Autor: glaunacapital

Performance circense Mão ocupa o CCBB Brasília com apresentações gratuitas

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De 30 de agosto a 21 de setembro, a intervenção carioca propõe ao público uma experiência artística em torno dos rituais de chegada e partida dos trabalhadores do circo na cidade. Em cena, é montada ao vivo uma estrutura de 8 metros, pela mão de seisperformers e um músico.

De 30 de agosto a 21 de setembro, a performance circense Mão, dirigida pelo artista gaúcho Renato Linhares (Intrépida Trupe e Foguetes Maravilha), ocupa o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) com um espetáculo de circo em forma de intervenção urbana. Em tempo real, os performers Adelly Costantini, Fernanda Más, Carolina Cony, Daniel Elias, Ernesto Poittevin, Fábio Freitas e Marcelo Callado montam, diante da plateia, peça por peça de uma estrutura de ferro e madeira de 8 metros de altura. O processo, marcado por gestos coreografados e acrobacias, propõe uma reflexão sobre a construção coletiva e artesanal do picadeiro — ou, simplesmente, sobre o instante que antecede o salto, o voo e o “frio na barriga”.

No primeiro final de semana, as apresentações acontecem no CCBB Brasília,às 16h, com entrada gratuita mediante retirada de ingressos pelo site bb.com.br/cultura ou na bilheteria do Centro Cultural. Nos demais finais de semana, o projeto terá sessões aos sábados no CCBB, mas também se estenderá para outros espaços do Distrito Federal. No domingo, 7 de setembro, a performance será na Praça São Sebastião, em Planaltina-DF, às 16h. Já nos domingos 14 e 21 de setembro, o espetáculo acontecerá no Eixão do Lazer (altura da 110 Sul), às 15h30, ampliando a experiência para diferentes públicos da capital.

“Nos perguntamos como criar uma intervenção que pudesse falar da mão de obra da mão circense. Um ato público que nos permitisse ver as formas de expressão que existem no toque, na ação do construtor, do ponto de vista do artista de circo. Mas também um espetáculo que fosse como a mão, um instrumento articulado, extremo, inconsciente”, explica o performer, coreógrafo e encenador Renato Linhares, que assina a direção do trabalho.

Renato Linhares acrescenta que o resultado é uma peça que convida à reflexão sobre esse ‘construir’ do circo e suas particularidades. “Uma obra que é uma construção coreográfica ou uma coreografia operária. Um ritual que dá a ver a espessura do ferro que segura a lona, o peso da estaca que a mantém de pé, suas equações estruturais, seus barulhos não musicais, seus encaixes únicos, e aquilo tudo que vem antes do salto, do voo, do frio na barriga. Nem todos os rituais são rigidamente definidos, alguns costumam se formar no meio da vida cotidiana, e acabam se tornando um ato reconhecível pela expressão e pelo simbolismo que há nesse acontecimento”, completa.

Cena

Em cena, os performers executam movimentos ordinários de uma construção, como aparafusar e encaixar. Durante a edificação, os artistas se equilibram em uma enorme rampa de madeira, com saltos, acrobacias e giros, possibilitando aos passantes uma espécie de viagem no tempo.

“Decidimos levantar uma estrutura em cena e fazer do deslocamento de tubos, ferros, porcas e parafusos uma experiência concreta para poder viajar no tempo, pois construir uma estrutura em um espaço de passagem público pertence à cultura arcaica. Por séculos e séculos pequenos e grandes mundos utópicos foram construídos e destruídos a olhos nus. Pontes, torres, pirâmides, casas, cidades inteiras edificadas e demolidas pelo tempo e pelos homens. Entre grandes incêndios e guerras territoriais, por vezes, vislumbramos distraídos a chegada do circo. Entre colonizações e evoluções tecnológicas, sob nossos olhos, e no decorrer do tempo, vimos o circo se montar e partir, deixando um efêmero rastro de truques e milagres”, comenta Renato Linhares.

Ao final da performance, a grande estrutura é tombada, invertendo seu ângulo, dando-lhe uma nova forma. Inúmeras reações invadem a plateia, que é surpreendida ao ver o gigante objeto, construído diante de seus olhos, sendo deitado no chão. Uma imensa tela verde é usada para cobrir a estrutura, e o interior da tela é preenchido pela aparição de uma fumaça vermelha, que perpassa por ela atingindo o céu. O espetáculo finaliza. Os artistas partem. Ao som de uma música épica, deixam na praça uma enorme escultura. O circo.

Segundo Adelly – idealizadora do projeto, produtora e uma das performers – Mão é uma obra multidisciplinar, feita a muitas mãos, por circenses, bailarinos, músicos e arquitetos. “Em cena, discutimos o ‘trabalho’, a obra edificada fora da galeria, a mão de quem faz a obra, a cidade em obra. É circo em Happening ou uma ode aos trabalhadores”, acrescenta.

Desde a estreia em 2016, Mão já circulou por diversos tipos de público em museus, avenidas, escolas, comunidades, centros urbanos, periferias e também em festivais de circo, dança e performance dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo e, pela primeira vez, será vista pelos mineiros. “É uma obra democrática. Sua passagem cria a expectativa ao risco, ao acerto, à possível falha humana. Gostamos da galeria enquanto espaço de exposição de uma obra. Mas gostamos de levar a obra também para avenidas ou parques. Diante dos diversos cenários, pequenas adaptações sempre podem ocorrer. Muitas vezes invadimos a praça dentro de um caminhão, outras vezes o caminhão não tem acesso. O único cenário ideal é que haja um solo firme para erguer a obra”, conclui Adelly.

Acessibilidade    

A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.    

A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou, ainda, pelo QR Code na própria van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code, que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. 

Horários da van – de quinta a domingo:    

Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h    

CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30 

Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

Ficha técnica

Com: Adelly Costantini, Fernanda Más, Carolina Cony, Daniel Elias, Ernesto Poittevin, Fábio Freitas e Marcelo Callado. 

Direção: Renato Linhares. 

Direção técnica: Daniel Elias.

Cenografia/Arquitetura: Estúdio Chão/ Adriano Carneiro de Mendonça e Antonio Pedro Coutinho.

Trilha sonora original: Ricardo Dias Gomes. 

Produção executiva: Jenny Mezencio

Coordenação de produção: Adelly Costantini 

Produção local: Luférris 

Agenda das apresentações:

30 de agosto (sábado) – 16h – CCBB Brasília

31 de agosto (domingo) – 16h – CCBB Brasília

06 de setembro (sábado) – 16h – CCBB Brasília 

07 de setembro (domingo) – 16h – Praça São Sebastião – Planaltina – DF

13 de setembro (sábado) – 16h – CCBB Brasília 

14 de setembro (domingo) – 15h30 – Eixão Sul – altura da 102 Sul 

20 de setembro (sábado) – 16h – CCBB Brasília – sessão com acessibilidade de audiodescrição

21 de setembro (domingo) – 15h30 – Eixão Sul – altura da 102 Sul 

SERVIÇO

Performance Circense Mão 

Centro Cultural Banco do Brasil Brasília

Local: CCBB Brasília  

Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul  

Período: de 30 de agosto a 21 de setembro, sempre aos sábados e domingos

Ingressos gratuitos, mediante retirada no site https://ccbb.com.br/ e na bilheteria física do CCBB Brasília.

Classificação indicativa: Livre  

CCBB Brasília 

Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h   

E-mail: ccbbdf@bb.com.br    

Fone: (61) 3108-7600   

E-mail: ccbbdf@bb.com.br   

Site/ https://ccbb.com.br/

Facebook/ @ccbb.brasilia   

Instagram/ @ccbbbrasilia   

YouTube/ bancodobrasil   

TikTok/@ccbbcultura    

Palhaçaria e contação de histórias (SCIA)

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O que palhaços têm a ver com contação de histórias? Tudo! A encenação artística é a própria arte de realizar histórias, sejam elas contadas (por meio da voz) ou sejam elas vistas (por meio da interpretação de mímicas e enquetes silenciosas). Há muito disso em livros cujas páginas não há texto, e sim apenas ilustração. 

No dia 12 de agosto, realizou-se uma atividade artística diferente e para um público especial: os trabalhadores em horário comercial. Com uma rotina intensa, o projeto Mostra de Literatura, já em sua 11ª edição, quis presentear aqueles que de fato produzem riqueza para nossa Capital. O SCIA é um polo industrial. A frialidade do comércio faz com que o dia a dia dessas pessoas seja estritamente profissional e não há espaço para diversão. Não havia. Agora a Mostra de Literatura e Artes Integradas chegou ao Setor Complementar de Indústria e Abastecimento), ou simplesmente SIA, que é a mesma Região Administrativa da Cidade Estrutural (RA XXV), onde o projeto também já chegou (especificamente no bairro de Santa Luzia). 

A 11ª edição é realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, pasta do Governo do Governo do Distrito Federal. E as apresentações artísticas acontecem nas cidades Estrutural/SCIA, Ceilândia, Sol Nascente e Taguatinga. Dentro do projeto, há arrecadação e distribuição de cestas básicas para famílias em situação vulnerável socialmente. O projeto busca minimizar essa mazela com arte, cultura e alimentos, e contribui significativamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, em especial os ODSs 1, 2, 4 e 10. Aliás, a Mostra de Literatura é o único projeto do DF certificado pelo Instituto Selo Social por aplicar com efetiva habilidade alguns dos ODSs na iniciativa literária.

Mais que um projeto cultural, a Mostra é uma iniciativa que propõe pensar o cotidiano com contação de história e debates. Viver por viver não faz sentido aos artistas da Mostra. É preciso ter um propósito, mesmo que esse propósito seja só para entreter o público. Os curadores têm essa consciência quando escolhem os artistas cujo fazer/realizar artístico é um ativismo relevante para a sociedade. Se esse objetivo for alcançado, teremos uma sociedade mais justa, igualitária e tolerante. 

* Para mais informções, acesse o Instagram do Projeto: https://www.instagram.com/mostradeliteraturadf?igsh=MW5qMjJmcXppOTg0cg==

Colégio e Faculdade Presbiteriana Mackenzie serão palco da II Conferência Internacional de Resíduos Sólidos e Saneamento (CIRSOL)

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Entre os dias 26 e 29 de agosto, Brasília será palco da II Conferência Internacional de Resíduos Sólidos e Saneamento (CIRSOL). O evento reunirá especialistas, autoridades públicas e representantes do setor privado para debater a gestão de resíduos, saneamento, mudanças climáticas e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

“O impacto da gestão de resíduos sólidos e do saneamento básico frente ao agravamento da mudança global do clima” é o tema da conferência que será realizada de forma híbrida: presencialmente no Colégio Presbiteriano Mackenzie Brasília (CPMB) no Lago Sul, na Faculdade Presbiteriana Mackenzie Brasília (FPMB) na Asa Sul, e no Parque da Cidade. Além de contar com transmissão on-line para todo o Brasil, incluindo tradução simultânea.
 

As instituições do Mackenzie terão papel fundamental na realização do evento, sediando 52 painéis de debate ao longo dos quatro dias, em salas de aula e auditórios da FPMB, que também serão transmitidos on-line. Esses debates terão foco na implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, na conscientização sobre a importância da Agenda 2030 da ONU e nas metas do Acordo de Paris.
 

Participação acadêmica
 

Professores da instituição também integrarão a programação como palestrantes, contribuindo com temas como políticas públicas para resíduos, direitos humanos à água e saneamento, participação privada no setor e tarifa social Além disso, estudantes e docentes participarão ativamente no estande do Mackenzie, no Pavilhão do Parque da Cidade, com ações do Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ) e atividades de engajamento junto ao público.
 

Destaques da programação com participação da FPMB:
 

Nos dias 27 e 28 de agosto, a Faculdade Presbiteriana Mackenzie sediará a programação de painéis e workshops do II CIRSOL, sempre das 9h às 17h30. 

  • 27/08 – 16h30: Políticas públicas na cadeia de resíduos (Painel 9)
  • 28/08 – 11h: Tarifa social e subsídio cruzado (Painel 37)
  • 28/08 – 16h30: Direitos Humanos à Água e ao Saneamento (Painel 40)
  • 28/08 – 16h30: Participação privada no saneamento (Painel 33)
  • 28 e 29/08 – 14h às 17h: Atividades do NPJ no estande do Mackenzie, no Parque da Cidade

Serviço

II Conferência Internacional de Resíduos Sólidos e Saneamento (CIRSOL)
Data: 26 a 29 de agosto de 2025
Locais: Colégio e Faculdade Presbiteriana Mackenzie Brasília (CPMB e FPMB), Parque da Cidade (Pavilhão) e on-line
Mais informações: https://www.cirsol.com.br/

Sobre a Faculdade Presbiteriana Mackenzie 
 

A Faculdade Presbiteriana Mackenzie é uma instituição filantrópica, de ensino confessional e de perfil comunitário, que se dedica às ciências divinas, humanas e de saúde. A instituição é comprometida com a formação de profissionais competentes e com a produção, disseminação e aplicação do conhecimento, inserida na sociedade para atender suas necessidades e anseios, e de acordo com princípios cristãos. 

O Instituto Presbiteriano Mackenzie (IPM) é a entidade mantenedora e responsável pela gestão administrativa da Universidade Presbiteriana Mackenzie nos campi São Paulo, Alphaville e Campinas, das Faculdades Presbiterianas Mackenzie em três cidades do país: Brasília (DF), Curitiba (PR) e Rio de Janeiro (RJ), bem como das unidades dos Colégios Presbiterianos Mackenzie de educação básica em São Paulo, Tamboré (em Barueri – SP), Brasília (DF) e Palmas (TO). Além do Hospital Universitário Evangélico Mackenzie Paraná (Curitiba), que presta mais de 90% de seu atendimento a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) e integra o campo de estágios da Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná (FEMPAR). 

K-Festival retorna a Brasília com programação repleta de K-pop, K-drama e cultura tradicional coreana

Divulgação K-Festival, crédito: Maiara Martins

De 29 a 31 de agosto, 3ª edição do evento reúne artistas nacionais e internacionais, concursos, oficinas e experiências imersivas, refletindo o avanço da cultura pop coreana no Brasil

Dos K-dramas que viraram febre nas plataformas de streaming e grupos de K-pop que lotam arenas, às apresentações de música, dança e gastronomia típicas da Coreia do Sul, a chamada Onda Coreana ou Hallyu, como é conhecida mundialmente, segue conquistando cada vez mais espaço no Brasil, especialmente entre o público jovem. Essa mistura de cultura pop e tradições milenares estará reunida em Brasília de 29 a 31 de agosto, na 3ª edição do

K-Festival: Festival da Cultura Coreana, no Parque da Cidade. Para participar, o público é convidado a contribuir com a doação de 2 kg de alimento não perecível (exceto sal) e 1 kg de ração para cães ou gatos, lacrada (não a granel), que serão destinados a instituições que assistem pessoas e animais em situação de vulnerabilidade social.

A programação, realizada pelo Fundo de envolvimento da Indústria, Comércio e Turismo e apoio da Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal, da Embaixada da República da Coreia, do Centro Cultural Coreano no Brasil e do Governo do estado de Jeonbuk, promete três dias de imersão cultural, mesclando atrações da música pop coreana, performances tradicionais, oficinas, competições e experiências interativas.

Além da programação cultural e artística, o público também poderá visitar o Terra e Kimchi, evento que ocupará o Estacionamento 1 do Parque da Cidade no mesmo período, com foco na gastronomia e no agro coreano. A iniciativa trará pratos típicos e experiências gastronômicas, ao mesmo tempo em que reforça a importância do agronegócio para a alimentação coreana.

Para participar, os visitantes também são convidados a contribuir com alimentos não perecíveis (exceto sal) e ração lacrada para cães ou gatos. O Terra e Kimchi é realizado pelo Instituto Epuranios, com apoio do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), e integra o calendário de ações que fomentam a cultura e a culinária coreana em Brasília.

Programação

Na sexta-feira (29), o público poderá acompanhar apresentações como a do dublador Rafael Schubert, conhecido por dar voz a personagens de dramas coreanos, Random Play Dance, performance de caligrafia, dança tradicional e gastronomia com a demonstração do bibimbap.

O dia contará ainda com entrevistas sobre moda inspirada em doramas e shows como o do grupo nacional MayDay.

O sábado (30) traz Random Play Dance, artes marciais, performance de caligrafia, apresentação da MV Orquestra, o K-Drama Concert e a aguardada apresentação do grupo sul-coreano Younite, atração principal desta edição. A noite também terá a “Balada Next”, com DJs e performances, além de danças tradicionais coreanas e a performance do bibimbap.

Encerrando o evento, o domingo (31) será marcado pelo Concurso K-Cover e pelo Concurso K-Cosplay, focado exclusivamente em personagens de séries coreanas. Também se apresentam MayDay, Ella, Shoi, Stainer, Lowell Straight e Vincent K, além de nova performance do Younite.

Mais atividades

Ao longo dos três dias, o K-Festival oferecerá ainda oficinas de manhwa (quadrinhos coreanos), demonstrações de taekwondo, hapkido e tai chi chuan, área de jogos, karaokê, experimentação de hanbok (traje tradicional) e espaço kids. Na gastronomia, pratos típicos coreanos estarão à disposição nos estandes, e a embaixada da Coreia do Sul participará com atrações inéditas. A classificação indicativa do evento é livre. “Com um formato que une cultura pop e tradições milenares, o K-Festival reforça o protagonismo da Coreia do Sul no cenário cultural global e consolida Brasília como um dos pólos de celebração da Hallyu no país”, comenta Marcelo Braga, um dos organizadores do evento.

Serviço – K Festival

Datas: sexta a domingo, 29 a 31 de agosto de 2025

Local: Parque da Cidade – estacionamento 1

Classificação indicativa: livre

Mais informações: @kfestival.kfcc e @terraekimchi

Alcione apresenta clássicos da carreira e novidades em show no dia 11 de outubro, no Centro de Convenções Ulysses

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Após celebrar 50 anos de carreira com homenagens, premiações e turnês pelo Brasil e exterior, Alcione retorna aos palcos para uma nova temporada de shows. Em 11 de outubro, a Marrom se apresenta no Centro de Convenções Ulysses, em um espetáculo que promete encantar fãs de todas as gerações. Os ingressos já estão à venda no site da Bilheteria Digital. 

Além de revisitar clássicos que marcaram sua trajetória, Alcione apresenta seu mais recente single e clipe, “Marra de Feroz”, composição de Xande de Pilares, Gilson Bernini e Helinho do Salgueiro, que critica o machismo e celebra o empoderamento feminino. O audiovisual traz participações de mulheres icônicas, como Conceição Evaristo, Gabriela Loran, Cláudia Di Mauro, Marcela Salorrana, Jennifer Dias, Mara Kambeba e Bombom da Mangueira.

Reconhecida mundialmente, Alcione já se apresentou em mais de 38 países, incluindo Estados Unidos, Portugal, França, Japão, Israel e Argentina, e coleciona prêmios e títulos, como o “Prêmio da Música Brasileira – Ano Alcione”, a Medalha Alcione de Mérito Cultural do Rio de Janeiro e o “Faz Diferença”, da TV Globo. Com 42 álbuns lançados, 26 Discos de Ouro e 7 de Platina, a cantora segue encantando plateias com sua voz marcante, presença de palco e interpretação única do samba.

Prêmios

Em sua galeria de troféus, com mais de 400 peças (prêmios e honrarias que vão desde os títulos de Cidadã Benemérita até as mais altas comendas do país como a “Ordem do Rio Branco” e a do “Mérito Timbiras” (esta última concedida pelo Estado do Maranhão) e medalhas relevantes como a “Tiradentes” e “Pedro Ernesto” (concedidas pela ALERJ). Premiações relativas à MPB abarrotam suas estantes como, por exemplo, os 21 troféus arrebatados nas 30 edições do “Prêmio da Música Brasileira”. Outros títulos edificantes foram os de “Madrinha do Corpo de Bombeiros do RJ” e de “Melhor Cantora Popular” , concedido pela Academia Brasileira de Letras.

Marrom também é detentora de inúmeras premiações internacionais, como o “Grammy Latino” na categoria “Melhor álbum de samba”, “O Pensador de Marfim” (concedido pelo Governo de Angola), “Diplome de Médaille D´or” (da Societé Acadêmique de Arts, Sciences et Lettres de Paris), “Extraordinary Contribuition to Brazilian Culture and Positive Image” (concedida no 9th Annual Brazilian International Press Award. Flórida), “Personalidade Negra das Artes” (Conselho Internacional de Mulheres) e “A Voz da América” (ONU).

Serviço:
Alcione 
Data: 11 de outubro (sábado)
Local: Centro de Convenções Ulysses
Informações: (61) 98409-0198
Classificação indicativa: 14 anos
Ingressos: https://www.bilheteriadigital.com/a-diva-do-samba-11-de-outubro

Serafina desembarca no Manhattan Shopping e inaugura sua primeira unidade no Centro-Oeste

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O novo centro de compras de Águas Claras apresenta o conceito Manhattan Taste: um boulevard gastronômico com operações premium. Inauguração acontece em novembro

O sabor vibrante da Itália, aliado ao espírito cosmopolita de Nova York, acaba de ganhar endereço no coração de Águas Claras. O renomado restaurante Serafina elegeu o Manhattan Shopping para abrir sua primeira unidade no Centro-Oeste, integrando o Manhattan Taste, o boulevard gastronômico do mall que reúne uma curadoria exclusiva do que há de melhor da gastronomia local e internacional.

Fundado em 1995 por Vittorio e Fabio — amigos que, após uma aventura no mar que virou lenda, prometeram criar o restaurante com as melhores pizzas e massas do mundo —, o Serafina nasceu em Nova York com a proposta de democratizar a culinária italiana autêntica em um ambiente descontraído e acolhedor. Desde então, a marca se expandiu para destinos icônicos como Londres e Tóquio, mantendo sua assinatura: hospitalidade calorosa, ingredientes selecionados e preparos fiéis às tradições do País da Bota.

No Manhattan Taste, a proposta do Serafina é convidar o público a uma experiência multisensorial. A atmosfera alegre e vibrante se reflete na decoração com estética mediterrânea contemporânea, que combina elementos tradicionais italianos, referências urbanas nova-iorquinas e detalhes que dialogam com o DNA moderno de Águas Claras. O cardápio traz massas frescas, pizzas de fermentação natural e receitas clássicas preparadas com produtos importados, evocando memórias afetivas e celebrações à mesa.

Para João Marcos Mesquita, superintendente do Manhattan Shopping, a chegada do Serafina reforça o propósito do boulevard gastronômico. “O conceito do Manhattan Taste é apresentar uma curadoria com o que há de melhor da gastronomia local, conectando o público a experiências que vão além da refeição. O Serafina soma muito a esse projeto ao unir sabores, tradições e convivência descontraída em cada visita”, reflete. 

Com um público-alvo arrojado, moderno e jovem, que busca vivências completas, o Manhattan Taste posiciona-se como o novo ponto de encontro de Águas Claras. E, com o Serafina, a promessa é clara: cada prato será uma viagem à Itália, cada momento, um brinde ao prazer de estar à mesa.

Além da novidade, o Manhattan Taste contará com operações queridinhas do público brasiliense, como a gelateria Bacio di Latte, a pizzaria Fratello Uno, o Açougue do Berg especializado em cortes nobres e premium e a Confraria do Camarão, com espaço pensado para marcas que tragam frescor ao boulevard gastronômico.

Natura Mamãe e Bebê lança linha para cabelos cacheadose crespos

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Cuidado gentil que respeita a curvatura natural dos fios desde os 
primeiros anos de vida, deixando os cachos modelados por até 24 horas

A Natura, marca líder em beleza e cuidados pessoais no Brasil*, amplia seu portfólio de Mamãe e Bebê com uma novidade desenvolvida especialmente para atender às necessidades dos fios cacheados e crespos dos bebês. Com fórmulas seguras, hipoalergênicas e de alta performance,  anova linha é ideal para cuidar dos cabelos das crianças de 0 a 3 anos.

Indicado para crianças com fios de curvatura de 3A até 4C, a nova linha oferece um cuidado natural e gentil, livre de ingredientes potencialmente prejudiciais à pele do bebê, e não causa irritação nos olhinhos nem no couro cabeludo. Além disso, contém a tecnologia antinó, que facilita o desembaraço em até sete vezes, e ajuda a garantir cachinhos modelados e definidos por até 24 horas. E, para facilitar a rotina dos pais, a nova embalagem conta com tecnologia soft touch, que oferece um sensorial aveludado e suave, evitando que escorregue das mãos.

“Esse lançamento vem para complementar o portfólio dermatologicamente testado de Natura Mamãe e Bebê, reafirmando nosso compromisso de oferecer as melhores soluções no cuidado diário. Natura segue inovando, com fórmulas seguras desde o primeiro dia, eficientes e embalagens pensadas para facilitar a rotina das famílias.” afirma Denise Coutinho, diretora de Marketing e Comunicação da Natura

A novidade inclui o novo Shampoo Mamãe e Bebê Cachinhos e Crespinhos, responsável pela limpeza dos fios, enquanto facilita o pentear em até 9 vezes. Já o Condicionador Mamãe e Bebê Cachinhos e Crespinhos, enriquecido com manteiga de murumuru, hidrata e deixa os cachinhos macios e cheios de vida. Por fim, com poder nutritivo da manteiga de murumuru, que deixa os fios hidratados e macios, o Creme para Pentear ajuda a desembaraçar em até 7 vezes e deixa os cachinhos modelados por até 24 horas.

A nova linha Mamãe e Bebê para cabelos cacheadinhos e crespinhos já está disponível no e-commerce da Natura, nas lojas físicas e consultoras de beleza da marca. Confira os lançamentos de Natura Mamãe e Bebê:

Kit Mamãe e Bebê Cachinhos e Crespinhos (3 produtos) – R$ 133,90

A nova linha Mamãe e Bebê traz um kit completo para cuidar de cabelos cacheadinhos e crespinhos, ideal para curvaturas de 3A a 4C. Com shampoo, condicionador e creme para pentear, os produtos limpam, hidratam e facilitam o desembaraço, deixando os cachinhos definidos por até 24 horas.

Shampoo Mamãe e Bebê Cachinhos e Crespinhos – R$ 43,50

Feito especialmente para cuidar de cabelos cacheadinhos e crespinhos, o produto é ideal para curvaturas de 3A até 4C. Sua fórmula hipoalergênica contém apenas o essencial para limpar os fios, ajudando no desembaraço e mantendo os cachos definidos por até 24 horas. Pode ser usado desde o primeiro banho, pois não irrita os olhinhos nem o couro cabeludo.

Condicionador Mamãe e Bebê Cachinhos e Crespinhos – R$ 43,50
Enriquecido com manteiga de murumuru, hidrata e deixa os cachinhos macios e cheios de vida. Feito especialmente para cuidar de cabelos cacheadinhos e crespinhos, o produto possui ação antinó, tornando o desembaraçar até seis vezes mais fácil. Ideal para curvaturas de 3A até 4C, conta com apenas o essencial para hidratar os fios e possui fórmula hipoalergênica.

Creme para Pentear Mamãe e Bebê Cachinhos e Crespinhos – R$ 46,90
Recomendado para crianças a partir dos 3 anos, facilita o desembaraço em até sete vezes e mantém os cachinhos modelados por até 24 horas. Com o poder nutritivo da manteiga de murumuru, hidrata e deixa os fios macios. Feito especialmente para cuidar de cabelos cacheadinhos e crespinhos.

*Fonte: Euromonitor International; Beleza e Cuidados Pessoais edição 2024; vendas ao varejo em valor (RSP), dados de 2023

Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. Por 11 anos consecutivos é a companhia de melhor reputação do Brasil e mais responsável em ESG pelo ranking Merco. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura foi pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidadebrasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber, em 2014, a certificação de Empresa B pelo B Lab, organização que reconhece globalmente negócios que combinam a geração de lucro ao impacto socioambiental positivo. Com operações em 14 países na América Latina, os produtos da marca podem ser adquiridos através das mais de 3 milhões de consultoras na região, via e-commerce, aplicativo Natura, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite https://www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedInFacebook e Instagram.

 

PRÊMIO ENGENHO ANUNCIA VENCEDORES DO CONCURSO DE REDAÇÃO DO FESTIVAL DE JORNALISMO

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O Festival de Jornalismo do Prêmio Engenho anunciou os três estudantes de graduação vencedores do concurso de redação “O Que Você Faria Diferente”. O tema é inspirado no documentário “Escola Base, Um Repórter Enfrenta o Passado, protagonizado pelo jornalista Valmir Salaro. Dirigido aos estudantes de Jornalismo, o certame faz parte do projeto Futuro do Jornalismo. A iniciativa quer contribuir com conteúdos, temas e debates atuais e necessários, que ainda não estão previstos nos cursos de graduação em Jornalismo.

A aluna Maria Clara Alencar Carvalho Diniz de Britto, do 7º semestre do UniCEUB, conquistou o primeiro lugar. Os alunos Gabriel de Paulo Carvalho e Joyce Kelly Viana Teles, ambos da Universidade Católica de Brasília, com o segundo e terceiros lugares. Todos cursam graduação em Jornalismo.

O concurso recebeu 24 inscritos das instituições Universitárias, UnB, IESB, UniCEUB, UDF e Universidade Católica de Brasília. Os prêmios serão: 3 mil reais, 2 mil reais, mil reais e uma mentoria de uma semana para cada estudante em quatro veículos de comunicação da cidade: Correio Braziliense, Band, Metrópoles e Record.

“O nosso objetivo, ao proporcionar essa oportunidade para os alunos, é fomentar debates éticos, técnicos e de conhecimento sobre os paradigmas do Jornalismo. O Jornalismo é uma ferramenta de cidadania, de estímulo ao pensamento crítico e de desenvolvimento de toda a sociedade”, informa a presidente do Prêmio Engenho e diretora pedagógica do Festival de Jornalismo do Prêmio Engenho, Kátia Cubel.

Os alunos vencedores receberão seus prêmios junto com os jornalistas que ganharão o Prêmio Engenho de Comunicação — O Dia em que o Jornalista Vira Notícia, edição 2025. A Cerimônia de Premiação vai acontecer no dia 30 de setembro, no Teatro Nacional. Nesta edição, as iniciativas do Prêmio Engenho contam com os seguintes patrocinadores: Sistema CNA-Senar, Sistema Cofeci-Creci, Caixa e Governo Federal, Sesi e Senai do DF.

ESCULTÓRIAS | Poesias da Matéria | de Leandro Gabriel

Foto divulgação

De agosto a novembro de 2025, o Jardim das Esculturas da CAIXA Cultural Brasíliarecebe a mostra Escultórias | Poesias da Matéria, individual inédita do artista Leandro Gabriel na capital federal. Com curadoria de Léia Lemos, a mostra reúne 16 esculturas produzidas com ferro reaproveitado que revelam a  trajetória do artista entre o desenho, a palavra e a tridimensionalidade. A exposição abre ao público no dia 26 de agosto às 17h, e fica em cartaz até o dia 30 de novembro. A visitação é de terça a domingo, das 9h às 21h, com entrada franca e livre para todos os públicos. A CAIXACultural Brasília fica no SBS Quadra 4, Lotes 3 / 4.

“As esculturas germinam do esboço rabiscado entre o vivido e o fabulado. A exposição é extensão desse fazer poético: ao ar livre, em diálogo com o chão e os olhos da cidade”, afirma a curadora Léia Lemos. As obras ocupam o espaço ao ar livre como corpos porosos, absorvendo o entorno e dialogando com o público de forma sensível. Mais do que representar formas naturais, como árvores e barcos, Leandro nos convida a refletir sobre como crescemos, nos movimentamos e deixamos marcas no mundo.

Leandro Gabriel iniciou sua carreira nas artes plásticas pela pintura e pela letra urbana. Mas foi na escultura que encontrou a linguagem capaz de traduzir seu gesto poético: uma escuta da matéria. As obras expostas — criadas entre 2010 e 2013 — pertencem às séries Pé de quê? e Embarcações, que tratam, respectivamente, das relações com a terra, o tempo e a memória, e do desejo de travessia, deslocamento e reinvenção. “São corpos pesados, porém nascentes, respirando o tempo em cada dobra e solda. Não são meras representações da natureza. Suas ramagens não obedecem a um plano rígido, mas à escuta atenta da matéria”, completa a curadora. 

Sobre o artista

Leandro Gabriel é graduado em Educação Artística pela Escola de Guignard da Universidade Estadual de Minas Gerais (1990 e 1994) e possui pós-graduação em Arte Educação pelo Centro de Pesquisa de Minas Gerais (1996). Ele é o idealizador e gestor do Viaduto das Artes no Barreiro, Belo Horizonte, um projeto de democratização da arte que revitalizou um viaduto abandonado, criando uma galeria de arte, biblioteca e ateliê de esculturas. O espaço é de acesso gratuito e atende à comunidade local por meio de visitas, oficinas e palestras. Desde 2016, Leandro é diretor da Cará Produções, uma empresa dedicada ao desenvolvimento de projetos culturais, curatoriais e de design. Ele trabalha de forma integrada e multidisciplinar na concepção, pesquisa, elaboração, produção, gestão, coordenação e consultoria de projetos culturais e publicações, especialmente nas artes visuais. Além disso, elabora projetos para leis de incentivo e editais, atuando em parceria com artistas, curadores, museólogos, pesquisadores, historiadores da arte, arquitetos, instituições culturais, designers, gestores culturais e patrocinadores públicos e privados.

Sobre a curadora 

Léia Lemos é curadora, artista visual e produtora cultural. À frente da Magnólia | Produtos e Artefatos Culturais, atua na concepção, desenvolvimento e realização de iniciativas que promovem a cultura, com foco em música, artes visuais e experiências imersivas. Graduada em Artes Plásticas e Visuais pela Universidade de Brasília (UnB) e pós-graduada em Processos e Produtos Criativos pela Universidade Federal de Goiás (UFG), acumula cerca de 10 anos de experiência na produção de eventos, exposições de arte, programas educativos e gestão financeira de projetos culturais. Ao longo de sua trajetória, participou da produção e assistência de importantes exposições e eventos em espaços renomados como CCBB Brasília, Belo Horizonte e São Paulo, Museu Nacional da República, CaixaCultural e Centro Cultural TCU. Seu trabalho une sensibilidade artística, inovação e estratégia, conectando marcas, artistas e públicos por meio de ações autênticas e impactantes.

45 anos de CAIXA Cultural 

Em agosto, a CAIXA Cultural está completando 45 anos de existência. A primeira unidade fundada foi a CAIXA Cultural Brasília, e as demais unidades encontram-se em Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. A exposição “Escultórias – Poesias da Matéria” faz parte da programação especial que foi planejada para esse marco tão importante. Um mês inteiro de celebração com eventos que passam por vários segmentos: shows e festival musical, novas exposições, mostra teatral e muito mais.

Mais informações sobre toda a programação serão disponibilizadas no site da CAIXACultural (http://caixacultural.gov.br/) e @caixaculturalbrasilia no Instagram.

Serviço:

Escultórias | Poesias da Matéria 

De Leandro Gabriel

Curadoria | Léia Lemos

Abertura | 26/08 | 17h

Onde | Jardim das Esculturas

              CAIXA Cultural Brasília

              SBS – Quadra 4 – Lotes 3/4 – Brasília – DF

Visitação | Até 30/11

                    De terça a domingo, das 9h às 21h

Classificação Indicativa | Livre para todos os públicos

Acesso para pessoas com deficiência

Informações | (61) 3206-9448 e (61) 3206-9449

                https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/default.aspx

Entrada | Franca

Produção | Magnólia | Produtos e Artefatos Culturais

Patrocínio | CAIXA e Governo Federal

 

Colégio Sigma abre inscrições para concurso de bolsas com descontos de até 75%

Divulgando

Processo contempla estudantes da comunidade externa e alunos já matriculados, em eventos separados

O Colégio Sigma, referência em educação no Distrito Federal, abre as inscrições para o seu tradicional concurso de bolsas, que concede descontos de até 75% nas mensalidades escolares para alunos da instituição e de até 40% para estudantes externos. Os interessados devem procurar a unidade Sigma mais próxima, neste sábado, 30 de agosto, a partir das 9h. Mais informações no https://sigmadf.com.br/

A iniciativa, que acontece há mais de 20 anos, oferece bolsas para estudantes que cursam a partir do 5º ano do Ensino Fundamental e abrangem todas as unidades do colégio. Gabriel Carvalho, diretor da unidade Asa Sul, explica que o percentual de desconto varia de acordo com o desempenho do candidato e com a modalidade de participação. “Para os alunos já matriculados, os concursos internos concedem os maiores percentuais de bolsas, reconhecendo o mérito acadêmico daqueles que já fazem parte da instituição”, adiciona. Ele comenta que os candidatos externos contam com um processo seletivo específico, que busca ampliar o acesso a novos estudantes.

Para Carvalho, a motivação do projeto está em dois pilares centrais: ampliar o acesso e valorizar o mérito. “De um lado, os concursos de bolsa representam uma oportunidade concreta para que estudantes da comunidade externa possam ingressar em uma das melhores instituições de ensino do Brasil, reconhecida por sua formação acadêmica sólida, estrutura de ponta e compromisso com o desenvolvimento integral do aluno. Por outro lado, a iniciativa também reforça o compromisso do colégio em reconhecer e estimular os alunos que se destacam pelo desempenho e dedicação. É uma forma de valorizar o esforço, o talento e a trajetória de alta performance de estudantes que já fazem parte da nossa comunidade escolar”, destaca.

Serviço:
Inscrições Experiência Sigma + Super Prova
Quando: sábado, 30/08 a partir das 9h
Onde: Sigma Asa Sul, Asa Norte e Águas Claras
Mais informações: @Sigmadf e https://sigmadf.com.br/

 

22ª edição do Projeto Preservar promove educação ambiental e valorização dos saberes populares no DF

Foto divulgação

Evento ecológico e educacional acontece de 1 a 12 de setembro na chácara da Farmacotécnica, na Vargem Bonita, envolvendo crianças, escolas e comunidade

Entre os dias 1 a 12 de setembro acontece a 22ª edição do Projeto Preservar que promove os saberes ancestrais das ervas medicinais. Os alunos da Escola Classe Ipê são os protagonistas do projeto, eles atuam como monitores, conduzindo os visitantes em trilhas educativas e compartilhando conhecimentos sobre o uso tradicional das plantas medicinais. A iniciativa transforma os estudantes em protagonistas do aprendizado, incentivando o contato direto com práticas ambientais e saberes populares que muitas vezes não fazem parte da rotina escolar.

A abertura do projeto acontece no dia 27 de agosto, na chácara da Farmacotécnica, localizada no Núcleo Rural Vargem Bonita (DF), um espaço reconhecido por seu trabalho com o cultivo e manejo de mais de 50 espécies de ervas medicinais. A atividade faz parte de uma proposta pedagógica que integra crianças, professores, especialistas e a comunidade em uma experiência multigeracional de educação ambiental.

Criado em 2001 por Rogério Tokarski, Romelita Milagres Tokarski, Leandra Sá e Francisco Valdeberto de Oliveira, o Projeto Preservar já recebeu mais de 15 mil visitantes ao longo de sua história e foi premiado pela ABRH-DF com o Prêmio Candango de Excelência em Recursos Humanos. Ao reunir tecnologia, práticas tradicionais e o engajamento das novas gerações, o projeto busca preservar conhecimentos ancestrais e reforçar a importância de olhar para o passado como forma de construir um futuro mais consciente.

As inscrições para participar do Projeto Preservar já estão abertas e podem ser feitas gratuitamente por escolas, faculdades, instituições e público em geral. As vagas são limitadas e a organização orienta que os interessados entrem em contato com antecedência para garantir a participação nas atividades.

Com expectativa de receber cerca de mil visitantes, a programação inclui oficinas de manipulação de ervas, produção de cosméticos e fitoterápicos, aulas práticas sobre compostagem e atividades educativas em escolas parceiras. O Projeto Preservar se destaca como um dos principais movimentos no Distrito Federal voltados à educação ambiental, ao uso consciente das plantas medicinais e à promoção da sustentabilidade.

SERVIÇO:

Projeto Preservar
Abertura: 27/08
Visitas: 1 a 12 de setembro
Local: Chácara da Farmacotécnica, nº 21, Núcleo Rural Vargem Bonita (DF)

Sobre o Projeto Preservar – O Projeto Preservar foi criado em 2001 por Rogério Tokarski, Romelita Milagres Tokarski, Leandra Sá de Lima e Francisco Valdeberto de Oliveira. Em 2003, foi ganhador do Prêmio Candango de Excelência em Recursos Humanos, pela Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-DF). Ao todo, já passaram pela chácara localizada no Núcleo Rural Vargem Bonita (DF) mais de 15 mil pessoas.

Sobre a Farmacotécnica – Prestes a completar 50 anos de atuação, a Farmacotécnica é a primeira farmácia de manipulação do Distrito Federal e uma das pioneiras no Brasil. Com uma trajetória marcada pela tradição e pelo compromisso com a saúde, a rede se destaca pela combinação entre inovação e conhecimento técnico, oferecendo soluções personalizadas e eficazes para o bem-estar de seus clientes. Com sete lojas no DF, a Farmacotécnica mantém um rigoroso padrão de qualidade e segurança em todos os processos, reforçando sua liderança no setor magistral. A constante dedicação à pesquisa e ao desenvolvimento garante à empresa o acesso às tecnologias mais modernas do mercado farmacêutico, sempre com foco na confiança e nos resultados que cada fórmula precisa entregar.

O Rei do Rock – O Musical” inicia turnê nacional em Brasília com Beto Sargentelli, Stepan Nercessian e Stella Maria Rodrigues

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Primeira biografia musical de Elvis Presley do Brasil, espetáculo multipremiado estreia em Brasília no Teatro UNIP de 12 a 14 de setembro seguindo para o Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Após temporadas de enorme sucesso em São Paulo e Rio de Janeiro em 2024, e reconhecimentos de público e crítica, “O Rei do Rock – O Musical” inicia sua primeira turnê nacional com sessões de estreia no Teatro UNIP, em Brasília, de 12 a 14 de setembro. A superprodução, apresentada pelo Ministério da Cultura e Bradesco Seguros, é estrelada por Beto Sargentelli, Stepan Nercessian, Stella Maria Rodrigues e um elenco afinado, que dá vida às figuras que marcaram a trajetória de Elvis Presley, iluminando suas fases mais emblemáticas. Com direção de João Fonseca, o espetáculo, que proporciona uma verdadeira viagem no tempo e na alma de um dos maiores ícones da cultura popular mundial, já tem graças à venda através da plataforma Olha o Ingresso: https://olhaoingresso.com.br/oreidorockomusical.html

Aclamado como um dos maiores sucessos recentes do teatro musical brasileiro, o espetáculo reúne nada menos que 31 prêmios, indicações e honrarias, incluindo o Prêmio APCA de Melhor Ator para Beto Sargentelli, o Prêmio Destaque Imprensa Digital de Dramaturgia Original, o Prêmio Arcanjo de Cultura pelo conjunto da obra e, em votação popular, foi eleito o Musical do Ano pelo Prêmio Song Pop, promovido pelo portal CinePop. Após passagem por Brasília, o musical retorna ao Rio de Janeiro (de 03 de outubro a 09 de novembro, no Teatro Claro Mais RJ) e segue para Belo Horizonte (de 14 a 16 de novembro, no Sesc Palladium), com apresentações por tempo limitado em cada cidade.

Idealizado, escrito, produzido e protagonizado por Beto Sargentelli, “O Rei do Rock” nasceu a partir de uma conexão íntima do artista com a obra de Elvis Presley e com a memória afetiva de seu pai, Roberto Sargentelli (1962–2016), ator, fotógrafo e cover do cantor. O musical foi concebido após sete anos de intensa pesquisa, que incluiu uma viagem a Memphis, onde Beto mergulhou na história do ídolo ao visitar Graceland, a Sun Records e outros marcos fundamentais de sua trajetória. Mais do que uma homenagem, o espetáculo propõe uma abordagem emocional e profunda sobre o homem por trás do mito.

A dramaturgia costura com delicadeza as 30 músicas de Elvis mais ouvidas no Brasil, construindo uma narrativa que percorre sua trajetória desde a primeira gravação aos 18 anos até a explosão meteórica da fama, os filmes de Hollywood, o icônico especial televisivo Comeback 68 e, por fim, o impacto da sua morte precoce, aos 42 anos. Para compor a complexidade do personagem, Sargentelli se inspirou em diversas fontes – de análises biográficas a relatos de quem viveu ao lado do astro – mas, acima de tudo, em seu pai, que foi sua grande referência emocional para interpretar um Elvis multifacetado, entre a glória pública e as dores privadas.

O grande desafio foi equilibrar essas duas faces do artista: o rei imortalizado por sua voz poderosa e presença magnética nos palcos, e o homem frágil que enfrentava traumas pessoais, a ausência do irmão gêmeo, conflitos familiares e a pressão insustentável da fama. Essa abordagem dá ao espetáculo uma profundidade rara no gênero, indo além da celebração da obra para oferecer uma experiência tocante sobre identidade, perdas e humanidade.

A montagem é fruto da união entre três produtoras: H Produções Culturais, de Beto Sargentelli, responsável também por “Os Últimos 5 Anos” e “Bonnie & Clyde”; Turbilhão de Ideias, de Gustavo Nunes, nome por trás de sucessos como “Cássia Eller – O Musical” e “Vital – O Musical dos Paralamas”; e Andarilho Filmes, de Eline Porto, que assinou projetos como “Por Elas – O Musical” e também “Bonnie & Clyde”. A direção geral é de João Fonseca, reconhecido por seu trabalho em grandes biografias musicais como “Tim Maia – Vale Tudo”, “Cássia Eller – O Musical” e “Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz”. A direção musical é de Thiago Gimenes, enquantoKeila Bueno assina as coreografias e movimentos de cena, com um olhar cuidadoso sobre os trejeitos e a linguagem corporal inconfundível de Elvis.

O time criativo conta ainda com nomes consagrados nos bastidores: Fábio Namatame na assinatura dos figurinos, Marcos Padilha na do visagismo, Giorgia Massetani na cenografia, Paulo César Medeiros no desenho de luz e Tocko Michelazzo no desenho de som. Tudo isso compõe uma estrutura de alto nível técnico e artístico, capaz de emocionar tanto os fãs de longa data de Elvis quanto quem se conecta agora com sua música e sua história.

Ficha Técnica | O Rei do Rock – O Musical

Idealização, Texto e Dramaturgia: Beto Sargentelli

Direção: João Fonseca

Direção Musical: Thiago Gimenes

Direção de Movimento e Coreografias: Keila Bueno

Assistente de Coreografias: Tiago Weber

Direção Musical Residente: Leonardo Córdoba 

Figurinista: Fábio Namatame

Cenografia: Giorgia Massetani

Designer de Luz: Paulo Cesar Medeiros

Designer de Som: Tocko Michelazzo

Visagismo: Marcos Padilha

Assessoria de Imprensa: GPress Comunicação

Direção Criativa Audiovisual: Eline Porto

Fotos: Stephan Solon

Comunicação Visual: Estúdio Órbita

Marketing Digital: Palma Comunicação

Produtores Associados: Beto Sargentelli e Gustavo Nunes

Coordenação de Produção: Gustavo Nunes

Produção e Coordenação Artística: Beto Sargentelli

Direção de Produção: Alina Lyra

Produção Executiva: Tâmara Vasconcelos

Produção: Pedro Guida

Production Stage Manager: Caio Bichaff

Produção Administrativa: Andrea Sargentelli

Idealização e Produção: H Produções Culturais

Supervisão de Produção: Turbilhão de Ideias

Realização: Andarilho Filmes 

SERVIÇO | BRASÍLIA

O Rei do Rock – O Musical

Local: Teatro UNIP
SGAS I SGAS 913 – Asa Sul, Brasília – DF, 70297-400
Temporada: 12 a 14 de setembro de 2025
Sessões: Sexta, às 20h | Sábado, às 16h e 20h | Domingo, às 15h e 19h
Ingressos: A partir de R$ 20 
Vendas: Site Olha o Ingresso

https://olhaoingresso.com.br/oreidorockomusical.html

ou bilheteria local
Duração: 160 minutos
Classificação: 12 anos

Saiba mais: https://www.oreidorock.com.br/

Redes: https://www.instagram.com/oreidorock?igsh=M3Y4eW16YTRodGQ0

SOBRE A ‘H PRODUÇÕES CULTURAIS’:

A “H PRODUÇŌES CULTURAIS” é uma produtora cultural especializada no segmento de Teatro e Teatro Musical que possui mais de 30 prêmios e 1 milhão de espectadores em sua trajetória.

Fundada por Beto Sargentelli há 15 anos, a empresa tem como principais realizações o espetáculo da Broadway “Os Últimos 5 Anos” do original “The Last 5 Years”, musical que conquistou 15 prêmios dentre 19 indicações, o espetáculo original brasileiro “Nautopia”, vencedor do Prêmio Bibi Ferreira de 2022 na categoria de “Melhor Letra e Música Original”, além das 9 categorias no Prêmio Destaque Imprensa Digital, sendo vencedor em quatro delas: “Destaque Iluminação”, “Destaque Letra Original”, “Destaque Direção Musical” e “Destaque Musical – Voto Popular” e em 2023, a produtora foi destaque absoluto da temporada com a primeira montagem da América Latina de “Bonnie & Clyde – O Musical Mais Procurado da Broadway”,  reconhecido como melhor espetáculo do ano aos maiores prêmios brasileiros. A super-produção somou 6 indicações ao Prêmio Bibi Ferreira e mais 12 categorias no Prêmio Destaque Imprensa Digital, conquistando as estatuetas de Destaque Ator e Destaque Iluminação. Foi eleita também uma das melhores do ano pelo Guia da Folha de S.Paulo, além de figurar na lista de Melhores do Ano pelo jornalista e crítico teatral Miguel Arcanjo Prado.

Paralelamente aos palcos, a produtora realiza desde 2018 o Projeto Multidisciplinar Sócio-Educativo para a formação cultural de público infanto-juvenil de baixa renda a título de assistência social através da arte-educação, o “Uirapuru Mirim”.

SOBRE A ‘TURBILHÃO DE IDEIAS’:

A TURBILHÃO DE IDEIAS produz projetos de arte, cultura e entretenimento em diversas plataformas, desde 2008. Suas produções são sucesso de público e crítica, reconhecidas por indicações e prêmios conquistados como: Prêmio APTR de melhor produção, Prêmio APCA de melhor texto, Prêmio Arte Qualidade Brasil, por melhor direção, 2 Prêmios Guia da Folha de melhor musical do ano (voto popular), Prêmio FITA de melhor espetáculo, Prêmio Shell (indicação), 6 indicações ao Prêmio Zilka Sallaberry, Prêmio Reverência de melhor musical (indicação) e 4 indicações ao prêmio Bibi Ferreira, o mais importante na categoria Teatro Musical. Realiza espetáculos em todos os estados e capitais do Brasil, tendo circulado por mais de 50 cidades. Em nível internacional, realizou Festivais em Londres e Dublin (Nelson Rodrigues Festival) e apresentações de teatro em Portugal. 

A Turbilhão de Ideias cria projetos para todas as idades em vários segmentos do mercado de entretenimento. Entre mais de 40 espetáculos realizados, estão: “Cássia Eller, O Musical”, um dos maiores sucessos do teatro musical brasileiro; “Meu Quintal é maior do que o Mundo”, com Cássia Kis; “Simples Assim”, com Julia Lemmertz; “A História de Nós 2”, de Lícia Manzo; “O Menino que vendia palavras”, com Du Moscovis; “R&J de Shakespeare – Juventude Interrompida”, vencedor do Prêmio APTR (melhor produção); “Rio Mais Brasil, o nosso musical” com direção de Ulysses Cruz; “Isso Que É Amor – O Musical”, inspirado nas canções de Luan Santana, entre muitos outros. O segmento que mais tem se destacado nos últimos anos é a produção de musicais no teatro: “Cássia Eller – o musical”, “Rio mais Brasil, o nosso musical”, “Isso que é amor – o musical”, “Conferência dos Monstros, o musical”, “Céu Estrelado – o musical” aclamado pelo público e pela crítica especializada, sobre o cancioneiro popular brasileiro.m Suas produções já ultrapassam 2,5 milhões de espectadores em mais de 5 países, tendo sido indicadas a mais de 30 prêmios nacionais e internacionais.

O Grito do Silêncio das Cores: quando a arte rompe o som e ecoa na alma

Foto Way Alves

Galeria Mercato apresenta a arte de Marcos Anthony

Em um mundo saturado de ruídos, a arte de Marcos Anthony irrompe como um grito mudo — vibrante, inegociável, visceral. A exposição “O Grito do Silêncio das Cores” marca um momento singular na trajetória do artista mineiro, reconhecido nacional e internacionalmente como um dos principais expoentes da arte contemporânea produzida por artistas surdos no Brasil.

Com cerca de 30 obras inéditas, todas autorais, a mostra convida o público a atravessar a superfície da imagem e mergulhar em um território sensorial. “Nas minhas telas o silêncio fala, grita e cura. A cor transcende a audição e invade todos os sentidos e revela com intensidade a alm, onde cada pintura é um testemunho de fé, emoção e liberdade criativa”, afirma Marcos. O silêncio, para Marcos, é som e sentido. Sua linguagem não se limita à palavra, nem à tradição: é expressão pura de existência.

Sobre o artista

Marcos Anthony nasceu em Timóteo, Minas Gerais — Brasil. Arquiteto de formação pela PUC-MG e artista por essência, é reconhecido como o primeiro arquiteto surdo de Minas Gerais e um dos pioneiros no país. Também é o primeiro pintor surdo brasileiro a realizar uma exposição individual internacional, com destaque em Nova York, Espanha e outros países.

Em outubro de 2013, conquistou o 2º lugar no Concurso Internacional de Artes Visuais “Art From the Heart”, promovido pela The Vanderbilt Republic em Nova York — um feito inédito para a arte brasileira inclusiva. Sua obra também brilhou na Espanha, no emblemático CastilloMuseo Provincial Del Vino, em Valladolid – Peñafiel.

O estilo de Marcos transita entre o expressionismo, o cubismo e a arte contemporânea, com uma assinatura própria: uma pintura carregada de emoção, força e espiritualidade. Em suas criações, o silêncio é uma linguagem visual potente — um farol de cor e sentimento que transforma a ausência sonora em presença artística profunda.

Serviço

Exposição: “O Grito do Silêncio das Cores”
Artista: Marcos Anthony
Local: Galeria Mercato + Antiguidades + Arte + Design
Mezanino do Edifício Eldorado, no Conic

Visitação com hora marcada pelo @espacomercato

O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro também é formação!

Divulgação

De 13 a 19 de setembro, oficinas gratuitas acontecem em várias regiões do DF, com temas que vão da crítica de cinema ao VFX com IA, da atuação diante das câmeras à criação de projetos audiovisuais.

São 8 oficinas com grandes nomes do setor, voltadas para todos os públicos.

Inscrições até 25 de agosto, às 18h

Garanta sua vaga pelo site https://festcinebrasilia.com.br/oficinas/

CENA CONTEMPORÂNEA – FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO DE BRASÍLIA

Foto divulgação

DE 26 DE AGOSTO A 07 DE SETEMBRO DE 2025

Amaro Freitas apresenta, pela primeira vez em Brasília, seu premiado trabalho Y’Y

Melhor Instrumentista do Ano pelo Prêmio Multishow, Melhor Disco do Ano pela APCA, Melhor Disco Instrumental do Ano pelo Prêmio da Música Brasileira. O pianista e compositor pernambucano Amaro Freitas vive um momento especial na carreira. No CENA CONTEMPORÂNEA, ele apresenta Y’Y, seu mais recente trabalho, que vai às raízes do Brasil profundo para encontrar a sonoridade da floresta e alimentar no público um sentimento de brasilidade. Ele costuma dizer: “através desse som que você vai escutar agora, vamos imaginar as lendas e os encantamentos amazônicos”. Amaro Freitas faz apresentação única no domingo, dia 31 de agosto, às 19h, na sala Martins Penna do Teatro Nacional.

Acompanhado de Sidiel Vieira (Contrabaixo Acústico) e Rodrigo “Digão” Braz (Bateria), Amaro Freitas promete fazer um passeio pelas composições que marcam sua trajetória. No roteiro, músicas que vão desde o lançamento de “Sangue Negro”(2016), como “Baquaqua”, que destaca a história raramente contada do africano Mahommah Gardo Baquaqua; a delicada: “Gloriosa”, uma homenagem a sua mãe Rosilda; “Ayeye”, celebração em iorubá, onde apresenta um piano vibrante e uma batida de baixo de groove, que às vezes pode soar tanto como um hit de D’Angelo ou Alicia Keys quanto como Bill Evans ou Thelonious Monk; e “Viva Naná”, uma bela homenagem ao seu conterrâneo Naná Vasconcellos. 

O CENA CONTEMPORÂNEA tem direção geral de Guilherme Reis. O festival é apresentado pela Petrobras, com realização do Ministério da Cultura, através da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), e conta com o apoio cultural da CAIXA.

O festival acontece de 26 de agosto a 07 de setembro, na Sala Martins Penna (Teatro Nacional Cláudio Santoro), nos teatros do Espaço Cultural Renato Russo, no Espaço Multicultural Casa dos Quatro, no Espaço Cultural Venâncio, no SESC 504 Sul e em diferentes espaços urbanos.

Em campanha de nova fragrância, Natura faz um convite às mulheres: “Liberte a deusa que você é”

Foto divulgação

Luna Divina traz um ritual completo de perfumação com uma fragrância chipre floral sofisticada

Natura, marca #1 de perfumaria na América Latina*, estreou campanha na segunda-feira (11/8), para apresentar a nova fragrância de Luna Divina. Com criação do N-O-S (Sistema Operacional Natura), a comunicação foi multicanal, com veiculação nacional do filme na TV, podcast, peças OOH (out of home) especiais, estratégia digital  e de influência com a participação de personalidades como Taís Araújo, Iza, Maisa, Nátaly Neri, Lela Brandão, Rafa Moreira, Angelica Silva, Rita Carreira, com conteúdos que despertam a liberdade e grandiosidade das mulheres.

O lançamento traz uma fragrância chipre floral irresistível que combina o patchouli, madeira que exala personalidade, com a vibração da framboesa, a picante pimenta-rosa e a delicadeza das pétalas de peônia.

“Com Luna Divina, criamos o convite para que cada mulher descubra e liberte a deusa que já existe dentro dela, celebrando sua presença com confiança, atitude e beleza em cada momento e com a liberdade se ser quem se é”, comenta Tatiana Ponce, vice-presidente de Marketing e Pesquisa e Desenvolvimento para Natura e Avon.

O insight criativo para essa campanha foi com a Natura fazendo um convite para as mulheres não só revelarem sua autenticidade e a confiança em si, mas também exaltá-las no dia a dia.

“Quando pensamos na mulher de Luna Divina, estamos pensando nessa mulher de uma energia realmente divina, que toma conta dos ambientes. Por isso, mais do que lançar um perfume, quisemos celebrar a grandiosidade que é inerente às mulheres — esse brilho imenso, que não se cria, não se copia, que apenas se revela. A nova campanha de Luna Divina é para todas as mulheres gigantes que passam por nós todos os dias”, acrescenta Ariane Polvani, ECD (Diretora Executiva de Criação) da 404 Innovation Studio.

Com 30” de duração, o filme principal mostra um desfile de mulheres fortes, que por onde passam chamam atenção por sua atitude e ganham proporções divinas, até mesmo além dos arranha-céus da metrópole. Ao final entra a assinatura “Luna Divina. Liberte a deusa que você é”. Assista o filme completo aqui: https://youtu.be/zZHOAfeAR74?si=0R5RsCNZc3sgCOgS

A campanha é assinada pelo N-O-S (Sistema Operacional Natura), estrutura que comporta a agência GALERIA.ag, a 404 Innovation Studio, a empresa de marketing de influência a.gente e a GAIA, empresa de Inteligência Artificial.

Fonte: Euromonitor International; Beleza e Cuidados Pessoais edição 2024; vendas ao varejo em valor (RSP), dados de 2023\

Sobre a Natura          
Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. Por 11 anos consecutivos é a companhia de melhor reputação do Brasil e mais responsável em ESG pelo ranking Merco. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura foi pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber, em 2014, a certificação de Empresa B pelo B Lab, organização que reconhece globalmente negócios que combinam a geração de lucro ao impacto socioambiental positivo. Com operações em 14 países na América Latina, os produtos da marca podem ser adquiridos através das mais de 3 milhões de consultoras na região, via e-commerce, aplicativo Natura, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram.

Temporada França-Brasil 2025 tem abertura em Brasília com série de eventos

Foto Denis Roy / Respire

De 18 a 23 de agosto, Brasília receberá uma série de eventos especiais que darão início a uma celebração histórica com cinco meses de intercâmbio cultural, científico e ecológico.

A capital federal será o palco de abertura da Temporada França-Brasil 2025, uma iniciativa dos presidentes Emmanuel Macron e Luiz Inácio Lula da Silva que celebra dois séculos de relações diplomáticas entre os dois países.  

Uma colaboração ambiciosa entre o Instituto Guimarães Rosa e o Institut français, sob a égide dos Ministérios da Cultura e das Relações Exteriores de ambos os países, a Temporada teve início em abril, com eventos do Brasil na França, onde se estende até setembro, e, no Brasil, terá mais de 300 atividades apresentadas pela França programadas em 15 cidades, até dezembro de 2025. 

Uma parceria com história
A Temporada França-Brasil 2025 marca o terceiro grande momento de intercâmbio cultural entre os dois países. Em 2005, o Ano do Brasil na França teve como objetivo apresentar um novo Brasil aos franceses. Quatro anos depois, em 2009, foi a vez do Ano da França no Brasil, que apresentou a criação contemporânea francesa ao Brasil.

Agora, 19 anos depois, o objetivo é celebrar aquilo que os países têm em comum: seu vínculo com a democracia, a riqueza de sua diversidade e o comprometimento em comum a favor do clima. Esta nova Temporada marca uma evolução da parceria, não se limitando ao descobrimento de suas respectivas culturas, mas também visa criar pontes para enfrentar juntos os grandes desafios mundiais.

Essa nova Temporada é constituída em torno de três eixos temáticos centrais:

• Clima e transição ecológica – Em articulação com a Conferência das Nações Unidas sobre os Oceanos (Nice, França – junho de 2025) e a COP30 (Belém, Brasil – novembro de 2025).

• Diversidade das sociedades – Diálogo com a África e reconhecimento dos povos indígenas no Brasil e dos povos autóctones na França (Guiana Francesa, Martinica e outros territórios ultramarinos).

• Democracia e globalização equitativa –Promoção de uma globalização mais justa e inclusiva, baseada em valores democráticos.

Festival Convergências marca abertura oficial na capital Federal
A abertura oficial da Temporada França-Brasil 2025 no Brasil acontecerá em Brasília com o “Festival Convergências”, um evento multifacetado que reunirá representações oficiais dos dois países e oferecerá uma programação diversificada:

Fórum Juventude e Democracia – Nos dias 18 a 20 de agosto, no Sesi Lab, haverá um espaço de diálogo que reunirá 40 jovens franceses e 40 brasileiros, que por três dias debaterão sobre os desafios democráticos contemporâneos, alinhado com as bandeiras comuns dos presidentes Macron e Lula de promover uma globalização mais justa e inclusiva.

Abertura institucional – Cerimônia oficial com representações diplomáticas e culturais dos dois países que acontece no dia 21 de agosto, no auditório do Museu Nacional da República, às 16h. Marcando simbolicamente o início desta celebração histórica no coração político do Brasil, com a presença das Ministras da Cultura da França, Rachida Dati, e do Brasil, Margareth Menezes, do embaixador da França no Brasil Emmanuel Lenain, além dos presidentes do Instituto francês Eva Nguyen Binh e do Instituto Guimarães Rosa Marco Antonio Nakata, e dos comissários da Temporada Anne Louyot (França no Brasil) e Emilio Kalil (Brasil na França).  

Exposição “Nego Fugido” – Ainda dentro do Museu Nacional, os convidados poderão apreciar uma parte da exposição “Nego Fugido, Memórias Quilombolas”, que se estende também à sede da Aliança Francesa em Brasília. A exposição de Nicola Lo Calzo é um projeto fotográfico colaborativo que documenta uma prática performativa viva na comunidade quilombola de Acupe, no Brasil, o Nego Fugido. A performance reinterpreta a desumanização da escravidão e a luta dos escravizados pela emancipação, oferecendo uma nova perspectiva sobre o passado colonial e as lutas contemporâneas pelos direitos das comunidades quilombolas.

Espetáculo “Respire” – Acontece no Complexo Cultural da República, entre a Biblioteca Nacional e o Museu Nacional, às 18h15, a apresentação única da renomada funambulista francesa Johanne Humblet, da companhia Les Filles du Renard Pâle. Seu número aéreo sobre fio ilustrará ao mesmo tempo o vínculo entre as duas nações e a delicadeza da democracia. Após esse espetáculo, uma performance do grupo brasileiro Boi do Seu Toeodoro precede a apresentação da cantora franco beninense Angélique Kidjo e suas duas convidadas brasileiras Puma Camillê e Karla da Silva.

Festival de música CoMA – Em 23 de agosto, no Centro Cultural Banco do Brasil das 17h às 2h, o evento musical destacará a riqueza e a diversidade da cena franco-brasileira, apresentando artistas como o brasiliense Kirá e a argentina radicada em Toulouse Aluminé Guerrero, assim como a cabo-verdiana Ronisia e a francesa Sônge em uma fusão cultural que antecipa os ricos intercâmbios artísticos dos próximos meses.

Uma iniciativa de alcance nacional
Após seu lançamento em Brasília, a Temporada continuará em escala nacional com uma programação rica e variada que atravessará inúmeras cidades brasileiras nos próximos meses. se desdobrará em uma rica programação nacional que percorrerá diversas cidades brasileiras ao longo dos próximos meses. Eventos de abertura também marcarão o início da Temporada em São Paulo e Belém.

São Paulo receberá a exposição “O Poder de Minhas Mãos” e o show “Concerto Brasil-França” no Sesc Pompeia, a “Play – FITE – Bienal Têxtil de Clermont-Ferrand” no Sesc Pinheiros, a apresentação ao ar livre do espetáculo “Les Voyages” no Parque da Independência e a performance “Atomic Joy”da artista Ana Pi na Pinacoteca de São Paulo.

Belém será palco da “Bienal das Amazônias”, com forte presença de artistas franceses da Guiana e Antilhas, e do seminário científico “Conexões Amazônicas”, dedicado às cooperações franco-brasileiras em matéria ambiental e climática, que antecede a COP30.

Destaques da programação nacional:
Artes Visuais: O Instituto Tomie Ohtake irá inaugurar uma exposição inédita com a coleção pessoal do poeta martinicano Édouard Glissant,o MAM de Salvador apresentará as obras do artista beninense Romeo Mivekannin, a Bienal de São Paulo selecionou 15 artistas franceses – especialmente oriundos da França ultramarina e da diáspora africana na França – para participar do evento. 

Espetáculos e Música: O projeto de orquestra binacional “Ecos da Amazonia” unirá jovens músicos da Guiana Francesa e do Pará, a cantora francesa Zaho de Sagazan participará do Festival Cocktail Molotov em Recife, e o “Trace Fest Salvador” celebrará a cultura afro-urbana. Como evento de fechamento, a aclamada ópera-balé “Les Indes Galantes” de Rameau será recriada pela coreógrafa Bintou Dembele e por dançarinos franceses e brasileiros de hip hop no Theatro Municipal de São Paulo.

Cinema: A “Mostra de Cinemas Africanos”, único festival brasileiro dedicado exclusivamente aos cinemas africanos contemporâneos, acontecerá entre 10 e 24 de setembro no Rio de Janeiro, Salvador e Cachoeira, seguindo para São Paulo em novembro. O Festival de Cinema do Rio abrirá suas portas à França, com um destaque nas diretoras mulheres. 

Debates e Literatura: O festival “Nosso Futuro” em Salvador reunirá jovens da França, Brasil e África para discutir a cidade inclusiva do futuro. O “Colóquio Oyapock” no Museu da Língua Portuguesa explorará a diversidade linguística da fronteira franco-brasileira. O Rio de Janeiro sediará o “Fórum Econômico Franco-Brasileiro da Transição Energética”, a FLUPno Rio de Janeiro recebe uma importante delegação de autores franceses e africanos.

Sobre a Temporada França-Brasil 2025:Iniciada pelos presidentes de ambos os países, a Temporada celebra 200 anos de relações diplomáticas. É organizada pelo Instituto Guimarães Rosa e pelo Institut Français, com o apoio de um extenso comitê de mecenas, incluindo grandes empresas como ENGIE, L’Oréal, LVMH, Carrefour, Banco do Brasil e Petrobras.

Serviço:
Site Oficial: https://francabrasil2025.com/

Instagram: @francabrasil2025

Projeto Passos Pioneiros: SQS 106 inaugura 5 placas históricas que celebram os marcos da fundação de Brasília

Foto divulgação

A Superquadra Sul 106 (SQS 106), considerada o “Marco Zero” dos blocos residenciais de Brasília, receberá neste sábado (30/08), a inauguração de placas turísticas e históricas do “Projeto Passos Pioneiros”, uma iniciativa que visa resgatar e preservar a memória dos primeiros anos da capital federal

Um marco histórico preservado

A SQS 106 possui importância única na história de Brasília por abrigar os três

primeiros blocos residenciais de apartamentos construídos na cidade. Em 1959, foram entregues os blocos C, D e I, com o bloco D inaugurado primeiro em junho, seguido pelos blocos I e C na primeira semana de setembro, marcando oficialmente o início da vida residencial na nova capital.

O projeto arquitetônico dos primeiros oito blocos foi assinado por Oscar Niemeyer em parceria com a Novacap, representando o único projeto de blocos residenciais do renomado arquiteto em Brasília. Os três blocos restantes foram projetados por Wagner Urubatan Neves, arquiteto que, apesar de ter sido responsável pelo projeto de 11 blocos nas quadras 106 e 306 Sul, atualmente caiu no esquecimento histórico.

Personagens que fizeram história

O projeto destaca figuras fundamentais na construção da quadra, incluindo:

● Cláudio Sant’Anna, proprietário da Kosmos Engenharia, empresa responsável pela execução das obras

● Wagner Urubatan Neves, arquiteto autor de três blocos da SQS 106, cuja obra será resgatada do esquecimento

● Maria Isaura de Albuquerque e Silva, primeira diretora da Escola Classe da SQS 106 (atual Centro de Ensino Fundamental 01), que permaneceu no cargo de 1960 a 1994

As placas históricas

O “Projeto Passos Pioneiros” contempla o resgate e preservação da história da SQS 106, e de Brasília, além de uma homenagem aos pioneiros, por meio da instalação de cinco placas estrategicamente distribuídas pela quadra, abordando:

1. Os três primeiros prédios de apartamentos de Brasília – destacando o processo construtivo iniciado em 1957 e a entrega dos primeiros blocos em 1959

2. Informações gerais da SQS 106 – desde sua denominação original como Conjunto Residencial IAPC até se tornar a SQS 106

3. Centro de Ensino Fundamental 01 – a quarta escola inaugurada no Plano Piloto, em 20 de setembro de 1960

4. Cine Brasília e Entrequadra Sul 106/107 – tombados em 2007 como Área de Tutela do Bem Tombado

5. Área Comercial – incluindo marcos como os primeiros semáforos de Brasília (1978) e os viadutos das tesourinhas

Ação complementar: Durante todo o dia 30 de agosto, o Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER-DF) realizará trabalhos de revitalização na quadra, contribuindo para a melhoria da infraestrutura local.

Autoridades confirmadas:

✓ Presidente do Iphan, Sr. Leandro Grass

✓ Superintendente do Arquivo Público do DF, Adalberto Scigliano

✓ Deputado Gabriel Magno/Consultora Legislativa Luísa Carvalho

✓ Diretor de Produção Industrial e Sinalização do DER – Jefferson Oliveira

✓ Presidente do CCAS – Patrícia Carvalho

✓ Presidente do CCAN – Cléa Torres

Serviço

Evento: Inauguração das Placas Históricas – Projeto Passos Pioneiros

Data: 30 de agosto de 2025

Horário: 09h

Local: Centro da Quadra SQS 106

Realização: Prefeitura da SQS 106

Parceiros: Arquivo Público do DF, Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER-DF) e CLDF.

Contato para imprensa:

Prefeitura da SQS 106

Giordano Bazzo Vice-prefeito (61) 98193-6021

Teresa Lopes encerra Projeto Cartola no Eixão Norte, em 31 de agosto

Foto divulgação

Show gratuito celebra o mestre do samba e marca o fim da temporada de apresentações do tributo em Brasília

Projeto Cartola chega ao fim no domingo, 31 de agosto, no Eixão Norte, com a participação especial da cantora brasiliense Teresa Lopes. Depois de quatro meses de programação gratuita — iniciada em abril, com encontros que reuniram centenas de famílias no gramado do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) e em outros palcos da cidade, Clube do Choro e Eixão do Lazer —, o tributo ao maior mestre do samba brasileiro se despede em clima de festa, poesia e brasilidade.

A programação começa às 12h, com show do Regional Choro Livre e convidados, sob o comando do bandolinista Reco do Bandolim. Em seguida, Teresa Lopes — intérprete de voz potente, marcada pela influência das sonoridades afro-brasileiras e pela pesquisa de repertório refinada — assume o palco em homenagem luminosa à obra de Cartola, encerrando a temporada com sua assinatura única.

Com 20 anos de carreira, Teresa já dividiu palco com nomes como Arlindo Cruz, Neguinho da Beija-Flor, Fundo de Quintal e Fabiana Cozza, além de ter se apresentado em países como Portugal, Holanda, Noruega e Cuba. Em Brasília, lançou o disco Clara Essência (2019), dedicado a compositores locais, e consolidou-se como uma das vozes mais representativas do samba da cidade. Sua presença no encerramento do Projeto Cartola simboliza tanto a força da música feita no DF quanto a reverência ao legado de Cartola.

Para o diretor musical do Projeto Cartola e da Escola Brasileira de Choro, Henrique Neto, essa reta final significa muito mais do que um simples show. “O Projeto Cartola no Eixão Norte se consolida como um novo ponto de cultura ao ar livre na cidade, reforçando o compromisso do Clube do Choro e do CCBB em aproximar o público da arte e da tradição musical do Brasil. Uma oportunidade imperdível para curtir o domingo em um espaço democrático, acessível e cheio de brasilidade”, exalta.

Aberto e gratuito, o evento transforma o Eixão Norte em um espaço democrático de cultura e lazer, com opções de gastronomia, atividades para crianças e um ambiente acolhedor para toda a família.

Projeto Cartola

Projeto Cartola é uma homenagem a Angenor de Oliveira, o Cartola, um mestre do samba — gênero que não apenas inspira o choro, mas moldou de forma definitiva a música brasileira. Poeta do cotidiano e cronista dos sentimentos humanos, Cartola foi compositor, letrista e intérprete. Suas canções expressam com delicadeza e lirismo temas como o amor, a dor, a saudade e a esperança, tornando-se verdadeiros hinos da MPB. Sucessos como O Mundo é um MoinhoAs Rosas Não Falam e Preciso Me Encontrar permanecem vivas no imaginário coletivo, emocionando gerações e reafirmando seu papel como um dos maiores autores da história da música popular brasileira. 

Mais do que músico, Cartola é símbolo de resistência, elegância e autenticidade. Foi peça-chave para a consolidação do samba como expressão cultural genuinamente brasileira e símbolo da identidade nacional. 

Com uma trajetória pessoal marcada por altos e baixos, chegou a ser dado como morto na década de 50. Desapareceu da cena musical por muitos anos, até ser redescoberto por jornalistas como lavador de carros em Ipanema. Ao lado de Dona Zica, o amor da sua vida, Cartola voltou a compor e reencontrou a estabilidade emocional. Juntos, fundaram o Zicartola — restaurante e casa de samba que virou um importante ponto de encontro de artistas na década de 1960, no Rio de Janeiro. 

Gravou seu primeiro disco somente aos 65 anos e, mesmo diante de tantas adversidades, conquistou um lugar no panteão da música nacional como símbolo do samba de raiz, da boemia romântica carioca e da dignidade artística. 

O projeto também acontece no Clube do Choro, desde 26 de abril e segue até 31 de agosto, com programação específica.

SOBRE OS ARTISTAS

Reco do Bandolim & Choro Livre

Henrique Lima Santos Filho, o Reco do Bandolim, é baiano de Salvador. Chegou a Brasília ainda adolescente e participou de bandas de rock, nos primórdios do movimento musical que projetaria a cidade na década de1980. Mas a descoberta do bandolim e os discos do mestre Jacob Bittencourt despertaram nele uma paixão definitiva pelo choro. Participou do grupo de fundadores do Clube do Choro de Brasília, em 1978 e forjou seu estilo em rodas musicais ao lado dos mestres Waldyr Azevedo, Avena de Castro, Alencar 7 cordas, Armandinho Macedo e Pernambuco do Pandeiro.

Filho dileto do Clube do Choro de Brasília, o regional Choro Livre tem no seu batismo a tradução de como vê e toca o gênero: criativo e aberto a novas influências. Fiel à raiz, o conjunto “sacode a poeira e dá a volta por cima”, fazendo uma leitura contemporânea dos clássicos do choro e complementando o repertório com novos autores e composições próprias.

O Choro Livre já atuou ou dividiu o palco com artistas considerados monstros sagrados da MPB, como Nelson Cavaquinho, Clementina de Jesus, Moraes Moreira, Armandinho, Abel Ferreira, Sérgio Santos, Raul de Barros, Dona Ivone de Lara, Waldir Azevedo, Paulinho da Viola, Hermeto Paschoal e Sivuca.

Grupo de base de todos os projetos apresentados pelo Clube do Choro de Brasília nas últimas dez temporadas, o Choro Livre acompanhou apresentações inesquecíveis de Altamiro Carrilho, Oswaldinho do Acordeon, Dominguinhos, João Donato, Época de Ouro, Cristóvão Bastos, Guinga, Wagner Tiso, Paulo Moura e outros bambas da nossa música popular. 

Excursionou pela Europa, Ásia, África, América do Sul, Caribe e América do Norte, além de participar com frequência de festivais de música nos Estados Unidos, China, Canadá, Áustria, Espanha, Itália, Portugal, França, Alemanha, República Tcheca, Tunísia, Emirados Árabes, Argentina, Peru, Uruguai, Chile, Suriname e Cuba.

Dhi Ribeiro

Cantora e atriz, Dhi Ribeiro é uma das grandes vozes do samba no Brasil. Nascida no Rio de Janeiro e radicada em Brasília desde os anos 1990, já lançou discos, participou de trilhas de novelas da Globo — como Lado a Lado (2012) e A Força do Querer (2017) — e venceu o prêmio de Cantora Revelação do projeto Mulheres que Brilham.

Com carreira internacional, integrou o Circo Lídia Togni na Europa e realizou turnês na África, com o projeto Conexão Brasil-África. Em Brasília, é figura essencial em eventos culturais, como o Réveillon da Esplanada, Bienal do Livro e projetos próprios como Roda Dhi Samba e Casa da Dhi.

Na pandemia, lançou iniciativas virtuais e sociais, como o espetáculo Brasília: Falando Dhi Amor. Recentemente, tornou-se personagem da série infantil Sara e Sua Turma e dubladora da animação 3D Sara, a menina que gostava de saber.

Em 2022, protagonizou o filme Maria, da Globo Filmes, com direção de Iberê Carvalho. Em todos os palcos que pisa, Dhi carrega a força da ancestralidade, do samba e da representatividade negra brasileira.

Teresa Lopes

Teresa é uma cantora brasiliense com 20 anos de carreira, reconhecida por sua interpretação marcante, potência vocal e musicalidade influenciada por sonoridades afro-brasileiras e internacionais. Representa com autenticidade a cena musical de Brasília e o legado de grandes cantoras negras.

Sua trajetória no samba inclui parcerias com nomes como Almir Guineto, Fundo de Quintal, Arlindo Cruz, Fabiana Cozza e Ana Cañas, além de apresentações internacionais em países como Portugal, Holanda, Noruega e Cuba. Lançou em 2019 seu primeiro álbum, Clara Essência, com direção musical de Rafael dos Anjos e repertório focado em compositores de Brasília. Participou de diversos projetos e festivais relevantes, como Samba de Bamba, Latinidades, Samba nas Feiras, COMA, entre outros. 

Fabiana Cozza

É reconhecida como uma das grandes vozes da sua geração, elogiada por sua técnica refinada e presença dramática no palco. Já foi comparada a nomes como Elis Regina, Elizeth Cardoso e Clara Nunes, e venceu o Prêmio da Música Brasileira como Melhor Cantora de Samba (2012) e pelo Melhor Álbum em Língua Estrangeira (2018), mostrando sua versatilidade.

Seus álbuns mais recentes, Dos Santos (2020) e Urucungo (2023), reafirmam sua conexão com as tradições afro-brasileiras, que ela celebra e reinventa com força e sensibilidade, mantendo essas raízes vivas e relevantes no cenário musical atual.

Marina Iris

A cantora e compositora carioca Marina Iris lançou em maio de 2023 o disco Virada, com dez faixas que exploram os afetos e os desafios dos relacionamentos amorosos, com sonoridade fiel às rodas de samba cariocas.

O álbum conta com participações de Péricles, Diogo Nogueira, Lenine, Moacyr Luz, Renato da Rocinha, entre outros, e marca o fortalecimento de Marina como compositora, ao lado de nomes como Moacyr Luz, Manu da Cuica e Raul DiCaprio.

Virada propõe o amor como ato político e coletivo. A produção musical é de Vitor de Souza, com direção artística dividida com Eduardo Familião.

Conhecida por sua trajetória engajada, Marina também é autora de Voz Bandeira (2019), homenagem à vereadora Marielle Franco, e do livro-disco É Pretinha (2024).

Alfredo Del Penho

Alfredo Del Penho é músico, compositor, ator e pesquisador, com 25 anos de trajetória na Música Popular Brasileira. Lançou mais de dez álbuns como intérprete ou produtor, foi indicado ao Grammy Latino e venceu duas vezes o Prêmio da Música Brasileira. Também acumula cerca de dez prêmios como diretor musical e autor de trilhas originais, incluindo Shell, Cesgranrio e Bibi Ferreira.

Criado na cena de choro e samba de Niterói (RJ), teve formação musical ao lado de mestres como Carlinhos Leite e trabalhou com ícones do samba, como Elton Medeiros, Wilson Moreira e Cristina Buarque. 

Como compositor, tem parcerias com nomes como Nei Lopes, Paulo César Pinheiro, Joyce, Chico César e João Cavalcanti. Atua também como pesquisador e consultor em projetos como o Novo Museu da Imagem, ao lado de Ruy Castro.

Vidal Assis 

Vidal Assis, carioca, é uma das vozes promissoras da nova geração da música popular brasileira. Como compositor, tem parcerias com nomes como Hermínio Bello de Carvalho, Nei Lopes e Elton Medeiros, e já teve músicas gravadas por Áurea Martins, Fabiana Cozza e Teca Calazans.

Seu disco de estreia, Álbum de Retratos (2016), com participações de Zélia Duncan e Elton Medeiros, foi indicado ao Prêmio da Música Brasileira nas categorias Artista Revelação e Melhor Cantor de MPB. Vidal participou de montagens como Clementina, cadê você? e Elizethíssima, além de aparições em programas como Conversa com Bial e Sr. Brasil. Atua também como diretor musical e criador de trilhas para teatro.

Em 2022, explorou o afrofuturismo no show O que aprendi com minha mãe. No ano seguinte, venceu o Prêmio Luiz Melodia de Canções Afrobrasileiras e participou de homenagem a Wilson das Neves no Teatro Municipal do Rio. Em 2024, lançou o espetáculo Vidal Assis celebra Emílio Santiago, no Sesc São Paulo.

Nilze Carvalho

Nilze Carvalho iniciou sua relação com a música ainda criança, aos 5 anos, e aos 11 já gravava a série Choro de Menina como bandolinista, incluindo parcerias com o grupo Época de Ouro. Aos 15, começou a carreira internacional, com apresentações em países, como França, Japão, EUA, China e Austrália.

No Brasil, foi uma das fundadoras do grupo Sururu na Roda, vencedor do Prêmio da Música Brasileira em 2014. Em carreira solo, lançou álbuns premiados como Estava Faltando Você(2002) e O que é Meu (2010), além de Verde Amarelo Negro Anil (2015), indicado ao Grammy Latino.

Participou de projetos como Samba Social Clube e do DVD Gafieira, de Zeca Pagodinho, e já dividiu o palco com nomes como Dona Ivone Lara, João Bosco e Mart’nália. Desde 2022, apresenta o programa Sambalaio, na Rádio Roquette Pinto.

Seu novo álbum, Nos Combates da Vida (2024), inspirado em Dona Ivone Lara, reúne músicas autorais e regravações, com participações de João Bosco Teresa Cristina, e parcerias com Nei Lopes e outros compositores.

Moyseis Marques

Carioca, criado na Vila da Penha, Moyseis Marques é um cantor, compositor, músico e produtor, com ligação especial com o samba, o forró pé-de-serra e a MPB.  Iniciou-se profissionalmente na música em 1999, cantando em bares na Zona Norte do Rio de Janeiro. Fundador integrante das bandas Casuarina, Forró na Contramão e Tempero Carioca, teve passagem por conjuntos musicais antes de lançar seu primeiro disco solo, o homônimo Moyseis Marques, em 2007.

A partir daí, ficou conhecido como um dos principais talentos revelados na Lapa carioca dos anos 2000, colecionando apresentações por todo o Brasil, Europa e Estados Unidos – onde também ministrou aulas de canto popular.

João Cavalcanti

João Cavalcanti é cantor, compositor e jornalista. Filho de Lenine, iniciou na música em coros infanto-juvenis. Mas foi na faculdade que retomou o caminho musical. Em 2001, fundou o grupo Casuarina, com o qual foi vocalista por 16 anos. O grupo lançou sete CDs, dois DVDs, venceu duas vezes o Prêmio da Música Brasileira e realizou turnês pela Europa, América do Norte, Ásia e África.

Em carreira solo, João lançou o álbum Placebo(2012), com composições próprias de estilos variados, e dirigiu o projeto Toda Cor (2014), com grandes nomes da música brasileira, a convite do Movimento Down. Suas composições foram gravadas por artistas como Lenine, Roberta Sá, Elza Soares e MPB4.

Entre seus trabalhos mais recentes estão o disco Garimpo (2018), em parceria com Marcelo Caldi, o EP Samba Mobiliado (2019) e a participação no TEDx Blumenau (2021), com o tema “Samba como alicerce da canção popular”. Em 2022, lançou dois projetos: o audiovisual Desengaiola, indicado ao Grammy Latino e vencedor do Prêmio da Música Brasileira, e o tributo Ivone Rara, em homenagem aos 100 anos de Dona Ivone Lara.

Ellen Oléria

Ellen Oléria é uma cantora e compositora brasileira. Com mais de 20 anos de carreira, a artista acumula prêmios em festivais e quatro discos lançados. Já fez apresentações em cidades de norte a sul do Brasil e em outros países, como Espanha, França, Angola, Estados Unidos, Inglaterra, Rússia, Japão e Taiwan. Em seu recente projeto musical, a artista combina com maestria ritmos brasileiros como o samba, o forró, o carimbó, o afroxé, o maracatu, com os timbres e arranjos contemporâneos que apontam para um encontro urbano de identidades e discurso de protagonismo das comunidades negras do Brasil. 

A versatilidade de Ellen estende-se também ao seu ativismo político, que pudemos acompanhar na Estação Pluraltalk show criado pela TV Brasil para tratar de pautas de comportamento e temas do universo LGBTQIAP+, em que Ellen Oléria atuou como apresentadora.  Conhecida pelo público por seu timbre cintilante e repertório brasileiríssimo, a soprano dramática Ellen Oléria condensa em sua performance o que o povo brasileiro reconhece como seu: entusiasmo e um sorriso que nunca sai do rosto iluminando cada canção que canta.

Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

FICHA TÉCNICA

Direção Geral – Henrique Filho (Reco do Bandolim)
Direção Musical – Henrique Neto
Direção Administrativa – Raimundo Luiz Sá Teles
Produção executiva – Michele Milani
Curadoria – Henrique Neto
Coordenador de produção – Marco Guedes
Social Media – Lunares Ayla
Designers – Tiago Pezão e Biba Per

SERVIÇO

Projeto Cartola

Local: Eixão Norte, altura da 110 norte

Data: 31 de agosto (domingo)

Horário: a partir das 12h 

Classificação indicativa: Livre  

Samba pras Moças celebra ancestralidade, empoderamento e cultura preta em sua 4ª edição

Foto divulgação

Dia 7 de setembro, na Praça da Bíblia da Candangolândia

No dia 7 de setembro, na Praça da Bíblia da Candangolândia, o Samba pras Moças realiza sua quarta edição, transformando o espaço público em um grande encontro de música, empreendedorismo e ancestralidade. O evento nasce do desejo de resgatar tradições afro-brasileiras e, ao mesmo tempo, abrir caminhos para novas possibilidades de representatividade e fortalecimento das mulheres pretas e mulheres trans.

No palco principal, o público será presenteado com uma seleção de artistas que reafirmam a força e a diversidade do samba e da música preta: DJ Kashuu, Pé no Chão, Ane Êoketu, Mari Sardinha, DJ Odara Kadiegi, Bruna Tassy e Kika Ribeiro. Mais que entretenimento, as apresentações são uma celebração da resistência e da potência criativa que brota das periferias.

Idealizado por Paula Olivio, mulher preta moradora da Candangolândia e fundadora da ONG Obinrin Badú, o projeto foi construído a partir da observação da realidade de mulheres em situação de vulnerabilidade social, muitas delas chefes de família. Desde a primeira edição, o evento se mantém resiliente e independente, conquistando seu espaço na cena cultural do Distrito Federal ao oferecer um ambiente de acolhimento, celebração e empoderamento.

“O Samba pras Moças nasceu da necessidade de criar um espaço em que nós, mulheres pretas e periféricas, pudéssemos nos reconhecer, nos fortalecer e também nos divertir. É um lugar de troca, de cuidado e de celebração da nossa ancestralidade. A cada edição, mostramos que a cultura preta é resistência, é afeto e é futuro”, afirma Paula Olivio, idealizadora do projeto.

Mais do que um festival de samba, o Samba pras Moças é um espaço de visibilidade e valorização da cultura afro-brasileira. A programação contempla, além dos shows, a Feira das Moças, espaço da beleza, recreação infantil e contações de histórias, conectando gerações e reafirmando a importância de práticas ancestrais como as tranças, que fortalecem a identidade e a autoestima das mulheres negras.

A Feira das Moças fomenta a economia local, com empreendedoras da moda, da gastronomia e do artesanato, oferecendo autonomia financeira a trabalhadoras que encontram menos oportunidades no mercado. Já a recreação infantil contará com contações de histórias afro-brasileiras, além de pula-pula, distribuição gratuita de algodão-doce e pipoca doce, garantindo um espaço de aprendizado e diversão para as crianças.

Atividades prévias formativas do evento, serão realizadas as oficinas de tranças e de percussão voltadas ao aprendizado e à transmissão de saberes, incentivando crianças e jovens a se reconhecerem em suas raízes.

O Samba pras Moças reafirma, a cada edição, que cultura é também um ato político: cria oportunidades, multiplica saberes e fortalece identidades. Em um tempo em que a representatividade é cada vez mais urgente, o evento se coloca como espaço de encontro, resistência e alegria coletiva.

O projeto é uma realização da Obinrin Badú e Saturno Cultural, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC) / Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF.

 

Programação – Domingo, 07/09

Praça da Bíblia – Candangolândia

11h – Abertura oficial e Feira das Moças + feijoada
12h – Abertura da área da beleza e recreação infantil | DJ Kashuu
12h30 – Contação de história “O cabelo de Lelê”, com Jennifer Rios
13h – Show: Pé no Chão
14h – Show: Ane Êoketu
14h50 – Show: Mari Sardinha
15h40 – DJ Odara Kadiegi | Contação de histórias “O Batuquinho”, com Cláudia Cristina
16h10 – Show: Pé no Chão
16h30 – Show: Bruna Tassy
17h – Show: Kika Ribeiro
18h – DJ Odara Kadiegi
18h30 – Encerramento

 

Artistas Convidad@s

Ane Êoketu – Cantora, compositora e percussionista sergipana radicada no DF, lançou em 2023 o álbum Eu Já Passei Pelo Fogo, premiado como melhor espetáculo musical no Prêmio SESC+ Cultura DF. Vencedora da Fantástica Fábrica de Bandas, foi destaque em festivais como Feira Preta, CoMA e Bocadim.

Kika Ribeiro – Voz potente e carisma no palco, é uma revelação do samba autêntico. Lançou em 2024 seu primeiro EP e fundou o bloco Samba da Mulher Bonita. Já se apresentou em palcos históricos como Cacique de Ramos e Pedra do Sal, levando samba e empoderamento feminino.

Bruna Tassy – Musicista multi-instrumentista de Brasília, integra grupos como Elas que Toquem, SaiaBamba e Samba da Passarinha. Registrada na OMB, atua como cantora e instrumentista, com repertório que vai da MPB ao samba e pagode.

DJ Kashuu – Com oito anos de carreira, mistura funk, jazz e hip hop às batidas da cultura underground. Sua pesquisa conecta sonoridades negras nacionais e internacionais, criando experiências únicas para o público.

Mari Sardinha – Cavaquinista e bandolinista formada pela UnB, já tocou com Fabiana Cozza, Hamilton de Holanda e Mateus Aleluia. Participou de festivais em Cuba e nos EUA, e integra grupos como SaiaBamba, Samba da Passarinha e Forró Jazz do Cerrado.

Pé no Chão – Grupo criado em 2022, é uma roda de samba democrática formada por nove músicos. Une ancestralidade e contemporaneidade, valorizando a cena independente do DF e promovendo um samba coletivo e diverso.

DJ Odara Kadiegi – Filha de mãe angolana e pai carioca, a brasiliense Odara Kadiegi é DJ e produtora musical que transita entre sonoridades brasileiras, africanas e latinas. Já dividiu o palco com nomes como Luedji Luna, Liniker, Baco Exu do Blues, Céu e Baiana System, além de se apresentar em festivais como Coala, CCBB Brasília e Encontro de Culturas da Chapada dos Veadeiros. Seus sets mesclam ancestralidade, grooves e ritmos dançantes, levando mensagens conscientes e identidade a cada apresentação.

Serviço 

Samba pras Moças – 4ª edição
Data: Domingo, 07 de setembro 
Local: Praça da Bíblia – Candangolândia/DF
Horário: das 11h às 18h30
Entrada gratuita
Instagram: @sambaprasmocasdf

Distrito Junino 2025 encerra edição com shows de Natanzinho Lima, Safadão e George Henrique & Rodrigo na Esplanada dos Ministérios

Foto divulgação

Nos dias 29 e 30 de agosto, Flávio José e Chambinho do Acordeon também se apresentam, trazendo a autêntica tradição nordestina aos palcos do maior circuito de quadrilhas juninas da história do DF

O Distrito Junino 2025 chega ao fim com uma celebração grandiosa, nos dias 29 e 30 de agosto, transformando a Esplanada dos Ministérios em um dos maiores arraiais já realizados no país. O encerramento reunirá as três quadrilhas melhor classificadas de cada liga e contará com shows de artistas que transitam entre a tradição e a modernidade da cultura nordestina, reforçando a diversidade cultural do evento. Os ingressos serão disponibilizados a partir desta terça-feira, dia 26 de agosto, gratuitamente via Sympla. 

Na sexta-feira (29), o público terá a energia contagiante de Natanzinho Lima, um dos grandes nomes da nova geração do forró, e a poesia cantada de Flávio José, considerado um ícone da música nordestina e herdeiro legítimo da tradição do baião. Já no sábado (30), a festa será marcada pela potência de Wesley Safadão, pelo autêntico forró de Chambinho do Acordeon — que interpretou Luiz Gonzaga no cinema — e pelo sertanejo de George Henrique & Rodrigo.

Além disso, estão previstas apresentações das grandes estrelas do evento, as quadrilhas juninas representantes das três entidades juninas do DF, que conquistaram seu lugar ao longo das etapas regionais. Na sexta-feira (29), apresentam-se: Filhos do Sol, Santo Afonso, Formiga da Roça e Sanfona Lascada. Já no sábado (30), sobem ao tablado as quadrilhas: Rasga o Fole, Si Bobiá a Gente Pimba, Sabugo de Milho, Arroxa o Nó e Pau Melado, mostrando a diversidade de estilos, narrativas e coreografias que traduzem a força do movimento quadrilheiro brasiliense.

Além dos shows principais, cada noite contará com trios de forró no esquenta da festa ao som de Toin do Forró e Trio na sexta-feira; e Trio Asa Branca, no sábado.

O presidente do Instituto Orgulho de Ser Nordestino, Affonso Gomes, reforçou a expectativa para o grande encontro: “Será um espetáculo histórico, reunindo as nove melhores quadrilhas do circuito e artistas que representam diferentes gerações da música popular. Queremos encerrar essa jornada com uma festa à altura da cultura nordestina que pulsa no DF”, destacou.

Sobre o Distrito Junino 

Durante dois meses, o Distrito Junino iluminou diversas regiões administrativas do DF e do entorno com todo o brilho, a energia e a dedicação das quadrilhas juninas. Foram 63 grupos participantes, que levaram ao público a força de suas coreografias, o encanto de seus figurinos e a riqueza de suas tradições populares, em 14 etapas de apresentações, envolvendo 9 Regiões Administrativas e a RIDE/DF. 

Executado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa, por meio de chamamento público, em parceria com a OSC Instituto de Ser Nordestino, o Distrito Junino 2025 recebeu um investimento de R$ 10 milhões, evidenciando a responsabilidade do GDF em apoiar, de forma consistente e transparente, o segmento junino e toda a sua importância cultural, social e econômica para o DF e entorno. 

A Secretaria de Cultura está em preparação para lançar, o mais breve possível, um edital exclusivo de premiação destinado às quadrilhas juninas participantes do projeto. Serão R$ 2,25 milhões em recursos, um reconhecimento ao brilho, à dedicação e à força cultural desse movimento popular que emociona e transforma comunidades. 

Serviço – Encerramento Distrito Junino 2025 

Local: Esplanada dos Ministérios – Brasília/DF
Datas: 29 e 30 de agosto de 2025
Horário: A partir das 18h (sexta) e 17h (sábado)
Entrada gratuita – retirada de ingressos pelo Sympla a partir de terça-feira, 26 de agosto
Mais informações: @distritojunino2025

Evento inédito em Brasília discute segurança, inclusão e valorização dos bastidores do circo

Foto divulgação

A conferência acontece nos dias 26, 27 e 28 de agosto, na UnB e a apresenta um mapeamento nacional da categoria de montadores e riggers circense

A Conferência Brasileira de Montadores e Riggers de Circo será realizada nos dias 26, 27 e 28 de agosto, na Faculdade de Educação Física da Universidade de Brasília (UnB), reunindo artistas, técnicos, pesquisadores e especialistas de diversas regiões do país. Pela primeira vez no Brasil, profissionais dos bastidores do circo ganham protagonismo em um evento nacional voltado exclusivamente para sua valorização e qualificação. 

Durante a cerimônia de abertura será lançado o primeiro mapeamento nacional de montadores e riggers de circo, com dados sobre perfil, diversidade e condições de trabalho da categoria. Também será apresentado um canal para registro de acidentes em atividades circenses, contribuindo para a construção de uma cultura de segurança mais sólida no setor.

Com acesso gratuito e aberto ao público, a conferência busca promover uma reflexão ampla sobre segurança, inclusão, condições de trabalho e reconhecimento profissional dos responsáveis por montar e manter a estrutura que sustenta os espetáculos circenses. Ao ocupar o ambiente acadêmico, o evento também pretende aproximar o universo do circo das instituições de ensino e pesquisa, promovendo um diálogo interdisciplinar entre arte, ciência e técnica.

Organizada pelo projeto Entre Nós (DF), em parceria com a empresa Aerius Soluções em Altura (Campinas-SP), e com apoio do grupo Avante/UnB e da Secretaria de Estado da Economia Criativa do DF (FAC), a conferência marca um avanço histórico para o setor técnico do circo brasileiro, ao reunir pela primeira vez esses profissionais em um espaço de troca e formação.

A programação inclui palestras, mesas-redondas, oficinas e vivências práticas, com temas como: normativas e certificações, segurança em circos itinerantes, mulheres no setor técnico, inclusão de pessoas com deficiência e ensino do risco no circo. Nomes como Marco A. Bortoleto, Fábio Marcelo, Diego Ferreira, Tum Aguiar (Cirque du Soleil) e Mateus Bonassa (Circo Vox) estão entre os convidados que conduzirão as atividades.

“A conferência é um marco para o circo brasileiro. Queremos dar visibilidade a esses profissionais essenciais que, muitas vezes, permanecem invisíveis. É sobre segurança, sim, mas também sobre reconhecimento, direitos e pertencimento”, afirma Ludmila Condé, produtora do evento. 

Além da programação técnica, o evento garante acessibilidade com intérpretes de Libras, espaços físicos adaptados e equipe capacitada para acolher pessoas com diferentes necessidades.

Programação 

Terça-feira, 26 de agosto

14h- Credenciamento e abertura com Diego Ferreira.

15h às 16h30- Palestra: o risco como conteúdo no processo  de ensino e aprendizagem das atividades circenses com Marco Bortoleto.

17h às 18h30- Mesa redonda: mercado de trabalho para riggers com Tum Aguiar e Mateus Bonassa.

Quarta-feira, 27 de agosto

8h30 às 10h- Palestra: cultura de segurança no circo: a importância para manutenção da arte com Diego Ferreira.

10h30 às 12h- Oficina: princípios para uma ancoragem segura com Lucas Lírio (Entre Nós) e Vivência: Acesso por corda com Arthur Baki, Douglas Paiva e Diego Camillo.

14h30 às 16h- Palestra: normativas e certificações, cenário atual e desafios futuros com Fabio Souza e Diego Ferreira.

16h30 às 18h30- Vivência: acesso por corda com Arthur Baki,Douglas Paiva e Diogo Camillo. 

Oficina: vantagem mecânica aplicada ao circo com Vini Martins.

Quinta-feira, 28 de agosto

8h30 às 10h- Oficina: inspeção de equipamentos com Fabio Souza e Diego Ferreira; lançamento do livro “Anatomia Aplicada às Artes Aéreas: guia ilustrado de força, flexibilidade, treinamento e prevenção de lesões” com Malu Vieira eHammai Assis.

10h30 às 12h- A segurança em circos itinerantes com Mika(Master Show Circus).

14h30 às 16h- Mesa redonda: seguranças nas aulas de circo para pessoas com deficiência com Patricia Affiune e Douglas Alves.

16h30 às 18h30- Mesa redonda: a atuação de riggers mulheres com Tum Aguiar e Isabela Levi. 

19h- Encerramento com apresentação artística.

Serviço

1ª Conferência Brasileira de Montadores e Riggers de Circo
Local: Universidade de Brasília (UnB) Faculdade de Educação Física
Data: 26, 27 e 28 de agosto

Despedida do Festival CoMA reúne cerca de 20 mil pessoas em Brasília

Foto Luara Baggi

“Encerramos da forma que começamos: felizes, realizados e com a certeza de que deixamos nosso público satisfeito”, declara Michelle Cano, diretora do festival
 

Depois de quase dez anos de eventos anuais, com intensa programação de conferências sobre a indústria da música, além de receber artistas, consagrados e em ascensão, de diferentes gêneros musicais, a organização do CoMA realizou, no fim de semana, a última edição do festival. 

Com ingressos esgotados e recorde de público – mais de nove mil pessoas — , o sábado reuniu artistas locais no palco principal, como QueOnda, com participação de Juyè, e o show eletrizante de Kirá, com a cantora franco-argentina Aluminé Guerrero. Em seu set, o cantor, radicado em Brasília, desceu do palco e, por alguns momentos, fez o show em meio ao público. Nomes em ascensão do rap feminino também marcaram presença, entre elas N.I.N.A e Budah, além de Ronísia, cantora de Cabo Verde. 
 

rapper Don L apresentou, pela primeira vez, as músicas de seu novo disco Caro Vapor II, um dos mais elogiados dos últimos meses pela imprensa especializada, e, para encerrar o dia, exibiu-se Yago Oproprio, paulista considerado um dos principais nomes do rapnacional da atualidade. 

No palco de música eletrônica, personalidades como FBC e VHOOR utilizaram o espaço para manifestos políticos. Caio T e Young Clubber, o projeto do rapper Febem, trouxeram sets que transitaram do house ao techno, sempre em sintonia com a energia da pista. 
 

Neste domingo, 24 de agosto de 2025, o CoMA finalizou seu ciclo com mais de 7 mil pessoas presentes no CCBB Brasília. Devido a problemas técnicos que causaram atrasos na passagem de som e, consequentemente, no horário dos shows, a organização do evento pediu desculpas e, com grande público já no CCBB, chamou o grupo Metá Metá para iniciar as apresentações do último domingo. O trio abriu a performance com a faixa Exu.

Estrelas como Paulinho da Viola e Paulinho Moska também se apresentaram, com destaque para a participação de Sandra de Sá no show Sarau Secreto. Ao lado de Marvyn, Bell Lins, Laady B e Israel Paixão, a artista transformou o palco BB Seguros em um verdadeiro baile black, com destaque para a canção Olhos Coloridos.

Valentina Luz, Technobrass, Mathosa com Omoloko e Kabulom foram algumas das atrações que agitaram o palco eletrônico no dia 24. No teatro, a cantora Catto performou seu mais novo álbum, Caminhos Selvagens. Nação Zumbi encerrou a noite com showespecial celebrando os 30 anos do icônico disco Da Lama ao Caos. Clássicos como A Praieira, A Cidade, Samba Makossa, entre outros, fizeram o público do CCBB se emocionar.


“O CoMA nasceu do desejo coletivo de criar um espaço onde música, arte e reflexão se encontrassem. Cada edição foi construída com afeto e parceria, e é emocionante encerrar este capítulo com uma programação que honra nossa trajetória e nosso legado”, afirma Michelle Cano, diretora do festival.
 

Nesta última edição, o evento trouxe uma programação especial com mais de 60 atrações, que revisitaram momentos marcantes da história do festival e celebram novos encontros e despedidas à altura de sua caminhada. A abertura ficou por conta do CoMA em Família, voltado para todas as idades, com atividades culturais, oficinas, espetáculos e feiras temáticas. Já a Conferência CoMA, realizada no Espaço Cultural Renato Russo, promoveu debates sobre o futuro dos eventos de entretenimento e das artes no país.
 

O CoMA celebrou sua história em uma despedida em grande estilo, à altura da relevância que conquistou para Brasília e para a cena cultural do país. Desde sua primeira edição, o festival transformou a capital em palco de uma programação ousada e diversa, reunindo, ao longo de oito anos, mais de 100 mil pessoas e mais de 200 artistas de diferentes estilos, origens e gerações.
 

Ao longo dos anos, o Festival CoMA se consolidou como um dos mais importantes encontros de música e arte do país, levando a seus palcos nomes que marcaram gerações e diferentes estilos. Basta lembrar que passaram pelo evento artistas consagrados como Ney Matogrosso, Elza Soares, Gal Costa, Maria Gadú, Criolo, Djonga, Carlinhos Brown, Gaby Amarantos, BaianaSystem e Filipe Ret, entre muitos outros que ajudaram a construir a identidade plural e diversa que é marca registrada do festival.
 

Manifesto CoMa 2025 – O CORAÇÃO COMO CENTRO

O que nos move? O que nos faz escolher um caminho e não o outro? O que nos leva a atravessar a fronteira do medo e dar o próximo passo?

Somos um emaranhado de vontades, instintos e memórias. Nosso corpo armazena tudo o que já vivemos e nos sussurra sinais, nossa mente cria caminhos e simula futuros. Mas, no fim, o que realmente decide é o coração. Ele é a força sutil que transforma desejo em ação, pensamento em realidade, sonho em movimento.

O Festival CoMA 2025 celebra essa pulsação essencial. É um convite para sentir – para viver a arte, a música e a coletividade de forma intensa e verdadeira. Não há transformação sem emoção, não há futuro sem um presente que nos toque profundamente.

Aqui, cada som, cada encontro, cada experiência são batidas de uma transformação ritmada. Um compasso coletivo que une arte, artistas, público e ideias em um fluxo vivo e vibrante. Sonhamos um festival que não apenas fale ao intelecto, mas que reverbere no peito, que emocione, que faça com que cada pessoa enxergue um mundo diferente do que via quando chegou.

Se a mente projeta e o corpo carrega, é o coração que decide. Que o CoMA 2025 seja esse espaço de escolha e entrega. Onde a arte nos conecta ao que há de mais verdadeiro: aquilo que sentimos.

Venha pulsar com a gente.

Sobre o Festival CoMA

O Festival CoMA é uma celebração da música, cultura e criatividade que une pessoas, culturas e ideias em uma comunhão inspiradora. Nascido em Brasília em 2017, vem sendo realizado anualmente. Já passaram pelos palcos do CoMA nomes como Elza Soares, Maria Gadu, Ney Matogrosso, Gaby Amarantos, Gal Costa, entre outros expoentes da música. 

A 8ª edição, neste ano, se destaca pela diversidade musical e por provocar reflexões sobre a relação entre cultura e o mercado do entretenimento. Além dos shows, que atraem grandes públicos, a Conferência CoMA promove um grande intercâmbio de conhecimento entre artistas e bandas em projeção, bem como profissionais já experientes do mercado musical. Em 2023, o Festival CoMA ingressou no movimento Brasília é de Festivais, endossando seu potencial turístico e de fomento da economia local.

O CoMA 2025 é apresentado pelo Ministério da Cultura e BB Seguros, realizado pela Mawê e CCBB, com patrocínio de Sebrae, Claro, Toyota e ABDI. 

Sobre a BB Seguros

Somos a BB Seguros, um grupo empresarial que atua nos segmentos de seguros, previdência aberta, títulos de capitalização e planos odontológicos. Cuidamos do que importa para as pessoas, oferecendo soluções inovadoras e sustentáveis para garantir um futuro tranquilo. Investimos na cultura e no esporte porque acreditamos que o desenvolvimento do talento brasileiro impulsiona conquistas para todos. Queremos proporcionar tranquilidade para as pessoas, hoje e sempre.

Sobre o CCBB Brasília  

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.  

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. 

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana.  

Desde o final de 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, sendo que no ano de 2023, obtivemos a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade.  

CCBB Brasília

Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h

Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF

E-mail: ccbbdf@bb.com.br

Informações

Fone: (61) 3108-7600

E-mail: ccbbdf@bb.com.br 

Site: https://ccbb.com.br/

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Instagram: @ccbbbrasilia

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YouTube: /bancodobrasil 

Acompanhe o festival CoMA pelas redes sociais:  

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Exposição interativa e inédita no CCBB destaca o olhar de fotógrafas do Pará

Foto divulgação

Realidade virtual, sala aromática eprogramação paralela fazem parte da atraçãoimersiva do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília a partir de 26 de agosto.

O público poderá conferir uma mostra que reafirma a relevância de uma produção fotográfica reconhecida internacionalmentecomo uma das mais potentes expressões visuais da Amazônia e da fotografia contemporânea artística.

A exposição celebra a pluralidade de um Pará capturado por olhares diversos e autênticos, enraizados em suas paisagens e histórias, ressaltando também a força e a sensibilidade das narrativas visuais, muitas delas atravessadas pelo olhar feminino e pela resistência de mulheres que fazem parte desse território.

De 26 de agosto a 2 de novembro, o público do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) será transportado para o universo plural da fotografia amazônica por meio da exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará. Mais do que uma mostra fotográfica, a experiência se destaca por recursos tecnológicos e sensoriais, como óculos de realidade virtual, instalação olfativa aromática, além de programações paralelas, oficinas e ações culturais voltadas a públicos de todas as idades. A exposição tem entrada franca e pode ser visitada de terça a domingo, de 9h às 21h (entrada até 20h40), com retirada de ingressos pelo site: https://ccbb.com.br/ ou na bilheteria. Classificação livre.

Idealizada pelo Museu das Mulheres, com curadoria e direção artística de Sissa Aneleh, a exposição reúne 170 obras de 11 fotógrafas paraenses, abrangendo três gerações de artistas, com produções que vão dos anos 1970 até os dias atuais. O recorte revela a potência do olhar feminino sobre temas como identidade, território, memória, ancestralidade e resistência, incluindo fotografias, vídeos, instalações, documentos e experimentações visuais.

A exposição promove um panorama da fotografia feminina amazônica, reunindo nomes consagrados como Leila Jinkings, Paula Sampaio, Walda Marques, Bárbara Freire e Cláudia Leão, ao lado de artistas da nova geração como Evna Moura, Deia Lima, Jacy Santos, Nailana Thiely, Renata Aguiar e Nay Jinknss. Cada uma imprime sua visão estética, política e poética sobre a região Norte do país, contribuindo para ampliar os repertórios da fotografia brasileira.

No CCBB Brasília, o percurso da exposição foi pensado para envolver o visitante de forma sensorial e interativa. Destaque para a sala aromática Icamiabas, que apresenta fragrâncias criadas exclusivamente para a mostra, inspiradas nos cheiros da Amazônia e nas mulheres indígenas que dão nome ao espaço. Outra experiência única é a exibição do filme Mukatu’hary (Curandeira) em realidadeexpandida, que transporta o público a umaaldeia indígena por meio de tecnologia imersiva.

A interatividade também está presente em diferentes pontos da mostra por meio de realidade aumentada, que permite aos visitantes interagir com as obras, fazer selfies e gravar vídeos a partir das imagens projetadas nos ambientes expositivos.

Além da exposição, o Programa Educativo do CCBB Brasília – Rolê Cultural trará ações voltadas a escolas e famílias, com oficinascriativas, vivências sensoriais, atividades lúdicaspara crianças e mediações culturais. As atividades incluem também o Sensorial Estúdio Tá Bem na Foto!, onde é possível vivenciar o funcionamento de uma câmera escura imersiva, além de ações voltadas à ancestralidade e ao fazer manual com materiais sustentáveis da floresta. Os ingressos poderão ser retirados no site https://ccbb.com.br/ ou na bilheteria. Os agendamentos para grupos e escolas podem ser realizados gratuitamente pela plataforma Conecta: https://conecta.mediato.art.br/

A exposição é patrocinada pelo Banco do Brasil e Ministério da Cultura via Lei Rouanet, com coordenação e produção do Museu das Mulheres.

AS ONZE FOTÓGRAFAS E SUASCONTRIBUIÇÕES

o   Bárbara Freire: Une fotografia urbana epoética, destacando a relação entrenarrativas fotográficas, audiovisuais e documentais em suas imagens, que ora estão no experimental, ora no registro da diversidade visual do Pará.

o   Cláudia Leão: Especialista em fotografia experimental, lança mão de processos alquímicos de fotografia, interligando elementos diversos aos processos de revelação de negativos fotográficos e composição física de obras.

o   Deia Lima: sua obra ressignifica a imagem das mulheres e apresenta a identidade visual regional na era digital.

o   Evna Moura: Explora a fotografia experimental, direta e performática, utilizando processos analógicos e digitais para criar imagens que dialogam com a ancestralidade, a espiritualidade afro-amazônica e o meio ambiente urbano amazônico, além de registrar personalidades LGBTQIAPN+ regionais.

o   Jacy Santos: influenciada pelafotografia documental regional, suasimagens retratam o cotidiano amazônico com um olhar humanista e poético. Seu trabalho é um testemunho visual das identidades sociais e culturais da região.

o   Leila Jinkings: Fotógrafa e documentarista com forte envolvimento nos movimentos sociais, sua obra é um registro da luta política e cultural da Amazônia e do Brasil.

o   Nailana Thiely: Dedica-se à documentação de culturas indígenas, ribeirinhas e afrodescendentes, acrescentando um olhar intimista aos retratados, o que valoriza a narrativa.

o   Nay Jinknss: Com uma abordagem decolonial e social, retrata questões de identidade, feminismo negro e mulheres representativas da cultura amazônica.

o   Paula Sampaio: Reconhecida por seu trabalho no fotojornalismo e na documentação de comunidades ribeirinhas e quilombolas, retrata a resistência das populações tradicionais, as memórias urbanas de Belém e a exploração ambiental da Amazônia.

o   Renata Aguiar: Doutora em Artes Visuais, investiga as relações entre corpo, território, performance fotográfica, autobiografia, ritualidade e cultura artística local, além de abordar a representatividade LGBTQIAPN+ na Amazônia.

o   Walda Marques: Mescla fotografia documental e arte conceitual, percorrendo a identidade, a memória e a religiosidade urbana amazônica.

PROGRAMAÇÃO ESPECIAL CCBB BRASÍLIA

A programação paralela da exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará conta com atividades especiais, como o show Vertentes. A apresentação acontece nos dias 24 e 25 de outubro, trazendo a riqueza musical da região em uma celebração vibrante da cultura amazônica. Mais informações no Instagram e site do CCBB Brasília.

CURADORA E DIRETORA ARTÍSTICA – Sissa Aneleh é curadora, pesquisadora, historiadora da arte, diretora artística e gestora cultural, doutoraem Artes Visuais pela Universidade de Brasília

(UnB) e mestra em Artes pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Com mais de quinze anos de atuação na pesquisa de fotografia, artes plásticas e artes visuais, seu trabalho concentra-se na valorização da produção artística da Amazônia e do Brasil, com ênfase na perspectiva feminina e decolonial.

Especialista em fotografia paraense, identidade e território, Sissa desenvolve projetos que ampliam as narrativas visuais da região, desafiando representações hegemônicas e promovendo o protagonismo de mulheres artistas amazônicas. Além da curadoria de exposições nacionais e internacionais, é diretora e curadora geral do Museu das Mulheres.

MUSEU DAS MULHERES – O Museu das Mulheres (Museu DAS) é o primeiro museu dedicado às mulheres no Brasil. Constitui-se como uma instituição de arte privada, fundada em 2022. Nasceu da vontade de reconhecer o valor da produção artística, intelectual e prática das mulheres no Brasil e no mundo. Tem por visão e missão institucionais: impulsionar o avanço das mulheres e valorizar o protagonismo feminino em arte, cultura, literatura, educação, música, patrimônios material e imaterial, tecnologia, história, pesquisa e demais áreas de realização das mulheres. Museu híbrido, atua tanto no universo físico quanto no virtual, lança projetos em ambientes espaciais imersivos e interativos – com Realidade Expandida (XR), Realidade Aumentada (RA) e Realidade Virtual (RV) – e, por extensão, tem salas expositivas no Metaverso. Possui programação em artes plásticas e visuais, cinema, eventos, além de programa educativo, área de pesquisa, editora e acervo.

Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiroprédio do Banco do Brasil a receber acertificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

Acessibilidade

A exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará possui audiodescrição de obras, audioguia e intérprete de Libras na programação paralela e nos vídeos de divulgação. A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta- feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito,mediante retirada de ingresso no site, nabilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code davan. Lembrando que o ingresso garante o lugarna van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.

Horários da van: Biblioteca Nacional – CCBB:13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h

CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e21h30.

Exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará Período: De26 de agosto a 2de novembro de2025 Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília

Endereço: Setor de Clubes Esportivos Sul Trecho 2, Lote 22 – Brasília – DF Ingressos gratuitos: Disponíveis em https://ccbb.com.br e na bilheteria doCCBB Funcionamento: Aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças 

Informações: (61) 3108-7600 | ccbbdf@bb.com.br

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Expoabra recebe exposição nacional do Jumento Pêga

Foto divulgação

Evento abre oportunidade para o público conhecer mais sobre animal genuinamente brasileiro

A variedade de jumentos mais importantes do Brasil, o Pêga, é a estrela da 33a Expoabra neste domingo (24/8), com o início da 38ª Exposição Nacional do Jumento Pêga (Enapêga). O evento ocorre no Parque de Exposições Granja do Torto (PGT), a partir das 9h. “Domingo começamos com a progênie de pai e mãe, que é a comparação dos filhos do reprodutor ou matriz. Trata-se de uma categoria importante para mostrar a qualidade do macho como reprodutor e a fêmea como matriz”, explica o criador e vice-presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Jumento Pêga (ABCJPega), Cristiano Carvalho Marzola.

As competições abrangem diversas categorias, como a Melhor ao Pé, na qual os animais são avaliados desde o nascimento. Há também as categorias para animais jovens, de 6 a 36 meses; e para adultos, com mais de 36 meses. As categorias são subdivididas, e os campeões de cada uma competem entre si para definir os grandes campeões. Serão avaliados os jovens e os adultos, machos e fêmeas, determinando os grandes campeões em cada categoria.

O Jumento Pêga é uma raça de muares e asininos brasileira, desenvolvida e aperfeiçoada no começo do século XIX, inicialmente em Lagoa Dourada-MG, e difundida atualmente por todo território nacional. Os animais da raça Pêga são marchadores e têm grande valor na produção de híbridos, os muares, com o cruzamento com éguas de diversas raças. Os asininos e os muares são animais que possuem resistência, agilidade, rusticidade, vivacidade, disposição e facilidade de manejo e doma.

A exposição nacional da raça reúne os melhores animais e criadores do país. “É uma oportunidade de apresentar a qualidade da raça, demonstrando seu desenvolvimento, e de compartilhar conhecimento com novos criadores. Além disso, promove a confraternização entre criadores, fomentando a troca de experiências e informações, tanto para os criadores experientes quanto para os iniciantes”, relatou Marzola.

Para evitar o estresse entre os animais, a chegada deles ao Parque de Exposições Granja do Torto teve início quatro dias antes do evento. “Essa antecipação visa exclusivamente o conforto e a aclimatação dos animais. Muitos criadores vêm de longe, e a viagem é exaustiva”, disse Marzola. “Para minimizar o estresse e facilitar a adaptação a um novo espaço, como as baias, que os animais naturalmente podem estranhar, programamos a entrada a partir de quinta-feira”, completou.

Para Cristiano Marzola, é uma grande satisfação participar dos eventos da Expoabra relacionados ao Pêga. “Para todo criador, é motivo de orgulho participar e apresentar o resultado do seu trabalho. Independentemente da premiação, é gratificante mostrar o fruto de esforços e comparar o trabalho realizado com o dos outros criadores”, disse. “Isso permite avaliar o manejo das linhagens, conhecer novas linhagens e aprimorar as práticas de criação”, completou.

Outro momento que chama a atenção são as provas sociais, nas quais o Pêga atua junto a cavaleiros e amazonas, incluindo crianças, e são escolhidos os melhores animais e montadores. A partir daí chega-se a um ranking nacional.

Durante a Expoabra, as atividades com o Jumento Pêga prosseguem. No dia 29, a partir das 19h, haverá leilão de animais da raça. “Estaremos apresentando tanto asininos quanto muares que foram escolhidos e credenciados para o leilão. E vai ser interessante porque, além de ter apresentação dos animais, tem também a oportunidade de compra. Venha conferir de perto”, finalizou Marzola.

SERVIÇO
38ª Exposição Nacional do Jumento Pêga (Enapêga)

  • Data: 24 a 31 de agosto, das 8h às 18h
  • Local: Parque de Exposições Granja do Torto – Brasília-DF