Categoria: Cidadania, Políticas e Gestão públicas

Nicolândia promove dia de beleza gratuito para mulheres neste sábado

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Ação especial do mês da mulher oferece penteados e maquiagem sem custo para mulheres visitantes do parque

O Nicolândia Parque Urbano, um dos mais tradicionais espaços de lazer de Brasília, promove neste sábado (14) uma ação especial dedicada ao público feminino. Como parte das comemorações do mês da mulher, o parque realizará um dia de beleza gratuito, oferecendo penteados diversos e maquiagem para as visitantes.

A atividade acontecerá das 13h às 18h, em um espaço montado dentro do parque. A proposta é proporcionar um momento de cuidado, autoestima e diversão para as mulheres que estiverem visitando o local. Durante a ação, profissionais estarão disponíveis para realizar maquiagem e diferentes estilos de penteados, incluindo tranças, sem custo nenhum para as participantes.

“Sabemos que muitas mulheres têm uma rotina extremamente intensa, dividindo o tempo entre trabalho, casa, filhos e tantas outras responsabilidades. Muitas vezes, sobra pouco espaço para cuidar de si mesmas. Por isso pensamos nessa ação como uma forma de presenteá-las, oferecendo um momento dedicado exclusivamente a elas”, afirma Marcelo Gomes, proprietário do Nicolândia Parque Urbano.

A participação na oficina de beleza será gratuita para todas as mulheres, independentemente da idade. A organização ressalta, no entanto, que a gratuidade é exclusiva para os serviços da oficina de beleza. Para utilizar os brinquedos do parque, é necessário adquirir normalmente o passaporte de acesso às atrações.

“A ideia é valorizar ainda mais a beleza que cada mulher já carrega e proporcionar um dia especial de cuidado e bem-estar. Queremos que elas aproveitem esse momento, se sintam ainda mais bonitas e também curtam o parque com amigos e familiares. No mês da mulher, é a forma que encontramos de celebrar essa data de maneira leve e especial”, finaliza Marcelo.

Iniciativas ampliam o acesso ao lazer
Além do dia de beleza gratuito, o parque também promove, até este domingo, uma ação especial em comemoração ao Dia da Mulher, na qual mulheres podem garantir o passaporte de acesso às atrações pagando apenas R$ 1, mediante a compra do combo família ou galera online ou o combo da bilheteria presencial do parque.

Outra iniciativa promocional é a Super Segunda Turbinada, que oferece passaporte promocional por R$ 29,99, com direito a hambúrguer e refrigerante, para as primeiras 500 pessoas que comprarem. A promoção é válida às segundas-feiras para quem deseja aproveitar as atrações do parque por um valor reduzido.

Serviço – Dia de Beleza no Nicolândia Parque Urbano
Data: sábado, 14 de março
Horário: das 13h às 18h
Local: Parque Nicolândia – Parque da Cidade Sarah Kubitschek, Brasília
Atividade : maquiagem social e penteados gratuitos para mulheres
Observação: a gratuidade é válida apenas para os serviços da oficina de beleza. Para acessar os brinquedos, é necessário adquirir o passaporte do parque.

Venâncio Shopping recebe ação do Procon-DF com mutirão de orientação ao consumidor

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Em celebração ao Dia Nacional do Consumidor, comemorado em 15 de março, o Procon-DF realiza, entre os dias 9 e 11 de março, das 12h às 16h,  um mutirão de orientação e atendimento ao público no Venâncio Shopping. A iniciativa tem como objetivo aproximar o órgão da população e ampliar o acesso à informação sobre direitos nas relações de consumo.

Durante a ação, que acontece na praça de alimentação do shopping, das 12h às 16h, equipes do Procon-DF estarão disponíveis para tirar dúvidas dos consumidores, orientar sobre procedimentos em casos de conflito com empresas e distribuir gratuitamente cartilhas educativas e exemplares do Código de Defesa do Consumidor (CDC). A programação também inclui dinâmicas interativas, como quizzes com o público.

Consumidores que desejarem formalizar reclamações receberão orientação para realizar o atendimento na sede do Procon-DF, localizada no segundo andar do próprio Venâncio Shopping.

Para Rosângela Castro,  gerente de marketing do empreendimento, a iniciativa reforça o papel do shopping como espaço de serviço e cidadania. “Receber uma ação como essa é muito importante, porque facilita o acesso da comunidade à informação e ao atendimento especializado. O Venâncio Shopping busca constantemente promover iniciativas que aproximem serviços essenciais do público e contribuam para o exercício da cidadania”, destaca.

Sobre o Venâncio Shopping

No centro da capital do país, desde 1976, o Venâncio Shopping traz em seu DNA um conceito inovador. Além de ser uma excelente opção para compras e experiências, é também um Hub de Serviços e ponto de solução de pessoas, com sua torre business atrelada a torre de Serviços, alta gastronomia da capital como Jamie Oliver Kitchen, Cantón Peruvian & Chinese Food, Confraria do Camarão, Outback Steakhouse, Zero61 Gastrobar e Starbucks. Entre os serviços oferecidos, estão opções como: Procon, Na Hora Empresarial, Polícia Federal, cartório de registro de imóveis em Brasília, clínicas, faculdades, entre outros.

Serviço

Mutirão de orientação ao consumidor – Procon-DF
Local: Venâncio Shopping – Praça de Alimentação
Datas: 9 a 11 de março
Horário: das 12h às 16h
Atividades: orientação ao consumidor, esclarecimento de dúvidas, quizzes interativos e distribuição de cartilhas e do Código de Defesa do Consumidor.
A abertura de reclamações ocorre na sede do Procon-DF, no segundo andar do shopping.

Venâncio Shopping 
SCS Q 8 – Asa Sul          

Informações: (61) 3208-2000                   
Canais digitais: www.venancioshopping.com.br              
Instagram: @venancioshopping

Transparência e agilidade: TCDF lança Diário Oficial Eletrônico

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O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) lançará nesta terça-feira, 10 de março, o Diário Oficial Eletrônico da Corte, o DOE-TCDF, para publicação de contratos, atas de sessões, portarias, resoluções, licitações, e demais atos oficiais da Corte. A live de lançamento oficial será às 15h, no canal do Tribunal no YouTube.

O sistema, aprovado por meio de Lei Complementar (PLC) nº 1.050/2025, servirá para garantir acessibilidade, publicidade, transparência, redução de custos, além de assegurar o cumprimento da legislação em relação aos atos oficiais do TCDF. Para o presidente do Tribunal, conselheiro Manoel de Andrade, este é um marco histórico para o órgão. “Com o Diário Oficial Eletrônico, damos mais um passo importante rumo à modernização, transparência e acessibilidade das nossas publicações. O sistema reduz custos, agiliza processos e garante que qualquer cidadão possa consultar, de forma rápida e segura, os atos oficiais da Corte. Assim, garantimos nosso compromisso com uma gestão pública mais eficiente, aberta e conectada à realidade digital, com acesso à informação sem barreiras”, pontuou.

Atualmente, as publicações do TCDF são realizadas no Diário Oficial do DF. Após o lançamento do DOE-TCDF, as divulgações serão feitas concomitantemente nos dois sistemas por 30 dias. Após esse período, os atos oficiais do Tribunal serão publicados apenas no DOE, à exceção dos casos expressamente estabelecidos em lei específica, trazendo mais autonomia, agilidade e organização para os atos da Corte de Contas.

O Diário Oficial Eletrônico do TCDF ficará com acesso disponível para toda a população. Todos os documentos serão assinados digitalmente e atenderão aos requisitos do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ICP-Brasil), garantindo que o documento é emitido pelo Tribunal de Contas, que o conteúdo não sofreu alterações, que tem validade jurídica, ou seja, produz efeitos legais, e que pode ser acessado e validado em diferentes sistemas.

O sistema cumpre com o artigo 37 da Constituição Federal, que estabelece a publicidade como princípio da administração pública, e com o artigo 19 da Lei Orgânica do Distrito Federal (LODF), que reforça o dever de transparência. Além disso, segue a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), as diretrizes da Lei de Acesso à Informação (LAI) e das Normas Brasileiras de Auditoria do Setor Público (NBASP), que orientam os Tribunais de Contas a divulgarem suas ações e resultados de forma ampla e eletrônica.

Acompanhe o lançamento e conheça o Diário Oficial Eletrônico do Tribunal de Contas do Distrito Federal.

https://www.youtube.com/@tcdf

Foro Trabalhista de Brasília promove oficina sobre mulheres e trabalho e inaugura painel artístico “Além do Visível”

Além do Visível, foto divulgação

Como parte da programação alusiva ao Dia Internacional da Mulher, o Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10) promoveu, na tarde desta quinta-feira (5), no Foro Trabalhista de Brasília, a oficina “Nós, mulheres diversas, e o mundo do trabalho: existir para resistir, conhecer para transformar” e a inauguração do painel artístico “Além do Visível“, obra que convida à reflexão sobre o trabalho feminino, a diversidade e o enfrentamento das desigualdades.
A agenda teve início no período da tarde com a oficina “Nós, mulheres diversas, e o mundo do trabalho: existir para resistir, conhecer para transformar”, realizada no Auditório Ministro Coqueijo Costa, no Foro Trabalhista de Brasília. A atividade foi mediada pelas integrantes representantes dos segmentos mulheres e pessoas negras do comitê, as servidoras Cynthia Ciarallo e Luana Almeida, respectivamente.
A mulher e o trabalho
Concebida como um espaço de autorreflexão, a oficina abordou as complexidades das relações laborais sob uma perspectiva interseccional. A atividade promoveu reflexões sobre os desafios enfrentados pelas mulheres no ambiente laboral e a necessidade de construção de espaços mais equitativos e respeitosos.
Após a oficina, foi realizada a inauguração do painel “Além do Visível”, uma obra do artista plástico Antônio Carlos Euzébio Pereira, conhecido como Toninho Euzébio, que propõe uma reflexão sobre as múltiplas dimensões da presença feminina no mundo do trabalho, destacando profissões, o trabalho invisível e a diversidade das trajetórias das mulheres.
Toninho Euzébio explicou que, na produção do painel, utilizou faixas como elemento estruturante da narrativa visual. Dessa forma, o painel foi concebido a partir de três planos: o primeiro retrata diferentes profissões exercidas por mulheres; o segundo evidencia o chamado trabalho invisível, como o cuidado com a casa e a família; e o terceiro destaca a diversidade feminina, com a representação de diferentes etnias e trajetórias.

Ainda segundo o artista, a escolha das profissões buscou transmitir a ideia de que a mulher pode ocupar qualquer espaço. Entre as figuras representadas está a de uma astronauta, símbolo de possibilidades historicamente consideradas improváveis, mas plenamente alcançáveis. Ele ressaltou ainda que todas as atividades retratadas possuem o mesmo valor e que o segundo plano da obra evidencia a dupla jornada feminina, frequentemente desvalorizada.

Homenagem

Durante a cerimônia, a diretora do Foro Trabalhista de Brasília, juíza Larissa Lizita Lobo Silveira, destacou a satisfação em inaugurar a obra na semana em que se celebra o Dia Internacional da Mulher e agradeceu ao artista pela criação, que classificou como sensível e impactante. Segundo a magistrada, o painel constitui uma homenagem permanente às mulheres que atuam no foro trabalhista – entre servidoras, advogadas, magistradas, estagiárias e jurisdicionadas -, bem como àquelas que vieram antes e às que ainda seguirão na luta por direitos.
Ao comentar o conteúdo da obra, a diretora explicou que o painel propõe uma reflexão a partir de três perspectivas: o real, o diverso e o ideal. 
“No campo da diversidade, o painel retrata cinco faces da mulher brasileira: mulheres pretas, indígena, de origem asiática e branca, em diferentes faixas etárias. Retrata também a pluralidade das profissões, em cenários urbanos, rurais e em aldeias. Aqui vemos a astronauta representando as áreas científicas, a trabalhadora do campo, a professora, a profissional da limpeza e, por fim, uma líder, uma mulher que ocupa um espaço de poder”, afirmou.
Ao concluir sua fala, a magistrada ressaltou que a perspectiva do ideal aponta para um horizonte ainda em construção, de mulheres livres da violência, do assédio e da opressão, inseridas em ambientes de trabalho dignos e seguros.

Valorização

Em seu discurso, o presidente do TRT-10, desembargador Ribamar Lima Junior, elogiou a sensibilidade do trabalho por retratar o cotidiano e provocar reflexões sobre uma sociedade ainda marcada pelo machismo e pela necessidade de maior inclusão. O magistrado também destacou o papel dos comitês e subcomitês da instituição na promoção de avanços institucionais, afirmando que muitas das realizações da atual gestão resultaram do trabalho coletivo desses colegiados.

O desembargador fez ainda um reconhecimento à atuação da diretora do Foro Trabalhista de Brasília, ressaltando sua condução firme e dialogada da unidade, e elogiou o trabalho da juíza Idália Rosa da Silva, coordenadora do Comitê de Equidade de Raça, Gênero e Diversidade, pelo engajamento em iniciativas que têm contribuído para tornar a instituição mais inclusiva.

Representatividade feminina

Para a presidente da Associação dos Advogados Trabalhistas do Distrito Federal (AATDF), Caroline de Sena Vieira Rosa, o momento reforça a importância de as mulheres serem vistas e de ocuparem espaços com propósito, em busca de equidade e respeito nas relações profissionais.
“É uma honra estar aqui com um painel que nos emociona, porque enxergamos a potência que é ser uma mulher, mesmo quando ela é invisibilizada. Estamos aqui para dizer da importância de sermos vistas: não basta ocupar espaço por ocupar. Nós queremos equidade, respeito e relações íntegras, sem assédio”, afirmou.Caroline Sena disse ainda que as mulheres não são um “sexo frágil”, mas uma força essencial na sociedade, no Poder Judiciário e na advocacia, área que hoje conta com participação majoritariamente feminina. A advogada também parabenizou o TRT-10 e o artista Toninho Euzébio pelo “olhar sensível” sobre a importância das mulheres.

Realização

A programação alusiva ao Dia Internacional da Mulher no TRT-10 reúne a articulação de diferentes unidades e comitês, como a Ouvidoria da Mulher, o Subcomitê de Incentivo à Participação Feminina, os Subcomitês de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral e Sexual e o Comitê Gestor do Programa de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, além das áreas administrativas responsáveis pelo suporte operacional.

Por Jeovana Silva – TRT 10ª

ParkShopping/Multiplan promovem mobilização para apoio às vítimas das chuvas em Minas Gerais

Divulgação

Doadores de Brasília podem doar via chave Pix. BH Shopping, DiamondMall e Pátio Savassi recebem doações físicas

Diante dos impactos causados pelas fortes chuvas que atingiram diversas regiões de Minas Gerais, os shoppings da Multiplan iniciam uma mobilização solidária para apoiar as famílias afetadas.

Em Brasília, o ParkShopping participa da iniciativa por meio da divulgação da chave Pix oficial do SERVAS (abraceminas@servas.org.br), responsável pelo direcionamento das doações às famílias atingidas.

Em Belo Horizonte, o BH Shopping, o DiamondMall e o Pátio Savassi receberão doações de alimentos não perecíveis, água mineral e itens de higiene pessoal.

A campanha integra o Multiplique o Bem, hub de ações sociais da Multiplan, que reúne iniciativas de apoio às comunidades onde a companhia está presente.

Conecte-se em @parkshoppingbsb para acompanhar as novidades do shopping mais completo da cidade!

Exposição “Uma Mulher é Uma Mulher” ocupa o DF com arte urbana e narrativas femininas

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Projeto ganha a cidade a partir de 8 de março e transforma muros e redes em território de escuta, diversidade e afirmação

Depois de quase um ano de escuta, encontros, afetos e criação coletiva, Uma Mulher é Uma Mulher inaugura oficialmente sua exposição em 8 de março, Dia Internacional da Mulher, tendo a cidade como galeria.

Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e coproduzido pela Pitanga e Rovit Filmes, o projeto transformará muros, esquinas e trajetos cotidianos em território de afirmação, diversidade e reflexão sobre o feminino. Quem passar a caminho do trabalho, quem esperar o ônibus, quem atravessar a rua distraído poderá ser impactado por figuras femininas diversas. É uma exposição que não pede silêncio, mas presença. Não exige ingresso, mas disponibilidade para olhar.

A construção do projeto começou em maio de 2025, quando foi lançada uma chamada pública que mobilizou 41 mulheres do Distrito Federal. Após etapas de análise de perfis, escutas individuais e entrevistas aprofundadas, foram escolhidas oito protagonistas que representam diferentes gerações, identidades e experiências de vida. 

Mais do que um processo técnico de produção de fotos, vídeos e murais, a trajetória desses meses foi marcada por encontros. Cada ensaio foi precedido por conversas longas, partilhas de memória, trocas sinceras e construção de confiança entre equipe e participantes. Houve tempo para ouvir, acolher e compreender as camadas de cada história antes de traduzi-las em imagens”, relata Waléria Gregório, idealizadora, diretora criativa e responsável pela fotografia do projeto. 

Ao lado de Thaís Holanda, cineasta que assina o audiovisual; e Didi Colado, artista urbana responsável pelos lambe-lambes e grafites espalhados pelo Distrito Federal, ela consolidou com as participantes uma relação de afeto e entrega mútua. E o que se verá nas ruas e nas plataformas digitais não será apenas resultado estético, mas o desdobramento de vínculos construídos com respeito, sensibilidade e profundidade.

As oito protagonistas são:

Amanda Nery, que transformou experiências de violência e maternidade precoce em e construção afetiva e autonomia.

Caju, cabeleireira que fez do salão um espaço de escuta, identidade e emancipação, rompendo padrões estéticos e sociais.

Fernanda Torres, mãe atípica e sobrevivente do câncer, que ressignificou o cuidado e hoje floresce como símbolo de recomeço.

Flor Furacão, mulher trans, artista e mãe, que ocupa espaços historicamente negados e afirma a existência como ato político.

Issa Meguer, atriz e modelo de 69 anos, que enfrenta o etarismo e reafirma que potência feminina não tem prazo de validade.

Joyce, artista que vive com anemia falciforme e construiu na arte um caminho de autonomia e presença.

Malinha, jovem fotógrafa periférica que transforma vivência em linguagem visual e abre caminhos para outras meninas.

Jesus Feitosa, costureira que atravessou gerações sustentando família e futuro com linha, agulha e resistência.

A cidade como galeria

Ao longo do mês de março, serão instalados 16 painéis de lambe-lambe e 2 grafites nas regiões administrativas Guará, Águas Claras, Taguatinga e Vicente Pires. Cada obra conta com um QR Code que direciona para o Instagram e para o site oficial do projeto, com recursos de acessibilidade, ampliando a experiência da rua para o ambiente digital.

A proposta é simples e potente: provocar o encontro. Quem é essa mulher? O que ela está fazendo aqui? O que a história dela revela sobre nós? A cidade vira galeria. O Instagram torna-se extensão da rua. A imagem se transforma em pergunta.

Paralelamente, a exposição virtual apresentará vídeos, ensaios fotográficos e conteúdos criativos sobre a trajetória de cada mulher, publicados semanalmente. A cada semana, uma protagonista ocupará as redes, convidando o público a aprofundar o olhar. 

Ao final desse processo, as mulheres participantes deixarão de ser apenas personagens, tornando-se referências simbólicas de um movimento que reafirma que as mulheres são múltiplas, legítimas, plurais e estão em permanente construção.

Compartilhamento de saberes

Como parte do compromisso com formação e democratização do acesso à arte, o projeto oferecerá três oficinas gratuitas voltadas exclusivamente para mulheres, conduzidas pelas próprias artistas do projeto: Waléria Gregório, Didi Colado e Thaís Holanda.

As atividades acontecerão em 28 e 29 de março, com inscrições abertas entre 16 e 21 de março, por meio do site oficial. As oficinas ampliam o diálogo do projeto para além da exposição, fortalecendo a presença feminina nos campos da fotografia, do vídeo e da arte urbana.

Ficha técnica

ARTISTAS

Waléria Gregório – Idealizadora, Diretora Criativa e Fotografia
Thaís Holanda – Cineasta (Audiovisual)
Didi Colado – Artista Urbana (lambe-lambe e grafite)

EQUIPE

Vittor Pinheiro – Produtor Executivo
Joyce Carvalho – Diretora de Produção
Pedro Pinheiro – Produtor de Set
Thiago Ramos – Produtor de Frente
Flávia Costa – Design e Gestão de Mídias Sociais
Isaac Joshua – Acessibilidade
Maura – Assessoria de Comunicação
Nelma Fernanda – Produção de Arte Urbana (lambe-lambe e grafite)
Renata Rangel – Designer Gráfica e Assistente de Produção de Arte Urbana (lambe-lambe)

ELENCO

Amanda Nery
Caju (Juliana Marques)
Fernanda Torres
Flor Furacão (Iaguara Costah)
Issa Meguer
Joyce Carvalho
Malinha (Ana Luisa)
Jesus (Jesus Vieira Feitosa)

SERVIÇO

Uma Mulher é Uma Mulher

Lançamento oficial: 08/03 (Dia Internacional da Mulher)

Exposição Urbana

Período de visitação: de 08/03 a 03/05

*Guará 

*Águas Claras 

*Taguatinga 

Vicente Pires 

Cada obra conta com QR Code fixado no local, que dá acesso ao Instagram oficial, ao site do projeto e aos recursos de acessibilidade.

*As localidades serão informadas via redes sociais e site

Exposição Virtual

Período: de 08/03 a 03/05

Carrosel de fotos, vídeo e postagem criativa sobre cada uma das mulheres

@umamulher.pro

Oficinas Gratuitas

*Oficina de Fotografia, com Waléria Gregório
*Oficina de Vídeo, com Thaís Holanda
*Oficina de Lambe-lambe, com Didi Colado

* Data, horário e localidade serão informados via redes sociais e site

Período de inscrições: de 16 a 21/03, pelo site
Site: https://www.umamulherprojeto.com.br/

Instagram: @umamulher.pro

Exposição fotográfica “Marias” é aberta no TRT-10 e convida à reflexão sobre o enfrentamento à violência contra a mulher

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Foi aberta oficialmente nesta terça-feira (4/3), no Edifício-Sede do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10), em Brasília, a exposição fotográfica “Marias“, da jornalista e fotógrafa Ísis Dantas. A mostra, que integra as ações institucionais do Mês da Mulher, permanece aberta até 19 de março, no Saguão do Pleno, com visitação pública de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h.

Realizada em sua versão integral, a exposição reúne 43 quadros que retratam mulheres que conseguiram romper o ciclo da violência doméstica. As histórias apresentadas transformam experiências de dor em narrativas de resistência, reconstrução e esperança, destacando a importância das redes de apoio no processo de superação e fortalecimento das vítimas.

A exposição tem como objetivo sensibilizar o público para a violência contra a mulher, reconhecida como um grave problema de direitos humanos e de proteção social no Brasil. Por meio de imagens e relatos marcantes, a mostra propõe um diálogo que ultrapassa o campo jurídico e alcança a dimensão cultural e educativa, estimulando a reflexão e o engajamento coletivo no enfrentamento à violência de gênero.

Violência contra a mulher

De acordo com o 19º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil registrou 1.492 feminicídios em 2024, o maior número desde a tipificação do crime, em 2015. A maioria das vítimas foi morta em contexto doméstico, por parceiros ou ex-parceiros, evidenciando a persistência e a gravidade da violência no cotidiano das mulheres brasileiras e reforçando a urgência de iniciativas de conscientização e prevenção.

A mostra “Marias” conta com o apoio do Sindicato dos Bancários e da Associação dos Servidores do TRT-10, sob curadoria do artista plástico e fotógrafo Rinaldo Morelli, e dialoga diretamente com outras ações promovidas pelo Tribunal no Mês da Mulher, como o evento “Ampliando a compreensão sobre a violência doméstica e seus impactos”, que busca dar voz a histórias femininas e aprofundar o debate sobre o enfrentamento à violência de gênero.

As imagens e depoimentos que compõem a exposição também deram origem ao livro “Marias”, que estará disponível para consulta na Biblioteca do TRT-10, localizada no Foro Trabalhista de Brasília.

Aconchego promove palestra sobre apadrinhamento afetivo e reforça rede de vínculos para crianças acolhidas

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Encontro apresentará o Programa de Apadrinhamento Afetivo e orientará interessados em se tornar padrinhos e madrinhas de crianças e adolescentes em acolhimento institucional no DF

A OSC Aconchego promove, no próximo dia 7 de março, uma palestra sobre o Programa de Apadrinhamento Afetivo, com o objetivo de apresentar a iniciativa à comunidade e ampliar a rede de voluntários no Distrito Federal. O encontro será realizado às 10h, no Colégio Leonardo da Vinci, Unidade Asa Norte.

O Programa de Apadrinhamento Afetivo foi criado em 2002, inspirado na experiência do Instituto Amigos de Lucas, do Rio Grande do Sul. A proposta surgiu para atender crianças e adolescentes que permanecem por longos períodos em acolhimento institucional, oferecendo vínculos afetivos estáveis com padrinhos e madrinhas da comunidade.

A iniciativa é respaldada pelo Estatuto da Criança e do Adolescente e pelas diretrizes nacionais de promoção da convivência familiar e comunitária. No DF, mais de 200 crianças e adolescentes já participaram do programa, e mais de 300 pessoas foram capacitadas para atuar como padrinhos e madrinhas.

De acordo com Maria da Penha, coordenadora do projeto, o apadrinhamento contribui diretamente para o desenvolvimento emocional dos participantes. “O programa busca garantir que crianças e adolescentes em acolhimento institucional tenham referências afetivas constantes. O vínculo com padrinhos e madrinhas fortalece a autoestima e amplia as perspectivas de convivência social”, afirma.

Ela destaca que o processo envolve capacitação e acompanhamento técnico. “Os voluntários passam por preparação e recebem orientação contínua. O objetivo é assegurar que o vínculo seja responsável, estruturado e focado no bem-estar das crianças e adolescentes.”

A palestra tem como objetivo apresentar o funcionamento do programa, esclarecer dúvidas e ampliar a rede de apoio no DF. A palestra é aberta ao público interessado em conhecer o programa e entender as etapas para se tornar padrinho ou madrinha e para participar é necessário fazer inscrição pelo link: https://l1nk.dev/apadrinhamentoafetivo

SERVIÇO:

Evento: Palestra sobre Apadrinhamento

Data: 7 de março de 2026 (sábado)

Horário: 10h

Local: Colégio Leonardo da Vinci – Unidade Asa Norte

Endereço: SGAN 914

Espaço: Auditório
Inscrições: https://l1nk.dev/apadrinhamentoafetivo

Sobre o Grupo Aconchego – O Aconchego é uma entidade civil, sem fins lucrativos, fundada em dezembro de 1997, que trabalha em prol da convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes em acolhimento familiar e institucional. 

Filiado à Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção – ANGAAD o Aconchego é reconhecido como referência em Brasília e conta com grande projeção nacional na criação de tecnologias sociais com vistas à garantia do direito das crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária, por meio de ações de intervenção com potencial para a transformação social e cultural. 

Caravana do Empreendedorismo Feminino chega ao Recanto das Emas na próxima semana

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Iniciativa oferece16 cursos profissionalizantes, em dois turnos diários, ao longo do mês de março

O Recanto das Emas recebe, de 2 a 27 de março, a Caravana do Empreendedorismo Feminino, projeto que promove capacitação profissional gratuita para mulheres a partir de 16 anos. A programação será realizada na Administração Regional do Recanto das Emas e deve beneficiar centenas de participantes interessadas em aprender uma nova profissão ou ampliar a renda.

A iniciativa percorre o Distrito Federal e cidades do entorno com o objetivo de incentivar o empreendedorismo, fortalecer a autonomia financeira e ampliar as oportunidades de inserção no mercado de trabalho. Ao todo, serão oferecidos 16 cursos de curta duração, distribuídos em dois turnos diários: manhã e tarde.

A proposta é garantir qualificação prática e acessível, permitindo que as participantes coloquem o aprendizado em prática de forma imediata, seja para empreender ou conquistar uma vaga de emprego.

Para Elisângela Araújo, presidente do Instituto OMNI e responsável pela execução do projeto, a Caravana representa uma iniciativa que promove mudanças concretas na vida das participantes.

“Cada capacitação oferecida amplia as chances de geração de renda, fortalece a independência financeira e contribui para elevar a autoestima. São oportunidades efetivas para que essas mulheres se tornem protagonistas de suas trajetórias e conquistem mais espaço dentro da própria comunidade”, destaca.

Cronograma completo

Os cursos têm duração média de cinco dias, com turmas pela manhã (8h às 12h) e à tarde (13h às 17h).

2 a 6 de março

Barbearia – 08h às 12h

Panificação – 08h às 12h

Cabeleireiro – 13h às 17h

Confeitaria – 13h às 17h

9 a 13 de março

Design de sobrancelhas – 08h às 12h

Pizzaiolo – 08h às 12h

Extensão de cílios – 13h às 17h

Marmitaria – 13h às 17h

16 a 20 de março

Limpeza de pele – 08h às 12h

Sorveteria – 08h às 12h

Maquiagem – 13h às 17h

Vendas – 13h às 17h

23 a 27 de março

Microagulhamento – 08h às 12h

Construção civil – 08h às 12h

Unhas em gel – 13h às 17h

Informática – 13h às 17h

Serviço
Caravana do Empreendedorismo Feminino – Etapa Recanto das Emas
Período: 2 a 27 de março
Local: Administração Regional do Recanto das Emas
Endereço: Av. Recanto das Emas, Q 206, nº 300 – Recanto das Emas, Brasília/DF
Inscrições https://caravanadoempreendedorismo.com.br/
Realização: Instituto OMNI
Apoio: Administração Regional do Recanto das Emas
Fomento: Ministério das Mulheres

CCBB Brasília apresenta espetáculo de teatro e dança dedicado ao fim da violência contra a mulher

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NÓS ou NINGUÉM PODIA OUVIR OS OLHOS DELA, da Cia Entre Nós, entra em cartaz no CCBB Brasília com apresentações gratuitas até o dia 22 de março

Pela primeira vez no Distrito Federal, a Companhia Entre Nós abre temporada no CCBB Brasília com o espetáculo NÓS ou NINGUÉM PODIA OUVIR OS OLHOS DELA. Com estreia no dia 05 de março, a peça segue em cartaz até o dia 22, sempre de quinta a domingo, às 19h. A apresentação do dia 07 será seguida de bate-papo com o público e as sessões dos dias 20 e 21 terão acessibilidade em Libras e audiodescrição. A classificação indicativa é de 16 anos. Ingressos gratuitos no site bb.com.br/culturaou na bilheteria do CCBB Brasília. 


NÓS ou NINGUÉM PODIA OUVIR OS OLHOS DELA intersecciona dança e teatro para denunciar a violência de gênero contra a mulher, revelando a nossa dificuldade emidentificar e reagir à violência doméstica nas relações amorosas. O espetáculo é estrelado pela bailarina Daniela Rosa e pelo ator Rafael Bougleux, com direção de Fernando Gimenes. O impacto da montagem é reforçado com trilha sonora ao vivo, assinada por Larie e executada por Renata Prado e Wendel Dima. 

Em cena, um casal ouve jazz enquanto vivencia um processo artístico de investigação sobre violência e feminicídio. Uma mulher e um homem em estados de afeto e colisão dançam para que seus corpos revelem os limites de uma relação. No espetáculo, o corpo não é mais um meio para um fim, ele torna-se assunto e conta a sua própria história.

Concebido em 2015, NÓS ou NINGUÉM PODIA OUVIR OS OLHOS DELA é livremente inspirado em casos reais, como a morte brutal da cantora Eliane de Grammont, em 1981, assassinada a tiros no palco pelo ex-marido e cantor Lindomar Castilho, e em obras plásticas e literárias de Dione Carlos, Suzanne Lacy, Nan Goldin e Nina Simone. Ao tocar no real, a montagem evoca a cumplicidade do espectador, colocando-o como testemunha ocular da história. 

No Brasil, dados públicos alarmantes registram que quatro mulheres são vítimas de feminicídio a cada 24 horas. Em 2023, o Ministério das Mulheres instituiu o Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios (Decreto nº 11.640/2023), com o objetivo de prevenir todas as formas de discriminação, misoginia e violência de gênero contra mulheres e meninas.

Oficina gratuita de dança-teatro

No dia 14 de março, sábado, das 9h30 às 12h30, a Cia. Entre Nós realizará a oficina Corpos que Não Se Calam. A atividade é inspirada no processo criativo do espetáculo e propõe um percurso de criação que articula corpo, espaço e imagem na investigação da violência contra a mulher. Os participantes serão estimulados a criar microcenas, experienciando o corpo como campo sensível de memória, resistência e elaboração simbólica. A oficina é voltada para pessoas maiores de 18 anos, com vagas limitadas. Para participar, é necessário retirar o ingresso gratuito no site bb.com.br/cultura.

Sobre a companhia

A Cia. Entre Nós foi criada em 2015, na cidade de Franca (SP), a partir da união da bailarina Daniela Rosa e do ator Rafael Bougleux. O coletivo nasceu com o propósito de investigar e experimentar as possibilidades de diálogo entre a dança e o teatro, propondo criações cênicas que transcendem as áreas de atuação de seus integrantes. Com dois espetáculos autorais, a Cia. tem circulado pelo estado de São Paulo e em festivais nacionais e na América Latina.

Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

Acessibilidade

A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional.

O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta no vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. 

Horário da van – De quinta-feira a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB:  13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h. | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.

SERVIÇO

NÓS ou NINGUÉM PODIA OUVIR OS OLHOS DELA – Cia. Entre Nós 

Quando: 05/03 a 22/03/26, de quinta a domingo, às 19h

Onde: CCBB Brasília – Galeria 4

Endereço: Asa Sul, Trecho 2

Ingressos gratuitos: no site bb.com.br/culturaou na bilheteria do CCBB Brasília

Classificação indicativa: 16 anos

Duração: 70 minutos

CCBB Brasília

Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h

Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves 

Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF

Informações

Fone: (61) 3108-7600

E-mail: ccbbdf@bb.com.br 

Site: bb.com.br/cultura 

Instagram: @ccbbbrasilia

Facebook: @ccbbbrasilia

TikTok: @ccbbcultura

YouTube: @bancodobrasil

O Filme “O Caso dos Estrangeiros” chega às telas em 26 de fevereiro

Por Gláucie Lima

Foto divulgação

O drama “O Caso dos Estrangeiros” (I Was a Stranger). Uma produção conjunta da JordâniaTerritório Palestino Ocupado e Estados Unidos baseado em 14 milhões de histórias verdadeiras sobre a crise migratória ocorrida na Síria nos anos de 2011 a 2024.

O filme retrata as escolhas difíceis de sobrevivência, envolvendo contrabandistas, soldados e guardas costeiras, baseando-se no cenário atual e trágico do deslocamento humano.  O longa-metragem é dirigido por Brandt Andersen e inspirado em seu próprio curta-metragem anterior, “Refugee” (2020), focado nas mesmas temáticas. O diretor, e também, roteirista, buscou honestidade em todos os aspectos, conversando com refugiados reais para compor a narrativa

Catástrofes em Aleppo dão início a uma cadeia de acontecimentos, que liga cinco famílias na Síria, de nacionalidades distintas, com diálogos em árabe, grego e inglês e que se entrelaçam em busca de um mesmo objetivo!

A direção de Brandt Andersen, que também roteirizou o filme, foi capaz de individualizar os expoentes dessas famílias, valendo-se de cada peculiaridade dos personagens em suas participações no enredo, sempre mantendo a câmera bem próxima, para que o expectador capture toda emoção e tensão que o enredo proporciona, porém longe de qualquer exibicionismo.

Sinopse

Quando um médico sírio é forçado a fugir de Aleppo com sua filha pequena, uma escolha desesperada desencadeia uma série de eventos que atravessam fronteiras e acabam envolvendo quatro estranhos na mesma história. No caminho, ele cruza com um contrabandista que tenta salvar o próprio filho, um soldado em conflito com a própria consciência, uma poetisa em busca de um lar e um capitão da guarda costeira grega dividido entre o dever e a compaixão. Seus destinos se entrelaçam em uma única noite no Mediterrâneo, onde a sobrevivência é incerta e a humanidade se revela em sua forma mais crua.

TÍTULO ORIGINAL
I Was a Stranger

DIRIGIDO POR
Brandt Andersen

ELENCO

Omar Sy, Yasmine Al Massri, Yahya Mahayni, Ziad Bakri, Constantine Markoulakis, Jason Beghe, Ayman Samman, Massa Daoud, Angeliki Papoulia

DISTRIBUIDORA
Paris Filmes

DURAÇÃO
103 minutos

ESTREIA
26/02/2026

Fraternidade Sem Fronteiras realiza primeiro Encontro Regional de 2026 na capital federal

Divulgação

Marcado para o dia 21 de fevereiro, na Casa da Caridade Inácio Daniel, em Águas Claras, evento contará com a presença do fundador-presidente da instituição, Wagner Moura Gomes, além de várias outras personalidades que inspiram a fraternidade no Brasil e no mundo

A Fraternidade Sem Fronteiras (FSF) -Organização humanitária e não-governamental com atuação em nove países – escolheu a capital federal para sediar o primeiro Encontro Regional de 2026. O evento será no próximo dia 21 de fevereiro (sábado), das 7h às 17h, na Casa da Caridade Inácio Daniel, em Águas Claras, sob organização de voluntários brasilienses.

O tema desta edição será “Um só povo, um só coração” e os recursos arrecadados com as inscrições serão totalmente destinados aos projetos “Órfãos do Congo”, “Clínica da Alma” e aos trabalhos assistenciais desenvolvidos por Marcos Regis, do Complexo Social Fraternidade Servos de Maria, e da Maira Rocha, da Casa da Caridade Inácio Daniel.

“É muito emblemático e representativo que, diante de tantos desafios que o mundo vem enfrentando, Brasília tenha sido escolhida para sediar o primeiro encontro regional da FSF, em 2026. A nossa proposta é semear esperança e amor no coração dos participantes, trazendo falas potentes acerca de experiências de irmãos que vivem e apoiam os nossos projetos e atuam pela paz”, afirma Wagner Moura Gomes, fundador-presidente da FSF.

Além de Wagner, estarão presentes: Maira Rocha – oradora espírita, médium-fundadora da Casa de Caridade Inácio Daniel; Marcos Regis –  advogado e fundador do Complexo social Fraternidade Servos de Maria, em Teresina, PI; Irmã Aíla – filósofa, doutora em Teologia e membro do grupo religioso Instituto Nova Jerusalém, em Fortaleza/CE; Pastor Milton Marques – fundador da Clínica da Alma MS, instituição com 18 anos de existência, e coordenador Projeto Fraternidade na Rua – polo Campo Grande – MS no acolhimento a pessoas em situação de rua e/ou dependência química; João Signorelli – ator; Quincas Veloso – palestrante espírita e Amanda Morais, Daniela Migliari, Renato Marques, Taina Pessoa – voluntários e caravaneiros da Fraternidade Sem Fronteiras.

Taina Pessoa, uma das voluntárias organizadoras do evento, conta que os nomes foram escolhidos com muito carinho. “Será um dia para nos conectarmos como uma grande família, compartilhando experiências, inspirações e a certeza de que, quando caminhamos lado a lado, conseguimos transformar vidas”, afirma.

“A presença de cada participante, além de fortalecer nosso movimento de fraternidade, contribui diretamente para oferecer acolhimento, cuidado e novas oportunidades a muitas crianças”, reforça Benjamin Evangelista, que coordena o grupo de voluntários da FSF em Brasília.

Encontro Regional FSF
O Encontro Regional da FSF em Brasília é aberto a todo público e as inscrições podem ser feitas pelo link: https://fraternidadesemfronteiras.colabore.org/fsfembsb.
O valor é de R$120 e será destinado para os trabalhos desenvolvidos nos projetos “Órfãos do Congo”, no acolhimento de crianças órfãs pela guerra, “Clínica da Alma”, no acolhimento de pessoas em situação de rua e/ou com dependência química; e aos trabalhos assistenciais desenvolvidos por Marcos Regis, do Complexo Social Fraternidade Servos de Maria, e da Maira Rocha, da Casa da Caridade Inácio Daniel.

O evento conta com a modalidade do Ingresso Solidário, que possibilita ao participante doar uma inscrição para que pessoas em situação de vulnerabilidade financeira também possam vivenciar esse encontro de amor e acolhimento. Trata-se de um gesto simples, mas de grande impacto social, capaz de ampliar o acesso, promover a inclusão e transformar vidas por meio da solidariedade.

PROGRAMAÇÃO PRÉVIA*

Encontro Regional da Fraternidade Sem Fronteiras – Brasília (DF)

Tema: Um só povo, um só coração

Dia 21 de fevereiro de 2026

Manhã

7h – 8h | Credenciamento e Acolhida Fraterna

Recepção dos participantes e integração inicial.

8h | Abertura Musical

Momento de boas-vindas e sintonia fraterna

8h20 | Abertura: Boas-Vindas com Maíra Rocha

 8h40 | Missão e Valores da Fraternidade Sem Fronteiras com Wagner Moura Gomes

9h | Painel: Caravana e Órfãos do Congo com Renato Marques e AmandaMorais

Relato de vivências e impactos do trabalho fraterno com as crianças órfãs do Congo.

9h40 | Intervalo 

 10h| Diálogo Interreligioso

Tema: Um só povo, um só coração

Um encontro de fé, respeito e união entre diferentes tradições espirituais, com a presença de:

          •         Pastor Milton – Representando a tradição Evangélica

          •         Irmã Aíla Pinheiro – Representando o Catolicismo

          •         Maíra Rocha – Representando o Universalismo

          •         Marcos Regis – Representando a Umbanda 

          •         Quincas Veloso – Representando o Espiritismo 

12h | Almoço 

Tarde

13h30 | Momento Musical

Apresentação com grupo local de Brasília.

14h | Painel: Experiência de Caravanas com Taina, Daniela Migliari e Everton

Compartilhamento de experiências e aprendizados nos projetos vivenciados.

14h40 | Palestra: Irmã Aíla Pinheiro

Reflexão espiritual e inspiradora sobre fraternidade e fé.

15h10 | Palestra: Maíra Rocha

Reflexão sobre a fraternidade e propósito

15h40 – 16h | Intervalo 

16h | Encenação: Mahatma Gandhi Com João Signorelli 

Espetáculo reflexivo sobre a vida e a mensagem de paz do líder indiano.

17h | Encerramento com Wagner e Maíra

Mensagem final de fraternidade.

*Sujeita a alterações.

Sobre a Fraternidade sem Fronteiras – A FSF é uma Organização humanitária e Não-Governamental, com sede em Campo Grande (MS) e atuação brasileira e internacional, com atuação em oito países, em alguns dos lugares mais pobres do planeta, com esperança e profundo desejo de ajudar, acabar com a fome e construir um mundo de paz. A instituição possui 77 polos de trabalho, mantém centros de acolhimento, oferece alimentação, saúde, formação profissionalizante, educação, cultivo sustentável, construção de casas e ainda, abraça projetos de crianças com microcefalia e doença rara. Todos os trabalhos são mantidos por meio de doações e principalmente pelo apadrinhamento com valor mensal a partir de R$35. Mais informações podem ser obtidas pelo site http://www.fraternidadesemfronteiras.org.br

SERVIÇO:

ENCONTRO REGIONAL FSF – BRASÍLIA (DF)
Quando: 21 de fevereiro, das 7h às 17h
Onde: Casa da Caridade Inácio Daniel 
Endereço: ADE de Águas Claras, Conjunto 10, Lote 11 (ao lado da Cardanbrás)
Site: www.fraternidadesemfronteiras.org.br
Inscrições: R$ 120
Link: https://fraternidadesemfronteiras.colabore.org/fsfembsb

Não posso participar do encontro, mas quero doar para a FSF 

PIX: 11.335.070/0001-17

Não posso participar do encontro, mas quero apadrinhar um projeto: https://apadrinhe.fraternidadesemfronteiras.org.br/pf

Instituto Regenera Hub estreia 2026 com festa consciente no Carnaval de Brasília

Divulgação

Conexão Regenera acontece no Dia da Amizade e propõe um sábado de Carnaval sem álcool, com música, rituais, arte e experiências de conexão

No sábado de Carnaval, 14 de fevereiro, a partir das 14h, o Instituto Regenera Hub abre oficialmente sua agenda de 2026 com a primeira edição do Conexão Regenera, uma festa consciente que une música, dança circular, vivências, arte e espiritualidade. A novidade é o novo local do evento: na Casa Yepa-Mahsã, no Noroeste, um território que acolhe esse chamado para um carnaval mais consciente, com música, dança, rituais, discotecagem, drinks sem álcool, nutrindo corpo e espírito ao longo do dia.

Realizado no Dia da Amizade, o encontro propõe uma celebração sem álcool, com drinks naturais, cerimônia do cacau, discotecagem e rituais ancestrais, reunindo nomes como Maria Cleudes, Álvaro Tukano, DJ João Melillo, Nadyne Uakti, Martinha do Coco e Isabela Gusman.

“Abriremos o portal com uma cerimônia de abertura e roda de autobenzimento, conduzida por Maria Cleudes, com a presença especial de Álvaro Tukano, trazendo a benção ancestral que ancora e protege o campo do encontro”, conta Alisson Sindeaux, presidente do Instituto Regenera Hub.

“Ao longo da tarde, haverá um momento especial de muito Maracatu e Samba de Coco sob o comando da Mestra Martinha do Coco, para dançarmos e celebrarmos com alegria o carnaval”, completa, lembrando que “seguimos celebrando com dança no pôr do sol, música que movimenta o corpo e o coração, até mergulharmos juntos na Cerimônia do Cacau, ritual que aprofunda a conexão e abre os caminhos do sentir”, finaliza Sindeaux.

Programação:
14:00 – Abertura: Acolhida e Roda de Autobenzimento com Maria Cleudes. Participação especial de Álvaro Tukano para a bênção ancestral de abertura.
15:00 – Martinha do Coco Convida: Maracatu, Coco e ritmos tradicionais.
17:30 – Celebração: Set “Dançando no Pôr do Sol” com DJ Melillo discotecando; e condução da dança e consciência corportal Nadyne Uakti
19:00 – Festa Consciente: Início da Cerimônia do Cacau.
23:00 – Encerramento: Agradecimentos e fechamento.

SERVIÇO:
Conexão Regenera
Quando: 14 de Fevereiro, a partir das 14h
Onde: Casa Yepa-Mahsã, no Noroeste
Ingresso + Cacau: 60,00
Ingresso Amigo: 100,00 (compra 1 e ganha outro)
Ingresso consciente: R$30,00 (APOIE O PROJETO – SEM CACAU)
Crianças até 12 anos – Grátis
Inscrições: https://www.sympla.com.br/evento/conexao-regenera-festa-consciente-carnaval/3286112

Escola Carnavalesca de Verão promove três oficinas gratuitas de percussão

Foto divulgação

As formativas vão promover o diálogo histórico e a prática de alguns instrumentos de percussão presentes no Carnaval. As aulas vão ocorrer dos dias 9 a 11 de fevereiro, das 14h à 18h, na sede do No Setor

A partir da próxima segunda-feira (9/2), o Instituto No Setor e o Comitê de Cultura do Distrito Federal realizam três oficinas gratuitas para iniciantes ou interessados em aprender e conhecer as origens históricas e a prática de alguns dos principais instrumentos de percussão do Carnaval. As aulas compõem a programação da Escola Carnavalesca de Verão e ocorrerão nos dias 9, 10 e 11 de fevereiro, das 14h às 18h, na sede do Instituto No

Setor (Setor Comercial Sul). As inscrições são realizadas por meio de formulários eletrônicos, por oficina, disponibilizados nas redes sociais do Comitê de Cultura do DF.

Iniciando os estudos carnavalescos da semana, a primeira oficina, ministrada pela percussionista Norma Jaqueline, propõe o estudo teórico e prático do Agbê, explorando as origens históricas, simbologia cultural e funções musicais nos contextos afro-latinos do

instrumento. No dia seguinte (10/2), Norma volta ao Setor Comercial Sul para uma oficina composta pelo diálogo histórico e a prática do Agogô.

Em cada aula, os participantes terão contato com os cuidados e as técnicas básicas do Agbê e do Agogô, aprendendo a partir da prática de ritmos tradicionais e da execução coletiva. Norma Jaqueline explica que a realização das oficinas supre uma demanda da cidade de promover espaços de aprendizado e da prática de diferentes instrumentos.

“Desde a pandemia, as pessoas sentiram a necessidade de conviver mais, de estar nas ruas, de se unir, e a música vem junto”, destaca.

“A música agrega, ela é democrática para todas as idades. Logo, essa procura aumentou.

”Em seguida, na quarta-feira (11/2), a sede do Instituto No Setor recebe o músico e arte educador Lucas Ramalho, para uma oficina que une a teoria e a prática do timbal, do trio de surdos e de instrumentos complementares da percussão carnavalesca. Lucas é percussionista e recentemente desenvolveu o projeto Pausa de Colcheia, uma série de entrevistas com artistas da percussão da cidade.

“As atividades têm como foco o aprimoramento das técnicas iniciais de execução, o desenvolvimento da coordenação motora, da escuta musical e da improvisação, priorizando a vivência da prática coletiva”, explica a coordenadora pedagógica do Comitê de Cultura do DF, Ângela Bicalho.

As três oficinas são gratuitas, com emissão de certificado de participação, dando continuidade à missão do Instituto No Setor e do Comitê de Cultura do DF de construir uma rede democrática de aprendizado e construção coletiva da cena cultura  do Distrito Federal.

Serviço

Escola Carnavalesca de Verão – Oficinas de percussão

De 9 a 11 de fevereiro, das 14 às 18h, no Instituto No Setor (SCS Quadra 5, Bloco C ·

Edifício José Haje, Sobreloja 70/74). Inscrições por formulário eletrônico.

●Segunda-feira (9/2): Oficina Toques do Agbê – Norma Jaqueline

●Terça-feira (10/2): Oficina Toques do Agogô – Norma Jaqueline

●Quarta-feira (11/2): Oficina de Timbal, Trio de Surdos e Improvisação na Percussão

Carnavalesca – Lucas Ramalho

Projeto Mulheres no Campo abre inscrições para capacitação a mulheres rurais

Foto divulgação

Iniciativa oferece cursos gratuitos de cultivo de morango, marketing e empreendedorismo rural na zona rural do DF, com foco em mulheres em situação de vulnerabilidade

O projeto Mulheres no Campo inicia suas atividades em Brazlândia, com o objetivo de promover a capacitação gratuita e o empoderamento de mulheres que vivem na zona rural da região. A iniciativa vai beneficiar diretamente 100 mulheres, por meio de oficinas práticas de cultivo sustentável de morangos e capacitações em empreendedorismo rural e marketing.

Executado pelo Instituto Sociocultural Comunitário (ISC), com o apoio do Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (SEDET-DF), o projeto busca fortalecer a autonomia financeira das participantes, ampliar oportunidades de geração de renda e valorizar o papel da mulher como agente produtora no campo.

Brazlândia é reconhecida como o principal polo de produção de morangos do Distrito Federal, sendo responsável por mais de 60% da produção local. Apesar desse protagonismo, muitas mulheres rurais ainda enfrentam dificuldades de acesso à capacitação técnica, ao empreendedorismo e aos canais de comercialização. O projeto surge justamente para enfrentar essas desigualdades, oferecendo formação prática, acompanhamento técnico e incentivo à organização produtiva feminina.

Inscrições

As inscrições serão realizadas no período de 27 de janeiro a 2 de fevereiro de 2026, preferencialmente de forma eletrônica, por meio do portal de inscrição da SEDET-DF, no endereço https://app.setrab.df.gov.br/acesso, mediante o preenchimento do Formulário de Inscrição – Mulheres no Campo.

Também será disponibilizada a opção de inscrição presencial no endereço da Organização da Sociedade Civil responsável pela execução do projeto, localizado na St. Chácara 109 B – Rodeador, Brazlândia, Brasília-DF, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, com apoio para o preenchimento do formulário eletrônico.

Cursos e vagas

Ao todo, serão ofertadas 100 vagas, distribuídas em quatro cursos de qualificação profissional, todos com aulas de segunda a sexta-feira, nos turnos matutino e vespertino.

  • Cultivo de Morango – turno matutino: 25 vagas.
  • Cultivo de Morango – turno vespertino: 25 vagas.
  • Marketing – turno matutino: 25 vagas.
  • Empreendedorismo Rural – turno vespertino: 25 vagas.

Os cursos terão carga horária total de 20 horas/aula. O turno matutino será realizado das 8h às 12h e o turno vespertino, das 14h às 18h. As atividades formativas ocorrerão no endereço St. Chácara 109 B – Rodeador, em Brazlândia.

Requisitos de participação

Para participar do processo seletivo, é necessário ser residente em Brazlândia, ter idade mínima de 16 anos e atender aos critérios estabelecidos no edital. No caso de candidatas entre 16 e 17 anos, será exigida autorização dos pais ou responsáveis legais.

O projeto é direcionado prioritariamente a mulheres negras, jovens, pessoas com deficiência, imigrantes e demais grupos historicamente vulnerabilizados, respeitando todos os níveis de escolaridade.

Processo de seleção

A seleção será realizada em duas etapas. Na primeira, as candidatas serão classificadas e ranqueadas com base nas informações autodeclaradas no formulário de inscrição. Em caso de empate, terão prioridade aquelas que demonstrarem maior interesse ou aptidão para atividades relacionadas ao cultivo agrícola e ao empreendedorismo rural.

O resultado final da seleção e eventuais convocações poderão ser acompanhados no site da SEDET-DF. Caso o número de inscritas ultrapasse o total de vagas disponíveis, será formado cadastro reserva.

Matrícula e certificação

As candidatas convocadas deverão comparecer ao local do curso entre os dias 5 e 8 de fevereiro de 2026 para confirmação da matrícula, apresentando documento de identificação com foto, CPF e comprovante de residência.

Ao final da formação, as participantes que cumprirem, no mínimo, 75% da carga horária e demonstrarem aproveitamento satisfatório nas atividades práticas receberão certificado, validado pela entidade qualificadora e pela SEDET-DF.

Início das atividades

O início das aulas está previsto para o dia 9 de fevereiro de 2026, podendo haver alteração mediante justificativa da SEDET-DF, com divulgação prévia em seu portal oficial.

Mais informações

Outras informações podem ser obtidas junto à Subsecretaria de Economia Solidária da SEDET-DF, pelos telefones (61) 3777-9345 e (61) 3777-9324, ou pelo site http://www.sedet.df.gov.br.

SERVIÇO

Projeto: Mulheres no Campo
Local: Zona rural de Brazlândia – DF (Chácara 109 B, Rodeador)
Público-alvo: Mulheres rurais em situação de vulnerabilidade social
Cursos: Cultivo de morango, marketing e empreendedorismo rural
Vagas: 100
Realização: Instituto Sociocultural Comunitário (ISC)
Parceria/Fomento: Governo do Distrito Federal / SEDET-DF
Inscrições: Site da SEDET
(https://sedet.df.gov.br/) – até dia 02/02

Programa em dança e artes performáticas de longa duração, “Mergulhos na Criação” está com inscrições abertas

Foto divulgação

Iniciativa do Núcleo de Formação ASQ, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF, oferece seis meses de imersão gratuita e prática com mentoria de referências nacionais e internacional

Brasília, fevereiro de 2026 – O Núcleo de Formação da Anti Status Quo Companhia de Dança lança o programa “Mergulhos na Criação”, uma formação intensiva e gratuita voltada para criadores, bailarinos, intérpretes e performers. Com duração de seis meses (de fevereiro a julho de 2026), o projeto tem como objetivo desenvolver a dança investigativa no Distrito Federal, por meio de uma prática de criação continuada que privilegia o aprofundamento e a maturação de projetos autorais. A iniciativa é realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).

Sob a condução da coreógrafa e diretora Luciana Lara, referência com 37 anos de carreira, o programa se destaca pela proposta de imersão prolongada e pela qualidade das facilitadoras envolvidas. Além da mentoria principal, os participantes contarão com a expertise de duas grandes convidadas: a artista mineira Dudude Herrmann, especialista em improvisação, e a coreógrafa internacional Suzannah McCreight, da Irlanda do Norte. As inscrições gratuitas já estão abertas e devem ser feitas pelo e-mail oficinaslucianalara@gmail.com. As vagas são limitadas.

SOBRE O PROGRAMA

O “Mergulhos na Criação” é direcionado a artistas de várias linguagens em diferentes estágios da carreira que tenham o corpo, o movimento e a interdisciplinaridade como eixos centrais de seu trabalho. A proposta é desafiar estruturas da criação para dança, ampliar o repertório criativo e fomentar a produção de trabalhos coreográficos inovadores.

Ao longo de seis meses, os selecionados terão encontros semanais (terças, quintas e sextas, das 12h15 às 14h) e imersões mensais de fim de semana como a residência artística com Dudude Hermann, totalizando 200 horas de atividades. Cada participante desenvolverá um solo autoral, recebendo mentoria individualizada constante, feedback coletivo e participando de dois compartilhamentos públicos de processo, seguidos de debates com recursos de acessibilidade (Libras e audiodescrição). As atividades ocorrerão no Centro de Dança do DF.

DIFERENCIAIS

O programa se notabiliza por sua estrutura de criação continuada, oferecendo tempo e espaço qualificados para o amadurecimento de projetos, o que é raro em formações de curta duração. Outro pilar é a mentoria de referência, assegurada pela condução de Luciana Lara e pela participação especial de duas artistas consagradas. A gratuidade total, viabilizada pelo fomento público, garante acesso democrático. 

Seu foco investigativo estimula uma produção autoral, não convencional e interdisciplinar, contribuindo para a cena local. Além disso, o compromisso com a acessibilidadeé evidente nos compartilhamentos abertos ao público, que contarão com tradução em Libras e audiodescrição.

SOBRE AS ORIENTADORAS

A frente do programa está Luciana Lara, diretora e fundadora da Anti Status Quo Companhia de Dança. Com uma trajetória sólida de 37 anos dedicados à criação, Lara é uma das principais referências da dança contemporânea no Centro-Oeste e no Brasil, tendo formado gerações de artistas através do seu Núcleo de Formação ASQ.

Como convidada especial, o programa recebe Dudude Herrmann, artista mineira premiada e reconhecida nacionalmente como uma das pioneiras e maiores estudiosas da improvisação em dança no país. Sua obra é conhecida pelas intersecções com o teatro, a performance e a música. Herrmann dirige o consagrado Atelier de Criação em Casa Branca (MG), espaço referência que há quase uma década recebe residências artísticas nacionais e internacionais.

Completando o time de facilitadoras, a convidada internacional Suzannah McCreighttraz uma perspectiva inovadora. Coreógrafa, dançarina e diretora da Green Light Dance Company, sediada em Belfast (Irlanda do Norte), McCreight possui extensa pesquisa em abordagens somáticas aplicadas à coreografia e ao coaching artístico, oferecendo uma prática de conexão sensória na criação e execução do movimento, oferecendo uma nova visão fresca que agrega questões relevantes sobre presença cênica na dança.

ATIVIDADES ABERTAS AO PÚBLICO

O programa se inicia com um workshop gratuito e aberto à comunidade, intitulado “Quando o Corpo Escuta”, ministrado por Suzannah McCreight. A atividade, que acontece no dia 3 de fevereiro (terça-feira), das 12h15 às 14h, no Centro de Dança do DF, propõe uma imersão na escuta e na percepção do corpo.

Através da sensibilização somática, os participantes são convidados a refinar sua atenção aos ritmos internos, conexões corporais e fluxos de energia, usando essa escuta como ponto de partida para um movimento orgânico e integrado. A vinda da artista é apoiada pelo Arts Council of Northern Ireland e pela National Lottery do Reino Unido em parceria com o British Council.

Em abril, nos dias 11 e 12, a artista Dudude Herrmann comandará a residência “Instalações Efêmeras”. A proposta, que acontece no mesmo local, visa alargar o entendimento sobre a improvisação como linguagem artística final e não apenas como parte do processo criativo. Por meio de exercícios que estimulam a fisicalidade, a espacialidade, o ritmo e a percepção sensorial, os participantes serão conduzidos a um treinamento prático da improvisação, investigando a composição em tempo real de “estados de dança” e desenvolvendo estratégias pessoais de criação. A residência terá carga horária intensiva, das 9h às 13h e das 15h30 às 18h, no sábado e no domingo.

As inscrições para ambas as atividades abertas são gratuitas e devem ser feitas pelo e-mail oficinaslucianalara@gmail.com, sujeitas à disponibilidade de vagas limitadas.

SERVIÇO

Programa: Mergulhos na Criação – Programa para Criadores em Dança e Artes Performativas.

Período: De 3 de fevereiro a 30 de julho de 2026.

Dias e Horários: Encontros semanais às terças, quintas e sextas-feiras, das 12h15 às 14h, além de imersões mensais em finais de semana.

Workshop de abertura: “Quando o corpo escuta” com Suzannah McCreight  

Dia e Horário: 3 de fevereiro, terça-feira, das 12h15 às 14h.

Residência: Instalações Efêmeras com Dudude Herrmann

Dias e horário: 11 e 12 de abril, sábado e domingo, das 9 às 13h e das 15h30 às 18h

Local: Centro de Dança do DF.

Público-alvo: Artistas, criadores, bailarinos/intérpretes e performers em diferentes estágios da carreira.

Carga horária total: 200 horas.

Certificado: Será emitido para participantes com frequência mínima de 80%.

Inscrições: Gratuitas, por e-mail (oficinaslucianalara@gmail.com). Vagas limitadas.

Realização: Núcleo de Formação ASQ da Anti Status Quo Companhia de Dança.

Patrocínio: Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).

Carreta de Mamografia retorna a Brasília para ofertar 700 exames gratuitos a partir de amanhã (29). Ação passará por Estrutural, Ceilândia e Plano Piloto

Foto divulgação

Iniciativa da Fundação Laço Rosa, com patrocínio da Betano e apoio do GDF, promove a conscientização e o diagnóstico precoce do câncer de mama. Veja como agendar!

A Carreta de Mamografia da Fundação Laço Rosa retorna a Brasília a partir desta quinta-feira (29) para oferecer exames gratuitos de mamografia, principal forma de diagnóstico precoce do câncer de mama. Com patrocínio master da Betano e parceria do Governo do Distrito Federal, a unidade móvel passará por Estrutural, Ceilândia, estacionamento do Planetário, Rodoviária e Congresso Nacional, entre os dias 29 de janeiro a 4 de fevereiro. A expectativa é ofertar 700 exames gratuitos ao longo da semana. Os agendamentos devem ser feitos com antecedência pelo site: www.mamografiasalva.com.br.

“Foram mais de 2.400 inscritos para realizar o exame quando a carreta visitou o DF em novembro do ano passado para oferta de 564 exames. Destas, 419 pessoas compareceram e 145 faltaram ao agendamento, que poderia ter beneficiado mulheres que precisam. O absenteísmo ainda é um desafio, mas com apoio e a parceria das Secretarias envolvidas e órgãos públicos, trabalhamos para que a segunda temporada tenha um número bem menor de pessoas que agendam e não comparecem” , destaca Marcelle Medeiros, presidente da Fundação Laço Rosa.

A mamografia é a ferramenta capaz de detectar o câncer em estágios iniciais, o que aumenta em até 95% as chances de cura. Para a realização do exame, podem se inscrever:

  • Mulheres a partir de 40 anos, beneficiárias do SUS, que não tenham feito mamografia nos últimos 12 meses.
  • Mulheres abaixo de 40 anos, beneficiárias do SUS, apenas com pedido médico ou indicação clínica.

As inscrições devem ser feitas no site http://www.mamografiasalva.com.br, por meio de formulário, ressaltando que o cadastro não garante a vaga. O exame é gratuito e as vagas são limitadas.

Entre os critérios para seleção de beneficiárias estão: idade, data do último exame, indicação clínica e ordem de inscrição. As usuárias contempladas serão contactadas via whatsapp pela equipe da Fundação Laço Rosa para confirmar o agendamento e indicar data e horário do exame.

Veja os horários e locais de atendimento na Carreta de Mamografia em Brasília de 29/1 a 4/2:

  • 29 e 30/1 (quinta e sexta-feira): Entrada da Região Administrativa da Estrutural ao lado do posto de saúde – Das 09h às 17h (último horário de agendamento às 16h)
  • 31/1 (sábado): Casa da Mulher Brasileira, CNM O1, Ceilândia – Das 09h às 16h
  • 1/2 (domingo): Estacionamento do Planetário, Eixo Monumental – Das 09h às 14h
  • 2/1 (segunda-feira): Ceilândia Casa da Mulher Brasileira, CNM O1, Ceilândia – Das 09h às 17h
  • 3/1 (terça-feira): Rodoviária, Eixo Monumental – Das 09h às 18h
  • 4/2 (quarta-feira): Em frente ao Congresso Nacional – Das 09h às 16h

A ação faz parte da campanha nacional “O Laço que nos une é o autocuidado”, projeto que recebe o patrocínio master da Betano e, em 2025, ofertou 3 mil exames, passando por Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília.

“Os números de 2025 nos mostraram a necessidade e a importância de uma iniciativa como esta. Decidimos renovar a nossa parceria com a Laço Rosa, agora por todo o ano de 2026, para que mais mulheres e cidades do Brasil possam ser atendidas pelo projeto. Usaremos a força e o alcance da marca Betano para apoiar a conscientização sobre este tema tão relevante e para salvar vidas”, destaca Fernanda Brunsizian, Diretora de Comunicação e Responsabilidade Social da Betano.

SERVIÇO
Carreta de mamografia da Fundação Laço Rosa | Brasília
Inscrições: Agendamento gratuito de mamografia pelo site: http://www.mamografiasalva.com.br
Atendimentos: de 29 de janeiro a 4 de fevereiro, conforme cronograma:

  • 29 e 30/1 (quinta e sexta-feira): Entrada da Região Administrativa da Estrutural ao lado do posto de saúde – Das 09h às 17h (último horário de agendamento às 16h)
  • 31/1 (sábado): Casa da Mulher Brasileira, CNM O1, Ceilândia – Das 09h às 16h
  • 1/2 (domingo): Estacionamento do Planetário, Eixo Monumental – Das 09h às 14h
  • 2/1 (segunda-feira): Ceilândia Casa da Mulher Brasileira, CNM O1, Ceilândia – Das 09h às 17h
  • 3/1 (terça-feira): Rodoviária, Eixo Monumental – Das 09h às 18h
  • 4/2 (quarta-feira): Em frente ao Congresso Nacional – Das 09h às 16h

Quem pode participar:

  • Mulheres a partir de 40 anos, beneficiárias do SUS, que não tenham feito mamografia nos últimos 12 meses.
  • Mulheres abaixo de 40 anos, beneficiárias do SUS, apenas com pedido médico ou indicação clínica.

Sobre a Fundação Laço Rosa
A Laço Rosa é feita por um grupo de pessoas que luta diariamente para mudar a realidade do câncer de mama no Brasil e no mundo. Empoderamento feminino, influência de políticas públicas, resgate de autoestima e defesa de direitos de pacientes são os pilares da instituição que mantêm programas e atividades com esses objetivos. Entre os números de impacto 2023/2024 estão mais de 25.000 pessoas impactadas diretamente pelas ações da instituição; 5.100 exames de mamografia doados em um dos projetos; 2.200 jovens impactados em escolas com informação segura sobre a doença; 1.900 voluntários envolvidos. 8.547 perucas doadas. Mais de 6 milhões de pessoas foram impactadas nas redes sociais.

A Fundação Laço Rosa nasceu no ano de 2011, pelas mãos de Aline Lopes, suas irmãs, Marcelle Medeiros e Andréa Ferreira, familiares e amigos. Com a missão de ajudar o paciente com câncer de mama e seus familiares a atravessarem os impactos do diagnóstico com leveza, conhecimento e sem perder a fé de que dias melhores sempre virão, a Laço Rosa é referência no cenário nacional quando o assunto é empatia e humanização do câncer de mama.

Hoje, a instituição tem Marcelle Medeiros como Presidente e conta com o apoio de uma diretoria dedicada, voluntários e colaboradores empenhados em ajudar a mudar o cenário da doença no Brasil. Com sede em Ipanema, na comunidade do Pavão -Pavãozinho-Cantagalo, no Rio de Janeiro, fruto de uma cooperação técnica entre Secretaria de Estado da Mulher e FAETEC, as ações da instituição possuem abrangência nacional. Anualmente as contas da instituição são auditadas e os relatórios de impacto publicados no site para consulta pública seguindo o compromisso de transparência e as boas práticas de gestão do terceiro setor.

Sobre a Betano
A Betano, uma das maiores casas de apostas esportivas do Brasil, é uma marca criada para oferecer excelentes experiências por meio de sua plataforma, disponível para desktop, laptop, tablet, celular e aplicativo Android. O objetivo da operadora é evoluir continuamente a experiência de apostas que oferece a milhões de clientes e entreter os fãs de esportes de forma divertida e responsável. No Brasil, a Betano detém os naming rights de competições como o Brasileirão Betano, a Copa Betano do Brasil e a Supercopa Betano Rei 2025, além de ser a patrocinadora master do Clube de Regatas do Flamengo. A Betano é operada pelo Kaizen Gaming Group, uma das maiores e mais rápidas operadoras do mundo, com presença em 19 países e um plano estratégico de expansão para 26 mercados até 2026. Saiba mais:Link | betano_brasil

MeMefolia: Humor, cultura e conversa no CCBB Brasília


Marcelo Tas (foto) é um dos convidados da MeMefolia, que traz ao CCBB Brasília uma programação com conversas e atividades práticas abertas ao público, abordando humor e cultura digital e integrando diferentes linguagens e perspectivas, foto Renato Nascimento.

Em fevereiro, a mostra Meme: no Br@sil da memeficação promove bate-papos e oficinas gratuitos com Malfeitona, Marcelo Tas, Pamella Anderson, Raquel Real e Viktor Chagas, ampliando o diálogo com o público a partir do humor e dos memes.

Vai começar a MeMefolia, o programa de bate-papos, entrevistas e oficinas que integra a mostra Meme: no Br@sil da memeficação, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília. A partir de 31 de janeiro, o CCBB Brasília recebe Marcelo Tas, Malfeitona,Raquel Real, Clarissa Diniz, Ismael Monticelli, Viktor Chagas e Pamella Anderson, em uma programação gratuita voltada a crianças, jovens e adultos. Os ingressos podem ser retirados na bilheteria ou no  site do CCBB. A visitação à exposição e a participação nas atividades são gratuitas. A classificação indicativa da mostra é livre; já as oficinas e os bate-papos possuem classificação variável, conforme a programação. Essas informações podem ser consultadas no site e na bilheteria do CCBB Brasília.

Entre reflexões sobre temas urgentes, como os limites do humor e a cultura digital, e práticas que acionam memórias coletivas, como tatuagens de chiclete e fantasias de carnaval, a programação convida o público a explorar o humor como ferramenta de criação, pensamento e convivência. Ao articular reflexão crítica e experiência prática, a MeMefolia transforma a visita à exposição em um espaço vivo de troca, experimentação e aprendizado.

A programação reúne nomes que ocupam posições centrais na reflexão e na prática do humor, da cultura digital e da comunicação no Brasil, ao mesmo tempo em que propõe atividades especialmente pensadas para o público infantil e familiar. Marcelo Tas, referência histórica do humor crítico e experimentação de linguagem na televisão e na educação; Malfeitona, artista que ganhou popularidade na internet ao transformar o traço precário e o “malfeito” em gesto criativo e linguagem visual para o corpo e para as redes; e Viktor Chagas, pesquisador pioneiro nos estudos sobre memes, democracia e cultura digital. Em paralelo, oficinas abertas a crianças, jovens e adultos convidam à criação de memesemojis e imagens improvisadas, reforçando o caráter lúdico, educativo e intergeracional e ampliando o acesso à linguagem do humor como forma de expressão.

Realizada durante o período de férias e às vésperas do carnaval, a iniciativa reforça o papel do CCBB como espaço educativo e de convivência cultural, em sintonia com a irreverência, a criatividade e o caráter coletivo dos memes e da cultura popular brasileira. Veja a seguir a programação do MeMefolia no CCBB Brasília.

Bate-papos e oficinas 

Tatuagem de chiclete

Oficina ministrada por | Malfeitona

Quando | 31/01, às 15h

Classificação indicativa | 14 anos +

Duração | 2 horas

Onde | Galeria 4

Vagas | 20 participantes

Entrada | Gratuita, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília

Inspirada nas tatuagens de chiclete que marcaram a infância e a adolescência de muita gente, esta oficina propõe uma volta divertida a esse universo. Os participantes vão criar desenhos simples, coloridos e bem-humorados para transformar em tatuagens temporárias. A ideia é brincar com o corpo como suporte, resgatar a memória afetiva dos adesivos de chiclete e explorar, de forma leve e criativa, como a arte pode nascer do improviso e da imaginação cotidiana.

Vocês não estão prontos para essa conversa

Bate-papo com | Malfeitona, Pamella Anderson e Viktor Chagas

Quando | 31/01, às 17h30 

Classificação indicativa | Livre para todos os públicos

Duração | 1h30

Onde | Galeria 4

Vagas | 90 participantes 

Entrada | Gratuita, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília

Em um bate-papo sobre a linguagem e a estética dos memes, Viktor Chagas, coordenador do #MUSEUdeMEMES, se reúne com as artistas plásticas Helen Fernandes (Malfeitona) e Pamella Anderson, cujas obras integram o acervo da exposição MEME: no Br@sil da memeficação. A conversa, em tom descontraído, pretende recuperar um pouco das trajetórias das convidadas e refletir sobre seu processo criativo, explorando as articulações entre o humor, a crítica social, e a experimentação artística e visual tão presentes em suas obras. O tensionamento entre as fronteiras da arte e do cotidiano é central na expressão artística de Fernandes e Anderson, e herda da cultura digital o estilo provocativo, ambivalente e exagerado.

Monte o seu meme

Oficina ministrada por | Pamella Anderson

Quando | 01/02, às 15h

Classificação indicativa | Livre – menores de 12 anos acompanhados de responsável

Duração | 1 hora e 30 minutos

Onde | Galeria 4

Vagas | 20 participantes

Entrada | Gratuita, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília

Nesta oficina, o público é convidado a criar memes com papel, lápis de cera, canetinhas e colagens, etc. Crianças, jovens e adultos experimentam processos rápidos de criação, nos quais a ideia nasce do acaso e da resposta imediata ao que está à mão. Ao transportar a lógica dos memes do ambiente digital para o espaço físico, a atividade explora o humor e a potência expressiva do improviso, aproximando a prática artística da dinâmica espontânea e coletiva das redes sociais.

Humor na era do coach

Bate-papo com | Raquel Real, Clarissa Diniz e Ismael Monticelli

Quando | 07/02, às 16h

Classificação indicativa | Livre para todos os públicos

Duração | 1 hora e 30 minutos

Onde | Galeria 4

Vagas | 90 participantes

Entrada | Gratuita, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília

O encontro discute como memes e conteúdos humorísticos expõem as contradições do discurso da produtividade, da autoajuda e da meritocracia que circulam nas redes sociais. Entre risadas e ironias, a conversa mostra como o humor pode questionar modelos de sucesso impostos pelo neoliberalismo, criando brechas de crítica e alívio coletivo diante da pressão do “faça mais, seja mais”.

Humor e política

Bate-papo com | Marcelo Tas, Clarissa Diniz e Ismael Monticelli 

Quando | 07/02, às 18h

Classificação indicativa | Livre para todos os públicos

Duração | 1 hora e 30 minutos

Onde | Galeria 4

Vagas | 90 participantes

Entrada | Gratuita, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília

A partir da trajetória de Marcelo Tas entre o humor, a televisão, o jornalismo e a ficção, o encontro debate as relações históricas entre humor e política no Brasil. A conversa aborda o papel do riso na comunicação pública, a tensão entre ficção e documentário e o humor como ferramenta de crítica, mediação e disputa de narrativas em diferentes contextos.

Fábrica de emojis

Oficina ministrada por | Clarissa Diniz

Quando | 08/02, às 15h

Classificação indicativa | Livre | menores de 12 anos acompanhados de responsável

Duração | 1 hora e 30 minutos

Onde | Galeria 4

Vagas | 20 participantes

Entrada | Gratuita, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília

O público é convidado a inventar e personalizar seus próprios emojis, usando materiais variados como papel, tecidos, tintas e colagens. A proposta é transformar símbolos digitais em objetos palpáveis, estimulando a imaginação e o humor. Crianças, jovens e adultos poderão experimentar novas formas de expressão, dando corpo e textura aos ícones que usamos todos os dias nas telas.

SOBRE OS MINISTRANTES 

Marcelo Tas é comunicador e educador. A ênfase do trabalho dele está em explorar as fronteiras da linguagem nas várias mídias onde atua. Entre suas obras destacam-se: o repórter ficcional Ernesto Varela; as séries Rá-Tim-Bum (TV Cultura); CQC (Band) e o reality Batalha Makers (Discovery). Na área da educação, Tas coordenou a criação do Telecurso (Fundação Roberto Marinho/ TV Globo) e games interativos para o Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo; e para o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. Na Internet, tem cerca de 10 milhões de seguidores. Em 2023, teve um dos seus trabalhos incluídos na Signals, uma retrospectiva histórica entre artistas que contribuíram para expandir a linguagem da tecnologia do vídeo no MoMA – Museu de Arte Moderna, em Nova York. Atualmente, Marcelo Tas é apresentador do programa Provoca e comentarista do Jornal da Culturaambos da TV Cultura; é Associado Notável da I2AI (International Association of Artificial Inteligence) e Membro do Conselho Consultivo na Fundação Osesp – Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo.

Malfeitona é uma artista soteropolitana, graduada em Engenharia Mecânica e mestre em Comunicação e tecnologia. Malfeitona encontrou nas artes visuais sua verdadeira voz ao subverter os padrões estéticos do mercado com o conceito de “Tatuagem Peba”. Ao abraçar o traço cru, simplista e visceral — que remete a rabiscos de caderno e ao humor ácido —, ela transformou o “malfeito” em um manifesto contra a perfeição técnica, provando que a arte reside na conexão e na sinceridade da expressão. Como artista multiplataforma, também atua nas áreas de ilustração, design e música, além de uma forte presença no conteúdo digital, onde utiliza sua inteligência para discutir política e cultura de forma leve e crítica. Malfeitona também ministra aulas, cursos e palestras em suas áreas de atuação, consolidando-se como uma das figuras mais disruptivas da cena contemporânea brasileira.

Raquel Real é comediante, repórter e roteirista. Apresentou o Jornal do Meme e o Vox para o canal TNT, foi roteirista do programa A Culpa é do Cabral do Comedy Central, além de ser também a repórter e primeira “cara” do digital do canal. Foi chefe de roteiro da segunda e terceira temporada do LOL Brasil da Amazon Prime. Nos palcos, Raquel já rodou com seus personagens mais conhecidos na internet como A Coach, e A Diaba. Suas redes sociais somam mais de milhões de views com seus vídeos de humor e notoriedade com suas publicidades criativas.

Viktor Chagas é professor associado do Departamento de Estudos Culturais e Mídia e pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense (UFF). É bolsista de produtividade em pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). É membro do comitê gestor do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Democracia Digital (INCT.DD). Doutor em História, Política e Bens Culturais pelo Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getúlio Vargas (Cpdoc-FGV), com estágio pós-doutoral em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Tem experiência em investigações na área da Comunicação Política, em especial na interface entre cultura política e cultura digital, métodos digitais, desinformação e discurso de ódio, violência política em plataformas digitais, ativismo digital, operações de influência, participação online, humor e democracia, entre outros temas. É líder do Laboratório de Pesquisa em Comunicação, Culturas Políticas e Economia da Colaboração (coLAB/UFF), e coordenador do projeto de extensão universitária #MUSEUdeMEMES. Autor e editor das coletâneas A Cultura dos Memes (2020) e A Cultura dos Memes no Brasil (2024), ambas publicadas pela Edufba.

Pamella Anderson é artista e tem, na pintura, seu principal interesse de pesquisa. Aspectos da contemporaneidade são retratados através de fragmentos do cotidiano, geralmente associados a cultura de massa e da internet e seus impactos sociais e políticos. Por meio de uma linguagem pop, Pamella capta os meandros do comportamento e humor brasileiros nas redes, apropriando-se de memes e peculiaridades típicas da linguagem digital, seja para “chorar de rir ou “rir para não chorar”.

SOBRE A MOSTRA MEME: NO BR@SIL DA MEMEFICAÇÃO

Em exibição até 1º de março de 2026, a mostra ocupa as galerias 3 e 5 e o Pavilhão de Vidro do CCBB Brasília, Meme: no Br@sil da memeficação reúne mais de 800 obras de 200 artistas e produtores de conteúdo digital. A exposição investiga os memes como linguagem, crítica, expressão de afetos coletivos e forma de produção estética. Com curadoria de Clarissa Diniz e Ismael Monticelli e colaboração do perfil @newmemeseum, a exposição percorre manifestações que emergem tanto das ruas quanto das redes sociais, acompanhando como elas se reinventam no ambiente digital e revelam, de modo inventivo, as maneiras pelas quais o Brasil se narra e se transforma coletivamente

Organizada em cinco núcleos temáticos — Ao pé da letraA hora dos amadoresDa versão à inversãoO eu proliferado e Combater ficção com ficção —, e tendo como prólogo o espaço tátil Alisa meu pelo e como epílogo Memes: o que são? Onde vivem? Do que se alimentam?, a mostra apresenta cenografia imersiva e uma ampla diversidade de linguagens: vídeos, neons, esculturas, roupas, quadrinhos, pinturas, objetos, backlights, instalações sonoras e experiências interativas.

A exposição MEME: no Br@sil da memeficação oferece aos visitantes a oportunidade de explorar um tema que merece atenção: a cultura dos memes. A mostra se destaca por abordar a memificação, o humor e a comédia — aspectos que permeiam nossa comunicação e sociedade, mas que ainda carecem de estudos e debates aprofundados. Apesar da ampla utilização dessa linguagem, poucas instituições se dedicam à pesquisa sobre o tema, como o Museu de Memes da Universidade Federal Fluminense, no âmbito acadêmico. Diante disso, a exposição se propõe a ser um espaço de reflexão sobre essa linguagem contemporânea, incentivando discussões críticas e políticas sobre sua importância, bem como suas implicações éticas.

•O objetivo é que os visitantes encontrem na exposição uma análise abrangente da memificação, que reflita o humor e a forma como o Brasil lida com sua realidade, seu cotidiano e seu país. A mostra aborda questões políticas, críticas e éticas relacionadas aos memes, ao mesmo tempo em que busca uma estética que dialogue com o universo das redes sociais e do espetáculo, incorporando elementos visuais e sensoriais atrativos”, afirma o curador.

A visitação ocorre de terça a domingo, das 9h às 21h, com entrada nas galerias até as 20h40. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso na bilheteria ou pelo site do CCBB,, e a classificação indicativa é livre. 

SOBRE OS CURADORES

Clarissa Diniz é curadora, escritora e professora em arte com 20 anos de carreira. Professora da Escola de Belas Artes da UFRJ, foi uma das primeiras curadoras brasileiras a incluir memes em exposições. Realizou curadorias em importantes instituições, como o Museu de Arte do Rio, a Pinacoteca de São Paulo e o Museu de Artes de São Paulo – Masp. Ao longo de sua carreira, já realizou curadorias de exposições como: Contrapensamento selvagem (cocuradoria com Cayo Honorato, Orlando Maneschy e Paulo Herkenhoff. Instituto Itaú Cultural, São Paulo); O abrigo e o terreno (cocuradoria com Paulo Herkenhoff. Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, 2013); Ambiguações (Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, 2013); Todo mundo é, exceto quem não é – 13ª Bienal Naifs do Brasil (SESC Piracicaba, 2016, e Sesc Belenzinho, 2017); Dja Guata Porã – Rio de Janeiro Indígena (cocuradoria com Sandra Benites, Pablo Lafuente e José Ribamar Bessa, Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, 2017); Rio do samba: resistência e reinvenção (cocuradoria com Evandro Salles, Marcelo Campos e Nei Lopes, Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, 2018) e À Nordeste (cocuradoria com Bitu Cassundé e Marcelo Campos, Sesc 24 de Maio, São Paulo, 2019). Raio-que-o-parta: ficções do moderno no Brasil (cocuradoria com Raphael Fonseca, Fernanda Pitta, Aldrin Figueiredo, Marcelo Campos, Divino Sobral e Paula Ramos, Sesc 24 de maio, 2022) e Histórias Brasileiras (cocuradoria com Adriano Pedrosa, Lilia Schwarcz, Sandra Benites, Isabella Rjeille, Amanda Carneiro, André Mesquita, Guilherme Guifrida, Glacea Britto, entre outros, Museu de Arte de São Paulo, São Paulo, 2022). Entre 2006 e 2015, foi editora da revista Tatuí, principal revista de crítica de arte brasileira, de viés experimental. Publicou inúmeros catálogos e livros.

Ismael Monticelli é artista multimídia. Sua pesquisa de doutorado, concluída em 2022, enfocou a relação entre arte, internet e redes sociais. Foi contemplado pelo programa Retomada Artes Visuais (2023), da Fundação Nacional de Artes – Funarte. Recebeu o 7º Prêmio Indústria Nacional Marcantonio Vilaça (2019), o mais importante prêmio para artistas em atuação no Brasil. Também foi um dos três artistas selecionados para a Bolsa ProHelvetia de Residência para Artistas Sul-Americanos, realizada na La Becque Résidence d’Artistes, La Tour-de-Peilz, Suíça (2019). Realizou residência no Institute of Contemporary Arts de Singapura, desenvolvendo um trabalho com parte da coleção da instituição. Participou da 14ª e da 10ª Bienal do Mercosul (2025 e 2015). Entre 2022 e 2023, seu trabalho foi destacado pelo The Guardian, pela Apollo Magazine e pela Ocula Magazine, durante sua participação na exposição Horror in the Modernist Block(curadoria de Melanie Pocock, Ikon Gallery, Birmingham, Reino Unido). Realizou diversas exposições individuais, como O teatro do terror (Casa França-Brasil, Rio de Janeiro, 2025; Museu Nacional da República, Brasília, 2024); O que sobrenada, sobrenada no caos(curadoria de Clarissa Diniz, Portas Vilaseca Galeria, Rio de Janeiro, 2022). Participou de diversas exposições coletivas no Brasil e em países como Reino Unido, Estados Unidos, Suíça e Singapura. Tem doutorado em Arte e Cultura Contemporânea – Arte, Imagem e Escrita (UERJ, 2022), mestrado em Artes Visuais – Processos de Criação e Poéticas do Cotidiano (UFPel, 2014) e bacharelado em Artes Visuais (UFRGS, 2010).

Colaboração | Perfil de Instagram New Memeseum

O @newmemeseum foi criado no final de julho de 2020 e conta com quase meio milhão de seguidores. Uma das principais motivações de sua criação foi o desejo de refletir, com humor e ironia, sobre os mecanismos adotados para sobreviver no/ao mundo da arte e, também, sobre os mecanismos que o mundo da arte nos impinge. O perfil realizou a ocupação virtual Combater ficção com ficção, no projeto ofício:web, do Sesc Pompeia, São Paulo, que ficou em cartaz de julho a agosto de 2021. Participou da terceira edição do programa Pivô Satélite, São Paulo, intitulada Sexo, mentiras e videotape, com curadoria de Raphael Fonseca e com a proposta Panorama Botijão da Arte Brasileira. Além disso, o trabalho do perfil já foi destacado pelos jornais Folha de São Paulo e O Globo

SOBRE O CCBB BRASÍLIA 

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins onde são realizadas exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

SOBRE A BB ASSET

A BB Asset, maior gestora de fundos do país, administra cerca de R$ 1,7* trilhão em patrimônio líquido e é responsável pela gestão de mais de 1.200 fundos de investimento, atendendo milhões de pessoas que buscam realizar seus objetivos financeiros. A empresa é reconhecida pela excelência de sua gestão, com as maiores notas das agências de classificação de risco Fitch Ratings e Moody’s. Detém aproximadamente 17,5% de participação no mercado, consolidando sua liderança no setor. Seus produtos são distribuídos pela maior rede de atendimento bancário do país, o Banco do Brasil, e pelas principais plataformas de investimento.

A BB Asset acredita que seu papel vai além da gestão de ativos. Com soluções desenvolvidas para diferentes perfis e objetivos, a empresa assume a responsabilidade de contribuir para uma sociedade mais inclusiva, participativa e conectada com o que realmente importa, investindo em iniciativas que promovem desenvolvimento ambiental, social, de governança e cultural.

*Dados do ranking da ANBIMA de setembro de 2025

MEME: no Br@sil da memeficação é uma produção da Patuá Produções, com patrocínio do Banco do Brasil e BB Asset. Depois da temporada de Brasília, a exposição será apresentada em Belo Horizonte (março a junho de 2026) e Rio de Janeiro (agosto a novembro de 2026).

Serviço:

MeMefolia

Programação da mostra MEME: no Br@sil da memeficação

Bate-papos e oficinas 

Com Marcelo Tas, Malfeitona, Raquel Real, Viktor Chagas e Pamella Anderson, além dos curadores Clarissa Diniz e Ismael Monticelli

Quando | 31/01, 01/02, 07/02 e 08/02

Acesso | Gratuito, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília

Classificação Indicativa | disponível no site bb.com.br/cultura

Exposição |MEME: no Br@sil da memeficação

Curadoria| Clarissa Diniz e Ismael Monticelli, com a colaboração do @newmemeseum

Visitação | De 2 de dezembro de 2025 a 1º de março de 2026  

                    Terça a domingo, das 9h às 21h, com entrada na galeria até as 20h40

Acesso | Gratuito, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília

Classificação Indicativa | Livre

CCBB Brasília

Funcionamento: aberto de terça a domingo, das 9h às 21h

Endereço: SCES Trecho 2, Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Esportivos Sul – Brasília – DF

Fone: (61) 3108-7600

E-mail: ccbbdf@bb.com.br

Site: bb.com.br/cultura

Facebook/Instagram: @ccbbbrasilia

YouTube: bancodobrasil

TikTok: @ccbbcultura

Pix recebido por engano deve ser devolvido e não gera direito a recompensa, alerta advogada

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Rita de Cássia Biondo, especialista em direito trabalhista explica quando há obrigação legal de devolução, os riscos de exigir gratificação e em quais casos o consumidor pode buscar indenização

Com a popularização do Pix, também se tornaram mais frequentes os casos de transferências realizadas de forma equivocada. Diante dessas situações, uma dúvida comum surge: quem recebe um Pix por engano pode exigir recompensa para devolver o valor? Segundo a advogada trabalhista Rita de Cássia Biondo, sócia do escritório D&B Advogados Associados, a resposta é clara: a devolução é obrigação legal e não dá direito a qualquer tipo de prêmio.

“Quem recebe um valor que não lhe pertence tem o dever jurídico de devolvê-lo. O simples crédito em conta não transfere a propriedade do dinheiro”, explica a especialista. De acordo com ela, a legislação brasileira não prevê recompensa ou remuneração pelo ato de restituir um Pix indevido, já que se trata apenas do cumprimento de um dever legal.

Apesar disso, é relativamente comum que o pagador, por iniciativa própria, ofereça uma gratificação como forma de reconhecimento. Nesses casos, a prática só é considerada legítima quando a recompensa não é exigida nem condicionada à devolução. “Quando a restituição passa a depender de vantagem financeira, a conduta pode deixar de ser lícita e, a depender do caso, caracterizar ilícito civil e até penal”, alerta Rita de Cássia Biondo.

O cenário jurídico muda quando o erro não é do consumidor, mas da própria instituição financeira. Nessa hipótese, aplica-se o Código de Defesa do Consumidor, que impõe responsabilidade objetiva aos bancos por falhas na prestação do serviço. “Se o Pix indevido decorre de erro sistêmico ou falha operacional, o consumidor não pode ser penalizado”, destaca a advogada trabalhista.

Segundo ela, bloqueios indevidos, demora injustificada na solução, negativação ou outros transtornos relevantes podem fundamentar pedidos de indenização. Em situações mais graves, como retenção prolongada de valores essenciais ou prejuízos financeiros relevantes, a jurisprudência admite inclusive indenização por danos morais.

O Mecanismo Especial de Devolução (MED), criado para mitigar esses conflitos, não exclui o dever das instituições financeiras de agir com eficiência, transparência e boa-fé. “Em síntese, a devolução do Pix é obrigação legal; a recompensa não é direito; e o erro bancário que gera prejuízo ao consumidor pode, sim, fundamentar pedido de indenização”, conclui Rita de Cássia Biondo, sócia do D&B Advogados Associados.

OFICINA CONECTA ARTESANATO, CRIATIVIDADE E EMPREENDEDORISMO no CENTRO DE ARTESANATO DO GDF

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No dia 31 de janeiro de 2026, das 9h às 12h30, o Centro de Artesanato do GDF (506 Sul) recebe a oficina “Cultura de Negócios Criativos: Conectando Saberes, Serviços e Soluções”, voltada a artesãos e profissionais criativos do Distrito Federal que desejam fortalecer sua atuação no mercado sem abrir mão da identidade, da autoria e da cultura presentes em cada criação.

Com 3h30 de duração e vagas limitadas a 21 participantes, a oficina propõe uma imersão prática para quem já produz — ou deseja produzir — com mais clareza sobre os próximos passos do próprio negócio criativo. A iniciativa conecta saberes e experiências do fazer artesanal a uma visão mais estruturada de empreendedorismo, ajudando os participantes a transformar talento em soluções com maior consistência, valor percebido e sustentabilidade.
Ao longo do encontro, os participantes serão convidados a refletir sobre posicionamento, comunicação de valor e tomada de decisões mais seguras para crescer, vender e se manter relevantes no mercado. A oficina também aproxima o artesanato e a criação autoral das oportunidades ligadas ao turismo, valorizando o Distrito Federal como território de cultura, identidade e produção criativa.

A condução da oficina ficará a cargo dos facilitadores Andrea Judice, Marcelo Judice e Wagner Alves, com apoio de profissionais responsáveis pelas estações de trabalho temáticas: Alessandra Pinheiro, na área de Branding; Claudia Pires El-moor, com foco em Embalagem; e Eduardo Meneses, responsável pela estação de Precificação. Essa dinâmica permite que os participantes tenham contato direto com ferramentas práticas e orientações aplicáveis ao seu próprio negócio criativo.
Para quem vive do fazer — e para quem deseja viver dele com mais estratégia — a proposta é uma virada de chave: olhar para o próprio trabalho com visão de futuro, com os pés no território e com a mente aberta para novas possibilidades de construção e crescimento.

O projeto é uma realização do Instituto ACDD e conta com o apoio da Secretaria de Turismo do Distrito Federal, por meio do Termo de Colaboração nº 3/2025 SETUR/DF.
Mais informações e inscrições: https://forms.gle/Tu7xksvKtNGSW8wm7.

Serviço
Oficina: Cultura de Negócios Criativos: Conectando Saberes, Serviços e Soluções
Data: 31 de janeiro de 2026
Horário: 9h às 12h30
Duração: 3h30
Local: Centro de Artesanato do GDF – 507 Sul
Público: Artesãos e criativos do DF
Vagas: 21 participantes

Crime organizado pressiona estado, mercados e setores produtivos

Secretários de segurança, chefes de polícia e presidentes de conselhos estaduais reúnem-se no iLab para apresentar propostas que reforçam a PEC da Segurança Pública, divulgação

A atuação das facções e do crime organizado sobre setores produtivos conduz o debate estratégico do iLab-Segurança 2026

O avanço do crime organizado, com expansão de facções não apenas sobre o aspecto territorial, mas também sobre mercados e setores produtivos reacendeu o debate sobre a governança da segurança pública no Brasil e seus impactos fiscais e institucionais. Diante desse cenário, o Instituto Laboratório Estratégico em Segurança Pública (iLab-Segurança) colocou o enfrentamento ao crime organizado no centro da programação da edição 2026, marcada para março, em Brasília, como parte de uma agenda técnica voltada à coordenação federativa e à eficiência do gasto público.

Contexto de mercado e institucional

Dados recentes do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP) indicam crescimento consistente da atuação de facções criminosas para além dos grandes centros tradicionais, com presença em rotas logísticas, portos, fronteiras, economias regionais e mercados de alta relevância. O movimento pressiona orçamentos federal e estaduais, afeta cadeias produtivas e amplia riscos para investimentos em infraestrutura, logística e serviços públicos, além dos prejuízos sociais decorrentes.

Estudos de impacto econômico apontam que a expansão do crime organizado eleva custos operacionais, reduz a previsibilidade institucional, cria desequilíbrios de mercado, gera riscos ao consumidor e compromete a capacidade de planejamento fiscal dos Estados e das empresas, criando um ambiente de incerteza que se reflete em menor atração de capital e investimentos no país.

Detalhes da agenda estratégica

O iLab-Segurança 2026 estrutura sua programação a partir de um eixo dedicado ao combate ao crime organizado, com foco em:

  • análise de impacto da atuação do crime organizado sobre mercados lícitos e setores produtivos, afetando a geração de empregos, o aumento da arrecadação e o investimento no país;
  • desarticulação financeira de facções e milícias;
  • integração de inteligência entre Estados e União;
  • governança do sistema prisional como vetor de controle do crime;
  • coordenação federativa e compartilhamento de dados;
  • impactos fiscais e institucionais da criminalidade organizada.

O objetivo é apresentar propostas tecnicamente viáveis, com avaliação de custo-benefício, capazes de orientar políticas públicas em um contexto pré-eleitoral marcado por forte demanda social por respostas imediatas.

Perfil do iLab-Segurança

O iLab-Segurança é uma associação civil sem fins lucrativos sediada em Brasília, dedicada à pesquisa aplicada, articulação institucional e formulação de soluções para políticas públicas de segurança. Atua como plataforma de convergência entre gestores públicos, setor produtivo, academia e sociedade civil, com foco em eficiência institucional e sustentabilidade das políticas de segurança.

Racional estratégico e posicionamento institucional

Segundo Thiago Costa, secretário-executivo do CONSESP e curador acadêmico do iLab-Segurança 2026, o enfrentamento ao crime organizado exige abordagem estruturante.

“O avanço das facções não é apenas um problema de polícia, mas de governança do Estado. Sem coordenação federativa, financiamento estável, inteligência integrada e atuação regulatória, o custo econômico e institucional dessa expansão tende a crescer de forma exponencial. É preciso compreender que a falta de integração e regulação sobre determinadas áreas é o campo aberto para a atuação do crime organizado.”, afirma.

A articulação com o Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública (CONSESP) busca alinhar diagnósticos técnicos com propostas legislativas e administrativas que reduzam assimetrias entre Estados e União.

Por que isso importa

A expansão do crime organizado deixou de ser um tema restrito à segurança pública e passou a impactar diretamente o ambiente de negócios, a sustentabilidade fiscal e a capacidade de crescimento regional. Para investidores e formuladores de política econômica, o debate sobre segurança tornou-se variável relevante na análise de risco institucional e da questão  regulatória.

Inscrições abertas

O debate será aprofundado no iLab-Segurança 2026, que ocorrerá em março, logo após a reabertura do ano legislativo. A expectativa é consolidar propostas técnicas que sirvam de base para decisões legislativas e administrativas ao longo de 2026, em um cenário de alta sensibilidade política e econômica.

As inscrições para a II Conferência de Segurança Pública iLab-Segurança 2026 estão abertas. O evento será realizado entre 3 e 6 de março de 2026, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília (DF).

Reconhecido como um dos principais fóruns nacionais dedicados ao tema, o iLab-Segurança reunirá autoridades públicas, lideranças institucionais, especialistas, conselhos estratégicos e representantes do setor privado para discutir desafios estruturais e soluções integradas para a segurança pública, com foco em articulação federativa, inovação e formulação de políticas públicas.

A programação prevê painéis temáticos, debates técnicos e a apresentação de propostas voltadas ao aprimoramento da governança e da atuação institucional na área.

As inscrições estão disponíveis no site oficial:
https://ilabseguranca.com.br/

Serviço

ILAB Segurança Instituto de Laboratório de Segurança e Inovação
iLab-Segurança 2026
Data:  03 a 05 de março de 2026
Local: Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), Brasília
Realização: ILAB Segurança Instituto de Laboratório de Segurança e Inovação

 Site: www.ilabseguranca.com.br
Redes sociais: @ilabseguranca

E-mail: contato@ilabseguranca.com.br

Inscrições para curso gratuito “Como criar um Favela Sounds?” seguem abertas até o dia 15

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Dividida em seis encontros, formação presencial acontece no Varjão, entre janeiro e fevereiro de 2026, e conta com 20 vagas

Reconhecido como o maior festival de cultura periférica do Brasil, o Favela Sounds está com inscrições abertas para o curso gratuito “Como criar um Favela Sounds?”, uma imersão formativa voltada a pessoas interessadas em criar, estruturar e realizar projetos criativos e festivais de qualquer linguagem. Programado para acontecer entre 26 de janeiro e 6 de fevereiro de 2026, na Universidade Afrolatinas, localizada no Varjão, o curso conta com 20 vagas. As inscrições podem ser feitas até 15 de janeiro, por meio de formulário online

O curso aborda da idealização à construção e execução de um projeto criativo, tendo como base a experiência do Favela Sounds, criado em 2016 com o intuito de valorizar e difundir a cultura da periferia, que até aqui já impactou mais de 300 mil pessoas em edições presenciais, e cerca de 5 milhões online. Ao longo de seis aulas presenciais, os participantes terão contato com ferramentas de planejamento, estruturação financeira, captação de recursos, produção executiva, fortalecimento/posicionamento de marca e estratégias de nacionalização e internacionalização de projetos criativos. 

As aulas acontecem nos dias 26, 28 e 30 de janeiro, e nos dias 2, 4 e 6 de fevereiro, das 18h30 às 21h30, na Universidade Afrolatinas, e não exigem pré-requisitos obrigatórios. A proposta é fortalecer os participantes como protagonistas de suas próprias iniciativas, estimulando uma visão ampliada do mercado criativo e de seu papel socioeconômico. Ao final do curso, cada aluno terá estruturado um projeto criativo com potencial real de execução para apresentá-lo estrategicamente em editais, mercados e redes nacionais e internacionais.

A iniciativa é realizada pela Um Nome – Agência Criativa, Favela Sounds, Universidade Afrolatinas, Secretaria de Cultura e Economia Criativa e Governo do Distrito Federal. O curso será ministrado por Guilherme Tavares, mestre em Economia e Política das Indústrias Criativas pela UFRGS, produtor cultural, comunicador e diretor artístico do Favela Sounds, com ampla trajetória na criação, produção e internacionalização de festivais e projetos culturais no Brasil e no exterior. 

PROGRAMAÇÃO

26/01, das 18h30 às 21h30 – Idealização e estruturação de projetos
28/01, das 18h30 às 21h30 – Estruturação financeira de projetos
30/01, das 18h30 às 21h30 – Captação de recursos
02/02, das 18h30 às 21h30 – Fortalecimento e posicionamento de marca
04/02, das 18h30 às 21h30 – Produção executiva
06/02, das 18h30 às 21h30 – Nacionalização e internacionalização de projetos criativos

SERVIÇO – Curso Como criar um Favela Sounds?
Ministrante
: Guilherme Tavares
Datas: 26, 28 e 30/01, 02, 04 e 06/02/2026
Horário: 18h30 às 21h30
Local: Universidade Afrolatinas (SHIN quadra 9 conjunto F lote 16, Varjão)
Vagas: 20
Inscrições: AQUI Até 15 de janeiro
Realização: Um Nome, Favela Sounds, Universidade Afrolatinas, Secec e GDF
Mais informações: instagram.com/favelasounds

Projeto Conexão Para Todos abre inscrições para cursos gratuitos de tecnologia em Ceilândia

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Iniciativa oferece capacitação profissional em áreas do mercado digital, com aulas presenciais e online a partir de 12 de janeiro

O projeto está com inscrições abertas para cursos gratuitos de capacitação tecnológica em Ceilândia. A iniciativa tem como foco a inclusão digital e a qualificação profissional de jovens e adultos, ampliando o acesso ao conhecimento e às oportunidades no mercado digital.

Ao todo, estão disponíveis cursos de Informática, Vídeo Maker, Design Gráfico e E-Sport. Todas as formações são 100% gratuitas e oferecem certificado de conclusão. As aulas acontecem nos formatos presencial e online, com turmas nos períodos da manhã e da tarde, o que facilita a participação de pessoas com diferentes rotinas.

As atividades têm início no dia 12 de janeiro e serão realizadas em Ceilândia, reforçando o compromisso do projeto em levar educação e tecnologia para perto da comunidade, além de valorizar talentos locais.

Formação voltada para o mercado digital

Voltado para quem busca se preparar para o mercado de trabalho e para o ambiente digital, a iniciativa aposta em um aprendizado prático, acessível e atualizado. A proposta é desenvolver habilidades técnicas e criativas que ampliem as chances de empregabilidade, geração de renda e crescimento profissional.

No curso de Informática, os participantes aprendem noções básicas de uso do computador e ferramentas digitais essenciais para o dia a dia profissional. O curso de Vídeo Maker apresenta técnicas de gravação e edição de vídeos, com foco na criação de conteúdos para redes sociais e projetos digitais.

Já o curso de Design Gráfico trabalha fundamentos da comunicação visual e criação de artes digitais, enquanto o curso de E-Sport introduz os alunos ao universo dos esportes eletrônicos, abordando estratégia, trabalho em equipe e comportamento no ambiente digital.

Tecnologia como ferramenta de inclusão

O projeto Conexão Para Todos acredita que a tecnologia é uma importante ferramenta de transformação social e que o acesso à educação digital contribui para a redução das desigualdades e a ampliação de oportunidades. As vagas são limitadas, e a orientação é que os interessados realizem a inscrição o quanto antes.

Serviço
Conexão para Todos
Cursos: Informática, Vídeo Maker, Design Gráfico e E-Sport
Gratuito, com certificado
Início das aulas: 12 de janeiro
Local: ADE Quadra 01 conjunto A lote 44, PRO-DF, PSUL
Formato: Aulas presenciais e online
Turnos: Manhã e tarde
Informações e inscrições: (61) 9 9503-1722
Instagram: @conexaoparatodos
Site: https://projetoconexaoparatodos.com.br/
Realização: Instituto Bem Viver DF
Fomento: Secretaria de ciência tecnologia e inovação – SECTI/DF

Desestressa Dançando une práticas artísticas e saúde em oficinas gratuitas

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O projeto integra práticas que ajudam os participantes na busca por autonomia no autocuidado, em um ambiente diverso e com acessibilidade

Desestressa Dançando: práticas integrativas para a criação de autonomia impacta vidas, por meio de práticas corporais somáticas (Mindfulness, Yoga, Bioenergética, Técnica deRedução de Estresse (TRE)), Dança, Teatro e a linguagem audiovisual como ferramentas para o desenvolvimento da autonomia, expressão e criação artística.

A iniciativa — que tem como público alvo pessoas maiores de 18 anos, artistas e não artistas, com prioridade para pessoas negras, pessoas indígenas, LGBTQIAP+, pessoas com deficiência, e moradoras do DF e Entorno — também ofereceu bolsas de auxílio para participantes trans. 

A dançarina Juliana Mendes é surda e uma dessas bolsistas. Ela destaca a participação dedeficiantes auditivos e ouvintes nas oficinas. O trabalho da intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) torna possíveis as trocas e as interações entre todos e todas. 

“Temos essa troca de energia como forma de diminuir o estresse, por isso, estou me sentindo mais aliviada e aprendendo muitas novidades”, conta Juliana, que destaca os aprendizados nas oficinas. “Gostei muito da técnica da gargalhada, que eu nunca tinha experimentado. As pessoas estavam gargalhando e como eu senti isso? Eu senti pela movimentação do corpo e pela vibração, e isso me fez rir também. Eu amei muito essa aula”, detalha. 

O estudante de psicologia Bruno Oliveira Roma revela que está passando por um momento de autoconhecimento e que o projeto tem sido uma poderosa ferramenta de encontro consigo mesmo.  O corpo é palco dessa transformação. “Na psicologia, a gente aprende que o corpo impacta na saúde mental”, assinala. 

“Vou usar a palavra criança. Essas oficinas exploram essas faces da infância que vamos perdendo ao longo da vida com as obrigações . Essas atividades nos ajudam a voltar para essas coisas que vão ficando para trás, mas que são importantes para manter o equilíbrio”, reflete o futuro psicólogo. 

O projeto 

A arte educadora, proponente e oficineira Leandra Pimentel assinala que a metodologia usada é decolonial, com uma relação entre professores e alunos mais horizontalizada. “A partir da condução dos facilitadores, que somos eu e Leonardo, a gente convida os participantes a compartilharem os seus saberes”, relata Leandra. “Então tem muito essa questão da circularidade, de estar em roda, em comunidade. Também tem a questão da escuta, que é estar atenta ao que o grupo quer, sem impor qualquer prática”, completa a proponente. 

Leonardo Ribeiro, o outro oficineiro do projeto, lembra que o TRE, prática que integra o Desestressa Dançando, também é ofertado no Sistema Único de Saúde (SUS). “A gente vê como uma prática integrativa, não com foco em saúde, mas com a proposta de levar autonomia, de modo que as pessoas desenvolvam e aprendam novas ferramentas e onde buscar informações para desenvolver o autocuidado”, explica Leonardo. 

Metodologia

As oficinas têm como fundamento a metodologia GIRA, criada pela coordenadora pedagógica Fernanda Muniz e recém lançada no livro “GIRA: passos para uma educação decolonial”, pela AUA Editora. A metodologia, inspirada em modos de viver africanos, afro-brasileiros e com confluência de saberes indígenas, é constituída em sete eixos: Chegança, Giro, Coreografando a pisada, Fontes de saberes vivos, Dar as mãos, Cirandar e Abrir a roda.

O projeto segue até 7 de dezembro, no no Centro de Dança do Distrito Federal, localizado no Setor de Autarquias Norte. A iniciativa é realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF). 

Serviço – Desestressa Dançando: práticas integrativas para a criação de autonomia

Instagram: https://www.instagram.com/vibrarcriativa/ 

ARCA CULTURAL – PROJETO ATENDE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM INSTITUIÇÕES DE ACOLHIMENTO

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A cada oficina, conversa, história e gesto criativo, é possível ver a confiança, alegria e a sensação de pertencimento a crianças e adolescentes deabrigos do DF – pequenas transformações que fazem toda a diferença no presente e no futuro desses jovens.

O projeto Arca Cultural tem como foco promover o acesso à arte e à cultura para crianças e adolescentes em situação de acolhimento institucional. Por meio da implementação deambientes culturais nos abrigos, realização deoficinas artísticas, palestras e treinamentos, busca-se estimular a criatividade, autoestima e desenvolvimento social, cognitivo e emocional dos participantes. As ações tiveram início em agosto e seguirão por oito meses com gestão da Associação Cultural Beneficente Beit Chabad deBrasília.

A ideia é oportunizar o contato direto com ações culturais e artísticas por meio de aulas dinâmicas, oficinas criativas e lúdicas, proporcionando às crianças e adolescentes dos abrigos um espaço de acolhimento e protagonismo. São ofertados jogos criativos, manifestações populares (como a capoeira), além de musicalização, palestras e contação de histórias.

Os abrigos que recebem o projeto também contam com palestras, treinamento de equipes e implementação de equipamentos culturais para realização de atividades.

Em todos os espaços atendidos, o artista visual e designer Weuller Gregório tem pintado murais personalizados. Ao todo, serão 18 murais das instituições pintados até o fim do projeto, que confecciona também kits culturais para distribuição aos mais de 300 participantes beneficiados.

“Fui convidado pela equipe da Arca Cultural e eu faço o trabalho em diferentes paredes por mês. Isso tudo faz parte do ‘kit cultural’, que escolhe um dos ambientes das instituições para revitalização, desde a pintura até reparos estratégicos numa das salas. É aí que entram os murais que faço, que são dentro da estética do trabalho que já desenvolvo.”, comenta o multiartista.

O kit cultural é um retorno que o Projeto Arca Cultural dá aos espaços atendidos. Além da customização de um ambiente especial para ações futuras por meio dos murais, cada instituição recebe uma estante e um baú para que seus colaboradores possam fazer desse lugar um espaço de acolhimento mais dinâmico e moderno.

“A gente percebe as necessidades das instituições e o trabalho todo demora umas duas tardes, mais ou menos. As crianças e adolescentes das instituições também observam o processo de elaboração artística com muita curiosidade. Isso estimula a imaginação de todos e ressignificar os ambientes desses lugares é importante. O que me deixa mais feliz é a interpretação que cada um faz sobre a obra finalizada. A gente até percebe alguns participantes que podem vir a ter alguma aptidão para as artes.”, conclui Weuller Gregório.

Desde agosto, o projeto tem levado oficinas artísticas e atividades formativas para crianças e adolescentes no Larzinho Chico Xavier (Núcleo Bandeirante), Lar de São José e Centro Assistencial Maria Carmen Colera (Ceilândia Norte). Em outubro, foi realizada parceria com o Instituto MÃOS SOLIDÁRIAS, no Sol Nascente, Estrutural e Itapoã, além da Casa de Ismael (Asa Norte) e o Coletivo das Cidades (Estrutural).

Ao oferecer experiências culturais significativas, o projeto Arca Cultural contribui para a construçãode vínculos, o fortalecimento da autoestima e a formação de sujeitos mais críticos, sensíveis e preparados para o exercício pleno da cidadania, afinal, a arte é a expressão humana que utiliza diferentes linguagens para comunicar ideias, emoções, percepções e visões de mundo. Ela pode ter função estética, cultural, social ou política, sendo um meio de reflexão, criatividade e conexão entre pessoas e culturas ao longo da história.

A Associação Cultural Beneficente Beit Chabad de Brasília foi criada para integrar a capital federal a uma rede mundial de centros culturais e comunitários Chabad. Desde sua fundação, atua como referência no fortalecimento dos laços culturais, educacionais e sociais, especialmente com a comunidade judaica e o público em geral. Entre suas iniciativas, destacam-se projetos voltados à educação, cultura e assistência social, como a implantação de bibliotecas e a promoção de eventos e atividades abertas à comunidade. Sua filosofia se baseia no incentivo à cultura e ao aprendizado como ferramentas de transformação social, sempre pautada nos valores de respeito, inclusão e continuidade das tradições culturais.

O objetivo, claro, é promover experiências transformadoras, fortalecendo vínculos e potencializando talentos e sonhos e seguir o projeto para outros rumos e em diversos formatos. 

O projeto segue acreditando no poder da arte para abrir caminhos, fortalecer trajetórias e lembrar que todos merecem ser vistos, ouvidos e inspirados. Em 2026, mais instituições serão contempladas por essa arca cultural.

Link com Oficinas 1 – https://www.instagram.com/p/DRdCghIid5Z/

Link com Oficinas 2-  https://www.instagram.com/p/DQEsjsEALbF/

Link com Oficinas 3 – https://www.instagram.com/p/DQIMzAmCdfR/

Link com Oficinas 4 – https://www.instagram.com/p/DQnDAjgCY8x/

Link com Oficinas 5 – https://www.instagram.com/p/DRX387FiUge/


FICHA TÉCNICA

Sara Beila Rojtenberg – Coordenadora Geral

Leonardo Rojtenberg (Rabino Leib) – Coordenador de produção

Jeferson Rocha- Coordenação Pedagógica e Arte educador

Wesley Messias – Coordenação de Oficinas e Palestrante

Stefanie Chopard – Produtora Executiva e Arte educadora

WhatsApp: 61 98532-9535

e-mail: projetoarcacultural@gmail.com

Site: http://arcacultural.com.br/