Brasília tem de melhor na Cultura, Entretenimentos, Arquitetura, Design e Decoração, Feiras, Cursos, Workshops, Seminários, Gastronomia, Vinhos, Cafés, Moda, Beleza…
A artista visual e arquiteta brasiliense Laila Mackenzie participa neste final de semana da edição de outono da ARTMUC, uma das principais feiras de arte contemporânea da Alemanha, que acontece de 10 a 12 de outubro no norte de Munique. A convite da tradicional Galeria Gaudí, a artista leva à Alemanha duas obras de sua nova série “Avis Rara”, destacando-se como representante da arte brasileira contemporânea no cenário internacional. O convite surgiu após sua participação de destaque na última Expo Arte SP.
Com mais de 20 anos de trajetória artística, Laila desenvolve uma produção autoral que transita entre a pintura e a escultura, sempre com forte carga poética e sensível articulação entre estética e subjetividade. Na ARTMUC, ela apresenta duas pinturas figurativas em acrílico sobre tela (80 x 100 cm cada):
Avis Rara 1 – Maga Roja retrata uma figura feminina — inspirada na própria artista — vestindo uma fantasia de íbis-vermelho, ave rara nativa do Brasil. A imagem evoca um manto cerimonial que remete aos antigos xamãs da tribo Tupinambá, unindo força ancestral e identidade feminina em uma composição vibrante.
Avis Rara 2 – Madre Maga representa um ambiente arquitetônico influenciado pela obra de Burle Marx, onde figuras de aves como o maguary (espécie de cegonha brasileira) e novamente o íbis-vermelho surgem em meio ao espaço construído, estabelecendo conexões entre natureza, cultura e espiritualidade.
Formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília (UnB), com mestrado pela UPM/SP, Laila retomou intensamente sua produção artística a partir de 2016, em um processo de reconexão com suas raízes criativas. Desde então, vem desenvolvendo pesquisa em estética contemporânea utilizando técnicas como pintura a óleo, acrílica e escultura em argila esmaltada de alta temperatura.
A ARTMUC é hoje o evento de arte mais importante da Baviera, reunindo nesta edição mais de 180 expositores, galerias e projetos internacionais, de países como Índia, Taiwan, Tailândia, Alemanha, França, Brasil e outros da América do Sul. O foco é a diversidade cultural e o diálogo direto entre artistas e público, em um ambiente aberto a novas narrativas e expressões.
A participação de Laila Macke, como a artista assina suas obras, é promovida pela Galeria Gaudí, inaugurada em 1985 e reconhecida por seu apoio a artistas contemporâneos e jovens talentos. Com presença constante em feiras internacionais como Art Karlsruhe, Lineart e AAF, a galeria amplia sua atuação ao incluir artistas latino-americanos em sua programação.
Com a série Avis Rara, Laila reafirma seu olhar singular sobre o corpo, o feminino e o simbólico, e consolida sua inserção no circuito internacional da arte contemporânea.
Evento de pré-lançamento segue neste domingo, a partir das 18h, na 511 Norte. Destaque para apresentação de Clarice Falcão como DJ.
O primeiro dia do pré-lançamento do Centro Cultural do Sesc-DF foi um verdadeiro sucesso. Mais de 2 mil pessoas lotaram o espaço na 511 Norte para viver um momento histórico e presenciar o prédio — abandonado por quase duas décadas — ganhar nova vida por meio de projeções monumentais que tomaram conta da fachada. O público se emocionou com a potência das imagens, as performances audiovisuais e os shows de Hamilton de Holanda, Criolo e Vanessa Moreno, em uma noite que celebrou a arte, o futuro e a cidade.
E neste domingo (5), tem mais! O evento gratuito continua das 18h às 22h, com uma programação que promete repetir o encanto do primeiro dia. Entre as atrações, destaque para o show de Clarice Falcão, Digital Dubs + Anelis Assumpção + Ed Trombone, e o Sistema Criolina, além de performances visuais e projeções imersivas.
O ponto alto da noite será novamente o Manifesto do Centro Cultural Sesc-DF, dirigido pelo renomado artista visual Batman Zavareze e narrado por Arnaldo Antunes — um espetáculo que mistura imagem, som, poesia e fogo em uma experiência sensorial única.
O público também poderá aproveitar a área externa, com food trucks e uma atmosfera vibrante, ideal para curtir o domingo ao ar livre e celebrar a chegada de um novo marco para a cultura do Distrito Federal.
Serviço
Evento de pré-lançamento do Centro Cultural do Sesc-DF
Pelas lentes de Tainá Frota, exposição revela o ressignificar de mulheres diante ao diagnóstico do câncer de mama
Prefácio é um tributo às mulheres que ressignificam. Uma reverência aos corpos que transformam o medo em jornada a ser vencida, dias difíceis em resistência e amor à vida. A coletânea da fotógrafa Tainá Frota é um abraço à resiliência feminina e um movimento de alerta para a importância do cuidado, da prevenção e do acolhimento.
Em cartaz no ParkShopping para marcar o Outubro Rosa, Prefácio tem curadoria e patrocínio do Grupo Santa. No acervo, uma imersão ao universo feminino que floresce e se reinventa, fazendo das cicatrizes símbolos de um renascer do corpo e da alma. O novo trabalho de Tainá traz em seus contornos o esperançar imbuído na certeza de que a tempo, há tempo.
O autoexame, a mamografia periódica, a atenção ao próprio corpo e à singularidade da ancestralidade são passos que podem salvar vidas. “Contar as histórias de quem enfrentou o câncer de mama é transformar dor em esperança, e emoção em conscientização — uma campanha que toca corações para salvar vidas pela prevenção”, observa a Dra. Patrícia Schorn, coordenadora médica da Oncologia do Grupo Santa.
Mais ainda, Prefácio traz um convite mais profundo: o de cultivar um olhar amoroso e presente para si. “Estamos muito felizes em trazer ao público uma coletânea que não descortina apenas um processo de luta pela vida, mas ilumina futuros possíveis. Os retratos de Prefácio são lembretes vivos de que a informação, o cuidado e o acolhimento podem mudar trajetórias”, pontua a gerente de marketing do ParkShopping, Anna Aimée Codeço. “Estamos certas de que, para o nosso público, a mostra marca algo primordial na luta contra o câncer de mama: quanto antes olharmos para nós mesmas, maiores as chances de escrevermos nosso legado com saúde e esperança”, reflete Natália Vaz, superintendente do ParkShopping.
Mulher, Força Motriz
Apaixonada por contar histórias e fazer pontes, Tainá Frota se autointitula fotógrafa de gente. Estar em contato com diferentes histórias é sua força motriz. A interpretação visual desses encontros é, de certa forma, uma extensão da sua própria existência. A fotógrafa pondera que todo retrato parte do encontro. Para ela, retrato é cumplicidade entre fotógrafo e fotografado. Após anos registrando profissionais de saúde da área oncológica e pacientes com câncer e suas famílias, a fotógrafa percebeu que a celebração da imagem feminina é fonte vital na luta contra a doença e o preconceito que a cerca. “Prefácio propõe celebrar e prevenir. Houve uma troca genuína, uma doação mútua. Eu doando meu olhar e enaltecendo essas mulheres, com suas novas formas, beleza e força impressionantes. Elas nos presenteando com relatos potentes sobre uma jornada na luta contra a doença e, especialmente, sobre a importância da prevenção”, reforça a retratista.
Todas as mulheres retratadas faziam exames preventivos periódicos e, por isso, aumentaram significativamente sua chance de cura. Mas, Tainá alerta que muitas mulheres ainda não se auto examinam e nem realizam exames preventivos pelos mais diversos motivos. Tal dificuldade é acolhida já na identidade visual da exposição. “Utilizamos imagens escaneadas de flores. Elas nos remetem aos exames de imagem e são uma forma de ressignificação do que é o diagnóstico, apresentando uma perspectiva mais otimista e também delicada, que revela o florescer, o renascimento das vidas que se transformam, e que seguem. Porque, quando falamos em prevenção, se ela vem a tempo, há tempo”, observa Tainá.
Fotografadas:
1. Amélia Prado
2. Camila Lazzarini
3. Christiane Moreno
4. Elane Pires
5. Eliete Guanabara
6. Lilian Neves
7. Luciana Bagno
8. Márcia Damasceno
9. Márcia Farias
10. Marília Gonçalves
11. Rayanne Freitas
12. Simone Branquinho
ParkShopping – Inaugurado em 1983, o ParkShopping é referência na capital do País e conta com um mix diverso e qualificado de marcas, ampla oferta de serviços e excelentes opções de lazer e entretenimento para os brasilienses. Os empreendedores do ParkShopping são Multiplan e Previ, com administração da Multiplan. O PKS foi certificado por dois anos consecutivos no Experience Awards (2023 e 2024), no segmento Shoppings, que recebeu milhares de votos de consumidores. A premiação indica o ranking NPS (Net Promoter Score), uma métrica de lealdade do cliente, e visa reconhecer as empresas com os melhores índices do Brasil em diversos segmentos.
O ParkShopping atende a região que lidera o ranking de PIB per capita nacional. Maior e mais completo shopping de Brasília, o PKS vem contando uma história de sucesso, crescimento e inovação. O shopping representa hoje 3,4% da ABL do Centro-Oeste, segundo a Abrasce, enquanto suas vendas anuais totalizaram 10,4% das vendas totais dos shoppings na mesma região, alcançando R$1,6 bilhão em 2023 e ocupando o quinto lugar no portfólio Multiplan.
PROGRAME-SE
EXPOSIÇÃO PREFÁCIO
Onde:1º Piso do ParkShopping, próxima à Praça Central, corredor do Madero.
Quando: de 2 a 31 de outubro, no horário de funcionamento do PKS.
O coquetel promovido pelo Fazenda da Matta, com mailing assinado pela MiThi, reuniu um público seleto e sintonizado com as novas tendências de lifestyle e bem-viver, no espaço de Denise Zuba na CASACOR Brasília 2025, Crédito: João Macêdo/Agência MiThi
Apresentado na CASACOR Brasília, o Fazenda da Matta une a tradição equestre de Doda Miranda, a visão arquitetônica de Denise Zuba, paisagismo de Depieri, em um projeto que ressignifica o conceito de segunda residência.
Na noite de 9 de setembro, o Fazenda da Matta revelou ao público da CASACOR Brasília mais que um condomínio: apresentou uma declaração artística de estilo de vida. No espaço Casa Conectada, assinado pela arquiteta DeniseZuba, o cavaleiro olímpico Doda Miranda introduziu o haras que simboliza o coração do empreendimento. O projeto se posiciona como o mais inovador e completo da região, traduzindo um modo de viver onde sofisticação, natureza e exclusividade caminham lado a lado.
O mailing da noite foi cuidadosamente conduzido pelo relações-públicas Thiago Miranda, CEO da MiThi, reunindo jornalistas, formadores de opinião, entusiastas do projeto e personalidades. Entre elas, a consultora de etiqueta Fátima Scarpa, referência nas redes sociais, que encantou a imprensa da Capital com sua simpatia e elegância.
Idealizado pelos irmãos Marcelo e Felipe Maldonado, o Fazenda da Matta nasce na região de Pirenópolis território marcado pela tradição turística, pela cultura enogastronômica e pelo lazer ao ar livre. A escolha da região traduz o desejo contemporâneo de unir o ritmo urbano a uma segunda moradia que celebra a vida em família, o convívio e a autenticidade.
“Construímos aqui um mosaico de experiências: da força e elegância dos cavalos à delicadeza dos vinhos, tudo se entrelaça para oferecer mais que um endereço — uma herança de estilo de vida”, afirmam os empreendedores.
O Haras como Obra Viva
Assinado por Doda Miranda, o haras reúne 40 baias, redondel, pista de modalidades, piquetes, bar, estoque e estacionamento. Entregue com quatro cavalos para iniciação infantil, o espaço é uma ode à tradição equestre, que transforma o esporte em parte orgânica do cotidiano.
“O haras do Fazenda da Matta reflete minha paixão pelos cavalos e traduz a proposta do projeto: viver em meio à natureza, com qualidade de vida e lazer completo.”, afirmou o cavaleiro olímpico.
Arquitetura, Paisagismo e Vinhos
A arquitetura assinada pela Denise Zuba Arquitetos dialoga com o paisagismo de Depieri, criando ambientes que respeitam a natureza do cerrado e celebram o encontro. A parceria inédita com a Vinícola Assunção leva a experiência do vinho para dentro do clube social, com um parreiral exclusivo e curadoria de rótulos. A gastronomia também se manifesta no Bistrô de Fogo, espaço que traduz o espírito de Pirenópolis em receitas preparadas na brasa.
O Fazenda da Matta oferece uma imersão que ultrapassa o tangível: trilhas, ciclismo, complexo de golfe e muito mais cavalgadas completam a rede de experiências. É um convite à colecionar memórias, mais do que ao simplesmente habitar
Um Público que Busca Mais que Endereços
O empreendimento atrai médicos, advogados, empresários e investidores, famílias de médio porte e casais que veem na segunda residência um investimento patrimonial e emocional. A maioria dos compradores vem de Brasília, Goiânia e Anápolis, refletindo um desejo comum: investir em qualidade de vida.
Com este lançamento, a marca reafirma seu compromisso em criar não apenas um condomínio, mas um patrimônio imaterial de estilo de vida, em que cada detalhe é pensado para atravessar gerações.
Sobre o Fazenda da Matta O Fazenda da Matta é um condomínio de alto padrão localizado a 10 minutos do centro de Pirenópolis (GO), com projeto que valoriza o contato com a natureza, a sofisticação estética e a convivência entre vizinhos. O empreendimento conta com haras assinado por Doda Miranda, arquitetura de Denise Zuba Arquitetos, paisagismo do escritório Depieri e uma parceria com a Vinícola Assunção para a produção de vinho com rótulo próprio.Contará com um museu a céu aberto, integrado às trilhas e jardins do condomínio com obras exclusivas assinadas por nomes da arte contemporânea como Samuel Caixeta. O projeto ainda inclui a presença do Bistrô de Fogo e ações sociais com parceiros locais.
Informações sobre disponibilidade de lotes e experiências estão disponíveis discretamente em: https://fazendadamatta.com.br/
Museu monográfico volta a impressionar o público com mostra de 300 trabalhos do artista Nelson Maravalhas
A já cultuada Hypnacoteca Maravalhas, um dos espaços culturais mais singulares de Brasília, reabriu suas portas com a exposição EXPERIMENTAL. O espaço – idealizado pelo artista e professor Nelson Maravalhas Jr. – tem se consolidado como um raro museu monográfico na cidade, combinando acervo permanente, ações educativas e exposições temporárias de caráter inovador.
Diferente da exposição inaugural (Pinturas Hipnagógicas), EXPERIMENTAL não se baseia em imagens subjetivas previamente experienciadas, mas em um jogo de acaso e intervenção sobre materiais encontrados. São aproximadamente 300 trabalhos – pinturas, colagens, assemblages e objetos híbridos – que nasceram de suportes e imagens pré-existentes, muitas vezes do cotidiano, submetidos a processos de intervenção, correção e recomposição. O visitante encontrará obras de formatos e materiais variados, que vão de impressos manipulados a peças tridimensionais, revelando um repertório visual instável, mutante e vibrante. “A maioria das obras foram criadas pelo acaso, em um processo mais lúdico e mais ligado à natureza dos materiais”, antecipa Maravalhas.
Mesmo utilizando materiais não tradicionais, o artista sublinha sua preocupação com a permanência das peças e a investigação formal que elas revelam. “Tudo parte de algo achado – uma imagem impressa, um objeto ou mesmo o trabalho de outro pintor – sobre os quais pratico operações compositivas e atos físicos de transformação. Apesar de às vezes usar materiais não convencionais, tenho sempre a preocupação com a durabilidade do artefato final”, explica. Para ele, o núcleo da mostra é uma busca por padrões universais: “Sigo os passos de um hipotético Organizador Universal, isto é, padrões extensivos que fazem parte da constituição dos mais diferentes fenômenos ou materiais. Acredito haver uma ordem oculta, não mística; algumas leis físicas regem os materiais. A exposição conta e mostra os resultados de se seguir e obedecer a essas leis”.
Aberta em 2024, a Hypnacoteca Maravalhas – Museu do Urubu é um projeto artístico expandido sem paralelo em Brasília. Com um projeto arquitetônico amplo e instigante, concebido para funcionar como museu monográfico, o espaço foi pensado para salvaguardar e expor de forma continuada a produção plástica, a documentação e os livros editados por Maravalhas. Ao mesmo tempo, acolhe ações educativas, visitas mediadas, oficinas e atividades para estudantes de diferentes níveis de ensino, além do público espontâneo. O visitante encontra ali um percurso que combina memória, experimentação e fruição estética, em um ambiente que mistura ateliê, museu e centro cultural, fazendo da Hypnacoteca um ponto de visitação único e atraente na cidade.
Com sólida formação internacional (Mestre pelo School of the Art Institute of Chicago, Doutor pela University of Kent at Canterbury e Pós-Doutor pelo acervo Prinzhorn Sammlung, Alemanha) e mais de três décadas como professor do Departamento de Artes Visuais da UnB, Nelson Maravalhas Jr. combina criação, reflexão crítica e ensino. A Hypnacoteca sintetiza esse percurso e se torna um lugar de referência para compreender seu trabalho e sua visão de arte contemporânea, articulando sua produção plástica a ações educativas e curadoria continuada, abertas ao público espontâneo e institucional.
Evento será nos dias 4 e 5 de outubro, com espetáculos de luz, inovação e participação de Arnaldo Antunes.
Hamilton de Holanda, Criolo e Clarice Falcão serão algumas das atrações de um marco histórico para Brasília. Eles vão participar, nos dias 4 e 5 de outubro, do evento de pré-lançamento do Centro Cultural do Sesc-DF. As apresentações gratuitas serão realizadas no prédio das futuras instalações, localizado na 511 Norte, das 18h à 22h.
Com tema “O Futuro é Hoje”, a ação marca a apresentação do projeto conceitual e arquitetônico do novo Centro Cultural, a primeira unidade do Sesc-DF totalmente dedicada a arte, cultura e tecnologia. Além de música, o evento ainda vai contar com projeções audiovisuais e exposições de arte visual.
“Esse prédio, abandonado há quase duas décadas, vai dar luz à arte na Asa Norte e ao Distrito Federal como um todo. E esse evento vai ser um aperitivo de tudo que estar por vir quando o Centro Cultural estiver inaugurado. Um espaço de acesso gratuito, de verdadeira promoção artísticas”, afirma o presidente do Sistema Fecomércio-DF, José Aparecido Freire.
Atrações de Pré-Lançamento
No sábado, dia 4, o bandolinista Hamilton de Holanda fará uma apresentação especial e inédita, com participações de Vanessa Moreno e Criolo. As músicas foram produzidas exclusivamente para o evento.
E tem mais: o espetáculo ainda vai contar com instalações de artes visuais, performances de DJ e VJ, além do lançamento do Mapping Manifesto, uma intervenção audiovisual de grande impacto na imponente fachada do prédio.
O Manifesto será conduzido pela por Batman Zavareze e narrado por Arnaldo Antunes, em um espetáculo que mistura projeções, trilhas e poesia, trazendo à tona o conceito do futuro Centro Cultural: um espaço voltado para a criação, beleza e novos horizontes.
No Domingo, tem apresentação de Clarice Falcão. A cantora, atriz, humorista e compositora apresenta seu trabalho musical.
Direção artística de peso
Potência criativa de Batman Zavareze
Há décadas, Batman Zavareze (52) se consolidou como um designer, curador de festivais e artista visual realizando trabalhos de grandes repercussões. Ele deu vida à sua visão criativa como diretor artístico de grandes shows musicais, como Marisa Monte, Tribalistas, Roberto Carlos, Ney Matogrosso, Zeca Pagodinho, Paulinho da Viola, Paralamas do Sucesso, Arnaldo Antunes, Los Hermanos, Pato Fu, Planet Hemp e Natiruts.
Também esteve à frente de exposições de arte e eventos ao vivo, entre eles, o encerramento das Olimpíadas do Rio 2016, a posse do presidente Lula da Silva em 2023, Abertura da Cop 28 em Dubai, Ópera Nabucco em Genebra e Ocupação total da Times Square, em 2023, em Nova York, em um grande Chamado à Ação: Salve a Amazônia.
Participou da criação e dirigiu o projeto imersivo do novo Museu da Imagem do Som do Ceará, com a obra “Ontem Choveu no Futuro”. Fez a direção e curadoria do Festival de Arte Digital Multiplicidade desde a sua criação em 2005.
Batman fomentou uma plataforma vital para explorar a interseção de diversas linguagens artísticas e novas experiências tecnológicas de forma pioneira, solidificando sua posição como um pilar cultural brasileira.
• Curadoria de Artes Visuais: Jacopo Crivelli Visconti, curador da 34ª Bienal de São Paulo e responsável por exposições internacionais.
• David Batchelor: escocês de nascimento, mas radicado em Londres, já expôs em museus e galerias da Grã-bretanha, Europa e Américas. Nas últimas décadas tem pesquisado os efeitos da cor na cidade moderna, produzindo uma grande variedade de obras onde reutiliza material industrial como carrinhos, caixas de luz e contendores de plástico.
Como será o Futuro Centro Cultural do Sesc-DF
O Centro Cultural Sesc-DF surge como um símbolo vivo e pulsante da cultura no Distrito. Com mais de 10 mil metros quadrados, o espaço abrigará teatro multifuncional, sala de cinema, galerias de arte, laboratórios criativos, áreas para oficinas, leitura e brincadeiras.
Será construído no terreno do antigo prédio da Caixa Econômica, localizado na 511 Norte. O edifício foi adquirido pelo Sesc-DF em 2024 e será totalmente reformulado. A previsão é que as obras tenham início em 2026.
Pensado para todas as idades, será um território de encontros entre artistas e comunidade, unindo tradição e tecnologia em experiências culturais inovadoras.
“É um momento histórico para o Sesc-DF e para o Distrito Federal. Queremos apresentar à população o conceito de um espaço inovador, pensado para ser um polo de cultura, arte e tecnologia. E mais do que isso: um espaço acessível, que vai transformar a relação da comunidade com a produção cultural”, revela o diretor regional do Sesc-DF, Valcides de Araújo.
Traços de Lina Bo Bardi
O projeto arquitetônico, assinado pelo escritório Brasil Arquitetura e liderado por Marcelo Ferraz e Francisco Fanucci, carrega a herança de Lina Bo Bardi, responsável por ícones como o MASP e o Sesc Pompeia. O espaço promete um design contemporâneo e funcional, que reforça o caráter inovador e público do espaço.
Moderno, Gratuito e acessível: o novo Centro Cultural Sesc-DF vai colocar a cultura ao alcance de todos no Distrito Federal
Um diferencial do Centro Cultural do Sesc-DF será seu princípio da gratuidade, permitindo que toda a população do Distrito Federal tenha acesso a exposições, shows, espetáculos teatrais, entre outras atrações culturais. Tudo isso sem custo algum.
Assim, o projeto reforça as ações do Sesc-DF de democratização e descentralização da cultura no Distrito Federal. Nos últimos anos, a instituição tem levado às mais diversas regiões administrativas do DF grandes espetáculos teatrais e musicais, com nomes artísticos importantes do cenário nacional.
PROGRAMAÇÃO DO PRÉ-LANÇAMENTO DO CENTRO CULTURAL
• Sábado – 4 de outubro
INÍCIO
ARTISTA MUSICAL
ARTISTA VISUAL
18:00
GET LUCKY DUO
VJ ALEXANDRE RANGEL
18:45
MR. MENDEL
VJ ALEXANDRE RANGEL
19:45
PROJETO ARQUITETONICO
19:50
DISCURSO DIRETOR REGIONAL
20:05
DISCURSO PRESIDENTE FECOMERCIO
20:20
MANIFESTO CCSESC 1º MOMENTO
BATMAN ZAVAREZE
20:35
SHOW HAMILTON DE HOLANDA + CRIOLO + VANESSA MORENO
Com sede em Goiânia-GO, incorporadora cresceu mais de 100 posições no ranking das 1000 maiores do País e consolida presença em Brasília com o Jardins Genebra
A FGR Incorporações marcou presença, pelo segundo ano consecutivo, entre as maiores empresas do país – ao considerar todos os segmentos – conforme o ranking das 1000 maiores divulgado pelo Valor Econômico na terça-feira (16).
Os números que colocam a empresa com sede em Goiânia no topo são expressivos. Em apenas um ano, acumulou mais de R$ 1,2 bilhão Valor Geral de Vendas (VGV) resultando em R$ 394 milhões em lucros líquidos. Essa arrancada fortaleceu ainda mais a marca – que subiu 108 posições no ranking – saindo de 881 (2023) para 773 (2024).
Especializada em condomínios fechados, a FGR atende a um crescimento exponencial desse tipo de imóveis em Goiânia. Conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2010 e 2022, a quantidade de famílias vivendo em condomínio fechado na capital goiana subiu 124% – quase o dobro da média nacional.
“Foi um ano em que tudo que lançamos foi 100% vendido. Estar entre as 1000 maiores empresas, ao considerar todos os segmentos, traz para a FGR uma expressividade do tamanho do negócio que nós temos construído ao longo desses anos”, ressaltou a diretora comercial da FGR, Camila Alcântara.
Para se ter ideia, das 924 unidades vendidas neste ano, 598 unidades são do mais recente empreendimento da FGR apresentado ao mercado, o Jardins Grécia, que foi 100% comercializado no lançamento, em junho, movimentando um VGV de R$ 800 milhões.
Para este semestre, a empresa já prepara mais um lançamento para outubro, o Jardins Montreal, com VGV estimado em R$ 450 milhões, trazendo a novidade de ser o primeiro que oferecerá casas e lotes, atendendo tanto ao público que deseja contar com a praticidade de receber o imóvel pronto, quanto aos que preferem construir sua própria obra.
Criadora da marca Jardins de condomínios horizontais, a FGR lançou o primeiro condomínio horizontal na capital goiana nos anos 1990 e cunhou o slogan “jeito jardins de viver”. De Goiânia, já levou a marca para outros seis estados brasileiros mais o Distrito Federal, acumula 44 condomínios já lançados.
FGR em Brasília
No Distrito Federal, a FGR se estabeleceu com o Jardins Genebra, na região Entre Lagos, em Brasília. Entregue em maio de 2024, o empreendimento já apresenta resultados concretos. Em julho deste ano, o condomínio registrava 58 projetos aprovados, 27 obras em andamento, quatro casas prontas e algumas famílias já morando no local.
No dia 1º de outubro, às 18h, a Referência Galeria de Arte inaugura simultaneamente duas exposições que abordam as relações entre arte, produção, economia e suas repercussões na sociedade. Na Sala Principal, o premiado fotógrafo Rodrigo Zeferino apresenta “Veia Aberta – à margem da estrada do ferro”, com curadoria de Eder Chiodetto, em que o artista apresenta o inédito ensaio fotográfico agraciado pela Funarte com o Prêmio Marc Ferrez de Fotografia. Na Sala Acervo, a curadora Samantha Canovas apresenta “Fofoca”, uma reflexão sobre a inserção da produção de artistas visuais mulheres no sistema da arte contemporânea. Com obras de| Bárbara Paz, Camila Soato, Clarice Gonçalves, Courinos, Fernanda Azou, Pamella Anderson, Raquel Nava e Veridiana Leite. A visitação segue até 15 de novembro, de segunda a sexta, das 10h às 19h, e sábado, das 10h às 15h.A Referência fica na 202 Norte, Bloco B, Sala 11, Subsolo, Asa Norte, Brasília-DF. Telefone (61) 3963-3501 e Wpp (55 61) 98162-3111. No Instagram @referenciagaleria.
“Uma rua começa em Itabira e vai dar em qualquer ponto da Terra.”
América, de Carlos Drummond de Andrade (1945)
A mostra que entra em cartaz de 1 de outubro a 15 de novembro na Referência Galeria de Arte é a primeira individual do artista mineiro Rodrigo Zeferino. Ele traça um paralelo entre as questões geoeconômicas e a forma como nos relacionamos como sociedade ao longo de décadas de exploração das riquezas minerais e o que resta para as comunidades que vivem à margem. Entre os anos 2020 e 2022, o fotógrafo mineiro Rodrigo Zeferino percorreu os 892 quilômetros da Estrada de Ferro Carajás (EFC) que liga a Serra dos Carajás, no Pará, ao Porto de Ponta da Madeira, em São Luís, no Maranhão, construída para escoar a produção de minério de ferro e, outros minerais, das jazidas do complexo de Carajás (PA). Seu objetivo era produzir um ensaio fotográfico para abordar o universo social onde estão inseridas dezenas de comunidades localizadas às margens da EFC.
Para o projeto “Veia Aberta – à margem da estrada do ferro”, Zeferino se inseriu nos recônditos de vilas e assentamentos para dialogar com os representantes locais de modo a levantar questões caras a eles, como as questões ambientais e sociais que envolvem a estrutura logística que atende as demandas da mineração. “Era notório o modus operandi adotado pelas mineradoras com inegável descaso acerca dos impactos causados pela atividade, haja vista o rastro de consequências trágicas e criminosas envolvendo o setor, alguns dos quais de proporções calamitosas como os episódios de Mariana, em 2015, e Brumadinho, em 2019, ambos em Minas Gerais”, explica o fotógrafo.
O projeto é atravessado por essa complexa rede de acontecimentos históricos, amalgamados em uma relação paradoxal de geração de riqueza e de abastecimento de todo o sistema econômico mundial em contraponto com a natureza insustentável da atividade e o desprezo pelas desigualdades e pelos desequilíbrios gerados.
Eder Chidetto, o curador da mostra, ressalta que em “Veia Aberta – à margem da estrada do ferro”, assim como em “Terra Cortada” e “O Grande Vizinho”, projetos de igual envergadura realizados anteriormente, Zeferino critica iniciativas institucionalizadas que transformam territórios naturais em commodities. Ele compõe um ensaio fotográfico contundente, que une a tradição da fotografia documental à liberdade experimental”.
As imagens dos trens abarrotados de minério cruzando o país em direção ao litoral são profundamente simbólicas: cada vagão leva mais do que ferro — carrega também pedaços de paisagens, traços de memórias culturais e identidades locais. O que se envia ao exterior não se resume à matéria-prima; junto dela vai o próprio futuro do território, comprometido em nome de um progresso que raramente alcança a maioria da população. Zeferino destaca essa realidade ao reunir, em suas imagens, montes de rejeitos e grãos de minério — vestígios que se espalham ao longo dos trilhos, derramados por vagões quase sempre além de sua capacidade.
O curador completa: “Grande parte do ensaio resulta em panorâmicas construídas pela junção de várias imagens. Esse formato, ao mesmo tempo em que emula o movimento dos vagões que rasgam a paisagem horizontalmente, à revelia das ondulações naturais do território, também remete ao achatamento da topografia provocado pela subtração das montanhas”.
Sobre o artista
A fotografia e o vídeo são a base instrumental para a construção dos trabalhos de Rodrigo Zeferino, tendo a paisagem como principal tema. Começou a fotografar na Faculdade de Comunicação e Artes da PUC Minas em 1998. Em 2006 realiza sua primeira individual. Recorrendo frequentemente à técnica de fotografia de longa exposição, seus trabalhos discutem questões contemporâneas diversas, mas está no cerne de todos eles o propósito de evidenciar como a geoeconomia mundial – e suas reverberações na industrialização, urbanização e exploração ambiental – impõe situações de condicionamento a várias camadas da sociedade, que são forçadas a se submeter a circunstâncias pouco favoráveis à existência humana e do ambiente como um todo. Já realizou exposições no Brasil e no exterior e tem obras em acervos de museus como o Masp e o MAM-RJ. Em 2020 publica seu primeiro livro de fotografias, a partir do projeto O Grande Vizinho. Entre os prêmios recebidos estão o Prêmio Mostras de Artistas no Exterior (Fundação Bienal de São Paulo 2010) o Prêmio FCW de Arte 2016 e o Prêmio Foto em Pauta 2019.
Sobre o curador
Eder Chiodetto [São Paulo, SP, 1965] é mestre em Comunicação pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo. Foi repórter fotográfico, editor e crítico de fotografia da Folha de S.Paulo. Hoje, reúne as funções de editor, professor e curador de fotografia. Ministrou aulas na Universidade Metodista de São Paulo e na Faculdade de Fotografia do Senac-SP. Como curador independente, realizou, desde 2004, mais de 180 exposições no Brasil e no exterior. Foi curador do Clube de Colecionadores de Fotografia do MAM-SP entre 2006 e 2021. Em 2011, fundou o Ateliê Fotô, que coordena Grupos de Estudos e Criação em Fotografia. presenciais e online, para fotógrafos que queiram desenvolver trabalho autoral. Em 2016 fundou a Fotô Editoral, editora voltada para a produção de livros de fotografia autoral e de reflexão acerca do estatuto da imagem contemporânea.
Obras de | Bárbara Paz, Camila Soato, Clarice Gonçalves, Courinos, Fernanda Azou, Pamella Anderson, Raquel Nava e Veridiana Leite
Curadoria | Samantha Canovas
Pinturas, objetos e instalação
Onde | Sala Acervo
“Menina, nem te conto…”
“Fofoca” nasce do desejo de expandir o diálogo entre as obras de artistas mulheres, em sua maioria de Brasília. Para tanto, a curadora Samantha Canovas selecionou quatro obras de artistas representadas pela Referência e quatro obras de artistas não representadas pela galeria. A curadoria considerou também a inserção mercadológica dessas artistas, que abordam temas que se complementam. “Fofoca” surge das questões emergentes sobre a inserção da obra de artistas mulheres no mercado de arte, seja local, nacional ou mundial, e fortemente influenciada pela leitura de “Um Teto Todo Seu”, ensaio da escritora britânica Virginia Woolf publicado em 1929 que aborda a dificuldade enfrentada por artistas mulheres em encontrar espaço para a produção criativa.
“A intenção é ampliar a discussão sobre essas temáticas presentes em seus trabalhos e apresentar artistas mais jovens a este espaço, com foco na relação mercadológica”, explica a curadora. “Embora o contexto contemporâneo apresente nuances, as artistas não representadas pela galeria são aquelas cujas produções desejo acompanhar e divulgar. A exposição busca, portanto, impulsionar e celebrar a continuidade de suas pesquisas e trabalhos.
Ao longo do processo curatorial, Samantha Canovas observou o surgimento de um diálogo abrangente entre as obras de todas as artistas convidadas para a mostra. A exposição, que inicialmente foi pensada como um conjunto de duplas, evoluiu para uma interação mais fluida, na qual os temas se conectam e se complementam, resultando em um grupo de obras que se relacionam de forma coesa. As temáticas se interligam: a dimensão do corpo, proposto a Clarice Gonçalves e a Fernanda Azou, dialoga com sua pesquisa sobre paisagem, questionando a relação entre corpo e ambiente. Essa abordagem ressoa nas obras de Courinos e de Veridiana Leite, influenciando o uso de cores e a representação da paisagem, muitas vezes com ironia e humor. A presença do corpo também é notável na obra de Camila Soato, e a liberdade poética na de Pamella Anderson. A dimensão animalística, presente nos trabalhos de Raquel Nava e Bárbara Paz, com esta última explorando a paisagem de maneira distinta, evidencia a interconexão das obras.
“Os trabalhos de Camila Soato e Pamella Anderson exploram a contemporaneidade sob a perspectiva do humor, com foco na experiência da mulher lésbica e artista. Suas obras abordam questões relevantes com uma consciência crítica e lúdica, que considero fundamental para a compreensão da contemporaneidade.”
“Clarice Gonçalves e Fernanda Azou, por sua vez, investigam a representação do corpo, apresentando-o não sob um olhar voyeurístico, mas como um corpo feminino universal, inserido em um contexto íntimo e ao mesmo tempo amplo. Elas abordam as experiências do corpo e a naturalização de aspectos que, por vezes, podem parecer grotescos. Essa abordagem se manifesta inclusive na exploração da eroticidade, que, embora incomum, é intrínseca à condição humana feminina.”
“Raquel Nava e Bárbara Paz, por sua vez, dialogam por meio de linguagens distintas. Bárbara utiliza materiais como pelúcia, com uma materialidade têxtil, enquanto Raquel explora a temática animal. Ambas estabelecem uma relação entre o humano e o animal, destacando a organicidade e a interdependência entre as formas.”
“É importante falar do trabalho de Veridiana Leite e de Courinos”, duas pintoras que abordam a paisagem. Essa temática, tradicionalmente associada a artistas homens, ganha novas perspectivas com a visão dessas artistas. Elas reinterpretam o cânone da pintura de paisagem, explorando novas formas de produção, transcendendo as expectativas associadas ao feminino e ampliando as possibilidades artísticas. A paisagem de Courinos e Veridiana se manifesta em uma dimensão mais onírica, com uma dinâmica fluida e, por vezes, abstrata, assemelhando-se a um jogo de cores e formas. A abordagem de Veridiana, com o uso do rosa e a representação das flores, aproxima-se da abstração e da beleza presente no macro, o que também é perceptível nas obras de Camila.”
Sobre a curadora
De Brasília – DF (1990), Samantha Canovasé artista plástica, têxtil, arte-educadora e escritora. Iniciou sua trajetória artística pesquisando os limites da materialidade da pintura, e atualmente investiga o têxtil enquanto campo escultórico e os vestíveis, visando a diluição da fronteira arte/artesanato. Mestra em Poéticas Visuais pela ECA/USP e bacharela em Artes Plásticas pela UnB, participa de exposições coletivas desde 2010. Participou das residências artísticas NES, na Islândia e na SVA, em NY. Em 2016 realizou sua primeira exposição solo “Lembrar que a água circula por debaixo das ondas”, em Brasília. Artista vencedora do Prêmio PIPA Online 2022. Em março de 2024, apresentou na SP-Arte a performance “Enquanto caminha carrega a pedra 2″, em que atravessou o pavilhão da Bienal de São Paulo arrastando duas pedras de cerca de 20 kg cada, na cauda de um vestido de linho branco, construído pela artista.
Referência 30 anos
No dia 9 de novembro de 1995, Onice Moraes e José Rosildete de Oliveira inauguraram a Referência Galeria de Arte. Em sua primeira mostra, a galeria abriu ao público com uma exposição icônica que trouxe para Brasília uma exposição inédita de Amilcar de Castro. A essa, seguiram-se várias exposições importantes como individuais de Athos Bulcão, Carlos Vergara, Claudio Tozzi, e de jovens artistas que hoje são destaque na cena das artes. Em 2004, junta-se à sociedade Paulo Moraes de Oliveira, filho do casal, que passa a administrar e tomar parte nas decisões estratégicas da empresa. Com 30 anos de atuação no mercado de arte, a Referência traz para o ambiente da galeria e para espaços institucionais artistas com trajetórias consolidadas, em meio de carreira e iniciantes, em especial de Brasília e do Centro-Oeste.
A galerista Onice Moraes ressalta a importância de apresentar e dar visibilidade aos artistas visuais e curadores da região central do Brasil e de outras regiões fora dos eixos hegemônicos do sistema da arte brasileiro como forma de oferecer ao artista a oportunidade de ter seus trabalhos adquiridos pelo público e pelas instituições.
“As coleções de arte, sejam de colecionadores iniciados ou de iniciantes, precisam incluir os artistas de sua região e de seu tempo. Arte é investimento, é decoração e, acima de tudo, é um registro da história e da reflexão sobre um momento específico dessa construção histórica”, diz Onice Moraes. “Um dos papéis do galerista é orientar a mirada dos colecionadores para esses artistas que produzem em sua vizinhança. Todos podem se beneficiar com a inclusão de artistas da região nas coleções privadas: as coleções ganham importância, ficam mais representativas e diversas”, afirma a galerista.
Serviço:
Veia Aberta – à margem da estrada do ferro
De | Rodrigo Zeferino
Curadoria | Eder Chiodetto
Onde | Sala Principal
Fofoca
Obras de | Bárbara Paz, Camila Soato, Clarice Gonçalves, Courinos, Fernanda Azou, Pamella Anderson, Raquel Nava e Veridiana Leite
Curadoria | Samantha Canovas
Pinturas, objetos e instalação
Onde | Sala Acervo
Abertura | 01/10, das 18h às 20h
Visitação | Até 15/11
De segunda a sexta, das 10h às 19h
Sábado, das 10h às 15h
Entrada | Gratuita
Classificação indicativa | Livre para todos os públicos
O Venâncio Shopping, no Plano Piloto, de 1º a 29 de outubro de 2025, será palco da exposição de artes visuais “Sensibilità: uma experiência sensorial e inclusiva”, idealizada pela artista visual e professora Claudia Bertolin. A entrada é gratuita e classificação livre.
A exposição reúne obras que transcendem a visualidade e convidam o visitante a uma imersão completa por meio do tato e da audição. Destaque para as peças em Fusing – técnica que funde vidro e metais –, criadas pela própria artista, e para as obras produzidas por pessoas com deficiência visual durante oficinas realizadas no Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV) e na Biblioteca Braille Dorina Nowill, em Taguatinga. Nesses espaços, no mês de novembro serão realizadas edições extra da exposição, onde o destaque serão exatamente os trabalhos artísticos desenvolvidos pelos participantes durante as oficinas.
Produção artística e técnica de Claudia Bertolin
Claudia Bertolin desenvolve uma produção artística singular que combina domínio técnico refinado com profunda sensibilidade artística. Em seu ateliê, instalado em um dos cômodos de seu apartamento, a artista trabalha com horários flexíveis, adaptando-se à sua rotina como professora na Escola Meninos e Meninas do Parque.
Sua técnica principal é o Fusing, um processo complexo que remonta às tradições dos vitrais medievais, mas que Bertolin reinventa com contemporaneidade. O processo criativo inicia-se com a minuciosa coleta de pequenos objetos de vidro, fios de metal e distintos corantes naturais. Estes materiais são cuidadosamente dispostos e submetidos a um forno especial que atinge 800 graus Celsius, fundindo os elementos em peças únicas que combinam cor, textura e translucidez.
Após o resfriamento controlado, Claudia compõe seus painéis harmônicos, posicionando as peças vitrificadas sobre chapas de metal apoiadas em base de madeira. A fixação é realizada com vidro líquido, preservando a translucidez característica de suas obras. As dimensões variam desde formatos intimistas de 10cm x 10cm até impressionantes painéis de 80cm x 50cm.
Além do Fusing, Bertolin domina a técnica da aquarela. Sua produção integra consistentemente práticas de ESG (Environmental, Social and Governance), utilizando materiais reciclados como cacos de vidro e metais, transformando resíduos em obras de grande beleza e consciência ambiental.
Uma mostra para sentir além do ver
Com curadoria do artista plástico Bisser Nai, radicado em Brasília, a exposição foi pensada para ser acessível a todos. Entre os recursos de acessibilidade disponíveis estão: audiodescrição por meio de QR Code, descrições técnicas em Braille, monitores especializados para mediação e visitas orientadas agendadas para grupos escolares e pessoas com deficiência visual ou auditiva, com o apoio de intérpretes de Libras. Vale ressaltar que a interpretação em Libras e a monitoria especializada estarão disponíveis em dias e horários específicos, mediante agendamento.
Arte como ferramenta de transformação social
Além de fomentar a produção artística inclusiva, o projeto “Sensibilità” nasceu de um profundo engajamento social. Claudia Bertolin relata que experiências anteriores com oficinas sensoriais ajudaram participantes a superar quadros de depressão e isolamento, reforçando o poder transformador da arte.
Para Ilka Teodoro, curadora do Espaço Venâncio Cultural, o nome da exposição diz tudo: “Sensibilidade. A interação tátil com as obras permite uma experiência sensorial única para quem visita a exposição. O Shopping Venâncio, espaço de conexão preocupado com a criação de experiências acessíveis ao seu público, acolhe esse formato de instalação artística, pensando na diversidade, especialmente em formas de contemplação para pessoas com deficiência visual.”
Serviço:
Exposição “Sensibilità” no Venâncio Shopping
Local: Venâncio Shopping
Endereço: SCS, Quadra 8, Bloco B, Asa Sul, Plano Piloto
Abertura: 30 de setembro de 2025 (terça-feira), às 18h
Visitação: de 1º a 29 de outubro de 2025, diariamente, das 10h às 22h
Recursos: Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC)
Apoio: Secretaria de Estado de Educação do DF (SEE/GDF), CEEDV, Biblioteca Braille Dorina Nowill, Sinpro, JK Shopping, Venâncio Shopping e Óptica Audrey Brants
Produção: Rosana Loren e Raí Marques
Fotografia e vídeo: Rafael Fernandes
Ações complementares:
Exposição no CEEDV
Inauguração: dia 7 de novembro, às 10h
Visitação: de 7 a 14 de novembro das 10h às 16h
Local: CEEDV, SGAS II Quadra 612 Sul – Asa Sul, Plano Piloto
Exposição na Biblioteca Braille
Inauguração: dia 14 de novembro, às 10h
Visitação: De 14 a 21 de novembro de 2025, das 10h às 16h
Local: Biblioteca Braille Norina Nowill, St. B Norte CNB 1, Taguatinga
A mostra, em cartaz de 23 de setembro até 23 de novembro, reúne mais de cinquenta obras e marca um reencontro do artista com a cidade, ressaltando os vínculos entre arte, território e memória.
Depois de estrear no Rio de Janeiro e de passar por Belo Horizonte, a exposição Finca-Pé: Estórias da terra, de Antonio Obá, chega ao Centro Cultural Banco do Brasil Brasília, cidade natal do artista, onde poderá ser visitada de 23 de setembro a 23 de novembro. Ao longo de sua itinerância, a mostra se aproxima dos 100 mil visitantes – foram 43.699 pessoas no CCBB Rio e 45.022 no CCBB BH –, números que atestam a força e a atualidade do trabalho de Obá, reconhecido como um dos artistas mais relevantes da cena contemporânea brasileira. Com entrada gratuita, os ingressos podem ser reservados no site bb.com.br/cultura ou retirados diretamente na bilheteria do CCBB Brasília.
Reunindo mais de cinquenta trabalhos, entre pinturas, desenhos, instalação e filme-performance, a exposição ganha em Brasília uma dimensão particular: o encontro entre a poética de Obá e o território que moldou sua experiência e sensibilidade. Embora se trate do mesmo conjunto de obras que percorreu as outras cidades, cada espaço imprime novos sentidos. “Por mais que seja o mesmo corpo de trabalho, nunca é a mesma exposição. O espaço físico, a cidade, as pessoas, tudo transforma o encontro com as obras. Em Brasília, há um atravessamento inevitável: é o lugar de onde vim, onde está enterrado o meu umbigo, e essa volta é também um reconhecimento íntimo que se abre para outras leituras”, afirma o artista.
Para condensar o espírito da mostra em Brasília, Obá recorre ainda à lembrança de um verso recitado por Vital Farias, de autoria do poeta potiguar François Silvestre, no álbum Cantoria 1 (1984) — “só é cantador quem traz no peito o cheiro e a cor da sua terra, a marca de sangue, seus mortos e a certeza da luta de seus vivos”: uma reverência à terra natal, sem nostalgia ou literalidade, mas como campo poético em constante transformação.
PERCURSO
A relação com o Cerrado atravessa obras como Ka’a pora(2024), localizada na Galeria 1 do CCBB Brasília, instalação formada por 24 esculturas de pés em bronze adornados com galhos, que remete ao ciclo de resistência e renovação da paisagem depois da seca e do fogo. “É uma obra que se relaciona com a resistência, mas também com a forma como o Cerrado se renova após períodos de estiagem e queimadas, voltando ao verde com a primeira chuva. Reflete a própria natureza e como a resistência pode ser incorporada à experiência humana, renovando-se constantemente”, descreve o artista.
No percurso, o visitante encontra ainda a série Crianças de Coral – nigredo/coivara (2024-2025), composta por doze retratos em carvão sobre tela. Obá reduz o carvão a pó e manipula as camadas até fazer emergir imagens densas, que parecem vibrar entre presença e desaparecimento. Em outra sala, desenhos de forte gestualidade, cadernos de estudo e experimentações com grafite, giz de cera, extrato de nós e nanquim dourado revelam o processo contínuo do artista.
A mostra apresenta também Encantado, filme-performance inédito no Brasil que marca o retorno de Obá a essa linguagem. Inspirado na figura do peregrino – aquele que caminha para cumprir uma promessa – o trabalho propõe uma experiência visual e sensorial que convoca símbolos e rituais, principalmente ligados a práticas espirituais e religiosas, reafirmando a amplitude de seu campo de investigação.
Para a curadora Fabiana Lopes, a exposição convida a transitar por diferentes registros e temporalidades: “A terra pode ser o chão, pode ser Cerrado, pode ser planeta, pode ser um jardim imaginário ou um jardim interior do indivíduo. A experiência de caminhar pela exposição é a de transitar por essa multiplicidade, uma fluidez que reflete o pensamento de Obá e a própria construção da mostra, que parte de um núcleo sólido e se desdobra em possibilidades imprevistas.”
O diálogo com o Cerrado é ampliado pelas obras do mineiro Marcos Siqueira, artista convidado, natural da Serra do Cipó. Seus trabalhos, criados a partir da terra como matéria-prima para pigmentos e personagens, expandem o campo poético da exposição e reforçam a ideia de que a matéria e o lirismo podem se entrelaçar na construção de novas imagens e sentidos.
Em Brasília, a mostra ganha ainda uma leitura própria pela forma como ocupa o edifício do CCBB, revelada em sua expografia: as salas acolhem as diferentes séries de trabalhos em diálogo com a arquitetura, criando um percurso que conduz o visitante da intimidade dos desenhos e cadernos ao impacto da instalação em bronze, passando pela densidade gráfica dos retratos e pela imersão audiovisual do filme-performance. Essa adaptação, pensada especificamente para o espaço da capital, intensifica a relação entre obra, público e território.
ANTONIO OBÁ
Com trajetória consolidada em instituições no Brasil, Europa e Estados Unidos, Antonio Obá se firmou como uma das vozes mais relevantes da arte contemporânea brasileira, tensionando símbolos, religiosidades e imaginários nacionais em obras que transitam entre pintura, escultura, instalação e performance. “Cada etapa de Finca-Pé recolhe histórias dos lugares por onde passa e contribui para os desdobramentos da própria mostra”, observa o artista. “É um processo que está sempre em construção.”
A temporada de Finca-Pé: Estórias da terra em Brasília éacompanhada de programação educativa. Mais informações pelo site: https://ccbb.com.br
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
SERVIÇO
Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF
Finca-Pé: Estórias da terra
Período: de 23 de setembro a 23 de novembro de 2025, das 09h às 21h (entrada nas galerias 1 e 2 até 20h40)
Evento recebe conversas inspiradoras sobre design e arte, com dois encontros, exclusivos para convidados, dentro do seu espaço decorado
A Brasal Incorporações apresenta o Talks Brasal Décor, que acontece dentro do seu ambiente na Casa Cor Brasília 2025, que leva o nome de Casa Aava. Este ano a Incorporadora conta com uma unidade decorada completa do Reserva Orla, seu primeiro empreendimento no Setor de Clubes Sul. Inspirado no Lago Paranoá e assinado pela Traama Arquitetura, o ambiente une sofisticação, sustentabilidade e identidade brasiliense, e ainda conta com um lounge para recepção do público.
Os eventos desta edição, exclusivamente para convidados, acontecem em duas datas, no lounge do decorado: 16 de setembro e 7 de outubro, ambos conduzidos pelo jornalista Valter Lourenço. No primeiro talk, o tema “Minimalismo Sensorial: Menos Forma, Mais Experiência — Como o Design Afeta Emoções” será explorado pelas arquitetas Amanda Saback e Ana Luiza Veloso, da Traama Arquitetura, juntamente com Fernanda Souza, Arquiteta e Gerente de Projetos da Brasal Incorporações. O foco é abordar em como o design pode influenciar e transformar as emoções humanas de forma sensorial e significativa.
No segundo encontro, com tema “A Arte que Habita o Espaço” a Traama arquitetura e Fernanda Souza, reúnem as curadoras Valéria Pena Costa e Mônica Tachotti, que, com suas amplas experiências no universo artístico, vão guiar uma conversa rica sobre a interseção entre arte, arquitetura e a vivência nos espaços. Este talk contará também com a presença ativa dos artistas brasilienses que estão com suas peças expostas dentro do ambiente, que estarão na plateia, mas serão convidados a participar, compartilhando insights e experiências diretas.
O Talks Brasal Decor é uma roda de conversa projetada para ser dinâmica, sensível e inspiradora, com o objetivo de aprofundar a compreensão e apreciação dos participantes sobre o impacto transformador da arte e do design nos ambientes de convivência. Esses encontros visam ser fontes essenciais de inspiração e intercâmbio cultural.
Talks Brasal Décor
Data: 16 de setembro e 7 de outubro
Local: Casa Cor Brasília 2025 – Casa Aava – Ambiente Brasal Incorporações
Convidados prestigiam a noite de lançamento do conceito arquitetônico do Fazenda da Matta na CASACOR Brasília 2025, em espaço assinado por Denise Zuba, foto João Macêdo/Agência MiThi
Empreendimento de Pirenópolis (GO) aposta em inovação, natureza e experiências exclusivas em evento que reuniu convidados, imprensa e influenciadores na Casa Conectada.
O Fazenda da Matta, condomínio de alto padrão em Pirenópolis (GO), apresentou seu conceito arquitetônico e de lifestyle na CASACOR Brasília 2025, durante coquetel realizado na última terça-feira (26) no espaço Casa Conectada, de 350 m², assinado pela arquiteta Denise Zuba. O evento reuniu convidados seletos, além de representantes da imprensa e influenciadores da Capital.
Com projeto que une sustentabilidade, tecnologia e integração com a natureza, o ambiente traduz a proposta do empreendimento: oferecer um estilo de vida marcado pela sofisticação, pelo contato com a paisagem e pela valorização de experiências culturais e gastronômicas.
O mailing foi composto por clientes e parceiros da arquiteta Denise Zuba, além de jornalistas e formadores de opinião convidados pela Agência MiThi, reforçando a importância de aproximar o mercado imobiliário de luxo de experiências que conectam público, imprensa e influenciadores.
“Este projeto é uma oportunidade de traduzir em arquitetura a ideia de viver em equilíbrio com a natureza, mas sem abrir mão da sofisticação e do conforto”, disse Denise Zuba.
Thiago Miranda, CEO da MiThi, esteve presente como convidado da noite e destacou a grandiosidade do projeto: “Fiquei impressionado com tudo o que o Fazenda da Matta vai oferecer. A integração da hípica e da parceria com a vinícola é algo que eleva o empreendimento a um patamar de exclusividade raro no Brasil. É um conceito que une tradição, sofisticação e experiências únicas.”
Sobre o Fazenda da Matta O Fazenda da Matta é um condomínio de alto padrão localizado a 10 minutos do centro de Pirenópolis (GO), com projeto que valoriza o contato com a natureza, a sofisticação estética e a convivência entre vizinhos. O empreendimento conta com haras assinado por Doda Miranda, arquitetura de Denise Zuba, paisagismo do escritório Depieri e uma parceria com a Vinícola Assunção para a produção de vinho com rótulo próprio.Contará com um museu a céu aberto, integrado às trilhas e jardins do condomínio com obras exclusivas assinadas por nomes da arte contemporânea como Samuel Caixeta. O projeto ainda inclui a presença do Bistrô de Fogo e ações sociais com parceiros locais.
Exposição lança expedição para a COP 30, apresentando a solidariedade como tecnologia social para o futuro.
De 10 a 21 de setembro, das 11h às 19h. Entrada franca.
Uma proposta inovadora de narrativa visual e documental aporta no Espaço Venâncio Cultural com a exposição “Quilombo: A Reinvenção da Vida”, de 10 a 21 , das 11h às 19h. A mostra, que tem acesso gratuito, é a primeira etapa de um projeto ambicioso: o lançamento oficial de uma expedição que apresentará a tese de que a solidariedade é uma das tecnologias sociais mais profundas e necessárias para a manutenção da humanidade, diretamente na COP 30, em Belém. O projeto utiliza o Quilombo Kalunga — a maior extensão territorial quilombola do país, que elegeu o primeiro prefeito quilombola do Brasil — como um “exemplo vivo” de resiliência e adaptação.
A exposição propõe um diálogo entre os saberes ancestrais brasileiros e as políticas públicas de adaptação climática. Ela também servirá como laboratório de gravações para o documentário“Quilombo: A Reinvenção da Vida”, que traz uma inovação na produção: as entrevistas serão gravadas de forma aberta ao público, dentro da própria exposição. Isso cria uma ponte direta entre a sociedade e os entrevistados, tornando a mostra uma experiência viva e colaborativa que vai além da visitação.
Além disso, o roteiro do documentário se constrói de forma não linear, como um “quebra-cabeça”, a partir da análise de uma ampla base de dados científicos, cruzada com as entrevistas por meio de Modelos de Linguagem (LLMs).
A jornada da exposição é estruturada em cinco blocos temáticos, que conduzem o visitante por uma narrativa coesa e impactante. A experiência imersiva é criada pela combinação de textos, fotografias documentais e projeções interativas, reforçando o envolvimento sensorial do público com a história.
O projeto é resultado de um mergulho pessoal do autor no território Kalunga, no coração da Chapada dos Veadeiros. Durante três meses, ele viveu e documentou o dia a dia da comunidade durante a campanha de vacinação contra a COVID-19 — uma imersão que permitiu a construção de uma narrativa a partir de um diálogo íntimo, revelando as histórias necessárias para o documentário.
Responsável pela curadoria do Espaço Venâncio Cultural, Ilka Teodoro reforça a importância da iniciativa: “A exposição chama atenção para o Quilombo enquanto estratégia de enfrentamento às emergências climáticas. O Espaço Venâncio Cultural, no centro da capital da república, recebe e visibiliza a mostra que retrata a importância da população quilombola, com seus saberes e tecnologias ancestrais, para a preservação do planeta. Assim como os povos originários, os povos quilombolas merecem a centralidade deste debate. As imagens, sensíveis e belas, capturam a essência do tema. Vale a pena”, explica.
Sobre o autor
Com uma carreira de destaque no fotojornalismo e na produção de narrativas visuais, o jornalista visual Edu Cavalcanti iniciou sua trajetória em redações de jornais de Santa Catarina. Sua experiência se estende a projetos internacionais, documentando os aborígenes e a influência colonial na Austrália, além do impacto da globalização em povoados milenares no alto do Himalaia, em Ladakh, na Índia.
Eduardo colaborou na produção de documentários para a ONU, registrando comunidades quilombolas e a população em situação de rua no Distrito Federal, e integrou a equipe de documentaristas do UOL. Como pessoa neurodivergente, diagnosticada com dislexia, ele utiliza sua perspectiva única para narrar histórias profundas com empatia e defender a igualdade.
Estacionamento promocional
Para maior comodidade, o shopping proporciona conforto e segurança aos clientes, que além de contar com estacionamento coberto a um preço fixo de R$ 8, de segunda a sexta-feira, das 17h às 2h, também oferece estacionamento gratuito para compras acima de R$ 50 aos finais de semana e feriados. Para ter acesso ao benefício de gratuidade, basta levar o comprovante da compra realizada e validar o ticket no Balcão de Informações, no piso G1. Promoção válida das 8h às 23h59 e não cumulativa com outros benefícios. Para mais informações consulte o regulamento no site: https://www.venancioshopping.com.br/
Sobre o Venâncio Shopping
No centro da capital do país, desde 1976, o Venâncio Shopping traz em seu DNA um conceito inovador. Além de ser uma excelente opção para compras e experiências, é também um Hub de Serviços e ponto de solução de pessoas, com sua torre business atrelada a torre de Serviços, alta gastronomia da capital como Jamie Olivier Kitchen, Cantón Peruvian & Chinese Food, Chaco, Confraria do Camarão e Outback Steakhouse, Starbucks e Scada Café. Entre os serviços oferecidos, estão opções como: cartório de registro de imóveis em Brasília, clínicas, faculdades, entre outros.
Serviço:
Exposição “Quilombo: A Reinvenção da Vida”
De 10 a 21 de setembro de 2025
Local: Espaço Venâncio Cultural – Venâncio Shopping
Durante o período da DW! Tour Brasília, versão local do maior festival de design da América Latina, que acontece entre os dias 9 e 13 de setembro no Casapark, os restaurantes, bistrôs, cafés e quiosques que participam do Circuito Gastronômico do evento oferecem menus exclusivos para o público. Verdadeira celebração de sabores com diversos estabelecimentos participantes, onde você encontra menus especiais, esta é a oportunidade de descobrir e experimentar o melhor da culinária contemporânea, enquanto aproveita ao máximo o festival. Participam do Circuito Gastronômico da DW! Tour Brasília o Acervo Café, a Casa Baco, a Casa de Biscoitos Mineiros, o Chicago Prime, o Hum! Burguer, o Marietta & Marvin, o Oakberry, o Saborella Café, o Scada Café, a Vinalla Vinhos e o Tête à Tête.
Veja a seguir os menus especiais para a DW! Tour Brasília Casapark:
Vinalla Vinhos:
Almoço completo, com entrada e sobremesa, com opções de pratos principais: Risoto de polvo ou costelinha suína com barbecue acompanhada com batata rústica e arroz com alho crocante. Jantar completo, com entrada e sobremesa, com pratos principais: Filé Wellington Grelhado ao molho de ervas acompanhado de gnocchi de mandioquinha ao molho gorgonzola ou salmão grelhado ao molho. Acompanha arroz vermelho.
Casa de Biscoitos Mineiros:
Combo 1: salada verde + quiche + cappuccino médio ou soda italiana + doce;
Combo 2: 3 pães de queijo + café médio + fatia de bolo de cenoura;
Combo 3: fatia de torta média + bebida quente média.
Tête à Tête:
Para a DW! Brasília, o restaurante preparou uma oferta especial: 10% de desconto em todo o Menu Executivo. Entre as opções, destacam-se entradas como o carpaccio de carne e o chilli dip, seguidas de pratos principais que vão do tradicional filé à parmegiana ao sofisticado robalo com farofa de camarão, passando pelo sabor marcante da picanha brasileira. Para encerrar, sobremesas clássicas como o pudim de leite condensado e os irresistíveis churros completam a experiência. Mais do que uma refeição, o Tête à Tête oferece um momento de pausa e sabor, onde tradição e contemporaneidade se encontram para encantar diferentes paladares.
Scada Café
No Scada Café será oferecido cardápio diversificado de cafés especiais, bebidas quentes e frias, saladas, sanduíches e sobremesas, com 15% de desconto nas compras acima de R$ 60.
Saborella
O café é ponto de encontro já tradicional na praça central do Casapark e oferecerá, na DW! Tour Brasília, um cardápio que vai muito além dos gelatos e inclui sopas, sanduíches, bolos e outras delícias.
Oakberry
Com açaí 100% natural, o público poderá escolher entre montar seus bowls ou experimentar as receitas signature, que são clássicos da casa.
Marietta e Marvin
Com menu que convida o público, a cada dia, a uma viagem inspiradora pela culinária de um país diferente! Sabores ibéricos na terça, culinária francesa na quarta, gastronomia italiana na quinta, o tempero árabe na sexta e ícones brasileiros no sábado, sempre com opções diversas no buffet do restaurante.
Casa Baco
Destaque para os pratos principais oferecidos no almoço – arroz de tacacá ou baby beef de angus com fonduta de requeijão – e no jantar – “Margherita Baco”, com mozzarella de búfala, tomate orgânico, grana padano, basílico e azeite extra-virgem, ou “Cerratense”, com mozzarella de búfala defumada, linguiça caipira, pesto, praliné de gergelim kalunga e basílico.
Sobre a DW!
A DW! nasceu em 2012 como Design Weekend, um festival urbano com centenas de eventos realizados em diversos locais da cidade de São Paulo durante uma semana. Em 2021, ao completar 10 anos, a DW! evolui de um evento para uma plataforma híbrida e multimídia de conteúdo, negócios e relacionamento, com ações presenciais e digitais, realizadas em diversos locais do país em diferentes períodos do ano. Desde seu nascimento, tem como objetivo promover a cultura do design e suas conexões com a decoração, arquitetura, arte, artesanato, urbanismo, inclusão social, diversidade, negócios, inovação, sustentabilidade e diversos outros temas da economia criativa.
Sobre o Casapark
Inaugurado no dia 3 de agosto de 2000, o Casapark é um shopping que reúne 77 lojistas, entre marcas exclusivas e multimarcas, dedicadas ao mobiliário, planejados e aos acessórios para casa, além de operações de gastronomia, cultura, lazer e entretenimento.
Com o entendimento de que o mundo da arquitetura e decoração também passam pelo bem-estar, o Casapark também agrega serviços e ações de entretenimento, incluindo operações gastronômicas, cinema, galeria de arte popular e uma programação de feiras e eventos para adultos e crianças na Praça Central.
Desde que foi inaugurado, passou por atualizações, ampliações, reformas e se adaptou às necessidades do público. Para as famílias, o Casapark oferece conforto, segurança e tranquilidade, com a disponibilização de serviços gratuitos de fraldário, copa baby, banheiro infantil e carrinhos para empréstimo. Além disso, o shopping é pet friendly, tem bicicletário e pontos de recarga para veículos elétricos na garagem coberta.
O Casapark abre de segunda a sábado, das 10h às 22h, e domingo e feriados, das 12h às 20h. O Casapark fica no SGCV Lote 22, Park Sul – Brasília. Telefone: (61) 3403-5300. Nas redes sociais @casapark.
Serviço:
DW! Tour Brasília
Onde | Casapark
Quando | De 9 a 13 de setembro
Marcas | Tidelli, Breton, Chez Salete, Ampla Eletro, Spazio Interni, Franccino, Lumini, Mainline, Lider, Hill House, Estudiobola, Jader Almeida e Casa Barroco
Exposição sensorial do Festival Mês da Fotografia, em cartaz até 7 de setembro, une arte, inclusão e urbanismo em obras táteis criadas com pessoas cegas e de baixa visão e recebe, nesta reta final, visita especial de estudantes do CEEDV
A exposição Sob os Pés do Mundo: uma experiência sensorial em Brasíliaentra em sua última semana. A mostra segue aberta ao público até o dia 7 de setembro, na Galeria 2 do Museu Nacional de Brasília, integrando a programação do Festival Mês da Fotografia (FMF). Para marcar essa reta final, em 5 de setembro, a exposição receberá a visita de estudantes do Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV) — 20 alunos no turno matutino, incluindo um cadeirante, e 12 crianças no período vespertino, sendo quatro cadeirantes.
Transformando vivências urbanas de pessoas com deficiência visual em obras acessíveis, a exposição, que conta com produção executiva de Carol Peres, apresenta 17 obras táteis criadas a partir das texturas das calçadas e das sensações despertadas por percursos rotineiros. Com títulos em Braille, audiodescrição, letras ampliadas e paisagens sonoras, o visitante é convidado a experimentar a cidade de uma forma diferente — olhando com as mãos, fechando os olhos para escutar os ambientes e permitindo-se vivenciar o espaço urbano de outro modo.
Idealizado pelo artista visual e sociólogo Flavio Marzadro, o projeto Arte no Espaço Público x Arte como Espaço Público: Arte e Inclusão Socialnasceu de um processo artístico profundamente colaborativo. Oficinas sensoriais e vivências urbanas em diferentes regiões do Distrito Federal reuniram pessoas cegas e com baixa visão como coautoras das obras, ao lado do idealizador. Juntos, transformaram o toque em linguagem e a memória em matéria-prima, moldando trajetos cotidianos em arte.
As oficinas aconteceram no Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais e na Biblioteca Braille Dorina Nowill. Mais do que momentos de formação, esses encontros se tornaram um verdadeiro laboratório coletivo de criação e escuta. As vivências urbanas foram realizadas na Asa Sul, Asa Norte, Planaltina e Sobradinho, com percursos sugeridos por quatro participantes: Gilfrank Pimentel, Manoel de Jesus Vieira, Aparecida Machado e Sheila Guimarães. Esses trajetos, registrados em áudio, vídeo e georreferenciamento, deram origem a moldes que contam histórias.
Ao todo, são 17 quadros táteis de diferentes dimensões — entre eles, um painel de 130×90 cm — que retratam lugares percorridos e sentidos durante o projeto. Detalhe: as obras de arte estão disponíveis para o toque de todos os visitantes, num convite direto à empatia e à experimentação sensorial.
A experiência propõe uma escuta tátil, um olhar com as mãos e uma redescoberta da cidade por meio do corpo. Mais do que uma mostra, é um gesto poético e político em defesa de espaços inclusivos e compartilhados. A exposição também se apresenta como um convite à reflexão sobre a forma e a usabilidade das cidades: a quem elas se destinam, como são projetadas e que corpos de fato acolhem. Ao trazer o urbanismo para o centro da discussão, a mostra questiona as lógicas excludentes que marcam o espaço urbano e sugere outras maneiras de imaginar e viver a cidade.
Visitas especiais
Além da mostra, a programação incluiu vivências especialmente voltadas à comunidade com deficiência visual. Em 5 de agosto, na abertura oficial, um vernissage acessível reuniu participantes das oficinas e frequentadores da Biblioteca Braille de Taguatinga em uma celebração íntima que contou com apoio logístico para garantir o acesso de todos. Já no dia 9 de agosto, a ação “Troca-Troca”, conduzida pela Cia Teatro no Escuro, convidou o público a experimentar a inversão de papéis entre pessoas cegas e videntes, em uma caminhada coletiva dentro e fora do museu. No mesmo dia, duas oficinas realizadas na sede da Sociedade Bíblica do Brasil ampliaram os espaços de escuta e criação, reforçando a proposta de empatia e participação ativa que permeia todo o projeto. Para fechar, em 5 de setembro, a exposição receberá a visita de 20 alunos do CEEDV nos turnos matutino e vespertino.
Sobre o projeto
Arte no Espaço Público x Arte como Espaço Público: Arte e Inclusão Socialé o desdobramento mais recente da pesquisa de Flavio Marzadro, que há mais de uma década investiga as relações entre arte, cidade, corpo e inclusão. Combinando oficinas sensoriais, registros georreferenciados e técnicas inovadoras de decalque em silicone, o projeto questiona quem pode produzir arte e a partir de quais territórios.
A iniciativa nasceu em diálogo com pessoas cegas e de baixa visão do Distrito Federal, que atuaram como protagonistas ao compartilhar memórias e escolher os caminhos a serem moldados. Assim, calçadas, afetos e gestos cotidianos se transformam em matéria artística, rompendo hierarquias estéticas que historicamente excluíram experiências e corpos da cena cultural dominante.
O projeto também dialoga com experiências anteriores de Marzadro, como Borboletando – Arte Inclusiva, Arte do Amor, realizado em parceria com Geusa Joseph, que mobilizou centenas de pessoas com deficiência na criação de uma escultura coletiva em cerâmica exibida no Museu de Arte de Brasília.
Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, o projeto conta com o apoio institucional do Museu Nacional da República, do CEEDV e da Biblioteca Braille Dorina Nowill.
Sobre o Festival Mês da Fotografia
O Festival Mês da Fotografia — agora oficialmente FMF — realiza uma edição especial em 2025. Com o tema “O que Vemos Quando Escutamos”, o evento reúne quatro exposições que atravessam os campos da inclusão, da ancestralidade e da criação poética. Além da mostra “Nada Sobre Nós Sem Nós!”, do projeto Vivências Inclusivas, idealizado por Juliana Peres, que oferece experiências acessíveis unindo arte, empoderamento e consciência ambiental, o FMF conta ainda com as mostras “Sob os Pés do Mundo: uma experiência sensorial em Brasília”, de Flavio Marzadro, trazendo a deficiência como potência estética e sensível, “Sons da Terra: Começo, Meio e Começo”, do Ògan Assogbá Luiz Alves, e “Nego Fugido”, do fotógrafo franco-italiano Nicola Lo Calzo. Ambas mergulham nas tradições afro-brasileiras, reencenando memórias, gestos e territórios ancestrais, propondo novas formas de escuta e percepção visual.
Serviço:
Exposição
Sob os Pés do Mundo: uma experiência sensorial em Brasília
Data: de 05/08 a 07/09
Horário de visitação: de terça a domingo, das 9h às 17h
O Jardim Botânico de Brasília e o Estúdio de Mosaico Cida Carvalho têm a honra de convidar o público para a exposição de mosaicos “Fragmentos de uma Visão: O Legado Musivo de Gougon”, uma emocionante homenagem ao jornalista e artista plástico mosaicista Henrique Gougon.
A exposição, que acontece durante todo o mês de setembro no Centro de Visitantes do JB, celebra a vida e a influência de Gougon nas artes do Distrito Federal, que faleceu no ano passado em decorrência do mal de Alzheimer.
A exposição é realizada em conjunto com a reinauguração de sua icônica obra, o mosaico “JK”, que retrata o “Construtor de Brasília”, Juscelino Kubitschek. Coincidentemente, setembro é o mês de nascimento de JK. A obra, doada pelo artista ao Jardim Botânico nos anos 2000, foi restaurada pelo Estúdio de Mosaico Cida Carvalho e agora retorna ao seu local de origem.
Para celebrar o momento, a mostra reúne 30 artistas mosaicistas de Brasília, alguns dos quais participaram dos grupos de trabalho criados e batizados por Gougon como “Loucos de Pedra” e “Ciranda do Mosaico”. Esses grupos demonstram sua grande capacidade de unir pessoas e propósitos por meio da arte milenar do mosaico, conhecida como a “arte das musas” ou “arte para a eternidade” por sua durabilidade e beleza.
Sobre Henrique Gougon
Henrique Gougon foi um militante da paz e da união. Seu legado vai além dos mosaicos, deixando reflexões e ensinamentos sobre a importância de agregar e construir em conjunto. Gougon projetou e executou inúmeros painéis em Brasília, imortalizando em suas obras grandes personalidades brasileiras como Paulo Freire, Lúcio Costa, Darcy Ribeiro, Athos Bulcão, Burle Marx e, claro, Juscelino Kubitschek.
Além de sua carreira como artista, Gougon foi um renomado jornalista, atuando em importantes veículos como Jornal do Brasil, Folha de S. Paulo e Estadão. Foi autor dos livros “Que País É Este” (1989) e “Dosimetria das Penas” (2013). Engajado desde a universidade, ele foi profundamente influenciado por nomes como Anísio Teixeira e Darcy Ribeiro, e fez parte de um grupo seleto de alunos que incluía Tizuka Yamazaki.
Seu legado para a arte musiva também inclui um portal de mosaicos na internet.
A Restauração e o Legado
A restauração da obra “JK” solicitada pelo Jardim Botânico, foi liderada pelo Estúdio de Mosaico Cida Carvalho. A mosaicista, que foi pupila de Gougon à distância nos anos 90, fala com carinho sobre a relação de mestre e aprendiz. Morando em Curitiba na época, Cida recebia por e-mail dicas e orientações de Gougon sobre como trabalhar com mosaicos de pedra. Quando se mudou para Brasília, foi convidada a participar do grupo “Loucos de Pedra”, criado por ele.
Atualmente, remanescentes do grupo “Ciranda do Mosaico” continuam a se reunir para “mosaiquear”, mantendo vivo o sonho de união e amizade que Gougon tanto prezava.
O Jardim Botânico
O Jardim Botânico de Brasília é um refúgio de biodiversidade e um espaço de lazer completo, com atrações para todas as idades com Trilhas Ecológicas, Orquidário, Jardim Evolutivo, Áreas de Lazer e Eventos Além de ser um local estratégico para exposições, o Jardim Botânico também abriga o Anfiteatro, que recebe eventos de médio porte. Ele recebe cerca de 40.000 pessoas por Mês.
Serviço
O quê: Exposição “Fragmentos de uma Visão: O Legado Musivo de Gougon” e reinauguração da obra “JK”.
A capital modernista recebe especialistas para debater habitação, mobilidade e mudanças climáticas, Imagem: Ascom | CAU/BR
Brasília receberá a Conferência Internacional CAU 2025, que será realizada de 4 a 6 de setembro, reunindo arquitetos e urbanistas de cerca de 20 países. O evento, promovido pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR), em parceria com a AIA International e a AIA América Latina, contará com 120 palestrantes nacionais e internacionais e espera receber mais de 3 mil participantes.
A programação incluirá debates sobre habitação, mobilidade, mudanças climáticas, diversidade, licenciamento profissional, acessibilidade e gestão de escritórios, organizados em três eixos temáticos: Caminhos da Memória, Lugares do Cotidiano e Trajetórias da Inovação. O Palco Brasília, com capacidade para mil pessoas, abrigará as principais atividades; o Palco Alvorada terá 300 lugares para debates paralelos. Haverá ainda quatro salas temáticas, duas salas de cursos, a Sala Itapoã (Sinaenco), a Arena DF e uma feira de serviços e negócios.
Entre os palestrantes internacionais estão Kongjian Yu (China), Karl Fender (Austrália) e Richard Doll (Alemanha/EUA). Entre os brasileiros, Raul Juste Lores, Isabela Melnechuky e Lara Kaiser. Escritórios como Studio MK27, Königsberger Vannucchi, Natureza Urbana (São Paulo), Perkins&Will (Estados Unidos), 2Portzamparc (França), além de Gustavo Penna Arquitetos Associados (Belo Horizonte), Bloco Arquitetos (Brasília) e Jaime Lerner Arquitetos Associados (Curitiba) também participam, contribuindo para o intercâmbio de experiências locais e globais.
O evento integra o calendário de atividades do CAU/BR voltadas à Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (, que será realizada em novembro, em Belém (PA). “Nosso objetivo é mostrar como a arquitetura e o urbanismo podem contribuir para uma agenda de desenvolvimento que responda aos desafios ambientais e sociais do nosso tempo”, afirma a presidente do CAU/BR, Patrícia Sarquis Herden.
A conferência conta com o apoio das entidades do Colegiado das Entidades Nacionais de Arquitetos e Urbanistas (CEAU-CAU/BR): Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas (ABAP), Associação Brasileira de Ensino de Arquitetura e Urbanismo (ABEA), Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura (AsBEA), Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), Federação Nacional dos Estudantes de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (FeNEA) e Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB).
Brasília como símbolo
Ao sediar a conferência, Brasília volta a ser espaço de reflexão sobre o planejamento urbano. A cidade completa 65 anos em 2025 e carrega em sua concepção – assinada por Lúcio Costa e marcada pelas obras de Oscar Niemeyer, Athos Bulcão e Burle Marx – uma proposta de cidade projetada para o futuro. É esse mesmo espírito que a Conferência Internacional CAU 2025 pretende atualizar, discutindo os rumos das cidades em uma era de transformações.
As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo site oficial da Conferência Internacional CAU 2025. A participação é aberta a arquitetos, urbanistas, estudantes e demais interessados em debater o papel da arquitetura na construção de cidades mais inclusivas, resilientes e inovadoras.
As inscrições podem ser feitas no site oficial da Conferência Internacional CAU 2025.
Serviço
Conferência Internacional CAU 2025
Data: 4 a 6 de setembro de 2025
Local: Centro de Eventos e Convenções Brasil 21 – Brasília (DF)
Realização: Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR)
O principal festival de design da América Latina acontece em setembro com presenças confirmadas de Marcelo Rosenbaum, Jader Almeida, Celso Rayol, Armarinhos Teixeira e Sanagê. Shopping também receberá eventos exclusivos nas lojas e noutras áreas do mall, além de circuito gastronômico
Em setembro, o Casapark recebe o mais importante festival de design da América Latina, que levará ao complexo mostras de design, talks com arquitetos, designers, artistas e criativos, exibições de arte e circuito gastronômico. O DW! Tour Brasília acontece de 9 a 13 de setembro com a participação de 13 lojas de design nacional e internacional, 11 restaurantes, bistrô, hamburgueria e cafés, além do cinema, com programação que reunirá profissionais de diversas áreas do ecossistema criativo do País, com entrada gratuita.
Participam do DW| Tour Brasília as marcas Ampla Eletro, Breton, Casa Barroco, Chez Salete, estudiobola, Franccino, Hill House, JADERALMEIDA, Lider, Lumini, Mainline, Spazio Interni e Tidelli.
Esta é a primeira vez que o festival urbano, que começou em São Paulo em 2012 e já promoveu 14 edições em mais de 10 cidades do Brasil, acontece em Brasília. Como acontece nas outras cidades, o evento tem uma programação feita sob medida para superar as expectativas do público. Ao completar 65 anos, Brasília se consolida como um hub de negócios e de difusão de design, arquitetura e arte não apenas regional, mas também para regiões importantes do País.
Trazer o DW! Tour para Brasília é parte das celebrações dos 25 anos do Casapark. Nesse um quarto de século foi possível observar os pais tornando-se avós e crianças crescendo e formando suas próprias famílias. Um bairro começou a se desenvolver ao redor do empreendimento. Para atender às necessidades e expectativas do público, o Casapark evoluiu e amadureceu. Abriu-se para receber novos empreendimentos e novas possibilidades de atender à comunidade. Esse sempre foi e continuará sendo o entendimento sobre o que representa o Casapark: um espaço dedicado ao compartilhamento de conhecimento sobre design e tudo que envolve o modo brasileiro de viver bem, como lazer, gastronomia e cultura. No local, o público encontra lojas exclusivas, cada uma trazendo diferentes interpretações sobre design de mobiliário e acessórios para a casa, além de opções de gastronomia, cultura e lazer em um ambiente agradável, iluminado pelo sol, com jardins que aproximam o bioma do cerrado ao interior do shopping.
Em uma data tão especial, quando o empreendimento alcança sua maturidade, é hora de nos perguntarmos: E os próximos 25 anos? “É a partir dessa reflexão que criamos uma programação especial, que fala do hoje como ponto de partida para pensar o futuro, como queremos que seja o Casapark no futuro que começa agora”, afirma Ivana Valença, diretora de marketing do Casapark.
Bate-papos, lançamentos, instalações e muito mais
Tendo a diversidade como uma de suas principais características, o DW! Tour Brasília aposta em uma programação que se propõe a estabelecer conexões. Essa visão chega à materialidade a partir de uma série de atividades, incluindo talks, exposições e instalações que focam a troca como seu principal propósito.
Abrindo a programação do festival em 9 de setembro, às 10h, o artista visual Armarinhos Teixeira apresentará seu mais recente trabalho, o curta-metragem “Recordário de Adão”, no qual aborda questões sobre meio ambiente e a arte como forma de repensar a vida no planeta Terra.
Com talks patrocinados pela Docol, marca-símbolo de produtos de alta qualidade e design inovador para cozinhas, banheiros e lavanderias, os participantes serão levados a se aprofundarem em diferentes dinâmicas de criação e inspiração. Entre designers de alcance nacional e figuras marcantes da cena regional, participarão desses bate-papos profissionais renomados, como Celso Rayol do escritório carioca Cité Arquitetura, Jader Almeida e Marcelo Rosenbaum. A Docol também estará presente na DW! Tour Brasília com um espaço na Praça Central do Casapark. O lounge da marca, assinado pela arquiteta Tatiana Grell, do Studio Grell, será o ponto de encontro do público após os talks, antes de seguir para um dos vários eventos que acontecerão ao longo da semana criativa.
Programação
Dia 9 de setembro, 10h às 12h30
Recordário de Adão: Qual é a nova Natureza?, com Armarinhos Teixeira
Mediação: Mauricio Lima
CINESYSTEM Caixa | Piso Superior
No dia 9, o artista visual Armarinhos Teixeira apresenta seu mais recente trabalho, o curta-metragem “Recordário de Adão”, em que aborda questões sobre o meio ambiente e a arte como forma de repensar sobre a vida no planeta Terra. Armarinhos é artista plástico, engajado nas questões ambientais, que explora a intersecção entre a ascensão industrial humana, a conservação ambiental e as primeiras formas de vida biológica, em trabalhos que ocupam o território conceitual da Bioarte. Das pontes que cria entre arte e ciência, cria esculturas, instalações, desenhos e interrogativas em outras mídias, integrando materiais sintéticos e orgânicos. Em seguida, o artista participa de conversa mediada pelo curador Mauricio Lima, inscrições: https://luma.com/awsi5z1s
Dia 10 de setembro, 10h às 12h30
Arquitetura tropical e modelos construtivos do futuro na Aldeia Sagrada Yawanawá, comMarcelo Rosenbaum
Debatedor: Daniel Mangabeira
Espaço Casa | Mezanino Livraria da Travessa | Piso Superior
No dia 10, o arquiteto Marcelo Rosenbaum compartilha a beleza, a tecnologia e a história do projeto que levou 14 anos na Aldeia Sagrada Yawanawá, localizada no Acre. O resultado produzido em colaboração com as lideranças locais inclui uma casa modelo, um centro cerimonial e a Universidade dos Saberes Ancestrais. A arquitetura cria modelos replicáveis, contando com o uso de madeiras de reflorestamento e mão de obra indígena e ribeirinha. Daniel Mangabeira, do escritório brasiliense BLOCO Arquitetos, participa como debatedor. Katia Furlani, da Docol, realiza abertura do evento, inscrições: https://luma.com/chffz7kd
Dia 11 de setembro, 10h às 13h
Permanência, com Jader Almeida
Participação especial: Gisèle Schwartsburd, com palestra Proteção e Valorização do Direito Autoral e da Propriedade Intelectual
Espaço Casa | Mezanino Livraria da Travessa | Piso Superior
No dia 11, com a palestra Permanência, o arquiteto e designer Jader Almeida conduz a uma jornada reflexiva que conecta passado, presente e futuro no universo de seu design. Em uma abordagem profundamente humanística, revela como suas inspirações em grandes pensadores e artistas plásticos, aliadas às suas experiências pessoais, formaram os alicerces de sua trajetória profissional. Participa do evento Gisèle Schwartsburd, presidente da BRADA (Associação Brasileira de Design Autoral), que traz uma conversa sobre autenticidade e desafios do setor criativo, inscrições: https://luma.com/chffz7kd
Dia 12 de setembro, 10h às 13h
Do Objeto à Cidade: diálogos de arquitetura e design, com Celso Rayol
Espaço Casa | Mezanino Livraria da Travessa | Piso Superior
No dia 12, o arquiteto Celso Rayol, sócio-fundador do premiado escritório carioca Cité Arquitetura, lança um olhar sobre a diversidade de processos criativos envolvidos nas diferentes escalas de projetos, desde os pequenos objetos e mobiliário até casas ou cidades inteiras. Vários trabalhos em destaque no escritório refletem essa visão, desde o retrofit do Hotel Glória, no Rio de Janeiro, até o residencial Lincoln Coconut Grove, em Miami, passando por linhas de revestimentos e outros produtos, inscrições: https://luma.com/3r9rp0ez
Mostra gratuita em grandes formatos comemora o Dia Mundial da Fotografia; fotógrafa ministra oficina com celular para iniciantes, em 30 e 31 de agosto
Brasília nasceu no coração do Cerrado e foi moldada pela lente de fotógrafos que souberam enxergar beleza onde muitos viam apenas “árvores retorcidas”. Entre esses olhares, o de Zuleika de Souza se destaca há quatro décadas. Para marcar o mês em que se comemora o Dia Mundial da Fotografia (19 de agosto), o Boulevard Shopping Brasília abre, nesta semana, o Art Wall com 12 cliques emblemáticos da premiada repórter-fotográfica, todos em painéis de grande formato espalhados pelo centro de compras.
“Quero que as pessoas se apaixonem pelo Cerrado. A gente protege o que ama”, afirma Zuleika. “Quando eu era criança, diziam que aqui ‘não tinha nada, só Cerrado’. Cresci determinada a mostrar a importância e a beleza desse bioma, hoje o mais ameaçado do país”, completa.
A mostra O recorte reúne registros feitos nos últimos 20 anos em Brasília e em destinos vizinhos, como Chapada dos Veadeiros (Alto Paraíso e Cavalcante), Pirenópolis, Abadiânia e Cocalzinho. “Cada foto foi escolhida porque já tocou outros públicos. Testei essas imagens em exposições anteriores e vi gente mudar a percepção sobre o Cerrado”, explica a fotógrafa. O resultado é uma ode às formas, luzes e cores do bioma: campos floridos, veredas, horizontes infinitos e detalhes que só um olhar atento percebe.
Arte onde o público está Expor em um centro de compras, explica Zuleika, é estratégico: “O shopping reúne quem não está necessariamente buscando arte. Quero surpreender essas pessoas, plantar curiosidade, criar afeto pelo bioma mais ameaçado do país”. A escolha do espaço pretende democratizar o acesso e estimular novos públicos a valorizar o Cerrado.
A gerente de marketing do Boulevard Shopping Brasília, Maíra Garcia, explica que a escolha da fotógrafa reflete o compromisso do empreendimento em aproximar arte e público: “A Zuleika é uma referência em fotografia, com um olhar que dialoga com nosso propósito de valorizar a cultura e o que é nosso. Trazer sua obra para o Boulevard é oferecer ao público mais do que imagens bonitas — é criar conexões, provocar novos olhares e transformar a visita em uma experiência cultural rica”, afirma.
Oficina de fotografia com celular para iniciantes Para quem deseja fotografar com mais intenção, a autora conduz, nos dias 30 e 31 de agosto, uma oficina gratuita de fotografia com celular. São 30 vagas por dia, destinadas a pessoas a partir de 14 anos. A inscrição é gratuita e deve ser feita no site do shopping, sendo efetivada após o cadastro e a doação de 1 kg de alimento não perecível. “Fotografia é, antes de tudo, espera”, ensina Zuleika. Os alunos devem levar o celular carregado e com espaço livre na memória. O conteúdo aborda enquadramento, composição, uso das ferramentas de câmera e edição, referências visuais e, sobretudo, a intenção: “Fotografar não é só apertar o botão — é parar, observar, esperar a luz certa, decidir o que e por que mostrar”, ensina Zuleika. A oficina terá duração de 3 horas e contará com momentos teóricos e práticos.
Maíra Garcia destaca a importância do curso: “Queremos inspirar novos olhares e transformar momentos em arte, unindo técnica, sensibilidade e criatividade. Trazer uma oficina de fotografia com a renomada fotógrafa Zuleika é uma oportunidade de oferecer ao público uma vivência única, unindo aprendizado técnico e sensibilidade artística. Nosso objetivo é inspirar, capacitar e criar um espaço onde cada participante possa registrar e contar suas próprias histórias por meio das lentes”, pontua.
Sobre Zuleika de Souza Nascida em Brasília em 1963, Zuleika de Souza iniciou a carreira em 1982 e construiu trajetória marcante no Correio Braziliense, onde permaneceu 25 anos, assinando a coluna Photo & Grafia na Revista do Correio. Colaborou ainda para veículos como Vogue, Jornal do Brasil, IstoÉ e Veja. Hoje, atua como fotógrafa independente e dirige o Plano Imaginário, espaço dedicado à arte fotográfica na capital. Entre suas exposições individuais destacam-se Deusas (Teatro Nacional, 2001), Chão de Flores (CCBB Brasília, 2015), W3 — Divergentes Brasílias (ECRR, 2018) e Véu (Alfinete Galeria, 2025). O urbanismo de Brasília e o Cerrado estão no centro de sua pesquisa autoral.
Sobre o Boulevard Shopping Brasília O Boulevard Shopping Brasília, administrado pela NIAD, possui 16 anos de história, atraindo mais de 7 milhões de visitantes por ano. O empreendimento traz, além de um varejo completo com as principais âncoras do país, amplo entretenimento com 4 salas de cinema, serviços diversos, projetos consolidados em ESG. Entre as principais atrações gastronômicas, destacam-se o João Brasileiro, Taverna Viking, Mania do Churrasco e, claro, grandes opções de fast food, como Burger King, McDonald’s, Giraffas, Spoleto, entre outros. O shopping ainda se prepara para receber o Pecorino Mediterrâneo. Com a proposta de garantir conforto e inclusão a todos os visitantes, o shopping oferece Espaço do Cliente com fraldário e a Sala do Aconchego para autorregulação de pessoas com sensibilidade sensorial. O aplicativo ColorADD está disponível nas lojas do shopping via QR Code, proporcionando mais autonomia a clientes com daltonismo ao facilitar a identificação das cores das peças. E, ainda, vagas verdes para recarga de carros elétricos e inclusivas para pcds, idosos e gestantes, localizadas na garagem coberta.
SERVIÇO: Art Wall com Zuleika de Souza Data: Até 31 de outubro Horário: visitação durante o horário de funcionamento do shopping Local: Mall do Boulevard Shopping Brasília Classificação: Livre
Oficina de Fotografia com Celular para iniciantes Datas: 30 e 31 de agosto Horário: 15h às 18h Vagas: 30 por dia Inscrição: gratuita, a partir do dia 18/08, no site https://www.boulevardbrasilia.com.br/
+ 1 kg de alimento não perecível Classificação: a partir de 14 anos Informações: @zuleikas e @boulevardshoppingbrasilia
De agosto a novembro de 2025, o Jardim das Esculturas da CAIXA Cultural Brasíliarecebe a mostra Escultórias | Poesias da Matéria, individual inédita do artista Leandro Gabriel na capital federal. Com curadoria de Léia Lemos, a mostra reúne 16 esculturas produzidas com ferro reaproveitado que revelam a trajetória do artista entre o desenho, a palavra e a tridimensionalidade. A exposição abre ao público no dia 26 de agosto às 17h, e fica em cartaz até o dia 30 de novembro. A visitação é de terça a domingo, das 9h às 21h, com entrada franca e livre para todos os públicos. A CAIXACultural Brasília fica no SBS Quadra 4, Lotes 3 / 4.
“As esculturas germinam do esboço rabiscado entre o vivido e o fabulado. A exposição é extensão desse fazer poético: ao ar livre, em diálogo com o chão e os olhos da cidade”, afirma a curadora Léia Lemos. As obras ocupam o espaço ao ar livre como corpos porosos, absorvendo o entorno e dialogando com o público de forma sensível. Mais do que representar formas naturais, como árvores e barcos, Leandro nos convida a refletir sobre como crescemos, nos movimentamos e deixamos marcas no mundo.
Leandro Gabriel iniciou sua carreira nas artes plásticas pela pintura e pela letra urbana. Mas foi na escultura que encontrou a linguagem capaz de traduzir seu gesto poético: uma escuta da matéria. As obras expostas — criadas entre 2010 e 2013 — pertencem às séries Pé de quê? e Embarcações, que tratam, respectivamente, das relações com a terra, o tempo e a memória, e do desejo de travessia, deslocamento e reinvenção. “São corpos pesados, porém nascentes, respirando o tempo em cada dobra e solda. Não são meras representações da natureza. Suas ramagens não obedecem a um plano rígido, mas à escuta atenta da matéria”, completa a curadora.
Sobre o artista
Leandro Gabriel é graduado em Educação Artística pela Escola de Guignard da Universidade Estadual de Minas Gerais (1990 e 1994) e possui pós-graduação em Arte Educação pelo Centro de Pesquisa de Minas Gerais (1996). Ele é o idealizador e gestor do Viaduto das Artes no Barreiro, Belo Horizonte, um projeto de democratização da arte que revitalizou um viaduto abandonado, criando uma galeria de arte, biblioteca e ateliê de esculturas. O espaço é de acesso gratuito e atende à comunidade local por meio de visitas, oficinas e palestras. Desde 2016, Leandro é diretor da Cará Produções, uma empresa dedicada ao desenvolvimento de projetos culturais, curatoriais e de design. Ele trabalha de forma integrada e multidisciplinar na concepção, pesquisa, elaboração, produção, gestão, coordenação e consultoria de projetos culturais e publicações, especialmente nas artes visuais. Além disso, elabora projetos para leis de incentivo e editais, atuando em parceria com artistas, curadores, museólogos, pesquisadores, historiadores da arte, arquitetos, instituições culturais, designers, gestores culturais e patrocinadores públicos e privados.
Sobre a curadora
Léia Lemos é curadora, artista visual e produtora cultural. À frente da Magnólia | Produtos e Artefatos Culturais, atua na concepção, desenvolvimento e realização de iniciativas que promovem a cultura, com foco em música, artes visuais e experiências imersivas. Graduada em Artes Plásticas e Visuais pela Universidade de Brasília (UnB) e pós-graduada em Processos e Produtos Criativos pela Universidade Federal de Goiás (UFG), acumula cerca de 10 anos de experiência na produção de eventos, exposições de arte, programas educativos e gestão financeira de projetos culturais. Ao longo de sua trajetória, participou da produção e assistência de importantes exposições e eventos em espaços renomados como CCBB Brasília, Belo Horizonte e São Paulo, Museu Nacional da República, CaixaCultural e Centro Cultural TCU. Seu trabalho une sensibilidade artística, inovação e estratégia, conectando marcas, artistas e públicos por meio de ações autênticas e impactantes.
45 anos de CAIXA Cultural
Em agosto, a CAIXA Cultural está completando 45 anos de existência. A primeira unidade fundada foi a CAIXA Cultural Brasília, e as demais unidades encontram-se em Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. A exposição “Escultórias – Poesias da Matéria” faz parte da programação especial que foi planejada para esse marco tão importante. Um mês inteiro de celebração com eventos que passam por vários segmentos: shows e festival musical, novas exposições, mostra teatral e muito mais.
Mais informações sobre toda a programação serão disponibilizadas no site da CAIXACultural (http://caixacultural.gov.br/) e @caixaculturalbrasilia no Instagram.
Serviço:
Escultórias | Poesias da Matéria
De Leandro Gabriel
Curadoria | Léia Lemos
Abertura | 26/08 | 17h
Onde | Jardim das Esculturas
CAIXA Cultural Brasília
SBS – Quadra 4 – Lotes 3/4 – Brasília – DF
Visitação | Até 30/11
De terça a domingo, das 9h às 21h
Classificação Indicativa | Livre para todos os públicos
A Superquadra Sul 106 (SQS 106), considerada o “Marco Zero” dos blocos residenciais de Brasília, receberá neste sábado (30/08), a inauguração de placas turísticas e históricas do “Projeto Passos Pioneiros”, uma iniciativa que visa resgatar e preservar a memória dos primeiros anos da capital federal
Um marco histórico preservado
A SQS 106 possui importância única na história de Brasília por abrigar os três
primeiros blocos residenciais de apartamentos construídos na cidade. Em 1959, foram entregues os blocos C, D e I, com o bloco D inaugurado primeiro em junho, seguido pelos blocos I e C na primeira semana de setembro, marcando oficialmente o início da vida residencial na nova capital.
O projeto arquitetônico dos primeiros oito blocos foi assinado por Oscar Niemeyer em parceria com a Novacap, representando o único projeto de blocos residenciais do renomado arquiteto em Brasília. Os três blocos restantes foram projetados por Wagner Urubatan Neves, arquiteto que, apesar de ter sido responsável pelo projeto de 11 blocos nas quadras 106 e 306 Sul, atualmente caiu no esquecimento histórico.
Personagens que fizeram história
O projeto destaca figuras fundamentais na construção da quadra, incluindo:
● Cláudio Sant’Anna, proprietário da Kosmos Engenharia, empresa responsável pela execução das obras
● Wagner Urubatan Neves, arquiteto autor de três blocos da SQS 106, cuja obra será resgatada do esquecimento
● Maria Isaura de Albuquerque e Silva, primeira diretora da Escola Classe da SQS 106 (atual Centro de Ensino Fundamental 01), que permaneceu no cargo de 1960 a 1994
As placas históricas
O “Projeto Passos Pioneiros” contempla o resgate e preservação da história da SQS 106, e de Brasília, além de uma homenagem aos pioneiros, por meio da instalação de cinco placas estrategicamente distribuídas pela quadra, abordando:
1. Os três primeiros prédios de apartamentos de Brasília – destacando o processo construtivo iniciado em 1957 e a entrega dos primeiros blocos em 1959
2. Informações gerais da SQS 106 – desde sua denominação original como Conjunto Residencial IAPC até se tornar a SQS 106
3. Centro de Ensino Fundamental 01 – a quarta escola inaugurada no Plano Piloto, em 20 de setembro de 1960
4. Cine Brasília e Entrequadra Sul 106/107 – tombados em 2007 como Área de Tutela do Bem Tombado
5. Área Comercial – incluindo marcos como os primeiros semáforos de Brasília (1978) e os viadutos das tesourinhas
Ação complementar: Durante todo o dia 30 de agosto, o Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER-DF) realizará trabalhos de revitalização na quadra, contribuindo para a melhoria da infraestrutura local.
Autoridades confirmadas:
✓ Presidente do Iphan, Sr. Leandro Grass
✓ Superintendente do Arquivo Público do DF, Adalberto Scigliano
✓ Deputado Gabriel Magno/Consultora Legislativa Luísa Carvalho
✓ Diretor de Produção Industrial e Sinalização do DER – Jefferson Oliveira
✓ Presidente do CCAS – Patrícia Carvalho
✓ Presidente do CCAN – Cléa Torres
Serviço
Evento: Inauguração das Placas Históricas – Projeto Passos Pioneiros
Data: 30 de agosto de 2025
Horário: 09h
Local: Centro da Quadra SQS 106
Realização: Prefeitura da SQS 106
Parceiros: Arquivo Público do DF, Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER-DF) e CLDF.
Realidade virtual, sala aromática eprogramação paralela fazem parte da atraçãoimersiva do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília a partir de 26 de agosto.
O público poderá conferir uma mostra que reafirma a relevância de uma produção fotográfica reconhecida internacionalmentecomo uma das mais potentes expressões visuais da Amazônia e da fotografia contemporânea artística.
A exposição celebra a pluralidade de um Pará capturado por olhares diversos e autênticos, enraizados em suas paisagens e histórias, ressaltando também a força e a sensibilidade das narrativas visuais, muitas delas atravessadas pelo olhar feminino e pela resistência de mulheres que fazem parte desse território.
De 26 de agosto a 2 de novembro, o público do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) será transportado para o universo plural da fotografia amazônica por meio da exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará. Mais do que uma mostra fotográfica, a experiência se destaca por recursos tecnológicos e sensoriais, como óculos de realidade virtual, instalação olfativa aromática, além de programações paralelas, oficinas e ações culturais voltadas a públicos de todas as idades. A exposição tem entrada franca e pode ser visitada de terça a domingo, de 9h às 21h (entrada até 20h40), com retirada de ingressos pelo site: https://ccbb.com.br/ ou na bilheteria. Classificação livre.
Idealizada pelo Museu das Mulheres, com curadoria e direção artística de Sissa Aneleh, a exposição reúne 170 obras de 11 fotógrafas paraenses, abrangendo três gerações de artistas, com produções que vão dos anos 1970 até os dias atuais. O recorte revela a potência do olhar feminino sobre temas como identidade, território, memória, ancestralidade e resistência, incluindo fotografias, vídeos, instalações, documentos e experimentações visuais.
A exposição promove um panorama da fotografia feminina amazônica, reunindo nomes consagrados como Leila Jinkings, Paula Sampaio, Walda Marques, Bárbara Freire e Cláudia Leão, ao lado de artistas da nova geração como Evna Moura, Deia Lima, Jacy Santos, Nailana Thiely, Renata Aguiar e Nay Jinknss. Cada uma imprime sua visão estética, política e poética sobre a região Norte do país, contribuindo para ampliar os repertórios da fotografia brasileira.
No CCBB Brasília, o percurso da exposição foi pensado para envolver o visitante de forma sensorial e interativa. Destaque para a sala aromática Icamiabas, que apresenta fragrâncias criadas exclusivamente para a mostra, inspiradas nos cheiros da Amazônia e nas mulheres indígenas que dão nome ao espaço. Outra experiência única é a exibição do filme Mukatu’hary (Curandeira) em realidadeexpandida, que transporta o público a umaaldeia indígena por meio de tecnologia imersiva.
A interatividade também está presente em diferentes pontos da mostra por meio de realidade aumentada, que permite aos visitantes interagir com as obras, fazer selfies e gravar vídeos a partir das imagens projetadas nos ambientes expositivos.
Além da exposição, o Programa Educativo do CCBB Brasília – Rolê Cultural trará ações voltadas a escolas e famílias, com oficinascriativas, vivências sensoriais, atividades lúdicaspara crianças e mediações culturais. As atividades incluem também o Sensorial Estúdio Tá Bem na Foto!, onde é possível vivenciar o funcionamento de uma câmera escura imersiva, além de ações voltadas à ancestralidade e ao fazer manual com materiais sustentáveis da floresta. Os ingressos poderão ser retirados no site https://ccbb.com.br/ ou na bilheteria. Os agendamentos para grupos e escolas podem ser realizados gratuitamente pela plataforma Conecta: https://conecta.mediato.art.br/
A exposição é patrocinada pelo Banco do Brasil e Ministério da Cultura via Lei Rouanet, com coordenação e produção do Museu das Mulheres.
AS ONZE FOTÓGRAFAS E SUASCONTRIBUIÇÕES
o Bárbara Freire: Une fotografia urbana epoética, destacando a relação entrenarrativas fotográficas, audiovisuais e documentais em suas imagens, que ora estão no experimental, ora no registro da diversidade visual do Pará.
o Cláudia Leão: Especialista em fotografia experimental, lança mão de processos alquímicos de fotografia, interligando elementos diversos aos processos de revelação de negativos fotográficos e composição física de obras.
o Deia Lima: sua obra ressignifica a imagem das mulheres e apresenta a identidade visual regional na era digital.
o Evna Moura: Explora a fotografia experimental, direta e performática, utilizando processos analógicos e digitais para criar imagens que dialogam com a ancestralidade, a espiritualidade afro-amazônica e o meio ambiente urbano amazônico, além de registrar personalidades LGBTQIAPN+ regionais.
o Jacy Santos: influenciada pelafotografia documental regional, suasimagens retratam o cotidiano amazônico com um olhar humanista e poético. Seu trabalho é um testemunho visual das identidades sociais e culturais da região.
o Leila Jinkings: Fotógrafa e documentarista com forte envolvimento nos movimentos sociais, sua obra é um registro da luta política e cultural da Amazônia e do Brasil.
o Nailana Thiely: Dedica-se à documentação de culturas indígenas, ribeirinhas e afrodescendentes, acrescentando um olhar intimista aos retratados, o que valoriza a narrativa.
o Nay Jinknss: Com uma abordagem decolonial e social, retrata questões de identidade, feminismo negro e mulheres representativas da cultura amazônica.
o Paula Sampaio: Reconhecida por seu trabalho no fotojornalismo e na documentação de comunidades ribeirinhas e quilombolas, retrata a resistência das populações tradicionais, as memórias urbanas de Belém e a exploração ambiental da Amazônia.
o Renata Aguiar: Doutora em Artes Visuais, investiga as relações entre corpo, território, performance fotográfica, autobiografia, ritualidade e cultura artística local, além de abordar a representatividade LGBTQIAPN+ na Amazônia.
o Walda Marques: Mescla fotografia documental e arte conceitual, percorrendo a identidade, a memória e a religiosidade urbana amazônica.
PROGRAMAÇÃO ESPECIAL CCBB BRASÍLIA
A programação paralela da exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará conta com atividades especiais, como o show Vertentes. A apresentação acontece nos dias 24 e 25 de outubro, trazendo a riqueza musical da região em uma celebração vibrante da cultura amazônica. Mais informações no Instagram e site do CCBB Brasília.
CURADORA E DIRETORA ARTÍSTICA – Sissa Aneleh é curadora, pesquisadora, historiadora da arte, diretora artística e gestora cultural, doutoraem Artes Visuais pela Universidade de Brasília
(UnB) e mestra em Artes pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Com mais de quinze anos de atuação na pesquisa de fotografia, artes plásticas e artes visuais, seu trabalho concentra-se na valorização da produção artística da Amazônia e do Brasil, com ênfase na perspectiva feminina e decolonial.
Especialista em fotografia paraense, identidade e território, Sissa desenvolve projetos que ampliam as narrativas visuais da região, desafiando representações hegemônicas e promovendo o protagonismo de mulheres artistas amazônicas. Além da curadoria de exposições nacionais e internacionais, é diretora e curadora geral do Museu das Mulheres.
MUSEU DAS MULHERES – O Museu das Mulheres (Museu DAS) é o primeiro museu dedicado às mulheres no Brasil. Constitui-se como uma instituição de arte privada, fundada em 2022. Nasceu da vontade de reconhecer o valor da produção artística, intelectual e prática das mulheres no Brasil e no mundo. Tem por visão e missão institucionais: impulsionar o avanço das mulheres e valorizar o protagonismo feminino em arte, cultura, literatura, educação, música, patrimônios material e imaterial, tecnologia, história, pesquisa e demais áreas de realização das mulheres. Museu híbrido, atua tanto no universo físico quanto no virtual, lança projetos em ambientes espaciais imersivos e interativos – com Realidade Expandida (XR), Realidade Aumentada (RA) e Realidade Virtual (RV) – e, por extensão, tem salas expositivas no Metaverso. Possui programação em artes plásticas e visuais, cinema, eventos, além de programa educativo, área de pesquisa, editora e acervo.
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiroprédio do Banco do Brasil a receber acertificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Acessibilidade
A exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará possui audiodescrição de obras, audioguia e intérprete de Libras na programação paralela e nos vídeos de divulgação. A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta- feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito,mediante retirada de ingresso no site, nabilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code davan. Lembrando que o ingresso garante o lugarna van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van: Biblioteca Nacional – CCBB:13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h
Exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará Período: De26 de agosto a 2de novembro de2025 Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Endereço: Setor de Clubes Esportivos Sul Trecho 2, Lote 22 – Brasília – DF Ingressos gratuitos: Disponíveis em https://ccbb.com.br e na bilheteria doCCBB Funcionamento: Aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças
“Refúgio dos Sonhos”, ambiente externo assinado pelo Depieri Paisagismo na CASACOR Brasília 2025, propõe uma imersão sensorial na natureza. O espaço combina texturas, aromas, sons e luzes para despertar memórias afetivas e traduzir o tema da mostra em contemplação e conexão essencial, divulgação
Empreendimento aposta em parcerias estratégicas para reforçar valores de sofisticação, inovação e diálogo entre arquitetura e natureza
A CASACOR Brasília 2025, que acontece de 13 de agosto a 12 de outubro na Casa do Candango, na 603 Sul, conta com a presença do Fazenda da Matta, empreendimento de alto padrão em Pirenópolis (GO). A participação se dá pelo apoio a parceiros estratégicos: Denise Zuba Arquitetos e Depieri Paisagismo, escritórios reconhecidos no mercado de Brasília e do Centro-Oeste por sua tradição e apuro estético.
A arquiteta Denise Zuba apresenta o ambiente Casa Conectada, de 350 m², inspirado no conceito “Onde o Futuro Abraça as Memórias”. O projeto une tecnologia e sustentabilidade, com automação completa de iluminação, áudio, vídeo, climatização e cortinas, integradas ao uso de materiais reaproveitáveis, como pedras e vidros, além de técnicas construtivas como Steel Frame. Elementos naturais, como cajueiros e abacateiros originais do terreno, foram preservados. “A Casa Conectada traduz o tema ‘Semear Sonhos’ ao integrar inovação e emoção, tecnologia e natureza, criando um espaço vivo de encontros e memórias”, afirma Denise Zuba.
O Depieri Paisagismo, assinado por Arthur e Cleber Depieri, marca presença em dois ambientes. O Refúgio Central e o Refúgio dos Sonhos foram concebidos como praças sensoriais, imersivas e poéticas. Combinando texturas, aromas, sons e vegetação tropical, os jardins buscam desacelerar o tempo e propor uma experiência contemplativa. “Cada elemento foi desenhado para despertar lembranças e afetos, permitindo que o visitante vivencie a natureza como um refúgio emocional”, explica Arthur Depieri.
Para Felipe Maldonado, sócio-diretor do Fazenda da Matta, a parceria reforça o posicionamento do empreendimento como referência em real estate de luxo no Centro-Oeste.
“Ao apoiar nomes consagrados como Denise Zuba e Depieri Paisagismo, reafirmamos que o Fazenda da Matta é mais do que um empreendimento imobiliário: é um projeto que cultiva estética, natureza e cultura. Essa presença na CASACOR conecta nosso conceito às tendências que moldam o morar contemporâneo e revela ao investidor de alto padrão o valor de integrar arquitetura e paisagem em experiências de vida”, afirma.
O tema da CASACOR Brasília 2025, “Semear Sonhos”, orienta os 47 ambientes da mostra, que este ano celebra 33 edições. A proposta é refletir sobre a capacidade humana de projetar futuros possíveis a partir da colaboração e da integração entre o urbano e o natural.
Serviço CASACOR Brasília 2025 Tema: Semear Sonhos Quando: 13 de agosto a 12 de outubro Onde: Casa do Candango – 603 Sul – Brasília (DF) Mais informações: www.casacor.com
Sobre o Fazenda da Matta O Fazenda da Matta é um condomínio de alto padrão localizado a 10 minutos do centro de Pirenópolis (GO), com projeto que valoriza o contato com a natureza, a sofisticação estética e a convivência entre vizinhos. O empreendimento conta com haras assinado por Doda Miranda, arquitetura de Denise Zuba, paisagismo do escritório Depieri e uma parceria com a Vinícola Assunção para a produção de vinho com rótulo próprio.Contará com um museu a céu aberto, integrado às trilhas e jardins do condomínio com obras exclusivas assinadas por nomes da arte contemporânea como Samuel Caixeta. O projeto ainda inclui a presença do Bistrô de Fogo e ações sociais com parceiros locais.
Informações sobre disponibilidade de lotes e experiências estão disponíveis discretamente em: https://fazendadamatta.com.br/
Durante as oficinas, o acesso será gratuito para contemplados ao CASACOR Brasília
Brasília ganha um novo intercâmbio de artes plásticas e capacitação. Estão abertas as inscrições para a primeira oficina do projeto “Dentro do Quadrado – Inserção no Mercado de Arte”. A iniciativa, idealizada por Alva Pinheiro e com curadoria da Divino Galeria, será realizada dentro da CASACOR Brasília, com patrocínio do FAC-DF, e vai preparar artistas iniciantes para atuar de forma competitiva, abordando desde precificação e marketing até noções de portfólio digital e conexões com galeristas e colecionadores. Importante destacar que os participantes inscritos terão acesso gratuito à CASACOR nos dias da oficina, garantindo a participação sem custo adicional. As inscrições podem ser feitas de 21 de agosto a 8 de setembro pelo link (https://docs.google.com/forms/u/0/d/e/1FAIpQLSddY9dg4ADeRRRYGklhU_6-Tqvx3aYIppLBY2a5sX19WYrHAg/viewform?usp=send_form&pli=1).
A oficina tem como objetivo fortalecer a presença de artistas locais e periféricos no circuito de arte e design, conectando práticas de mercado a experiências reais de exposição e comercialização. Voltada para artistas iniciantes, profissionais da cultura e pessoas com deficiência, a iniciativa oferece 20 vagas para maiores de 18 anos interessados em desenvolver carreira artística.
O conteúdo foi pensado para ser prático e impactante, com atividades que vão da introdução ao mercado de arte à precificação e estratégias de venda, passando por marketing, autopromoção e conexões com colecionadores e galeristas. Também haverá uma introdução à elaboração de portfólio, com orientações estéticas e pontos de atenção que servirão como base para o aprofundamento em oficinas futuras, além de estudos de caso que mostram diferentes caminhos e trajetórias possíveis. Os participantes ainda terão experiências dinâmicas, como um tour guiado pela CASACOR e exercícios práticos de precificação, aprendendo a argumentar o valor de seus trabalhos em situações reais.
“Nosso objetivo é fortalecer a presença de artistas locais e periféricos no circuito de arte e design, criando pontes reais de valorização. Queremos que os participantes saiam da oficina não apenas com conhecimento, mas com ferramentas práticas para se colocarem no mercado de forma competitiva e sustentável”, explica Alva Pinheiro, idealizadora do projeto.
Além das aulas e estudos de caso, os artistas vão receber um e-book exclusivo e aprender noções de como construir portfólios digitais acessíveis, usando plataformas como o Canva, para continuar aplicando os aprendizados mesmo depois do curso.
Um dos pontos altos da oficina é o cenário. A CASACOR Brasília, reconhecida como uma das principais mostras de arquitetura e design do país, se transforma em palco de formação, inclusão e diálogo. Para Alva Pinheiro, realizar o projeto nesse espaço é uma forma de dar visibilidade ao trabalho dos participantes e mostrar como a arte pode – e deve – circular por diferentes ambientes e públicos. “Queremos mostrar que a arte pode dialogar com a arquitetura, com o design e com a vida real das pessoas. Essa integração é essencial para valorizar os artistas e fortalecer toda a cadeia criativa”, completa Alva.
À frente do projeto está a própria Alva Pinheiro, artista, curadora cultural, galerista e designer de interiores, que traz sua experiência para guiar quem está começando. A curadoria é da Divino Galeria, responsável pela seleção dos participantes e pela condução pedagógica da oficina.
Evento da FGR Incorporações reuniu escritórios de arquitetura, construtoras e bancos parceiros para orientar moradores sobre o processo de construção
O condomínio Jardins Genebra recebeu neste sábado (16) a segunda edição do Arquitetando, encontro que reuniu moradores, visitantes e famílias interessadas em transformar em realidade o sonho da casa própria de alto padrão. Promovido pela FGR Incorporações, o evento teve como objetivo apoiar os proprietários e futuros moradores, oferecendo um espaço de troca direta com arquitetos, construtoras e bancos parceiros. Ao aproximar clientes e profissionais, a FGR busca facilitar cada etapa do processo de construção, do projeto ao financiamento, além de fortalecer o senso de comunidade entre os vizinhos.
Escritórios de arquitetura e construtoras participaram do encontro, assim como representantes da Leroy Merlin, que trouxeram dicas de acabamentos e inspirações para quem já está nessa fase do projeto. A programação contou ainda com café da manhã, feijoada, música ao vivo e recreação infantil, reforçando o caráter de convivência e integração entre futuros vizinhos.
Entregue em maio do ano passado, o Jardins Genebra já contabiliza 58 projetos aprovados, 27 obras em andamento, quatro casas prontas e algumas famílias já morando no local. Os números, referentes a julho de 2025, confirmam o ritmo acelerado de ocupação do empreendimento.
Com infraestrutura completa de lazer, incluindo academia, quadras de tênis, areia e futebol, praças e playground, o condomínio integra a estratégia de expansão da FGR, que mantém ainda um land bank de 6 milhões de m² no entorno para futuros projetos.
Troca direta entre clientes e profissionais Para a arquiteta Sofia Abrantes, presente no evento, o Arquitetando evidencia o compromisso da FGR em aproximar clientes e profissionais, facilitando assim o processo de construção.
“Esse contato direto é muito importante. O cliente chega já em busca de um arquiteto ou construtora para construir seu lote, e nós podemos esclarecer dúvidas iniciais sobre documentação, alvará de construção e até detalhes técnicos, como orientação solar e pé-direito duplo. Além disso, o ambiente descontraído, com música e boa comida, torna a experiência ainda mais proveitosa”, afirmou.
Ela destacou também a estrutura de suporte oferecida pelo condomínio. “O evento mostra como a FGR busca facilitar esse contato entre arquitetos, construtoras e clientes. Além disso, o empreendimento conta com uma equipe especializada que analisa os projetos e mantém canais ágeis, como o WhatsApp, para alinharmos tudo diretamente com a incorporadora. Assim, o cliente só precisa se preocupar em receber seu projeto pronto e bonito, sem lidar com questões burocráticas de normas.”
Olhar dos futuros moradores Para os proprietários, o evento também foi um espaço de troca de experiências e fortalecimento da relação com o condomínio. Hildebrando Lustosa contou que já conhecia os empreendimentos da FGR em Goiânia e sonhava em ver a marca chegar a Brasília.
“Quando soube do lançamento aqui, trouxe minha esposa, nós adoramos e decidimos vender nossa casa para comprar o lote. Planejar a casa dos sonhos em um lugar como o Jardins Genebra é pensar em segurança, tranquilidade e qualidade de vida para toda a família”, disse.
Embora já esteja com a obra pronta para iniciar, Hildebrando reconhece a importância da iniciativa para novos moradores. “No nosso caso, já contratamos arquiteto e construtora e vamos começar a obra na próxima semana. Mas, se tivéssemos participado de um evento como esse no início, teria sido muito útil para conhecer outros profissionais e propostas. Para quem está começando, a troca de informações é fundamental.”
Experiência de quem já mora Entre os atuais moradores do condomínio, Scheilla Veloso e Felipe da Silva se mudaram em abril de 2025 e destacaram a importância dos encontros para fortalecer vínculos e acelerar o processo de construção.
“Eventos como esse auxiliam bastante e são positivos, porque promovem interação entre os moradores e futuros vizinhos. Isso gera pertencimento e cria um senso de comunidade. Além disso, reúne diversos consultores e arquitetos, que ajudam na concretização dos sonhos dos moradores”, afirmou Scheilla.
Felipe completou: “É uma iniciativa que deveria acontecer com mais frequência. Este é um momento de interação e contato com os outros moradores, o que considero muito importante.”
O casal, que viveu por 23 anos em outro bairro de Brasília antes de se mudar para o Genebra, contou que já conhecia a FGR em Goiânia e sempre sonhou em morar em um condomínio do padrão Jardins.
Sobre a FGR Incorporações Com quase quatro décadas de atuação, 44 empreendimentos lançados em nove estados e mais de mil colaboradores, a FGR é referência nacional em condomínios horizontais de alto padrão. Criadora da marca Jardins e do conceito Jeito Jardins de Viver, alia qualidade construtiva, projetos autorais e infraestrutura completa para proporcionar uma experiência única de morar.