Pacientes procuram avaliação especializada antes dos sinais avançados de envelhecimento e reforçam a busca por estratégias de longo prazo para saúde e imagem
O envelhecimento da população brasileira, o aumento da expectativa de vida e a permanência mais longa das pessoas em atividade profissional estão mudando a forma como homens e mulheres entre 40 e 50 anos encaram os cuidados com a aparência. Especialistas observam um crescimento na procura por avaliações faciais antes do aparecimento de sinais avançados de envelhecimento, em um movimento que aproxima a cirurgia plástica de temas como prevenção, medicina personalizada e envelhecimento saudável.
Para a cirurgiã plástica Dra. Danielle Gondim, formada pelo Instituto Ivo Pitanguy e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, a principal transformação não está necessariamente na procura por procedimentos, mas na mudança de mentalidade dos pacientes.
“Os pacientes de hoje não chegam ao consultório dizendo que querem parecer mais jovens. Eles chegam querendo entender como vão envelhecer. Existe uma preocupação muito maior com planejamento, prevenção e manutenção da própria identidade ao longo dos anos”, afirma.
Segundo a especialista, a geração que hoje está na faixa dos 40 e 50 anos cresceu acompanhando avanços da medicina preventiva e passou a aplicar a mesma lógica a diferentes áreas da vida. O envelhecimento deixou de ser encarado como um evento inevitável que só merece atenção quando os sinais se tornam evidentes e passou a ser visto como um processo que pode ser acompanhado ao longo do tempo.
“Muitos pacientes viram seus pais procurarem tratamentos apenas quando as mudanças já estavam muito avançadas. Hoje existe uma compreensão maior de que envelhecer é um processo contínuo e que conhecer as próprias características permite tomar decisões mais conscientes ao longo da vida”, explica.
Os 40 anos de hoje não são os mesmos de décadas atrás
Parte dessa mudança também está relacionada ao novo papel social ocupado por pessoas nessa faixa etária. Profissionais permanecem ativos por mais tempo, assumem cargos de liderança, iniciam empresas, mudam de carreira e seguem construindo projetos pessoais e profissionais em etapas da vida que antes eram associadas à proximidade da aposentadoria.
Para Danielle, a longevidade profissional tem influência direta na forma como as pessoas enxergam a própria imagem.
“Há algumas décadas, aos 60 anos muitas pessoas já estavam afastadas do mercado de trabalho. Hoje vemos empresários, executivos, médicos, advogados e profissionais de diversas áreas iniciando projetos importantes nessa fase da vida. A percepção sobre envelhecimento muda quando a pessoa entende que continuará ativa e produtiva durante muitos anos.”
A médica observa que, em muitos casos, a preocupação não está ligada à busca por juventude, mas à coerência entre a vitalidade que a pessoa sente e a imagem que percebe no espelho.
“Muitas pessoas relatam que se sentem dispostas, produtivas e cheias de planos, mas percebem que o rosto transmite uma mensagem diferente. A discussão não é sobre voltar aos 30 anos. É sobre envelhecer de uma forma compatível com a vida que se pretende levar nas próximas décadas.”
A influência da exposição digital
Outro fator apontado pelos especialistas é a relação inédita que as pessoas passaram a ter com a própria imagem. Reuniões virtuais, gravações frequentes, fotografias em alta resolução e redes sociais fizeram com que o rosto passasse a ser observado diariamente sob diferentes ângulos e condições de iluminação.
“A relação com a imagem mudou profundamente. Pela primeira vez, uma geração passa horas por semana observando o próprio rosto em telas. Isso não significa necessariamente uma busca por perfeição estética. Muitas vezes significa apenas uma consciência maior sobre o processo natural de envelhecimento”, afirma.
Segundo Danielle, essa exposição constante também contribuiu para que os pacientes chegassem mais informados às consultas e com expectativas mais realistas sobre o envelhecimento facial.
O fim da busca pela juventude eterna
A especialista observa ainda uma mudança importante na forma como a sociedade enxerga os tratamentos faciais. Se durante muitos anos a estética esteve associada à tentativa de parecer mais jovem, hoje cresce o interesse por abordagens que preservem características individuais e respeitem a trajetória de cada pessoa.
“Existe uma diferença importante entre tentar parecer alguém de 30 anos e querer chegar aos 60 ou 70 anos com uma aparência saudável e coerente com sua história. O paciente atual entende melhor essa diferença.”
Essa mudança também ajuda a explicar a rejeição crescente a resultados artificiais ou padronizados.
“Os pacientes querem continuar sendo reconhecidos pelos familiares, amigos e colegas de trabalho. A preocupação está muito mais ligada à naturalidade do que à transformação. Existe uma valorização da individualidade que não era tão evidente alguns anos atrás.”
Para a cirurgiã, o comportamento observado atualmente reflete uma transformação mais ampla na forma como a sociedade encara o envelhecimento.
“Estamos diante de uma geração que não busca interromper o tempo. O que ela procura é atravessar esse processo com saúde, autonomia, bem-estar e preservação da própria identidade. Quando olhamos por essa perspectiva, a discussão deixa de ser apenas estética e passa a fazer parte de uma conversa muito maior sobre longevidade e qualidade de vida”, conclui.
Sobre Danielle Gondim
Dra. Danielle é cirurgiã plástica especializada em face, com reconhecimento internacional. Desde a infância interessada pelas artes, formou-se no Instituto Ivo Pitanguy, onde também atuou como docente por quase cinco anos. Ao longo da carreira, realizou fellowships nos principais serviços de cirurgia plástica do mundo, incluindo centros liderados por Dr. Nayak e Ben Talei, nos Estados Unidos, e por Dr. Francisco Bravo, em Madri.
Membro das associações Internacional, Americana e Brasileira de Cirurgia Plástica, é frequentemente convidada a palestrar em congressos relevantes da especialidade no Brasil e no exterior.
Em 2025, foi premiada por seu trabalho no Congresso Mundial de Cirurgia Plástica da ISAPS, realizado em Singapura, reconhecimento concedido a um grupo restrito de especialistas. Sua agenda internacional inclui ainda convites para palestras no congresso da sociedade espanhola de cirurgia plástica, em Madri.
Criadora da técnica Singular Restore®, alia ciência e arte para alcançar resultados naturais, nos quais a jovialidade se destaca sem evidência de intervenção cirúrgica. Seu trabalho é pautado pela individualidade facial e pela preservação da identidade de cada paciente.
Procurada por pacientes de diferentes países, também recebe semanalmente médicos do Brasil e do exterior interessados em conhecer sua abordagem técnica.
O projeto surge da confluência de culturas da capital federal e da economia cultural efervescente da rede criativa do Distrito Federal
Do samba ao Hip Hop, da capoeira às artes gráficas, do urbano ao popular, o DF borbulha potência de uma mistura rica de construções e influências culturais, se consolidando como uma rede de diversidade e construção coletiva. É dessa fervencia artística e cultural que, entre abril e junho, o Caldeirão Cultural vai de Norte a Sul do DF, ocupando 10 territórios para serem ponto de encontro entre artistas, produtores, técnicos e agentes culturais do DF, em ações formativas e programações culturais.
Com o objetivo de ocupar os espaços e ferramentas culturais já existentes e resistentes do DF, o projeto terá programação em diferentes locais como Cruzeiro, Ceilândia, Taguatinga, Plano Piloto, Vila Telebrasília, Varjão e Sobradinho. As oficinas vão da pintura em tie-dye, aos bonecos gigantes, passando por percussão popular, breaking dance, capoeira, capoeira angola, dança terapêutica, dança charme, dança de salão e manutenção de instrumentos musicais. O projeto também realiza rodas de samba, apresentações de jazz, shows musicais, circuitos de lazer, arraiais e apresentações culturais.
Em sua primeira edição, em março, o Caldeirão Cultural esteve na Casa do Hip Hop, com quatro dias de programação extensa voltada para a cultura urbana e manifestações do movimento hip hop, como o grafite, batalha de rima e oficina de DJ. Depois, a Associação Recreativa Unidos do Cruzeiro (ARUC) recebeu rodas e oficinas de samba. Em abril, também aconteceu o lançamento do projeto Amplifica junto com a Infinu, para a realização de shows, oficinas e a construção de uma rede de negócios, e a Feira Motim, realizada no Conic, em parceria com a Birosca.
Para a co-fundadora da Casa do Hip Hop de Ceilândia DJ Jamaika Laiz Cecília, o Caldeirão Cultural reconhece aqueles que seguem fazendo e transformando a cultura no DF, movimentos que perduram há anos e espaços de perseverança e construção. “Ceilândia sempre foi um território de resistência, de criação. Sempre foi um lugar onde a juventude se expressa, cria e se vira com o que tem”, afirma. “É dar visibilidade pra quem já faz e que já transforma todos os dias, mesmo com pouco recurso.”
Nos meses seguintes, outros espaços importantes para a cena cultural do DF também irão receber oficinas e programações artísticas inéditas, percorrendo desde as expressões urbanas até as manifestações de cultura popular. Os próximos espaços a receberem o projeto são: Acadêmicos da Asa Norte, Instituto Palco Cultural, Grupo Cultural Azulim, Batalhão das Artes, Janela das Artes e Coletivo Pé Direito da Vila Telebrasília.
Evento celebra gastronomia artesanal e afetiva em clima de festa junina
O espírito de São João vai tomar conta do Casapark com uma edição especial da Feira Panela Candanga. Reconhecida por incentivar pequenos produtores e destacar a culinária artesanal e afetiva do Distrito Federal, a feira retorna inspirada nas tradições juninas, reunindo sabores típicos, receitas autorais e muita cultura popular.
De 25 a 28/6 (quinta a domingo), o público poderá embarcar em uma verdadeira jornada gastronômica pelos sabores do Brasil. Do milho presente nas receitas nordestinas às delícias típicas da região Sul, além de influências internacionais reinterpretadas com criatividade, carinho e identidade local, a feira oferece experiências para todos os paladares. Cada produto é preparado por empreendedores do DF que trabalham com dedicação, ingredientes selecionados e histórias que enriquecem cada receita.
Além das opções gastronômicas, a programação contará com decoração temática, música regional e atrações para toda a família. Entre as atividades estão um espaço para troca de figurinhas do álbum da Copa.
O evento promove atividades voltadas para adultos e crianças. Na quinta-feira (25), a Cruls Cervejaria promove uma aula-show dedicada às principais escolas cervejeiras do mundo, conduzindo o público por uma jornada de conhecimento e degustação que percorre as tradições alemã, belga, inglesa e americana.
No sábado (27), crianças de 3 a 8 anos poderão participar da oficina gastronômica “Fui Eu Que Fiz no Arraial”, realizada na Praça Central em duas turmas, às 14h e às 15h. Com vagas limitadas a 15 participantes por horário, a atividade convida os pequenos a decorar mini bolos inspirados no universo das festas juninas. As inscrições custam R$ 15 e devem ser realizadas pelo Sympla.
Encerrando a programação, no domingo (28), das 14h às 15h, o Palhágico Chou Chou apresenta o espetáculo “Mágica na Feira”, reunindo humor, ilusionismo e interação em uma atração pensada para toda a família. A participação é gratuita, sujeita à capacidade do espaço.
A edição junina da Panela Candanga reforça seu compromisso com a valorização da economia criativa, do fazer manual e da produção local, aproximando quem produz com paixão de quem valoriza o consumo consciente. A realização do evento segue contando com o importante apoio do Sebrae DF, parceiro fundamental no fortalecimento dos pequenos negócios e na promoção da gastronomia regional.
Sabores e Saberes:
Entre os destaques desta edição estão os produtos artesanais como azeites aromatizados, geleias, pestos, pastas, chutneys, cafés especiais, brigadeiros, doce de leite, licores, pimentas e molhos artesanais. Os visitantes também encontrarão queijos de diversas regiões do país, salames artesanais, chimias, ambrosias, mel, ovos caipiras, farofas, pamonhas e outros produtos típicos. E também diversos produtos com foco na inclusão de pessoas veganas, celíacas, diabéticas e intolerantes.
A feira contará ainda com uma ampla variedade de panificados e confeitaria artesanal, incluindo pães de fermentação natural, massas artesanais, focaccias, croissants, pain au chocolat, cucas alemãs, bolachas gaúchas, pães de mel, brownies, cookies, cheesecakes, tortas, quindins, macarons, bombons artísticos, chocolates finos, brigadeiros gourmet, trufas, alfajores, medialunas argentinas e diversas sobremesas em pote.
Os apreciadores de café poderão degustar diferentes cafés especiais, servidos em métodos variados, além de conhecer utensílios e acessórios para o preparo da bebida.
Para consumo in loco, o público encontrará empanadas argentinas, raclette, sanduíches artesanais, pães de queijo recheados, tortas salgadas, kits de fondue e outras opções com a temática junina.
As bebidas também terão espaço de destaque, com chopes artesanais, cervejas de diversos estilos, gins, drinks especiais, xaropes para coquetelaria, cachaças e bebidas premium, quentão de vinho e outras novidades.
Participam do Evento os Expositores:
Amanda Marchi Confeitaria, Apuã Gin, Ararauna Craft Distillery, Bão Que Só Empório Mineiro, Bem Dita Torta, Casa Menon Pães e Massas Artesanais, Chimichurri Costumes Argentinas, Cruls Cervejaria, Dona Osmá Cozinha Artesanal, Empório Mathia, Empório Tetê Franco, Esterliê Doces Finos, Gaúcha Prendada, Grãos do Cerrado Cafés Especiais, Großbräu Cervejaria, Império Gaúcho, Jana’s Doces, Le Pain Du Jur, Lumo Conservas e Temperos, O Quindim Artesanal, Pão de Mel Cheio de Graça, Pão de Queijo Bão Demais, SerAmor Gourmet, Swiss Gourmet, Tudo Zero Confeitaria Inclusiva
Serviço:
Feira Panela Candanga Especial Junina
Feira de produtores locais e nacionais, plataforma colaborativa de celebração, impulsionamento à cultura gastronômica local
Projeto realiza etapas das modalidades em diferentes pontos simbólicos da capital, com inscrições gratuitas e foco no direito à cidade. As inscrições vão até dia 03/06
Brasília recebe, ao longo do mês de junho, o Circuito Orla Livre, projeto que une esporte, lazer e ocupação dos espaços públicos em uma programação gratuita voltada à democratização do acesso à cidade. A iniciativa promove campeonatos de skate e uma competição de natação em águas abertas em diferentes pontos do Distrito Federal, como a Praça do Povo, o Setor Bancário Sul, o Deck Sul e a Orla do Lago Paranoá. As inscrições ainda estão abertas até 03/06 no link forms.gle/ydxgHkpxCVRMwbZw5.
Realizado pelo Instituto No Setor, o projeto nasce com a proposta de estimular o uso coletivo e democrático de espaços tradicionalmente marcados por disputas urbanas e desigualdades de acesso. A programação prevê três etapas de campeonato de skate, nos dias 7, 14 e 21 de junho, além de uma competição de natação no Lago Paranoá, no dia 28 de junho.
As inscrições para as etapas de skate já estão abertas pelo perfil oficial do projeto no Instagram, enquanto as inscrições para a competição de natação serão divulgadas posteriormente.
Além do impacto social e urbano, o projeto também busca fortalecer a cultura esportiva da capital. Para Francisco “Chiquinho” Pessanha, referência da cena do skate no DF e presidente da Associação de Skate da Capital (ASC DF), iniciativas como essa ajudam a ampliar o acesso ao esporte e movimentar toda a cadeia cultural ligada à modalidade.
“Brasília tem uma cultura do skate muito forte e um número enorme de praticantes. Então é importante fomentar esse tipo de evento, ainda mais com inscrições gratuitas, porque conseguimos alcançar pessoas de várias regiões do Distrito Federal e fortalecer tanto a prática esportiva quanto o mercado e a cultura do skate”, afirma.
O Circuito Orla Livre pretende beneficiar diretamente cerca de 300 participantes a partir dos 12 anos, incluindo atletas amadores, iniciantes e público interessado em práticas esportivas e lazer. O projeto também prevê comissão técnica qualificada, arbitragem especializada, regulamentos específicos por modalidade e kits de participação para os inscritos.
Os participantes receberão camiseta oficial, sacochila, viseira, squeeze, kit lanche e medalha de participação, além de itens voltados às modalidades esportivas realizadas durante o circuito.
Entre os objetivos centrais da iniciativa estão a promoção do acesso democrático ao esporte, a formação cidadã, o incentivo a hábitos saudáveis e o estímulo ao bem-estar físico e psicológico.
Segundo Rafael Reis, diretor-presidente do Instituto No Setor, o Circuito Orla Livre dialoga diretamente com debates sobre direito à cidade e acesso aos espaços públicos no Distrito Federal. “O projeto traz muito essa perspectiva de ocupar o lago, que tem uma simbologia no imaginário de quem é de Brasília como cartão-postal, mas que para grande parte da população ainda é um espaço distante. O Circuito Orla Livre fala sobre democratizar o acesso à cidade, disputar esse imaginário e construir uma Brasília onde as pessoas possam ocupar os espaços para além do trabalho”, afirma.
Rafael destaca ainda que o projeto se conecta ao histórico de luta pela democratização da Orla do Lago Paranoá e pela valorização dos espaços públicos do Plano Piloto. “O Setor Comercial Sul e o Lago Paranoá têm uma simbologia muito forte porque podem ser espaços de encontro de todo o Distrito Federal. A gente quer defender o direito à cidade aqui, enfrentar a aporofobia aqui e garantir que o trabalhador que vem ao Plano Piloto apenas para trabalhar também possa usufruir da cidade, praticar esporte, ter lazer e ocupar os espaços públicos”, completa.
Programação: 07/06 — Etapa 1 do Campeonato de Skate — Praça do Povo — 8h às 20h 14/06 — Etapa 2 do Campeonato de Skate — Setor Bancário Sul — 8h às 20h 21/06 — Final do Campeonato de Skate — Deck Sul — 8h às 20h 28/06 — Competição de Natação — Orla do Lago Paranoá — 7h às 16h
Assistir aos jogos da Copa com boa comida, praticidade e sem precisar sair de casa é a proposta dos novos kits temáticos lançados pelo Ernesto Cafés Especiais. A cafeteria preparou duas opções especiais para quem quer reunir amigos e familiares em frente à televisão e transformar cada partida em uma experiência gastronômica completa.
Com embalagens personalizadas para viagem, os kits reúnem alguns dos produtos mais apreciados da cozinha do Ernesto, combinando pães artesanais, frios selecionados, acompanhamentos exclusivos e bebidas. A proposta é oferecer uma solução pronta para compartilhar, sem abrir mão da qualidade e do sabor que já são marcas da casa.
O Kit Canarinho, ideal para duas pessoas, custa R$ 109,00 e inclui:
Batata Juju (100g);
2 bebidas (refrigerante, água tônica, água com gás, água sem gás, suco ou cerveja);
Porção de Pães do Dia (5 fatias + complementos);
Tomate Confitado (100g);
Copa Lombo (100g);
Queijo Mussarela (100g);
Relish de Cebola (50g);
Maionese da Casa (60g / 2 ramequins).
Já o Kit Campeão, pensado para grupos de até cinco pessoas, está disponível por R$ 217,00 e reúne:
Batata Juju (100g);
5 bebidas (refrigerante, água tônica, água com gás, água sem gás, suco ou cerveja);
Porção de Pães do Dia (5 fatias + complementos);
Tomate Confitado (200g);
Copa Lombo (100g);
Queijo Mussarela (200g);
Relish de Cebola (100g);
Maionese da Casa (60g / 2 ramequins);
Porção de Pão de Queijo (10 unidades);
Dupla de Brioches da Fazenda.
A iniciativa busca levar para dentro de casa a experiência acolhedora do Ernesto Cafés Especiais, oferecendo uma alternativa prática para quem deseja aproveitar os jogos com uma mesa bem servida. Os kits estarão disponíveis por tempo limitado durante o período da competição.
Serviço
Kit Canarinho (2 pessoas) Valor: R$ 109
Kit Campeão (5 pessoas) Valor: R$ 217
Encomendas: 61 99453-1302 Retirada: na loja da Asa Norte ou recebimento em endereço
Preço de frete: (consultar o Ernesto sobre outros locais) Asa Norte R$ 25,00 Asa Sul R$ 30,00 Águas Claras R$ 45,00 Cruzeiro R$ 35,00 Octogonal R$ 35,00 Sudoeste R$ 35,00 Noroeste R$ 30,00 Guará R$ 40,00 Lago Norte R$ 35,00 Park Sul R$ 20,00
Especialista esclarece dúvidas dos tutores e dá dicas para reduzir o medo, a ansiedade e o estresse nas comemorações da Copa do Mundo
Fogos de artifício, rojões e estalinhos são tradição nas festas juninas e nos jogos da Copa, mas também estão entre os principais causadores de medo e estresse em cães e gatos. O aumento dos ruídos pode provocar tremores, tentativas de fuga, mudanças de comportamento e até problemas de saúde.
A médica veterinária e professora de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Brasília (CEUB), Rafaela Barbosa, explica o que é mito e o que é verdade quando o assunto é proteger os pets dos impactos provocados pelos estampidos.
Algodão no ouvido ajuda? PARCIALMENTE VERDADE. Embora o algodão possa reduzir um pouco a intensidade dos sons, ele não elimina o desconforto causado pelos ruídos e pode até incomodar alguns animais. “O algodão pode abafar parcialmente o barulho, mas não resolve o problema sozinho. O mais importante é oferecer um ambiente seguro e protegido, onde o animal se sinta confortável”, explica Barbosa. A recomendação é manter cães e gatos em ambientes fechados, com portas, janelas e cortinas fechadas para reduzir os estímulos externos.
Dar calmantes é uma boa alternativa? MITO. Medicamentos, inclusive os considerados naturais, podem provocar efeitos adversos quando administrados sem orientação profissional. “Cada animal possui características e necessidades específicas. Qualquer medicação deve ser prescrita por um médico veterinário após avaliação individual”, alerta a especialista do CEUB.
Isolar o animal ajuda a reduzir o medo? DEPENDE. Um ambiente tranquilo pode ajudar, mas o isolamento nem sempre é a melhor solução. “O ideal é que o animal tenha acesso a um local seguro e familiar, com a possibilidade de se esconder se desejar. A presença de uma pessoa de confiança também pode trazer mais conforto e segurança”.
Música e TV ajudam a mascarar os ruídos? VERDADE. Música ambiente, televisão ligada ou até ruído branco podem ajudar a reduzir a percepção dos estampidos. “O objetivo é mascarar parte dos sons externos sem aumentar ainda mais os estímulos. O ideal é que o pet já esteja acostumado a esses sons antes das comemorações”, orienta a médica veterinária.
Gatos sofrem menos do que cães com os fogos? MITO. Os gatos também são bastante sensíveis aos ruídos, mas costumam demonstrar o estresse de forma diferente. “Enquanto os cães geralmente vocalizam, tremem ou procuram os tutores, os gatos tendem a se esconder, reduzir a alimentação e ficar mais retraídos”, explica Rafaela. Em alguns casos, o estresse pode desencadear alterações urinárias e episódios de cistite idiopática felina.
Um susto pode deixar traumas duradouros? VERDADE. Experiências negativas envolvendo explosões e estampidos podem gerar fobias e aumentar a sensibilidade dos animais a ruídos futuros. “Alguns pets desenvolvem ansiedade antecipatória e passam a reagir de forma intensa mesmo a sons menos fortes. O medo pode se tornar progressivo se não for acompanhado adequadamente”, destaca a veterinária do CEUB.
DICAS | O que fazer para proteger os pets? A principal orientação é agir de forma preventiva, preparando o ambiente antes do início das festas ou dos jogos.
Entre os cuidados mais importantes estão:
Manter cães e gatos em ambientes seguros e fechados;
Disponibilizar esconderijos e locais de refúgio;
Utilizar sons ambientes para mascarar os ruídos externos;
Evitar medicar os animais sem orientação veterinária;
Observar mudanças de comportamento e sinais de sofrimento;
Buscar ajuda profissional nos casos de medo intenso ou recorrente.
Além dos cuidados adotados pelos tutores, a docente do CEUB destaca a importância da conscientização sobre os impactos dos fogos e estalinhos na saúde animal. “Nem sempre é possível evitar completamente os ruídos, mas podemos minimizar seus efeitos. O mais importante é respeitar os sinais de medo, oferecer acolhimento e buscar orientação profissional quando necessário”, conclui Rafaela Barbosa. Para animais com histórico de ansiedade ou reações intensas a barulhos, a recomendação é procurar acompanhamento veterinário antes do período de festas e comemorações.
Professora de Educação Física do CEUB explica o que observar antes de contratar atividades de aventura e lista sinais que podem indicar riscos à segurança
A procura por atividades como tirolesa, rapel, escalada, trilhas, paraquedismo e saltos em altura cresceu nos últimos anos entre pessoas que buscam adrenalina, contato com a natureza e superação de limites. Mas a repercussão de um acidente fatal em atividade de aventura nesta semana reacendeu alerta: como saber se uma experiência oferece condições adequadas de segurança? Leandra Batista, professora do curso de Educação Física do Centro Universitário de Brasília (CEUB), lista critérios que podem ajudar o consumidor a identificar operações mais preparadas e reduzir os riscos de acidentes.
“A emoção faz parte da proposta dessas atividades, mas ela não pode vir à frente da segurança. O praticante precisa entender que a escolha da empresa, dos profissionais e dos equipamentos é tão importante quanto a experiência em si”, afirma. Para a especialista, um dos erros mais comuns é escolher uma atividade apenas pelas fotos nas redes sociais ou pelo preço mais baixo: “É fundamental pesquisar a empresa, as avaliações de clientes e saber quem são os profissionais responsáveis pela operação.”
A busca por adrenalina não deve significar assumir riscos desnecessários. “O esporte de aventura pode ser uma experiência positiva quando existe planejamento, orientação adequada e respeito aos protocolos. Segurança não diminui a emoção; ela permite que a atividade aconteça da forma correta”, destaca a docente do CEUB. Segundo ela, todo participante deve fazer algumas perguntas antes de contratar atividade de aventura.
Entre os principais pontos de atenção antes de contratar, estão:
A empresa oferece orientações antes da atividade? Toda atividade de aventura deve incluir um briefing de segurança, com explicações sobre os equipamentos, os riscos envolvidos e os procedimentos que devem ser seguidos durante a prática. “A ausência de orientações ou uma explicação muito superficial pode ser um sinal de alerta”, destaca.
Os equipamentos estão em boas condições? Capacetes, cordas, mosquetões, cadeirinhas, coletes e sistemas de ancoragem precisam passar por inspeções frequentes. “O participante não precisa ser especialista para perceber quando um equipamento está mal conservado ou quando não existe uma rotina visível de conferência antes do uso.”
Há profissionais capacitados acompanhando a atividade? Segundo Leandra, a presença de instrutores treinados e em número compatível com o grupo é fundamental. “Uma operação segura depende de supervisão constante. É importante que existam profissionais disponíveis para orientar e agir rapidamente em caso de emergência.”
Existe um plano para situações de emergência? Outro ponto é verificar se a empresa possui protocolos para primeiros socorros, resgate e acionamento de equipes especializadas. “Mesmo quando tudo é planejado corretamente, imprevistos podem acontecer. Por isso, a resposta à emergência também faz parte da segurança.” Leandra reforça que muitas ocorrências estão relacionadas a falhas em procedimentos considerados básicos: “Em diversas modalidades, os acidentes acontecem justamente quando protocolos de segurança deixam de ser seguidos ou quando etapas de conferência são negligenciadas”.
O preparo físico também conta Além da estrutura oferecida pela empresa, especialistas lembram que a condição física do praticante também influencia diretamente a segurança. Fadiga excessiva, problemas cardiovasculares, lesões prévias ou limitações físicas podem aumentar os riscos durante atividades que exigem força, resistência ou coordenação motora. “Nem sempre a pessoa precisa ser atleta, mas é importante conhecer seus limites e respeitar as orientações dos profissionais.”
5 sinais de alerta antes de iniciar uma atividade de aventura Antes de iniciar uma atividade de aventura, vale redobrar o cuidado se houver:
Equipamentos desgastados ou com aparência de má conservação;
Falta de orientações de segurança;
Pressa para iniciar a atividade;
Equipe desorganizada;
Ausência de conferência dos equipamentos antes do uso.
Especialista do CEUB ensina como escolher os pratos típicos das festas juninas, equilibrar as porções e aproveitar o arraiá sem abrir mão da alimentação saudável
Pamonha, canjica, curau, pé de moleque, paçoca, bolo de milho e pastel. Com tantas tentações à mesa, as festas juninas desafiam quem busca manter uma alimentação equilibrada. A boa notícia é que não é preciso abrir mão das tradições para cuidar da saúde. Com escolhas conscientes e moderação nas porções, é possível aproveitar o melhor do arraiá sem comprometer os resultados conquistados ao longo do ano.
Segundo a professora de Nutrição do Centro Universitário de Brasília (CEUB), Pollyana Ayub, o segredo está no equilíbrio. “As preparações típicas das festas juninas não são proibidas. O importante é fazer escolhas ao longo da festa e evitar o consumo exagerado de vários alimentos calóricos ao mesmo tempo”, orienta.
Os vilões da quermesse Entre os alimentos que merecem maior atenção estão aqueles que concentram grandes quantidades de açúcar e gordura. É o caso do pé de moleque, da paçoca, do arroz-doce preparado com leite condensado, dos bolos tradicionais e de outras sobremesas típicas. Os fritos, como o pastel, também entram na lista. “Muitos desses alimentos possuem alta densidade calórica e baixo valor nutricional quando consumidos em excesso. Isso não significa que devam ser eliminados da alimentação, mas consumidos com moderação e dentro de um contexto de equilíbrio”, explica a nutricionista.
O que pode entrar no cardápio sem culpa Nem tudo nas festas juninas representa um desafio para a dieta. Diversos pratos típicos fazem parte de alimentação saudável, sobretudo quando preparados com ingredientes mais naturais e menos processados. Entre as opções recomendadas estão milho cozido, pipoca simples, caldos preparados sem excesso de embutidos e espetinhos de carnes magras.
“O milho cozido é uma excelente opção por ser fonte de fibras e proporcionar saciedade. Também vale apostar em espetinhos de frango ou carne magra acompanhados de vinagrete, além de caldos mais leves, como canja ou caldo de milho sem linguiça”, destaca a docente do CEUB.
Como montar um prato junino mais saudável? Para quem quer saborear as delícias da época sem exageros, a especialista sugere uma combinação simples: escolher um alimento típico, uma fonte de proteína e apenas uma sobremesa.
Algumas sugestões são:
Milho cozido + espetinho de frango + vinagrete + pequena porção de canjica;
Caldo simples + milho cozido ou pipoca + uma paçoca pequena;
Pamonha pequena sem recheio + espetinho de carne magra + uma sobremesa em porção reduzida.
“O problema geralmente não está em um alimento específico, mas na soma de várias preparações ricas em açúcar, gordura e frituras consumidas na mesma refeição”, ressalta a nutricionista.
Pequenas atitudes fazem diferença Além da escolha dos alimentos, alguns hábitos ajudam a evitar exageros durante as comemorações. A principal recomendação é não chegar à festa com muita fome. “Fazer uma refeição leve antes de sair, como fruta com iogurte ou salada, reduz a chance de consumir grandes quantidades de alimentos mais calóricos por impulso”, afirma.
A nutricionista também recomenda:
Escolher um ou dois pratos preferidos da festa;
Dar preferência a porções menores;
Evitar preparações com excesso de leite condensado, bacon e frituras;
Reduzir o consumo de refrigerantes e bebidas açucaradas;
Manter uma boa hidratação ao longo do evento.
Segundo Pollyana, não há necessidade de compensações radicais após uma noite de excessos. “No dia seguinte, basta retomar a rotina alimentar normalmente, priorizando frutas, verduras, água e proteínas magras. A alimentação saudável também inclui momentos de celebração e convivência. O segredo está no equilíbrio, não na restrição excessiva”, conclui a docente do CEUB.
Arte, moda circular, design, música, gastronomia e criatividade marcaram o primeiro dia da feira, que reúne cerca de 30 marcas participantes dentro da programação da Brasília Design Week
O Memorial dos Povos Indígenas ganhou novos sons, novas cores e novos encontros neste sábado (20). Integrando a programação da Brasília Design Week 2026, a Varanda BDW abriu suas portas reunindo moda circular, design autoral, arte, gastronomia, música e empreendedorismo criativo em uma celebração que transformou o espaço em um dos pontos mais vibrantes da cidade.
Ao longo do dia, visitantes circularam entre araras, peças exclusivas, acessórios, trabalhos artesanais, criações independentes e histórias de empreendedores que fazem da criatividade uma ferramenta de geração de renda, identidade e sustentabilidade. A atmosfera foi embalada pelo set da DJ Sarah Magalhães, conhecida como Sarah Canela, que trouxe personalidade e leveza à experiência. Designer de joias e participante do Circuito de Ateliês da BDW26, Sarah representa a diversidade criativa que marca esta edição do evento, transitando entre música, design e produção autoral.
Com cerca de 30 marcas participantes, a Varanda BDW reúne brechós, artistas, designers, artesãos e criadores independentes em uma programação que dialoga diretamente com o tema da Brasília Design Week deste ano, Design que Conecta Territórios. Mais do que uma feira, a iniciativa promove o encontro entre diferentes formas de criar, produzir e consumir, aproximando o público de peças únicas e de processos criativos que dificilmente são encontrados nos circuitos convencionais do varejo.
Para a idealizadora da Brasília Design Week, Caetana Franarin, a receptividade do público confirma a força da economia criativa e da produção independente brasileira. “A Varanda tem uma energia muito especial porque aproxima as pessoas dos criadores. Quem visita encontra produtos, mas encontra também histórias, processos, referências culturais e muito talento. É um espaço que valoriza a criatividade em sua forma mais humana e acessível. Ver o Memorial ocupado por tanta diversidade criativa é algo que reforça exatamente o propósito da BDW”, comemora Franarin.
Entre os visitantes, a servidora pública Pâmela, de 23 anos, saiu da feira com novas aquisições e uma impressão bastante positiva da experiência. “Eu estou adorando. Não imaginava que teriam tantas peças diferentes. Todo mundo trouxe uma curadoria muito fina e muito fora do padrão. Já levei um blazer rosa de uma cor que você não encontra em qualquer loja de departamento e várias bijuterias feitas em aço. Tem uma variedade incrível e coisas realmente diferentes.”
A expositora Cristiane Meireles, do brechó Impression by Cris Meireles, destacou a oportunidade de reunir diferentes expressões criativas em um mesmo ambiente. “A experiência está sendo incrível porque conseguimos reunir arte, cultura, design, moda e moda circular. É o casamento perfeito. Eu trouxe uma curadoria com bastante artesanato, trabalhos manuais, bordados e crochês justamente para dialogar com esse espaço. É uma oportunidade única para o público prestigiar todas essas manifestações ao mesmo tempo, em uma única visita”, faz questão de ressaltar.
Quem não conseguiu visitar a feira neste sábado terá uma nova oportunidade neste domingo (21), último dia da Varanda BDW 2026. A programação continua das 10h às 18h no Memorial dos Povos Indígenas, com entrada gratuita, reunindo moda circular, design, arte, gastronomia e música em um ambiente que celebra a criatividade brasileira em suas múltiplas formas.
A programação reforça que a experiência da Brasília Design Week continua além da semana principal do evento. A exposição Design que Conecta Territórios permanece aberta ao público até 12 de julho no Memorial dos Povos Indígenas, reunindo obras, instalações e criações de designers brasileiros e latino-americanos que ajudam a consolidar Brasília como um importante centro de produção e difusão do design contemporâneo.
Experiências que vêm produzindo resultados na prevenção do câncer, no atendimento ao acidente vascular cerebral (AVC) e na modernização dos serviços de saúde estarão em debate na Maratona Temática Boas Práticas em Saúde Pública, promovida pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) nos dias 22 e 23 de junho. Gratuito e aberto ao público, o evento reunirá gestores, especialistas e representantes de órgãos de controle para discutir soluções voltadas ao aprimoramento da gestão do Sistema Único de Saúde (SUS) e da qualidade dos serviços prestados à população.
Em sua terceira edição, a maratona contará com palestras e mesas de debate voltadas à disseminação de experiências bem-sucedidas e ao fortalecimento da gestão do SUS. A programação terá a participação de representantes do TCDF, da Secretaria de Saúde do DF, da Controladoria-Geral do DF, do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), do Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo (TCE-ES), além de gestores municipais de diferentes regiões do país e instituições hospitalares de referência.
A discussão ganha ainda mais relevância em um contexto de aumento das doenças crônicas e da pressão sobre os sistemas de saúde. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o Brasil deve registrar 781 mil novos casos de câncer por ano até 2028. O acidente vascular cerebral (AVC), por sua vez, foi a terceira principal causa de morte e incapacidade no mundo, com cerca de 93,8 milhões de casos registrados e 11,9 milhões de novos diagnósticos, segundo estudo divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O cenário reforça a importância de políticas públicas capazes de ampliar o acesso à prevenção, ao diagnóstico e ao tratamento oportuno.
Como parte das medidas voltadas ao aprimoramento da assistência, o Tribunal determinou que a Secretaria de Saúde do Distrito Federal apresentasse um plano de ação para implementar o teste de mapeamento genético em mulheres com alto risco de câncer de mama. Embora previsto em lei desde 2020, o procedimento ainda não era oferecido na rede pública.
Outra fiscalização do TCDF identificou falhas no tratamento de pacientes oncológicos, incluindo desabastecimento de insumos necessários à quimioterapia e deficiências no controle de estoques. Diante das irregularidades constatadas, o Tribunal determinou ao Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) a adoção de medidas para regularizar o fornecimento de medicamentos.
Experiências de sucesso
Entre os destaques da programação está o Joinvasc, programa desenvolvido em Joinville (SC) voltado ao atendimento integral de pacientes com AVC, considerado referência nacional na área. No Distrito Federal, a subsecretária de Atenção Integral à Saúde, Raquel Mesquita, apresentará os resultados do programa “O câncer não espera e o GDF também não”.
A programação também abordará temas como transformação digital da saúde no Rio de Janeiro, uso de dados e governança, estratégias para ampliar o acesso ao SUS com os recursos disponíveis, experiência de Belo Horizonte na construção de Unidades Básicas de Saúde (UBSs) por meio de parceria público-privada (PPP) e o papel dos órgãos de controle na promoção de boas práticas e da inovação na gestão pública.
Serviço Maratona Temática Boas Práticas em Saúde Pública 📅 22 e 23 de junho 📍 Plenário do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) 💻 Evento gratuito e aberto ao público 📝 Inscrições abertas até 19 de junho por meio do link: https://www2.tc.df.gov.br/saudepublica/
Acompanhando clamor dos brasileiros, ação nacional prevêcupons e bônus de até R$ 99 para consumidores e parceiros de mobilidade, 99Entrega e 99Food com variações do nome“Endrik”
No Brasil não se fala em outra coisa: o nome do jogador Endrickestá na boca do povo. Segundo o Google Trends, na últimasemana, a busca por “Por que o Endrick não está jogando?” cresceu mais de 3.500%. Atenta às conversas de seusconsumidores e parceiros, a 99 e 99Food transformaram o clamor em uma ação promocional que une futebol, entretenimento e conveniência.
Para entrar no clamor e clima da torcida, a 99, que reúnesoluções de mobilidade, entregas, delivery e serviçosfinanceiros, realiza nesta sexta-feira (19), durante o dia todo, a campanha nacional “O Brasil está pedindo, a 99 vaientregar”. A mecânica é simples: os consumidores que fizerempedidos nas categorias de mobilidade, 99Entrega e 99Food e forem atendidos por parceiros chamados Endrik, Hendrick, Endrique ou Hendrique receberão R$99 em cupons. Osparceiros com nomes homônimos, de acordo com o regulamentodisponibilizado na plataforma, também receberão R$ 99* na99Pay, conta digital da plataforma, basta completar 3 corridasnesta sexta-feira com entrega de itens, comida ou corrida.
A campanha será divulgada nos canais digitais da 99, incluindovídeos nas redes sociais, banners e notificações dentro do aplicativo para usuários e parceiros. A amplificação contaráainda com conteúdos produzidos por criadores e influenciadores, como Banca Digital e Fred Bruno.
“Nossa ideia é trazer um tom leve e bem humorado. A iniciativanos aproxima ainda mais dos assuntos que movimentam o dia a dia das pessoas, conectando tudo o que oferecemos: mobilidade, entregas, conta digital e delivery de comida”, destaca Ana Verroni, CMO da 99.
*Os valores serão creditados até quarta-feira (24/06) com todas as comunicações sendo realizadas dentro do aplicativo da 99.
Sobre a 99Food
A 99Food, plataforma de delivery da 99, segue avançando em seu planonacional de expansão, sustentado por um investimento de R$2 bilhões atéjunho de 2026. Em março deste ano, o serviço já alcançava mais de 70 cidades e mantém ritmo acelerado de crescimento, com a meta de atingir100 localidades nos próximos dois meses.
Sobre a 99
A 99 é uma empresa de tecnologia focada em conveniência e soluções parao dia a dia dos brasileiros. Parte da DiDi Global Inc., líder mundial emmobilidade, conecta pessoas em todo o Brasil com serviços de transporte, pagamentos e delivery — tudo em um único aplicativo.
A Colônia Bom Pastor convida você para participar da nossa deliciosa campanha do Chocolate Solidário. A mobilização de arrecadação de fundos existe ha 29 anos e toda a renda obtida será destinada à manutenção de nossos projetos sociais, que atendem famílias e crianças do Paranoá e Itapoã, além de promover grupos de apoio às mulheres e atividades de educação e cultura.
Estamos na reta final da Campanha. Faltam apenas 108 pedidos para atingirmos nossa meta de 330 garrafas.
Produto: Chocolate artesanal exclusivo (500ml) Valor: R$ 42,00 por garrafa Prazo para encomendas: Até dia 22 de junho (sábado)
Retirada: Sábado, 27 de junho, das 15h30 às 16h. Local: EQS 108/308 Sul, Estacionamento da Biblioteca Escolar
Garanta o seu chocolate e apoie este trabalho social. Encomendas com Kátia: (61) 98107-0667
IMPORTANTE – Os chocolates comprados e não retirados no dia da Campanha serão doados para comunidade em situação de vulnerabilidade.
Até 19 de julho, a Birosca recebe uma programação que une futebol, música, gastronomia e cultura com atrações como Leci Brandão, Os Garotin, Benzadeus, Velha Guarda da Portela, e artistas da cena brasiliense.
Entre os meses de junho e julho, a Birosca, no Conic, recebe o Arena Brasil, apresentações de grandes nomes da nossa música, gastronomia, experiências culturais e uma programação que transforma o futebol em um grande evento de convivência e celebração.
Instalado no Setor de Diversões Sul, ao lado da Rodoviária do Plano Piloto, o espaço surge com a proposta de ocupar de forma criativa uma das áreas mais emblemáticas da capital federal. A Birosca será transformada em uma verdadeira arena de experiências, com múltiplas telas para transmissão dos jogos, estrutura de bares, gastronomia de rua, mixologia tropical e uma programação artística que reúne alguns dos principais nomes da música brasileira.
Próximos jogos da Seleção
Na sexta-feira (19/6), quando a Seleção enfrenta o Haiti, o Arena recebe o Buraco do Tatu e Convidados, Calango Careta, Aparelhinho e Ray Ferreira. Já em 24 de junho, na partida contra a Escócia, a programação reúne Os Garotin, Luara Baggi, Umiranda e J4K3.
À medida que a Copa avança, o Arena Brasil segue acompanhando cada etapa da competição. Em 29 de junho, durante os 16 avos de final, o destaque fica para o encontro entre Samba da Tia Zélia e Velha Guarda da Portela, em uma programação que também reúne Ray Ferreira, Breno Alves, DJ A e Paula Torelly. No dia 5 de julho, durante as oitavas de final, a programação recebe Benzadeus, Negritah, Chicco Aquino e Israel Paixão. Já em 11 de julho, nas quartas de final, o público poderá conferir shows de Leci Brandão, Libertina, Samba da Passarinha e Jess Ullun.
Diversidade no palco
Mais do que acompanhar partidas de futebol, o público será convidado a vivenciar uma experiência que celebra a riqueza cultural brasileira dentro e fora de campo. “A Copa do Mundo transforma o futebol em um grande momento de encontro e celebração. Nesse contexto, o Arena Brasil nasce como uma grande casa do torcedor brasileiro, conectada à diversidade cultural do país”, destaca Pedro Batista, CEO da Influ Produções, idealizadora e realizadora do projeto.
Para o produtor, Brasília reúne características únicas para receber a iniciativa. “Brasília potencializa isso de forma única. Por reunir pessoas de todos os estados, a cidade representa a mistura de sotaques, estilos e formas diferentes de viver e torcer”, completa.
Caso o Brasil avance na competição, o Arena Brasil seguirá acompanhando a trajetória da Seleção com programações especiais durante a semifinal, em 14 de julho, e na grande final, em 19 de julho, mantendo a proposta de reunir futebol, música e celebração coletiva em um só espaço.
Acesso democrático
Com localização estratégica, fácil acesso por transporte público e ampla oferta de estacionamento, o Arena Brasil aposta na combinação entre esporte, cultura e gastronomia para criar um dos principais pontos de encontro da cidade durante a Copa do Mundo.
Reforçando o compromisso com a democratização do acesso à cultura e ao lazer, o Arena Brasil também oferecerá transporte gratuito entre Sobradinho e a Birosca durante os dias de programação. Com horários programados de ida e volta, a iniciativa busca facilitar o deslocamento de públicos das regiões periféricas do Distrito Federal, ampliando o acesso à experiência cultural e esportiva promovida pelo projeto.
Confira a programação completa:
19 de junho Brasil x Haiti Shows: Buraco do Tatu e Convidados, Calango Careta, Aparelhinho e Ray Ferreira
24 de junho Brasil x Escócia Shows: Os Garotin, Luara Baggi, Umiranda e J4K3
29 de junho 16 avos de final Shows: Ray Ferreira, Samba da Tia Zélia convida Velha Guarda da Portela, Breno Alves, Paula Torelly e DJ A
5 de julho Oitavas de final Shows: Benzadeus, Negritah, Chico Aquino e Israel Paixão
11 de julho Quartas de final Shows: Leci Brandão, Libertina, Samba da Passarinha e Jess Ullun
14 de julho Semifinal Jogo do Brasil (caso classificado) Atrações: Banda local e DJ local
19 de julho Final Atrações: Banda local e DJ local
O Arena Brasil é realizado pela Influ Produções, com recursos da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Distrito Federal (LIC-DF).
Serviço Arena Brasil Local: Birosca — Setor de Diversões Sul, Brasília (DF) Data: 13 de junho a 19 de julho Informações: www.instagram.com/arenabrasildf/
Mostra reúne ambientes que exploram biomateriais, economia circular, sistemas construtivos de baixo impacto e integração com a natureza, enquanto reforça práticas ambientais em toda a sua operação
Em meio ao verde do Parque da Água Branca, uma pequena cabana vermelha chama a atenção dos visitantes da CASACOR São Paulo 2026. Batizada de Casa Ecomorada, a proposta assinada pelas designers de interiores Erica Gonçalves e Cinthia Gontijo, da Volar Interiores, reúne conceitos que vêm ganhando espaço na arquitetura contemporânea, como construção modular, aproveitamento da luz natural e acessibilidade. Entre os destaques estão os revestimentos produzidos artesanalmente a partir de uma argila desenvolvida com pastilhas de porcelana descartadas, transformando resíduos em matéria-prima para novos usos.
A sustentabilidade presente na Casa Ecomorada se repete em diferentes leituras ao longo da mostra. Mais do que uma tendência, o tema aparece incorporado às escolhas projetuais dos profissionais, seja por meio do uso de biomateriais, da adoção de sistemas construtivos mais eficientes ou da valorização da relação entre arquitetura e meio ambiente.
Na Biobilheteria, assinada por Viviane Telles, a pesquisa em materiais inovadores ganha protagonismo. O espaço abriga uma luminária de 2,50 metros produzida com bambu e micélio, material proveniente dos fungos, desenvolvida especialmente pelo estúdio Ola Luminárias Acústicas. A madeira também aparece como elemento central nas esculturas do artista Luiz Martins, reforçando a valorização de recursos naturais e renováveis.
Já o Cubikoo Pavilion, criado pelo designer holandês Edward van Vliet, propõe uma reflexão sobre arquitetura reversível e regenerativa. O pavilhão modular desmontável combina estrutura pré-fabricada com materiais como madeira, cerâmica, vidro e latão, demonstrando como construções temporárias podem ser concebidas para reduzir impactos e ampliar possibilidades de reaproveitamento.
A integração entre arquitetura e paisagem é o ponto de partida da Casa Limiar R., de Felipe Rossi Arquitetura. O projeto utiliza grandes planos de vidro para aproximar os ambientes internos da paisagem tombada do Parque da Água Branca, enquanto uma claraboia direciona o olhar para a copa das árvores, criando uma experiência que valoriza a presença da natureza como parte essencial da arquitetura.
Na Samádi House | Powered by Denza, Carol Barreto combina bem-estar, espiritualidade e responsabilidade ambiental. Inspirado nos princípios do design biofílico, o ambiente utiliza materiais naturais como madeira, fibras, pedras e cerâmica, além de adotar o sistema construtivo light steel frame, que reduz a geração de resíduos e aumenta a eficiência da obra.
Sustentabilidade além dos ambientes
A preocupação ambiental da CASACOR São Paulo 2026 não se restringe aos projetos expostos. A mostra é atualmente a única exposição cultural do Brasil a operar sob o conceito de Lixo Zero. Todo o resíduo gerado durante o evento é desviado de aterros sanitários e destinado prioritariamente ao reaproveitamento e a iniciativas de impacto social, preservando sua função original sempre que possível. Os materiais que não podem ser reutilizados seguem para processos de transformação, retornando à cadeia produtiva na forma de novos insumos e subprodutos.
No Parque da Água Branca, as diretrizes de preservação ambiental foram ampliadas para garantir a proteção dos jardins e da fauna local. Não houve qualquer interferência nas árvores do parque, que integram o patrimônio ambiental tombado do espaço e têm seu manejo realizado exclusivamente pela concessionária responsável.
Seguindo os protocolos adotados na edição anterior, toda a vegetação utilizada na mostra foi mantida em vasos apoiados sobre o solo, sem plantio direto nos canteiros, permitindo sua remoção ao final do evento. As espécies escolhidas também obedeceram a critérios específicos, excluindo plantas tóxicas para animais ou com espinhos.
Outra medida voltada à preservação ambiental está na iluminação das áreas externas, desenvolvida pelo Estúdio Carlos Fortes. Os espaços utilizam luz com temperatura de cor de 1.800 K, em tonalidade amarelo-avermelhada, e Índice de Reprodução de Cor (IRC) superior a 90. Diferentemente da luz branca, que pode interferir no comportamento da fauna por ser interpretada como luz solar, a solução adotada busca minimizar impactos sobre os ciclos naturais dos animais que habitam o parque.
Ao reunir iniciativas de gestão ambiental, preservação do patrimônio natural e soluções inovadoras aplicadas aos ambientes, a CASACOR São Paulo 2026 demonstra como sustentabilidade, arquitetura, design e paisagismo podem caminhar juntos na construção de experiências mais responsáveis e conectadas com o futuro.
Serviço
A 39ª edição da CASACOR São Paulo será realizada até 09 de agosto, com funcionamento de terça a domingo, incluindo feriados, sempre das 11h às 22h. A entrada no Parque da Água Branca (Rua Dona Ana Pimentel, 37) é permitida até as 20h, enquanto a bilheteria presencial e o acesso à mostra funcionam até as 20h15. Em dias de jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, os horários poderão sofrer alterações.
O acesso mais próximo para quem optar pelo transporte público é pela estação Barra Funda, da Linha 3-Vermelha do metrô. A portaria 4 do Parque da Água Branca está localizada a cerca de 10 minutos de caminhada da estação.
Os ingressos poderão ser adquiridos pela bilheteria online, pelo aplicativo oficial da CASACOR, disponível para Android e iOS, ou presencialmente na mostra. Crianças de até 10 anos não pagam mediante apresentação de documento comprobatório. Menores de 14 anos devem estar acompanhados por um responsável. Estudantes, idosos, professores e pessoas com deficiência têm direito à meia-entrada mediante comprovação.
De banheiros com cabines acessíveis a rampas e circulação livre para cadeiras de rodas, a acessibilidade segue como uma das palavras-chave da CASACOR São Paulo. Em 2025, o evento recebeu, pelo terceiro ano consecutivo, o Selo de Acessibilidade da Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA), reforçando o compromisso da mostra com uma experiência mais inclusiva e confortável para diferentes públicos.
O evento não é pet-friendly. Devido à natureza contemplativa da mostra e ao alto fluxo de visitantes, não é permitida a entrada de animais, exceto cães-guia e cães de apoio emocional.
A CASACOR São Paulo 2026 tem apoio da Lei Rouanet e Vale+ Cultura, com Patrocínio Master Deca; Patrocínio Coral; Patrocínio Local Duratex, Brastemp e Mercado Livre; Banco Oficial Itaú; Carro Oficial Denza; Patrocinio Local TIM, Apoio Local Portinari; Escola Oficial Senac; Parceira de Reparos e Manutenção Porto Serviço; Café Oficial Orfeu; Fornecedor Oficial SABESP; Cerveja Oficial Stella Artois; Media Partner Eletromidia; e Hospedagem Oficial Noon. Realização Editora Globo e Ministério da Cultura.
Sobre a CASACOR
A CASACOR São Paulo é a mais completa plataforma cultural de arquitetura, paisagismo e design de interiores das Américas. O evento reúne, anualmente, renomados arquitetos, decoradores e paisagistas, e em 2026 chega à sua 39ª edição em São Paulo, no Parque da Água Branca.
Ativações do Ministério da Cultura incluem projeções em grandes fachadas, estações interativas e acesso gratuito ao catálogo da plataforma pública de streaming
Brasília (DF) e Goiânia (GO) recebem, até este sábado (20), os últimos dias das experiências imersivas da Tela Brasil, plataforma pública e gratuita de streaming do Governo do Brasil. Promovidas pelo Ministério da Cultura (MinC) em celebração ao Dia do Cinema Nacional, comemorado nesta sexta-feira (19), as ativações levam projeções de cenas de produções brasileiras, conteúdos audiovisuais e atividades interativas a espaços de grande circulação nas duas capitais.
Em Brasília, a projeção mapeada realizada na fachada do Museu Nacional da República chega ao último dia nesta sexta-feira (19), com exibições das 18h30 às 22h30. Já a Estação Tela Brasil permanece aberta até sábado (20), das 10h30 às 18h30, na Estação Central do Metrô, junto à Rodoviária do Plano Piloto.
Em Goiânia, tanto a projeção mapeada na fachada do K-Hotel quanto a Estação Tela Brasil, instalada no Terminal Rodoviário de Goiânia e no Shopping Araguaia, seguem até sábado (20). As projeções acontecem das 18h30 às 22h30, enquanto as experiências interativas podem ser visitadas das 10h30 às 18h30.
As ações apresentam ao público a Tela Brasil, serviço dedicado à difusão da produção audiovisual nacional. Lançada recentemente, a plataforma já reúne mais de 550 obras brasileiras e, em seus primeiros 20 dias de funcionamento, alcançou quatro milhões de visualizações e mais de meio milhão de usuários ativos.
Nas estações, o público pode assistir gratuitamente a curtas-metragens, trailers e conteúdos especiais, além de conhecer o catálogo completo da plataforma por meio de QR Codes distribuídos durante as atividades.
Entre as experiências oferecidas está a Pipoca & Cena, que permite aos participantes serem inseridos em cenários inspirados em filmes brasileiros e receber uma imagem personalizada para compartilhar nas redes sociais. A ativação Match com o Cinema Brasileiro, por sua vez, utiliza um sistema de recomendação para indicar produções da Tela Brasil de acordo com o perfil e as preferências de cada visitante.
Também há distribuição de pipoca em embalagens personalizadas com QR Codes que direcionam o público à plataforma. A iniciativa transforma espaços de passagem e de circulação cotidiana em pontos de encontro com o audiovisual nacional, aproximando a população das histórias, dos personagens e dos diferentes territórios representados pelo cinema brasileiro.
Para a ministra da Cultura, Margareth Menezes, a iniciativa fortalece o reconhecimento do audiovisual como expressão da identidade e da diversidade do país. “O cinema brasileiro carrega a memória, a criatividade e a diversidade do nosso povo. Ao ampliar o acesso às nossas produções, a Tela Brasil reafirma o compromisso do Ministério da Cultura com a democratização da cultura e com a valorização de uma indústria audiovisual que gera emprego, renda e desenvolvimento para o país”.
Além de Brasília e Goiânia, as experiências imersivas da Tela Brasil serão realizadas em Salvador (BA), Belo Horizonte (MG), São Paulo (SP) e Porto Alegre (RS), entre junho e julho. A programação celebra o Dia do Cinema Nacional e amplia a divulgação da plataforma como ferramenta pública de acesso à cultura e de valorização da produção audiovisual brasileira.
Sobre a Tela Brasil
A Tela Brasil é a plataforma pública e gratuita de streaming do Governo do Brasil, criada para ampliar o acesso da população ao audiovisual nacional. Com um catálogo de mais de 550 obras, a iniciativa fortalece a difusão da cultura brasileira, contribui para a preservação da memória audiovisual do país e promove a democratização do acesso à produção cinematográfica nacional.
Inicialmente disponível na versão web, a plataforma pode ser acessada gratuitamente pelo endereço telabrasil.cultura.gov.br, com login realizado por meio da conta Gov.br.
Serviço
Brasília (DF)
Projeção mapeada Local: Museu Nacional da República – Esplanada dos Ministérios Último dia: 19 de junho de 2026 Horário: das 18h30 às 22h30
Estação Tela Brasil Local: Estação Central do Metrô/Rodoviária do Plano Piloto Data: até 20 de junho de 2026 Horário: das 10h30 às 18h30
A noite da última terça-feira (16) foi marcada por emoção, afeto e celebração na abertura da exposição Galeno, o mistério do simples, na Caixa Cultural Brasília. Familiares, amigos, artistas, colecionadores, representantes da cena cultural e admiradores da obra de Francisco Galeno se reuniram para homenagear um dos maiores nomes da arte contemporânea brasileira, pouco mais de um ano após sua partida.
A mostra, idealizada pela Referência Galeria de Arte, nasceu ainda com a participação ativa do artista, que acompanhou o desenvolvimento do projeto e escolheu pessoalmente o amigo e renomado curador Paulo Herkenhoff para assinar a curadoria. O resultado é uma exposição que transcende o caráter retrospectivo e se transforma em uma grande celebração de sua trajetória, de sua sensibilidade e da profunda conexão que construiu com o Brasil, suas memórias e sua cultura popular.
Com mais de 120 obras e objetos, a exposição apresenta um amplo panorama da produção de Galeno, reunindo pinturas, esculturas, gravuras, documentos, fotografias, objetos pessoais e obras emblemáticas que atravessam diferentes momentos de sua carreira. O público também pode conhecer aspectos íntimos da vida do artista, suas referências afetivas, sua relação com Brazlândia, com o Piauí e com o Botafogo, time que acompanhou apaixonadamente ao longo da vida.
Durante a abertura, a presença da família deu um tom ainda mais especial ao encontro, que começou com uma apresentação do filho Diego Galeno ao violão. Entre abraços, lembranças e reencontros, amigos e admiradores celebraram o legado de um artista que transformou a simplicidade em poesia visual e construiu uma obra reconhecida pela autenticidade, pela alegria das cores e pela capacidade de dialogar com diferentes gerações.
A exposição permanece aberta ao público até o dia 4 de outubro e ocupa todos os espaços expositivos da Caixa Cultural Brasília. Considerada a maior mostra já realizada sobre Francisco Galeno, a iniciativa reafirma a relevância de sua produção para a arte brasileira contemporânea e mantém viva a memória de um criador que fez da imaginação, da cultura popular e das experiências cotidianas matéria-prima para uma obra singular.
Após a temporada na capital federal, Galeno, o mistério do simples seguirá em itinerância para a Caixa Cultural São Paulo e, posteriormente, para a Caixa Cultural Rio de Janeiro, ampliando o alcance de uma homenagem à altura da importância de Francisco Galeno para a arte brasileira.
Feira acontece entre os dias 25 e 27 de junho e reunirá negócios, degustações, palestras, música, inovação, gastronomia e experiências ligadas ao vinho brasileiro
Brasília será palco, entre os dias 25 e 27 de junho, de um dos maiores encontros da vitivinicultura nacional. A Expovitis Brasil 2026, considerada a principal feira dedicada exclusivamente ao vinho brasileiro, reunirá mais de 100 vinícolas e cerca de 200 expositores no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, no PAD-DF, consolidando-se como um dos principais ambientes de negócios, conhecimento e promoção da cultura do vinho no país.
A expectativa da organização é receber aproximadamente 9 mil visitantes ao longo dos três dias de evento. A Feira reunirá produtores, enólogos, sommeliers, pesquisadores, empresários, compradores e apreciadores do vinho em uma programação que combina negócios, conhecimento, gastronomia, cultura e inovação. Além das vinícolas, o público encontrará expositores de equipamentos, maquinários, insumos, tecnologia, enoturismo e produtores de alimentos artesanais, como queijos, charcutaria, chocolates, mel, geleias, conservas e cafés especiais.
A programação contará com palestras e painéis sobre mercado, competitividade, terroirs brasileiros, enoturismo e inovação, reunindo especialistas e lideranças do setor vitivinícola nacional. Entre os nomes confirmados estão Júlio Cesar Kunz, vice-presidente da Associação Brasileira de Sommeliers (ABS-BR); Fernanda Spinelli, delegada científica brasileira na Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV); Arthur Farias, especialista em enoturismo; Caroline Dani, presidente da ABS-BR; Marcelo Vargas, da VIBRA Brasil; Rodrigo Sucena, da Ercorara Cordeiro; Christian Burgos, CEO e publisher da Revista Adega; e Francesco Miolo, gestor de projetos da Vinícola Miolo.
Também estão previstas masterclasses, degustações temáticas de vinhos tropicais, vinhos de inverno e vinhos tradicionais brasileiros, além de debates voltados ao futuro da vitivinicultura e ao fortalecimento do enoturismo como ferramenta de desenvolvimento econômico regional. As degustações serão conduzida por especialistas do setor, com coordenação da sommelière Mara Flora, apresentação do professor sommelier Júlio Kunz e harmonizações orientadas pelos sommeliers Caroline Dani, Deisi da Costa e Marcelo Vargas, além de menu assinado pela chef Angélica Oliveira.
As degustações terão como temas os Vinhos Tropicais (25/06), Vinhos de Inverno (26/06) e os Vinhos de Viticultura Tradicional (27/06), proporcionando uma imersão nos diferentes terroirs brasileiros e na relação entre vinho, gastronomia e emoções.
“A Expovitis Brasil chega à edição de 2026 consolidada como a principal feira dedicada exclusivamente ao vinho brasileiro. Conseguimos reunir produtores, especialistas, compradores, pesquisadores, investidores e consumidores em um ambiente que valoriza a qualidade dos nossos vinhos e fortalece toda a cadeia produtiva”, afirma Ronaldo Triacca, presidente da Expovitis Brasil.
Negócios, inovação e experiências para o público
Um dos destaques da edição será a realização da primeira Rodada de Negócios Expovitis Brasil, desenvolvida em parceria com o Sebrae. A iniciativa tem como objetivo aproximar produtores e compradores de diferentes regiões do país, ampliando a presença dos vinhos brasileiros em novos mercados e fortalecendo a cadeia produtiva nacional. Os encontros serão realizados por meio de reuniões pré-agendadas entre vinícolas e representantes de supermercados, restaurantes, bares, hotéis, adegas e lojas especializadas.
Outra novidade desta edição é a Vila Startup Expovitis, espaço dedicado à apresentação de tecnologias, produtos e serviços inovadores com potencial de aplicação na cadeia produtiva da vitivinicultura brasileira. O ambiente reunirá startups de diversas regiões do país com soluções voltadas à produção vitícola, automação, irrigação de precisão, rastreabilidade, logística, gestão rural, biotecnologia, sustentabilidade e bioinsumos. Além da exposição dos projetos, a programação inclui um concurso de inovação dividido nas categorias Ideação, Incubação e Aceleração.
“A Expovitis deixa de ser apenas um evento de mercado e passa a funcionar como um ambiente real de validação tecnológica, conectando empreendedores, produtores, investidores e especialistas em um setor que está em plena ascensão no Distrito Federal e no entorno. O Concurso Expovitis de Inovação é uma oportunidade concreta para que startups demonstrem suas soluções, recebam feedback qualificado e estabeleçam conexões capazes de transformar seus negócios”, afirma Renata Vianna, especialista em Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I).
As startups interessadas em participar podem consultar o edital disponível no site oficial da Expovitis Brasil, onde estão detalhados os critérios de seleção, categorias, prazos e demais regras para inscrição.
Outro destaque da programação será o lançamento do livro “O Ofício do Sabor”, obra que reúne 57 histórias de produtores brasileiros premiados nos concursos de qualidade promovidos pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). A publicação retrata trajetórias de destaque em diferentes cadeias produtivas, como vinho, queijo, chocolate, azeite, cachaça, cerveja, mel e charcutaria. O lançamento contará com sessão de autógrafos e a participação de representantes da CNA, do Sebrae e do setor vitivinícola.
A feira também receberá etapas dos concursos de qualidade da CNA, reunindo os produtos finalistas já selecionados pelo júri técnico. No dia 26 será realizado o Concurso do Doce de Leite e, no dia 27, o Concurso de Azeites, com participação do público na votação que ajudará a eleger os destaques de cada categoria.
A programação cultural contará ainda com apresentações musicais do Grupo Zingari, Country Side, Duo Smart Jazz, Banda The Reds e Banda Magoo, além de experiências gastronômicas distribuídas ao longo dos três dias de evento.
Os ingressos já estão à venda no site oficial da feira: expovitis.com.br. O ingresso inclui acesso a palestras, masterclasses, shows e uma taça oficial de degustação. As degustações harmonizadas possuem ingressos próprios e não estão incluídas no ingresso de acesso à feira. O evento contará ainda com estacionamento, área gastronômica, transfer oficial da Brasília Receptivo e credenciamento aberto para profissionais da imprensa, também pelo site.
Barata e Pezão comando os sets da Criolina e recebe Joana Duah para especial em apresentação à rainha do rock nacional
Uma temporada de oitava do Hidden Brasília seguir ocupando o antigo galpão do Jornal de Brasília com experiências que unem música, arte e encontros. No dia 20 de junho, o projeto recebe uma programação dedicada à diversidade da música brasileira, reuntendo os DJs Barata e Pezão, da Criolina, e a cantora Joana Duah em um especial uma Rita Lee.
Um dos projetos mais emblemáticos da cena cultural brasiliense, a Criolina transform cada apresentação em uma sonora que gente que viagens brasileiras a influência globais, passando por grooves africanos, latinidades, música eletrônica e da cultura populares. Com por cidades como Paris, Londres, Lisboa, Berlim e Buenos Aires, Barata e Pezão são responsáveis por uma pistas mais celebradas da capital.
Um note um especial com a de Joana Duah. Ex-vocalista da banda Maskavo Roots, a cantoras um repertório inteiramente dedicado à obra de Rita Lee, revisitando sucessos que marcaram gerações e ajuda a transformar a artista em um dos maiores nomes da música brasileira.
Instalado no antigo galpão do Jornal de Brasília, no SIG, o Hidden parastina, arte contemporânea, ambientação imersiva e uma carta de vinhos selecionadamente pela Del Maipo. A de expressoras diferentes cultural é uma marcas das temporada, que seguir revelando novas experiências ao público da capital.
Os ingressos estãos disponíveis a de parte R$ 60.
Serviço
Hidden Brasília 2026 – DJs Criolina + Show de Joana Duahcanta Rita Lee Dados: 20 de junho (sábado) Horário: a partir das 19h Local: Antigo Galpão do Jornal de Brasília – SIG, Lote 765 Ingressos: R$ 60 (1o lote) Informações: @hiddenbrasilia Compra de ingressos: https://www.hiddenbrasil.com.br/#eventos
Disputas do Grupo Especial e do Grupo de Acesso em Taguatinga e Paranoá em mais cessação da etapa de uma cessação do circuito maior junino do Distrito Federal e Entorno
A temporada mais aguardada das festas juninas do Distrito Federal seguem a todo vapor. Neste fim de semana, o 26o Circuito de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno realize a segunda das competições dos grupos dos grupos Especial e de Acesso, reundo autendo as tensões das quadrilhas juninas da região em apresentações marca por, valorização e da cultura popular.
Promovido pelo Instituto Isacso, com apoio da Liga Independente de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno (LINQ-DFE) e parceria da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), o circuito de milhares de brincantes, artistas e admiradores das juninas temporada ao tradições da da.
Em Taguating, como eventos do Grupo Especial nos dias 19, 20 e 21 de 1919, no estacionamento do Estádio Serejão, reúnem como quadrilhas que disputam o mais nível alto da competição. Já no Paranoá, o Grupo de Acesso entrar em cena nos dias 20 e 21 de junho, na Praça da Administração Regional, em busca de uma vaga entre os destaques do junino do DF e Entorno.
Para presidente da Liga Independente de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno (LINQ-DFE), Márcio Nunes, uma etapa de segunda-dechilocation um momento como para como equipes e grandes apresentações ao público.
“entistas em uma fase importante do Circuito, como quando quadrilhas muito a 19295 suass comemar na competição e a a mostrar o trabalho desenvolvido ao longo do ano. O público pode apresentações esperares, com nível alto, criatividade e musita paixão pela cultura junina. Mais do que uma disputa, este fim de sena é grande celebração da força e da movimentação do movimento junino do Distrito Federal e Entorno”, Márcio Nunes.
Além da competição, o evento oferecido ao público uma verdadeira verdadeira da cultura popular, com figurinos elaborados, coreografias temáticas, músicas e tradicionais que narrativas que exaltam como nordestinas e etríatas a cultural brasileira.
Na sexta-feira (20), o Grupo Elevador Especial para a arena quatro grandes apresentações. Um cometa programação às 20:00. Sábado e domingo cometa 19:00.
Ao longas das próximas semanas, o Circuito para perió periórias diferentes do Distrito Federal, fortalecendo a cadeia produtiva da cultura popular e e resposta das quadrilhas juninas como cultural dos territórios.
Expectan é grande para público como apresentações e torcer pela quadrilhas que transformam cada arraial em um de arte, tradição e pertencimento.
Serviço
26o Circuito de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno
Grupo Especial Dados: 19, 20 e 21 de 19 de Estacionamento Local: Estádio do Serejão, Taguatinga/DF
Grupo de Acesso Dados: 20 e 21 de junho Local: Praça da Administração Regional do Paranoá/DF
Shows sertanejos, telão, churrasco e diversão para criançada fazem parte da programação da Fazenda Churrascada Brasília para mais uma partida da Seleção na Copa do Mundo
A Copa do Mundo ganha uma arena especial em Brasília nesta sexta-feira (19). A Fazenda Churrascada preparou uma estrutura especial para transmitir a partida entre Brasil e Haiti, transformando o espaço em um grande ponto de encontro para torcedores, famílias e grupos de amigos. A partir das 19h, a casa recebe a Violada Churrascada, com shows sertanejos ao vivo, e às 21h30 transmite mais um compromisso da Seleção Brasileira na competição.
A proposta é fazer da casa uma verdadeira arena de convivência durante toda a Copa. Mais do que assistir às partidas, o público poderá viver a experiência de torcer em grupo, em um ambiente decorado, descontraído e preparado para acompanhar cada lance com conforto, boa comida e clima de celebração.
Os shows ficam por conta de Enzo e Rafael, Leo e Brener e Jean Lucca e Thiago, que comandam o esquenta da torcida antes do apito inicial. Durante a partida, os torcedores poderão acompanhar cada lance em telão de LED e televisores distribuídos pelo espaço.
Além da transmissão, a experiência inclui churrasco premium, chopp gelado e música ao vivo, reforçando a proposta de unir gastronomia e entretenimento em torno do principal evento do futebol mundial. Nos jogos do Brasil, a programação conta ainda com uma ação especial para animar a torcida: a cada gol da Seleção Brasileira, haverá rodada de chopp por conta da casa.
O evento também foi pensado para as famílias. Enquanto os adultos aproveitam os shows e acompanham a partida, as crianças poderão se divertir na Jump Mania, parceira da programação, que contará com condições especiais durante o evento. Os ingressos terão valores promocionais de R$ 20 para 30 minutos, R$ 32 para uma hora e R$ 50 para três horas ou tempo ilimitado de permanência. A iniciativa permite que pais e filhos aproveitem juntos uma noite de entretenimento, esporte e lazer.
A iniciativa acompanha uma tendência cada vez mais forte em grandes competições esportivas: transformar os jogos em experiências coletivas. “A ideia é unir a emoção da Copa ao clima de fazenda, com churrasco, chopp gelado, música boa e uma estrutura pensada para receber a torcida durante toda a competição”, afirma André D’Alessandro, um dos sócios da Fazenda Churrascada Brasília. As reservas devem ser feitas antecipadamente no wa.me/5561999561628.
Serviço
Copa na Fazenda – Brasil x Haiti + Violada Churrascada
Quando: 19 de junho (sexta-feira) a partir das 19h
Onde: Fazenda Churrascada Brasília – Clube de Golfe de Brasília – St. de Clubes Esportivos Sul Trecho 2
Mais informações e reservas: (61) 99956-1628 / @fazendachurrascadabsb
Aclamado pelo público, no show as cantoras apresentam novos arranjos para as incríveis canções compostas por Belchior, que emocionam gerações
Em 2026, ano em que Belchior completaria 80 anos, Amar e Mudar as Coisas celebra sua presença por meio de suas canções, suas palavras e sua inquietude. Dando novos sentidos, o trio renova o repertório que segue encantando corações com guitarras e piano, por Taciana, baixo acústico, por Zéli Silva, e violões de aço e nylon, por Estevan Sinkovitz.
Amar e Mudar as Coisas – Belchior 80 será apresentado no teatro da CAIXA Cultural Brasília de 23 a 28 de junho, com ingressos a partir de R$ 15 (meia entrada conforme legislação vigente e clientes CAIXA). Com duração de 80 min, o show tem classificação livre (menores de 18 anos, somente acompanhados dos pais ou responsáveis).
O formato inusitado do espetáculo, no qual as intérpretes se entregam em performances intensas e vibrantes, expõe os hits, em arranjos que potencializam a face poética, filosófica e musical do genial compositor, de hinos como Sujeito de Sorte
Medo de Avião, Como Nossos Pais e Apenas um Rapaz Latino-Americano.
O projeto foi concebido por Taciana Barros, que realizou uma pesquisa minuciosa sobre cada composição selecionada para o repertório, garantindo que as versões apresentem elementos como solos e riffs, que remetem às gravações originais. Bem como detalhes característicos dos violões das apresentações ao vivo de Belchior.
As cantoras se apropriam das músicas, que resgatam a memória afetiva do público, que participa cantando de forma descontraída e apaixonada. Intercalando entradas biográficas e literárias, Marisa, Buhr e Taciana também apresentam os climas e inspirações que deram origem às composições, recitando poesias e lendo trechos da biografia “Belchior – Apenas um Rapaz Latino-Americano”, de Jotabê Medeiros (Ed. Todavia). Obra que inspirou o projeto, que excursiona todo o país desde 2017.
Repertório: Como Nossos Pais | À Palo Seco | Divina Comédia Humana | Galos, Noites e Quintais | Velha Roupa Colorida | Comentários a Respeito de John | Sujeito de Sorte | Hora do Almoço | Fotografia 3×4 | Paralelas | Alucinação | Apenas um Rapaz Latino-Americano | Antes do Fim | Medo de Avião | Coração Selvagem. Integrantes: Marisa Orth: voz | Buhr: voz e percussão | Taciana Barros: voz / guitarra / piano | Estevan Sinkovitz: guitarra / violões | Zéli Silva: baixo acústico
Serviço:
[Música] Amar e Mudar as Coisas – Belchior 80, com Marisa Orth, Buhr e Taciana Barros Local: CAIXA Cultural Brasília – SBS – Quadra 4 – Lotes 3/4
Temporada: de 23 a 28 de junho de 2026
Dias e horários: dia 23/6 (terça), às 20h (sessão seguida de bate-papo com o elenco), dias 25 e 26/6 (quinta e sexta), às 19h e às 21h, dia 27/6 (sábado), às 17h e às 20h, e dia 28/6 (domingo), às 18h
Acessibilidade: sessão das 17h de sábado (27/6), contará com intérprete de Libras
Duração: 80 minutos
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia entrada conforme legislação vigente e clientes CAIXA)
Contra a invisibilidade digital e a cultura da escassez, a nova tecnologia social será lançada em 19 de junho, democratizando o acesso à Inteligência Artificial e a ferramentas ágeis para tirar organizações da invisibilidade digital e financeira.
No dia 19 de junho de 2026, Brasília recebe o lançamento oficial do HUB 360, um programa de aceleração e fortalecimento institucional que utiliza Inteligência Artificial e letramento digital para transformar a gestão de organizações sem fins lucrativos. O evento, voltado para cerca de 50 convidados estratégicos, será realizado das 9h às 12h, na V12 Auto Club (Lago Sul), e reunirá lideranças do terceiro setor, especialistas, institutos de investimento social e imprensa
A idealização do projeto parte de uma realidade alarmante: apenas no Distrito Federal, das cerca de 20 mil organizações existentes, estima-se que pelo menos 6 mil estejam inaptas ou travadas por questões burocráticas, impedidas de receber recursos. Para reverter esse cenário, o HUB 360, realizado em colaboração com o Instituto Inside Brasil, atuará em três frentes: plataforma digital, workshops e mentorias. A meta é capacitar essas lideranças para otimizarem seu tempo com IA e acessarem verbas globais, como os US$ 10 mil mensais em publicidade do Google Ad Grants.
A urgência por esse tipo de inovação foi rapidamente reconhecida pelo mercado. Ao disputar com mais de 200 projetos inscritos, o HUB 360 destacou-se e foi premiado com um capital semente de R$ 50 mil no Programa de Aceleração de Impacto Social (PAIS 2025). Muito além do aporte financeiro, a conquista representou um verdadeiro “sinal verde” do ecossistema, garantindo a chancela e a validação técnica de gigantes do investimento social, como o Instituto Bancorbrás, Instituto BRB, Instituto Sabin e Instituto +Brasal. Esse apoio de peso confirma o potencial da tecnologia em romper o ciclo de escassez, provando que é possível gerar sustentabilidade financeira real e de longo prazo para o Terceiro Setor.
Segundo o idealizador e responsável técnico do projeto, Nuno Álvaro Pires, o propósito da tecnologia social é democratizar o acesso ao conhecimento prático. “A nossa missão é democratizar o conhecimento e devolver a sustentabilidade para quem faz o Terceiro Setor girar. Hoje a gente usa Inteligência Artificial, ferramentas digitais, mentorias… amanhã, pode ser qualquer outra tecnologia. Nós não somos reféns da ferramenta. O nosso propósito é libertar a imaginação e o potencial dessas pessoas”, destaca.
Programação
9h às 10h – Recepção, credenciamento e café da manhã especial servido pelo Talk’afé (projeto social parceiro que capacita jovens na arte do café premium). 10h às 10h10 – Boas-vindas e fala institucional no palco principal. 10h10 às 10h50 – Tour exclusivo e experiência imersiva pelo acervo da V12 Auto Club. 10h50 às 11h – Apresentação da metodologia de aceleração do HUB 360. 11h às 11h15 – Apresentação sobre o futuro do projeto. 11h15 às 11h35 – Apresentação oficial da Plataforma Digital & Tecnologia Social. 11h45 às 12h – Encerramento institucional voltado para articulação empresarial e midiática. 12h – Networking, fotos e entrevistas exclusivas
Serviço
Lançamento do HUB 360
Data: 19 de junho
Horário: 9h às 12h
Local: V12 Auto Club – Exposição Permanente
Aerop. St. de Concess. e Locadoras, s/n – Lago Sul
Em missão de apresentação de projetos culturais em desenvolvimento em Nova Veneza (GO) nos anos 2000, durante a gestão do descendente de italianos Oswaldo Stival, um grupo da prefeitura da cidade partiu para a Itália, rumo à embaixada oficial. Lá, a curiosidade pela cidade no interior de Goiás com fortes raízes italianas aflorou.
Conhecendo Nova Veneza de perto, a embaixada condecorou um dos membros da prefeitura a fazer parte da cooperação italiana, e passou a cobrar uma ação de maior magnitude em relação ao fortalecimento da cultura italiana entre seus descendentes em Goiás. Assim, surgiu a ideia do Festival Italiano de Nova Veneza, fortemente apoiado pela embaixada do país europeu. No ano de 2017, 13° Festival Italiano, o embaixador da Itália no Brasil, Antônio Bernardini, prestigiou o evento.
2. PALCO DO EVENTO
No ano de 1924, após consolidação da colônia italiana nas terras do Cerrado, a família de João Stival decidiu doar parte de suas terras para a construção de uma capela. Essa estrutura religiosa é a Igreja Matriz, localizada na Praça Matriz, centro da cidade. O símbolo religioso, histórico, cultural e urbanístico, é rodeado pelo Festival Italiano de Nova Veneza, que ocupa todo o perímetro da praça.
3. DE PORTA EM PORTA
Nos primeiros festivais, o trabalho na cozinha e na organização era 100% voluntário, formado por membros que acreditavam na importância da manutenção da cultura italiana com base na cultura, gastronomia e história. A coordenação central da festividade, com os primeiros idealizadores, realizou mutirões para vender a ideia de um festival da cidade, batendo de porta em porta dos moradores, convocando voluntários e também visitantes para aproveitar a festividade. No início, a ideia causou estranhamento, mas hoje, já envolve mais de 35% da população de toda a cidade nos dias de festa.
4. A PRIMEIRA CANTINA DA NONNA
Na primeira edição, a Cantina da Nonna, cozinha oficial do evento, foi montada no quintal da casa da família Stival, onde morou João Stival, que liderou a caravana de italianos de seu país de origem até o Brasil. A casa, localizada no perímetro da praça em que acontece o Festival Italiano, hoje é o Instituto Stival, museu que conta a história da fundação da cidade.
5. FALTOU MACARRÃO
Na segunda edição do evento, quando houve a primeira divulgação na mídia, o público lotou o evento e faltou macarrão. Na urgência de atender a todos que vieram prestigiar a culinária italiana, os organizadores tiveram de sair às pressas pelos atacadões e supermercados da cidade, municípios vizinhos e até em Goiânia para encontrar a massa dentro dos critérios estabelecidos pelas cozinheiras.
6. MISTURA DE CULTURAS
O festival é italiano, mas ele acontece em Goiás. E, estando em solo goiano, não poderia deixar de ter um toque de regionalismo com seu mais ilustre representante: o pequi, hoje considerado Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil e com direito a um dia só seu: 28 de agosto, Dia Estadual do Pequi. No evento, a união entre as culinárias goiana e italiana acontece desde os primeiros festivais, por meio do molho Goiás é Bom Demais. O preparo leva pequi, frango desfiado e açafrão e foi criado com a ajuda da atual responsável pela cozinha oficial do Festival, Vânia Maria Alves, que na época era uma auxiliar.
7. A FESTA CRESCEU
No início, o festival ocupava somente a rua em frente ao Instituto João Stival até onde, hoje, é montada a Cozinha da Nonna, em frente à Praça Matriz. Agora, o Festival contorna todo o seu perímetro. Neste ano, ainda vai expandir para outras ruas laterais para comportar novos visitantes, estimados em cerca de 150 mil ao longo dos quatro dias. O número é 15 vezes a população da cidade. Para receber toda essa gente, ano após ano, a organização tem feito investimentos como totens para compra digital dos pedidos, construção de banheiros públicos na praça e, ainda, a contratação de banheiros vips para os dias do evento.
8. EQUIPE MULTIPLICADA
Nas primeiras edições, o total de pessoas que trabalhavam na equipe variava entre 30 a 50. Hoje, chega a 400 pessoas. Somente a Cozinha da Nonna possui mais de 150 cozinheiras e auxiliares envolvidas na preparação de cerca de 20 mil porções do cardápio, variado em 30 opções diferentes, considerando as combinações de molhos e massas possíveis. Com a demanda crescente da festa, a capacidade de cozimento também teve de aumentar. Neste ano, são 170 bocas de fogão destinadas ao cozimento, mais três fornalhas para cozinhar o macarrão. Para as lasanhas e o rondelli, são 5 fornos grandes industriais.
9. TONELADAS DE COMIDA
Para se ter ideia do volume de insumos para preparar esta quantidade de pratos, a Cantina da Nonna precisou de 25 vacas e 2,5 mil quilos de filé de frango. Neste ano, estima-se que, para as massas, serão necessárias 4 toneladas de macarrão. Os tachos de fervura do macarrão são gigantes, e têm capacidade de receber 100 litros de água. Para os molhos de variados sabores, os recipientes de preparo chegam a 200 litros de capacidade. Para os diferentes tipos de polenta (cremosa e frita), um dos pratos mais famosos do restaurante oficial do evento, presume-se cerca de 1,3 toneladas de fubá.
10. ECONOMIA FORTALECIDA
A cada três moradores, um está trabalhando no evento. Atualmente a cidade tem quase 10 mil habitantes, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e, aproximadamente, 3,5 mil moradores estarão envolvidos no atendimento ao público, o que representa mais de 35% da população da cidade. A prefeitura estima que o ganho das famílias equivale a um 14º salário, o que movimenta toda a economia da cidade após a festa.
11. BERÇO DE ARTISTAS NO CORAL INFANTIL
O Coral Vocini di Veneza, formado por crianças das escolas públicas da cidade, existe desde 2008. Inicialmente, era composto apenas por 10 estudantes, e agora já ultrapassa 60. Entre as crianças que participaram, várias seguiram o caminho da música, seja por carreira, seja por hobby. Entre elas, várias já se apresentaram no palco da tradicional festa italiana.
12. CONCURSO PARA CRIAR UM NOVO PRATO
Para a 18° edição do Festival Italiano de Nova Veneza, realizada em 2024, a organização do evento decidiu realizar um concurso na cidade para criar um novo prato e incrementar o menu da Cantina da Nonna, o restaurante oficial do evento. “Com esta iniciativa, nosso objetivo foi estimular que a comunidade compartilhasse a herança da culinária italiana que fazia parte de sua mesa”, disse a organizadora do evento, Maria do Carmo Basílio. Foram 17 candidatos que apresentaram os pratos para um júri especializado em duas fases. O prato vencedor foi o Rondelli Cremosi, de autoria de Heloise Gomes Duarte, que utilizou massa fresca recheada com frango cremoso, regado a um molho branco e queijo catupiry, gratinado ao forno e salpicado de manjericão. O prato foi integrado ao menu oficial da Cantina da Nonna e foi um sucesso entre o público, e passou a fazer parte do cardápio. A cozinheira também. Ela acabou sendo integrada à equipe oficial da cantina.
13. NO PRATO E NA ARTE
Tanto em um, quanto em outro, a Itália se faz presente em Nova Veneza (GO), mesmo estando a quase 10 mil km de distância. Na edição anterior do Festival, a decoração temática trouxe personagens vestidos inteiramente de macarrão. Em uma das entradas da festa, um casal de manequins simbolizaram os colonos, ambientados em uma cozinha rústica de pau a pique, com fogão caipira e forno à lenha. A artesã responsável, Maria Mota, utilizou cerca de 40 kg de macarrão, de diferentes formatos, para vestir os manequins de maneira característica dos colonizadores. Com um trabalho 100% manual, um a um os macarrões de diferentes formatos foram colados nos manequins utilizando apenas cola de silicone. Maria Mota dedicou pelo menos 6 horas por dia ao projeto, durante dois meses.
14. POLENTA FRITA, O PETISCO ITALIANO QUE CONQUISTOU OS GOIANOS
De acordo com historiadores, os imigrantes italianos não tiveram dificuldade de continuar sua tradição alimentar no Brasil, porque havia muito milho na nova terra, lugares de sobra onde cultivá-lo. A polenta era o jeito de alimentar-se e conservar um marco de identidade. Entre os italianos, ela é tida como um coringa da alimentação e está presente, em diferentes ocasiões do dia, no café da manhã, almoço, lanche e também no jantar. No Festival Italiano de Nova Veneza, ela será servida na versão frita ou cozida com opções de receberem acompanhamentos de molho à bolonhesa ou porpetas. “A polenta com molho é bem tradicional na cultura italiana, por isso está entre os pratos do nosso cardápio, mas apesar disso, a polenta frita é a mais pedida pelos visitantes do evento”, conta Vânia Maria Alves, chef responsável pela cozinha ofical do evento, a Cantina da Nonna. O sucesso do prato é tão grande que, a cada ano, a organização aumenta a quantidade de fubá para atender a demanda. A versão frita servida no Festival Italiano de Nova Veneza é feita com temperos especiais para ficar exatamente como a que é consumida na Itália.
15. EXÉRCITO DE POLENTEIRAS
A polenta, com suas diferentes variações, é o prato mais famoso da Cantina Da Nonna. Em 2025, foram utilizadas cerca de 1,3 toneladas de fubá, quantidade que tem previsão de ser ainda maior em 2026. Para atender tamanha demanda, o exército de polenteiras da 20° edição contará com um exército de 10 policiais que irão atuar na linha de frente. Todo o processo deve ser feito na hora, como pede a cultura italiana, e é necessário cuidado com a compra do fubá adequado, tempo de cozimento, e até o tempo de esperar esfriar, no caso da polenta frita. No grupo da fritura, são 28 mulheres só com essa missão, para que o prato seja servido sempre quentinho, que trabalham de 10 da manhã sem hora para parar, além de mais 8 mulheres no atendimento.
16. IMAGEM FIDEDIGNA DE NOSSA SENHORA DO CARMO É APRESENTADA PELO FESTIVAL
Em 2026, completou 100 anos foi celebrado o primeiro festejo de Nossa Senhora do Carmo em Nova Veneza e o 20° Festival Italiano de Nova Veneza, em comunhão com a fé cristã local, percorreu o caminho de volta à Itália para trazer uma versão mais fidedigna da “Madonna del Carmine”, que será apresentada ao público durante o evento. “Queremos fazer este resgate que muitos venezianos ainda desconhecem”, diz Mayara do Carmo Basílio, coordenadora de criação e marketing do festival.
A santa é considerada padroeira da cidade e esta devoção foi trazida pelos imigrantes. Sua imagem original fica na Igreja Santa Maria dei Carmini, em Veneza, na Itália, que usa vestido e manto branco e bordado, carrega o menino Jesus com vestes claras, e está sentada em uma cadeira dourada e tem anjos à sua volta. Esculpida pelo artista plástico João Ricardo Alves, especialista em arte sacra, a “Madonna del Carmine” terá 80 centímetros de altura e ficará no circuito do evento durante os quatro dias.
17. UM VINHO PARA BRINDAR A 20 EDIÇÃO
Para celebrar as duas décadas de história do Festival Gastronômico Italiano de Nova Veneza, um vinho Cabernet Sauvignon, está sendo produzido na Serra Gaúcha exclusivamente para a festa, agendada para 28 a 31 de maio. O vinho foi batizado como Veneza 1924 Cabernet Sauvignon. Terá coloração intensa e vibrante, aromas frescos de frutas vermelhas com delicadas notas de especiarias, e um corpo médio que entrega equilíbrio e suavidade ao paladar. A coordenadora de marketing do Festival Italiano, Mayara Basílio, enfatiza que o nome do vinho simboliza o início da maior ocupação italiana no Centro-Oeste, e foi escolhido a partir de um concurso cultural realizado em outubro de 2025. O nome Veneza faz menção à cidade. Já o número 1924 faz menção ao ano de início da colônia dos italianos. “Os italianos chegaram à cidade em 1912 e viviam inicialmente em propriedades rurais isoladas. Em 1924, João Stival doou terras para a construção da capela da cidade e área para receber comerciantes, dando início à formação de um povoado estruturado, que mais tarde viria a ser o município de Nova Veneza”, conta.
18. CAVALGADAS NOS PRIMEIROS FESTIVAIS
Nos primórdios da cidade de Nova Veneza, os italianos que habitavam na cidade tinham o costume de visitar seus fazendeiros vizinhos com comitês de recepção a cada vez que um novo morador chegava na cidade. Um grupo de cavaleiros chegava à nova fazenda, e orquestrava uma apresentação com seus animais, formando as iniciais do nome do proprietário. Nos primeiros anos do Festival Italiano, essas cavalgadas eram parte das atrações, de modo que a pessoa em posição de presidência da cidade na época, era a homenageada com suas iniciais em coreografia.
19. PISA DA UVA
Em sua 20ª edição, o Festival Italiano de Nova Veneza celebra a cultura italiana com novidades. O tema deste ano, “Brindiamo Storia e Sapori” (Brindando História e Sabores), vai mergulhar os visitantes na trajetória dos imigrantes com experiências ligadas ao vinho, uma das bebidas mais tradicionais na Itália. Por isso mesmo, a pisa da uva vai ser uma das experiências desta edição, inclusive no jantar de lançamento para autoridades e imprensa no dia 12 de maio. Essa prática é uma tradição no processo da produção de vinho, gravada na história italiana. A pisa da uva surgiu na Antiguidade como parte essencial da produção de vinho. Após a colheita das uvas, era preciso que elas fossem maceradas, e é nesse ponto que a pisa da uva tem início. Esse método consiste em reunir as frutas em tanques de madeira ou pedra (lagares) e pisar nas uvas em passos ritmados, separando o suco da casca por cerca de duas horas.
Após serem esmagadas, as uvas são pisoteadas livremente por cerca de três horas. Quanto maior o tempo de contato entre a casca da uva e o suco, maior a fermentação, onde os taninos, aromas e cores são liberados, tornando o sabor do vinho mais intenso. Trazida ao Brasil pelos imigrantes italianos, essa prática significa também a resistência da tradição e da memória. Por isso, tornou-se também uma experiência turística e cultural popular, acompanhada de música italiana, cantos, trajes típicos e degustação de vinhos/sucos
Grupo celebra novas certificações LixoZero, apresenta indicadores ambientais e anuncia metas para expandir o programa a todas as unidades da rede
Transformar resíduos em oportunidade, reduzir desperdícios e gerar impacto social positivo. Esses foram os principais temas apresentados durante o lançamento do Junho Verde 2026, promovido pelo grupo BIG BOX e ULTRABOX em Brasília. O evento reuniu colaboradores, parceiros e representantes de instituições para apresentar os resultados das ações de sustentabilidade desenvolvidas pela rede e anunciar novas metas para os próximos anos.
A programação marcou também a entrega de novas certificações Lixo Zero para unidades da rede, ampliando um projeto iniciado em 2020 e que transformou a gestão de resíduos em uma das principais bandeiras da empresa. Atualmente, oito lojas já possuem a certificação, incluindo a unidade Castanheiras, reconhecida como o primeiro supermercado da América Latina a alcançar o selo.
Durante a abertura do evento, a diretora executiva do grupo, Bruna Habka, destacou que o reconhecimento alcançado pela rede é resultado do envolvimento coletivo dos colaboradores. “Para você ter uma certificação Lixo Zero, é preciso de pessoas comprometidas, engajadas e que entendam o propósito por trás. Conseguimos fazer isso porque o nosso time tem força, tem garra, tem brilho nos olhos e entende a importância de um projeto como esse”, afirmou.
Bruna também chamou a atenção para a necessidade de repensar a forma como a sociedade lida com os resíduos. “Quando a gente joga algo fora, para onde vai esse fora? Não existe fora. Tudo o que descartamos continua existindo em algum lugar. Por isso iniciativas como o Junho Verde são tão importantes”, disse.
Segundo a diretora, sustentabilidade deixou de ser apenas um conceito dentro da empresa para se tornar parte da cultura organizacional. “Muitas empresas falam sobre sustentabilidade. Nós escolhemos praticar a sustentabilidade. Não apenas falamos, nós fazemos”, declarou.
Responsável pela área de sustentabilidade do grupo, Pedro Helou relembrou o início do projeto e explicou como surgiu a decisão de criar um setor voltado exclusivamente para a gestão de resíduos. Segundo ele, o ponto de partida foi a constatação de que cerca de 500 toneladas de resíduos eram enviadas mensalmente para aterros sanitários.
“Eu visualizei uma área muito poderosa dentro da empresa. Quando descobri que restos de frutas, legumes e verduras poderiam se transformar em adubo e voltar para a cadeia produtiva, percebi que precisávamos fazer algo diferente. Foi aí que começou essa jornada”, contou.
Os resultados apresentados durante o evento mostram a dimensão da mudança. Apenas em 2025, mais de 5,5 mil toneladas de resíduos foram geradas pelas operações do grupo. Desse total, apenas 19% tiveram como destino final o aterro sanitário. O restante foi reciclado, reaproveitado, transformado em compostagem ou destinado a projetos sociais.
Para Cleusa, integrante da equipe de sustentabilidade e uma das responsáveis pela implantação das ações nas unidades, os números refletem o trabalho diário realizado por colaboradores de diferentes setores. “Esse evento só é possível graças ao trabalho de todos vocês. Conseguimos alcançar esses resultados porque existe um esforço coletivo dentro das lojas para separar corretamente os resíduos e garantir que eles tenham a destinação adequada”, destacou.
Além da gestão ambiental, o programa de sustentabilidade também tem impacto direto no combate à insegurança alimentar. Dados apresentados durante o Junho Verde mostram que mais de 280 toneladas de alimentos foram destinadas a projetos sociais ao longo do último ano, gerando aproximadamente 670 mil refeições para famílias em situação de vulnerabilidade.
A iniciativa beneficia instituições que atuam com crianças, famílias e pessoas em situação de risco social. Os alimentos que não podem mais ser comercializados, mas ainda estão próprios para consumo, são direcionados para organizações parceiras, reduzindo desperdícios e ampliando o alcance das ações sociais da rede.
Outro destaque apresentado foi a parceria com a plataforma Food To Save, que comercializa alimentos próximos do vencimento ou com pequenas imperfeições estéticas por preços reduzidos. Em poucos meses de operação, o projeto já evitou o descarte de milhares de produtos e ampliou o acesso da população a alimentos com preços mais acessíveis.
Pedro ressaltou que sustentabilidade e desenvolvimento econômico podem caminhar juntos. “A sustentabilidade precisa ser boa para o meio ambiente, para as pessoas e também para a empresa. Quando conseguimos unir esses três fatores, criamos um modelo que gera valor para todos”, afirmou.
A utilização de energia renovável também integra a estratégia ambiental do grupo. Atualmente, todas as unidades operam com energia proveniente de fontes renováveis. Segundo os dados divulgados durante o evento, a medida evitou a emissão de aproximadamente 1,6 mil toneladas de gás carbônico apenas em 2025.
Além disso, a empresa mantém programas de coleta de roupas, pilhas, eletrônicos e materiais recicláveis em diversas lojas do Distrito Federal. As ações contam com a participação direta dos clientes, que podem contribuir para a destinação correta dos resíduos e para projetos de reaproveitamento e reciclagem.
O trabalho desenvolvido pelo grupo ultrapassou as fronteiras do Distrito Federal e ganhou reconhecimento internacional. No ano passado, representantes da empresa participaram da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP), apresentando a experiência da rede para gestores públicos, especialistas e representantes de organizações de diversos países.
“Foi a primeira vez que um supermercado participou desse espaço para apresentar um projeto dessa natureza. Estivemos lá representando todos os colaboradores que fazem parte dessa transformação”, relatou Pedro.
O evento também serviu para anunciar as metas futuras. A principal delas é expandir o programa Lixo Zero para todas as unidades da rede até 2030. Atualmente, oito lojas possuem a certificação, mas a expectativa é que as demais também sejam adequadas aos critérios de reaproveitamento e destinação correta dos resíduos.
Ao encerrar a programação, Bruna destacou que o objetivo vai além de alcançar indicadores ambientais. “O futuro não será construído pelas empresas que vendem mais. Será construído pelas empresas que deixam o melhor legado. E nós acreditamos que estamos ajudando a construir esse futuro por meio de atitudes que fazem diferença para as pessoas, para a comunidade e para o planeta”, concluiu.
Iniciativa do Grupo Helio une formação profissional, inclusão e valorização da autoestima em atendimento gratuito na unidade da Asa Norte
A Beauty Lab, escola de formação profissional do Grupo Helio, realizará uma ação social de corte de cabelo gratuito para usuários da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Brasília. A iniciativa ocorrerá nesta terça-feira (16), das 9h às 16h, na unidade da Asa Norte, e contará com a participação dos alunos do curso de corte inicial ministrado pelo professor Marcel, especialista em corte e cor.
A expectativa é realizar cerca de 70 atendimentos ao longo do dia, proporcionando aos participantes um momento de cuidado, acolhimento e valorização da autoestima. Além dos serviços de beleza, os presentes terão acesso a café da manhã e almoço oferecidos gratuitamente no local.
Reconhecida nacionalmente, a Apae é uma organização sem fins lucrativos que atua na promoção e defesa dos direitos das pessoas com deficiência intelectual e múltipla. A instituição desenvolve um trabalho voltado à inclusão social, educação, assistência e apoio às famílias, contribuindo para o desenvolvimento da autonomia e da qualidade de vida de seus usuários.
A ação também representa uma oportunidade de aprendizado para os estudantes da Beauty Lab, que terão a chance de aplicar, na prática, os conhecimentos adquiridos em sala de aula em um ambiente de atendimento real. Além de oferecer experiência técnica, a iniciativa busca fortalecer valores como empatia, respeito e compromisso social.
Para a coordenação da Beauty Lab, o projeto reflete a missão da escola de formar profissionais preparados não apenas para o mercado de trabalho, mas também para atuar de forma consciente e transformadora na sociedade.
“Entendemos que a formação de um profissional da beleza vai muito além da técnica. É também sobre desenvolver sensibilidade, acolhimento e a capacidade de impactar positivamente a vida das pessoas. Estar na Apae é uma oportunidade de aprendizado para nossos alunos e, ao mesmo tempo, uma forma de retribuir à comunidade por meio do cuidado e da valorização humana”, destaca o professor Marcel, especialista em corte e cor.
A iniciativa busca proporcionar um dia especial aos usuários da instituição, reforçando o papel da autoestima e do bem-estar no desenvolvimento pessoal e social. “Acreditamos que pequenos gestos podem gerar grandes transformações. Um corte de cabelo representa mais do que uma mudança de visual; é um momento de atenção, escuta e valorização individual. Ficamos muito felizes em levar essa experiência para os usuários da Apae e contribuir para um ambiente de acolhimento e inclusão”, ressalta Marcel.