Pesquisa do CEUB compara a satisfação conjugal entre casais com e sem filhos Estudo aponta que a satisfação no relacionamento depende mais da qualidade da conexão entre os parceiros do que da estrutura familiar
Tem gente que acha que o casamento só é “completo” com filhos correndo pela casa e brinquedos espalhados pelo chão. Mas e se a felicidade conjugal não depender disso? E se, no fundo, o que segura um casal for menos barulho de criança e mais alinhamento de expectativas? Foi com esse olhar que a estudante de Psicologia do Centro Universitário de Brasília (CEUB) Isabella de Sousa, resolveu investigar o que realmente move a satisfação conjugal. Com a pesquisa “Parentalidade e satisfação conjugal: comparação entre casais com e sem filhos”, a autora detalha os reais motivos da insatisfação conjugal em relação a ter ou não filhos.
Os dados apontam que a presença ou ausência de filhos não interfere, por si só, no grau de satisfação conjugal. A pesquisa, que utilizou instrumentos estatísticos e entrevistas como metodologia revela que não importa se há filhos ou não, casais felizes são aqueles que aprenderam a se escutar. De acordo com a estudante, o que realmente pesa é o tom das conversas, o respeito pelo espaço do outro, o jeito de enfrentar as tempestades cotidianas juntos e a sensação de estar, de verdade, na mesma sintonia. “Relacionamento feliz é aquele em que há propósito conjunto, comunicação sincera, apoio mútuo”, conta Isabella.
Na prática, a mostra trouxe relatos mostrando dois lados da moeda. Isabella relata casais com filhos, que falam de cansaço, de agendas em colapso e de rotinas que parecem engolir o romance. Já os sem filhos destacam que celebram a liberdade, a autonomia, mas também encaram olhares tortos e julgamentos constantes. “A sociedade ainda insiste em ver a parentalidade como único destino legítimo do amor adulto. Mas a felicidade não bate ponto em cartório nem carimba certidão de nascimento. “O que faz a diferença não é a estrutura da família, mas o tipo de construção emocional que ela abriga”, resume Isabella.
Onde mora o desgaste Quem nunca ouviu aquela história de que a relação azedou “do nada”? Para a orientadora do estudo e professora de Psicologia do CEUB, Izabella Melo, este estudo revela que a insatisfação conjugal não se instala de modo repentino na vida dos pares. “Ela vai se acumulando em doses homeopáticas, com uma falta de atenção aqui, uma conversa não dita ali, um toque que se perdeu e, quando se vê, o copo emocional transbordou”.
Segundo a docente do CEUB, entre os sinais mais comuns de desgaste estão o afastamento, as discussões repetitivas, o silêncio desconfortável e aquela sensação surda de que algo se perdeu no caminho. “Muitas vezes, um percebe e o outro ainda acha que está tudo bem. Mas é raro que um esteja mal e o outro não sinta os reflexos. A rotina, essa entidade invisível e incansável, costuma ser a grande vilã. Ela entra sem pedir licença e vai empurrando o afeto para os cantos da casa até que sobra pouco espaço para o amor respirar”, diz a professora.
Apesar de cenários de terra arrasada, ainda há saídas, revela a orientadora do estudo, e uma delas é justamente abrir espaço para a escuta. “Quando o diálogo ainda existe, mesmo que difícil, é possível renegociar afetos. Quando o silêncio se instala e os conflitos se repetem em looping, a terapia de casal pode ajudar a quebrar esse ciclo”, explica Izabella. Segundo ela, a terapia não é um “salão de resgate de amores à beira do naufrágio”, mas sim espaço da verdade. Lugar onde, às vezes, a separação pode ser o cuidado mais profundo a oferecer a si mesmo.
“Continuar em um relacionamento que já não abriga segurança, apoio ou crescimento pessoal pode minar a autoestima e adoecer o sujeito. A separação, nesses casos, não é fracasso, é renascimento”, considera. Como lição, a estudante do CEUB considera que sua pesquisa alcançou seu objetivo ao ampliar a compreensão das diferentes formas de vivência da conjugalidade: “A grande conclusão é que a satisfação conjugal não depende da presença ou ausência de filhos, mas da forma como os parceiros constroem essa relação em conjunto”.
Na próxima terça-feira (17), às 19h, o Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal (IHGDF) recebe a professora e agitadora cultural Elisa Carneiro para a palestra “Desafios da Qualidade de Vida dos Idosos no Plano Piloto”. O encontro propõe uma reflexão profunda sobre o envelhecimento da população brasiliense e a necessidade de políticas públicas mais inclusivas para essa faixa etária.
Moradora da Asa Sul desde o nascimento, em 1962, Elisa traz para o debate uma vivência enraizada no cotidiano da cidade. Como conselheira de cultura da região e organizadora de eventos voltados à inclusão dos idosos, ela testemunha diariamente os desafios enfrentados por quem ajudou a construir Brasília — e que agora se vê diante de barreiras físicas, sociais e simbólicas para continuar participando plenamente da vida urbana.
“Nos últimos anos, produzindo eventos de inclusão para idosos nas nossas quadras, me deparei com uma realidade que nos convoca a todos: nossa cidade está envelhecendo, e rápido”, afirma. Elisa defende que a inclusão vai além da acessibilidade física e passa pela valorização intergeracional. “Vejo nossos idosos como bibliotecas vivas, guardiões de memórias preciosas. Precisamos criar pontes entre gerações”, diz.
Durante a palestra, a educadora pretende compartilhar experiências, propostas e, sobretudo, esperanças de que o envelhecimento possa ser encarado como conquista — e não como obstáculo — no Plano Piloto. “Uma cidade boa para os idosos é, na verdade, uma cidade boa para todos nós”, conclui. O evento é aberto ao público e acontece na sede do IHGDF.
Em busca de afeto em tempos de solidão digital, bonecas hiper-realistas expõem feridas emocionais da sociedade moderna e reacendem o debate sobre saúde mental, vínculos artificiais e prioridades no enfrentamento de problemas reais como o abuso infantil online
As bonecas reborn — réplicas hiper-realistas de bebês — vêm ganhando espaço em lares, clínicas e debates públicos. Enquanto para alguns elas funcionam como ferramentas de conforto emocional, para outros, despertam inquietações sobre limites psicológicos, substituições simbólicas e até potenciais riscos de desvio de uso. O crescimento desse fenômeno revela muito mais do que uma tendência estética ou terapêutica: aponta para carências emocionais profundas de uma sociedade cada vez mais desconectada de vínculos reais.
A princípio, essas bonecas têm sido utilizadas por pessoas que enfrentam dores silenciosas como perdas gestacionais, infertilidade ou traumas afetivos. Também há registros de seu uso em contextos geriátricos, especialmente com idosos diagnosticados com demência, como forma de estimular memórias afetivas e promover bem-estar emocional.
Mas especialistas alertam: a linha entre apoio simbólico e dependência emocional pode ser tênue. O uso sem acompanhamento psicológico pode camuflar lutos mal elaborados, frustrações reprimidas e até quadros clínicos mais graves. O risco não está na boneca em si, mas na função emocional que ela assume quando passa a ocupar o lugar de relações humanas reais.
Para o sociólogo e especialista em comportamento digital Marcelo Senise, o fenômeno das reborn é apenas um dos espelhos de uma sociedade marcada por isolamento, hiperconexão digital e fragilidade emocional. “As bonecas reborn não são o problema — são sintoma. Sintoma de uma cultura que tenta anestesiar o sofrimento com o controle. Elas oferecem a ilusão de um afeto sem conflito, de uma presença que nunca abandona. Mas isso revela o quanto estamos tentando substituir o imprevisível das relações humanas por vínculos artificiais”, explica.
Senise observa que o foco nas reborn muitas vezes desvia a atenção de problemas sociais muito mais urgentes. “Enquanto parte da sociedade demoniza o uso dessas bonecas, ignoramos o fato alarmante de que o Brasil está entre os maiores consumidores de pornografia infantil do mundo. E Brasília lidera esse ranking nacional. É um paradoxo cruel: condenamos simbolismos enquanto fechamos os olhos para crimes reais”, denuncia.
Segundo ele, esse deslocamento do debate serve como uma forma de catarse coletiva, onde o desconforto é projetado em objetos — enquanto práticas digitais nocivas continuam a se alastrar sem enfrentamento concreto. A internet hoje oferece fácil acesso a conteúdos ilegais, e operações como a “Turko”, da Polícia Federal, ou ações de grupos como o Anonymous, têm revelado redes subterrâneas ativas e organizadas que ameaçam a segurança de crianças e adolescentes.
Nesse contexto, o culto às bonecas reborn se encaixa em uma lógica maior: a do isolamento digital. Crianças e adolescentes crescem imersos em telas, onde vínculos afetivos são mediadas por avatares, curtidas e chats instantâneos. As interações reais, imprevisíveis e desafiadoras, vão sendo substituídas por experiências controladas — sejam elas digitais ou simbólicas.
“Estamos vivendo uma infantilização afetiva coletiva. Evitamos o confronto, fugimos do incômodo, e buscamos afetos embalados e previsíveis. Seja nas redes sociais ou em objetos como as reborn, o que se procura é controle emocional absoluto. Mas isso é justamente o oposto da experiência humana”, aponta Senise.
As bonecas reborn, por si só, não são vilãs nem salvação. O que importa é a forma como a sociedade lida com os motivos que levam à sua procura. Há uma urgência em criar espaços de escuta, acolhimento e vínculo reais — especialmente num tempo em que a solidão se mascara de conexão e o afeto se esconde em objetos. “Em vez de julgar o que consola, é preciso entender o que dói. E, mais do que nunca, voltar a construir relações que não possam ser desligadas com um botão”, conclui.
Entre os dias 07 e 08 de maio, o Brasília Shopping será palco para conversas sobre a maturidade feminina sob uma perspectiva contemporânea, abordando temas que vão de relacionamentos a finanças
Do cinema à televisão, dos livros às conversas cotidianas, a maturidade sempre foi um fantasma não-tão-silencioso, que surge para assombrar (quase) todas as mulheres. Desde muito jovens, são ensinadas a evitar perguntas como “Qual é a sua idade?”, temendo reações desconfortáveis. Mas o cenário mudou — e, felizmente, também mudou a maneira como as mulheres enxergam a maturidade e o envelhecimento. O avançar do tempo e as marcas que ele traz são inevitáveis, é verdade. Mas o segredo está na maneira como se encara as novas temporadas, que podem ser melhores, mais leves e proveitosas.
Em sua 4ª edição, o Happy Aging — evento já consagrado no calendário do Brasília Shopping — abraça o tema “Mulher Hoje, Mulher Sempre”, abordando assuntos que fazem parte do cotidiano da mulher madura contemporânea. Gratuita e aberta ao público, a programação acontece nos dias 07 e 08 de maio, com talks às 13h e às 18h, reunindo nomes inspiradores de diversas áreas, que representam, com autenticidade, força e liberdade, amplo significado do empoderamento feminino. Não é necessário agendamento prévio para participar.
Quem comanda os encontros deste ano é Fabiana Scaranzi, mulher de múltiplas jornadas. Jornalista com carreira sólida na televisão, ela expandiu sua atuação muito além das câmeras: é colunista da Forbes Brasil, escritora, psicóloga, professora convidada do MBA do IBMEC e conselheira do programa Winning Women, da Ernest Young. É também autora do livro Mulheres Muito Além do Salto Alto e cofundadora do primeiro coworking feminino do Brasil, o Spaces by Fabiana Scaranzi — espaço que fomenta conexões e fortalece o protagonismo feminino.
Aos 46, casou-se pela segunda vez. Aos 48 anos, Fabiana fez uma transição de carreira. Aos 59, concluiu sua quarta graduação, em psicologia. Suas mentorias — como Bora Juntase Protagonize-se — já impactaram centenas de mulheres em busca de realização e autoconfiança. Sua trajetória, marcada por escolhas conscientes e transformadoras, ecoa os valores centrais do Happy Aging: celebrar cada fase da vida com a segurança de saber quem você é.
“O Happy Aging é um evento emblemático para o Brasília Shopping, por ser pioneiro em trazer o tema da maturidade feminina sob uma ótica contemporânea para o centro do debate. Ele conecta a mulher de hoje — ativa, empoderada e em constante reinvenção — a um espaço de troca, reflexão e pertencimento. Isso faz com que o evento vá além do mercado de trabalho e alcance todas as frentes em que essa mulher está inserida”, reflete Renata Monnerat, gerente de marketing do Brasília Shopping.
Programação
Dando início à 4ª edição do Happy Aging, o primeiro talk, às 13h, terá como tema “Mãe na Maturidade: Entre o Ninho e o Cuidado”. Para bater esse papo, o Brasília Shopping convocou um time de peso: Dra. Mônica Mulatinho, médica com formação em hebiatria pelo Adolescentro, além de pós-graduações em psiquiatria, sexologia, terapia familiar e fundadora da Cia do Adolescente e Família e do Instituto do Ser. Com ela, estarão também Patricia Camargo De Divitiis, cofundadora da marca Care Natural Beauty, marca pioneira em beleza limpa no Brasil e única com o selo internacional EWG Verified, e Cris Guerra (hoje assinando como Cris Paz), comunicadora, palestrante e escritora mineira com oito livros publicados. No painel, temas como a escolha pela maternidade tardia, a criação de filhos na maturidade e o papel de cuidador de pais idosos — sendo pais dos pais — serão abordados.
No talk “Da Solidão à Autossuficiência: Encontrando Paz e Equilíbrio na Maturidade”, às 18h, participam a médica Dra. Blenda Oliveira — doutora em psicologia, psicanalista e autora do best-seller Fazendo as pazes com a ansiedade, indicado ao Prêmio Jabuti em 2023 —, a professora brasiliense Sibele Guimarães, que atuou por 26 anos na Secretaria de Educação, e Tamara Vizioli, neurocientista comportamental, palestrante, mãe atípica e esposa de diplomata brasileiro. Criadora incansável, que possui uma trajetória que transcende fronteiras, ela vê no desenvolvimento humano sua missão e, à frente da SOZO Architecture e do Instituto SOZO Miguel Vizioli, traduz em seus projetos uma visão que integra corpo, alma e espírito.
No segundo dia, às 13h, o evento traz para cena um assunto cotidiano, mas que ainda é tratado como tabu: “Dinheiro, Maturidade e Liberdade: Como o Planejamento pode transformar sua Vida”. Trazendo mais clareza sobre o tema, a dupla de especialistas Darla Sierra, CEO da VLG/XP Investimentos, e Fabiane Rossi Brunetti, empresária, administradora e nome à frente do Brunetti Digital Lab., destacam as estratégias necessárias para ter autonomia e segurança em todas as fases da vida — especialmente na maturidade, que exige melhor planejamento financeiro.
A 4ª edição se encerra às 18h, trazendo luz para o tema “Corpo e Sexualidade: Celebrando a Plenitude do Prazer na Maturidade”, com talk comandado pela psicóloga, especialista em terapia sexual e educação em sexualidade Ana Canosa, que soma mais de três décadas de experiência no atendimento clínico e atualmente comanda coluna sobre o assunto no Universa, da UOL, além de apresentar o podcast Sexoterapia. Ao lado dela, a brasiliense Érica Ceolin, do perfil @ericaprateada, jornalista política que assumiu-se grisalha aos 38 anos — e inspira outras mulheres a empoderar-se de suas escolhas. No talk, que promete ser uma grande conversa entre amigas, elas falarão sobre aceitação do corpo, descobertas de prazeres e sexualidade das mulheres 50+.
Data: 07 e 08 de maio de 2025 — quarta e quinta-feira.
Horário: 13h e 18h.
Classificação: Livre.
Entrada gratuita, sem necessidade de agendamento.
PROGRAMAÇÃO
Quarta-feira, 07 de maio 13h — Talk: “Mãe na Maturidade: Entre o Ninho e o Cuidado” Com a Dra. Mônica Mulatinho (médica especializada em hebiatria), Patricia Camargo De Divitiis (cofundadora da Care Natural Beauty) e Cris Guerra (comunicadora e escritora).
18h — Talk: “Da Solidão à Autossuficiência: Encontrando Paz e Equilíbrio na Maturidade”
Com a Dra. Blenda Oliveira (psicóloga, psicanalista e autora indicada ao Prêmio Jabuti), Sibele Guimarães (professora) e Tamara Vizioli (neurocientista comportamental, palestrante, criadora de conteúdo e mãe atípica)
Quinta-feira, 08 de maio 13h — Talk: “Dinheiro, Maturidade e Liberdade: Como o Planejamento pode Transformar sua Vida” Com Darla Sierra (CEO da VLG/XP Investimentos) e Fabiane Rossi Brunetti (empresária e fundadora do Brunetti Digital Lab).
18h — Talk: “Corpo e Sexualidade: Celebrando a Plenitude do Prazer na Maturidade” Com Ana Canosa (psicóloga e sexóloga, colunista do Universa/UOL e apresentadora do podcast Sexoterapia) e Érica Ceolin (jornalista e criadora do perfil @ericaprateada).
A jornada de uma mulher contra a violência que ocorre diante de nossos olhos e ignora barreiras geográficas, econômicas e sociais
Por 35 anos, a terapeuta Marlene Zeni foi desaprendendo a ser. O casamento abusivo e violento fez com que ela perpetuasse um ciclo cruel que acomete mais mulheres do que as estatísticas dão conta. Marlene despertou do pesadelo, sobreviveu a ele, tomou as rédeas da própria vida e tornou-se uma escritora. A autora de O preço de não saber quem você étem resgatado a essência, os sonhos, os desejos e, principalmente, a força pessoal. O livro será lançado no próximo dia 29, em Brasília. Afinal, foi na capital do País, ela viveu boa parte de uma história que quase tem o mesmo fim de muitas mulheres que sucumbem à violência doméstica ou simplesmente morrem vítimas de feminicídio.
Marlene escolheu e teve tempo de sobreviver. Se reergueu com potencial de transformar a própria trajetória, mostrar para outras mulheres ser possível sair com vida. Sua primeira obra, embora seja um livro autobiográfico, é também o que se sabe de muitas mães, irmãs, tias, avós, vizinhas… E assim sendo, é parte de nossa própria história. É nesse lugar da empatia que a leitura do livro busca gerar insights aos leitores que, ao passo que se colocam dentro da experiência de dor, dúvidas, angústias e anseios pelas quais a autora passou e narra durante todo o livro, também passa, o leitor, a refletir sobre si mesmo.
Será que existem sinais? O que levou Marlene chegar aonde chegou antes de despertar? “Eu despertei em uma situação limítrofe. Cheguei bem próximo da morte. A violência era constante e eu não a enxergava, eu normalizava o que não era e nunca será admissível”, revela a autora.
A autopreservação e a busca por enxergar melhor suas feridas e curá-las, fez com que Zeni desse um basta no relacionamento, tomando um novo impulso de vida, reconstruindo por completo a sua forma de pensar, enxergar o mundo e existir nele. O livro veio depois da sobrevivência. Uma obra com o poder de impactar e transformar pessoas.
Marlene Zeni
O PREÇO DE NÃO SABER QUEM VOCÊ É
Autora: Marlene Zeni
Editora: Selo Luzes Editorial, 2025
Lançamento: 29/04/2025
Onde: Loja Maria – QI 3 – Lago Sul, das 15h às 20h.
Psicóloga do CEUB alerta para os impactos sociais e emocionais da exposição precoce ao ambiente digital
Freepic
Com o uso das redes sociais começando cada vez mais cedo, os desafios se tornaram fonte de preocupação para pais, educadores e especialistas. Protagonizando tragédias, as “trends” virtuais se tornam um perigo silencioso, vivido dentro de casa. Izabella Melo, professora de Psicologia do Centro Universitário de Brasília (CEUB), aponta que o risco vai além da exposição a conteúdos impróprios, afetando a formação da identidade, da moralidade e da visão de mundo de crianças e adolescentes.
Embora a internet facilite o contato com pessoas da mesma faixa etária ou com interesses semelhantes, também potencializa riscos físicos, psicológicos e morais. “A web reproduz e, muitas vezes, amplifica dinâmicas de opressão que já existem fora dela, como racismo, misoginia, LGBTfobia e intolerância religiosa. Para crianças e adolescentes de grupos marginalizados, os ambientes digitais são ainda mais violentos. É nesse período que se constrói quem somos e o que entendemos como certo ou errado”, explica Melo.
Segundo a docente do CEUB, a busca por aceitação em um grupo social torna esses públicos mais vulneráveis a trends online. Izabella explica que, ao aceitar um desafio, muitas vezes a criança ou adolescente está, na verdade, tentando garantir seu pertencimento social e evitar a exclusão, mecanismo ainda relacionado ao fenômeno do bullying.
“Existe uma necessidade muito forte de ser aceito. Às vezes, aceitar participar de um desafio é visto como ‘prova de lealdade’. Este grupo incentiva ou silencia diante de comportamentos violentos, já que quem está em volta fará de tudo para não ser o próximo alvo, inclusive se submeter a comportamentos arriscados.”
Proteção, legislação e presença familiar
Na avaliação da psicóloga, o enfrentamento dessa questão exige uma abordagem multissetorial. No campo das políticas públicas, ela sugere a regulamentação mais rigorosa das redes sociais, em consonância com as diretrizes do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). “Crianças e adolescentes ainda não têm as habilidades cognitivas completamente formadas. O cérebro termina seu desenvolvimento por volta dos 24 ou 25 anos. Até lá, o pensamento é mais concreto e menos capaz de avaliar riscos abstratos”.
No âmbito familiar, a docente do CEUB chama atenção para a necessidade de acompanhamento ativo da vida digital dos filhos. Segundo a psicóloga, é comum entre os pais a liberação do uso irrestrito da internet por falta de tempo, fruto de rotinas sobrecarregadas: “Nestes casos melhorar condições de trabalho, transporte público e segurança financeira das famílias também é uma forma indireta de proteger essas crianças”.
Mais do que proibir o uso do celular e das redes sociais entre crianças e adolescentes, a especialista defende a construção de relações baseadas em diálogo, atividades em família e presença ativa. “A melhor proteção é garantir adultos presentes, atentos e dialogando constantemente. Isso diminui não só o tempo de tela, mas a exposição a conteúdos nocivos”, finaliza a especialista do CEUB.
Após 10 anos da bem-sucedida mostra ‘Street Art – Um Panorama Urbano‘, a CAIXA Cultural revisita a cena global da arte urbana conectando artistas internacionais e brasileiros em um espaço de intercâmbio e de reflexão, agora com o projeto intitulado ‘Frequências Urbanas – uma voz única no diálogo coletivo’, em exposição de abril a julho de 2025 na CAIXA Cultural Brasília.
Também conhecida como street art, a arte urbana se consolidou como uma das principais formas de expressão visual no mundo. É neste contexto de celebração que a mostra reunirá obras de artistas renomados de diversas culturas – brasileira, francesa, congolesa, tunisiana, norte americana – com o objetivo de proporcionar um intercâmbio cultural e artístico de grande impacto ao público.
“A exposição Frequências Urbanas se posiciona como uma encruzilhada vibrante na qual artistas de diversas origens e com múltiplas raízes se encontram para celebrar a essência da arte urbana. Esse movimento, tanto local quanto global, reflete uma cultura em constante evolução, com cada artista trazendo sua voz única enquanto participa de um diálogo coletivo”, resume RERO, curador e artista da exposição.
Ele diz que embora ancorados em seu território, os artistas em exposição na mostra inspiram-se em movimentos artísticos globais que permite entender melhor as questões urgentes como as mudanças climáticas, o resgate da ancestralidade e a desigualdade social.
Frequências Urbanas destaca essa dualidade, reunindo obras que refletem particularidades culturais ao mesmo tempo em que exploram temas universais como identidade, resistência e esperança. Ao construir pontes entre tradições locais e tendências contemporâneas, os artistas conseguem estabelecer uma conexão profunda com seu público, promovendo assim um intercâmbio cultural enriquecedor e uma conscientização compartilhada.
A mostra se propõe a renovar a experiência exitosa do projeto ‘Street Art’, quando foram exibidas obras de renome internacional como Banksy e JeF Aerosol, que alcançaram grande sucesso de público e de mídia.
“Agora, Frequências Urbanas traz novos nomes para expandir o impacto da arte urbana no Brasil, visando ainda o fortalecimento da relação entre artistas estrangeiros e brasileiros e trocas culturais, em especial a relação entre Brasil e França, que celebram neste ano de 2025 uma parceria de promoção cultural entre os dois países’, diz Luiz Prado, curador e produtor da exposição.
A exposição reflete ainda a diversidade cultural de Brasília, cidade ‘com gente de todas as partes do Brasil e do mundo’, no mês em que a capital federal – um dos mais importantes conjuntos urbanísticos-arquitetônicos do País – completa 65 anos de sua inauguração, em 21 de abril.
“Inauguramos a exposição na semana de aniversário da cidade, convidando o público a ser fotografado pelo projeto Inside Out do artista francês JR, participando assim da confecção de um mural de mais de 150 m² que ficará em exposição na CAIXA Cultural mostrando a diversidade, a mistura e as diferenças múltiplas que formaram a população de Brasília”, diz Prado.
A ação do Inside Out está prevista para o dia 23 de abril, antes da abertura da mostra, das 14h às 20h, no estacionamento da CAIXA Cultural, quando os interessados em participar do projeto serão fotografados – em um caminhão-estúdio que estará no local -, para a criação interativa do painel a ser exibido nos muros do entorno do centro cultural.
“Frequências Urbanas não é apenas uma exposição, mas uma manifestação da alma urbana e humana, uma exploração das múltiplas vozes que compõem a paisagem artística atual esteja ela dentro ou fora da galeria”, completa o curador da mostra. Estarão em exibição na exposição Frequências Urbanas as obras dos seguintes artistas e coletivos:
CRIPTA
@criptadjan
Cripta Djan é pixador, artista, ativista e documentarista que tem a pixação como eixo central de sua trajetória nos espaços urbanos. Sua atuação representa e reivindica a figura do pixador nos campos político, acadêmico, artístico e cinematográfico.
Seu trabalho transita entre o desenho e a escrita, a forma e a contra forma, o legível e o ilegível, o certo e o errado. Começou sua história nas ruas de Itapevi, na Grande São Paulo, e hoje tem seu trabalho reconhecido internacionalmente, levando a linguagem da pixaçãopara centros de arte contemporânea ao redor do mundo
CYRCLE
CYRCLE é um coletivo formado pelos artistas americanos David Leavitt e David Torres, de Los Angeles, Califórnia (EUA). Suas obras enfatizam a vida, a dualidade e a condição humana compartilhada com a contemplação estética da forma, tipo de letra e cor.
A dupla trabalha em diversas mídias, desde a investigação da forma até o incentivo à participação, os desafios do CYRCLE e, ao mesmo tempo, abrangem todo o continuum do que é arte.
KOUKA
@kouka_ntadi
Pintor franco-congolês, Kouka Ntadi é nascido em Paris, em 1981, neto do pintor expressionista Francis Gruber. O artista confronta suas origens, tanto em suas telas quanto na rua. Explorando diferentes formas de retrato, ele desenvolve seus temas de pesquisa em torno da essência do Homem e da identidade.
Sua pintura brinca com os códigos do grafite para melhor tocar o cerne da pesquisa sobre o estatuto da imagem. Desde seus famosos “Guerreiros Bantu”, sua primeira marca urbana, ele tem nos lembrado constantemente que o espaço público, assim como o mundo, não pertence a ninguém.
RERO
@rerostudio
Na intersecção de práticas urbanas, land art e criação conceitual inspirada por Duchamp, Debord e, claro, Roland Barthes, Rero questiona a retórica da imagem e sua “cadeia flutuante de significados”.
As obras de arte intrigantes e luminosas do artista, infundidas com um senso moderno e transgressivo de poesia, suas instalações inovadoras e descomunais se espalharam pelo mundo. Para Rero, “a arte é um sistema de alarme que busca despertar o músculo atrofiado da sensibilidade coletiva”, escreveu o crítico de arte Achille Bonito Oliva.
LUÍSA PIMENTA
@luisa_pimenta
Artista carioca de 18 anos, Luísa Pimenta é um jovem talento e grande promessa do cenário artístico atual. Ela se nutriu da efervescência da cena do grafiti de rua nos EUA, transformando todas as influências e pluralidades da arte urbana norte-americana em traços marcantes que se misturam com suas raízes brasileiras.
Suas obras são uma verdadeira janela para sua alma. Com expressões viscerais, traços firmes e impactantes, Luísa compartilha seus afetos e percepções do mundo de forma autêntica e repleta de sensibilidade, se comunicando com o espectador de forma intensa e tocante.
KASSIA BORGES
@kassiaborgess
Kássia Borges Karajá é artista visual, pesquisadora, professora e curadora. Pesquisa principalmente questões em torno da mulher e da ancestralidade. Partindo dos conhecimentos da tradicional cerâmica Karajá, se debruça, sobretudo, no barro para suas criações contemporâneas.
Além de sua investigação em cerâmica, é membro também do coletivo MAHKU (Movimento dos artistas Huni Kuin), destaque na 60ª edição da Bienal de Veneza, com participação em salões e exposições em instituições nacionais e internacionais.
EL SEED
@elseed
EL Seed é um artista que combina pintura e escultura para criar uma linguagem visual única, inspirada na tradição da caligrafia e na pulsação da arte urbana. Seu trabalho se destaca por camadas intrincadas de cores, símbolos e letras, que expressam mensagens universais sobre coexistência, paz e liberdade.
A identidade, a herança cultural e o desejo humano por conexão e pertencimento são temas que atravessam sua obra. Por meio de sua arte, EL Seed dá visibilidade às comunidades com as quais se relaciona, utilizando a linguagem como ponte para o diálogo e a construção de um senso de coletividade.
INSIDE OUT PROJECT – JR
@insideoutproject @jr
Depois de ganhar o Prêmio TED, em 2011, o artista francês JR lançou o Projeto Inside Out, em exibição na mostra. O artista criou uma plataforma participativa que ajuda indivíduos e comunidades a transmitirem uma mensagem por meio de retratos em preto e branco em grande escala colados como lambe-lambe em espaços públicos.
JR exibe livremente nas ruas do mundo, capturando a atenção de todos, incluindo aqueles que não costumam frequentar museus. Sua prática artística torna visíveis os anônimos colando seus retratos no espaço público, desde as favelas brasileiras até as ruas de Nova York e Istambul. Essas instalações feitas na ação em grupo são documentadas e compartilhadas online.
Mostra na Caixa Cultural Brasília apresenta exposição com artistas nacionais e internacionais que retratam e celebram a essência da arte urbana
SERVIÇO
Frequências Urbanas – Uma voz única no diálogo coletivo
Exposição internacional de arte urbana
CAIXA Cultural Brasília: Setor Bancário Sul – Quadra 4, Lotes 3/4 – Brasília-DF
Abertura: 23/04/2025 às 19h
Temporada: de 24/04 a 20/07/2025
Horário: De terça a domingo, das 9h às 21h
Acessibilidade: A exposição terá como medida de acessibilidade áudio-descrição para todas as obras
Comportamentos que parecem demonstrações de afeto podem esconder um padrão perigoso de violência psicológica
Divulgação
Insistir em mandar mensagens, aparecer de surpresa no trabalho, enviar presentes repetidamente, monitorar redes sociais, seguir pelas ruas… quando essas ações são indesejadas, constantes e causam medo ou desconforto, configuram uma prática perigosa: o stalking. Apesar de parecer inofensivo à primeira vista, esse comportamento carrega consequências sérias, como explica Izabella Melo, professora de psicologia do Centro Universitário de Brasília (CEUB). Essa perseguição contínua afeta diretamente a saúde mental da vítima.
Segundo a psicóloga, o stalking pode acontecer em diferentes ambientes, como no trabalho, entre vizinhos, na escola, em ambientes religiosos e, até mesmo, dentro da própria família. A presença do perseguidor é constante e incômoda, muitas vezes ultrapassando fronteiras físicas e digitais. “Esses comportamentos se manifestam de diversas formas, como interações insistentes, vigilância, monitoramento da rotina da vítima e até contato com pessoas próximas a ela, como amigos, filhos e pais”, afirma Izabella.
Confundidos com afeto e cuidado, diversos atos de stalking ainda são vistos de forma romantizada pelas pessoas envolvidas ou pelo núcleo afetado. Para a psicóloga, essa visão distorcida tem raízes culturais profundas. “Isso acontece especialmente por causa das diferenças de gênero e das expectativas sociais sobre homens e mulheres, além da ideia de que a mulher pode ser conquistada pela insistência. Comportamentos abusivos acabam sendo encarados como gestos românticos, quando, na verdade, são formas de invasão e desrespeito.”
Apesar de muitas vezes estar associado a ex-relacionamentos, o stalking pode assumir diversos formatos. A professora explica que as ações são divididas em diferentes categorias: nos casos em que o comportamento é disfarçado de carinho, como a chamada hiper intimidade, e outros em que a perseguição é mais direta, como no cyberstalking, que se dá por meio das redes sociais e meios digitais. “Também existem formas mais agressivas, como o assédio, a coerção e até ameaças que atingem familiares ou animais da vítima.”
Consequências emocionais e sociais De acordo com a especialista, as vítimas de stalking podem desenvolver uma série de sintomas psicológicos, que vão da ansiedade e paranoia à depressão e estresse pós-traumático. Em muitos casos, a pessoa opta pelo isolamento, seja por vergonha, por medo de não ser levada a sério ou para proteger aqueles ao seu redor. “Há quem acredite que, ao se afastar de familiares e amigos, o perseguidor deixará de atingi-los. Além disso, sentimentos como raiva, desconfiança, desespero interferem profundamente no modo como se relaciona com os outros”.
Além do impacto emocional, Melo detalha que o stalking interfere diretamente na rotina das vítimas, fazendo com que elas mudem trajetos, horários, deixam de frequentar certos ambientes e até evitam usar redes sociais. “Com o avanço do cyberstalking, feito por meio das redes sociais, se proteger fica cada vez mais difícil. A presença digital facilita o rastreamento e impõe a necessidade de medidas específicas de autoproteção.”
Para a psicóloga, debater o stalking é fundamental para desconstruir mitos e combater a naturalização desses comportamentos. Segundo a docente do CEUB, é preciso acreditar e acolher quem denuncia. “O conhecimento é a chave para que a sociedade deixe de tratar essas ações como demonstrações de amor e passe a enfrentar como o que realmente são: nítidas formas de violência”, finaliza.
O evento será no dia 20 de março, das 15h às 19h, no Malbec Hall, localizado no Jardim Botânico
Com o objetivo de gerar conexões, fortalecer redes de relacionamento, adquirir conhecimento e promover o empreendedorismo, o Aura Feminina proporcionará uma experiência memorável que une aprendizado, autocuidado e inspiração em um ambiente exclusivo e acolhedor.
Para a idealizadora do evento e ginecologista, Giovanna Milhomem, o fortalecimento da rede de mulheres é um passo fundamental para a realização de sonhos e para a construção de um futuro mais empoderado. “Compreendemos que, ao trabalharmos juntas em rede, compartilhando experiências e conhecimentos, formamos um apoio mútuo que fortalece cada uma de nós em nossas jornadas individuais e coletivas. A troca de experiências permite que aprendamos com os acertos e desafios umas das outras, criando um espaço seguro para a troca de ideias e a construção de soluções. Isso não apenas amplia nosso entendimento sobre empreendedorismo e autonomia, mas também cria laços que podem se transformar em parcerias valiosas. Essa colaboração fomenta um ambiente inspirador, onde cada história e conquista se torna uma fonte de motivação”, destacou.
Com a participação de renomados profissionais da medicina, como especialistas em ginecologia, endocrinologia e estética avançada, e pacientes do instituto, o evento é um ponto de encontro essencial para as mulheres que desejam mergulhar no mundo do cuidado, saúde e empoderamento feminino.
O encontro possibilitará momentos de reflexão e aprendizado, com roda de depoimentos, onde serão compartilhadas experiências e histórias de inspiração e superação, e estações de bem-estar. Essas áreas serão dedicadas ao cuidado da pele, massagens terapêuticas, relaxamento e alimentação saudável, tudo em um ambiente cuidadosamente projetado com decoração sofisticada, aromas exclusivos e uma gastronomia única. A chef Leninha Camargo assina uma série de experiências sensoriais que exploram cores, texturas, aromas, sabores e que acontecerão durante todo o evento. Confira alguns destaques:
Na Ilha com a Chef – O Risoto Perfeito: Uma aula-show que ensina a técnica do risoto italiano, combinando beterraba, presunto cru e figos. Os participantes degustam a criação, aprendendo a transformar ingredientes simples em um prato sofisticado.
Coffee Experience: Uma imersão no universo dos cafés especiais, com baristas preparando uma seleção de bebidas, desde café coado até drinks variados. Acompanhado de pão de queijo fresco, é uma celebração do café.
Borbulhas Experience: Uma viagem pelo mundo dos espumantes, explorando as diferenças entre Champagne, Cava e Prosecco. Os participantes degustam rótulos cuidadosamente selecionados, aprendendo sobre harmonizações perfeitas.
Bar de Drinks: Uma experiência criativa que combina técnicas sofisticadas e ingredientes selecionados, onde bartenders preparam coquetéis que são verdadeiras obras de arte líquida, despertando os sentidos a cada gole.
Serviço: Data: 20 de março Horário: 15h às 19h Local: Malbec Hall, Jardim Botânico, Condomínio Solar de Brasília, Q3, quadra 03, Área Especial 05, lotes 1 e 2
Evento da Procuradoria Especial da Mulher vai promover o diálogo e ações por direitos femininos no Distrito Federal
De 17 a 20 de março, a Câmara Legislativa do DF realiza a 2ª Semana da Mulher, iniciativa da Procuradoria Especial da Mulher (PEM), link: https://www.cl.df.gov.br/web/guest/procuradoria-especial-da-mulher, que passa a ser presidida pela deputada Paula Belmonte (Cidadania). Com o tema “Mais vozes, mais direitos: mulheres que transformam o mundo”, o evento vai oferecer atividades voltadas ao empoderamento feminino, debates sobre políticas públicas, saúde, segurança e empreendedorismo, além de prestação de serviços gratuitos ao público feminino.
A solenidade de abertura marcará a transição de cargo da então presidente, deputada Dayse Amarílio (PSB), para Belmonte. Amarilio vai aproveitar a ocasião para prestar contas de sua atuação como procuradora da mulher, cargo que exerce desde fevereiro de 2024.
Belmonte enfatiza que o protagonismo feminino é fundamental para que a sociedade enxergue a causa da luta por direitos como uma política pública. A parlamentar avalia que eventos como a 2ª Semana da Mulher reforçam o compromisso da Casa no sentido de dialogar sobre a necessidade de fortalecimento da emancipação feminina.
“Entendo que muitas mulheres são submetidas à violência física, psicológica e financeira e acabam permanecendo ali por dependência financeira. Eu vejo que o único caminho para sair desse ciclo é por meio da capacitação e da profissionalização. Por isso, a Semana da Mulher será fundamental para trazermos o debate para diversas áreas. Como Procuradora da Mulher, reforço meu compromisso com a causa”, ponderou. Confira abaixo a programação do evento:
Abertura e posse da nova Procuradora da Mulher
A abertura oficial ocorre na segunda-feira (17), às 17h, no Foyer do Plenário, com sessão solene de posse da deputada Paula Belmonte como nova rocuradora da mulher, prestação de contas da deputada Dayse Amarillo, seguida de coquetel oferecido pelo Restaurante SESC.
Debates sobre políticas públicas e empreendedorismo
Na terça-feira (18/03), a programação começa com um painel sobre políticas públicas voltadas para mulheres. A partir das 10h, haverá a apresentação da Procuradoria Especial da Mulher (PEM) e suas iniciativas. Às 10h30, uma palestra discutirá a importância dos dados na formulação de políticas públicas. Em seguida, às 11h, será realizada a apresentação “Elas no Tatame”, que ensinará cinco técnicas de defesa pessoal contra a importunação.
No período da tarde, às 14h30, a discussão gira em torno do empreendedorismo feminino como ferramenta para combater a violência e garantir autonomia financeira. À noite, às 19h, ocorre uma Sessão Solene no Auditório para homenagear mulheres servidoras do DF e da sociedade civil.
Bem-estar e apoio às mulheres
Na quarta-feira (19/03), as atividades serão voltadas para a melhor idade e mães de crianças atípicas. Pela manhã, haverá uma roda de conversa sobre autocuidado e o lançamento do Observatório da Mulher. A programação matutina se encerra com uma aula de Fit Dance.
No período da tarde, a discussão será focada na saúde mental e no autocuidado para mães de crianças atípicas, seguida por uma nova sessão de Fit Dance.
Juventude e reflexão sobre o futuro
Na quinta-feira (20/03), o evento se volta para os jovens do ensino médio. Durante a manhã, estudantes participarão da “Rota de Inspirações: Falando DelAs com ElEs – Preparação para a Vida!”, seguida por um momento de reflexão sobre o que realmente importa na vida. À tarde, o mesmo ciclo de atividades será repetido para um novo grupo de alunos.
Mutirão de serviços e feirinha de empreendedoras
De 18 a 20 de março, a Praça do Servidor receberá uma feirinha especial com exposição de mulheres empreendedoras, além de um mutirão de serviços gratuitos, como realização de exames, emissão de documentos e informações sobre serviços públicos, principalmente para o público feminino. O mutirão contará com os seguintes serviços:
• Carreta da Defensoria Pública • Carreta da Secretaria da Mulher • Carreta da Beleza – SESC • Polícia Civil – Fornecimento de Identidade • Núcleo Judiciário da Mulher – TJDFT • Sabin – Coleta e informações • SESC – Serviços de saúde • SEDES – Informações sobre os programas assistenciais
Serviço:
2ª Semana da Mulher Data: 17 a 20 de março de 2025 Local: Praça do Servidor (Brasília-DF) Entrada gratuita.
Atrasos, defeitos e golpes são riscos do comércio digital. Procedência, proteção e informação são essenciais para uma compra segura
Foto divulgação
Comprar online está cada vez mais prático e vantajoso, com preços competitivos e opções de compras internacionais ou conjuntas. No entanto, questões como prazos de entrega, trocas e devoluções podem gerar transtornos. Para além das campanhas do varejo para atrair clientes, o dia 15 de março reforça a importância dos direitos do consumidor. O professor Nauê Bernardo, especialista em Direito do Consumidor do Centro Universitário de Brasília (CEUB), compartilha orientações para evitar problemas e garantir uma experiência digital mais segura.
Confira entrevista, na íntegra:
Quais são os direitos do consumidor em compras realizadas pela internet e como eles se comparam aos direitos em compras nas lojas físicas?
NB: Os consumidores que fazem compras pela internet têm exatamente os mesmos direitos daqueles que compram em lojas físicas, acrescido o fato de que é possível exercer o chamado direito ao arrependimento. Ou seja, caso receba um produto e – no prazo de até sete dias – decida não mais ficar com ele ou precisar trocar por alguma razão, este pode devolver o produto sem qualquer ônus. E, com isso, pedir outro produto ou a devolução integral do dinheiro sem custo adicional.
De acordo com a Lei do E-commerce, também conhecida como Lei do Comércio Eletrônico ou Lei do Consumidor Online, Lei nº 12.965/2014, o consumidor tem o direito de receber informações precisas sobre produtos e serviços, bem como prazos de entrega, formas de pagamento e política de devolução, entre outras disposições.
Como os consumidores podem verificar a segurança de um site de compras online antes de realizar uma compra?
NB: Sempre é muito importante pesquisar a procedência da loja online antes de fazer qualquer compra. Ou procurar em plataformas como “Reclame Aqui” que possam expor eventuais condutas boas e ruins desse estabelecimento online. Essa precaução é muito importante porque gera uma camada a mais de segurança para o consumidor que opte por fazer a compra pela internet.
Como os consumidores podem agir em casos de produtos entregues com defeito ou que não correspondem ao que foi comprado?
NB: Caso o produto seja entregue com algum tipo de falha, avaria ou vício, o consumidor tem um prazo, no caso de produtos duráveis, de até 90 dias, para fazer a reclamação e pedir a substituição pelo mesmo produto, o abatimento proporcional devido ao vício ou mesmo realizar sua devolução sem ônus. Neste prazo também é possível fazer uma reclamação judicial a respeito daquele defeito.
Qual é a responsabilidade das empresas em relação à entrega dos produtos comprados online e como os consumidores podem exigir seus direitos em caso de atrasos ou extravios?
NB: Atrasos ou extravios configuram algum tipo de falha na prestação do serviço. Nesses casos, o consumidor pode exigir, seja pelas esferas governamentais e administrativas, como o Procon- Proteção e Defesa do Consumidor, ou o próprio poder judiciário, a reparação por quaisquer danos que tenham sido provocados a partir desta falha na entrega. O Procon é um órgão público responsável por receber, avaliar e encaminhar denúncias de consumidores sobre problemas com empresas. Já o Juizado Especial Cível é um órgão do Poder Judiciário que trata de causas de menor complexidade e de menor valor financeiro.
Com um terço dos estabelecimentos operando no prejuízo em janeiro, setor aposta em datas comemorativas para aumentar faturamento
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O Dia do Consumidor, celebrado neste sábado (15), vem se consolidando como uma oportunidade estratégica para bares e restaurantes impulsionarem as vendas e fidelizarem clientes. Neste ano, a data chega em um momento crucial: segundo a última pesquisa da Abrasel, 25% das empresas do setor operaram no prejuízo em janeiro, um aumento de 7 pontos percentuais em relação ao mês anterior. Para driblar as dificuldades, estabelecimentos apostam em promoções e condições especiais que atraem mais público e ajudam a movimentar o caixa.
“O Dia do Consumidor é uma excelente oportunidade para bares e restaurantes ampliarem a clientela e reforçarem sua marca. Além de incentivar as vendas no curto prazo, a data fortalece a relação com os consumidores, tornando-os mais propensos a retornarem futuramente”, afirma José Eduardo Camargo, líder de Conteúdo e Inteligência da Abrasel.
Em São Luís (MA), o Bangalô Nordeste preparou diversas ofertas para atrair clientes. Durante todo o sábado, caipirinhas, gin e caipifrutas serão servidos em dobro, enquanto a cerveja Amstel sairá por R$ 9,99. Além disso, os pratos costelinha suína e isca de frango estarão disponíveis por R$ 14,99. “Esperamos conquistar novos clientes e ver a casa cheia. A expectativa é de que o faturamento cresça em até 20% em relação a um sábado comum”, conta Flávio Dionísio, proprietário do restaurante.
Já em Manaus (AM), o Ancho Steak Burguer aposta em um atrativo direto: na compra de qualquer hambúrguer, o cliente ganha uma porção de fritas gratuitamente. Para o empreendedor Gabriel Geraldo, a data promete trazer um movimento a mais para a casa. “Neste ano, temos a vantagem de que o Dia do Consumidor cai em um sábado, o que deve atrair ainda mais clientes. É a primeira vez que fazemos uma ação específica para a data, e a expectativa é muito boa. Percebemos que o movimento em março começou a melhorar, e essa promoção pode impulsionar ainda mais as vendas”, afirma.
VA aposta em promoções no Dia do Consumidorreflete uma tendência crescente no setor: a busca por estratégias criativas para os negócios se manterem competitivos em um mercado dinâmico. Além dos descontos e vantagens oferecidos, a data estimula a inovação no relacionamento com o público, incentivando novas formas de engajamento e fidelização.
Especialista destaca ocasiões em que a ajuda humana se faz necessária nos cuidados com os pets
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Em lares onde os gatos reinam, os tutores ficam em dúvida: dar ou não dar banho? A condição “autolimpante” dos bichanos pode ser considerada suficiente? Pois bem, apesar de os gatos costumarem se lamber para fazer a própria higiene, em alguns casos eles precisam da ajuda humana para manter a limpeza em dia. Fabiana Volkweis, professora de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Brasília (CEUB), revela quando é ou não necessário levar o felino para o chuveiro.
De acordo com a especialista, os gatos são animais altamente higiênicos e, na maioria dos casos, não precisam tomar banho. Isso porque eles mesmos realizam diariamente o grooming, que consiste em lamber para escovar e remover sujeiras da pelagem. “A língua do gato é áspera justamente para facilitar essa limpeza, contribuindo muito para seu conforto e bem-estar”, explica.
Entre as exceções, estão aqueles gatos com pelos longos, como os das raças Persa e Maine Coon, que necessitam de cuidados especiais para evitar que os pelos embaracem, incluindo escovação frequente e banhos ocasionais. Outra raça que precisa de atenção especial é a Sphynx, conhecida pela ausência de pelos: “Esses gatos têm a pele mais oleosa e necessitam de banhos regulares para manter uma boa qualidade da pele”.
O banho também é indicado é quando os gatos têm acesso ao ambiente externo, como quintais e gramados, já que podem retornar para casa mais sujos, afirma a docente do CEUB. Já gatos com problemas dermatológicos podem precisar de “banhos terapêuticos, que devem ser prescritos pelo veterinário com shampoos específicos e frequências adaptadas a cada caso”.
Para raças de gatos comuns, de pelo curto, que não se enquadram em situações especiais, Fabiana Volkweis reforça que, preferencialmente, não é recomendado o banho. “Caso o tutor julgue necessário, o ideal é limitar o banho a uma vez por mês, exceto quando houver alguma recomendação veterinária específica, como no caso dos gatos da raça Sphynx”, finaliza a especialista.
O Comitê 60+ do Grupo Mulheres do Brasil em Brasília convida todas para o Encontro Golpes: Criminalidade na Era Digital e Vulnerabilidade da Pessoa Idosa
Haverá palestra enriquecedora do Dr José Elias Gabriel Neto – Doutor em Direito Constitucional (PHD), Advogado Criminalista e Professor, dentre outros momentos
O evento será dia 13 de março (quinta-feira) às 16h no espaço da Administração do Lago Sul – SHIS QI 11 Área Especial, com vagas limitadas!
Sua presença é fundamental para fortalecer o compromisso com um mundo digital mais seguro para todos! Você é nossa convidada especial! Confirme sua presença pelo Instagram do Mulheres do Brasil em Brasília .
O Carnaval é sinônimo de festa, animação e multidões. Mas, para muitos, também é importante ter momentos de descanso e privacidade. Os motéis se tornam uma opção perfeita para quem deseja aproveitar a folia sem abrir mão do conforto.
Entre as melhores opções de Brasília, o Yolo Motel se destaca como o destino ideal para o Carnaval. Com suítes sofisticadas, serviços exclusivos e um ambiente que combina modernidade e romantismo, ele oferece tudo para quem busca uma experiência diferenciada.
Por que escolher um Motel Durante o Carnaval?
Os motéis deixaram de ser apenas locais para encontros rápidos e se transformaram em espaços de lazer e descanso. Durante o Carnaval, quando os hotéis estão lotados e a cidade está agitada, os motéis oferecem uma alternativa prática, confortável e privativa.
Muitos foliões procuram um refúgio tranquilo entre um bloco e outro. Afinal, após horas de festa, nada melhor do que um ambiente aconchegante para recuperar as energias. Com hidromassagem, piscina privativa e serviços especiais, os motéis garantem momentos de relaxamento e prazer.
Yolo Motel: O Melhor Destino no Carnaval
Para quem quer curtir o Carnaval sem abrir mão do conforto, o Yolo Motel é a melhor escolha. Seus diferenciais incluem:
• Suítes luxuosas e modernas, equipadas para máximo conforto.
• Serviços exclusivos, como gastronomia sofisticada e drinks especiais.
• Privacidade e tranquilidade, ideais para descansar da folia.
• Localização estratégica, permitindo fácil acesso às festas.
Seja para uma pausa revigorante ou uma noite especial, o Yolo Motel é a opção perfeita para um Carnaval inesquecível.
O Carnaval é um dos eventos mais aguardados do ano, mas também pode ser um desafio para a saúde vascular. O calor, o tempo prolongado em pé e a hidratação inadequada são fatores que contribuem para o inchaço e o desconforto, comprometendo o bem-estar dos foliões. De acordo com a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), queixas relacionadas a inchaço e dor nas pernas aumentam em até 30% no verão, tornando o tema ainda mais relevante no período carnavalesco.
A cirurgiã vascular e angiologista Dra. Ilana Barros explica que esses sintomas podem ser evitados com cuidados simples, garantindo uma experiência mais saudável e sem intercorrências. “O calor dilata os vasos sanguíneos, e a permanência prolongada em uma mesma posição pode agravar a retenção de líquidos. Pequenas mudanças de hábito ajudam a minimizar esses efeitos”, ressalta a especialista.
Sinais de alerta
Embora o inchaço seja comum, é importante observar sinais que podem indicar algo mais sério. Dores intensas, vermelhidão e endurecimento da perna podem ser sintomas de complicações vasculares, como a trombose venosa profunda, que exige atenção imediata. Segundo a Dra. Ilana Barros, cirurgiã vascular, qualquer desconforto persistente deve ser avaliado por um especialista.
Como prevenir o inchaço e o cansaço nas pernas no Carnaval:
Mantenha-se em movimento
Ficar parado por muito tempo prejudica a circulação. Sempre que possível, alterne entre dançar, caminhar e mudar de posição para estimular o fluxo sanguíneo.
Hidrate-se bem
O consumo excessivo de álcool pode desidratar o corpo e agravar o inchaço nas pernas. Para minimizar os efeitos, intercale as bebidas com água ou água de coco.
Escolha calçados adequados
Os pés sustentam o corpo durante a festa. Opte por tênis ou sandálias confortáveis que ofereçam suporte e evitem dores e cansaço excessivo.
Use meias de compressão após a folia
Se as pernas estiverem pesadas, o uso de meias de compressão pode melhorar a circulação e reduzir o inchaço.
Descanse e recupere-se
Após um dia intenso, elevar as pernas por alguns minutos ajuda a aliviar o cansaço e melhora a circulação.
Com essas orientações, os foliões podem curtir o Carnaval com mais disposição e sem prejuízo à saúde vascular. A Dra. Ilana Barros reforça que, ao menor sinal de desconforto persistente, é essencial procurar um especialista em angiologia e cirurgia vascular.
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Sobre a Dra. Ilana Barros:
Formada em Medicina pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), com residência médica em Cirurgia Geral no Hospital Geral Roberto Santos, em Salvador-BA, e em Cirurgia Vascular no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Especialista em Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular pela ANGIORAD, em Recife-PE, e pós-graduada em Laser, Cosmiatria e Procedimentos no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo-SP.
Para mais informações e orientações, acesse o Instagram: @drailanabarros
IA terapeuta comportamental Elisa Ponte afirma que dependendo do nível que essa pessoa está envolvida, ela não consegue ter ferramentas para se libertar
Em algum momento você já ouviu essa expressão ou até já lidou com isso. O relacionamento tóxico é vínculo extremamente abusivo emocional, físico ou psicológico, que acontece no ambiente de trabalho, no ambiente familiar ou nos relacionamentos amorosos. A especialista em inteligência emocional e terapeuta comportamental ajuda a identificar os sinais.
“Um relacionamento tóxico é um vínculo em que há abusos emocionais, físicos ou psicológicos. Pode ocorrer entre amigos, familiares, colegas de trabalho ou parceiros amorosos. Alguns sinais são apresentados, Falta de apoio, ansiedade, medo, ciúmes, ameaças, críticas disfarçadas de elogio, desrespeito, dependência financeira emocional e física, desrespeito às fronteiras”, pontua.
Elisa diz que geralmente, ninguém será tóxico em um relacionamento no início da relação. “Isso ocorre conforme o tempo. Você conhece uma pessoa, você revela os seus sonhos, suas metas, seus objetivos, você traz essa pessoa para o seu mundo, você quer que ela faça parte da sua realidade. E isso é em qualquer ambiente, familiar, na amizade ou amoroso. E você não sabe o que está passando na cabeça da outra pessoa. E tudo inicia com uma grande amizade. Porque em todos os nossos relacionamentos, a princípio, a gente tem que estabelecer um nível de confiança. Você não começa nenhum relacionamento se você não se sentir confortável e confiante. E quando a pessoa começa a perceber que você deu essa abertura para ela e ela tem má intenção, ela pode aproveitar da sua vulnerabilidade para iniciar os ataques emocionais, físicos ou psicológicos”, frisa a especialista.
Elisa diz que quando a pessoa está totalmente envolvida em um relacionamento abusivo, ela não consegue perceber. “Às vezes ela sente mal, ela chora, ela compartilha com os amigos ou com alguém próximo, as pessoas que estão do lado de fora começam a opinar e ela no mundo dela real e dependendo do grau de dependência, ela não consegue perceber. A pessoa pede desculpa, pede perdão, fala que não vai acontecer mais e é um ciclo repetitivo. E a pessoa começa a perceber que aquele relacionamento não está mais fazendo bem e ela não consegue se libertar. E muitos relacionamentos vão passando, se tornam totalmente dependentes um do outro porque. Quanto maior liberdade você entrega para uma pessoa, mais conhecimento ela tem sobre você. E imagina você viver num relacionamento que a pessoa sabe todas as suas informações, as suas fraquezas, as suas dores, os seus sonhos, as suas forças. E ela está ali com o único objetivo de te prender, de te machucar, de ferir. E aí essa pessoa não tem ferramentas para se libertar. E as pessoas que estão do lado de fora para opinar, sempre tem alguém para opinar, faz apenas essa pergunta. Por que você não sai desse relacionamento? Por que você não larga isso? Isso não é para você”, destaca,
A terapeuta comportamental afirma que dependendo do nível que essa pessoa está envolvida, ela não consegue ter ferramentas para se libertar deste relacionamento, porque a autoestima dela está lá embaixo.
“Às vezes ela está sem amor próprio, às vezes ela perdeu o ciclo de amizade. E aí cria uma dependência totalmente emocional. Até vínculo, porque essa pessoa pensa e tem toda uma visão distorcida, que essa pessoa era apenas amigo, ou uma amiga, e como essa pessoa tem muitas informações. Ela começa a utilizar essas informações para ofender, para machucar, para magoar. E o mais importante, e o mais desafiador, é você começar a perceber isso no início dum relacionamento, para que você não possa permitir. E o perdoar, que a gente fala, é muito fácil. Olha eu perdoo porque você gritou comigo porque você fez isso porque você me feriu, mas eu não posso aceitar. O que acontece é que as pessoas perdoam aceita perdoe aceita e vão vivendo em padrões repetitivos abusivos e quando você percebe você já tá ano dois anos três anos dez anos. E vivendo totalmente em uma prisão. E, ter essa liberdade, é algo que precisa ser trabalhado muitas vezes, numa terapia, Como pessoa que entende. Porque nós não sabemos o que passa dentro da mente de uma pessoa. E nós não podemos julgar os sentimentos de uma pessoa”, aconselha.
O medo é algo comum em um relacionamento tóxico. De acordo com Elisa, a vítima ouve tantas palavras ofensivas que ela não sabe como sair. “Ela se sente ameaçada. Será que essa pessoa vai fazer isso mesmo? Quantas mulheres vivem hoje dentro de uma prisão? O Brasil é o quinto maior país que sofre de feminicídio. As mulheres, elas têm o lado doador, tem o lado materno. E elas sempre estão ali de coração aberto para perdoar, para entender, porque isso é da mulher. E os homens aproveitam dessa situação. E por isso que os casos de feminicídio vêm aumentando em uma escala muito grande em todo o mundo, principalmente no nosso país. Então se você está presenciando qualquer tipo de relacionamento abusivo, não julgue. Procure entender, ajudar, alertar. Veja os sinais. Pensa, a pessoa que está inserida no relacionamento, ela, às vezes, não consegue ter a mesma percepção de quem está desassociado do relacionamento. Nosso objetivo é orientar, ajudar. Proteger e não julgar. Vamos nos apoiar, para evitarmos relacionamentos abusivos”, pontua.
A especialista lembra que o medo é uma das maiores emoções que o ser humano pode ter. “E muitas vezes uma pessoa não desvincula de um relacionamento tóxico por medo, pelas ameaças. Medo de perder a família, de perder os amigos, medo de perder a segurança financeira ou medo de perder a própria vida. Menos julgamento, mais aceitação. Vamos olhar e vamos buscar até um olhar de amor para essas situações. Porque só quem vive um relacionamento abusivo pode entender o que está sentindo. Você jamais vai sentir o que o outro está passando. A nossa ideia e o nosso objetivo é ajudar. Perceba os primeiros sinais. Em um relacionamento. E saia o mais rápido que você puder. Para não criar nenhum vínculo emocional. Nenhuma dependência físico-moral. Esse é o objetivo. Essa é a estratégia. Porque relacionamentos tóxicos estão acontecendo a cada instante, em todos os ambientes que você possa imaginar. Nosso ambiente de trabalho, familiar, amoroso, ambiente cultural. E é algo que precisamos começar a dar uma atenção singular”, argumenta,
Elisa Ponte reitera que relacionamentos tóxicos podem causar sofrimento e dor, e afetar a saúde mental das pessoas envolvidas. Ela ensina como se recuperar de uma relação não saudável..
“Para se recuperar de um relacionamento tóxico, é importante buscar ajuda psicológica, ter uma rede de apoio, reforçar os laços afetivos com amigos e familiares, reconhecer que não foi a culpada pelos acontecimentos, reconstruir a autoestima e confiança”.
Com Lucas Ramalho novamente à frente, segunda temporada traz 13 novos bate-papos com mestres da música brasileira
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Os novos episódios trazem grandes nomes da percussão nacional, como Japa (BaianaSystem e Timbalada), Denny Conceição (ex-Natiruts) e Silvanny Sivuca (Emicida) compartilhando suas experiências e paixão pela música
O som da percussão é um chamado ancestral. É memória, é pulsação, é resistência. E o Pausa de Colcheia retorna para sua segunda temporada trazendo consigo esse compasso vivo. Lançados a partir de 4 de fevereiro, os novos episódios do podcast conduzido pelo historiador, músico e arte-educador Lucas Ramalho se aprofundam ainda mais na trajetória dos tambores, baterias, agogôs e xequerês, revelando os ecos da percussão brasileira em cada batida. Pausa de Colcheia está disponível nas principais plataformas de streaming, como Spotify, Google Podcast, entre outras.
Ao longo de 13 novos episódios, mestres da música se reúnem para contar histórias, dividir saberes e reafirmar a percussão como força criativa e transformadora. Cada episódio traz a participação de algum nome que molda sons e cria caminhos, abordando temas fundamentais para entender a importância desse universo na música e na sociedade.
Entre os convidados estão Aline Marcimiano, que transita entre a dança, o teatro e a música, compartilhando sua conexão com o universo afrolatino; e André Costa, que se destaca nos ritmos nordestinos e no samba, com uma carreira que inclui colaborações com artistas como Rapadura. Apoena, mineiro radicado em Brasília, fala sobre sua trajetória, unindo arte-educação e música popular, além de ser um dos fundadores do Jongo do Cerrado.
Também de Minas Gerais temos Celin du Batuk, criador do Batukenjé, grupo que mistura inclusão social com performances percussivas. Com quase três décadas de carreira, Carlos Pial, percussionista premiado e fundador do Instituto Carlos Pial, também participa do podcast. O ex-integrante do Natiruts, com mais de 30 anos na percussão, Denny Conceição também compartilha sua trajetória em um dos episódios. Outro que traz sua visão sobre percussão é Felipe Reznik, que passou por projetos como Bloco do Sargento Pimenta e Instituto d’O Passo.
A Bahia marca presença com Japa System, de Feira de Santana, que fez história no Timbalada e BaianaSystem, e lançou o álbum Sistema Percussivo Integrado. Junior Viegas, grande nome da cena instrumental de Brasília, e Léo Rodrigues, fundador do canal Platinelas e do aplicativo e-batuque, figuram em outros dois episódios.
Figuras conhecidas na região Centro-Oeste, a percussionista goiana Lene Black e a pernambucana radicada no Paranoá Martinha do Coco integram outros dois episódios. E por fim, fechando a lista de convidados, Silvanny Sivuca, que já acompanhou Emicida na turnê AmarElo, se apresentou no Caldeirão do Mion e trabalhou com artistas como Iza e Fafá de Belém.
O podcast Pausa de Colcheia tem roteiro, direção e produção assinados por Lucas Ramalho e é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.
SOBRE O PAUSA
O Pausa de Colcheia nasceu em 2020, em meio à pandemia da Covid-19, quando o músico e historiador Lucas Ramalho, de forma independente, começou a realizar uma série de lives entrevistando percussionistas de Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. Em 2022, o projeto recebeu apoio do FAC e passou a ser formatado como um podcast. O nome remonta ao símbolo musical “colcheia”, que tem a duração de metade de um tempo (ou meio batimento) em um compasso.
Com 13 episódios produzidos, cada episódio é uma forma de descolonizar os ouvidos, de desafiar preconceitos, de mostrar que a percussão é, antes de tudo, uma linguagem que conta a história de um povo. A primeira temporada contou com a participação de percussionistas renomados como Marcos Suzano (RJ), Gustavo di Dalva (BA/NY), Larissa Umaytá (DF) e Thiago da Serrinha (RJ), que trouxeram suas perspectivas e experiências enriquecedoras para o público.
ACESSO PARA TODOS
Como forma de fazer o conteúdo chegar ao maior número possível de pessoas, a segunda temporada do Pausa de Colcheia chega com recursos em Libras em todos os episódios, garantindo que sua mensagem atravesse ainda mais fronteiras.
ONDE ENCONTRAR
O Pausa de Colcheia está disponível nas principais plataformas de streaming, como Spotify, Google Podcasts, Anchor, Breaker, Overcast, Pocket Casts e Rádio Public.
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Serviço – Segunda Temporada Pausa de Colcheia Apresentação: Lucas Ramalho Lançamento 4 de fevereiro de 2025 Onde escutar: Spotify, Apple Podcasts, Google Podcasts, Castbox, RSS, Anchor, Breaker, Overcast, Pocket Casts e outros Mais informações: https://www.instagram.com/pausadecolcheia?igsh=MXU4aGFmNnM3bHV2cA==
O profissional também explica como se proteger de criminosos que atraem mulheres em um suposto relacionamento para ganharem dinheiro com fraudes ou extorsão
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Recentemente, a série belgo-francesa Golpista do Amor (L’Homme de Nos Vies) ganhou destaque ao retratar a história de Guillaume, interpretado por Jonathan Zaccai, um golpista que se aproveita de relacionamentos amorosos para extorquir mulheres. Embora seja uma obra de ficção, o advogado Daniel Romano Hajaj alerta que essa prática, conhecida como “estelionato amoroso”, é mais comum do que se imagina.
De acordo com o advogado Daniel Romano Hajaj, o estelionato amoroso ocorre quando um golpista usa a confiança e o afeto conquistados em um relacionamento para obter vantagens financeiras ou patrimoniais da vítima, que para ele é vista apenas como uma fonte de lucro. “O golpista emprega manipulação emocional e, se necessário, métodos obscuros para atingir seus objetivos”, explica Romano.
O advogado Daniel Romano Hajaj detalha que esses criminosos frequentemente pedem dinheiro sob o pretexto de emergências falsas, oportunidades de negócios ilusórias ou outras situações fictícias.
“Em alguns casos, criam uma identidade falsa, exibindo veículos de luxo e outros sinais de status para parecerem empresários bem-sucedidos.Eles manipulam a vítima para acreditar que estão construindo um futuro juntos, enquanto o verdadeiro objetivo é o enriquecimento próprio”, ressalta.
Embora a prática seja comumente associada a mulheres mais velhas ou financeiramente estáveis, o advogado Daniel Romano Hajaj enfatiza que qualquer pessoa pode ser alvo. “O criminoso não tem pudor. Ele explora qualquer vulnerabilidade emocional e muitas vezes convence a vítima a contrair empréstimos ou vender bens para ajudá-lo.”
Casos exemplares
O advogado Daniel Romano Hajaj cita dois casos recentes atendidos por seu escritório. No primeiro, uma mulher transferiu dinheiro para que o namorado comprasse um celular de última geração antes de uma suposta viagem internacional. “Ele nunca saiu do bairro onde mora”, relata o advogado.
No segundo caso, uma mulher financiou sete veículos em seu nome após ser convencida pelo golpista de que alugá-los para motoristas de aplicativos seria um negócio lucrativo. Além dos carros desaparecidos, o criminoso maximizou o limite dos cartões de crédito da vítima e contratou empréstimos em seu nome, acumulando uma dívida de mais de R$ 500 mil. “Conseguimos recuperar os veículos e negociar com os bancos, mas o prejuízo financeiro e emocional foi significativo”, explica.
Como identificar um golpe?
Daniel diz que identificar um “golpista do amor” nem sempre é fácil, especialmente porque muitas vítimas, já fragilizadas por experiências anteriores, têm dificuldade em desconfiar das intenções de seus parceiros.
“Mesmo com alertas de amigos e familiares, a vítima frequentemente se afasta de todos para proteger o golpista, percebendo o golpe apenas quando é tarde demais”, alerta o advogado Daniel Romano Hajaj.
Além das relações amorosas, os estelionatários também se passam por figuras públicas ou celebridades. advogado Daniel Romano Hajaj cita o caso de uma diarista que foi enganada por alguém se passando pelo cantor brasileiro Fábio Júnior e transferiu R$ 2.500,00 acreditando estar ajudando o artista.
O que fazer ao descobrir o golpe?
O advogado Daniel Romano Hajaj orienta as vítimas a registrarem um boletim de ocorrência imediatamente, sem medo de julgamentos. “Também é importante alterar senhas, cancelar cartões e desativar aplicativos que possam conter informações pessoais para evitar mais prejuízos.”
Embora processar o golpista cível e criminalmente seja possível, as chances de recuperar o dinheiro perdido são geralmente pequenas.
Como se proteger?
Para evitar ser vítima desse tipo de crime, o advogado Daniel Romano Hajaj recomenda desconfiar de pedidos de dinheiro, evitar promessas de ganhos financeiros rápidos e nunca permitir que o parceiro tenha acesso a cartões de crédito ou contas bancárias. “A prevenção é a melhor forma de proteção”, conclui o advogado Daniel Romano Hajaj.
Especialista explica o que é esse transtorno, como e quando é diagnosticado e ainda, a importância do tratamento adequado
O Outubro Laranja é uma campanha dedicada à conscientização sobre o TDAH, com o objetivo de educar a sociedade, combater o estigma e encorajar o diagnóstico precoce e o tratamento adequado. Esta é uma oportunidade para promover uma abordagem mais empática e informada sobre o transtorno, beneficiando tanto crianças quanto adultos que convivem com o TDAH.
De acordo com o Ministério da Saúde, a maioria dos diagnósticos é feita em crianças e adolescentes dos 6 aos 17 anos, com cerca de 7,6% do total, 5,2% em jovens e adultos, dos 18 aos 44 anos e 6,1% em maiores de 44 anos. Esses números correspondem a aproximadamente 11 milhões de brasileiros afetados pelo transtorno, conforme dados divulgados em 2022. A nível mundial, os casos variam de 5% a 8%, conforme a ABDA, Associação Brasileira do Déficit de Atenção.
Mas, o que é o TDAH? A médica psiquiatra e presidente da Associação Psiquiátrica de Brasília, APBr, Renata Figueiredo, explica que ele é caracterizado por três principais sintomas: desatenção, hiperatividade e impulsividade. O que, conforme a especialista, impacta a capacidade de planejamento, controle de impulsos, foco e regulação de emoções, prejudicando significativamente a vida de quem convive com o transtorno.
Para a médica, a conscientização sobre o TDAH, promovida pela campanha Outubro Laranja, é essencial para a educação da sociedade e para o incentivo à busca por um diagnóstico médico adequado. “Nos últimos anos, houve um aumento no número de diagnósticos de TDAH, o que reflete uma maior conscientização sobre o transtorno. No entanto, também temos visto o crescimento de auto diagnósticos e tratamentos inadequados, baseados em informações superficiais”, alerta Renata.
TDAH: Um transtorno que vai além da infância
Embora o TDAH seja normalmente identificado na infância, a partir dos seis anos, muitas pessoas só percebem o impacto do transtorno na vida adulta, especialmente quando enfrentam dificuldades em áreas como organização, atenção e controle de impulsos. Figueiredo destaca que os sintomas variam conforme a idade, sendo mais evidentes em crianças pela inquietação e dificuldade em seguir instruções, enquanto adolescentes e adultos podem apresentar procrastinação, desatenção constante e dificuldades com gerenciamento de tempo.
A psiquiatra explica que o TDAH pode ser dividido em três subtipos:
Predominantemente desatento: dificuldade em manter o foco.
Predominantemente hiperativo: comportamentos agitados e impulsivos.
Combinado: presença de sintomas de desatenção e hiperatividade/impulsividade.
Além disso, ela aponta que o transtorno é frequentemente acompanhado de comorbidades, como ansiedade, depressão e transtornos de conduta, o que pode tornar o diagnóstico e o tratamento ainda mais complexos.
A importância do diagnóstico precoce e tratamento adequado
De acordo com a presidente da APBr, o diagnóstico precoce é fundamental para que a pessoa com TDAH possa receber as intervenções adequadas desde cedo, evitando complicações como baixo desempenho escolar, problemas sociais e baixa autoestima. “Identificar o TDAH rapidamente possibilita que pais, educadores e a própria pessoa compreendam melhor a condição, evitando punições desnecessárias e promovendo um ambiente mais acolhedor”, reforça.
O tratamento, segundo Renata, costuma ser multimodal, envolvendo terapia comportamental, medicação, psicoeducação e estratégias educacionais. “A combinação dessas abordagens ajuda a pessoa a lidar com o transtorno em todas as fases da vida, desde a infância até a vida adulta”, relata. No entanto, a médica reforça que há diversos perigos no autodiagnóstico. “Muitas pessoas, especialmente por influência das redes sociais, acabam se autodiagnosticando, confundindo sintomas do TDAH com outros transtornos, como ansiedade e depressão. Isso pode levar a tratamentos inadequados e ao uso incorreto de medicamentos”, alerta.
Divulgação Freepik
A necessidade de políticas públicas
Além da conscientização promovida pelo Outubro Laranja, Renata Figueiredo destaca a necessidade de políticas públicas voltadas para o diagnóstico e o tratamento do TDAH. Ela defende a capacitação de profissionais de saúde e educadores, além da disponibilização de medicações e terapias através do Sistema Único de Saúde (SUS), para garantir que todos, independentemente da classe social, tenham acesso ao tratamento integral e contínuo.
A Estácio Brasília, comprometida com a promoção dos direitos humanos e a conscientização social, convida toda a comunidade para uma palestra informativa sobre violência doméstica. O evento, promovido pela turma de extensão em Direitos Humanos, acontecerá no dia 24 de outubro de 2024, às 9h, no auditório do Centro Universitário Estácio de Brasília.
O objetivo da palestra é fomentar um diálogo essencial sobre a crescente incidência de casos de violência doméstica, apresentando informações cruciais sobre como identificar, prevenir e agir diante dessas situações. O Prof. Dr. Murilo Borsio Bataglia, Doutor em Direito e Pró-reitor de Pesquisa, Extensão e Internacionalização da Estácio Brasília, enfatiza a importância deste momento: “É um momento importante de reflexão para toda a sociedade, onde os números são crescentes e afetam toda a estrutura familiar. A turma do curso de extensão em Direitos Humanos se preparou para esse diálogo, onde precisam impor seu papel social relatando sobre os fatos que vêm acontecendo diariamente.”
O evento é aberto à comunidade, destacando o compromisso da Estácio Brasília em criar um espaço seguro para discussões relevantes que impactam a vida de todos. A participação de todos é fundamental para que juntos possamos construir um ambiente mais seguro e consciente.
Foto divulgação
Serviço:
Data: 24 de outubro de 2024
Horário: 9h
Local: Auditório do Centro Universitário Estácio de Brasília
Endereço: CSG 09 Lotes 11, 13, 15 e 16, Taguatinga Sul – DF
Sucesso na Bienal de São Paulo, Fascínio segue para nova edição
Após o estrondoso sucesso em sua estreia na 27ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, o autor David Correia desembarca no Distrito Federal para o lançamento da nova edição da sua primeira obra, Fascínio – parte 1: A noiva. O livro, que esgotou suas unidades em menos de um mês após sua estreia, é uma tensa história de terror psicológico, que explora os limites do amor e da superação em meio a uma atmosfera de mistério e medo.
Publicado pela Editora InVerso, Fascínio conta a história de Guilherme, um jovem assombrado por eventos sobrenaturais após o desaparecimento de sua esposa. Com uma narrativa intensa e de tirar o fôlego, é um thriller que prende o leitor do começo ao fim, enquanto desvenda os segredos mais obscuros da mente e do corpo humano.
Correia, formado em Direito e com vasta experiência na área notarial, utiliza sua escrita para explorar traumas e memórias, transformando desafios pessoais em criatividade literária. “Escrever ‘Fascínio’ foi uma forma de canalizar minhas próprias inquietações e questionamentos sobre como lidamos com traumas e memórias dolorosas”, explica.
Fascinado por histórias que exploram o psicológico e o sobrenatural, David diz que a ideia de sua obra surgiu do seu interesse em explorar os limites da mente humana diante do inexplicável. “A história de Guilherme, com todos os seus conflitos internos e eventos sobrenaturais, reflete esse desejo de entender melhor os nossos próprios demônios. Com o livro eu quis criar uma narrativa que desafiasse o leitor a questionar o que é real e o que é fruto da mente perturbada do protagonista”, finaliza.
O evento acontece no dia 14 de outubro, às 19h, na livraria Leitura do Park Shopping e o livro já está à venda no site da editora: https://www.editorainverso.com.br/
Sobre o autor:
Graduado em Direito pela Universidade de Cuiabá (UNIC) e com uma sólida carreira de tabelião, David Correia incorpora temas de superação e resiliência em seus escritos, inspirados por experiências pessoais de perda e mudança. Ele acredita na capacidade humana de se reinventar e superar adversidades, valorizando a perseverança e a transformação da dor em força. Desde a infância, as constantes mudanças e desafios moldaram sua resiliência e capacidade de adaptação, influenciando seus escritos. Inspirado por autores como Stephen King, Correia busca transmitir sentimentos profundos e complexos através de suas histórias.
Crédito: Agência MiThi Legenda: David Correia durante o lançamento de Fascínio na Bienal do Livro de São Paulo, a primeira edição já se esgotou.
Serviço: Lançamento do livro “Fascínio” em Brasília
Evento de moda gratuito terá bate-papo com especialistas, personalização de peças em grafite, ação social e brindes
Rodolfo Caburé foto divulgação
De 27 a 29 de setembro, acontece o Boulevard Trends by MYC, um evento que une moda e tecnologia com foco no lançamento das coleções Primavera/Verão 2025, trazendo um olhar diferente sobre o consumo. Durante três dias, o público terá acesso a painéis de discussão sobre responsabilidade, estilo e novas tendências com especialistas da área. O evento é gratuito e realizado em parceria com a MYC, uma plataforma inovadora desenvolvida para ajudar as pessoas a entenderem seu estilo, montando looks digitais utilizando peças de seu próprio guarda-roupa ou que combinem com seu perfil. Ao longo do evento, os participantes receberão convites gratuitos para acesso ao aplicativo da MYC e as melhores dicas de moda.
O Boulevard Trends by MYC começa na sexta-feira (27), às 19h com discotecagem da multifacetada Karla Testa, que atua como DJ, cantora e artista performática de Brasília, reconhecida por sua versatilidade e irreverência no palco. Seus sets, vibrantes e cheios de energia são resultados de pesquisa aprofundada em artistas da música Pop, House e Disco House. Em seguida, às 19h30 acontece o painel “Um novo olhar para a experiência do consumidor de moda na loja física”, com mediação deVitor Batista e participação de Leonardo Costa, CEO da MYC; Luana Citon, Gerente de Marketing do Boulevard; e Luíza Martins, consultora de moda.
No sábado (28), às 14h acontece a performance ao vivo do grafiteiro Rodolfo Caburé. Personalidade de Brasília, Caburé ganhou este apelido de seu pai desde sua infância, que significa uma coruja pequena e se tornou sua assinatura. Desde 2017, o designer gráfico ocupa as paredes da cidade com sua arte. Ele foi o primeiro grafiteiro a ter um mural dentro da Estação Galeria, no Metrô. Possui também o maior mural de Samambaia, a obra “Celebração da Diversidade” possui cerca de 90m2.
O artista vai grafitar peças de roupas e acessórios do público, personalizando os itens com seu traço marcante, formatos geométricos e cores vibrantes. Clientes que quiserem participar da ação devem doar 4 peças de roupas em bom estado para ganhar a personalização em grafite em uma peça do seu guarda-roupa. As roupas arrecadadas serão entregues ao Projeto Humanas – Repense e Reuse, que trabalha com sustentabilidade e a prática do prolongamento têxtil, por meio da doação de roupas usadas. Essas peças são recolhidas e encaminhadas para costureiras e recebem os devidos reparos, após isso, são colocadas à venda com preços acessíveis.
Em seguida, às 15h acontece o bate-papo “Responsabilidade e diversidade na moda” com mediação de Karen Velasco. Também compõem a mesa Sergio Calado, estilista e diretor criativo e Julyana Noronha, idealizadora do Interfashion, evento que impulsiona o mercado de moda no Distrito Federal. O público pode participar interagindo e tirando dúvidas sobre a indústria da moda e processos de produção.
Mais tarde, haverá também uma visita guiada às lojas participantes do evento, os experts irão apresentar o Digital Styling Experience, mostrando, através da leitura do QR code das tags as composições de looks criados a partir dos produtos das lojas e darão dicas sobre as tendências para Primavera/Verão 2025.
E o evento finaliza no domingo, com a transmissão ao vivo do PodcastPodvestir, iniciativa da MYC, que promove encontros e um bate-papo informal sobre moda, comportamento e estilo. As hostsserão Gabis e Fernanda Savafert e conta com a participação especial de Raquel Abiahy (@autistatitude), primeira modelo adulta autista do Brasil, foi diagnosticada aos 39 anos. Atualmente ela presta consultoria em projetos, grupos de estudos e pesquisas sobre autismo. Em 2020, foi Miss Distrito Federal Inclusivo. A mesa falará sobre estilo, neurodiversidade e inspiração.
Programação:
Sexta-feira (27):
19h – Abertura com a DJ Karla Testa
19h30 – Painel: Um novo olhar para a experiência do consumidor de moda na loja física com mediação deVitor Batista e participação de Leonardo Costa (CEO da MYC), Luana Citon (Gerente de Marketing) e Luíza Martins (Consultora de Moda)
Sábado (28):
14h – Abertura com a DJ Karla Testa
14h às 17h – Arte em grafite, com artista Rodolfo Caburé
15h – Painel: Responsabilidade e diversidade na moda com mediação de Karen Velasco e participação de Sergio Calado (estilista e diretor criativo); e Julyana Noronha (idealizadora do Interfashion)
16h30 – Painel: O futuro é hoje: Empreendedorismo feminino e novas profissões do mercado com mediação de Gabis e participação Juliana Gomes (Empresária, estilista)
17h30 – Visita guiada às lojas participantes da ativação Digital Styling Experience
Domingo (29):
14h às 16h – PodcastPodvestir, com as hosts Gabis e Fernanda Savafert e a convidada especial Raquel Abiahy, uma autista na Moda
Sobre o Boulevard Shopping Brasília O Boulevard Shopping Brasília é administrado pela NIAD e completa, em junho, 15 anos de história, atraindo mais de 7 milhões de visitantes por ano. O espaço traz, além de um varejo completo com as principais âncoras do país, amplo entretenimento com 4 salas de cinema, serviços diversos, projetos consolidados em ESG e um grande destaque na área gastronômica com restaurantes renomados. Entre as principais atrações gastronômicas, destacam-se o João Brasileiro, Taverna Viking, Mania do Churrasco e, claro, grandes opções de fast food, como Burger King, McDonald’s, Giraffas, Koni e Spoleto, entre outros. O shopping ainda se prepara para receber o Pecorino Mediterrâneo, Taco Bell e Gyros.
Luiza Martins foto divulgação
SERVIÇO
Boulevard Trends by MYC
Data: de 27 a 29 setembro
Horário: Sexta-feira, às 19h. Sábado e domingo, a partir de 14h.
A mostra reúne 23 obras com visitação gratuita de 25 de setembro a 27 de outubro no Anexo do Museu Nacional da República
Com a curadoria de Vera Nunes e Bianca Bernardo, a exposição propõe um debate democrático, educativo e sensível sobre a pluralidade e diversidade brasileira, a Expo Diversos abre as portas em Brasília no próximo dia 25 de setembro, no Anexo do Museu Nacional da República. Será a oportunidade de brasilienses acessaremuma experiência imersiva e sensorial por obras que traduzem diferentes histórias, vivências e exaltam as diversidades de raça, etnia, crenças, idade, gênero e de pessoas com deficiência.
Com as obras de Nenê surreal, Negana, Xadalu Tupã jekupe, Paulo Desana, Deba Tacana, Aua Mendes, Novissimo Edgard, Subtu, skoor, Andréa Higino, Lua Cavalcante, Rose Afefé, Rafa Bqueer e Jaime Prades, a mostra chega a Brasília depois de passagens pelas cidades de São Paulo, Pindamonhangaba e Rio de Janeiro. A temporada na capital federal vai até 27 de outubro, com visitação gratuita de terça-feira a domingo, das 9h às 18h30. Com histórias que retratam as particularidades vivenciadas por artistas que atuam com diferentes realidades culturais e regionais do Brasil, a Expo Diversos é uma realização da CEC Brasil com patrocínio da Novelis – líder mundial em laminação e reciclagem de alumínio -, via Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.
A curadora da ExpoDiversos, Bianca Bernardo, apresenta a mostra como uma plataforma de discussão, de aprendizagem e de compartilhamento de experiências sobre a diversidade, a partir da arte e da pauta dos direitos humanos no Brasil. “O tema principal é a diversidade, sendo tratada a partir dos direitos humanos e da importância de legitimar os espaços de respeito, para a construção do entendimento da igualdade a partir das nossas diferenças”, diz
As obras fazem o público refletir sobre a valorização da cultura indígena, questionar o etarismo, exaltar a sabedoria ancestral, combater os preconceitos de raça, etnia e gênero, o machismo e lutar por uma sociedade mais justa e mais inclusiva. “Nós primamos pela escolha de artistas que tenham na sua vivência a diversidade na prática, para que possamos contar essas histórias diversas e apresentar para o público um panorama sobre as diversidades através da arte”, destaca a também curadora da Expo Diversos, Vera Nunes.
Casa Diversa – As 23 obras retratadas na mostra se apresentam em diferentes linguagens, como pinturas, fotografias, esculturas, bordados e instalações, que estarão dispostas em um percurso multissensorial com um conceito expográfico de Casa Diversa. O espaço remete a um ambiente domiciliar acolhedor e acessível, trazendo elementos como paredes, plantas, pedras, água e luzes, com o objetivo de proporcionar uma experiência ainda mais imersiva aos visitantes.
“A Expo Diversos não captura a totalidade das perspectivas sobre diversidade, dada a singularidade intrínseca à condição humana, mas oferece um recorte cuidadoso e modesto de memórias e narrativas de indivíduos diversos do Brasil, fomentando os direitos humanos e reconhecendo a pluralidade de visões que se traduzem em obras artísticas e diálogos enriquecedores”, ressalta Kaline Vânia, diretora da CEC Brasil.
No passado, a Novelis apoiou, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, o Livro Diversos, que também trouxe uma reflexão sobre diversidade e inspirou a exposição. “Está entre os nossos compromissos investir e incentivar iniciativas que celebram a diversidade em suas formas mais autênticas e expressivas. Ficamos felizes em ver que as temáticas abordadas no livro expandiram suas formas e inspiraram a construção desta exposição, que nos convida a ampliar as perspectivas e construir pontes entre as diferenças. Em direção ao seu propósito, de criar um mundo sustentável, a Novelis vai muito além da transformação do alumínio em novas possibilidades e promove, diariamente, ambientes mais diversos e equitativos. Queremos, cada vez mais, contribuir com práticas de diversidade e inclusão, dentro e fora da empresa”, afirma Eunice Lima, diretora de Comunicação e Relações Governamentais da Novelis América do Sul.
Etarismo – A contradição revelada pelo etarismo é a base de reflexão e inspiração da artista Nenê Surreal, considerada a mulher mais importante do grafitti nacional. Aos 57 anos, a artista leva para a exposição a obra Cabeçudas, com a qualquestiona o etarismo sob o ponto de vista da valorização da sabedoria ancestral nas sociedades coloniais e tradicionais. Ela aponta que tanto o conhecimento de vida como a história ancestral são vistos como inúteis ou improdutivos pelos ocidentais e questiona sobre o que nos impede de reconhecer a ancestralidade como uma fonte de poder e resistência.
Segundo a artista, a obra Cabeçudas, que tem coprodução da DJ Aline Vargas, nasceu da observação que ela fez de crianças da comunidade onde vive em Diadema. Essas crianças passaram por uma transição e começaram a amadurecer, viraram adolescentes, jovens e hoje são personagens adultas e amadurecidas com muitos conhecimentos.
“Eu me vejo nesse processo. Assim como eu, as pessoas jovens vão envelhecer e isso não significa incapacidade. Temos pessoas com mais de 50 anos fazendo coisas incríveis. A gente está em movimento, estamos ativos. Daqui a 20 anos, vamos ter pessoas com 70 anos fazendo coisas que eram feitas por jovens de 30 anos. O etarismo é muito contraditório porque escutamos as falas e os discursos que enaltecem a ancestralidade, mas nós, os griôs, não estamos sendo enaltecidos em vida. Por que não estão potencializando as pessoas que estão aqui ainda fazendo de igual para igual?”, reflete.
Corpo político – “A luta da pessoa com deficiência é muito solitária. Dentro das lutas das minorias que existem no nosso país, nós somos a mais minorizada. A gente precisa avançar muito, pois ainda estamos a passos muito miúdos porque a sociedade não adensa esta luta e a deficiência não é homogênea. É uma minoria complexa e diversa. As grandes cidades precisam de revisão total e estar reparadas para entender as nossas necessidades e diversidade”.
A afirmação é da artista e educadora Lua Cavalcante. Aleijada, sambadeira de roda e pertencente ao povo indígena Kixelô Kariri de Iguatu, no Ceará, ela se autodenomina um “corpo-artístico-político-pedagógico”, que promove reflexões sobre os territórios que o corpo com deficiência habita e opera através de sua arte. Lua participa da Expo Diversos com as obras Amuleta de Aleijeidu e Rede de Descanso e Mandinga de Aleijadu.
A artista reforça que sua grande luta é de não ser lida apenas como corpo de uma deficiência que padece. “O corpo com deficiência é sempre lido e sempre colocado como um corpo coitado, enfermo, que não é capaz, e a gente quase que não tem a possibilidade de escolher como queremos que ele seja apresentado para o mundo. A grande força dessa exposição é um incentivo a olhar esses corpos diversos para além desse lugar da deficiência. É fundamental que as pessoas vejam e se estimulem a conhecer mais. Precisamos ser vistos, celebrados, enquanto corpos possíveis e diversos e falarmos o que quisermos, estando à frente do nosso discurso”, expressa a artista.
Para garantir a acessibilidade da exposição para os visitantes, as obras poderão ser acessadas através de QR Code com áudios descritivos e placas técnicas em braille.
Foto divulgação
SERVIÇO
ExpoDiversos
Local: Anexo MuN – Setor Cultural Sul, Lote 2, Brasília – DF
As sete etiquetas, todas comandadas por mulheres, fazem parte do BRICS Woman e desenvolveram peças exclusivas para o Moscow Fashion Week. Apresentação será no dia 25 de setembro
A cena fashion em Brasília é criativa, autoral e…feminina. Grande parte das marcas nascidas aqui são comandadas por mulheres empreendedoras, que encontraram neste universo uma plataforma de unir paixões: moda e empreendedorismo. E para estampar tamanha potência em território local, o Estilo Brasília irá apresentar as diferentes vertentes que, como uma colcha de retalhos, formam o desenho do mercado na cidade.
O evento-movimento sediado no Brasília Shopping, entre os dias 25 e 26 de setembro, será palco para o que há de mais inovador e criativo na cena de moda local. A começar pela abertura, que fomenta a narrativa que coloca o localismo em protagonismo. Dando início à programação, às 15h, o coletivo Moda Brasília irá desfilar com peças inéditas, feitas especialmente para o Moscow Fashion Week, que seria realizado no final deste mês e foi adiado por conta dos conflitos entre a Rússia e a Ucrânia.
Ao todo, sete marcas brasilienses irão participar: Confraria, Flay, Guilda, Letícia Gonzaga, Lucila Pena, Silvia Badra e Sun Rose. As etiquetas foram elencadas sob a curadoria do Sindiveste para o BRICS Woman, iniciativa que tem o objetivo de promover e incluir globalmente as empresas femininas dos países que fazem parte da aliança: África do Sul, Brasil, Rússia, Índia e China.
Brasília na moda global
Anfitriã do evento neste ano, a Rússia propôs ao Sindicato das Indústrias de Vestuário no Distrito Federal (Sindiveste) elencar marcas que melhor representam a cena de moda local não só criativamente como também em sinergia com o mercado — resultando nas etiquetas escolhidas. O convite foi o pontapé inicial para fomentar os segmentos que englobam o evento, que em 2025 será sediado no Brasil.
“O nosso critério de seleção foi pautado em empresas com identidade própria, comandadas por mulheres e que tem maturidade para expandir para além das fronteiras da cidade. A ideia do coletivo veio justamente para inspirar e criar para as marcas oportunidades de negócio, visando elevar as mentes criativas a um patamar mais abrangente, de protagonismo. Precisamos celebrar a essência única de Brasília, que é um centro cultural potente e único”, destaca Walkiria Pereira Aires, presidente do Sindiveste Brasília.
No Estilo Brasília, as marcas irão desfilar apresentar coleções-cápsulas com peças que melhor definem a sua identidade. Para além do momento, o Brasília Shopping contará com uma pop-up store com itens de algumas etiquetas do coletivo e peças de mobiliário da Galpão, visando fomentar o trabalho feito pelos criadores locais para além dos dias de evento.
Venha conferir e fazer parte deste movimento!
Foto divulgação
Estilo Brasília
Data: 25 e 26 de setembro.
Local: Brasília Shopping.
Entrada franca. Nas áreas de assento, pulseiras de acesso serão distribuídas conforme a disponibilidade durante os dois dias do evento. Para mais informações, acesse as redes sociais do Brasília Shopping: @brasiliashopping.
Programação:
25/09
Desfiles:
15h: Coletivo Movimento Moda Brasília, com as marcas Letícia Gonzaga, Guilda, Lucila Pena, Sunrose, FlayBrand, Sílvia Badra e Confraria
16h30: Exclusivo Le Lis
18h: Exclusivo Dane-se
20h: Exclusivo Avanzzo
Praça Central:
13h30: Moda, autoestima e carreira, com Jacira Doce e Manuela Xavier
14h30: A moda hoje e amanhã. Uma reflexão sobre o mercado da moda, com Caio Braz e Augusto Mariotti, do Portal FFW, maior portal de moda independente do Brasil
15h: Brasilidade na moda. Criadores e criações brasileiras pelo mundo, com Isa Isac Silva e Débora Mangabeira
17h30: Macrotendências Inova Moda Digital – Edição Outono-Inverno 25, com SENAI CETIQT
19h: A construção da autoralidade, uma visão sobre moda, estilo e expressão, com Luanda Vieira, Nathi Abi-Ackel e Bel Chaves
26/09
Desfiles:
13h: Coletivo Lojas Brasília Shopping
16h30: Exclusivo Lez a Lez
18h30: Exclusivo MOB
20h: Exclusivo Colcci
Praça Central:
13h30: Desvendando o Estilo Brasília – Moda, identidade e autenticidade na Imagem Pessoal, com as consultoras Helô Drummond, Renata Cotrim, Dani Kniggendorf e Rosa Guimarães
15h: Vintage, curadoria e economia circular, com Gabi Constantino, da PrettyNew e Bruna Vasconi, do Brechó Peça Rara
16h30: Os rumos da moda em Brasília, com Paula Santana, Dani Naegele, Letícia Gonzaga e Pat Justino
18h30: A moda aos olhos da poesia, dos costumes, memórias e raízes do Brasil, um relato emocionante das andanças do estilista Ronaldo Fraga conduzido também pelas histórias mais icônicas da moda brasileira, pela jornalista Lilian Pacce
Serviço:
Estilo Brasília
Dias 25 e 26 de setembro.
Local: Brasília Shopping
Entrada gratuita. Nas áreas de assento, pulseiras de acesso serão distribuídas conforme a disponibilidade durante os dois dias do evento
Instagram: @brasiliashopping
Sobre Brasília Shopping: Inspirado no ecletismo e na vocação cosmopolita da capital, o Brasília Shopping reflete os movimentos da cidade, marco de ousadia na história do País. O centro de compras traz a inovação em sua essência sem deixar de resgatar a história da região que abriga, desde a década de 1960, brasileiros de todos os cantos do País e estrangeiros de todos os continentes. Projetado pelo arquiteto Ruy Ohtake, o prédio erguido em 1997 no começo da Asa Norte surpreende até os mais habituados às linhas de Oscar Niemeyer. A originalidade é uma das marcas do empreendimento, assim como o mix variado de lojas e serviços conectados às tendências mundiais. O Brasília Shopping está no topo da lista dos shoppings de maior venda por m² na região Centro-Oeste. Cravado no coração da cidade – ao lado do Setor Hoteleiro e a poucos metros da Torre de TV e do Estádio Nacional Mané Garrincha – o shopping oferece aos clientes 170 operações entre lojas e restaurantes. No Brasília Shopping o público encontra o melhor em termos de compras, alimentação e serviços.