Depois de uma estreia de sucesso no SESC Gama, peça terá duas sessões neste domingo; projeto também destinará ingressos gratuitos a mulheres atendidas pelos CEPAVs, estudantes da EJA e pessoas com deficiência
Entre receitas, amizades e descobertas, algumas histórias ganham novos significados quando compartilhadas. É com esse espírito que o musical “Amor em Pedaços” desembarca no Espaço Cultural Renato Russo para duas apresentações, neste domingo (30/08). Livremente inspirada no renomado musical Waitress, da Broadway, o espetáculo já passou pelo SESC Gama e traz uma adaptação inédita voltada para o contexto brasileiro.
Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, “Amor em Pedaços” foi adaptado pela primeira vez em 2024. Nesta edição, a montagem conta com novo elenco e trilha sonora traduzida pelo premiado versionista Rafael Oliveira, preservando a essência da obra original, mas com o humor e a sensibilidade do contexto brasileiro. Para o produtor Victor Meira, a peça busca criar uma atmosfera íntima, onde a clássica lanchonete norte-americana dá lugar a um ambiente acolhedor, usando a cozinha como espaço afetivo de memórias e descobertas.
Na trama de “Amor em Pedaços”, a atmosfera de um pequeno café e o universo da cozinha funcionam como cenário para encontros, memórias e conflitos que atravessam a vida de diferentes públicos. A história acompanha Jenna, uma confeiteira que transforma a cozinha em seu refúgio pessoal diante de um casamento opressor e de uma vida marcada por desafios. Ao lado das amigas Becky e Dora, ela embarca em uma jornada de descobertas para perceber que os ingredientes para uma nova chance estão também nos afetos, nas amizades e nas relações que cultivamos ao longo da vida.
Cultura para todos Esta é a segunda parada da temporada 2026 de “Amor em Pedaços”, que estreou no SESC Gama, no dia 19 de agosto. Do Espaço Cultural Renato Russo, o espetáculo segue a itinerância para o Complexo Cultural de Samambaia, com duas sessões marcadas para o dia 11 de setembro.
Além da circulação por diferentes regiões do DF, o projeto aposta na ampliação do acesso à cultura. A proposta é aproximar a produção cultural de públicos que historicamente enfrentam barreiras de acesso. Ao todo, 520 ingressos gratuitos serão destinados a mulheres atendidas pelos Centros Especializados de Atendimento à Mulher (CEPAVs), estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e pessoas com deficiência.
SERVIÇO: Amor em Pedaços – o musical (Espaço Cultural Renato Russo)
Programa começa em 31 de agosto, em Brasília, com cinco semanas de palestras, oficinas, mentorias e preparação para apresentação ao mercado
O Programa Incubadora Digital (PID) começa, em 31 de agosto, o quinto ciclo de seu programa de incubação. A iniciativa oferece uma programação gratuita para pessoas que estão tirando uma ideia do papel, estruturando um projeto ou buscando caminhos para desenvolver um negócio.
As atividades serão realizadas no Edifício Paulo Sarasate, no Setor Comercial Sul, em Brasília, sempre das 14h às 18h. Ao longo de cinco semanas, os participantes terão contato com conteúdos, atividades práticas e acompanhamento especializado em diferentes etapas da construção de um projeto.
A programação foi organizada em quatro frentes: palestras, oficinas, mentorias e preparação para a apresentação final. A proposta é trabalhar desde a organização da ideia até a validação do modelo de negócio e a construção do MVP (Produto Mínimo Viável).
Conteúdo, prática e acompanhamento
A programação começa nos dias 31 de agosto, 2 e 4 de setembro, com uma sequência de 12 palestras. A primeira etapa apresenta o programa e reúne os conteúdos que serão utilizados ao longo da incubação.
Na semana seguinte, de 9 a 11 de setembro, entram em cena as oficinas. Os encontros terão caráter prático e serão dedicados à elaboração e ao desenvolvimento dos projetos.
A partir de 14 de setembro, os participantes passam a contar com mentorias e consultorias individuais e coletivas. Os encontros, marcados também para os dias 16 e 18, terão como foco a análise dos projetos, a validação dos modelos de negócio e o desenvolvimento do MVP.
A etapa de acompanhamento continua nos dias 21 e 23 de setembro. No dia 25, os projetos entram na fase de finalização, com preparação para apresentação e aproximação com o mercado.
O ciclo será encerrado com um Demoday, cuja data ainda será definida. A atividade reunirá as apresentações dos projetos desenvolvidos durante a incubação e momentos de networking e conexão com o mercado.
Cronograma
Semana 1 – Palestras
31/08 – Palestras 1 a 4
02/09 – Palestras 5 a 8
04/09 – Palestras 9 a 12
Semana 2 – Oficinas
09/09 – Oficinas 1 a 4
10/09 – Oficinas 5 a 8
11/09 – Oficinas 9 a 12
Semana 3 – Mentorias
14/09 – Mentorias
16/09 – Mentorias
18/09 – Mentorias
Semana 4 – Mentorias e finalização
21/09 – Mentorias
23/09 – Mentorias
25/09 – Finalização dos projetos
Encerramento
Data a definir – Demoday, apresentação final dos projetos, networking e conexão com o mercado.
De 26 a 28 de agosto, Itinerância da 16ª Flipiri distribui livros e leva escritores às escolas públicas; festa cultural aberta ao público acontece em 6 e 7 de novembro
Pirenópolis caminha rumo ao tricentenário de sua fundação valorizando as histórias que ajudaram a construir a cidade, ao mesmo tempo em que investe nas novas gerações. Com o tema “Raízes e Memórias – Vem 300!”, a 16ª Festa Literária de Pirenópolis (Flipiri) se divide em dois importantes momentos. Em 26 e 27 de agosto, a Itinerância Escolar leva escritores e convidados ao encontro de estudantes e professores da rede pública municipal e, no dia 28, chega às escolas da rede estadual. Já em 6 e 7 de novembro, a festa ganha a cidade com uma programação cultural aberta à população. Integrada às comemorações dos 299 anos da cidade goiana, a Flipiri propõe, ao celebrar a literatura, incentivar a formação de novos leitores e, também, futuros autores dos capítulos que estão por vir. O evento é promovido pela Prefeitura de Pirenópolis por meio da Secretaria Municipal de Educação e Cultura. A organização está a cargo do Instituto Cultural Casa de Autores (ICA).
Renato Gomes D’Abadia, secretário municipal de Educação e Cultura de Pirenópolis, destaca a importância da Flipiri como política pública capaz de aproximar o livro da população e contribuir para a formação de novos leitores. “Em um tempo marcado pela presença cada vez maior das telas, das redes sociais e pelo consumo rápido de informações, criar oportunidades para uma relação mais atenta e prazerosa com a leitura ganha ainda mais relevância, especialmente entre crianças e jovens. Nesse contexto, alunos, professores e toda a população têm a oportunidade de dialogar com autores, participar de oficinas e vivenciar diferentes experiências literárias. A cada edição, a Flipiri desperta ainda mais o interesse e a paixão pela leitura”.
Os encontros reunirão 31 escritores integrantes do ICA, presidido pela escritora Iris Borges, também idealizadora da Flipiri. Ao longo de três dias, os autores sedistribuirão pelas unidades escolares da área urbana, dos povoados e da zona rural de Pirenópolis. Nesta edição, além da própria Iris, participarão Adriana Araújo, Almerinda Garibaldi, Ana Solino, André Cerino, Andréia Cardozo, Ângela Café, Clara Arreguy, Cláudia Dantas, Cláudia Moraes, Cristiano Paulo, Débora Bianca, Florismar Gasparotto, Hozana Costa, Jacqueline de Mattos, Jeanne Gomes, Juliana Paiva, Leda Simone, Liduína Bartholo, Marcelo Pio, Márcia Barros, Márcia Lages, Maria Amélia Elói, Maurício Melo, Miguel Sartori, Rosângela Vieira Rocha, Rose Costa, Ruth Assunção, Samira Iasbeck, Theognis Florentino e Wellington Santos.
Serão doados cerca dois mil novos livros, que integrarão os acervos das escolas, podendo ser trabalhados por professores e estudantes ao longo do ano letivo. E a proposta da Flipiri Itinerante tem como ponto alto, justamente, a visita dos escritores dessas obras às escolas. “A Flipiri é uma festa literária longeva e que traz relevância para a história da cidade. Foram anos de aportes em livros para todas as escolas, na Flipiri Itinerante. A degustação da leitura e o encontro com os escritores, cria consciência leitora para sempre, o que é o motivo de existir do Instituto Casa de Autores. Nesta edição escolhemos o tema Raízes e Memórias, já como preparação para a grandiosa festa dos 300 anos que nos espera no próximo ano. Que a Flipiri tenha vida longa no contexto em que se inseriu e que possa dar frutos em todos os lares pirenopolinos”, afirma Iris Borges.
Além das dinâmicas nas escolas, a itinerância incorpora ações formativas pensadas para diferentes públicos da comunidade escolar. Nesta edição, a programação inclui quatro oficinas voltadas a professores e coordenadores pedagógicos, e abordarão temas como arte e educação, bullying, mediação de leitura, Libras e práticas criativas relacionadas ao livro. Para as crianças em fase de alfabetização, as rodas de leitura têm o poder de estimular a experiência coletiva com os livros e a formação de novos leitores. Também as sessões de narração e contação de histórias em escolas de povoados e da área rural ampliam o alcance da Flipiri, fazendo da literatura uma experiência de escuta, imaginação e descoberta.
A Itinerância Educacional, que conta, ainda, com o apoio da Secretaria de Estado da Educação de Goiás e patrocínio Sicoob, alcançará, de maneira direta, aproximadamente, cinco mil estudantes, com foco na Educação Infantil, Anos Iniciais, Anos Finais e Ensino Médio, e cerca de 360 professores. Ao final, toda a comunidade escolar e familiar colhe os benefícios.
Flipiri Cultural
De 6 a 7 de novembro, a programação cultural da Festa Literária de Pirenópolis acontecerá no centro histórico da cidade. Aberto à população, o evento receberá atividades relacionadas à literatura, educação, arte, história e memória, com a proposta de aproximar a história e o patrimônio pirenopolinos da produção literária contemporânea, transformando a literatura em uma ponte entre memória e futuro.
A programação reunirá mesas literárias, rodas de conversa, oficinas, contações de histórias, lançamentos de livros, sessões de autógrafos, feira literária, exposições e apresentações artísticas, além de atividades voltadas especialmente às crianças e aos jovens. Entre as novidades estão os Aulões Literários a Céu Aberto.
SERVIÇO
16ª Festa Literária de Pirenópolis – Flipiri 2026 Tema: “Raízes e Memórias – Vem 300!”
Itinerância Educacional: 26, 27 e 28 de agosto Programação cultural: 6 e 7 de novembro Realização: Prefeitura de Pirenópolis/Secretaria Municipal de Educação e Cultura Organização: Instituto Cultural Casa de Autores
Apoio Institucional: Secretaria de Estado da Educação de Goiás
Ação inédita em Brasília integra a 12ª Mostra de Literatura e Artes Integradas e transforma o espaço público em território de encontro com a literatura
A literatura vai ocupar a Feira da Ceilândia no dia 29 de agosto, a partir das 11h, com uma ação inédita em Brasília: o Flash Mob de Literatura, que integra a programação da 12ª Mostra de Literatura e Artes Integradas. A intervenção artística levará textos de autores brasileiros e estrangeiros para o cotidiano da população, criando encontros inesperados entre leitores, artistas e a palavra literária.
Realizado na CNM 2, Ceilândia Centro, o Flash Mob será coordenado pela produtora, atriz e escritora Kell Maya, com participação da dançarina, coreógrafa, escritora e atriz Hanna Máira e equipe artística do projeto. A proposta é ocupar um espaço de grande circulação com literatura, aproximando os textos do público de maneira dinâmica, acessível e interativa.
Durante a intervenção, serão apresentados textos de importantes autores da literatura, entre eles José Carlos Vieira, Adriana Ramos, Ana Maria Freitas Coelho, Machado de Assis, William Shakespeare e Patativa do Assaré, além de outros escritores. As interpretações acontecerão de forma integrada ao movimento da feira, surpreendendo o público e transformando, por alguns momentos, o espaço cotidiano em um lugar de encontro com a literatura.
Mais do que uma apresentação, o Flash Mob de Literatura busca despertar a curiosidade, estimular o hábito da leitura e mostrar que a literatura pode estar presente nos mais diversos espaços da cidade. Ao levar textos para um ambiente popular e de grande circulação, a iniciativa amplia o acesso à cultura e alcança pessoas que nem sempre têm contato com atividades literárias.
Para o curador Andrey do Amaral, a proposta representa uma nova maneira de aproximar a literatura da comunidade.
“Queremos ampliar os espaços da literatura, colocando-a em contato direto com as pessoas. O Flash Mob cria um encontro inesperado com a palavra, desperta a curiosidade e mostra que a leitura pode fazer parte do cotidiano de todos. É uma experiência que aproxima autores, artistas e público e pode despertar em muitas pessoas o desejo de conhecer novos livros e histórias.”
A ação também reforça o compromisso da Mostra com a democratização do acesso à literatura e a formação de novos leitores, levando a produção literária para diferentes territórios e públicos do Distrito Federal.
A 12ª Mostra de Literatura e Artes Integradas é realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), sob a proponência da Pergunta Fixar Editora Produtora.
Toda a programação conta com recursos de acessibilidade, incluindo audiodescrição e intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras).
Serviço:
12ª Mostra de Literatura e Artes Integradas – Flash Mob de Literatura
Data: 29/08/2026 – sábado Horário: a partir das 11h Local: Feira da Ceilândia – CNM 2, Ceilândia Centro – Brasília/DF Entrada: gratuita Acessibilidade: audiodescrição e intérprete de Libras Instagram: @mostradeliteraturadf
Ficha Técnica – Elenco integrado:
Adna Pereira Miguel, Aléxia Lima, Amanda Ribeiro, Angela Maria Barros
Evento reúne desenvolvimento de jogos, inteligência artificial, cultura gamer, educação tecnológica, acessibilidade e experiências interativas no JK Shopping
O Distrito Federal será palco, entre os dias 25 de agosto e 3 de setembro, do Capital Game Show 2026, evento que propõe uma nova forma de aproximar a população da ciência, da tecnologia e da inovação por meio do universo dos games.
Realizado no JK Shopping, localizado entre Ceilândia e Taguatinga, o evento tem entrada franca e reunirá, durante dez dias, experiências interativas, oficinas, palestras, arenas gamer. Há também exposição de videogames históricos e atividades voltadas à formação tecnológica. “A primeira edição do evento aconteceu no Gama, e um dos principais pilares do Capital Game Show é justamente levar games, tecnologia e inovação para todas as regiões do Distrito Federal”, destaca Jeeffrie Jammes, produtor do evento. “Estamos muito felizes em poder ampliar essa proposta e oferecer agora uma programação diversificada para o público de Taguatinga e Ceilândia”, completa.
Segundo o produtor, um dos principais objetivos do projeto é descentralizar o acesso aos jogos eletrônicos, à tecnologia e às experiências de inovação, levando essas oportunidades para além do eixo central de Brasília e aproximando o universo gamer de diferentes comunidades do DF.
A iniciativa é realizada em parceria entre a sociedade civil, o Instituto Conexão, a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (SECTI/DF) e o Governo do Distrito Federal, dentro de uma proposta que utiliza a cultura gamer como ferramenta de educação, inclusão digital, estímulo à criatividade, formação de novos talentos e fortalecimento da economia criativa.
O projeto está inserido no eixo de Ciência, Tecnologia e Inovação e busca democratizar o acesso ao conhecimento tecnológico, aproximando crianças, adolescentes, jovens, adultos e famílias de áreas que estão transformando a sociedade e o mercado de trabalho.
Tecnologia na prática
Durante dez dias, o público poderá vivenciar uma programação que combina entretenimento, educação e inovação.Entre os destaques estão o Museu do Videogame Retrô, oficinas de desenvolvimento de jogos, palestras sobre tecnologia e inovação e diferentes arenas interativas.
O Museu do Videogame apresenta a evolução dos consoles e das tecnologias digitais desde as primeiras gerações até os equipamentos contemporâneos, permitindo ao visitante conhecer a transformação do hardware, do design, da conectividade e da própria cultura gamer.
A experiência também se estende às oficinas de desenvolvimento de jogos, que introduzem os participantes ao processo de criação de games, trabalhando conceitos relacionados a lógica, design e programação. A programação prevê 10 turmas e capacidade para 100 participantes, com certificação para os participantes das atividades formativas.
O evento também terá palestras diárias sobre temas relacionados à transformação tecnológica e à indústria digital, incluindo evolução dos games, inteligência artificial, desenvolvimento de jogos, streaming, segurança digital, cloud gaming, realidade virtual e aumentada, tecnologias conectadas e novas profissões.
Novas profissões e acessibilidade
Um dos principais objetivos do Capital Game Show é apresentar aos jovens um universo de possibilidades que existe por trás dos jogos. A indústria de games reúne profissionais de diferentes áreas, como programação, desenvolvimento de software, design, arte digital, animação, audiovisual, produção de conteúdo, inteligência artificial e empreendedorismo digital.
O projeto conta com recursos de acessibilidade, incluindo rampas de acesso, intérpretes de Libras, comunicação acessível e recursos tecnológicos adaptados para pessoas com deficiência. Um dos destaques será a utilização de um PlayStation 5 equipado com o controle adaptado PlayStation Access, permitindo que pessoas com mobilidade reduzida tenham acesso à experiência gamer. A proposta é garantir que o evento seja um ambiente de participação, convivência e acesso democrático à tecnologia.
Serviço Capital Game Show 2026 25 de agosto a 3 de setembro de 2026 Das 10h às 22h No JK Shopping – entre Ceilândia e Taguatinga/DF Entrada franca Classificação livre
Imersão direcionada a mulheres convida participantes a transformar a energia da raiva em clareza, força e movimento
A Brasília recebe, neste sábado (29), a primeira edição do “Dia da Raiva”, uma imersão voltada para mulheres que desejam compreender melhor a própria relação com a raiva e explorar novas formas de lidar com essa energia. O encontro acontece das 9h às 17h e propõe um espaço seguro para refletir sobre um sentimento frequentemente associado à violência e à agressividade. As inscrições seguem abertas até dia 28.
À frente da iniciativa está Priscila Coser, que estuda a raiva há mais de cinco anos e desenvolveu a imersão a partir da perspectiva de que esse sentimento também pode carregar informações importantes sobre limites, desejos, força e autenticidade. A proposta é olhar para a raiva para além da ideia de que ela deve ser simplesmente controlada ou reprimida.
Durante o encontro, as participantes serão convidadas a reconhecer essa energia e a compreender como ela pode ser transformada em direção e movimento. Para Priscila, a raiva pode representar uma oportunidade de acessar a própria voz, força e poder, especialmente diante de padrões que historicamente incentivam as mulheres a silenciar ou diminuir suas próprias necessidades.
SERVIÇO:
Dia da Raiva
Quando: 29 de agosto de 2026 (sábado)
Das 9h às 17h
Onde: Brasília-DF
Quanto: De R$ 380 a R$580 (escala móvel e consciente)
Sobre Priscila Coser – Agente de transformação há mais de 12 anos, Priscila Coser tem uma trajetória dedicada a viver e a promover práticas regenerativas em todas as dimensões da vida. Com formação em “Possibility Management”, uma frente de desenvolvimento humano global, que se propõe a ajudar a construir uma cultura de regeneração, Priscila é formada também em Teoria, Crítica e História da Arte pela UnB. Foi sócia fundadora da primeira cervejaria sustentável do Brasil e atualmente dirige o Instituto Aterra de Desenvolvimento. Priscila acredita que a regeneração do mundo acontecerá a partir da regeneração das pessoas e sua atuação é voltada a guiar indivíduos, líderes e organizações em processos de reintegração com a própria essência e com a realidade.
Festival gastronômico segue até 30 de agosto com menus especiais no Coco Bambu, L’Entrecôte de Paris e Pueblito
Quem ainda não aproveitou a 34ª edição da Brasília Restaurant Week tem até o próximo domingo (30) para experimentar os menus especiais preparados pelos restaurantes participantes do DF Plaza Shopping. Com opções para almoço e jantar, o festival reúne entrada, prato principal e sobremesa a preços especiais.
Com o tema “Brasil de Norte a Sul: Uma celebração dos sabores que nascem da nossa terra”, essa edição do festival reúne restaurantes de diferentes estilos em uma edição dedicada à diversidade da gastronomia brasileira.
Entre os destaques está o Pueblito, que participa da edição com menus de almoço (R$ 73,90) e (R$ 94,90). Entre as opções estão o Baby Beef dos Pampas, servido com risoto de queijo e demi-glace de vinho tinto; o Salmão da Serra, acompanhado de risoto de alho-poró; e o Vazio dos Pampas, com risoto de pinhão, cebolas caramelizadas e polenta frita. Para a sobremesa, o restaurante oferece Sagu de Vinho com Creme de Baunilha ou Cuca Alemã com Doce de Leite Uruguaio.
Enquanto o L’Entrecôte de Paris oferece menus de R$ 95 no almoço e R$ 115 no jantar, com destaque para o tradicional entrecôte acompanhado do molho secreto da casa e fritas à vontade. As sobremesas incluem Cheesecake com calda de frutas vermelhas no almoço e Éclair de chocolate com ganache de pistache no jantar.
O Coco Bambu também integra a programação, com menus de R$ 73,90 no almoço e R$ 94,90 no jantar. Entre as alternativas estão pratos como Carne de Sol do Sertão, Camarão Internacional e Camarão Jurerê, além de opções veganas como o Espaguete com Vegetais, preparado sem ingredientes de origem animal e sem lactose.
Sobre o DF Plaza Shopping – Prestes a completar 10 anos, o DF Plaza Shopping, localizado em Águas Claras, integra o complexo multiuso DF Century Plaza e reúne, em um só lugar, opções de compras, serviços, lazer e gastronomia. Inaugurado em setembro de 2017, o empreendimento conta com 133 lojas e 1.500 vagas de estacionamento, oferecendo praticidade e uma experiência completa aos visitantes.
Com conceito de open mall, o shopping se destaca pelos ambientes integrados, áreas ao ar livre e espaços pensados para convivência, promovendo um ambiente acolhedor para encontros e momentos de lazer. A gastronomia é um dos seus principais atrativos, com opções como Buteco do Simprão, L’Entrecôte De Paris, Jerônimo, Madero, Pueblito e Taverna Viking, além de cafeterias e docerias como Kopenhagen, Havanna, Cacau Show, American Cookies e Bacio di Latte. Pioneiro em Brasília como shopping pet friendly, o DF Plaza valoriza a convivência familiar e promove programações para todas as idades, consolidando-se como um espaço de conveniência, lazer e experiência na cidade.
Programação, realizada em parceria com o Festival In-Edit, reúne quatro produções espanholas que abordam música, memória, identidade, inclusão e cultura
A Embaixada da Espanha e o Instituto Cervantes Brasília, em parceria com o Festival In-Edit, apresentam, em setembro, o ciclo de documentários musicais “Músicas para Tus Ojos”. A programação reúne quatro produções audiovisuais espanholas que têm a música como ponto de partida para contar histórias de vida, revisitar patrimônios culturais e refletir sobre temas como identidade, memória, inclusão e transformação social.
As sessões serão realizadas sempre às 19h, no Instituto Cervantes Brasília, com entrada gratuita e filmes com legendas em português. A programação começa no dia 9 de setembro, com La guitarra flamenca de Yerai Cortés, e segue até o dia 30, com uma sessão semanal.
Mais do que documentários sobre música, os filmes selecionados apresentam diferentes maneiras de compreender a arte como instrumento de expressão, resistência e transformação. Ao longo da programação, o público será convidado a percorrer diferentes territórios e universos musicais, em uma viagem que aproxima experiências individuais e coletivas por meio da música.
Os filmes
9 de setembro – La guitarra flamenca de Yerai Cortés
Primeiro longa-metragem dirigido por Antón Álvarez, conhecido artisticamente como C. Tangana, o documentário acompanha o guitarrista flamenco Yerai Cortés e mergulha em um doloroso segredo familiar que marcou sua trajetória. A produção transforma a música em caminho para a reconciliação com as próprias origens e com uma história familiar marcada por silêncios e feridas.
16 de setembro – El canto de las manos
Dirigido por María Valverde, o filme acompanha o desafio do Coro de las Manos Blancas, da Venezuela, formado por pessoas surdas, na preparação de uma apresentação da ópera Fidelio, de Beethoven. Sob a regência do maestro Gustavo Dudamel, os integrantes do coro levam a música aos palcos por meio da língua de sinais. A produção aborda o poder inclusivo e transformador da arte, questionando os limites tradicionalmente impostos à experiência musical.
23 de setembro – Omega Wants To Dance
De Ramon Tort, o documentário investiga a dança em suas múltiplas dimensões, percorrendo diferentes lugares e culturas. A dança aparece como celebração, ritual, sedução e catarse coletiva, revelando uma linguagem universal capaz de conectar corpos, comunidades e tradições.
30 de setembro – La Marsellesa de los Borrachos
Dirigido por Pablo Gil Rituerto, o documentário resgata uma história pouco conhecida da Espanha durante a ditadura franquista. Em uma jornada clandestina, um grupo de etnomusicólogos italianos percorreu diferentes regiões do país para registrar canções populares de resistência. As gravações preservaram as vozes de operários, intelectuais e camponeses e transformaram a música em documento histórico e instrumento de memória.
Com propostas e linguagens distintas, os quatro filmes revelam a extraordinária capacidade da música de atravessar fronteiras, preservar memórias e criar novas formas de encontro. O ciclo também reforça o diálogo cultural entre Brasil e Espanha, aproximando o público brasiliense da produção documental espanhola contemporânea.
O Instituto Cervantes Brasília é referência na promoção da língua espanhola e na difusão das culturas dos países hispânicos, oferecendo ao público uma programação cultural diversificada que aproxima Brasília da produção artística e cultural do mundo hispânico.
Serviço
Ciclo de documentários musicais “Músicas para Tus Ojos” Realização: Embaixada da Espanha e Instituto Cervantes Brasília, em parceria com o Festival In-Edit Local: Instituto Cervantes Brasília – SEPS 707/907 Sul, Conjunto D Horário: 19h Entrada: gratuita Legendas: português Programação:
Encontro acontece no dia 26; programação segue no sábado (29), com Ensaio Aberto no Parque da Cidade e Feijoada com Samba
Três artistas, diferentes caminhos pela música brasileira e um palco aberto ao encontro. Bruno Patrício, Ariadne Paixão e Natália Quiroga são os convidados da próxima edição do Choro Livre Convida, na quarta-feira (26), no Clube do Choro de Brasília. A apresentação faz parte do Complexo Cultural do Choro, e tem patrocínio master da Shell. A programação segue no sábado (29), com Ensaio Aberto no Parque da Cidade e Feijoada com Samba. Todas as atividades têm entrada gratuita.
No palco, o encontro coloca lado a lado artistas que chegam ao choro por diferentes trajetórias. Bruno Patrício, saxofonista e flautista, é bacharel pela Universidade de Brasília e idealizador e diretor musical da Orquestra Pizindim. Ao longo da carreira, já dividiu o palco com nomes como Hamilton de Holanda, Hermeto Pascoal e Gilberto Gil. Ariadne Paixão, flautista, é doutora em Música pela UFMG, professora da Escola de Música de Brasília e integrante da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro. Completa o encontro Natália Quiroga, cantora e atriz que, em quase 30 anos de trajetória artística, transita pelo samba, choro e forró na cena musical de Brasília.
Os três se apresentam ao lado do Regional Choro Livre, grupo anfitrião do projeto e responsável por conduzir os encontros do Choro Livre Convida. A cada edição, músicos de diferentes formações e trajetórias compartilham o palco, criando novas possibilidades a partir do diálogo entre convidados e regional.
No sábado (29), a música também ocupa o Parque da Cidade. A partir das 11h, alunos da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello participam do Ensaio Aberto, aproximando público e músicos em uma roda ao ar livre. Ao meio-dia, a programação segue com a Feijoada com Samba, no Clube do Choro, reunindo música e gastronomia para encerrar a agenda da semana.
Para o diretor da Escola Brasileira de Choro, Henrique Neto, a programação reafirma a proposta do projeto de preservar a tradição da música brasileira sem abrir mão da renovação. “Abrir espaço para músicos que constroem a cena brasiliense, ao lado de vivências como o Ensaio Aberto e a Feijoada com Samba, é uma forma de fortalecer o diálogo entre diferentes gerações e manter viva a tradição do choro e do samba. O Complexo Cultural do Choro é, antes de tudo, um espaço de encontro, formação e celebração da música brasileira.”
A parceria com a Shell reforça o compromisso do projeto de ampliar o alcance da música brasileira e aproximá-la de diferentes públicos.
“Na Shell, temos orgulho de construir parcerias que ajudam a manter viva a cultura brasileira e ampliam seu alcance para diferentes públicos e gerações. Ao lado do Complexo Cultural do Choro, contribuímos para preservar e fortalecer um dos gêneros mais importantes da nossa música, por meio de uma programação que conecta tradição, contemporaneidade e diversidade cultural”, comenta Monique Gonçalves, gerente executiva de Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios da Shell Brasil.
Sobre o projeto
Em sua quarta edição, o Complexo Cultural do Choro reúne shows, rodas de choro e samba, ensaios abertos e atividades formativas voltadas à preservação e à renovação da música instrumental brasileira. Desenvolvido pela Escola Brasileira de Choro e pelo Clube do Choro de Brasília, o projeto também investe em acessibilidade, com recursos de audiodescrição e interpretação em Libras disponibilizados sob demanda, mediante solicitação pelo telefone (61) 99868-2012.
Sobre o Regional Choro Livre
Criado por Reco do Bandolim, um dos fundadores do Clube do Choro de Brasília, o Choro Livre é um dos grupos mais tradicionais em atividade na capital. Com mais de quatro décadas de história, o regional construiu uma identidade própria ao equilibrar fidelidade à tradição e uma abordagem aberta e contemporânea do gênero.
Ao longo de sua trajetória, o grupo dividiu o palco com grandes nomes da música brasileira, como Moraes Moreira, Clementina de Jesus, Paulinho da Viola, Hermeto Pascoal e Sivuca, além de participar de turnês e festivais internacionais.
Atualmente, o Choro Livre é a base dos projetos musicais do Clube do Choro de Brasília e segue como um dos principais difusores do gênero, conectando diferentes gerações em torno do choro.
Sobre a Shell
Presente no país desde 1913, a Shell Brasil é uma companhia integrada de energia, com participação nos setores de petróleo e gás, soluções baseadas na natureza, pesquisa e desenvolvimento e trading, por meio da comercializadora Shell Energy Brasil. A companhia também atua no segmento de biocombustíveis por meio da joint venture Raízen, responsável, no Brasil, pela distribuição de combustíveis da marca Shell.
A Shell Brasil trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder aos desafios do futuro da energia.
Dia 26/08 19h30 – Choro Livre Convida com Bruno Patrício, Ariadne Paixão e Natália Quiroga
Dia 29/08 11h00 – Ensaio Aberto – Parque da Cidade 12h00 – Feijoada com Samba
SERVIÇO Complexo Cultural do Choro de Brasília Dias: 26 e 29 de agosto (quarta-feira e sábado) Endereço: Espaço Cultural do Choro – Setor de Divulgação Cultural – Eixo Monumental e Parque da Cidade, estacionamento 10 Telefone: (61) 3226-3969 e (61) 99868-2012 Acesso gratuito para todas as atividades da semanaClassificação Indicativa: Livre para todos os públicos
No Dia da Infância, especialista reforça que afeto, proteção e convivência familiar são fundamentais para o desenvolvimento emocional e cognitivo de crianças e adolescentes
Brincar, aprender, conviver e construir vínculos seguros fazem parte de uma infância saudável. Mais do que momentos importantes do desenvolvimento, essas experiências estão relacionadas a direitos fundamentais de crianças e adolescentes, previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). No Dia da Infância, celebrado em 24 de agosto, o debate sobre a importância de garantir ambientes seguros e relações de afeto ganha destaque, especialmente para crianças que passaram ou passam por situações de acolhimento.
A convivência familiar e comunitária é um dos direitos assegurados pelo ECA e tem papel fundamental no desenvolvimento infantil. É no contato cotidiano com adultos de referência que a criança constrói relações de confiança, desenvolve sua identidade e encontra segurança para explorar o mundo. Por isso, quando o afastamento da família de origem é necessário como medida de proteção, a rede responsável deve trabalhar para preservar vínculos e buscar, sempre que possível, a reintegração familiar.
Para Maria da Penha Oliveira, psicóloga e coordenadora do Grupo Aconchego, o afeto e a estabilidade das relações têm impacto direto na forma como a criança se desenvolve. “A criança precisa de relações nas quais se sinta segura, reconhecida e protegida. É por meio dessas experiências de cuidado e afeto que ela vai construindo sua confiança, sua autonomia e também a percepção de que o mundo pode ser um lugar seguro para ela”, explica Maria da Penha.
O impacto desses vínculos vai além do aspecto emocional. Relações estáveis e ambientes que oferecem proteção e estímulo também favorecem o desenvolvimento cognitivo, a aprendizagem e a capacidade de estabelecer relações sociais. Ter adultos disponíveis para ouvir, brincar, estabelecer limites e responder às necessidades da criança contribui para que ela desenvolva recursos para lidar com diferentes situações ao longo da vida.
A adoção, por sua vez, pode ser uma alternativa quando não existem condições para o retorno à família de origem ou extensa. Nesse contexto, a construção de uma nova família também deve considerar a história, os vínculos e as experiências anteriores da criança.
Segundo Maria da Penha, garantir o direito à convivência familiar não significa apenas assegurar que a criança tenha um lugar para morar, mas oferecer relações capazes de promover segurança e pertencimento. “Quando falamos em convivência familiar, não estamos falando apenas de estar fisicamente em uma casa. Estamos falando de ter relações de cuidado, de poder construir memórias, ser escutado, brincar, aprender e sentir que existe um adulto que está disponível e comprometido com aquela criança. Isso é essencial para o desenvolvimento”, afirma.
O desafio, portanto, é garantir que as políticas públicas e a rede de proteção atuem não apenas diante das violações de direitos, mas também na prevenção de situações que possam levar ao rompimento dos vínculos familiares. O fortalecimento das famílias, o acompanhamento especializado e a articulação entre assistência social, saúde, educação e demais serviços são estratégias importantes para assegurar que crianças e adolescentes tenham condições de viver uma infância protegida.
Para o Aconchego, defender esse direito é reconhecer que uma infância protegida não se resume à ausência de violência ou negligência. Ela também envolve a possibilidade de criar vínculos, brincar, descobrir o mundo e construir um sentimento de pertencimento que acompanhe a criança em seu desenvolvimento.
Sobre o Grupo Aconchego– O Aconchego é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, fundada em dezembro de 1997, que trabalha em prol da convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes em acolhimento familiar e institucional.
Filiado à Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção – ANGAAD o Aconchego é reconhecido como referência em Brasília e conta com grande projeção nacional na criação de tecnologias sociais com vistas à garantia do direito das crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária, por meio de ações de intervenção com potencial para a transformação social e cultural.
Escultura de sete toneladas, que tem o aço como um dos principais elementos, será inaugurada durante a Noite no SESI Lab, em Brasília
A Pinheiro Ferragens participa, no dia 25 de agosto, da inauguração de “A Queda de Atlas”, escultura do artista Anderson Schneider que será instalada em frente ao SESI Lab, em Brasília. A obra, que reúne arte, arquitetura e engenharia, tem quase sete toneladas e utiliza aço corten, concreto e cabos de aço galvanizado em sua estrutura.
A inauguração acontece durante a noite no SESI Lab, evento que reúne cultura, arte, ciência e tecnologia em uma programação aberta ao público. A Pinheiro Ferragens é patrocinadora da obra, iniciativa que reforça a aproximação da empresa com projetos culturais e com a valorização da arte no Distrito Federal.
A escultura parte da figura mitológica de Atlas, condenado a sustentar os céus, para propor uma reflexão sobre a sobrecarga e a pressão por desempenho na sociedade contemporânea. A escolha do aço também é parte importante da concepção da obra, explorando a resistência e a versatilidade do material em uma estrutura de grandes proporções.
Para Janine Brito, presidente do LIDE Mulher Brasília e CEO da Pinheiro Ferragens e do Grupo Pinheiro de Brito, apoiar a iniciativa é uma forma de contribuir para a valorização da produção artística e para a ocupação cultural dos espaços de Brasília. “É uma grande satisfação para a Pinheiro participar de um projeto que une arte, engenharia e inovação. O aço está muito presente no nosso cotidiano, mas vê-lo transformado em uma obra dessa dimensão nos permite enxergar o material por outra perspectiva. Apoiar a cultura também é uma maneira de contribuir para o desenvolvimento e para a identidade da nossa cidade”, afirma.
Segundo Janine, a relação entre empresas e cultura pode gerar impactos que ultrapassam o próprio projeto artístico. “A arte movimenta uma cadeia importante da economia e ajuda a transformar os espaços que ocupamos. Quando uma empresa investe em cultura, ela também está ajudando a criar novas experiências para a população e fortalecendo iniciativas que tornam Brasília uma cidade cada vez mais conectada à criatividade e à inovação”, conclui.
A instalação de “A Queda de Atlas” amplia o conjunto de obras e experiências culturais disponíveis no entorno do SESI Lab e reforça a presença da arte no espaço urbano de Brasília. Para a Pinheiro Ferragens, a iniciativa também representa uma oportunidade de mostrar como o aço, tradicionalmente associado à indústria e à construção, pode assumir novas funções e significados quando incorporado à produção artística.
SERVIÇO:
Evento: Noite no SESI Lab – inauguração da escultura “A Queda de Atlas”Data: 25 de agosto de 2026Local: SESI Lab, BrasíliaObra: “A Queda de Atlas”, de Anderson Schneider
Sobre a Pinheiro Ferragens – Fundada em 1960, a empresa nasceu com o objetivo de comercializar aço para a construção civil. De base familiar e pioneira na capital, foi responsável por oferecer grande parte dos materiais para a construção de Brasília. Atualmente, a empresa trabalha com um mix de mais de dois mil produtos comercializados e industrializados. Localizada no Setor de Indústrias de Brasília e Taguatinga, a loja possui moderna estrutura e serviços diferenciados.
Assista os vídeos institucionais da Pinheiro Ferragens:
Produção é inspirada nos personagens da franquia “Looney Tunes”
A Paris Filmes lança nos cinemas nesta quinta-feira, dia 27 de agosto, “Coyote vs. Acme”. Longa híbrido entre animação e live action traz Wile E. Coyote e Papa-Léguas em uma nova aventura. A produção estreia também em formatos especiais Atmos, 4DX e DBOX. Assista ao trailer neste link. Baixe imagens aqui e os cartazes aqui.
O filme acompanha Wile E. Coyote, que, após produtos Acme falharem inúmeras vezes em sua busca pelo Papa-Léguas, decide processar a Acme Corporation. Will Forte (“O Último Cara na Terra”) dá vida ao advogado de Coyote, que entra em um embate contra seu ex-chefe, interpretado por John Cena (“O Esquadrão Suicida”), enquanto desenvolve uma relação de amizade com o desenho animado e seguem determinados a vencer o caso.
O elenco conta ainda com Lana Condor (“Para Todos Os Garotos Que Já Amei”) e P.J. Byrne (“Um Completo Desconhecido”). James Gunn (“O Esquadrão Suicida”) é um dos produtores do filme e o roteiro é de Sammy Burch.
SOBRE A PARIS FILMES
A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H”, “Manas”, “Pedágio”, “Ritas” , “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, “A Empregada”, a franquia “Truque de Mestre” e “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia.
Entre os próximos lançamentos estão “Feito Pipa”, “Geni e o Zepelim”, “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, “Minha Melhor Amiga”, “Minha Vida com Shurastey” e “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita”.
Acompanhe as novidades sobre esse e outros lançamentos por meio das redes sociais:
De 27 a 29 de agosto, evento gratuito reúne ainda Martinha do Coco, Boi de Seu Teodoro, Moçambiques e manifestações do Cerrado na Arena Conic (SDS)
Manter viva a cultura popular brasileira pressupõe reconhecer quem assegura sua continuidade. Mestres e mestras tornam-se referências em suas comunidades porque transformam a experiência acumulada ao longo da vida em conhecimento compartilhado. Ao promover sua presença e colocá-los no centro da programação, o Encontro de Mestres do Brasil contribui para que esses saberes permaneçam em circulação e alcancem novas gerações.
De 27 a 29 de agosto, a Arena Conic, no Setor de Diversões Sul, recebe três dias de apresentações gratuitas, sempre a partir das 17h. O projeto tem patrocínio da Vale, por meio da Lei Rouanet do Ministério da Cultura, e do FAC – Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal. A realização é do Ibranova – Instituto Brasileiro de Inovação Cultural e da Formiga Produções.
Entre as principais atrações está Lia de Itamaracá. Reconhecida como Rainha da Ciranda, a artista transformou a tradição da Ilha de Itamaracá em uma referência da cultura brasileira dentro e fora do país. Também de Pernambuco, a banda Mestre Ambrósio reencontra o público com a sonoridade que marcou a renovação musical dos anos 1990. Rabeca e percussões aproximam o universo do cavalo-marinho de referências contemporâneas, em um trabalho associado à efervescência cultural do movimento manguebeat.
A programação recebe ainda Tião Carvalho, cantor, compositor, dançarino, ator e pesquisador maranhense. Há mais de quatro décadas, ele se dedica à difusão das culturas populares e mantém, em São Paulo, a Festa do Boi do Morro do Querosene, além de desenvolver um trabalho contínuo de formação.
Nesse encontro entre diferentes territórios, Mestra Martinha do Coco representa a força cultural do Distrito Federal. Nascida em Olinda e radicada no Paranoá, a artista desenvolveu o chamado samba de coco do Cerrado, no qual as raízes pernambucanas dialogam com sua experiência em Brasília.
Bois, mitologias e invenções do Cerrado
A presença do bumba meu boi ganha destaque com o Boi de Seu Teodoro, fundado em Sobradinho, em 1963, pelo mestre maranhense Teodoro Freire. O grupo mantém o sotaque da Baixada e encena a história de Pai Francisco e Mãe Catirina ao som de toadas e pandeirões.
Em outra vertente, Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro mostra como a tradição também pode nascer da invenção. Há mais de duas décadas, o grupo desenvolve uma mitologia inspirada nos mistérios do Cerrado e embalada pelo Samba Pisado, ritmo criado em Brasília e convertido em marca da identidade candanga.
Desse mesmo universo surge a Orquestra Alada Trovão da Mata. A formação conduz pelas ruas as figuras do Mito do Calango Voador em uma experiência que aproxima música, dança, teatro e circo. Já o Calango Careta encontra nos animais do Cerrado a inspiração para suas alegorias. Com uma orquestra de sopros e percussão acompanhada por artistas circenses, o grupo transformou-se em uma das expressões do carnaval de rua brasiliense.
A relação entre território, ancestralidade e protagonismo feminino também orienta Tawá-Tingá e o Coco das Onças. Realizado pela Casa Moringa, o cortejo reúne mulheres brincantes em torno da Onça, guardiã do Cerrado, e constrói uma narrativa atravessada por referências indígenas e afro-brasileiras.
Completando essa vertente, o Grupo Cultural Pé de Cerrado celebra 25 anos de trajetória dedicada à pesquisa das brincadeiras brasileiras. Em cena, a diversidade rítmica torna-se um convite à participação do público e ao reencontro com a dimensão coletiva do brincar.
Batuques de diferentes territórios
As matrizes afro-brasileiras atravessam parte significativa da programação. Fundado no Distrito Federal e ligado à Nação de Maracatu Leão da Campina, de Pernambuco, o Grupo Zenga Baque Angola promove a prática do maracatu-nação por meio da oralidade, da convivência e do aprendizado comunitário.
Do Rio Grande do Sul chega o Maçambique de Osório, Reinado Negro de matriz Banto mantido pela comunidade quilombola de Morro Alto. A manifestação preserva a devoção a Nossa Senhora do Rosário e São Benedito e reafirma o pertencimento de seus integrantes à herança africana e quilombola.
A Guarda de Moçambique de Santa Efigênia, por sua vez, mantém no Distrito Federal a tradição do congado trazida de Carmo do Cajuru, em Minas Gerais. Sob a responsabilidade do capitão Wagner Alves, o grupo reúne diferentes gerações em torno da fé e da memória comunitária.
A programação se desloca ainda para o Norte do país com o Carimbó Beija-Flor de Marudá. A formação paraense traduz em música e dança a identidade da comunidade costeira de Marudá, em uma manifestação estreitamente ligada à vida social de seu território.
Bonecos, circo e teatro popular
O Teatro de Bonecos Popular do Nordeste ocupa seu próprio espaço no Encontro. Um dos representantes dessa tradição será o Mamulengo Fuzuê, grupo nascido em Taguatinga e hoje formado por artistas de diferentes regiões do Distrito Federal. Na dramaturgia de suas peças, recupera personagens tradicionais do mamulengo e adapta a brincadeira a diferentes espaços e públicos.
A linguagem também estará representada pelo Mamulengo Sem Fronteiras, companhia criada em 1996 e coordenada por Walter Cedro. Em suas obras, o grupo combina literatura de cordel e música. O circo completa essa linha artística com Herdeiras do Mestre, As Donas do Circo. Rosineide Amorim, Rita Amorim e Isabel Amorim revisitam a história da Cia. Circo Boneco e Riso em montagem protagonizada exclusivamente por mulheres, responsáveis por preservar e renovar o legado da família Zezito.
Patrimônios vivos, saberes em continuidade
A presença de manifestações reconhecidas como patrimônio cultural reforça o princípio que orienta o Encontro. A programação reúne Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco; o Boi de Seu Teodoro e Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro, Patrimônios Culturais Imateriais do Distrito Federal; o Maçambique de Osório, declarado Bem Cultural Imaterial no Rio Grande do Sul; e o mamulengo, expressão do Teatro de Bonecos Popular do Nordeste reconhecida como Patrimônio Cultural do Brasil.
Mais do que títulos institucionais, esses reconhecimentos valorizam as pessoas e comunidades responsáveis pela continuidade de cada manifestação. “Mais do que preservar manifestações culturais, mestres e mestras mantêm vivos modos de existir”, afirma Anderson Formiga, que assina a curadoria do projeto ao lado de Lucas Formiga e Danielle Freitas.
Nesse sentido, o patrimônio não deve ser compreendido como algo imóvel ou restrito ao passado. “Esses saberes permanecem vivos justamente porque são recriados a cada encontro, dialogam com os territórios e acolhem as transformações do presente”, observa Lucas Formiga.
A proposta curatorial também destaca que preservar não significa impedir mudanças, mas garantir condições para que os conhecimentos continuem sendo compartilhados. “Na cultura popular, tradição e inovação caminham juntas: há criação na continuidade e futuro naquilo que é ancestral”, conclui Danielle Freitas.
É com esse propósito que o Encontro de Mestres do Brasilreúne, em Brasília, artistas, grupos e comunidades de diferentes regiões do país. Em vez de tratar as tradições como registros de um tempo encerrado, a proposta destaca sua capacidade de dialogar com o presente, renovar linguagens e fortalecer os territórios nos quais foram construídas.
Concebida como um percurso de convivência, formação e celebração, a programação combina nomes de projeção nacional, grupos comunitários e manifestações criadas no Distrito Federal. Dessa maneira, Brasília torna-se ponto de convergência entre diferentes experiências e modos de compreender a cultura popular brasileira.
Memória como caminho para o futuro
Para Anderson Formiga, o Encontro reconhece essas lideranças como protagonistas da cultura brasileira e seus conhecimentos como parte fundamental da formação do país. “Mais do que valorizar o patrimônio cultural, o projeto reafirma a centralidade desses saberes na construção de um Brasil mais diverso, criativo e conectado às suas raízes. Ao reunir mestres, mestras, grupos e comunidades de diferentes regiões, transformamos Brasília em um território de convergência, troca e cooperação”, afirma o curador.
Lucas Formiga ressalta que o projeto aproxima diferentes maneiras de produzir e compartilhar conhecimento. “Não se trata de estabelecer hierarquias entre o saber acadêmico e o tradicional, mas de reconhecer que ambos se fortalecem quando caminham juntos. Os desafios do presente exigem múltiplos olhares, e a construção de futuros mais sustentáveis e humanos depende da nossa capacidade de integrar diferentes formas de conhecer o mundo”, observa.
Já Danielle Freitas destaca a dimensão contemporânea das culturas populares e sua capacidade de reconstruir vínculos. “A memória, neste projeto, não é algo parado: ela orienta escolhas, inspira encontros, desperta novas criações e conecta gerações. Quando uma mestra compartilha seu conhecimento ou uma pessoa jovem entra na roda, a tradição ganha novos caminhos, fortalece suas raízes e amplia sua presença no mundo”, conclui.
Assim, o Encontro de Mestres do Brasil transforma Brasília em uma grande roda nacional de saberes. Ao reunir nomes consagrados e manifestações enraizadas em suas comunidades, o projeto celebra a diversidade do país e cria condições para que memória, pertencimento e criação continuem abrindo caminhos para o futuro da cultura popular brasileira.
Sobre a Vale
A Vale acredita que a cultura transforma vidas. Pelo quinto ano consecutivo é a maior apoiadora privada da Cultura no Brasil, patrocinando e fomentando projetos em parcerias que promovem conexões entre pessoas, iniciativas e territórios. Seu compromisso é contribuir com uma cultura cada vez mais acessível e plural, ao mesmo tempo em que atua para o fortalecimento da economia criativa.
Serviço:
Encontro de Mestres do Brasil Onde: Arena Conic – Setor de Diversões Sul Quando: 27, 28 e 29 de agosto de 2026, a partir das 17h Entrada: gratuita, mediante retirada antecipada de ingresso Ingressos:https://shotgun.live/pt-br/festivals/encontro-mestres-do-brasil-2026 Classificação indicativa: livre
Patrocínio: Vale, por meio da Lei Rouanet do Ministério da Cultura, e FAC – Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal Realização: Ibranova – Instituto Brasileiro de Inovação Cultural e Formiga Produções
Além dos palcos, o encontro transforma Brasília em espaço de transmissão de saberes com rodas de conversa, oficinas, vivências territoriais, formação em cenografia e feira ampliam a programação gratuita dedicada às culturas populares. Mais informações:https://www.instagram.com/mestres.do.brasil/; e inscrições:https://forms.gle/QiWLA2Yq39kNMECf6
A Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles recebe, no dia 29 de agosto, às 18h, a performance e exposição “Amuleto em Travessia”, da artista visual e escritora baiana Lorena Ribeiro. A programação reúne literatura, artes visuais e poesia em uma proposta que aborda identidade feminina, ancestralidade e pertencimento. A visitação é gratuita.
A abertura será realizada no dia 29 de agosto, às 18h, com uma performance de Lorena Ribeiro que combina declamação poética e dança. Após a apresentação, a artista participa de um bate-papo com o público, criando um espaço de diálogo sobre os processos criativos e os temas que atravessam a obra.
O projeto parte do livro artesanal Amuleto e da série visual Confluência Insular, aproximando diferentes linguagens artísticas para construir uma experiência de reflexão e encontro. A proposta também valoriza a relação entre memória, identidade e território, tendo a ancestralidade como um dos elementos centrais da narrativa.
Com recursos de acessibilidade, a exposição contará com as poesias em versão ampliada para pessoas com baixa visão, contribuindo para uma experiência cultural mais inclusiva.
Para participar e ficar por dentro da programação cultural da Biblioteca Demonstrativa, acompanhe as redes sociais da @bdbcultural no Instagram, Facebook e YouTube.
Sobre a programação cultural da BDB
A programação cultural da Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles é realizada por meio do Termo de Colaboração nº 950548/2023 com o Instituto Incluir, uma organização da sociedade civil.
Serviço:
Performance e exposição “Amuleto em Travessia”
Data: 29 de agosto (sábado)
Horário: 18h
Local: Biblioteca Demonstrativa – EQS 506/507, W3 Sul, em Brasília-DF.
O drama histórico PRESSÃO, trazido pela Universal Pictures e baseado em fatos já tem data de estreia para 3 de setembro nos cinemas
O longa mergulha nas decisivas 72 horas que antecederam o Dia D, um dos momentos mais importantes da Segunda Guerra Mundial. A trama traz Andrew Scott como o chefe da meteorologia, James Stagg e Brendan Fraser interpretando o general Dwight D. Eisenhower. Andrew foi convocado com o objetivo de transmitir a orientação essencial, garantindo que a operação fosse realizada de maneira eficaz
Com uma fotografia densa, edição e montagem sensacionais, trilha sonora causando certa e necessária angústia diante do impacto que foi esse ocorrido e mais ainda, o plot twist inesperado, todo esse conjunto vai deixar o espectador com alguns questionamentos…
Uma curiosidade, “D-Day” não significa “Dia da Destruição” nem algo relacionado à palavra “D”. O “D”, é simplesmente uma designação militar para o dia em que uma operação será iniciada. Assim, “D-Day” significa literalmente algo como “dia da operação”.
Sinopse
Nas 72 horas que antecedem o Dia D, a maior invasão anfíbia da história depende de uma previsão do tempo. O meteorologista-chefe britânico James Stagg é encarregado de entregar a previsão mais importante de todos os tempos. Ele entra em conflito direto com o General Dwight D. Eisenhower e com os conselheiros meteorológicos americanos. Com a vida de 350 mil soldados em jogo e o futuro do mundo livre na balança, a decisão final sobre avançar ou adiar a invasão transforma as salas de comando em um campo de batalha psicológico sufocante
Elenco:
Andrew Scott — James Stagg
Brendan Fraser — Dwight Eisenhower
Kerry Condon — Kay Summersby
Chris Messina — Irving P. Krick
Damian Lewis — Bernard Montgomery
Ficha técnica:
Nome Original: Pressure
Direção: Anthony Maras
Duração: 101 min
Gênero: Drama, Guerra, História, Suspense
Distribuidor: Universal Pictures Brasil
País de Origem:
EUA
Sobre a Universal
A Universal Pictures Distribuidora de Filmes é a responsável por trazer ao Brasil os grandes lançamentos da NBCUniversal. Seu papel vai além da simples entrega de títulos às salas de cinema: ela organiza campanhas de divulgação, adapta estratégias de marketing ao público brasileiro e garante que produções internacionais cheguem às principais redes de exibição do país. Graças a essa atuação, franquias como Jurassic World, Velozes e Furiosos e Minions conquistaram enorme popularidade por aqui, sempre acompanhadas de ações promocionais que ampliam o alcance dos filmes. Nos últimos anos, a distribuidora também trouxe obras de prestígio como Oppenheimer, mostrando que sua atuação não se limita aos blockbusters, mas também inclui produções autorais e premiadas. Além disso, a empresa fortalece sua presença digital com o Universal+, serviço de streaming que complementa a experiência das telonas e oferece séries e filmes sob demanda. Assim, a Universal Pictures Distribuidora de Filmes se consolida como peça essencial na difusão da cultura cinematográfica no Brasil, equilibrando o espetáculo dos grandes lançamentos com a diversidade de conteúdos disponíveis ao público.
Sunset Wine Run acontece em 29 de agosto, no PAD-DF, com percurso de 4 km, welcome wine, receptivo com antepastos assinado pela Lulu Buffet, ativações wellness, música e uma programação construída por marcas parceiras
Uma linha de chegada diferente, que termina em pôr do sol e vinho. É com esse mote que a Sunset Wine Run realiza sua primeira edição no dia 29 de agosto, na Vinícola Brasília, no PAD-DF.
Mais do que uma corrida, o evento foi pensado como uma experiência de fim de tarde que reúne movimento, bem-estar, vinhos produzidos no Distrito Federal, gastronomia, música, recovery, relaxamento e encontros em meio à paisagem da vinícola.
A programação começa às 16h, com a recepção dos participantes, seguida pela largada do percurso de 4 km, às 17h. Na chegada, os participantes recebem o welcome wine e são convidados a permanecer na Vinícola Brasília para contemplar o pôr do sol, brindar e aproveitar toda a programação pós-corrida — com receptivo gastronômico, ativações de bem-estar e celebração ao ar livre.
Os ingressos estão disponíveis pela plataforma SporTickets, a partir de R$ 267, com opções com e sem transfer de ida e volta. As vagas são limitadas.
Uma experiência do pace ao último brinde
A jornada da Sunset Wine Run foi pensada para acompanhar o participante antes, durante e depois do percurso, com uma rede de parceiros presente em cada etapa.
O ingresso inclui kit oficial com camiseta, bolsa, medalha de participação, taça de vinho em vidro, um cafezinho especial da Café Speciale Expresso e brindes de marcas parceiras, além do welcome wine na chegada e do acesso às ativações e experiências preparadas para o dia.
Antes da largada, os participantes passam por um aquecimento conduzido pela TriLife Assessoria, que também acompanha o grupo ao longo de todo o percurso de 4 km. Durante a corrida, Monster garante a energia.
Na chegada, depois do welcome wine, começa a celebração pós-corrida: o receptivo gastronômico com mesa de antepastos é assinado pela Lulu Buffet, acompanhado por wine bar, música com DJ Aragon e ativações de marcas. Para o corpo, a Cryo Health Regeneração oferece recovery com botas de compressão, enquanto a Fast Massagem Asa Sul cuida do relaxamento dos participantes.
A medalha também poderá ganhar um toque personalizado: a Panda Laser estará no evento realizando gravação a laser diretamente no local, permitindo que os participantes personalizem a peça depois de cruzarem a linha de chegada. O serviço será oferecido separadamente, como uma forma de transformar a conquista em uma lembrança ainda mais pessoal da primeira edição.
Além disso, quem quiser conhecer ainda mais o universo dos vinhos poderá adquirir separadamente um tour guiado exclusivo pela Vinícola Brasília, no valor de R$ 150, com vagas limitadas.
A retirada dos kits será realizada nos dias 27 e 28 de agosto, no Wine Garden, no Pontão do Lago Sul. Os horários e demais orientações serão divulgados pelo Instagram oficial do evento.
Para quem deseja aproveitar toda a programação sem se preocupar com o deslocamento, a Experiência Full, no valor de R$ 370, inclui transfer de ida e volta com a Enotur Brasília — pensada para quem pretende brindar, permanecer no evento até o fim e voltar com mais comodidade, segurança e tranquilidade.
Dúvidas sobre a corrida podem ser tiradas diretamente pelo WhatsApp, com atendimento automatizado desenvolvido pela Fala Mais AI.
Premiação também vira experiência
A premiação da Sunset Wine Run segue a mesma lógica do evento: os benefícios foram pensados para prolongar a experiência mesmo depois da linha de chegada.
O 1º lugar receberá duas visitas à Vinícola Brasília, para o ganhador e um acompanhante, além de uma experiência no Studio Lofy.
O 2º lugar ganhará uma experiência na câmara fria da CRYO Health Regeneração, dois créditos no Studio Lofy e um crédito na Vinícola Brasília.
Já o 3º lugar receberá um crédito na Vinícola Brasília e um crédito no Studio Lofy.
A proposta é conectar desempenho esportivo a novos momentos de enoturismo, recuperação e bem-estar.
Uma nova forma de viver Brasília
Idealizada por Tatiane Difforene e Luísa Ágnes, fundadoras da recém-lançada TaLu Experiências, a Sunset Wine Run nasce com a proposta de criar encontros autorais que conectem pessoas, marcas e a cidade.
Para Luísa, a corrida é apenas o ponto de partida de uma jornada pensada para ir além do esporte. “Queremos que o participante chegue para correr, contemple o pôr do sol, conheça e aprecie os vinhos produzidos no Distrito Federal e permaneça para celebrar com música, gastronomia e pessoas queridas”, afirma.
Para Tatiane Difforene, a experiência também apresenta uma nova forma de ocupar e descobrir Brasília. “A proposta é reunir pessoas que compartilham interesses como esporte, gastronomia, turismo, bem-estar e boas experiências. Queremos criar um evento com identidade própria e que possa passar a integrar o calendário da cidade”, destaca.
A escolha da Vinícola Brasília reforça esse conceito. Inserida na paisagem do PAD-DF e cercada por vinhedos, a vinícola permite que o público conheça de perto a produção local de vinhos e, ao mesmo tempo, viva uma nova possibilidade de lazer, turismo e gastronomia nos arredores da capital.
As atualizações sobre programação, ativações, retirada de kits e orientações para os participantes serão divulgadas no Instagram oficial, @sunsetwinerun.
Serviço — Sunset Wine Run
Data: 29 de agosto de 2026, sábado Local: Vinícola Brasília, PAD-DF Recepção: 16h Largada: 17h Percurso: 4 km — corrida ou caminhada Ingressos: a partir de R$ 267 Experiência Full com transfer: R$ 370 (transfer com Enotur Brasília) Inscrições: https://www.sportickets.com.br/pt/event/sunset-wine-run O ingresso inclui: kit oficial com camiseta, bolsa, medalha, taça de vinho em vidro, cafezinho da Café Speciale Expresso e brindes de parceiros; welcome wine; receptivo com antepastos (Lulu Buffet); acesso às ativações de bem-estar e experiências de marcas; música e Sunset Party Personalização da medalha: gravação a laser no local pela Panda Laser Tour pela Vinícola Brasília: R$ 150, mediante disponibilidade Entrega dos kits: 27 e 28 de agosto, no Wine Garden, Pontão do Lago Sul Dúvidas: atendimento automatizado via WhatsApp (Fala Mais AI) Instagram: https://www.instagram.com/sunsetwinerun/ Realização: Brasília Comércio, Vinícola Brasília e TaLu Experiências Patrocínio: Condomínio Reserva do Jardim Botânico Informações: (61) 99000-4369 | taluexperiencias@gmail.com
Cantora se apresenta no Rock in Rio e faz dois shows em São Paulo em setembro. Estudos apontam que canções em outro idioma podem contribuir para ampliar o vocabulário, desenvolver a compreensão auditiva e trabalhar aspectos da pronúncia quando associadas a práticas de aprendizagem.
Demi Lovato volta ao Brasil em setembro para três apresentações. A cantora americana sobe ao Palco Mundo do Rock in Rio no dia 12 e, na sequência, faz dois shows na Suhai Music Hall, em São Paulo, nos dias 15 e 16, com a turnê It’s Not That Deep. Para os fãs que já escutam os hits no dia a dia, a proximidade das apresentações, além da diversão, pode sim ajudar no aprendizado de um novo idioma.
O contato frequente com canções, segundo especialistas da KNN Idiomas permite observar pronúncia, ritmo da fala, construção de frases e palavras utilizadas em diferentes contextos. A repetição, característica natural de quem escuta uma música de que gosta várias vezes, também favorece a familiarização com sons e expressões. “Quando o aluno escolhe um conteúdo que já faz parte dos seus interesses, existe uma tendência de manter contato com o idioma por mais tempo e com mais frequência”, explica Reginaldo Kaeneêne, CEO e fundador da KNN Idiomas.
Uma pesquisa recente publicada na revista científica Frontiers in Education, que analisou 12 estudos realizados entre 2020 e 2025, identificou benefícios do uso de músicas no ensino de inglês, especialmente para retenção de vocabulário, percepção do ritmo e da entonação e prática da pronúncia. Os resultados indicam, porém, que os ganhos são maiores quando a exposição é acompanhada de exercícios como repetição e recuperação ativa do conteúdo.
Como aprender inglês com músicas
A primeira recomendação da KNN é não recorrer imediatamente à tradução integral da letra. Ouvir a música e tentar identificar palavras, expressões e o tema da canção antes de consultar o significado estimula a compreensão auditiva. Na sequência, acompanhar a letra em inglês permite comparar aquilo que foi entendido com o conteúdo original.
Outra estratégia é selecionar algumas palavras desconhecidas em cada melodia, em vez de tentar memorizar todo o vocabulário de uma só vez. “O estudante pode pesquisar o significado e observar como aqueles termos são utilizados em outras frases. Isso ajuda a compreender a palavra dentro de diferentes contextos”, afirma Kaeneêne.
A pronúncia pode ser trabalhada ao repetir pequenos trechos depois de ouvi-los e prestar atenção à forma como as palavras se conectam durante a fala. “Na língua falada, nem sempre ouvimos as palavras isoladamente como aparecem em um livro. A música ajuda a perceber ritmo, entonação e ligações entre sons. Esse exercício deixa o ouvido mais acostumado ao idioma”, acrescenta Kaeneêne.
O repertório da artista pop pode servir como ponto de partida justamente por reunir diferentes momentos da carreira e estilos musicais. Para quem pretende acompanhar os shows no Brasil, a preparação também pode incluir observar o significado das canções, identificar novas expressões e tentar compreender os versos antes de recorrer à tradução. A prática acelera o aprendizado em um curso de inglês, ao ampliar o contato com o idioma de forma leve e conectada aos interesses do aluno.
Sobre a KNN Idiomas
Fundada em 2012 e sediada em Santa Catarina, a KNN Idiomas é uma rede de franquias presente em todo o Brasil, com foco no ensino de inglês, espanhol, francês, alemão e italiano. A escola utiliza metodologia própria voltada para falantes de português, com ênfase na conversação desde as primeiras aulas, turmas reduzidas e material didático exclusivo, atualizado periodicamente. A rede também oferece modalidades presencial e digital, por meio do KNN At Home, mantendo o foco em uma aprendizagem prática e aplicada ao dia a dia.
“Gonzaguinha, Da Maior Liberdade” foi contemplado com o Kikito de Longa-metragem Documentário no Festival de Gramado 2026, em premiação realizada na noite deste sábado, 22 de agosto. Dirigido por Susanna Lira, o longa mescla dramatização, imagens e entrevistas de arquivos para proporcionar ao público uma viagem sensorial e afetiva pela vida do artista.
“Gonzaguinha, Da Maior Liberdade” teve sua primeira exibição no 2o LABRFF (Los Angeles Brazilian Film Festival), em Orlando, nos EUA, em maio deste ano, quando conquistou o prêmio Best Narrative Documentary. Produzido pela Modo Operante, o longa estreia nos cinemas em 3 de setembro, com distribuição da Synapse Distribution.
“Gonzaguinha, Da Maior Liberdade”
Sinopse
“Gonzaguinha, Da Maior Liberdade” é um filme que busca resgatar em letras, imagens e sons a fúria e a poesia de um dos artistas mais importantes para a construção e a discussão popular de nossa história democrática: Luiz Gonzaga Jr.
Ficha técnica
Direção: Susanna Lira
Roteiro e Pesquisa: Rodrigo Alzuguir
Elenco: André Dale, Ernesto Leão e Gedivan Albuquerque
Pesquisa Adicional: Ítalo Rocha
Pesquisa de Imagens: Ítalo Rocha e Clara Eyer
Consultoria de Roteiro: Simone Melamed
Assistência de Direção: Gretha Viana e Pilar Sla
Produzido por: Susanna Lira e Tito Gomes
Direção de Fotografia: Rafael Mazza
Operação de Câmera: Arthur Sherman
Assistência de Câmera: João Gasparian
Dançarinos: Iara Cassano e Jefferson Bilisco
Caracterização: Débora Saad
Produção Executiva: Luciana Freitas e Lívia Nunes
Coordenação de Produção: Gabriella Fischer
Direção de Produção: Gretha Viana e Janaína Brasil
Técnico de Som: Tito Gomes
Coordenação de Pós: Clara Eyer
Montagem: Ítalo Rocha
Assistência de Montagem: Rê Ferreira e Mateus Teixeira
Produção de Conteúdo de Arquivo e Licenciamento: Leticia de Souza Barbosa e Gabriella Fischer
Colorista Sênior e Supervisão: Glauco Guigon
Colorista: Lucas Martinelli
Conform e Finalização: Gabriel Martino
Desenho de Som: Ítalo Rocha
Edição e Mixagem de Som: Tiago Picado
Motion Design: Rodrigo Amim
Digitalização e Tratamento de Fotos: Adelino de Oliveira Jr.
Tradução e Legendas: Tradução na Pilha
Apoio Logístico: Breno Pinheiro Silva e Carlos Eduardo Facadio
Controladoria: Daiana Kreder e Outrastória Brasil
Sobre Susanna Lira
Susanna Lira é cineasta, pós-graduada em Filosofia, Direito Internacional e Direitos Humanos, especializada em biopolítica criminal. É mestre em Psicanálise. Dirigiu mais de 21 longas-metragens e dezenas de curtas e séries, acumulando mais de 120 prêmios em festivais no Brasil e no exterior. Entre seus trabalhos de maior destaque estão: “Apenas 3 Meninas” (2026), “#salverosa” (2025), “Fernanda Young – Foge-me ao Controle” (2024), “Quando Elas Se Movimentam” (2024), “Nada Sobre Meu Pai” (2023), Jessie e Colombo” (Globoplay, 2023), “Não Foi Minha Culpa” (ficção, Star Plus, 2022), “Adriano Imperador” (Paramount Plus, 2022), “Casão, Num Jogo Sem Regras” (Globoplay, 2022), “A Mãe de Todas as Lutas” (2021), “Torre das Donzelas” (2018), “Mussum, Um Filme do Cacildis” (2018).
Ao longo de 20 anos de carreira trabalhou para os principais veículos de comunicação. Possui uma longa e reconhecida carreira como diretora, tendo sido inclusive homenageada em vários países: no Festival FEMCINE, no Chile em 2019; no Festival Tenemos que ver no Uruguai em 2018 e no Festival de Cine Independente de Mar del Plata 2016 na Argentina, com a mostra “Susanna Lira – Hasta el limite”. No Brasil, foi homenageada em 2021 com a Mostra SUSANNA LIRA, organizada pelo Infinitto Festival.
Em 2025, Susanna Lira estreou seu primeiro filme de ficção, “#salverosa”, no Festival do Rio, sendo premiado nas categorias de Melhor Filme pelo Júri Popular, Melhor Figurino e Melhor Atriz para Klara Castanho. Além disso, em fevereiro deste ano o filme conquistou a marca de primeiro lugar no ranking de filmes da Netflix no Brasil.
Sobre a Modo Operante
Desde 2004 no mercado audiovisual, a Modo Operante Produções conquistou seu espaço no desenvolvimento de filmes e séries, tanto para a TV como para o cinema, e se tornou referência quando o assunto é produção de documentários. Acumula mais de 100 prêmios em festivais de cinema do Brasil e exterior, como Festival do Rio, Festival de Gramado, Festival de Brasília, ATLANTIDOC e FEMCINE.
À frente dos projetos estão a diretora e fundadora, Susanna Lira, que traz uma filmografia com mais de 21 longa-metragens e diversos títulos de séries de canais nacionais e internacionais, e seusócio-diretor, Tito Gomes, que também trabalha há mais 20 anos no mercado audiovisual como produtor musical, montador e designer. Sempre movida por temas que respeitam as diferenças sociais, culturais, de gênero e, principalmente, relacionados aos direitos humanos, a Modo Operante possui diferentes projetos em seu currículo. A produtora se destaca pelo trabalho com diversos clientes renomados do mercado como TV Globo, Globoplay, Universal Channel, Discovery Channel, BBC, GNT, Canal Futura, Canal Curta!,CineBrasil TV e FashionTV.
Entre os projetos mais renomados pela produtora estão os documentários “Réquiem para Moïse” (2025), “Fernanda Young – Foge-me ao Controle” (2024), “Nada Sobre Meu Pai” (2023), “A Mãe de Todas as Lutas” (2021) e “Torre das Donzelas” (2018). Além dos filmes, a Modo Operante produziu as novas séries “Pecados Revelados” (2023) para o GNT e “Casão – Num Jogo Sem Regras” (2022) e “Jessie & Colombo” (2023) para o Globoplay.
Com mais de 20 anos de trajetória, a Modo Operante chega neste ano com dois documentários: “Gonzaguinha, Da Maior Liberdade” e “Mr. Wonderful”. E também está com a produção de seu primeiro longa-metragem de ficção “Comadrio”, com gravações para o 2o semestre de 2026.
Sobre a Synapse Distribution
A Synapse, selo de exibição da SOFA DGTL, licencia uma média de 20 filmes por ano. Responsável pelo lançamento nos cinemas do vencedores do Oscar de Melhor Documentário “Um Zé Ninguém Contra Putin” (2026) e ‘Sem Chão – No Other Land’ (2025), também foi responsável por distribuir ‘Vermiglio – A Noiva da Montanha”, vencedor do leão de prata em Veneza. Entre outros títulos estão “Vidas Entrelaçadas” com Angelina Jolie, ‘Love Lies Bleeding – O Amor Sangra’, com Kristen Stewart, ‘As Vezes Quero Sumir’, com Daisy Ridley, o último filme do diretor Ken Loach, ‘O Último Pub’, entre outros.
Sobre a SOFA DGTL
A SOFA DGTL é uma agregadora de conteúdo premium que tem como missão conectar histórias a pessoas, ajudando o consumidor a encontrar o conteúdo certo para o seu perfil. Por meio do serviço de recomendação Filmelier.com, com mais de 17 milhões de usuários anuais, a SOFA DGTL obtém amplo conhecimento da audiência e consegue definir a melhor estratégia para aquisição e monetização de filmes. A empresa comercializa o melhor do cinema em mais de 30 plataformas na América Latina nas modalidades Transacional – TVOD (aluguel e compra), Assinatura –SVOD e por Publicidade – AVOD, com mais de 400 milhões de horas assistidas nesse segmento.
Ozivy, primeira caneta de semaglutida fabricada no Brasil, divulgação
Por Thiago André Oliveira Rocha, diretor da Vertical de Pharma & Life Sciences da Plusoft
O mercado brasileiro de medicamentos para obesidade acaba de ganhar um dado que merece mais atenção do que os números de venda do próprio produto. Em julho, primeiro mês completo após o lançamento do Ozivy, primeira caneta de semaglutida fabricada no Brasil, vendeu 200 mil unidades e alcançou 28% de participação entre as canetas de semaglutida. Em apenas seis semanas, entrou no grupo das cinco maiores moléculas do mercado farmacêutico brasileiro.
O número é impressionante, mas acredito que o dado mais importante apresentado pela EMS, indústria farmacêutica brasileira, na Abrafarma Future Trends 2026, o principal congresso do varejo farmacêutico das Américas, foi que mais de 80% dos pacientes que iniciaram o tratamento com Ozivy são novos na categoria. Essa informação muda a leitura sobre o que está acontecendo com os medicamentos da classe GLP-1 no Brasil.
A interpretação mais imediata para a chegada de um novo concorrente é imaginar uma guerra por participação: um produto ganha espaço porque tira pacientes de outro. É a lógica tradicional de um mercado maduro, no qual o crescimento de uma marca depende da perda de outra.
Mas os dados apresentados pela EMS sugerem algo diferente, considerando que se oito em cada dez pacientes que chegaram ao Ozivy não utilizavam anteriormente outro medicamento da categoria, uma parcela expressiva dessas 200 mil unidades representa expansão de mercado, e não simplesmente transferência de demanda. Essa distinção é enorme para a indústria farmacêutica.
Estamos diante de uma categoria que ainda pode estar formando sua própria base de pacientes. É possível encontrar um paralelo na história recente do setor, como quando os medicamentos genéricos foram instituídos no Brasil, em 1999, uma das preocupações era a possível canibalização das marcas tradicionais. O que aconteceu, porém, foi também uma expansão do acesso, com consumidores que antes não compravam determinados medicamentos passaram a fazê-lo.
O fenômeno dos GLP-1 parece apontar para uma dinâmica semelhante, embora em outro contexto e com características próprias. A entrada de novos produtos pode não significar apenas mais concorrência pelo paciente que já existe, mas a criação de uma população que até pouco tempo não fazia parte desse mercado.
Por isso, olhar apenas para market share pode levar a uma conclusão equivocada, porque para quem fabrica, investe ou vende esses medicamentos, a pergunta mais importante daqui para frente não é “quanto de participação meu produto conquistou?”, mas “quantos pacientes novos a categoria está conseguindo incorporar e, principalmente, manter em tratamento?”.
O desafio depois da aquisição
O crescimento acelerado da categoria também cria uma contradição, já que quanto mais empresas entram, maior tende a ser a pressão sobre preços e margens. A Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, já tinha outros medicamentos sintéticos e biológicos em análise, o que indica que a competição deve aumentar.
Se a caneta se tornar uma commodity, o valor econômico do paciente não estará necessariamente concentrado no medicamento, mas na jornada construída ao redor do tratamento.
Outro dado apresentado no congresso que me chamou atenção foi que a EMS mostrou aumento de 15% na demanda por suplementos proteicos e de 8% em vitaminas entre os pacientes que iniciaram o tratamento. Não é apenas uma mudança de prescrição. É uma mudança de comportamento de consumo.
As discussões promovidas por empresas como Nestlé e L’Oréal durante o evento reforçam essa percepção, porque nutrição, beleza, acompanhamento e serviços passam a fazer parte de um ecossistema que extrapola a embalagem da caneta.
Para o varejo farmacêutico, isso abre uma oportunidade, mas também impõe uma responsabilidade, em que o paciente que chega hoje pode estar fazendo sua primeira experiência com um tratamento de uso contínuo. Se ele abandonar o tratamento algumas semanas depois, não haverá apenas uma venda perdida, mas uma jornada interrompida.
Uma das maiores redes do país mostrou no mesmo evento que menos de um em cada dez pacientes crônicos sustenta o tratamento durante um ano. Aplicar esse histórico a uma população majoritariamente estreante exige cautela, mas deixa evidente o tamanho do desafio de adesão.
A farmácia, nesse cenário, é um dos poucos pontos de contato recorrente que o paciente terá ao longo do tratamento, e programas de acompanhamento, orientação farmacêutica e mecanismos para identificar atrasos na recompra podem fazer diferença entre uma categoria que cresce por alguns meses e uma categoria que constrói uma base sustentável de pacientes.
A RD Saúde já começou a testar um programa de adesão para pacientes de GLP-1 com apoio farmacêutico. A Pague Menos também vem sinalizando uma estratégia voltada ao cuidado contínuo. Esse movimento dos grupos de varejo farmacêuticos indica que eles começaram a perceber que nesse mercado, relacionamento pode valer mais do que uma venda pontual.
O que aconteceu com o Ozivy em seis semanas é maior do que o sucesso de um lançamento, é um sinal de que o mercado brasileiro de GLP-1 pode estar entrando em uma fase de expansão acelerada. Mas aquisição não é o mesmo que consolidação.
O indicador que realmente poderá definir o tamanho dessa transformação será a capacidade de transformar esses novos pacientes em pacientes que permanecem em tratamento. Para a indústria, isso significa olhar além do share. Para o varejo, significa olhar além da caneta. E para todo o ecossistema de saúde, significa entender que estamos diante de uma nova jornada de cuidado.
Duzentas mil unidades em um mês são um número impressionante, mas o dado que pode mudar o mercado é outro: 80% desses pacientes chegaram agora, e a pergunta que importa é quantos deles continuarão aqui daqui a um ano.
Sobre Thiago André Oliveira Rocha
É Diretor da Vertical de Pharma &Life Sciences na Plusoft, com atuação no setor desde 2009. Ao longo da carreira, consolidou experiência em transformação digital, estratégia comercial, inovação em saúde, omnichannel e engajamento de pacientes e profissionais de saúde. Também é professor da Pós-graduação na ESPM e possui pós-graduação pela mesma instituição.
Sobre a Plusoft
A Plusoft, fundada em 1988, é uma das maiores empresas de gestão da jornada do cliente. É especialistas na fabricação, desenvolvimento e na implementação de sistemas Omnichannel de Customer Relationship Management (CRM) para todos os mercados.
A Plusoft é a primeira companhia nacional do segmento a conquistar a certificação internacional ISO 27001, concedida a organizações com elevado nível de qualidade e segurança no desenvolvimento dos seus projetos.
Atualmente, a Plusoft conta com cerca de 400 colaboradores.
A Noviça Mais Rebelde está de volta a Brasília para 2 únicas apresentações no Teatro dos Bancários. O espetáculo já circulou pelo Brasil fazendo mais de 700 apresentações e foi visto por cerca de 700 mil pessoas, em mais de 40 cidades. Só na cidade de São Paulo foram mais de dez temporadas, nos teatros Renaissance, Raul Cortez e Santo Agostinho. No Rio de Janeiro foram quatro meses de temporada no Teatro Leblon em 2010. Na peça, o ator Wilson de Santos – que fez parte do fenômeno teatral “A Bofetada”, dá vida à Irmã Maria José, uma freira que canta, dança e conta histórias do seu passado picante para interagir com o público enquanto aguarda a chegada da Madre Superiora, que lhe prometeu um número de destaque num espetáculo beneficente. As apresentações de A Noviça Mais Rebelde serão nos dias 29 e 30 de agosto, no Teatro dos Bancários, às 20h no sábado e às 19h no domingo.
A Irmã Maria José é uma das personagens originais do musical “Noviças Rebeldes”, sucesso Off-Broadway chamado “Nunsense”, de Dan Goggin, dirigido por Wolf Maia com a Cia Baiana de Patifaria. A Noviça Mais Rebelde é uma criação do próprio Wilson. Na peça, a hilária freira que era renegada ao papel de contrarregra por não possuir talento – e por ter uma personalidade irreverente demais – volta tentando provar mais uma vez que sua fé pode conviver com as luzes dos holofotes e com os aplausos do público.
A comédia musical tem início quando a irmã Maria José se vê obrigada a entreter a plateia enquanto a Madre Superiora não chega para o show beneficente preparado para a noite. Improvisando jogos interativos e números musicais – todos retirados de lembranças hilárias do seu passado nada católico, antes de se converter à Igreja. Em pouco mais de uma hora,
todos participam de um “bingo santo”, de um jogo de roleta e até de um número de cabaré. Em meio às apresentações, Irmã Maria José ainda encontra espaço para falar sobre sua vida, alternando poesia e humor ao narrar a transformação de uma “garota da vida” em uma freira católica. A Noviça Mais Rebelde estreou em 2009, em Campinas (SP). Wilson de Santos, que durante mais de dez anos fez grande sucesso em montagens da Cia. Baiana de Patifaria como “A Bofetada” e “Noviças Rebeldes”, já foi dirigido por nomes como Bibi Ferreira (Viva o Demiurgo), Jorge Takla (Vitor ou Vitória) e Charles Möeller (A Diabólica Moll Flanders). Na TV, viveu o camareiro do night club Copacabana em Kubanacan (novela de Carlos Lombardi com direção de Wolf Maya) e o personagem “Jojo”, em Duas Caras (novela de Aguinaldo Silva com direção de Wolf Maya).
A NOVIÇA MAIS REBELDE Com Wilson de Santos Fotos: João Caldas Arte Gráfica: Vicente Queiroz Direção de Produção: Leonardo Leal Produção: Teatro do Riso Realização: Conspiração Cultural & MoshProd
NOTA PARA ROTEIRO A NOVIÇA MAIS REBELDE – Com Wilson de Santos. A comédia musical conta a história da Irmã Maria José, que convence a Madre Superiora a deixá-la fazer um show beneficente, seu único sonho não realizado desde que se tornou freira. Com o atraso da Madre, Maria José se vê obrigada a conversar com a plateia, improvisando jogos interativos e números musicais – todos retirados de lembranças hilárias do seu passado picante antes de se converter à Igreja.
Serviço
A NOVIÇA MAIS REBELDE Local: Teatro dos Bancários EQS 314/315 BL A – Asa Sul, Brasília – DF, 70383-400 Datas: 29 e 30/08/2026 Horários: Sábado às 20:00 e domingo às 19:00. Ingressos: de R$ 50,00 a R$70,00. Vendas: www.ingressosvirtual.com.br Classificação Etária: 12 anos
Entre os dias 24 e 28 de agosto, Brasília sedia a 22ª edição do Congresso Brasileiro de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica (COBRAMSEG), um dos principais eventos técnico-científicos da geotecnia na América Latina. Promovido pela Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica (ABMS), o congresso ocupa o Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB) e reúne, no mesmo espaço e período, outros três eventos: o XIII Congresso Luso-Brasileiro de Geotecnia, o XI Simpósio Brasileiro de Jovens Geotécnicos e o X Simpósio Latino-Americano de Mecânica das Rochas (LARMS 2026).
O eixo temático da edição (“Geotecnia e Mudanças Climáticas: Infraestruturas e Cidades Resilientes”) coloca em discussão um problema que já é rotina nas cidades brasileiras: chuvas mais intensas, deslizamentos de terra e instabilidades do solo. Para o presidente do congresso, professor André Luís Brasil Cavalcante, a geotecnia tem papel decisivo na adaptação das infraestruturas e na mitigação de riscos diante dos impactos climáticos, contribuindo para cidades mais seguras e sustentáveis.
Nesta edição, a programação científica recebeu mais de 2 mil resumos, dos quais cerca de 1.400 se converteram em artigos completos submetidos aos três eventos científicos. A grade conta ainda com 18 minicursos, planejados por comissões e comitês técnicos para cobrir as principais áreas da geotecnia.
Entre os destaques está a presença de conferencistas internacionais em três palestras de tradição na área: a Conferência Pacheco Silva, no COBRAMSEG, com o professor Fernando Schnaid (ex-presidente da ABMS); a 10ª Victor de Mello Lecture, no Congresso Luso-Brasileiro, com o professor português Manuel de Matos Fernandes; e a CBMR Lecture, no LARMS, com o professor chinês Manchao He, da Academia Chinesa de Ciências.
Para o presidente da ABMS, Roberto Quental Coutinho, o tema deste Cobramseg dialoga diretamente com um dos maiores desafios da geotecnia brasileira hoje: entender e prevenir os movimentos de massa associados a eventos climáticos extremos. “É um debate que a ABMS quer levar da pesquisa acadêmica para as soluções que as cidades brasileiras já precisam”, afirma.
As inscrições seguem abertas no site oficial do evento, com desconto para associados da ABMS e condições especiais para quem se inscreve também no LARMS 2026. ServiçoO quê: COBRAMSEG 2026 – 22ª edição do Congresso Brasileiro de Mecânica dos Solos e Engenharia GeotécnicaQuando: 24 a 28 de agosto de 2026Onde: Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB) – Brasília (DF)Inscrições e programação: https://2026.cobramseg.com.br/ Acesse o site oficial do Cobramseg 2026
Sobre a ABMS
A Associação Brasileira de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica (ABMS) é a entidade responsável pela realização do COBRAMSEG e reúne profissionais, pesquisadores e empresas do setor geotécnico no Brasil. Em 2025, a associação completou 75 anos de atuação
Finalista do Prêmio Odisseia de Literatura Fantástica em 2024 e 2025, autor paulistano falou sobre edição, publicação, divulgação e premiações e apresentou uma obra que aproxima ficção científica, memória política e crítica social
Como transformar uma ideia em livro, encontrar caminhos para a publicação e fazer a literatura especulativa chegar aos leitores? Essas são algumas das questões que o escritor, professor e editor paulistano Danilo Heitor levou à 4ª edição do Encontro de Literatura Fantástica do Cerrado (ELIFANT), no dia 22 de agosto, na Biblioteca Nacional de Brasília. Finalista do Prêmio Odisseia de Literatura Fantástica em 2024 e 2025, o autor participou da mesa “Caminhos para autores de literatura especulativa – edição, publicação, divulgação e premiações”, das 16h30 às 17h30.
Com oito livros publicados, Danilo transita pela ficção científica explorando as possibilidades do gênero para discutir questões concretas do presente. Em Projeto Futuro (156 págs., País Nenhum, 2026), romance voltado ao público jovem-adulto, duas adolescentes descobrem um projeto secreto de viagens no tempo iniciado durante a ditadura militar, que utilizava presos políticos como cobaias em experimentos científicos. A investigação leva as protagonistas a locais relacionados à memória da repressão política em São Paulo e coloca em debate o uso político da ciência, os limites éticos do progresso tecnológico, a memória dos desaparecidos políticos e a responsabilidade das instituições diante de crimes contra os direitos humanos.
A escolha da ficção científica como ferramenta para revisitar o passado também se relaciona à trajetória pessoal do escritor, filho de militantes perseguidos pela ditadura militar. “O tema dos desaparecidos políticos sempre me foi muito caro. Cresci cercado por histórias de amigos e conhecidos dos meus pais que foram presos, torturados, mortos ou nunca mais voltaram”, afirma.
Em Projeto Futuro, Danilo também aproxima a discussão histórica da experiência de jovens personagens. Soraia e Leilane, duas amigas que estão concluindo o ensino médio, são responsáveis por investigar os vestígios de um experimento que atravessa décadas. A inspiração para as protagonistas veio da experiência do autor em sala de aula. Professor da rede pública e de cursinhos populares há mais de quinze anos, ele encontrou nas alunas a curiosidade e o senso crítico que queria levar para a narrativa. “Sempre foram elas as mais interessadas. Para mim, fazia todo sentido que fossem protagonistas”, comenta.
Já em Quase agora, coletânea de 25 contos de ficção científica, o escritor parte de futuros hipotéticos para investigar relações de poder e transformações tecnológicas que afetam diretamente a vida cotidiana. Em comum entre os trabalhos está o uso da literatura especulativa não apenas para imaginar outros mundos, mas para ampliar o olhar sobre o mundo em que vivemos.
Professor de Geografia, escritor e editor, Danilo Heitor também está à frente da editora País Nenhum, criada em 2025 com foco em autorias do Sul Global. Sua experiência em diferentes frentes do mercado editorial e sua trajetória como autor de ficção científica fundamentam a participação no ELIFANT, em uma conversa dedicada aos desafios e possibilidades para quem escreve literatura especulativa no Brasil.
Serviço
ELIFANT – 4º Encontro de Literatura Fantástica do Cerrado
Data: 22 de agosto de 2026 (sábado) Horário: das 14h às 18h Mesa com Danilo Heitor: das 16h30 às 17h30 Local: Biblioteca Nacional de Brasília Entrada: gratuita
Herbs venceu na categoria “Excelência Em Alimentos & Bebidas; premiação avalia estabelecimentos hoteleiros de todo o país
Restaurante do hotel de luxo Royal Tulip Brasília Alvorada, o Herbs acaba de conquistar um reconhecimento de projeção nacional: melhor estabelecimento gastronômico autenticado pelo prêmio HOTEX Maiores Nomes da Hospitalidade 2026, na categoria “Excelência em Alimentos & Bebidas”. Anunciada na maior feira de turismo, hotelaria e gastronomia do país, a HOTEX 2026, realizada em São Paulo, a premiação certifica e homenageia empresas, empreendimentos, profissionais e fornecedores que se destacam por excelência em gestão, inovação, sustentabilidade, hospitalidade, investimentos e desenvolvimento do setor, além de reconhecer lideranças que inspiram e transformam o mercado.
O Herbs se notabiliza pela pluralidade de serviços e sabores de alta gastronomia. O restaurante oferece experiências gastronômicas ao longo de todo o dia, como café da manhã, almoço e jantar, todos assinados pelo renomado chef executivo Elizio Correia, cujo perfil profissional se caracteriza por criatividade, técnica e excelência em cada menu.
Os vencedores receberam um exclusivo troféu em cristal de Murano, inspirado na tradicional Pinha Italiana (Pigna), um dos mais antigos e emblemáticos símbolos da cultura italiana. Representando hospitalidade, prosperidade, abundância, renovação, a Pigna é tradicionalmente posicionada na entrada de residências, hotéis e estabelecimentos como um gesto de acolhimento e um desejo de sucesso para todos que ali chegam.
“Conquistar o prêmio HOTEX Maiores Nomes da Hospitalidade 2026, na categoria “Excelência Em Alimentos & Bebidas”, também é o reconhecimento de uma operação que une hospitalidade, profissionalismo, inovação e o compromisso constante com a superação de expectativas. E cada detalhe importa: o atendimento acolhedor, a excelência dos pratos, o cuidado com cada hóspede e a capacidade de atendimento de diversos perfis: desde um jantar intimista até grandes eventos e delegações internacionais, sempre mantendo o mesmo padrão de qualidade”, destaca a gerente comercial Centro Oeste do Louvre Hotels Group – Brazil, Aryane Borges.
Cerimônia de premiação HOTEX 2026
Ocorrido em 04 de agosto na São Paulo Expo, o evento reuniu os homenageados desta edição, como redes nacionais e internacionais, hotéis independentes, resorts, fornecedores estratégicos e executivos que têm desempenhado papel relevante na construção de uma hotelaria cada vez mais competitiva, moderna e voltada à excelência na experiência do hóspede. A premiação contou ainda com diversidade de categorias, como Melhor Hotel Independente, Excelência em Gestão de Pessoas e Excelência em Tecnologia & Inovação.
Os vencedores receberam um exclusivo troféu em cristal de Murano, inspirado na tradicional Pinha Italiana (Pigna), um dos mais antigos e emblemáticos símbolos da cultura italiana. Representando hospitalidade, prosperidade, abundância, renovação, a Pigna é tradicionalmente posicionada na entrada de residências, hotéis e estabelecimentos como um gesto de acolhimento e um desejo de sucesso para todos que ali chegam.
Produzido em cristal de Murano pela Cristais Labone, reconhecido mundialmente por sua beleza, sofisticação e excelência artesanal, o troféu da HOTEX une tradição, arte e significado. A escolha da Pigna simboliza o crescimento contínuo da hotelaria, a força das relações construídas pela hospitalidade e o reconhecimento àqueles que se destacam por sua dedicação, inovação, liderança e compromisso com a excelência.
A próxima edição da feira será realizada de 3 a 6 de agosto de 2027, na São Paulo Expo, reunindo novamente os principais nomes da hotelaria, do turismo e da hospitalidade para apresentar tendências, promover negócios, compartilhar conhecimento e reconhecer aqueles que impulsionam a evolução do setor no Brasil.
Inovação, sofisticação e lazer para toda a família definem Royal Tulip Brasília Alvorada
O hotel de luxo oferece estrutura completa de lazer e sofisticação. O hotel de luxo disponibiliza área vip Guest – exclusiva para hóspedes das categorias luxo –, camarim de noivas e o pub totalmente reformados, além de uma nova adega, novo mobiliário para piscina e salão de jogos remodelado.
Há serviços de spa que vão desde massagens relaxantes e terapêuticas até programação para casais e cuidados corporais, como massagem modeladora. Sua piscina aquecida já se consolidou como uma famosa atração instagramável e uma das principais opções de lazer na região.
Além de espaço kids, SPA, sauna, academia, bar de piscina e um Pub temático, a localização é outro ponto alto: às margens do Lago Paranoá, vizinho ao Palácio da Alvorada e próximo a pontos estratégicos como o centro comercial de Brasília.
A gastronomia é outro destaque das últimas inovações do hotel. Um dos mais tradicionais bares de Brasília, o The Old Barr, tem seu cardápio inspirado nas comidas de boteco francês. Com funcionamento diário, das 19h até a meia-noite, o espaço foi repaginado, migrando da culinária inglesa para a francesa e trazendo ao público do hotel o DNA da marca, administrada pela rede hoteleira francesa Louvre Hotels Group.
É uma empresa do segmento hoteleiro, subsidiada à francesa Louvre Hotels Group e responsável pela administração e comercialização de hotéis das marcas Royal Tulip, Golden Tulip e Tulip Inn. A rede reúne em seu portfólio atual 16 hotéis distribuídos estrategicamente pelo país: Natal (RN), Goiânia (GO), Sete Lagoas (MG), São José dos Campos (SP), Bauru (SP), Holambra (SP), Guarujá (SP), Itaguaí (RJ), Campos dos Goytacazes (RJ), Macaé (RJ), Vitória (ES), Vila Velha (ES), Alagoinhas (BA), Canela (RS) e Brasília (DF), onde tem duas unidades.
Cantora finlandesa se apresenta no Raven Hall; capital federal é a quarta cidade anunciada no Brasil para a nova turnê
Tarja Turunen, um dos principais nomes do metal sinfônico mundial, anuncia sua apresentação em Brasília como parte da “Frisson Live 2027”. O show acontece no dia 5 de junho de 2027, sábado, no Raven Hall. Os ingressos estão à venda pela Articket.
Com o anúncio de Brasília, Tarja passa a ter quatro apresentações anunciadas no Brasil em 2027. A agenda começa em Belém, no dia 30 de maio, segue por Porto Alegre, em 1º de junho, Curitiba, em 3 de junho, e chega à capital federal em 5 de junho. As datas de Porto Alegre e Curitiba também aparecem no calendário oficial da “Frisson Live 2027”.
O espetáculo terá como destaque o repertório de Frisson Noir, novo álbum de estúdio de Tarja. O trabalho representa uma das fases mais pesadas de sua carreira e combina metal contemporâneo, orquestrações cinematográficas, elementos de sua formação clássica e grandes arranjos vocais e instrumentais.
Além das novas composições, o repertório deverá incluir músicas de diferentes momentos da trajetória da artista. Reconhecida internacionalmente por sua voz e presença de palco, Tarja construiu uma sólida carreira solo e mantém uma relação próxima com o público brasileiro.
A apresentação em Brasília promete levar ao palco a intensidade e a atmosfera de Frisson Noir, em uma produção concebida para a nova turnê. O show será apresentado pela Top Link Music e acontece no Raven Hall, no Guará.
Serviço
Tarja – “Frisson Live 2027” Data: 5 de junho de 2027, sábado Horário: a partir das 20h Local: Raven Hall Endereço: Sof Sul Quadra 9, conjunto A – Guará, Brasília, Distrito Federal Ingressos: Articket Vendas online: https://articket.com.br/e/6815/tarja-turunen-em-brasilia
Primeiro dia do III Simpósio Nacional, reuniu delegações estaduais e abriu votações sobre profissionalização, formação e políticas públicas para o setor
Representantes do movimento junino de diferentes estados estão reunidos em Brasília para discutir políticas públicas, formação, financiamento e caminhos para a profissionalização das quadrilhas juninas brasileiras. Realizado nesta quinta-feira (20), o primeiro dia do III Simpósio Nacional de Quadrilhas Juninas foi marcado por uma programação intensa de debates, apresentações culturais e construção coletiva de propostas.
O encontro acontece no Eixo Cultural Ibero-Americano, antiga sede da Fundação Nacional de Artes (Funarte), e segue até sábado (22). Promovido pela Confederação Brasileira de Entidades de Quadrilhas Juninas (CONFEBRAQ), com fomento do Ministério da Cultura (MinC) e correalização da Liga Independente de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno (LINQ-DFE), o Simpósio reúne brincantes, dirigentes, pesquisadores, produtores culturais, gestores públicos e representantes de federações e ligas estaduais.
A abertura contou com apresentações de grupo folclórico, casal de xaxado e da Quadrilha Junina Matulão, além da composição da mesa de autoridades. Presidente da CONFEBRAQ, Sérgio Luiz destacou a importância de reunir o movimento para construir uma agenda nacional.
“Nós precisávamos, urgentemente, de um simpósio em que pudéssemos sentar e discutir qual é o caminho que precisamos dar para o nosso movimento junino nacional”, afirmou.
Um dos destaques do primeiro dia foi a palestra sobre economia criativa e sustentabilidade financeira do movimento junino, conduzida pela professora e mestra Luara Aquino, do Tocantins. A palestrante abordou temas como Sistema Nacional de Cultura, planejamento, gestão, prestação de contas e reconhecimento da cadeia produtiva mobilizada pelas quadrilhas.
“Tudo isso envolve uma produção importante dessas quadrilhas juninas, que são, na realidade, verdadeiros trabalhadores da cultura”, ressaltou Luara Aquino.
O debate reforçou que o movimento junino vai muito além das apresentações realizadas durante o período de São João. Ao longo de todo o ano, as quadrilhas mobilizam profissionais da música, dança, costura, figurino, cenografia, coreografia, produção cultural, comunicação e audiovisual, gerando trabalho, renda e oportunidades em diferentes territórios.
As primeiras votações das propostas construídas pelos participantes também começaram nesta quinta-feira. Entre as medidas aprovadas estão a defesa de uma categoria específica para quadrilhas juninas nos editais federais de cultura, a criação da Escola Nacional do Movimento Junino em formato de educação a distância e a realização de uma audiência pública nacional para apresentar as demandas do setor.
Também foram aprovadas propostas para reconhecer as quadrilhas como Escolas Livres da Cultura, ampliar os editais destinados às quadrilhas infantis e aproximar esses grupos das escolas, fortalecendo a relação entre cultura, educação e renovação do movimento.
Outras sugestões apresentadas deverão seguir para articulação, como a criação de um Observatório Nacional do Movimento Junino, a formação de uma rede nacional de boas práticas, a ampliação das parcerias com universidades e instituições de apoio e a mobilização junto aos parlamentos estaduais e ao Congresso Nacional.
No coração da capital do país, o início das votações e a sistematização das contribuições levadas pelas delegações e pelos brincantes representam um marco na história do movimento junino. O processo transforma demandas de diferentes regiões em uma agenda nacional voltada à formação, ao financiamento, à representação institucional e à valorização dos trabalhadores da cultura.
As propostas construídas durante os três dias serão reunidas na Carta de Brasília 2026. A leitura e a aprovação do documento ocorrerão na Plenária Final, marcada para sábado, das 15h30 às 17h30.
A programação continua até sábado (22), com palestras sobre inovação e espetacularização, identidade e memória, concursos, formação, inclusão, tecnologia e presença digital, além do Encontro Nacional de Avaliadores. Apresentações culturais e musicais acompanham as atividades, mantendo a celebração das tradições juninas integrada aos debates sobre o futuro do movimento.