Uma das mais célebres artistas contemporâneas da Europa, a portuguesa Joana Vasconcelos traz à Embaixada de Portugal em Brasília a exposição “Fascinação” e participa de uma conversa aberta ao público, na qual promete discorrer sobre temas como a presença de seu trabalho no cenário das artes visuais contemporâneas e o diálogo entre tradição e modernidade. O encontro com Joana Vasconcelos está marcado para acontecer no dia 20 de fevereiro, às 19h, no Auditório do Instituto Camões, na Embaixada de Portugal. A entrada é franca e sujeita à lotação do espaço.
No dia seguinte, a editora brasileira Lucia Bertazzo, radicada em Lisboa, aborda o tema “A arte em forma de livro”. Lucia Bertazzo é criadora da editora Urucum, especializada em edições de arte originais e artesanais. A Urucum é responsável pela edição de “Os cadernos da minha vida”, com desenhos, textos e colagens de Joana Vasconcelosque integram a exposição “Fascinação”. A conversa com Lucia Bertazzo, no dia 21 de fevereiro, acontecerá às 19h, na galeria da Embaixada de Portugal. A entrada é franca e mais uma vez sujeita à lotação do espaço.
O público que comparecer às conversas terá acesso, em primeira mão, à monumental obra “Pavillon du Vin” – uma estrutura de ferro forjado de 5,5 m de altura, em formato de garrafão de vinho com videiras que sobem pela estrutura -,instalada nos jardins da Embaixada de Portugal, assim como poderá conheceros 15 volumes que integram “Os Cadernos da minha vida”. Depois destes dois primeiros encontros do Ciclo de Conversas, a exposição “Joana Vasconcelos: Fascinação” ficará fechada e só será reaberta ao público no dia 8 de março, celebrando o Dia Internacional da Mulher.
JOANA VASCONCELOS
Conhecida por suas esculturas monumentais e instalações imersivas, nas quais descontextualiza e subverte objetos do cotidiano, propondo um olhar crítico da sociedade contemporânea com humor e ironia, Joana Vasconcelos é a mais jovem artista e primeira mulher a expor numa individual no Palácio de Versalhes, atraindo 1 milhão e 600 mil visitantes. A mostra foi a mais visitada em 50 anos e é considerada um marco histórico na França. Sua exposição no Museu Guggenheim de Bilbao também foi a terceira mais visitada da história do museu e sedimentou o nome da artista como um talento sólido da arte contemporânea
Nascida em 1971, Joana Vasconcelos é uma artista plástica portuguesa com uma carreira de cerca de 30 anos, uma enorme variedade de técnicas, participação em mais 900 exposições – sendo 165 individuais – e autora de 1.759 obras de arte. Com humor e ironia, questiona o estatuto da mulher, a sociedade de consumo e a identidade coletiva. A aclamação internacional veio em 2005 com a obra “A Noiva”, exposta na primeira Bienal de Veneza curada por mulheres.Desde então, Joana já voltou à Bienaloutras sete vezes. Em 2023, concretizou a honra de expor nas Galerias Uffizi e no Palácio Pitti, em Florença, ao lado de mestres clássicos como Leonardo Da Vinci, Michelangelo e Caravaggio. Também em 2023, apresentou no MON – Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, a exposição individual “Extravagâncias”.
LUCIA BERTAZZO
Lucia Bertazzo possui graduação em Design e mestrado em Cultura Visual pela Universidade Federal de Goiás. Trabalhou, entre 2005 e 2010, com produção no ateliê do artista Siron Franco. Em 2014, no Rio de Janeiro, inaugurou a UQ! Ediçõescom Leonel Kaz. Ao mudar-se para Lisboa, em 2017, a editora ganhou o nome de Urucum, marcando-se por criar projetos editoriais diferenciados, criados de forma artesanal. Lúcia também desenvolve projetos de curadoria e montagem de exposições em galerias, feiras de arte e instituições no Brasil, Espanha, França, Itália, Moçambique e Portugal.
PROGRAMAÇÃO
CICLO DE CONVERSAS – FASCINAÇÃO: JOANA VASCONCELOS EM BRASÍLIA -Aberto ao públicoe sujeito à lotação do espaço
20 de fevereiro, 19h, auditório do Instituto Camões da Embaixada de Portugal
“Joana Vasconcelos – obra, contexto internacional, tradição e contemporaneidade”.
21 de fevereiro, 19h, galeria da Embaixada de Portugal
Lucia Bertazzo: “A arte em forma de livro”
*EXPOSIÇÃO FECHADA ATÉ 07/03 – CARNAVAL
FICHA TÉCNICA
Coordenação de produção: Virginia Manfrinato
Idealização e concepção: Alexandra Pinho
Fotografia: Joana França
Gestão administrativa: Clarice Magalhães
APOIOS
A exposição é uma realização da Embaixada de Portugal no Brasil, através do Instituto Camões, com o patrocínio da EDP, uma das maiores empresas do setor elétrico no mundo, a partir dos incentivos da Lei Rouanet, e copatrocínio da TdP – Turismo de Portugal. Idealização e concepção de Alexandra Pinho, ex-adida cultural da Embaixada de Portugal no Brasil e diretora do Camões Brasil; coordenação do projeto de Virginia Manfrinato.
SERVIÇO
Joana Vasconcelos: Fascinação
Data: dias 20 e 21 de fevereiro, às 19h
Fechada para o Carnaval de 24/02 a 7/03
Reabertura para visitação: de 8 de março a 15 de agosto de 2025
Local: Embaixada de Portugal no Brasil (Avenida das Nações, lote 02)
Horários: quintas e sextas-feiras, das 11h às 16h, e no primeiro sábado de cada mês, das 11h às 16h, a partir de 8 de março
Em novo vídeo divulgado pela Universal Pictures, os atores principais se juntam aos membros da produção para falar sobre o formato escolhido
Foto divulgação
Nesta segunda-feira, 10, a Universal Pictures divulgou um novo vídeo especial de O Brutalista, longa com 10 indicações ao Oscar, incluindo Melhor Ator, Melhor Direção de Arte e Melhor Filme. No novo conteúdo, Brady Corbet, diretor, roteirista e produtor do filme, explica o formato de gravação escolhido: “o sistema VistaVision surgiu na década de 1950. É um formato muito bonito. Por ter 8 perfurações, a resolução é muito alta”.
O diretor de fotografia Lol Crowley complementa a fala de Corbet contando que o VistaVision é um formato grande, o que fez com que eles buscassem extrair o máximo possível do negativo. “Para falar de arquitetura, VistaVision pareceu o formato perfeito. Filmando em um negativo de área maior, seu campo de visão é maior”, finaliza Crowley.
Com 3 horas e 36 minutos de duração, e intervalo de 15 minutos, OBrutalista é ambientado inicialmente nos anos 40 e acompanha a vida do arquiteto László Toth, interpretado por Adrien Brody, que também participa do vídeo especial dando sua visão sobre a escolha do VistaVision: “usar o negativo na orientação horizontal e a maneira como a lente captura as coisas parece o mais correto”.
O Brutalista chega aos cinemas brasileiros em 20 de fevereiro, também em versões acessíveis. Para mais informações, consulte o cinema de sua cidade.
Sobre o filme: Em fuga da Europa do pós-guerra, o arquiteto visionário László Toth chega à América para reconstruir sua vida, seu trabalho e o casamento com sua esposa Erzsébet, depois da separação forçada durante a guerra por mudanças de fronteiras e regimes. Sozinho em um novo país estranho, László se estabelece na Pensilvânia, onde o rico e proeminente industrial Harrison Lee Van Buren reconhece seu talento para a construção. Mas poder e legado têm um custo muito alto.
Ingresso dá acesso ao festival de motos e rock no dia 01 de agosto. 200 primeiros ingressos dão direito a experiência no Camarote Spaten
O Capital Moto Week, maior festival de motos e rock da América Latina, abre pré-venda exclusiva e limitada para a edição 2025. De 20 a 24 de janeiro, estarão disponíveis ingressos para o dia do show da banda canadense Magic!, em 1 de agosto. Os 200 primeiros fãs que garantirem a compra nesta fase viverão experiência única no Camarote Spaten com Caneca Exclusiva e Welcome Drink. A pré-venda, que será feita pela Bilheteria Digital, garante ainda a participação em sorteio para dois encontros com a Magic!. O festival acontecerá em Brasília de 24 de julho a 02 de agosto.
“Estamos entusiasmados com o kickoff desta edição. A banda Magic! trará sua combinação única de pop, rock e reggae, prometendo embalar o público em um dos momentos mais aguardados do festival em 2025”, afirma Pedro Affonso Franco, organizador do festival. “Mais uma vez, o Capital Moto Week vai oferecer uma experiência incrível, com aquela energia que todo mundo conhece.”, destaca.
As entradas de pedestre custam R$160 a inteira, R$80 a meia, e R$110 o ingresso solidário, mediante doação de lixo eletrônico ou 1kg de alimento não perecível. Pessoas com deficiência têm acesso gratuito. Os ingressos de pré-venda estarão disponíveis por tempo e quantidade limitados, entre os dias 20 a 24 de janeiro, ou até o fim do lote de lançamento. O line-up completo, que será divulgado a partir de abril, trará pluralidade, talento e muita energia para os 10 dias de programação com mais de 100 shows de diversas vertentes do rock nacional e internacional.
Sobre a banda Magic!
Conhecida pelos hits “Rude”, “No Way No” e “Lay You Down Easy”, a Magic! foi a primeira atração confirmada no line-up do CMW. O grupo canadense, formado por Nasri Atweh (vocal), Mark Pellizzer (guitarra), Ben Spivak (baixo) e Alex Tanas (bateria), será uma das estrelas do palco principal, que ano após ano se destaca por receber ícones da música nacional e internacional.
Sobre o Capital Moto Week 2025
De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.
Foto divulgação
SERVIÇO
Capital Moto Week 2025 Data: 24 de julho a 02 de agosto de 2025 Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br
O Espaço Cultural STJ inaugura, no dia 12 de fevereiro, às 18h30, a exposição Brasília, de autoria do artista Pedro Garcia. A mostra ficará em cartaz até o dia 19de março de 2025.
Abertura:
12 de fevereiro das 18h30 às 21h
Visitação:
12 de fevereiro a 19 de março de 2025, de segunda à sexta das 9 às 19h
EMBAIXADA DE PORTUGAL NO BRASIL – dias 20 e 21/02 e de 8/03 a 15/08 de 2025
Joana Vasconcelos, fotoArlindo Camacho
A monumental obra Pavillon de Vin , de Joana Vasconcelos, será exposta pela primeira vez no Brasil, nos jardins da Embaixada de Portugal em Brasília. A exposição “Fascinação” inclui também 15 volumes de ‘Os Cadernos da Minha Vida’, diários gráficos da artista. Um ‘Ciclo de Conversas’ segue até agosto com a participação de Joana Vasconcelos e a editora Lucia Bertazzo. Na programação, também entram oficinas e atividades educativas
A obra de uma das mais consagradas artistas contemporâneas do continente europeu poderá ser vista a partir de 20 de fevereiro na Embaixada de Portugal. ‘Joana Vasconcelos: Fascinação’ oferece ao público brasileiro o contato com a monumental escultura Pavillon de Vin (2016) – uma estrutura de ferro forjado em formato de garrafão de vinho com videiras que sobem pela estrutura – ficará instalado nos jardins da Embaixada. Além da obra de grandes dimensões, o espectador será convidado a conhecer, na galeria, um pouco do processo da artista, com ‘Os Cadernos da Minha Vida’, que contêm desenhos, textos e colagens realizados por Joana Vasconcelos entre 1989 e 1997, em edição primorosa da Urucum, editora luso-brasileira, criada por Lucia Bertazzo.
A exposição será inaugurada oficialmente no dia 19 de fevereiro, para convidados, com a presença da artista e do Primeiro-Ministro de Portugal, Luís Montenegro, em visita ao Brasil, por ocasião da Cúpula Luso-Brasileira. O Primeiro-Ministro estará acompanhado de uma comitiva que inclui o Ministro de Estado e Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, e a Ministra da Cultura, Dalila Rodrigues.
Neste primeiro momento, a exposição ficará aberta ao público somente nos dias 20 e 21 de fevereiro, a partir das 19h, quando acontecem os dois primeiros encontros do Ciclo de Conversas. A visitação será reaberta a partir de 8 de março, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher e poderá ser visitada às quintas e sextas-feiras, das 11h às 16h, e no primeiro sábado de cada mês, também das 11h às 16h.
JOANA VASCONCELOS: FASCINAÇÃO
Conhecida por suas esculturas monumentais e instalações imersivas, nas quais descontextualiza e subverte objetos do cotidiano, propondo um olhar crítico da sociedade contemporânea com humor e ironia, Joana Vasconcelos é a mais jovem artista e primeira mulher a expor numa individual no Palácio de Versalhes, atraindo 1 milhão e 600 mil visitantes. A mostra foi a mais visitada em 50 anos e é considerada um marco histórico na França. Sua exposição no Museu Guggenheim de Bilbao também foi uma das mais visitadas do museu e sedimentou o nome da artista como um talento sólido da arte contemporânea. ‘Joana Vasconcelos: Fascinação’ tem título inspirado na canção imortalizada pela voz da grande Elis Regina e remete ao fascinante mundo das obras da artista. Também faz referência à relação entre Portugal e Brasil, na cultura e nas artes.
A ser instalada nos jardins da Embaixada de Portugal no Brasil, Pavillon de Vin assume-se como uma autêntica escultura-caramanchão, na qual o elemento industrial e a natureza comungam numa simbiose perfeita. Nas grades em ferro que dão forma ao garrafão reconhecemos os padrões característicos de vedações e guardas de varandas. O ferro forjado, material arquitetônico simultaneamente funcional e decorativo, surge investido de importância estrutural na construção do objeto, cuja domesticidade é negada devido à hiperbolização da sua escala. Fortemente enraizado na sociedade portuguesa, o vinho assume importância em diversos contextos – social, econômico, religioso – e extrapola fronteiras. Especialmente em Brasília, que começa a produzir vinho localmente.
Mas a artista se apropria do objeto, subverte sua familiaridade e desafia o observador a penetrar num mundo estranho e simultaneamente familiar. Na galeria da Embaixada, o visitante terá contato com a coleção de 15 livros da artista, publicados pela editora luso-brasileira Urucum e intitulados ‘Os Cadernos da Minha Vida’. Eles revelam o período de formação de Joana Vasconcelos, através de desenhos, textos e colagens realizados entre 1989 e 1997.
Ao longo de toda a sua trajetória, Joana Vasconcelos anotou ideias e estudos com textos, desenhos e colagens em vários cadernos que documentam seu trabalho criativo. Em homenagem aos 50 anos da artista, cada caderno se transformou em um livro de grande formato acompanhado por uma obra original: um painel de azulejo, único em cada exemplar.
Ao longo da temporada da exposição será realizado um ‘Ciclo de Conversas’ aberto ao público visando aprofundar a reflexão sobre os temas trabalhados nas obras. O primeiro encontro será com a própria Joana Vasconcelos, no dia 20, falando sobre sua obra, contexto internacional, tradição e contemporaneidade. E no dia seguinte, a editora brasileira radicada em Lisboa, Lucia Bertazzo, discorrerá sobre “A arte em forma de livro”
“É um enorme privilégio, para a Embaixada de Portugal no Brasil, receber a obra Pavillon de Vin”, da consagrada artista portuguesa Joana Vasconcelos, e inaugurar, na presença da artista e do Primeiro- Ministro de Portugal, a exposição “Fascinação”, uma viagem no tempo, pelas memórias da artista, que evoca também, com toda a liberdade que a Arte permite, a importância do vinho, e da gastronomia portuguesa, na relação singular que é a de Portugal com o Brasil” , afirma Luís Faro Ramos, Embaixador de Portugal no Brasil.
“Estamos orgulhosos em apoiar iniciativas culturais que proporcionem o desenvolvimento social e contribuam para construção de uma sociedade mais consciente”, declara João Marques da Cruz, CEO da EDP na América do Sul, que patrocina a exposição. Segundo ele, “Através destas ações a EDP demonstra o seu comprometimento em ser uma força ativa e relevante na relação bilateral entre Brasil e Portugal, bem como na valorização da arte como meio de expressão e reflexão sobre nossa identidade e valores comuns”.
JOANA VASCONCELOS
Nascida em 1971, Joana Vasconcelos é uma artista plástica portuguesa com uma carreira de cerca de 30 anos, uma enorme variedade de técnicas, participação em mais 900 exposições – sendo 165 individuais – e autora de 1.759 obras de arte. Reconhecida pelas suas esculturas de grandes dimensões e instalações que propõem reflexões sobre o mundo hoje, ela atualiza o conceito de artes e ofícios para o século XXI, estabelecendo um diálogo entre a esfera privada e o espaço público, a herança popular e a alta cultura. Com humor e ironia, questiona o estatuto da mulher, a sociedade de consumo e a identidade coletiva.
A aclamação internacional veio em 2005 com a obra “A Noiva”, exposta na primeira Bienal de Veneza curada por mulheres. Desde então, Joana já voltou à Bienal outras sete vezes. Em 2018, tornou-se a primeira artista portuguesa a ter uma individual no Guggenheim de Bilbao. A mostra foi apontada pelo jornal inglês The ArtNewspaper, especializado em artes visuais, como a quarta melhor desse ano e a terceira mais visitada da história do museu. Em 2023, concretizou a honra de expor nas Galerias Uffizi e no Palácio Pitti, em Florença, ao lado de mestres clássicos como Leonardo Da Vinci, Michelangelo e Caravaggio. Também em 2023, apresentou no MON – Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, a exposição individual “Extravagâncias”.
Pelos quatro continentes, as suas obras de arte marcaram presença em exposições no Palazzo Grassi, Thyssen-Bornemisza, Royal AcademyofArts, Manchester ArtGallery, Yorkshire Sculpture Park, Kunsthal Roterdão, CCBB e Pinacoteca de São Paulo, Istambul Modern, Garage Center for Contemporary Culture de Moscovo, Le Centquatre e La Monnaie Paris, Palais de Tokyo e Hermitage; e integram coleções tais como a Tia Collection, ÖmerKoç, CCB/Berardo e as das fundações Rothschild, Calouste Gulbenkian, François Pinault e Louis Vuitton.
Com mais de 30 prêmios, a artista recebeu, em 2009, o grau de Comendadora da Ordem do Infante D. Henrique pela Presidência da República Portuguesa e em 2022 tornou-se Oficial da Ordem das Artes e Letras do Ministério da Cultura da França. Desde 2006, comanda, em Lisboa, o Atelier Joana Vasconcelos, com mais de 50 funcionários. Em 2012, criou a Fundação Joana Vasconcelos para conceder bolsas de estudo, apoiar causas sociais e promover a arte para todos.
LUCIA BERTAZZO
Lucia Bertazzo possui graduação em Design e mestrado em Cultura Visual pela Universidade Federal de Goiás. Trabalhou, entre 2005 e 2010, com produção no ateliê do artista Siron Franco. Em 2014, no Rio de Janeiro, inaugurou a UQ! Edições com Leonel Kaz. Ao mudar-se para Lisboa, em 2017, a editora ganhou o nome deUrucum, marcando-se por criar projetos editoriais diferenciados, criados de forma artesanal. Lúcia também desenvolve projetos de curadoria e montagem de exposições em galerias, feiras de arte e instituições no Brasil, Espanha, França, Itália, Moçambique e Portugal.
PROGRAMAÇÃO
CICLO DE CONVERSAS – FASCINAÇÃO: JOANA VASCONCELOS EM BRASÍLIA -Aberto ao públicoe sujeito à lotação do auditório
20 de fevereiro, 19h
“Joana Vasconcelos – obra, contexto internacional, tradição e contemporaneidade”.
21 de fevereiro, 19h
Lucia Bertazzo: “A arte em forma de livro”
*EXPOSIÇÃO FECHADA ATÉ 07/03 – CARNAVAL
FICHA TÉCNICA
Coordenação de produção: Virginia Manfrinato
Idealização e concepção: Alexandra Pinho
Fotografia: Joana França
Gestão administrativa: Clarice Magalhães
APOIOS
A exposição é uma realização da Embaixada de Portugal no Brasil, através do Instituto Camões, com o patrocínio da EDP, uma das maiores empresas do setor elétrico no mundo, a partir dos incentivos da Lei Rouanet, e copatrocínio da TdP – Turismo de Portugal. Idealização e concepção de Alexandra Pinho, ex-adida cultural da Embaixada de Portugal no Brasil e diretora do Camões Brasil; coordenação do projeto de Virginia Manfrinato.
Exposição Individual, 2022 – Joana Vasconcelos. Pavillon de Vin
SERVIÇO
Joana Vasconcelos: Fascinação
Data: dias 20 e 21 de fevereiro, às 19h
Fechada para o Carnaval de 24/02 a 7/03
Reabertura para visitação: de 8 de março a 15 de agosto de 2025
Local: Embaixada de Portugal no Brasil (Avenida das Nações, lote 02)
Horários: quintas e sextas-feiras, das 11h às 16h, e no primeiro sábado de cada mês, das 11h às 16h, a partir de 8 de março
O maior evento sobre empreendedorismo de Brasília será realizado nos dias 15 e 16 de fevereiro, trazendo insights de um dos maiores nomes do empreendedorismo brasileiro
O Brasil tem mais de 90 milhões de empreendedores ou aspirantes, mas menos de 40% das empresas sobrevivem após cinco anos, segundo o IBGE. Para ajudar empresários a driblarem esses desafios e escalarem seus resultados, o evento Acelera Empresas e Negócios chega a Brasília nos dias 15 e 16 de fevereiro, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. A grande atração da programação é Flávio Augusto, que dividirá sua experiência com os participantes, ao lado de Vinícius Soares, Alainy Soares, Dayana Godinho e Wanderléa Trajano. As inscrições estão abertas no site https://aceleraempresasenegocios.com.br/
Fundador da Wise Up e ex-proprietário do Orlando City Soccer Club, Flávio Augusto é um dos empreendedores mais influentes do país. Sua palestra “Do Zero ao Topo: Como Criar Negócios Inovadores e Escaláveis no Brasil e no Mundo” trará insights valiosos sobre mentalidade empreendedora, crescimento estratégico e superação de desafios. De origem humilde, ele construiu um império empresarial sem financiamento inicial, provando que a visão e a estratégia são fundamentais para o sucesso.
O Acelera se destaca como uma imersão voltada para transformar a forma como empresários lidam com vendas, gestão e crescimento. O evento oferecerá ferramentas práticas para estruturar processos comerciais, garantindo previsibilidade e sustentabilidade financeira. Edições anteriores impactaram mais de 10 mil empreendedores, com 88% relatando maior clareza na gestão financeira e 79% destacando um aumento na geração de novas receitas.
Entre os diferenciais do evento está o foco em estratégias testadas e validadas, que já ajudaram diversas empresas a escalarem seus resultados. 95% dos participantes afirmam ter batido recordes de vendas após aplicar as técnicas ensinadas. Os conteúdos abrangem desde a criação de um sistema operacional eficiente até a superação de crenças limitantes que travam o crescimento dos negócios.
Foto divulgação
Serviço: Acelera Empresas e Negócios Data: 15 e 16 de fevereiro, das 9h às 18h Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães Inscrições: https://aceleraempresasenegocios.com.br/
Exposição apresenta mais de 700 itens, entre obras de arte de mais de 200 artistas de todas as regiões do país e documentos e objetos, que dão um panorama da década de 1980 no Brasil
Vista por mais de 300 mil pessoas, a grande exposição “Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil” chega ao Centro Cultural Banco do Brasil Brasília no dia 18 de fevereiro de 2025, depois de ter sido apresentada com enorme sucesso no CCBB RJ. Com Raphael Fonseca como curador-chefe e Amanda Tavares e Tálisson Melo como curadores-adjuntos, a mostra apresenta cerca de 300 obras de mais de 200 artistas de todas as regiões do país, mostrando um amplo panorama das artes brasileiras na década de 1980. Completam a exposição cerca de 400 elementos da cultura visual da época, como revistas, panfletos, capas de discos e objetos icônicos, ampliando a reflexão sobre o período.
O projeto é patrocinado pela BB Asset, gestora de fundos do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Mário Perrone, diretor comercial e de produtos da BB Asset, destaca que a responsabilidade da gestora vai além da administração de ativos. “Patrocinar a exposição ´Fullgás´ reforça nosso compromisso com o futuro, investindo não apenas em resultados, mas também naquilo que transforma uma sociedade: a cultura e arte. Como a maior gestora de fundos do Brasil, temos a honra de contribuir para a preservação do legado cultural do país, inspirando novas gerações e promovendo um Brasil mais vibrante e consciente da sua rica história e expressão artística. Este é o tipo de investimento que gera valor para todos.”
“’Fullgás’, assim como a música de Marina Lima, deseja que o público tenha contato com uma geração que depositou muito de sua energia existencial não apenas no fazer arte, mas também em novos projetos de país e cidadania. Uma geração que, nesse percurso, foi da intensidade à consciência da efemeridade das coisas, da vida”, afirmam os curadores.
A exposição será dividida em cinco núcleos conceituais cujos nomes são músicas da década de 1980: “Que país é este” (1987), “Beat acelerado” (1985), “Diversões eletrônicas” (1980), “Pássaros na garganta” (1982) e “O tempo não para” (1988). No pavilhão de vidro haverá obras tridimensionais e vídeos, apresentando um panorama do período para além da pintura. Neste espaço, entre outras, estará a obra “Coluna de cinzas” (1987), de Nuno Ramos, e uma instalação com balões do artista paraense radicado no Rio de Janeiro Paulo Paes. Na recepção central, ao lado da bilheteria, uma banca de jornal com revistas, vinis, livros e gibis publicados no período, com fatos marcantes da época, fará o público entrar no clima da exposição.
A mostra aborda o período de forma ampla, entendendo que seus questionamentos e impulsos começaram e terminaram fora do marco temporal de dez anos que tradicionalmente constitui uma década. Desta forma, a exposição abrange o período entre 1978 e 1993, tendo como marcos o final do Ato Institucional n° 5 e o ano posterior ao impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello. “Consideramos para a base de reflexões este arco de quinze anos e todas as suas mudanças estruturais e culturais para pensarmos o Brasil: do fim da ditadura militar ao retorno a uma democracia que, logo na sequência, lidará com o trauma de um impeachment”, contam os curadores, que selecionaram para a exposição obras de artistas cujas trajetórias começaram neste período.
Nas artes visuais, a Geração 80 ficou marcada pela icônica mostra “Como vai você, Geração 80?”, realizada no Parque Lage, em 1984. A exposição no CCBB entende a importância deste evento, trazendo, inclusive, algumas obras que estiveram na mostra, mas ampliando a reflexão. “Queremos mostrar que diversos artistas de fora do eixo Rio-São Paulo também estavam produzindo na época e que outras coisas também aconteceram no mesmo período histórico, como, por exemplo, o ‘Videobrasil’, realizado um ano antes, que destacava a produção de jovens videoartistas do país”, ressaltam os curadores. Desta forma, “Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil” terá nomes de destaque, como Adriana Varejão, Beatriz Milhazes, Daniel Senise, Leonilson, Luiz Zerbini, Leda Catunda, entre outros, mas também nomes importantes de todas as regiões do país, como Jorge dos Anjos (MG), Kassia Borges (GO), Sérgio Lucena (PB), Vitória Basaia (MT), Raul Cruz (PR), entre outros. Para realizar esta ampla pesquisa, a exposição contou, além dos curadores, com um grupo de consultores de diversos estados brasileiros.
Além das obras de arte, a exposição traz, ainda, diversos elementos da cultura visual da década de 1980, como revistas, panfletos, capas de discos e objetos, que fazem parte da formação desta geração. “Mais do que sobre artes visuais, é uma exposição sobre imagem e as obras de arte estão dialogando o tempo inteiro com essa cultura visual, por exemplo, se apropriado dos materiais produzidos pelas revistas, televisões, rádios, outdoors e elementos eletrônicos. Por isso, propomos incorporar esses dados, que quase são comentários na exposição, que vão dialogando com os elementos que estão nas obras de fato”, ressaltam Raphael Fonseca, Amanda Tavares e Tálisson Melo.
O catálogo digital da exposição será disponibilizado no site do CCBB, contendo fotos das obras e textos dos curadores e de autores de diversas regiões do Brasil, que abordam os tópicos centrais da exposição, analisando os diversos aspectos culturais deste recorte histórico. Depois do CCBB Brasília, onde ficará até o dia 27 de abril de 2025, a mostra seguirá para o CCBB São Paulo e posteriormente para o CCBB Belo Horizonte.
NÚCLEOS TEMÁTICOS
A exposição será dividida em cinco núcleos:
1 – “Que país é este” – reflete sobre o fim da ditadura militar e a passagem para a democracia. “Este núcleo traz questões relativas à política e à economia, debates em torno da Constituição, organização civil, variação das moedas, inflação, além de questões relativas à violência, pensando na herança da década de 1970 e da ditadura militar. Todos esses elementos estão colocados de uma maneira que questiona e tenta definir os rumos do país, a ideia de nação através de identidade e território”, contam os curadores. Desta forma, estão neste núcleo movimentos negros, de mulheres, indígenas e seringueiros, além do movimento punk, vinculado a debates políticos e sociais, assim como os debates em torno da Constituição e da redemocratização. Integram este núcleo obras que citam a ditadura e a tortura, como “Sem título” (1982), de Aprígio e Frederico Fonseca, os registros de movimentos sociais feitos pelo fotógrafo paraense Miguel Chikaoka, além de trabalhos de coletivos que começam a ocupar as ruas, algo até então não permitido pela ditadura militar, como o coletivo Manga Rosa. Arthur Bispo do Rosário também está neste núcleo com “Uma obra tão importante que levou 1986 para ser escrita”. O filme “Patriamada”, dirigido por Tizuka Yamasaki, feito durante do processo das Diretas Já, também integra este núcleo, assim como diversos outros trabalhos.
2 – “Beat acelerado” – traz obras e artistas que preferiram enfocar na nova aceleração do tempo, nos amores efêmeros, no prazer e na paixão pela cor. “Esse título remete ao corpo, à batida do coração, à empolgação, ao frenesi, e está mais em diálogo com artistas associados à pintura e ao desenho, com a comemoração e a negação da austeridade da arte dos anos 1970, que era vista como muito racional”, afirmam os curadores. Este é o maior núcleo da exposição e tem muitas obras onde a cor desempenha um papel central, como “Com que está a chave do banheiro 10?” (1989), de Beatriz Milhazes, e “Cérebro em stand” (1988), de Leda Catunda, mas também vídeos e esculturas, que trazem a ideia de emoção, como “Hommage aux marriages” (1989), de Marcos Chaves. “É o núcleo da abertura, da possibilidade de viver em um mundo colorido após a saída da ditadura”, contam os curadores. Neste núcleo também estão obras como a camisa “Overgoze” (1981), de Eduardo Kac, na época parte do Movimento de Arte Pornô, e “Dois coqueiros” (1990), de Ciro Cozzolino, entre muitas outras, além de diversos elementos da cultura visual da época.
3 – “Diversões eletrônicas” – traz artistas que mergulharam em um futurismo típico do momento histórico no qual a televisão desempenhou papel essencial, assim como as novas invenções tecnológicas e o desejo pela expansão aeroespacial. “É a experimentação no campo da arte a partir do acesso a determinadas mídias eletrônicas e pela expansão das mesmas – computadores, fotografias, videocassetes e walkmans, por exemplo. Há trabalhos que fazem uma experimentação com essa tecnologia e outros que vão representar esses elementos”, contam os curadores. Exemplos disso são as obras “Painel de controle” (1987), de Luiz Hermano, e Carro” (1980), de Jailton Moreira. Há, ainda, pinturas que incorporam a TV, como uma série de trabalhos em xerox, de Alex Vallauri e “Família materialista” (1982), de Cristina Salgado, ou a obra “Caderno Juquinha” (1980), de Lívia Flores, com referências da televisão e do design. Neste núcleo, estão também obras dos artistas baianos Leonardo Celuque – “Rastro de cometa” (1989) – e Jayme Figura – capacete feito de sucata “Sem título” (1980).
4 – “Pássaros na garganta” – neste núcleo estão presentes artistas que observavam mais a natureza e as discussões ecológicas do momento, assim como questões relativas à propriedade de terra e às consequências trágicas do capitalismo selvagem. Neste núcleo estão paisagens, como as obras “Lacrima Christie” (1989), de Cristina Canale, “O pranto dos animais II” (1989), de Hélio Melo e “Barranco” (1982), de Jacqmont, mas também trabalhos que alertam para as questões ambiental e indígena. Neste núcleo está a pintura da série “Césio 137” (1986), de Siron Franco, e os estudos para mosaico do Palácio da Cultura de Eliezer Rufino, feitos a partir de uma cultura visual de herança indígena. Há, ainda, a pintura na parede “Sem título” (1980), de Otoni Mesquita. “Esse núcleo vem quase como uma relação sublime sendo resgatada com a natureza, mas no sentido de uma natureza tanto quanto potencial de referência para a produção pictórica quanto de um assombro com as questões ambientais que atravessaram o período e que ganham visibilidade e debate no contexto da ECO 92, com pautas colocando a nossa vulnerabilidade enquanto existência no planeta”, dizem os curadores.
5 – “O tempo não para” – quinto e último núcleo da exposição, reflete sobre a passagem do tempo, conectando-se também com o nome da exposição, “Fullgás”, música de Marina Lima. “Este núcleo reúne obras que pensam a respeito da finitude e de como há uma discreta melancolia em todos os elogios ao excesso tão atribuídos a essa geração”, contam os curadores. Integram este núcleo trabalhos como “Mapa a cores” (1987), de Ana Amorim, que aborda sua localização e seus trajetos, “Sem título” (1990), de Fernanda Gomes, que fala da passagem do tempo através de papéis de cigarro acumulados, “As ruas da cidade” (1988), de Leonilson, “Entre céus e ruínas” (1992), de Leila Danziger, além das “Polaroids” (1980), de Fernando Zarif, e do vídeo “O profundo silêncio das coisas mortas” (1988), de Rafael França, entre outras.
SOBRE OS CURADORES
Raphael Fonseca (curador-chefe) nasceu no Rio de Janeiro e vive em Denver, EUA. É pesquisador da interseção entre curadoria, história da arte, crítica e educação. Trabalha como curador de arte moderna e contemporânea latino-americana no Denver Art Museum desde 2021. Curador-chefe da 14ª Bienal do Mercosul, a acontecer em 2025. Curatorial advisor da Prospect.6, em 2024, em New Orleans, Estados Unidos. Foi incluído na lista de 100 pessoas mais influentes das artes visuais globalmente pela revista ArtReview, em 2023. “Raio-que-o-parta”, exposição da qual foi curador-chefe e realizada no SESC 24 de Maio, recebeu os prêmios da Associação Brasileira de Críticos de Arte de melhor curadoria e melhor exposição de 2022. Doutor em Crítica e História da Arte pela UERJ. Recebeu o Prêmio Marcantonio Vilaça de curadoria (2015), o prêmio de curadoria do Centro Cultural São Paulo (2017), recebeu uma bolsa da Andy Warhol Foundation para a exposição “Who tells a tale, adds a tail” (Denver Art Museum, 2022), além de uma bolsa da Teiger Foundation para uma futura exposição sobre Roberto Gil de Montes, a ser realizada em co-curadoria entre o Denver Art Museum e o Los Angeles County Museum of Art (LACMA, junto a Rita González).
Amanda Tavares (curadora-adjunta) nasceu em Ipatinga (MG) e mora entre São Paulo e o Rio de Janeiro. Atua como pesquisadora e curadora em exposições e publicações de arte, além de projetos experimentais que relacionam arte e educação. É pós-doutora em Artes pela UERJ e doutora em Crítica e História da Arte pela mesma instituição. Mestre em teoria literária pela UNICAMP e graduada em Letras pela UFJF. É coordenadora editorial na 14ª Bienal do Mercosul. Foi membro do Júri Open Lisboa, na Arco – Feira de Arte Contemporânea (Lisboa, 2024). Foi pesquisadora, assistente de curadoria e coordenadora dos programas públicos na 23ª Bienal SESC_Videobrasil (2023-2024). Em 2022-2023, foi contemplada com a bolsa do programa MASP Pesquisa, destinada à pesquisa e difusão do acervo do MASP. Foi pesquisadora de conteúdo e assistente de curadoria no projeto de requalificação do Sítio Burle Marx (exposição e livro institucional) (2019-2020). Atualmente desenvolve o projeto de pós-doutorado “Arte popular: modos de usar (PPGAH/UERJ)”, no qual se dedica à relação entre a chamada arte popular no contexto da arte moderna e contemporânea.
Tálisson Melo (curador-adjunto) nasceu em Juiz de Fora (MG) e vive em São Paulo. Curador, pesquisador e professor. Pós-doutorando no Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo. Doutor em Sociologia e Antropologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com estágio na Yale University, EUA. Mestre em Artes pela Universidade Federal de Juiz de Fora, onde também se graduou bacharel em Artes e Design, com concentração em História da Arte pela Universidad de Salamanca, Espanha. Em 2023, foi selecionado pelo prêmio de jovens curadores da OMA Galeria. Ganhou o prêmio de melhor exposição (regional Centro-Oeste, 2023) da Associação Brasileira de Crítica de Arte (ABCA) pela exposição coletiva “Atualização do Sistema”, organizada pela Academia de Curadoria em parceria com a FAP-DF e o Museu Nacional da República.
ACESSIBILIDADE
A ação “Vem pro CCBB” oferece translado gratuito (de ida e volta) para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.
O ponto de embarque e desembarque da van fica próximo ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito e os ingressos podem ser emitidos no site bb.com.br/cultura, na bilheteria do CCBB, ou ainda pelo QR Code disponível no veículo.
Horários:
– Saindo da Biblioteca Nacional para o CCBB: 12h, 14h, 16h, 18h e 20h
– Saindo do CCBB para a Biblioteca Nacional: 13h, 15h, 17h, 19h e 21h
SOBRE O CCBB BRASÍLIA
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa CCBB Educativo, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana.
Desde o final de 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, e desde então recebe a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
A conquista atende à Ação 24 da Agenda 30, que tem por objetivo reforçar a gestão dos programas, iniciativas e práticas ambientais e de ecoeficiência do BB e demonstra o alinhamento do CCBB Brasília à estratégia corporativa do BB, enquanto espaço de difusão cultural que valoriza a diversidade, a acessibilidade, a inclusão e a sustentabilidade porque transformar vidas é parte da nossa cultura.
SOBRE A BB ASSET
A BB Asset, empresa do Banco do Brasil, é responsável pela gestão de mais de 1200 fundos de investimento para quase 3 milhões de pessoas que buscam realizar seus sonhos. Líder nacional no setor de fundos de investimento, detém aproximadamente 20% do mercado e administra um patrimônio líquido de cerca de R$ 1,6 trilhão*. Além disso, é reconhecida pela qualidade de sua gestão com as maiores notas das agências de classificação de risco Fitch Rating e Moody’s. Suas soluções de investimento estão disponíveis para atender a ampla variedade de objetivos de seus clientes. Como líder de mercado, entende sua responsabilidade na atuação em prol dos desenvolvimentos ambiental, social, de governança corporativa e cultural. Com o objetivo de agregar valor à sociedade, a BB Asset patrocina iniciativas como a exposição Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil. Porque, além de gerir ativos financeiros, investir em arte e cultura – para a maior gestora de fundos do Brasil – também é melhorar a vida das pessoas!
*Dados do ranking da ANBIMA de julho de 2024.
Luiz Zerbini, Os embaixadores do Oriente no Brasil
SERVIÇO
Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil
Período: 18 de fevereiro a 27 de abril de 2025
Local: CCBB Brasília – Recepção Central, Galerias 3 e 5 e Pavilhão de Vidro
Funcionamento: De terça-feira a domingo, das 9h às 21h
O 31º Festival Folclórico do Pellinsky celebra mais de 3 décadas com oficinas de capacitação, mostrando a tradição da cultura do folclore brasileiro
Celebrando mais de três décadas de tradição, o 31º Festival Folclórico do Pellinsky já está em fase de preparação com uma programação de oficinas culturais . As atividades, que incluem aulas de dança e confecção de indumentárias, buscam capacitar os artistas, costureiros e artesãos do grupo, além de aproximar o público da riqueza das tradições populares brasileiras. Com o fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, o festival culminará em uma grande apresentação no dia 26 de abril de 2025, no Clube AABB, no Setor de Clubes Esportivos Sul, reunindo grupos folclóricos de todo o país.
Com o tema “Preservação”, a edição deste ano destaca os biomas nacionais e as danças tradicionais que refletem a riqueza cultural do Brasil. O festival reunirá cerca de 150 dançarinos em apresentações que prometem encantar um público estimado de 5.000 pessoas, reforçando sua posição como um dos maiores eventos culturais da capital federal.
Entre as modalidades oferecidas nas oficinas estão boi-bumbá do Amazonas, carimbó, dança africana, dança indiana, jazz e samba de gafieira, com uma carga horária de 136 horas-aula. As aulas serão realizadas aos sábados e domingos, das 14h às 18h, no CEM Integrado do Cruzeiro, no Cruzeiro Velho.
Outro ponto alto da programação é a Oficina de Confecção de Indumentárias Artísticas, que capacitará costureiros e artesãos na criação de figurinos típicos. As aulas acontecerão até 14 de fevereiro de 2025, de segunda a sexta-feira, das 14h às 18h, na sede da OSC, situada na Quadra SRES Quadra 2 Bloco D, Edifício Valência, Sala 10, no Cruzeiro.
“Nosso objetivo é preservar e difundir as tradições populares do Brasil, oferecendo ao público e aos artistas a oportunidade de vivenciar a riqueza cultural que nos define como nação. O Festival Pellinsky é uma celebração do que somos, uma ponte entre o passado e o presente para construir o futuro da nossa identidade cultural”, afirma o organizador do evento.
O Festival Folclórico do Pellinsky tem como principal objetivo a preservação e promoção das tradições culturais brasileiras. A cada edição, o evento proporciona ao público uma experiência rica em cores, sons e histórias, com apresentações que celebram a diversidade do folclore nacional.
Festival Folclórico do Pellinsky foto Marcelo Candido
Serviço: 31º Festival Folclórico do Pellinsky Oficinas de dança: até 26/04/2025, aos sábados e domingos, das 14h às 18h, no CEM Integrado do Cruzeiro – Cruzeiro Velho Oficina de indumentárias: De 13/01/2025 a 14/02/2025, de segunda a sexta-feira, das 14h às 18h, na sede da OSC – Quadra SRES Quadra 2 Bloco D, Edifício Valência, Sala 10, Cruzeiro Show principal: 26 de abril de 2025 Local: Clube AABB – Setor de Clubes Esportivos Sul, Brasília-DF
No dia 4 de fevereiro, a partir das 19h, a CAIXA CULTURAL BRASÍLIA inaugura a mostra “História(s) da arte brasileira | multiplicidade da coleção Moraes e Oliveira”, com obras do acervo privado dos colecionadores Onice Moraes e José Rosildete de Oliveira construído ao longo de 30 anos de pesquisas e aproximações com artistas, curadores, pesquisadores e instituições. Com curadoria de Renata Azambuja e curadoria adjunta de Emerson Dionísio Oliveira, a mostra ocupa a Galeria Vitrine com obras de 65 artistas brasileiros contemporâneos que produzem desde os anos 1960 e abordam questões sociais e artísticas a partir de suportes e linguagens diversas e inovadoras. A mostra fica em cartaz até o dia 13 de abril, com visitação de terça a domingo, das 9h às 21h. A entrada é franca e a classificação indicativa é 14 anos. A CAIXA Cultural Brasília fica no SBS Quadra 4, Lotes 3 / 4.
Esta é a primeira vez que o público poderá ver um recorte significativo e diversificado da coleção Moraes e Oliveira. Algumas obras do acervo dos colecionadores já haviam sido exibidas individualmente ou em pequenos agrupamentos em exposições retrospectivas de artistas ou em coletivas em instituições como o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp), a Fundação Getúlio Vargas, o Museu Nacional da República, a CAIXA Cultural, o Centro Cultural TCU, a Galeria de Arte Antônio Sibasolly e a Galeria de Arte da Faculdade de Artes Visuais da Universidade de Goiás.
A história da Coleção Moraes e Oliveira se confunde com a história da Referência Galeria de Arte, fundada pelo casal em Brasília em 1995 como forma de aproximar-se de artistas e demais agentes da arte brasileira, compartilhar com o público o gosto pelo colecionismo de arte e disseminar a produção artística do Centro-Oeste. “O objetivo desta exposição é compartilhar com o público o prazer de conviver com algumas das obras de arte que fazem parte de nosso acervo. São trabalhos de artistas brasileiros que fazem parte da história da arte brasileira ao longo dos últimos 60 anos”, afirmam os colecionadores.
Para a realização da mostra, os colecionadores convidaram os curadores Renata Azambuja e Emerson Dionísio Oliveira para conhecer, pesquisar e selecionar as peças para exposição. A exposição que entra em cartaz na CAIXA Cultural Brasília está organizada em cinco núcleos: Primeiras Aquisições (de 1995 a 2005); Percursos da Linha; Corpóreos; Vistas; e Fronteiriços (combinações de materiais, técnicas, palavras, entre outros). Alguns artistas participam em um ou mais núcleos.
O Núcleo Primeiras Aquisições (de 1995 a 2005) é formado por obras de Amilcar de Castro, Antônio Poteiro, Athos Bulcão, Bené Fonteles, Carlos Vergara, Claudio Tozzi, Elder Rocha Filho, Francisco Galeno, Iberê Camargo, Leda Watson, Luiz Áquila, Omar Franco, Ralph Gehre, Rubem Valentim, Rubens Gerchman, Selma Parreira e Shirley Paes Leme.
O Núcleo Percursos da Linha é formado por Almandrade, Ascânio MMM, Athos Bulcão, David Almeida, Eduardo Sued, Franz Krajcberg, Franz Weissmann, Helô Sanvoy, Iole de Freitas, José Roberto Bassul, Manfredo de Souza Neto, Marcelo Solá, Nelson Felix, Paulo Whitaker, Raquel Nava, Ralph Gehre e Roberto Burle Marx.
O Núcleo Corpóreos é formado por obras de Adriana Vignoli, Alex Cerveny, Alfredo Ceschiatti, Alice Lara, Athos Bulcão, Christus Nóbrega, Dalton Paula, Elder Rocha Filho, Glauco Rodrigues, Glênio Bianchetti, Glenio Lima, Maciej Babinski, Marcelo Feijó, Miguel Simão, Pedro Ivo Verçosa e Virgílio Neto.
O Núcleo Vistas é formado por obras de Adriana Rocha, Alex Flemming, David Almeida, Emmanuel Nassar, Leda Catunda, Luiz Gallina, Luiz Mauro, Pedro Gandra, Rodrigo Godá e Veridiana Leite.
O Núcleo Fronteiriços é formado por obras de Adriana Vignoli, Alex Cerveny, André Santangelo, Carlos Vergara, Christus Nóbrega, Clarice Gonçalves, Fernando Lucchesi, João Angelini, Luiz Hermano, Pitágoras, Raquel Nava, Ralph Gehre, Roberto Magalhães, Rodrigo Cruz, Shevan Lopes e Wagner Barja.
Segundo a curadora, a coleção de Onice e José Rosildete possui características únicas, resultantes de uma vivência peculiar dentro do ecossistema das artes. “Eles não são simples apreciadores. Trata-se de um acervo construído por galeristas atentos às mudanças e aos humores do mercado, bem como às oscilações de gosto e de estratégias curatoriais. O acervo de 900 peças tem a capacidade de revelar a densidade específica de cada contribuição autoral enfocada, bem como os contextos da produção artística em Brasília, no Centro-Oeste e nos principais centros culturais brasileiros. Não há, portanto, uma só maneira de vislumbrar uma coleção tão diversa como essa. Ela permite inúmeros percursos e possibilidades”, afirma Renata Azambuja.
Pesquisador de coleções privadas e institucionais, Emerson Dionísio, curador adjunto da mostra, diz que a coleção Moraes e Oliveira tem quatro pontos fortes visíveis.: “Investe na produção do Distrito Federal: nesse tocante é heterogênea, pois possui os principais artistas da região, desde os artistas que ajudaram a construir Brasília até uma geração que se consolidou a partir dos anos 2000. Constrói uma ponte com a produção do eixo Rio-São Paulo, especialmente a pintura produzida após os anos 1980, considerando ao menos duas gerações distintas onde podemos destacar Carlos Vergara, Luiz Áquila, Rubens Gerchman, Claudio Tozzi, Roberto Magalhães, Paulo Whitaker, Nelson Félix, Alex Flemming, entre outros. Funciona como uma mostra da produção contemporânea goiana como Selma Parreira, Cleber Gouvea, Marcelo Solá, Poteiro e Dalton Paula, apenas para citar alguns. E, por fim, é uma coleção que corre riscos com artistas jovens, cujas carreiras não estão estabilizadas. São apostas geralmente locais e chegam à coleção graças ao bom “olho” dos colecionadores. Essa última característica ajuda a recompor continuamente a coleção e afastá-la do modelo conservador das carreiras celebradas”.
Por outra perspectiva, “a coleção nos ajuda a compreender os principais embates da pintura nas últimas cinco décadas, aqui no DF e no Brasil, os dilemas da figuração, a crise da representação, os diálogos com pintura urbana, os debates sociais, os caminhos percorridos pelas abstrações e arte conceitual. Podemos encontrar um panorama importante dessa linguagem, independentemente das excelentes esculturas, fotografias, instalações e gravuras presentes, a pintura é o ponto forte da coleção.
A Coleção Moraes e Oliveira começa a ser desenhada a partir do início dos anos 1990. Ela surge como um desejo do casal Onice e José Rosildete de aproximar-se cada vez mais da produção de artistas do Centro Oeste e dos demais estados brasileiros que fazem parte da construção da arte brasileira. Como forma de levar adiante seu projeto, o casal fundou a Referência Galeria de Arte em 1995. A partir de então, alguns objetivos foram delineados: ampliar a aproximação com os artistas e os demais agentes da arte e fomentar o gosto pelo colecionismo entre o público de Brasília. Ao longo de mais de três décadas a coleção criou corpo e adquiriu contornos variados até chegar ao formato que hoje abriga mais de 900 obras, abrangendo uma relevante produção artística desde os anos 1960.
A Coleção Moraes e Oliveira reflete acima de tudo o prazer por compartilhar com a família, os amigos e o público a paixão pela produção artística brasileira: singular, criativa, inquietante, contestadora, revolucionária e bela. O acervo abriga trabalhos de artistas que se destacaram por suas investigações de suportes, técnicas, materiais e linguagens diversas e por abordar questões sociais, políticas, históricas e estéticas do País a partir dos anos 1960. Em constante expansão e transformação, a Coleção do casal segue seu curso sem se desconectar daquilo que a constituiu desde o início desta jornada: a reunião organizada de obras que representem a produção de artistas do Centro Oeste e das demais regiões do País, representativos da formação histórica da arte brasileira.
Sobre os curadores
Renata Azambuja é historiadora da arte, curadora e arte-educadora. Licenciada em Artes Plásticas pela UnB, Mestre em Teoria e História da Arte Moderna e Contemporânea pelo City College/City University of New York e doutora em Teoria e História da Arte pela UnB, realizando uma pesquisa em torno dos modos de produção de conhecimento da curadoria, tendo a residência como foco. Recentemente criou os sites https://www.escritosdecuradoria.com/ e https://www.artessário.com.br/ onde publica artigos, textos curatoriais e outros escritos de arte de sua autoria e de pesquisadores e curadores convidados. Participou como membro de diversas edições dos comitês de seleção do Prêmio Funarte e do Prêmio PIPA.
Emerson Dionisio Oliveira é historiador da arte. Doutor em História pela Universidade de Brasília (UnB), ex-diretor do Museu de Arte Contemporânea de Campinas -SP, atualmente é professor do Departamento de Artes Visuais na Universidade da UnB e editor da Revista “MODOS – História da arte”. É autor dos livros “Museus de Fora” (2011), “Instituições da Arte” (2012); “His////tórias da Arte em Exposições” (2016); “Histórias da Arte em Coleções” (2016); “Histórias da Arte em Museus” (2019) e, o mais recente, “Musealização da Arte” (2023).
Clarice Gonçalves. Semiotics Coleção Moraes e Oliveira
Serviço:
História(s) da arte brasileira | multiplicidade da coleção Moraes e Oliveira
Mostra coletiva
Com obras de 65 artistas contemporâneos brasileiros
Museu Correios recebe obras de diversas linguagens artísticas na mostra Acervo do Museu das Mulheres: Primeiras Aquisições
O primeiro museu brasileiro dedicado às mulheres é uma iniciativa de Brasília e possui acervo próprio com obras de talentos femininos de todo o Brasil. Agora, os brasilienses poderão conhecer algumas peças na exposição Acervo do Museu das Mulheres: Primeiras Aquisições, que fica em cartaz na galeria do terceiro andar do Museu dos Correios (Setor Comercial Sul) até 30 de março. Obras de grandes mestras da gravura, como Fayga Ostrower e Anna Bella Geiger poderão ser apreciadas pelo público.
A curadoria fica por conta de Sissa Aneleh, diretora do Museu das Mulheres. Inclui ainda peças das artistas plásticas pioneiras de Brasília: Naura Timm, Marlene Godoy, Lêda Watson, Helena Lopes, Ray di Castro e Betty Bettiol. Na exposição serão exibidas gravuras, esculturas, pinturas, fotografias, objetos, desenhos, vídeo-arte, vídeo-performance, foto-performance e outros itens do acervo.
“Nesta primeira exposição, apresentaremos as primeiras doações de obras e outros itens que inauguram o núcleo do acervo, os quais contribuíram para afirmamos que se todo acervo representa a alma do museu, nós temos a nossa alma museal com o universo feminino inteiro nela”, comenta Sissa Aneleh, que também é doutora e mestra em Artes, historiadora da arte, professora universitária e diretora artística.
Ana Brito, Bárbara Paz, Carolina Leal, Cristiane Martins, Gisel Azevedo, Léa Juliana, Lis Marina Oliveira, Lise Lobato, Patrícia Guerreiro, Renata Aguiar e Sofia Seda são outras artistas que fazem parte da exposição, realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).
Programação paralela
A exposição conta também com oficinas gratuitas, encontro com artistas e performances. Para oficinas, serão no total 10 vagas. Inscrições e mais informações no site do Museu das Mulheres https://www.museudasmulheres.com.br/ ou no instagram @museudasmulheres_oficial.
Sobre o Museu das Mulheres
O Museu das Mulheres, Museu DAS, é o primeiro museu dedicado às mulheres no Brasil. Constitui-se como projeto organizacional de natureza privada, fundado em 2022. Nasceu da vontade de reconhecer o valor da produção artística, intelectual e prática das mulheres no Brasil e no mundo. Tem por visão e missão institucionais: impulsionar o avanço das mulheres e valorizar o protagonismo feminino em arte, cultura, literatura, educação, música, patrimônio material-imaterial, tecnologia, história, pesquisa e demais áreas de realização das mulheres. Museu de modelo híbrido, atua tanto no universo virtual quanto no físico, adota novas virtualidades e tecnologias com projeto imersivo, interativo e ambientes espaciais de última geração. Possui programação em artes plásticas e visuais, cinema, eventos, além de programa educativo, área de pesquisa, editora e acervo.
Foto divulgação
Serviço
Exposição Acervo do Museu das Mulheres: Primeiras Aquisições
Até 30 de março de 2025
Na galeria do terceiro andar do Museu Correios (Setor Comercial Sul)
Visitação de terça à sexta, das 10h às 18h. Sábado, domingo e feriado das 13h às 17h.
No dia 30 de janeiro, quinta-feira, às 17h, a Referência Galeria de Arte realiza uma Conversa com os curadores da mostra “Queria olhar de outro lugar”, Emerson Dionísio Oliveira e Pedro Ernesto. Entre os temas que serão abordados, os curadores falarão da proposta curatorial e sobre as relações entre o acervo da galeria e a história da arte brasileira. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos. A Referência Galeria de Arte fica na 202 Norte, Bloco B Loja 11, Subsolo, Asa Norte, Brasília DF. Telefone (61) 3963-3501 e Wpp (55 61) 98162-3111. No Instagram @referenciagaleria.
A mostra
A mostra, segundo os curadores, é um convite a olhar de outro lugar, a imaginar outras condições humanas e outras possibilidades de futuro, para além de esquemas programados. Os curadores afirmam em seu texto sobre a mostra que as obras reunidas nesta exposição são lembretes desses futuros possíveis, resultado de um sonho que completa 30 anos em 2025. “Referência construída nas últimas três décadas na conjunção entre muito trabalho, farta resiliência, profissionalismo, amizades e boa arte”, dizem os curadores que convidados a mergulhar no acervo da galeria trazem para o público obras que se relacionam com o farto histórico de exposições individuais realizadas desde novembro de 1995. A exposição apresenta apenas uma pequena parcela dessa história. “Referência, como o futuro, é muito maior que os passos possíveis que separam cada obra e a vontade nela depositada. O interesse por deslocar lugares de modo a viabilizar novos olhares já estava presente na própria constituição da galeria”, afirmam os curadores.
Os curadores
Emerson Dionisio Oliveira é historiador da arte. Doutor em História pela Universidade de Brasília (UnB), ex-diretor do Museu de Arte Contemporânea de Campinas -SP, atualmente é professor do Departamento de Artes Visuais na Universidade da UnB e editor da Revista “MODOS – História da arte”. É autor dos livros “Museus de Fora” (2011), “Instituições da Arte” (2012); “Histórias da Arte em Exposições” (2016); “Histórias da Arte em Coleções” (2016); “Histórias da Arte em Museus” (2019) e, o mais recente, “Musealização da Arte” (2023).
Pedro Ernesto é professor adjunto do Departamento de Artes Visuais da Universidade de Brasília (UnB). É Doutor (2020) e Mestre (2016) em Artes, com ênfase em Teoria e História da Arte pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UnB (PPGAV-UnB). Possui bacharelado em Desenho Industrial com habilitação em Programação Visual e Projeto de Produto pela UnB (2011). Atua no ensino e pesquisa em Teoria e História da Arte com ênfase em arte contemporânea, história da arte, curadoria, exposições, a partir de perspectiva interdisciplinar com políticas culturais, sociologia da arte, história da cultura e museologia. Atuou como professor no curso de Licenciatura em Artes Visuais da Universidade Estadual do Paraná (Unespar). Foi curador da exposição “Docente corpo” (2023), realizada em Castro (PR).
Referência 30 anos
No dia 25 de novembro de 1995, Onice Moraes e José Rosildete de Oliveira inauguraram a Referência Galeria de Arte. Em sua primeira mostra, a galeria abriu ao público com uma exposição icônica que trouxe para Brasília uma exposição inédita de Amílcar de Castro. A essa, seguiram-se várias exposições importantes como as individuais de Athos Bulcão, Carlos Vergara, Claudio Tozzi, e de jovens artistas que hoje são destaque na cena das artes. Em 2004, junta-se à sociedade Paulo Moraes de Oliveira, filho do casal, que passa a administrar e tomar parte nas decisões estratégicas da empresa. Com 30 anos de atuação no mercado de arte, a Referência traz para o ambiente da galeria e para espaços institucionais artistas com trajetórias consolidadas, em meio de carreira e iniciantes, em especial de Brasília e do Centro-Oeste.
A galerista Onice Moraes ressalta a importância de apresentar e dar visibilidade aos artistas visuais e curadores da região central do Brasil e de outras regiões fora dos eixos hegemônicos do sistema da arte brasileiro como forma de oferecer ao artista a oportunidade de ter seus trabalhos adquiridos pelo público e pelas instituições.
“As coleções de arte, sejam de colecionadores iniciados ou de iniciantes, precisam incluir os artistas de sua região e de seu tempo. Arte é investimento, é decoração e, acima de tudo, é um registro da história e da reflexão sobre um momento específico dessa construção histórica”, diz Onice Moraes. “Um dos papéis do galerista é orientar a mirada dos colecionadores para esses artistas que produzem em sua vizinhança. Todos podem se beneficiar com a inclusão de artistas da região nas coleções privadas: As coleções ganham importância, ficam mais representativas e diversas”, afirma a galerista.
Foto divulgação
Serviço:
Conversa com Emerson Dionísio Oliveira e Pedro Ernesto
Quando | 30/01, das 17h às 19h
Onde | Sala Principal da Referência Galeria de Arte
Entrada | Gratuita
Classificação indicativa | Livre para todos os públicos
“Queria olhar de outro lugar”
Mostra coletiva com obras de | Adriana Rocha, André Santangelo, Camila Soato, Carlos Vergara, Clarice Gonçalves, Claudio Tozzi, Daniel Perfeito, Diô Viana, Francisco Galeno, Gu da Cei, João Angelini, José Roberto Bassul, Josiane Dias, Karina Dias, Léo Tavares, Marcelo Camara, Márcio Borsoi, Patrícia Bagniewski, Rogério Ghomes, R. Godá, Rodrigo Zeferino, Rubem Valentim e Veridiana Leite
Curadoria | Emerson Dionisio Oliveira e Pedro Ernesto
Visitação | Até 28/02/2025
De segunda a sexta, das 10h às 19h
Sábado, das 10h às 15h
Entrada | Gratuita
Classificação indicativa | Livre para todos os públicos
No próximo dia 28, os designers e fundadores Flavio Borsato e Mauricio Lamosa recebem arquitetos, designers de interiores e convidados para o coquetel de abertura do primeiro showroom da marca estudiobola, em Brasília.
Com projeto assinado por Alan Chu, a nova loja está localizada no Casapark, com cerca de 500m², e traz elementos como forma de homenagem à Capital, utilizando símbolos presentes no dia a dia da cidade e no imaginário de seus habitantes, como os pilares inclinados dos edifícios do Plano Piloto; a icônica fachada do Teatro Nacional e o forro metálico, desenhado por Athos Bulcão para o Plenário do Senado Federal”, explica o arquiteto Alan Chu.
Teatrinho infantil terá as histórias de PJ Masks, Lilo & Stitch e Bob Esponja; durante a semana, o shopping oferece oficinas divertidas
A programação infantil no mês de janeiro está imperdível no Conjunto Nacional! Durante o mês de férias, a diversão está garantida para toda a família, no shopping mais democrático da capital.
As atividades culturais incluem oficinas e apresentações teatrais para encantar crianças e adultos. As oficinas acontecem de segunda a quinta-feira, das 13h às 19h, no 1º Piso (próximo ao Outback). A cada dia, o shopping oferece uma atividade diferente, como brincadeiras e gincanas, oficina de pintura com Rapunzel e sua turma, dia do cabelo maluco e pintura facial, oficina de cinema e Fit Dance Kids. Confira a programação no app do shopping.
Nas sextas, sábados e domingos, acontece o teatro musical. A programação tem início às 15h, também no 1º Piso (próximo ao Outback).No próximo dia 24 de janeiro é a vez do PJ Masks.Os heróis de pijama enfrentam a Garota Lunar, que tenta boicotar o evento mais aguardado das férias. Com coragem e trabalho em equipe, Lagartixo, Menino Gato e Corujita irão salvar o dia!
No sábado (25/01), Lilo & Stitch chega para encantar os pequenos. Lilo, uma menina do Havaí, encontra Stitch, um ser intergaláctico, e o adota como parte de sua família. Juntos enfrentam os desafios de manter Stitch a salvo dos cientistas que o buscam para levá-lo de volta ao espaço.
No domingo (26/01), Bob Esponja e seus amigos enfrentam Plankton, que tenta roubar a fórmula secreta do Hambúrguer de Siri. Em mais uma grande aventura, eles devem proteger a receita e restaurar a paz em Fenda do Biquíni.
Para garantir a acessibilidade de todos, as atividades do shopping contarão com a presença de um intérprete de Libras. As inscrições devem ser realizadas pelo aplicativo do Conjunto e as vagas são limitadas.
Foto divulgação
SERVIÇO
Férias no Conjunto – programação de 24 a 26 de janeiro
Horário: às 15h Local: 1° Piso (próximo ao Outback)
Com gastronomia assinada pelo chef Ronny Peterson, a casa recebeu imprensa, influenciadores e empresários da cidade para coquetel de pré-inauguração na última quinta-feira (16)
Na noite desta quinta-feira (16/01), imprensa e empresários de Brasília se reuniram para o coquetel de pré-inauguração do Play Bowling o mais novo boliche interativo da capital. Localizado no Pier 21, o espaço oferece uma experiência imersiva e contemporânea, marcada por tecnologia de ponta e gastronomia que levam a experiências sensoriais inovadoras.
A casa integra o Grupo Play Games, tradicionalmente voltado para o entretenimento infantil, que expande sua proposta agora também para o público jovem e adulto em um espaço versátil de lazer.
Os convidados puderam explorar as pistas de boliche tecnológicas e degustar um cardápio exclusivo criado pelo premiado chef Ronny Peterson, que trouxe sabores refinados e combinações que vão desde fast food até refeições. “Foi um prazer trazer minha assinatura para esse projeto inovador. O cardápio é pensado para agradar os mais diversos paladares, do clássico ao contemporâneo”, afirmou o chef.
O bar estava a cargo dos mixologistas Gutto Lopes e Robson Romano que deram o toque especial à noite, com cocktails clássicos e criações autorais. “Nosso objetivo foi criar bebidas que não apenas complementam a experiência, mas que também transportam os convidados para um universo de sentidos, integrando com a proposta imersiva da casa”, destacaram.
Para Cristiano Antônio, diretor de marketing das empresas, o Play Bowling é muito mais do que um simples boliche: “Nossa proposta é criar um ambiente completo para lazer, com gastronomia de qualidade, entretenimento diversificado e eventos especiais. Tudo isso com uma vista deslumbrante para o Lago Paranoá, proporcionando algo único, atendendo a todos os gostos”, disse.
A casa também conta ainda com uma exposição permanente do artista Toys, com obras disponíveis para venda. O design do espaço, desenvolvido pelo escritório Mar.is Design, é assinado por Marina Ellian, Thaís Borges, Marcella Nery e Samara Ramalho, responsáveis também pelo design do Play Bowling e da Mansão Catavento ambos empreendimentos do Grupo Play Games.
O Play Bowling abriu, oficialmente, suas portas ao público na última sexta-feira, 17 de janeiro, e conta com uma programação especial comandada por DJs residentes, com sets exclusivos e uma seleção musical eclética de curadoria de Rafael Barros, proporcionando aos visitantes uma vivência ainda mais intensa e envolvente.
Cinco semanas para se inspirar com a Mostra Liquidecora + Casapark Prime e aproveitar os descontos de até 50% em móveis e acessórios em promoção
Foto César Rebouças
Com descontos de até 50% e mostra de decoração inédita, começa no dia 17 de janeiro o Liquidecora Casapark e a Mostra Liquidecora + Casapark Prime Janeiro 2025. Serão 37 dias para aproveitar a liquidação de início de ano das lojas do Casapark, com preços e condições de pagamento favoráveis, pronta entrega e frete gratuito. Acompanhando o lema da campanha “Liquidecora: Descontos para uma casa inspiradora“, a Mostra Liquidecora + Casapark Prime traz ambientes criados por seis escritórios de arquitetura e design de interiores premiados pelo Programa de Relacionamento do shopping. Na Praça Central, os profissionais apresentam espaços com dicas e soluções criativas para as diversas formas de morar com móveis e acessórios com descontos especiais.
Até 23 de fevereiro, o público poderá conferir nas lojas do shopping as peças em promoção indicadas com a etiqueta do Liquidecora Casapark. E nas redes sociais do Casapark (@casapark) serão apresentados alguns achados imperdíveis com dicas do Casapark e dos lojistas.
Mostra Liquidecora
Na Praça Central do Casapark, seis escritórios de arquitetura e design de interiores premiados pelo programa de relacionamento do Casapark estreiam na Mostra Liquidecora + Casapark Prime. Participam da mostra Fernanda Lettieri Arquitetura (Living), Alessandra Moussa (Sala de Estar), Olivia Lannes Arquitetura (Quarto de Casal), Giovanna Leal Arquitetos (Varanda Gourmet), Ana Paula Ribeiro Arquitetura (Home Office) e Ruan Braga Arquitetura e Interiores (Loft de Solteiro) criaram ambientes contemporâneos e inspiradores com produtos em promoção nas lojas do Casapark.
“A mostra é organizada em torno das mais variadas formas de viver a casa, com sugestões e dicas para aproveitar melhor os produtos em promoção”, afirma Carol Valença, gerente de marketing do Casapark. “A cada edição, analisamos as tendências no morar e buscamos formas de atender às demandas do mercado. Nesta edição incluímos na mostra Liquidecora o Loft de Solteiro. Essa é uma tendência mundial do setor imobiliário que oferece unidades para uma pessoa ou casal sem filhos”, ressalta a gerente. “A mostra é também uma boa oportunidade para o público conhecer o trabalho dos profissionais da arquitetura e do design de interiores, que ajudam a fazer escolhas mais acertadas, levando em consideração os desejos e as necessidades de seus clientes”, completa Carol.
A Mostra Liquidecora fica em exibição na Praça Central do shopping até o dia 23 de fevereiro, com visitação de segunda a sábado, das 10h às 22h, e domingo, das 12h às 20h. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos.
Mostra Liquidecora Casapark Prime Janeiro 2025, conheça os escritórios e os ambientes
Ana Paula Ribeiro Arquitetura + Home Office Refúgio criativo
Em 10 anos de atuação no mercado, o escritório Ana Paula Ribeiro Arquitetura destaca-se pela sua abordagem contemporânea e inovadora. Com um olhar atento às necessidades e ao gosto de cada cliente, Ana Paula e sua equipe criam espaços que refletem identidade e funcionalidade. O compromisso com a qualidade e a personalização é a essência do trabalho, garantindo projetos únicos que harmonizam estética e praticidade, superando as expectativas e transformando sonhos em realidade.
O “Refúgio criativo” é um home office projetado para ser um verdadeiro santuário de tranquilidade e inspiração. Neste espaço, a harmonia entre cores claras e materiais naturais cria uma atmosfera acolhedora, ideal para estimular a produtividade e a criatividade. Foram utilizados tons terrosos, que remetem a cor do ano eleita pela Pantone, trazendo um toque contemporâneo equilibrando a serenidade do ambiente.
Alessandra Moussa Engenharia & Arquitetura + Sala de Estar Elos
A Alessandra Moussa Engenharia & Arquitetura é um escritório com mais de 20 anos de atuação em Brasília, reconhecido por unir funcionalidade e estética em projetos personalizados. Especializados em soluções completas, abrangemos desde o planejamento até a execução de projetos residenciais, comerciais e corporativos, sempre priorizando inovação, sustentabilidade e a satisfação de nossos clientes.
O espaço celebra os elos afetivos que conectam famílias, inspirado também na ligação literal das correntes, traduzida em formas orgânicas e fluidas no ambiente. Influenciada pela filosofia Hygge, privilegia tons neutros e suaves que evocam acolhimento, simplicidade e funcionalidade. Um espaço onde design e emoção se encontram e criam um refúgio contemporâneo para conexões e bem-estar.
Fernanda Lettieri Arquitetura + Living Refúgio Sereno
Fernanda Lettieri Arquitetura é um escritório de arquitetura e interiores, especializado em projetos residenciais e localizado em Brasília-DF. Há oito anos no mercado, a empresa se destacou pela sua abordagem inovadora e seu compromisso em entregar espaços que refletem a personalidade e o estilo de vida de cada cliente. Com uma equipe de profissionais altamente qualificados, o escritório combina estética e funcionalidade, criando ambientes sofisticados e confortáveis. Cada projeto é desenvolvido com atenção minuciosa aos detalhes, prezando por materiais de qualidade e estética impecável, para trazer maior conforto e identidade aos espaços.
O living é um verdadeiro refúgio dentro de casa, projetado para ser um local de estar que promove o relaxamento e a conexão. Obras de arte que inspiram e provocam reflexão, convidando à contemplação. Os móveis são escolhidos com cuidado, priorizando o conforto e a funcionalidade. O mix de texturas, madeiras e tecidos traz a elegância que buscamos e a modernidade vem com o uso da transparência do vidro e itens mais orgânicos. Este é um lugar onde você pode se perder em uma boa leitura, desfrutar de momentos de paz ou receber amigos e familiares para conversas significativas. A decoração é pensada para refletir a personalidade dos moradores, com elementos que trazem boas lembranças e sentimentos de acolhimento.
Giovanna Leal Arquitetos + Varanda Gourmet
Com uma abordagem única e sofisticada, o escritório Giovanna Leal Arquitetos é especializado em criar projetos exclusivos que combinam elegância, conforto e funcionalidade. Cada projeto é desenvolvido com atenção aos mínimos detalhes, sempre respeitando o estilo de vida e os desejos de quem lhes confia a realização do seu lar dos sonhos. Com uma equipe experiente e apaixonada pelo que faz, nossa missão é transformar cada espaço em uma verdadeira obra de arte, onde cada elemento é pensado para proporcionar uma experiência de bem-estar, harmonia e beleza.
Um convite para desacelerar e desfrutar o essencial. A nossa Varanda Gourmet combina elegância e funcionalidade em um refúgio onde o design contemporâneo encontra a natureza. Cada detalhe foi pensado para inspirar momentos de conexão e prazer, criando um ambiente que transforma encontros em experiências inesquecíveis.
Olivia Lannes Arquitetura + Quarto de casal
O escritório Olivia Lannes Arquitetura é voltado para projetos de residências assim como espaços corporativos e áreas de saúde. Seu trabalho é voltado para novas construções e reformas, levando em conta o perfil do cliente, procurando uma arquitetura atemporal alinhada a cada necessidade e personalidade. O time é composto por dois arquitetos que são parceiros eventuais: EmanuellaCaldeira e Marcio Costa.
O significado da palavra Sanctum ressalta sua essência de um espaço sagrado, protegido e reservado para momentos de conexão. A ideia de transformar o quarto do casal em um Sanctum é inspiradora, criando um ambiente acolhedor onde o casal possa se refugiar do mundo exterior e cultivar o amor e a intimidade.
Ruan Braga + Loft cosmopolita
Ruan Braga afirma que sua história e a do seu escritório se entrelaçam de forma natural. Com vasta experiência na área de arquitetura e interiores, decidiu há 3 anos abrir seu próprio escritório. Desde então, junto com sua equipe, dedica-se a projetos residenciais, comerciais e de interiores, com foco em arquitetura de alto padrão. “Nosso compromisso é aliar os desejos dos clientes a soluções funcionais e estéticas, criando espaços únicos e personalizados. Cada projeto é tratado como exclusivo, refletindo a individualidade de cada cliente com excelência e atenção aos detalhes”, afirma o arquiteto.
O loft é um refúgio urbano que equilibra funcionalidade, elegância e conforto, proporcionando um espaço de descanso e produtividade para um jovem empresário dinâmico. Inspirado pela arquitetura moderna de Brasília e pela vida cosmopolita desse jovem, o projeto combina linhas minimalistas, uso de madeira e paleta de cores neutras e aconchegantes. O espaço traduz a personalidade de alguém prático, mas que valoriza momentos de pausa com sofisticação.
Foto César Rebouças
Serviço:
Liquidecora: Descontos para uma casa inspiradoraJaneiro 2025
A marca das influenciadoras Virgínia Fonseca e Samara Pink abre sua nova unidade em 23 de janeiro. No catálogo os clientes irão encontrar produtos de cosméticos e perfumaria
A We Pink, marca de sucesso criada pelas influenciadoras Virgínia Fonseca e Samara Pink, acaba de anunciar sua chegada ao Conjunto Nacional, um dos shoppings mais icônicos de Brasília. No dia 23 de janeiro, a marca inaugura seu quiosque no 1º piso do shopping, marcando a abertura de sua segunda franquia no Distrito Federal.
Conhecida por sua abordagem inovadora no mercado de beleza, a We Pink traz para seus clientes uma vasta gama de produtos cosméticos, perfumaria e higiene pessoal. Fundada em setembro de 2021, a marca rapidamente conquistou o público com sua estratégia de live commerce, que une entretenimento e compras de forma interativa e envolvente.
Além dos produtos de cuidados com a pele e cabelo, o quiosque da WePink no Conjunto Nacional contará com a seleção de perfumes e maquiagens, oferecendo uma experiência de compra única e acessível para todos os amantes de beleza.
Com o novo quiosque, a We Pink fortalece sua presença no mercado e leva aos consumidores brasilienses a oportunidade de explorar os lançamentos e tendências diretamente em um dos endereços mais tradicionais da cidade.
Mostra destaca a beleza da fauna brasileira e a importância da preservação ambiental
Até 28 de fevereiro de 2025, o Boulevard Shopping Brasília recebe a exposição Asas do Brasil, da artista plástica Jaqueline Marafon. A mostra reúne cerca de 15 obras que celebram a exuberante fauna brasileira, com foco especial nas aves, como araras, tucanos e outras espécies emblemáticas da nossa biodiversidade. Está disponível para visitação no piso 2, de segunda a sábado, das 10h às 22h. E aos domingos e feriados, das 12h às 22h.
Com uma abordagem única, Jaqueline Marafon combina técnica refinada e emoção para dar vida a cada obra, convidando o público a uma imersão na beleza vibrante da natureza brasileira. A exposição busca não apenas destacar a magnificência dessas aves, mas também despertar a reflexão sobre a importância da preservação ambiental. Para aqueles interessados em adquirir as obras, um QR code estará disponível ao lado de cada peça, direcionando à artista.
Pintura ao vivo
E para quem quer presenciar o processo de criação da artista, no dia 31 de janeiro (sexta-feira), às 18h30, e nos dias 8, 15 e 22 de fevereiro (sábados), a partir das 14h, Marafon estará no espaço da exposição realizando sessões de live painting, permitindo uma experiência interativa e única para os visitantes. Os quadros pintados também estarão disponíveis para venda.
Sobre a artista
Jaqueline Marafon é artista plástica com formação em administração e especialização em artes com mais de 20 anos de carreira. Realizou diversos cursos, exposições coletivas e individuais no País. Atualmente mora em Brasília, onde é sócia proprietária da Galeria/Ateliê Casa Rosa no espaço Aroeira, (lago Norte). Ministra aulas de pintura em tela, promove exposições, workshops com artistas renomados e comercializa suas obras.
Sobre o Boulevard Shopping Brasília O Boulevard Shopping Brasília é administrado pela NIAD e em 2024 completou, 15 anos de história, atraindo mais de 7 milhões de visitantes por ano. O espaço traz, além de um varejo completo com as principais âncoras do país, amplo entretenimento com 4 salas de cinema, serviços diversos, projetos consolidados em ESG e um grande destaque na área gastronômica com restaurantes renomados. Entre as principais atrações gastronômicas, destacam-se o João Brasileiro, Taverna Viking, Mania do Churrasco e, claro, grandes opções de fast food, como Burger King, McDonald’s, Giraffas, Spoleto, entre outros. O shopping ainda se prepara para receber o Pecorino Mediterrâneo, Taco Bell, Arabian e Gyros.
Artista Jaqueline Marafon exposição Asas Do Brasil
SERVIÇO
Exposição Asas do Brasil
Data: Até 28 de fevereiro de 2025
Horário: visitação de segunda a sábado, das 10h às 22h. E aos domingos e feriados, das 12h às 22h
Clientes terão oportunidade de comprar produtos até 70% mais baratos nas lojas participantes
O Conjunto Nacional deu início à campanha Super Saldo, com descontos que chegam a até 70% nas lojas participantes. O consumidor vai poder conferir, até o dia 31 de janeiro, preços exclusivos nos setores de vestuário, lingerie, joias, acessórios, perfumaria, calçados, gastronomia, beleza e muito mais. Para facilitar a busca pelo item de desejo, o shopping já disponibiliza as principais ofertas em seu aplicativo, por categoria, e será atualizado diariamente até o final da promoção.
Segundo Renata Salino, superintendente do shopping, esta é a primeira oportunidade do ano para os clientes garantirem suas compras com grandes descontos. “A campanha Super Saldo tem como objetivo oferecer produtos com um bom custo-benefício, para os nossos clientes poderem aproveitar nosso mix diverso de lojas, além de ser uma boa oportunidade para nossos lojistas começarem bem o ano, mantendo as compras aquecidas”, disse Renata.
Dentre os destaques no shopping, estão a Intimissimi e a Calzedonia, ambas as lojas com descontos que chegam a 70% em peças selecionadas, e a Youcom, com descontos que chegam a 60%. Recém-inaugurada no shopping, a Farm tem itens com até 40% de desconto. No vestuário masculino, a Garbo entra com a promoção Leve 4 e Pague 3, além de descontos em várias peças. Na TNG, na compra de uma peça, a segunda sai com 50% de desconto. Para as crianças também tem produtos com grandes descontos em lojas como Tip Top e Milon. O Super Saldo é uma excelente oportunidade também para comprar a mochila escolar, nas promoções da Vista Vie.
No setor de beleza, a Quem Disse Berenice colocou diversos produtos em oferta, assim como a Mahogany, L’Occitane e Espaço Make. Já nos cuidados pessoais, os descontos também chegam a 70% em serviços na Laser & CO e a Adcos remarcou diversos produtos, como o protetor solar Fluid FPS 70, de R$ 149,00 por R$ 89,40. Os acessórios também merecem destaque. A Convex e a loja Mapa da Mina estão com descontos de até 50% e a Rommanel está com descontos imperdíveis e diversos produtos, como o anel retangular folheado a ouro, de R$ 166,00 por R$ 99,60. E para adoçar uma pausa em meio às compras, a Ice Cream Roll vai colocar todos os itens do cardápio com 20% de desconto das 9h às 12h, em todos os dias do Super Saldo.
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De acordo com estimativas do Boletim Focus, o aumento da inflação e dos juros para 2025, em patamares de 14,75%, vão gerar desafios para o varejo e para as indústrias. Por isso, segundo Renata Salino, a campanha varejista Super Saldo vem se consolidando cada vez mais no mercado, com intuito em aumentar as vendas do início do ano e dar oportunidade de compra com preços baixos para os clientes.
Brasal Incorporações Brasília fomenta desenvolvimento profissional em parceria com o Programa Renova DF
Em um avanço significativo para o setor da construção civil, a Brasal Incorporações Brasília anuncia uma parceria inovadora com o programa Renova DF, uma iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF) que busca transformar a realidade urbana e rural da região. Desde seu lançamento, em 2019, o Renova DF atua em múltiplas frentes para impulsionar o desenvolvimento sustentável, revitalizando áreas degradadas, aprimorando a infraestrutura urbana e fortalecendo a economia local. Com foco na capacitação e profissionalização, oferece curso de Auxiliar de Manutenção da Construção Civil, em parceria com o SENAI – DF, capacitando a comunidade local para a renovação de espaços públicos ao redor do Distrito Federal e oferecendo, também, qualificação profissional para o mercado de trabalho.
A parceria da Brasal Incorporações surge em um momento especial, com o projeto entrando em uma nova fase denominada Vivência Profissional. Esta extensão busca proporcionar uma formação continuada para alunos que se destacam permitindo um aprofundamento prático das habilidades adquiridas, em sintonia com as necessidades do mercado de trabalho. Essas habilidades são aperfeiçoadas dentro das empresas parceiras.
A incorporadora desempenha um papel fundamental nesta nova etapa ao abrir suas portas para oito alunos desde outubro. A inserção desses alunos na empresa possibilita um aprendizado prático e especializado nas áreas de elétrica, pintura, instalação hidráulica e construção de alvenaria. Uma parceria entre o setor público e privado, que cria uma base sólida de profissionais qualificados para atenderem às necessidades contemporâneas do mercado.
Por meio desse modelo de aprendizado, os envolvidos não apenas ganham competitividade, mas também fortalecem todo o setor, o que reduz custos e o tempo de formação de novos colaboradores dentro das empresas. A primeira turma do estágio está em andamento e continua até fevereiro de 2025. Durante este período, eles aprimoram suas competências técnicas e práticas, sendo preparados para os desafios do setor da construção civil.
A parceria entre a Brasal Incorporações e o programa Renova DF reflete o potencial transformador de alianças estratégicas que conectam educação, desenvolvimento profissional e inovação. “Estamos investindo não apenas no futuro dessas pessoas e das empresas, mas também no futuro do Distrito Federal como um todo. A expectativa é que esta união projete um futuro promissor, beneficiando não apenas os alunos e o mercado, mas contribuindo para o crescimento sustentável e o fortalecimento econômico de toda a região”, conclui Fábio Felipe, Diretor de Engenharia da Brasal Incorporações.
Sobre a Brasal Incorporações
Com mais de 60 anos de história, a Brasal é um grupo multissegmentado que atua nos mercados de incorporação e construção imobiliária; produção e distribuição de bebidas; concessionária de veículos, comercialização de combustíveis e geração de energia limpa e renovável.
Em 2003, a Brasal Incorporações iniciou sua operação no mercado de Brasília. Carregando atributos que valorizam o lazer, a segurança, a tecnologia e a boa localização, com projetos que proporcionam tempo de qualidade para quem compra, vivencia ou investe em um Brasa. chegou no mercado de Goiânia em 2011, em 2015, lançou seu primeiro empreendimento em Uberlândia.
Nos seus 21 anos de operação com foco em empreendimentos residenciais, comerciais e loteamentos, conta com mais de 10.000 unidades entregues, em obra e lançadas, cerca de 1.6 milhões de m2 construídos e R$8 bi em VGV (volume geral de vendas) lançados.
Atualmente, totaliza mais de 1.500 colaboradores diretos, é reconhecida como uma das Melhores Empresas para Trabalhar no Centro-Oeste (Great Place to Work). Além disso, seu Sistema de Gestão foi aprovado em uma das mais importantes e respeitadas certificações de excelência: Bureau Veritas, para norma PBQP-H/SIAC nível A e ISO 9001, com auditorias anuais de conformidade.
Reserva Essencial foto divulgação
Cada lançamento de produto traz consigo a característica de oferecer projetos inspiradores, com tecnologia, atemporalidade e o cliente no centro do negócio. Todos eles feitos sob os mais exigentes critérios de inteligência e excelência construtiva, que visam processos sustentáveis no âmbito social e ambiental.
A Brasal Incorporações trabalha para que a satisfação seja o elo entre sua marca e seus clientes, internos e externos. Porque confiança, gera resultado.
A Fundathos recebe neste início de ano a mostra coletiva “Hospitalidade/Museu Aberto”, que abre no dia 15 de janeiro, às 18h, na Galeria Trama. Sob a curadoria de Suyan de Mattos, a exposição propõe reflexões sobre hospitalidade e hostilidade, articuladas com experiências vividas na residência artística Volante/MasKarada, realizada no município de Britânia, em Goiás, entre 17 e 28 de setembro de 2023. Os participantes investigaram as nuances entre acolhimento e exclusão, inspirados pelo livro Da hospitalidade: Anne Dufourmantelle convida Jacques Derrida a falar da hospitalidade.
“A residência artística incentivou a aproximação entre artistas e moradores de Britânia, promovendo trocas significativas entre diferentes experiências e realidades”, declara Suyan de Mattos, curadora da mostra, que reúne 9 trabalhos, incluindo gravuras, fotografias, instalações, objetos e pinturas.
Com a participação de 8 artistas de diversas cidades do Brasil, como Goiânia, Alto Paraíso, Pirenópolis, Olhos d’Água, Brasília, Santos e Rio de Janeiro, o projeto deu origem a uma produção que já foi apresentada no Museu de Arte de Britânia (2023) e no Museu das Bandeiras, em Goiás (2024). Agora, na etapa final do ciclo, a exposição chega a Brasília, promovendo um diálogo entre os artistas e a cidade.
Os artistas participantes são: Arthur Scovino, Biophillick, Cintia Falkenbach, Eduardo Mariz, Gisel Carriconde Azevedo, Isabela Couto, Laura Dorneles do Amaral e Suyan de Mattos.
Na abertura, os visitantes serão presenteados com o catálogo da 4ª edição da residência artística Volante/MasKarada – Hospitalidade/Museu Aberto.
Cintia Falkenbach, Britânia afetiva, Papel canson de algodão, fotografia, linogravura e desenhos, 2023
Serviço
Exposição: “Hospitalidade/Museu Aberto”
Curadoria: Suyan de Mattos
Expografia: Gisel Carriconde Azevedo
Abertura: 15 de janeiro de 2025 (quarta-feira), às 18h
Arquiteto pela Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM) em 2012, com a primeira tese virtual “A Cidade do Futuro no Cinema”, propostas conceituais urbano arquitetônicas bio-digitais, apresentada no laboratório IXTLI, uma sala de realidade virtual com projeções 3D. O artista, criador dos conceitos BIO-FUTURO e LEKTRO XAMANISMO, pesquisa sobre ancestralidade e suas conexões com os campos da espiritualidade, a tecnologia, a natureza e o futuro. Desenvolve criações híbridas entre o analógico-natural e o tecnológico-digital, atravessando as artes audiovisuais, a moda, a arquitetura digital, as performances ritualísticas, os concertos imersivos e as exposições multimídia. Entre as atividades realizadas estão: “Concerto Diversidade Sexual” no Museu del Chopo (México 2017), exposição “BIOS” na galeria A Pilastra (Guará 2017), concerto “BIO-BORGS Brasília Mapping Festival” no Museu Nacional da República (Brasília 2019), exposição multimídia “NAHUALES E ENCANTADOS” na Casa de Cultura Oca Brasil (Alto Paraíso 2022) e no Memorial dos Povos Indígenas (Brasília 2023). Indicação ao Prêmio PIPA 2023. Seleccionado pelo III Salão Mestre de Armas (Planaltina 2023).
Cintia Falkenbach
1959, Alegrete/RS. Reside e trabalha em Pirenópolis e Caxambu/GO.
Artista visual. Graduação em Educação Artística, Licenciatura em Artes Plásticas (1982). Mestre em Artes Visuais (2004) e Doutora em Teoria e História da Arte pela Universidade de Brasília ( 2014). Atualmente reside dentro do ateliê e dedica-se exclusivamente a Curadorias, a participação em projetos coletivos e a construção de sua obra nas diversas linguagens das Artes Visuais. Expõe desde 1980 em coletivas e individuais. Dois prêmios em Coletiva Nacional, Salão Anapolino de Artes (1991,1992), menção honrosa no Salão Nacional de Aracaju (1992), participou do 1o Salão de Arte sobre papel da Canson, MAC USP, Ibirapuera, 1990, Salão de Gravura do Paraná. 1990. Individual: Confissões do cobre, 2018, Galeria Matéria Plástica, Brasília. Para onde foi a Expessura da Carne, 2022, Museu da República, Brasília. Infografia e texto: Quando não mais existir quero ser uma Abayomi, 2022, Museu das Bandeiras, Cidade de Goiás. Atualmente participa do Coletivo Lote 1. Curadoria no projeto Hospitalidade na 1a Edição, das exposições de Leci Augusto e Igu Kriguer no Núcleo de Arte do Centro-oeste. Curadoria do projeto Hospitalidade 2a Edição, das exposições de Cleber Cardoso Xavier e Raissa Studart no Museu da República (2021). Desde a década de 1980, trabalha nas técnicas tradicionais da aquarela, do desenho a nanquim e lápis de cor. Especialista na Gravura em Metal. Prática na Xilogravura a fio. Sua pesquisa centra-se nos estudos dos conceitos de Memória e História, levando-se em consideração a passagem do tempo e suas marcas no indivíduo, na paisagem e na sociedade. Além das técnicas tradicionais trabalha nos conceitos ligados a Arte contemporânea na busca de materiais inovadores que motivam uma pesquisa para novas formas e soluções sobre técnicas tradicionais.
Eduardo Mariz
1963, Rio de Janeiro. Reside e trabalha no Rio de Janeiro.
Artista, doutor e mestre em artes pela UERJ e pós-graduado em fotografia pela UCAM RJ. Desenvolve pesquisa na qual através de meios vivenciais procura evidenciar poeticamente arquétipos deflagradores dos modos velados pela duração cotidiana, exaltando as ergonomias ocultas. Dentre outros, conclama os conceitos de além do retângulo, o da foto-assemblage e o de acumulonimbus como metodologias de suas práticas, onde sugere a leitura de imagens como ações performáticas. Trabalha com fotografia, escultura, vídeo e performance.
Artista visual com uma produção voltada para instalação, expografia, e curadoria. É graduada em artes pela Universidade de Brasília (1992), com mestrado na Universidade de Brighton (1997), e doutorado na Universidade do Leste de Londres (2012). Trabalhou como designer de exposição em museus onde despertou sua atenção para as relações entre objeto, espaço e público; desde então, passou a incorporar uma série de práticas e conceitos da museologia às suas instalações. Em 2014, abriu deCurators, um espaço de arte voltado para o exercício de pensar a expografia como poética. Além de exposições, individuais e coletivas, tem realizado residências artísticas e intervenções em museus e coleções (Museu Murilo La Greca, Museu Nacional de Brasília, Hastings Museum, Museu do Traje de Viana do Castelo, Reserva Serra Bonita e Museu de Arte de Brasília), participado como curadora e júri de salões locais de arte contemporânea (Salão Mestre d’Armas Planaltina e Projeto Hospitalidade Olhos d’Água) e estado a frente de projetos de gestão cultural, como o Eixo do Fora e o Projeto Obra-Arquivo MAB.
A artista faz parte da atual busca por modos de existência que atravessam as barreiras impostas pela segregação entre cultura e natureza. deste modo, a paisagem da qual a artista tem experimentado nos trabalhos artísticos é aquela que resulta do envolvimento entre seres, fenômenos e coisas. E a água atua como o principal elemento que liga todos estes agentes. Isabela possui obra na coleção do Museu Nacional da República de Brasília e em coleções particulares. É membro civil do Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural do DF (Condepac-DF) para atuar na área de arte e cultura inclusiva. Em 2023 realizou a intervenção artística “Aguapé” na Praça do Conjunto Cultural da República de Brasília e foi selecionada para o III Salão Mestre d’Armas. Em 2022 realizou a individual “Guardadora de água” no Museu Nacional da República de Brasília, foi selecionada para a mostra internacional e Virtual “Declare/Decay” do coletivo Xor space e participou da residência Rio São Miguel, na Chapada dos Veadeiros-GO. Em 2021 foi selecionada para o VII Festival Internacional de Cinema Experimental Dobra. Em 2019 foi indicada ao Prêmio Pipa, selecionada para o II Salão Mestre d’Armas e para a VI edição da Residência Epecuen, Argentina. Em 2018 foi convidada para a mostra “Brasília Extemporânea”, na Casa Niemeyer. Em 2017 ganhou a bolsa Conexões Cultura DF e foi selecionada para o III Ciclo de Exposições da CAL. Desde 2019 até os dias atuais presta serviços para o Programa de Conservação de Bens Culturais da Apae-DF nas unidades da Biblioteca da Universidade de Brasília (BCE), do Palácio da Justiça, do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) e do Tribunal Superior do Trabalho (TST).
Laura Dorneles do Amaral
1999, Brasília/DF. Reside e trabalha em Brasília/DF.
Nasceu em Brasília, com torrão natal mineiro. Graduanda em Artes Visuais (licenciatura) pela Universidade de Brasília. Tece nas áreas das Artes Plásticas, Música, Teatro, Dança, Educação e suas tranças. Suas obras se relacionam sempre com memórias e simbologias. Participa de coletivos e exposições desde 2018. Expôs e foi premiada em 2021 com e pelo projeto Baleia – DF. Na música, atua como zabumbeira da banda Forró Suçuarana desde 2016, premiados pelo FINCA em 2017. Apresentou-se com Cabocla Amaralina em 2019 no Espaço Cultural Renato Russo. Toca e canta no espetáculo Ave Kali desde 2018, que em 2019 foi contemplado pelo FAC Conexão Cultura, possibilitando apresentações em três cidades argentinas. Participa de bandas com Zé do Pífe desde 2015 entre outros artistas e eventos da cidade. Criou a dupla Imburana de Cheiro em 2018. Em 2020 lança EP como zabumbeira do Forró Suçuarana. Participa de exposições e performances com os coletivos 40Antenas, Carta/Borda, Caderno Obra, Carimbo Arte, Quando Não Mais Existir Quero Ser Uma Abayomi e Maskarada. Atua como professora de percussão desde 2019 e de cerâmica desde 2021.
Suyan de Mattos
1962, Rio de Janeiro/RJ. Reside e trabalha em Brasília/DF.
Pós-doutora em Artes, UBA/Argentina e Doutorado em História da Arte, UNAM/México. Curadoria das exposições 40 Antenas e Algumas Parabólicas, Galeria Rubem Valentim, Espaço Cultural Renato Russo, Brasília/DF, Quando não mais existir, quero ser uma Abayomi, Museu da Bandeira, Cidade de Goiás/GO; Para onde foi a Espessura da Carne?, Museu Nacional da República, Brasília/DF; CaderoObra, Galeria OLugar, Rio de Janeiro/RJ; As Caixas, Museu Vivo da Memória Candanga, Brasília/DF; Carta/Obra, deCurators Galeria, Brasília/DF e Centro Cultural Brasil México, Cidade do México. Exposições individuais no Museu Nacional da República de Brasília, Museu de Arte de Goiânia, Museu de Arte de Blumenau, Galeria da FAV/UFG, Galeria da CAL/UnB, Projetos Atos Visuais e Prima Obra da FUNARTE/Brasília. Exposições coletivas, nacional e internacionalmente, entre elas XII International Biennial of Textile Miniatures, Galerija Arka, Vilnius, Lituânia, Manual de Observação, Galeria Referências, MUDA, com o Coletivo F.A.D.A., CAL/UnB, Curanderias e Ebulições, exposição virtual, Coletivo F.A.D.A., III Semana do Curso de Licenciatura em Artes Visuais da URCA (Universidade Regional do Cariri), Sobre Pães Pequenos: Notas sobre o Isolamento/M’ART, OndeAndaOnda I, II, III e Não Matarás, Museu Nacional de Brasília/Brasil, a IX Bienal Nacional de Santos de Artes Visuais, III Salão Nacional de Artes de Goiás, quinto lugar e menção honrosa no III Salão de Artes Plásticas de Brasília, menção honrosa no II Salão de Artes Plásticas de Brasília, II Bienal Nacional de Pintura Pascual, Museo Carrillo Gil, CDMX/México; II Bienal Nacional de Dibujo y Pintura Orozco, Gualajara/México. Participou de residências artísticas na Espanha, Chile, Portugal e no Brasil, pela BabBienal, Búzios/RJ, Obra Arquivo MAB, Brasília/DF, Ocupação Cemitério do Peixe: magia e morte nas artes visuais, Diamantina/MG. Coordenadora e curadora da residência artística Hospitalidade e Volante. Coordenadora dos coletivos MasKarada e Usina de Inventos. Autora do livro A Nave 508: Espaço dos Insistencialistas. No desenvolvimento do seu trabalho utiliza-se de múltiplas linguagens na composição de narrativas, pautadas, principalmente, pela ótica do mundo sexual e sensual feminino/feminista, cujas evidências são coletadas em memórias vividas diariamente como mulher cis nos tempos atuais.
Depois de bater recordes de público, a exposição das lanternas de seda que virou febre em SP e no RJ abre dia 24 de janeiro na capital federal
Sucesso de público no Rio de Janeiro e em São Paulo, com mais de 100 mil visitantes em cada estado, a exposição imersiva “Luzes da Coreia – Festival de Lanternas Coreanas” chega a Brasília este mês. Depois de bater o recorde de público do MAC – Museu de Arte Contemporânea de Niterói desde a inauguração do espaço projetado por Oscar Niemeyer em 1996, a mostra ocupará o primeiro piso do Shopping Pátio Brasil, convidando o público para um mergulho na milenar cultura coreana.
“Luzes da Coreia – Festival de Lanternas Coreanas” revela uma das mais populares tradições culturais do país, com 1.200 lanternas coloridas de seda que dialogam com elementos cenográficos contemporâneos. O espaço será ocupado por túneis coloridos formados por lanternas de seda originais da cidade de Jinju, que desde 2003 sedia um dos mais tradicionais festivais culturais do país.
A tradição das lanternas de seda começou na 1ª Batalha da Fortaleza de Jinjuseong, durante a Guerra Imjin (1592-1598), entre 3.800 soldados do Exército Suseong (Coreia), que protegiam o castelo, e 20.000 soldados japoneses. Os coreanos usaram a lanterna no Rio Namgang em uma noite escura para avistar os japoneses, impedindo-os de cruzar o rio. Além de tática militar, as lanternas também foram usadas para enviar recados aos familiares fora da fortaleza. Mais tarde, a população da cidade de Jinju começou a lançar lanternas no Rio Namgang para homenagear as almas dos soldados que se sacrificaram, como símbolo de resistência.
No final dos túneis, o público encontra uma enorme lua em 3D, além de instalações, fotos e vídeos da cidade e do Festival Jinju Namgang Yudeung, mostrando a unidade entre a tradição e a contemporaneidade. Além das lanternas, os visitantes poderão conhecer e experimentar os Hanboks, trajes típicos coreanos.A exposição também conta com a presença do mascote de Jinju, a lontra Hamo, de 3 metros de altura.
A tradição deu lugar ao Festival Jinju Namgang Yudeung como um evento de destaque na Coreia, que é conhecido internacionalmente e todo ano reúne mais de 2 milhões de pessoas. A festividade foi designada pelo Ministério da Cultura, Esportes e Turismo como o festival representativo da Coreia e ainda foi selecionada como um festival de luxo global de desenvolvimento da Coreia por 5 anos consecutivos.
A exposição “Luzes da Coreia – Festival de Lanternas Coreanas” foi organizada pelo Centro Cultural Coreano no Brasil, dirigido por Cheul Hong Kim, e pela Prefeitura de Jinju. Realização do Fundo de Envolvimento da Indústria, Comércio e Turismo (FEICOTUR), curadoria da jornalista Ana Cláudia Guimarães, coordenação da NSM Produções e Eventos, projeto e execução HKB. Apoio da Secretaria de Turismo do Distrito Federal.
Símbolo de resistência para o povo coreano desde 1500, as coloridas lanternas de seda atraíram mais de 100 mil pessoas ao MAC Niterói, foto divulgação
SERVIÇO: ‘LUZES DA COREIA – FESTIVAL DE LANTERNAS COREANAS’
Data : 24 de janeiro a 24 de abril
Local: Shopping Pátio Brasil, 1o Piso.
Endereço: SCS QD 06, Asa Sul, Brasília-DF
Horário de visitação: Segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 12h às 20h
Campanha acontece de 09 a 12 de janeiro com lojas que oferecem descontos de até 70%
Neste mês de janeiro, de 09 a 12, o Boulevard Shopping Brasília realiza a Liquidação de Verão, oferecendo descontos irresistíveis que vão até 70%. Este é o momento ideal para os consumidores aproveitarem as ofertas incríveis e renovarem seus guarda-roupas para a temporada de verão. As lojas participantes estarão repletas de produtos em tendências, desde roupas e acessórios até calçados, proporcionando uma ampla variedade de opções para todos os estilos e gostos.
Sobre o Boulevard Shopping Brasília O Boulevard Shopping Brasília é administrado pela NIAD e em 2024 completou, 15 anos de história, atraindo mais de 7 milhões de visitantes por ano. O espaço traz, além de um varejo completo com as principais âncoras do país, amplo entretenimento com 4 salas de cinema, serviços diversos, projetos consolidados em ESG e um grande destaque na área gastronômica com restaurantes renomados. Entre as principais atrações gastronômicas, destacam-se o João Brasileiro, Taverna Viking, Mania do Churrasco e, claro, grandes opções de fast food, como Burger King, McDonald’s, Giraffas, Spoleto, entre outros. O shopping ainda se prepara para receber o Pecorino Mediterrâneo, Taco Bell, Arabian e Gyros.
A temporada de liquidações das grandes varejistas já está a todo vapor, prometendo grandes oportunidades para os consumidores. Segundo pesquisa do Instituto Fecomércio-DF, quase 90% dos lojistas estão planejando ofertas especiais neste início de ano, com 70% das lojas iniciando os descontos já na primeira quinzena de janeiro. O principal objetivo dessa iniciativa é atrair clientes, impulsionar as vendas e renovar os estoques, preparando o terreno para as novidades de 2025.
Tanto as lojas físicas quanto as varejistas online, shoppings e e-commerces se preparam para oferecer descontos significativos em produtos de diversas categorias. Janeiro, em particular, é um mês propício para aqueles interessados em adquirir produtos de tecnologia e informática.
O Grupo Fujioka, uma referência no varejo da região central do Brasil, deu início nesta semana à sua primeira liquidação do ano. Os preços especiais, são válidos até o dia 31 de janeiro, tanto nas lojas físicas quanto no site. “É uma oportunidade propícia para realizar desejos de compras”, destaca Dvair Lacerda, Diretor Comercial do Grupo Fujioka. Ele explica que o objetivo é esgotar os estoques para, em breve, apresentar as novas tendências de 2025.
“As promoções cumprem dois papeis importantes: atrair consumidores e preparar as vitrines para 2025. É um momento em que todos ganham, tanto os clientes que aproveitam preços mais baixos quanto os lojistas que renovam seus estoques. Geralmente, as vendas nesse período aumentam cerca de 40%. As férias escolares também contribuem para o comércio de eletrônicos. Outros itens mais procurados são aparelhos de ar condicionado, climatizadores de ar, máquinas de lavar e secadoras“, acrescenta Lacerda.
Outra grande oportunidade oferecida pelo Fujioka, acessível durante todo o ano, é a sua nova campanha “Fecha Mês”. Nesse evento especial, realizado todo final do mês, são lançadas promoções temáticas exclusivas no digital que estão disponíveis por um tempo limitado, em janeiro o tema será ‘Volta às Aulas´ . Além de encontrar ofertas incríveis online, os clientes têm a chance de aproveitar esses descontos também nas lojas físicas, tornando essa campanha uma excelente oportunidade para adquirir produtos de qualidade com preços reduzidos, tanto para os adeptos das compras virtuais quanto para aqueles que preferem a experiência tradicional nas lojas.
Foto divulgação
O Grupo Fujioka oferece uma ampla gama de produtos, com mais de 4 mil itens, além de serviços especializados gratuitos, como assistência técnica de informática nas lojas. A empresa também facilita as formas de pagamento, oferecendo parcelamento em até 10 vezes nos cartões. Fujioka se destaca ainda como a principal distribuidora no país de marcas renomadas como LG, Samsung, Motorola, JBL, Epson, HP, Lenovo, Wahl, Gree, Brother, Canon, Acer, Midea e Logitech.
Mostra de figuras humanas expressivas fica na CAIXA Cultural Brasília até 12 de janeiro
Foto divulgação
A exposição “Hiper-realismo no Brasil” de Giovani Caramello, um dos mais importantes artistas do gênero no país, está em seus últimos dias de visitação na capital federal. Até 12 de janeiro, a CAIXA Cultural Brasília sedia a mostra, que reúne 13 peças que reproduzem figuras humanas em detalhes, incluindo as obras Diálogo,Sozinho e Ascenção, além de um áudioguia desenvolvido pelo curador, especialmente incorporados para a edição de Brasília. O projeto, que já atraiu mais de 90 mil visitantes em outras cidades tem entrada gratuita e conta com patrocínio da CAIXA e do Governo Cultural.
Com maestria, o artista paulista captura a essência da vida, esculpindo em resina, silicone e terracota rostos que parecem respirar e corpos que carregam as marcas do tempo. A obra central, “Nikutai”, com seus impressionantes 2,5 metros de altura, e “Segunda Chance“, que traz o busto de um idoso com marcas da idade esculpidas em silicone, são apenas alguns exemplos da riqueza de detalhes e da expressividade das obras. Para a exposição em Brasília, foram incorporadas mais 03 obras do artista: Diálogo, Sozinho e Ascenção, e a criação de um áudio-guia, desenvolvido pelo curador.
A exposição tem curadoria de Icaro Ferraz Vidal Junior. O curador acredita que esta exposição fortalece o movimento hiper-realista da arte contemporânea brasileira. Para ele, a obra de Caramello desloca o hiper-realismo do lugar de espetáculo, cujo fim está na questão de como foi feito, e agrega a ideia de que nós próprios somos construções. “Ele nos apresenta, com uma linguagem fascinante e sedutora do hiper-realismo, uma série de imagens e personagens que nos fazem pensar nessa fragilidade do humano e da impermanência da vida. É um paradoxo que essas figuras frágeis sejam criadas e produzidas por uma mão humana”, afirma o curador.
O artista Giovani Caramello:
Autodidata, iniciou sua carreira com modelagem 3D e buscou a escultura como forma de aperfeiçoar a técnica, despertando, então o interesse pelo realismo. Fez aulas de modelagem com o escultor Cícero D’Ávila, trabalhou como escultor comercial, e pouco tempo depois, começou sua obra autoral com o hiper-realismo. É reconhecido internacionalmente pela expressividade em seus trabalhos e escolheu para a mostra peças que foram executadas em diferentes momentos de sua carreira. “São várias técnicas utilizadas: cerâmica, resina, as de silicone, que são as mais hiper-realistas, e de bronze, que é a minha nova fase, com uma escultura mais sóbria e monocromática”, explica o artista.
Serviço:
Exposição Hiper-realismo no Brasil – Giovani Caramello Local: CAIXA Cultural Brasília
Endereço: Setor Bancário Sul Q. 4, Lotes 3/4 – Asa Sul” (ou lotes 3 e 4)
Período: até 12 de janeiro de 2025
Visitação: Terça a Domingo, das 9h às 21h Classificação indicativa: 14 anos
Loja-conceito no Park Sul, em Brasília, alia design neoclássico e tecnologia de ponta para consolidar a presença da Simmons no mercado de alto padrão.
Nova unidade da Simmons no Park Sul, é um marco de sofisticação e exclusividade no mercado de colchões em Brasília, crédito: Projeção LF Arquitetura
A Simmons, referência global em colchões premium, traz para o coração do Brasil sua mais nova loja-conceito, localizada no Park Sul, em Brasília. Com 500 m² de área, o espaço foi projetado pelo arquiteto Lucas Fernandez, do escritório LF Arquitetura, para oferecer uma experiência única de sofisticação, conforto e inovação, alinhando-se ao posicionamento premium da marca.
Inspirado pela neuroarquitetura, o projeto combina design neoclássico e soluções tecnológicas de ponta. “Cada detalhe foi pensado para proporcionar uma experiência sensorial única aos clientes, unindo elegância, funcionalidade e exclusividade”, explica Fernandez. A loja conta com espaços cuidadosamente planejados, como um showroom setorizado com mais de 20 produtos, cafeteria integrada, varanda com paisagismo e áreas administrativas. A iluminação cênica em LED, mobiliário com acabamentos em couro e tecidos nobres, e materiais como piso travertino e painéis em madeira reforçam o luxo e a durabilidade do ambiente.
Para Antonio Junior, à frente do empreendimento, a nova loja representa um marco no mercado de colchões de Brasília. “Queremos oferecer muito mais do que produtos de qualidade; nossa proposta é criar uma experiência premium para o cliente, desde a escolha do colchão ideal até a vivência no espaço. Brasília merece esse nível de excelência”, celebra Antonio.
A nova unidade da Simmons reflete o crescimento e a sofisticação do setor de colchões no Brasil. Em 2023, o mercado registrou números expressivos: 46 unidades locais, mais de 3.765 pessoas empregadas, e uma receita total de R$ 836,1 milhões. O consumo de matérias-primas somou R$ 421,3 milhões, mostrando a relevância da indústria para a economia nacional.
Com a loja de Brasília, a Simmons fortalece sua presença no país, consolidando sua posição como referência no segmento de alto padrão e reafirmando o compromisso com inovação e excelência. “Este projeto é mais do que uma loja; é um marco de sofisticação e hospitalidade para a cidade”, conclui Lucas Fernandez.
A inauguração da loja, prevista para Fevereiro de 2025, promete atrair consumidores exigentes e elevar ainda mais o conceito de conforto e luxo que a Simmons representa no mercado global.
Sobre a Simmons:
Fundada nos EUA em 1870, a Simmons é referência mundial em colchões premium, pioneira nas molas ensacadas individuais desde 1925. Seus colchões marcaram presença em luxuosos cruzeiros, como o Titanic. Presente em mais de 100 países, alia tradição e inovação para oferecer conforto e bem-estar com excelência.
Sobre Antonio Junior:
Com quase duas décadas de experiência no varejo de Brasília, Antonio Junior é um especialista em atendimento ao cliente e referência no mercado de colchões. À frente da Kasa dos Colchões, ele consolidou a marca como líder em qualidade e satisfação na capital federal. Agora, Antonio expande sua atuação para o mercado premium com a inauguração da loja-conceito da Simmons Brasília, unindo sua expertise em varejo a uma visão estratégica voltada para sofisticação e exclusividade. Seu trabalho reflete dedicação, inovação e um compromisso com a excelência em cada projeto.