica.
*Projetos parceiros*
Três entidades filantrópicas participam do evento através do Lar dos Velhinhos Bezerra de Menezes, a Instituição Vida Positiva e a Associação dos Deficientes Visuais do Distrito Federal. As entidades participam gratuitamente do evento e ficam com toda a receita das vendas de seus produtos.
Uma parceria com a Secretaria da Mulher do Distrito Federal conta com a divulgação dos programas de serviços de acolhimento voltados às mulheres que enfrentam situações de assédio e violência. Para Giselle Ferreira, Secretária da Mulher do DF, esse tipo de ação promove informação e oferece suporte às mulheres. “A participação da Secretaria da Mulher em eventos, como a Expotchê, que incentiva o empreendedorismo feminino é crucial para fortalecer a autonomia econômica das mulheres, construir redes de apoio e impulsionar o desenvolvimento socioeconômico. Além disso, o espaço é uma forma de divulgação e conscientização sobre os direitos das mulheres e as políticas públicas voltadas para a igualdade de gênero”, conclui Giselle.
Promovendo também a agenda 2030 em busca de conservar o meio ambiente e fomentar o desenvolvimento sustentável, o evento conta também com uma associação de catadores de lixo, que recolhem diariamente o lixo reciclável da feira, revertendo o material em receita para a associação. As lonas que não são reutilizáveis pelos expositores também são doadas para reciclagem.
Outras ações como o gerenciamento seletivo de resíduos que proporcionará o destino correto dos três tipos de resíduos gerados no evento (rejeitos, recicláveis e orgânicos) também são contempladas no braço social da Expotchê. Numa parceria com a ONG Programando o Futuro, o público que doar resíduo eletrônico ganha uma cortesia. Essa ação tem como objetivo potencializar as ações da ONG voltadas para qualificação profissional de jovens e a implementação de centros de inclusão digital no DF.
“Diante dos desafios socioambientais globais e locais, como empresa organizadora do evento, assumimos um conjunto de compromissos voluntários, buscando nos posicionarmos com o propósito de gerar impactos positivos na cadeia produtiva de eventos e na cidade de Brasília. Pautados pelo compromisso com a sustentabilidade e redução do impacto ambiental, buscamos adotar medidas que colaborem com o meio-ambiente e a sociedade”, finaliza Leda Alves, diretora da Rome Feiras, promotora da Expotchê.
O evento também está adequado à Norma ISO 20.121 da ABNT, que estabelece padrões de gestão sustentável para eventos, adotando estratégias rumo ao Lixo Zero, da Zero Waste International Alliance; e também está em alinhamento com o Compromisso Brasileiro de redução das emissões de gases de efeito estufa presente na Política Nacional sobre Mudanças Climáticas.
A Expotchê encerra a edição de 2023 no próximo domingo (11), sendo a entrada de segunda a sexta, de 16h às 23h; e aos sábados e domingos, das 11h às 23h. Os ingressos custam R$ 40,00 a inteira; e R$20 a meia entrada com documentação oficial ou a meia entrada solidária. Todos os dias, na primeira hora, a entrada é franca, e quem estiver pilchado, ou seja, vestido a caráter, com a vestimenta gaúcha, também não paga para entrar.
Foto divulgação
*SERVIÇO:*
30ª Expotchê
Data: 2 a 11 de junho de 2023
Horário: Segunda a sexta, das 16h às 23h; aos sábados, domingos e feriados, das 11h às 23h.
Onde: Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade
Entrada: R$ 40,00 a inteira e R$ 20,00 a meia-entrada.
Todos os dias na primeira hora a entrada é franca. Crianças até sete anos, pessoas pilchadas e com carteirinha do CTG não pagam.
O shopping mais democrático e tradicional da cidade, apresenta diversas peças teatrais gratuitas, até 25 de junho, para crianças de todas as idades
Quem não gosta de passar um tempo em família e curtir com os filhos programações culturais divertidas e educativas? É pensando nisso, que o Pátio Brasil Shopping, traz todos os meses, sempre aos finais de semana, atrações teatrais gratuitas para os pequenos.
No projeto Patinho Kids, crianças de todas as idades podem aproveitar um tempo de qualidade e curtir as atrações apresentadas pelas companhias de teatro Cia Fábula e Néia e Nando. As ações acontecem das 16h às 17h, aos sábados e domingos, no Piso P3.
E, para que esses momentos sejam ainda mais agradáveis para as famílias que passarem pelo shopping, aos sábados, o estacionamento do centro de compras sai pelo valor único de R$8 (oito reais) e, aos domingos e feriados, o acesso é GRATUITO. Período: 10/06/2023 (sábado) – Piso P3 | Das 16h às 17h.
ARRAIÁ DA FAZENDINHA: a vaquinha Mimosa está muito animada com as comemorações das festas juninas. Ela resolve convidar todos os animais da fazenda em que vive para festejarem com muita alegria. Está tudo pronto para o arraiá na fazendinha, mas uma coisa muito estranha acontece: A Vaquinha Mimosa desaparece. E agora? O que será que aconteceu com a vaquinha?
Período: 11/06/2023 (domingo) – Piso P3 | Das 16h às 17h.
RATINHO NAMORADOR: Rick era um ratinho muito namorador. Ele namorava com Renata e com Regina ao mesmo tempo, sem que elas soubessem! Ele achava que podia continuar assim por muito tempo até que as duas marcaram um encontro no mesmo lugar ao mesmo tempo. Rick ia ter que se virar para conseguir se livrar dessa sem partir o coração das duas ratinhas…
Período: 17/06/2023 (sábado) – Piso P3 | Das 16h às 17h.
FESTA JUNINA NO FORMIGUEIRO: o espetáculo teatral conta de forma lúdica e divertida a história de uma formiguinha que estava cansada de levar folhas e açúcar de um lado para o outro e resolve parar de trabalhar. Todos do formigueiro estão trabalhando com força total para organizar todos os preparativos para a festa junina no formigueiro. Os outros insetos tentam mostrar para a formiguinha preguiçosa a importância do trabalho e que cada animal da floresta tem a sua função. A formiguinha se mete em várias trapalhadas e diverte o público com suas confusões.
Período: 18/06/2023 (domingo) – Piso P3 | Das 16h às 17h. TIGRÃO, O DETETIVE: a floresta estava cheia de alegria por causa da comemoração de um aniversário, mas chegando perto da hora da festa, o presente que o Cristóvão ia levar desapareceu do seu quarto. Para descobrir o paradeiro desse presente, Tigrão resolve ser um detetive e sai em busca das pistas junto com seu melhor amigo Ursinho Puff.
Período: 24/06/2023 (sábado) – Piso P3 | Das 16h às 17h.
O CASAMENTO CAIPIRA: Chiquinha é uma moça encantadora que mora no interior, seu sonho é se casar com Zeca, um rapaz galanteador que vive nas redondezas e faz sucesso com todas as moças. Apaixonada faz de tudo para conquistar o coração de seu amado, faz até uma promessa para o santo casamenteiro. Depois de muita estripulia Chiquinha conquista o coração de Zeca e juntos fazem um casamento caipira pra lá de animado.
Período: 25/06/2023 (domingo) – Piso P3 | Das 16h às 17h.
O ARRAIAL DA CHAPEUZINHO VERMELHO: Chapeuzinho Vermelho, sua mãe a vovó, estão preparando um grande arraial. Muitas comidas gostosas, fogueira, quadrilha… Mas elas não contavam que o Lobo Mau pudesse aparecer. Será que o Lobo vai conseguir atrapalhar essa grande festa?
*O local de apresentação no shopping está sujeito a alteração sem aviso prévio.
Os festejos contarão com shows, comidas típicas e entretenimento para a comunidade de Ceilândia e região
Os moradores de Ceilândia e região estão se preparando para vivenciar três dias de muita animação, tradição e sabor no evento anual das Festas Juninas Tradicionais. Marcado para este fim de semana, nos dias 9, 10 e 11 de junho, a festa promete envolver a comunidade em um ambiente festivo repleto de atrações culturais, comidas típicas, shows ao vivo e muito mais. A paróquia Santo Antônio, localizada no coração da Região Administrativa mais populosa e tradicional do Distrito Federal, será o cenário encantador onde a festividade acontecerá.
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Organizado pelo INF.V – Instituto Nacional de Fiscalização dos Voluntários do Brasil, com o apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec), o festejo junino é um verdadeiro resgate das raízes culturais brasileiras, trazendo à tona as tradições juninas na cidade mais nordestina do Distrito Federal, que é Ceilândia.
Para a festa acontecer, o estacionamento da igreja se transformará em um verdadeiro arraial, com barraquinhas coloridas repletas de guloseimas, brincadeiras e jogos típicos. Será possível se divertir nas barracas de pescaria, correio elegante, argola, entre outras, garantindo momentos de diversão para toda a família. A entrada para o evento é gratuita, permitindo que públicos de todas as idades possam participar e desfrutar da festa.
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Durante as Festas Juninas Tradicionais de Ceilândia, o produtor cultural e apresentador de eventos Cacá Silva conduzirá todos os dias de programação com sua energia contagiante. O público aproveitará o show da banda Menino Ricco, trazendo um repertório de forró cheio de ritmo e alegria. Em seguida, Nego Rainner subirá ao palco para animar a todos com os maiores sucessos do piseiro. No sábado, o grupo Forró Balançado promete fazer todo mundo dançar ao som do autêntico forró pé de serra, seguido pela Banda Imagem, com um repertório diversificado de clássicos juninos. Para encerrar a noite, Alisson e Ariel se apresentarão com muito sertanejo e animação. No domingo, o grupo Collo de Mainha levará o encanto do forró e do baião para o público, seguido por Léo e Tarcísio, com o melhor da música sertaneja.
À frente da produção da festa, o coordenador do evento Márcio Silva sabe que uma festa junina não seria completa sem as deliciosas comidas típicas, muita animação e em uma atmosfera abençoada pelo padroeiro da Paróquia Santo Antônio. “Essa é uma festa para toda a comunidade, onde o público terá a oportunidade de saborear quitutes tradicionais, como canjica, quentão, caldos quentinhos, além de outras delícias que fazem parte do cardápio festivo dessa festa tão tradicional”, destaca.
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Para o apresentador e audiodescritor Cacá Silva, estar em Ceilândia para celebrar uma das festas mais tradicionais da cidade é um presente para sua carreira, ainda mais em um momento em que a inclusão é a peça fundamental para o consumo de arte, cultura e lazer no Distrito Federal.
“A festa junina é um momento especial em que as pessoas se reúnem para celebrar a cultura brasileira, suas tradições e sabores. Estamos muito animados em trazer as Festas Juninas Tradicionais de Ceilândia 2023 e proporcionar momentos de alegria e confraternização para toda a comunidade. Então, marque na agenda e venha celebrar as Festas Juninas Tradicionais de Ceilândia 2023 nos dias 9, 10 e 11 de junho, no estacionamento da Paróquia Santo Antônio”, disse o mestre de cerimônias.
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A produtora e coordenadora de montagem Agda Freitas enfatiza que o evento terá acessibilidade garantida por meio de banheiros químicos, rampas de acesso, além do serviço de audiodescrição realizado na apresentação dos shows, a festa é de inclusão.
Sobre o INF.V – Instituto Nacional de Fiscalização dos Voluntários do Brasil O INF.V é uma organização sem fins lucrativos dedicada à promoção e fomento de eventos culturais, sociais e educacionais. Sua missão é valorizar e preservar a cultura brasileira, além de promover ações de cunho social e voluntariado.
Os melhores endereços da cidade para o seu happy hour
Depois de um longo dia de trabalho, não tem nada melhor do que curtir um happy hour entre os amigos com bebidas, petiscos e pratos irresistíveis. Pensando nisso, separamos sugestões de lugares para você aproveitar o final do dia com muito sabor e qualidade!
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No Jamie Oliver Kitchen (Venâncio Shopping) você encontra uma grande variedade de bebidas, com opções deliciosas de entradas para acompanhar. E se for com desconto, é melhor ainda, né? O happy hour é das 16h às 20h, com 50% de desconto na caneca congelada de chope Stella Artois. Você também aproveita os clássicos moscow mule e mojito, além de drinks da casa, como os Junos (gengibre, xarope de yuzu, shochu e suco de limão – R$ 29) e o JOK Fashioned (uísque, licor de pimenta e xarope de caramelo salgado – R$ 30). Além disso, todas as entradas têm 20% de desconto.
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No Pinella (408 Norte), a seleção de drinks da casa é pra lá de convidativa, em uma atmosfera exclusiva com música todos os dias. Para começar, que tal o Bloody Mary? Delicada e exótica mistura de vodka e suco de tomate temperado (R$ 23,00). Para surpreender, peça o purple gin, com gin YVY Ar, mirtilos, lâminas de tangerina, alecrim e água tônica (R$ 32,00). E para ficar ainda melhor, aos sábados a casa tem dose dupla de Spaten, das 17h às 19h.
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Com proposta diferente, o Vino! (413 Sul), o mais novo wine bar da cidade, foge à regra quando o assunto é vinho. São mais de 200 opções à disposição, que podem ser consumidas em garrafa ou em taça. O preço cobrado pela taça é proporcional à quantidade retirada da garrafa. O menu da casa conta com pequenas porções para que o cliente possa provar e harmonizar diferentes pratos com vinhos variados. Entre as opções do cardápio estão tábua de frios, arancinis, burratas e um sanduba de polvo.
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No Rapport Café e Bistrô (412 Norte) você encontra um ambiente aconchegante para curtir as opções do menu na companhia de bons drinks. O destaque é para o Salé – whisky com infusão de chá chinês preto defumado, shrub de limão, finalizado com presunto de Parma crocante e folha de sálvia para perfumar (R$ 35,00). O Pura Vida é uma deliciosa opção de drink sem álcool, reunindo o sabor da amora, água de coco, calda de cranberry e suco de limão (R$ 23,00). A casa também conta com promoções fixas para o seu happy hour, válidas das 18h às 21h. Terça é dia de rolha free; na quarta, pedindo um mojito ou aperol, você ganha outro do mesmo; e na quinta-feira você aproveita dose dupla de espumante.
Para dar um tempo das coisas que nos incomodam no dia-a-dia, o Altas Gastrobar (206 Norte) é o lugar perfeito para curtir um bar e um balcão, com um cardápio idealizado para acompanhar a carta de drinks. A especialidade do local é a coquetelaria, que vai da clássica às autorais, como o Rosa Parks, com gin, shrub de uvas, Lillet Blanc e sumo de limão Taiti – R$ 36,50) e o Island Sour (rum, Yellow Chartreuse, angostura, sumo de limão Taiti e espuma – R$ 35,00).
Outra boa dica é o Ticiana Werner Restaurante e Wine Bar (201 Sul), que conta com uma seleção de drinks da casa pra lá de convidativa, além de música ao vivo. Para compartilhar com a galera, que tal começar com a deliciosa e refrescante jarra de clericot? Uma mistura de espumante, destilados, licores da casa e frutas da estação (R$ 125,00 – 1,2l) e a Sangria, com vinho tinto, limão, Contreau, cognac, laranja e frutas da estação (R$ 125,00 – 1l). Para os fãs de caipirinhas, a casa conta com sabores variados a partir de R$ 29,00.
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O Empório Villa Vita (213 Sul), novidade na cidade, conta com um espaço no formato de bistrô onde oferece tábuas de frios, bebidas, sanduíches, entre outros. Destaque para as criações da casa, como o sanduíche de pastrami estilo New York (R$ 49,90). Feito com baguete de fermentação natural, farinha especial francesa, pastrami Romani e geleia de bacon artesanal; já é considerado o melhor desse estilo na cidade. Para petiscar, tem o brie envolto em massa folhada, acompanhado de favo de mel orgânico acompanhado de torradinhas (R$ 47,80) e o corniccione, que parece uma pizza, mas não é! E sim uma generosa fatia feita com massa de fermentação natural, uma explosão de sabores em sua cobertura (R$ 19,90).
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E para fechar a lista, não podia faltar o badalado restaurante Paris 6 (Shopping ID). Na casa você desfruta desde drinks clássicos até uma diversidade de coquetéis especiais, como o Aphotecary, com Ypióca 5 chaves, suco de limão, xarope de açúcar e gengibre (R$ 35,00), o Cîroc Punch, feito com Cîroc, suco de cranberry, água tônica, morangos e casacas de lima da pérsia e laranja (R$ 35,00), o moscow mule (R$ 35,00) e o aperol sprit, que pode vir em taça por R$ 36,00 ou jarra para compartilhar (R$ 129,00). E tem promoção! No happy hour, você ganha 30% de desconto nos drinks e entradas, válido de segunda a quinta, das 16h às 19h, exceto feriados. O restaurante também conta com uma boa carta de vinhos.
Gostou das sugestões? Agora é só marcar com os amigos e aproveitar bastante!
Altas Gastrobar Telefone: +55 (61) 9999 99981 Endereço: CLN 206 bloco C loja 01 – Asa Norte Horário de funcionamento: Terça-feira a sábado, das 18h às 24h Instagram: @altasgastrobar
Empório Villa Vita
Telefone: 61 3542 6592
Endereço: CLS 213 bloco A loja 13 – Asa Sul
Horário de funcionamento: Terça e quarta, das 11h às 20h e de quinta a sábado até às 21h e com reservas até às 23h Instagram: @emporiovillavita
Jamie Oliver Kitchen Brasília
Telefone: (61) 3710-3939
Endereço: Venâncio Shopping, térreo – Asa Sul
Horário de funcionamento: Funciona todos os dias, para almoço, das 12h às 15h; e jantar, das 18h à meia-noite
Instagram: @jamieoliverkitchenbr
Paris 6
Telefone: 61 3037 3437
Endereço: Shopping ID – Asa Norte
Horário de funcionamento: Todos os dias, das 12h às 23h
Instagram: @paris6.brasilia Pinella Endereço: CLN 408, Bloco B, Loja 20 – Asa Norte WhatsApp: (61) 3347 8334 Horário de funcionamento: Segunda a sexta-feira, das 17h às 24h. Sábado, das 16h às 23h. Instagram: @pinella408norte
Rapport Cafés Especiais e Bistrô Telefone: (61) 3322 0259 Endereço: SCLN 412, Bloco C, loja 40 – Asa Norte Horário de funcionamento: terça a sábado, das 09h às 22h. Domingo, das 9h às 16h Instagram: @rapportcafe
Iniciativa acontecerá toda terça-feira e valoriza produção local com alimentos feitos à mão
Foto Divulgação
Mais uma novidade desembarca no Venâncio Shopping. É a Feira Alecrim – Seleção 3 Talheres, que acontecerá toda terça-feira no piso térreo, das 10h às 18h. O objetivo é levar ao público uma curadoria especial de produtos alimentícios artesanais fresquinhos e cheios de sabor.
Alecrim – Seleção 3 Talheres é uma feira que valoriza a produção local, dando espaço para alimentos que são feitos à mão. As receitas de família, os temperos caseiros e a tradição na culinária repassada por gerações são um diferencial quando o assunto é comida. A curadoria dos expositores foi feita pelo portal https://3talheres.com.br/
Numa época na qual é mais fácil encontrar produtos alimentícios processados, existe um desejo cada vez maior de se reconectar com o passado, com aquilo que é natural e saudável. Longe de conservantes, saborizantes e ingredientes industrializados, a feira Alecrim oferece várias opções para quem aprecia uma comida de qualidade. “Brasília tem inúmeros talentos na gastronomia e estou muito feliz que o Venâncio Shopping tenha abraçado a ideia da feira Alecrim – Seleção 3 Talheres de valorizar nossos produtores locais”, destaca o idealizador, Michel Toronaga.
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A proposta é oferecer ao público uma experiência diferenciada e especial, por meio de expositores, que trarão o que há de melhor no artesanato e na gastronomia. O público poderá conhecer e levar para casa diversos temperos, variedades de mel, doces recheados, lanches lúdicos e naturais para crianças, legumes e verduras orgânicas, queijos selecionados e até charcutaria artesanal. Oferecendo visibilidade para a produção local, a curadoria também selecionou um espaço de artesanatos para o lar.
“A Kawaii Pan está passando por um processo de expansão e criação de novos pontos de venda então, participar da feira Alecrim, é uma ótima oportunidade para oferecer nossos produtos para um público especial como o do Venâncio Shopping”, diz Evelyne Ofugi, proprietária da Kawaii Pan, referência na cidade quando o assunto é alimentação divertida e saudável para as crianças. Na feira Alecrim – Seleção 3 Talheres, ela levará deliciosos kits confeiteiros para os pequenos decorarem deliciosos biscoitos.
Sobre o Venâncio Shopping
No centro da capital do país, desde 1977, o Venâncio Shopping traz em seu DNA um conceito inovador. Além de ser uma excelente opção para compras e experiências, é também é um Hub de Serviços e ponto de solução de pessoas, com sua torre business atrelada a torre de Serviços, grifes gastronômicas como Starbucks Brasília, Que Pasta?! Cantina e a exclusiva Jamie Olivier Kitchen. Entre os serviços oferecidos, estão opções como: obter vistos para os Estados Unidos, cartório de registro de imóveis em Brasília e certificado digital para empresas.
Durante o evento, de 7 a 9 de junho serão ministradas oficinas de audiovisual, podcast e bordado
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Além de promover uma programação plural, o 17º Festival Taguá de Cinema tambémoferece seis oficinascom profissionais sobre produção depodcast, imersão para incorporar virtualidades, bordado e uma masterclass sobre cinema coletivo. As aulas são destinadas a cineastas e entusiastas que gostam de aprender. A participação é mediante inscrições, e podem ser realizadas em https://www.festivaltaguatinga.com.br/oficinas.html
No dia 7 de junho às 14h acontece a Oficina deProdução de Podcast com Marina Mara, a super mestra de cerimônias do festival. Os participantes irão aprender que o podcast pode ser mais um produto de desdobramento de um filme, por exemplo e colocar a mão na massa para aprender a gravar, editar e publicar.
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No dia 8, de 15h às 17h30 é a vez da Oficina Imersão para Incorporar Virtualidades com Carol Berger.Durante duas horas e meia, o público é levado a um processo que o conduz através dediferentes linguagens e aguça seus sentidos: o toque de objetos, a voz, a escrita, a dança, entre outros. No final do processo, os participantes terão os sentidos preparados para mergulhar no rito proposto pelo filme Virtual Ritual, criado com tecnologia imersiva (assistido com óculos e headset para a amplitude de 360०), onde seis personagens avatares inspirados nos fenômenos da natureza os conduzem por 12 minutos a explorarem a relação de seu corpo com o meio ambiente.
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Também no dia 8, acontece a Oficina Viés Ideológico, de 17h às 19h com o Coletivo Linhas da Resistência que ensinará técnicas do bordado livre para as pessoas que se sintam estimuladas a bordar bandeiras, faixas, lenços e produtos que reflitam seu viés ideológico, como forma deexpressão política para a conquista de um mundo melhor. Quem tiver uma cadeira de praia ou banco portátil pode levar, para melhor se acomodar ao espaço. O material será disponibilizado na hora da aula.
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No dia 9 de junho, o público pode participar da Masterclass: o Fazer Coletivo do CinemaIndígena, de 14h às 18h. O premiado cineasta Takumã Kuikuro apresenta o fazer coletivo do cinema indígena, baseado nas formas tradicionais de organização de suas comunidades, permeado por contextos de adversidade ou vulnerabilidade a que estão submetidos os povos originários do Brasil, e que tem como princípio fundamental garantir a manutenção da vida e de seus modos de existência.
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No dia 9 acontece a Oficina Cultura Acessível – Construções Possíveis, às 15h, com Rita Louzeiro presidente da Associação Brasileira por Ação por Direitos das Pessoas Autistas (Abraça). O público participante compreenderá os conceitos de Deficiência e Acessibilidade como conceitos técnicos, por meio de aula expositiva e dialogada, com avaliação de situações com questionamentos sobre tais conceitos.
E para fechar a programação, no dia 10, de 14h às 18h é a vez do Minicurso Dinâmica Labcine – Realização Coletiva de Audiovisual, comWeslley Oliveira que compartilha a experiência da Labcine Filmes, produtora e distribuidora de jovens realizadores do Piauí e Maranhão. Em aula, os alunos terão a oportunidade de conhecer a Dinâmica Labcine, método de realização coletiva desenvolvido e consolidado a partir da experimentação.
Programação
Quarta-feira, 7 de junho
14h – Oficina de Produção de Podcast com Marina Mara
Quinta-feira, 8 de junho
15h – Oficina Imersão para Incorporar Virtualidades com Carol Berger
17h – Encontro com Linhas Da Resistência e Oficina Viés Ideológico
Sexta-feira, 9 de junho
14h – Master Class com Takumã Kuikuro
15h – Oficina Cultura Acessível – construções possíveis com Rita Louzeiro
Sábado, 10 de junho
14h – Minicurso Dinâmica Labcine – Realização coletiva de audiovisual com Weslley Oliveira
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SERVIÇO
17º Festival Taguá de Cinema
Quando: De 07 a 10 de junho
Local: Teatro Paulo Autran – Sesc Taguatinga (Brasília – DF)
Best-sellers Tatiana Amaral, Juliana Dantas, Evy Maciel e Nana Simons, sucesso de vendas e de leitores, entregam romance repleto de suspense escrito coletivamente
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Tatiana Amaral, Juliana Dantas, Evy Maciel e Nana Simons, quatro das mais renomadas autoras brasileiras de ficção, se uniram para criar um livro envolvente e surpreendente. Em A Irresistível Face da Mentira, publicada pelo selo Abajour Books da DVS Editora, elas entregam um enredo escrito a quatro mãos que combina suspense, mistério, relacionamentos conturbados, ambição e sensualidade, em uma trama que prende a atenção dos leitores do início ao fim.
Best-sellers que dominam as listas de mais vendidos, as escritoras não pouparam esforços para construir uma história repleta de personagens complexos e intrigantes que acabam envolvidos no desaparecimento do empresário Felipe Prado, homem ambicioso e sedutor, colecionador de sucessos em seus investimentos e relacionamentos amorosos. Com a reputação em jogo devido a acusação de uma fraude milionária no Imposto de Renda, o empresário some sem deixar rastros.
É neste cenário que o Delegado Fráguas fica responsável pela investigação do desaparecimento de Felipe. Contudo, ele não faz ideia dos desafios que o aguardam, nem da complexidade da charada que precisa desvendar. Em meio a um emaranhado de mentiras e traições, o policial precisa descobrir o paradeiro de Prado e entender toda a verdade por trás dos acontecimentos que o cercam.
Vanessa, esposa de Felipe, também é destaque como peça central neste enigma e seu envolvimento fica mais nebuloso à medida que o fracasso do casamento entre eles fica evidente. Ávida para se ver livre das amarras do matrimônio e das cobranças do marido, mas satisfeita em manter uma vida de alto padrão, ela seria a responsável pelo sumiço do empresário ou também estaria envolvida até o pescoço com as atividades ilegais dele?
Puxei a fumaça mantendo-a o máximo possível presa em meus pulmões enquanto observava, com certo temor, confesso, Gutemberg, meu filho, sentado no chão da sala, brincando de montar pecinhas de madeira. Aguardávamos Margarida, a babá do turno da noite, que ainda não havia chegado. O dia findava e o pôr do sol no Rio de Janeiro mostrava o seu resplendor visto da varanda da minha cobertura; contudo, naquele momento, eu ignorava toda e qualquer situação, mantendo minha atenção fixa no garoto que brincava, inocente, sem qualquer ideia de como poderia se desenhar o seu destino. Soltei a fumaça saboreando o seu sabor, apreciando a liberdade de acender um cigarro no final do dia sem precisar temer uma reação exagerada de Felipe, meu marido — ou ex-marido, eu já não podia afirmar.
(A Irresistível Face da Mentira, p. 10)
Mesmo com estilos de escrita bem diferentes entre si, as autoras convergem para um ponto em comum: a contemporaneidade de suas produções. Juntas, Tatiana Amaral, Juliana Dantas, Evy Maciel e Nana Simons somam mais de 100 livros publicados e 400 milhões de páginas lidas no Kindle, além de diversos prêmios literários e uma legião de milhares de fãs nas redes sociais.
A Irresistível Face da Mentiraé um presente de quatro dos maiores talentos da literatura brasileira da atualidade para quem busca uma experiência de leitura única. Na obra, as autoras já consagradas pelo público provam mais uma vez que são referência quando se trata de tecer tramas com escrita elegante e ritmo acelerado. Sem dúvidas, uma excelente escolha para os amantes de romances onde o suspense e o mistério imperam.
Ficha técnica
Título: A Irresistível Face da Mentira Autoras: Juliana Dantas, Evy Maciel, Nana Simons e Tatiana Amaral Editora: DVS Editora ISBN: 978-8569250319 Páginas: 368 Preço: R$ 39,90
Autora best-seller, com 39 livros publicados, consagrada no gênero romance erótico. Recebeu o Prêmio Amazon como destaque no Kindle Unlimited, destaque como autora de romance e autora destaque de ebooks KDP mais lidos. Também chegou ao 1° lugar na lista de mais vendidos da Revista Veja. Nascida em Salvador, Tatiana se preparou para estudar teatro, prestou vestibular para Direito, se formou em Administração com habilitação em Marketing, mas se encontrou como escritora. Amante da leitura, começou a carreira literária postando histórias na internet, alcançando um grande público. Siga a autora no https://www.instagram.com/tatianaamaraloficial/
Juliana Dantas
Apaixonada por livros, séries e viagens. A paulista se envolveu com a escrita em 2006, produzindo fanfics dos seus seriados e livros preferidos enquanto trabalhava em uma grande rede de livrarias. Estreou como autora independente na Amazon em 2016 e hoje tem 40 títulos na plataforma Kindle e em livros físicos. Com mais de 160 milhões de páginas lidas e dois títulos na lista de mais vendidos da Revista Veja, sua escrita transita livremente entre dramas surpreendentes e romances leves e divertidos. Siga a autora no https://www.instagram.com/julianadantas_autora/
Evy Maciel
Nasceu em 5 de abril de 1989 na cidade gaúcha de Osório. Reside em Canoas (RS) e é escritora em tempo integral. Escreve romances desde 2012, mas se aventurou na Amazon somente em 2014 e atualmente tem mais de 40 e-books publicados, entre contos, novelas e romances, somando mais de 196 mil e-books vendidos e acumulando mais de 76 milhões de páginas lidas pelo Kindle Unlimited. Siga a autora no https://www.instagram.com/evymaciel/
Nana Simons
É autora de dramas, eróticos e romances dark. Paulista, filha única e ex-estudante de Psicologia, teve seu primeiro caso de amor pela leitura ainda nova, quando descobriu os cadernos de poesia de sua mãe. Desde então não parou de ler. A escrita se tornou um refúgio, e o amor pelas palavras cresce a cada dia. A autora já alcançou o 1° lugar na lista de mais vendidos da Amazon e ficou entre os mais vendidos da Revista Veja. Siga a autora no https://www.instagram.com/nanasimonss/
Sobre a DVS Editora
Fundada em 2001, a DVS Editora se consolidou como referência no mercado editorial ligado à carreira, inovação e negócios, oferecendo conteúdo diferenciado sobre orientação pessoal e profissional. Ao longo dos anos, lançou dois novos selos: Abajour Books, literatura para o público adulto; e Catatau Livros Infantis, voltada ao público mirim. A editora segue com o objetivo de publicar e promover conteúdo criativo e inovador em busca do crescimento pessoal e profissional.
No próximo dia 07 de junho, a partir das 18h, o evento contará com outras atrações musicais da capital, programação infantil, além de comidinhas típicas variadas
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Quem é fã de festa junina não pode ficar de fora do Festival Junino na próxima quarta-feira, 07 de junho, em Brasília. Com os últimos ingressos à venda, o evento traz atrações como Alceu Valença, o Trio Balançado em uma homenagem ao Rei do Baião Luiz Gonzaga, Nego Rainer e o DJ Jonnes Veloso. Música boa, decoração, comidinhas típicas e atividades para o público infantil irão tomar conta do estacionamento 6 do Parque da Cidade.
Na área gastronômica, o festival traz opções clássicas até versões mais “gourmetizadas”. Acarajé, galinhada, espetinho, arroz carreteiro, barraca do milho, caldos, tapioca, cuscuz, além de churros, crepe no palito, bolos e barraca de doces juninos estarão no menu. Os fãs de uma típica culinária brasiliense também serão contemplados. São presença confirmada na festa a pizzaria Dom Bosco, o Geléia Burger, o Pastel do Beto e o cachorro quente do Dog da Igrejinha. As bebidas ficarão por conta da Play Bar com drinks, caipirinhas, quentão e pinga com mel.
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Para atender a toda a família, as crianças poderão se divertir com brinquedos infláveis (touro mecânico, tobogãs, guerra de cotonetes, piscina com bolinhas e airgame com a presença de monitores), além de uma área com pescaria e argola no alvo. As atividades são indicadas para crianças de 5 a 12 anos e valores a partir de R$ 30.
Os ingressos estão à venda no site Bilheteria Digital, a partir de R$80 (meia-entrada) e R$90 (meia-entrada solidária com a doação de 1kg de alimento). Crianças até 10 anos, acompanhadas dos pais ou responsáveis, não pagarão a entrada.
A organização do evento é realizada pela Associação Amigos do Futuro e as produtoras F2 +, a VBR Entretenimento e a Oh! Artes. O Festival Junino tem o patrocínio da Secretaria de Turismo do Distrito Federal, da Souza Cruz, da cervejaria Brahma e da vodka Stanislav e apoio do Parque da Cidade e da Secretaria de Esporte e Lazer do DF.
Programa MAB Educativo oferece atividades gratuitas para toda família aos finais de semana
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Que tal aproveitar o final de semana para ir ao museu e colocar a mão na massa? O Programa MAB Educativo oferece oficinas e visitas mediadas durante os finais de semana para toda a família. De forma gratuita, quem quiser aproveitar a visita mediada que acontece aos sábados e domingos, sempre às 15h, basta chegar no Museu de Arte de Brasília e se divertir. E na sequência, ainda pode participar de oficinas para fazer carimbo, isogravura, stencil e mapa afetivo. Cada oficina possui 15 vagas por turma e não precisa de inscrição. Acompanhe a programação e mais informações pelo perfil da Mediato: https://www.instagram.com/mediato.art/
Sábado
Oficina de Carimbo para crianças (4 a 7 anos)
A Oficina de Carimbo acontece todo sábado às 10h30, no laboratório artístico do MAB. A técnica permite a experimentação de possibilidades de repetição, sobreposição e mistura de cores. A atividade é indicada para a faixa etária de 4 a 7 anos. É importante vir com roupas que podem sujar, pois a prática envolve o uso de tinta guache.
Oficina de Stencil (a partir de 13 anos)
A Oficina de Stencil acontece todo sábado, às 16h30, no laboratório artístico do MAB e convida o público a soltar a imaginação com uma das técnicas mais usadas em intervenções urbanas por artistas de rua. Venha desenvolver seu senso estético e se expressar artisticamente por meio dessa técnica incrível. A atividade é indicada para jovens a partir dos 13 anos.
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Domingo
Oficina de Isogravura (8 a 12 anos)
A Oficina de Isogravura acontece todo domingo, às 10h30, no laboratório artístico do MAB e promove a criação de gravuras a partir de matrizes de isopor que possibilitam sua reprodução. A atividade é indicada para jovens de 8 a 12 anos. É bom lembrar de vir com roupas que podem sujar, pois a prática envolve o uso de tinta.
Oficina de Mapa Afetivo (a partir de 10 anos)
Para crianças a partir de 10 anos, a Oficina de Mapas Afetivos acontece todo domingo, às 16h30, no laboratório artístico do MAB. E com auxílio de diversos materiais coloridos, os participantes irão criar a própria cartografia afetiva com os lugares que mais gostam de ir.
Acervo de tesouros
O acervo do MAB guarda as mais diversas histórias, é uma coletânea de curiosidades destinada à fruição e ao estudo. A variedade de suas obras é a característica que mais amplia a possibilidade de realizar leituras e releituras de mundo. O equilíbrio e a harmonia desse conjunto de obras se expressa na quantidade de artistas de diferentes regiões do Brasil. Além disso, é possível encontrar também o trabalho de artistas estrangeiros.
Essa coleção possui obras de grandes artistas de diversas gerações, modernos, abstratos, concretistas, populares e contemporâneos capazes de gerar deslocamentos, cruzamentos e paralelismos no olhar do público. O museu proporciona o encontro de perto com obras de grandes nomes como Fayga Ostrower, Rubem Valentim, Frans Krajcberg, Tomie Ohtake.
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Um convite ao lado externo
Além de conhecer o acervo do museu, também é possível aproveitar o espaço em volta do MAB, com uma bela vista e um gramado convidativo para um piquenique, quem quiser pode curtir a área após a visita. Este campo também conta com várias obras instaladas e integradas à arquitetura modernista da instituição que rendem belas fotos.
Sobre o MAB
O Museu de Arte de Brasília é um espaço destinado a exposições, atividades culturais e programas educativos, e tem como objetivo promover a valorização e difusão da arte brasileira. O museu conta com um acervo composto por obras de artistas nacionais e internacionais e tem como principal objetivo valorizar e difundir a arte brasileira.
Sobre a Mediato
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Mediato é uma iniciativa que atua na área de mediação artística e cultural, colaborando para a formação de novos públicos para a arte, para a difusão da produção artística e valorização dos bens culturais. Atua no mercado cultural desde 2010 desenvolvendo programas educativos para Artes Visuais, Artes Cênicas e Educação Patrimonial, somando o alcance de mais de 50 mil estudantes do Distrito Federal. Além disso, desde 2014 desenvolve um trabalho inovador de mediação para o teatro, intitulado “Diálogo com Espectadores”.
Ficha Técnica Realização: Mediato Coordenação Geral: Arlene von Sohsten Coordenação Pedagógica: Luênia Guedes Supervisão Pedagógica: Isabela Formiga Mediadoras: Beatriz Nascimento, Canela Batista e Luana Lebazi Produção: Paula Jacobson Gestão: Pedro Caroca Atendimento: Ju Araujo Designer: Nara Oliveira Gestão de Mídias: Julia Bertoli e Carolina Lobo Audiovisual: Isis Aísha e Guy D’Amato Apoio: Museu de Arte de Brasília Financiamento: Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal
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PROGRAMAÇÃO
Sábado
10h30 – Oficina de Carimbo para crianças (4 a 7 anos)
15h – Visita mediada
16h30 – Oficina de Stencil (a partir de 13 anos)
Domingo
10h30 – Oficina de Isogravura (8 a 12 anos)
15h – Visita mediada
16h30 – Oficina de Mapa Afetivo (a partir de 10 anos)
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SERVIÇO
Programa Educativo do Museu de Arte de Brasília (MAB)
(Setor de Hotéis e Turismo Norte, trecho 1, Projeto Orla)
Dep. Luiz Fernando Faria, Embaixador Francesco Azzarello e Dep. Eros Biondini
Com o intuito de aproximar ainda mais o Brasil e a Itália, impulsionar as relações comerciais e diplomáticas e promover o intercâmbio cultural e social, na próxima terça-feira 6 de junho às 18h00, a Embaixada da Itália em Brasília hospedará o evento de lançamento da primeira Frente Parlamentar Mista Brasil-Itália.
Para a ocasião, é aguardada a presença do Presidente da Câmara, Arthur Lira, que abrirá o evento junto com o Presidente da Frente, o Deputado Federal Luiz Fernando Faria, e com o Vice-Presidente, Deputado Federal Eros Biondini, que também coordena o Grupo Parlamentar de Amizade Brasil-Itália. Está prevista a participação de muitos outros Parlamentares signatários e empenhados com os objetivos da Frente, além de uma ampla representação do mundo econômico e empresarial italiano, muito ativo no Brasil, assim como de personalidades de relevo da comunidade ítalo-brasileira.
A Frente Parlamentar Mista Brasil-Itália é uma associação de Senadores e Deputados de vários partidos políticos e de diferentes Estados, que se unem para debater e trabalhar sobre temas específicos de interesse estratégico para o desenvolvimento dos dois países. A iniciativa busca fortalecer o diálogo entre as instituições e a sociedade civil, criando oportunidades de cooperação bilateral e amizade duradouras. Hoje, a Frente conta com 242 assinaturas entre Senadores e Deputados, representando mais de 40% do total dos membros do Congresso (594) e superando amplamente o número mínimo de assinaturas necessárias para a criação de uma Frente (171). Estão representados 19 partidos políticos e 26 Estados brasileiros. Os objetivos de trabalho da Frente são norteados por seu Estatuto, assinado pelo Presidente da Câmara, público e consultável acessando o portal internet da Casa.
Segundo o Embaixador italiano Francesco Azzarello “É um evento histórico de grande significado político, um reconhecimento por parte do Congresso brasileiro da relevância dos interesses bilaterais, qualitativos e quantitativos, e da importância estratégica da enorme comunidade ítalo-brasileira, em todos os seus aspectos, inclusive eleitorais”.
Para o Deputado Faria, Presidente da Frente, “Aproximar ainda mais a relação entre as lideranças dessas duas potências mundiais pode resultar em um estreitamento significativo de nossos laços comerciais, tão importantes para nossas economias. Além disso, buscamos uma relação mais profícua também nas áreas cultural, social e científica. As conversas já iniciaram e a receptividade entre as lideranças desses dois países tem sido extraordinária”.
No Brasil, segundo os dados mais recentes, a comunidade ítalo-brasileira soma cerca de 32 milhões de pessoas. Delas, 750.000 têm cidadania italiana. Pelo outro lado, na Itália, hoje moram mais de 150.000 brasileiros. No Brasil, estão presentes cerca de 1.000 empresas italianas, desde as gigantes até as médias e pequenas, com investimentos e contratos assinados no período 2020-2022 por um valor total na ordem de 26,2 bilhões de euros, cerca de 141 bilhões de reais. O comércio Itália-Brasil, em 2022, foi de 10,4 bilhões de euros, cerca de 56,2 bilhões de reais, o segundo da UE. Números significativos, esses, que testemunham a a importância da iniciativa de formação da Frente em prol dos interesses da coletividade ítalo-brasileira e do desejo do Congresso de ter uma relação cada vez mais estreita e direta com uma parte fundamental da sociedade italiana.
O Espaço Cultural Renato Russo promove, dia 3/6, a primeira Feira de Troca de Livros da Biblioteca de Arte Ethel de Oliveira Dornas. O evento, que acontece das 10h às 17h, é aberto ao público de todas as idades interessado em literatura.
Para participar, os visitantes devem levar seus exemplares em bom estado de conservação para troca por livros ou gibis pré-selecionados do acervo do espaço. A ideia é que os participantes também troquem seus livros entre si, independente dos critérios de troca adotados pelo espaço.
“É um costume das bibliotecas realizarem feiras de troca de livros, é uma forma de renovar acervo e criar interação com o público”, explica Felipe Rodrigues, um dos colaboradores da feira. A troca será feita um por um, uma obra da biblioteca por uma do público.
Os exemplares disponíveis pela biblioteca incluem temas como direito, economia, filosofia, história, política, sociologia e alguns títulos de literatura. O espaço busca por obras que tratem de assuntos artísticos tais como: arquitetura, aquarela, artesanato, cinema, dança, desenho, design, escultura, fotografia, gravura, ilustração, música, teatro e técnicas de arte, já que o acervo da Biblioteca é especializado em artes.
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Biblioteca de Arte Ethel de Oliveira Dornas / Gibiteca TT Catalão
A Biblioteca de Arte Ethel de Oliveira Dornas é especializada em informação artística, com acervo de aproximadamente 3.500 livros sobre arte. No mesmo espaço, funciona a Gibiteca TT Catalão, a primeira gibiteca de Brasília com cerca de 20 mil exemplares entre quadrinhos de super-heróis, mangás, HQs infantis e periódicos.
Feira de Troca de Livros da Biblioteca de Arte Ethel de Oliveira Dornas
Dia: 03/06 – sábado Horário: 10h às 17h Local: Biblioteca de Arte Ethel de Oliveira Dornas – Espaço Cultural Renato Russo Entrada franca
Ópera de câmera Happy Hour lembra a pandemia, mas passa mensagem de união e esperança. Espetáculo tem direção de Marcus Mota e é estrelado por Janette Dornellas
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Um dos momentos mais angustiantes e tristes dos últimos tempos sob um olhar lírico e até esperançoso. A ópera de câmera Happy Hour, composta e dirigida por Marcus Mota, estreia dia 6 de junho, no Sesc Silvio Barbato, com recursos vindos do Fundo de Apoio à Cultura do GDF (FAC). O elenco tem as sopranos Janette Dornellas e Sophia Dornellas e a mezzo soprano Clara Figueiroa, além de uma orquestra formada de 9mulheres.
Marcus conta que a ideia do espetáculo surgiu em meados de 2020, quando ele enfrentava a pandemia em Portugal. “Estava em Lisboa durante o início da pandemia. Era flagrante o descompasso entre o enfrentamento da covid no Brasil e em Portugal. Quando a situação melhorou em Lisboa, em meados de 2020, voltei para o Brasil, e fui caindo em um inferno sem fim. Havia já combinado com a JanetteDornellas um espetáculo centrado em mulheres maduras, profissionais, fora de seus papéis habituais de esposas, mães e filhas. Diante do caos na condução da pandemia no Brasil, parti para juntar as duas coisas: uma catarse pós-vacina e a forte presença de mulheres fortes durante a pandemia”, explica.
No palco, o público acompanha três amigas que se conheceram em ensaios de corais e fizeram parte do Coro Sinfônico da Universidade de Brasília: uma médica, uma empresária e uma professora, interpretadas respectivamente por Janette, Clara e Sophia. “A que nos introduz no mundo da pandemia é a médica, cansada de um cotidiano de tentar vencer a morte que se alastra. Depois entram as amigas: a empresária, que luta para manter seu comércio diante do fechamento de tantas lojas; e a surpreendente volta da professora, que vendo as notícias do caos sanitário no Brasil, resolve voltar. Elas se reencontram e cantam a esperança e a união”, adianta o diretor.
Janette Dornellas define a personagem que interpreta como “uma mulher que está vendo o sofrimento e a morte cotidianamente que chega do hospital em casa e só quer esquecer o horror que está vivendo”, mas destaca que Happy Hour não é um espetáculo pessimista, pra baixo. “A ideia do Marcus foi exatamente a da importância da família e dos amigos naquele momento. E foi assim que me senti na pandemia. As pessoas ajudaram muito para que a Casa da Cultura Brasília, meu pequeno teatro, não fechasse na pandemia. Então, é sobre solidariedade, amizade, cuidado”, completa.
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Por isso, não é de se estranhar o título do espetáculo. A expressão Happy Hour nos leva a um momento feliz, de descontração. “O título é um chamariz, um gancho: lembra de algo que na normalidade pré-pandemia se relacionava com os encontros entre as pessoas depois do trabalho. Esses encontros, com o distanciamento social, viraram memória de um tempo feliz. No pós-pandemia, voltar a nos reunir era uma demonstração de apoio mútuo, de trocas de afetos, indignações. Happy Hour é mais sobre essa vontade de estar juntos depois que houve tanta desgraça. É voltar das sombras. A peça é pra frente : vai da dor da pandemia para a superação. Mas sempre nos alerta para ficarmos vigilantes contra as consequências de equívocos que poderiam ser evitados”, reflete Marcus Mota.
Marcus Mota é professor no Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília desde 1996 e trouxe esse universo para Happy Hour a partir da escolha de montar uma ópera de câmara, que tem uma estrutura mais enxuta do que uma ópera como estamos acostumados a imaginar. “Nos últimos anos, houve uma intensificação da composição de obras com elencos e conjuntos instrumentais reduzidos além de encenações mais econômicas. Com isso, há mais espaço para experimentações, exploração de possibilidades muitas vezes não presentes em obras de maior investimento. E muitas dessas novas óperas de câmera vêm do contexto universitário, como exercícios de reflexão e criação de novos repertórios”, explica.
Com menos cantores e músicos no palco e “menor ostentação visual”, o caminho fica aberto para a intimidade, seja cênica, seja do olhar do público. “Tratei de simplificar as linhas melódicas vocais e incrementar o trabalho com a orquestração, criando sonoridades, jogos e imagens acústicas que não se vinculavam a um segundo plano frente ao canto. As mulheres ocupam o palco, mas da orquestra irrompem sons outros, inusitados, que se lançam em mil direções”, afirma o compositor, que lançou mão de ritmos como frevo e maracatu em momentos “de maior vivacidade, esperança e alegria. Dançar, cantar juntas torna as protagonistas da ópera mais fortes, mais unidas.”
Força feminina
Essa união delas traz à tona o outro tema de HappyHour. A ópera já foi pensada, desde o primeiro momento, para ser um momento de celebração do feminino. “Estamos numa época de resgate do papel da mulher como figura importante em todas as áreas. Eu tenho uma pesquisa sobre mulheres compositoras brasileiras de todos os tempos esquecidas pela história. Então, é maravilhoso ter um grupo de artistas mulheres tão talentosas trabalhando juntas. Há uma cumplicidade e um afeto muito presente o tempo todo”, comemora JanetteDornellas.
Esse não é o único motivo de comemoração da soprano. Janette divide o palco com a filha, Sophia Dornellas, pela primeira vez numa ópera. A mãe-coruja ressalta que Sophia, formada como atriz na Casa das Artes de Laranjeiras e bacharel em canto lírico pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, é “extremamente profissional” e que “quando estamos no palco somos colegas”. Mas Janette não esconde: “Existe, sim, uma admiração muito grande da minha parte, por ter uma filha tão talentosa.”
Happy Hour é um espetáculo de celebração, de agradecimento, apesar das dores e despedidas. “Todo mundo teve suas perdas. No intervalo de poucos meses perdi meu pai e meu amigo e mestre Hugo Rodas. Um me deu a vida, outro me fez nascer várias e várias vezes no teatro. Hugo, já com câncer, pegou covid no início de 2022, o que acelerou sua partida”, lembra Marcus Mota. “Os teatros fechados estão abrindo. Os artistas estão de volta. O público agradece. Essa é uma dramaturgia musical gerada em Brasília, com artistas de Brasília, tendo em cena imagens de lugares e memórias do DF. Obras dramático-musicais têm todo um apelo, pois envolvem e empregam profissionais de diversas linguagens. Diante de um mundo plural, diversificado, nada mais próximo que uma obra plural, múltipla”, finaliza o diretor.
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SERVIÇO
Happy Hour
Ópera de câmera com texto e música de Marcus Mota
Data: 6 e 7 de junho, terça e quarta
Horário: às 20h
Local: Sesc Silvio Barbato (SCS Ed. Presidente Dutra)
Entrada franca
Livre para todos os públicos
Haverá audiodescrição e legenda para deficientes visuais e auditivos
Haverá palestra antes das apresentações e debate após
Ficha técnica
Direção: Marcus Mota
Elenco: Janette, Dornellas, Sophia Dornellas e Clara Figueiroa
Cenário e figurino: Janette Dornellas
Iluminação: Lemar Rezende
Direção de vídeo: Carol Resende
Pianista: Gisele Pires
Maestro: Rafael Ribeiro
Marcus Mota
Marcus Mota é professor no Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília desde 1996, onde fundou e dirige o Laboratório de Dramaturgia (LADI-UnB) desde 1998. Integra o Núcleo de Estudos Clássicos da UnB, e é docente dos programas de pós-graduação em Metafísica e Artes Cênicas da UnB. Além disso, é escritor, dramaturgo e compositor. Fundou e dirige a revista Dramaturgias, que publica textos desde 2016. Entre diversos espetáculos, assinou Docenovembro (2001) Iago (2004), Ópera Hip-Hop (2009, vencedor do Prêmio Nacional de Expressões Afro-Brasileiras) e Momaba (2011, ganhador do prêmio KlaussVianna).
Janette Dornellas
Doutora em Artes pela UnB, sob orientação de Marcus Mota, formada em Canto pela UnB, Mestre em Música pela Universidade de Goiás e Licenciatura em Música pela Universidade Católica. Cantou, no Brasil, um repertório lírico que inclui Vitellia (La Clemenza de Tito), Santuzza (CavalleriaRusticana), Terceira Norna (O Crepúsculo dos Deuses), Leonora (Fidelio) e Lady Macbeth (Macbeth), entre outros. Estrelou recitais de música de câmera e concertos sinfônicos sob a regência de maestros como Claudio Santoro, Emílio de César, Silvio Barbato, Claudio Cohen, Rodolfo Fischer (Chile) e Ira Levin (EUA). Janette já se apresentou em outros países como Bolívia, Congo e EUA, onde viveu Carmem ao lado da Townsend Opera Player. Além de cantora, Janette é professora de canto, produtora, diretora e figurinista. Ela ainda mantém o Instituto Cultural Janette Dornellas, conhecido como Casa da Cultura Brasília.
Sophia Dornellas
De família de cantores, Sophia Dornellas iniciou a vida na música muito cedo. Formou-se em teatro pela Casa das Artes de Laranjeiras em 2015 e é bacharel em Canto pela UFRJ. Interpretou Susanna em As Bodas de Fígaro (2018), Zerlina de Don Giovanni (2019), papel que também a levou, em 2022, a estrear nos palcos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em agosto, deve ir para os Estados Unidos, onde fará mestrado em Performance na Universidade do Alabama.
Clara Figueiroa
Mezzo-soprano com carreira marcada por atuações em repertório concertista e operístico como as óperas Cavalleria Rusticana, The Médium e Gianni Schicchi. Destaca-se também na produção de espetáculos de ópera e concertos.
Uma nova série de desenhos e pinturas do advogado com alma de artista
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Depois do sucesso da exposição apresentada no espaço Oscar Niemeyer em 2022, o advogado José Maciel desembarca com novos trabalhos no Espaço Expositivo, ao lado do Espaço Itaú de Cinemas, a convite do CasaPark, shopping que é referência do design na capital. A mostra apresenta mais de 50 obras recentes compostas por pinturas sobre tela e seixos rolados, além de um recorte da série apresentada na última exposição.
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A curadoria, mais uma vez, ficará a cargo de Danielle Athayde e Claudio Pereira, que acreditam na oportunidade do público atestar- entre os dias 3 de junho a 2 de julho- como funciona o processo contínuo de Maciel na condução da construção de um repertório marcado por ritmo, equilíbrio espacial, permeado por uma vital força expressiva.
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O amor pela arte vem desde a infância, quando Maciel teve o privilégio de frequentar o atelier do mestre Iberê Camargo, que era amigo do seu pai e com quem chegou a executar duas obras, a quatro mãos, ainda criança. Mas a grande influência e inspiração para suas criações vem do artista espanhol Pablo Picasso. “Pintar para mim faz parte da minha rotina e acontece de forma intuitiva. Seja em tela, objetos ou até na parede”, afirma Maciel em tom de brincadeira.
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O resultado mostra a linha e o traço firme, em uma dinâmica de movimentos, em cenários onde despontam formas, cores e texturas criando jogos de composições e sobreposições, que remetem ao universo do movimento expressionista e cubista. A exposiçãomarca uma parcela representativa da produção artística de Maciel,que ilustra um recorte significativo do seu percurso profissional no mundo das artes plásticas.
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“É uma oportunidade bacana expor a arte de José Maciel no CasaPark, em um espaço onde já se apresentaram artistas e galerias importantes de Brasília”, afirma a curadora da exposição “José Maciel-Permanência de um Percurso”, Danielle Athayde.
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SERVIÇO
Exposição: “José Maciel- Permanência de um Percurso”
Local: Espaço Expositivo ao lado do Espaço Itaú de Cinema do CasaPark- Piso Superior
Período: 3 de junho a 2 de julho
Horário: Segunda a sábado, das 12h às 22h e domingo, das 12h às 20h
O projeto tem como objetivo fortalecer as creches e formar agentes comunitários multiplicadores por meio de oficinas de empreendedorismo e feiras colaborativas
As creches são locais de transformação social, onde crianças, trabalhadores e comunidade cuidam e ensinam uns aos outros. Com base nesse conceito, surge o projeto “Ninho das Artes”. Com início marcado para o dia 5 de junho, nas creches do Recanto das Emas, Beija-Flor e Coração de Cristo, o projeto sociocultural integra cinco Regiões Administrativas do Distrito Federal: Recanto das Emas, Estrutural, Sol Nascente/Pôr do Sol, Riacho Fundo e Taguatinga. Serão oferecidas atividades lúdicas para as crianças, oficinas de capacitação para os servidores das creches, pais e professores, além da criação de uma feira de economia criativa com produtos desenvolvidos nos cursos.
O projeto abre em junho na cidade de Recanto das Emas, envolvendo as creches Beija Flor e Coração de Cristo e em parceria no Centro de Vivência do Idoso, espaço público do GDF. O Ninho das Artes é promovido pelo Instituto Cidade Céu e patrocinado pela Neoenergia Brasília por meio da Lei de Incentivo à Cultura (LIC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec).
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Alinhado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) adotados pelo edital Transformando Energia em Cultura, da Neoenergia, o Ninho das Artes trabalha com os seguintes pilares: cultura, educação, trabalho e comunidades sustentáveis dentro das creches do Distrito Federal. Durante o cronograma, o projeto oferecerá 100 horas/aula por Região Administrativa ao corpo da creche (monitores, merendeiros, professores, auxiliares e pais de alunos), contemplando conteúdos teóricos e práticos sob coordenação pedagógica. Para as crianças, haverá atividade lúdica, a fábula “O Coelho e o Casamento da Onça”, adaptada por Sérgio Maggio, do universo de fábulas de Monteiro Lobato.
À frente do Ninho das Artes, o produtor cultural e presidente do Instituto Cidade Céu, Jones Schneider, relata: “O Ninho das Artes nasce do desejo de estender e aprofundar os laços comunitários que já existem em torno dessas creches. ‘Estes locais operam muitas vezes com voluntariado de mães que cuidam das crianças da comunidade para que uma grande parte das mulheres saia para trabalhar.’ As oficinas foram pensadas na possibilidade de ampliar o conhecimento, favorecer uma fonte de renda e disseminar os conceitos de reciclagem e consciência ambiental”, considera o idealizador.
Quanto à geração de renda nas comunidades atendidas pelas creches, o projeto buscará promover o crescimento econômico. Após a conclusão das oficinas, a comunidade administrará suas feiras colaborativas, com os produtos confeccionados durante as aulas. O presidente do Instituto Cidade Céu ressalta que a meta é revelar o potencial de agentes comunitários para integrar as oficinas e formar as feiras de maneira sustentável e consistente.
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Creches Potências
O Ninho das Artes tem um foco especial na economia criativa. O projeto inclui oficinas formativas com produtos que podem ser facilmente disponibilizados em feiras colaborativas, usando os conceitos de reciclagem e consciência ambiental. Entre as oficinas, estão a confecção de brinquedos populares, a customização de roupas, artesanato e administração de feiras e bazares, contando com a participação de profissionais reconhecidos nas áreas de cultura e economia criativa no Brasil. O palhaço Mandioca Frita ensinará professores, voluntárias e mães a confeccionar brinquedos com materiais recicláveis, enquanto a estilista Fernanda Ferrugem proporá transformações de peças usadas por meio de diversas técnicas de recriação. A artesã Eliane Teixeira ensinará como criar peças com materiais acessíveis para comercialização em feiras e bazares. Já Ângela Francini vai ensinar como organizar um Bazar Cultural, e a Chef Alessandra Brandt ministrará a oficina de gastronomia e aproveitamento integral dos alimentos.
Eliane Teixeira, artesã de Patos de Minas e moradora de Brasília há mais de 50 anos, é responsável pela oficina de artesanato com bordado livre na produção de mandalas, utilizando pintura e retalhos de tecidos. Ela expressa sua empolgação em transmitir seu ofício às comunidades atendidas pelas creches do Distrito Federal. Eliane destaca: “Cresci rodeada de linhas, fios e tecidos, pois minha mãe era uma costureira talentosa. Por isso, tenho grande interesse em trabalhos manuais, que estimulam a criatividade e aquecem o coração. Compartilharemos nossos conhecimentos e nos tornaremos mais fortes juntos”.
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A iniciativa também busca fortalecer os laços comunitários e o trabalho solidário, promovendo o fortalecimento interpessoal nas creches e nas comunidades atendidas, criando uma grande rede de apoio entre os envolvidos. A ação celebra parcerias entre a comunidade do Distrito Federal e o poder público, reconhecendo as creches como atores sociais pelas autoridades locais. O Ninho também busca o apoio integrado das Administrações Regionais atendidas. O projeto visa capacitar e empoderar as creches e comunidades, construindo um futuro mais promissor e sustentável, destacando a valorização da cultura local e a interação entre creches, população e poder público.
O Ninho das Artes planta sementes para o desenvolvimento da comunidade, promovendo a integração, a educação de qualidade, o trabalho decente e a criação de comunidades sustentáveis, transformando as creches em importantes forças sociais não apenas para as crianças, mas para toda a comunidade ao redor, por meio da valorização da cultura local e da interação entre creches, população e poder público.
Sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
Implementados pela Organização das Nações Unidas (ONU), os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável são um apelo global à ação para acabar com a pobreza, proteger o meio ambiente e garantir que as pessoas, em todos os lugares, possam ter paz e prosperidade. Estes são os objetivos para que possa atingir a Agenda 2030 no Brasil.
São 17 objetivos ambiciosos e interconectados que abordam os principais desafios de desenvolvimento enfrentados por pessoas no Brasil e no mundo. De acordo com as premissas da Neoenergia, parceira da ONU no Brasil, o Ninho das Artes trabalha com quatro (ODS) – 4: Educação de Qualidade, 8:Trabalho Decente e Crescimento Econômico, 11 Cidades e Comunidades Sustentáveis e 17: Parcerias e Meios e Implementação.
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Serviço: Ninho das Artes
Etapa Recanto das Emas
05 a 23 de junho – Creches Beija Flor e Coração de Cristo
“O Coelho e o Casamento da Onça”, dia 20.6, às 1430 e 16h30.
Oficinas:
Artesanato – Eliane Teixeira
Customização – Fernanda Ferrugem
Organização de Bazar Cultural – Ângela Francini
Gastronomia e aproveitamento de alimentos – Alessandra Brandt
A Feira Nacional do Artesanato e das Flores chega a sua 6ª edição com programação de peso, entre os dias 24 e 28/05, no Eixo Cultural Ibero Americano.
A Feira Nacional do Artesanato e das Flores chega a sua 6ª edição com programação de peso. Entre os dias 24 e 28 de maio, os brasilienses poderão conferir shows de Geraldo Azevedo, Chico César, Leoni, Detonautas e Frejat no Eixo Cultural Ibero Americano, em frente à Torre de TV. O evento contará com a apresentação do grupo teatral Os Melhores do Mundo. A entrada é gratuita e a classificação livre.
Além das atrações artísticas, a tradicional feira oferece aproximadamente 260 estandes de artesanato, plantas e flores, e ainda espaços destinados a gastronomia, agricultura familiar, palestras técnicas, exposição de animais e brinquedoteca com monitores para a criançada.
A 6ª Feira Nacional do Artesanato e das Flores é uma iniciativa da Associação Artise de Arte, Cultura e Acessibilidade (Artise) e conta com o apoio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater DF), La Priori e Secretaria de Cultura e Economia Criativa, e Secretaria de Turismo do DF.
Programação
Quarta-feira – 24 de Maio
21h: Leoni
Quinta-feira – 25 de Maio
20h30: Os Melhores do Mundo – Peça Hermanoteu na Terra de Godah
Sexta-feira – 26 de Maio
22h: Geraldo Azevedo
22h: Chico César
Sábado – 27 de Maio
22h: Detonautas
Domingo – 28 de Maio
21h: Frejat
*Horários sujeitos a alteração sem prévio aviso.
Ingressos
Entrada Gratuita
Serviço
6ª Feira Nacional do Artesanato e das Flores
Data: 24 a 28 de maio de 2023, Quarta a Domingo Horário: Quarta a Sexta, às 18h; Sábado e Domingo, às 10h Local: Eixo Cultural Ibero Americano (ao lado Torre de TV) Classificação: Livre Informações: (61) 98424-8537 (whatsapp) Instagram: @feiradeartesanatoefloresbsb
Brasília, na vanguarda de movimentos artísticos, sedia nova edição do primeiro festival nacional de filmes produzidos com celular
Mostra competitiva de filmes produzidos com dispositivos móveis, apresenta tendência cinematográfica, com tramas e roteiros contemporâneos, e descortina possibilidades democráticas de criação
Marcada para ocorrer entre os dias 25 e 28 de maio de 2023 no Espaço Cultural Renato Russo, em Brasília, a 3ª Edição do Festival Filmaê convida apreciadores da sétima arte para uma imersão por uma nova forma de fazer cinema, a de produção mobile.
Ao longo dos quatro dias de Filmaê, o público terá a oportunidade ímpar de assistir à dinâmica de produção cinematográfica, que se apresenta como tendência ao redor do mundo, vinda dos quatro cantos do Brasil e do exterior.
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Para Fernando Campos, coordenador geral do Filmaê, o cinema produzido com smartphones é um fenômeno global que reúne atores, cineastas, produtores, amantes do cinema, indústria e festivais de cinema dedicados ao formato. “Essa comunidade está definindo forma de fazer cinema de vanguarda”, aposta Campos.
Os filmes produzidos com smartphone, hoje, representam para o cineasta contemporâneo o que a câmera 16mm representou para o movimento cinematográfico Nouvelle Vague, para o Neorrealismo Italiano ou para o Cinema Novo Brasileiro. “Podemos afirmar, que os cineastas que trabalharam com Super 8 nas décadas de 70 e 80 e o cinema realizado com câmeras digitais na virada do século, se desenvolveram também dentro dos mesmos critérios de inclusão: mais barato, mais rápido e com mais mobilidade”, avalia Campos.
Para a edição deste ano foram enviados 852 filmes de diferentes gêneros, entre nacionais e internacionais, dos quais a curadoria do Festival selecionou os finalistas 106, que irão compor a programação competitiva da 3ª Edição do Festival. A lista completa está disponível em https://filmae.com.br/category/finalistas-2023/
As produções, de duração entre 1 e 15 minutos,seguiram critérios quando das inscrições. Dentre eles, que tenham sido captadas por smartphones, tablets ou câmeras de ação esportiva, como a GoPro, em alta resolução e nos formatos widescreenou vertical. Além de não incitarem violência, homofobia, racismo ou crueldade contra animais.
Sobre os inscritos, Fernando aponta alguns temas em comum. “Ao assistirmos a todas as produções, nos surpreendemos com os temastratados, que passa pelo cotidiano de pessoas durante o isolamento, preconceitos sociais e raciais, inclusão, espectro autista, reconciliações, envelhecimento e a invisibilidade”, lista.
Em comparação com inscritos nas edições anteriores, “percebemos uma clara melhora na qualidade técnica e artística, tanto nos produzidos por amadores quanto pelos mais experientes cineastas”, ressalta. “Nossa aposta seria em razão da intimidade criada com os dispositivos móveis e aplicativos tão utilizados durante o isolamento imposto pela Pandemia de Covid-19, e também a evolução das câmeras dos celulares”, comenta Fernando. As produções, em sua maioria, “estão com melhor enquadramento, iluminação, captação do som, edição e atuação diante das câmeras”, detalha o coordenador do festival. Características que, quem acompanha o Filmaê, “certamente vai notar”, aposta Campos.
A Mostra Competitiva Nacional do Filmaê premia 13 categorias. O Júri Oficial do Festival escolherá os melhores filmes em quatro gêneros: melhor filme de ficção, melhor documentário, melhor videoclipe e melhor filme experimental. O Festival premiará também o melhor filme de Brasília e omelhor filme na categoria sub-17 (para menores de 18 anos).
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O público participante escolherá os filmes de sua preferência, dentre os finalistas, utilizando seiscritérios no julgamento: melhor filme, melhor direção, melhor interpretação, melhor roteiro, melhor fotografia e melhor edição. A votação segue aberta até 21 de maio e os vencedores serão anunciados dia 28 de maio, na cerimônia de encerramento, quando receberão o Troféu Filmaê.
Além das mostras, o Festival também promove duas oficinas formativas, palestra e cria um ambiente de negócios. O que faz do Filmaê um espaço imersivo de troca de conhecimento entre jovens e experientes cineastas.
Oficina de Técnica de Vídeo e Foto +60
Com Tiago Esmeraldo
Local: Galpão das Artes – Espaço Cultural Renato Russo 508 sul
Dias e horário: 25 e 26 de maio, das 09 às 12h
Carga horária: 6 horas
Número de vagas: 30
Público: Pessoas com mais de 60 anos
Sobre – A utilização do celular como registro de imagens ganhou a preferência de pessoas de todas as idades. Esta oficina visa oferecer informações técnicas e práticas para que pessoas com mais de 60 anos conquistem a habilidade de produzirem boas fotografias e filmes a partir de seus celulares. Com a promoção desta oficina, o Festival de Cinema Filmaê se empenha no movimento de inclusão de todas e todos no melhor uso das tecnologias contemporâneas. Participantes receberão certificado.
Tiago Esmeraldo é um fotógrafo e produtor audiovisual que trabalha com comunicação social com temáticas socioculturais para produção de filmes educativos e entretenimento com gêneros diversos.
Oficina Básica de Produção Audiovisual com Smartphones
Com Raimundo Quilombola
Local: Galpão das Artes – Espaço Cultural Renato Russo 508 sul
Dias e horário: 25 e 26 de maio, das 14h às 17h
Número de vagas: 30 vagas
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Sobre – Como utilizar o smartfone para gravação de áudio e vídeo, visando o desenvolvimento do olhar para a linguagem cinematográfica e a utilização das ferramentas e possibilidades do seu smartfone para a produção audiovisual com qualidade. Teoria e prática, com a realização de exercícios sobre manuseio da câmera, captação de áudio, noções de enquadramento, planos cinematográficos, regras dos pontos de ouro, luz, foco, velocidade, exposição, finalização do vídeo e exportação do arquivo final. Além de dicas sobre aplicativos e equipamentos para produção audiovisual. Participantes receberão certificado.
Raimundo Quilombola é comunicador comunitário da TV Quilombo Rampa, Maranhão.
Programação:
O 3º Festival Filmaê – Filmes Produzidos com Celular dá início ao seu programa de exibições na noite do dia 25, a partir das 19h, com a apresentação de filme e coquetel com a presença de realizadores locais e artistas. O evento, para convidados e convidadas, será realizado no Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul).
As exibições seguirão o seguinte cronograma:
Dia 26/05: Mostra Competitiva 1, das 10h às 13h, no Teatro de Bolso
Dia 26/05: Mostra Competitiva 2, das 19h às 21h30, na Sala Marco Antônio
Dia 27/05: Mostra Internacional 1. das 14h às 16h, na Sala Marco Antônio
Dia 27/05: Mostra Competitiva 3, das 16h às 18h30, na Sala Marco Antônio
Dia 27/05: Mostra Competitiva 4, das 19h às 21h30, na Sala Marco Antônio
Dia 28/05: Mostra Competitiva 5, das 12h às 12h30, na Sala Marco Antônio
Dia 28/05: Mostra Internacional 2, das 13h às 14h30, no Teatro de Bolso
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No final da tarde do dia 26, entre 16h e 18h30, na Sala Multiuso do Espaço Cultural, realizadores de mostras, produtores, agentes e elencos irão encontrar um ambiente propício para troca de experiências e prospectar novos negócios.
No final da manhã e início da tarde do dia 27, entre 10h e 13h, o Festival recebe Ana Arruda, realizadora do Festival Internacional de Curtas-Metragens Curta Brasília e pesquisadora do cinema em Realidade Virtual, para a palestra Realidade Virtual, Economia Criativa e Possíveis Futuros do Audiovisual. Ana é presença certa nos principais festivais e mostras de cinema europeus e brasileiros.
Em sua fala, Ana vai ilustrar caminhos possíveis, inspiradores e inovadores do audiovisual, mesclando cinema e tecnologia, e reforçando o importante papel das novas narrativas e novas mídias ao contribuírem para a formação de artistas, pesquisadores e profissionais da economia criativa, em especial – com destaque para a realidade virtual.Participantes receberão certificado.
A entrega dos Troféus Filmaê aos filmes vencedores desta 3ª Edição do Festival Filmaê – Filmes Produzidos com Celular ocorrerá na tarde do dia 28 de maio, a partir das 15h. E o Festival se despede com uma apresentação musical e em clima de festa e celebração ao formato de cinema de vanguarda que encontra em Brasília palco para sua valorização e divulgação.
O Filmaê, no mapa internacional dos festivais de cinema e cultura mobile desde 2018, quando da sua 1ª Edição, tem como compromissos revelar novos talentos, aproximar pessoas que utilizam dispositivos móveis como ferramenta de criação, democratizar a criação cinematográfica e inclusão, dado o micro investimento para a produção dos filmes.
Na presente edição estão previstas, em ambiente virtual na plataforma do Festival –filmae.com.br, a veiculação de podcasts e um blog sobre dicas para produção de filmes com dispositivos móveis, cultura móvel e mídias emergentes.
O Filmaê é uma realização da Memória Digital, em parceria com a Cartaz Criações e Projetos Gráficos, MeVer.com.br, Carvalhedo Produções e Coletivo Duca, e conta com os apoios do Projeto Paradiso, do Instituto Bem Cultural e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do GDF e patrocínio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura do DF.
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Serviço:
3º Festival Filmaê – Filmes produzidos com celular
Local: Espaço Cultural Renato Russo
Endereço: Comércio Residencial Sul 508 Bloco A, Brasília
Período: de 25 a 28 de maio de 2023
Entrada franca
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Filmes em destaque no 3º Festival de Cinema Filmaê:
Título: Última Chamada
Direção: Vitor Moreno
Sinopse: Cinco amigos se reúnem em uma videochamada para relembrar os bons velhos tempos em que todos iam juntos para a escola.Todos têm o mesmo passado, todos com ações diferentes, que levarão todos então à mesma consequência, que começará com a chegada de um sexto participante.
Sinopse: Garis e coletores de lixo percorrem as ruas, quase sempre invisíveis. Essa realidade, no entanto, esconde seres humanos sensíveis que anseiam pelo mínimo: Respeito.
Sinopse: Pino experimenta uma velhice solitária, regida pelo som da televisão e o silêncio da espera. Um dia, entre sonho e realidade ele reencontra consigo, com a juventude.
Sinopse: Uma mulher está sozinha. Não se sabe se em sonho ou realidade, ela expressa o seu desejo de estar com Marta, em um misto de saudade e solidão. Uma solidão criadora, uma força, uma virtude que a habita e que a afasta de umsentimento da falta, esse que seria capaz de sufocar, e se faz exuberância, faz-se criação, faz-se jardim.
Direção: Lucas Gomes da Silveira Classificação indicativa: 14 anos Sinopse: Após ser atingido por um trem, um jovem relembra momentos de sua vida, enquanto enfrenta as consequências da morte.
Na próxima quarta-feira (24/05), a partir das 19h o espaço U!Wake será palco de uma noite de autógrafos com a escritora, Irene Gaeta que lança seu livro, Contos de Babel: Os Porões da Alma.
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Irene Gaeta, é doutora em Psicologia Clínica e Analista Junguiana, tendo escrito diversas obras na área de psicoterapia, arteterapia, longevidade e área comportamental, além de inúmeras participações em congressos, seminários e bancas.
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Para Rose Chaves, proprietária da U!Wake a vinda da escritora para esse lançamento só incentiva e fomenta a cultura e a arte, além do estilo de vida saudável e leve, assim como a comunidade U!wake que vive o conceito brasileiro de estilo de vida consciente- U!Wake. Na ocasião, os convidados serão recebidos com um delicioso coquetel e drinks do Otto Biergarten que promete uma experiência de sabores com seus drinks autorais.
Serviço:
Local: U!Wake – SIG – Quadra 08 – Sudoeste Data: 24/05 – quarta-feira Horário: 19h Entrada- Franca
Daniel Zukko lança o livro Cenas Candangas 2, no dia 25 de maio, a partir das 18h, no Commercial São Benedito, 704 norte
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“Cenas Candangas 2 – Ser Candango é:”, de Daniel Zukko, é uma reunião de textos e ilustrações que encantam os apaixonados pela Capital por retratar tão bem este amor para lá de peculiar.
Por aqui, a gente ama azulejo, a esquizofrenia do clima, as distâncias relativas, o sotaque, os ipês… O autor, igualmente apaixonado por Brasília, conta de uma forma leve e repleta de humor os costumes do brasiliense pelo ponto de vista de quem vive e convive com a cidade.
Além das charges e textos, “Cenas Candangas 2” traz QR Codes que levam o leitor a vídeos do canal #MinhaBrasília, também produzidos pelo autor Daniel Zukko, que reforçam o sentimento pela cidade. “Assim como no “Cenas 1”, o “2” propõe uma experiência imersiva em diversas mídias com o objetivo de despertar – ou reforçar – o que gosto de chamar de Orgulho Nacional Candango”, explica Zukko.
De fácil leitura, o “Cenas Candangas 2” é para todas as idades e possui várias camadas. Adultos e crianças têm experiências distintas com a leitura, mas ambas intensas e divertidas. Alguns trocadilhos ou referências são percebidos apenas por quem já vive por aqui há mais tempo e mesmo quem chegou recentemente não fica perdido. Ao final, e igualmente divertido, há um glossário com termos e siglas que parecem muito comuns para nós, porém é quase um dialeto para forasteiros.
CENAS CANDANGAS
O segundo volume da série possui o mesmo conceito do primogênito: mostrar como Brasília é espetacular até nos detalhes do dia a dia, muito além da arquitetura tão famosa.
A ideia inicial surgiu nas redes sociais. Daniel Zukko começou a produzir charges de passagens da própria vida e as publicou no perfil @MinhaBrasilia, no Instagram. O resultado foi sucesso instantâneo, o que rendeu o primeiro volume. Neste “Cenas Candangas 2”, o autor segue a mesma pegada, agora com um tema específico sobre tudo o que define ser candango hoje em dia.
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O AUTOR
Daniel Zukko é jornalista, turismólogo, músico, fotógrafo e ilustrador. Criador do canal #MinhaBrasília em que produz vídeos que explicam a cidade a partir de seus costumes e história. Com mais de 10 milhões de visualizações nas redes, o #MinhaBrasília e Daniel Zukko são, hoje, uma referência na cultura local.
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LANÇAMENTO “CENAS CANDANGAS 2”
Dia 25/05, a partir das 18h Local: Commercial São Benedito, 704 norte (virado para W4)
O artista Oberon Blenner, conhecido como Oberas, é o convidado do CCBB Educativo a conduzir oficina para criação de um painel realizado coletivamente com a técnica “doodle”, uma espécie de esboço ou desenho realizado ao acaso, normalmente imagens simples que podem ter significados concretos de representações ou formas abstratas. A atividade gratuita, que acontece dia 21/5, às 18h, no hall do 1o. Andar, no CCBB.
Durante a oficina, os participantes poderão descobrir a liberdade criativa que o estilo proporciona e a potência visual da integração de desenhos e formas soltas distribuídas em um grande painel coletivo. Personagens, paisagens e linhas geométricas costumam estar presentes no sarrabisco, termo traduzido no Brasil para a técnica que auxilia na memória.
“O doodle é a junção de desenhos e linhas, realizados de forma espontânea, às vezes ao acaso. A ideia é soltar o traço, unindo várias imagens. A interação do grupo é exatamente encaixar um desenho no outro, formando uma obra visual construída a diversas mãos. Para mim, quem sabe segurar uma caneta, sabe desenhar”, explica o artista.
Oberon Blenner é ilustrador, grafiteiro, quadrinista, animador 2D e tatuador. Com um estilo original, busca, por meio de sua arte, criar mundos, futuros ancestrais e seres galácticos. Segundo ele, seu trabalho traduz sua jornada de vida. Ele cresceu assistindo desenhos animados e lendo gibis, e agora ganha a vida com o que mais ama fazer: desenhar. Ilustração de capas de bandas, grupos de rap, quadrinhos. E o sonho de fazer um desenho animado.
Além da atividade que faz parte do ciclo Datas Comemorativas, as tradicionais atividades oferecidas pelo programa estão abertas ao público. A programação completa e mais informações podem ser encontradas no telefone (61) 3222 – 0341 e no endereço eletrônico https://programaccbbeducativo.com.br/ ou https://programaccbbeducativo.com.br/
Datas Comemorativas – Dia da Língua Nacional
Data: 21 de maio Horário: 18h
Hall do 1o andar, no CCBB Brasilia Acesso: Gratuito, mediante retirada de ingressos Classificação etária: Livre Local: Hall do 1º andar