Abertura do Sesc Tradições Juninas 2026 será nos dias 30 e 31 de maio e contará com comidas típicas, quadrilhas e show de um dos maiores grupos de forró do Brasil.
O Sesc Tradições Juninas está chegando para esquentar de vez o clima de São João. O circuito, que vai passar por seis unidades da instituição, vai ter início nos dias 30 e 31 de maio, no Sesc de Ceilândia, com entrada gratuita. No domingo (31), a festa terá como atração o show da banda Calcinha Preta, um dos maiores nomes do forró no país.
Além da atração musical de peso, a festa vai contar com comidas típicas, brincadeiras, apresentações de quadrilhas juninas, barraquinhas e artistas locais, valorizando a cultura popular nordestina e o clima tradicional das festas juninas.
Banda Calcinha Preta
Criada em 1995, na cidade de Aracaju, a banda Calcinha Preta acumula números expressivos ao longo da carreira. O grupo já vendeu mais de 10 milhões de cópias, soma cerca de 1 bilhão de visualizações no YouTube e reúne aproximadamente 8 milhões de seguidores nas redes sociais.
Mais atrações Musicais
Outras duas atrações já estão confirmadas para o Sesc Tradições Juninas em Ceilândia:
DJ Eddy Alves vai levar o melhor da mistura do forró, sertanejo e o brega ao Sesc de Ceilândia.
Galã do Piseiro tem ganhado cada vez mais destaque no cenário local do forró. Ficou famoso por agitar festas e “paredões” com um repertório animado de músicas como “Gelinho” e “A Lapada Dela”.
Ingressos gratuitos
Os ingressos serão gratuitos e começaram a ser distribuídos no 22 de maio. Será permitido um ingresso por CPF.
Pontos oficiais de retirada
* Sesc Ceilândia
* Sesc Sede Administrativa ( SIA Trecho 04)
* JK Shopping
Dias e horários de atendimento
– Unidades Sesc: Segunda a sexta-feira (12h às 21h) ; Sábados (8h às 12h)
– JK Shopping: Segunda a sábado (10h às 22h); Domingos e feriados (14h às 20h)
Confira o calendário do Sesc Tradições Juninas
Após a abertura em Ceilândia, o circuito seguirá por outras cinco unidades do Sesc-DF:
* 30 e 31 de maio — Ceilândia
* 12 de junho — Taguatinga Sul
* 20 de junho — Taguatinga Norte
* 21 de junho — 504 Sul/W3
* 26 de junho — Guará
* 27 de junho — Gama
Com programação espalhada por diferentes regiões administrativas, o circuito promete transformar os fins de semana de junho em uma grande celebração da cultura nordestina no Distrito Federal.
Serviço:
Abertura do Circuito Sesc Tradições Juninas 2026
Data: 30 e 31 de maio
Local: Sesc Ceilândia
Horário: a partir das 16h às 22h
Atrações Musicais confirmadas para o dia 31/05: DJ Eddy Alves, Galã do Piseiro e Calcinha Preta
Após liderar a lembrança de marca entre patrocinadores e alcançar 89% de satisfação nas ativações em Campina Grande no último ano, gigante de cosméticos amplia presença no circuito junino com foco em música, fortalecimento de portfólio e conexão regional
Não é de hoje que o São João assume um papel protagonista para a Natura. Além de uma ação sazonal, a companhia estruturou uma estratégia nacional que conecta cultura, música, experiência e beleza em torno de uma das manifestações populares mais relevantes do país. A aposta no território junino vem acompanhada de indicadores que reforçam a relevância da iniciativa para o negócio e para a construção de marca.
Dados de uma pesquisa da NielsenIQ realizada no último ano mostram que, durante o São João de Campina Grande, a Natura foi reconhecida como a marca de cosméticos mais lembrada pelas pessoas e também como a empresa que mais combinava com o evento. A ativação da companhia alcançou índice de satisfação de 89% entre o público, considerado o melhor desempenho da festa. Segundo o levantamento, a Natura saiu da quarta posição entre os patrocinadores mais lembrados no período pré-evento para a liderança isolada em lembrança de marca durante o festejo.
Para 2026, a estratégia acompanha o bom desempenho da gigante de cosméticos no ano anterior, somado à crescente popularização do São João no calendário sazonal do país. Com forte impacto econômico e cultural, a festa movimenta turismo, entretenimento e consumo em dezenas de cidades brasileiras e se consolidou como uma das principais datas do calendário popular nacional.
Nordeste no centro da estratégia
Para a Natura, o Nordeste ocupa papel central nessa construção. A companhia aposta na valorização das identidades regionais e no fortalecimento da conexão emocional com os consumidores locais, em um período marcado por encontros, tradição e celebração coletiva.
Neste ano, a marca participará de eventos como o São João de Campina Grande (PB), Bumba Meu São João (MA), festas em Gravatá e Arcoverde (PE), além das celebrações em Santo Antônio de Jesus (BA), Fortaleza (CE), Recife (PE) e Salvador (BA), com o São João do cantor João Ggomes. “Nossa atuação foi desenhada para integrar diferentes frentes, incluindo presença física em festas e ativações, campanhas digitais, experiências sensoriais e mobilização da rede de Consultoras e Consultores de Beleza. O objetivo é ampliar a relevância regional e consolidar a marca como uma das principais associadas ao universo do São João”, conta Júlia Ceschin, Head Global de Brand Experience da Natura e Avon.
Como parte dessa estratégia, a companhia prevê distribuir cerca de 1,4 milhão de amostras e miniaturas de produtos ao longo das ativações de brand experience, ações em lojas e iniciativas em diversas cidades no entorno dos festejos patrocinados, reforçando a aposta na experimentação como ferramenta de conexão com o consumidor durante o período junino.
Embora o Nordeste concentre o foco estratégico da operação, a Natura ampliou sua presença em festas juninas de diferentes regiões do país. A estratégia também contempla a Festa Junina do Clube Pinheiros e o São João do João Gomes, em São Paulo, além da Festa Junina do PIC, em Minas Gerais. A expectativa é impactar aproximadamente 5 milhões de pessoas ao longo de todos os festejos, consolidando o São João como uma das principais plataformas de experiência da marca no calendário anual.
Como parte desse movimento, a Natura também impulsiona iniciativas em aproximadamente 20 lojas com brindes especiais e uma agenda comercial robusta, com condições exclusivas em todos os canais de venda da marca.
Fortalecimento da categoria de perfumaria
Quando o assunto é portfólio, a perfumaria aparece como um dos principais territórios de comunicação da marca durante o período junino. A empresa busca transformar o ato de se perfumar em parte do ritual de preparação para a festa, associando fragrâncias a memórias afetivas e experiências ligadas ao São João.
Para 2026, um dos principais destaques da companhia para as ativações será o Essencial Safran, lançamento recente da Natura inspirado na perfumaria árabe e desenvolvido a partir do encontro entre o açafrão — ingrediente conhecido como “ouro vermelho” da perfumaria oriental — e o ishpink, ativo da biodiversidade amazônica. A fragrância faz parte da estratégia da companhia de ampliar sua atuação no segmento de perfumaria premium e consolidar a plataforma de ingredientes árabes dentro da marca Essencial, movimento que acompanha o crescimento do interesse dos consumidores brasileiros por perfumes intensos e de alta fixação.
A marca também levará para as ativações outros produtos estratégicos do portfólio de beleza. Um dos destaques será o retorno da linha Natura Tododia Maçã Caramelada, lançada pela companhia no último ano especialmente para o período de São João e que rapidamente se conectou ao imaginário afetivo da festa ao traduzir em fragrância elementos típicos da culinária junina. A estratégia ainda contempla ativações voltadas à maquiagem, com produtos das marcas Natura Una e Natura Faces, reforçando a intenção da companhia de ocupar diferentes etapas da jornada de preparação e retoque durante a festa.
Natura Musical como ativo de legitimidade cultural
A presença da Natura no São João está diretamente ancorada à atuação da marca no território da música. Parte importante dessa estratégia acontece por meio do Natura Musical, plataforma de incentivo à cultura criada há mais de duas décadas e que se consolidou como um dos principais projetos de fomento à música brasileira no país.
Mais do que associar a marca aos festejos juninos, a iniciativa busca construir uma relação contínua com a cultura brasileira e com os artistas que movimentam diferentes cenas regionais. No contexto do São João, a plataforma funciona como um elo entre tradição e brasilidade, aproximando a Natura de manifestações culturais que fazem parte da identidade nordestina e que tem ganhado escala em todo o país.
“Queremos garantir legitimidade e consistência à nossa atuação nesse território, indo além de uma presença pontual durante o período festivo. Por meio do Natura Musical, apoiamos projetos e experiências ligados à diversidade sonora característica do Brasil, contemplando desde o forró tradicional até novos movimentos e releituras contemporâneas do gênero”, afirma a executiva.
Sobre a Natura
Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. Por 11 anos consecutivos é a companhia de melhor reputação do Brasil e mais responsável em ESG pelo ranking Merco. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura foi pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidadebrasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber, em 2014, a certificação de Empresa B pelo B Lab, organização que reconhece globalmente negócios que combinam a geração de lucro ao impacto socioambiental positivo. Com operações em 14 países na América Latina, os produtos da marca podem ser adquiridos através das mais de 3 milhões de consultoras na região, via e-commerce, aplicativo Natura, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram.
Brasília ainda tem mais alguns dias para saborear o circuito gastronômico do Festival Brasil Sabor 2026. Devido ao sucesso da edição deste ano e aos pedidos do público para que mais pessoas possam completar o Circuito Gourmet, a Abrasel-DF anunciou a prorrogação do festival no Distrito Federal até o dia 7 de junho.
Um dos grandes destaques desta edição foi justamente o Circuito Gourmet, ação promocional criada para incentivar o público a conhecer diferentes restaurantes participantes e explorar a diversidade gastronômica do festival. Para participar, basta baixar o aplicativo BONNAPP, disponível para Android e iOS, consultar os estabelecimentos participantes e registrar os consumos ao longo da experiência.
A dinâmica do circuito também inclui premiações especiais. A cada três restaurantes visitados, o participante ganha um jogo americano exclusivo, em edição limitada, assinado pelo artista brasiliense Augusto Corrêa. Já ao completar seis restaurantes no circuito, o consumidor recebe mais um jogo americano e ganha gratuitamente um prato do festival em um dos estabelecimentos já visitados.
“O retorno do público foi extremamente positivo. Muitas pessoas começaram o circuito e pediram mais tempo para conhecer outros restaurantes e experimentar novos menus. A prorrogação veio justamente para permitir que mais pessoas vivam essa experiência gastronômica”, destaca a organização do festival.
Com mais de 80 bares e restaurantes participantes, o evento movimenta diferentes regiões da capital com menus especiais criados exclusivamente para o festival. A proposta reúne entrada, prato principal e sobremesa em faixas de preços promocionais de R$ 59,90, R$ 79,90, R$ 99,90 e R$ 119,90, permitindo ao público explorar diferentes estilos de culinária e experiências gastronômicas.
Neste ano, o Brasil Sabor celebra 20 anos com o tema “A Seleção da Cozinha Brasileira”, convidando chefs e restaurantes a valorizarem ingredientes, tradições e releituras da gastronomia nacional. Em Brasília, o festival ganhou força nas últimas semanas com casas cheias, grande circulação de público e consumidores em busca de completar o chamado “circuito gourmet” pelos restaurantes participantes.
Além das refeições nos salões, muitos estabelecimentos também oferecem os menus nas modalidades delivery e take away, ampliando o acesso às experiências do festival.
Serviço: * Evento: 20º Festival Brasil Sabor * Data: prorrogado até 7 de junho de 2026. * @abrasel_df * https://brasilsabor.com.br/ * Preços: Menus completos de R$ 59,90 a R$ 119,90. * Como participar do Circuito Gourmet: Baixe o app BONNAPP nas lojas de aplicativos. * Realização: Abrasel
Com polpetone, costela desfiada até versão sem carne, Outback, Abbraccio e Aussie têm opções para todos os paladares
O hambúrguer virou sinônimo de versatilidade: está no delivery, no jantar casual e nos menus dos melhores restaurantes. No dia 28 de maio, data em que o mundo celebra um de seus pratos mais populares, Outback Steakhouse, Abbraccio e Aussie Chicken and more mostram que ele vai muito além do clássico de carne. E, em 30 de maio, também se comemora o Dia da Batata Frita. Como eles foram feitos um para o outro, confira onde comemorar as datas:
Costela, picanha e veggie: Outback vai do clássico ao inovador
Dentre os favoritos da Steakhouse, o Picanha Bloomin’ Burger é uma das opções inevitáveis. Com um burger de 200g 100% picanha, também conta com pétalas da famosa Bloomin’ Onion, bacon grelhado, molho agridoce e defumado, mix de queijos e finalizado com maionese defumada.
Para os fãs da famosa costela, o Ribs Double Decker não fica de fora: com a suculenta costela desfiada, é servido com um burger de 200g, queijo e finalizado com um molho levemente picante.
Tem opção para os vegerarianos também: o Aussie Plant Burger é 100% vegetal, com burguer e molho vegetal tipo Cheddar, alface, tomate, cebola e picles no pão tipo brioche.
E quando o assunto é batata frita, essa é a grande protagonista: as clássicas Aussie Cheese Fries do Outback são servidas com uma cobertura irresistível de mix de queijos e bacon. O toque final fica por conta do molho Ranch.
Quando o assunto é lanche, Aussie Chicken and More não economiza em sabor e tamanho!
O Double Bacon Burger do Aussie, é composto de forma irresistível por carne bovina (com dois hambúrgueres), queijo tipo cheddar, maionese da casa e fatias de bacon caramelizado no pão tipo brioche.
O queridinho da galera, Smoked Honey Mustard Chicken, que leva peito de frango de cerca de 115g, empanado e crocante, servido com alface, tomate, picles, maionese defumada e molho Honey Mustard, no pão tipo brioche.
O melhor acompanhamento, é claro, são as Aussie Chips, que levam tempero especial, são levemente apimentadas e super crocantes. Acompanham, ainda, molho Aioli, trazendo ainda mais sabor.
Jeito italiano de comer hambúrguer é especialidade do Abbraccio
O mini burguer di Polpettone é, definitivamente, a tradução italiana do clássico hambúrguer. A porção traz 5 mini-hambúrgueres de polpettone recheados com mozzarella, molho caesar, marinara e folhas frescas de baby rúcula. Acompanha molho marinara para mergulhar os burguers.
Ícone que ficou três anos fora do cardápio retorna entre 11 de maio e 14 de junho para reunir pessoas em torno da mesa, do casal aos encontros entre amigos e família
Depois de três anos fora do cardápio e atendendo a inúmeros pedidos dos consumidores, o Outback Steakhouse traz de volta o seu Fondue por tempo limitado, entre 11 de maio e 14 de junho. Com a proposta de “compartilhe com quem quiser”, esse ícone da marca é mais do que um prato, é um convite às pessoas a viverem momentos de conexão, seja em um jantar a dois, entre amigos ou em grandes encontros.
Ao longo dos anos, o Outback inovou ao apresentar o fondue fora do formato tradicional, incorporando acompanhamentos inéditos e colocando o pão australiano no centro da experiência. Agora, a rede dá mais um passo nessa evolução ao modernizar a apresentação com bowls térmicas para manter a temperatura ideal durante toda refeição, elevando ainda mais a experiência de consumo.
O cardápio traz versões doce e salgada, com combinações que fogem do tradicional. O Fondue de queijo (R$ 159,90) combina cinco queijos derretidos e acompanha cubos de Ribs on the Barbie, camarões empanados, filet mignon, sobrecoxa empanada, Boomerang Potatoes e pão australiano. Já o Fondue de chocolate (R$ 99,90), preparado com chocolate meio amargo, vem acompanhado de mini cookies com gotas de chocolate, trufas feitas com o Havanna Thunder, morango, uva, marshmallow e o tradicional pão australiano (é possível substituir o marshmallow por uma porção extra de uvas). Ambos com acompanhamentos que fogem do padrão, elevando o nível da experiência.
“Esse é um prato que tem um significado muito especial para a marca e para os nossos consumidores. O fondue é, acima de tudo, um convite para estar junto, compartilhar e transformar qualquer momento em uma ocasião especial”, afirma Claudia Vilhena, vice-presidente de Marketing e Vendas da Bold Hospitality Company. “Estamos reforçando um território que ajudamos a construir no Brasil e seguimos evoluindo essa proposta para acompanhar o comportamento do consumidor”, complementa.
Para quem busca a experiência completa, o Combo Fondue reúne as versões de queijo e chocolate em uma oferta especial (R$ 224,90), perfeita para compartilhar e aproveitar ao máximo os sabores.
Os produtos estarão disponíveis em todas as unidades do Brasil até 14 de junho, para consumo no salão, via delivery e na modalidade To Go, conforme disponibilidade de cada restaurante.
Sobre o Outback
O Outback Steakhouse possui 189 restaurantes no Brasil e está presente em 87 cidades, 21 estados brasileiros e no Distrito Federal. No mundo está em 23 países nas Américas, Ásia e Oceania. O primeiro restaurante no País foi inaugurado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 1997. Com seus cortes de carne especiais e aperitivos icônicos como a Bloomin’ Onion, o Outback caiu no gosto do brasileiro pela qualidade e sabor marcante da sua culinária, somados à descontração no atendimento e às instalações aconchegantes. Inspirado na Austrália, o restaurante enfatiza vários aspectos da cultura australiana, como esporte, pontos turísticos, paisagens icônicas, tradições e lazer. Além disso, a marca oferece uma experiência única, divertida e de altíssimo padrão que, no Brasil, ficou conhecida como #MomentoOutback.
Entre o tempo do fogo, as receitas que atravessam gerações e a sofisticação da gastronomia contemporânea, o recém-inaugurado Gran Monumental Restaurante & Gastrobar apresenta ao público seu novo cardápio, definido pela casa como uma “cozinha de memória, técnica e presença”. A proposta transforma ingredientes, aromas e referências afetivas em experiências à mesa que unem brasilidade, elegância e identidade própria.
A casa aposta em uma gastronomia descrita como clássica contemporânea brasileira com alma mediterrânea. O novo menu foi desenvolvido para dialogar com o paladar do público brasiliense, reunindo pratos que transitam entre pescados, carnes, massas e receitas pensadas para compartilhar. A proposta da casa valoriza o cuidado com o tempo do preparo, o protagonismo dos ingredientes e a experiência completa à mesa, em um ambiente pensado para unir acolhimento, sofisticação e identidade.
“Cada detalhe do Gran Monumental foi pensado para proporcionar uma experiência completa, da gastronomia ao ambiente. A ideia é oferecer uma casa que valorize boa comida, bons encontros e o prazer de estar à mesa”, afirma Carlos André de Souza, proprietário do restaurante.
À frente da nova fase gastronômica está o chef Maicon Silva, responsável pela assinatura do cardápio. Entre as entradas, o menu apresenta opções como o Carpaccio de Polvo, laminado com vinagrete de polvo e flor de sal, o Tartar de Carne da Casa e a bruschetta de pão artesanal com figos, mel, gorgonzola e presunto parma.
Nos pratos principais, algumas das apostas da casa são o Tagliatelle Monumental, preparado com camarões grandes, polvo e lulas salteadas, e o Steak Moscovita, clássico da velha guarda que combina filé mignon, ovas de mujol e purê de batata gratinado.
O restaurante também investe em experiências para compartilhar, ideais para duas ou três pessoas, como a Paella Suína Especial, preparada com cortes nobres suínos, lombo, linguiça artesanal e bacon crocante, além da tradicional Picanha à la Plancha acompanhada de arroz carreteiro.
As sobremesas seguem a proposta afetiva da casa e trazem releituras artesanais, como a Cocada de Forno servida com sorvete de baunilha em fava e o Crème Brûlée de Doce de Leite Argentino.
Além do serviço à la carte, o Gran Monumental também oferece Menu Executivo, com opções individuais e para compartilhar. Entre os destaques estão o Picadinho do Chef Maicon e a Sobrecoxa Gratinada, mantendo o mesmo padrão técnico e de qualidade da experiência principal da casa também no almoço do dia a dia.
Drinks e Vinhos
A experiência gastronômica é complementada pela carta de drinks assinada pelo mixologista Gustavo Guedes. São dez opções que transitam entre os clássicos e autorais da casa, todas inspiradas em diferentes partes do mundo e elaboradas com ingredientes selecionados, técnicas contemporâneas e tendências da coquetelaria. Já a carta de vinhos reúne 120 rótulos de 14 países, com diferentes estilos, aromas e origens. Os vinhos estão disponíveis em garrafa, meia garrafa e taça, pensados para harmonizar com as diferentes propostas do cardápio.
O espaço
O espaço conta com brinquedoteca gratuita para crianças, sala de eventos equipada com projeção e áudio, área externa com pé-direito alto, além de ambientes internos divididos entre balcão de drinks, mesa social e sobreloja decorada. A cozinha e o bar ficam visíveis ao público, criando uma experiência mais imersiva e aproximando os clientes do ritmo e da dinâmica da casa.
Agenda promocional
Ao longo da semana o Gran Monumental conta com uma agenda promocional para atender à públicos variados e tornar a casa um refúgio para seus clientes.
Segunda e terça DELAS – Happy Hour voltado para mulheres com cortesia de rótulos de vinhos selecionados a partir das 17 horas mediante consumo de pelo menos um prato da casa;
Quarta e quinta – Drinks Clássicos com valor promocional de R$ 19,90, das 17 às 22 horas;
Sexta – O sextou é de chopp em dose dupla das 12 às 19 horas no Gran Monumental!
Eventos – O estabelecimento conta com condições especiais para aniversariantes.
SERVIÇO:
Local: Gran Monumental Restaurante & Gastrobar, CLS 205, Asa Sul.
Headliners sobem ao palco em 30 de julho e reforçam importância do rock brasileiro na edição mais internacional da história do festival
Mais uma noite de respeito está surgindo no maior festival de motos e rock da América Latina. O Capital Moto Week acaba de revelar os headliners do dia 30 de julho e a festa será em dose tripla: Supla, Matanza Ritual e Raimundos. Os artistas, que vão subir ao palco para celebrar a irreverência e a identidade do rock nacional, estão escalados ao lado dos já confirmados: Nazareth (23/7), Masters of Voices e Velvet Chains (24/7), Di Ferrero (25/7), Eagle-Eye Cherry (26/7) e Barão Vermelho Encontro Formação Original (1/8). As demais atrações principais serão anunciadas nas próximas semanas. Os ingressos do festival, que acontece em Brasília (DF), estão disponíveis na Bilheteria Digital.
“A edição de 2026 é a mais internacional da nossa história, mas o rock nacional é o grande motor do Capital Moto Week. Estamos falando de três nomes gigantes em reconhecimento, personalidade e sonoridade. Cada um deles representa uma vertente muito forte do rock brasileiro e entrega shows com muita energia e conexão com o público”, destaca o CEO do festival, Pedro Franco. Com o lema “Velocidade e Movimento”, o Capital Moto Week 2026 aposta em line-up que atravessa diferentes gerações e estilos do rock.
Ícone da cultura pop e do rock brasileiro, Supla chega ao Capital Moto Week embalado pelas comemorações de seus 40 anos de carreira e pelo lançamento do álbum Nada Foi em Vão, seu 20º disco de estúdio. Ao lado dos Punks de Boutique, o artista apresenta um show que mistura punk rock, influências dos anos 60 e 70, peso, irreverência e o carisma que atravessa gerações. Com clássicos como “Green Hair (Japa Girl)”, “Humanos”, “Encoleirado” e “Charada Brasileiro”, Supla segue se reinventando e ampliando sua conexão com diferentes públicos, dos fãs históricos à nova geração que o redescobriu nas redes sociais.
Trazendo a brutalidade e irreverência de seu ‘countrycore’, Matanza Ritual vem à Cidade da Moto com sua mistura de hardcore, metal e country norte-americano. Formado por Jimmy London, Felipe Andreoli, Antônio Araújo e Amílcar Christófaro, o grupo se consolidou como o legado do Matanza e transformou seus shows em rituais catárticos de energia, suor e fúria. No repertório, o público pode esperar músicas do álbum A Vingança é Meu Motor e clássicos que marcaram a história da banda original. “Cada show é um exorcismo das coisas que passamos no dia a dia, e usamos a arte para jogar fora tudo de ruim e sair suado, feliz e cansado”, resume Jimmy London, dando pistas sobre o que público do CMW poderá esperar do show.
Fechando a noite, Raimundos leva ao CMW2026 um dos shows mais explosivos do rock brasileiro. Misturando o peso do punk rock com referências do forró, a banda criada em Brasília é uma das mais influentes e autênticas do país. Com clássicos como “Mulher de Fases”, “Eu Quero Ver o Oco”, e “A Mais Pedida”, os Raimundos seguem arrastando multidões e promovendo rodas insanas em apresentações carregadas de energia e nostalgia. Mais de três décadas após sua formação, a banda segue mantendo intacta a identidade que revolucionou o rock nacional nos anos 1990 e consolidou um estilo único, irreverente e atemporal.
Sobre o Capital Moto Week 2026 De 23 de julho a 1 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O Capital Moto Week, que atrai 800 mil pessoas, 350 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, proporciona experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 400 mil m². Além das centenas de shows, a programação inclui tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos. Os headliners já confirmados nesta edição são: Nazareth (23.07), Masters of Voices e Velvet Chains (24.07), Di Ferrero (25.07) e Eagle-Eye Cherry (26.07) e Barão Vermelho – Formação Original (01.08). O CMW é certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono a cada ano, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.
Ingressos CMW 2026| http://www.bilheteriadigital.com/capitalmotoweek Motociclistas sem garupa e pilotando não pagam | Motos com garupa entram grátis de segunda a sexta-feira até as 18h e, aos sábados e domingos, até às 15h | Crianças de até 12 anos não pagam, desde que acompanhadas de seu responsável | Menores de 16 anos somente acompanhados de um responsável legal | Ingresso solidário, que garante desconto especial no valor da inteira, é concedido para quem levar agasalho ou 1kg de alimento não perecível | PCD tem acesso grátis e, se necessitar de acompanhante, este tem direito à meia-entrada | Pessoas com 60 anos ou mais têm direito à meia-entrada | Obrigatória apresentação de documento de comprovação válido de meia-entrada no momento do acesso.
SERVIÇO Capital Moto Week 2026 Data: 23 de julho a 01 de agosto de 2026 Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek Imprensa: (11) 99541-1710 | (61) 98112-2757 Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br
Evento será realizado de 27 a 29 de maio, no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília
A Fundação Banco do Brasil realiza, entre os dias 27 e 29 de maio de 2026, o Festival de Soluções Sociais para o Brasil, em parceria com o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília (DF). O evento reunirá iniciativas de todo o país que utilizam tecnologias sociais para enfrentar desafios nas áreas de educação, saúde, meio ambiente, geração de renda e desenvolvimento sustentável.
A programação inclui exposições, rodas de conversa, palestras, oficinas, atrações culturais e feira de sociobiodiversidade, além de apresentações de projetos e atividades interativas, com a participação de representantes de organizações sociais, poder público, universidades e comunidades beneficiadas. O festival abordará temáticas como educação financeira, povos originários, literatura, direitos humanos, vulnerabilidade social, transformações no mundo do trabalho e agricultura familiar.
Para o presidente da Fundação BB, André Machado, o festival representa um momento estratégico para dar visibilidade a soluções concretas que já estão transformando o país. “O Festival de Soluções Sociais mostra, na prática, que o Brasil já produz respostas eficazes para muitos dos seus desafios. São iniciativas desenvolvidas em interação com as comunidades, com alto impacto e grande potencial de reaplicação. Ao reconhecer e fortalecer essas tecnologias sociais, a Fundação Banco do Brasil contribui para ampliar o alcance dessas soluções e gerar transformação real na vida das pessoas”, afirma.
Premiação
Durante o Festival, serão anunciados os vencedores do 13º Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social, uma das principais iniciativas de reconhecimento e fomento a soluções inovadoras desenvolvidas pela própria sociedade. Serão destinados até R$ 6 milhões para 40 iniciativas, incluindo recursos em dinheiro e apoio a projetos para a reaplicação das tecnologias sociais vencedoras do Desafio Fundação BB 40 anos.
Criado em 2001, o prêmio já destinou mais de R$ 22 milhões em premiações e impulsionou cerca de R$ 1 bilhão em investimentos para reaplicação de tecnologias sociais em diferentes territórios do Brasil. As iniciativas certificadas nesta edição passam a integrar a rede Transforma!, plataforma digital que reúne mais de 900 tecnologias sociais reconhecidas por promover soluções efetivas para desafios socioambientais.
“Ao longo de mais de duas décadas, essas iniciativas têm contribuído para a melhoria da qualidade de vida de milhares de brasileiros, especialmente em regiões mais vulneráveis”, reforça André Machado.
O festival também se consolida como espaço de articulação entre diferentes atores, estimulando parcerias e ampliando o debate sobre caminhos sustentáveis para o desenvolvimento do país.
Apoiadores
O Festival de Soluções Sociais para o Brasil é uma realização da Fundação Banco do Brasil, com apoio do CCBB Brasília, da BB Asset, da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e da Associação Brasileira de Ensino Pesquisa e Extensão em Tecnologia Social (ABEPETS).
Serviço
Festival de Soluções Sociais para o Brasil Data: 27 a 29 de maio de 2026
Local: CCBB Brasília – Endereço: ST de Clubes Especial Sul trecho 2 – Plano Piloto, Brasília – DF, 70.200-002.
Evento gratuito, com retirada de ingressos a partir de 12h do dia 26/05.
Transmissão: Canal da Fundação Banco do Brasil no YouTube
Mais de 40 mil pessoas passaram pela Arena Mané Garrincha durante os três dias de um dos maiores festivais de criatividade da América Latina
O Pixel Show 2026 transformou a capital federal em um dos principais centros de criatividade, inovação, tecnologia, arte e cultura do país, reunindo visitantes de todos os estados brasileiros em uma programação voltada para profissionais do mercado criativo, estudantes, empreendedores e famílias. Durante os três dias, o público participou de palestras, workshops, exposições, ativações interativas, games, experiências imersivas, live arts e atrações ligadas ao universo digital e criativo.
O evento gratuito foi realizado por meio da parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (SECTI-DF) e o Instituto de Pesquisa e Estudos de Desenvolvimento do Varejo. Segundo o secretário da pasta, Rafael Vitorino, eventos como o Pixel Show ajudam a consolidar Brasília como um polo nacional de inovação, tecnologia e economia criativa. “Mais do que apresentar tendências, eles criam oportunidades, aproximam talentos do mercado, incentivam o empreendedorismo e mostram como a tecnologia pode transformar a vida das pessoas. É esse ambiente de inovação que queremos fortalecer cada vez mais no Distrito Federal.”
A edição de 2026 apostou em uma programação diversa e intergeracional, reunindo convidados de diferentes áreas da economia criativa, tecnologia, audiovisual, humor, internet e cultura pop. Na noite de abertura, contou com a participação do humorista Maurício Meirelles, que levou ao público reflexões sobre comunicação, comportamento e as novas formas de interação no ambiente digital.
Entre os destaques estiveram o pesquisador Alexandre Kieling, o apresentador Rogério Vilela, o diretor da TV Globo, Chico Leão, o rapper e criador de conteúdo, Victor Massaki, além da atriz e dubladora Bianca Alencar e da dubladora Feh Dubs. O festival também reuniu influenciadores, criadores de conteúdo e artistas reconhecidos nacionalmente, como Bibi Tatto, Yasmin Yassine, Dani Molo, além dos artistas Sebá Tapajós e Tiago Palma.
Além dos talks e painéis, a programação contou com experiências em XR, instalações interativas, games, exposições criativas e a Creative Market, espaço dedicado a 60 artistas independentes, entre ilustradores, designers e marcas autorais. O evento também ofereceu Espaço Kids, atividades educativas e recursos de acessibilidade, como intérpretes de Libras e sala de acolhimento sensorial.
Para Tonico Novaes, CEO do Pixel Show Brasília e da Next Gen, o festival cumpriu o objetivo de democratizar o acesso à inovação e à criatividade por meio da arte e da cultura, além de aproximar diferentes públicos. “Brasília mostrou mais uma vez sua força criativa e sua capacidade de receber grandes eventos de inovação e cultura”, destacou. “Recebemos pessoas de praticamente todo o Brasil e isso nos deixa extremamente felizes. O nosso agradecimento especial ao público brasiliense, aos visitantes de outros estados, parceiros, artistas, profissionais e ao Governo do Distrito Federal, que fizeram desta edição um grande sucesso”, ressaltou.
Pixel Show
Realizado desde 2005, o Pixel Show já soma mais de duas décadas conectando ideias inovadoras, tendências globais e mentes criativas em diferentes regiões do Brasil, com edições realizadas em cidades como São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Recife e Brasília, além de negociações em andamento para levar o festival à Argentina e ao Canadá em 2027.
Ao longo de sua trajetória, consolidou-se como a principal referência da América Latina para quem busca inspiração, conhecimento e oportunidades na economia criativa, apresentando de forma prática e inspiradora todo o processo criativo, da concepção da ideia ao produto final em áreas como design gráfico, ilustração, motion graphics, animação, games, XR (realidade estendida), tecnologia, cultura visual, empreendedorismo e projetos que unem inovação, ciência e arte.
“O Pixel Show se consolida como um dos principais festivais de criatividade da América Latina, promovendo conteúdos ligados à arte, design, tecnologia, games, comunicação, cultura visual, audiovisual e empreendedorismo criativo. E prova que fortalece o ecossistema de inovação e economia criativa do DF ao aproximar talentos, empresas, estudantes e profissionais de experiências ligadas à criatividade, artes, tecnologia e transformação cultural”, afirmou Tonico Novaes.
Segunda etapa do evento promete movimentar a região com quatro dias de atrações musicais, competições, gastronomia e diversão para toda a família
A emoção do rodeio, grandes shows e diversão para toda a família prometem movimentar o Riacho Fundo II no fim de maio. Entre os dias 28 e 31 de maio, a AGROSAT realiza a 2ª Etapa da Tour 2026, levando ao público quatro noites de programação gratuita na QS 20, no Caub 1, sempre a partir das 19h.
Depois do sucesso da primeira etapa, realizada em Ceilândia, o evento chega ainda maior ao Riacho Fundo II. Segundo a organização, a edição anterior gerou mais de 800 empregos diretos, fortalecendo a economia local e movimentando diversos setores ligados ao entretenimento, gastronomia e serviços.
O coordenador do evento, Orleans Araujo, destaca o impacto social e econômico da iniciativa. “A AGROSAT mostra que é possível realizar um grande evento, gerar empregos, fortalecer a cultura popular e oferecer lazer gratuito para a população, tudo isso sem utilização de recurso público”, afirma.
Durante os quatro dias, o público poderá acompanhar atrações musicais, rodeio, parque de diversões, fazendinha rural e uma ampla vila gastronômica. A proposta é reunir famílias, amigos e amantes da cultura sertaneja em um ambiente seguro, acessível e preparado para todas as idades.
Programação
Entre os destaques da programação estão os shows de Andrezin – O Príncipe, Talvanes e Tiago, Forró Cerrado, Banda Imagem, Balbino – O Balbino do Rodeio, Bob Júnior e Bob Nickson, artistas que prometem animar as noites do evento com muito sertanejo, forró e música popular.
Outro grande atrativo é o Circuito T&T de Rodeio, que vem ganhando força no Distrito Federal e atraindo competidores e espectadores por onde passa. A arena promete adrenalina, emoção e disputas eletrizantes ao longo da programação.
Além das competições e dos shows, a estrutura da AGROSAT contará com espaço kids, fazendinha rural para as crianças e praça de alimentação com opções variadas da culinária brasileira, oferecendo conforto e entretenimento para toda a família.
A AGROSAT é realizada pela T&T Produções e Eventos. A entrada é franca durante todos os dias. Menores de idade somente poderão entrar acompanhados dos responsáveis.
SERVIÇO AGROSAT – 2ª Etapa da Tour 2026 Local: QS 20 – Caub 1 – Riacho Fundo II Data: 28 a 31 de maio Horário: A partir das 19h Entrada franca Realização: T&T Produções e Eventos Classificação: Menores somente acompanhados pelos responsáveis.
O Senac-DF e o Escritório Oscar Niemeyer assinaram, na quarta-feira (20), no Rio de Janeiro, um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) para a criação do Ateliê Niemeyer Brasília. O espaço será inaugurado no segundo semestre, no Centro de Educação Profissional de Economia Criativa, Ennius Muniz, no Setor Comercial Sul, com a exposição de peças do maior nome da arquitetura brasileira.
O encontro contou com a presença de Kadu Niemeyer, neto e atual administrador do escritório, do presidente da Fecomércio-DF, José Aparecido Freire, do diretor regional do Senac-DF, Vitor Corrêa, além dos conselheiros do Senac-DF, Antônio Rabello, Ennius Muniz e José Fernando da Silva. O acordo prevê a disponibilização inicial de itens históricos utilizados por Niemeyer ao longo de sua trajetória, reforçando ações de preservação da memória arquitetônica e cultural do país.
Segundo o presidente do Sistema Fecomércio-DF, José Aparecido Freire, trata-se de um acordo de extrema relevância para a preservação da história nacional. “Oscar Niemeyer ajudou a desenhar a identidade de Brasília e do Brasil para o mundo, e receber parte desse acervo representa um compromisso do Sistema Fecomércio e do Senac-DF com a educação, a cultura e a valorização da nossa memória arquitetônica”, afirma.
Já o diretor regional do Senac-DF, Vitor Corrêa, ressalta o potencial educativo da iniciativa. “Esse acordo aproxima os estudantes, pesquisadores e toda a sociedade de um legado único da arquitetura mundial e, mais do que objetos históricos, estamos falando de peças que ajudam a contar a trajetória criativa de Oscar Niemeyer e sua contribuição para a construção de Brasília”, destaca.
Entre as peças que farão parte do acervo estão diversos croquis originais, fotografias, cartas, cerca de 20 livros relacionados à arquitetura e à trajetória de Niemeyer, além de objetos pessoais.
Para Kadu Niemeyer, a iniciativa vai aproximar as novas gerações do legado do seu avô. “Este acordo permitirá que estudantes e todas as pessoas interessadas conheçam um pouco mais sobre a trajetória e o pensamento do meu avô”, destaca. “Oscar Niemeyer sempre teve uma relação muito próxima com os estudantes, gostava de conversar, trocar ideias e incentivar novos olhares sobre a arquitetura e a sociedade e, com essa iniciativa, mantemos viva a sua obra, suas ideias e sua contribuição para a cultura brasileira.”
O Ateliê Niemeyer Brasília fará parte do Circuito Criativo de Arte & Educação do Senac-DF que possui obras de artistas renomados e estão presentes em unidades e polos do Senac em todo o Distrito Federal. A assinatura do ACT marca um importante passo para fortalecer iniciativas de educação, cultura e valorização da arquitetura brasileira no Distrito Federal.
Filmado ao longo de um ano com uma câmera na mão, o longa de Guily Machovec também terá exibições gratuitas no MIS-SP, dia 23 de maio, às 19h
Quando chegou a Brasília, o diretor, roteirista e ator Guily Machovec atravessava um intenso processo de mudança de vida. Depois de anos vivendo em Alto Paraíso de Goiás, ele passou a caminhar diariamente pela capital federal, observando a arquitetura, os vazios urbanos, os encontros cotidianos e os silêncios do Plano Piloto.Foi nesse período que nasceu Memórias Sobre o Espaço e o Tempo, longa-metragem filmado entre Brasília e Alto Paraíso ao longo de um ano e desenvolvido a partir de uma dinâmica de produção autoral, incorporando ao processo criativo as conexões humanas construídas durante a própria realização.
O filme terá exibições gratuitasno Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS-SP), em 23 de maio, às 19h, e no Cine Brasília, em 27 de maio, às 19h30.Misturando drama psicológico, ficção científica e relações profundamente humanas, o longa acompanha Luan, um editor de vídeos que, após o fim traumático de um relacionamento, passa a experimentar estranhas rupturas espaço-temporais. Entre projeções inconscientes, memórias difusas e conflitos emocionais, ele mergulha em uma jornada íntima onde presente, lembranças e percepções deixam de obedecer a qualquer lógica.Conforme os lapsos se intensificam, Luan passa a viver entre diferentes camadas da própria consciência. Pessoas reais assumem novas formas, memórias se confundem com projeções emocionais e a percepção do tempo começa a colapsar. Aos poucos, o protagonista mergulha em um território onde desejo, trauma e imaginação coexistem simultaneamente.
“Às vezes uma obra de arte ajuda a gente a ver uma saída. Eu gostaria que esse filme chegasse justamente nas pessoas que precisam dessa mensagem agora”, afirma o diretor.
Mais do que uma ficção científica sobre distorções da realidade, o filme conduz o público por uma experiência emocional sobre perdas, recomeços e a dificuldade contemporânea de permanecer conectado consigo mesmo.
Entre silêncios, vazios urbanos e encontros inesperados, o longa constrói uma experiência íntima sobre pessoas que seguem vivendo enquanto tentam reorganizar emocionalmente aquilo que perderam.
Brasília deixa de ser apenas um cenário e se transforma em personagem central da narrativa. Monumentos, apartamentos, cafés, academias, restaurantes e espaços cotidianos da cidade foram incorporados organicamente ao filme, criando uma relação afetiva entre a paisagem urbana e o estado emocional do protagonista.
•O filme acabou virando uma carta de amor a Brasília. Existe uma beleza muito própria aqui. A arquitetura, os espaços abertos, os silêncios da cidade… tudo isso atravessou a narrativa”, afirma Machovec.
O roteiro surgiu em julho de 2024, durante um processo de terapia vivido pelo diretor. Pouco tempo depois, uma pergunta feita por Luciana Martuchelli em um curso de interpretação mudaria completamente os rumos do projeto: “Se você tivesse seis meses de vida, o que ainda gostaria de fazer?”. A resposta veio quase imediatamente. Após anos atuando em peças de teatro, curtas e longas-metragens, Machovec percebeu que nunca havia protagonizado uma obra audiovisual.
“Eu me dei conta que queria viver essa experiência. Então pensei: por que não fazer eu mesmo o filme que gostaria de assistir e protagonizar?”, relembra.
O que começou como a ideia de filmar “apenas os primeiros minutos” acabou se transformando em um longa realizado ao longo de um ano. Enquanto escrevia, dirigia, atuava e editava simultaneamente, o diretor passou a incorporar ao filme os encontros e experiências reais vividos no caminho.
Sem estrutura convencional de produção, “Memórias Sobre o Espaço e o Tempo” foi construído a partir da força criativa dos próprios espaços disponíveis e das pessoas que surgiam ao redor do projeto.
“O mais bonito desse processo foi perceber como o filme foi absorvendo os encontros, os espaços e as pessoas que surgiam no caminho. Nada parecia totalmente planejado, mas tudo acabava encontrando um lugar dentro da narrativa”, destaca Jonathas Joba.
A produção reuniu antigos parceiros artísticos, atores conhecidos em cursos de interpretação, amigos de diferentes cidades e pessoas que acabaram participando do longa de maneira espontânea. Em uma das cenas, por exemplo, o proprietário de uma pousada em Alto Paraíso não apenas cedeu a locação como também entrou em cena como figurante após descobrir o projeto.
O elenco reúne Luciana Bollina, Jonathas Joba, Renata Bittencourt e Ana Flora Drumond, artista oriunda de área quilombola do interior de Goiás que faz sua estreia no cinema.
Ao mesmo tempo em que construía o longa, Machovec também atravessava profundas mudanças pessoais. O filme foi finalizado um mês antes do nascimento de seu filho, experiência que acabou atravessando emocionalmente toda a obra.
Com estética sensorial e narrativa fragmentada, o longa utiliza a ficção científica como ferramenta emocional para discutir luto, percepção, saúde mental e os impactos do excesso de estímulos na experiência humana contemporânea.
Diretor e roteirista brasileiro, Guily Machovec teve trabalhos exibidos em canais como Sundance Channel, Film & Arts, AMC Brasil e Amazon Prime Video, além de participações em festivais nacionais e internacionais, incluindo o Short Film Corner do Festival de Cannes com o curta Teu Lugar na Varanda.
A produção é assinada pela Lince Art Experience, produtora independente sediada em Goiás voltada ao fortalecimento do audiovisual e de projetos culturais no Centro-Oeste brasileiro.
Estrelado por Cláudia Mauro e Édio Nunes, o espetáculo conta a história de uma sólida amizade entre uma mulher e um homem de estratos sociais distintos
Há 10 anos em cartaz e assistida por mais de 150 mil espectadores, A Vida Passou por Aqui acumula prêmios e indicações: vencedora do APTR 2016 de Melhor
Texto; e indicada ao APTR de Melhor Atriz 2016; ao Cesgranrio 2016 de Melhor Texto e Melhor Atriz; e ao Bibi Ferreira 2024 de Melhor Dramaturgia Original.
A temporada da prestigiada obra em Brasília será no Teatro Royal Tulip dias 30 e 31 de maio, com sessões sábado, às 17h30 e às 20h, e domingo, às 19h30.
“A Vida Passou Por Aqui” é uma obra teatral que celebra, acima de tudo, a vida, a alegria e a força transformadora da amizade. A peça acompanha a relação profunda e duradoura entre Sílvia (Cláudia Mauro), professora e artista plástica dedicada à educação, aos projetos culturais e aos filhos, e Floriano (Édio Nunes), contínuo e faxineiro de hábitos simples, apaixonado por livros e dança.
Enquanto ela viveu grande parte da vida às voltas com crises no casamento, angústias e preocupações do dia a dia, ele sempre encarou a existência com leveza, bom humor e simplicidade.
Após quase cinco décadas de convivência, Silvia surge como uma mulher solitária, recuperando-se de um AVC. Floriano torna-se então seu único amigo ainda presente. Aos poucos, sua alegria de viver e seu senso de humor contagiam a amiga, devolvendo-lhe não apenas os movimentos, mas também a saúde emocional. Juntos, eles rememoram os altos e baixos de uma amizade que resistiu ao tempo.
Porque essa história importa
Em uma sociedade que frequentemente segrega pessoas por classe social, idade ou condições de saúde “A Vida Passou Por Aqui” destaca-se por abordar, com sensibilidade e humor, a força dos vínculos humanos que transcendem essasbarreiras.
A peça nos lembra que a amizade verdadeira pode florescer entre diferentes estratos sociais e que o cuidado, a presença e a leveza são elementos essenciais para a superação de adversidades como a solidão na velhice e as sequelas de doenças graves.
Mais do que um tributo à amizade, a obra convida o público a refletir sobre o papel do afeto e da memória na recuperação da dignidade e da alegria de viver — mostrando que, mesmo depois de quase 50 anos, ainda é possível recomeçar com a ajuda de quem realmente fica ao nosso lado.Ficha técnica:
Texto: Cláudia Mauro | Direção: Alice Borges | Elenco: Claudia Mauro e Alice Borges |
Cenário: Nello Marrese | Figurino: Ana Roque | Iluminação: Paulo César Medeiros |
Trilha sonora e Pesquisa musical: Claudio Lins e Patricia Mauro | Supervisão de movimento: Paula Águas | Coach: Larissa Bracher | Técnico de luz: Valdeci Correia | Técnico de Palco: Antonio Matos | Produção executiva: Junior Godim | Direção de produção: Cláudia Mauro e Junior Godim | Assessoria de imprensa em Brasília: Território Comunicação | Produção em Brasília: DECA Produções | Patrocínio Local: Brasal e Ministério da Cultura, Governo do Brasil – do lado do povo brasileiro
Serviço:
A Vida Passou por Aqui
Teatro Royal Tulip (SHTN Trecho 1)
Temporada: dias 30 e 31 de maio
Horários: sábado, às 17h30 e às 20h e domingo, às 19h30
Não será permitida a entrada após o início da sessão
A semana do MEI começou hoje em Planaltina, amanhã estaremos no Recanto das Emas!
A Semana do Microempreendedor Individual (MEI) 2026 começa nesta segunda-feira(25) em Planaltina. Promovida pelo Sebrae no Distrito Federal, a programação é realizada no Complexo Cultural de Planaltina, na Avenida Uberdan Cardoso, desde às 9h, oferecendo gratuitamente orientações sobre formalização de empresas, declaração anual do MEI, emissão de notas fiscais, regularização de débitos, acesso a crédito, gestão financeira e estratégias de marketing para pequenos negócios.
Às 19h, o encerramento das atividades contará com uma palestra-show da cantora e empresária Roberta Miranda, que compartilhará experiências sobre trajetória profissional, empreendedorismo e construção de carreira. Durante o evento, os participantes também poderão garantir participação no sorteio de duas motocicletas Honda CG 160 Start 0 km promovido pelo Sebrae no DF.
Planaltina abre programação da Semana do MEI com atendimentos gratuitos e palestra de Roberta Miranda
A Semana do Microempreendedor Individual (MEI) 2026 começa nesta segunda-feira(25) em Planaltina. Promovida pelo Sebrae no Distrito Federal, a programação é realizada no Complexo Cultural de Planaltina, na Avenida Uberdan Cardoso, desde às 9h, oferecendo gratuitamente orientações sobre formalização de empresas, declaração anual do MEI, emissão de notas fiscais, regularização de débitos, acesso a crédito, gestão financeira e estratégias de marketing para pequenos negócios.
Às 19h, o encerramento das atividades contará com uma palestra-show da cantora e empresária Roberta Miranda, que compartilhará experiências sobre trajetória profissional, empreendedorismo e construção de carreira. Durante o evento, os participantes também poderão garantir participação no sorteio de duas motocicletas Honda CG 160 Start 0 km promovido pelo Sebrae no DF.
A arte, a memória e a identidade de Brasília se encontraram em uma noite especial, na quinta-feira (21), que marcou a inauguração do monumental painel “Brasília em Linhas do Tempo”, do artista Jailson Belfort, na fachada do Arquivo Público do Distrito Federal.
O evento reuniu autoridades locais e nacionais, representantes do setor cultural, designers, artistas e convidados apaixonados pelas artes em uma celebração à história e ao patrimônio da capital federal.
A iniciativa, realizada pela Adegraf, celebra os 40 anos do Arquivo Público do DF e os 66 anos de Brasília com uma obra de grandes proporções — 72 metros de largura por 8 metros de altura — que transformou a obra original do artista feita com canetas esferográficas, em um painel monumental.
O painel apresenta uma linha do tempo visual com alguns dos principais monumentos da cidade, entre eles o Congresso Nacional, a Catedral Metropolitana, a Ponte JK e a Torre Digital, transformando a fachada do Arquivo Público em um verdadeiro marco artístico urbano.
Além da inauguração do painel, os convidados também puderam conhecer a exposição “Brasília em Linhas do Tempo”, aberta ao público até o dia 21 de junho. A mostra reúne cerca de 30 obras de Jailson Belfort, além de croquis, fotografias, vídeos e materiais históricos que revelam os bastidores do processo criativo e reforçam a conexão entre arte e memória.
A noite foi marcada pelo encontro entre cultura, design e patrimônio, reafirmando o papel de Brasília como Cidade Criativa do Design reconhecida pela UNESCO e fortalecendo o compromisso das instituições envolvidas com a valorização da arte e da história da capital.
No próximo dia 30 de maio a cena urbana de Planaltina ganha um novo fôlego com a realização da 3ª edição do Festival Quebradas: Arte, Literatura e Hip-Hop. Com uma programação inteiramente gratuita e focada no protagonismo feminino, o evento ocupa o Half no Jardim Roriz a partir das 15h, promovendo um encontro intergeracional que une a leveza das oficinas infantis ao impacto social do rap nacional.
O festival não é apenas um evento de entretenimento, mas um manifesto de resistência que utiliza os quatro elementos do Hip-Hop para pautar temas urgentes como o combate à violência de gênero e a saúde nas periferias.
Formação e Futuro: O Espaço Cria A tarde começa ao som da DJ Nilma, que embala o Espaço Cria. Enquanto os pequenos aproveitam pipoca e algodão doce, o festival investe no legado da cultura de rua com atividades formativas:
Oficina de Grafite com Negonica: Expressão visual e cores ocupando o imaginário infantil.
Oficina de Escrita Criativa com Njow: O poder das palavras e da rima desde cedo. Literatura como Ferramenta de Luta
Às 17h, o festival abre espaço para o pensamento crítico com o lançamento do livro “Hip-Hop pelo fim do feminicídio” e da Revista Saúde nas Quebradas. O debate reúne vozes fundamentais da resistência cultural e acadêmica:
“O diálogo entre a arte e a sobrevivência é o que mantém a periferia viva. Trazer nomes como Vera Eunice de Jesus (filha da escritora e poetisa Carolina Maria de Jesus), Lunna Rabetti e Vera Veronika para este debate é honrar nossa ancestralidade e projetar um futuro mais seguro para as nossas.”, diz Rebeca Carmo, Coordenadora do projeto.
Já para Ravena Carmo, umas das idealizadoras da iniciativa, lançar este livro é um marco temporal em meio à grave crise da epidemia de feminicídio que temos vivido.
“Mais do que uma obra, este livro é um manifesto. Que ele provoque incômodo, que faça as pessoas olharem com atenção para o que estamos dizendo e que ecoe como um grito coletivo: nenhuma a menos”, conclui.
Palco: Do Talento Local à Lenda Viva A partir das 18h, a música e a dança assumem o controle com um line-up majoritariamente feminino, que abre caminhos e celebra a diversidade da cultura de rua: Aline MC: Traz a lírica afiada para abrir os shows. Batalha das Gurias: A arena onde o improviso e a rapidez de raciocínio das mulheres ganham destaque.
BSB Girls: Performance de breaking que desafia a gravidade e o preconceito. Sharylaine: A pioneira. Uma oportunidade rara de ver de perto uma das figuras centrais da história do rap brasileiro.
Para coroar a noite, mostrando que a luta pelo protagonismo feminino também se faz em parceria e sintonia, o encerramento fica por conta do grupo Subconsciente. Com uma formação mista que une vozes masculinas e feminina, o grupo sela a 2ª edição do Conexões de Quebrada com a força e a união do rap local.
PROGRAMAÇÃO DO FESTIVAL QUEBRADAS 15h Abertura com DJ Nilma 15h Espaço Cria (destinado às crianças)
Oficina de Grafite com Negonica
Oficina de Escrita Criativa com Njow
Algodão doce + Pipoca 17h Lançamento do livro “Hip-Hop pelo fim do feminicídio” e Revista Saúde nas Quebradas Com as organizadoras do Livro Ravena Carmo e Eulla Yaá + Vera Eunice de Jesus, Lunna Rabetti, Vera Veronika e Osvaldo Bonetti (FioCruz Brasília) 18h Aline MC 18h30 Batalha das Gurias 19h40 BSB Girls (Breaking) 19h50 Sharylaine 20h40 Encerramento – Subconsciente
Serviço Evento: Festival Quebradas: Arte, Literatura e Hip-Hop Data: 30 de maio de 2026 Horário: Das 15h às 21h Local: Half – Jardim Roriz – Planaltina – DF Entrada: Gratuita – só chegar e colar! Classificação: Livre para todos os públicos
It’s Time Brechó ocupa novo espaço cultural da capital, reunindo expositores de moda, acessórios, arte e gastronomia, além de atrações com DJs convidados
A Varanda BSB realiza, nos dias 23 e 24 de maio, sua estreia no foyer da Sala Martins Pena, do Teatro Nacional, consolidando a proposta de ocupar espaços culturais da capital com experiências que integram moda, economia criativa, arte e gastronomia. Com entrada gratuita, o evento acontece das 11h às 19h e reúne cerca de 30 expositores, entre brechós, joalherias autorais, eyewear, macramê, body chains e marcas independentes.
Entre os nomes confirmados estão Vinovi Brechó, Fios da Gaby, Brechó da Maria, Use Brechó, Garimpei Brechó, Lus Brechó, Arquivo 2.0, Caveirou!, Deby & Dany Brechó, Chica Chic Brechó, Só o Ouro Brechó, GD Moda Feminina, Cara Nova Brechó, Magnólias Brechó, Brechó da Glória, Jane & Jane Brechó, Bonita Chic Brechó, Urbanoise Jewelry, Dipapíer, R Lima Joias, Sap Joias, Urbanoise Eyewear, Rodrigo Nardotto (pintura em tela), Ma.Bel com Arte, Ateliê Adrianna B., Armazém Purple, Adriana Pratas e Josy Oliveira Store. Além desses, na gastronomia marcarão presença o Help Restaurante e Delícias da Lu. E trazendo produtos esotéricos a Arcana Nery Tarot.
Além da curadoria voltada à moda circular, ao consumo consciente e ao design independente, a programação conta com apresentações musicais durante os dois dias de evento. No sábado (24), a DJ Sarahecanela se apresenta às 13h, seguida pelo DJ Chickão, às 16h. Já no domingo (25), Marina Moraes assume o som a partir das 13h e o encerramento fica por conta do DJ Maraskin, às 16h.
Reconhecida por transformar espaços culturais da cidade em pontos de encontro para a economia criativa local, a Varanda amplia sua atuação ao ocupar um dos ambientes mais tradicionais do circuito cultural brasiliense. A proposta é fortalecer marcas independentes e incentivar experiências de convivência, arte e consumo autoral. Acompanhe outras informações sobre a Varanda BSB pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=jWc2nVOv4uA .
Serviço:
Evento: It’s Time Brechó (Encontro de Brechós)
Realização: Varanda BSB – Feira Cultural
Quando: 23 e 24/05
Onde: foyer da Sala Martins Pena – Teatro Nacional – Setor Cultural Norte (SCN), Via N2, s/n (próximo à rodoviária do Plano Piloto)
Por Silvana Sousa, Beatriz Bonfim, Marina Ferreira, Claudia Meireles – Metropoles vida & estilo
Foto divulgação
Iniciativa do Metrópoles Artes, a exposição Constelações Contemporâneas evidencia a diversidade da cena artística em Brasília
Em uma noite marcada pela valorização da arte produzida no Distrito Federal, a exposição Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília foi oficialmente aberta nessa terça-feira (19/5), no Foyer da Sala Villa-Lobos, um dos espaços culturais mais emblemáticos da capital. Realizada pelo Metrópoles Arte, a iniciativa reuniu artistas, autoridades e convidados em uma grande celebração da produção cultural brasiliense.
Com curadoria de Monica Tachotte, a mostra gratuita apresenta cerca de 200 obras assinadas por 40 artistas de diferentes gerações, evidenciando a diversidade, a força e a pluralidade da cena artística local. O projeto também reforça a ocupação de espaços icônicos de Brasília por manifestações culturais, aproximando o público da produção desenvolvida no DF.
Entre os presentes na abertura, esteve a governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP-DF), que destacou a relevância da iniciativa para ampliar a visibilidade dos artistas da capital e fortalecer e posicionar a capital como uma referência na produção de artes visuais.
“Muitos desses artistas já são reconhecidos internacionalmente e pouco conhecidos aqui no Distrito Federal. Essa iniciativa dá vida ao Teatro Nacional, ao trazer pessoas para cá e chamar o meio cultural. Tenho certeza de que isso é muito importante para que Brasília tenha a vocação de ser a capital da República. Esse espaço foi pensado para isso. Uma exposição como essa mostra a força que é a nossa cultura”, frisou Celina Leão.
Constelações Contemporâneas exalta artistas brasilienses em celebração da potência local
A coluna acompanhou a abertura da exposição e conversou com os artistas participantes sobre a importância do projeto para a valorização da arte brasiliense.
André Santangelo trouxe para Constelações Contemporâneas uma série de fotografias sobrepostas feita a partir de uma técnica própria desenvolvida há 20 anos
“Eu fiz uma exposição aqui no mezanino em 1999 e, em 2000, levei essa mesma exposição para Londres. Esse é um espaço que estava fechado há muitos anos e, para mim, voltar aqui e expor é superlegal. Quanto mais eventos acontecem na cidade, mais a gente aumenta o público e, consequentemente, o segmento. É melhor para todo mundo.”
Reconhecido por seu trabalho de reconfiguração do imaginário, Antonio Obá apresenta obras da série Sonambúlicas — feitas no limiar entre sono e vigília durante a preparação de uma exposição
“É uma honra estar nesse lugar com esse grupo de artistas — uma boa parte conheço, são amigos de caminhada, pessoas muito queridas — e que, com o passar dos anos e decorrido do trabalho, a gente acaba perdendo o contato. Ter essa possibilidade tão bonita de celebrar isso conjuntamente é, para mim, muito honroso.”
Bruna Zanatta apresenta quatro obras têxteis, feitas a partir da técnica tufting, na qual explora a relação entre textura, cor e movimento como forma de expressão emocional e espacial
“Depois de passar muito tempo me reconhecendo só como uma fazedora, eu entendi que existia um pouco além, que era a inevitabilidade de criar. Eu acho que todo artista tem isso, independente do como, do onde ou do porquê. Existe uma força que te faz querer criar e se descobrir por meio desse processo de criação. Eu acho que ser artista é um pouco disso e aqui tem muitos artistas já são superreconhecidos. Quando eu descobri que a gente ia participar com eles, foi uma honra muito grande.”
Carlos Lin destaca o uso dos materiais in natura nas obras como um resgate do seu “eu criança”, que cresceu em meio à zona rural e contato com a natureza
“O convite da Monica, curadora, para participar da exposição, para mim, foi um presente da vida. Ela foi minha estudante na universidade. Tive o privilégio e a honra de ser professor dela. Depois, a gente trabalhou junto. E, quando ela me fez o convite, meu coração ficou quentinho.”
Em Constelações Contemporâneas, Camila Soato traz quatro Óleos sobre tela, nos quais explora a arte contemporânea a partir do conceito de fuleragem, que propõe a precariedade, o humor e a gambiarra como métodos legítimos de produção poética
“Antes mesmo de entrar na faculdade era um espaço que eu vinha, que eu permeia. Retomar esse lugar com as minhas obras e de vários colegas celebra o Distrito Federal […]. Aqui, você tem referência do Athos Bulcão, de Brasília, das brincadeiras debaixo do bloco. Ao mesmo tempo, Brasília, o Plano Piloto, em volta, tem todas as RAs — as cidades satélites, como se dizia. E o cotidiano também, essa mistura da roça com o urbano, das brincadeiras que vêm de lá e vêm para cá”, disse.
A artista e pesquisadora Capra Maia compõe a exposição com a instalação Arkhé e a obra Pele do Tempo: descamações. Ela utiliza a técnica de cianotipia para imprimir de forma artesanal as fotografias antigas da família
“É um evento grande, a gente fica feliz de estar participando. Movimenta mesmo a cena da cidade, sem dúvida. E de ter um público tão grande, não é? Porque muitas vezes a gente monta exposições e acaba sendo sempre um mesmo público que frequenta. Acho que é interessante a gente ter uma circulação e uma relevância maior, de fato ser visto.
Celso Junior é fotojornalista e tem uma linguagem sensível e direta, focada na atenção ao cotidiano e ao registro documental
“Para o circuito de artes de Brasília, Constelações Contemporâneas representa um deslocamento importante de eixo. A mostra articula produções que dialogam diretamente com a matriz modernista da cidade, ampliando o debate estético da capital ao inserir novas gramáticas visuais em um território historicamente vinculado ao patrimônio arquitetônico. Para a cena local, significa atualização do nosso repertório de arte.”
Artista e professor da Universidade de Brasília, Christus Nóbrega expõe a série a Roupa Nova do Rei, inspirada no conto de Hans Christian, feita a partir da técnica milenar chinesa Jianzhi
“Esse é um espaço que nasce com um DNA do Teatro, das danças, das artes cênicas, mas que agora se expande, se conecta. Uma cenografia muito bonita, muito bem executada, uma cenografia do Gerivaldo Tavares que se conecta com o prédio — parece que sempre existiu aqui. E parabenizar também o Metrópoles por trazer, produzir, como mais um agente da cultura de Brasília”, disse.
A obra apresentada por Daniel Jacaré na mostra Constelações Contemporâneas integra a Série Luzes, pesquisa em que o artista retrata a cidade por meio de pontos luminosos, cores e movimentos, sem representar diretamente suas formas
“Desde o momento em que fui convidado para participar da exposição até agora, a ansiedade permaneceu a mesma. A reabertura do Teatro Nacional, voltada para uma iniciativa tão importante de valorização do cenário artístico de Brasília, torna tudo ainda mais simbólico. Sinto-me muito lisonjeado. Mais do que sobre as minhas obras, esta exposição fala sobre a força coletiva dos mais de 40 artistas reunidos aqui para impulsionar a arte produzida na cidade.”
Brasiliense, Daniel Toys é um dos nomes mais reconhecidos da arte urbana e pintura contemporânea da capital federal
O trabalho exposto estabelece um diálogo entre o Cerrado e o Sertão nordestino, reunindo referências de origem, memória e pertencimento. A proposta parte da ideia de “pintar um sonho”, transformando desejos, lembranças, poesia e símbolos cotidianos em composições marcadas por ícones que representam a trajetória humana e os diferentes caminhos da vida.
“É uma troca muito rica e uma experiência especial ver uma exposição que aborda a caminhada e a trajetória de cada artista a partir de diferentes visões. Iniciativas como essa são muito importantes para a cultura, para a cena artística e para o público, além de ampliarem a visibilidade dos talentos que Brasília apresenta.”
As obras de Desirée Feldmann incorporam técnicas de manufatura, como costura, modelagem e encadernação, reinterpretadas em uma linguagem contemporânea que valoriza saberes manuais transmitidos entre gerações
“Se você observar com atenção, o trabalho carrega diversos detalhes ligados a técnicas tradicionais de manufatura, como costura, modelagem e encadernação. São processos manuais que atravessam gerações e que eu gosto de chamar de ‘tecnologias atemporais’, porque permanecem vivos através das pessoas e das memórias. É muito legal estar nesse espaço ao lado de tantos artistas importantes para a cena de Brasília. Me sinto muito honrada.”
O projeto colaborativo DUPLAplus surge da parceria de Luisa Günther e Ary Coelho — falecido em 2017. Juntos, exploram fotodanças como objeto de memória, afeto e permanência. Hoje o projeto segue com a ajuda das filhas, Emilia Gunther, Betina Gunther e Flora Gunther
“Num primeiro momento, eu tirava a foto dele, uma foto nossa. E aí quando ele desencarnou, eu falei: ‘Gente, como é que eu vou continuar sendo DUPLAPlus se eu não tenho mais o meu par?’. Foi quando entendi que a minha dupla era qualquer outro fotógrafo — uma pessoa do outro lado da câmera. Então, aqui o espectador, ou uma pessoa tirando foto, já era minha dupla. Todo mundo que passou aqui pela frente virou minha dupla nesse momento. Virou um trabalho mais de abraço, em coletivo.”
Nascido em Ceilândia e criado em Minas, Gabriel Matos explora a trajetória de exílio rural por meio de obras que passeiam entre a fotografia, o bordado, a colagem e a escultura
“Acredito que boa parte do que a Monica quis trazer com meu trabalho foi mostrar esse perpasso através do exílio do rural, que é muito o que minha poética fala. Nasci em Ceilândia, mas não me considero ceilandense naturalmente, porque eu só nasci lá. Me considero fruto do exílio do rural — que eu preciso sair para nascer, porque na minha cidade não tem infraestrutura. As pessoas não nascem lá, lá não entra na taxa de natalidade. A gente acaba vindo para a capital, que é a cidade maior e mais próxima.”
Orgulhosamente “cria de Ceilândia”, Gu carrega na arte e no nome o orgulho da região em que nasceu. Para Constelações Contemporâneas, explora fotografia, intervenção urbana e audiovisual para refletir a cidade e o pertencimento
“Ceilândia é minha inspiração diária. As ruas de Ceilândia, o movimento de Ceilândia, a cultura que ela proporciona para a gente — que é também a cultura do Distrito Federal. Eu gosto de pensar essa ideia do Distrito Federal como um todo, porque a gente sabe que são diferentes territórios, cada um carregando a sua verdade, que contribui para ser tudo isso, para pulsar. E essa ideia também de entender e valorizar esse território como um território”, destaca.
A série Do Chão para o Chão, aposta de Helena Lopes em Constelações Contemporâneas, é resultado de uma experiência física e existencial, na qual explora memória, ausências e permanência por meio do observar e fotografar o chão
“Quando chego a 2019, eu visito a Polônia e visitamos um campo de concentração. Então, esse chão que está nas fotografias é o chão do campo de concentração da Polônia. São muitas fotografias. Eu demorei quatro anos para resolver essa série. A fotografia é feita de forma digital — no celular.”
Formada em artes visuais pela Universidade Federal da Paraíba, Íris Helena investiga criticamente a paisagem urbana de Brasília. Na obra Primeira Pedra, exposta na mostra, ela utiliza impressão sob Pedras Portuguesas coletadas na Praça dos Três poderes
“Eu sou uma artista que tem muito interesse sobre ruínas, sobre aquilo que se transforma. Inclusive, os próprios materiais que eu uso. Eu sempre utilizo materiais que são não usuais para fotografia, como, por exemplo, um lembrete, um papel higiênico. Então, são coisas muito frágeis. Ou então uma pedra, né? Em tudo isso eu fico tentando trabalhar: a memória, a imagem fotográfica e essas histórias que eu conheço da cidade, de uma forma em que vai agregar um significado diferente.”
Natural do Rio Grande do Sul, Léo Tavares revela que acolheu Brasília como lar e que grande parte de seu repertório criativo nasceu no Planalto Central
“Eu fiz faculdade de artes plásticas na UnB, atualmente chamada de artes visuais. Foi no campus que desenvolvi interesse pela ligação entre a escrita e a imagem. Eu transitava entre dois mundos: o da palavra e o da visualidade. Aqui, estão expostos trabalhos de assemblagem que fazem parte de uma produção mais recente. Embora não integrem uma série e sejam independentes entre si, ainda existe uma ligação pela técnica e pelos elementos da literatura e da poesia.”
Em Brasília desde os 11 anos, a paraíbana Luíza Gunter é professora do Departamento de Artes Visuais da Universidade de Brasília (UnB) e traz para a exposição a obra Sobre o acúmulo das intenções insistentes diante o incerto, que traz camadas temporais e afetivas
As obras expostas de Luisa Günther dizem muito sobre suas paixões. “Temos duas entradas de produção: pinturas e fotoperformance. As pinturas que trago, na verdade, são ‘desenhuras’. É justamente essa mistura entre o desenho e a pintura. Espero que as pessoas se divertem e mergulhem nos trabalhos”, disse.
Maria Porto é brasiliense e vê na cidade um potencial de referência nas artes visuais. Para Constelações Contemporâneas, traz as obras Primeiro Pedaço, Uma Festa de Adeus e Surpresa, em que explora metáforas e texturas
“Brasília ainda é uma cidade muito jovem e, por isso, muitas vezes existe esse movimento de olhar para fora. Ter exposições e iniciativas como essa fortalece a cena local e faz a gente criar mais laços e raízes aqui. É muito bonito ver artistas de diferentes gerações coexistindo nesse espaço — nomes mais antigos, artistas da minha idade e até mais jovens. Ver tudo isso acontecendo em Brasília mostra que a produção contemporânea daqui também tem força, sem precisar sair para São Paulo ou Rio. Vivenciar a cidade é bem importante.”
Radicada em Brasília, Marina Fontana usa a paisagem de Brasília como campo de pesquisa para criação de seus acrílicos, bem como fotografias e colagens. Para Constelações Contemporâneas, exibe a série Pau-ferro e a obra Rizomas da Alma
“O meu campo de pesquisa é a paisagem de Brasília. Me aprofundo muito nos detalhes, fotografo muitos detalhes. E o pau-ferro é um campo de investigação. Eu fotografo os troncos e me inspiro neles. A série Pau-ferro é isso: é a inspiração desses troncos, das texturas, nas cores, nas formas.”
Artista plástico e professor aposentado de desenho, pintura e história da arte da Universidade de Brasília, Nelson Maravalhas expõe três pinturas hipnagógicas na mostra
“A abertura da exposição é um sucesso de público e promove um encontro entre diferentes gerações de artistas da cidade. Acredito que eu seja um dos mais experientes da mostra, ao lado de muitos artistas jovens, o que deixa interessante a cena cultural de Brasília.”
Patrícia Monteiro usa as paisagens do Cerrado para construir imagens como território de memória
“Fiquei muito feliz com o convite do Metrópoles e por ver meu trabalho como artista plástica sendo valorizado. O Cerrado está muito presente nas minhas obras, nesse resgate das paisagens e das memórias afetivas que carrego, principalmente da minha relação com a Chapada dos Veadeiros. Trago tudo isso de forma abstrata, deixando o espectador livre para interpretar. Muitas vezes, o que eu vejo não é o que o outro vê e é justamente essa troca de percepções e memórias que eu me interesso em provocar.”
De Sobradinho, Pamella Anderson investiga a cultura digital brasileira como campo simbólico e político. Para as exposição Constelações Contemporâneas, provoca o observador com as obras Alguém tem que chorar pros mlk sorrir e Deu a louca no gerente
“É importante ter um novo espaço dando visibilidade tanto para jovens artistas quanto para artistas mais experientes. As minhas pinturas nascem da influência dos rage comics, dos memojis e da linguagem dos emojis e smiles da internet. Elas misturam humor, exagero e excesso visual, quase como um ‘vômito ultraprocessado’ de referências digitais e emoções contemporâneas.”
Formada pela Universidade de Brasília, PatríciaBagniewski investiga o vidro como matéria orgânica e simbólica, explorando luz, transparência e transformação
“É especial estar cercada de colegas com quem estudei ou com quem divido outras mostras. Acho que existe uma felicidade coletiva de estarmos juntos neste momento histórico de reabertura de um espaço que amamos e que simboliza tanto para Brasília. As pessoas vinham muito aqui ver orquestra e agora ele é dedicado também às artes visuais. É superemocionante.”
Paula Calderón, artista visual brasiliense desenvolve a pintura como investigação da paisagem do Cerrado e construção de Brasília — uma forma de explorar a memória da cidade e as camadas que moldam o território
“Eu vim com cinco trabalhos. São pinturas sobre tela, todas telas relativamente grandes, e nelas eu retrato cenas da construção de Brasília. Nessa série, eu queria trabalhar muito essa questão das pessoas que vieram para a construção, sabe? Pessoas que vieram de vários lugares diferentes e largaram a vida para tentar um negócio novo em uma cidade que nem existia ainda.”
O ciclo da matéria orgânica e inorgânica e o papel dos processos de contaminação e transformação são o ponto central do trabalho da artista, Raquel Nava, que tensiona a natureza e os resíduos nas obras que compõem a exposição
“Brasília tem muitos artistas, mas ainda poucos espaços dedicados à arte. Existem instituições importantes, como o CCBB Brasília e a Caixa Cultural Brasília, mas as galerias independentes ficam abertas e, depois de um tempo, fecham. Quando estão funcionando, são espaços bastante frequentados e vivos. Existe uma rede artística muito unida em Brasília. Os artistas se acompanham, se frequentam e se fortalecem.”
Sobre a obra apresentada em Constelações Contemporâneas, Raylton Praga explicou que sua pesquisa é baseada em formas geométricas e na liberdade de interpretação do público
“Está tudo muito bonito, e fazer parte de uma exposição com tanta gente bacana é uma alegria imensa. Quando cheguei e fui procurar meu trabalho, fiquei muito contente com o resultado. Quando recebi o convite, apresentei vários trabalhos para a curadoria, e fico muito feliz com a escolha feita e com a forma como a obra dialoga com a exposição.”
Rogério Roseo desenvolve a pintura centrada na experiência humana e na introspecção
“Eu sou um jovem artista e, quando recebi o convite da Mônica, fiquei realmente muito honrado. De fato, a exposição reúne artistas de altíssimo nível. Você vê a qualidade dos trabalhos apresentados. Para qualquer artista, estar nesse ambiente, nesse espaço, é muito especial.”
Mestre em Poéticas Visuais pela Universidade Paulista, Samantha Canovas investiga o têxtil como linguagem e a relação com o vestuário, propondo reflexões sobre as fronteiras entre arte e artesanato
“É uma seleção de artistas muito ampla e que representa o que a arte do Centro-Oeste vem se tornando. Poder acompanhar a repercussão, ver as fotos da exposição e perceber como as minhas obras estão inseridas nesse contexto me deixa muito feliz. Uma delas é um trabalho muito significativo para mim: o Projeto 366, uma performance realizada ao longo de um ano. Na verdade, foram 367 dias em que usei apenas uma única roupa: o macacão que agora está exposto na mostra.”
Mestre em artes visuais pela Universidade de Brasília, Taigo Meireles dialoga com a tradição de pintura histórica, cenografia clássica e cinema
“Eu acho que é uma iniciativa excelente. Contempla gerações diferentes, produções diferentes, faz com que as pessoas se encontrem, ponham as obras lado a lado, cria contato, diálogo estético e coloca isso à disposição de um público que também reivindica a cidade.”
Artistas visual, fotógrafa e designer de moda, Thamires Moreira investiga memória, afeto e paisagem como territórios simbólicos. Para Constelações Contemporâneas, trouxe a série Serra Dentro
“Comecei a pintar profissionalmente, digamos assim, em 2021, quando vendi meu primeiro quadro. As obras expostas hoje têm tudo a ver com as minhas origens: o Cerrado, a natureza e um pé de pequi em que eu subia quando era criança. Os quadros Ingá, Ingá 1 e Ingá 2 estão entre os meus preferidos. Eles foram feitos em homenagem à minha avó, que morreu na pandemia de Covid.”
Valéria Pena-Costa desenvolve uma pesquisa centrada o tempo com força ativa sobre a matéria. Quando eu ainda era estudante da UnB, fez exposições no Teatro Nacional e destaca o desejo de contribuir positivamente o público brasiliense
“São quatro obras aqui, porque uma delas é um díptico. Meus trabalhos falam de fabulações, de memórias infantis. Eu espero, realmente, que as minhas obras emocionem as pessoas e que as pessoas busquem um pouco além daquilo que veem. Porque o meu trabalho sempre propõe algo por trás daquilo que é visível. Essa é a minha intenção.”
Natural de Brasília, Victoria Serednicki é um prodígio da cena artística brasiliense, com produções que transitam entre o figurativo e o abstrato
“As minhas obras presentes na mostra propõem uma reflexão sobre a paisagem como construção simbólica da vida. Minha prática artística se constrói a partir da experiência direta com o mundo, das vivências, dos deslocamentos e do tempo dedicado à observação. A filosofia está profundamente presente nesse processo, orientando reflexões sobre o tempo, a impermanência, o silêncio e a forma como nos relacionamos com aquilo que nos cerca”, compartilha.
Virgílio Neto trabalha com arte há 15 anos e se destaca pelo olhar autêntico e uso de diversos materiais e narrativas
“Os trabalhos que foram escolhidos têm muito a ver com o momento em que eu estou. Eu tenho reunido várias temáticas, mas elas têm se afunilado em paisagem, partindo da ideia do Cerrado, da terra, que se mistura também a questões de memória, questões oníricas. Eu tento fazer nas minhas pinturas um retrato, mas que não é óbvio, não é cartesiano. Inclusive, esses trabalhos que eu faço sobre Brasília são tudo, menos cartesianos”, detalha.
A atividade integra o ciclo de oficinas do projeto realizado pelo Zenga Baque Angola; o encontro é no domingo (24), às 10h
O som pulsante da caixa de maracatu será o centro da próxima atividade do Ecos Ancestrais, do grupo Zenga Baque Angola. Neste domingo (24), às 10h, a Casa de Cultura do Guará recebe uma oficina gratuita dedicada ao instrumento, conduzida pelo percussionista Leonardo Balbino. As inscrições podem ser realizadas pelo formulário eletrônico.
Presente nas tradições do Maracatu-Nação, a caixa é um dos instrumentos responsáveis por sustentar o ritmo e conduzir a energia dos cortejos. De origem afro-brasileira, ela carrega influências das práticas musicais trazidas pelos povos africanos ao Brasil e ocupa papel essencial na identidade sonora do Maracatu de Baque Virado, como também é conhecido Maracatu-Nação.
No maracatu, cada nação desenvolve formas próprias de tocar a caixa, criando levadas características e modos distintos de diálogo entre os instrumentos da percussão. O toque da caixa se conecta diretamente com alfaias, gonguês e agbês, formando a base rítmica que marca a manifestação cultural. Além da força sonora, o instrumento exige técnica, resistência física e sintonia coletiva entre os batuqueiros.
A oficina proposta por Leonardo Balbino busca apresentar fundamentos do instrumento, técnicas de execução e noções de prática coletiva, aproximando participantes da tradição do Maracatu-Nação. A atividade é aberta tanto para iniciantes quanto para pessoas que já possuem experiência com percussão.
O encontro integra um ciclo de oficinas promovido pelo Zenga Baque Angola ao longo de 2026. O Ecos Ancestrais prevê atividades formativas sobre instrumentos do Maracatu de Baque Virado, além de ações de confecção e manutenção de instrumentos, produção de figurinos e fortalecimento das práticas culturais do grupo. A programação contará ainda com oficinas conduzidas por integrantes da Nação de Maracatu Leão da Campina, referência na tradição pernambucana do maracatu.
Zenga Baque Angola
Fundado em 2017, o Zenga Baque Angola nasceu a partir do encontro entre batuqueiros de Brasília e o mestre Hugo Leonardo, regente da Nação de Maracatu Leão da Campina. Desde então, o coletivo constrói uma trajetória de conexão entre o Distrito Federal e Pernambuco, mantendo vínculos culturais e espirituais com a tradição do maracatu-nação. O grupo é filiado à Nação Leão da Campina e recebe orientação espiritual da Mametu Nadja Baléginam, matriarca do terreiro Kaiangu Kia Ítembu e sacerdotisa do Candomblé Angola Goméia.
Além das oficinas, o projeto também contará com a produção de registros audiovisuais das atividades, que serão divulgados nas redes sociais do grupo como forma de ampliar o alcance das ações e difundir a cultura do maracatu.
O Ecos Ancestrais é realizado pelo Grupo Zenga Baque Angola, com fomento do Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF) e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa.
Programação do Ecos Ancestrais:
24 de maio: Oficina de Caixa, com Leonardo Balbino
28 de junho: Oficina de Gonguê, com Jorge do Pandeiro
16 de agosto: Oficina de Alfaia, com Alessandra Rosa
Serviço – Oficina de Caixa de Maracatu Com Leonardo Balbino
A cantora e compositora brasiliense Rebecca Pacheco fará a abertura da cerimônia de premiação do 4º Prêmio Engenho Mulher na próxima segunda, dia 25 de maio. “Ela é uma jovem artista muito talentosa, convidada para a ocasião por ter tido sua formação no Instituto Reciclando Sons, projeto lindamente conduzido há mais de 26 anos pela maestrina Rejane Pacheco, lá na Estrutural. Rejane é vencedora do Prêmio Engenho Mulher, edição 2024”, conta Kátia Cubel, que dirige o Prêmio Engenho.
A solenidade trará outras surpresas, protagonizadas por mulheres que lideram iniciativas em suas respectivas áreas, entre elas a estilista Ana Paula Ávila, da Confraria, e a presidente da Abrabe e líder do programa de economia circular Glass is Good, Cristiane Foja.
A cerimônia acontece na segunda, dia 25 de maio, numa solenidade para convidados, no Museu de Arte de Brasília.
Evento nos dias 27 e 28 de maio, no Pátio Brasil Shopping, reúne potências da modalidade e promete jogos intensos com entrada gratuita
O basquete urbano vai tomar conta da capital federal com a realização do Challenger internacional de basquete 3×3, que acontece nos dias 27 e 28 de maio, no Pátio Brasil Shopping. O evento reúne algumas das principais equipes da modalidade no mundo e promete dois dias de disputas intensas, aproximando o público brasileiro de um dos esportes que mais cresce globalmente.
Com formato dinâmico, partidas rápidas e alto nível técnico, o torneio contará com a participação de times de diferentes países, reforçando o caráter internacional da competição. Estão confirmadas equipes da Bélgica, Reino Unido, Espanha, Estados Unidos, com três times na disputa, Suíça, República Tcheca, Alemanha, Lituânia, Brasil, também com três representantes, além da República Dominicana.
O basquete 3×3, modalidade reconhecida pela Federação Internacional de Basquetebol e que ganhou ainda mais visibilidade após sua estreia nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, tem conquistado fãs ao redor do mundo por sua proposta ágil e acessível. Disputado em meia quadra, com três jogadores de cada lado, o jogo exige estratégia, velocidade e precisão, tornando cada partida imprevisível até o último segundo.
“Uma grande honra para nós do Pátio Brasil sediarmos o FIBA 3 x 3 Challenger Brasília 2026, renovando nossa exitosa parceria iniciada na edição 2025. Já estávamos com saudade daquela contagiante energia que nos foi proporcionada pelos grandes jogadores, de tantas nacionalidades, e pelo público que respondeu com enorme entusiasmo a cada lance dos maiores astros mundiais desta modalidade que tanto cresce. A renovação da nossa parceria com a FIBA, com Secretaria de Esporte do DF e com a MCS Sports para a edição 2026 do FIBA 3 x 3 Challenger Brasília, reforça todo compromisso do Pátio Brasil Shopping, através do selo Pátio Sports, com o esporte na capital de todos os brasileiros”, comenta Augusto Brandão, Superintendente do Pátio Brasil Shopping.
A etapa de Brasília integra o circuito Challenger, que reúne algumas das melhores equipes do ranking mundial e serve como porta de entrada para competições ainda mais disputadas do calendário internacional. Além do alto nível esportivo, o evento também reforça o papel da cidade como palco de grandes encontros esportivos e culturais, ampliando o acesso do público a experiências globais.
“Trazer novamente um Challenger internacional de basquete 3×3 para Brasília é motivo de muito orgulho para nós da MCS Sports. A edição anterior mostrou a força da cidade como palco de grandes eventos esportivos e o enorme interesse do público pela modalidade. A renovação dessa parceria com a FIBA, o Pátio Brasil Shopping e a Secretaria de Esporte do Distrito Federal reforça a grandiosidade do projeto e o compromisso conjunto de promover experiências esportivas de nível internacional para os fãs brasileiros. Ter equipes de diferentes partes do mundo competindo aqui consolida Brasília no calendário global do basquete 3×3 e fortalece ainda mais o crescimento da modalidade no país”, afirma Mauricio Souza.
Com entrada gratuita e programação ao longo dos dois dias, o Challenger no Pátio Brasil Shopping deve atrair fãs de esporte, famílias e curiosos que querem conhecer de perto a energia do basquete 3×3. A expectativa é de jogos eletrizantes e arquibancadas cheias, consolidando o evento como um dos destaques do calendário esportivo de maio no país.
Shopping inaugura área dedicada aos fãs dos álbuns da Copa e mantém agenda gratuita de apresentações para a criançada aos domingos
Com a movimentação em torno dos álbuns da Copa do Mundo 2026 dominando as rodas de conversa entre crianças, adolescentes e colecionadores, o DF Plaza Shopping aposta em um novo espaço voltado à troca de figurinhas para transformar o hobby em experiência de convivência. A novidade chega em parceria com a Panini e a Livraria Leitura, reforçando a programação voltada para famílias e o público infantil no empreendimento.
O espaço de troca da Panini está localizado no 1º piso do shopping, em frente à loja Usaflex, e conta com mesas e cadeiras disponíveis durante todo o horário de funcionamento do empreendimento para receber colecionadores interessados em completar seus álbuns e trocar figurinhas. O local também reúne um ponto de vendas com opções de álbuns brochura e envelopes de figurinhas da Copa.
Já a Livraria Leitura, conhecida também pelas ações do Clube do Livro Infantil promovidas mensalmente no shopping, disponibiliza diferentes opções de boxes, incluindo versões com álbum capa dura e kits com dezenas de envelopes para começar a coleção. A livraria também conta com um espaço próprio para trocas de figurinhas, localizado em frente à loja, ampliando as opções de encontro e interação entre os colecionadores.
“Buscamos criar experiências que façam parte da rotina das famílias e incentivem momentos de interação. O espaço de troca de figurinhas e os teatrinhos fortalecem justamente essa proposta de convivência e diversão para diferentes idades”, destaca Nathália Amarante, coordenadora de Marketing do DF Plaza Shopping.
Teatrinhos de maio
A novidade complementa a programação fixa de teatrinhos infantis gratuitos promovida pelo shopping todos os domingos, às 14h, na Praça de Alimentação. Neste mês, a agenda inclui as apresentações Heróis de Pijama, no dia 17 de maio; Barbie: A Princesa e a Popstar, no dia 24 de maio; e Ursinho Pooh, no dia 31 de maio, levando personagens conhecidos do universo infantil para tornar o passeio em família ainda mais divertido, com momentos de interação, música e fantasia para as crianças.
Realizadas na Praça de Alimentação, também no 1º piso, as apresentações contam com distribuição gratuita de pipoca para o público infantil, tornando a experiência ainda mais divertida para as crianças. O espaço também traz mais conveniência para as famílias, que podem aproveitar a programação enquanto desfrutam das opções gastronômicas do shopping em um ambiente confortável e integrado.
Programação
Teatrinho Infantil – DF Plaza Shopping
Datas: 17, 24 e 31 de maio Horário: 14h Local: Praça de Alimentação – DF Plaza Shopping Entrada: Gratuita
Programação: 17/05 — Heróis de Pijama 24/05 — Barbie: A Princesa e a Popstar 31/05 — Ursinho Pooh
Espaço de trocas Panini e Livraria Leitura – DF Plaza Shopping Horário de Funcionamento: Das 10h às 22h — Segunda a sábado Das 14h às 20h — Domingo e Feriados
Filme de Mel Gibson, dividida em duas partes, estreia em 2027 e 2028
A Paris Filmes e a Lionsgate acabam de divulgar a primeira imagem de Jaakko Ohtonen no papel de Jesus Cristo nos filmes “A Ressurreição de Cristo: Partes I e II” (The Resurrection of Christ). Com Mel Gibson de volta na direção, a primeira parte do filme estreia em 6 de maio de 2027 e a segunda parte em 25 de maio de 2028. Baixe a imagem aqui.
O elenco ainda trará nomes como Mariela Garriga, Pier Luigi Pasino, Kasia Smutniak, Riccardo Scamarcio e Rupert Everett. O primeiro filme, “A Paixão de Cristo” (2004), fez mais de U$610.000 mundialmente e levou 5 milhões de brasileiros aos cinemas.
SOBRE A PARIS FILMES
A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H”, “Manas”, “Pedágio”, “Ritas” , “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, “A Empregada”, a franquia “Truque de Mestre” e “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia.
Entre os próximos lançamentos estão “Feito Pipa”, “Geni e o Zepelim”, “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, “Minha Melhor Amiga”, “Minha Vida com Shurastey” e “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita”.
Acompanhe as novidades sobre esse e outros lançamentos por meio das redes sociais:
Goiaba, uva e morango são exemplos de culturas que têm mudado o perfil do DF, gerando empregos e renda no campo e nos eventos
Enquanto o mundo olha para Brasília pelos monumentos, o Distrito Federal responde com sabor, tradição e uma produção agrícola que cresce cada vez mais. Vista internacionalmente como o centro político do país, Brasília também tem chamado a atenção pelo agronegócio e pela produção de frutas que cresce ano após ano no coração do cerrado brasileiro.
Dados da Emater-DF apontam que o Distrito Federal produziu mais de 40 mil toneladas de frutas em 2025, como resultado do trabalho de cerca de 5 mil produtores rurais. Esses trabalhadores vêm transformando o DF em uma referência nacional em qualidade, tecnologia e produtividade. O destaque é a produção de goiaba em Brazlândia. A cidade também lidera a oferta do morango no Distrito Federal.
Essa força do campo não aparece apenas na produção. Ela também ganha vida nas grandes feiras, que movimentam centenas de milhares de pessoas todos os anos e já se tornaram tradição no calendário turístico e cultural da capital.
Um dos maiores exemplos é a tradicional Feira da Uva e do Vinho de Brasília, realizada em Planaltina-DF. O evento reúne produtores, expositores, gastronomia, cultura, turismo rural e grandes shows nacionais, fortalecendo o setor vitivinícola do Cerrado e atraindo visitantes de outras regiões do país.
Outro grande sucesso é a Feira do Morango de Brazlândia, considerada uma das festas mais tradicionais do Distrito Federal. O evento celebra a força da produção de morangos da região, movimenta a economia local e recebe milhares de visitantes todos os anos com gastronomia típica, doces artesanais, atrações culturais e exposições.
Também em Brazlândia, a Feira da Goiaba se tornou símbolo da potência da goiaba produzida no Cerrado brasiliense. O evento destaca os derivados da fruta, fortalece os pequenos produtores e mostra como a agricultura familiar tem papel fundamental no desenvolvimento econômico da região.
Somadas, as três festas foram responsáveis, no ano passado, pela geração de 50 mil empregos diretos e indiretos e movimentaram mais de R$ 500 milhões na economia do DF.
Mais do que eventos, essas feiras representam a identidade de um novo momento vivido por Brasília: uma capital que deixa de ser conhecida apenas pela política e passa a ser reconhecida também pelo agro, pela agricultura familiar e pela capacidade de transformar o cerrado em vitrine nacional de produção e turismo rural.
Mostra inédita na Casa da Cultura da América Latina, no Setor Comercial Sul, expõe cerca de 120 itens do Acervo Doéthiro, com objetos etnológicos, fotografias históricas e obras raras. Programação gratuita inclui roda de conversa e oficina de gestão de acervos digitais
Álvaro Tukano, liderança indígena do povo Yepá-Mahsã é respeitosamente uma das grandes vozes pela luta dos direitos indígenas no Brasil e na América Latina.
A exposição “Vida e Luta de Álvaro Tukano: Acervo Doéthiro” rememora sua trajetória através de seu acervo particular que reúne mais de três décadas de militância e liderança. A mostra ocupará a Casa da Cultura da América Latina (CAL/UnB) de 28 de maio a 25 de junho de 2026, com abertura no dia 28 de maio às 19h.
Objetos oriundos do Xingu, como um chapéu de palha da etnia Karaja, cestos de fibra de arumã, da etnia Baniwa fazem parte da coleção etnológica, já na coleção de obras raras, uma seleção inédita de livros escritos na língua do povo Yepa Mahsã, a língua tukano.. O Acervo Doéthiro reúne objetos etnológicos, documentos históricos, fotografias, obras literárias raras.
O nome Doéthiro, inspirado na cosmologia do povo Yepa Mahsã, refere-se ao espírito do primeiro homem, o nome de batismo de Álvaro Tukano que se refere aquele que atravessa mundos e conecta tempos. É sob essa simbologia que o acervo se organiza: como um dispositivo de memória viva, tecido por redes de parentesco, cuidado, luta e conhecimento tradicional.
Preservação e apresentação do acervo
Mais do que uma coleção particular, o Acervo Doéthiro transforma a memória individual de Álvaro Tukano em patrimônio coletivo. Sua apresentação ao público cumpre funções fundamentais para a sociedade como um todo. Primeiro, o acervo reflete a sua luta em prol do movimento indígena nas últimas cinco décadas, período de grandes transformações e conquistas de direitos no Brasil.
Segundo, oferece material concreto para que estudantes, pesquisadores e comunidades indígenas possam conhecer e se reconhecer em sua própria história.
Terceiro, propõe um modelo descolonizado de gestão de acervos, baseado na gestão compartilhada entre a comunidade indígena e especialistas em ciência da informação.
Por fim, insere a memória indígena em um diálogo continental, reafirmando que os povos originários são parte viva e fundamental da América Latina. Todas as peças que compõem a exposição passaram por rigoroso processo de higienização, acondicionamento, inventário e digitalização, garantindo sua preservação física e documental. O acervo está disponível online na plataforma Tainacan, tecnologia desenvolvida na Universidade de Brasília, assegurando acesso público e qualificado a esse patrimônio no endereço http://www.acervo.doethiro.com
Álvaro Tukano: seu papel histórico na luta dos povos indígenas Álvaro Tukano é liderança indígena do povo Yepá-Mahsã, da região do Alto Rio Negro (AM). Sua trajetória atravessa momentos decisivos da história recente do Brasil.
Desde os anos 1970, atuou na articulação política nacional e internacional, participou da construção de políticas públicas para povos indígenas e ocupou cargos de destaque, como o de diretor do Memorial dos Povos Indígenas, em Brasília.
Sua vida é marcada por um duplo movimento: o de lutar por direitos em espaços institucionais e o de manter vivas as tradições, rituais e saberes de seu povo.
Foi justamente nesse atravessamento entre mundos – o da aldeia e o da cidade, o da cosmologia indígena e o das políticas públicas – que nasceu o Acervo Doéthiro.
Seu papel histórico inclui a participação em assembleias nacionais e encontros interétnicos que ajudaram a consolidar os direitos indígenas na Constituição de 1988, além de décadas de resistência contra a violência e o apartheid territorial que ainda afetam os povos originários na América Latina.
Outros itens em destaque na exposição
Objetos fabricados manualmente por comunidades de diversas etnias — como o chapéu de palha dos Karajás e as cestas de fibra de arumã dos Baniwa e dos Warao — são algumas das peças adquiridas por Álvaro Tukano ao longo de suas viagens para a produção da exposição “Séculos Indígenas”, à qual ele se dedicou por mais de três décadas.
Destacam-se, em sua trajetória, livros de sua autoria como “Doéthiro: Álvaro Tukano e os Séculos Indígenas no Brasil” e “O mundo Tukano antes dos brancos”, além de obras de sua própria etnia, como “Nirãkahse Ukuri Turii Yepa Piroporãtuanase Bueri Turi”, escrito por Yepa Piroparã em tukano sobre os costumes tradicionais do povo Yepa Mahsã.
As fotos reunidas ao longo de sua vida estão organizadas por viagens, encontros, projetos, comunidade e família. Registros de sua viagem à Holanda para denunciar a imposição religiosa e punitiva em seu território, atos contra o sucateamento e abandono da FUNAI, reuniões de lideranças indígenas e comunitárias, além de projetos culturais como o Moitará, são algumas das imagens e documentos históricos expostos no acervo.
Por fim, a exposição conta com a projeção da mais recente produção cinematográfica sobre a vida de Álvaro Tukano: o filme “Cobra Canoa”
Programação gratuita
Além da exposição, o projeto promove duas atividades abertas ao público:
No dia 15 de junho de 2026, das 14h às 18h, será realizada a oficina “Gestão de Acervos Digitais no Tainacan” no Laboratório de Informática da Faculdade de Ciência da Informação (FCI/UnB). A atividade oferece uma introdução prática à plataforma Tainacan com testagem colaborativa do site do Acervo Doéthiro, sendo voltada a estudantes, profissionais e interessados em museologia, arquivologia e biblioteconomia. As vagas são limitadas.No dia 16 de junho de 2026, também das 14h às 18h, o auditório da FCI/UnB recebe a roda de conversa com Álvaro Tukano, um diálogo direto e aberto ao público sobre memória, cultura, território e trajetória política dos povos indígenas.
Ambas as atividades são gratuitas e integram o esforço do projeto de fortalecer o diálogo entre comunidade indígena, universidade e sociedade civil.
Serviço:
A exposição “Vida e Luta de Álvaro Tukano: Acervo Doéthiro” acontece de 28 de maio a 25 de junho de 2026, com abertura no dia 28 de maio às 19h, na Casa da Cultura da América Latina (CAL) da Universidade de Brasília (UnB). Localizada no Setor
Comercial Sul (SCS), Quadra 04, Bloco A, Edifício Anápolis.
Serão apresentados cerca de 120 itens do acervo.
A entrada é gratuita e a classificação indicativa é livre.
Para mais informações, o público pode acompanhar as redes sociais @acervodoethiro
O projeto Memórias Indígenas das Etnias da América Latina é uma iniciativa colaborativa entre a comunidade indígena Yepa Mahsã, a Casa de Cerimônias
Indígenas Bahsakewií e especialistas em gestão documental e cultural. Sua segunda edição é realizada com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB/2024), dando continuidade ao trabalho de memória, cuidado e difusão das culturas indígenas da América Latina.