Categoria: Cerrado, Meio ambiente

Feira AgroBrasília 2025: inovação e expansão marcam o evento, que completa 16 anos


Evento, que ocorre em maio, contará com a expansão do Pavilhão de Inovação e Tecnologia, mais expositores e competição de vídeos para agitar a programação, foto Wenderson Araujo

Evento, que ocorre em maio, contará com a expansão do Pavilhão de Inovação e Tecnologia, mais expositores e competição de vídeos para agitar a programação

A edição de 2025 da Feira AgroBrasília, prevista para ocorrer entre os dias 20 a 24 de maio deste ano com a temática “Agro, Oportunidade para Todos”, está repleta de novidades. Três delas são o Ambiente de Inovação e Tecnologia (AITEC), o aumento do número de expositores e a competição de vídeos com histórias relacionadas ao setor.

A expansão do Pavilhão de Tecnologia e Inovaçãoque agora passa a se chamar Ambiente de Inovação e Tecnologia (AITEC), terá uma extensão de 1,2 mil m², com um espaço completamente preparado para receber seus convidados, expositores e visitantes. O local é voltado principalmente para a transformação digital, debates sobre sustentabilidade, produtividade e competitividade no setor, além de promover a troca de conhecimentos.

Não bastando essa expansão, há ainda uma expectativa de aumento no número de expositores, já que, todos os anos, 85% dos participantes renovam sua presença e, nesta edição, já estão confirmados 55 (cinquenta e cinco) novos expositores.

Há, ainda, a confirmação do retorno da influenciadora Monyke Isabella Costa como o rosto da edição e a competição de vídeos de histórias do agro, onde cada categoria possui uma premiação equivalente a R$ 3 mil. As inscrições se encerram no dia 24 de abril, e os vencedores serão premiados durante a Feira AgroBrasília. O presidente da Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF), José Guilherme Brenner, explica: “Seja no campo, na pesquisa, na inovação ou no empreendedorismo, o agro abre portas e cria oportunidades. E agora, queremos conhecer a história das participantes e por isso lançamos o concurso”.

Completando seus 16 (dezesseis) anos, a Feira AgroBrasília é um sucesso tanto de público, quanto de geração de negócios e número de expositores. A última edição do evento, ocorrida em 2024, resultou em R$ 4,8 bilhões gerados apenas em negócios (um aumento de 4,34% em relação a edição de 2023), com mais de 560 expositores e a presença de 175 mil pessoas.

Informações AgroBrasília

Realizada pela Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF), a Feira AgroBrasília 2025 ocorrerá entre os dias 20 a 24 de maio, com entrada gratuita, das 8h30 às 18h, no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci (localizado na BR 251 km 5 – PAD-DF, Brasília, Distrito Federal).  É possível acessar a programação da Feira AgroBrasília 2025 por meio do portal de notícias da instituição.

Serviço

Feira AgroBrasília 2025

  • Data: terça-feira a sábado – 20 a 24 de maio
  • Horário: 8h30 às 18h
  • Local: Parque Tecnológico Ivaldo Cenci – AgroBrasília, BR 251 km 5 – PAD-DF

Fazenda Malunga impulsiona turismo rural com visitas guiadas a poucos quilômetros de Brasília

Foto divulgação

O Dia do Campo, celebrado em 5 de maio, é um convite à reflexão sobre a origem dos alimentos que chegam às nossas mesas e a valorização do trabalho de quem vive da terra. Para além da data, iniciativas como a da Fazenda Malunga, demonstram que essa conexão pode e deve ser vivida ao longo de todo o ano. A menos de uma hora do centro de Brasília, a propriedade é hoje uma das maiores referências em produção orgânica do país e oferece ao público uma imersão no universo rural por meio de visitas guiadas e experiências educativas no campo.

A proposta da Fazenda Malunga vai além do turismo convencional. É um convite a redescobrir os ciclos da natureza, entender como funciona uma produção livre de agrotóxicos e reconectar-se com o alimento de forma sensorial, consciente e transformadora. As próximas datas para agendamento são 10 e 17 de maio de 2025, com vagas limitadas.

Uma vivência que informa, inspira e encanta

Durante cerca de três horas de passeio, os visitantes percorrem hortas, estufas, áreas de compostagem e trilhas leves, acompanhados por monitores especializados. O percurso inclui explicações didáticas sobre os princípios da agricultura orgânica, o papel do solo e da água, a preservação do bioma Cerrado e as práticas sustentáveis adotadas pela fazenda.

Além das informações técnicas, o roteiro promove o contato direto com a terra e com o alimento: os visitantes colhem hortaliças, têm contato direto com as vacas e bezerros da fazenda, experimentam vegetais colhidos na hora e finalizam a visita com uma degustação de alimentos da fazenda e produtos artesanais da comunidade local.

“Acreditamos que o turismo rural pode ser uma poderosa ferramenta de educação ambiental e transformação de hábitos. Queremos que as pessoas sintam, vejam, toquem e reflitam sobre o que consomem, sobre como vivem e sobre o impacto que geram no mundo”, afirma Joe Valle, fundador da Fazenda Malunga e defensor da agricultura orgânica no Brasil há mais de 30 anos.

O passeio é indicado para todas as idades e custa R$ 120 por pessoa, com meia-entrada (R$75) para crianças entre 10 e 12 anos e idosos. Crianças de até 10 anos não pagam. As próximas datas para agendamento são 10 e 17 de maio de 2025, e as vagas são limitadas.

O local conta com estrutura adequada para receber grupos escolares, turistas e famílias, além de oferecer um ambiente seguro, limpo e acolhedor. Há banheiros, estacionamento, pontos de sombra e espaços para descanso em meio à paisagem natural do Cerrado.

SERVIÇO

Fazenda Malunga – Turismo Rural

Endereço: BR-020, Km 35 – PAD-DF – Brasília/DF

Próximas datas para agendamento: 10 e 17 de maio de 2025

Duração média: 2h30 a 3h
Agendamentos: https://turismomalunga.com.br/

Informações: (61) 99951-6267

Valores: Inteira: R$ 120,00/ Meia-entrada (estudantes e idosos): R$ 75,00

Crianças até 10 anos: entrada gratuita

Festival Rock Popular Brasileiro promove 10 horas de shows de grandes nomes do rock nacional

Paula Toller, divulgação

Titãs, Nando Reis, Paula Toller e Humberto Gessinger compõem o lineup, junto da brasiliense Distintos Filhos

Brasília vai reforçar seu título de “capital do rock” com a segunda edição do Festival Rock Popular Brasileiro (RPB). O evento, que já entrou para o calendário musical do DF, acontece no dia 10 de maio, no Estacionamento da Arena BRB Mané Garrincha (Eixo Monumental), e promete uma celebração ao pop-rock nacional com mais de 10 horas de duração e um line up com nomes grandiosos como Titãs, Nando Reis, Humberto Gessinger, Paula Toller e a anfitriã Distintos Filhos. O festival tem patrocínio da Caixa Econômica Federal e realização do Ministério da Cultura, Governo Federal – União e reconstrução.

O evento contará com um complexo de entretenimento do nível de grandes festivais internacionais, como tirolesa, bungee jump e uma área de convivência retrô. Planejado para oferecer uma atmosfera familiar, com acessibilidade e medidas de sustentabilidade, além de uma praça de alimentação que reunirá marcas conhecidas do público local.
Gustavo Sá, sócio-criador do festival, destaca a diversidade musical do evento: “Privilegiamos no lineup um mix de vertentes do pop-rock, buscando atender diferentes gostos musicais. Também importamos a expertise do Porão do Rock e do Capital Moto Week, criando um espaço amigável para toda a família, com atividades para além dos shows e da diversidade gastronômica. Queremos que o público saia de lá com a expectativa de voltar em 2026”. A previsão dos organizadores é reunir cerca de 15 mil pessoas.

Experiência VIP e sustentabilidade
A venda de ingressos por meio do site Bilheteria Digital. O festival oferece opções de ingresso Frente Palco (R$ 120) e Camarote (R$ 180). Este último projetado como um espaço multiexperiência, garantindo uma vista privilegiada dos shows e do complexo de entretenimento, com banheiros, bares e praça de alimentação exclusivos, além da presença de personalidades do rock nacional.

A sustentabilidade também será um pilar do festival, com iniciativas para neutralizar as emissões de carbono, incluindo o uso de copos ecológicos, embalagens recicláveis e um sistema de coleta e triagem de resíduos. “Essa jornada abre caminho para o Festival se posicionar como um evento Lixo Zero nos próximos anos”, afirma Pedro Affonso Franco, sócio-criador do RPB e organizador do Capital Moto Week.
Para mais informações e compra de ingressos, os interessados podem acessar o link: https://www.bilheteriadigital.com/rpb-festival-rock-popular-brasileiro-10-de-maio

SERVIÇO
Festival Rock Popular Brasileiro
Quando: 10/05/2025
Onde: Estacionamento da Arena BRB Mané Garrincha (Eixo Monumental)
Ingressos Primeiro Lote: R$ 120,00 (Frente Palco) e R$ 180,00 (Camarote). Valores referentes à meia-entrada.
Classificação indicativa livre, com menores acompanhados dos pais e/ou responsáveis.

“Brasília tem parque maior que o Central Park e não tem formato de avião”: especialista revela 10 curiosidades arquitetônicas da capital federal

Arquiteto e Urbanista do CEUB cita fatos curiosos sobre a cidade-patrimônio que celebra aniversário

Foto divulgação

Brasília completou 65 anos em 21 de abril, reafirmando seu lugar como uma das maiores referências mundiais em urbanismo e arquitetura. Fruto da genialidade de Lucio Costa, Oscar Niemeyer, Athos Bulcão e Burle Marx, a cidade foi pensada para expressar modernidade, integração e liberdade.

Para celebrar a data, o Coordenador de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário de Brasília (CEUB), Alberto de Faria, revela curiosidades que ajudam a entender o que torna a capital federal tão especial e por que sua preservação é um desafio contínuo.

Confira 10 curiosidades arquitetônicas de Brasília:

1. Brasília tem formato de avião?
Uma das curiosidades mais populares sobre a cidade é a ideia de que Brasília foi desenhada em formato de avião. Segundo o especialista, essa interpretação é mais lúdica do que técnica. “A forma decorreu de um ajuste das superquadras residenciais ao terreno”, explica Alberto, e o nome “Plano Piloto” pode ter reforçado essa imagem popular.

2. O Eixo Monumental: a espinha dorsal da capital
Lucio Costa defendia que o Plano Piloto fosse preservado em sua totalidade, com ênfase no Eixo Monumental como sua espinha dorsal. “O Eixo começa na Esplanada dos Ministérios e termina na Estação Ferroviária, consolidando espaço urbano único e simbólico, sem possibilidades de expansão”, ressalta Faria.

3. Brasília: a cidade sem esquinas
Ao contrário do modelo tradicional de cidades, Brasília foi planejada sem esquinas. A separação de pedestres e veículos estruturou uma nova dinâmica urbana. “Os encontros aconteciam nas áreas verdes entre os comércios e as superquadras, sem cruzamento com fluxos de veículos”, explica Alberto. Porém, essa configuração também trouxe desafios, como a dificuldade de consolidação comercial da avenida W3 Sul.

4. Parque da Cidade: maior que o Central Park
Entre as surpresas menos conhecidas, Alberto de Faria destaca o tamanho do parque, que conta com 420 hectares, o que equivale a 4,2 quilômetros quadrados. “O Parque da Cidade Sarah Kubitschek, em Brasília, é maior do que o Central Park de Nova York. É um espaço de convivência amplo e democrático, muito utilizado pela população de todas as idades.”

5. A quadra modelo: SQS 308 e o conceito da superquadra
A SQS 308 foi construída integralmente conforme o projeto urbanístico de Lucio Costa, consolidando o conceito da superquadra: conjunto residencial integrado a atividades de escola, recreação e espiritualidade. “Ela virou referência para a construção das demais quadras ao longo do tempo”, explica Alberto de Faria. Uma curiosidade adicional é a participação do arquiteto João Filgueiras Lima, o Lelé, que depois projetaria os hospitais da rede Sarah Kubitschek.

6. Pilotis: liberdade de circulação e integração urbana
Muito além do visual icônico, os pilotis representam um conceito social fundamental. “Eles materializam a intenção da liberdade de circulação e de utilização dos espaços urbanos de forma livre por todos”, aponta o professor. Os pilotis integram os espaços públicos e privados, promovendo a apropriação das áreas verdes por toda a população, sem cercas ou barreiras.

7. Monumentalidade como símbolo do novo Brasil
Segundo o professor do CEUB, Brasília foi projetada para expressar a transformação do Brasil. “A obra de Niemeyer estabelece referências visuais desse novo país, moderno e com oportunidades para todos”, afirma. Elementos como as colunas do Palácio da Alvorada foram amplamente copiadas em todo o mundo nas décadas de 1960 e 1970, reforçando a identidade da nova capital.

8. Os azulejos de Athos Bulcão: arte com participação dos operários
Os icônicos painéis de azulejos de Athos Bulcão guardam uma história curiosa. “Os painéis eram montados com liberdade pelos operários”, conta o professor de Arquitetura. Athos estabelecia regras geométricas para guiar o trabalho, permitindo uma grande variedade de combinações sem perder a harmonia estética.

9. A Igrejinha da 308 Sul: integração entre arte e fé
A primeira igreja católica de Brasília, a Igrejinha Nossa Senhora de Fátima, é um exemplo da colaboração entre arquitetura e arte. “O projeto de Niemeyer, com os painéis de Athos Bulcão, cria espaços acolhedores para reflexão espiritual, trazendo referências de liberdade e desenvolvimento espiritual”, destaca Alberto.

10. O paisagismo de Burle Marx: um patrimônio que sofreu com o tempo
Burle Marx deixou um legado na construção do conceito urbano de Brasília. “Jardins emblemáticos, como o Terraço-Jardim do Itamaraty, permanecem como testemunho de sua genialidade. Porém, seu trabalho em paisagismo sofreu com a ausência de manutenção nas áreas públicas, o que causou descontinuidade, especialmente na ligação entre a Torre de TV e a Rodoviária”, lamenta o docente do CEUB.

Cerrado Vivo chega a Samambaia na próxima semana com cultura, tradição e consciência ambiental

A iniciativa vai percorrer diversas regiões do DF com uma feira cultural itinerante, exposições, apresentações artísticas, atividades educativas e palestras sobre os saberes tradicionais do Cerrado

Samambaia recebe, nos dias 6, 7, 8 e 9 de maio, o lançamento do projeto Cerrado Vivo — um evento que une cultura, saberes tradicionais e consciência ambiental. Com realização do Ministério da Cultura, o Cerrado Vivo chega para dar visibilidade às comunidades que vivem no bioma e lembrar da urgência em preservá-lo.

A iniciativa vai percorrer diversas regiões do Distrito Federal com uma feira cultural itinerante, exposições, apresentações artísticas, atividades educativas e palestras sobre os saberes tradicionais do Cerrado.

E quem também vai fazer parte dessa vivência são os estudantes das escolas públicas, convidados a conhecer de perto as tradições indígenas, quilombolas e de outras comunidades que mantêm viva a essência do Cerrado.

O que vai rolar?

Das 9h às 18h, o público poderá visitar exposições, interagir com atividades culturais e conhecer os saberes e práticas das comunidades tradicionais. A programação inclui também uma série de palestras temáticas, que tratam desde o uso de plantas medicinais até os desafios territoriais e ambientais enfrentados pelas populações do Cerrado.

Programação das palestras:

9h30 – Conexão ancestral: saberes e tradições dos povos indígenas do Cerrado
10h30 – Cerrado e sustentabilidade: práticas tradicionais dos quilombolas
14h30 – Medicina da terra: plantas medicinais e conhecimento tradicional do Cerrado
15h30 – Cultura, resistência e identidade: a vida dos povos tradicionais no Cerrado moderno

O Cerrado Vivo vai passar por:

Samambaia, Recanto das Emas, Ceilândia, Estrutural, Brazlândia, Sol Nascente e Pôr do Sol, Planaltina, Sobradinho II, Paranoá, Santa Maria, São Sebastião, Núcleo Bandeirante e, por fim, o Plano Piloto — em uma grande edição especial entre o Museu Nacional e a Biblioteca Nacional.

Ao longo dessa jornada, a expectativa é reunir mais de 30 mil pessoas em um movimento coletivo de valorização cultural e consciência ambiental.

Crédito: Save Cerrado

Serviço

Cerrado Vivo
6 a 9 de maio de 2025
Das 9h às 18h
Estacionamento próximo à Administração Regional de Samambaia, em frente à CAESB
Entrada gratuita
Realização/Fomento: Instituto Arvoredo e Ministério da Cultura
Apoio: Administração Regional de Samambaia

Sustentabilidade BRASÍLIA SUPERA A MÉDIA NACIONAL DE RECICLAGEM DE EMBALAGENS DE VIDRO

Fabio Ferreira – CEO da Circula Vidro

Brasília superou a média nacional de reciclagem de embalagens de vidro, conforme destaca o relatório da Circula Vidro entregue ao Ministério do Meio Ambiente. No país, em 2024, cerca de 25,1% de todas as embalagens de vidro retornaram para a reciclagem. Em Brasília, esse índice alcançou 28,54%. “O Distrito Federal é uma das Unidades da Federação que mais recolhe e que dá a destinação correta às embalagens de vidro, num avanço necessário para a gestão dos resíduos que geramos”, destaca o CEO da Circula Vidro, Fábio Ferreira.

Validados pelo Ministério do Meio Ambiente, esses dados resultam de auditoria liderada pela Circula Vidro no ano passado. São os dados mais recentes disponíveis. “A performance do Distrito Federal é uma das mais elevadas do país. Nem todas as Unidades da Federação atingiram a meta de 25% no final de 2024. A capital do país tem uma cultura de reciclagem bastante difundida. Mas sempre há espaço para avanços”, acrescenta o CEO da Circula Vidro.

A Circula Vidro é a única entidade gestora dos resíduos gerados por embalagens o vidro no Brasil Entidade gestora é a designação prevista na nova legislação ambiental para a instituição responsável por acelerar avanços na gestão de resíduos sólidos no país.  A Circula Vidro foi instituída pela parceria entre a Abividro (Associação Brasileira da Indústria do Vidro), a Abrabe (Associação Brasileira de Bebidas) e o Sindicerv (Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja) – entidades que representam fabricantes e grandes consumidores. “O vidro é infinitamente reciclável e 100% reaproveitável”, acrescenta Ferreira. Segundo ele, os prognósticos legais preveem que, até 2030, deverá haver uma média nacional de reciclagem de embalagens de vidro de, no mínimo, 40%.

Circula Vidro – Entidade Gestora das Embalagens de Vidro no Brasil

https://circulavidro.org/

EcoPraça do Boulevard Shopping Brasília promove visitas educativas sobre sustentabilidade

EcoPraça do Boulevard Shopping Brasília promove visitas educativas sobre sustentabilidade

A EcoPraça do Boulevard Shopping Brasília, criada para incentivar a destinação correta de resíduos, ampliou sua atuação e agora recebe visitas educativas para escolas, grupos e instituições gratuitamente. O projeto busca conscientizar a comunidade sobre a importância da reciclagem por meio de atividades interativas e palestras.

Os participantes são recebidos por uma equipe multidisciplinar do shopping. As visitas guiadas incluem três momentos principais: uma palestra sobre reciclagem e os impactos ambientais dos resíduos, dinâmicas educativas e uma oficina de semeadura, em que os participantes plantam suas próprias sementes. Além disso, os visitantes conhecem de perto os coletores específicos para eletrônicos, lâmpadas, plásticos e outros materiais recicláveis.

O público-alvo da iniciativa inclui instituições de ensino, organizações sociais e hospitais. Em 28 de março, o espaço recebeu a visita de 30 crianças da Casa de Ismael para conscientização do Dia do Lixo Zero (30).

Elevando a consciência ambiental, o Boulevard Shopping Brasília trabalha com um espaço dedicado ao seu compromisso verde, a EcoPraça (piso 2), que reúne pontos de coleta e incentiva clientes e lojistas a participarem ativamente do ciclo de responsabilidade promovendo a reciclagem e o descarte consciente, reduzindo o envio destes materiais a aterros sanitários, além de contribuir com a geração de renda de pessoas que trabalham com a destinação correta destes resíduos.

De acordo com Luana Peixoto, superintendente do empreendimento, o shopping trabalha em parceria com instituições que promovem a reciclagem de materiais. “Aqui o cliente pode descartar vários tipos de resíduos, como tampinhas, óleo de cozinha, esponjas usadas, lâmpadas, eletrônicos e roupas. Esses materiais são coletados e enviados para empresas e projetos sociais que fazem a reciclagem, o coprocessamento, a compostagem ou a doação. Assim o Boulevard tem unido esforços para fomentar projetos com foco no desenvolvimento sustentável, de modo que o empreendimento permaneça em constante busca pela coexistência e interação harmoniosa entre os caracteres econômico, social e ambiental evidenciados em nosso trabalho diário”, conta.

A ação reforça o compromisso do Boulevard Shopping Brasília com a sustentabilidade e a educação ambiental. As visitas são gratuitas e podem ser agendadas pelo e-mail: operacional@boulevardbrasilia.com.br ou pelo telefone (61) 3448-3300. O programa recebe os interessados de segunda a sexta-feira, no período matutino, com grupos de até 30 pessoas. A atividade recebe visitas de todas as idades.

Sobre o Boulevard Shopping Brasília
O Boulevard Shopping Brasília é administrado pela NIAD e em 2024 completou, 15 anos de história, atraindo mais de 7 milhões de visitantes por ano. O espaço traz, além de um varejo completo com as principais âncoras do país, amplo entretenimento com 4 salas de cinema, serviços diversos, projetos consolidados em ESG e um grande destaque na área gastronômica com restaurantes renomados. Entre as principais atrações gastronômicas, destacam-se o João Brasileiro, Taverna Viking, Mania do Churrasco e, claro, grandes opções de fast food, como Burger King, McDonald’s, Giraffas, Spoleto, entre outros. O shopping ainda se prepara para receber o Pecorino Mediterrâneo, Taco Bell, Express Grioll, Mordidela, Arabian e Gyros. Com a proposta garantir c
onforto e inclusão a todos os visitantes, o shopping oferece Praça Pet, Espaço do Cliente com fraldário e Sala do Aconchego para autorregulação de pessoas com sensibilidade sensorial. E, ainda, vagas verdes para recarga de carros elétricos e inclusivas para pcds, idosos e gestantes, localizadas na garagem coberta.

EcoPraça Boulevard Shopping foto Telmo Ximenes

SERVIÇO

Visitas Educativas EcoPraça

Data: de segunda a sexta-feira, no período matutino

Capacidade: para grupos de até 30 pessoas
Agendamento: operacional@boulevardbrasilia.com.br

Informações: (61) 3448-3300

Boulevard Shopping Brasília

Setor Terminal Norte, Conj J – Asa Norte

Informações: (61) 3448-3300

Canais digitais: https://www.boulevardbrasilia.com.br/

@boulevardshoppingbrasilia


Projeto sobre patrimônios e identidades de Taguatinga inicia maratona de encontros com a comunidade local dia 10/04

Só Taguá Tem sai em busca dos traços culturais, hábitos, saberes e fazeres que definem o pertencimento à comunidade de Taguatinga/DF

Diálogos com a comunidade de Taguatinga serão a base estruturante de um documentário sobre os patrimônios da cidade, além de fomentar atividades voltadas ao público escolar durante a Semana do Patrimônio, no mês de agosto 

Iniciativa do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan e do Instituto SOMA Cidadania Criativa, fomentada por emenda parlamentar do gabinete do deputado federal Reginaldo Veras, o projeto Só Taguá Tem se apresenta como uma jornada de imersão, reconhecimento e valorização dos patrimônios da cidade de Taguatinga. Para iniciar os trabalhos, o projeto convida toda a comunidade taguatinguense a participar de quatro diálogos com a comunidade, que acontecerão entre 10 e 28 de abril de 2025, no Centro Cultural SESI Taguatinga, Galeria Olho de Águia, Invenção Brasileira e Paróquia Nossa Senhora de Fátima. 

Realizados em diferentes pontos da cidade, garantindo a participação de diversos setores da sociedade, os diálogos visam identificar, valorizar e divulgar os patrimônios imateriais/materiais, heranças culturais e legados históricos da região, fortalecendo a identidade local e promovendo a preservação da memória coletiva. Com o objetivo de ouvir moradores, estudantes, professores, comerciantes, feirantes, artistas, lideranças comunitárias e interessados, os diálogos serão um espaço aberto para compartilhar histórias, hábitos, tradições e tudo aquilo que faz de Taguatinga um lugar único. 

Ao longo de 10 meses, o projeto se divide em quatro fases conectadas a diferentes públicos desta Região Administrativa, sendo a primeira delas, os diálogos comunitários, voltados à escuta. Após esta fase, o projeto prevê também a produção de uma campanha de conteúdos de redes sociais e mini-documentário sobre os patrimônios locais, a realização de atividades voltadas ao público escolar durante a Semana do Patrimônio no DF (18 a 22 de agosto) e uma atividade final de exibição do filme produzido junto à comunidade; tudo tendo como base o que a própria comunidade relatar como patrimônios fundamentais de Taguatinga.

Para esta primeira fase, cada encontro espera reunir pelo menos 30 participantes, garantindo uma pluralidade de ideias nas discussões. O primeiro encontro acontece na quinta-feira, dia 10 de abril, às 19h, na Sala de Exposição do Centro Cultural SESI Taguatinga. No dia 22, a segunda roda de conversa acontece na conversa será na Galeria Olho de Águia, às 10h. O terceiro encontro, realizado no sábado, dia 26, ocorre também às 10h, no Instituto Invenção Brasileira, localizado no Mercado Sul. Por fim, na segunda-feira, 28, às 14h, é a vez da Paróquia Nossa Senhora de Fátima receber a quarta e última atividade desta etapa. 

As atividades são todas gratuitas e não é necessário realizar inscrição prévia. Ao final dos encontros, um lanche será oferecido para criar um espaço descontraído de trocas entre os participantes.

SÓ TAGUÁ TEM NO IPHAN

No Brasil, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), vinculado ao Ministério da Cultura, é o responsável pela preservação do Patrimônio Cultural Brasileiro, que, segundo a Constituição, inclui expressões culturais, saberes, edificações, documentos e sítios históricos, ecológicos e científicos. A catalogação e a proteção ocorrem em parceria com as comunidades. O patrimônio cultural brasileiro pode ser classificado, entre outras, em quatro categorias : Material (construções e objetos históricos), Imaterial (celebrações, formas de expressão e saberes), Arqueológico (vestígios humanos de ocupação do planeta) e Mundial (bens reconhecidos pela UNESCO).

A iniciativa do Só Taguá Tem é apenas o primeiro passo para a documentação, a sistematização e a valorização coletiva dos tesouros de Taguatinga. Participar desta ação é uma oportunidade de valorizar as memórias de Taguatinga, fortalecer a identidade cultural da comunidade, contribuir para um documentário que será exibido em escolas e eventos culturais, e fazer parte de um movimento de preservação do patrimônio imaterial da cidade. O Só Taguá Tem é um convite para que cada taguatinguense se reconheça na sua própria história e participe ativamente da construção de um legado cultural para as futuras gerações.

Para mais informações e para acompanhar o projeto, acesse o instagram do projeto.

Praça do Relógio, foto Agência Brasilia

SERVIÇO – PROJETO SÓ TAGUÁ TEM
O que: Primeira etapa – Diálogos Comunitários
Público-alvo: Moradores, estudantes, professores, comerciantes, feirantes, artistas, lideranças comunitárias, representantes de instituições culturais e demais pessoas interessadas
Datas e locais:

10/04 (quinta-feira), às 19h – SESI Taguatinga (QNF 24 – Taguatinga Norte)

22/04 (terça-feira), às 10h – Galeria Olho de Águia (CNF 1, Ed. Praiamar, Bl. D, Loja 12 – Taguatinga Norte)

26/04 (sábado), às 10h – Invenção Brasileira (QSB 12/13, Mercado Sul)

28/04 (segunda-feira), às 14h – Paróquia Nossa Senhora de Fátima (Área Especial 03, St. D Sul)

Mais informações: instagram.com/sotaguatem
Gratuito e aberto

Chapada dos Veadeiros recebe evento voltado para o esporte, natureza e boas energias

2ª edição do Resenha acontece de 4 a 6 de abril com programação imperdível em Alto Paraíso

De 4 a 6 de abril, a Chapada dos Veadeiros recebe a segunda edição do Resenha, um evento que promete transformar o coração de Goiás em um verdadeiro ponto de encontro entre esporte, natureza e boa energia. Em um cenário de tirar o fôlego, os participantes viverão uma experiência única, mesclando atividades esportivas e momentos de relaxamento, tudo em meio à exuberante paisagem da Chapada. 

Com uma programação diversificada e cuidadosamente elaborada, o Resenha visa oferecer mais do que uma simples competição: é uma imersão completa na natureza e no esporte. O futevôlei será o destaque da edição, com um torneio entre equipes. O campeonato acontece no Espaço Maya. As inscrições para atletas custam R$550 para duplas, e podem ser feitas por meio do site Imprimix Ticket

Os inscritos terão direito a uniforme, kit, participação na competição, premiação até 3º lugar e resenha de domingo. A hospedagem, alimentação e bebidas não estão inclusas. Já o público, pode acompanhar as partidas do Resenha de forma gratuita. “Além da disputa esportiva, o evento se propõe a ser um verdadeiro festival de bem-estar e convivência. Os participantes terão a oportunidade de relaxar, se reconectar com o ambiente natural, e trocar boas energias com outros entusiastas do esporte e da natureza”, comenta Rodrigo Barreto, organizador do evento.

Música, gastronomia e lazer

Durante o evento, a região recebe uma programação cultural, de ecoturismo e gastronomia com preços especiais. O público pode conferir diversos shows e saborear pratos em várias pousadas e restaurantes da Chapada dos Veadeiros. Além disso, a visitação a cachoeiras faz parte do roteiro de diversão.

O Resenha conta também com o apoio de diversos estabelecimentos, como o Rústico Premium Grill, na Vila de São Jorge, renomado por sua excelência na gastronomia e atendimento. “Estamos muito felizes em apoiar um evento tão significativo para a Chapada dos Veadeiros. O Resenha é uma oportunidade única de proporcionar momentos inesquecíveis para quem ama o esporte e a natureza, e estamos prontos para oferecer um pedacinho da nossa cozinha e algumas apresentações musicais para essa vivência especial”, comenta Carla Vasconcelos, empresária à frente do Rústico Premium Grill.

Foto divulgação

Confira a programação completa:

Sexta-feira (4 de abril):

7:00 – Day Use Academia Point – R$30,00 (para todos atletas e convidados)

10:00 – Quadras livres no Espaço Maya para treino e dúvidas técnicas com os professores Jean e Matheus

12:00 – Feijoada com banda local

16:00 – Pôr do sol no Mirante em São Jorge (entrada 50% para atletas)

20:00 – Evento Exclusivo no Rústico Premium Grill com Show da fantástica Camila Gouvea (welcome drink São Jorge para atletas)

21:00 – Congresso técnico: regras, horários e informações do evento

21:30 – Sorteio das chaves das categorias

Sábado (5 de abril):

7:00 – Day Use Academia Point – R$30,00 (para todos atletas e convidados)

7:30 – Aquecimento e alongamento com os professores Jean e Matheus

08h00 às 16:00 – Campeonato de Futevôlei

12:00 – Sambinha animada

13:00 – Almoço no Maracangalha (10% de desconto para atletas e convidados)

16:00 – Pódio com entrega de troféus e premiação das categorias

16:30 – Pôr do Sol no Espaço Pura Chapada (entrada gratuita para atletas e convidados) com show da super banda Capitain Jack

20:30 – Evento Exclusivo no Bar do Pelé com Show de Paulo Romero e banda de São Jorge

Domingo (6 de abril):

10:00 – Visita à Cachoeira do Lajeado (entrada gratuita para atletas)

12:00 – Programação a definir

SERVIÇO 

2ª edição Resenha 

Data: 4 a 6 de abril de 2025

Local: Alto Paraíso – Chapada dos Veadeiros

Local do campeonato: Espaço Maya

Instagram: @resenha.bsb

Inscrições para atletas: https://imprimixticket.com.br/evento/182/resenha-2a

Valor: R$550 (para duplas)

Entrada gratuita para o público acompanhar as competições. 

Curso Horticultor Urbano e Economia Circular: Um evento transformador em Brasília

De 7 a 12 de abril de 2025, o Centro Educacional 03 do Guará, localizado no QE 17/18 Área Especial B, será o palco de um evento transformador para a comunidade de Brasília: o Curso Horticultor Urbano e Economia Circular. O curso, parte do projeto Sustentabilidade Tecnológica, é desenvolvido pelo Instituto Multiplicidades com o apoio da SECTI-DF e da Administração do Guará. Durante os seis dias de imersão, os participantes aprenderão práticas sustentáveis para a agricultura urbana, promovendo a economia circular e soluções inovadoras para a cidade.

O curso será dividido em cinco módulos, abordando temas fundamentais para quem deseja atuar no setor da agricultura urbana e da sustentabilidade:

1. Horta Orgânica e Agricultura Urbana:

○ Planejamento e criação de hortas urbanas.

○ Técnicas de cultivo orgânico e adubação natural.

○ Cuidados com irrigação e controle de pragas sem agrotóxicos.

2. Gestão de Resíduos:

○ Classificação e segregação de resíduos urbanos.

○ Práticas de redução, reutilização e reciclagem.

○ Sistemas de coleta seletiva e como sensibilizar a comunidade.

3. Compostagem Urbana:

○ Tipos de compostagem (vermicompostagem, compostagem doméstica).

○ Como iniciar a compostagem em áreas urbanas.

○ Utilização de compostagem na fertilização de hortas urbanas.

4. Tecnologia e Inovação na Agricultura:

○ Tecnologias aplicadas à agricultura urbana (sensores, irrigação inteligente).

○ Uso de automação e monitoramento remoto.

○ Exemplos de inovações, como a agricultura vertical.

5. Empreendedorismo Sustentável e MEI:

○ Como abrir e gerir um negócio sustentável no setor verde.

○ Planejamento de negócios com práticas de economia circular.

○ Como promover e escalar um empreendimento sustentável.

As inscrições para o evento já estão abertas e podem ser realizadas através do site oficial do projeto: https://sustentabilidadetech.com.br

Não perca a chance de fazer parte dessa transformação e contribuir para um futuro mais verde e sustentável.

Reforçando o compromisso do Guará com o desenvolvimento sustentável e a promoção de soluções inovadoras para os desafios urbanos.

Estudante de Engenharia do CEUB cria sistema de monitoramento climático para setor agrícola

Dispositivo de baixo custo é capaz de prever condições ambientais e saúde das lavouras, além de detectar gases nocivos e incêndios

Foto divulgação

Quando o assunto é monitoramento do sistema agrícola, a preocupação é o alto custo do investimento para evitar perdas causadas por características climáticas que impactam a vida no campo. Em busca de integrar tecnologia ao setor agrícola a baixo custo, Raphael Vilela, estudante de Engenharia do Centro Universitário de Brasília (CEUB) criou sistema versátil que coleta dados ambientais e é adaptável a diferentes cenários: da agricultura ao monitoramento urbano e florestal. 

O sistema criado pelo pesquisador Raphael Vilela utiliza dois dispositivos principais, denominados “Home” e “Externo”, equipados com sensores avançados, como o BME280, DS18B20 e AHT10, para medir temperatura, umidade, pressão e condições do solo. “Essas informações são coletadas no campo pelo dispositivo “Externo” e armazenadas no dispositivo “Home”, que salva os dados em um cartão microSD, permitindo análise detalhada posterior”, relata.

De acordo com o orientador da pesquisa, Francisco Javier, professor de Engenharia do CEUB, o sistema pode ser adaptado tanto para pequenas áreas agrícolas quanto para grandes propriedades.  “O projeto pode ser usado para estudos de viabilidade do terreno, análise e correção do solo. Durante o plantio, auxilia no acionamento de sistemas de irrigação, monitoramento de temperatura, umidade e fertilidade do solo. Isso permite ao produtor intervir apenas onde é necessário, reduzindo custos.”

A pesquisa prevê o uso da tecnologia em outras áreas além da agricultura, entre elas, o monitoramento urbano, florestal e até em segurança contra incêndios. “A mesma lógica pode ser adaptada para monitorar a qualidade do ar em ambientes internos, detectar gases nocivos e prever possíveis incêndios. O potencial de aplicação é enorme, desde escolas e universidades até grandes áreas industriais.”

Inovação e sustentabilidade no campo

Após implementar o sistema na lavoura de sua família, em Minas Gerais, o pesquisador revela que um dos maiores avanços é a flexibilidade e mobilidade proporcionadas pela rede sem fio. Isso elimina a necessidade de cabeamento, tornando o sistema mais prático e eficiente. “O caráter de inovação está na facilidade de usar rádio frequência. Planejo melhorar o projeto, utilizando uma rede de longo alcance, como o ESP LoRa”.

As vantagens vão da automação da irrigação à análise precisa da composição do solo. Segundo o pesquisador do CEUB, o dispositivo é capaz de identificar, por exemplo, o pH, os níveis de nitrogênio, fósforo e potássio, permitindo ajustes que otimizam a produção agrícola. “Algumas plantas preferem um solo mais ácido, outras mais básico. Esse sistema ajuda a verificar as condições ideais para cada tipo de plantio, aumentando a produtividade e a qualidade dos cultivos.”

Sobre o impacto econômico, o projeto evidencia a redução de custos e a sustentabilidade proporcionada pela tecnologia. O orientador Francisco Javier, esclarece que, com a análise em tempo real, é possível economizar em soluções mais caras, como monitoramento por satélite ou drones. “O grande volume de dados coletados pode alimentar sistemas de inteligência artificial (IA), possibilitando análises detalhadas e comparações com outros modelos. Isso permite conclusões mais assertivas sobre as culturas e o rodízio de plantios recomendados, promovendo maior sustentabilidade na produção e preservação ambiental.”, destaca o professor.

Como próximos passos e aperfeiçoamento, o estudante expressa o desejo de integrar os dados a um aplicativo ou plataforma online, permitindo o acompanhamento contínuo das variáveis monitoradas. O discente do CEUB acrescenta que sua pesquisa representa um marco na integração de inovação, sustentabilidade e eficiência no setor agrícola: “A capacidade de adaptar essa tecnologia a diferentes cenários demonstra que é uma solução versátil para os desafios modernos da agricultura e além”.

Boulevard Shopping Brasília celebra o Dia Mundial da Água em parceria com a CAESB

Em comemoração ao Dia Mundial da Água (22 de março) e reforçando seu compromisso com a sustentabilidade, o Boulevard Shopping Brasília promove uma ação especial em parceria com a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (CAESB-DF). A partir das 14h, os visitantes que visitarem a ECOPraça receberão copinhos de água mineral como um alerta sobre a importância da conservação dos recursos hídricos. Serão distribuídas cerca de 360 unidades.

Integrando princípios ESG em suas operações, o Boulevard Shopping Brasília adota medidas sustentáveis para a preservação ambiental e o bem-estar social. Entre as iniciativas implementadas, destacam-se a gestão eficiente de resíduos, a otimização do consumo de energia e água e programas de reciclagem. Em 2024, o shopping obteve resultados expressivos em suas ações de ESG, conseguindo economizar um volume de água equivalente a quatro piscinas olímpicas por meio da reciclagem de papel e papelão.

“Queremos conscientizar nossos clientes sobre a importância do uso responsável da água e mostrar como pequenas atitudes podem fazer uma grande diferença para o meio ambiente”, conta Luana Citon, gerente de marketing.

Para saber mais sobre as iniciativas socioambientais do Boulevard Shopping Brasília, acesse: https://www.boulevardbrasilia.com.br/esg

Sobre o Dia Mundial da água

O Dia Mundial da Água foi instituído pela ONU em 22 de março de 1992 e visa à conscientização da população a respeito dessa substância, que é essencial para a vida no planeta. O Dia Mundial da Água é uma data para refletirmos a respeito da importância de preservar os recursos hídricos.

Sobre o Boulevard Shopping Brasília
O Boulevard Shopping Brasília é administrado pela NIAD e em 2024 completou, 15 anos de história, atraindo mais de 7 milhões de visitantes por ano. O espaço traz, além de um varejo completo com as principais âncoras do país, amplo entretenimento com 4 salas de cinema, serviços diversos, projetos consolidados em ESG e um grande destaque na área gastronômica com restaurantes renomados. Entre as principais atrações gastronômicas, destacam-se o João Brasileiro, Taverna Viking, Mania do Churrasco e, claro, grandes opções de fast food, como Burger King, McDonald’s, Giraffas, Spoleto, entre outros. O shopping ainda se prepara para receber o Pecorino Mediterrâneo, Taco Bell, Arabian e Gyros.

Dia mundial da agua

Boulevard Shopping Brasília

Setor Terminal Norte, Conj J – Asa Norte

Informações: (61) 3448-3300

Canais digitais: https://www.boulevardbrasilia.com.br/

@boulevardshoppingbrasilia

“Oscar da Sustentabilidade” chega à 4ª Edição: Prêmio Arapoti celebra Iniciativas Ambientais no DF

Maior premiação ambiental do DF chega à 4ª edição! O Prêmio Arapoti reconhece iniciativas sustentáveis e inspira novas práticas.

O Instituto Arapoti lançou o edital para a 4ª edição do Prêmio Arapoti, conhecido como o “Oscar da Sustentabilidade”, que acontecerá em 27 de março de 2025, no Teatro Newton Rossi do SESC. O evento, que se consolidou como o maior de reconhecimento ambiental do Distrito Federal, visa celebrar e premiar práticas sustentáveis desenvolvidas por condomínios, escolas, empresas, instituições e pessoas físicas. 

Com um crescimento exponencial nas edições anteriores – de 80 participantes em 2021 para mais de 450 em 2024 – o Prêmio Arapoti mantém todas as características glamorosas de uma premiação de alto nível: tapete vermelho, estatuetas exclusivas e muito brilho para destacar quem mais contribui com a sustentabilidade na região. 

As inscrições estiveram abertas até 16 de fevereiro de 2025, com diversas categorias disponíveis: Resíduos, Água, Energia, Efluentes, Qualidade de Vida e Espaços Ecopedagógicos, além de premiações especiais para o Setor Público e Pessoas Físicas. O edital completo pode ser consultado no site oficial do instituto. 

“Queremos não somente reconhecer, mas também inspirar novas práticas sustentáveis. O Prêmio Arapoti é um catalisador para ideias inovadoras que beneficiam o meio ambiente e a sociedade”, afirma Dái Ribeiro, Engenheira Ambiental e Presidente do Instituto Arapoti. 

A avaliação dos projetos inscritos será realizada até 15 de março, via análise documental e entrevistas online, com a divulgação dos resultados na cerimônia especial no dia 27 de março de 2025. 

Na edição anterior, o evento contou com a participação de importantes entidades públicas ligadas ao meio ambiente, como SEMA, IBRAM, SLU, ILZB, EMATER, entre outras, que atuaram como padrinhos e madrinhas de troféus, demonstrando o reconhecimento e relevância conquistados pela iniciativa. 

Para mais informações sobre as categorias e vencedores, visite o site oficial https://www.institutoarapoti.com.br/ ou siga o @premioarapoti no Instagram.

Maior premiação ambiental do DF chega à 4ª edição! O Prêmio Arapoti reconhece iniciativas sustentáveis e inspira novas práticas

Sobre o Instituto Arapoti 

O Instituto Arapoti é uma entidade sem fins lucrativos, com sede no Guará I – DF, cuja missão é fomentar ideias sustentáveis que promovam valores socioambientais. Como referência nacional em práticas e conteúdos sustentáveis, conta com um time multidisciplinar composto por engenheiros ambientais, arquitetos, advogados, pedagogos, engenheiros civis, agrônomos, entre outros profissionais.

Circuito “Festival Curta Mais Por Menos Pirenópolis” promove experiência exclusiva com o melhor da gastronomia e turismo a preços especiais até 17 de abril

A cidade mais charmosa de Goiás recebe pela primeira vez o “Festival Curta Mais Por Menos Pirenópolis“, evento que promete encantar visitantes com uma experiência única que combina alta gastronomia, hospedagem de qualidade e atrativos turísticos a preços especiais. Até o dia 17 de abril de 2025, o festival oferecerá descontos exclusivos em restaurantes, pousadas e experiências na cidade. 

Entre as opções gastronômicas, os restaurantes participantes apresentarão menus em três etapas, pratos ou combos com preços fixos que variam entre R$ 59 e R$ 119. No setor de hospedagem e atrativos, os descontos variam de 10% a 50% dentro do período da ação. O festival, que ocorre na baixa temporada de Pirenópolis, busca valorizar os melhores endereços da cidade por meio de uma curadoria especializada.

Com o slogan “os melhores, por menos”, a primeira edição do Festival Curta Mais Por Menos conta com o apoio do Governo de GoiásSebraePrefeitura de Pirenópolis e Sinditur-GO, além de diversos representantes do trade turístico local. O evento tem como objetivo fomentar a economia da região e atrair milhares de turistas durante o período.

“A ideia é mostrar que Pirenópolis pode ser acessível para todos, oferecendo opções gastronômicas e turísticas de qualidade a preços mais acessíveis do que em outras épocas do ano, quando a demanda de visitantes é maior. Unimos o útil ao agradável, promovendo o destino neste período de menor movimento e criando oportunidades para atrair mais turistas”, destaca Marcelo Albuquerque, organizador do evento.

Categorias do Festival

O Festival Curta Mais Por Menos Pirenópolis contará com cinco categorias distintas:

  • Alta Gastronomia: Romaria, Detália Sabores, Haikai Jardim Gastronômico, Marinho Pirenópolis.
  • Restaurantes: Bistrô das Cavalhadas, Tutto, Empório da Rua, Botequim Mercatto, Bistrô Vereda.
  • Bares e Bistrôs: Forneria Pireneus, Buteko do Chaguinha, Piri Lounge.
  • Comidinhas e Cafés: Mio di Piri, Valenttine Gelato, Colorê Gelateria, Boarã Lodge Café, Um Café Bistrô.
  • Hospedagens: Villa do Comendador, Divina Pousada, Dádiva Hotel, Pousada Vereda da Serra, Pousada das Cavalhadas, entre outras.
  • Atrativos Turísticos: Cachoeira do Rosário, Voo de Balão em Piri, Cachoeira Paraíso, Vinícola Paraíso, Fazenda Vagafogo, Muzza Jazz Clube, Reserva Andorinhas e outros.

O circuito completo com todas as informações sobre locais, datas e horários está disponível no site oficial do evento: www.curtamais.com.br/pirenopolis. Moradores e turistas podem se preparar para uma experiência inesquecível, aproveitando o melhor da gastronomia, hospitalidade e natureza de Pirenópolis em um só lugar.

SERVIÇO:

Festival Curta Mais Por Menos Pirenópolis

Data: Até 17 de Abril de 2025

Mais informações e empreendimentos participantes: https://curtamais.com.br/pirenopolishttps://www.instagram.com/curtamaispirenopolis?igsh=aHl4YWo5a3dyOHRwhttps://www.instagram.com/guiacurtamais?igsh=MWR5cXRsdjlqdGJxbA==

Sebrae Mato Grosso celebra 50 anos com exposição de arte mato-grossense em Brasília

‘Lírica, crítica e solar: artes visuais em Mato Grosso’, reúne 200 obras de 50 artistas, expostas no Museu Nacional da República em Brasília, de 18 de março a 11 de maio

Para comemorar seus 50 anos de atuação, o Sebrae Mato Grosso realiza, no Museu Nacional da República, em Brasília, uma exposição coletiva dedicada à produção artística do Estado. Lírica, crítica e solar: artes visuais em Mato Grosso, reúne 200 obras de 50 artistas, tem curadoria de Divino Sobral e Laudenir Gonçalves, com assistência de curadoria de Rosana Schmitt e expografia de Guilherme Isnard.  A exposição será inaugurada em 18 de março e ficará em cartaz até 11 de maio, na sala principal do museu.  O evento conta com a parceria do Governo do Distrito Federal e do próprio museu. 

A iniciativa abre o calendário de celebrações pelos 50 anos do Sebrae Mato Grosso, que ocorre em setembro de 2025. O objetivo é oferecer aos visitantes uma nova perspectiva sobre a história do Estado, retratada por meio da arte. A exposição se dedica a mostrar riquezas culturais que fazem parte da Cadeia da Economia Criativa, com recorte para as artes visuais, comprovando que Mato Grosso é também um grande celeiro criativo e artístico. A expectativa do Sebrae/MT é que cerca de 50 mil pessoas visitem a exposição. 

Para a diretora-superintendente do Sebrae/MT, Lélia Brun, 2025 é um ano muito especial para a instituição, afinal celebra meio século de atividades. “Estamos celebrando 50 anos de uma jornada que impactou a vida de milhares de empreendedores e o próprio desenvolvimento de Mato Grosso. Sabemos o quanto o Sebrae fez e faz pelos pequenos negócios e essa história merece ser enaltecida em grande estilo. Realizar essa exposição com artes de 50 artistas de Mato Grosso, no Museu Nacional da República, na capital Federal, é uma conquista maravilhosa, que enaltece todo esse passado, mas também anuncia nosso compromisso com o presente, e com os próximos 50 anos”, explica enfatizando o papel da arte, no contexto do empreendedorismo. 

“A arte, a Cultura, a Economia Criativa, não só geram negócios, trabalho e renda, como resumem a essência humana, são elas o ponto de convergência entre as gerações, entre as diferentes culturas que formam nossa rica sociedade”, destaca. 

“Nosso compromisso é apoiar os empreendedores de Mato Grosso e fortalecer os setores produtivos do Estado. Temos uma trajetória marcada pela dedicação ao desenvolvimento sustentável e valorização das genuínas expressões culturais mato-grossenses. Atuamos nos biomas Pantanal, Cerrado e Amazônia, com um olhar atento às tradições, costumes e culturas, impulsionando negócios que possam ganhar competitividade e conquistar novos mercados, inclusive no cenário internacional”, complementa o diretor Técnico do Sebrae/MT, André Schelini, ao falar sobre os propósitos da instituição e dos compromissos com a produção artística do Estado. 

“É preciso romper fronteiras e fazer circular a produção artística, ainda pouco conhecida no Brasil pela pouca divulgação do setor”, conclui.  

Sobre a exposição 

O processo curatorial escolheu obras e artistas de oito municípios mato-grossenses (Cuiabá, Canarana, Chapada dos Guimarães, Guiratinga, Nobres, Rondonópolis, 

Rosário Oeste e Várzea Grande), contemplando técnicas como pintura, aquarela, escultura, objetos, cerâmica, fotografia e documentário. 

As peças foram selecionadas a partir de 16 acervos, incluindo três institucionais, três comerciais e 10 privados. As obras vão estar dispostas na exposição em sete núcleos temáticos: Ancestralidade indígena e indigenismo, A natureza: entre a pujança e a devastação, A presença da arte popular, Conexão com a religiosidade, A cidade de Cuiabá e a cuiabania, O povo mato-grossense e O grande Mato Grosso e a criação das instituições artísticas. 

A exposição ainda presta homenagem a quatro personalidades femininas de grande relevância para a história da arte em Mato Grosso: Aline Figueiredo, Dalva de Barros, Maria Lygia de Borges Garcia e Magna Domingos.  Além disso, destaca a obra de Inês Correa da Costa, primeira artista mato-grossense a alcançar projeção nacional.

No total, 31 artistas vivos e 19 falecidos terão suas obras exibidas, consolidando a exposição como um tributo à rica produção artística do Estado. Dessa forma, o evento busca fortalecer e dar visibilidade ao trabalho de artistas, estudiosos e incentivadores da arte, reconhecendo a contribuição deles para a cultura mato-grossense e nacional.

O curador Divino Sobral, titular responsável por desenhar o fio condutor da pesquisa e seleção das obras, empregou a ela uma narrativa histórica. Ele explica que o simbolismo do título da exposição ‘Lírica, crítica e solar: artes visuais em Mato Grosso’, faz referência a alguns aspectos que caracterizam a produção artística. 

“Por um lado, o lirismo expresso na interpretação subjetiva e afetiva da cultura; por outro, a crítica que revela a consciência dos artistas sobre a realidade do tempo e do espaço em que eles vivem; ambos qualificados como solar, adjetivo que indica a intensa luminosidade de Mato Grosso que se traduz em sua arte de vibrante colorido, e que aponta a elevada temperatura de uma arte feita com os engenhos do cérebro e com a pulsação do coração”, diz. 

Passado, presente e futuro

Além do reconhecido conjunto de artistas que já compõem esse histórico, novos nomes do movimento contemporâneo desabrocham no contexto artístico estadual, expressando talento e sensibilidade às produções que comprovam a vocação de Mato, que merece  ocupar lugar de destaque no universo das artes e da cultura, nacional e internacional. O evento pretende inserir Mato Grosso no circuito da arte e da crítica contemporânea, ainda muito centralizada nos eixos Sul e Sudeste do Brasil.   

O Museu

O Museu Nacional da República, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, ocupa uma área de 15 mil metros quadrados. Foi inaugurado em dezembro de 2006. É um dos museus mais visitados do Brasil. Por ele passaram em 2024, 305 mil visitantes. Nos fins de semana, cerca de 5 mil pessoas visitam o local. É administrado pelo governo do Distrito Federal e compõe o conjunto cultural, formado também pela Biblioteca Nacional de Brasília, localizado no Setor Cultural Sul, Lote 2, na Esplanada dos Ministérios.

A arte mato-grossense

Mato Grosso possui um histórico respeitável no campo das artes plásticas, especialmente na pintura. Grandes artistas nasceram nos ateliês livres, criados pelo Governo do Estado, final da década de 1970, e pela Universidade Federal de Mato Grosso, que sediou o ateliê como braço educador do Museu de Arte e de Cultura Popular – Macp, no início da década de 1980 até tempos recentes, em Cuiabá. Estes espaços responderam pelo estímulo e formação de uma geração de pintores que ganhou notoriedade em movimentos importantes da arte nacional, como a ‘Geração 80’.

Artistas como Gervane de Paula, Adir Sodré, Dalva de Barros, Benedito Nunes, Regina Pena, Humberto Espindola, Vitória Basaia e muitos outros, se destacaram pela força expressiva e qualidade de suas obras e inspiraram novas gerações. A partir deles, alguns colecionadores foram atraídos para Mato Grosso, abrindo espaço para participações da arte local em exposições nacionais e internacionais. 

Brasília, capital da sustentabilidade  

Movimento Brasília mais Sustentável pretende capacitar segmento de hotéis, bares e restaurantes e tornar a cidade referência em ESG. Evento de lançamento acontece em 11 de março, no Brasil 21 

Foto divulgação

Com objetivo de capacitar empreendimentos do setor turístico em práticas de sustentabilidade e ESG (Ambiental, Social e Governança), o projeto BrasíliaMais Sustentável tem lançamento marcado para o dia 11 de março, no Restaurante Miró do Brasil 21. A iniciativa, promovida pelo Instituto Brasil de Economia Criativa (Ibraec) reúne parceiros como o Instituto Chico Maia (ICM), SINDHOBAR, Instituto Lixo Zero, Nativa, portal Visite Brasília, além do apoio da Secretaria de Turismo (Setur-DF) e do GDF. O projeto estabelece um conjunto de padrões e boas práticas para avaliar o desempenho sustentável das empresas.  

Em sua fase inicial, 12 empreendimentos dentre hotéis, bares e restaurantes serão capacitados por meio de palestras e oficinas focadas em gestão de resíduos sólidos, qualidade no atendimento, empreendedorismo sustentável e turismo responsável. Os treinamentos acontecerão nos próprios estabelecimentos e terão início em 12 de março e encerramento previsto para 16 de maio, com a apresentação dos resultados alcançados. Nesta primeira fase, participam os seguintes estabelecimentos: Hotéis da rede Hplus: Cullinan, Athos Bulcão, Saint Moritz, Vision e Fusion; B Hotel, Meliá Brasil 21; Joy Hostel. Os restaurantes são: Baco Pizzaria (Asa Sul) Norton Restaurante ( MeliáBrasil 21) e Ticiana Werner.  

Para a líder do projeto e diretora de hotelaria do Sindhobar, Valéria Farias, Brasília tem um enorme potencial para se consolidar como um destino turístico sustentável e regenerativo, alinhado às principais tendências globais de ESG e aos objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU).  

“Em Brasília, dispomos de uma população altamente exigente e atenta ao que ocorre nos principais debates globais sobre sustentabilidade. Afinal, somos sede de importantes organismos internacionais, do governo federal e de importantes embaixadas. Nossa cidade tem tudo para ser referência em práticas comerciais sustentáveis. Estamos entre as 10 cidades brasileiras mais visitadas por estrangeiros e, portanto, temos condições de tornar Brasília uma referência internacional também em turismo responsável”,     destaca Valéria.  

Segundo o presidente do Sindhobar, Jael Antônio da Silva, o projeto será um marco para as empresas do DF “O mundo exige que nossas empresas tenham mais responsabilidade socioambiental, e isso se reflete em ganhos para os negócios. O Brasília Mais Sustentável trará ganhos competitivos para nosso setor.”  

A expectativa é que o projeto estimule a adoção de práticas ESG nos estabelecimentos turísticos do Distrito Federal, com aprimoramento dos padrões de qualidade dos serviços oferecidos, resultando em experiencias mais agradáveis para turistas e moradores, além de contribuir para a consolidação de uma Brasília mais sustentável no turismo e reconhecida por suas boas práticas ESG no cenário do turismo nacional

Podcast Pausa de Colcheia retorna em 2025 em um passeio pelos ritmos e história da percussão brasileira

Com Lucas Ramalho novamente à frente, segunda temporada traz 13 novos bate-papos com mestres da música brasileira

Foto divulgação

Os novos episódios trazem grandes nomes da percussão nacional, como Japa (BaianaSystem e Timbalada), Denny Conceição (ex-Natiruts) e Silvanny Sivuca (Emicida) compartilhando suas experiências e paixão pela música

O som da percussão é um chamado ancestral. É memória, é pulsação, é resistência. E o Pausa de Colcheia retorna para sua segunda temporada trazendo consigo esse compasso vivo. Lançados a partir de 4 de fevereiro, os novos episódios do podcast conduzido pelo historiador, músico e arte-educador Lucas Ramalho se aprofundam ainda mais na trajetória dos tambores, baterias, agogôs e xequerês, revelando os ecos da percussão brasileira em cada batida. Pausa de Colcheia está disponível nas principais plataformas de streaming, como Spotify, Google Podcast, entre outras.

Ao longo de 13 novos episódios, mestres da música se reúnem para contar histórias, dividir saberes e reafirmar a percussão como força criativa e transformadora. Cada episódio traz a participação de algum nome que molda sons e cria caminhos, abordando temas fundamentais para entender a importância desse universo na música e na sociedade.

Entre os convidados estão Aline Marcimiano, que transita entre a dança, o teatro e a música, compartilhando sua conexão com o universo afrolatino; e André Costa, que se destaca nos ritmos nordestinos e no samba, com uma carreira que inclui colaborações com artistas como Rapadura. Apoena, mineiro radicado em Brasília, fala sobre sua trajetória, unindo arte-educação e música popular, além de ser um dos fundadores do Jongo do Cerrado.

Também de Minas Gerais temos Celin du Batuk, criador do Batukenjé, grupo que mistura inclusão social com performances percussivas. Com quase três décadas de carreira, Carlos Pial, percussionista premiado e fundador do Instituto Carlos Pial, também participa do podcast. O ex-integrante do Natiruts, com mais de 30 anos na percussão, Denny Conceição também compartilha sua trajetória em um dos episódios. Outro que traz sua visão sobre percussão é Felipe Reznik, que passou por projetos como Bloco do Sargento Pimenta e Instituto d’O Passo.

A Bahia marca presença com Japa System, de Feira de Santana, que fez história no Timbalada e BaianaSystem, e lançou o álbum Sistema Percussivo Integrado. Junior Viegas, grande nome da cena instrumental de Brasília, e Léo Rodrigues, fundador do canal Platinelas e do aplicativo e-batuque, figuram em outros dois episódios.

Figuras conhecidas na região Centro-Oeste, a percussionista goiana Lene Black e a pernambucana radicada no Paranoá Martinha do Coco integram outros dois episódios. E por fim, fechando a lista de convidados, Silvanny Sivuca, que já acompanhou Emicida na turnê AmarElo, se apresentou no Caldeirão do Mion e trabalhou com artistas como Iza e Fafá de Belém.

O podcast Pausa de Colcheia tem roteiro, direção e produção assinados por Lucas Ramalho e é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.

SOBRE O PAUSA

O Pausa de Colcheia nasceu em 2020, em meio à pandemia da Covid-19, quando o músico e historiador Lucas Ramalho, de forma independente, começou a realizar uma série de lives entrevistando percussionistas de Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. Em 2022, o projeto recebeu apoio do FAC e passou a ser formatado como um podcast. O nome remonta ao símbolo musical “colcheia”, que tem a duração de metade de um tempo (ou meio batimento) em um compasso.

Com 13 episódios produzidos, cada episódio é uma forma de descolonizar os ouvidos, de desafiar preconceitos, de mostrar que a percussão é, antes de tudo, uma linguagem que conta a história de um povo. A primeira temporada contou com a participação de percussionistas renomados como Marcos Suzano (RJ), Gustavo di Dalva (BA/NY), Larissa Umaytá (DF) e Thiago da Serrinha (RJ), que trouxeram suas perspectivas e experiências enriquecedoras para o público.

ACESSO PARA TODOS

Como forma de fazer o conteúdo chegar ao maior número possível de pessoas, a segunda temporada do Pausa de Colcheia chega com recursos em Libras em todos os episódios, garantindo que sua mensagem atravesse ainda mais fronteiras. 

ONDE ENCONTRAR

O Pausa de Colcheia está disponível nas principais plataformas de streaming, como Spotify, Google Podcasts, Anchor, Breaker, Overcast, Pocket Casts e Rádio Public. 

Foto divulgação

Serviço – Segunda Temporada Pausa de Colcheia
Apresentação: Lucas Ramalho
Lançamento 4 de fevereiro de 2025
Onde escutar: Spotify, Apple Podcasts, Google Podcasts, Castbox, RSS, Anchor, Breaker, Overcast, Pocket Casts e outros
Mais informações: https://www.instagram.com/pausadecolcheia?igsh=MXU4aGFmNnM3bHV2cA==

O Projeto Sustentabilidade Tecnológica está Revolucionando a Gestão de Resíduos no Guará

Em um mundo onde sustentabilidade e economia caminham de mãos dadas, o Projeto Sustentabilidade Tecnológica traz a tecnologia do Ecograma como uma solução inovadora para a gestão de resíduos recicláveis, aplicando na prática os princípios da economia circular. O dinheiro da reciclagem, foi fundado pela Daí Ribeiro, engenheira ambiental, que vem coordenando as iniciativas do projeto, na Ação 2, voltada para Economia Circular.

Nesta ação, o projeto tem como objetivo transformar o Guará em uma cidade mais limpa e sustentável, gerando empregos verdes e valorizando os materiais que, de outra forma, seriam descartados como lixo. “Agora, jogar recicláveis no chão é como jogar dinheiro no lixo. A nossa maior missão é fazer do Guara um bairro resiliente, sustentável e inteligente”, destaca Daí Ribeiro, enfatizando a importância de conscientizar a população sobre o potencial econômico dos resíduos recicláveis. O Ecograma incentiva a coleta e o descarte corretos de materiais recicláveis, oferecendo benefícios financeiros para os cidadãos que adotam práticas sustentáveis.

O treinamento dos Operadores, equipe de atendimento, do Ecograma é uma iniciativa fundamental para aprimorar a qualidade do suporte oferecido à comunidade. Com foco na excelência no atendimento, o programa capacita os colaboradores a responderem de forma ágil e eficiente às dúvidas e necessidades dos usuários, garantindo uma experiência positiva. Através do treinamento, simulações feedback contínuo, uma equipe está preparada para enfrentar os desafios do dia a dia.

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Serviços e Inauguração

A inauguração oficial de novos pontos Ecograma junto ao Projeto Sustentabilidade Tecnológica acontecerá no dia 18 de janeiro, das 9h às 12h, com dois pontos de coleta:

• Ponto 1: Guará II, em frente à Horta Comunitária do Guará

• Ponto 2: Guara I, ao lado da Casa da Cultura

O projeto é executado pelo Instituto Multiplicidades e conta com o fomento da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, reforçando seu compromisso com práticas inovadoras e sustentáveis. O impacto positivo do Ecograma já começa a ser sentido no Guará, aonde a comunidade se mobiliza para participar ativamente dessa transformação. Além de contribuir para a limpeza da cidade, o projeto fomenta a criação de empregos no setor de reciclagem, fortalecendo a economia local e promovendo o desenvolvimento sustentável.

Com o Ecograma, o Instituto Multiplicidades, tendo a Daí Ribeiro como coordenadora desta iniciativa estão liderando uma revolução verde que promete colocar o Guará no mapa das cidades mais sustentáveis do Brasil. A iniciativa não apenas melhora a qualidade de vida dos moradores, mas também serve de exemplo para outras cidades que buscam soluções eficazes para a gestão de resíduos e o desenvolvimento econômico sustentável.

La Boulangerie promove Feira de Natal nos dias 7 e 8 de dezembro

O evento, aberto ao público, acontece das 9h às 17h e reunirá artesanato local, peças exclusivas de brechós e presentes criativos

A tradicional padaria francesa La Boulangerie, localizada na CLS 306, Bloco A, Loja 2, em Brasília, prepara uma programação especial para o início de dezembro. A Feira de Natal, que acontece nos dias 7 e 8 de dezembro, das 9h às 17h, promete reunir o melhor do artesanato local, peças exclusivas de brechós e produtos criativos para quem deseja encontrar presentes únicos.

Com um ambiente charmoso e familiar, a La Boulangerie, conhecida por seus pães artesanais e doces de alta qualidade, convida os visitantes a aproveitarem a área externa da loja, que conta com um parquinho infantil e um espaço ideal para momentos ao ar livre.

A feira reunirá expositores de destaque:

  • Solange – Artesanatos em Geral | Instagram: @atelie_criações_da_sol
  • Fabiana – Joias em Prata | Instagram: @fbjoias.ofc
  • Kely – Papelaria Criativa | Instagram: @madakaru_criativo
  • Liceli – Macramê | Instagram: @ateliecasaliluz
  • Suzane – Mary Kay (sem Instagram)
  • Luciana Barbo – Brechó Chic | Instagram: @lucianabarbo
  • Pedro e Thais – Soul Velas Aromáticas | Instagram: @soul.hmade   
  • Marina Camargo – Brechó dos Ipês  
  • Sara Campos – Brechó dos Ipê  

Para completar a experiência, os visitantes poderão desfrutar do cardápio exclusivo da padaria. Entre as opções estão o brunch e o almoço executivo, assinados pelo chef Guillaume Petitgas, além das famosas especialidades natalinas, como croissants, quiches e doces finos.

Foto divulgação

Serviço – Feira de Natal La Boulangerie

Endereço: CLS 306, Bloco A, Loja 2, Asa Sul, Brasília

Data: 7 e 8 de dezembro

Horário: Das 9h às 17h

Contato:

Telefone: (61) 3244-1394

WhatsApp: (61) 98581-0013

E-mail: contato@laboulangerie.com

Site: https://www.laboulangerie.com.br/

Instagram: https://www.laboulangerie.com.br/

Águas Correntes Park: lazer e natureza a poucos quilômetros de Brasília

Em novembro, os ingressos estão com preços reduzidos para aproveitar o parque no primeiro semestre de 2025

Foto divulgação

Imagine um dia de diversão, aventura e tranquilidade, cercado pela natureza. Localizado a 40 km de Brasília, o Águas Correntes Park — parque aquático mais antigo da região —, é o refúgio ideal para quem busca lazer e diversão com a família, combinando entretenimento e relaxamento em um único lugar.

Neste mês, o parque traz uma oportunidade especial para quem deseja aproveitá-lo no primeiro semestre de 2025. Com ingressos a preços reduzidos e condições exclusivas para grupos, é a chance de desfrutar toda a estrutura e as belezas naturais do local com economia e conforto. “Queremos retribuir a confiança e o carinho de nossos visitantes, proporcionando mais acessibilidade para momentos inesquecíveis em contato com a natureza”, ressalta Rafael Toledo, administrador do Águas Correntes Park.

Com uma área de 800 mil metros quadrados e mais de 150 espécies de árvores nativas, o parque proporciona uma experiência imersiva em meio à natureza. São 16 piscinas de águas correntes, naturais e aquecidas, além de rampas, toboáguas, cachoeiras e cascatas, que garantem tanto relaxamento quanto aventura. Além disso, oferece opções gastronômicas diversificadas, com lanchonete, bares e restaurantes que destacam a culinária mineira e goiana, oferecendo tanto buffet quanto pratos à la carte.

Foto divulgação

Serviço:

Águas Correntes Park

Local: Rodovia DF-495 Km 6, Área Rural, Cidade Ocidental-GO

Funcionamento: quinta a terça, das 9h às 17h

Ingressos: a partir de R$ 24,90 

Vendas: https://aguascorrentes.com.br/

Mais informações: @clubeaguascorrentes

Observação: Os visitantes poderão adquirir os ingressos promocionais até 30 de novembro, com utilização entre fevereiro e junho de 2025

Baunilhas da Embrapa Cerrados têm sua primeira floração

Foto: Fernando Rocha

As primeiras plantas de baunilha da coleção que está na Embrapa Cerrados estão em fase de florescimento. Elas foram trazidas de diversas regiões do Brasil, como Distrito Federal, Goiás, Bahia, Mato Grosso e Pará, ao longo dos últimos anos como parte do projeto Baunilhas Brasileiras.

“Após o período inicial de estabelecimento, as primeiras flores indicam que o material está se adaptando às condições de ambiente e cultivo”, informa o pesquisador Fernando Rocha. A partir das flores, os pesquisadores poderão avaliar a possibilidade de iniciar novos projetos, como a seleção de materiais superiores para pesquisas de melhoramento genético do gênero e o desenvolvimento de um sistema de produção para o Cerrado.

Neste primeiro momento, floresceram as plantas de Vanilla pompona e as de Vanilla phaeantha. As de Vanilla ribeiroi ainda estão florescendo. “Este exemplar [Vanilla ribeiroi] foi coletado no estado de Mato Grosso e ainda não tínhamos a identificação correta da espécie, pois na região ocorrem duas espécies morfologicamente muito similares. Apenas a partir da análise de suas flores, fomos capazes de descobrir qual das duas espécies havíamos coletado. Agora, com esta floração, poderemos produzir frutos para avaliar o potencial aromático das espécies”, garante o pesquisador.

A equipe acompanha atentamente cada flor que abre para fazer sua polinização manual. Isso porque a flor fica aberta por um curto período, menos de um dia. Depois da polinização, daqui cerca de nove meses, deverão ser obtidos os primeiros frutos da coleção. “Esse é o tempo que os frutos levam para serem gerados e chegarem ao ponto de colheita. É um processo relativamente longo e que demanda um cuidado permanente para obtenção de frutos comercialmente viáveis, pois é importante que eles sejam colhidos em um ponto de maturação que permita a obtenção de compostos aromáticos no processo de cura, mas sem permitir que os frutos se abram. 

Caso isso ocorra, eles perdem o valor comercial. Eles precisam ser colhidos o mais próximo possível desse ponto de abertura, mas antes que ela ocorra”, explica.

Após a colheita dos frutos, será realizado o processo de cura desse material e seleção para características sensoriais e olfativas de interesse. O processo de cura também deve ser cuidadoso. “Ele tem como objetivo permitir que os precursores dos compostos aromáticos que estão presentes no fruto verde se manifestem no produto final, liberando os aromas e sabores tão conhecidos e apreciados”, informa o pesquisador da Embrapa Cerrados.

Vídeo mostra passo-a-passo para produção de mudas de qualidade

A procura por baunilhas nativas tem aumentado nos últimos anos, principalmente para uso culinário, por chefs de restaurantes que conhecem a especiaria. No entanto, sua produção ainda é um desafio. “Há poucas informações sobre o cultivo dessas espécies. A Embrapa iniciou os trabalhos com as baunilhas brasileiras em 2019. Temos em nosso Banco Ativo de Germoplasma mais de uma centena de plantas de cerca de 15 espécies, coletadas em diferentes biomas e estados brasileiros. Cada espécie tem suas particularidades e especificidades e precisamos ampliar nossos estudos para entendermos seu processo de produção”, explica Rocha.

Um dos grandes desafios para o cultivo de baunilhas é a seleção de um substrato adequado às diferentes espécies, que deve, ao mesmo tempo, ser prático, funcional e praticamente viável. A equipe está utilizando um primeiro substrato ao qual as espécies têm se adaptado bem, uma mistura de fibra de coco, substrato comercial e adubo de liberação lenta. “Posteriormente, iniciaremos estudos fitotécnicos para avaliar as melhorias possíveis nesse substrato”.

Para explicar como produzir uma muda de baunilha de qualidade, os equipamentos necessários e os cuidados essenciais, a equipe da Embrapa Cerrados gravou um vídeo com as principais informações.

EXPOSIÇÃO HORIZONTES INTERNOS

Artista: Regina Macedo

Curadoria: Jaqueline Marafon

O Espaço Cultural STJ inaugura, no dia 30 de outubro, às 18h30, a exposição Horizontes Internos, de autoria da artista Regina Helena Ferraz Macedo. A mostra ficará em cartaz até o dia 27 de novembro de 2024.

Horizontes Internos é uma exposição de Regina Macedo que convida o público a uma jornada introspectiva, explorando imagens emocionais que refletem sua trajetória. Suas obras revelam horizontes que vão além do mundo exterior, conectando-se com sentimentos profundos e convidando o espectador a mergulhar nas cores, formas e sombras que juntas formamas figuras expostas.

Bióloga pela Universidade de Brasília (UnB) e com uma carreira acadêmica de destaque, Regina conciliou sua paixão pelas artes visuais, desenvolvida desde a adolescência. Atuando principalmente com óleo e acrílico, já participou de mais de 30 exposições, incluindo mostras internacionais. Em 2023, foi premiada no BoldBrushPainting Competition e convidada a expor em Lisboa, consolidando seu nome tanto no Brasil quanto no exterior.

Abertura:

30 de outubro das 18h30 às 21h

Visitação:

30 de outubro a 27 de novembro de 2024, de segunda à sexta das 9 às 19h

Local:

Espaço Cultural STJ

Informações:

61 3319.6212/6764

Stj.exposicoes@stj.jus.br

 Endereço:

SAFS – Quadra 6, Lote 1

Edifício dos Plenários 2º andar/Mezanino​

Brasília/DF

Canto das cigarras: entenda a relação do som emitido pelo inseto e o início do período chuvoso Biólogo do CEUB revela que esses insetos respondem às mudanças climáticas, não necessariamente à chegada da chuva

Com seu canto chamativo e característico, as cigarras intrigam curiosos devido à crença de que o canto desses insetos indica a chegada da chuva. O professor de Ciências Biológicas do Centro Universitário de Brasília (CEUB), Fabrício Escarlate esclarece que esta conexão não é uma simples resposta às mudanças no ambiente, como o início do período chuvoso. O processo envolve respostas fisiológicas relacionadas à regulação hormonal e à idade destes insetos.

“Quando o ambiente sinaliza a chegada das chuvas, o sistema nervoso das cigarras interpreta essa mudança e estimula a transição para a fase adulta. Isso por meio dos hormônios da muda e o juvenil, que regulam a transição entre a forma juvenil e a fase adulta das cigarras”, revela o docente do CEUB. Esta transição também está relacionada à idade das cigarras, que precisam atingir certa maturidade antes de passarem para a fase adulta: “as cigarras não estão percebendo a chuva, mas sim respondendo às mudanças ambientais”.

A reprodução delas, segundo Fabrício, coincide com a estação chuvosa. Isso ocorre devido à disponibilidade de recursos nesse período. Em ambientes sazonais, como o Cerrado brasileiro, a sazonalidade das chuvas e a oferta de alimentos desempenham um papel fundamental no ciclo reprodutivo. “Essa relação entre cigarras e chuva pode variar em diferentes regiões e biomas, dependendo das condições ambientais específicas”, explica.

Foto divulgação

Um coro masculino
O biólogo e docente do CEUB explica que os machos têm 11 órgãos no abdômen chamados “órgãos cimbálicos”, que emitem sons para atrair as fêmeas, podendo atingir mais de 120 decibéis. Portanto, o canto das cigarras desempenha um papel na fase de reprodução desta espécie. “Da próxima vez em que ouvir o canto das cigarras, lembre-se que é mais do que uma simples melodia. É a história da adaptação desses insetos à sua busca pela sobrevivência na natureza”, completa Fabrício Escarlate.

15ª edição do Night Lab promove debate sobre biodiversidade 

Os músicos Curumin e Saulo Duarte também marcam presença. Evento acontece na primeira quinta-feira (5) 

O próximo Night Lab traz reflexões sobre a importância e a urgência de preservar a biodiversidade brasileira. A 15ª edição do evento vai acontecer na próxima quinta-feira (5) a partir das 19h. A programação conta também com muita música: o museu vai receber os músicos Curumin e Saulo Duarte, além do guitarrista e percussionista paraense Félix Robatto.  

Segundo dados do Ministério do Meio Ambiente, o Brasil tem cerca de 103 mil espécies de animais e 43 mil tipos de vegetais, distribuídos em 6 biomas terrestres e 3 ecossistemas marinhos. É o país com a maior biodiversidade do mundo. O Cerrado, por exemplo, é o segundo maior bioma do Brasil, conhecido como “savana brasileira”, mas cerca de metade de sua cobertura original já foi desmatada.  

Todo o país, assim como o mundo, já consegue sentir de perto os efeitos da crise climática. Com o intuito de debater formas eficientes de conservar o meio ambiente, o Night Lab vai receber para a conversa poética a professora e doutora da Universidade de Brasília Isabel Schmidt. Especialista em ecologia, ela estuda o uso sustentável e manejo de recursos naturais, especialmente no Cerrado.  

A programação conta ainda com oficinas temáticas. A designer e artista têxtil Daisy Barros vai ensinar como criar estamparias manuais inspiradas em plantas amazônicas. Ao final, cada participante poderá criar a própria estampa e aplicá-la em uma bolsa, em uma bandeira de tecido e levar um carimbo e um pote de tinta têxtil para casa para poder fazer outras produções. 

A programação também conta com jogos desenvolvidos pela equipe do educativo do SESI Lab. Os participantes vão poder jogar super trunfo, mas numa edição personalizada com aves do cerrado, e conhecer o “vamos circular”, um jogo de tabuleiro que estimula o consumo consciente e a reciclagem. Por meio da brincadeira, é possível entender na prática o que é a economia circular e como aplicá-la no dia a dia.   

Música para todos os gostos  

Para completar a programação do Night Lab, os músicos Curumin e Saulo Duarte marcam presença no museu. Os dois montaram um projeto chamado “Fu-Mantwo”, no qual apresentam versões de sucessos de suas carreiras e releituras de grandes nomes, como Bob Marley, Anelis Assumpção e Russo Passapusso.  

Quem abre o palco é o guitarrista e percussionista Félix Robatto. O pesquisador da música latino-amazônica promete mostrar diferentes lados da música paraense e fazer o público dançar e vibrar com as guitarradas do Norte do país.  

Os ingressos para o Night Lab estão disponíveis na bilheteria física do museu e custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia), além da política de gratuidade. A iniciativa é inspirada no programa After Dark, do Exploratorium, de São Francisco (EUA), que tem como objetivo aproximar ainda mais adultos da ciência. Essa é a primeira experiência semelhante realizada no Brasil e está agora em na décima quinta edição.     

Confira a programação completa:  

Das 20h às 21h30: Show de abertura de Félix Robatto 

Às 22h: show com a Curumin e Saulo Duarte  

Conversa poética  

Das 20h30 às 21h30: conversa sobre “cerrado: biodiversidade e nossa proteção contra adversidades” com Isabel Belloni Schmidt, professora do Departamento de Ecologia e do Programa de Pós-Graduação em Ecologia na Universidade de Brasília (UnB) 

Local: Experimento Lab  

Oficinas e ativações  

Das 20h às 22h: oficina de estamparia manual, com Daisy Barros 

Local: Espaço Maker  

*necessário retirar senha 30 minutos antes no hall do 1º pavimento do museu  

Das 19 às 21h: ativação “vamos circular”, com educativo do SESI Lab  

Local: Galeria Imaginando Futuros 

Das 19h às 21h: ativação “super trunfo – aves do Cerrado”, com educativo do SESI Lab  

Local: Varanda Norte

CERRADO PATRIMÔNIO NACIONAL JÁ!

Foto divulgação

Setembro é o mês do Cerrado (11 de Setembro – Dia Nacional do Cerrado) e um dos biomas mais lindos e ricos do mundo pede socorro. A grande “caixa d’água” cravada no coração do Brasil precisa do carinho e da atenção de todos os brasileiros.

Engana-se quem acha que as maiores taxas de desmatamento e queimadas estão na Amazônia. A destruição maior está no CERRADO, que perdeu mais da metade da sua vegetação nativa para a expansão agrícola e para o crescimento desordenado das cidades. Sem falar nas queimadas que estão descontroladas, afetando diretamente plantas, animais e o solo, que fica empobrecido.

O Cerrado possui grandes reservas subterrâneas de água doce que abastecem as principais bacias hidrográficas do país. Nele estão localizados três grandes aquíferos: Guarani, Bambuí e Urucuia. Portanto, é importante sempre lembrar que a preservação do CERRADO está completamente ligada ao abastecimento de água nas grandes cidades. E como todos nós sabemos, ÁGUA É VIDA.

Mas o CERRADO não é só água! É também fauna e flora riquíssimas e com muitas espécies ainda desconhecidas pela população e até mesmo pela comunidade científica.

Há mais de 10 anos tramita no Congresso Nacional a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que transforma o CERRADO em Patrimônio Nacional. A PEC já foi aprovada no Senado, em 2010, mas não consegue avançar na Câmara dos Deputados.

Ninguém é contra o desenvolvimento e principalmente contra a agricultura, que é o carro-chefe da economia brasileira e coloca comida na mesa de milhões de brasileiros e bilhões de pessoas em todo o mundo. Só é preciso entender que o CERRADO é vital para a sobrevivência de todos nós!

Posso afirmar que desenvolvimento econômico e preservação ambiental combinam e que de mãos dadas podem gerar empregos, riquezas e mais vida.

Por Luciano Lima, historiador, jornalista, radialista e apaixonado pelo Cerrado