Categoria: Cerrado, Meio ambiente

Roça Cri-criativa abre temporada 2026 com plantio de árvores e ação sobre emergências climáticas para primeira infância

Foto divulgação

Projeto promove roda de conversa, yoga e exercícios de resiliência emocional em agosto; apresentações teatrais gratuitas seguem até outubro

Como falar com crianças sobre mudanças do clima sem causar ecoansiedade? Nos dias 26 e 28 de setembro, o projeto Roça Cri-criativa leva para o centro da cidade de concreto uma abordagem lúdica e afetiva sobre o aquecimento global, com exercícios de respiração e yoga, além de plantio de mudas nativas do Cerrado. A ação Infâncias, Natureza e Emergências Climáticas” marca o início da temporada 2026 do musical infantil, que chega com uma versão inédita e canções autorais para conduzir os pequenos por uma divertida viagem de autoconhecimento, emoções, preservação ambiental e diversidade.

Patrocinado pela Neoenergia e pelo Instituto Neoenergia, por meio do edital Transformando Energia em Cultura 2025-2026, o projeto é um desdobramento do Show da Roça Cri-criativa, lançado em 2025 (ouça aqui). Nesta edição, as histórias ganham uma narrativa completa, protagonizada por Nambira – a Palhaça Frita, que parte em uma jornada em busca do caminho do coração. A aventura fica mais fascinante com a ajuda dos animais da fazenda, como a Abelhinha Zazá, o Sapo Saltitante, a Serpente Sorridente, o Burrinho Genial, entre outros.

A natureza invade a cidade
A atividade de abertura Infâncias, Natureza e Emergências Climáticas” conecta ecologia e resiliência emocional por meio de rodas de conversa interativas, exercícios de respiração e práticas inspiradas no yoga. No sábado (26/09), a Prefeitura da 215 Norte recebe a ação comunitária. Já na segunda-feira (28/09), é dia de semear na Escola Classe Beija-Flor (EQN 315/316). Estudantes e professores participam do plantio coletivo de 20 mudas nativas do Cerrado, criando uma oportunidade para vivenciar concretamente uma ação de regeneração ambiental.

De acordo com Nambir Kaur, idealizadora da iniciativa, a proposta é transformar um assunto que pode parecer complexo ou assustador em uma experiência de conexão, cuidado e participação. Essa ação do projeto Roça Cri-criativa cria um espaço para que as crianças possam sentir a natureza colocando os pés e mãos na terra, colocando em prática assim os direitos recém conquistados no ECA Ambiental.” O projeto também fará a distribuição de mudas de árvores durante as apresentações, em outubro.

Nambira, o Grilo Cri-criativo e os animais da Roça 
Após o ciclo de vivências ambientais nas escolas, a iniciativa chega aos palcos com a nova montagem da jornada musical Roça Cri-criativa. Violão, piano, percussão, harpa, baixo e sanfona são instrumentos que compõem a trilha sonora. O musical, que é aberto ao público com entrada gratuita e prioriza crianças da rede pública de ensino, reúne dez composições autorais e convida as crianças a participarem ativamente: cantar, respirar, pular e praticar posturas de yoga inspiradas nos animais da roça (as “posturas dos bichos”).

A montagem valoriza o universo rural brasileiro e aproxima as crianças urbanas da cultura do campo e da natureza”, destaca Nambir Kaur, que é professora de yoga há uma década. Na nova história, quem conduz a criançada é Nambira, a Palhaça Frita, que perdeu a graça na cidade barulhenta, com a cabeça cheia de buzinas, boletos e pressa. Guiada pelo som de um grilo, ela cruza a porteira da Roça Cri-criativa e encontra o Grilo Cri-criativo, dono do reco-reco mais famoso do Cerrado. Assim, ela inicia uma aventura de encontro com o caminho do coração com a ajuda dos animais da fazenda.

Cada personagem apresenta uma descoberta. A Abelhinha Zazá fala sobre meditação; o Sapo Saltitante, sobre alegria; a Vaquinha Manhosa, sobre contemplação; o Burrinho Genial, sobre escuta e sabedoria; o Patinho, sobre amor e diversidade; o Caracol Bemol, sobre paciência e respeito ao tempo; e o Tatu Boladão, sobre a raiva que se acalma.

Acessibilidade e inclusão

Pensado para acolher a diversidade infantil, o espetáculo oferece tradução em Libras, audiodescrição com fones e profissional qualificado, além de parcerias com entidades como DF Down e IPCCDV.  A Roça Cri-criativa é uma realização da Casa Jasmim, Ponto de Cultura do MinC focado na valorização de artistas mulheres e na relação entre infância e natureza. O projeto tem concepção de Nambir (coordenadora geral, roteirista, compositora e professora de yoga), direção musical de Jeff, direção cênica de Tiago Linhares e composições de Nambir, Jeff e Beatriz Águida.

SERVIÇO
Roça Cri-criativa – Ação Infâncias, Natureza e Emergências Climáticas”
Quando: 26/09 a 23/10. Confira a programação.
Entrada franca.

26 de setembro, às 10h: Ação comunitária na Prefeitura da 215 Norte (Brasília/DF)

28 de setembro, às 9h30 e 16h30: Escola Classe Beija-Flor (EQN 315/316, Asa Norte) — com plantio de 20 mudas nativas do Cerrado

2 de outubro (sexta-feira), às 15h: Apresentação do espetáculo no Teatro Hugo Rodas / Centro Cultural Renato Russo, Plano Piloto
22 de outubro (quinta-feira), às 10h e 15h: Apresentação do espetáculo no Complexo Cultural de Planaltina

Projeto cultural estimula a preservação do Cerrado nas escolas públicas do DF

Foto Alice Lira

Viva o Cerrado Vivo difunde a educação socioambiental através do encantamento das culturas populares

No dia 11 de setembro é celebrado o Dia Nacional do Cerrado, data que inspirou a criação do projeto Viva o Cerrado Vivo no Distrito Federal. De 11 a 18 de setembro, a segunda edição do projeto visitará seis escolas públicas do Gama com ações de educação socioambiental enraizadas na cultura popular brasileira. A programação integra apresentações dos grupos Caco de Cuia e Mamulengo Fuzuê com palestras da socioambientalista lolanda Rocha. A primeira parada será na Escola Classe 18, no Setor Sul. 

Viva o Cerrado Vivo também é inspirado na Lei Distrital nº 7.053/2022, que institui a Semana do Cerrado no calendário da rede pública de ensino do DF. A mestra em Desenvolvimento Sustentável Iolanda Rocha atuou nas discussões para a criação da lei e levará às escolas conhecimentos socioambientais atualizados. Já os grupos Caco de Cuia e Mamulengo Fuzuê integram o tema com repertório selecionado de forró e esquetes do teatro popular de bonecos. 

Viva O Cerrado Vivo é um projeto realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). A primeira edição foi realizada em 2025 e percorreu escolas públicas do Recanto das Emas, Riacho Fundo, Riacho Fundo II e Água Quente. Neste ano, no Gama, serão visitadas a Escola Classe 18, o CEF Tamanduá, Escola Classe 29, Escola Classe 21, CEF Ponte Alta Norte e Escola Classe Córrego Barreiro.

Após o percurso, a iniciativa lançará um minidocumentário sobre as ações desenvolvidas, buscando ampliar o debate e inspirar novos projetos.

Pelo Cerrado Vivo!

O Dia Nacional do Cerrado foi instituído em 2003. A data busca conscientizar a população e o poder público sobre a preservação do bioma, que ocupa 25% do território brasileiro e é considerado a savana com a maior sociobiodiversidade do planeta. O Cerrado é também berço das águas, onde estão localizadas as nascentes das principais bacias hidrográficas do Brasil. Por outro lado, especialistas o apontam como o bioma mais ameaçado no país, devido ao agronegócio, à monocultura e outros usos degradantes do solo e das águas. 

PROGRAMAÇÃO

11/09 – 10h30: Escola Classe 18 – Setor Sul

15/09 – 13h30: CEF Tamanduá – Ponte Alta Sul

16/09 – 16h20: Escola Classe 29 – Setor Sul
17/09 – 10h30: Escola Classe 21 – Setor Leste

18/09 – 11h: CEF PAN – Ponte Alta Norte

18/09 – 15h30: Escola Classe Córrego Barreiro – Ponte Alta Sul

SERVIÇO

Viva o Cerrado Vivo | 2ª Edição 

Onde: escolas públicas do Gama

Quando: de 11 a 18 de setembro de 2026

Entrada: franca – para a comunidade escolar

Nas redes digitais: @caco.decuia e @mamulengofuzue 

Plano de preparação e resposta em saúde pública para o El Niño 2026-2027 é apresentado em Brasília

Ministério da Saúde apresentou a proposta durante Assembleia do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). Na ocasião, foram discutidas medidas de preparação do SUS diante dos impactos previstos do fenômeno climático

O Plano de Preparação e Resposta a Emergências em Saúde Pública associadas ao El Niño 2026-2027 foi apresentado nesta semana pelo Ministério da Saúde, durante a 7ª Assembleia do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), realizada em Brasília. O encontro reuniu gestores estaduais para discutir medidas de preparação do Sistema Único de Saúde (SUS) diante dos possíveis impactos do próximo ciclo do fenômeno climático.
 

O fenômeno está classificado como “forte” e pode atingir o patamar “muito forte” já em setembro, com janela crítica prevista para o período entre outubro de 2026 e março de 2027. Os efeitos variam de acordo com a região: seca, estiagem e queimadas no Norte e Centro-Oeste; aprofundamento da seca e calor no Nordeste; ondas de calor e temporais no Sudeste; e chuvas intensas, com risco de inundação, no Sul.

Durante a apresentação, o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda, explicou que a preparação para os possíveis impactos do fenômeno está organizada em cinco eixos:

➢ Governança federativa, com Sala de Situação de Emergências Climáticas;

➢ Governança interna, por meio da Sala de Situação Saúde e Clima;

➢ Recursos e kits emergenciais de assistência farmacêutica;

➢ Atuação da Força Nacional do SUS (FN-SUS), com bases regionais capazes de deslocar equipes em até 48 horas;

➢ Organização de serviços e protocolos técnicos de acordo com as características de cada bioma.

FERRAMENTAS – Entre as ferramentas utilizadas para o monitoramento estão o Painel Nacional de Excesso de Calor, o Vigilância em Saúde de Populações Expostas a Poluentes Atmosféricos (VigiAR) e o GeoRisk, além dos Centros de Informação em Saúde e Clima (CISC), projeto-piloto desenvolvido em oito cidades das cinco regiões do país. A estratégia também prevê a integração dos sistemas e-SUS Notifica, Sivep-Gripe e Sinan para auxiliar na detecção precoce de surtos.
 

PLANO SETORIAL DE ADAPTAÇÃO – No médio prazo, o Plano Setorial de Adaptação à Mudança do Clima do Ministério da Saúde – AdaptaSUS, estabelece 27 metas e 93 ações até 2035. A estratégia reúne medidas voltadas à preparação do setor de saúde diante dos impactos das mudanças climáticas. Entre as ações relacionadas à segurança hídrica em áreas sujeitas à seca e à estiagem, a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) contratou 18,8 mil cisternas, em 397 municípios de sete estados, com aporte de R$ 226,6 milhões destinado a unidades de melhoria sanitária.
 

AMAZÔNIA – Na Amazônia, a preparação considera ainda a organização da rede de atenção e a estrutura disponível para atendimento às populações em áreas de difícil acesso, incluindo equipes de saúde e Unidades Básicas de Saúde Fluviais.
 

PAINEL DE ESPECIALISTAS – O Ministério da Saúde também deverá publicar, nos próximos dias, portaria para instituir um painel de especialistas em clima e saúde, que terá a função de subsidiar tecnicamente as decisões relacionadas à preparação e à resposta aos impactos dos eventos climáticos.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República 

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E-mail: secom.imprensa@presidencia.gov.br
Tel.: (61) 3411-1601/1044

Brasília recebe maior encontro de geotecnia da América Latina para debater cidades mais resilientes às mudanças climáticas

Divulgação

Entre os dias 24 e 28 de agosto, Brasília sedia a 22ª edição do Congresso Brasileiro de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica (COBRAMSEG), um dos principais eventos técnico-científicos da geotecnia na América Latina. Promovido pela Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica (ABMS), o congresso ocupa o Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB) e reúne, no mesmo espaço e período, outros três eventos: o XIII Congresso Luso-Brasileiro de Geotecnia, o XI Simpósio Brasileiro de Jovens Geotécnicos e o X Simpósio Latino-Americano de Mecânica das Rochas (LARMS 2026).

O eixo temático da edição (“Geotecnia e Mudanças Climáticas: Infraestruturas e Cidades Resilientes”) coloca em discussão um problema que já é rotina nas cidades brasileiras: chuvas mais intensas, deslizamentos de terra e instabilidades do solo. Para o presidente do congresso, professor André Luís Brasil Cavalcante, a geotecnia tem papel decisivo na adaptação das infraestruturas e na mitigação de riscos diante dos impactos climáticos, contribuindo para cidades mais seguras e sustentáveis.

Nesta edição, a programação científica recebeu mais de 2 mil resumos, dos quais cerca de 1.400 se converteram em artigos completos submetidos aos três eventos científicos. A grade conta ainda com 18 minicursos, planejados por comissões e comitês técnicos para cobrir as principais áreas da geotecnia.

Entre os destaques está a presença de conferencistas internacionais em três palestras de tradição na área: a Conferência Pacheco Silva, no COBRAMSEG, com o professor Fernando Schnaid (ex-presidente da ABMS); a 10ª Victor de Mello Lecture, no Congresso Luso-Brasileiro, com o professor português Manuel de Matos Fernandes; e a CBMR Lecture, no LARMS, com o professor chinês Manchao He, da Academia Chinesa de Ciências.

Para o presidente da ABMS, Roberto Quental Coutinho, o tema deste Cobramseg dialoga diretamente com um dos maiores desafios da geotecnia brasileira hoje: entender e prevenir os movimentos de massa associados a eventos climáticos extremos. “É um debate que a ABMS quer levar da pesquisa acadêmica para as soluções que as cidades brasileiras já precisam”, afirma.
As inscrições seguem abertas no site oficial do evento, com desconto para associados da ABMS e condições especiais para quem se inscreve também no LARMS 2026.
ServiçoO quê: COBRAMSEG 2026 – 22ª edição do Congresso Brasileiro de Mecânica dos Solos e Engenharia GeotécnicaQuando: 24 a 28 de agosto de 2026Onde: Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB) – Brasília (DF)Inscrições e programação: https://2026.cobramseg.com.br/
Acesse o site oficial do Cobramseg 2026

Sobre a ABMS

A Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica (ABMS) é a entidade responsável pela realização do COBRAMSEG e reúne profissionais, pesquisadores e empresas do setor geotécnico no Brasil. Em 2025, a associação completou 75 anos de atuação

Biblioteca Demonstrativa promove experiência de criação coletiva inspirada na biodiversidade do Cerrado

Foto divulgação

Atividade no Espaço Kids será realizada no dia 23 de agosto e propõe às crianças e suas famílias uma vivência artística baseada em colagem, materiais naturais e referências da cena artística de Brasília

A Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles recebe, no domingo, 23 de agosto, às 10h, a Experiência Tela Coletiva no Espaço Kids, uma vivência artística voltada para crianças e famílias que combina criação compartilhada, arte-educação e valorização da biodiversidade do Cerrado. A atividade será conduzida pela artista e educadora Andi Lustosa, do Ateliê de Artes Ciranda Cor, a partir de uma proposta que une o conceito de tela colaborativa à linguagem da colagem coletiva.

Durante a experiência, os participantes serão convidados a construir juntos um grande painel inspirado nos animais do Cerrado, estabelecendo conexões entre diferentes formas de expressão artística. A proposta parte da poética dos traços e das representações da fauna do bioma presentes no trabalho da artista brasiliense Brixx, aproximando sua produção do conceito de criação coletiva desenvolvido por Andi Lustosa.

A dinâmica vai além da simples produção de uma colagem. Em um processo de criação compartilhada, crianças e familiares poderão interagir com recortes, tintas naturais, sementes e outros materiais não convencionais, explorando texturas, formas e possibilidades de composição. A experiência busca estimular a sensibilidade estética, a imaginação e a percepção sobre a riqueza da biodiversidade brasileira.

A atividade também propõe uma aproximação entre arte e educação a partir de referências da produção artística local. Ao manipular os diferentes materiais e participar da construção do painel, o público poderá experimentar o ato de recortar, transformar e recombinar imagens como uma forma de criar novas narrativas visuais.

A Experiência Tela Coletiva no Espaço Kids integra a programação da BibliotecaDemonstrativa como uma oportunidade de aproximar crianças e famílias da arte em um ambiente de convivência, literatura e criação. A proposta valoriza o fazer artístico como experiência coletiva e como espaço para descoberta, troca de saberes e expressão.

Para participar e ficar por dentro da programação cultural da BibliotecaDemonstrativa, acompanhe as redes sociais da @bdbcultural no InstagramFacebook eYouTube

Sobre a programação cultural da BDB

A programação cultural da BibliotecaDemonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles é realizada por meio do Termo de Colaboração nº 950548/2023 com o Instituto Incluir, uma organização da sociedade civil.  

Serviço

Experiência Tela Coletiva no Espaço Kids

Data: 23 de agosto (domingo) 

Horário: 10h

Local: Biblioteca Demonstrativa – EQS 506/507, W3 Sul, Brasília-DF

Atividade gratuita

Projeto Preservar chega à 23ª edição com crianças como protagonistas da educação ambiental

Foto Alan Rones

Alunos do 4º ano da Escola Classe Ipê serão preparados como monitores da iniciativa, que há mais de duas décadas aproxima educação, saúde e natureza; edição integra as comemorações pelos 50 anos da Farmacotécnica

O que acontece quando crianças deixam de ser apenas ouvintes e passam a compartilhar o que aprenderam sobre natureza, saúde e preservação? Na 23ª edição do Projeto Preservar, alunos do 4º ano da Escola Classe Ipê assumem justamente esse papel. Depois de um processo formativo conduzido por profissionais da Farmacotécnica em parceria com professores da escola, eles se tornam Futuros Monitores do Projeto Preservar e ajudam a receber os visitantes de uma iniciativa que, há mais de duas décadas, aposta na educação ambiental como caminho para formar novas gerações mais conscientes. Realizado pela Farmacotécnica, o Preservar acontece este ano entre os dias 24 de agosto e 4 de setembro, na Chácara da Farmacotécnica, no Núcleo Rural Vargem Bonita, em Brasília.

A história do Preservar, no entanto, começa muito antes de sua primeira edição. A chácara está com a família há mais de 40 anos e fez parte da infância das filhas do fundador da Farmacotécnica. Foi ali também que uma paixão pessoal pelo cultivo de plantas medicinais ganhou espaço e cresceu ao longo do tempo. O que começou como um hobby passou a integrar a própria atividade da empresa e, anos depois, ajudou a dar origem a um projeto criado para compartilhar esse conhecimento com novas gerações.

Há 23 anos, o Preservar transforma esse legado em uma experiência socioeducacional e ambiental. A iniciativa recupera saberes sobre as plantas medicinais transmitidos entre gerações, conhecimentos que durante muito tempo passaram de avós para filhos e netos e fizeram parte da rotina das famílias, e os aproxima da ciência, da educação ambiental e do cuidado com o Cerrado.

Na Chácara da Farmacotécnica, o cultivo de mais de 50 espécies de plantas medicinais se transforma em uma sala de aula a céu aberto. Em contato direto com a natureza, os participantes conhecem diferentes espécies, suas características e usos e aprendem sobre biodiversidade, preservação do Cerrado, conservação do solo e da água, práticas sustentáveis e uso responsável das plantas medicinais.

Ao conhecerem as plantas e suas possibilidades de uso, as crianças aprendem também que o fato de um produto ser natural não dispensa cuidados. O projeto trabalha a importância do uso responsável, da orientação de adultos e profissionais e do acesso à informação, aproximando os saberes tradicionais do conhecimento científico.

A chácara faz parte da história da nossa família há mais de 40 anos. Foi onde vivemos quando crianças e onde começou a paixão do meu pai pelo cultivo das plantas medicinais. O Preservar nasceu também desse desejo de compartilhar e manter vivo um conhecimento que, durante muito tempo, foi passado de geração em geração. Chegar à 23ª edição e perceber que continuamos levando esse aprendizado a tantas crianças é muito especial para nós”, afirma Rogy Tokarski, CEO da Farmacotécnica.

Quando o aluno passa a ensinar

Na edição deste ano, a participação da Escola Classe Ipê ganha um significado especial. A instituição tem a educação ambiental como parte de sua identidade e desenvolve ações voltadas ao contato das crianças com a natureza, à preservação do Cerrado e à formação de cidadãos conscientes.

Antes de assumirem o papel de monitores, os alunos do 4º ano passam por um processo formativo sobre plantas medicinais, biodiversidade, sustentabilidade, saúde e preservação ambiental. O processo também estimula habilidades como comunicação, responsabilidade, trabalho em equipe e liderança.

A proposta é fazer com que o conhecimento circule de outra maneira: a criança que aprende também ensina. Ao receberem os visitantes e compartilharem o conteúdo construído ao longo desse processo, os estudantes deixam de ocupar apenas o lugar de participantes e se tornam multiplicadores do conhecimento. A experiência reforça um dos princípios que acompanham o Preservar desde sua criação: a educação ambiental ganha força quando aquilo que se aprende ultrapassa os limites da escola e chega às famílias e à comunidade.

Mais do que uma preparação para que os alunos atuem como monitores, pensamos em um processo formativo, em uma experiência de aprendizagem que culmina no protagonismo das crianças. Ao compartilharem com os visitantes o conhecimento construído ao longo desse percurso, elas se tornam multiplicadoras e desenvolvem também habilidades como comunicação, responsabilidade, trabalho em equipe e liderança”, explica Gabriele Diniz, supervisora pedagógica da Escola Classe Ipê.

A relação entre saúde e meio ambiente está na origem do Projeto Preservar. Durante as visitas, os estudantes percorrem a chácara e participam de atividades que abordam de maneira prática e acessível temas relacionados à sustentabilidade, à preservação ambiental e ao uso responsável das plantas medicinais. Mais do que transmitir informações, a proposta é estimular a observação, a curiosidade e a percepção de que escolhas cotidianas também interferem no ambiente em que vivemos.

A experiência abre espaço ainda para apresentar aos participantes outras dimensões da profissão farmacêutica. A partir do cultivo e das diferentes aplicações das plantas medicinais, o Preservar aproxima os visitantes de conhecimentos relacionados à pesquisa, à manipulação e ao desenvolvimento de produtos, ampliando a percepção sobre as possibilidades de atuação do farmacêutico como profissional de saúde.

É também uma oportunidade de acompanhar, de maneira concreta, o percurso que pode existir entre uma planta e suas diferentes aplicações. A camomila, cultivada na chácara há décadas, é um dos exemplos utilizados para aproximar esse conhecimento da realidade dos participantes e mostrar como a matéria-prima vegetal pode ser transformada a partir do conhecimento farmacêutico.

A longevidade do Preservar ganha um significado ainda maior em 2026, quando a Farmacotécnica completa 50 anos. A empresa, que construiu sua trajetória no segmento de manipulação magistral no Distrito Federal, incorporou ao longo de sua história iniciativas ligadas à educação, à prevenção e ao cuidado com o meio ambiente.

São mais de duas décadas de uma iniciativa desenvolvida e mantida pela própria Farmacotécnica, a partir da convicção de que conhecimento, saúde e preservação da natureza podem caminhar juntos. “O Preservar é um projeto que a Farmacotécnica desenvolve e mantém há 23 anos porque acreditamos na educação como uma forma de perpetuar conhecimento. Queremos que as novas gerações conheçam as plantas medicinais, entendam a importância de preservar o Cerrado e, ao mesmo tempo, aprendam que esse saber precisa estar associado ao uso responsável e à orientação adequada. Celebrar os 50 anos da Farmacotécnica com mais uma edição do projeto reforça esse compromisso com o futuro”, destaca Rogério Tokarski, fundador da Farmacotécnica.

Além das tradicionais visitas de estudantes do ensino fundamental, a 23ª edição amplia a participação de outros públicos. Profissionais da saúde, representantes de instituições parceiras, autoridades, empresários, formadores de opinião e convidados da Farmacotécnicatambém estarão entre os visitantes.

Outra novidade é a participação de estudantes universitários da área da saúde, que poderão vivenciar a experiência e receber certificado de participação. A proposta é aproximar futuros profissionais das discussões sobre saúde, meio ambiente e sustentabilidade e ampliar o alcance das experiências promovidas pelo projeto.

Ao chegar a mais uma edição colocando crianças no centro dessa experiência e, ao mesmo tempo, aproximando novos públicos, o Projeto Preservar reforça uma ideia simples que atravessa sua trajetória: preservar também se aprende, e quanto mais cedo esse aprendizado começa, mais longe ele pode chegar.

Sobre a Farmacotécnica

Há 50 anos, a Farmacotécnica atua no desenvolvimento de soluções personalizadas em saúde e no segmento de manipulação magistral no Distrito Federal. Ao longo de sua trajetória, a empresa também investe em iniciativas relacionadas à educação, prevenção, qualidade de vida e sustentabilidade. O Projeto Preservar, realizado há 23 anos, integra esse compromisso ao aproximar educação ambiental, saúde e valorização da biodiversidade.

Serviço:

Projeto Preservar – 23ª edição
Período de visitas: 24 de agosto a 4 de setembro de 2026
Evento oficial: 2 de setembro de 2026
Local: Chácara da Farmacotécnica – Núcleo Rural Vargem Bonita – Brasília (DF)

Festival do SESI Lab reúne especialistas para discutir sustentabilidade nos museus

Evento no dia 19 de agosto promove palestras e debates sobre práticas sustentáveis e marca o lançamento de pesquisa nacional do ICOM Brasil


Como os museus podem contribuir para construção de futuros mais sustentáveis? A resposta passa pela construção coletiva de conhecimento. Com essa proposta, o SESI Lab promove no dia 19 de agosto seu Festival Anual 2026, que neste ano tem como tema Museus e Sustentabilidade e reúne a comunidade para debater boas práticas e desenvolvimento sustentável. A iniciativa é gratuita e aberta ao público, contando com apoio da Shell e do Ministério da Cultura.

A palestra de abertura ficará a cargo de Fábio Scarano, curador do Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, professor de ecologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e titular da Cátedra Unesco de Alfabetização
em Futuros. A programação inclui ainda o lançamento da pesquisa Revisitando Vozes, do Comitê Brasileiro do Conselho
Internacional de Museus – ICOM Brasil -, que atualiza o panorama do campo museal brasileiro.

O primeiro painel do festival abordará cultura regenerativa para o presente e para o futuro, reunindo representantes do Instituto Terra, do Museu do Pontal e da Fazenda Bananal. Já o segundo debaterá como sair do discurso e partir para a prática na implementação de planos de sustentabilidade de museus, com convidados do ICOM, do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e do Museu do Jardim Botânico (RJ).

“Desde 2022, a definição internacional de museu adotada pelo ICOM inclui a promoção da sustentabilidade entre as características que definem essas instituições. Nesse sentido, o SESI Lab tem promovido ações de impacto, como o lançamento do Cultiva Lab, um sistema agroecológico educativo, e a realização de exposições, oficinas e encontros com profissionais da educação sobre o tema”, explica Cândida Oliveira, gerente de Desenvolvimento Institucional do SESI Lab. “Poder
debater esse tema com colegas da área museal e com a comunidade é uma oportunidade importante.”

“A parceria da Shell com o SESI Lab reflete nosso compromisso com iniciativas que integram cultura, ciência e sustentabilidade como ferramentas de transformação social. O Festival Anual é um espaço fundamental para ampliar esse debate, reunindo vozes que estão na vanguarda da construção de práticas mais sustentáveis no campo museal. Acreditamos que museus têm um papel central na formação de consciências e na inspiração de novos caminhos para o futuro – e é com essa convicção que seguimos fortalecendo essa parceria”, comenta Monique Gonçalves, diretora de Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios da Shell Brasil.

O Festival Anual do SESI Lab reúne pesquisadores, profissionais, estudantes, representantes dos setores produtivos, agentes culturais, formuladores de políticas públicas e pessoas interessadas nas temáticas participam do festival promovido pelo SESI Lab. Em 2025, o tema foi Energia e Transição Energética.

Sobre a Shell
Desde 1913 no país, a Shell Brasil é uma companhia de energia integrada, com participação nos setores de Petróleo e Gás, Soluções Baseadas na Natureza, Pesquisa & Desenvolvimento e Trading, por meio da
comercializadora Shell Energy Brasil. A companhia está presente ainda no segmento de Biocombustíveis por meio da joint-venture Raízen, que no Brasil também gerencia a distribuição de combustíveis da marca Shell. A Shell Brasil trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia.

Confira a programação completa:

9h às 9h30: Credenciamento e welcome coffee


9h30 às 10h: Boas-vindas 

  • Representante da Shell

  • Claudia Martins Ramalho, Superintendente de Cultura do SESI.


10h às 11h: Palestra de abertura 

  • Fábio Scarano, curador do Museu do Amanhã, professor de Ecologia da
    Universidade Federal do Rio de Janeiro e titular da Cátedra Unesco de
    Alfabetização em Futuros.

11h às 12h30: Painel 1 – Cultura regenerativa para o presente e
futuro: experiências que conectam arte, ciência, sustentabilidade,
território e educação 

Mediação: Carolina Vilas Boas, coordenadora de exposições e programação cultural do SESI Lab, historiadora e mestre em museologia

Painelistas:

  • Gilson Gomes, representante do Instituto Terra – experiências em restauração ecológica, educação e mobilização territorial;

  • Jorge Ferreira, representante da Fazenda Bananal – integração entre patrimônio, agrofloresta, educação ambiental e experiência cultura;

  • Lucas Van de Beuque, Diretor do Museu do Pontal – experiência integrada de arte, educação ambiental e território.

12h30 às 13h – Visita à galeria Cultiva Lab

13h às 14h: Almoço



14h às 16h: Painel 2 – Do discurso à prática: planos de sustentabilidade em museus 

Mediação: Cândida Oliveira, gerente de desenvolvimento institucional do SESI Lab, cientista política e especialista em
desenvolvimento sustentável e direito ambiental

Painelistas:

  • Lucimara Letelier, fundadora da RegeneraCultura e vice-presidente do ICOM SUSTAIN;

  • Grazielle Giacomo, gerente técnica do Museu do Jardim Botânico;

  • Renata Passos, coordenadora geral de Sistemas de Informação Museal do Instituto Brasileiro de Museus – Ibram.

16h às 16h30: Coffee break

16h30 às 18h30: Lançamento da pesquisa “Revisitando Vozes”, do ICOM Brasil


Painelistas

  • Diego Vaz Bevilacqua, presidente do ICOM Brasil;

  • Mariana Várzea, conselheira do ICOM Brasil;

  • Clara Azevedo e Julio Talhari, representantes da Tomara! Educação e Cultura, empresa responsável pela execução da pesquisa


Festival Anual 2026 – Museus e Sustentabilidade

SESI Lab – ao lado da Rodoviária do Plano Piloto

19 de agosto de 2026

9h às 18h30

Classificação: Livre


3º Seminário Internacional Cultura e Mudança do Clima começa nesta terça-feira (4), em São Paulo

Com a presença da ministra Margareth Menezes, programação reúne Denilson Baniwa, Favianna Rodriguez, , Geni Núñez, Paulo Artaxo e outros convidados

Ministério da Cultura (MinC) realiza, a partir desta terça-feira (4), o 3º Seminário Internacional Cultura e Mudança do Clima. O evento integra a programação oficial da São Paulo Climate Week e segue até sexta-feira (7), com atividades em três espaços da capital paulista. As inscrições são gratuitas, com vagas limitadas, pelo link:Link.

A ministra da Cultura, Margareth Menezes, participa da abertura institucional nesta terça-feira, às 10h30, no Sesc 24 de Maio. Também estarão presentes o ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco; o diretor-geral do Sesc São Paulo, Luiz Galina; e o diretor e chefe de representação da Organização de Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura no Brasil (OEI), Rodrigo Rossi.

Entre os participantes estão o artista visual e ativista indígena Denilson Baniwa; a artista visual, e ativista norte-americana Favianna Rodriguez; a escritora, psicóloga e ativista indígena guarani Geni Núñez; a economista e ativista Alessandra Orofino; e o empresário e Campeão de Alto Nível do Clima da COP30 Dan Ioschpe.

Participam ainda o artista urbano e ativista Mundano; o geógrafo e pesquisador Diosmar Filho; o arqueólogo e professor da Universidade de São Paulo (USP) Eduardo Góes Neves; a curadora e pesquisadora Keyna Eleison; a liderança indígena do povo Borari e turismóloga Leila Borari; e o curador, e gestor cultural Benjamin Seroussi.Também integram a programação o cineasta, escritor e produtor Juliano Salgado; a rapper, compositora, atriz e ativista indígena Katú Mirim; e o físico e professor da USP Paulo Artaxo.

O seminário é realizado em parceria com o Sesc São Paulo e a Organização de Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura no Brasil (OEI), com apoio da People’s Palace Projects.

Programação

O seminário dá continuidade aos debates realizados em Salvador, durante o G20, em 2024; no Rio de Janeiro, no contexto da COP30, em 2025; e na London Climate Action Week, em junho de 2026. No primeiro dia, as mesas abordarão o papel da cultura na promoção de mudanças em larga escala e os desafios da governança para a cultura e a ação climática.

Na quarta-feira (5), os debates tratarão de cosmologias, formas de habitar o planeta e ecologias culturais da transformação. A programação inclui a apresentação “Algum desses é seu parente”, do Coletivo Estopô, e a gravação ao vivo de uma edição especial do podcast Calma Urgente, com Bruno Torturra e Alessandra Orofino. Na quinta-feira (6), grupos de trabalho promoverão diálogos e elaborarão contribuições para o Programa Cultura, Meio Ambiente e Mudança do Clima.

Na sexta-feira (7), o Entertainment + Culture Pavilion realiza a oficina Balanço Global da Cultura na Ação Climática (Culture Global Stocktake). Inspirada no mecanismo de avaliação da implementação do Acordo de Paris, a atividade reunirá artistas, pesquisadores, gestores públicos e representantes da sociedade civil para compartilhar experiências e elaborar recomendações para o setor.

Serviço

3º Seminário Internacional Cultura e Mudança do Clima
Data: 4 a 7 de agosto
Horário: das 10h às 17h30
Inscrições:Link
Realização: Ministério da Cultura
Parceria: Sesc São Paulo e OEI

Locais:

Dias 4 e 5 de agosto
Sesc 24 de Maio
Rua 24 de Maio, 109, República, São Paulo (SP)

Dia 6 de agosto
Centro de Pesquisa e Formação do Sesc
Rua Dr. Plínio Barreto, 285, 4º andar, Bela Vista, São Paulo (SP)

Dia 7 de agosto
Nave Coletiva
Rua José Bento, 106, Cambuci, São Paulo (SP), CEP 01523-030

Programação 

4 de agosto 

Local: Sesc 24 de Maio
Rua 24 de Maio, 109, República, São Paulo (SP)

10h — Boas-vindas e credenciamento

10h30 às 12h30 — Abertura 

Margareth Menezes, ministra da Cultura

João Paulo Capobianco, ministro do Meio Ambiente e Mudança do Clima

Luiz Galina, diretor-geral do Sesc São Paulo

Rodrigo Rossi, diretor e chefe de representação da OEI no Brasil

Representantes dos governos estadual e municipal

14h às 15h30 – Sessão 1: Pontos de inflexão positivos: como a cultura acelera mudanças em larga escala?

Alessandra Orofino

Favianna Rodriguez

Geni Núñez

15h30 — Intervalo para café

16h às 17h30 – Sessão 2: Da COP30 à implementação: governança para a cultura e a ação climática

Cláudio Ângelo

Dan Ioschpe

Diosmar Filho

Flávia Bellaguarda

Mundano

5 de agosto 

Local: Sesc 24 de Maio
Rua 24 de Maio, 109, República, São Paulo (SP)

10h – Recepção e credenciamento

10h30 às 11h – Apresentação “Algum desses é seu parente”

Coletivo Estopô

11h às 12h30 – Sessão 3: Cosmologias e formas de habitar o planeta

Denilson Baniwa

Eduardo Góes Neves

Keyna Eleison

Leila Borari

14h às 15h30 – Sessão 4: Ecologias culturais da transformação

Benjamin Seroussi

Juliano Salgado

Katú Mirim

Paulo Artaxo

15h30 — Intervalo para café

16h às 17h30 – Encerramento especial: Calma Urgente (gravação ao vivo)

Alessandra Orofino

Bruno Torturra

6 de agosto

Diálogos sobre o Programa Cultura, Meio Ambiente e Mudança do Clima

Local: Centro de Pesquisa e Formação do Sesc
Rua Dr. Plínio Barreto, 285, 4º andar, Bela Vista, São Paulo (SP)

Manhã, a partir das 10h

Apresentação do Programa Cultura, Meio Ambiente e Mudança do Clima

Mapeamento colaborativo de iniciativas, redes e desafios setoriais

Identificação de prioridades e oportunidades para atuação em rede

Tarde, a partir das 14h

Discussão de propostas para o programa

Construção de recomendações prioritárias

Apresentação dos resultados

7 de agosto

Oficina Balanço Global da Cultura na Ação Climática

Local: Nave Coletiva
Rua José Bento, 106, Cambuci, São Paulo (SP), CEP 01523-030

Manhã, a partir das 10h

Abertura

Apresentação do Culture Global Stocktake

Introdução à metodologia colaborativa

Revisão temática dos capítulos

Tarde, a partir das 13h30

Almoço e networking informal

Palestra

Mapeamento de estudos de caso: ação climática baseada na cultura na prática

Considerações finais e próximos passos

Docente aposentada transforma área degradada em espaço referência no cultivo de baunilhas


Foto: Samuel Andrade | Focus Produção de Imagem

Paulista radicada no DF há 30 anos, Ângela Almeida é proprietária de uma chácara no Altiplano Leste, onde realiza semanalmente o Café com Baunilhas, experiência que une sensações e saberes

A poucos quilômetros da região central de Brasília, em uma propriedade rural de pouco mais de três hectares localizada no Altiplano Leste, repleta de jardins floridos e estufas agrícolas, funciona uma experiência que une sensações e saberes. O local, que atualmente leva o nome de Quinta das Baunilhas, tem recebido, semanalmente, um público diverso interessado em sair da rotina imposta na área urbana para estabelecer contato com a natureza, degustar uma boa gastronomia e ainda descobrir os detalhes da história do único fruto comestível da família das orquídeas e a segunda especiaria mais cara do mundo: a baunilha.

A propriedade pertence à Ângela Maria Almeida, professora aposentada do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB), e foi completamente transformada desde sua aquisição, na segunda metade da década de 1990. À época, a docente – nascida e criada no interior de São Paulo – retornava ao Brasil após cinco anos no exterior e sentiu uma forte desconexão com suas raízes. Vinda de uma família com tradição rural, ela procurou por um pedaço de terra para reencontrar suas origens e restabelecer novos laços com o território brasileiro.

Mas, quando Ângela adquiriu a propriedade, o cenário que encontrou estava longe do ideal. “O solo estava totalmente degradado, porque os antigos proprietários colocavam fogo todos os anos. Não havia árvores. O solo era composto apenas por capim puro, áreas com cinzas das queimadas e pedregulhos”, recorda.

Diante daquele cenário, Ângela e sua família iniciaram um projeto de recuperação da área e, em um período de menos de dez anos, plantaram mais de 20 mil mudas nativas do Cerrado no terreno. “Já se passaram 30 anos e nunca mais houve uma queimada na propriedade. Construímos uma cortina verde”, acrescenta.

A aquisição e a transformação da chácara, no entanto, não significaram uma mudança repentina no estilo de vida de Ângela e sua família. Durante 18 anos, período em que exerceu o cargo de professora e orientadora na UnB, ela fixou residência no conjunto habitacional localizado na SQN 810 do Campus Darcy Ribeiro, na Asa Norte, mais conhecido como a Colina. Em meio a esse período, no entanto, ela acompanhava de longe o crescimento das plantas e árvores, além de promover outras benfeitorias na pequena propriedade.

A mudança de Ângela para o campo se concretizou em 2015, após a aposentadoria. Aquele momento não apenas marcou o fim de uma carreira acadêmica de sucesso, mas também deu início a uma nova busca por propósito. Após experimentar atividades como cultivo de hortas, bordado e criação de animais, como galinhas, Ângela encontrou, em 2019, no cultivo de baunilhas uma oportunidade de preencher um vazio deixado pela rotina ativa da universidade.

O primeiro contato com informações sobre a planta ocorreu apenas em 2019, por meio do trabalho de um técnico da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater/DF), que a convidou a integrar um grupo de produtores de baunilha que estava sendo formado no DF.

A princípio, eram poucos participantes. Além disso, as primeiras atividades do projeto coincidiram com as limitações impostas em decorrência da pandemia de covid-19, período que serviu para que a ex-docente pudesse pesquisar as variedades existentes de baunilhas.

Todo esse aprofundamento ganhou uma nova dimensão quando Ângela participou, em 2024, de um congresso científico sobre baunilhas na Ilha da Reunião, um território francês no Oceano Índico, a leste de Madagascar. Durante o evento, ela encontrou o impulso necessário para iniciar o cultivo da planta em sua propriedade e ampliou sua compreensão histórica sobre a baunilha, incluindo a técnica de polinização manual que possibilitou a produção em escala e a disseminação internacional da planta. Durante a viagem ela também adquiriu mudas diversas da planta para serem cultivadas em sua propriedade.

De volta ao Brasil, Ângela percebeu que o cultivo da baunilha poderia ir além da produção agrícola. O problema era o custo. Como professora aposentada, ela sabia que não teria capital suficiente para ampliar a plantação sem criar uma fonte de renda complementar. Foi nesse ponto que o Sebrae no Distrito Federal entrou em cena e, segundo ela, foi fundamental.

“Eu já recebia pessoas em minha propriedade para falar sobre o cultivo da planta e trocar informações. Mas fazia isso de uma maneira informal, sem retorno financeiro. O Sebrae me acolheu muito bem. Os gestores e consultores foram excepcionais e me deram a coragem. Eu já tinha a ideia em mente, mas foi essa parceria que me deu a segurança necessária para transformar o projeto em um empreendimento real”, conta Ângela.

Com as orientações recebidas graças ao apoio do Sebrae, a produtora formatou o Café com Baunilhas, uma experiência que equilibra teoria e prática. No percurso pela propriedade, Ângela detalha as metodologias de manejo, esclarece por que as espécies exóticas ocupam estufas e explica a razão pela qual as baunilhas brasileiras são cultivadas em sistema agroflorestal, integradas à vegetação local. “É o momento em que falo sobre a questão ecológica, a necessidade de preservar o meio ambiente e de nos vermos como parte da natureza. O visitante, ao final, não sai daqui apenas com informações sobre baunilhas, mas leva consigo uma nova visão de mundo”, assegura.

O trajeto termina na varanda da casa da propriedade, onde é servido um brunch, um dos pontos altos da experiência, segundo a produtora. Nesse espaço, os visitantes compreendem que o investimento realizado para estarem presentes na propriedade é totalmente reinvestido na manutenção do cultivo das baunilhas e na preservação da natureza. “Todo visitante é um coparticipante do projeto. Cada pessoa vem até aqui e deixa um tijolinho na construção desse trabalho”, afirma Ângela.

A produtora ainda explica que o cultivo das baunilhas é feito com o uso de substrato, uma mistura de materiais orgânicos e minerais utilizada para substituir a terra comum e que ainda funciona como suporte para fixar as raízes e fornecer as condições físicas e nutricionais ideais para as plantas.

No caso de Ângela, ela costuma utilizar cascas de coco trituradas, além de galhos e folhas da própria chácara para compor o substrato.

Uma parceria com a ONG Carbono Zero viabiliza o recebimento de 1,5 tonelada de resíduos de coco do Hotel Royal Tulip Brasília Alvorada a cada dez dias. Esse material passa por trituração e por tratamento para remoção de taninos antes de ser incorporado aos canteiros, reduzindo, assim, os custos e promovendo o aproveitamento de resíduos.

Em apenas dois anos, a propriedade de Ângela já recebeu mais de 2 mil pessoas e está consolidada como uma vitrine viva do potencial da baunilha brasileira.

Os interessados em vivenciar a experiência na Quinta das Baunilhas devem acessar o site para fazer o agendamento. Os visitantes também podem participar de oficinas, além de adquirir produtos como favas, extratos, caldas, pastas, açúcares e licores produzidos no local.

O serviço também conta com atendimento acessível em inglês, espanhol, francês e Libras, mediante agendamento.

A analista da Gerência de Negócios em Rede do Sebrae no DF, Laíse Cabral, celebra o sucesso da operação da Quinta das Baunilhas, que não é apenas um espaço de cultivo, mas também um modelo de como o turismo pode se unir à produção agrícola para criar experiências memoráveis. “A Quinta das Baunilhas é, sobretudo, um exemplo de como a produção associada ao turismo transforma ativos do território em experiências autênticas, aliando conservação ambiental, educação e valorização da baunilha brasileira”, ressalta.

“Por esse potencial, a experiência de Ângela integra o guia Made in Quadrado, iniciativa do Sebrae no DF que reúne empreendimentos comprometidos em oferecer vivências autênticas e conectadas à identidade do Distrito Federal, fortalecendo o turismo de experiência e o desenvolvimento sustentável do território”, conclui a analista.

Natura lança coleção Ekos Equilibrivm Menta Amazônica em colaboração com a cantora Anitta

Foto divulgação

Com fragrância leve e refrescante, a linha chega em edição limitada para  oferecer um verdadeiro ritual de reconexão entre corpo e natureza, promovendo até 72 horas de hidratação. 

A Natura, marca líder de beleza e cuidados pessoais na América Latina¹, apresenta o próximo capítulo de sua parceria inédita com a cantora Anitta: Natura Ekos Equilibrivm. Em edição limitada, a linha traz a Menta Amazônica em uma fragrância exclusiva, leve e refrescante, que desperta a presença plena²  e deixa a pele equilibrada e regenerada com hidratação profunda.

Composta por creme hidratante corporal, creme para as mãos e sabonete cremoso em barra, a coleção foi desenvolvida com ingredientes que estimulam a autoconsciência enquanto alia alta performance e uma experiência sensorial única. O creme hidratante corporal proporciona pele equilibrada e regenerada, com até 72 horas de hidratação, deixando-a nutrida, macia e perfumada; o creme para as mãos hidrata intensamente por até 48 horas, formando uma película protetora sem deixar sensação pegajosa; e o sabonete cremoso em barra limpa delicadamente sem ressecar, preservando a hidratação natural da pele e envolvendo o corpo na fragrância fresca da Menta Amazônica.

Menta Amazônica: o bioativo que regenera a pele e a floresta

Há mais de 25 anos, Natura Ekos transforma ingredientes da sociobiodiversidade brasileira em inovação cosmética por meio de um modelo de negócio que contribui para manter a floresta em pé. A Menta Amazônica chega para somar ao portfólio robusto da marca, ao lado de produtos icônicos como Natura Ekos Castanha, Natura Ekos Cupuaçu e Natura Ekos Baunilha Amazônica. Desenvolvida em colaboração com a cantora Anitta, que participou diretamente da escolha do bioativo, a nova coleção nasce da conexão entre o conceito de Equilibrivm e a expertise de Natura Ekos em transformar a biodiversidade brasileira em experiências de cuidado regenerativas.

“Quando começamos a pensar em Natura Ekos Equilibrivm, eu pedi que o resultado fosse uma sensação imediata de frescor e presença. E a Natura cumpriu! A Menta Amazônica me conquistou na hora porque tem uma fragrância leve, revigorante e deliciosa para aquele momento do dia em que paramos pra cuidar da gente e se reconectar. Além disso, é muito especial fazer parte de uma linha que valoriza a Amazônia e mostra que cuidar de si também é cuidar da floresta e das pessoas que vivem nela”, comenta Anitta.

Conhecida cientificamente como Mentha aquática e também chamada de “lavanda amazônica”, a Menta Amazônica apresenta um perfil olfativo único, combinando notas frescas de chá e hortelã com nuances que remetem à lavanda. Seu óleo essencial é desenvolvido em parceria com as comunidades de Campo Limpo e Boa Vista, no entorno de Belém (PA), fortalecendo associações locais de agricultores e contribuindo para a geração de renda das famílias da região e para a valorização dos conhecimentos tradicionais amazônicos.

“Depois de transformar uma conversa genuína dos consumidores em uma parceria inédita com Anitta, damos mais um passo nessa história ao apresentar uma coleção que materializa essa conexão em uma experiência de reequilíbrio e reconexão. Natura Ekos Equilibrivm é um convite único para sentir a pele com presença plena por meio de uma fragrância exclusiva, que estimula a autoconsciência. É a força do ciclo virtuoso de Ekos, que traduz o poder da Menta Amazônica e da ciência do bem-estar na regeneração da pele e do planeta”, afirma Diego Costa, Diretor sênior de Marketing da Natura. 

Conheça os produtos da coleção Natura Ekos Equilibrivm 

Creme Hidratante Corporal Natura Ekos Equilibrivm Menta Amazônica 400ml (R$99,90)
Sua pele reequilibrada e regenerada! Rico em óleos nutritivos, ele proporciona até 72 horas de hidratação, deixando a pele nutrida, macia e delicadamente perfumada.

Creme para as Mãos Natura Ekos Equilibrivm Menta Amazônica 75g (R$69,90)
Hidrata intensamente por até 48 horas com textura leve e rápida absorção, formando uma película protetora sem a sensação pegajosa, e deixando ainda as mãos com toque seco e aveludado.

Sabonete Cremoso em Barra Natura Ekos Equilibrivm Menta Amazônica (R$49,90).
Limpa sem ressecar, preserva a hidratação natural da pele e envolve o corpo na fragrância fresca e confortável da Menta Amazônica, deixando a pele macia e com um toque aveludado. 

Em edição limitada, toda a linha Natura Ekos Equilibrivm Menta Amazônica pode ser adquirida a partir de 1º de agosto exclusivamente no e-commerce (www.natura.com.br) e nas lojas próprias da Natura nas cidades por onde a turnê Equilibrivm passar (Porto Alegre, São Paulo, Fortaleza, Niterói e Salvador).

¹Euromonitor, Beleza e Cuidado Pessoal, marca guarda-chuva de Natura, edição Beleza e Cuidado Pessoal 2026 , vendas ao varejo em valor (RSP), dados de 2025

²Fragrância desenvolvida com ingredientes que despertam sensação de presença plena e autoconsciência. Comprovado cientificamente via dados de neurociência.

Sobre a Natura
Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. Por 11 anos consecutivos é a companhia de melhor reputação do Brasil e mais responsável em ESG pelo ranking Merco. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura foi pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber, em 2014, a certificação de Empresa B pelo B Lab, organização que reconhece globalmente negócios que combinam a geração de lucro ao impacto socioambiental positivo. Com operações em 14 países na América Latina, os produtos da marca podem ser adquiridos através das mais de 3 milhões de consultoras na região, via e-commerce, aplicativo Natura, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br  ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram.

Colher uvas direto do pé? Vinícolas do DF abrem as portas para visitantes viverem a experiência da vindima

Ercoara/Vinícola Brasília | Divulgação

Com o crescimento do enoturismo, propriedades do Distrito Federal oferecem experiências que vão da colheita das uvas à degustação de vinhos produzidos no Cerrado, um dos novos polos da vitivinicultura brasileira.

O vinho brasileiro vive um momento de expansão. Em 2025, o mercado movimentou mais de R$ 21 bilhões no país e, embora o Centro-Oeste ainda represente uma fatia menor desse setor, a região já responde por cerca de 7% a 8% das vendas de vinhos e 10,7% das vendas de espumantes nacionais. Brasília acompanha esse crescimento e se destaca como a capital brasileira que mais consome espumantes, impulsionando também o enoturismo e a busca por experiências ligadas à produção de vinhos.
 

É nesse cenário que as vinícolas do Distrito Federal recebem visitantes durante a vindima, período da colheita das uvas que começa neste mês. Mais do que degustar rótulos premiados, os visitantes podem participar da colheita diretamente nos vinhedos, conhecer técnicas de cultivo adaptadas ao Cerrado e vivenciar o processo de produção dos vinhos.
 

Vindima aproxima visitantes da produção de vinhos no Cerrado
Localizada a cerca de 50 quilômetros do Plano Piloto, a Villa Triacca está inserida em uma fazenda de 300 hectares, dos quais mais de 20% são destinados à preservação ambiental. Além da produção diversificada de alimentos, a propriedade conta com oito hectares de vinhedos cultivados no Cerrado.
 

Durante a vindima, os visitantes podem colher as uvas diretamente do pé e acompanhar de perto uma das etapas mais importantes da produção dos vinhos, além de conhecer aspectos da viticultura na região e participar de atividades ligadas à gastronomia. Para facilitar o acesso, a vinícola disponibiliza serviço de transfer até a propriedade.

“A vindima é o coração da produção do vinho. Ao permitir que o público acompanhe essa etapa, mostramos como o Cerrado vem se consolidando como uma região produtora de vinhos de qualidade e aproximamos as pessoas desse processo”, afirma Ronaldo Triacca, proprietário da Villa Triacca e presidente da Expovitis Brasil.

Outra experiência que tem despertado a curiosidade dos visitantes acontece na Fazenda Ercoara/Vinícola Brasília. Em atividade desde 2001, a propriedade possui 70 hectares, dos quais sete são ocupados por vinhedos. No local são cultivadas variedades como Syrah, Marselan, Cabernet Franc, Merlot, Sauvignon Blanc e Viognier, além da Marsanne, que está em fase de implantação. Atualmente, a vinícola produz cerca de 20 mil garrafas de vinho por ano.

Assim como outras vinícolas do Cerrado, a Ercoara utiliza a técnica da dupla poda da videira, que concentra a colheita no inverno, período considerado mais favorável para a produção de vinhos de qualidade na região. Durante a vindima, a colheita acontece à noite, aproveitando as temperaturas mais baixas para preservar melhor a qualidade das uvas antes do processamento.

“As temperaturas mais baixas ajudam a preservar a acidez, os aromas e as características das uvas. Ao mesmo tempo, o público vive uma experiência diferente, conhecendo de perto uma etapa que normalmente acontece longe dos olhos do consumidor”, destaca Rodrigo Sucena, proprietário da Fazenda Ercoara/Vinícola Brasília. Além da participação na vindima, os visitantes percorrem os vinhedos, participam de um jantar harmonizado e degustam vinhos produzidos na propriedade.

A programação da vindima no Distrito Federal vai além dessas duas propriedades. Ao longo do inverno, outras vinícolas da região também promovem experiências abertas ao público, consolidando o Cerrado como um dos destinos brasileiros para quem deseja conhecer a produção de vinhos, participar da colheita das uvas e vivenciar o crescimento da vitivinicultura no Centro-Oeste.

Serviço
Villa Triacca – Vindima 2026
Datas: 18 e 25 de julho; 1º e 8 de agosto
Local: PAD-DF, BR-251, Km 6, Paranoá (DF)
Informações e reservas: (61) 98194-9392
 

Fazenda Ercoara/Vinícola Brasília – Colheita Noturna
Datas: 24 e 31 de julho; 7 e 14 de agosto
Horário: A partir das 17h
Local: PAD-DF, na BR-251, Km 19
Informações e reservas: (61) 99815-5650 (WhatsApp)

Campanha une saúde respiratória e preservação ambiental com distribuição de sementes e plantio de árvores em Brasília

Foto divulgação

Projeto “Respirar é Viver: um Futuro mais Verde” reuniu médicos, voluntários e população, no último domingo, dia 28 de junho, em ação que promoveu educação em saúde e o plantio de espécies nativas do Cerrado

A campanha nacional “Respirar é Viver: um Futuro mais Verde” mobilizou especialistas, voluntários e a população na manhã deste domingo (28), em Brasília, para conscientizar sobre a relação entre saúde respiratória, qualidade do ar e preservação ambiental. Promovida pela Academia Brasileira de Rinologia (ABR), em parceria com a Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF), a iniciativa realizou ações na Praça do Buriti e no Parque da Cidade Sarah Kubitschek.

A primeira etapa da programação aconteceu durante a Marcha Atópica Brasília 2026, movimento nacional de conscientização e apoio a pessoas que convivem com doenças alérgicas e inflamatórias crônicas, como dermatite atópica, rinite e asma. Realizado na Praça do Buriti, o evento reuniu pacientes, familiares, profissionais de saúde e a comunidade em uma manhã dedicada à informação, qualidade de vida e incentivo à prática de atividades físicas. No local, as entidades médicas montaram um estande onde especialistas orientaram a população sobre os cuidados com a saúde respiratória, prevenção de doenças e a importância da respiração nasal adequada. Durante a ação também foram distribuídas sementes de espécies nativas do Cerrado, incentivando a arborização e a participação da comunidade na preservação ambiental.

Na sequência, um grupo de voluntários seguiu para o estacionamento 5 do Parque da Cidade, onde realizou o plantio de 15 mudas de ipê-amarelo e duas mudas de pombeiro, contribuindo para a ampliação da cobertura vegetal em um dos principais espaços públicos de lazer da capital.

A proposta da campanha foi mostrar que cuidar da saúde respiratória vai muito além do tratamento de doenças. A qualidade do ar, a preservação das áreas verdes e o incentivo à arborização também exercem papel fundamental na promoção da qualidade de vida e na prevenção de doenças que afetam milhões de brasileiros, especialmente durante os períodos de maior circulação de vírus respiratórios e de variações climáticas.

“Respirar bem depende de bons hábitos e também de um ambiente saudável. Cada árvore plantada representa um investimento na saúde das próximas gerações e um compromisso coletivo com a qualidade de vida”, destaca Gustavo Lara, médico otorrinolaringologista e coordenador da campanha.

A iniciativa integra a campanha nacional “Respirar é Viver: um Futuro mais Verde”, que neste mês promoveu ações de conscientização em diferentes regiões do país, alinhando saúde respiratória e sustentabilidade em sintonia com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).

No auge da temporada de gripes e doenças respiratórias, campanha promove conscientização e plantio de árvores em Brasília

Foto divulgação

Ação gratuita do projeto “Respirar é Viver: um Futuro mais Verde” acontece no próximo domingo (28), na Praça do Buriti, e une saúde respiratória, educação ambiental e qualidade de vida

Junho é marcado não apenas pelas comemorações do Mês do Meio Ambiente, mas também pelo aumento dos casos de gripe, alergias, rinite, sinusite e outras doenças respiratórias, agravadas pela estiagem e pela baixa umidade do ar, características do Distrito Federal. Neste cenário, a campanha nacional “Respirar é Viver: um Futuro mais Verde” realiza, no próximo domingo, 28 de junho, às 8h, uma grande ação de conscientização na Praça do Buriti, em Brasília.

Promovida pela Academia Brasileira de Rinologia (ABR), em parceria com a Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF), a iniciativa busca alertar a população sobre a importância da respiração nasal adequada, da prevenção de doenças respiratórias e da preservação ambiental como fatores diretamente ligados à saúde e à qualidade de vida.

Durante o evento, médicos especialistas estarão à disposição para orientar a população sobre os principais cuidados com a saúde respiratória, especialmente em um período em que cresce a procura por atendimento devido aos quadros gripais e às complicações provocadas pelo clima seco. A programação também contará com a distribuição de mudas e sementes de espécies nativas do Cerrado, incentivando a arborização e a melhoria da qualidade do ar. O plantio será realizado no Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek.

A proposta da campanha é mostrar que cuidar da respiração vai muito além do tratamento de doenças: passa também pela preservação dos ambientes naturais e pela construção de cidades mais saudáveis e sustentáveis.

Serviço

Campanha Nacional 2026 – Respirar é Viver: um Futuro mais Verde

Data: 28 de junho de 2026 (domingo)
Horário: 8h
Local: Praça do Buriti – Brasília/DF
Plantio das árvores

Horário: 10h
Local: Parque da Cidade Sarah Kubitschek – Estacionamento 5 – Atrás do Alpinus
Realização: Academia Brasileira de Rinologia (ABR) e ABORL-CCF

Feira no Setor ocupa o SCS com produções autorais e uma programação dedicada ao forró

Evento reúne artesanato, moda, empreendedorismo criativo e apresentações musicais gratuitas no Corredor Central da Quadra 4

No dia 27 de junho, o Corredor Central da Quadra 4 do Setor Comercial Sul volta a receber a Feira no Setor, mais uma edição do Cidade Viva – Territórios em Movimento que transforma um espaço emblemático de Brasília em vitrine para a produção independente do Distrito Federal.

Das 10h às 20h, o público poderá conhecer o trabalho de artesãos, artistas, estilistas, criadores e pequenos empreendedores que fazem da criatividade uma ferramenta de geração de renda e expressão cultural. A programação reúne expositores de diferentes áreas, com peças produzidas artesanalmente, artigos de decoração, roupas, acessórios, jóias, produtos de beleza, itens religiosos, trabalhos em tricô, crochê, bordado, macramê e costura criativa, além de esculturas em aço, peças produzidas em corda, bonecos de crochê e marcas de moda autoral e slow fashion.

A gastronomia também marca presença com doces, tortas, brigadeiros de colher e fondue, ampliando a diversidade de sabores e experiências que fazem da feira um espaço de convivência e valorização da produção local.

Ao longo do dia, a música toma conta do corredor com uma programação dedicada ao forró. A abertura fica por conta do Forró Legal, das 11h às 14h. Em seguida, o Forró Cobogó assume o palco das 14h às 17h com um repertório inspirado nos clássicos do gênero e nas sonoridades da cultura popular brasileira. Encerrando a programação, As Fulô do Cerrado se apresentam das 17h às 19h30, levando ao público um trabalho que dialoga com ritmos tradicionais e manifestações populares brasileiras.

A iniciativa conta com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa e reafirma a vocação do Setor Comercial Sul como território de cultura, criação e encontro entre quem produz e quem consome arte, conhecimento e economia criativa no Distrito Federal.

Serviço Feira No Setor

Feira no Setor
27 de junho – 10h às 20h
Corredor Central da Quadra 4 – Setor Comercial Sul
Entrada gratuita

Programação musical

11h às 14h – Forró Legal
14h às 17h – Forró Cobogó 
17h às 19:30 – As Fulô do Cerrado

Brasília sedia evento sobre o Sistema Plantio Direto, em julho. Inscrições estão abertas

Divulgação

Com foco na agricultura regenerativa, estarão reunidas cerca de 40 autoridades internacionais, produtores rurais,
estudantes e pesquisadores para debater o futuro sustentável do campo


Estão abertas as inscrições para o 3º Encontro Mundial do Sistema Plantio Direto e para o 20º Encontro nacional do Sistema Plantio Direto. Confirmados para acontecer entre os dias 7 e 9 de julho de 2026, em Brasília-DF,

os eventos integram uma das mais importantes datas do calendário agrícola do país. Na edição deste ano, os debates serão em torno do tema “Sistema Plantio Direto: base para a agricultura regenerativa”.


A organização do evento é da Federação Brasileira do Sistema Plantio Direto (FEBRAPDP), em parceria com outras instituições, entre elas a Embrapa, que vai contribuir com a promoção do intercâmbio do conhecimento científico e tecnológico desenvolvido ao longo dos últimos 53 anos da Empresa. De acordo com dados da FEBRAPDP, o Sistema Plantio Direto (SPD) atualmente contabiliza mais de 33 millhões de hectares de área cultivada no Brasil. 


O pesquisador e assessor da Presidência da Embrapa e membro da comissão técnico-científica do evento, Luiz Adriano Maia Cordeiro, afirma que a participação da empresa vai reforçar a divulgação de resultados científicos em torno do SPD que dão suporte para que o produtor rural adote o sistema de forma adequada. “O setor já conta com tecnologias voltadas à promoção da cobertura permanente do solo, seja por meio da rotação e sucessão de culturas e pelo não revolvimento do solo, com inúmeros benefícios para a produtividade agrícola e para a qualidade do solo”, explica. Segundo ele, esta será uma oportunidade para discutir conquistas, desafios e vulnerabilidades que o SPD ainda enfrenta para produzir mais e melhor, com conservação do solo e da água, transformando a ciência nacional em novas chances de conhecimento prático.


Como um sistema de produção conservacionista baseado na sustentabilidade, o SPD se consolida em três pilares fundamentais: o não revolvimento do solo, que fica restrito à linha de semeadura; a cobertura permanente do solo por meio de plantas vivas ou palhadas; e, a diversificação de plantas na rotação de culturas . Comparada aos métodos tradicionais de manejo do solo, essa tecnologia é tida como uma das mais sustentáveis para o ambiente tropical, trazendo vantagens diretas como a eliminação da erosão hídrica e eólica, conservação da água, economia de combustível, otimização de tempo e mão de obra, incremento na Matéria Orgânica do Solo (MOS), maior resiliência em períodos de escassez hídrica, aumento da produtividade das culturas e a redução da emissão de gases de efeito estufa (GEE).


A programação
técnica do evento vai reunir mais de 40 autoridades e especialistas, que vão participar de palestras e painéis. Entre as presenças confirmadas, estão Mariângela Hungria, pesquisadora da Embrapa Soja e primeira mulher
brasileira a receber o Prêmio Mundial da Alimentação; Ieda Mendes, Lourival Vilela e Arminda Carvalho da Embrapa Cerrados; Nuno Madeira da Embrapa Hortaliças; João Carlos “Juca” de Moraes Sá da Ohio State
University; Saidi Mkomwa, da African Conservation Tillage Network (ACT); Emílio González, da European Conservation Agriculture Federation (ECAF); Maurício Roberto Cherubin, representando a ESALQ/USP e o
CCarbon; Franke Dijkstra agricultor pioneiro do SPD; e, Marie Bartz, pesquisadora e filha de Herbert Bartz, considerado o “Pai do Plantio Direto”. Além deles, participarão produtores rurais da Itália, Alemanha,
Paraguai e do próprio Brasil, para relatar suas experiências práticas no campo.


Para além das discussões em auditório, os participantes terão a oportunidade de acompanhar o manejo prático por meio de visitas técnicas programadas na região. As demonstrações em campo ocorrerão na Embrapa Hortaliças em parceria com a Emater/Coopermista, e nas instalações da Embrapa Cerrados, dentre outras áreas. 


Informações sobre a programação completa e inscrições estão disponíveis aqui


O Sistema Plantio Direto visa a produção de alimentos, fibras e energia em harmonia com a natureza baseando-se em três pilares: o não revolvimento do solo (restrito à linha de semeadura ou covas para mudas), a cobertura
permanente do solo (plantas vivas ou palhadas) e a diversificação de plantas na rotação de cultivos.


Esse sistema de produção conservacionista, comparado a sistemas que utilizam o preparo do solo, proporciona a redução da erosão hídrica e eólica dos solos, da emissão de gases causadores do efeito estufa, bem como o uso de combustíveis fósseis e de agroquímicos, o aumento da infiltração da água e a eficiência dos fertilizantes aplicados e a recuperação da matéria orgânica, da biodiversidade e da resiliência do solo, permitindo o
desenvolvimento de uma agricultura sustentável. 

Junho Verde marca avanço das ações sustentáveis do BIG BOX e ULTRABOX

Foto divulgação

Grupo celebra novas certificações Lixo Zero, apresenta indicadores ambientais e anuncia metas para expandir o programa a todas as unidades da rede

Transformar resíduos em oportunidade, reduzir desperdícios e gerar impacto social positivo. Esses foram os principais temas apresentados durante o lançamento do Junho Verde 2026, promovido pelo grupo BIG BOX e ULTRABOX em Brasília. O evento reuniu colaboradores, parceiros e representantes de instituições para apresentar os resultados das ações de sustentabilidade desenvolvidas pela rede e anunciar novas metas para os próximos anos.

A programação marcou também a entrega de novas certificações Lixo Zero para unidades da rede, ampliando um projeto iniciado em 2020 e que transformou a gestão de resíduos em uma das principais bandeiras da empresa. Atualmente, oito lojas já possuem a certificação, incluindo a unidade Castanheiras, reconhecida como o primeiro supermercado da América Latina a alcançar o selo.

Durante a abertura do evento, a diretora executiva do grupo, Bruna Habka, destacou que o reconhecimento alcançado pela rede é resultado do envolvimento coletivo dos colaboradores. “Para você ter uma certificação Lixo Zero, é preciso de pessoas comprometidas, engajadas e que entendam o propósito por trás. Conseguimos fazer isso porque o nosso time tem força, tem garra, tem brilho nos olhos e entende a importância de um projeto como esse”, afirmou.

Bruna também chamou a atenção para a necessidade de repensar a forma como a sociedade lida com os resíduos. “Quando a gente joga algo fora, para onde vai esse fora? Não existe fora. Tudo o que descartamos continua existindo em algum lugar. Por isso iniciativas como o Junho Verde são tão importantes”, disse.

Segundo a diretora, sustentabilidade deixou de ser apenas um conceito dentro da empresa para se tornar parte da cultura organizacional. “Muitas empresas falam sobre sustentabilidade. Nós escolhemos praticar a sustentabilidade. Não apenas falamos, nós fazemos”, declarou.

Responsável pela área de sustentabilidade do grupo, Pedro Helou relembrou o início do projeto e explicou como surgiu a decisão de criar um setor voltado exclusivamente para a gestão de resíduos. Segundo ele, o ponto de partida foi a constatação de que cerca de 500 toneladas de resíduos eram enviadas mensalmente para aterros sanitários.

“Eu visualizei uma área muito poderosa dentro da empresa. Quando descobri que restos de frutas, legumes e verduras poderiam se transformar em adubo e voltar para a cadeia produtiva, percebi que precisávamos fazer algo diferente. Foi aí que começou essa jornada”, contou.

Os resultados apresentados durante o evento mostram a dimensão da mudança. Apenas em 2025, mais de 5,5 mil toneladas de resíduos foram geradas pelas operações do grupo. Desse total, apenas 19% tiveram como destino final o aterro sanitário. O restante foi reciclado, reaproveitado, transformado em compostagem ou destinado a projetos sociais.

Para Cleusa, integrante da equipe de sustentabilidade e uma das responsáveis pela implantação das ações nas unidades, os números refletem o trabalho diário realizado por colaboradores de diferentes setores. “Esse evento só é possível graças ao trabalho de todos vocês. Conseguimos alcançar esses resultados porque existe um esforço coletivo dentro das lojas para separar corretamente os resíduos e garantir que eles tenham a destinação adequada”, destacou.

Além da gestão ambiental, o programa de sustentabilidade também tem impacto direto no combate à insegurança alimentar. Dados apresentados durante o Junho Verde mostram que mais de 280 toneladas de alimentos foram destinadas a projetos sociais ao longo do último ano, gerando aproximadamente 670 mil refeições para famílias em situação de vulnerabilidade.

A iniciativa beneficia instituições que atuam com crianças, famílias e pessoas em situação de risco social. Os alimentos que não podem mais ser comercializados, mas ainda estão próprios para consumo, são direcionados para organizações parceiras, reduzindo desperdícios e ampliando o alcance das ações sociais da rede.

Outro destaque apresentado foi a parceria com a plataforma Food To Save, que comercializa alimentos próximos do vencimento ou com pequenas imperfeições estéticas por preços reduzidos. Em poucos meses de operação, o projeto já evitou o descarte de milhares de produtos e ampliou o acesso da população a alimentos com preços mais acessíveis.

Pedro ressaltou que sustentabilidade e desenvolvimento econômico podem caminhar juntos. “A sustentabilidade precisa ser boa para o meio ambiente, para as pessoas e também para a empresa. Quando conseguimos unir esses três fatores, criamos um modelo que gera valor para todos”, afirmou.

A utilização de energia renovável também integra a estratégia ambiental do grupo. Atualmente, todas as unidades operam com energia proveniente de fontes renováveis. Segundo os dados divulgados durante o evento, a medida evitou a emissão de aproximadamente 1,6 mil toneladas de gás carbônico apenas em 2025.

Além disso, a empresa mantém programas de coleta de roupas, pilhas, eletrônicos e materiais recicláveis em diversas lojas do Distrito Federal. As ações contam com a participação direta dos clientes, que podem contribuir para a destinação correta dos resíduos e para projetos de reaproveitamento e reciclagem.

O trabalho desenvolvido pelo grupo ultrapassou as fronteiras do Distrito Federal e ganhou reconhecimento internacional. No ano passado, representantes da empresa participaram da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP), apresentando a experiência da rede para gestores públicos, especialistas e representantes de organizações de diversos países.

“Foi a primeira vez que um supermercado participou desse espaço para apresentar um projeto dessa natureza. Estivemos lá representando todos os colaboradores que fazem parte dessa transformação”, relatou Pedro.

O evento também serviu para anunciar as metas futuras. A principal delas é expandir o programa Lixo Zero para todas as unidades da rede até 2030. Atualmente, oito lojas possuem a certificação, mas a expectativa é que as demais também sejam adequadas aos critérios de reaproveitamento e destinação correta dos resíduos.

Ao encerrar a programação, Bruna destacou que o objetivo vai além de alcançar indicadores ambientais. “O futuro não será construído pelas empresas que vendem mais. Será construído pelas empresas que deixam o melhor legado. E nós acreditamos que estamos ajudando a construir esse futuro por meio de atitudes que fazem diferença para as pessoas, para a comunidade e para o planeta”, concluiu.

Às vésperas do Dia Mundial do Meio Ambiente, Brasil ultrapassa 160 mil denúncias por crimes ligados à fauna, flora e poluição

Foto Magnific

Em meio ao Junho Verde, dados recentes do Escavador mostram o contraste entre a agenda climática e o cumprimento das regras ambientais incorporadas às atividades econômicas.    

Quase dois anos após o ‘marco regulatório’ do mercado de carbono no Brasil, Lei Nº 15.042, de 2024, o país dá sinais de uma recessão histórica ambiental. Segundo um relatório divulgado pelo Escavador na última quinta-feira, 28, os processos relacionados à poluição cresceram 66% de 2024 para 2025. 

A análise do Escavador revelou um salto na quantidade de processos: de 9,8 mil denúncias no ano de 2023, a oscilação rendeu 10,9 mil ações em 2024, até alcançar o patamar de 18 mil processos em 2025. No período total analisado, a variação cresceu 86%, totalizando 41 mil denúncias entre os anos de 2023 e 2026.  

Apesar dos esforços para amenizar as mudanças climáticas e reduzir poluentes, através do “Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa” (SBCE), a contaminação vai além das toneladas de CO2 e se ramifica em outras vertentes. A última apuração do Escavador destacou categorias como poluição da água, fauna aquática, descarte de resíduos, mineração ilegal, ‘posse, uso ou tráfico’ de substâncias tóxicas, degradação por radiação, além de estabelecimentos, obras ou serviços potencialmente poluidores. 

“Existe um contraste entre a agenda climática do país e o que aparece na prática. O mercado de carbono foca principalmente na redução de gases de efeito estufa, mas os problemas ambientais são mais amplos, envolvendo desde mineração ilegal até poluição e danos à fauna aquática. O aumento de 66% nesses processos mostra que ainda há um longo caminho até que o cumprimento das regras ambientais esteja de fato incorporado às atividades econômicas”, destaca Dalila Pinheiro, Coordenadora Jurídica e DPO da plataforma Escavador. 

No recorte por estados, Minas Gerais lidera o ranking nacional acumulando 11 mil processos relacionados à poluição. Em seguida, aparecem Rio Grande do Sul (6 mil), Santa Catarina (4 mil) e São Paulo (3 mil). Estados da Amazônia Legal, como Pará (1,9 mil), Roraima (1,2 mil), Mato Grosso (1,1 mil) e Rondônia (673), também figuram entre os principais volumes processuais. “Isso reflete a pressão ambiental em regiões de expansão mineral, agropecuária e de exploração irregular”, explica. 

Crimes contra a fauna e flora ganham relevância; veja a análise de 2023 a 2026

Somados às preocupações com a contaminação do ar e das águas, os crimes contra a fauna e a flora brasileiras também mantiveram os patamares elevados nos últimos anos. No total, 122 mil inquéritos envolvendo ambas as categorias foram contabilizados entre 2023 e 2026, no Brasil. 

O levantamento do Escavador identificou mais de 67 mil processos ligados a crimes contra a flora. Entre as principais queixas estão destruição, degradação ambiental, queimadas e incêndios florestais, desmatamento associado à exploração econômica irregular, além da extração ilegal de madeira e mineração clandestina em áreas de floresta. Também foram identificados processos envolvendo comércio ou posse de produtos oriundos de exploração ilegal de madeira.

Os primeiros meses de 2026, contudo, apresentaram retração nos registros. Entre janeiro e maio deste ano, a plataforma contabilizou 5,9 mil processos relacionados à flora, com destaque para março, que concentrou 1,8 mil ações. Em maio, o número caiu para apenas 300 registros, o menor índice mensal do período analisado.

O estado de São Paulo lidera o ranking nacional de crimes contra a flora, com 15 mil processos acumulados, seguido por Minas Gerais (13,9 mil), Santa Catarina (7,9 mil) e Rondônia (3,9 mil). “Os crimes contra a flora estão ligados à pressão sobre os biomas. Queimadas, desmatamento e exploração ilegal impactam principalmente as áreas de vegetação nativa e regiões de preservação ambiental, indicando que a degradação continua avançando mesmo diante do aumento das discussões sobre sustentabilidade, mercado de carbono e iniciativas verdes”, explica. 

Sudeste do país encabeça “crimes contra a fauna”; veja os números

Além dos impactos sobre a vegetação nativa, os dados do Escavador ainda revelam o avanço de infrações relacionadas à fauna brasileira, especialmente em casos ligados à caça ilegal, tráfico de animais silvestres, importação irregular de espécies controladas, pesca ilegal, maus-tratos e degradação dos ecossistemas aquáticos.

A análise, entre os anos de 2023 e 2026, mostrou que os “crimes contra a fauna” já ultrapassam os 55 mil processos no país, passando de 16,6 mil ações para 17,9 mil registros no último ano. Os processos envolvendo a fauna aquática, afetada pela poluição, descarte de resíduos e degradação da água, aparecem entre os principais enfoques das investigações ambientais. 

Entre as federações, São Paulo novamente lidera o ranking, com 14,8 mil denúncias ligadas a crimes contra a fauna, seguido por Minas Gerais (10,8 mil), Santa Catarina (5,1 mil) e Rio Grande do Sul (3,4 mil). O Rio de Janeiro aparece logo atrás, com 2,7 mil ações. “Os dados indicam que há uma persistência de judicialização ambiental em diferentes frentes, como poluição, flora e fauna. Na prática, isso significa que os mecanismos de controle ainda enfrentam dificuldades para reduzir as práticas de degradação ambiental”, conclui Dalila.

Confira a lista de denúncias por ‘poluição’ nos estados (2023 a 2026)

Minas Gerais (MG) – 11.062

Rio Grande do Sul (RS) – 6.382

Santa Catarina (SC) – 4.516

São Paulo (SP) – 3.691

Pará (PA) – 1.934

Paraná (PR) – 1.882

Roraima (RR) – 1.270

Mato Grosso (MT) – 1.128

Bahia (BA) – 1.026

Ceará (CE) – 935

Rio de Janeiro (RJ) – 888

Goiás (GO) – 882

Espírito Santo (ES) – 828

Amazonas (AM) – 811

Rondônia (RO) – 673

Maranhão (MA) – 617

Tocantins (TO) – 540

Mato Grosso do Sul (MS) – 484

Paraíba (PB) – 452

Amapá (AP) – 443

Rio Grande do Norte (RN) – 248

Alagoas (AL) – 225

Pernambuco (PE) – 224

Sergipe (SE) – 175

Acre (AC) – 91

Distrito Federal (DF) – 83

Piauí (PI) – 68

Confira a lista de ‘crimes contra a flora’ nos estados (2023 a 2026)

São Paulo (SP) – 15.160

Minas Gerais (MG) – 13.956

Santa Catarina (SC) – 7.971

Rondônia (RO) – 3.922

Amazonas (AM) – 3.520

Paraná (PR) – 3.493

Mato Grosso (MT) – 3.080

Pará (PA) – 2.996

Rio Grande do Sul (RS) – 1.507

Espírito Santo (ES) – 1.328

Goiás (GO) – 1.297

Tocantins (TO) – 1.261

Acre (AC) – 1.097

Roraima (RR) – 998

Ceará (CE) – 840

Maranhão (MA) – 823

Rio de Janeiro (RJ) – 722

Mato Grosso do Sul (MS) – 659

Bahia (BA) – 544

Amapá (AP) – 432

Alagoas (AL) – 248

Pernambuco (PE) – 244

Piauí (PI) – 233

Rio Grande do Norte (RN) – 188

Distrito Federal (DF) – 185

Confira a lista de ‘crimes contra a fauna’ nos estados (2023 a 2026)

São Paulo (SP) – 14.839

Minas Gerais (MG) – 10.836

Santa Catarina (SC) – 5.120

Rio Grande do Sul (RS) – 3.482

Rio de Janeiro (RJ) – 2.749

Paraná (PR) – 2.436

Rio Grande do Norte (RN) – 2.122

Pernambuco (PE) – 1.420

Pará (PA) – 1.180

Goiás (GO) – 1.103

Distrito Federal (DF) – 1.096

Ceará (CE) – 1.071

Amazonas (AM) – 958

Tocantins (TO) – 947

Alagoas (AL) – 874

Paraíba (PB) – 785

Bahia (BA) – 770

Espírito Santo (ES) – 652

Sergipe (SE) – 549

Mato Grosso (MT) – 507

Piauí (PI) – 423

Maranhão (MA) – 329

Amapá (AP) – 329

Rondônia (RO) – 248

Roraima (RR) – 217

Mato Grosso do Sul (MS) – 208

Acre (AC) – 187

Projeto Mulheres no Campo chega ao fim com mais de 200 mulheres qualificadas

Foto divulgação

Iniciativa ofertou cursos de cultivo de morango, marketing e empreendedorismo rural; edição foi destinada a mulheres da zona rural de Brazlândia

O projeto Mulheres no Campo encerra sua segunda edição neste sábado (23), consolidando um importante trabalho de capacitação e fortalecimento da autonomia feminina na zona rural de Brazlândia. Ao todo, mais de 200 mulheres foram qualificadas ao longo das duas etapas da iniciativa, com cursos voltados para cultivo de morango, marketing e empreendedorismo rural.

Para o secretário da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do Distrito Federal (Sedet-DF), Thales Mendes Ferreira, a iniciativa representa uma importante ferramenta de transformação social e econômica no campo. “O Mulheres no Campo mostra como a qualificação pode abrir caminhos e transformar a realidade de muitas mulheres da zona rural. O projeto foi pensado para levar conhecimento, incentivar o empreendedorismo e dar mais independência financeira às participantes, fortalecendo não só o protagonismo feminino, mas também a agricultura familiar e a economia rural do Distrito Federal”, destaca o secretário.

Nesta segunda etapa, mais de 100 participantes concluíram a formação e receberão certificado durante o evento de encerramento, que será realizado na Praça da Bíblia, em Brazlândia. O evento vai contar com uma feira de exposição e comercialização de produtos da agricultura familiar, com destaque para as iguarias produzidas à base de morango, fruta símbolo da região e principal produto agrícola local. A programação busca valorizar o trabalho das produtoras rurais e incentivar a geração de renda por meio do empreendedorismo feminino.

A primeira fase do projeto, realizada entre janeiro e fevereiro deste ano, também certificou mais de 100 mulheres da região.

O evento contará com a presença de membros da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF). O subsecretário de Economia Solidária, Jorge Augusto Lopes de Azevedo Filho, destacou a importância do investimento em ações voltadas ao fortalecimento das mulheres do campo. “Investir nelas é investir no fortalecimento da economia local e na construção de um Distrito Federal mais justo e sustentável”, afirma.

A iniciativa buscou ampliar oportunidades de geração de renda e incentivar o protagonismo feminino no meio rural, especialmente em uma região reconhecida pela forte produção agrícola. Brazlândia é a principal produtora de morangos do Distrito Federal, sendo responsável por cerca de 95% do cultivo local da fruta, considerada símbolo da cidade.

Além da formação técnica, o projeto também promoveu debates sobre empreendedorismo, comercialização de produtos e valorização da agricultura familiar, incentivando as participantes a enxergarem novas possibilidades de atuação profissional e independência financeira.

De acordo com a coordenadora-geral do projeto, Sarah Lorrane, a capacitação tem impacto direto na vida das participantes e no desenvolvimento da comunidade. “O empreendedorismo rural transforma a vida das mulheres, gera renda para as famílias e fortalece a agricultura local. Quando elas recebem apoio e capacitação, toda a comunidade cresce junto”, destaca.

Realizado pelo Instituto Sociocultural Comunitário (ISC), o projeto conta com fomento da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do Distrito Federal (Sedet-DF). A iniciativa reforça a importância de políticas públicas voltadas à qualificação profissional e ao fortalecimento da economia solidária nas regiões rurais do DF.

Serviço
Evento: Encerramento do projeto Mulheres no Campo
Data: 23 de maio, às 9h
Local: Praça da Bíblia – Brazlândia
Entrada: Franca
Realização: Instituto Sociocultural Comunitário (ISC)
Fomento: Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF)

Pauta

Projeto Mulheres no Campo chega ao fim com mais de 200 mulheres qualificadas

Iniciativa ofertou cursos de cultivo de morango, marketing e empreendedorismo rural; edição foi destinada a mulheres da zona rural de Brazlândia

O projeto Mulheres no Campo encerra sua segunda edição neste sábado (23), consolidando um importante trabalho de capacitação e fortalecimento da autonomia feminina na zona rural de Brazlândia. Ao todo, mais de 200 mulheres foram qualificadas ao longo das duas etapas da iniciativa, com cursos voltados para cultivo de morango, marketing e empreendedorismo rural.

Para o secretário da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do Distrito Federal (Sedet-DF), Thales Mendes Ferreira, a iniciativa representa uma importante ferramenta de transformação social e econômica no campo. “O Mulheres no Campo mostra como a qualificação pode abrir caminhos e transformar a realidade de muitas mulheres da zona rural. O projeto foi pensado para levar conhecimento, incentivar o empreendedorismo e dar mais independência financeira às participantes, fortalecendo não só o protagonismo feminino, mas também a agricultura familiar e a economia rural do Distrito Federal”, destaca o secretário.

Nesta segunda etapa, mais de 100 participantes concluíram a formação e receberão certificado durante o evento de encerramento, que será realizado na Praça da Bíblia, em Brazlândia. O evento vai contar com uma feira de exposição e comercialização de produtos da agricultura familiar, com destaque para as iguarias produzidas à base de morango, fruta símbolo da região e principal produto agrícola local. A programação busca valorizar o trabalho das produtoras rurais e incentivar a geração de renda por meio do empreendedorismo feminino.

A primeira fase do projeto, realizada entre janeiro e fevereiro deste ano, também certificou mais de 100 mulheres da região.

O evento contará com a presença de membros da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF). O subsecretário de Economia Solidária, Jorge Augusto Lopes de Azevedo Filho, destacou a importância do investimento em ações voltadas ao fortalecimento das mulheres do campo. “Investir nelas é investir no fortalecimento da economia local e na construção de um Distrito Federal mais justo e sustentável”, afirma.

A iniciativa buscou ampliar oportunidades de geração de renda e incentivar o protagonismo feminino no meio rural, especialmente em uma região reconhecida pela forte produção agrícola. Brazlândia é a principal produtora de morangos do Distrito Federal, sendo responsável por cerca de 95% do cultivo local da fruta, considerada símbolo da cidade.

Além da formação técnica, o projeto também promoveu debates sobre empreendedorismo, comercialização de produtos e valorização da agricultura familiar, incentivando as participantes a enxergarem novas possibilidades de atuação profissional e independência financeira.

De acordo com a coordenadora-geral do projeto, Sarah Lorrane, a capacitação tem impacto direto na vida das participantes e no desenvolvimento da comunidade. “O empreendedorismo rural transforma a vida das mulheres, gera renda para as famílias e fortalece a agricultura local. Quando elas recebem apoio e capacitação, toda a comunidade cresce junto”, destaca.

Realizado pelo Instituto Sociocultural Comunitário (ISC), o projeto conta com fomento da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do Distrito Federal (Sedet-DF). A iniciativa reforça a importância de políticas públicas voltadas à qualificação profissional e ao fortalecimento da economia solidária nas regiões rurais do DF.

Serviço
Evento: Encerramento do projeto Mulheres no Campo
Data: 23 de maio, às 9h
Local: Praça da Bíblia – Brazlândia
Entrada: Franca
Realização: Instituto Sociocultural Comunitário (ISC)
Fomento: Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF)

Cozinha afetiva, ingredientes brasileiros e inspiração italiana marcam nova fase do Sallva

Faço divulgação

O que acontece quando a tradição italiana encontra os sabores, ingredientes e a criatividade brasileira? No Sallva, essa resposta ganhou identidade própria. Inspirado desde a origem por uma Itália mais leve, solar e praiana, o restaurante chega a uma nova fase assumindo de vez aquilo que construiu ao longo dos anos: uma cozinha italiana com alma brasileira.

O reposicionamento é o reconhecimento de uma história construída com autenticidade, sustentabilidade e valorização da produção artesanal brasileira. Sob o comando da da Chef Fabiana Pinheiro, o Sallva Bar & Ristorante ( Pontão do Lago Sul) desenvolveu uma trajetória marcada pela busca de ingredientes locais, parcerias com pequenos produtores e iniciativas pioneiras, como a participação no Projeto Gosto da Amazônia para difundir o uso do Pirarucu e nas ações  mais sustentabilidade que conferiram o título de primeiro restaurante lixo zero do Brasil.

A nova fase da casa também passa pelo cardápio, que traduz a proposta de unir técnicas e receitas italianas aos sabores do território brasileiro. A cozinha seguirá valorizando ingredientes sazonais, produtos de manejo sustentável, incorporando elementos brasileiros a massas, risotos, frutos do mar e preparos clássicos italianos. Entre as novidades estão mexilhões e vôngoles frescos às massas artesanais, risotos com ingredientes brasileiros e releituras que aproximam a culinária italiana de sabores regionais.

A carta de vinhos ganhará ainda mais espaço para rótulos brasileiros, incluindo vinhos do Distrito Federal produzidos por vinícolas do PAD-DF, além de referências nacionais reconhecidas pela excelência e pelas denominações de origem. Já os drinks passam a incorporar frutas brasileiras, melaço de cana e ingredientes que dialogam com a tropicalidade da proposta da casa.

Na ambientação, o Sallva passa a incorporar cores vivas inspiradas na Costa Amalfitana e com referências a tropicalidade brasileira, criando um ambiente mais solar, leve e conectado à paisagem do Lago Paranoá. 

O restaurante mantém parcerias com produtores e marcas que ajudam a construir essa identidade, reunindo ingredientes vindos de diferentes regiões do país e da Itália. Entre eles estão a ASPROC (Associação de pescadores de Carauarí, Amazônia ) que faz o manejo sustentável do pirarucu, pequenos produtores ligados a Central do Cerrado, além de parceiros como Paganini, Corona, Diageo, Chandon, Porto a Porto, Vinhos S.A., Mistral, Café Três Corações, Casa Guadalupe, DHUBOI PRIME BEEF, Queijos RAR (primeiro grana padano produzido fora da Itália), a Apulia (especializada em queijos italianos artesanais produzidos em Brasília), o Sítio Samambaia, responsável pelo fornecimento de tomates de hortifrutis orgânicos , Frescatto com a pesca artesanal no sul da Bahia e em Santa Catarina.

Hoje, o Sallva conta com 3 ambientes integrados — salão principal, varanda e deck beira- lago , todos com o mesmo cardápio e carta de bebidas, mas com atmosferas próprias, que vão do espaço mais intimista à experiência descontraída à beira do Lago Paranoá. Outro destaque da nova fase será a realização do Projeto Sallva Music, de terça a quinta-feira a partir das 19h.

“Chegou um momento em que não dava mais para dizer que o Sallva era apenas um restaurante italiano. Desde o início, sempre nos inspiramos nessa Itália mais leve, mais aberta, mais praiana. Mas, ao mesmo tempo, fomos construindo uma cozinha muito nossa, com ingredientes brasileiros, produtores artesanais e experiências que traduzem quem somos”, afirma Fabiana Pinheiro.

Segundo ela, o restaurante nunca quis escolher entre ser italiano ou brasileiro. A proposta sempre foi unir referências clássicas da gastronomia italiana aos ingredientes disponíveis no território brasileiro, respeitando sazonalidade, regionalidade e criatividade.

“A gente pega uma receita clássica, entende de onde ela vem, olha para os ingredientes que temos aqui, no nosso tempo, na nossa região, e transforma isso em algo maior, em algo nosso. O Sallva continua sendo italiano, mas entendemos que isso já não era suficiente para definir tudo o que construímos. Hoje faz sentido dizer que somos um italiano com alma brasileira”, destaca.

Serviço
Local: Sallva Bar & Ristorante — Pontão do Lago Sul
@sallvabsb
Horário de Funcionamento:  Aberto todos os dias
– Dom a Qui das 11h às 00h
– Sex e Sab das 11h às 01h
Telefone: (61) 3522-4352
Link do menu: https://livemenu.app/menu/671bf92c4b7a40506f6ee322?cross_session=donei

AgroBrasília 2026 antecipa programação com foco em crédito, mercado internacional e protagonismo feminino

Foto divulgação

Agenda dos auditórios reforça o papel da feira como espaço de negócios, conhecimento e conexão no agro brasileiro

AgroBrasília 2026, que será realizada de 19 a 23 de maio, idealizada pela Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF), já movimentar o setor com a divulgação antecipada de parte da programação oficial dos auditórios do Parque Tecnológico Ivaldo Cenci.

As atividades confirmadas acontecem ao longo da semana da feira, no Auditório Buriti e no auditório anexo, com foco na troca de conhecimento, geração de negócios e qualificação de produtores, técnicos e lideranças do agro.

A programação é aberta ao público e segue em construção, podendo incorporar novos eventos nos próximos dias. Ainda assim, a agenda já sinaliza os principais eixos estratégicos da edição: crédito rural, acesso a mercados internacionais, segurança jurídica e o fortalecimento do protagonismo feminino no campo.

Para o presidente da COOPA-DF, José Guilherme Brenner, a antecipação da programação reforça o compromisso da feira com resultados concretos para o produtor.

“A AgroBrasília é construída para gerar resultado. Nossa proposta é que o produtor encontre na Feira conteúdo prático, oportunidades reais de negócio e conexões que impactam diretamente a sua atividade. Estamos falando de crédito, mercado e gestão, sem dúvida são temas que fazem diferença no dia a dia de quem está no campo”, destaca.

Programação parcial dos auditórios

19 de maio (terça-feira)

Missa de abertura da feira, com padre Luciano Ferri
14h às 15h – Palestra: Crédito Rural. Palestrante: Dra. Daniela Costa
21 de maio (quarta-feira)

09h às 12h e 14h às 18h – Seminário “Brasil–Portugal: Integração de Negócios Agroalimentares e Acesso ao Mercado Europeu” (Responsável: SESCOOP-DF)
22 de maio (quinta-feira)

14h às 18h – Simpósio Distrital de Direito do Agronegócio “Da Advocacia para o Produtor Rural” (Responsável: OAB-DF)
5h às 16h – Palestra: Congelamento de Crédito. Palestrante: Adriano Bedran
23 de maio (sexta-feira)

08h30 às 13h – 4º Encontro de Mulheres do Agro (Responsável: AgroBrasília)
A programação integra a agenda oficial da feira, que reúne produtores, empresas e instituições em torno de inovação, acesso a mercados e desenvolvimento do agronegócio brasileiro. Novas atrações devem ser confirmadas nos próximos dias.

Serviço

Feira AgroBrasília 2026

Data: 19 a 23 de maio
Horário: 8h30 às 18h
Local: Parque Tecnológico Ivaldo Cenci
Endereço: BR-251, km 5 – PAD-DF, Brasília (DF)

Brasília Receptivo inaugura lounge no Aeroporto de Brasília e amplia experiências turísticas para visitantes da capital

Karina Câmara e Levi Barbosa sócios proprietários da Brasília Receptivo – Foto Angela Braga

A Brasília Receptivo inaugura seu novo lounge de atendimento no Aeroporto Internacional de Brasília,Presidente Juscelino Kubitschek, marcando uma nova fase no turismo receptivo da capital federal. O espaço, localizado na área de desembarque doméstico, foi criado para transformar a chegada dos visitantes em uma experiência acolhedora, prática e conectada às principais vivências turísticas de Brasília e Goiás.

Especializada em turismo receptivo, a Brasília Receptivo nasceu com a proposta de proporcionar experiências inesquecíveis, com conforto, exclusividade e atendimento personalizado para quem deseja conhecer Brasília, Goiás e os destinos do entorno de forma diferenciada.

Mais do que apresentar os monumentos e a arquitetura reconhecida mundialmente, a empresa aposta em experiências que aproximam o visitante da cultura, da gastronomia, da natureza e da energia única da região. Com um olhar atento aos detalhes e compromisso com a excelência, a Brasília Receptivo oferece roteiros exclusivos, passeios privativos, experiências personalizadas e atendimento especializado para turistas, grupos e eventos.

Com o novo lounge, o visitante poderá programar seus passeios antes mesmo de sair do aeroporto, com mais praticidade, conforto e suporte especializado. A proposta é facilitar o acesso às experiências e permitir que turistas e visitantes aproveitem ao máximo tudo o que Brasília e Goiás têm a oferecer desde os primeiros momentos na cidade.

Entre os produtos e experiências oferecidos pela Brasília Receptivo estão:

• City Tour Cívico em Brasília
• Tour Arquitetônico e Cultural
• Passeio pelo Lago Paranoá
• Tour Gastronômico
• Tour Noturno em Brasília
• Passeio à Vinícola Lacustre
• Roteiro Chapada Imperial
• Passeio para Pirenópolis
• Experiências no Cerrado
• Turismo Rural no Distrito Federal
• Passeios personalizados privativos
• Receptivo para eventos e grupos
• Transfer turístico e executivo
• Passeios fotográficos
• Experiências de pôr do sol em Brasília

O novo espaço também permitirá que os visitantes tenham acesso facilitado a roteiros personalizados e experiências exclusivas, escolhendo passeios de acordo com o perfil da viagem, seja turismo cultural, gastronômico, de natureza, negócios ou lazer.

A iniciativa reforça o posicionamento da Brasília Receptivo como uma empresa que conecta Brasília e Goiás ao Brasil e ao mundo, promovendo um turismo mais acolhedor, acessível e baseado em experiências autênticas.

Brasília vive um dos momentos mais positivos do turismo em sua história recente. A capital federal tem se consolidado como destino de grandes eventos corporativos, congressos, feiras e encontros de negócios, além de receber shows nacionais e internacionais com artistas renomados, ampliando sua visibilidade no cenário turístico e cultural brasileiro.

A cidade também vem ganhando destaque pela força da gastronomia, reconhecida como o terceiro maior polo gastronômico do país, além do crescimento do enoturismo, impulsionado pelos vinhos produzidos no Cerrado, que têm conquistado reconhecimento nacional e internacional. Somado à arquitetura icônica, aos atrativos culturais, às experiências no Lago Paranoá e ao turismo rural, Brasília passa a oferecer ao visitante uma variedade cada vez maior de experiências e passeios.

“Brasília está vivendo um novo momento no turismo, com aumento do número de visitantes, novos eventos, crescimento das experiências gastronômicas, culturais e do enoturismo. A Brasília Receptivo acompanha esse crescimento da cidade e amplia sua estrutura para atender essa demanda de turistas que também vem crescendo a cada ano, oferecendo mais conforto, praticidade e experiências personalizadas para quem chega à capital”, destaca Karine Câmara, diretora executiva da Brasília Receptivo.

Além de funcionar como ponto de atendimento e experiências turísticas, o novo lounge da Brasília Receptivo também contará com a comercialização de produtos e peças que representam a identidade da capital federal. Os visitantes poderão adquirir souvenires inspirados nos monumentos e na arquitetura de Brasília, como canecas, azulejos decorativos e itens temáticos da cidade.

O espaço também será uma vitrine para produtos regionais, permitindo que turistas degustem e levem para casa cachaças artesanais e vinhos premiados produzidos no Cerrado, valorizando a cultura, os sabores e a produção local. A proposta é proporcionar ao visitante uma conexão ainda mais completa com Brasília e Goiás, reunindo turismo, cultura, gastronomia e experiências em um só lugar.

O visitante pode conhecer mais sobre o destino Brasília econsultar os valores das experiências oferecidas pela Brasília Receptivo por meio do site: https://www.brasiliareceptivo.com.br/

Serviço

Evento: Inauguração do lounge Brasília Receptivo

Data: 14 de maio de 2026 (quinta-feira)

Horário: 10h

Local: Aeroporto Internacional de Brasília, Presidente Juscelino Kubitschek

Ponto de referência: Desembarque Doméstico

 

MinC abre inscrições para a 6ª Teia Nacional – Pontos de Cultura pela Justiça Climática, em Aracruz (ES)

Divulgação

Credenciamento gratuito já está disponível para o maior encontro da rede Cultura Viva do Brasil, que será realizado entre os dias 19 e 24 de maio

Ministério da Cultura (MinC) abre, nesta quarta-feira (6), as inscrições para a 6ª Teia Nacional – Pontos de Cultura pela Justiça Climática, o maior encontro da rede Cultura Viva do Brasil. A programação será realizada entre os dias 19 e 24 de maio de 2026, em Aracruz, no Espírito Santo. O credenciamento é gratuito e deve ser realizado exclusivamente pela plataforma oficial do evento: Link.

As inscrições estão divididas em diferentes categorias. O cadastro livre pela plataforma é destinado ao público geral, autoridades e gestores interessados em acompanhar a programação do encontro. Já delegadas e delegados do 5º Fórum Nacional, pessoas selecionadas no Edital de Programação, Agentes Jovem Cultura Viva e convidados receberão um link específico de acesso por e-mail.

Com o tema da justiça climática e do bem viver, a Teia 2026 reunirá representantes da rede Cultura Viva de todo o país em uma programação voltada à troca de experiências, articulação em rede, apresentações culturais, debates, seminários, feiras e atividades formativas.

Reconhecidos pelo Ministério da Cultura desde 2004, os Pontos de Cultura são grupos, coletivos e entidades que desenvolvem ações culturais e comunitárias em seus territórios. Hoje, a Política Nacional Cultura Viva, instituída pela Lei nº 13.018/2014, reúne mais de 15 mil pontos certificados em todo o país.

Acessibilidade

As necessidades específicas poderão ser informadas no formulário de inscrição e a equipe de acessibilidade fará o acompanhamento junto às pessoas participantes, buscando garantir condições de dignidade, conforto, autonomia e inclusão durante o evento.

Sobre a Teia

A Teia é o principal encontro da Política Nacional Cultura Viva e reúne pontos de cultura de todas as regiões do país para promover intercâmbios, articulação em rede, formação, debates e apresentações culturais. O evento é uma realização do Ministério da Cultura, do Governo do Estado do Espírito Santo, da Prefeitura de Aracruz e da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura (CNPdC), em parceria com o Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), o Sesc, a TVE, Unesco e o programa IberCultura Viva.

Serviço
Inscrições abertas – 6ª TEIA Nacional – Pontos de Cultura pela Justiça Climática
Data: 19 a 24 de maio de 2026
Local: Aracruz (ES)
Inscrições gratuitas:Link

A ascensão da energia solar no coração do agronegócio

Foto divulgação

Com soluções de alta performance para o campo, a EcoPower Eficiência Energética reafirma seu protagonismo na maior feira de tecnologia agrícola da América Latina, unindo sustentabilidade e redução de custos operacionais.

Sob o sol intenso que caracteriza o interior paulista, a Agrishow 2026 consolida-se, mais uma vez, como a principal vitrine tecnológica do agronegócio na América Latina. Entre máquinas colossais e drones de última geração, um tema domina as discussões nos pavilhões de Ribeirão Preto: a autonomia energética. Nesse cenário de busca por redução de custos operacionais, a EcoPower Eficiência Energética reafirma sua liderança setorial ao apresentar soluções que integram sustentabilidade e alta rentabilidade para o produtor rural.

Atualmente, o agronegócio brasileiro enfrenta o desafio de equilibrar o aumento da produtividade com a escalada nos custos de produção. De acordo com Anderson Oliveira, Eng. Elétrico e CEO da EcoPower Eficiência Energética, o gasto com energia elétrica representa uma das fatias mais significativas nas planilhas de custos fixos, especialmente em setores como irrigação e armazenamento. Dessa forma, a migração para a energia solar fotovoltaica deixa de ser uma tendência de vanguarda para se tornar uma estratégia de sobrevivência econômica.

A EcoPower, sediada em Barretos (SP), projeta-se como a principal referência nacional nesse movimento. Com mais de 85 mil projetos homologados até o início de 2026, a companhia não apenas instala painéis; ela desenvolve sistemas complexos de gestão energética. Consequentemente, a empresa projeta um faturamento de R$ 1 bilhão para este ano, impulsionada pela crescente demanda por autossuficiência no campo.

Inovação e o “Fator Humano” na Agrishow

A participação da EcoPower na Agrishow 2026 destaca-se pelo equilíbrio entre tecnologia e relacionamento. Embora a digitalização avance a passos largos, o Grupo defende que a eficiência máxima depende de suporte especializado e proximidade com o produtor. Nesse sentido, Anderson, enfatiza que o objetivo da marca na feira é “sentir as dores do dia a dia” do agricultor para oferecer respostas precisas.

A empresa apresenta soluções integradas que vão além da geração básica. O portfólio exposto inclui sistemas de armazenamento em baterias de última geração e gestão inteligente de consumo. Além disso, a integração de mobilidade elétrica — com frotas de motos elétricas para uso em propriedades rurais. Demonstra a visão holística da marca sobre o que define uma fazenda moderna e sustentável”, aponta Anderson.

A liderança da EcoPower no segmento de energia solar fundamenta-se em números robustos. No primeiro semestre de 2025, a empresa já havia registrado a homologação de mais de 11 mil projetos, totalizando cerca de 91,1 MWp de potência instalada apenas naquele período. Portanto, esses dados corroboram a confiança depositada por consumidores residenciais, industriais e, sobretudo, rurais.

O reconhecimento vem também da WEG, multinacional brasileira e parceira estratégica, que reconheceu a EcoPower como seu maior parceiro comercial no segmento de energia solar no Brasil. Esse selo de qualidade garante ao produtor rural a segurança de investir em equipamentos que possuem suporte técnico e garantia de longo prazo.

Sustentabilidade como Ativo Financeiro

A transição energética promovida por líderes como a EcoPower gera impactos que transcendem a economia financeira. Estimativas do setor indicam que a energia solar deve representar 33% da matriz energética brasileira até 2030. Ademais, a redução nas emissões de CO₂ contribui para que o agronegócio brasileiro se alinhe às metas globais de descarbonização, valorizando o produto nacional no mercado externo.

Em suma, a união entre a infraestrutura da Agrishow e a expertise tecnológica da EcoPower aponta para um futuro em que a energia limpa é o combustível da competitividade. “Ao dominar a logística complexa e oferecer linhas de crédito facilitadas, a EcoPower remove as barreiras de entrada para o pequeno e médio produtor, democratizando o acesso à eficiência energética em todo o território nacional”, aponta Anderson.

ASSEFE realiza Dia de Limpeza da Orla em ação que comemora Dia Mundial da Água

Foto divulgação

Evento reúne, no próximo sábado, 21/3, mobilização ambiental, equipes aquáticas, arte com materiais descartados, plantio de árvores e lançamento da ASSEFE Energia em uma iniciativa inédita em prol da sustentabilidade e cuidado com a orla do Lago Paranoá

Em sintonia com as celebrações do Dia Mundial da Água (22 de março), a Associação dos Servidores do Senado Federal (ASSEFE) promove no próximo sábado, 21 de março, o seu primeiro Dia de Limpeza da Orla, uma ação voltada à preservação ambiental, à mobilização coletiva e ao fortalecimento de uma cultura de sustentabilidade dentro e fora da associação. A programação reúne limpeza do lago, participação de mergulhadores e equipes de canoagem, exposição artística com materiais descartados, falas de conscientização, plantio simbólico e o lançamento da ASSEFE Energia, em uma programação que conecta cuidado ambiental, engajamento e visão de futuro, das 9h às 15h.

O evento marca o início de uma agenda ambiental da associação e reforça a proposta de transformar a sustentabilidade em prática concreta, envolvendo associados, parceiros, convidados e instituições comprometidas com a preservação dos recursos naturais. A iniciativa busca chamar a atenção para os impactos do descarte inadequado de resíduos e para a importância do cuidado contínuo com áreas de convivência às margens do lago.

“A proposta é mostrar, de forma prática e visível, que a preservação ambiental precisa fazer parte da rotina e da consciência coletiva. Queremos que este seja o primeiro de muitos movimentos em favor do cuidado com a água, com a orla e com o futuro”, explica Joberto Mattos de Sant’ Anna, presidente da ASSEFE.

A ação contará com uma estrutura operacional formada por 20 mergulhadores e três canoas de apoio, com capacidade para até cinco pessoas cada. A limpeza será realizada a partir da orla, avançando cerca de 20 metros lago adentro, em dois sentidos: um em direção à marina da ASSEFE e outro em direção à ponte da associação, sempre com saída e retorno a partir do local de encontro das canoas da entidade. Tudo com apoio da Marinha do Brasil com atuação voltada à segurança do evento.

Além da ação de limpeza, o evento contará com a participação do Instituto Cerrados e da Cooperativa Renoove, ampliando o debate sobre preservação ambiental, descarte correto de resíduos e os impactos do lixo sobre o ecossistema. Outro destaque da programação será a exposição artística de Eddy Urquidi, com obras produzidas a partir de materiais descartados, propondo uma reflexão sobre consumo, reaproveitamento e responsabilidade ambiental.

A programação inclui ainda um plantio de árvores, como gesto de renovação e compromisso com o futuro, e o lançamento da ASSEFE Energia, iniciativa que reforça o alinhamento da associação com soluções sustentáveis e inovação. Mais do que uma ação pontual, o primeiro Dia de Limpeza da Orla nasce como um marco de conscientização, pertencimento e compromisso coletivo com a preservação ambiental.

Serviço: Primeiro Dia de Limpeza da Orla da ASSEFE
Data: sábado, 21 de março de 2026
Horário: das 9h às 15h
Local: Clube da ASSEFE – St. de Clubes Esportivos Sul Trecho 1 Lote 07 – Asa Sul

Mais informações: 61 99558-9377 (Brenda – ASSEFE)

 

Instituto Regenera Hub estreia 2026 com festa consciente no Carnaval de Brasília

Divulgação

Conexão Regenera acontece no Dia da Amizade e propõe um sábado de Carnaval sem álcool, com música, rituais, arte e experiências de conexão

No sábado de Carnaval, 14 de fevereiro, a partir das 14h, o Instituto Regenera Hub abre oficialmente sua agenda de 2026 com a primeira edição do Conexão Regenera, uma festa consciente que une música, dança circular, vivências, arte e espiritualidade. A novidade é o novo local do evento: na Casa Yepa-Mahsã, no Noroeste, um território que acolhe esse chamado para um carnaval mais consciente, com música, dança, rituais, discotecagem, drinks sem álcool, nutrindo corpo e espírito ao longo do dia.

Realizado no Dia da Amizade, o encontro propõe uma celebração sem álcool, com drinks naturais, cerimônia do cacau, discotecagem e rituais ancestrais, reunindo nomes como Maria Cleudes, Álvaro Tukano, DJ João Melillo, Nadyne Uakti, Martinha do Coco e Isabela Gusman.

“Abriremos o portal com uma cerimônia de abertura e roda de autobenzimento, conduzida por Maria Cleudes, com a presença especial de Álvaro Tukano, trazendo a benção ancestral que ancora e protege o campo do encontro”, conta Alisson Sindeaux, presidente do Instituto Regenera Hub.

“Ao longo da tarde, haverá um momento especial de muito Maracatu e Samba de Coco sob o comando da Mestra Martinha do Coco, para dançarmos e celebrarmos com alegria o carnaval”, completa, lembrando que “seguimos celebrando com dança no pôr do sol, música que movimenta o corpo e o coração, até mergulharmos juntos na Cerimônia do Cacau, ritual que aprofunda a conexão e abre os caminhos do sentir”, finaliza Sindeaux.

Programação:
14:00 – Abertura: Acolhida e Roda de Autobenzimento com Maria Cleudes. Participação especial de Álvaro Tukano para a bênção ancestral de abertura.
15:00 – Martinha do Coco Convida: Maracatu, Coco e ritmos tradicionais.
17:30 – Celebração: Set “Dançando no Pôr do Sol” com DJ Melillo discotecando; e condução da dança e consciência corportal Nadyne Uakti
19:00 – Festa Consciente: Início da Cerimônia do Cacau.
23:00 – Encerramento: Agradecimentos e fechamento.

SERVIÇO:
Conexão Regenera
Quando: 14 de Fevereiro, a partir das 14h
Onde: Casa Yepa-Mahsã, no Noroeste
Ingresso + Cacau: 60,00
Ingresso Amigo: 100,00 (compra 1 e ganha outro)
Ingresso consciente: R$30,00 (APOIE O PROJETO – SEM CACAU)
Crianças até 12 anos – Grátis
Inscrições: https://www.sympla.com.br/evento/conexao-regenera-festa-consciente-carnaval/3286112