Brasília tem de melhor na Cultura, Entretenimentos, Arquitetura, Design e Decoração, Feiras, Cursos, Workshops, Seminários, Gastronomia, Vinhos, Cafés, Moda, Beleza…
Primeiro livro do autor brasiliense Eduardo Correa será lançado em junho
Livro Serendipidade
Reunindo versos que começaram a ser desenvolvidos sem grandes pretensões durante o período do isolamento da pandemia, o livro Serendipidade, de Eduardo Correa, será lançado na Livraria da Travessa do shopping CasaPark (Guará) no dia 5 de junho, às 19h. Trabalho de estreia do autor brasiliense, a obra é publicada pela editora Avá e mergulha nas profundezas da jornada em busca da serendipidade e da real experiência humana.
“Coincidentemente, minha vida pessoal estava passando por uma grande reviravolta junto com a pandemia. Foi curioso porque a escrita durante esse período começou como algo bem instintivo e, apesar da tensão e das incertezas, a minha fé na vida foi gradualmente se fortalecendo. Criar foi a resposta. Cada texto foi escrito pra expressar reflexões e perspectivas a serem compartilhadas com o público, e assim o livro foi surgindo naturalmente, como uma descoberta do acaso.”, comenta Eduardo Correa sobre sua inspiração.
Além da escrita, o livro também apresenta fotografias tiradas e editadas pelo próprio autor, criando uma rica interação entre estrofes e imagens. “Inicialmente, as fotos foram feitas sem qualquer relação com o livro. Depois que os textos foram finalizados é que elas foram selecionadas e editadas. São imagens que naquele momento fizeram sentido para dar vida e força às palavras”, revela Eduardo, que sempre gostou de registrar momentos importantes e do cotidiano por meio das fotografias. “Esse processo de montar e desmontar poemas e fotos para articular os textos com as imagens foi instigante e desafiador, uma das minhas partes favoritas no trabalho de edição do livro”, conta.
Os versos inspirados de Correa convidam os leitores a explorarem os caminhos da descoberta e do autoconhecimento em uma jornada transformadora. O título Serendipidade surgiu de um momento especial, como conta o autor: “Estava em Cocalzinho de Goiás escalando com a galera e comentei que iria publicar um livro, mas que ainda não havia encontrado o nome. Enquanto explicava a ideia do livro, uma colega designer me perguntou se eu já conhecia o termo ‘Serendipidade’. Quando ela me disse o que significava, na hora senti que era exatamente essa expressão que procurava.” Serendipidade é quando se descobre, por acaso, uma coisa boa, algo como sorte ou um presente do destino.
Sobre a importância do livro em sua vida, o autor compartilha: “Os livros e a poesia já me impulsionaram e me resgataram. Nada mais justo que ser parte viva e participativa desse ecossistema e poder retribuir. Nunca imaginei que publicaria um livro, então poder colaborar com essa obra é muito gratificante e emocionante. É uma forma de agradecimento e minha contribuição ao universo da literatura. Espero que esse livro possa ajudar e ser transformador para as pessoas!”
Pontos de venda
Para quem quiser adquirir o livro Serendipidade, ele estará à venda na Livraria Travessa, a partir de seu lançamento em 5 de junho, pelo valor de R$ 50. A publicação também poderá ser encontrada nos pontos de venda física: Baobar (411 Norte), Sortir (403 Norte) e Paradeiro (309 Norte). E para compras virtuais no site da Editora Avá e a partir de novembro estará disponível na Amazon nos formatos digital e físico.
Sobre Eduardo Correa
Brasiliense de corpo e alma desde 1987, Eduardo Correa é filho de pai carioca com mãe sul mato-grossense. Graduado em Administração na Universidade de Brasília (UnB), atualmente é concursado e trabalha na Caixa Econômica Federal. O escritor navegou por diversos oceanos em suas aventuras: de músico a modelo, de barman a consultor, de surfista a escalador. Na busca por um destino, encontrou a escrita no caminho.
Ficha técnica
Autor: Eduardo Correa
Coordenação editorial: Natália Cristina Aniceto
Fotografias: Eduardo Correa
Revisão: Kati Souto
Comentário: Lucas Castor
Prólogo: Augusto Niemar
Texto de quarta capa: Marcos Fabrício Lopes da Silva
Texto de orelha: Rodrigo Barbosa
Projeto Gráfico e diagramação: Jhuly Arcuri
Capa: Rubens Lima
Editora: Avá
Ano: 2023 (publicação 2024)
Páginas: 100
Eduardo Correa foto João P Teles
Serviço
Lançamento do livro Serendipidade
Dia 05 de junho, às 19h Na Livraria da Travessa do shopping CasaPark (Guará) Informações: @duduw e @avaeditora
Água mineral, itens de higiene pessoal e alimentos não-perecíveis podem ser entregues na Doca 4
Foto divulgação
Todos os brasileiros podem ajudar o Rio Grande do Sul. Após as fortes chuvas que inundaram e devastaram diversas áreas do estado, o ParkShopping está recebendo doações de alimentos não perecíveis, itens de higiene pessoal e água mineral. Os produtos podem ser entregues na Doca 4 do centro de compras e experiências, que tem acesso fácil e prático, fica ao lado da entrada externa da C&A, no horário de funcionamento do PKS. De segunda à sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h. Quem for deixar as doações, poderá estacionar o carro bem próximo ao ponto de entrega. A iniciativa faz parte do Multiplique o Bem, hub de ações sociais da Multiplan.
Entre os alimentos não-perecíveis, a preferência é por itens que não necessitem de cozimento e que estejam prontos para consumo, já que muitas vítimas afetadas estão sem acesso a fogão. Assim, podem ser doados também leite em pó, biscoitos e alimentos enlatados. Fraldas e absorventes íntimos também estão na lista das necessidades urgentes. “Todos os esforços são importantes e toda ajuda é bem-vinda. Além da campanha de doação via PIX, que implementamos como primeira ação para socorrer as vítimas, agora disponibilizamos o ponto de coleta para as pessoas que preferem doar alimentos e itens de higiene”, pontua Anna Aimée Codeço, gerente de marketing do ParkShopping.
Os produtos doados serão entregues ao Mesa Brasil – SESC, e destinados às famílias atingidas pela tragédia.
Foto divulgação
LOCAL DE ARRECADAÇÃO NO PARKSHOPPING:
Onde: DOCA 4, lado esquerdo da entrada externa da C&A.
Horário: de segunda à sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.
As doações também podem ser feitas via PIX: mesabrasil@sesc-rs.com.br
Centro de compras e experiências abraça a acessibilidade e garante ao público cordão de girassóis e outras facilidades
Mais do que um espaço para compras, encontros e entretenimento, o ParkShopping é um local de convivência. A preocupação com o conforto e a comodidade de todos os frequentadores é constante e o PKS busca aprimorar serviços e disponibilizar facilidades para clientes e visitantes com ações afirmativas que abraçam a diversidade.
Uma novidade do primeiro semestre de 2024 pode ajudar muito quem tem deficiência ou doença oculta. Em parceria com a Global HD Sunflower, o ParkShopping está distribuindo cordões de girassóis. A distribuição é parte da estratégia de apoio à inclusão do PKS. O colar é carregado de significado, pois tornou-se um símbolo universal para pessoas com doenças e deficiências que não podem ser identificadas à primeira vista. É o caso de deficiências auditivas, visuais, intelectuais, paralisia cerebral ou de pessoas que estão dentro do espectro autista, por exemplo.
O girassol é uma flor que simboliza resiliência, vitalidade e positividade.
O objetivo do cordão é evitar que a pessoa tenha sua deficiência questionada, por não ser visível aos olhos. Esses transtornos podem ser temporários, situacionais ou permanentes. Eles também podem ser respiratórios, bem como condições crônicas de saúde, como artrite e diabetes, dor crônica e distúrbios do sono.
A retirada do Cordão Girassol deverá ser feita no SAC, localizado no 3° Piso. Não há necessidade de devolução. Assim, o acessório poderá ser usado em outros lugares também. Ao solicitá-lo no SAC, o cliente apenas preencherá um termo informando da doença oculta, se responsabilizando pelo uso do cordão.
Vagas e protetores auriculares
Para muitas pessoas com TEA, o ambiente movimentado dos shoppings pode desencadear estresse e ansiedade. Abafadores de ruídos também podem ser solicitados no espaço de atendimento ao cliente dos empreendimentos da Multiplan. Esses fones, equipados com tecnologia de cancelamento de ruído, ajudam a reduzir a sobrecarga sensorial, permitindo que indivíduos com TEA desfrutem dos espaços comerciais de forma mais tranquila e relaxada. No ParkShopping, o protetor auricular é um serviço prestado especialmente para crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e outras síndromes. Eles são usados por crianças mais sensíveis ao barulho. O empréstimo gratuito do protetor é realizado pelo SAC, no 3° Piso.
Ações de acolhimento e atenção fazem parte da rotina do ParkShopping e de todos os shoppings da Multiplan, durante todo o ano. 100% dos centros de compras da companhia disponibiliza vagas de estacionamento exclusivas para pessoas com TEA, identificadas com o símbolo de uma fita multicolorida de quebra-cabeça.
ParkShopping – Inaugurado em 1983, o ParkShopping é referência na capital do País e conta com um mix diverso e qualificado de marcas, ampla oferta de serviços e excelentes opções de lazer e entretenimento para os brasilienses. Os empreendedores do ParkShopping são Multiplan e Previ, com administração da Multiplan. O PKS foi certificado no Experience Awards 2023, no segmento Shoppings, que recebeu milhares de votos de consumidores. A premiação indica o ranking NPS (Net Promoter Score), uma métrica de lealdade do cliente, e visa reconhecer as empresas com os melhores índices do Brasil em diversos segmentos.
Sobre a Multiplan – Fundada em 1974 como empresa full service, a Multiplan é responsável pelo planejamento, desenvolvimento, propriedade e administração de um dos melhores portfólios de empreendimentos do país. Atua estrategicamente no desenvolvimento de shopping centers e imóveis comerciais e residenciais, por meio de projetos multiuso que oferecem conveniência e comodidade aos usuários e geram valor a seus ativos. Desde 2007 na Bolsa de Valores Brasileira, é a maior empresa imobiliária da B3, em valor de mercado.
A Companhia também representa uma das maiores empresas do setor de shopping centers do Brasil. Tem, atualmente, 20 shoppings centers em operação, em 7 estados brasileiros, e gera cerca de 80 mil empregos no país. Hoje, os empreendimentos da Companhia já somam mais de 6 mil lojas, com um variado mix, e recebem aproximadamente 200 milhões de visitas por ano. A Multiplan prioriza em suas propostas o desenvolvimento econômico e social das regiões onde atua e mantém diversos projetos com foco nas comunidades vizinhas às suas construções.
Foto divulgação
SAIBA MAIS SOBRE O CORDÃO
O objetivo do cordão de girassóis é ajudar as pessoas a fim de garantir o suporte e respeito aos direitos de que necessitam, como atendimento prioritário ou em situações de emergência;
O uso do cordão é opcional, e o exercício aos direitos da pessoa com deficiência não depende da utilização do acessório. Da mesma forma, o símbolo não substitui a apresentação de documento comprobatório de deficiência quando requisitado por atendentes ou autoridades competentes;
O acessório também não deve ser usado por outras pessoas que não sejam deficientes. A única exceção é no caso de acompanhantes de pessoas com autismo.
Pesquisa de Medicina Veterinária do CEUB revela que, apesar do aumento desta população durante a pandemia, animais não apresentam riscos de zoonoses
O aumento populacional de capivaras no Distrito Federal, com os bandos habitando principalmente na orla do Lago Paranoá, divide opiniões.
Apesar dos questionamentos sobre a transmissão de doenças, estudo de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Brasília (CEUB) minimiza esses riscos e revela que esses animais contribuem para o equilíbrio do ecossistema aquático. As capivaras auxiliam na manutenção da qualidade da água do Lago e garantem a sustentabilidade ambiental da região.
A pesquisa qualitativa, por meio de análise de artigos científicos sobre a temática, conclui que a capivara não representa perigo em relação à transmissão de doenças para seres humanos e animais domésticos. Além disso, o animal, que ocupa 25% da orla do Lago Paranoá, tem pouca relação com infestação de carrapatos, não sendo o principal hospedeiro nem vetor principal de zoonoses. Eles ajudam a manter o equilíbrio do ecossistema e que o aumento da ocupação em áreas urbanas se deu pela ausência do fluxo humano durante a pandemia.
De acordo com um dos autores do estudo, Carlos Eduardo Rezende, o aumento da ocupação em áreas urbanas se deu pela ausência de fluxo humano durante a pandemia. “Ainda que as capivaras não representem perigo à população, é necessária a atuação de profissionais capacitados junto aos órgãos públicos para manter o controle da população desta e de outras espécies silvestres, favorecendo as práticas de sustentabilidade e educação ambiental”, afirma Rezende.
Orientadora do estudo, Francislete Melo, professora de Medicina Veterinária do CEUB, destaca a importância da mostra por informar adequadamente a população. Ela frisa que, frequentemente, quando o tema é abordado pela mídia, surgem preocupações relacionadas a possíveis doenças: “É importante esclarecer que a população de capivaras está controlada e não representa uma ameaça significativa. Elas não são portadoras de vetores importantes para a transmissão de doenças”.
Segundo a docente do CEUB, é essencial alertar que as capivaras não devem ser tratadas como animais de estimação. Elas são selvagens e não podem ser mantidas dentro de casa ou em qualquer ambiente doméstico. “Esse cuidado se estende a todos os animais selvagens, não apenas às capivaras, devido ao risco de transmissão de doenças entre humanos e animais, além do estresse causado pela interação inadequada com o ambiente urbano”, considera.
Curiosidades sobre as Capivaras
É o maior roedor do planeta, pode atingir até 1,35 metros de comprimento, 60 centímetros de altura e pesar 70 quilos.
Sua dieta consiste principalmente de capim, sobretudo encontrado em áreas alagadas, embora se alimente de cascas e folhas de arbustos.
Têm por direito o trânsito livre nas margens do Lago Paranoá, utilizando as áreas designadas para preservação (previsto em lei, com 30 metros de margem em toda a extensão do lago).
São criaturas sociais, vivem em grupos que variam de cinco a 40 indivíduos. Como animais territorialistas, o líder protege seu bando
Foto divulgação
Grandes Números
De acordo com o biólogo Thiago Silvestre, do IBRAM, órgão que trabalha no projeto de monitoramento das capivaras, hoje existe em média de 300 a 400 indivíduos em todo o DF, sendo que grande parte delas ocupam cerca de 25% da orla do lago Paranoá. No entanto, o estudo foi motivado pela dúvida por parte da população sobre infestação de carrapatos e outras doenças que os animais silvestres podem causar ao ser humano.
Segurança, Amor e Limite são os itens que compõem a cesta para conter a violência, seja com o agressor ou com a vítima
Como forma de celebrar o Dia da Família, o Instituto CADES por meio de seu trabalho de Rede de Proteção Social implantado nas escolas que atua, promoveu uma palestra aos pais dos alunos da EMEF Dom Veremundo Toth em Paraisópolis sobre bullying e cyberbullying, seguida de atividades esportivas entre eles e seus filhos.
Com o tema “Estratégias para prevenção e combate do bullying” – ministrada pela Professora de Educação Física Ana Lucia H. M. C de Almeida que há 26 anos atua como professora de natação, é mãe de um filho com TEA (Transtorno do Espectro Autista) e há cinco anos trabalha com AEE (Atendimento Educacional Especializado), tendo se tornado, assim, uma PAEE (Professora de Atendimento Educacional Especializado) – os presentes receberam a aula que partiu do princípio que o bullying pode começar desde a creche, mas ele vai se tornando mais aparente conforme a criança cresce.
Segundo ela, as violências podem ser de quatro tipos: psicológica, física, patrimonial e em ambiente virtual, o cyberbullying, mas, para identificar o fato, é preciso entender o real significado do termo, a partir do momento que são “ações repetitivas no sentido de humilhar, ofender com o uso de violência. Além disso, ele acontece entre pares, ou seja, entre crianças e jovens da mesma faixa etária”.
Ações e reações das vítimas e dos agressores
Com 16 anos de existência, o Instituto CADES resolveu ir além de seu trabalho com atividades esportivas nas escolas públicas e, desde a pandemia, implantou a Rede de Proteção Social. Dentro deste contexto, com a atuação de psicólogas e apoio de outros órgãos, como UBS dentre outros, a saúde mental dos alunos passou a ser uma das prioridades. Sendo assim, formou-se uma rede multisetorial entre o CADES, as Escolas, os órgãos/serviços públicos e os atores sociais do território.
E, com o intuito de mostrar aos pais a importância de saber identificar ações e reações com seus filhos. “Quanto mais fortalecermos a relação escola-família, melhor, e, com a dinâmica da vida familiar hoje em dia, muitas vezes os pais não percebem o que está acontecendo”, explica a professora. “Vimos que o trabalho das aulas realizadas no Projeto Tênis para Todos podia ir além”, diz Joaquim Lima Calmon de Almeida, professor de Educação Física e Coordenador Responsável dos projetos do Instituto CADES. “Com isso, começamos a atuar em outras frentes, nos preocupando com a formação das crianças e jovens como um todo”, completa.
Sendo assim, conforme diz a professora, há alguns itens que precisam ser reparados no comportamento das crianças e jovens, se eles tiveram uma mudança repentina no humor, na alimentação, nos estudos. Já como forma de ajudar, ela aconselha a ficar atento aos sinais, não culpar a vítima, não agir de cabeça quente e buscar ajuda profissional. “Não é para recriminar, bater nem tampouco dizer para se defender ou questionar o motivo da pessoa estar permitindo ser vítima. Ela já está passando por ofensas, humilhações, a última coisa que ela precisa é ser julgada. Usar da violência, bater é uma regra inegociável, também”, diz.
Por outro lado, há, ainda, a criança que é a agressora e precisa de tantos cuidados quanto as que estão sofrendo o bullying. Às vezes identificar quem está realizando o bullying também não é fácil. Ela é aquela mais madona, que quer ser a dona da razão e que, para tal, se sobrepõe, ofende, humilha, realiza atos pejorativos com o outro. Neste caso, é preciso prestar atenção em alguns sinais como falta de empatia, atitudes egoístas, arrogância, valorização de relações baseadas em poder e dinheiro. “Muitas vezes são casos de serem muito protegidos ou de terem muita cobrança por resultados, ser ensinado desde pequeno a ser muito competitivo”.
Quando questionada sobre o bullying ser algo mais praticado por meninas ou meninos, foi respondido que com o empoderamento que as mulheres vêm tendo, as cobranças também aumentam, resultando em uma competitividade não-saudável, que pode gerar a agressividade, então, mediante este cenário, pode-se dizer que ele vem sendo praticado por todos os sexos de forma igualitária.
Como solucionar?
A professora Ana Lucia sugere algumas formas não só para solucionar, mas também para evitar que a criança se torne uma agressora, tais como: estimular e empatia, ensinar educação solidária, não tentar negar a realidade e buscar ajuda, dialogar para tentar entender o que está acontecendo, expor a reprovação sem recriminação, julgamento ou violência e buscar estratégias com a escola.
“SAL é a solução para o bullying. É preciso Segurança, Amor e Limite. No fim, todos precisam de ajuda, tanto os que sofrem o bullying quanto os que o praticam”, finaliza.
Como forma de um trabalho completo em todo âmbito socioeducativo, o CADES disponibiliza para a escola a psicóloga Audevânia, que fica duas vezes por semana na EMEF, e toda uma equipe que atua de forma total, auxiliando também em encaminhamentos para fonoaudiólogas, clínicas de tratamentos psicológicos e psiquiátricos.
Além disso, com as atividades físicas do Projeto Tênis Para Todos Paraisópolis que conta com o patrocínio do Banco Itaú e Cavan e que já está no sexto ano de existência pela Lei de Incentivo ao Esporte, eles aprendem a compartilhar, ganhar, perder e, principalmente, respeitar os colegas e adversários nos jogos. Tudo isso não fica só não quadra, mas passa a fazer parte do dia a dia, nas relações
A partir de 9 de maio, o Casapark em parceria com a organização Juntos Somos Mais Fortes realiza uma campanha de doações às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul.
Podem ser doados galões e garrafas água, cestas básicas, roupas, calçados, roupas íntimas, leite em pó, cobertores, colchões, fraldas para adultos e crianças, mamadeiras e chupetas para crianças, talheres descartáveis, roupas de cama e de banho, sacos de lixo, material de higiene pessoal, material de limpeza e ração para animais.
As doações devem ser colocadas na caixa de coleta instalada na Entrada Principal do Casapark, de segunda a sábado, das 10h às 22h, e domingo, das 12h às 20h. Quem puder fazer doações em dinheiro, o PIX é CNPJ 40.392.181/0001-63, Instituto Juntos Somos Mais Fortes, Instituição: Banco do Brasil. Qualquer valor é importante para ajudar os desabrigados.
O Casapark fica no SGCV Lote 22, Park Sul – Brasília. Telefone: (61) 3403-5300.
No dia 27 de abril, o centro de compras será palco de talks sobre o universo TEA. No encerramento, em 28 de abril, será realizada a Batalha de Tintas
Foto Telmo Ximenes
No dia 02 de abril foi celebrado o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. A data foi criada em 2007 pela Organização das Nações Unidas com o objetivo de difundir informações sobre essa condição do neurodesenvolvimento humano e reduzir o preconceito sobre o Transtorno do Espectro Autista.
Para além da inclusão, é necessário aproximar e fomentar diálogos acerca do TEA. Nos dias 27 e 28 de abril o Brasília Shopping promoverá o evento Vozes e Cores: Por Um Mundo Mais Inclusivo, voltado para a conscientização do transtorno, que afeta uma em cada 100 crianças em todo o mundo.
A programação terá início neste sábado, na Praça Central, com a realização de quatro talks. Serão disponibilizados 50 assentos, sem necessidade de retirada de pulseiras. O primeiro bate-papo será realizado às 14h, com a palestra Habilidades Sociais em Grupo para Pessoas Autistas, que contará com a participação de Sabrina Azevedo, Larissa Lemgruber e Alessandra Monteiro.
Em seguida, às 15h, será a vez do Papo de Mãe, com um momento dedicado às mulheres que desejam compartilhar suas experiências na maternidade atípica. Às 16h, o painel Verdades e Mitos sobre o Autismo terá como palestrantes Camila Ferrari e Dra. Eliane Cespedes; no encerramento, às 17h, o talk Eu Sou Autista irá promover uma roda de conversa com pessoas autistas.
Batalha de Tintas
No dia 28 de abril, uma animada Batalha de Tintas irá completar a programação. Das 9h às 12h, no estacionamento externo, a terceira edição do evento terá como intuito promover uma experiência interativa entre pais e filhos típicos e atípicos. No moldes da ação realizada em outubro, no Dia das Crianças, o circuito será projetado para uma competição lúdica e igualmente colorida. A abertura contará com a participação da musicoterapeuta Ana Carolina Steinkopf, que apresentará uma dinâmica para os presentes.
Aberto ao público e sem restrição de idade, os interessados em participar da brincadeira poderão adquirir o ingresso no Sympla. A tinta utilizada no evento será da marca Zim Colors, que utiliza uma receita própria de pó colorido, feito com apenas três tipos de ingredientes: amido de milho (aproximadamente 99%), corante alimentar (aprox. 0,9%) e conservantes (aprox. 0,1%). Todos biodegradáveis.
Ao final, às 12h, o momento será arrematado com uma apresentação especial da banda TimeOut.
Vestindo a causa
Visando maior aproximação e inclusão, o Brasília Shopping conta com serviços e ações adequadas às necessidades neurodivergentes. A começar pelas vagas exclusivas, localizadas no estacionamento interno, para veículos que transportam pessoas autistas. Os locais são marcados com o símbolo mundial da conscientização do Transtorno do Espectro Autista e busca o maior conforto das famílias no embarque e desembarque.
Música ambiente e barulhos externos incomodam grande parte dos autistas, que possuem hipersensibilidade auditiva, e podem provocar desconforto. Para evitar esse incômodo, o centro de compras disponibiliza abafadores de ruídos que podem ser solicitados no balcão de informações e usados por tempo ilimitado durante a visita.
No evento Abre-Alas, promovido pelo Brasília Shopping no dia 04 de fevereiro, em celebração ao Carnaval, a festa teve início com a Folia Inclusiva. A comemoração, formatada para pessoas com o Transtorno do Espectro Autista, proporcionou uma tarde de interação para famílias de crianças típicas e atípicas, com oficinas de criação, musicalização, brincadeiras cênicas e bloquinho.
Com um universo de sons capazes de abrir novos horizontes, o Sinfonia Diferente, criado em 2015, por Ana Carolina Steinkopf, promove musicoterapia para pessoas diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista e suas famílias. A parceria entre o projeto e o Brasília Shopping vem de longa data. Em 2018 e 2019, foi realizada uma série de encontros com especialistas e cuidadores para promover práticas e acolher autistas e suas famílias. Nas reuniões mensais ou quinzenais, eram destacadas temáticas diferentes. Também, desde 2018, o centro de compras realiza o atendimento do Papai Noel com pessoas autistas em horários prioritários.
Em 2021, os laços foram estreitados. À época, o local onde ocorriam os atendimentos precisou ser fechado em razão da pandemia da Covid-19. Então, o espaço do teatro foi cedido para dar continuidade às atividades. E a colaboração segue firme até hoje: todas as terças-feiras, os integrantes do projeto ensaiam para suas apresentações no Teatro Brasília Shopping.
Batalha de tintas foto Telmo Ximenes
Vozes e Cores: Por Um Mundo Mais Inclusivo
Data: 27 e 28 de abril de 2024.
Horário: Sábado das 14h às 18h; domingo das 9h às 12h.
Local: Sábado no Praça Central do Brasília Shopping; domingo no Estacionamento Externo (Vasto).
Programação Sábado (27/04)
14h: Palestra: Habilidades Sociais em Grupo para Pessoas Autistas, com Sabrina Azevedo, Larissa Lemgruber, Alessandra Monteiro;
15h: Papo de Mãe, painel aberto para mães típicas e atípicas;
16h: Verdades e Mitos Sobre o Autismo, com Camila Ferrari e Dra. Eliane Cespedes;
17h:”Eu sou autista”, roda de conversa com pessoas autistas.
Junior Rostirola, autor da obra “Café com Deus pai”, segue em sua tour nacional e marca presença na capital federal, no dia 23 de abril
Junior Rostirola, autor da obra “Café com Deus pai”, segue em sua tour nacional e marca presença na capital federal, no dia 23 de abril Brasil, abril de 2024: O autor do best-seller “Café com Deus Pai”, Junior
O autor do best-seller “Café com Deus Pai”, Junior Rostirola, continua turnê que roda o Brasil, onde inúmeros estados e cidades serão contemplados ao longo do ano, e dessa vez, o Distrito Federal está nesta lista.
A agenda acontece no dia 23 de abril e o evento começa a partir das 20 horas.
Junior ganhou imenso destaque após seu livro bombar pelo país através de leitores orgânicos, e também, nas redes sociais por meio de influenciadores e celebridades que descobriram o livro em meio ao acaso ou indicação.
Hoje, “Café com Deus pai”, conquistou o pódio de livro mais vendido do Brasil do ano de 2024 com mais de 2 milhões e 200 mil cópias vendidas.
Durante a turnê pelo país, Junior relata os traumas de infância e conta com detalhes sobre os fortes problemas familiares que enfrentou. Com a orfandade de um pai ausente, a agressão dentro de casa, bullying, escassez financeira da família e outros.
A superação das dores vividas por Junior, o levou a se tornar fundador da Associação Escolhi Amar, que abrange diversos projetos sociais, entre eles: o abrigo Lar da Criança Feliz, que já acolheu mais de 3235 crianças de 0 a 12 anos; o Lar do Adolescente, que já amparou mais de 210 adolescentes de 12 a 18 anos;
Abraçou também uma nação através da Missão Haiti, que além de alimentar pessoas física e espiritualmente, ainda mantém mais de 200 crianças na escola.
Por ter sofrido tanto com a destruição e vícios comuns existentes nos lares, hoje dirige o “Centro de Recuperação Feminino Conviver”, que já assistiu mais de 776 mulheres dependentes de substâncias psicoativas ou portadoras do vírus HIV.
Para curar a angústia da escassez, criou o “Mercado Solidário”, que já distribuiu centenas de toneladas de alimentos para famílias que podem escolher os itens que necessitam. Um menino que nunca era chamado para o time de futebol na época da escola, atualmente promove oportunidades para que muitas pessoas participem de diversas modalidades esportivas. Além de realizar visitas a presídios e fornecer atendimento psicológico gratuito para o público de baixa renda.
Maiores informações – Tour Vencedores Turne Vencedores – Brasília Data: 23 de abril de 2024 Local: Comunidade Nações – Hípica Hall Endereço: SHIP trecho 03 – Hípica Hall Site Oficial: https://store.cafecomdeuspai.com
Instagram Oficial: @cafecomdeuspai
Foto divulgação
Sobre o Livro
Através de devocionais diários, o leitor é convidado para um encontro com Deus que, além de ensinar um novo modo de apreciar uma xícara de café, mostrará como a vida também pode ser saboreada.
Sobre o autor:
Junior Rostirola é pastor sênior da Igreja Reviver e lidera uma comunidade cristã socialmente relevante com extensões no Brasil e Haiti. Bacharel em Teologia e pós-graduado em Teologia Bíblica, Junior é autor do best-seller Café com Deus Pai, o livro que ganhou o coração dos leitores e que propõe uma jornada diária fascinante, indicado pela Revista Veja e Publishnews como o livro mais vendido do Brasil no ano de 2023 e 2024.
A elegante Claudia Matarazzo aceitou o desafio de criar uma mini-coleção de roupas para executivas que, como ela, têm uma rotina intensa.
Ela desenhou quatro opções que, combinadas, recheiam com praticidade, e de forna compacta, uma mala de bordo para uma viagem a trabalho e compõem o figurino do dia a dia.
As criações são um vestido envelope, um sueter esporte fino, um cachecoeur e um casaco leve, com fios metalizados, para os compromissos after work. “São peças versáteis e confortáveis, clássicas e atemporais, para todas as estações do ano. Trazem a praticidade da malha elaborada com a elegância sem frescura”, diz ela.
A coleção foi produzida pela griffe Bonneterie. O lançamento, em São Paulo, esgotou a primeira edição.
Em breve, Claudia Matarazzo deverá lançar a coleção em Brasilia.
De acordo com os profissionais, as artes podem desenvolver habilidades como concentração, criatividade, autonomia, paciência e autoestima. Conheça ainda um projeto empreendedor que ensina artesanato em escolas do DF
Os benefícios no ensino das artes são diversos. Seja em aulas de música, teatro, artesanato, jogos de tabuleiro, especialistas reforçam como esse tipo de educação ajuda e fortalece o desenvolvimento dos alunos, tanto em sala, quanto na vida cotidiana. Para além de uma disciplina, muitos estudantes enxergam as aulas como um refúgio e um poder de expressão que o enriquece dia a dia.
É o que conta o professor de teatro, Galileu Fontes. “Sempre tive interesse pelo teatro e ter esse tipo de disciplina reforça para os meus alunos que eles podem ser eles mesmos, seja para seguir carreira ou mesmo manter um hobby”. Educador do Colégio Everest Brasília, ele explica que na instituição a educação artística é valorizada e vivenciada de forma prática.
“A instituição oferece experiências diretas no teatro e na montagem de espetáculos, promovendo um desenvolvimento cognitivo altamente rico. A exemplo, produzimos no ano passado quatro peças, que os alunos estiveram presentes em todos os momentos e apresentaram para o público”, destaca Fontes. Ele complementa que as aulas incluem construção de personagens, exercícios cênicos, desenvolvimento de dramaticidade, comédia, improviso e até mesmo exercícios para cognição motora.
Além das artes cênicas, há outras formas de expressão artística no ambiente escolar. Projetos como o Studio de Scrap (Scrapbooking), idealizado por duas empreendedoras, Whang Pontes e Elisa Martins, proporcionam às crianças a oportunidade de explorar sua criatividade e habilidades manuais, enquanto aprimoram o apreço pelo artesanato. Iniciando suas atividades na instituição no ano passado, as duas amigas uniram suas paixões pelo papel e pela costura criativa para ensinar crianças do 2° ao 5º ano. E em 2024 elas estarão nas unidades High e Asa Norte, proporcionando também a experiência para crianças de 6° e 7° ano.
As aulas acontecem duas vezes por semana, alternando entre scrap e costura e são planejadas pelas professoras no início do semestre. “Os alunos são incentivados a desenvolver habilidades como concentração, criatividade, autonomia, paciência e autoestima por meio das atividades. Na sala de aula, o foco está na conclusão dos projetos, sem haver a necessidade de controle de qualidade, respeitando assim o ritmo e a capacidade individual de cada criança”, pontua Pontes.
A profissional adiciona que para estimular o interesse dos alunos, é importante adaptar as atividades à realidade atual das crianças, integrando elementos da cultura pop e músicas conhecidas às aulas, tornando-as mais contagiantes para os estudantes. “Além disso, é importante reconhecer e incentivar o talento artístico dos alunos, proporcionando esses espaços para haver desenvolvimento e expressão de suas habilidades adquiridas”, destaca.
Freepik
Para Galileu, professor de Drama Club, como a disciplina é chamada no Everest, trabalhar a arte nas escolas vai além de simplesmente desenvolver conhecimento técnico ou formar artistas profissionais. “É sobre nutrir a criatividade e a expressão singular de cada criança, capacitando-as a enfrentar os desafios da vida com imaginação, resiliência e humanidade”, conclui Fontes.
Anna Gabriela Batista e Flávia Taiane, moderadoras do evento
Convidadas especiais, palestras envolventes, dinâmicas em grupo, entretenimento e gastronomia marcam evento realizado na ASBAC neste sábado
Um sábado repleto de informação, aprendizado, networking e entretenimento, tudo imerso em um ambiente de valorização pessoal. Celebrar a liderança feminina e abordar inspirações para impulsionar mulheres a alcançarem seus objetivos e viverem seus desejos é a proposta do evento “Mulheres que Lideram”, que acontece na ASBAC neste sábado 06 de abril. Ao longo do encontro serão abordados temas fundamentais para o sucesso no mundo dos negócios a partir do conhecimento e da expertise de mulheres admiráveis selecionadas pela anfitriã Flavia Taiane, CEO da Alkteia Marketing, realizadora do evento.
O formato é convidativo. A programação será intercalada por café da manhã, almoço e coquetel assinado por Renata La Porta. E para criar um ambiente informal e acolhedor, o evento receberá décor de Rose Bueno. Serão cerca de 10 horas de convivência, mas a aposta é que este tempo vai, simplesmente, fluir. Além do conteúdo e da possibilidade de troca com as painelistas, haverá ações para envolver as participantes.
Dentre as atrações do dia estão a meditação chinesa e dinâmicas em grupo. Também promete fazer sucesso um estúdio fotográfico, onde o profissional André Kazuo proporcionará uma experiência transformadora, revelando a beleza e contribuindo para aumentar a autoestima das participantes. Todas receberão os cliques QUANDO?
“Acreditamos que este o “mulheres que Lideram” não só fornecerá uma plataforma valiosa para o desenvolvimento profissional e pessoal das participantes, como contribuirá para promover a igualdade de gênero e a diversidade no mundo dos negócios, destacando histórias inspiradoras de mulheres que lideram e superam desafios”, afirma Flávia, também responsável pela mediação do evento.
Flávia Taiane Créditos André Kazuo
SOBRE A IDEALIZADORA E AS CONVIDADAS ESPECIAIS
FLÁVIA TAIANE CEO da Alkteia, conselheira do Instituto Brasileiro de Debates, embaixadora do Moai Mulheres e idealizadora do evento.
ANDREA CHAVES Psicóloga criadora do método “Emoções a Serviço da Vida”, focada em promover bem-estar emocional e autoconhecimento.
ANNA GABRIELA Diretora da AGB Consultoria e Gestão e idealizadora da mentoria GMulher
ADRIANA MOYA Fundadora e CEO da Digital Group, exerce papéis de liderança na ABRADi Nacional e no GAN DF e participa do projeto MOAI Mulheres.
CLAUDIA SIQUEIRA Fisioterapeuta, palestrante e CEO da Claudia Siqueira Academy, lidera a maior formação em Dietoterapia Chinesa da América Latina e Europa, alcançando alunos em 29 países.
JESS PEIXOTO Presidente do Instituto Brasileiro de Debates, é campeã mundial de debates em português, e Estrategista de Comunicação & Analista Política.
JUH VIEGAS Fundadora da Digital Wing, agência que conecta mais de 5 mil influenciadores em três cidades. É criadora de conteúdo e especialista em relações públicas.
MICHELE CINTRA Administradora, profissional do marketing e empresário do ramo de festas e eventos, é fundadora da Rose Bueno Locação de Móveis. Lidera eventos como Arena Noivas e Innova Mulher (Innova Summit).
VLADIA POMPEU Advogada pública reconhecida pela paixão pela justiça e pelo serviço à sociedade, é fundadora do Instituto Empoderar, um modelo de comprometimento com a igualdade de gênero.
SIMONE RESENDE Mentora na área da inteligência emocional, desenvolveu projetos como o Método ICE e o Mulheres Líderes de Si.
TATI SANTOS Fundadora do disruptivo Salão Babado, Confusão e Gritaria, influenciadora no mercado da beleza com mais de 900 mil seguidores e palestrantes nas áreas de marketing digital e estratégias de negócios.
VANESSA PRUDÊNCIO Fundadora da VSP Gestão Comercial, é especialista em Gestão Comercial e Gestão de Pessoas. É mentora em vendas e processos.
Michele Cintra crédito Fred Cintra
PROGRAMAÇÃO
Das 08h às 09h- Registro e café de boas-vindas
Das 9h às 09h30- Abertura e meditação
Das 9h30 às 10h30- A importância das Redes Sociais, com Tati Santos e Juh Viegas
Das 10h30 às 11h30- O Poder do Networking e da Marca Pessoal, com Adriana Moya e Michele Cintra
Das 11h30 às 12h30- Os Desafios da Mulher no Mercado de Trabalho, Anna Gabriela Batista e Vanessa Prudêncio
Das 12h30 às 14h00 Almoço
Das 14h às 14h40- Dinâmica: Inteligência Emocional, com Simone Resende
Das 14h45 às 15h45- Uma vida de Bem-Estar, com Andrea Chaves e Claudia Siqueira
Das 15h45 às 16h30- A Importância da Mulher em posições de liderança, Jess Peixoto e Vladia Pompeu
Das 16h30 às 17h30 Networking e coquetel de enceramento
Tati Santos Créditos Papos e Retratos
SERVIÇO
Mulheres que Lideram
Data: 06 de abril
Horário: das 08h às 17h30
Local: ASBAC- Via L4 Sul, SCES Trecho 2, Brasília-DF
Sediada nos dias 04 e 05 de abril, a programação visa fomentar o diálogo sobre propósito, carreira, autoestima e bem-estar sob uma ótica sem etarismo e com muito entusiasmo
Happy Aging – Brasília Shopping
Foi-se o tempo em que frases como “você está bem para a sua idade” ou “está melhor que muita menina de 20 anos” eram consideradas elogios. A maturidade para a mulher sempre foi um território cercado de tabus e muitos preconceitos. A cada década, cobranças e expectativas; em cada fase, novas inseguranças são impostas. O cenário pode até permanecer o mesmo há gerações, mas as formas de lidar com as pressões externas e de enxergar o amadurecimento mudaram — ainda bem!
Neste cenário de transformações estruturais, como estão e o que têm feito as mulheres 50+ na atualidade? Este é o questionamento que fundamenta o Happy Aging, evento do Brasília Shopping que será realizado nos dias 04 e 05 de abril. Anteriormente chamado de Celebre a Maturidade, a iniciativa vai de encontro ao momento atual: cada vez mais, a idade tem sido considerada apenas um marcador do tempo. Portanto, conquistas e descobertas podem surgir em qualquer momento da vida e podem ser encaradas com o mesmo entusiasmo sempre.
“Falar da maturidade é, consequentemente, falar sobre a vida; é sobre novas maneiras de enxergar o mundo e reconhecer que em todo e qualquer momento podemos criar e nos reinventar. A decisão de reformular o nome veio a partir dessa constatação: “envelhecer” é um privilégio que devemos encarar com alegria. As nossas vivências e jornadas precisam ser reconhecidas, celebradas e compartilhadas”, reflete Renata Monnerat, gerente de marketing do Brasília Shopping.
Happy Aging – Brasília Shopping
Mulher hoje, mulher sempre
Os temas propostos serão apresentados em formato de talks e irão perpassar por assuntos diversos, como autoestima, carreira, saúde, propósito, bem-estar e sexualidade. A programação é gratuita, com capacidade de até 40 pessoas por painel (sem necessidade de retirada de pulseiras) e será realizada na Praça Central em dois horários: às 13h e às 18h.
A edição terá como mediadora a atriz e apresentadora Babi Xavier. Com passagens em programas da MTV Brasil e novelas na TV Globo, Record e Band, ela será a responsável por guiar os bate-papos nos dias de evento, utilizando também como base suas experiências pessoais.
No dia 04 de abril, às 13h, o Empreendedorismo com Maturidade será debatido por cinco convidadas especiais: Adriana Moya, da MOAI; Rose Rainha, do Sebrae; Gabi Constantino, nome à frente da plataforma de second hand PrettyNew; e a empresária Karine Curi.
O segundo painel, às 18h, debaterá sobre Aging-Well: é hora de rever a maneira como enxergamos o envelhecimento. O bate-papo terá a participação de Cláudia Pereira, fundadora da agência Gabinete C; Janete Vaz, sócio-fundadora do Grupo Sabin; da empresária Melissa Gontijo; e Adriana Coelho, do perfil Viva Coroa.
Sob o tema Saudável e Bonita aos 50+, Dra. Marcela Matheus, Leninha Camargo e Luciana Cirillo irão abrir o segundo dia de Happy Aging, às 13h, falando sobre uma dupla indispensável: autocuidado e autoestima.
Já o encerramento, às 18h, se passará em volta de uma afirmação empoderadora: Porque a vida ficou melhor depois dos 50. O papo, que interligará todos os assuntos destacados ao longo dos dois dias, terá a contribuição de Elizabeth Campos, Valéria Leão Bittar, Maria Cláudia Azevedo Araújo e Alexandra Loras, ex-jurada do Shark Tank Brasil.
Happy Aging – Brasília Shopping
Happy Aging
Data: 04 e 05 de abril.
Horário: Às 13h e às 18h.
Local: Brasília Shopping.
Confira a programação completa:
04 de abril
13h: Empreendedorismo com Maturidade.
Convidadas: Adriana Moya, Rose Rainha, Gabriela Constantino e Karine Curi.
18h: Aging-Well: é hora de rever a maneira como enxergamos o envelhecimento.
Convidadas: Cláudia Pereira, Janete Vaz, Melissa Gontijo e Adriana Coelho.
05 de abril
13h: Saudável e Bonita aos 50+.
Convidadas: Dra. Marcela Matheus, Leninha Camargo e Luciana Cirillo.
18h: Porque a vida ficou melhor depois dos 50.
Convidadas: Elizabeth Campos, Valéria Leão Bittar, Maria Cláudia Azevedo Araújo e Alexandra Loras, ex-jurada do Shark Tank Brasil.
Centro de compras conta com programações especiais, como bloco de Carnaval para crianças atípicas e encontro com Papai Noel em horário exclusivo. Semanalmente, o Teatro Brasília Shopping é palco para os ensaios do projeto Uma Sinfonia Diferente
Foto Telmo Ximenes
Em 02/04 foi celebrado o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. A data foi criada em 2007 pela Organização das Nações Unidas com o objetivo de difundir informações sobre essa condição do neurodesenvolvimento humano e reduzir o preconceito sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), que afeta uma em cada 100 crianças em todo o mundo.
Visando maior aproximação e inclusão, o Brasília Shopping conta com serviços e ações adequadas às necessidades neurodivergentes. A começar pelas vagas exclusivas, localizadas no estacionamento interno, para veículos que transportam pessoas autistas. Os locais são marcados com o símbolo mundial da conscientização do Transtorno do Espectro Autista e busca o maior conforto das famílias no embarque e desembarque.
Música ambiente e barulhos externos incomodam grande parte dos autistas, que possuem hipersensibilidade auditiva, e podem provocar desconforto. Para evitar esse incômodo, o centro de compras disponibiliza abafadores de ruídos que podem ser solicitados no balcão de informações e usados por tempo ilimitado durante a visita.
“O nosso desejo é proporcionar experiências igualmente satisfatórias para todos os públicos. Mais do que promover, acreditamos que é necessário acolher não somente a criança, mas todo o seu núcleo familiar. Por isso, queremos oferecer facilidades que tornam a vivência no centro de compras o mais leve possível para os filhos e também para os pais”, reflete Renata Monnerat, gerente de marketing do Brasília Shopping.
Uma Sinfonia Diferente
O projeto criado em 2015, por Ana Carolina Steinkopf, já impactou positivamente mais de 3 mil vidas autistas ao oferecer um ambiente inclusivo para o desenvolvimento de habilidades sociais, linguagem e comunicação. Reconhecido com o prêmio de Tecnologia Social da Fundação do Banco do Brasil, o programa destaca-se por sua abordagem inovadora e transformadora.
Com um universo de sons capazes de abrir novos horizontes, o Sinfonia Diferente promove musicoterapia para pessoas diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista e suas famílias. O repertório engloba melodias infantis e canções da MPB, que são cantadas com voz e violão, xilofone e instrumento de sopro oboé.
A parceria entre o Sinfonia e o Brasília Shopping vem de longa data. Em 2018 e 2019, foi realizada uma série de encontros com especialistas e cuidadores para promover práticas e acolher autistas e suas famílias. Nas reuniões mensais ou quinzenais, eram destacadas temáticas diferentes. Também, desde 2018, o centro de compras realiza o atendimento do Papai Noel com pessoas autistas em horários prioritários.
Em 2021, os laços foram estreitados. À época, o local onde ocorriam os atendimentos precisou ser fechado em razão da pandemia da Covid-19. Então, o espaço do teatro foi cedido para dar continuidade às atividades. E a colaboração segue firme até hoje: todas as terças-feiras, os integrantes do projeto ensaiam para suas apresentações no Teatro Brasília Shopping.
Foto Telmo Ximenes
Na magia do Natal, na alegria do Carnaval
Sinônimo de magia, as cores e luzes do Natal atraem multidões para admirarem as decorações e fazerem fotos com os Papais Noéis dos shoppings. No entanto, para as crianças autistas e com deficiência, o grande fluxo de pessoas pode ser um problema relacionado à acessibilidade.
Em busca de proporcionar vivências mágicas para todos, o Brasília Shopping reserva uma data especial para encontros especiais do Bom Velhinho com as pessoas com TEA, que ocorre em horário separado, antes da abertura do shopping. Dessa forma, cria-se um ambiente mais acolhedor, proporcionando uma experiência menos agitada e mais confortável.
No evento Abre-Alas, promovido pelo Brasília Shopping no dia 04 de fevereiro, em celebração ao Carnaval, a festa teve início com a Folia Inclusiva. A comemoração, formatada para pessoas com o Transtorno do Espectro Autista, proporcionou uma tarde de interação para famílias de crianças típicas e atípicas, com oficinas de criação, musicalização, brincadeiras cênicas e bloquinho. Em todas as ações, o centro de compras tem treinado o time de monitores responsáveis para atender o público de forma mais empática e capacitada. Assim, pais e filhos podem aproveitar ao máximo e se preocuparem somente com o que realmente importa: os bons momentos partilhados.
Publicado pela Editora Paraquedas, obra problematiza e repensa a ideia contemporânea de “normalidade”; autora instiga uma reflexão sobre a ansiedade e a depressão persistentes como experiências normais e inevitáveis, e o que é realmente importante e tem significado para cada um.
“A nossa vida é uma coletânea de histórias, experiências, conexões, encontros, despedidas, dores, alegrias, escolhas, renúncias e aprendizados. A vida é uma narrativa viva, por isso requer movimento. E ao estar em movimento, percebemos que a vida é transitória.”
(Trecho do livro)
Aos 51 anos, empresária, psicóloga, palestrante, mãe de 5 filhos e ex-atleta Luciana Barbosa (@eu.lucianabarbosa) já colecionava muitas conquistas e aprendizados valiosos sobre a vida. Com o final da pandemia, ela se incomodou com o fato de ser considerado “normal” socialmente estar ansioso ou deprimido de forma constante. Com essa indignação, ela então sentiu a necessidade de passar seus conhecimentos e práticas adiante, algo que só conseguiu concretizar com a escrita e a publicação do livro “O que você quer de verdade? Aprenda a escolher o caminho do não sofrimento e construa uma jornada próspera, significativa e feliz” (Editora Paraquedas, 191 pág).
O evento de lançamento acontece no dia 26 de março, às 19h, na Livraria da Travessa (CASAPARK SGCV/Sul Lote 22 – 4A) em Brasília/DF.
Foto divulgação
Na obra, Luciana propõe reflexões contrárias à normalização dos sofrimentos e mostra que existem outras maneiras de viver as experiências e responder a elas com mais leveza, autenticidade e significado. Ao longo dos nove capítulos que compõem o livro, são abordados assuntos como identidade, transitoriedade e a construção de uma narrativa pessoal.
“A ideia do livro veio como uma ferramenta para alcançar mais pessoas, levando até elas ideias para que saiam de dentro das caixas que criaram para si”, detalha a autora. “Trago novas distinções, outras formas de ver e pensar. Ampliar o olhar, trazer consciência e luz ao que realmente importa e tem valor. E isso é algo único e pessoal, precisa ser desvendado por cada um.”
Como o nosso modelo mental influencia nas nossas escolhas e consequentemente nos nossos resultados? Qual é a importância de ter consciência do que queremos e das histórias que escolhemos contar? São alguns questionamentos feitos pela obra, que também aborda temas como o poder das perguntas e da presença, a transitoriedade da vida, além dos sentimentos como fonte de informação e a importância de saber o que se quer.
A obra também se destaca pelo embasamento da autora, que traz uma pluralidade de referências, que vão de relatórios da Organização Mundial da Saúde (OMS) a escritores como Lewis Carroll. Além disso, “O que você quer de verdade?” traz histórias que a própria autora viveu, como as inesperadas mudanças indesejadas e a sua jornada pelo Caminho Francês até Santiago de Compostela, que ela se desafiou a fazer sozinha aos 50 anos.
O processo de criação do livro foi encarado como um desafio por Luciana. Recém-chegada ao universo das letras, ela comenta que nunca tinha escrito, mas que a ideia do livro veio à ela como “uma ferramenta que poderá potencializar” a concretização de uma missão pessoal. A publicação de “O que você quer de verdade?” foi uma experiência transformadora, que marcou a transição entre um ciclo pessoal e outro. A autora conta também que pretende continuar escrevendo após o lançamento da obra.
Palestrante, empresária, psicóloga, mãe e ex-atleta: Luciana Barbosa por trás da autora
Luciana Barbosa nasceu no Rio de Janeiro, mas, atualmente, vive em Brasília, capital federal. É mãe de 5 filhos. Quando criança, mudou-se com frequência, tendo morado na República Dominicana durante parte de sua adolescência. É formada em Psicologia e nas técnicas Breathwork e EFT (Emotional Freedom Technique).
Foto divulgação
Além disso, tem uma longa trajetória como empresária, sendo atualmente sócia conselheira do Grupo AYO (tecnologia) e da rede Tio Gu Creperia (alimentação). É voluntária nos movimentos do Grupo Mulheres do Brasil e Junior Achievement, onde fomenta o empreendedorismo.
Foi atleta de alta performance como nadadora, conquistando, aos 17 anos, em 1989, o título de campeã brasileira na competição de 200m nado-peito do Centro-Oeste. Seu recorde foi batido somente 32 anos depois, em 2001.
Em 2023, realizou um desafio pessoal de seguir sozinha pelo Caminho Francês até Santiago de Compostela, concluindo em 34 dias os 800km. No mesmo ano, escreveu seu livro de estreia, “O que você quer de verdade”, um divisor de águas em sua vida.
“Poder olhar para trás, rever os fatos da minha vida e as histórias que criei ao redor delas, as escolhas que fiz, aprendizados, dores, alegrias, fracassos e sucessos me fizeram crescer como ser humano. Perceber como conto as minhas histórias e o que preciso fazer diferente para alcançar os próximos níveis de evolução e resultados que busco, foi um grande presente”, conclui Luciana.
Adquira “O que você quer de verdade?” no site da editora Paraquedas:
O lançamento do projeto será no próximo dia 15, quando iniciam as inscrições
Foto divulgação
A cada minuto, 25 brasileiras sofrem violência doméstica, estatística alarmante que deixa marcas profundas, muitas vezes, traumáticas. Desfiguradas, muitas mulheres enfrentam dificuldades para reintegrar-se ao mercado de trabalho e sofrem com a baixa autoestima decorrente das agressões sofridas.
Em resposta a essa realidade, o Instituto Omni, em parceria com o Ministério das Mulheres, está de volta com a segunda edição do Programa “Reconstruindo Sorrisos”, que tem o objetivo de restaurar a dignidade perdida por meio de tratamentos estéticos reparadores e capacitando-as para empreenderem.
O projeto visa a recuperação gratuita do sorriso de 800 mulheres de baixa renda, a maioria das quais perdeu dentes em decorrência da violência doméstica. Cada beneficiária terá acesso a até seis tratamentos odontológicos, totalizando 4.800 procedimentos, incluindo tartarectomia, profilaxia, polimento coronário, restauração em resina, reconstrução dental com pino de fibra, cirurgias e moldagem para confecção de prótese dentária.
Além da reconstrução física, o projeto tem como propósito reconstruir histórias e devolver a essas mulheres os sorrisos perdidos. Para isso, serão capacitadas 1.000 mulheres, visando sua autonomia socioeconômica e o desenvolvimento de novas habilidades profissionais, com cursos nas áreas de gastronomia e beleza, abrangendo pães e biscoitos, confeitaria e doces, pizzaiolo e salgados, marmitaria, maquiagem e estética.
Foto divulgação
Atendimentos:
Os atendimentos serão realizados por um consultório móvel, percorrendo oito regiões administrativas: Ceilândia, Planaltina, Paranoá, Santa Maria, Samambaia, São Sebastião, Estrutural e Sol Nascente. Em cada cidade, serão atendidas 100 mulheres, totalizando 600 procedimentos.
Critérios de Seleção:
As mulheres interessadas serão selecionadas através de entrevista social, medida protetiva ou boletim de ocorrência policial. As inscrições começam no dia do lançamento do projeto, 15 de março, para moradoras de Ceilândia, que será a primeira cidade contemplada.
Foto divulgação
Coquetel de lançamento:
O projeto Reconstruindo Sorrisos será apresentado em grande estilo durante um evento exclusivo de lançamento, no próximo dia 15 de março, às 14h.
O local escolhido para esse momento é o auditório da Associação Brasileira dos Municípios (ABM), situado no Setor de Autarquia Sul.
No evento, a direção da ação destacará os esforços e a importância do ReconstruindoSorrisos na vida de milhares de mulheres que passaram e passarão pelos atendimentos.
A apresentação contará com a presença de autoridades, figuras proeminentes, além da imprensa.
Serviço: Reconstruindo Sorrisos Data de Lançamento: 15 de março Horário: 14h Local: Auditório da Associação Brasileira dos Municípios (ABM). Quadra 05 Lote 05 A Bloco F – Setor de Autarquia Sul. Brasília.
Aconteceu no último sábado dia 9 de março, no Restaurante Caicó, o lançamento do projeto Guará com Elas, projeto criado pela jornalista Kelly Farias com a realização da Rádio Guará e patrocínio do Restaurante Caicó.
Foto José Gilberto Farias
O jantar contou com a presença de 50 mulheres convidadas como lideranças, imprensa, moradoras e empreendedores do Guará.
Foto José Gilberto Farias
Teve palestras de Estilo de Comunicação com Kelly Farias, Autoestima com a Psicóloga Eulania Medeiro e Empoderamento de Viagens com a Influenciadora digital Danielle Xavier, além de boa música e sorteio de brindes.
Foto José Gilberto Farias
A escritora Mary Busson fez uma linda poesia que foi recitada pela diretora Tarita Vilela, que contou a sua trajetória de sucesso na educação inclusiva.
O Guará com Elas é um projeto voltado para a comunidade feminina guaraense com ciclos de formação e debates para todas as mulheres além de ajudar asempreendedoras com a Feira mensal Moda e Bar, que será realizada no Guará I a partir de abril.
Além disso terão mais quatro eventos do projeto durante o ano de 2024, que serão organizados por Kelly Farias e Mary Busson que estarão à frente dos encontros.
Foto José Gilberto Farias
O evento contou com apoio da Casa da Amizade do Guará, que já são parceiros do projeto.
Evento maravilhoso, jantar delicioso o Caio fez sucesso no Bobó de camarão, as palestras excelentes, foi super proveitoso, precisamos de vários eventos assim já que a maioria deles são no plano Disse a moradora Lucia Vidal.
` Estamos precisando de um programa de rádio feminino no Guará, que fale exclusivamente com as mulheres da cidade.´ conta a empreendedora Amanda Morais
Foto José Gilberto Farias
O programa Guará com Elas na rádio estreia nessa quinta feira dia 14 de março as 3 da tarde na Rádio Guará 98,1 FM e tem na apresentação Kelly Farias e Ideran Ferreira.
A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) realiza solenidade de lançamento da “Frente Parlamentar em Defesa da Vida desde a Concepção”, nesta terça-feira (5), às 19h. Presidido por Thiago Manzoni (PL), o colegiado também conta com os deputados Iolando Almeida (MDB) e Jorge Vianna (PSD).
Vão estar presentes ao evento os senadores Damares Alves (Republicanos-DF), Izalci Lucas (PSDB-DF), Eduardo Girão (Novo-CE) e Márcio Bittar (União-AC). Os deputados federais Bia Kicis (PL-DF), Nikolas Ferreira (PL-MG) e Marco Feliciano (PL-SP) também estão confirmados. Já as influenciadoras Eduarda Campopiano e Helena Tannure participam remotamente. A expectativa é que o senador Magno Malta (PL-ES) e o deputado federal Mário Frias (PL-SP) também compareçam à solenidade.
Direito Humano
Segundo Manzoni, a iniciativa é baseada em dados de uma pesquisa realizada pela Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica (Ipec), em 2022, que identificou que 70% da população brasileira é contra a legalização do aborto. “A vida é o pressuposto necessário para o usufruto de todos os outros direitos humanos, de modo que, se relativizado, todos os demais direitos deixam de fazer sentido”, afirma o deputado.
A sessão solene de autoria de Manzoni desta terça-feira pode ser acompanhada simultaneamente em canal aberto pela TV Câmara Distrital, no canal da CLDF no https://youtube.com/@TVCamaraDistrital?si=W0IBerufHeTWlowY e na plataforma e-Democracia.
Web série traz histórias inspiradoras vividas por pessoas com deficiência e marca posição na luta contra o preconceito e capacitismo
Denise Braga, uma ativista política, em Direito à Participação na Vida Pública e Política
Histórias de vida de pessoas com deficiências inspiram a web série “Caminhos da Inclusão”, transmitida pelo canalweb Vai Curupira. O especial é apresentado pelos paratletas e comunicadores Aloísio Lima e Guilherme Costa, ambos tetraplégicos, o que confere ao projeto muita propriedade na condução das entrevistas e do desenvolvimento das temáticas destacadas. Com sensibilidade, bom humor lá no alto, zero drama, positividade e muita consciência cidadã, “Caminhos da Inclusão”, composta por 12 episódios, compartilha trajetórias que merecem ser contadas, ao mesmo tempo em que atua no combate ao preconceito e capacitismo direcionado às pessoas com deficiência.
“Conhecer e compartilhar as experiências de pessoas com deficiências que, assim como nós, buscam viver em plenitude, possibilita a troca de ideias e um aprendizado sobre como conviver bem com as limitações impostas à pessoa com deficiência, seja ela congênita ou adquirida”, afirma Aloísio. “Em cada episódio, além de muita emoção, nossos personagens e especialistas trazem conhecimento de relevância não apenas aos deficientes, a quem a série é dedicada em primeiro lugar, mas aos seus familiares, amigos e sociedade como um todo. Enfim, gente que entende a importância da inclusão para a construção de um mundo, verdadeiramente, cidadão, não pode perder a série”, completa Guilherme.
A websérie elencou 12 temas que são explorados através de um mergulho na trajetória de 12 convidados. O episódio de estreia, Direito à Reabilitação, abordou um pouco da vida dos fundadores do canal Vai Curupira e apresentadores de “Caminhos da Inclusão”, Aloísio Lima e Guilherme Costa. Na sequência, com lançamentos semanais, estão Vitória Mesquita, a Viti, uma influencer com síndrome de Down, em Direito à Vida; Tutti, uma cantora no espectro autista, em Igualdade e Não Discriminação; Carla Maia, a primeira jornalista cadeirante do Brasil, em Direito à Educação e Trabalho; Felipe Costta, um rapper desenrolado, em Direito à Moradia; Laila Gomes Costa, tocando a vida após oAVC, em Direito à Assistência e Previdência Social; Jarlene Maria, um palhaço cadeirante, em Direitoao Transporte e à Mobilidade; Shirley Nunes, uma pianista com nanismo, em Direito à Cultura, Esporte, Turismo e Lazer; Ana Beatriz Leitte, e suadeficiência “invisível”, em Direito à Acessibilidade; Denise Braga, uma ativista política, em Direito à Participação na Vida Pública e Política; Gustavo Ritcher, um pintor, em Acesso à Justiça e Jhonata Fargnolli de Lima, um gamer que joga com os pés, em O que nos reserva o futuro.
Ao longo da série, as temáticas dos episódios foram respaldadas por especialistas que convivem com a questão da inclusão através de experiência própria ou de parentes próximos. Colaboram com o projeto Cláudio Drewes (tetraplégico), procurador regional da República; Rafael Oliveira (pai de criança no espectro autista), advogado atuante na área de Direitos Humanos; Hisaac Oliveira (cego), advogado da causa da pessoa com deficiência. Profissionais bem-sucedidos e requisitados, demonstram, mais uma vez, que a deficiência não impossibilita o cidadão de se desenvolver e contribuir com a sociedade.
Por si só, as histórias sustentariam os episódios, mas a equipe de “Caminhos da Inclusão” foi além. Mais que meras entrevistas, a produção envolveu visitas às residências ou local de trabalho dos personagens, muitas imagens de arquivo e participação de pessoas próximas aos entrevistados, num projeto audiovisual rico. Entre os colaboradores estão os profissionais Rodrigo Brant (diretor), Rafael de Araújo Vargas (roteirista e editor); Ricardo de Melo Martins (produtor); Felipe Vaz dos Santos Souza (diretor de fotografia e operador de câmera); Victor Cavalcante (técnico de som), Claudia Andrade (gestora administrativa-financeira) e Daniel Oliveira (designer e social media).
Idealizado desde o início para ser um conteúdo, verdadeiramente, inclusivo em formato e conteúdo, “Caminhos da Inclusão” conta com recursos de acessibilidade como legendas, interpretação em libras e participação de pessoas com deficiências em todas as etapas do projeto. O projeto foi viabilizado por recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.
Laila Gomes Costa, tocando a vida após o AVC, em Direito à Assistência e Previdência Social
Sobre os idealizadores
Aloísio Lima e Guilherme Costa se conheceram em 2009 durante um torneio de tênis de mesa e apesar da diferença de idade de quase 20 anos, estão entre as pessoas mais próximas na vida um do outro. Para Aloísio, Guilherme é mais que um grande amigo: é um irmão. Já Guilherme enxerga em Aloísio também um segundo pai, aquele que por viver em condição semelhante a dele, pôde seguir ao seu lado compartilhando vivências e êxitos, percebendo exatamente suas dificuldades e angústias.
Aloisio, apaixonado por esportes, sofreu uma violenta queda ao praticar rapel em 2003, o que o deixou paraplégico aos 29 anos. Em seu processo de reabilitação começou a praticar o tênis de mesa. Motivado, adaptou-se rápido e passou a treinar para competir. Casado com Ana Cristina, sua maior incentivadora, é pai apaixonado de Arthur, Sarah e Vitória.
Guilherme tornou-se paraplégico em 2006, quando tinha 14 anos, após ser atropelado. Antes do acidente praticava esportes como natação, capoeira, basquete, futebol e jiu-jitsu e tinha na vida esportiva outro ponto de convergência com Aloisio. Inicialmente como um passatempo e uma atividade fisioterápica, o tênis de mesa não apenas acelerou sua recuperação, como lhe abriu caminho para se tornar um atleta paralímpico.
Ambos possuem diversos títulos nacionais e mundiais, atuam como palestrantes e levam conhecimento, entretenimento e motivação às pessoas que vivem com deficiências e à comunidade que caminha rumo a um mundo mais inclusivo.
o gamer Jhonata Fargnolli de Lima em O que nos reserva o futuro
Sobre o canal Vai Curupira
O Canalweb Vai Curupira foi criado em 2017 por Aloísio Lima e Guilherme Costa, dois tetraplégicos medalhistas paralímpicos na modalidade Tênis de Mesa e Rafael Vargas, produtor audiovisual e amigo dos dois, ao perceberam a carência de material informativo para tratar das limitações no dia a dia de pessoas com deficiência. Àquela altura, segundo o IBGE havia no país 23,9% ou 45,6 milhões de brasileiros com algum tipo de deficiência. Hoje, apesar da relevância desse número, a sociedade ainda dispõe de poucos mecanismos para veicular informações de forma a impactar positivamente a vida dessas pessoas.
O canal aborda em suas produções temas relevantes sobre acessibilidade e inclusão, envolvendo assuntos como adoção de crianças por pessoas com deficiência, sexualidade, relacionamentos e discriminação. Entre o público do canal estão pessoas com deficiências e seus familiares, profissionais que trabalham com esta clientela e admiradores.
Os vídeos produzidos pelo canal são usados como material informativo aos pacientes do Hospital Sarah Brasília, instituição onde costumam realizar palestras.
Visita da equipe da websérie à casa da incluencer Viti (rosa)
Novo espaço de orientação a homens e mulheres contra a violência doméstica e familiar realiza acompanhamento psicossocial
Espaço Acolher
A nova unidade do Espaço Acolher de Ceilândia amplia ações do Governo do Distrito Federal de proteção às mulheres. A inauguração será na terça-feira (5) e faz parte do calendário de ações do GDF, Março Mais Mulher, em comemoração ao Dia Internacional das Mulheres (8). Agora a rede de proteção às mulheres conta com nove unidades de acompanhamento psicossocial dos envolvidos em situação de violência doméstica e familiar contra a mulher no DF.
As unidades atendem a homens e mulheres, das 8h às 18h, envolvidos em situações de agressões doméstica e familiares, o acesso é livre a todos, que de forma espontânea buscam informações e atendimentos sobre as questões de gênero ou são encaminhados pelo Ministério Público. Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, a implementação de mais um espaço vai ampliar as políticas públicas voltadas à proteção da mulher. “Tratar o homem agressor é mais um passo para acabar com o ciclo da violência. Este novo espaço conta com profissionais capacitados para conscientizarem aos agressores dos tipos de violências cometidas”, destaca Giselle.
Nos locais, as equipes formadas por psicólogos, assistentes sociais e pedagogos realizam os primeiros atendimentos de forma presencial, para criar um vínculo e conhecer a história. Em seguida são encaminhados para grupos reflexivos, onde se trabalha temas importantes para fortalecimento das mulheres e responsabilização dos homens.
Foto divulgação
O novo espaço possui um local designado para as crianças dos atendidos e foi completamente reformado. A fachada recebeu a arte de grafite do artista da cidade convidado Douglas Kordyal, além disso agora o espaço tem nova reestruturação para os atendimentos. Foram realizadas nova pintura, troca de esquadrias, manutenção de ar condicionado, do sistema elétrico, do telhado e dos sistemas hidrossanitário.
Para o acesso ao serviço, o usuário deverá comparecer ao ESPAÇO ACOLHER mais próximo com os seguintes documentos: RG, CPF. Além de Ceilândia, as demais unidades estão no Plano Piloto, Brazlândia, Gama, Paranoá, Planaltina, Santa Maria, Sobradinho e Samambaia.
Durante o evento serão oferecidos ao público, das 8h às 16h, exames de HPV e informações prevenção do câncer de colo de útero e auriculoterapia – realizados pela FIOCRUZ, além de corte de cabelo do HW Estúdio e a unidade móvel do Hemocentro para a doação de sangue.
Foto divulgação
Serviço:
Inauguração ESPAÇO ACOLHER CEILÂNDIA
Dia: 5/3/24 às 10h
Endereço: QNM 02 CONJ. “F” CASA 1/3 CEILÂNDIA – ao lado da Caixa D’água.
Na Semana da Mulher, empresárias inspiradoras se reúnem no Liberty Mall para compartilhar experiências e insights sobre empreendedorismo, enquanto promovem uma ação solidária em apoio à Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília
No coração de Brasília, uma jornada de inspiração e conhecimento será desbravada através das experiências de mulheres que transformaram desafios em oportunidades. O evento “Narrativas da Mulher: Empreendedorismo Feminino” desembarca no Shopping Liberty Mall, com duas rodas de conversa, nos dias 7 e 8 de março, às 19h. Em uma semana marcada pela celebração do Dia Internacional da Mulher, a iniciativa se destaca como uma verdadeira ode ao poder feminino nos negócios e na sociedade.
Com inscrições gratuitas através do site Sympla, o evento visa proporcionar um espaço de diálogo e reflexão sobre os desafios enfrentados pelas mulheres no mundo empresarial. Sob o tema central do empreendedorismo feminino, serão realizadas rodas de conversa com mulheres de diversas áreas, compartilhando experiências e insights, além de fomentar o networking e o desenvolvimento profissional.
Na programação, destacam-se mesas de debate com temas como gestão de negócios, transição de carreira, comida afetiva, autoconhecimento e transformação, com a participação de empresárias de sucesso da capital, como: Elizangela Gonçalves, da famosa Torta de Morango da Elis; Renata Bassani, proprietária de uma clínica estética com seu nome; Elizeida Fill, com seu negócio de moda Eliz & Tereza; Aura Menezes, dona do restaurante Dona Morena; e Hellen Dinne, farmacêutica especialista em gestão de saúde, à frente da Regule Saúde.
Os bate-papos serão conduzidos por empresárias igualmente notáveis de Brasília – a psicóloga clínica Gianinni Deschamps, a advogada Alessandra Vieria e a jornalista Denise Margis -, trazendo suas perspectivas e experiências para enriquecer as conversas e proporcionar a interação com o público presente.
Foto divulgação
Além disso, o evento não se limita apenas ao âmbito empresarial, estendendo sua influência para a esfera social. Em uma ação solidária, serão arrecadados absorventes íntimos para doação à Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília. Uma iniciativa que reforça o compromisso das participantes com o desenvolvimento profissional com apoio à comunidade feminina em sua totalidade.
Para tornar a experiência ainda mais enriquecedora, o evento contará com apresentações artísticas do Grupo de Dança Deusas da Lua e Arete Brasil.
O primeiro evento do projeto “Narrativas da Mulher” representa um passo significativo na promoção do reconhecimento do papel das mulheres na construção de uma sociedade mais justa e equitativa. Oportunidade ímpar para todas as mulheres que buscam alcançar seus sonhos e fazer a diferença no mundo dos negócios e além.
Foto divulgação
Serviço: Narrativas da Mulher: Empreendedorismo Feminino
Data: 7 e 8 de março, às 19h
Local: Espaço Cultural do Liberty Mall (ao lado do cinema)
Pesquisa realizada em parceria entre Secec, Amigos do Futuro e IPE-DF aponta o perfil do folião candango
Em ressaca de carnaval, programação do DF Folia conta ainda com apresentação do Bloco Gagá…Vião do Cruzeiro no sábado, 17
DF Folia 2024 – foto Bené França
O Carnaval de 2024 no Distrito Federal encantou os foliões com uma celebração repleta de energia, cores e ritmos contagiantes, mas acima de tudo, com segurança e respeito. Este ano, o DF registrou uma queda nos índices de violência, com 23% menos crimes que no ano passado. A taxa é reflexo de ações preventivas e adesão dos organizadores dos blocos às campanhas como a da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF e da Organização da Sociedade Civil (OSC) Amigos do Futuro que organizaram o DF Folia 2024: Carnaval do RESPEITO.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF), foram 364 ocorrências registradas de sexta-feira (9) a terça-feira (13). Deste total, 67% estão relacionadas a furtos de celulares. Outras ocorrências abarcam delitos contra o patrimônio, tais como furto de veículos, receptação, roubo e furto a transeuntes, furtos diversos dentro de veículos, casos de estelionato e furtos mediante fraude.
Durante os cinco dias de folia, apenas um incidente de importunação sexual foi registrado, sem ocorrências de outros crimes contra a mulher, como assédio ou estupro.
RESSACA DO CARNAVAL
No encerramento das festividades carnavalescas do DF Folia 2024, neste sábado (17), ainda tem a apresentação do Bloco Gagá…Vião do Cruzeiro, com uma programação diversificada para todas as idades. O evento contará com trio elétrico e animadas marchinhas no estacionamento do Ginásio de Esportes do Cruzeiro, a partir das 12h. O bloco já desfila pelas ruas da cidade desde 2009, e este ano marca a 16ª edição do bloco, com o tema-enredo “Nas zonas de Copacabana”.
Para aqueles que desejam curtir o Carnaval em família, o Gagá…Vião também oferece uma opção para os pequenos: o bloco infantil Gagá…Viãozinho, que começa às 9h, no mesmo local. Além de música, a atração contará com brinquedos infláveis, futebol de sabão e diversas outras atividades.
DF Folia 2024 – foto Bené França
RESULTADOS PRELIMINARES SOBRE PERFIL DOS FOLIÕES
De 10 a 13 de fevereiro, o Instituto de Pesquisa e Estatística do DF (IPEDF) em parceria com a Secec e a Amigos do Futuro, realizou uma pesquisa nos blocos para compreender o perfil dos foliões, os motivos de ida ao Carnaval e de quem estavam acompanhados. Foram mais de 2.500 pessoas ouvidas durante quatro dias de pesquisa.
DIVERSIDADE EM FOCO
A pesquisa revela que as mulheres predominaram nos blocos, representando 55% do total, enquanto os homens corresponderam a 42%. Quanto à orientação sexual, 74% dos participantes se declararam heterossexuais, 11% afirmaram ser bissexuais, e 9% se identificaram como homossexuais. Quanto à categoria de raça/cor, 61% se autodeclararam negros/as (pardos e pretos), 35% brancos, 2% amarelos, e 1% indígenas.
No que diz respeito à faixa etária, 43% dos participantes tinham até 29 anos, 29% estavam na faixa etária de 30 a 39 anos, e 28% tinham 40 anos ou mais, incluindo 2% com 60 anos ou mais.
Mais de 90% dos entrevistados foram acompanhados da família e/ou de amigos. Entre os motivos que levaram as pessoas para curtir o Carnaval de Brasília, as respostas mais registradas foram: passar o carnaval com amigos e familiares, a paixão pelo Carnaval em Brasília e seguir de perto o bloco que acompanhavam de anos anteriores.
O relatório com os resultados finais será divulgado nas próximas semanas e contará com informações sobre o perfil dos participantes, a avaliação quanto à programação e infraestrutura e as motivações para participar do Carnaval.
Prestando homenagem a mulheres residentes da região administrativa, programação do evento inclui música, dança, cinema e palestras abertas ao público
Celebrando a importância do empoderamento, da autoconfiança e da saúde mental na contemporaneidade, Planaltina recebe nos próximos dias 17 e 18 de fevereiro o projeto Mulher Nota 10. Realizado pelo Instituto LumiArt em parceria com Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, o evento, que é gratuito, contará com diversas atividades e apresentações recreativas a fim de promover a transformação social através da força da comunidade.
Buscando desmistificar os temas que envolvem a saúde mental, o evento também será marcado por uma grande homenagem a 10 idosas moradoras de Planaltina. Reconhecidas como fontes de inspiração para outras mulheres por conta de suas histórias de vida e feitos sociais, todas as homenageadas tiveram um dia completo de beleza, com direito a maquiagem e figurino, e realizaram uma sessão de fotos em diversos pontos turísticos da região.
Com figurinos feitos exclusivamente para a ação pelo estilista Miguel Habacuc, que desenhou e confeccionou todas as peças em seda mista como um pré-lançamento de sua nova coleção de kaftans, as homenageadas também irão ser presenteadas com um book fotográfico e terão suas fotos expostas durante os dois dias consecutivos de evento. A curadoria da exposição fotográfica ficará a cargo da artista e educadora irlandesa Fiona Murphy.
“Nós estamos vivendo em um mundo cheio de informações rápidas e imediatismos, fatores esses que acabam estimulando os altos índices de doenças mentais que chegam a atingir até mesmo crianças e adolescentes. Com isso, o projeto surge para debater essas questões enquanto permite que essas mulheres se sintam valorizadas e bem consigo mesmas, privilégio este que caracteriza a saúde mental e integral do próprio ser”, pontua a dramaturga, cineasta e coordenadora geral do evento, Cleuza Brandão.
Tendo a arte como veículo de expressão e consciência, a programação do Mulher Nota 10 também contará com as apresentações da Transições Cia de Dança e Artes, das cantoras Cida Avelar e Rosemaria, além da exibição do filme premiado “Por que você não chora?”, que irá discutir sobre os desafios contemporâneos atrelados à saúde mental, e também com uma sessão de palestras com a presença de especialistas com o propósito de estimular o público alvo a obter uma vida mais equilibrada, propagando assim, o avanço do bem estar social na comunidade de Planaltina e de todo o DF.
Previsto para ser celebrado no Estacionamento do Funções Múltiplas (ao lado da administração de Planaltina), das 13 às 18h, Cleuza Brandão afirma que o evento é uma das principais apostas do Instituto LumiArt para o ano de 2024. “É um projeto necessário a todos pois, além de culturalmente abrangente, ele é socialmente responsável, contribuindo assim para que cada vez mais mulheres sejam transformadas através da arte e do apoio comunitário”, conclui a atual diretora de cultura do Conselho da Mulher Empresária do DF.
A realização do Mulher Nota 10 também conta com a parceria do Instituto Maria do Barro, da consultora de imagem e terapeuta, Celeste Arrais, do ACAV – Empréstimo de Cavaletes para Exposição de Fotografias, do CAESB, Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal, do Conselho da Mulher Empresária/CMEDF-ACDF, da Neuroarquiteta Vanessa Von Glehn e do salão Eliane Mega Fios, que cedeu o mobiliário para a equipe de produção realizar as sessões de beleza com as 10 idosas selecionadas.
Foto divulgação
SERVIÇO
Mulher Nota 10 – Dia Cultural da Beleza
Data e Horário: 17 e 18 de fevereiro, das 13h às 18h
Endereço: Centro Recreativo de Planaltina, Estacionamento do Múltiplas Funções, Planaltina – Brasília – DF
A Casa do Cantador, em Ceilândia, será o epicentro de um movimento cultural vibrante no dia 18 de fevereiro, com a segunda edição do festival de lazer “Cidade Diversidade”.
No dia 18 de fevereiro, a Casa do Cantador em Ceilândia será palco de uma experiência cultural única com a segunda edição do lazer “Cidade Diversidade”. Sob a liderança de Tatiana Assem Haidar, professora de dança e mentora do projeto, o evento vai além de reacender os bailes de charme, flashback e hip hop, buscando criar uma atmosfera inclusiva e celebratória para a comunidade.
Com uma fusão de estilos que inclui as batidas nostálgicas do flashback, os ritmos pulsantes do hip hop e os passinhos marcantes do charme, a trilha sonora será comandada pelos DJs Yanka, Cazuza e Pedro França. Além disso, a dança será conduzida pelas talentosas professoras Mi Guedes, Laurice e Tatiana Assem Haidar.
A festa promete integrar pessoas de todas as idades, com e sem deficiência. O lazer “Cidade Diversidade” vai além de ser uma celebração musical; é uma declaração ousada de que a cultura pode ser verdadeiramente inclusiva. Tatiana Assem Haidar destaca: “Queremos mostrar que a cultura é um espaço para todos, independente das limitações, idade ou habilidades. A diversidade é nossa maior força.”
O evento gratuito oferece uma oportunidade única para a comunidade de Ceilândia se unir em uma celebração coletiva, não apenas revivendo os passos marcantes dos bailes, mas também construindo memórias duradouras. O projeto conta com o apoio essencial do FAC – Fundo de Apoio à Cultura do DF, SECEC e GDF, demonstrando o compromisso dessas entidades em promover iniciativas culturais inclusivas e acessíveis para toda a população.
Cidade Diversidade Fotógrafo Rafael Castro
SERVIÇO:
Data: 18 de fevereiro de 2024 (domingo)
Horário: A partir das 14h
Local: Casa do Cantador – Ceilândia | QNN Quadra 32 Área Especial G – Ceilândia
“As mães e os pais dos mortos começam por viver num país só deles e quando chegam a coincidir conosco, em cidades tão reais quanto São Paulo ou Porto, Erechim ou Vila do Conde, são como emigrantes. Viverão sempre como certos emigrantes chegados de uma outra cultura, com dificuldades de traduzir na nossa Língua o que sentem e o que querem dizer, por mais simples que seja.” Valter Hugo Mãe
Autoras Credito Paula Reichert
Na apresentação, Valter Hugo Mãe afirma: “As mães e os pais dos mortos são muito sem sentido. Nem sempre sabemos onde têm a cabeça ou os pés porque tanto daquilo que os ordena é agora de outra natureza. Ficamos diante dessas pessoas pasmando, porque elas contêm uma ciência que nenhuma biblioteca vai conter, simplesmente porque não há como explicar o absurdo, ele é uma experiência indizível que os livros imitarão sem sucesso algum”.
Os depoimentos – de Carla Scheidt Lund, Claudia Petlik Fischer, Gabriela L. C. S. Oliveira, Maria Cecília C. Nigro Capuano, Mariana Azevedo Laurini Yoshida, Marília Rocha Furquim e Marlise de Andrade Corsato – foram concedidos a Marina Miranda Fiuza. “Este livro foi escrito a partir da narrativa de sete mulheres. Ao contrário da maioria das amizades que nasce de encontros ocasionais, da frequência de ambientes comuns, de paixões compartilhadas e interesses mútuos, o que as aproximou foi a experiência da morte dos seus filhos”, detalha Marina, acrescentando que, no livro, em muitos momentos, as sete vozes se confundem em evocações uníssonas; os nomes próprios se desfazem diante dos sentimentos comuns.
Segundo a autora, a amizade entre Carla, Cecília, Claudia, Gabriela, Mariana, Marília e Marlise foi firmada pelo laço doloroso do luto. “Entre elas, sentiam-se livres para falar sobre os seus filhos, mesmo quando o mundo ao redor parecia ter superado a morte deles; entre elas, puderam expor os desejos mais macabros, sem serem julgadas de insanidade; foi permitido que as intimidades viessem à tona sem o receio de magoar ninguém. Foi permitido chorar enquanto riam e rir enquanto choravam, sem obedecer à imposição social da alegria a todo o custo, nem da penitência do luto eterno. Houve espaço, ainda, para não dizer nada, quando o silêncio se fez necessário”, afirma, acrescentando que continuam, hoje, essa amizade. “Procuram-se, hoje, para se sentirem menos sozinhas. Imersas em uma sociedade em que a morte é tabu, são isoladas pelo estigma da mãe enlutada”. A sociedade oscila entre reprovar a “superação” do luto de um filho e a santificar uma mulher que resiste à morte do filho.
Os capítulos abordam a experiência cíclica de viver em luto e viver em luz, algo que se alterna nessa experiência que demanda “continuar vivendo”. As diferentes experiências de luto; Os rituais de despedida; As burocracias da morte; A sobrevivência imposta; As sequelas do luto; Meu filho vive em mim; Os objetos que ficam; Desfazendo o quarto; Encontrando a luz no fim do luto; Transformações necessárias; Como prejudicar o luto de uma mãe; e Preservando a memória são alguns dos títulos que abordam diferentes fases desse luto que se alterna.
A mulher que perde o marido é viúva; a que perde os pais é órfã. A mulher que perde o filho é algo que não cabe em palavras. Essa experiência – a maior dor do mundo – não é passível de nomeação. Vivenciar o inominável é voltar à condição alheia de criança recém-nascida, incapaz de concretizar qualquer estímulo que não venha das próprias vísceras. O mundo de fora fica mudo; o de dentro, grita a cada toque. Como se sente a mulher diante da morte de um filho? Esse questionamento é, de certa forma, o start para o livro A Lua e o Girassol: um dia mães em luto, outro dia mães em luz”, da autoria de Marina Miranda Fiuza, a partir de depoimentos de sete mães cujos filhos, de diferentes idades, faleceram em circunstâncias diversas. Lançada pela Primavera Editorial, a obra conta com o prefácio do escritor português Valter Hugo Mãe.
Segundo Lu Magalhães, fundadora e presidente da Primavera Editorial, em um momento no qual milhares de mães brasileiras vivem o luto, a obra tem o objetivo de falar abertamente sobre um tema delicado. “Este livro toca em um assunto que poucas pessoas querem abordar. Esse luto é dilacerante, e os seres humanos que o vivem precisam de apoio não apenas familiar, mas de toda a sociedade. A experiência de lidar com a morte de quem amamos, em tempos de pandemia, passou a ser presente no cotidiano do mundo. E, diante dessa realidade que afeta muitos, temos que lidar com a temática com delicadeza; tirar o tema do campo do tabu para dar voz a essas mulheres”, afirma.
Larissa Caldin, publisher da Primavera Editorial, conta que “ao escolher esse título para nosso catálogo, fomos apontadas por alguns como ‘corajosas’ por abordar um tema delicado. Não vejo como coragem, mas como necessidade e respeito. Parafraseando Mia Couto ‘Não morre quem se ausenta, morre quem é esquecido’”.
Marina Miranda Fiuza, a autora, conta que conheceu as mães – que se reuniram em um grupo no Facebook de mães enlutadas – em 8 de março de 2018. “Sempre atenta às mensagens do mundo, sabia que o dia não era mera obra do acaso. De fato, não demorou muito para que eu me desse conta de que o projeto do livro seria, também, uma descoberta da força e sabedoria femininas. Nos depoimentos e na vida, é como se cada uma se dividisse em duas versões de si mesma. A versão que avançou na jornada estende a mão para aquela que permanece passos atrás e lhe diz: vai ficar tudo bem. Se uma contempla a luz, a outra sempre relembra a escuridão. Nessa gangorra, a vida prossegue, não menos difícil, não menos bela. Sempre lua, sempre girassol”, finaliza.
TRECHOS DA OBRA |
Página 24 | Carla
“[…] Quando a equipe de primeiros socorros finalmente chegou e assumiu os procedimentos, Carla se distanciou. Do canto da sala observava o filho, no auge dos seus dezoito anos de idade, assumir um aspecto qualquer diferente do que ela conhecia. Nicholas era cada vez menos Nicholas, ali, deitado no corredor da sala.”
Página 26 | Claudia
“[…] A vida de Anna Laura se extinguiu assim, como uma bolha de sabão que estoura diante dos olhos e é preciso piscar algumas vezes para entender se ela ainda está ali ou não, para captar se é seu brilho ou a memória do instante anterior que persiste na retina.”
Página 30 | Gabriela
“[…] A morte, visita tanto inconveniente como insistente, havia sido rechaçada em todas as tentativas de aproximação anteriores por aquela mão vigilante. Finalmente, a morte era admitida. Entrou no quarto do hospital e sentou-se diante do leito de Sofia.”
Página 33 | Cecília
“[…] Durante os onze meses da vida de Júnior, Cecília viveu a concretização absoluta do amor que já não cabia dentro de si, até o desfecho doloroso de sua morte. De olhos bem abertos.”
Página 35 | Mariana
“[…] Se Caio, nos seus três anos de vida, havia ensinado outras linguagens que não a fala verbal para a comunicação, agora deixava o desafio de ser visto não pelos olhos, mas pelo coração.”
Página 37 | Marília
“[…] Não eram só os braços que estavam vazios, toda a existência era desfigurada por um enorme vazio. Marília estava oca.”
Página 39 | Marlise
“[…] O corpo do filho diante dos seus olhos era uma realidade tão absurda que mais parecia cena de ficção. Sob o peso da morte, desprendeu um esforço descomunal para se colocar de pé novamente e tomar as decisões necessárias para conseguir, enfim, acompanhar o filho até seu destino. Caio de volta para o mar.”
FICHA TÉCNICA |
Título: A Lua e o Girassol: um dia mães em luto, outro dia mães em luz
Autora: Marina Miranda Fiuza
Categoria: Memórias
Páginas: 144
Preço sugerido: R$ 44,90
E-book: 29,90
Marina Fiuza foto divulgação
SOBRE A AUTORA | Marina Miranda Fiuza é doutoranda em Literatura e Crítica Literária pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e mestre pela mesma instituição (2011). Realizou Estágio Doutoral na University of Michigan (Estados Unidos), com bolsa PDSE/CAPES. Graduada em Letras pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em 2006, é especialista em Psicopedagogia Institucional pelas Faculdades ASMEC (2007) e graduada em Pedagogia pela Universidade Nove de Julho (2010). É membro do grupo de pesquisa “A voz escrita infantil e juvenil: práticas discursivas”, na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Ministra o curso de extensão “O Livro Ilustrado Infantil: palavra, imagem e interações” na COGEAE/PUC-SP desde 2015. Com raízes mineiras – e memórias em Mato Grosso do Sul –, é mãe de dois filhos; o interesse pela temática do luto surgiu com a morte de seu irmão.
SOBRE A EDITORA | A Primavera Editorial é uma editora que busca apresentar obras inteligentes, instigantes e acalentadoras para a mulher que busca emancipação social e poder sobre suas escolhas https://primaveraeditorial.com/
V Conferência Internacional sobre Humanização do Parto e Nascimento (V CIHPN): Vamos juntos na conquista de direitos por uma maternidade saudável e realizadora!
A taxa média de cirurgias cesarianas no Brasil vem aumentando desde o início do século e dados preliminares de 2023 mostram que chegou a 59,1% de acordo com o Ministério da Saúde uma realidade muito distante da recomendação da Organização Mudial de Saúde (OMS) que é de 10 a 15%. Em resposta a essa realidade, a V Conferência Internacional sobre Humanização do Parto e Nascimento (V CIHPN) surge como um espaço para debates em busca de mudanças na forma como a gestação e o parto são compreendidos e assistidos em nosso país. O evento será realizado de 24 a 28 de fevereiro, em Brasília, e reunirá em um só local integrantes de uma rede global de profissionais de saúde, doulas, advogados, estudantes e representantes da sociedade que tenham interesse pelo tema e que juntos busquem práticas inovadoras baseadas em evidências científicas, que tragam mais saúde e bem-estar para as mães e para os bebês.
Por meio de quatro eixos fundamentais – Ciência nas práticas de Saúde, Justiça Social, Equidade, Mobilização Social – a conferência busca revelar mitos, contribuir para a evolução da saúde materna e infantil e fortalecer uma rede de assistência integral e comprometida com uma sociedade mais justa e acolhedora, com integração entre todos os agentes e serviços envolvidos, além de todos que são a favor da causa. A ideia é aprofundar reflexões e debater sobre uma humanização plural e acolhedora do parto e nascimento, de forma que envolva toda a sociedade, buscando compartilhar experiências nacionais e internacionais, baseadas em evidências científicas e nos princípios da humanização para profissionais, gestores e usuários interessados no campo da saúde coletiva, direitos reprodutivos, gestão de serviços e sistemas de saúde e assistência ao pré-natal, parto e puerpério.
A humanização do parto é uma pauta defendida pela OMS, reconhecendo a necessidade de respeitar os direitos das gestantes e valorizar a experiência única do nascimento, trazendo recomendações como as da diretriz. Fazendo do parto uma experiência positiva lançada em 2018, que contém 56 recomendações baseadas em evidências, detalhando os cuidados clínicos e não clínicos que são necessários durante todo o trabalho de parto e imediatamente depois do parto para as mulheres e para os recém-nascidos.
Desde tempos imemoriais as mulheres pariram e apenas desde o século XX a cirurgia cesariana se popularizou. Comparando ambas as vias de nascimento, o parto vaginal é clinicamente comprovado como seguro, havendo menor perda de sangue da mãe, menos riscos de infecção, complicações da anestesia, cortes acidentais em órgãos, distensão abdominal e embolia, que são algumas das complicações de um nascimento pela via cirúrgica.
Estudos indicam que cesáreas eletivas aumentam a mortalidade materna em 3,5 vezes em comparação com partos normais e além disso, nascer por um parto normal respeitoso proporciona efeitos psicológicos significativos para a mulher, promovendo um senso de força e competência inexplicável (uma verdadeira celebração do empoderamento feminino), ademais, o trabalho de parto estimula a liberação de endorfina e a liberação de ocitocina natural, fortalecendo o vínculo entre mãe e bebê.
A conferência abordará temas cruciais, como acesso à saúde sexual e reprodutiva de qualidade como questão de direitos humanos, inovações em saúde perinatal, diferenças entre modelos de assistência e vantagens e desvantagens de cada um, além da trajetória e conquistas dos organismos internacionais na humanização do parto e nascimento. E contará com o apoio de instituições renomadas, além de palestrantes nacionais e internacionais.
O encontro será promovido pela Rede pela Humanização do Parto e Nascimento (ReHuNa) que tem 30 anos de atuação pelos direitos da mulher e o bebê no pré-parto, parto e pós-parto, e pela Universidade de Brasília, além de ter como apoiadores diversas instituições, entre elas: Ministério da Saúde, Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS), Federação de Doulas do Brasil, Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), Associação Brasileira de Enfermeiros Obstetras e Obstetrizes (ABENFO-Nacional), Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS), Associação de Doulas da RIDE – Distrito Federal e Entorno, além de instituições internacionais como Centro Latino-americano de Perinatologia, vinculado à Organização Mundial de Saúde (OMS) e à Organização Panamericana de Saúde (OPAS), Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) e Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) que é a agência de desenvolvimento internacional da ONU que trata de questões populacionais.
A V CIHPN é um chamado para a evolução, desafiando conceitos ultrapassados e promovendo uma abordagem centrada na mulher, no bebê e sua família. Todos são bem-vindos a participar, desde profissionais da saúde, doulas, advogados até estudantes universitários. Será um espaço de colaboração essencial para impulsionar a mudança de mentalidade e alcançar a verdadeira humanização do parto e nascimento.
Junte-se a nós na V CIHPN e seja parte desta revolução em prol da maternidade e saúde infantil!
SERVIÇO
O QUE: V Conferência Internacional sobre Humanização do Parto e Nascimento (V CIHPN)
QUANDO: 24 a 28 de fevereiro de 2024
ONDE: Presencial em Brasília e com transmissão parcial da programação on-line