Categoria: Cultura, Entretenimento

Começou a Mostra Competitiva Nacional após emocionante noite de homenagens

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Mais longevo festival de cinema do país, o FBCB ocorre de 9 a 16 de dezembro de 2023, com exibições da Mostra Competitiva Nacional, Mostra Brasília e três mostras paralelas no Cine Brasília

Uma Carta Para Papai Noel, de Gustavo Spolidoro, abre também a mostra paralela Outros Olhares

Festivalzinho exibe filmes para o público infanto-juvenil 

Noite de abertura do festival teve show do Batalá, homenagens a personalidades do audiovisual e filme inédito no Brasil 

Mais uma noite memorável no palco e na tela do Cine Brasília durante a cerimônia de abertura do 56º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Referência nacional, o mais longevo festival de cinema do país continua neste domingo (10), com a primeira sessão da Mostra Competitiva Nacional, que exibe os curtas-metragens Cidade By Motoboy, de Mariana Vita; e Pastrana, de Gabriel Motta e Melissa Brogni; seguidos pelo longa-metragem “No Céu da Pátria Nesse Instante”, de Sandra Kogut. A sessão terá projeção às 20h, nos Complexos Culturais Samambaia e de Planaltina, e às 21h, no Cine Brasília.

Além da sessão principal, haverá debate com a equipe do filme de abertura, “Ninguém Sai Vivo Daqui”, às 9h30, no Hotel Vision Hplus, o início das mostras paralelas Outros Olhares e Festivalzinho no Cine Brasília, e a masterclass “Cinemas Fora do Eixo Representando o Brasil no Mundo”, com o premiado diretor mineiro Gabriel Martins, autor de “Marte Um”, no Museu da República. 

Organizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, em parceria com a organização da sociedade civil Amigos do Futuro, o 56º Festival de Brasília abriu sua edição de 2023 com um show do grupo percussivo exclusivamente feminino, Batalá. Com coreografias e ao som de tambores potentes, arrancou vigorosos aplausos da plateia.

Logo em seguida, o público do festival conheceu os apresentadores da noite: o ator Rocco Pitanga e a atriz Gabriela Corrêa. Além de introduzir o resumo da programação dos próximos dias, Rocco e Gabriela anunciaram as homenagens in memorian ao ex-projecionista do Cine Brasília, Elmar Umberto “Beto” Techmeier, e ao premiado cineasta e fotógrafo André Luís da Cunha.

Para homenagear com o Prêmio ABCV a professora, artista plástica, documentarista e pioneira de Brasília Maria Coeli, foram convidados ao palco Rafael Andrade e Denise Moraes, representantes da Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo (ABCV), outorgadora da distinção. 

Agraciada com a Medalha Paulo Emílio Salles Gomes de 2023 por sua atuação na pesquisa, no ensino e na preservação da memória do cinema brasileiro, a cineasta e professora aposentada da Universidade de Brasília (UnB) Dácia Ibiapina discursou sobre o pioneirismo de Paulo Emílio e fez um apelo por um local adequado para o acervo de Vladimir Carvalho. 

Mais tarde, a secretária do Audiovisual do Ministério da Cultura, Joelma Gonzaga; e o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, fizeram coro a Dácia e a Anna, reforçando o compromisso tanto em acolher o acervo de Vladimir Carvalho como com os avanços das políticas do audiovisual. 

“Os festivais são importantes para nós”, disse Joelma. “Vamos lançar um programa para eles no próximo quadrimestre”, anunciou. Abrantes foi além e assegurou a força especialmente do Festival de Brasília: “Este festival não tombou nem para a ditadura. Não vai tombar para nada. Foi uma questão de honra nossa fazer com que esta edição acontecesse”.

O discurso mais emocionante da noite, contudo, foi o do grande homenageado do 56º Festival de Brasília, premiado com o Troféu Candango pelo Conjunto da Obra. Gabriela Corrêa anunciou a extensa biografia do ex-alfaiate, cuja trajetória se confunde com a história do audiovisual desde o Cinema Novo, enquanto Rocco recebeu no palco seu pai, Antonio Pitanga. “Sou um homem de cinema. E essa cidadania conquistada através do cinema me faz agradecer aos profissionais do cinema de todas as áreas, que foram e que são minha família”, agradeceu. Como dizia Nelson Sargento, se há de se fazer homenagem a mim, que se faça em vida. E vocês o fizeram”, discursou Pitanga com seu notório vigor. 

Antônio Pitanga

Surpresa da noite, a atriz e escritora Elisa Lucinda subiu ao palco para completar o tributo, ao ler versos de uma poesia que escreveu para Antonio Pitanga. O público, fervoroso, ovacionou mais uma vez o homenageado. Com a exibição inédita no Brasil de “Ninguém Sai Vivo Daqui”, representado no palco por André Ristum e parte da equipe do filme, o 56º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro declarou aberta a edição.

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SERVIÇO – 56º FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO

Data: 9 a 16 de dezembro de 2023

Locais: Cine Brasília (106/107 Sul), Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul), Complexo Cultural de Planaltina, Complexo Cultural Samambaia, Hotel Hplus Vision e Auditório II do Museu Nacional da República.

Ingressos da Cerimônia de Abertura: Gratuito com retirada na bilheteria do Cine Brasília a partir de duas horas antes da programação.

Ingressos da Mostra Competitiva Nacional a R$ 20,00 e R$ 10,00, à venda na bilheteria do Cine Brasília a partir de duas horas antes de cada sessão. 

Ingressos da Mostra Competitiva Nacional no Complexo Cultural Samambaia tem entrada gratuita e retirada de ingresso uma hora antes da sessão.

Ingressos Mostra Brasília no Cine Brasília tem entrada gratuita e retirada de ingressos duas horas antes da sessão. 

Demais exibições com entrada franca.

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Programação completa: .https://festcinebrasilia.com.br/

PROGRAMAÇÃO DE FILMES E MOSTRAS

FILME DE ABERTURA – HORS CONCOURS

9 de dezembro às 20h, no Cine Brasília

Ninguém Sai Vivo Daqui

Direção: André Ristum 

SESSÃO ESPECIAL HORS CONCOURS – ENCERRAMENTO 

16 de dezembro às 16h, no Cine Brasília

Raoni – Uma Amizade Improvável

Direção: Jean-Pierre Dutilleux 

SESSÃO BENEFICENTE

Doação de 1kg de alimento não-perecível

10 de dezembro às 18h, no Cine Brasília

Utopia Tropical

Direção: João Amorim

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MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL 

LONGAS-METRAGENS

Exibições no Cine Brasília (21h) com ingressos a R$ 20 e R$ 10 (meia), e no Complexo Cultural Samambaia (20h) com entrada franca

10 de dezembro 

No Céu da Pátria Nesse Instante

Direção: Sandra Kogut

*exibido também no Complexo Cultural de Planaltina, às 20h

11 de dezembro

Mais um Dia, Zona Norte

Direção: Allan Ribeiro

12 de dezembro

Nós Somos o Amanhã

Direção: Lufe Steffen

13 de dezembro

O Dia Que Te Conheci

Direção: André Novais Oliveira 

14 de dezembro 

Cartório das Almas

Direção: Leo Bello

15 de dezembro

A Transformação de Canuto

Direção: Ariel Kuaray Ortega e Ernesto de Carvalho

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MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL 

CURTAS-METRAGENS

Exibições no Cine Brasília (21h) com ingressos a R$ 20 e R$ 10 (meia), e no Complexo Cultural Samambaia (20h) com entrada franca

10 de dezembro

Cidade By Motoboy

Direção: Mariana Vita

Pastrana

Direção: Gabriel Motta e Melissa Brogni

*exibidos também no Complexo Cultural de Planaltina, às 20h

11 de dezembro

Axé Meu Amor

Direção: Thiago Costa 

Erguida

Direção: Jhonnã Bao

12 de dezembro

Helena de Guaratiba

Direção: Karen Black

Remendo

Direção: Roger Ghil (GG Fákọ̀làdé)

13 de dezembro

Dona Beatriz Ñsîmba Vita

Direção: Catapreta

Queima Minha Pele

Direção: Leonardo Amorim

*exibidos também no Complexo Cultural de Planaltina, às 20h

14 de dezembro 

Cáustico

Direção: Wesley Gondim

O Nada

Direção: André Ladeia

15 de dezembro

A Fumaça e o Diamante

Direção: Bruno Villela, Fábio Bardella e Juliana Almeida

Vão das Almas

Direção: Edileuza Penha de Souza e Santiago Dellape

MOSTRA BRASÍLIA

LONGAS-METRAGENS

Exibições no Cine Brasília (18h) com entrada franca

11 de dezembro

O Sonho de Clarice

Direção: Fernando Gutiérrez e Guto Bicalho

12 de dezembro

Ecos do Silêncio

Direção: André Luiz Oliveira

13 de dezembro

Não Existe Almoço Grátis

Direção: Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel

*exibido também no Complexo Cultural de Planaltina, às 20h

14 de dezembro 

Rodas de Gigante

Direção: Catarina Accioly

MOSTRA BRASÍLIA

CURTAS-METRAGENS

Exibições no Cine Brasília (18h) com entrada franca

11 de dezembro

Malu e a Máquina

Direção: Ana Luíza Meneses 

A Menina Corina em: Quantos Mundos Cabem em um Mundo Só?

Direção: Luciellen Castro

12 de dezembro

Glitter Carnavalesco: a História do Bloco das Montadas

Direção: Marla Galdino

Instante

Direção: Paola Veiga

13 de dezembro

Nada se Perde

Direção: Renan Montenegro

Só Quem Tem Raiz

Direção: Josianne Diniz

*exibidos também no Complexo Cultural de Planaltina, às 20h

14 de dezembro 

A Chuva do Caju

Direção: Alan Schvarsberg

Estrela da Tarde

Direção: Francisco Rio

MOSTRA PARALELA 

OUTROS OLHARES

Exibições no Cine Brasília com entrada franca

10 de dezembro, às 14h

Uma Carta Para Papai Noel

Direção: Gustavo Spolidoro

13 de dezembro, das 14h às 17h40

Sekhdese

Direção: Graciela Guarani e Alice Gouveia

+ A Batalha da Rua Maria Antônia

Direção: Vera Egito

14 de dezembro, às 14h 

Crônicas de Uma Jovem Família Preta!

Direção: Davidson D. Candanda

MOSTRA PARALELA 

FESTIVALZINHO

Exibições no Cine Brasília, dias 10 e 16 de dezembro (10h), com entrada franca, e no Complexo Cultural de Planaltina, dias 13 de dezembro (09h) e 14 de dezembro (14h)

A Baleia Mágica

Direção: Douglas Alves Ferreira

Agosto dos Ventos

Direção: Paulo Antunes

Anacleto, o Balão

Direção: Carol Sakura e Walkir Fernandes

Brincando de Imaginar

Direção: Otavio Zucon e Nélio Spréa

Contos Mirabolantes – O Olho do Mapinguari

Direção: Andrei Miralha

Cora e os Corais

Direção: Levi Luz e Bia Hetzel

Os Pelúcias

Direção: Vivian Altman e Sergio Pizza

Palavras Mágicas

Direção: Carlon Hardt

Tom Tamborim

Direção: Maria Carolina e Igor Souza

Vovô Joel

Direção: Douglas Gomes

MOSTRA PARALELA 

MOSTRA COPRODUÇÕES 

Sessões nos dias 11, 12 e 15 de dezembro, no Cine Brasília, com entrada franca 

11 de dezembro, às 14h

O Livro dos Prazeres

Direção: Marcela Lordy

12 de dezembro, às 14h

Puan

Direção: María Alché e Benjamín Naishat

15 de dezembro, às 14h

Levante

Direção: Lillah Halla

15 de dezembro, às 18h

Sem Coração

Direção: Tião e Nara Normande

PROGRAMAÇÃO DO AMBIENTE DE MERCADO

CLÍNICAS DE PROJETOS E PITCHINGS ABERTOS

12, 13 e 14 de dezembro, das 10h30 às 12h30, e das 14h às 18h

15 de dezembro, das 10h30 às 12h30, e das 14h às 16h

Infinu – Comunidade Criativa

Clínica de Projetos com Marton Olympo – inscrições encerradas

15 de dezembro, das 16h30 às 18h30

Sala Oscar Niemeyer – Hotel Hplus Vision

Pitchings abertos dos projetos participantes das Clínicas de Projetos para o Canal Brasil, Paramount+, Box Brazil e a sales agent Júnia Matsuura.

ENCONTROS COM PLAYERS 

11 de dezembro, das 14h às 18h

Sala Lucio Costa – Hotel Hplus Vision 

Encontros com os players convidados pela ApexBrasil para as rodadas de negócios do festival. Evento fechado.

11 de dezembro, das 18h às 20h

Sala Lucio Costa – Hotel Hplus Vision 

Coquetel ApexBrasil com os convidados nacionais e internacionais. Evento fechado.

14 de dezembro, das 14h às 18h

Sala Lucio Costa – Hotel Hplus Vision

Encontros com alguns dos players convidados pelo Festival de Brasília para a presente edição do Ambiente de Mercado: Globo Filmes, Box Prime, Canal Brasil, Boutique Filmes, Glaz, Cine Group, Paramount e EBC. 

RODADAS DE NEGÓCIOS

12 de dezembro, das 16h30 às 18h30

13 de dezembro, das 14h às 16h 

14 e 15 de dezembro, das 11h às 13h

Sala Oscar Niemeyer – Hotel Hplus Vision 

4ª edição do Brasília Trends Fashion Week é aberta com presença da ex-modelo Luíza Brunet no Sesc Guará

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A tão aguardada noite da abertura da 4ª edição do Brasília Trends Fashion Week aconteceu nesta quinta-feira, dia 07, no Sesc Guará, em uma cerimônia de abertura realizada pelo CODESE-DF, organizada pelo Grupo Cirandinha, e com o apoio da SETUR-DF. Além da presença ilustre da madrinha do projeto, a empresária, ex-modelo, atriz e ativista Luiza Brunet, autoridades, imprensa e convidados, puderam conhecer em primeira mão as nuances por trás da história do projeto, bem como a programação dos três dias de evento que acontece até o dia 10 de dezembro. 

Bernardeth Martins e Antônio Carlos Canabrava Abdala

Entre as autoridades presentes no evento estiveram: a Chefe de Gabinete do Ministério do Trabalho e Emprego, Lene Gonçalves, o administrador do Guará, Artur Nogueira; o presidente do Sindivarejista-DF e primeiro vice-presidente da Fecomércio-DF, Sebastião Abritta; o Diretor Regional do SESC-DF; Valcides Araújo, o presidente do CODESE-DF, Leonardo Ávila; e o Embaixador da Tanzânia, Adelardus Lubango Kilangi. 

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Durante a cerimônia, Luíza Brunet conheceu e foi presenteada com os belos trabalhos artesanais de mulheres da Associação Nova Cidadania de Santa Maria que fazem parte dos cursos de capacitação do Grupo Cirandinha, IMECRIA Verde, Escola de Moda Fashion Campus e da Malharia Ipanema. Além de ser homenageada com o selo oficial de madrinha do evento.

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“Para mim, é uma honra vir para Brasília e poder participar de um evento tão especial que fomenta oportunidades de capacitação para mulheres em estado de vulnerabilidade. Sabemos bem como é difícil ter os nossos direitos violados, e como é gratificante encontrar pessoas que corroboram para que outras pessoas que passaram por essas situações tenham de volta sua dignidade”, conta Luíza. 

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Na noite de descontração, os convidados puderam conferir em primeira mão o desfile inaugural comandado pelo produtor artístico, Pedro Adbala. Na passarela, com a temática ‘Festa no Terraço’, os modelos mostraram alguns dos looks que estarão presentes nos três dias de evento com toda reverência, com as cores quentes que foram predominantes nos figurinos, como o laranja e aos tons terrosos. 

Durante os dois dias de desfiles, estarão presentes marcas como: Malharia Ipanema; Organização das Nações Unidas para as Migrações; Projeto Luz no Horizonte; CRD Reserva; Óticas Grand Estyle; L’Avière Joias; A Moda da Bru e Chlos (marcas que desfilaram no Mato Grosso do Sul Fashion Week); Embaixadas do Quêria, Camarões e Zâmbia; América Rocha; Chose; Itamar Terra, Vento Radical; Vento Radical; Picnik; Ateliê Karina Petzold; Calce Perfeito e Flor do Rock / Dark Sabbath; Escola Fashion Campus; Amitié; e Cirandinha.

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Nesta edição, nós queremos quebrar esses paradigmas com relação peso, altura, tipo físico, idade e poder aquisitivo para fazer parte da moda. Neste ano, o  BTFW vai muito além, nós trouxemos a oportunidade única dentro do evento de dar visibilidade para iniciativas de capacitação de mulheres em estado de vulnerabilidade, além de debater sobre temas de relevância que atingem inúmeras vítimas dentro da cadeia da moda, como o tráfico de pessoas, trabalho escravo e trabalho infantil”, conta a CEO do Grupo Cirandinha e do Brasília Trends Fashion Week.

Intitulado “Moda Inclusiva e Plural”, a quarta edição do Brasília Trends Fashion Week é realizada nos dias de 8, 9 a 10 de dezembro, no Sesc Guará (QE 04 Área Especial, Guará I). Realizado pelo CODESE-DF, organizado pelo Grupo Cirandinha, e com o apoio da SETUR-DF, o BTFW apresenta um conceito em moda que compreende o mercado em sua integralidade, transbordando o espaço das passarelas para estar presente também na arte, na música, na tecnologia e na vida das pessoas, fomentando o turismo para o Distrito Federal. A entrada nos três dias de evento será por meio de doação de um quilo de alimento não perecível que será entregue para o programa Mesa Brasil do SESC-DF.divul

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Brasília Trends 2023

Local: QE 04 Área Especial, Guará I

Dias: 8, 9 e 10 de dezembro de 2023

Horário: A partir das 10h

Entrada: um quilo de alimento não perecível, que será doado para o programa Mesa Brasil do SESC-DF

Site Oficial: https://www.btfw.com.br/

Metaverso: https://www.spatial.io/download

Instagram: @brasiliatrends_oficia

Apoio: GDF, SETUR/DF, Fecomércio-DF, SESC-DF, SENAC-DF, SEBRAE/DF, Sindivarejista-DF, OIM, Embaixada da Tanzânia, IME-CRIA, SRT/DF, BPW Brasília-DF, Sindhobar, Malharia Ipanema, Estudio M,  Perboni Brasil, Calce Perfeito, Dubba Live Shop, CANUP, Lig Midia, Brasília Grill Fest, Instituto Dana Salomão, Escola de Moda Fashion Campus, Centro de Excelência em Negociação, Mediação e Arbitragem, Wós Design e Consultoria, Flávia Soares Consultoria RH/Treinamentos Superandosi Desenvolvimento Humano, WA Music Entertainment e Ana Decora Eventos.

Feira e talk shows reúnem pensamento e arte indígena em festival nacional

Edição de estreia do Festival Brasil é Terra Indígena terá Feira de Arte dos Povos Indígenas com curadoria de Marcelo Rosenbaum e uma série de debates contemporâneos

O Festival Brasil é Terra Indígena acontece em Brasília nos dias 13 e 14 de dezembro e vai retratar uma síntese da diversidade de pensamentos e estéticas dos mais de 300 povos indígenas do Brasil com uma ampla feira de arte e uma série de debates de temas urgentes e contemporâneos no país. A Feira de Arte dos Povos Indígenas reúne no edifício anexo do Museu Nacional da República trabalhos de mais de 80 artistas dos seis biomas do território brasileiro, em uma curadoria desenvolvida pelo arquiteto Marcelo Rosenbaum. Já a série de talk shows do Espaço Tecnologia e Ancestralidade, instalado no Auditório II do museu, com capacidade para 80 pessoas, aborda temas que vão da moda à crise climática. 

A Feira de Arte dos Povos Indígenas apresenta e valoriza formas de expressão de artistas indígenas, como uma plataforma para a inclusão social. A feira, aberta nos dois dias de festival das 9h às 20h, tem curadoria do arquiteto Marcelo Rosenbaum e destaca a importância da bioeconomia como ferramenta para a permanência nos territórios ancestrais e a salvaguarda do meio ambiente. Estão convidados para expor seus trabalhos 80 artistas, vindos de todos os seis biomas brasileiros e integrantes dos povos como Yanomami, Macuxi, Terena, Baré, Ashaninka, Kadiwéu, Guarani, Guajajara, Tremembé, Wauja e Mehinaku. “Há muitos anos me relaciono com vários grupos indígenas de todo o Brasil, então a ideia é retratar a diversidade de belezas da arte ligada à ancestralidade, e apresentar a riqueza dos saberes de convivência e proteção desses biomas, porque a relação da arte indígena está muito conectada ao bioma, na relação que se estabelece ao viver completamente integrado na sabedoria da relação com a natureza”, explica Rosenbaum.

Cestarias de Marlene Baniwá

O arquiteto curador acredita que a compreensão do que é a arte indígena passa por entender que tanto objetos decorativos quanto aqueles que podem ser usados no dia a dia “reverenciam os animais, a natureza como um todo, mas também serem encantados, seres que estão além do material. Além da beleza, também está o respeito e reconhecimento dos valores que vêm dos saberes e do imaginário dos artistas originários, porque essa é a arte originária do que hoje a gente chama de Brasil. Aí temos mais uma função da feira, que é preservar, honrar e valorizar esses povos e sua arte”, ressalta.

A expectativa de Rosenbaum é de que a feira seja “um espaço de troca para reunir artistas de todos os biomas e que eles se encontrem, se reconheçam, troquem experiências sobre o mercado, oportunidades. E para o público não-indígena se conectar com os artistas, ver a beleza e a pluralidade desses trabalhos. Acho que nunca tivemos uma apresentação da arte e do artesanato indígena representada pelos próprios povos, sem intermediários. E tudo isso vai ocupar um monumento arquitetônico muito simbólico, o que dá muita força e dignidade a esses artistas”, comenta.

Peças em palha de Marlene Baniwá

O festival é criado e promovido pelo coletivo Mídia Indígena com o apoio institucional do Ministério dos Povos Indígenas e tem como patrocinador oficial o Instituto Cultural Vale, articulação do Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM) e também com o apoio do Ministério da Cultura. A feira e os talk shows têm patrocínio do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte.

Debates contemporâneos

Para promover o intercâmbio social e cultural com os povos indígenas, o Espaço Tecnologia e Ancestralidade foi criado para abrigar debates e rodas de conversa. A série de talk shows Comunicação Indígena e Suas Narrativas vai abrigar uma ampla diversidade de temas e pensamentos. Participam deste amplo debate entidades e associações como Mídia Indígena, Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Coordenação de Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), Grande Assembleia dos Povos Guarani e Kaiowá (ATy Guasu), Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (Apoinme), Articulação dos Povos Indígenas da Região Sul (Arpinsul), Articulação dos Povos Indígenas da Região Sudeste (Arpinsudeste), Comissão Guarani Yvyrupa e o Conselho do Povo Terena.

Peças de Marlene Baniwá – Divulgação

Japupromti Parkatêjê, do povo Gavião do Pará e membro do Mídia Indígena, explica que “o objetivo é dar visibilidade ao protagonismo dos povos indígenas em diversos temas e a conexão dessa diversidade com a riqueza cultural que existe no Brasil, além de entender as questões específicas de cada povo e buscar soluções coletivas para uma luta que é de todos”. “Pensamos em reunir temas que possam fortalecer a luta coletiva dos povos indígenas de todos os biomas, e vamos discutir desde a moda até questões climáticas”, complementa.

Ele conclui ressaltando que, juntos, os debates vão dar uma panorama em que é possível ver que “ainda podemos garantir um planeta verde, com nossos modos de viver cultural e tradicional, e vamos debater a sociobiodiversidade para mostrar os trabalhos feitos por vários grupos que produzem desde artesanato a alimentação saudável dentro de seus territórios”.

Música

Destaques indígenas na música brasileira contemporânea integram o line-up do festival: Djuena Tikuna, Kaê Guajajara, Siba Puri, DJ Rapha Anacé, Tainara Takua, Gean Pankararu, Heloisa Araújo Tukue, Brisa Flow, DJ Eric Terena, MC Anarandá, Katú Mirim, Òwerá, Edvan Fulni-ô, Suraras do Tapajós, Brô MC’s, DJ Scott Hill, DJ Italo Tremembé, e Grandão Vaqueiro. A proposta curatorial da programação propõe participações e misturas musicais de artistas não-indígenas que ainda serão anunciados pela produção. Integram a programação artistas convidados pelos nomes indígenas, como Gaby Amarantos, Xamã, Lenine, Mariene Castro e  Felipe Cordeiro.

A seleção do line-up do festival prestigiou artistas vindos dos seis biomas brasileiros. Entre os indígenas, integram a lista tanto nomes que já têm uma trajetória na música, quanto revelações. “Queremos dar espaço a quem já tem estrada e a quem está começando. Para promover um grande intercâmbio e fortalecer o teor político do festival, convidamos artistas não-indígenas consagrados na indústria musical que sejam aliados da nossa causa”, explica Priscila Tapajowara, coordenadora do Brasil É Terra Indígena.

Confira a programação completa dos talk shows:

13 de dezembro

11h – Talk Show: Comunicação Indígena e suas Narrativas

Mediação: Erisvan Guajajara – Mídia Indígena

Convidados:

– Samela Sateré Mawé – Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib)

– Mitã Xipaya – Coordenação de Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira

(Coiab)

– Sally Nhandewa – Grande Assembleia dos povos Guarani e Kaiowá (Aty Guasu)

– Ziel Karapotó – Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste,

Minas Gerais e Espírito Santo (Apoinme)

– Gabriel Karai – Articulação dos Povos Indígenas da Região Sul (Arpinsul)

– Jovino Guarani – Comissão Guarani Yvyrupa (CGY)

– Cicero Terena – Conselho do Povo Terena

– Vanessa Kaingang – Articulação dos Povos Indígenas da Região Sul (ArpinSul)

14h – Talk Show: Economia ancestral e a Sociobiodiversidade

Mediadora: Tipuici Manoki – Comunicadora e artesã indígena

Convidados:

– Lu Tariano – Coordenadora do Departamento de Negócios Socioambientais da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (FOIRN)

– Adriana Ramos – Secretária Executiva do Instituto Socioambiental e coordenadora do Observatório do Clima

– Lucia Alberta – Diretora de Promoção ao Desenvolvimento Sustentável da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai)

– Juliano Salgado – Cineasta e Presidente do Instituto Terra

– Marcelo Rosenbaum – Fundador do Instituto A Gente Transforma, arquiteto e designer

16h – Talk Show: Diálogo sobre a ocupação indígena na moda

Mediação: Samela Sateré Mawé – comunicadora e influenciadora digital

Convidados:

– Patricia Naiara Kamayura – Estilista indígena Xingu

– Rodrigo Tremembé – Estilista e design de moda

– Weena Tikuna – Artista indígena e produtora de moda

– Sioduhi Lima – Estilista do povo Piratapuya

17h30 – Talk Show: Música Indígena no Topo

Mediadora: Djuena Tikuna

Convidados:

– Brô MCs

– Heloisa Araújo Tukue

– Erick Terena

– Gean Pankararu

– Edvan Fulni-ô 

– Owerá

– Katú Mirim

14 de dezembro

10h – Talk Show: Questões climáticas, o que é isso?

Mediadora: Jozileia Kaingang

Convidados:

– Marina Silva – Ministra do MInistério do Meio Ambiente

– Max Maciel – Deputado distrital

– Conceição Amorim – Assistente social e professora do estado do Maranhão

– Beka Munduruku – Comunicadora da Mídia Indígena e do Coletivo Daje Kapap Eypi

– Suliete Baré – Coordenadora geral de Enfrentamento à Crise Climática do Ministério dos Povos Indígenas (MPI)

Cerâmica Tukano – Divulgação

SERVIÇO
Festival Brasil É Terra Indígena
Feira de Arte dos Povos Indígenas: 13 e 14 de dezembro, das 9 às 20h
Espaço Tecnologia e Ancestralidade: talk shows dias 13 e 14 de dezembro, a partir das 10h
Atrações musicais: 13 dezembro, a partir das 19h, e 14 de dezembro, a partir das 18h
No Museu Nacional da República (Setor Cultural Sul, Lote 2)
Entrada Gratuita
Classificação etária: livre
Instagram: https://www.instagram.com/festivalindigena/

9ª Edição da Feira Cultural de Ceilândia: Casa do Cantador recebe Odair José, cultura popular e economia criativa ceilandense

Festival celebra a descentralização da cultura em evento gratuito com música, teatro e diversidade

Neste sábado, 9 de dezembro, as dependências da Casa do Cantador serão palco da 9ª Edição da Feira Cultural de Ceilândia, projeto que se consolidou como um dos principais eventos culturais da agenda do Distrito Federal. Com fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec), a celebração envolve artistas da cultura popular da cidade, exposições de produtores locais da economia criativa e conta com a presença do cantor e compositor Odair José como atração nacional.

A Feira Cultural de Ceilândia nasceu com o propósito de destacar o valor da cultura no contrafluxo, oferecendo shows de alta qualidade de forma gratuita. Com 51 anos de história, Ceilândia é referência na cultura nordestina no DF, e o evento busca unir os ceilandenses em toda a sua diversidade musical, com ritmos que vão desde MPB, HIP-HOP, Samba, Forró até Teatro de Mamulengo.

Com expositores de diversos segmentos como moda, arte, gastronomia e artesanato, a programação cultural promete entreter o público a partir das 15h com um line-up diversificado, para todos os gostos e idades. Entre os destaques estão apresentações de Rota 40, Rego Junior, Mamulengo Fuzuê, Lília Diniz, Diogo Logo, Amor Maior, Nanci Araújo, Caco de Cuia e encerrando com chave de ouro, Odair José às 21h40.

Foto divulgação

À frente da ação, a produtora cultural Rosângela Dantas celebra a continuidade do projeto: “Estamos muito entusiasmados em realizar a 9ª edição da Feira Cultural de Ceilândia. Esta iniciativa é uma celebração da diversidade cultural presente em nossa cidade, e a cada edição buscamos superar as expectativas, proporcionando experiências únicas para todos os participantes. Acreditamos que a cultura é um pilar fundamental para o desenvolvimento de uma comunidade, e a Feira Cultural é uma maneira de destacar e fortalecer a identidade plural de Ceilândia.”

Além de celebrar a riqueza da música brasileira que norteia as raízes culturais de Ceilândia, a feira também se destaca por ter um olhar cuidadoso em relação a questões significativas. O evento se preocupa com a acessibilidade, contando com intérpretes de libras, estrutura para pessoas com deficiência, além de áudio descrição ao vivo para atender a diversidade de públicos. A 9ª edição da Feira Cultural é idealizada pela Artecei Produções Artísticas e Culturais, comprometida em promover a cultura e as artes no Distrito Federal.

Foto divulgação

Odair José, romântico no Palácio da Poesia

A 9ª edição promete superar as expectativas, trazendo uma programação renovada com o valor de artistas e produtores locais de Ceilândia, Sol Nascente e Pôr do Sol. Além disso, o evento contará com um show de encerramento de uma atração de renome nacional: Odair José.

Reconhecido como “O Terror das Empregadas e Bob Dylan do Central do Brasil” por suas letras românticas, o artista é um ícone da música popular brasileira, abordando temas profundos e cotidianos em suas canções. Com um repertório que atravessa gerações, Odair José enumera mais de 80 milhões de discos vendidos, entre álbuns originais, ao vivo, coletâneas e versões em espanhol. Entre os sucessos mais populares estão: “Pare de Tomar a Pílula” e “Vou tirar você deste lugar”.

Foto divulgação

Serviço: Feira Cultural de Ceilândia – 9ª Edição

Evento Gratuito
Data: 09 de dezembro
Hora: 15:00
Local: Casa do Cantador – Ceilândia
Programação:
Rota 40 às 15h
Rego Junior às 15h50
Mamulengo Fuzuê às 16h40
Lília Diniz às 17h30
Diogo Logo às 18h20
Amor Maior às 19h10
Nanci Araújo às 20h
Caco de Cuia às 20h50
Odair José às 21h40

Instagram: @arteceiproducoes

Tráfico de pessoas, Debate sobre o sistema, a legislação e os demais desafios culturais

A Justiça Humanitária Social tem o prazer de lhe convidar para o lançamento do livro: “TRÁFICO DE PESSOAS: debate sobre o sistema, a legislação e os demais desafios atuais”, organizado pelo nosso Comitê de Estudos Jurídicos.

O evento acontecerá no dia 04/12/23, das 18:30 às 21:00, no Espaço Cultural Golden Tulip Hotel (SHTN Trecho 1 Brasília/DF), com a presença do Ministro aposentado do STF, Marco Aurélio de Mello.

Será uma oportunidade para nos reunir, conversar sobre o livro e comemorar essa conquista.

Por Marilane Lopes Ribeiro

PAULINO AVERSA E NICOLAS BEHR LANÇAM LIVRO SOBRE A NOSSA RODÔ NA ESTAÇÃO RODOVIÁRIA

RODÔ – Poesia passageira, poemas sem destino é o título do novo livro da dupla: o artista plástico Paulino Aversa e o poeta Nicolas Behr, a ser distribuído gratuitamente na Estação Rodoviária.

Com 80 páginas, design de Gabriel Menezes, apoio do SESC DF e do movimento Viva Brasília Viva, o livro é ricamente ilustrado por Paulino Aversa, que nasceu em Brasília no ano da fundação da cidade, testemunha ocular da história. Nicolas Behr nos traz poemas inéditos sobre a Rodô, essa verdadeira “personagem” da nossa cidade.

“O que caracteriza a arte do Paulino Aversa é que ele insere o cotidiano de Brasília na sua obra. E neste livro temos um recorte muito realista do seu olhar sobre a Rodô” , declara Nicolas Behr sobre o trabalho do seu parceiro.

“Com este livro realizo um sonho antigo que é o de fazer um livro com o Nicolas Behr. Ele com suas palavras e eu com minhas imagens”, diz o artista plástico Paulino Aversa.

Além do SESC DF o livro RODÔ – poesia passageira, poemas sem destino,– tem o apoio do movimento Viva Brasília Viva, uma corrente de valorização à arte que floresce no Distrito Federal.

“Para mim, que sempre tive na leitura uma porta de entrada para o mundo, é uma realização indescritível. Tenho certeza de que todas as pessoas alcançadas por esse projeto também se sentirão dessa maneira”, finaliza o diretor regional do SESC, Valcides de Araújo.

O livro será distribuído gratuitamente aos usuários do transporte publico do DF, numa busca de interação entre o público frequentador da Estação Rodoviária e os autores, valorizando cada vez mais aquele espaço urbano e a cultura da cidade.

Serviço:

Lançamento:

ESTAÇÃO RODOVIÁRIA DO PLANO PILOTO 

Dia  7 de dezembro ( quinta-feira ) 

a partir das 16 horas, na parte inferior da 

Plataforma, mais próximo à entrada do Metro. 

O livro terá distribuição gratuita.

Contato com os autores:

Paulino Aversa  – 98244 8914 

Instagram  @paulinoaversaoficial 

Nicolas Behr – 99982 0418 

Instagram @nicolasbehr

SESC CEILÂNDIA RECEBE MOSTRA DE VIDEOCLIPES E DOCUMENTÁRIOS EM 02 E 03/12

Evento faz parte da 2º etapa do Prêmio Profissionais da Música e exibirá 29 produções de todas as regiões do país 

Em 02 e 03 de dezembro, o Sesc Ceilândia receberá a Mostra de Videoclipes e documentários musicais dentro da 2ª etapa do Prêmio Profissionais da Música. Aberto ao público, o evento exibirá 29 produções de todas as regiões do país, destacando o trabalho dos finalistas que concorreram à premiação realizada em junho, no Museu da República. Brasília, claro, está bem representada com Todos Sonhos Desse Mundo”, de Japão Viela17; “Presente de um Beija-Flor”, de Izabella Rocha; “Desilusão”, de Sellva e “Saudade”, de Mayara Dourado. Estes artistas também estarão no local para participar do painel: “Vídeoclipe: investimento x resultado. Vale à pena?”, em 03 de dezembro.

A programação é rica, com linguagens diversas utilizadas para levar ainda mais longe a qualidade do trabalho dos artistas e profissionais envolvidos. Os videoclipes são um recurso audiovisual de extrema importância para a difusão musical e o que é melhor: com tantas ferramentas tecnológicas acessíveis, não são mais exclusividade de quem pode dispor de grandes orçamentos. O que não muda é a colaboração de profissionais competentes e criativos e a vontade de fazer acontecer”, afirma Gustavo Vasconcellos, idealizador do PPM e mediador do painel.

A lista de obras apresentadas se completa com “Água Doce”, de Aíla; “Dançando com Oxum”, de Timbres E Temperos; “Falcão e o Coração de Mosquito”, de Allex Ribeiro; “Kananciuê”, de Lucilene Castro; “Rio Abaixo do Rio”, Luli Braga; “A Dança do Caos”, de Sargaço Nightclub; “Deixa”, Fabiana Santiago; “Identidade”, de Melaninaemsi; “Sinais”, de Ana Paula Albuquerque, e “Ynaê”, de Gama Junior; “Chorar”, de Karola Nunes; “Desenho dos Sonhos”, de Fernanda Cabral; “Escolhas”, de Versa; “O Quarto e Ela”, de Serginho Feijó; “Passagem de Ida”, de Clarissa Bruns; “Ser Criança”, de Laura Dalmás; Zoiuda, de Raissa Fayet; “A Banda de Um Homem Só”, de Rodrigo Torrero; “Audax – Between Us”, de Felipe Krust; “Mand´ela”, de Afrodizia; “Medo”, de  Taïs Reganelli feat. Pedro Luís; “Miragem”, de Emílio Victtor; “Tela a Pele”, de Yasmin Umbelino. Na parte reservada aos documentários serão duas produções: Chico Mário – a melodia da liberdade”, de Silvio Tendler e “Prêmio Profissionais da Música 7ª edição | Temos um país para reconstruir. Viva a cultura popular”, de Fábio Alexandre.

O Sesc Ceilândia também abrigará outros três painéis: “Como aprovei o Meu Primeiro FAC”, com o professor de música e instrumentista João Rochael; “Criar, Conectar, Respeitar”, com o cantor Salomão di Pádua e “Como exportar a música de Brasília a partir de feiras internacionais”, com a jornalista Charlotte Vilela e o cinegrafista Fábio Alexandre.

Sobre o PPM

Em sua 7ª edição, em 2023, o PPM foi dividido em duas etapas. A 1ª, realizada em junho, alcançou abrangência nacional com a premiação de profissionais de todo o país distribuídos em 176 categorias. Já a 2ª, confirmada para dezembro, será predominantemente voltada para o Distrito Federal. Na programação, realizada em unidades do SESC DF, haverá exibição de conteúdos audiovisuais e shows. O evento é feito por e para os profissionais da música de todo o país, com o propósito da valorização de toda a cadeia criativa e produtiva da música, desde os bastidores, passando pela obra em si, até sua distribuição. É um evento inclusivo que conta com intérpretes de LIBRAS, instalações acessíveis a pessoas com deficiências e outros recursos de acessibilidade. O PPM foi/é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.

Links videoclipes do DF:

Desilusão, de Sellva:

Presente de um Beija-Flor, de Izabella Rocha: https://www.youtube.com/watch?v=BttmGiIn5RE

Todos Sonhos Desse Mundo, de Viela17: https://www.youtube.com/watch?v=23WFSItR7os

Desilusão, de Sellva:

Saudade, de Mayara Dourado:

Serviço:

Mostra de videoclipes e documentários musicais

Programação

De 02 a 03/12, das 19 às 22h

03/12: “Vídeoclipe: investimento x resultado. Vale à pena?”

Teatro SESC Ceilândia- QNN 27 Área Especial S/N, Ceilândia Norte

Indicação: Livre

Entrada: Franca

Painéis PPM

Programação

03/12, das 17h às 19h

Teatro SESC Ceilândia- QNN 27 Área Especial S/N, Ceilândia Norte

Indicação: Livre

Entrada: Franca

Informações completas: http://www.ppm.art.br/

Projeto de teatro independente “Duo Essencial – tela em branco” traz performances solo em Brasília neste fim de semana

Luca Lima – crédito Thaísa Pasqua

O público de Brasília terá uma oportunidade única neste fim de semana com o espetáculo teatral “Duo Essencial – tela em branco”, apresentado por dois talentosos artistas independentes: Luca Lima (Brasília) e Wallace Dutra (São Paulo), integrantes do Centro de Estudos do Teatro Essencial (CETE), de Denise Stoklos.

Na noite de sábado (02/12) e do domingo (03/12), os jovens atores farão apresentações solo envolventes que exploram temas como amor, liberdade, vida, arte e loucura, na Casa da Cultura Brasília. As performances, intituladas “Demos” e “PSI”, convidam o público a uma experiência íntima, livre de excessos cênicos e diretamente conectada à essência humana.

Luca Lima, com o solo “Demos”, apresentará uma dramaturgia autoral que trabalha desde 2018, enquanto Wallace Dutra, com uma performance inspirada em Sarah Kane, intitulada “PSI”, oferecerá uma versão renovada após estreias em Irati (PR) e São Paulo (SP).

Ambas apresentações destacam a presença humana, proporcionando uma reflexão profunda sobre uma sociedade moldada pela velocidade das redes sociais e dos meios de comunicação modernos. Em um mundo onde, como expressa o poeta, “nos deram espelhos/e vimos o mundo doente”, essas performances buscam estimular diálogos significativos sobre a condição humana.

Wallace Dutra – crédito Wallace Dutra

Serviço:
“Duo Essencial – tela em branco”, com Luca Lima (Demos) e Wallace Dutra (PSI)
Local: 
Casa da Cultura Brasília (SHCGN 703, bloco H, casa 12)
Data: sábado e domingo, 2 e 3 de dezembro de 2023, a partir das 19h30
Ingressos: via Sympla
Preços: R$ 40,00 (inteira) / R$ 20,00 (meia-entrada com doação de produto de limpeza)

A vida de Dom Pedro I ganha uma nova abordagem em livro inédito sobre a trajetória musical do Imperador, autor do Hino da Independência  

Escrita pela cravista Rosana Lanzelotte e patrocinada pela farmacêutica EMS, a obra é fruto de quatro anos de pesquisas em bibliotecas pelo mundo; as composições citadas estão disponíveis gratuitamente no portal Musica Brasilis e nas plataformas digitais

O lançamento acontece na Livraria da Travessa, em Ipanema, no dia 10 de novembro, 19hs, e na Festa Literária Internacional de Paraty, no dia 25 de novembro

A musicista e pesquisadora Rosana Lanzelotte lança o livro “Já raiou a Liberdade – D. Pedro I compositor e a música de seu tempo”, pela editora Capivara. A publicação, disponível em formato impresso e em e-book, focaliza a trajetória musical de D. Pedro I, autor do Hino da Independência.

Praticante de diversos instrumentos musicais, esta faceta de compositor é desconhecida por muitos. O lançamento acontecerá na Livraria da Travessa, em Brasília, no dia 6 de dezembro, a partir das 19h. Os estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul já sediaram sessões de autógrafos, sempre bem recebidos pelo público.

O livro é fruto de quatro anos de pesquisas sobre a trajetória e as obras de D. Pedro I, em bibliotecas do Brasil, França, Portugal e Áustria. Foram publicadas todas as obras musicais conhecidas de D. Pedro, gratuitamente disponíveis através do portal Musica Brasilis (https://musicabrasilis.org.br/), criado por Rosana em 2009. As obras foram editadas no âmbito do projeto Acervo Digital de Partituras Brasileiras, cujo objetivo é dar acesso livre e aberto a edições de 5 mil partituras de compositores brasileiros em domínio público através da web. “Um convite para conhecermos a trajetória do “rei-orquestra”, que dominava vários instrumentos e que compôs obras publicadas em Lisboa, Porto, Paris e Londres” explica Maurício Vicente Ferreira Júnior, historiador, Diretor do Museu Imperial. 

O livro é um encontro entre a contemporaneidade e o passado. Se por um lado, o leitor pode ter acesso aos bastidores da história do país, por outro, ele se transforma em um leitor-ouvinte, uma vez que todas as obras musicais mencionadas podem ser ouvidas através de QR Codes que levam aos áudios e/ ou vídeos das composições. Dessa forma, a experiência da leitura ganha novos contornos. “Trata-se de um livro sobre música e História. Por isso, nada mais adequado do que sugerir que o leitor ouça os repertórios.”, conta a autora. “Escrito com graça, leveza e objetividade, o livro de Rosana Lanzelotte é uma biografia de D. Pedro I que foca em um dos aspectos que a historiografia tem tratado de forma secundária: sua produção musical”, diz Isabel Lustosa, historiadora e cientista política. 

“Já raiou a Liberdade” coloca, a partir de estudos inéditos e aprofundados, a correta posição de D. Pedro I em nossa história, não apenas como um príncipe libertário, mas como um músico de elevado talento e pleno domínio do artesanato composicional. Também nos revela a densidade e qualidade técnica deste estudo-biografia, praticado por uma das maiores instrumentistas e conhecedora da realidade histórica e musical brasileira, Rosana Lanzelotte. Leitura obrigatória de todo interessado ou profissional da música deste país”, declara o maestro e arranjador Júlio Medaglia

O livro também é celebrado por musicólogos portugueses: “Rosana Lanzelotte tanto tem feito, como intérprete, pesquisadora e gestora cultural pela causa da redescoberta e da divulgação da música no Brasil, e aqui, mais uma vez, nos demonstra como o rigor e a profundidade da investigação podem conviver com o talento de uma excelente contadora de histórias”, comenta Rui Vieira Nery, da Universidade Nova de Lisboa.

Este projeto é viabilizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e conta com o patrocínio da farmacêutica EMS, apoio financeiro da Sirius e Pleni, e realização do Instituto Musica Brasilis, Ministério da Cultura e Governo Federal, União e Reconstrução.

“Para a EMS, uma empresa 100% nacional, que investe e aposta no Brasil há 59 anos, é um orgulho patrocinar uma obra desse porte e conteúdo, que mostra a faceta do compositor de D. Pedro I, obras por ele compostas e seus tantos significados. Nossa proposta é colaborar para tornar pública tamanha riqueza e para ampliar o acesso ao conhecimento de fatos do país, valorizando a nossa história e enriquecendo as reflexões sobre como e por que chegamos a ser quem somos e quem ainda podemos chegar a ser como nação”, explica Marcus Sanchez, vice-presidente da EMS. A empresa é também uma das patrocinadoras das obras de revitalização e ampliação do Museu do Ipiranga, o maior símbolo da Independência do Brasil, reaberto ao público em setembro de 2022.

A autora autografou alguns livros para os primeiros que adquirirem na livraria

Foto divulgação

Serviço:

Sessão de autógrafos

RIO DE JANEIRO/RJ

sexta, 10/11, às 19 horas

Livraria da Travessa

R. Visconde de Pirajá, 572

Ipanema

segunda, 04/12, às 19 horas

Livraria Janela

Shopping da Gávea – R. Marquês de São Vicente, 52

Gávea

PARATY/RJ

sábado, 25/11, 19 horas

Pousada Literária

Centro Histórico

PORTO ALEGRE/RS

quinta, 30/11, às 15 horas

Livraria Banca do Livro – MARGS

Praça da Alfândega, s/n

Centro Histórico

BELO HORIZONTE/MG

sábado, 2/12, às 11 horas

Livraria da Rua

R. Antônio de Albuquerque, 913

Funcionários

BRASÍLIA/DF

quarta, 6/12, às 19 horas

Livraria da Travessa

CASAPARK – SGCV/Sul Lote 22 – 4A

Preço:

Livro – R$60,00 | Ebook – R$ 30,00

Detalhes do Livro:

Editora: Capivara; 1ª edição (15 agosto 2023)

Idioma: Português

224 páginas (capa dura) | 140 ilustrações

Dimensões:‎ 21 x 25 cm

Mais informações:

https://musicabrasilis.org.br/noticias/ja-raiou-liberdade-d-pedro-i-compositor-e-musica-de-seu-tempo

https://www.linkedin.com/company/musicabrasilis/

https://www.instagram.com/musicabrasilis/

Estreia do Programa “Sucesso na Quebrada” na Ativa FM nesta sexta (1º)

A partir desta sexta-feira, 1º de dezembro, a Ativa FM traz uma nova e vibrante experiência radiofônica para a comunidade do Distrito Federal e Entorno. O aguardado programa “Sucesso na Quebrada” chega para celebrar e promover a rica cena musical autoral da região. 

O programa comandado por Lucas Martins vai ao ar de segunda a sábado das 13h às 14h30 e é dedicado exclusivamente a apresentar as melhores músicas autorais produzidas por talentosos artistas do Distrito Federal e áreas vizinhas. O projeto conta com financiamento do Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec).  

Com uma playlist diversificada, “Sucesso na Quebrada” busca proporcionar aos ouvintes uma jornada musical única, destacando a autenticidade e a diversidade artística da região. A Ativa FM se orgulha de ser uma plataforma que valoriza e apoia a criatividade local, dando voz aos artistas emergentes da comunidade.

Se você é artista ou banda autoral e quer sua música tocada na rádio Ativa Fm envie sua música para sucessonaquebrada@gmail.com

Sucesso na quebrada

Sintonize em Ativa FM 98,1

De segunda a sábado 

Das 13h às 14h30

Kawaii Pan lança menu especial para o Natal

Empresa brasiliense tem opções irresistíveis para divertir e adoçar as festas de fim de ano

Natal Kawaii Pan Foto Thais Batalha

Para celebrar a data mais festiva do ano, a chef Evelyne Ofugi lança seu tradicional cardápio especial de Natal. A casinha de biscoito, que já é um clássico na marca, pode ser comprada este ano de duas formas diferentes. Ela toda pronta (montada e decorada) custa R$ 110. O cliente também pode comprar a casinha montada e confeitar de acordo com a sua imaginação por R$ 70.

Neste ano, o cardápio também possui mini casinhas confeitadas (R$ 23,40), um presente para deixar as celebrações ainda mais encantadoras. Outro sucesso que está de volta é o Kit Confeitaria de árvore de Natal (R$ 32). Numa atividade saborosa e interativa, a criança pode montar sua própria árvore com 12 biscoitos de baunilha, glacê real e um saquinho de sprinkles. A ideia é liberar a criatividade na hora de confeitar.

Natal Kawaii Pan Foto Thais Batalha

Para quem busca opções para presentear pessoas queridas, a chef produz as Lembrancinhas de Natal, a partir de R$ 9,90 e são: Pacotinho de biscoitos (baunilha e chocolate) também tem na versão sem leite e ovos; Boneco Gingerbread feito com a tradicional receita americana; o Papai Noel – Amiguinhos das Amêndoas; Pacotinho de cookie de Natal com 4 unidades ou o saboroso Mini Panetone Red Velvet.

Quem prefere salgados pode comprar biscoitos de queijo com o tema Natal. A caixa com 10 unidades sai por R$ 19,90. Todos os itens podem ser encomendados pelo WhatsApp: (61) 99459-9037 ou pelo Goomer da marca brasiliense: https://kawaii-pan.goomer.app/

Mais informações no Instagram @kawaii.panbrasilia

Kawaii Pan cardápio Natal Foto Felipe Costa

Sobre a Kawaii Pan

Referência quando o assunto é alimentação saudável e divertida, Evelyne Ofugi criou a Kawaii Pan com a proposta de oferecer lanches lúdicos para todas as idades. Kawaii significa “fofinho” em japonês e este é o primeiro adjetivo que vem à mente ao ver as delícias criadas por ela. A empresa também oferece personalização para eventos e cestas de café. Evelyne é autora dos livros “Alegria na Cozinha: Festas Saudáveis e Divertidas” e “Alegria na Cozinha: Lanches Divertidos”, ambos da editora Senac-DF. Ela ministra cursos e workshops sobre o assunto para crianças e adultos. Possui ainda várias qualificações na área, como: Bases Nutricionais Infanto Juvenil; Menu para crianças; Aproveitamento de Alimentos; Educação infantil – Características e singularidades e Nutrição Funcional, além do curso de Child Nutrition and Cooking, pela Universidade de Stanford.

Natal Kawaii Pan Foto Thais Batalha

Serviço
Kawaii Pan
SHCES Quadra 507 Bloco C Loja 15 – Cruzeiro Novo – Brasília
Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 8h às 16h.
Informações e encomendas: (61) 99459-9037 ou https://kawaii-pan.goomer.app/
Siga nas redes sociais: @kawaii.panbrasilia.

56º FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO

Em edição que homenageia Antonio Pitanga, Festival de Brasília do Cinema Brasileiro exibe sua seleção em tecnologia 4K pela primeira vez, apresentando filmes das cinco regiões brasileiras

Mais longevo festival de cinema do país, o FBCB ocorre de 9 a 16 de dezembro de 2023, com exibições da Mostra Competitiva Nacional, Mostra Brasília e três mostras paralelas no Cine Brasília

Além da inédita projeção em 4K, exibições de Brasília terão sistema de processamento de áudio e servidores Dolby

Festival tem seis longas e 12 curtas na Mostra Competitiva Nacional, com cachês de seleção de R$ 30 mil para longas e R$ 10 mil para curtas

O 25º Troféu Câmara Legislativa distribui R$ 240 mil em prêmios para os filmes concorrentes na Mostra Brasília

Na abertura do festival, ator Antonio Pitanga será laureado com o Troféu Candango pelo conjunto de sua obra

Complexo Cultural Samambaia recebe exibições gratuitas da Mostra Competitiva e Complexo Cultural de Planaltina exibe Festivalzinho e duas sessões competitivas

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, em parceria com a organização da sociedade civil Amigos do Futuro, anunciou, nesta quarta-feira (29/11) a programação oficial do 56º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Referência nacional, o mais longevo festival de cinema do país ocupa mais uma vez o Cine Brasília, entre os dias 09 e 16 de dezembro de 2023, exibindo produções realizadas em todas as cinco regiões do Brasil, marcadas pela diversidade de vozes, de narrativas e de estéticas, desde o cinema indígena à produção urbana periférica e dos interiores do Brasil.

O primeiro Troféu Candango de 2023 já tem dono. O veterano ator Antonio Pitanga será o grande homenageado desta 56ª edição e receberá a estatueta pelo conjunto de sua obra na noite de abertura. A trajetória do artista, assim como a do Festival de Brasília, remete a uma linha do tempo de resistência na produção audiovisual, dos anos 1960 até os dias de hoje. Antonio e o festival permanecem fundamentais para o imaginário artístico do país. 

Após bater recorde de filmes inscritos (1.269 títulos, sendo 984 curtas e 285 longas), o 56º Festival de Brasília apresenta seis longas-metragens e 12 curtas na Mostra Competitiva Nacional; quatro longas e oito curtas do 25º Troféu Câmara Legislativa – Mostra Brasília, voltado para as produções do DF; e mais de 20 títulos nas mostras paralelas (Outros Olhares, Coproduções e Festivalzinho).

Sob a direção artística da cineasta, curadora e atriz Anna Karina de Carvalho, a 56ª edição do Festival de Brasília reúne uma programação vasta, com filmes que refletem a diversidade narrativa e estética de expressões brasileiras. Os selecionados para as mostras competitivas nacionais serão remunerados com cachê de seleção nos valores de R$ 30 mil para longas-metragens e R$ 10 mil para curtas. Na Mostra Brasília, o audiovisual candango concorre a R$ 240 mil reais em prêmios concedidos pelo 25º Troféu Câmara Legislativa

“A programação fecha o ano de 2023 com um suco narrativo de ‘Brasis’, que pouco foram exibidos nas telas do país e que dão um panorama real da produção atual”, atesta a diretora artística.

A grande novidade desta edição é a incorporação de tecnologia 4K para todas as exibições, iniciativa da organização da sociedade civil Amigos do Futuro, que aproxima a projeção das maiores tendências do mercado exibidor audiovisual mundo afora. Além da alta definição em tela, outro investimento técnico incorpora o uso de processadores de áudio e servidores Dolby, o que garantirá qualidade nunca antes vista para o público frequentador do evento. 

De acordo com o presidente da 56ª edição, Fernando Borges, “o investimento na atualização tecnológica do festival foi prioritário para este momento pulsante que o cinema brasileiro vive. O Festival de Brasília sempre impulsionou tendências do mercado nacional, e os investimentos em tecnologia de ponta em 2023 colocam mais uma vez o evento no rol dos mais importantes festivais no país”.

A programação do festival também será composta por oficinas online, seminários e encontros setoriais, masterclass e atividades de aceleração de projetos para o mercado. As cinco oficinas formativas serão conduzidas de maneira virtualmente, por meio da plataforma Zoom, de 11 a 15 de dezembro, durante o festival. As inscrições estão abertas até 3 de dezembro. Já as atividades do Ambiente de Mercado, como a Clínica de Projetos, os encontros com players, os Pitchings e as Rodadas de Negócios, ocorrem de forma presencial entre 10 e 15 de dezembro, com programação em dois lugares: o Hotel Vision Plus e o Espaço Cultural Renato Russo. O espaço da W3 Sul também será a casa para os Seminários e Encontros Setoriais, e o Auditório II do Museu da República receberá uma masterclass com o realizador mineiro Gabriel Martins,o premiado diretor de “Marte Um”.

Para Claudio Abrantes, secretário de Cultura e Economia Criativa, “o Festival de Brasília movimenta toda cadeia de produção na economia criativa, gerando empregos e oportunidades, além de evidenciar a riqueza cultural e das produções artísticas do nosso país e da nossa cidade”. 

Por este motivo, o secretário estará presente em duas aberturas oficiais: nos Complexos Culturais de Planaltina e Samambaia, no dia 10 de dezembro. Em Planaltina, haverá uma sessão da Mostra Competitiva Nacional no domingo, uma da Mostra Brasília na quarta (13), e duas sessões da programação infantil do Festivalzinho, na quarta e quinta-feira (13 e 14). Em Samambaia, a Mostra Competitiva Nacional ganha exibições de todas as sessões sempre às 20h, com direito a voto do público pelo júri popular, com as mesmas regras de votação no Cine Brasília – voto online até 1h30 depois do fim da sessão, com uso de código aleatório para validação.

Nesta edição, Brasília aposta também em acessibilidade 360. Além da tradução para Libras nas cerimônias de abertura e encerramento, o festival disponibilizará um receptivo especializado para atender e guiar as pessoas com deficiência que chegarem para assistir aos filmes. As sessões das mostras Competitiva Nacional e Brasília terão legendagem descritiva para pessoas surdas e audiodescrição para pessoas cegas, acessíveis por aplicativo de celular – mesmo aqueles que não dispunham originalmente destes recursos. O festival investe ainda em sessões exclusivas com acessibilidade no Festivalzinho e estrutura para garantir o fluxo de pessoas com mobilidade reduzida na Praça de Alimentação.

A 56ª edição do FBCB conta com apoio do Cine Brasília, Canal Brasil e Canal Like. Confira a programação de filmes:

MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL – LONGAS

A seleção oficial da Mostra Competitiva Nacional do 56º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro terá na programação longas-metragens de cineastas estreantes e consagrados, além de importantes representações do cinema produzido por mulheres, indígenas, LGBTQIA+ e pessoas pretas, muitas já conhecidas, inclusive, premiadas em anos anteriores do festival. 

Deste modo, a programação foi pensada  para representar a diversidade brasileira em tela. Entre os longas-metragens selecionados, “A Transformação de Canuto”, produção pernambucana e paulista dirigida pelo cineasta indígena Ariel Kauray Ortega e por Ernesto de Carvalho, aborda a comunidade Mbyá-Guarani na divisa brasileira com a Argentina, por meio de uma reconstituição cinematográfica sobre a lenda de um homem que se transformou em onça.

Do Distrito Federal, “Cartório de Almas” é a estreia do diretor brasiliense Leo Bello na Mostra Competitiva Nacional. Premiado por obras anteriores no gênero do cinema fantástico, este seu segundo longa-metragem de ficção narra a história da mais nova funcionária contratada pelo tal cartório do além. Aos 126 anos, ela tem como função protocolar as motivações de quem renunciou à eternidade. Em “Nós Somos o Amanhã”, ficção de São Paulo, Lufe Steffen, referência do cinema LGBTQIA+, mergulha numa viagem no tempo que leva uma professora de música de volta aos anos 1980, para ensinar as pessoas a lutarem contra o bullying, a perseguição e a intolerância racial, de gênero e de sexualidade na sociedade da época.

A seleção de longas traz de volta à capital nomes já consagrados no festival. A cineasta carioca Sandra Kogut, jurada na 54ª edição do evento, conhecida pelos longas “Mutum” (2007), “Campo Grande” (2015) e “Três Verões” (2019); o premiado diretor carioca Allan Ribeiro, vencedor do Candango de melhor direção de arte e edição por “Esse Amor que Nos Consome” em 2012; e o diretor mineiro André Novais, que participa pela quarta vez do festival, após sagrar-se grande vencedor da 51ª edição, com o longa “Temporada” (2018).

Nesta edição, Sandra Kogut apresenta o documentário “No Céu da Pátria Nesse Instante”, um olhar sobre os turbulentos meses do período eleitoral de 2022 que culminaram na invasão dos Três Poderes em 8 de janeiro deste ano. Allan Ribeiro mais uma vez recorre à linguagem poética para refletir sobre o cotidiano em “Mais um Dia, Zona Norte”, no qual mostra as transformações na rotina de trabalhadores da periferia do Rio. E André Novais traz sua nova ficção ambientada em Contagem (MG), “o Dia Que Te Conheci”, sobre a vida do bibliotecário Zeca, cuja rotina é interrompida após conhecer uma moça chamada Luisa.

MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL – CURTAS

Na seleção de curtas-metragens, o 56º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro reforça sua vocação para trazer questões urgentes da sociedade, sob as mais diversas perspectivas geográficas, de gênero e de raça. Dois curtas do Distrito Federal documentam comunidades autóctones. “A Fumaça e o Diamante”, de Bruno Villela, Fábio Bardella e Juliana Almeida é uma coprodução entre Amazonas e DF que acompanha o reencontro de uma família Yanomami. “Vão de Almas”, dirigido por Edileuza Penha e Santiago Dellape, mergulha no imaginário do Quilombo Kalunga na região de Cavalcante (GO).

Do Espírito Santo, vem “Remendo”, de Roger Ghil (GG Fákọ̀làdé), que evoca a espiritualidade anticolonial; de Alagoas, a ficção “Queima Minha Pele”, de Leonardo Amorim, aborda a estética queer ambientada no litoral do estado; e do Rio Grande do Sul, “Pastrana”, de Gabriel Motta e da skatista Melissa Brogni, documenta uma homenagem ao amigo e parceiro de rampas que dá nome ao filme, revivendo suas memórias a partir de amigos e familiares. A temática da espiritualidade ainda aparece em outros dois curtas: “Axé Meu Amor”, produção paraibana dirigida por Thiago Costa, ficção sobre uma mãe de santo em busca do sagrado, e “Dona Beatriz Ñsîmba Vita”, dirigido pelo artista mineiro Catapreta, em que uma mulher singular tenta cumprir uma missão divina, inspirada no legado da heroína congolesa Kimpa Vita.

Três produções mergulham nas idiossincrasias da vida urbana para contar histórias de ficção das mais distintas. “Erguida”, dirigido e estrelado pela atriz e diretora Jhonnã Bao, do Coletivo Contraplano, acompanha a resistência de uma jovem poeta da periferia de São Paulo; enquanto “Cidade By Motoboy”, outra produção paulista, mostra as intempéries de um motoboy do interior do estado. “Cáustico”, curta brasiliense de Wesley Gondim, por sua vez, se divide entre realidade e fantasia para narrar a história de mãe e filha em busca de cura para uma misteriosa doença. Completam a lista de postulantes aos Troféus Candangos de curta-metragem os curtas cariocas “O Nada”, do poeta e dramaturgo André Ladeia, do Rio de Janeiro, que adapta um conto do autor russo Leonid Andreiev; e “Helena de Guaratiba”, de Karen Black, estrelado pela diretora, produtora e atriz Helena Ignez, no papel-título de uma senhora que encontra o amor em um bairro pesqueiro do Rio.

25º TROFÉU CÂMARA LEGISLATIVA – MOSTRA BRASÍLIA

Na programação do 25º Troféu Câmara Legislativa – Mostra Brasília, a seleção 2023 dos concorrentes ao Troféu Câmara Legislativa reúne desde diretores estreantes do Distrito Federal a cineastas veteranos e premiados. Os quatro longas que concorrem nesta categoria são: “Ecos do Silêncio”, o retorno de André Luiz Oliveira, consagrado diretor baiano radicado em Brasília ao cinema de ficção; “Não Existe Almoço Grátis”, documentário de estreia de Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel, que acompanha uma das cozinhas solidárias do MTST durante a posse de Lula em 2023; “O Sonho de Clarice”, animação surrealista dirigida por Fernando Gutiérrez e Guto Bicalho; e “Rodas de Gigante”, o aguardado documentário afetivo da atriz e diretor Catarina Accioly sobre um dos maiores personagens da cultura brasiliense, o diretor teatral e multiartista uruguaio Hugo Rodas.

Na seleção de curtas, a Mostra Brasília repete a diversidade de linguagens e temas. São quatro documentários: “A Chuva do Caju”, do premiado Alan Schvasberg (de “Ninguém Nasce no Paraíso”); “Estrela da Tarde, uma espécie de autobiografia de Francisco Rio; “Glitter Carnavalesco: A História do Bloco das Montadas”, registro de Marla Galdino sobre o primeiro bloco de drag queens do DF; e “Só Quem Tem Raiz”, ambientado no Gama e dirigido por Josianne Diniz. Os outros quatro curtas selecionados para a Mostra Brasília são de ficção: “Instante, da diretora Paola Veiga; a animação “A Menina Corina em: Quantos Mundos Cabem em um Mundo Só?, de Luciellen Castro; “Malu e a Máquina”, de Ana Luíza Meneses, voltado ao público infanto-juvenil; e “Nada se Perde”, uma distopia ambientada em Águas Claras, de Renan Montenegro.

MOSTRAS PARALELAS E SESSÕES HORS CONCOURS

Além das mostras competitivas, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro apresenta três mostras paralelas que complementam o panorama de filmes exibidos nesta edição. São elas, a Mostra Outros Olhares, Mostra Coproduções – com programação a ser definida em breve –, e o Festivalzinho, tradicional programação infantil, cuja curadoria foi realizada em parceria com a Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis. 

Na Mostra Outros Olhares, quatro títulos apontam para um panorama da produção nacional. Segundo a diretora artística do Festival de Brasília, Anna Karina de Carvalho, é uma forma de apresentar ao público diretores e diretoras com carreira promissora, que abordam temas relevantes. “São vários olhares para o cinema brasileiro, com diferentes temáticas e prismas que demonstram a capilaridade da nossa produção nacional, da animação ao documentário direto, passando pelo cinema indígena e indo para a ficção política”, resume.

Compõem a Mostra Outros Olhares quatro longas-metragens. O primeiro é“A Batalha da Rua Maria Antônia”, melhor filme no Festival do Rio, com projeção no dia 9 de dezembro, às 20h. A obra, um longa em preto-e-branco da cineasta paulista Vera Egito, propõe uma reimaginação da resistência do movimento estudantil aos ataques dos militares à USP, em 1968. Outra produção que compõe a mostra, “Uma Carta para Papai Noel” (RS) sagra o retorno do cineasta gaúcho Gustavo Spolidoro ao Festival de Brasília, no qual estreou como diretor em 1998, levando o Candango de melhor filme e direção na mostra competitiva de curtas daquele ano. Do Rio de Janeiro, integra a mostra paralela “Crônicas de Uma Jovem Família Preta”, de Davidson D. Candanda, produção que estreou no Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul. E completa a seleção o novo filme da cineasta e produtora cultural indígena Graciela Guarani, com co-direção de Alice Gouveia: “Sekhdese”.

Com objetivo de estimular e sensibilizar novos públicos, a criançada poderá assistir a uma sessão com 11 curtas-metragens. Destaques para “Brincando de Imaginar”, documentário paranaense sobre uma escola em meio a uma floresta; e as animações “Os Pelúcias” (SP), acerca de dois bichinhos de pelúcia que ganham vida; “Pipas Coloridas” (SP), sobre as férias dos materiais escolares; e “Tom Tamborim” (BA), história de um garoto inquieto e cheio de suingue que só quer saber de batucar.

Além das mostras paralelas, o público poderá assistir a outras duas sessões hors concours. No dia 10 de dezembro, às 18h, será apresentado “Utopia Tropical”, documentário de João Amorim, que traz conversas entre o diplomata Celso Amorim e o escritor, filósofo e ativista norte-americano Noam Chomsky. Esta sessão é beneficente e os ingressos são entregues mediante doação de 1kg de alimento não-perecível. 

E, na sessão de encerramento, antes da premiação, o público poderá assistir ao documentário “Raoni – Uma Amizade Improvável”, dirigido pelo cineasta belga Jean-Pierre Dutilleux, mostrando sua história de amizade com o cacique Kaiapó Raoni ao longo de 50 anos, após as filmagens de “Raoni” (1978), longa com Marlon Brando indicado ao Oscar, que projetou o cacique como a mais importante liderança indígena brasileira para o mundo.

EQUIPE CURATORIAL

Sob a direção artística de Anna Karina de Carvalho, a equipe de curadoria foi composta por três comissões com profissionais renomados do audiovisual brasileiro. Os grupos se dividem entre a de Longas e a de Curtas da Mostra Competitiva Nacional, compostas pela direção do festival, e a da Mostra Brasília, formada pela Câmara Legislativa do DF.

Integram a comissão de seleção da Mostra Brasília a professora de Audiovisual Denise Moraes, a atriz e produtora cultural Wol Nunnes, a atriz e arte-educadora Kika Sena, o fotógrafo André Macedo e o professor e cineasta Érico Monnerat. Na comissão de Curtas da Mostra Competitiva Nacional, estão o artista e realizador Antonio Balbino, a produtora Bella Medeiros, a crítica de cinema Cecilia Barroso, o cineasta e jornalista Marcio de Andrade, o cineasta, jornalista e ativista indígena Marcelo Cuhexê e a produtora Anamaria Mühlenberg. Para Longas da Mostra Competitiva Nacional, formam a comissão de seleção o cineasta e presidente da ABCV Péterson Paim, a diretora e produtora executiva Camila de Moraes e as críticas de cinema Flávia Guerra e Lorenna Montenegro. A seleção privilegiou obras inéditas, finalizadas entre 2022 e 2023, excluindo filmes que já se inscreveram em edições anteriores.

ATIVIDADES FORMATIVAS

Em 2023, o Festival de Brasília apresenta cinco oficinas online, três seminários, quatro encontros setoriais, uma masterclass e os debates das mostras Brasília e Competitiva Nacional, o primeiro logo após as sessões, no hall do Cine Brasília, e o segundo na manhã seguinte às exibições, no Hotel Vision Plus. Com todas as atividades gratuitas, somente as oficinas e masterclassdemandam inscrição prévia, e estão abertas até 3 de dezembro, pelo site do festival.

No dia 10 de dezembro, o Auditório II do Museu da República recebe a masterclass “Cinemas Fora do Eixo Representando o Brasil no Mundo”, ministrada pelo diretor de “Marte Um”, Gabriel Martins. Ao longo de duas horas, ele rememora seus caminhos como roteirista, fotógrafo, diretor e montador, dos primeiros curtas à sagração de “Marte Um” à seleção como representante do  Brasil no Oscar 2023. O Espaço Cultural Renato Russo também será palco para os seminários e encontros setoriais. A programação será lançada em breve.

As oficinas online trazem como temas, “Curadoria e Programação de Cinema no Brasil – Pesquisas, Conceitos e Práticas”, com o pesquisador cearense Pedro Azevedo; “Desenho de Audiência: Novos Caminhos para Distribuição e Comercialização de Filmes Brasileiros”, ministrada pela distribuidora e pesquisadora Marina Tarabay; “Funcionamento de salas de roteiros”, com a roteirista, professora e consultora de roteiros Francine Barbosa; “Preparação de Projetos e Produtores para Mercados Audiovisuais”, com a preparadora para pitchings Krishna Mahon; e “Produção Executiva – Introdução a Modelos e Aplicação”, com Flávia Santana, diretora executiva da Mulungu Realizações Culturais. 

AMBIENTE DE MERCADO

Neste ano, em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – APEX, o Ambiente de Mercado do Festival de Brasília se fortalece ano após ano. A indústria audiovisual brasileira tem na capital um grande pólo criativo, visto que o incentivo público à produção local de forma contínua vem criando gerações de talentos reconhecidos nacionalmente. Por isso, os maiores nomes do mercado audiovisual nacional confirmaram presença nas Rodadas de Negócio e nos Encontros com Players, ambas com inscrições encerradas. 

O objetivo das Rodadas é promover reuniões entre canais, distribuidores e outros agentes do mercado nacional com realizadores e produtores audiovisuais locais. Entre os players confirmados estão: Globo Filmes, Canal Brasil, Sales Agent, Cardume, Descoloniza Filmes, Olhar Filmes, Vitrine/Manequim, Box Brazil, Glaz, Boutique e Paramount. Nos Encontros com Players, a ideia é que estes mesmos canais partilhem de forma breve e coletiva com o mercado local qual tipo de projetos procuram e como acessá-los para apresentação de propostas.

Ainda na programação há a Clínica de Projetos, ministrada por Marton Olympo, roteirista e diretor responsável por séries e filmes de grande sucesso para diferentes canais, entre eles, TV Brasil, GNT, AXN, Paramount, FOX, Canal Brasil e Disney. Seis projetos audiovisuais serão selecionados para esta atividade fechada e, ao longo de quatro dias, serão aprimoradas as ideias sobre o arco narrativo, personagens, roteiro, sinopse, bíblia, plano de negócios e comercialização, culminando em um desenho de pitching para vendas. As inscrições para Clínicas também já se encerraram.

Rodas de Gugante

SERVIÇO – 56º FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO

Data: 9 a 16 de dezembro de 2023

Locais: Cine Brasília (106/107 Sul), Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul), Complexo Cultural de Planaltina, Complexo Cultural Samambaia, Hotel Vision Plus e Auditório II do Museu Nacional da República.

Ingressos da Mostra Competitiva Nacional a R$ 20,00 e R$ 10,00, à venda na bilheteria do Cine Brasília a partir de duas horas antes de cada sessão. Demais exibições com entrada franca.

Programação completa:https://festcinebrasilia.com.br/

PROGRAMAÇÃO DE FILMES E MOSTRAS

FILME DE ABERTURA

Em breve.

SESSÃO ESPECIAL HORS CONCOURS – ENCERRAMENTO 

16 de dezembro às 16h, no Cine Brasília

Raoni – Uma Amizade Improvável

Direção: Jean-Pierre Dutilleux 

SESSÃO BENEFICENTE

Doação de 1kg de alimento não-perecível

10 de dezembro às 18h, no Cine Brasília

Utopia Tropical

Direção: João Amorim

MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL 

LONGAS-METRAGENS

Exibições no Cine Brasília (21h) com ingressos a R$ 20 e R$ 10 (meia), e no Complexo Cultural Samambaia (20h) com entrada franca

10 de dezembro 

No Céu da Pátria Nesse Instante

Direção: Sandra Kogut

*exibido também no Complexo Cultural de Planaltina, às 20h

11 de dezembro

Mais um Dia, Zona Norte

Direção: Allan Ribeiro

12 de dezembro

Nós Somos o Amanhã

Direção: Lufe Steffen

13 de dezembro

O Dia Que Te Conheci

Direção: André Novais Oliveira 

*exibido também no Complexo Cultural de Planaltina, às 20h

14 de dezembro 

Cartório das Almas

Direção: Leo Bello

15 de dezembro

A Transformação de Canuto

Direção: Ariel Kuaray Ortega e Ernesto de Carvalho

MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL 

CURTAS-METRAGENS

Exibições no Cine Brasília (21h) com ingressos a R$ 20 e R$ 10 (meia), e no Complexo Cultural Samambaia (20h) com entrada franca

10 de dezembro

Cidade By Motoboy

Direção: Mariana Vita

Pastrana

Direção: Gabriel Motta e Melissa Brogni

*exibidos também no Complexo Cultural de Planaltina, às 20h

11 de dezembro

Axé Meu Amor

Direção: Thiago Costa 

Erguida

Direção: Jhonnã Bao

12 de dezembro

Helena de Guaratiba

Direção: Karen Black

Remendo

Direção: Roger Ghil (GG Fákọ̀làdé)

13 de dezembro

Dona Beatriz Ñsîmba Vita

Direção: Catapreta

Queima Minha Pele

Direção: Leonardo Amorim

*exibidos também no Complexo Cultural de Planaltina, às 20h

14 de dezembro 

Cáustico

Direção: Wesley Gondim

O Nada

Direção: André Ladeia

15 de dezembro

A Fumaça e o Diamante

Direção: Bruno Villela, Fábio Bardella e Juliana Almeida

Vão das Almas

Direção: Edileuza Penha de Souza e Santiago Dellape

MOSTRA BRASÍLIA

LONGAS-METRAGENS

Exibições no Cine Brasília (18h) com entrada franca

11 de dezembro

O Sonho de Clarice

Direção: Fernando Gutiérrez e Guto Bicalho

Ecos do silêncio

12 de dezembro

Ecos do Silêncio

Direção: André Luiz Oliveira

Não existe almoço grátis

13 de dezembro

Não Existe Almoço Grátis

Direção: Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel

*exibido também no Complexo Cultural de Planaltina, às 20h

Rodas de gigante

14 de dezembro 

Rodas de Gigante

Direção: Catarina Accioly

MOSTRA BRASÍLIA

CURTAS-METRAGENS

Exibições no Cine Brasília (18h) com entrada franca

Papai Noel chegou ao Conjunto Nacional neste sábado 4/11 

A chegada do bom velhinho também marca a inauguração da decoração de Natal do shopping mais tradicional de Brasília 

A época mais mágica do ano está chegando! E para dar o pontapé inicial às comemorações de final de ano, o Conjunto Nacional dará as boas-vindas ao Papai Noel, neste sábado (04/11), com direito a cortejo de personagens, banda musical, show dos ursos e o acender das luzes da decoração de Natal, que este ano traz como tema o Incrível Natal da Fábrica de Brinquedos. 

Às 15h, acontece nos corredores do shopping uma parada com personagens da Fábrica do Papai Noel com apresentação de banda ao vivo. No repertório, canções natalinas de todos os tempos. E, às 16h, começa a apresentação de show dos ursos, que anuncia a chegada do grande nome do dia: Papai Noel, que abre o acesso ao seu trono, localizado na Praça Central, no piso térreo do shopping e acende as luzes de Natal do Conjunto Nacional. 

A decoração natalina escolhida para a edição de 2023 traz muita luz, de modo a fazer os frequentadores se sentirem dentro de uma fábrica de brinquedos de Natal. O público do Conjunto Nacional terá a oportunidade de relembrar o mundo mágico das pelúcias, soldadinhos de chumbo, carrinhos, ursos e tantos outros brinquedos clássicos da infância e dessa celebração tão querida por todos, que é o Natal. “Escolhemos trazer um visual tradicional, para resgatar a memória afetiva, que somente os grandes contos de Natal são capazes de proporcionar. Queremos dar aos nossos clientes a oportunidade de encontrar um espaço encantador que irá produzir novas memórias para as famílias”, destaca Fernanda Lima, gerente de marketing do Conjunto Nacional”.

O cenário principal, localizado na Praça Central do shopping, trará uma suntuosa árvore ricamente iluminada e decorada, com 11m de altura, que estará sobre um Gazebo, fazendo com que esta árvore alcance 14m. Além de beleza, esta decoração terá muita diversão. As crianças poderão aproveitar um divertido playground, o balanço acessível e um surpreendente escorregador que sairá do piso superior para a decoração, será realmente incrível!

Papai Noel também terá seu espaço todo especial, que inclui trono onde ele ficará à espera das crianças para ouvir seus pedidos. Além de vários espaços instagramáveis para todos terem diferentes registros deste incrível Natal! O acesso ao Bom Velhinho acontecerá até o dia 24 de dezembro, sempre no horário de funcionamento do shopping. As crianças ainda poderão levar uma lembrança desse momento, pois haverá serviço de venda de fotos no local. O controle de filas para encontrar com o Papai Noel e para usar os brinquedos será feito via Ana, a assistente virtual do Conjunto Nacional, por meio do número de WhatsApp (61) 2106-977.  

Ainda dentro da programação especial de Natal, a partir deste final de semana e até o dia 17/12, as tardes de sábados e domingos ganharão uma dose de emoção extra com a apresentação da performance “A Mágica do Natal”. Sempre às 16h, o público que for à Praça Central do shopping, no piso térreo, poderá assistir ao espetáculo, que conta a história da menina Lissah e de sua família que descobrem juntos a magia do Natal. O acesso à apresentação é livre e gratuito. 

Todo este clima festivo e alegre estará por todo o shopping, com árvores cônicas pelo mall, guirlandas, luzes e na decoração externa lindos laços gigantes iluminados, compondo o visual da fachada Oeste e que farão uma linda recepção a todos que forem apreciar este Natal no Conjunto Nacional. A decoração contará com uma árvore gigante com 11m de altura, cerca de 20 árvores menores de diversos tamanhos, bonecos animatrônicos, mais de 6.000 bolas, quase 2.000 enfeites diversos, entre presentes, laços e outros. Além de aproximadamente 400 mil lâmpadas LED.

Natal Sem Fome 

A temporada de Natal, além de trazer alegria às festas de final de ano, traz o espírito de solidariedade e amor ao próximo. A chegada do Papai Noel também marca, mais uma vez, a participação do Conjunto Nacional na campanha Natal Sem Fome, uma das maiores mobilizações solidárias da sociedade civil, que ocorre desde 1993 e que já ajudou mais de 26 milhões de pessoas por todo o Brasil a terem um Natal digno. 

Mais de 125 milhões de brasileiros vivem com algum tipo de insegurança alimentar. Por isso, até o dia 31/12, o shopping será ponto de arrecadação da campanha. Como forma de incentivar as doações, os pontos de arrecadação também terão uma versão digital. Os clientes poderão doar através de QR Codes que estarão em pontos espalhados pelo shopping para que a contribuição possa ser feita de maneira simples, rápida e fácil. Dentre estes pontos estão o guichê do estacionamento e balcão das lojas.

Foto divulgação

SERVIÇO

Chegada do Papai Noel ao Conjunto Nacional

Data: 04/11

Horários: 15h

Local: Praça Central do shopping, no piso térreo

EDUCAÇÃO EM RITMO DE SAMBA

Foto divulgação

Projeto “Tardezinha do Samba vai à Escola” leva a cultura africana e afro-brasileira a três centros educacionais da Ceilândia

Lackman

O projeto foi idealizado pelo cantor e ativista cultural Marcelo Café. Nascido em Niterói (RJ), Café chegou à Brasília em 1980 com sete anos de idade e sempre morou na Ceilândia. Em 2018
realizou o “Festival Tardezinha do Samba”, na Casa do Cantador, com encontros musicais no ritmo de samba, choro e charme.

Keka Bagno

Mas em 2022 ele sentiu necessidade de ampliar o evento musical para dentro das escolas da Ceilândia. ”Vi que o projeto era uma forma de ampliar o alcance da cultura afro-brasileira para dentro das salas de aulas promovendo o debate com os jovens e ajudando na formação de uma geração menos preconceituosa com as questões de raça e gênero, entre outros”, afirma Marcelo,
que já está na segunda edição do “Tardezinha do Samba vai à Escola”, com realização de oficinas de percussão, dança , moda , hip hop e produção cultural, além de palestras e rodas de conversa com os estudantes sobre mitologia africana, racismo e democracia.

Naiara Lira

O projeto que conta com o fomento da SECEC- Secretaria de Cultura e Economia Cultural do DF, será realizado no CEF (Centro de Ensino Fundamental) 4, CEF 11, e CEF 26, todos localizados na
Ceilândia. Entre as atividades, que acontecerão até o dia 8 de dezembro se destacam as oficinas de dança charme com o professor Petrônio Paixão, dança afro com Lady B, produção musical e composição com Jojo Baby e Felipe Phyre, Hip Hop com Valéria Assunção Moda com o jornalista Fernando Lackman e de produção de eventos com Nayara e Manu Lira.

Foto divulgação

Na programação também serão realizadas palestras sobre Mitologia Africana, Racismo e Democracia, com as professoras Flávia dos Santos, Margareth Brito e Keka Bagno, respectivamente. Nas oficinas de Hip Hop e moda, os estudantes apresentarão uma coreografia e um desfile mostrando tudo o que aprenderam sobre ambos os assuntos, ao final das oficinas. “É o samba como pano de fundo para tratar de questões que sempre deveriam constar dos currículos escolares e serem debatidas entre os estudantes”, finaliza Marcelo Café.

Neste final de semana, o CCBB Brasília tem programação especial e gratuita com o espetáculo da Cia de Dança Afro-contemporânea Corpus Entre Mundos, além de DJs,Sarau e Feira Coisa de Preto

SEMUTSOC da Cia. Corpus Entre Mundos, além dos DJs DJs Odara, Sá, Ketlen e Savana, Sarau e Feira Coisa de Preto serão os destaques da programação especial inspirada na cultura preta    

No último final de semana do mês da consciência negra, o CCBB Brasília será palco para a valorização da expressão artística preta com a apresentação do espetáculo “Semutsoc” da Companhia de Dança Afro-contemporânea Corpus Entre Mundos. 

Além disso, as apresentações dos DJs Odara, Sá, Ketlen e Savana prometem o ritmo de quem vier ao CCBB Brasília, aproveitar os temperos, a arte, o afro-empreendedorismo, o protagonismo da mulher negra, sempre das 15h às 17h e das 17h30 às 19h30, nos dias 25 e 26 de novembro.   

Para a criançada teremos contação de história e oficina da Boneca Abayomi. Completando a nossa programação do CCBB Educativo teremos o Sarau PretAmor – Uma Celebração dos nossos afetos. 

Os food trucks com opções da culinária preta, durante os dois dias do evento, vai ter feira Coisa de Preto com serviços de arte, moda, beleza, design, decoração e gastronomia, das 10h às 20h.     

Confira a programação 

Sábado 

10h às 20h – Feira Coisa de Preto
10h às 20h – Food Trucks
16h30 – História Contada – “Presente Precioso – Abayomi”
17h00 – Oficina de bonecas Abayomi
15h às 17h – DJ Odara
17h30 às 19h30 – DJ Sá
19h – Sarau PretAmor – Uma Celebração dos Nossos Afetos
20h – Corpus Entre Mundos 

Domingo 

10h às 20h – Feira Coisa de Preto
10h às 20h – Food Trucks
16h30 – História Contada – “Presente Precioso – Abayomi”
17h – Oficina de bonecas Abayomi
15h às 17h – DJ Savana
17h30 às 19h30 – DJ Ketlen
18h – Corpus Entre Mundos 

Sobre as atrações 

Corpus Entre Mundos 

Companhia de Dança Afrocontemporanea Corpus Entre Mundos apresenta Semutsoc.  

“A gente se acostuma, mas não deveria”. Este trecho do poema “Eu sei, mas não devia”, de Marina Colasanti, representa o conceito do espetáculo SEMUTSOC, da Companhia de Dança Afro-contemporânea Corpus Entre Mundos. Coreografado e dirigido por Lenna Siqueira e Dilo Paulo, a obra contextualiza os ciclos da vida e como a esperança nos motiva a buscar o prazer por viver ao “desautomatizar” nosso cotidiano.

Dj Odara 

Profundo respeito e reverência pela música vem de infância a inspiração da brasiliense Odara Kadiegi, filha de mãe angolana e pai carioca , DJ e Produtora Musical. Herdou a coleção de discos de vinil de seu pai ,esse foi o pontapé inicial de tudo. Seus sets transitam entre as sonoridades tropicais
e a bases são música brasileira , africana e música latina. Musicalidade sem fronteiras mesclando sons clássicos e obscuros com a modernidade em seus diversos ritmos.  

Dj Sá 

Músico, profissional de saúde, pesquisador independente em cultura afro-brasileira, poeta e compositor. 

Participou de formação de  grupos musicais no DF e atualmente desenvolve projeto em que ensina habilidades de discotecagem.

Dj Savana 

Natural de Imperatriz-MA e residente em Samambaia-DF, Savana começou sua trajetória musical para “atender ao chamado das ruas”. Seus sets são deliciosos giros pelas vertentes da música negra, com mesclas de RAPs dos primórdios e da atualidade, poderosos tunes do Dancehall e sem nunca esquecer dos grooves fundamentais do Funk, Soul e Disco Music. Sua abordagem musical é marcada pela diversidade de ritmos e estilos e pela presença de vinis, que ela gentilmente porta. 

Sua paixão pela música e a seleção cuidadosa de faixas garantem que cada apresentação seja uma viagem sonora única e cheia de energia.

Dj Ketlen 

Dj Ketlen é natural da Ceilândia, moradora de Águas Lindas, mãe solo e artista periférca, toca em eventos e festivais no Entorno e no Distrito Federal desde 2015 

A Dj vem firmando sua carreira de forma independente e já tocou e toca em festivais como: Makossa, Festival Elemento em movimento, Melanina, Drop Like is Hot, Sound System batalha na pista, Baile Charme da torre, Festival Favela Sounds, Isso aqui é DF, Underbaile, Birosca, Hip-hop Contra a fome, entre outros eventos que também são destaques entre a cultura urbana.

Sarau PretAmor 

Para celebrar o Mês da Consciência Negra, preparamos um evento especial: uma noite de expressão artística e exaltação da cultura negra. Nesta ocasião, teremos apresentações dos grupos Solos Negros e Coletivo Prethus. 

Contação de História e Oficina Boneca Abayomi 

Com base no conto “”Encontro Precioso – Abayomi””, de Thalita Araújo, que foi inspirado nas bonecas de @abayomi.lena , o público vai conhecer uma nova perspectiva da história da boneca Abayomi. Aqui, o povo negro é representado a partir de suas virtudes e, com retalhos de panos e nós de tecido, a boneca ganha forma e se torna símbolo de resistência. 

A boneca de pano Abayomi representa luta e ancestralidade e essa contação de história, dedicada à cultura e à resistência negra, é narrada pelos educadores do Programa Educativo ao mesmo tempo em que as boneca de pano são produzidas. 

Feira Coisa de Preto   

Após mais de 8 anos da sua criação, a feira segue sendo um espaço de resistência, troca e interações sociais, regado de cuidados e por permuta de experiências comunitárias. A cada edição os mercadores, em sua maioria mulheres negras, oferecem diversos serviços por meio da arte, moda, beleza, design, decoração e gastronomia. Sobre o CCBB Brasília     

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.      

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.        

 Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana. 

O CCBB Brasília recebeu, em 2022, a certificação ISO 14001, importante credencial de boas práticas ambientais, demonstrando o compromisso do Banco do Brasil com a ética e a sustentabilidade ambiental.      

Serviço    

Programação Especial de Novembro 

Data: 25 e 26 de novembro de 2023    

Horário: das 10h às 20h    

Local: CCBB Brasília     

Entrada gratuita    

Ingressos em https://ccbb.com.br/ ou na bilheteria física   

CCBB Brasília    

Funcionamento: de terça a domingo, das 9h às 21h.     

Programação completa no site https://ccbb.com.br/   

Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF – Tel.: (61) 3108 7600       

Informações      

E-mail: <a href="http://CCBB BRASILIA – DF 20258 ccbbdf@bb.com.br

Site/ https://ccbb.com.br/    

Instagram/ccbbbrasilia    

Crédito: @umluissilva 

JK, o Reinventor do Brasil, minissérie em 4 capítulos

A Fundação Padre Anchieta convida para a exibição do primeiro episódio da série documental em 4 capítulos, produzida pela TV Cultura de São Paulo.

Quando Juscelino Kubitschek é eleito o vigésimo primeiro presidente do Brasil, a claudicante democracia pátria está sob ataque cerrado e ele só assume graças a um um levante militar que garante sua posse. Eleito pelo povo e empossado pela força dos tanques, Juscelino presidiria o país através de cinco anos luminosos. O lampejo rápido de um Brasil que poderia ter sido mas que não foi.

Armado de sonhos enormes e um sorriso inabalável, JK construiu no interior do país a primeira cidade modernista do mundo, abriu estradas, industrializou o país e cravou uma estaca no peito do nosso histórico complexo de vira-latas. Foram os anos em que Maria Esther Bueno foi campeã em Wimbledon, a seleção brasileira ganhou a copa do mundo e a Garota de Ipanema tomou conta das rádios do planeta e tudo parecia possível. Juscelino era a prova disso: menino pobre de Diamantina que se formou em medicina, se elegeu presidente da república, foi tirado para dançar pela princesa Margaret da Inglaterra (e fez bonito) e inventou uma nova ideia de Brasil. Um país moderno, cosmopolita, que se sentia à vontade no mundo. JK deixa o poder em 1960 aclamado pelo povo e só não é reeleito em 1965 porque a democracia tinha acabado um ano antes.

JK, o Reinventor do Brasil é um documentário pop em ritmo de podcast, que narra a história de JK, do dia em que ele nasce, ao momento de sua morte trágica e jamais esclarecida. É um pedaço da nossa história, cujos ecos ainda reverberam pelo país.

Pelo link

https://www.sympla.com.br/jk-o-reinventor-do-brasil__2258121?token=ba22c6edc530b009952e1961ed7ed56e

FETUC – Feira de Empreendedorismo Turístico e Criativo

Oferecemos de graça toda a nossa programação.
Diversas palestras com os maiores nomes do Empreendedorismo Turístico e Criativo, além de oficinas em duas modalidade.

Stands com empresas e apresentação de Cases de Sucesso! Negócios que deram certo para vocês aprenderem com quem conseguiu.
Nas Rodadas de Negócios é a hora de trocar conhecimento e criar networking. 

E todos os dias recheados com atrações teatrais e culturais: afinal, cultura e arte são necessárias, e andam lado a lado com o turismo.

FETUC – Feira de Empreendedorismo Turístico e Criativo
No Eixo Cultural Ibero-americano
24, 25 e 26 de Novembro.

24|Nov
10h Cerimônia de Abertura
13h Palestra com Guia Juan Luís Hermida
Tema: Melhor opção para apresentar Brasília a turistas no mundo

14h Teatro Starte
Espetáculo: Branca de Neve

15h Palhágico ChouChou
Show de Palhágica

15h Oficina com a Secretaria de Turismo DF

16h Palestra com Glauco Rojas

Tema: Turismo de Experiência : a nova tendência criativa

17h30 Orquestra Filarmônica de Brasília
18h30 DJ Ender
19h Show com MC JAZZ

25|Nov

10h Teatro Starte
Espetáculo: Homem-aranha

11h Palestra com Joao Amador
Tema: História de Brasília

14h Contação de Histórias com Gabriela Borges
15h Plaestra com Cheff Marcelo Petraca
Tema: Gastronomia e empreendedorismo

16h Mesa de Debates: Cases de Sucesso no Turismo
Com Visite Brasília, Cerrado Experience e Minha Brasília

17h Show com Leon Correia
18h DJ Ender
19h Willian e Marlon

26|Nov
10h Mágico Tio André
11h Palestra com Babi Lins
Tema: Viajar pagando menos : como a tecnologia pode te ajudar

14h Teatro Starte
Espetáculo: Sítio do Pica-Pau Amarelo

15h Oficina com Manoel Leônidas
“Gastronomia como Instrumento de Turismo”

16h Show com Dhi Ribeiro
17h DJ Ocimar
19h Show com grupo Se Joga

Torre de TV de Brasília

Torre de TV de Brasília 

Brasília, DF

Ingressos gratuitos

https://www.sympla.com.br/evento/fetuc-feira-de-empreendedorismo-turistico-e-criativo/2225625?referrer=www.google.com&share_id=whatsapp

Sobre o produtor

Ass. de Educação, Esporte, Cultura e Economia Criativa

21 anos de históíia, 21 anos de tíabalho Fundada em 2001, a AECEC – Associação de Educação, Cultura e Economia Criativa, (ONG Porão do Rock) é uma das organizações mais longevas na produção cultural e no cenário de Brasília, tendo como objetivos, idealizar e produzir eventos culturais, idealizar e ministrar cursos educacionais e idealizar e promover ações sociais.

CAIXA Cultural Brasília apresenta espetáculo sobre a diáspora africana no Brasil com Antonio Pitanga e seu filho, Rocco Pitanga, entre 24 e 26 de novembro

Espetáculo conta com participações virtuais da atriz Camila Pitanga e do saudoso diretor Aderbal Freire Filho, tem a direção de Márcio Meirelles e texto de Aldri Anunciação, dois expoentes do teatro baiano

Embarque Imediato finaliza a trilogia de textos teatrais de Aldri Anunciação iniciada em 2012 com a obra Namíbia, não!, sobre as particularidades da diáspora africana no Brasil

Ingressos começam a ser vendidos no dia 18 de novembro, sábado, às 9h da manhã, na bilheteria física ou online da CAIXA Cultural Brasília

Foto divulgação

Os espetáculos da trilogia encerrada por Embarque Imediato não compõem uma mesma narrativa temática, mas têm em comum a linguagem articulada na dramaturgia do debate do sujeito múltiplo, bem como a abordagem da condição dos descendentes da diáspora africana no Brasil e pelo mundo. Do alto de seus 84 anos, Pitanga – o pai – mostra-se incansável e versátil em suas atuações. Colaborando com novos diretores de cinema e TV – o que não é o caso de Lázaro, Márcio ou Fernando, todos grandes nomes do teatro brasileiro – ele vem deixando marcas até hoje na produção criativa do Brasil, papel que exerce pelo menos desde os tempos de cinema novo, nos anos 1960.

O diretor Márcio Meirelles explica que o encontro entre o personagem jovem e o personagem velho desenha-se de modo a extrapolar a ideia de conflito entre duas subjetividades. “A peça debate muitos assuntos que estão na ordem do dia, como origem, diáspora, consequências da história. É um texto maduro e toda encenação é pensada para tornar mais evidente essa relação entre os dois personagens e como a política afeta suas experiências, suas histórias e identidades”, pontua o diretor. 

A montagem também conta com participações virtuais fundamentais para a dramaturgia. Uma delas é Camila Pitanga, também filha de Antonio Pitanga, que traz à obra narrações em off e aparições em vídeo à altura do elenco envolvido no trabalho. Quem também contribuiu para o engrandecimento da obra é o saudoso diretor carioca Aderbal Freire Filho, que nos deixou em agosto deste ano. Ele traz a dramaticidade para outras vozes off necessárias para as cenas. 

Neste jogo de atuação em que a diáspora africana e as vivências afro-brasileiras tornam-se insumos, é possível notar como uma geração acaba por influenciar outras na produção artística do país, fazendo de obras como esta, oportunidades únicas para se compreender nossa sociedade e costumes. Na sexta e no sábado, 24 e 25 de novembro, as apresentações ocorrem às 20h, e no domingo, o espetáculo se inicia às 19h. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia) e serão vendidos na bilheteria do Teatro da CAIXA e no site Bilheteria Cultural a partir das 9h de sábado, dia 18 de novembro. A peça não é recomendada para menores de 14 anos.

Foto divulgação

Serviço – Espetáculo Embarque Imediato, com Antonio Pitanga e Rocco Pitanga

Data e Horário: Dias 24 e 25 de novembro, às 20h, e dia 26 de novembro, às 19h

Local: Teatro da CAIXA Cultural Brasília – Lotes 3/4, SBS Q. 4 – Asa Sul

Ingressos: R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia-entrada)

Vendas: A partir das 9h do dia 18 de novembro na bilheteria da CAIXA e online no site Bilheteria Cultural

Informações: (61) 3206-9448

Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 14 anos

ANTONIO PITANGA

Renomado ator e diretor brasileiro, Antonio Pitanga é pai de Camila e Rocco Pitanga, e reconhecido por sua carreira diversificada. Nascido em Salvador, estudou arte dramática na Bahia. Com mais de 50 filmes, teve grande destaque em “O Homem que Desafiou o Diabo” e “Zuzu Angel”. Na TV, participou de novelas como “O Clone” e “Celebridade”. No teatro, integrou a primeira montagem de “Após a Chuva”. Como diretor, marcou o Cinema Negro com “Na Boca do Mundo”. Além do legado artístico, é ativista do movimento negro e membro do CIDAN. Em 2019, foi homenageado no Carnaval do Rio pela Unidos do Porto da Pedra.

ROCCO PITANGA

Rocco Manhães Sampaio, filho de Antônio Pitanga e Vera Manhães, nasceu no Rio de Janeiro. Iniciou sua carreira aos 14 anos no teatro amador e estreou na TV em 1995, em “Malhação”. No cinema, destacou-se em “Filhas do Vento” (2004). Na teledramaturgia, participou de novelas como “Os Mutantes” e “Caminhos do Coração” na Rede Record, além de “Da Cor do Pecado” e “Rock Story” na Rede Globo.

ADERBAL FREIRE FILHO

Aderbal Freire-Filho iniciou sua carreira artística em grupos amadores de teatro a partir de 1954. Nascido no Ceará, mudou-se para o Rio de Janeiro em 1970, estreando como ator em “Diário de um Louco”. Fundou o Grêmio Dramático Brasileiro em 1973 e, em 1989, criou o CDCE. Dirigiu sucessos como “Apareceu a Margarida” (1973) e montou peças históricas como “Lampião” (1991) e “O Tiro Que Mudou a História” (1992). Participou como ator em “Juventude” (2008) e dirigiu Wagner Moura em “Hamlet”. Em 2013, recebeu o Prêmio Shell de Teatro por “Incêndios”. Na TV, atuou em “Dupla Identidade” (2014) e apresentou o inovador programa “Arte do Artista” na TV Brasil. Em agosto deste, o diretor, que era casado com a atriz Marieta Severo, nos deixou.

ALDRI ANUNCIAÇÃO

Aldri Anunciação é ator, dramaturgo, roteirista, apresentador e diretor. Destacou-se com “Namíbia, Não!”, que deu origem ao filme “Medida Provisória”, sucesso de crítica. Iniciou carreira no Rio de Janeiro e é bacharel em Estética e Teoria do Teatro. Agraciado com a Comenda do Mérito Cultural da Bahia em 2014, estreou como diretor em 2016. Em 2019, homenageou Antônio Pitanga com “Embarque Imediato”. Atualmente, lidera programas na TV Bahia/Globo, explorando a cultura baiana.

FICHA TÉCNICA

Atores: Antônio Pitanga e Rocco Pitanga

Participação especial: Camila Pitanga (voz e vídeo) e Aderbal Freire Filho (voz)

Texto: Aldri Anunciação

Direção: Marcio Meirelles 

Codireção: Fernando Philbert

Assistência de direção: Bárbara Barbará 

Música: Jarbas Bittencourt

Cenário: Erick Saboya

Assistência de cenografia: Jessica Marques  

Chefe de cenotecnia: Adriano Passos

Cenotécnicos: Cássio Tomate, Bruno Matos e George Santana

Assistentes de cenotecnia: Fábio François e Romildo Alves 

Figurino: Chico Peres 

Costureira: Isabel de Almeida

Assistente de figurino: Ana Saback

Desenho de luz: Irma Vidal

Roteiro dos vídeos, captura de imagens na internet, edição, mapeamento, operação de vídeo: Rafael Grilo

Direção de produção: Fernando Bezerra

Produção executiva: Kennia Orsett 

Realização: Maré Produções Culturais e Melanina Acentuada

Novembro Negro no Espaço Cultural Renato Russo

Três Dias de Reflexão e Celebração da Cultura Afro-Brasileira

De 24 a 26 de novembro. Acesso livre.

Tardezinha

O Espaço Cultural Renato Russo promove, de 24 a 26 de novembro,  o Novembro Negro, em alusão ao Dia da Consciência Negra, celebrada no dia 20. Serão três dias totalmente dedicados à cultura afro-brasileira com objetivo de intensificar as reflexões sobre a pauta antirracista e comemorar a riqueza e a diversidade da herança africana no Brasil.

“É de fundamental importância que o Dia da Consciência Negra tenha ampliado o debate e se tornado o mês da consciência, mas que a gente possa todos os dias ao longo do ano estimular esse pensamento crítico. A cultura tem um papel fundamental nesse combate às violências raciais, e trabalhamos diuturnamente para que seja mais um espaço de acolhimento, reconhecimento e celebração da nossa diversidade”, comenta Cláudio Abrantes, Secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

Nanda Fer Babu –
Sarau – foto por Wendella Alves

“O 20 de Novembro é de luta, mas também de celebração. A data, que assinala a morte de Zumbi dos Palmares, nos inspira ao combate diário ao racismo e à luta para que o Brasil seja um país equitativo e não racista ao mesmo tempo, é uma data para celebrarmos, para enaltecermos a negritude do Brasil”, explica Leandro de Carvalho, coordenador da Semana de Consciência Negra do Espaço Cultural Renato Russo.

A programação inicia no dia 24/11, às 17h,  com o Sarau Vozes Negras, com a presença dos escritores Cristiane Sobral, Luciano de Sá e Nanda Fer Pimenta. A edição especial do Sarau 508, promovido mensalmente na Biblioteca de Artes Ethel de Oliveira Dornas/Gibiteca TT Catalão, também terá microfone aberto para participações e sessão de autógrafos de livros dos poetas.

Grupo Obará

No sábado (25) pela manhã, a Feira Katendê celebra a economia criativa afrocentrada, promovendo produtos artesanais, jóias e livros de empreendedores locais. O Espaço Exaltação, liderado por Paula Olivio, oferece uma experiência de tranças, maquiagem e turbantes, promovendo o empoderamento das pessoas negras.  À tarde, na Praça Central, o Projeto Conexão Charme.br apresenta oficinas de dança, poesia, grafite, moda sustentável e fotografia, seguido por apresentações artísticas e um animado Baile Charme, destacando a soul e black music.

No domingo (26), a programação continua com a Feira Katendê na Praça Central, seguida por oficina de capoeira para crianças com o Mestre Foca. O Grupo Obará apresenta Elegbá Música e Dança Afro destacando a diversidade de seu trabalho, com cânticos, danças e toques de tambor. Na parte da tarde, Marcelo Café e o grupo Já Chegou Quem Faltava animam a Praça Central com roda de samba que mescla elementos do cotidiano, amor e questões sociais e raciais. 

Espetáculo Quarto de Sonhar – foto Gustavo Bays

E para fechar o Novembro Negro,  o espetáculo “Quarto de Sonhar: Carolina Maria de Jesus”, no Teatro Galpão Hugo Rodas. Uma celebração do legado da renomada escritora com trechos de “Quarto de Despejo: diário de uma favelada” e composições musicais. 

A programação do Novembro Negro é uma iniciativa do Instituto Janelas da Arte em parceria com a Secretaria de Cultura do Distrito Federal, por meio do termo de colaboração para composição da programação do Espaço Cultural Renato Russo. 

Para mais informações e detalhes sobre a programação, visite o site oficial do Espaço Cultural Renato Russo ou acompanhe @espacoculturalrenatorusso nas redes sociais.

Programação

24 de novembro – Sarau Vozes Negras

17h – Abertura 

Local: Biblioteca de Artes Ethel de Oliveira Dornas/Gibiteca TT Catalão

17h15 – 19h – Participações e Microfone Aberto

Local: Biblioteca de Artes Ethel de Oliveira Dornas/Gibiteca TT Catalão

Cristiane Sobral, Luciano de Sá, e Nanda Fer Pimenta apresentam suas realidades através de poesia e reflexões. O microfone aberto permite que a comunidade compartilhe suas próprias experiências.

25 de novembro 

10h às 19h – Feira Katendê – II Raízes Ancestrais

Local: Praça Central

O Projeto Katendê foi criado em 18 de agosto de 2021, visando apoiar empreendedores da Comunidade de Povos Tradicionais de Matriz Africana, Manzo Kalla Muisu, situada em Sobradinho dos Melos. A ideia era unir os conhecimentos de artesãos que aprenderam ou aprimoraram ainda mais seus ofícios durante a pandemia. Assim, a Feira Katendê foi realizada para acelerar a economia das pessoas dessa comunidade. Atualmente, a Katende Nganga Produções e Eventos se tornou uma realidade, alcançando incontáveis artesãos que encontram em sua proposta de realização de feiras e formações um diferencial para a economia criativa afrocentrada do Distrito Federal. Suas feiras são realizadas em parceria com pontos de cultura, espaços culinários e artistas das periferias do DF, destacando produtos diversos produzidos na cidade, desde jóias artesanais até livros, roupas, instrumentos musicais, jardinagem e decoração, utilizando matérias-primas como a piaçava.

10h às 20h – Espaço Exaltação – Maquiagem e Trança

Local: Galpão das Artes

Paula Olivio, uma experiente trancista com mais de duas décadas de atuação, é proprietária do salão Estúdio África e assume a Presidência da Associação Obinrin Badu, dedicando-se a profissionalizar pessoas em situação de vulnerabilidade, especialmente mulheres negras, que apesar de serem a base de sustento do nosso país são as que mais lutam por um lugar no mercado de trabalho. Sua missão é exaltar a beleza, a força e a essência dessas mulheres e faz isso através do Projeto Exaltação que oferece cursos de trança, maquiagem e turbante, bem como dias de beleza exclusivos. Seu comprometimento e expertise não apenas ressaltam a beleza externa, mas também promovem o empoderamento dessas mulheres, permitindo-lhes reivindicar seu merecido lugar na sociedade e no mundo profissional.

Cristiane Sobral – sarau – foto Thais Mallon

15h às 21h – Programação Conexão Charme.br

O charme, mais que um estilo de dança, é uma expressão cultural que encanta pela simplicidade dos passos e pelo gingado. Originado nos anos 1980, nos Estados Unidos, mistura elementos de soul e black music. No Brasil, o movimento charme, batizado pelo DJ Corello no Rio de Janeiro em 1980, persiste como uma influência cultural duradoura nas comunidades. A produtora cultural e educadora Priscila do Carmo, carioca e apaixonada pelo ritmo, trouxe o charme para Sobradinho 2 por meio do projeto Figuras da Dança. No Novembro Negro, o grupo oferecerá oficinas de arte, apresentações artísticas e um animado Baile Charme com Djs animando o público com muita Música Preta e dançarinos conduzindo os melhores passinhos para não deixar a pista parada.

  • 15h às 17h –  Oficinas de Dança livre e passinhos de Charme; Break; Poesia; Grafite; Moda sustentável e Fotografia 

Local: Galpão das Artes 

  • 17h às 18h – Apresentações artísticas

Local: Praça Central 

  • 18h às 21h – Baile Charme

Local: Praça Central

26 de novembro

10h às 19h – Feira Katendê

Local: Praça Central

Continuação da Feira Katendê, proporcionando outra oportunidade de apoiar empreendedores locais.

14h às 15h – Elegbá – Música e Dança Afro

Local: Praça Central

O Grupo Cultural Obará, cia de Arte negra do DF, criada há mais de 15 anos tem como objetivo difundir a cultura negra dentro de escolas e espaços culturais da cidade, para crianças, adolescentes e adultos, traz nesse Mês da Consciência Negra para o espaço Cultural Renato Russo, um Pocket Show com as suas várias frentes de trabalho, fazendo através dos cânticos, danças e toques de tambor uma menção a Exu que é a grande esfera da Comunicação, o mensageiro,o Guardião!

Oficina de Capoeira para Crianças com Mestre Foca

Local: Praça Central

Mestre Foca oferece uma experiência educativa e cultural para as crianças, promovendo a tradição da capoeira.

15h às 19h – Marcelo Café e Já Chegou quem Faltava 

Local: Praça Central

Apresentações musicais que mesclam elementos do cotidiano, amor e questões sociais e raciais, oferecendo uma visão única da experiência negra no Brasil.

19h às 21h – Espetáculo “Quarto de Sonhar: Carolina Maria de Jesus” 

Local: Teatro Galpão Hugo Rodas

Cobrança: R$ 10,00 a meia entrada pelo sympla

Uma celebração do legado e da história de uma das maiores escritoras da literatura brasileira, Carolina Maria de Jesus. Além de apresentar trechos emblemáticos da sua mais célebre obra, o livro “Quarto de Despejo: diário de uma favelada”, o espetáculo levará ao palco algumas composições musicais de Carolina – outra faceta dessa multiartista. Um espetáculo que fala de um país marcado pela injustiça social e pelo racismo estrutural, sem deixar de esperançar e sonhar um futuro mais digno para todas as humanidades desse mundo.

Feira Katendê

Serviço

Data: 24 a 26 de novembro

Local: Espaço Cultural Renato Russo, Brasília

Classificação: Livre

Entrada: Gratuita *

*com exceção do Espetáculo “Quarto de Sonhar: Carolina Maria de Jesus” 

Núcleo de Estudos Raciais do INSPER lança livro sobre Números da Discriminação Racial

A obra organizada por Michael França e Alysson Portella contribui para o debate sobre a persistência das desigualdades raciais no Brasil por uma perspectiva econômica

O Núcleo de Estudos Raciais do Insper acaba de lançar o livro “Números da Discriminação Racial: Desenvolvimento Humano, Equidade e Políticas Públicas”, em parceria com a editora Jandaíra. A obra oferece análises aprofundadas de pesquisadores do Núcleo e convidados sobre a persistência das desigualdades raciais no Brasil, destacando a necessidade urgente de avançar na criação de políticas públicas mais eficazes. Além disso, o livro apresenta uma visão abrangente da literatura empírica voltada para estimar a discriminação e disparidades raciais. 

Organizado pelos pesquisadores Michael França e Alysson Portella,  o livro reúne um quadro de autores que contribuem para a produção e difusão de conhecimento acerca da discriminação no Brasil.  Entre eles, Luana Ozemela, embaixadora do Pacto de Mulheres Negras 2023 e uma das 500 pessoas mais influentes da América Latina, que assina o prefácio; Naercio Menezes Filho, professor e pesquisador titular da Cátedra Ruth Cardoso no Insper e o pesquisador Bruno Kawaoka Komatsu.

“Nossa intenção é apresentar um ponto de vista técnico, embasado nos estudos da ciência econômica, sobre como a discriminação racial opera e perpetua desigualdades no Brasil, sendo, portanto, uma visão complementar às análises históricas e sociológicas a respeito do tema. É mais um ponto de partida do que uma chegada”, declara Portella.

Segundo Michael França, também coordenador do Núcleo, a produção “convida todos a repensarem o atual modelo de políticas públicas no Brasil”. 

O livro conta com ilustrações de Mayara Smith e participação de Alisson Gomes dos Santos, Erivelton de Souza Nunes, Daniel Vasconcellos Archer Duque, David Kalichman, Fernanda Estevan, Fillipi Lúcio Nascimento da Silva, Francisco Danilo da Silva Ferreira, Francieli Tonet, Gerrio dos Santos Barbosa, Helena Arruda, Lauana Lazaretti, Leonardo Rosa, Leila Pereira, Manuel Mahoche, Rafael Tavares, Rodrigo Soares, Rony Coelho, Úrsula Melo e Sérgio Pinheiro Firpo.

Sobre Autores

Alysson Portella é pesquisador de pós-doutorado do Insper. Doutor em Economia dos Negócios pela mesma instituição, com períodos como aluno visitante na Universidade de Columbia (ILAS, Nova York, EUA) e na Universidade das Nações Unidas (UNU-Wider, Helsinque, Finlândia). Tem graduação em Economia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e mestrado em Economia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

Michael França foi pesquisador visitante na Universidade Columbia e Universidade Stanford, é colunista da Folha de S.Paulo, assim como, editor do espaço “Políticas e Justiça” do jornal. Ele é doutor em teoria econômica pela Universidade de São Paulo, coordenador do Núcleo de Estudos Raciais do Insper e ciclista.

Ficha Técnica

Título: Números da Discriminação Racial: Desenvolvimento Humano, Equidade
e Políticas Públicas

Idealização:  Núcleo de Estudos Raciais do Insper
Organização:  Alysson Portella e Michael França
Número de páginas: 432

ISBN: 978-65-5094-062-1

Editora: Jandaíra

Site: https://editorajandaira.com.br/

Preço: R$75,00

STUDIO DRIFT – VIDA EM COISAS

Exposição que aproxima a arte da natureza e da tecnologia chega ao CCBB Brasília em 28 de novembro

Shylight
2006-2014
Alumínio, aço inoxidável polido, seda, luzes de LED e robótica aluminium, polished stainless steel, silk, LEDs and robotics
Foto/Photo: Joost van Brug

Studio Drift – Vida em Coisas reúne obras criadas por artistas holandeses e suas equipes em Amsterdã e Nova York; a proposta é despertar reflexões sobre a relação da humanidade com a natureza, por meio de esculturas e instalações hipnóticas

Usando a luz como um dos pilares de sua arte, Lonneke Gordijn e Ralph Nauta, junto às suas equipes em Amsterdã e Nova York, exploram as relações dos seres humanos com a natureza e a tecnologia de forma simples e ao mesmo tempo profunda. As obras que tocam em aspectos essenciais da vida na Terra estão presentes na mostra Studio Drift – Vida em Coisas, a ser inaugurada pelo Centro Cultural Banco do Brasil Brasília em 28 de novembro.

Lonneke Gordijn e Ralph Nauta, criaram DRIFT em 2007, na Holanda. Atualmente, comandam uma equipe multidisciplinar de 64 pessoas, nos estúdios em Amsterdã e Nova York. Os artistas se tornaram mundialmente conhecidos pela criação de esculturas, instalações e performances que colocam pessoas, ambiente e natureza na mesma frequência. Suas obras sugerem ao público uma reconexão com o planeta. “Estamos muito interessados na interação entre movimentos naturais e seres humanos e usamos a tecnologia para permitir isso. Nossas obras representam processos e movimentos que nós experimentamos na natureza e no próprio corpo.”, observa Lonneke.

Alfons Hug, curador da mostra ao lado de Marcello Dantas, explica que ao escolher a luz como elemento central de suas composições artísticas, DRIFT “nos faz pensar no mundo de hoje, mas também em nossas origens, pois esta luz vem de longe e contém um vislumbre do passado remoto”.

POR DENTRO DA EXPOSIÇÃO

Circuitos elétricos tridimensionais, de bronze, ficam conectados a sementes da planta dente-de-leão, que emitem luzes. Trata-se de uma escultura com forma potencialmente infinita, que pode crescer ou encolher, dependendo do espaço que ocupa. Para a construção, a dupla recorreu a sementes que, uma a uma, receberam luzes de LED, num processo artesanal que resiste aos métodos de produção em massa e à cultura do descarte. A instalação estará presente na galeria 1.

O comportamento das flores que, durante a noite, se fecham, numa medida de proteção e de economia de recursos, é apresentada na escultura hipnótica Shylight (algo como “luz tímida”, se traduzido para o português) que será instalada no Pavilhão de Vidro.

Se grande parte dos objetos feitos pelos homens tendem a ter uma forma fixa, o projeto do DRIFT,
neste caso, é recuperar a ideia de que, na natureza, tudo está em constante metamorfose e adaptação. Assim, os objetos animados ganham a força de expressar, caráter e emoção.

A escultura Ego, que teve uma primeira versão criada para compor o cenário da ópera Orfeu, representa a rigidez da produção da humanidade e o quanto é importante que essa produção se torne fluida, para que não colapse.

A obra, que será montada na galeria 2 do CCBB, questiona o quanto nossas esperanças, verdades e emoções são resultado direto da rigidez ou da fluidez de nossa mente. Um bloco de fibra de náilon oscila, graças à ação de oito motores e um algoritmo desenvolvido especialmente para a obra, acompanhada de uma composição especialmente feita pelos artistas.

Na Galeria 1, o papel humano na construção dos significados é abordado na série Materialism, na qual peças em formato de blocos comprimem objetos. Os materiais ganham uma forma condensada, instigando a imaginação sobre o papel humano na transformação da natureza.

Neste projeto contínuo, o público pode conferir as obras: Fusca Volkswagen, Jogo Game Boy, Lápis, Cabo Elétrico, Bicicleta, Pandeiro e Havaianas. As duas últimas foram criadas especialmente para a mostra brasileira, assim como Banquete, parceria de DRIFT com os designers brasileiros do Estúdio Campana, Humberto e Fernando Campana.

Também fazem parte da mostra as peças Amplitude, Franchise Freedom, Coded Nature, Drifters, Dandelight e Making of DRIFT, uma instalação com peças que mostra uma espécie de “making of” do trabalho da dupla.

RACIONALIDADE

O curador Marcello Dantas explica que existe uma racionalidade por trás das obras do DRIFT, que é a possibilidade da natureza e da tecnologia viverem em harmonia. “Seja pelo mundo biônico, seja pelo conceito de animismo, em que todas as coisas – animais, fenômenos naturais e objetos inanimados – possuem um espírito que os conecta uns aos outros”.

O animismo em DRIFT significa, por exemplo, transformar um robô numa flor, revelando o encontro entre “a projeção que fazemos das coisas e aquilo que elas potencialmente podem ser”, complementa Dantas. “Ao estudar os seres vivos e tentar emular artificialmente seu comportamento, passamos a criar uma escuta e uma linguagem que, em alguma dimensão simbólica, podem ser sincronizadas”.

Fragile Future 
2005 
sementes verdadeiras de dente-de-leão, bronze fosforoso, eletrônicos e luzes de LED  
real dandelion seeds, phosphorus bronze, electronics and LEDs 
Cedida por DRIFT/Courtesy of DRIFT

Além de Brasília Studio Drift – Vida em Coisas pôde ser conferida nas unidades do Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, superando 400 mil visitantes.

A mostra é patrocinada pelo Banco do Brasil e BB Asset Management. Ingressos gratuitos, disponíveis em https://ccbb.com.br/ e na bilheteria física do CCBB Brasília.

Fragile Future 
2005 
sementes verdadeiras de dente-de-leão, bronze fosforoso, eletrônicos e  luzes de LED  
real dandelion seeds, phosphorus bronze., electronics and LEDs 
Foto/Photo: Ronald Smits

Serviço
Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes
Especial Sul – Brasília – DF

Studio Drift – Vida em Coisas
Período | 28 de novembro de 2023 a 21 de janeiro de 2024, das 09h às 21h
Local | Galerias 1, 2, 5 e Pavilhão de Vidro
Classificação indicativa: livre
Ingressos | em www.ccbb.com/cultura e na Bilheteria do CCBB Brasília
Entrada Gratuita

Informações
Fone: (61) 3108-7600
E-mail: ccbbdf@bb.com.br
Site/ https://ccbb.com.br/
Instagram/ @ccbbbrasilia
Youtube/ Bancodobrasil

Exposição TESOURO

Exposição TESOURO, pinturas da artista plástica Leni Vasconcellos

O Dia Nacional da Consciência Negra é comemorado em 20 de novembro. A Casa Thomas Jefferson e a Embaixada de Gana promovem essa data de reflexão sobre esse importante tema com a realização da exposição de pinturas da artista plástica Leni Vasconcellos.

Em anexo, dois textos sobre o início da vida e trajetória artística de Leni Vasconcellos.

Em 1992, primeiro nos Camarões, depois Togo e Benin, países que se tornaram os lares da artista, onde ela penetra e se torna enraizada da africanidade na magia e riqueza das diversas culturas africanas.

Nessa trajetória de inesquecíveis treze anos que resultaram em grandes e importantes obras de sua produção enquanto artista plástica. A África possibilita a Leni experiências profundas nas manifestações culturais de diferentes povos. Suas obras mostram suas profundas conexões com as formas de representação das tradições ancestrais do Continente.

Composta especialmente por pinturas à óleo, nesta exposição, a artista apresenta uma coleção de obras que retratam sua vivência cotidiana na África contemporânea. Cores, símbolos, movimentos entre outras marcam a experiência sensorial de quem testemunha. Um verdadeiro mergulho na riqueza africana. “No reencontro com a África, me entreguei ao registro das diversas manifestações artísticas, religiosas, populares, históricas…. Capturadas numa troca intensa de vivências, recebendo, com a generosidade própria daquele povo, a exuberância das suas maneiras de se expressar.A alegria, formas e cores vivas. Vastidão de expressões fortes que contrastam com a realidade do sofrido cotidiano, uma variedade infinita de possibilidades que me inspiram sempre”.

Foto Paulo Melo

Data: abertura: sexta-feira, 17 de novembro, das 18h30 às 21h – intervenção com poesia de Abena Busia

visitação: segunda a sexta, das 8h às 19h / sábados, das 8h às 12h / domingos e feriados, fechada / até 17/2/2024

20ª Mostra do Filme Livre

Abertura no dia 22/11 traz filmes premiados e presenças ilustres dos cineastas Paula Gaitán e Walter Fernandes Jr.

+160 filmes de todo o Brasil, entre curtas, médias e longas

Cabine Livre + Debates + Oficina VideoArte

Centro Cultural Banco do Brasil

22-11 a 23-12 + Entrada franca

PROGRAMAÇÃO DIA A DIA AO FINAL, COM CLASS INDICATIVA DE CADA SESSAO

SAO 160 FILMES ENTAO AS FICHAS TECNICAS SINOPSES E CLASSIFICAÇÃO POR FILME FORAM ENVIADAS EM ANEXO POR EMAIL POIS SAO MUITAS PAGINAS TODAS ESTAS INFOS ESTÃO NO SITE Mostra Livre

Vai começar em Brasília a grande festa do cinema independente brasileiro. Após quatro anos, a MOSTRA DO FILME LIVRE está de volta à Brasília ao vivo e presencialmente!

Curtas Jornadas

A 20ª MFL na capital promete ser inesquecível em vários sentidos, além de quase cinco semanas de exibições e debates, a Cabine Livre, feita especialmente para a MFL mostrará diariamente VídeoArtes exibidas em looping. A cereja no bolo de 20 anos de evento é uma oficina de VideoArte. Todas as atividades tem entrada franca.  

Para a abertura do evento, na quarta-feira, 22/11, teremos ilustres convidados/as, como a cineasta Paula Gaitán e o cineasta Walter Fernandes Jr., ambos premiados na edição carioca deste ano. Além disso, serão exibidos dois curtas de Brasília: “Aves coloridas”, de Angelo Pignaton, e “Paisagem em chamas”, de Silvino Mendonça; o curta Um inferno sem lazer de Nilson Primitivo (em memória), o curta “Nenhuma fantasia”, de Gregorio Gananian e Negro Leo, e o média “A estratégia da fome”, de Walter Fernandes Jr, ambos premiados na MFL RJ, que aconteceu de setembro de 2023, com apoio da Riofilme.

No dia seguinte à abertura, os cineastas Paula Gaitán e Walter Fernandes Jr participarão de um debate, após a exibição do média-metragem OSTINATO, de Paula Gaitán. O filme é com e sobre o artista Arrigo Barnabé.

Este ano a MFL recebeu mais de 1.300 filmes e, para Brasília, selecionou 160, de todas as durações, formatos e gêneros, como tem feito desde 2002, quando debutou no CCBB RJ. Por ali ficou por 18 anos, acontecendo também nos demais CCBBs, de SP, BH e DF, até 2019, quando perdeu o patrocínio e, logo na sequência, enfrentou a pandemia. Em 2020 realizou uma mostra online, com apoio do Pólo de Cinema de Cataguases, e em 2022, com apoio da Riofilme,  realizou uma edição especial online tendo a pandemia como tema dos filmes, que ainda podem ser vistos em https://mostralivre.com/21/

Confirmando sua presença nacional, todas as regiões do Brasil estão na MFL, e os estados com mais filmes são: RJ, com 54 filmes, SP com 33, MG com 11, e CE com 8. Brasília conta com 5 filmes e outros 7 títulos foram feitos, por brasileiros, no exterior. A programação completa está em Mostra Livre

PELE FINA

Homenagens

A 20ª MFL é dedicada à memória de Maurice Capovilla, Nilson Primitivo, Clóvis Molinari, Ely Marques e Carlos Alberto Prates, que representam o que o evento quer ser a cada ano:  ousado, original, sem igual! Preparamos vídeos homenagens que serão exibidos na abertura. Também o cineasta Ricardo Miranda será lembrado na sessão do filme “Natureza Morta”, que foi realizado por sua companheira, Clarissa Ramalho e fecha a trilogia Inquietante Estranheza. Cada qual a seu modo, todos ajudaram a MFL a ser mais relevante, e serão sempre lembrados com carinho.

As sessões

Os +160 filmes do evento passarão nas seguintes sessões: Panoramas Livres, Autorias, Biografemas, Territórios, Mostrinha Livre, Sonoras, Curta Rio, Maldita, Mundo Livre, Pílulas, Sonoras, Caminhos e as esperadas Cabines Livres, que exibem VideoArtes em looping. Além destas, a MFL fará uma sessão especial de abertura e outra especial de encerramento, com filmes feitos na oficina de VideoArte e a exibição dos destaques da edição DF.

Belos Carnavais

Debates

A MFL fará dois debates com cineastas premiados este ano e com produtores de festivais:

Dia 23-11 às 19h – Estética e Produção

Com Paula Gaitán, Walter Fernandes Jr. e mediação de Ulisses de Freitas

Dia 25-11 às 19h – Estética e Difusão

Com Guilherme Whitaker, da MFL, Janaína André e William Alves, do Festival Taguatinga de Cinema e mediação de Mariana Mara.

Oficina de VideoArte com celular, com Marina Mara

dias 16,17, 21 e 23 de dezembro, no cinema CCBB DF

Forma criativa e democrática de expressão artística por meio do cinema possível, a oficina será realizada em um ambiente colaborativo para que os participantes possam compartilhar saberes e inspirar uns aos outros na realização audiovisual. Os filmes realizados serão exibidos no encerramento da MFL em Brasília, dia 23 de dezembro às 18h.

Premiados no RJ e na MFL online

Na edição carioca, ocorrida em setembro, foram premiados/as: PAULA GAITÁN, pelo conjunto da obra; DUO STRANSGOSCOPE, pelo conjunto da obra; o curta NENHUMA FANTASIA, de Gregorio Gananian e Negro Leo; o curta CINEMA PARA OS MORTOS, de Bruno Moreno e Renato Sircilli; o média CAIXA PRETA, de Saskia e Bernando Oliveira; o média A ESTRATÉGIA DA FOME, de Walter Fernandes Jr; o longa SINFONIA DO FIM DO MUNDO, de Thiago Brito e Isabella Raposo. A MFL2023 RJ  também concedeu MENÇÃO HONROSA para: o longa BRASIL 1977, de Felipe Kusnitzki; pelo conjunto da obra de REBECCA MOURE; o longa AS LINHAS DA MINHA MÃO, de João Dumans e o curta de escola PRESENTE , de Pedro Coelho Xavier

Na edição online, os três filmes premiados, pois mais votados pelo público foram: PRESENTE, com 751 votos; MARGARIDA, com 748 votos e AVES COLORIDAS, com 548 votos

Praia do Silencio stillframe baixa

Aspas

Segundo Guilherme Whitaker, criador da MFL, o cinema possível brasileiro sobreviveu à pandemia e ao pandemônio, com centenas de filmes feitos nestes anos e que raramente foram vistos. “Agora que as mostras, festivais e cineclubes estão voltando a acontecer, é a hora e a vez da difusão mostrar a que veio, literalmente, exibindo o tão gigante e diverso audiovisual que somos! Na MFL o foco é escoar e ecoar tantos filmes incríveis, curtas, médias e longas, feitos por pessoas também ímpares, Brasil adentro, num importante painel do nosso cinema livre. Somos a maior vitrine do cinema independente brasileiro e chegamos aos 20 anos, nada melhor do que comemorar tais feitos na capital do país”, observa.

Sobre o processo intenso de curadoria, Scheilla Franca comenta a importância de compreender e trazer obras que refletem as transformações e olhares que deram contornos mais plurais à cena audiovisual nos últimos vinte anos. “Estar junto é potência, perceber e sentir os filmes dentro deste processo coletivo de curadoria, ao longo dos meses, é já celebrar o porvir, a mostra que está para acontecer, por meio dos filmes que compõem esta edição, não apenas os selecionados, mas todos que se inscreveram, sem perder de vista o que nos traz até aqui, o histórico da Mostra do Filme Livre”.

Encruzilhada

MINIBIO DOS/AS  DEBATEDORES/AS:

PAULA GAITÁN – Paula Gaitán (Paris,1952) é uma cineasta Colombiana-Brasileira, nasceu em França e atualmente reside em São Paulo, Brasil. Dirigiu seu primeiro longa-metragem, Uaka, em 1987. Desde então, dirigiu várias longas-metragens, vídeos, séries televisivas e instalações. Dentre seu trabalho destaca-se, Diário de Sintra (2008), Exilados do Vulcão (2013), Sutis Interferências (2016) É Rocha e Rio, Negro Léo (2020), Luz nos Trópicos (2020) e o seu mais recente filme O Canto das Amapolas (2023).

MARINA MARA – Poeta, mestre em Arte e Tecnologia pela UnB, publicitária, ativista cultural, atriz, roteirista, designer gráfico, consultora de projetos poéticos e literários. Atua pelo Brasil desde 2006 com projetos multimídia que abordam a poesia em diferentes formatos como grafite, quadrinhos, cinema, artes visuais, teatro, intervenções urbanas, internet. Dedicada exclusivamente à poesia, Marina viajou o país ministrando cursos e oficinas poéticas em feiras literárias e coletivos de arte. Em maio de 2010, Marina Mara lançou seu primeiro livro solo, o SarauSanitário.com, que é parte de um projeto homônimo que distribuiu poesia por banheiros públicos e pelo mundo virtual. Em março de 2012, Marina produziu a Parada Poética, reunindo cerca de cinquenta artistas (e amigos) no palco-caminhão do Teatro Mapati para celebrar o Dia Mundial da Poesia. Em junho de 2012, Marina foi convidada a se apresentar na Cúpula dos Povos na Rio +20 e também realizou intervenções poéticas Rio a fora, distribuindo cerca de 500 poemas em troca de sorrisos.

Em outubro do mesmo ano, Marina realizou a segunda edição do projeto Declame para Drummond, um intercâmbio de poesia autoral em homenagem ao poeta Carlos Drummond de Andrade que distribuiu poemas por todos os estados do Brasil, em algumas cidades de Portugal, Espanha, Itália, Noruega, Suíça, Timor Leste, para os brasileiros que lá residem, principalmente, totalizando cerca de 50 mil poemas. Em 2013 Marina lançou o curso Profissão Poeta que pretende, de forma prática e descontraída, indicar o caminho das pedras – que haverão no meio do caminho – entre poetas e o público/mercado. Em 2017 Marina lançou o livro BlasFêmea, com contos, crônicas e poemas sobre o universo feminino. Em maio do mesmo ano, a poeta lançou o livro Profissão Poeta – Um guia prático e amoroso sobre viver de poesia. Em primeiro de maio de 2017, Marina Mara idealizou o aplicativo PoemApp – O Mapa da Poesia do Brasil em parceria com o MediaLab da Universidade de Brasília, onde se formou como Mestre em Arte e Tecnologia em 2019. O ano de 2019 também foi dedicado a viajar por 6 estados do Brasil com a Oficina de Empoderamento Poético a convite do SESC Arte da Palavra. Em 2021 a Oficina foi ministrada de forma digital com apoio da Secretaria de Cultura do DF. Mais em .https://www.marinamara.com.br/

JANAINA ANDRÉ – diretora da Baru Lab e iniciou sua carreira artística em 1996 trabalhando na companhia de dança contemporânea Alaya Dança. Fez especialização na técnica Contato e Improvisação na Usina – Espaço do Movimento, onde realizou diversas pesquisas e criações em performance. Ingressou em 1998 na Faculdade de Arte Dulcina de Moraes onde se graduou em Artes Visuais. Fez especialização em Design Digital e mestrado em Design na UNB. Atua como diretora e coordenadora de produção em diversos projetos como o Festival Taguatinga de Cinema edições 10 a 17º , Lobo Fest – Festival de Filmes Curtíssimos 2017 e 2018, Festival Brasília do cinema Brasileiro edições 47, 50, 51, 52 e 55, Mapa Gentil 2012 a 2015, Sarau Ecos d’Oeste, Cineclube Lago Oeste, Festival Internacional de Bebês, projeto Gravuras e Literatura de Cordel, dentre outros.

Trabalha em projetos audiovisuais desde 2001, quando fez assistência em Direção de Arte do longa metragem Celeste e Estrela de Betse de Paula, Brasília. Fez direção de arte do longa A Roda da Vida de William Alves, do curta metragem Folia de Adão e Eva, Rio de Janeiro. Dirigiu os vídeos Mar Morto, Rosa, Dragão de Florence, Filhas das Águas, Rio de Janeiro. Em Brasília trabalhou como diretora de arte e figurinista para diversas produtoras como CineVídeo, Canto Cerrado, Fabrika, Kazuo Okubo, GW, Santa Produtora, AB Produções, OZ produções, Edgar Foto, Fisher. É sócia- diretora da empresa de produção cultural e tecnologia Baru Lab- Criações e Inovações https://www.barulab.com.br/

Praia do Silencio stillframe baixa

WILLIAM ALVES – Profissional do audiovisual desde 1998 , foi Produtor de diversos projetos, diretor de cinema e de televisão; Realizou vários trabalhos, destacando-se em 2000 o filme “100 anos de perdão” que ganhou o prêmio de melhor fotografia no 33º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e em 2003 o Documentário “Teodoro Freire “O Guardião do Rito”;  “Praga do Cinema Brasileiro” que recebeu 13 prêmios dos mais de 20 festivais que participou. Também dirigiu o longa metragem “Roda da Vida” , 2018 que participou da Mostra Especial do 52 Festival Brasília do Cinema Brasileiro. Coordenou a produção do ciclo de conferências intitulado A Sociedade do Espetáculo e o Cinema na Era Digital, no Conjunto Cultural da Caixa, que se realizou de setembro de 2006 a fevereiro de 2007; É idealizador e diretor do Festival Tagua de Cinema que já está em sua 18ª Edição.

desde 1994; É membro, desde 1999, da ABCV – Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo (filiada a ABDNac Associação Brasileira de Documentaristas) onde já participou da diretoria por 2 gestões e membro do Fórum de Cultura do Distrito Federal.

ULISSES DE FREITAS – Assessor de Imprensa em Brasília (DF),  com mais de 20 anos de atuação na Capital Federal, sócio da Panorama,  trabalha frequentemente com instituições como Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), Caixa Cultural, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF.

WALTER FERNANDES JR. – 51, diretor de cinema e TV, Bacharel em Comunicação Social – Publicidade – Universidade Estácio de Sá/ RJ (1996)., Tecnólogo em Cinema – Universidade Estácio de Sá/ RJ (1997). , Teoría y práctica del montaje cinematográfico (Curso de Teoria e Prática de Montagem Cinematográfica) – Escuela Internacional de Cine y TV de San Antonio de Los Baños, Cuba (1997).

Oficina de Produção – Rede Globo de Televisão (2001)., Especialização em Docência do Ensino Superior – UNINORTE/AM (2016)., Mestrando em Sociedade e Cultura na Amazônia – UFAM (2021).

Docente na Graduação de Publicidade e Propaganda no Centro Universitário do Norte –

UNINORTE (2017 a 2019). , Docente na Graduação de Produção Audiovisual na Universidade do Estado do Amazonas – UEA (setembro/ novembro – 2017)., Diretor do programa de TV “Cena Musical” (2009), realizado pela TV Brasil., Assistente de direção, continuísta e repórter na Indiana Filmes (RJ) em vídeos institucionais (Othon,Oi Futuro), telefilmes (“O Amor e a Morte”), documentários (“Jamelão”) e programas de TV (“Revista do Cinema Brasileiro”, “O Mundo do Cinema Brasileiro”, “Aprender a Empreender”, “Juntos Somos Fortes”, “Sessão Cineclube”) entre 2001 e 2013. Diretor dos filmes: Média-Metragem: • “A Estratégia da Fome” – 4K – 2022 (direção, roteiro e produção)

Curtas Metragens: • “Graves e Agudos em Construção” – 4K – 2021 (direção, roteiro e produção), • “Dispensa do Amor Mecânico” – cor/ Digital – 2014 (direção e roteiro),  “Náuseas do Sagrado Coração” – cor/ Digital – 2010 (direção, roteiro e produção),  “Desarmado” – cor/ 35mm – 2003 (direção, roteiro e montagem), “Esparadrapo” – cor/ 16mm – 2001 (direção, roteiro e montagem),  “Perto da boca cansada” – cor/ Hi8 – 2000 (direção e roteiro),  “Coleira de abutre” – cor/ 35mm – 1999 (direção, roteiro e montagem),  “Água no leite” – p&b/ cor/ 35mm – 1998 (direção, roteiro e montagem),  Longs Metragens: • “A Balada do Provisório” – cor/ Full HD – 2014 (produção de set),  “Jogo da Velha” – cor/ 35mm – 2004 (assistente de direção e continuísta),  “Copacabana” – p&b/ cor/ 35mm – 2001 (assistente de pesquisa); com +20 prêmios em festivais brasileiros.

GUILHERME WHITAKER – 54, Produtor e diretor de curtas, Produtor e curador de eventos audiovisuais. Idealização, Produção e Curadoria da Mostra do Filme Livre, MFL, desde 2002 (https://www.mostralivre.com/2023-df/), e da ação Cineclubes Livres; Idealização e Produção do site Curta o Curta (ativo desde 2000, em https://curtaocurta.com/); Produção Executiva das mostras “Cinema em Carne Viva – David Cronenberg”; e  “A imagem e o incômodo: o Cinema de Michael Haneke”; e da exposição “A Pintura em Pânico – Fotomontagens de Jorge de Lima” (em .https://www.simonerodrigues.com.br/blank-3); Produção da mostra Cinema de Garagem (http://cinemadegaragem.com/); Produção da exposição “Fotocelular”; Produção da ação “Cine Fantasma”, com projeções em ex cinemas de rua no RJ (http://cargocollective.com/cinefantasma/About-Cine-Fantasma); Produção de mais de 50 curtas e médias (.http://www.wsetfilmes.com/https://guiwhi.wixsite.com/guiwhi). Todos os eventos foram produzidos pela WSET Multimídia, criada em 2000 por GuiWhi. Dirigiu 6 curtas e médias, que podem ser vistos em www.guiwhi.com 

FANTASMA NEON

Centro Cultural Banco do Brasil

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.   

 Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.  

 Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana.   

Em 2022, o CCBB Brasília obteve a certificação ISO 14001, importante credencial de boas práticas ambientais, demonstrando o compromisso do Banco do Brasil com a ética e a sustentabilidade ambiental.

Informações:

Fone: (61) 3108-7600

E-mail: ccbbdf@bb.com.br

Site/ https://ccbb.com.br/

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Instagram/ @ccbbbrasilia

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Serviço

20a. Mostra do Filme Livre + Brasília

De 22-11 a 23-12 de 2023

Programação: https://www.mostralivre.com/2023-df/

Produção: WSET Multimídia

Patrocínio e Realização: Centro Cultural Banco do Brasil

Entrada Franca

PROGRAMAÇÃO MFL2023 BRASÍLIA DIA A DIA

Quarta-feira, 22/11

19h – Abertura Brasília -16 anos

Paisagem em Chamas, de Silvino Mendonça Carneiro, 7 min. DF

Um inferno sem lazer, de Paulo Duarte e Nilson Primitivo , 5 min. RJ

Aves Coloridas, de Angelo Pignaton , 12 min., DF  PREMIADO NA MFL ONLINE

Nenhuma Fantasia (No Fool), de Gregorio Gananian e Negro Leo ,

11 min., SP – PREMIADO NA MFL RJ

A estratégia da fome,de Walter Fernandes Jr. ,38 min.,AM

PREMIADO NA MFL RJ

Quinta-feira – 23/11

19h – OSTINATO + Debate Estética e Produção

Ostinato, de Paula Gaitán, 56 min., SP, 14 anos  PREMIADO NA MFL RJ (conjunto da obra)

Após o filme, debate com Paula Gaitán, Walter Fernandes Jr, mediação de Ulisses de Freitas

Sexta-feira – 24/11

19h – SONORA 1 – 10 anos

A Guerra de Michael, de Daniel Tagliari e Gregorio Gananian , 16 min., SP

Eletronica:Mentes, de Dácio Pinheiro e Denis Giacobelis, 79 min., SP

Sábado – 25/11

13h – Mostrinha Livre – Livre

Memórias da infância, de Alunas e alunos EMEF Manuel Pereira Ramalho, 03 min., ES

O karaokê de Isadora, de Thiago B. Mendonça ,6 min.,SP

CEM PILUM – A HISTÓRIA DO DILÚVIO, de THIAGO MORAIS ,8 min.,AM

Manual do Zueiro Sem Noção ,de Joacélio Batista ,16 min.,MG

O futuro que me alcance, de Nat Grego ,4 min.,SP

Agosto dos Ventos,de Paulo Antunes ,5 min.,MG

15h – Caminhos 1 – 16 anos

TREMENDO TROVÃO,de Rubens Fabricio Anzolin ,7 min.,RS

O clube do fim do mundo,de Jarleo Barbosa ,14 min.,GO

Cidade Sempre Nova,de Jefferson Cabral ,24 min.,RN

A Luz Incidiu Sobre Nós Como a Pálida Noite,de Lucca Girardi ,25 min.,SP

linfernocalaboca e escuta,de Daniel Bretas ,20 min.,MG

17h  – Caminhos 2 – 14 anos

Crimes Holandeses, de Maria Clara Almeida ,22 min.,PE

Pai em Versos, de Júlio Folha, 16 min., MG

Aves Coloridas, de Angelo Pignaton, 12 min., DF

Presente, de Pedro Coelho Xavier ,13 min.,MG  PREMIADO NA MFL ONLINE

FURTACOR, de Jair Libanio,20 min., RN

19h Debate Estética e Difusão – Livre

Com Guilherme Whitaker (MFL), Janaina André e William Alves (Festival Taguatinga de Cinema), mediação de Marina Mara

Domingo – 26/11

13h – Mostrinha Livre – Livre

Memórias da infância, de Alunas e alunos EMEF Manuel Pereira Ramalho, 03 min., ES

O karaokê de Isadora, de Thiago B. Mendonça ,6 min.,SP

CEM PILUM – A HISTÓRIA DO DILÚVIO, de THIAGO MORAIS ,8 min.,AM

Manual do Zueiro Sem Noção ,de Joacélio Batista ,16 min.,MG

O futuro que me alcance, de Nat Grego ,4 min.,SP

Agosto dos Ventos,de Paulo Antunes ,5 min.,MG

14h – Sonora 2 – Livre

G.M – 8 cantos, de Gregorio Gananian ,11 min.,SP

Sinfonia do fim do mundo, de Thiago Brito e Isabella Raposo, 75 min., RJ // PREMIADO NA MFL RJ

16h – Mundo Livre – 12 anos

Atlas não dorme à noite, de Thiago Pedroso ,15 min.,França

As Dúas en Punto, de Uliane Tatit ,24 min.,Espanha

Nagano, de Letícia Hayashi ,16 min. Japão

ETERNI, de IAGO SARTINI , 14 min., Chile

cinecittá, de Felipe Kusnitzki , 11 min., Itália

Ming, de Camilo Soares, 20 min., China

18h – Especial Paula Gaitán – 14 anos

É Rocha e Rio, Negro Leo, de Paula Gaitán , 157 min.,RJ  PREMIADO NA MFL RJ (conjunto da obra)

Quinta-feira – 30/11

19h – Panorama Livre 1 -14 anos

A Jornada, de Mateus Rosa , 13 min., GO

Pele Fina, de Arthur Lins , 60 min.,PB

Sexta-feira – 1/12

19h – Panorama Livre 2 – 14 anos

Qual é a grandeza?, de Marcus Curvelo ,12 min.,BA

Animal secreto, de Rodrigo Lima, 20 min.,RJ

O Último Rock, de Diego de Jesus, 24 min., ES

Estupro da Mata Atlântica – EMA, de Saullo Farias Vasconcelos ,9 min.,RJ

Nenhuma Fantasia (No Fool),de Gregorio Gananian e Negro Leo ,11 min.,SP // PREMIADO NA MFL RJ

Sábado – 2/12

13h – Mostrinha Livre – Livre

Memórias da infância, de Alunas e alunos EMEF Manuel Pereira Ramalho, 03 min., ES

O karaokê de Isadora, de Thiago B. Mendonça ,6 min.,SP

CEM PILUM – A HISTÓRIA DO DILÚVIO, de THIAGO MORAIS ,8 min.,AM

Manual do Zueiro Sem Noção ,de Joacélio Batista ,16 min.,MG

O futuro que me alcance, de Nat Grego ,4 min.,SP

Agosto dos Ventos,de Paulo Antunes ,5 min.,MG

14h – Panorama Livre 3 – 16 anos

Mecanismo,de Izaaaki e Gabriel Lima e Mabi Sousa ,7 min.,CE

A Cidade dos Abismos,de Priscyla Bettim e Renato Coelho ,96 min.,SP

16h – Panorama Livre 4 – 16 anos

Cinema para os Mortos, de Bruno Moreno e Renato Sircilli ,14 min.,PI // PREMIADO NA MFL RJ

Praia do Silêncio,de Francisco Garcia ,71 min.,SP

18h – Panorama Livre 5 – Livre

Mulher vestida de Sol ,de Patrícia Moreira Santos ,9 min.,BA

SHASHIN NO MA,de Tetsuya Maruyama ,6 min.,RJ

Maputo Nakuzandza,de Ariadine Zampaulo ,60 min.,SP

20h

Panorama Livre 6 – 14 anos

Infantaria, de Laís Santos Araújo ,24 min.,AL

O dente do dragão, de Rafael Castanheira Parrode ,27 min.,GO/SP

Cama Vazia,de Fábio Rogério ,6 min.,SP

Pegadas, de Manu Sobral ,13 min.,SP

Primavera em cada vida,de Rafael Saar ,14 min.,RJ

Alexandrina – Um relâmpago,de KEILA SANKOFA ,11 min.,AM

Domingo – 3/12

13h – Mostrinha Livre – Livre

Memórias da infância, de Alunas e alunos EMEF Manuel Pereira Ramalho, 03 min., ES

O karaokê de Isadora, de Thiago B. Mendonça ,6 min.,SP

CEM PILUM – A HISTÓRIA DO DILÚVIO, de THIAGO MORAIS ,8 min.,AM

Manual do Zueiro Sem Noção ,de Joacélio Batista ,16 min.,MG

O futuro que me alcance, de Nat Grego ,4 min.,SP

Agosto dos Ventos,de Paulo Antunes ,5 min.,MG

14h – Panorama Livre 7 – 18 anos

DEMBI TAMA, de Alex Brandão , 7 min., SC

Aqui onde tudo acaba,de Cláudia Cárdenas e Juce Filho ,19 min.,SC

Quem de Direito,de Ana Galizia ,21 min., RJ

Visões do Paraíso, de Cristiana Miranda ,23 min.,RJ

Além da Jornada, de Gabriel Silveira ,18 min.,CE

16h – Panorama Livre 8 -12 anos

Paisagem em Chamas, de Silvino Mendonça Carneiro ,7 min., DF

A Praia do Fim do Mundo,de Petrus Cariry ,88 min.,CE

18h – Especial Thiago B. Mendonça – 16 anos

Belos Carnavais, de Thiago B. Mendonça ,16 min., SP

Curtas Jornadas Noite Adentro,de Thiago B. Mendonça ,102 min.,SP

Quinta-feira – 7/12

19h – Especial Filipe Codeço -12 anos

Marcos, de Filipe Codeço , 70 min.,RJ

Sexta-feira – 8/12

19h – Especial Nilson Primitivo – 18 anos

Um inferno sem lazer, de Paulo Duarte e Nilson Primitivo, 5 min., RJ

Constantinopla, de Nilson Primitivo ,3 min.,RJ

Das águas,de Nilson Primitivo , 2 min.,RJ

Beira-rio, de Nilson Primitivo ,2 min.,RJ

Lua Nova, de Nilson Primitivo ,1 min., RJ

Grajaúna, de Nilson Primitivo ,2 min.,RJ

Cabocla Tupinambá, de Nilson Primitivo ,2 min.,RJ

Eram duas ventarolas, de Nilson Primitivo ,2. min.,RJ

Vovó, de Nilson Primitivo ,1 min.,RJ

Yemanjá, de Nilson Primitivo ,2 min.,RJ

Cura, de Nilson Primitivo , 1 min.,RJ

Ritual da alta magia, de Nilson Primitivo ,3 min.,RJ

Sino, de Nilson Primitivo ,2 min.,RJ

Mystique, de Nilson Primitivo ,1 min., RJ

Cambralha , de Paulo Duarte e Nilson Primitivo ,18 min.,RJ

Sábado – 9/12

13h – Mostrinha Livre – Livre

Memórias da infância, de Alunas e alunos EMEF Manuel Pereira Ramalho, 03 min., ES

O karaokê de Isadora, de Thiago B. Mendonça ,6 min.,SP

CEM PILUM – A HISTÓRIA DO DILÚVIO, de THIAGO MORAIS ,8 min.,AM

Manual do Zueiro Sem Noção ,de Joacélio Batista ,16 min.,MG

O futuro que me alcance, de Nat Grego ,4 min.,SP

Agosto dos Ventos,de Paulo Antunes ,5 min.,MG

14h – Territórios 1 – 14 anos

Soccer Boys, de Carlos Guilherme Vogel , 14 min., RJ

A8, de Lucio Branco ,25 min.,RJ

Aonde Vão Os Pés,de Débora Zanatta ,14 min.,PR

a memória é um pedaço da saudade, de alexandra martins ,21 min.,DF

Capim guiné,de Gabriel S. de Oliveira ,10 min.,SP

16h – Territórios 2 – 12 anos

Não Existe Pôr do Sol, de Janaína Lacerda ,16 min.,PB

Lugar de Ladson, de Rogério Borges ,21 min.,SP

Rua Do Bosque, de Jiulian Regine e Camila Svenson ,18 min.,SP

Casa: passado, presente, agora,de Beatriz Kestering Tramontin ,11 min.,SC

Céu de Lua, Chão de Estrelas, de Camilo Soares e Orun Santana ,25 min.,PE

18:00 – Pílulas – 18 anos

Te Amo, Se Cuida, de André Vidigal e Liz Dórea ,5 min., SP

ORBITA, de CATAPRETA ,5 min.,MG

Tá Fazendo Sabão, de Ianca Oliveira ,6 min.,BA

Etruska Waters Em O tombamento Da Republiqueta, de Thiago Bezerra Benites, 3 min.,PR

Dinheiro, de Sávio Leite e Arthur B. Senra ,4 min.,MG

À ESPERA DAQUILO QUE NUNCA VEM. ISSO NÃO SOUL EUS; É BECKETT?, de Márcio Vaccari ,2 min.,SP

Um inferno sem lazer, de Paulo Duarte e Nilson Primitivo , 5 min.,RJ

oriki para perder o medo do mar, de izzi vitório , 5 min.,CE

MARGARIDA, de Márcio Vaccari ,3 min.,SP   PREMIADO NA MFL ONLINE

Olubajé – O banquete do Rei,de Leandro Almeida ,3 min.,RJ

1325 quilômetros 227 dias,de Vítor Teixeira ,5 min.,SP

Máquina de Projetar Memórias n. 1 – Luiz Rosemberg Filho,de Mili Bursztyn ,3 min.,RJ

Energia Nuclear,de Miguel Clark ,3 min.,RJ

USHUAIA – the deep bay city, de Heron Rossato ,5 min.,EXT

LILI FOI DAR AULA DE GEOGRAFIA E SUMIU DO MAPA,de Márcio Vaccari ,1 min.,SP

Rachos, de Léo Silva ,4 min. CE

Limpeza da memória, de Mari Bley ,4 min., RJ

19h30 – Maldita – 18 anos

Encruzilhadas do Caos, de Alexander S. Buck ,20 min., ES

Etruska Waters Em O tombamento Da Republiqueta,de Thiago Bezerra Benites ,3 min.,PR

O Terno do Zé, de Fabiano Soares ,21 min.,RJ

Á Meia-Noite Lacrarei meu Tio,de Jonathan Rodrigues ,19 min.,PR

Il caso Valdemar,de Gianni Hoepli e Ubaldo Magnaghi ,11 min.,SC

Noite de Terror no Planalto,de Jonathan Rodrigues ,17 min.,PR

Domingo – 10/12

13h – Mostrinha Livre – Livre

Memórias da infância, de Alunas e alunos EMEF Manuel Pereira Ramalho, 03 min., ES

O karaokê de Isadora, de Thiago B. Mendonça ,6 min.,SP

CEM PILUM – A HISTÓRIA DO DILÚVIO, de THIAGO MORAIS ,8 min.,AM

Manual do Zueiro Sem Noção ,de Joacélio Batista ,16 min.,MG

O futuro que me alcance, de Nat Grego ,4 min.,SP

Agosto dos Ventos,de Paulo Antunes ,5 min.,MG

14h  – Ricardo Miranda presente! – 16 anos

Natureza Morta, de Clarissa Moebus Ramalho ,114 min.,MG/RJ

18h – Especial Amanda Devulsky  -12 anos

Vermelho Bruto, de Amanda Devulsky ,206 min.,DF

Quinta-feira – 14/12

19h – Especial Gurcius Gewdner – 14 anos

Quem é Gurcius Gewdner?, de Fabiano Soares ,10 min.,RJ

A Nau dos Loucos, de Gurcius Gewdner ,103 min.,RJ

Sexta-feira – 15/12

19h – Especial Felipe Cataldo -14 anos

Benjamim Zambraia e o Autopanóptico,de Felipe Cataldo ,71 min.,RJ  COM A PRESENÇA DO DIRETOR

Sábado – 16/12

13h30 –  Autorias 1 – 16 anos

ANTFILM, de Tetsuya Maruyama ,3 min.,RJ

Adeus, Calon, de João Borges ,20 min.,MG

Manual do Zueiro Sem Noção , de Joacélio Batista ,16 min.,MG

A estratégia da fome, de Walter Fernandes Jr. , 38 min., AM // PREMIADO NA MFL RJ

15h – Autorias 2 -12 anos

Garotos Ingleses, de Marcus Curvelo ,15 min.,BA

Paraquedas,de Meujaela Gonzaga ,07 min.,PE

Vale dos Dinossauros,de Ythallo Rodrigues ,20 min.,CE

De Onde Nasce o Sol,de Gabriele Stein ,18 min.,ES

Eu não sei dançar, mas danço,de Fábio Rogério ,14 min.,SP

16h30 – Autorias 3 – 18 anos

Pe ataju jumali / Hot air, de Unides contra a colonização: muitos olhos, um só coração ,25 min., SP

CAIXA PRETA, de Saskia e Bernardo Oliveira ,51 min.,RJ   PREMIADO NA MFL RJ

18h  –  Autorias 4 – 12 anos

Nunca Pensei que Seria Assim, de Meibe Rodrigues ,10 min.,MG

CENA DO CRIME, de Pedro Tavares, 70 min., RJ

19h45 –

Autorias 5 – 14 anos

Apocalypses Repentinos,de Pedrokas ,17 min.,CE

Última Cidade, de Victor Furtado ,70 min.,CE

Domingo – 17/12

14h – Autorias 6 – 14 anos

Mutirão: O Filme, de Lincoln Péricles (LKT) , 10 min.,SP

Alan, de Diego Lisboa, Daniel Lisboa ,92 min., BA

16h – Autorias 7 – 14 anos

¡VIVA LA REVOLUCIÓN!, de Duo Strangloscope, 12 min.,SC  PREMIADO NA MFL RJ (conjunto da obra)

virar mar / meer werden, de Danilo Carvalho e Philipp Hartmann ,85 min.,PI

18h – Autorias 8 – 14 anos

Última vez que ouvi deus chorar,de Marco Antonio ,18 min.,SP

Você nos queima, de Caetano Gotardo ,72 min.,SP

20h – Autorias 9 – 14 anos

Gestos de Proteção,  de Larissa Dardania ,4 min.,MG

e nada mais disse., de Julia Menna Barreto ,19 min.,RJ

Brasil, 1977, de Felipe Kusnitzki ,69 min.,RJ

Quinta-feira – 21/12

19h – Biografemas 1 – 14 anos

Aqui é meu lugar, de Breno Soares ,14 min.,RJ

A Jornada do Valente, de Rodrigo de Janeiro ,15 min.,RJ

Um filme com Celso Marconi, de Paulo de Sá Vieira e Helder Lopes ,22 min.,PE

A Paixão de Rio Apa,de Sarah Pusch Nogueira ,19 min.,SC

NO JUSTICE , NO PEACE, de Duo Strangloscope ,10 min.,SC PREMIADO NA MFL RJ (conjunto da obra)

Sexta-feira -22/12

19h – Biografemas 2 – 14 anos

Crepúsculo das deusas, de Fábio Rogério ,14 min.,SP

O CANGACEIRO DA MOVIOLA, de Luís Rocha Melo ,95 min.,MG/RJ

Sábado – 23/12

14h -Biografemas 3 -14 anos

Areia, de Duo Strangloscope ,7 min. SC  PREMIADO NA MFL RJ (conjunto da obra)

As linhas da minha mão ,de João Dumans, 80 min.,MG

16h – Curta Rio -Livre

Fantasma Neon, de Leonardo Martinelli ,20 min.,RJ

Infinito Ábaco, de Bruno Lisboa ,65 min.,RJ

18h – Encerramento 20a. MFL Brasília –

Filmes realizados na oficina de VideoArte e convidados

Cabines Livres

de quinta a domingo das 14h às 20h

23/11 e 17/12 – Cabine Livre 1 – Rebecca Moure – Livre

estrangeira, 5 min.,RJ

Fogo contra fogo, 4 min., RJ

PINOQUIO de KAFKA, 10 min., RJ

SEU ZÉ CYBERSTREET, de Flavia Goa e Rebecca Moure , 5 min., RJ

intra09 | duas dobras sobre vermelho, de Rebecca Moure e Flavia Goa , 9 min., RJ

24/11 e 16/12 – Cabine Livre 2 – Luís Augusto – Livre

Rastros de Nanquim, de Luís Augusto , 18 min.,RJ

25/11 e 15/12 – Cabine Livre 3 – Oliê Cárdenas – 14 anos

Transverbo,de Oliê Cárdenas ,23 min.,SC

26/11 e 14/12 – Cabine Livre 4 – Curtas – 14 anos

sanc_pc1317_03_01_a_1 – versão 02, de Henrique Amud e Hakaima Sadamitsu ,7 min.,RJ/AM

BIG BI BAD BABIDI, de Neusa Valéria Brizola ,6 min.,RJ

30/11 e 10-12 – Cabine Livre 5 – Arthur Senra – 12 anos

Virtual Genesis, de Arthur B. Senra ,8 min.,DF

1/12 e 9/12- Cabine Livre 6 – Yudji Oliveira – Livre

Luz  Vermelha,de Yudji Oliveira ,7 min.,SP

2/12 e 8/12- Cabine Livre 7 – Márcio Vaccari – 18 anos

LILI FOI DAR AULA DE GEOGRAFIA E SUMIU DO MAPA,de Márcio Vaccari ,1 min.,SP

À ESPERA DAQUILO QUE NUNCA VEM. ISSO NÃO SOUL EUS; É BECKETT?,

de Márcio Vaccari, .30 min.,SP

BOCA FECHADA NÃO ENTRA MOSCA MAS TAMBÉM NÃO SAI PALAVRA, de Márcio Vaccari , 1 min.,SP

CANUDOS CONTEMPORÂNEA, de Márcio Vaccari ,7 min.,SP

INVASÃO CORINTIANA AO MARACANÃ,de Márcio Vaccari ,1 min.,SP

MARGARIDA, de Márcio Vaccari ,3 min.,SP

3-12 e 7-12 – Cabine Livre 8 – Paula Huven – Livre

Folhada, de Paula Huven ,7 min.,MG

TRAILERS:

.https://vimeo.com/540853321 – A Cidade dos Abismos

.https://www.youtube.com/watch?v=DIdh01LHcDU – Noite de Terror no Planalto

.https://www.youtube.com/watch?v=AE7yObkSi7E – Fantasma Neon 

.https://www.youtube.com/watch?v=acUiFKJPpEg – Crepúsculo das Deusas

.https://www.youtube.com/watch?v=LrSf7xwuD3k – Cala a Boca e Escuta

.https://www.youtube.com/watch?v=uDegoWFkZ0E – Um Inferno sem Lazer

.https://www.youtube.com/watch?v=TwK_wThkUr8 – É Rocha e Rio, Negro Leo

Espírito Santo domina o pódio do Coffee of the Year 2023!

Mais uma vez o Coffee of the Year trouxe muita alegria e emoção ao terceiro dia de Semana Internacional do Café! Neste ano, o concurso recebeu mais de 500 amostras vindas de diferentes regiões brasileiras, que foram divididas entre as categorias arábica e canéfora.

Belo Horizonte_MG, 10 de Novembro de 2023sic 2023Fotos dos estandes, palestras e participantes da feira internacional do cafe que aconte no pavilhao do expominas.Imagem: Gustavo Baxter / NITRO

O Espírito Santo praticamente tomou conta dos cinco primeiros lugares do canéfora. O topo do pódio ficou com o produtor Wagner Gomes Lopes, do Sítio 3 Marias, de Alto Rio Novo (ES), Noroeste Espírito Santo. Confira o anúncio final:

1º Wagner Gomes Lopes – Alto Rio Novo (ES) – Noroeste do Espírito Santo

2º Lucilene de Jesus Maia Santos – Cacoal (RO) – Matas de Rondônia

3º Pedro Marcos Demartine Castro – 
Jerônimo Monteiro (ES) – Conilon Capixaba

4º Mauro Torres Ribeiro – Alegre (ES) – Caparaó

5º Adair Batista Borges – Alto Rio Novo (ES) – Conilon Capixaba

Foto divulgação

Já na categoria arábica, o troféu de melhor café foi para o já conhecido Sítio Cordilheiras do Caparaó, de Iúna (ES), com Deneval Miranda Vieira Júnior. O segundo lugar ficou com José Alexandre Lacerda, do Sítio Forquilha do Rio, Espera Feliz (MG), Caparaó. Na sequência, a produtora Ana Paula Sperandio Lima, do Sítio Condado da Montanha, de Marechal Floriano (ES), Montanhas do Espírito Santo, foi a terceira colocada.

1º Deneval Miranda Vieira Jr – Iúna (ES) – Caparaó

2º José Alexandre Lacerda – Espera Feliz (MG) – Caparaó

3º Ana Paula Sperandio Lima – Marechal Floriano (ES) – Montanhas do Espírito Santo

4º Eduardo Pinheiro Campos Filho – Patos de Minas (MG) – Cerrado Mineiro 

5º Cedro Fornari – Iúna (ES) – Caparaó

6º Lucas Antonio Gonçalves Franco – Fazenda Laranjal – Botelhos (MG) – Região Vulcânica

7º Waldemar Ferreira de Paula Neto – Vista do Brigadeiro – Pedra Bonita (MG) – Matas de Minas

8º Maria Aparecida Barroso dos Santos – Sítio Vargem Grande – Alto Jequitibá (MG) – Caparaó

9º Valzilene Dutra Vieira – Sítio Cordilheiras do Caparaó – Iúna (ES) – Caparaó

10º Carlos Alberto Monteiro – Fazenda Harmonia – Alto Jequitibá (MG) – Caparaó

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Belo Horizonte_MG, 10 de Novembro de 2023sic 2023Fotos dos estandes, palestras e participantes da feira internacional do cafe que aconte no pavilhao do expominas.Imagem: Gustavo Baxter / NITRO

Diretamente do Rio de Janeiro, Daniel é da Five Roaster e irá representar o Brasil no Campeonato Mundial de Barista 2024 em Busan, na Coreia do Sul.

1° LUGAR – Daniel Vaz 
2° LUGAR – Marcondes Trindade 
3° LUGAR – Juliana Morgado 
4º LUGAR – Tainá Luna 
5º LUGAR – Maurício Maciel 
6º LUGAR – Hugo Silva 

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Da comédia ao drama: confira a programação do Teatro Brasília Shopping

Companhias da cidade são destaque na agenda cultural; ingressos a partir de R$20

Comediando

Comediando 

Com quase duas décadas de trajetória, Raphael da Matta se destaca pela maneira única como mescla imitação, performances e improvisação. A sua bagagem é consolidada no show Comediando, no qual o artista convida os espectadores a mergulharem em uma atmosfera de descontração e leveza. 

Integrante da Cia Os Fantásticos há 13 anos, juntamente com Alexandre Soca e Tony Gil, o comediante aposta na versatilidade em palco para surpreender. Dividida em oito esquetes, a apresentação reúne os melhores personagens da carreira de Da Matta e perpassa da mímica à interpretação. 

Não rio só

Não mexe comigo que eu não rio só

Um encontro entre teatro, dança, música, poesia e humor. Por meio de uma abordagem cultural e igualmente divertida, o sarau  humorístico Não mexe comigo que eu não rio só é a receita perfeita para arrancar boas risadas do público. 

Inspirado em apresentações teatrais e musicais para enaltecer o povo de Axé, o show comandado pelo casal Luciano dos Anjos e Erika Pinheiro, leva ao palco do Teatro do Brasília Shopping artistas de grande expressividade e entrega artística. “Acreditamos na arte como uma fonte de “cura” para muitos males contemporâneos”, define a dupla. 

Como arte e solidariedade andam de mãos dadas, toda a verba arrecadada na apresentação será destinada à construção da nova sede da CECSE-DF.

Palavra que me move

Palavra que me move

A dança tem o poder de curar, de dar vida a sentimentos, de traduzir o mais íntimo dos pensamentos. Em Palavra que me move, projeto de dança dramática cênica,  obras literárias são interpretadas por meio do corpo. 

Nessa temporada, o livro Da vida ao mistério: Amor, de Lucas Souza, é dirigido por Lucas Sued, que transforma a essência da história em uma trama que envolve os sentidos. A narrativa Nas bordaduras de um botão, de Karla Calasans, ganha novo interpretação na ótica de Juana Miranda. Ambos os livros estarão disponíveis para venda no teatro após as apresentações, que acontecem nos dias 16 e 23 de novembro, respectivamente. 

Serviço 

Comediando 

Data: 18 de novembro. 

Horário: 20h.

Local: Teatro Brasília Shopping.

Ingressos:  Inteira custa R$40; e, meia-entrada, R$20. 

Classificação: 14 anos. 

Não Mexe Comigo Que Eu Não Rio Só

Data: 19 de novembro. 

Horário: 19h e às 21h30.

Local: Teatro Brasília Shopping. 

Ingressos: Inteira custa R$50; e, meia-entrada, R$25. 

Classificação: 14 anos. 

Palavra que me move

Datas: 16 e 23 de novembro. 

Horário: 19h.

Local: Teatro Brasília Shopping. 

Ingressos: Inteira custa R$60; e, meia-entrada, R$30.