Brasília tem de melhor na Cultura, Entretenimentos, Arquitetura, Design e Decoração, Feiras, Cursos, Workshops, Seminários, Gastronomia, Vinhos, Cafés, Moda, Beleza…
Com trajetória consolidada em todo o país, a Corrida Olga Kos desembarca em Brasília no dia 30 de novembro, reunindo corredores e caminhantes nos percursos de 5 km e 10 km em defesa da inclusão
No domingo, 30 de novembro, a Praça do Buriti será palco da 3ª edição da Corrida e Caminhada pela Inclusão Olga Kos Brasília, um evento que une esporte, solidariedade e conscientização. Reconhecida nacionalmente por promover a igualdade e dar visibilidade às pessoas com deficiência, a prova é realizada pelo Olga Brasília, com patrocínio master da Shell Brasil, e é derivada de outras duas corridas que acontecem em São Paulo e Rio de Janeiro, reunindo dezenas de milhares de participantes a cada ano.
Brasília será a primeira cidade a receber a Corrida e Caminhada pela Inclusão Olga Kos no segundo semestre de 2025. Promovida em celebração ao Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, comemorado em 3 de dezembro, a 3ª edição da prova na capital federal oferece percursos de 5 km e 10 km em uma manhã de energia, superação e emoção. As inscrições já estão abertas no site Ticket Sports. Após Brasília, as outras corridas do Olga serão realizadas em São Paulo, no dia 7 de dezembro, e Rio de Janeiro, no dia 14 de dezembro.
Inscrição de pessoas com deficiência
Para garantir a participação de pessoas com deficiência, é necessário enviar e-mail para corrida@olgadf.org.br, com documento de identidade, laudo médico e comprovação da condição. Após análise, a organização encaminha um cupom de isenção para a inscrição.
Compromisso com a inclusão
“Este é um projeto de grande relevância e impacto social, e estamos extremamente satisfeitos por renovar nossa parceria com essa causa. Acreditamos que o esporte é uma ferramenta poderosa capaz de unir pessoas e transformar realidades, promovendo não apenas a saúde e o bem-estar, mas também a inclusão e o respeito à diversidade”, afirma Glauco Paiva, gerente executivo de Comunicação e Responsabilidade Social da Shell Brasil.
Sobre o Instituto Olga Kos
O Instituto Olga Kos (IOK) é uma organização sem fins lucrativos, referência há mais de 17 anos na inclusão de pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade. Por meio de projetos nas áreas de esporte, artes e pesquisas científicas, aprovados em leis de incentivo fiscal, o instituto promove oportunidades reais e transforma vidas em todo o país.
Sobre a Shell Brasil
Com 111 anos de atuação no país, a Shell Brasil é uma empresa global de energia integrada, presente nos setores de Upstream, Gás Natural, Energias Renováveis e Pesquisa & Desenvolvimento. No Brasil, a distribuição de combustíveis é realizada pela joint venture Raízen. A companhia atua com foco em inovação, sustentabilidade e compromisso social.
Montagem em teatro de sombras investiga memórias, afetos e estruturas sociais que moldam a identidade da mulher ao longo de gerações
Temporada gratuita em Ceilândia, Taguatinga e Gama. Estreia 17 e 18/10, no teatro Newton Rossi.
O que significa ser mulher hoje? Como memórias, símbolos e papéis herdados atravessam corpos e subjetividades ao longo do tempo? Essas perguntas orientam “Memória Matriz”, espetáculo de teatro de sombras da Cia Lumiato, que propõe uma experiência sensível e contundente sobre o universo feminino e seus múltiplos desafios. Em outubro, a montagem terá apresentações gratuitas no Teatro Newton Rossi (SESC Ceilândia), no Teatro Yara Amaral (SESI Taguatinga) e no Teatro Paulo Gracindo (SESC Gama), acompanhadas da oficina “Poéticas da Sombra – visualidades do teatro de sombras hoje”, voltada à formação artística.
Criada a partir de inquietações profundas sobre a condição da mulher na contemporaneidade, “Memória Matriz” convida o público a refletir sobre violência de gênero, heranças simbólicas e a construção social do feminino. Em um país onde os índices de feminicídio seguem alarmantes — e no Distrito Federal, em especial, permanecem entre os mais altos do país — a obra assume caráter urgente e necessário. Por meio de uma linguagem visual poética, a montagem transforma sombras, luzes, fotografia analógica e trilha sonora original em um espaço de memória e resistência.
Em cena, as relações entre mãe e filha se tornam metáforas potentes dos afetos, silêncios e padrões que se repetem de geração em geração, revelando como os papéis femininos são constantemente definidos, moldados e impostos pela sociedade. “Esses questionamentos me atravessam desde muito nova e, sem perceber, também acabei reproduzindo ao longo da vida certos comportamentos — talvez por medo de me arriscar, porque isso se torna muito difícil num mundo tão masculino”, compartilha Soledad Garcia, idealizadora e intérprete do espetáculo.
A artista destaca ainda que o trabalho nasce da observação da transmissão simbólica do feminino. “A gente traz a questão dessa construção social e de como esse corpo é moldado pela mãe, pela imagem social da maternidade, do matrimônio, do cuidado. É um ciclo que se perpetua e que precisamos revisitar para transformá-lo”, explica Soledad.
Sob direção da argentina Ana Alvarado — referência internacional no teatro de objetos e nas artes híbridas — e com atuação de Soledad Garcia e Katiane Negrão, “Memória Matriz” se constitui como um ato poético-político de resistência. Mais do que narrar histórias, a peça cria imagens que permanecem na memória e provocam o pensamento, questionando estruturas naturalizadas e abrindo caminhos para a liberdade e o reconhecimento.
Além das apresentações, a Cia Lumiato realiza a oficina “Poéticas da Sombra – visualidades do teatro de sombras hoje”, voltada a artistas, educadores e interessados na linguagem, reafirmando seu compromisso com a difusão dessa arte e com o debate crítico em torno das questões de gênero e sociedade.
Fundada em 2008 por Soledad Garcia e Thiago Bresani, a Cia Lumiato é pioneira na pesquisa e criação em teatro de sombras no Centro-Oeste e reconhecida nacional e internacionalmente por sua capacidade de unir técnica, poesia e compromisso social.
SERVIÇO
MEMÓRIA MATRIZ – Cia Lumiato Espetáculo de teatro de sombras Classificação indicativa: 16 anos Entrada gratuita
SESC Ceilândia – Teatro Newton Rossi (QNN 27, Área Especial, Ceilândia Norte)
· 17/10 (quinta-feira) – 15h – Sessão com audiodescrição e intérprete de Libras
· 18/10 (sexta-feira) – 20h – Sessão aberta ao público
Oficina – “Poéticas da Sombra – visualidades do teatro de sombras hoje”
· 18/10 (sexta-feira) – 14h às 18h Público-alvo: artistas, educadores e interessados na linguagem Inscrições: 23/09 a 13/10
SESI Taguatinga – Teatro Yara Amaral (QNF 24, Área Especial, Taguatinga Norte)
· 29/10 (terça-feira) – 20h – Sessão aberta ao público
· 30/10 (quarta-feira) – 14h30 – Sessão com audiodescrição e intérprete de Libras
Oficina – “Poéticas da Sombra – visualidades do teatro de sombras hoje”
· 24/10 (quinta-feira) – 13h30 às 17h30 – Oficina fechada para alunos da Escola Bilíngue de Taguatinga
SESC Gama – Teatro Paulo Gracindo (SCES Quadra 12, Área Especial – Gama)
· 31/10 (quinta-feira) – 20h – Sessão aberta ao público
· 01/11 (sexta-feira) – 20h – Sessão com audiodescrição e intérprete de Libras
Oficina – “Poéticas da Sombra – visualidades do teatro de sombras hoje”
· 01/11 (sexta-feira) – 14h às 18h Público-alvo: artistas, educadores e interessados na linguagem Inscrições: 10/10 a 27/10
Informações e Inscrições para oficinas Instagram: @cialumiato
Evento gratuito une música, turismo e convivência, celebrando o samba e a diversidade cultural do Brasil no centro da capital
Neste sábado (18 de outubro), o coração de Brasília vai bater novamente no compasso do samba. Há dez anos ocupando a Torre de TV — um dos pontos turísticos mais emblemáticos da cidade, o projeto Café com Samba celebra uma década de música, cultura e pertencimento, reafirmando seu papel como um dos encontros mais simbólicos da capital.
Realizado pela Organização da Sociedade Civil (OSC) Expressão Cultural Brasiliense, com apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), o evento começa às 9h e é gratuito. Com uma programação que reúne samba, dança e convivência, o Café com Samba transforma o cenário da Feira da Torre em um grande palco a céu aberto, celebrando a diversidade cultural do Brasil e o turismo no Distrito Federal.
Uma década de ocupação cultural
O projeto nasceu em 2015 com o propósito de ocupar espaços públicos e pontos turísticos de Brasília com arte e alegria, promovendo o encontro entre moradores, turistas, feirantes e artistas que compõem o mosaico cultural da cidade. A cada edição, o Café com Samba reafirma o poder da música como instrumento de integração e identidade, unindo gerações em torno de um mesmo ritmo: o do samba.
“Realizar o Café com Samba na Torre é celebrar a alma da cidade e o encontro entre culturas. Aqui, Brasília se mostra como o que ela é: o centro geográfico e simbólico do país, um lugar onde o Brasil se encontra”, afirma a Expressão Cultural, responsável pela realização do projeto.
Feira da Torre: o Brasil inteiro no coração da capital
A Feira da Torre é um território de encontros e sabores. Ali, o visitante encontra o artesanato do Nordeste, o couro do Centro-Oeste, os tecidos do Norte, as panelas do Sudeste e os temperos do Sul — uma síntese perfeita da criatividade e da cultura brasileira. É nesse ambiente plural que o Café com Samba acontece, fortalecendo o turismo cultural e a economia criativa, e valorizando quem vive da arte e do fazer manual.
Programação e atrações
A programação começa às 9h, com o DJ Fagner abrindo o dia ao som de brasilidades. Às 10h, o Grupo Café com Samba assume o palco e segue até o encerramento, às 15h, recebendo grandes nomes da cena musical do Distrito Federal.
Entre os convidados estão Fernando Chaves, Dhi Ribeiro, Ana Cardoso, Kris Maciel e Milsinho, vozes que representam a força e a diversidade do samba candango. As dançarinas Leka Bonifácil, Adê Mire e Ana Lídia completam o espetáculo com performances cheias de ritmo e expressão. Nos intervalos, o DJ Fagner volta aos toca-discos com repertório de samba, MPB e ritmos brasileiros, mantendo o clima de festa que se espalha pela feira e pelo Eixo Monumental.
O Café com Samba integra o conjunto de ações da Expressão Cultural voltadas à democratização do acesso à arte e ao fortalecimento da cena cultural do DF. O projeto reforça a importância de unir cultura e turismo, movimentando a cidade, valorizando artistas locais e promovendo encontros genuínos entre o público e o patrimônio cultural do Distrito Federal.
Serviço – Café com Samba na Torre de TV Data: Sábado, 18 de outubro de 2025 Horário: Das 9h às 15h Local: Torre de TV de Brasília – Eixo Monumental
Programação: 9h – Abertura: DJ Fagner 10h – Café com Samba e convidados 12h – Intervalo: DJ Fagner 13h – Café com Samba e convidados 15h – Encerramento
Convidados: Fernando Chaves, Dhi Ribeiro, Ana Cardoso, Kris Maciel e Milsinho Dançarinas: Leka Bonifácil, Adê Mire e Ana Lídia Entrada gratuita | Classificação livre
Além da oportunidade para empreendedores exporem seus negócios, o evento também promoveu amplo debate sobre inteligência artificial e atividades culturais
A Expo Favela Innovation Brasília chegou à sua terceira edição, consolidada como a maior feira de negócios do 4º setor no Distrito Federal. No final de semana dos dias 11 e 12 de outubro, a Biblioteca Nacional foi o cenário para a conexão entre empreendedores, investidores, artistas e o público em geral.
Bruno Kessler, presidente da Central Única das Favelas (CUFA) no DF, que promove o evento, afirma que a edição de 2025 superou todas as expectativas. “Tivemos 50 empreendedores muito bem selecionados pelo time da Escola de Negócios, e nosso corpo de jurados foi muito qualificado. Com certeza, seremos muito bem representados em São Paulo pelos cinco negócios escolhidos”, comemora o presidente.
A Expo Favela Innovation Brasília é realizada por meio da parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), a Projeto S.A. e a CUFA-DF.
Inovação e negócios na feira
Das centenas de inscritos para participar como expositores, 50 foram selecionados para apresentar seus negócios durante os dias do evento.
Cleo Santana, sócia-diretora da Escola de Negócios da Favela — empresa responsável por cuidar do processo de seleção e preparo dos expositores do evento em todo o país — destacou a potência dos expositores do DF. “Para mim, o evento do DF vem, a cada ano, evoluindo. Outra coisa que observei — e não é algo só daqui — é que há empreendedores muito bons, mas que precisam trabalhar o pitch, que é, na verdade, o nosso grande desafio”, assinala Santana.
Os cinco finalistas do DF que vão participar da Expo Favela Brasil, em São Paulo, serão preparados pela Escola de Negócios da Favela, principalmente no pitch — termo que significa uma apresentação concisa e objetiva de um negócio, com o objetivo de vender algo a um público. Essa é uma habilidade fundamental quando o assunto é empreendedorismo. O evento nacional ocorre nos dias 29 e 30 de novembro.
Finalistas
Entre os negócios vencedores da edição do DF em 2025, estão: Ex-Devedor, liderado por Yuri Assim; Cachos Brasil, de Andréia Óliver; PIFF, de Igor Pereira Silva de Pinho; e Lela Spa, comandado por Lela Soares.
A grande vencedora da competição foi Natália Ofão, com o negócio Cuidados do Cerrado, que produz cosméticos naturais veganos, feitos com ingredientes do bioma, como pequi, copaíba, buriti e baru. Entre as diversas opções, há xampus, hidratantes para a pele, pomadas, escalda-pés e séruns.
“Um dos nossos diferenciais são as embalagens 100% sustentáveis, feitas de papel, que demoram apenas quatro meses para se decompor. As de plástico demoram 100 vezes mais”, explica a empresária.
Foi a primeira vez de Natália na Expo Favela e a segunda em que fez um pitch, motivo de nervosismo para a expositora. “Foi um momento de muita conexão e de muita conquista. Saber que a gente chegou aqui é valioso demais. Consegui também fazer networking e fazer com que outras pessoas, não só do DF, conhecessem os nossos produtos”, celebra Ofão.
A experiência de participar da Expo Favela também é enriquecedora para quem não ficou entre os cinco finalistas da competição. Romildo Nascimento, que levou o Rap Fashion pela primeira vez ao evento, destaca: “A experiência é incrível pelos contatos e pela oportunidade de conversar com as pessoas que já conhecem ou não o meu trabalho.”
Além da produção de peças para artistas como Tribo da Periferia, Beladonna e 3UmSó, a iniciativa também promove oficinas de confecção para comunidades de Ceilândia.
Mesas temáticas
Outro destaque do evento foram as mesas temáticas, que promoveram debates sobre empreendedorismo, economia criativa, inovação e responsabilidade social. O tema central deste ano foi a inteligência artificial (IA).
Especialistas deram contribuições valiosas sobre assuntos relacionados ao uso da ferramenta em pequenos negócios, na música, na produção de conteúdo na era digital, em políticas públicas e na TV 3.0.
A programação cultural trouxe apresentações renomadas e gratuitas para o público candango, como Dudu Nobre, RAPadura e Negra Flow.
Mais que evento, mais que moda: uma digital única, ousada, original.
Três décadas celebrando a criação como identidade, e o futuro como possibilidade infinita.
De 13 a 20 de outubro, São Paulo será palco da edição N60 do São Paulo Fashion Week, marco histórico dos 30 anos do maior evento de moda do hemisfério sul.
O SPFW nasceu como projeto estruturante e visionário para a moda brasileira. Consolidou um calendário, organizou a cadeia produtiva, conectou criadores e indústria, e projetou talentos e narrativas locais e se tornou referência global. consolidou um calendário para a moda brasileira. Acompanhou e impulsionou transformações na economia, na sociedade e no comportamento, antecipando debates fundamentais sobre sustentabilidade, diversidade, inovação e novas economias.
Hoje, reafirma seu papel como espaço de expressão, identidade, pertencimento e inovação, refletindo as urgências do presente e abrindo caminhos para o que ainda está por vir.
Uma espiral de criação, identidade e transformação
O SPFW nasceu como ousadia e se tornou movimento. Em pouco tempo tornou-se uma plataforma de pensamento, inovação e impacto, marcando um legado de transformações.
A imagem-símbolo dos 30 anos é uma espiral, que traduz esse movimento contínuo. É a partir dessa potência que o SPFW mantém seu compromisso com um ecossistema mais plural, consciente e conectado.
Mais que moda, mais que evento, o SPFW é uma digital única que acredita na originalidade de cada indivíduo e na força coletiva de reinventar o futuro.
Celebrar três décadas é honrar um percurso em constante renovação – uma jornada que nunca se fecha em si mesma, mas que se expande, se abre e inspira novas possibilidades.
A edição comemorativa reunirá as coleções de 38 marcas e criadores nacionais, que apresentarão seus desfiles no Pavilhão das Culturas Brasileiras (Parque Ibirapuera), no Teatro Iguatemi e em diferentes pontos icônicos da cidade.
Além dos desfiles, o SPFW N60 contará com uma programação cultural especial, que inclui:
Exposição “Moda e Território: A Bioeconomia Brasileira em Movimento”, que conecta inovação, sustentabilidade e saberes tradicionais.
Lançamento do livro Backstage SPFW, acompanhado de exposição de fotografias de Renato De Cara e ilustrações de Filipe Jardim, captadas ao longo de uma década nos bastidores do SPFW.
Exposição Entre-cenas com maquetes de cenários de grandes desfiles do SPFW, assinados pelo artista José Marton, ressaltando a dimensão estética e arquitetônica do espetáculo.
Exposição contra[o]tempo do fotógrafo Gustavo Zylbersztajn com fotos de câmera analógica feitas com apenas um clique, capturadas ao longo de várias edições do SPFW.
Vitrines Ritz SPFW 30 Anos – série de vitrines comemorativas no Ritz Alameda Franca apresentando criações históricas de estilistas e marcas que ajudaram a construir a trajetória do maior evento de moda da América Latina, em espaço que sempre vibrou com a criatividade em São Paulo.
Cria Costura e Jovens Talentos Paulistanos
O Cria Costura, programa social do Instituto Nacional de Moda, Design e Economia Criativa (INMODE) em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho da Cidade de São Paulo (SMDET),chega à sua sétima edição reafirmando o compromisso de revelar e impulsionar novos talentos das periferias de São Paulo.
O projeto integra a 60ª edição do São Paulo Fashion Week, o maior evento de moda do país. Nesta edição, tem mentoria da estilista Simone Nunes. Ao longo da semana, os convidados do evento poderão conferir peças autorais criadas pelos alunos especialmente para a exposição no SPFW.
E no dia 18, às 16h30, integrando a programação oficial do SPFW N60, acontece o desfile Cria Costura. Inspirado no Balé Triádico, referência da escola alemã Bauhaus (considerada a primeira escola de design. do mundo) famosa pela fusão entre arte, forma e movimento, o desfile celebra o poder da criação coletiva, da representatividade e da autonomia.
O INMODE e a SMDET promovem ainda o programa Jovens Talentos Paulistanos, que selecionou 15 marcas e criadores estabelecidos na cidade de São Paulo a partir de um ciclo de mentoria em design, marketing e posicionamento oferecido a um total de 40 empreendedores. Os 15 selecionados vão expor e vender seus produtos na loja oficial do SPFW,ampliando o alcance e visibilidade de seus negócios. Os produtos estarão àvenda durante todos os dias do evento.
SPFW Academy
O SPFW Academy é uma novidade: experiência imersiva com protagonistas da história do evento. O estilista João Pimenta, o diretor de desfiles Augusto Mariotti, o cenógrafo e artista visual José Antônio Marton, o idealizador do SPFW Paulo Borges, mais o stylist Dudu Bertholini, a maquiadora Vanessa Rozan, o diretor de casting Ed Benini, a modelo e atriz Dandara Queiroz , produtora As Meninas e os produtores Fabio Montanha e Rayssa Scoton, a apresentarão os processos de criação e produção da semana que está completando 30 anos.
Olivia Merquior, CEO da IARA, gestora de inovação voltados à cultura, moda e tecnologias emergentes, mediará os encontros, que serão de 17 a 19 de outubro, no hub do Pavilhão Das Culturas Brasileiras, no Parque do Ibirapuera.
LINE UP SPFW N60
Nesta edição, o SPFW tem as seguintes parcerias:
Apresenta:
Ministério da Cultura – Lei Rouanet
Mercado Livre
Parceria Institucional:
Prefeitura de São Paulo
Patrocínio Master:
C6 Bank
Eudora
Nativa Spa
Iguatemi
Patrocínio:
Electrolux
Shark Beauty
OPPO
Omoda Jaecoo
Sou de Algodão
Patrocinador ESG:
Greener
Escola Oficial:
Senac
Apoio:
Sebrae
EMS
Tônica
Brutal Fruit
Compwire
Magnum
PreGel
Águas Prata
Governo da Itália
Stella Artois
Canon
D&D
Kalimo Têxtil
Deezer
Campari
World Wine
ApexBrasil
Hotel Oficial:
Pullman
Media Partner:
Eletromidia
Bilheteria Oficial:
Eventim Realização:
IMM
INMODE
F2
Sobre o SPFW: Com 30 anos, o SPFW é um dos mais completos exemplos de como a economia criativa pode ser usada como estratégia de desenvolvimento para a cidade e o país. O evento cumpre um papel articulador e provocador, transcendendo o mundo da moda e estabelecendo-se como ponto de convergência de diversas redes criativas. Com investimentos que superam 1 bilhão de reais, o SPFW já recebeu mais de 3 milhões de pessoas e a transmissão de seus conteúdos pela TV e Internet alcançou mais de 1 bilhão de pessoas em cerca de 100 países. Mais que evento e mais que moda, o São Paulo Fashion Week é uma experiência relevante, estimulante, inspiradora e transformadora para todos os que se conectam à plataforma.
Sobre a IMM: No mercado há mais de 11 anos, a IMM, que atua nas áreas de Mídia, Esporte e Entretenimento, é referência em entretenimento ao vivo para o público e marcas, e seu portfólio é seu maior diferencial. Vai do Rio Open, o maior torneio de tênis da América do Sul, aos musicais da Broadway de primeira classe, passando pelo Cirque du Soleil, pelo maior festival de restaurantes do mundo, o Taste Festivals, pelo GO CUP, o maior torneio de futebol infantil do mundo e pelo São Paulo Fashion Week, a maior semana de moda do hemisfério sul. Em 2025, a IMM tornou-se responsável pelo time Mubadala Brasil SailGP e pela etapa brasileira da mais emocionante corrida na água, a Rio SailGP.
Sobre o INMODE: Criado em 2004, o INMODE (Instituto Nacional de Moda, Design e Economia Criativa) é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, que tem como missão trabalhar, no mercado interno e externo, pelo reconhecimento e visibilidade da moda e do design brasileiros como segmentos de valor agregado. Desde sua fundação, o INMODE trabalha para integrar esforços públicos e privados em torno de um planejamento sustentável de médio e longo prazos para a moda e o design brasileiros, gerando desenvolvimento através da Economia Criativa. Desde a sua criação, o INMODE já promoveu 9 rodadas de Encontros de Economia Criativa, diversos eventos internacionais, mais de 60 exposições, instalações, festivais de cultura, livros, documentários e outros.
O Autódromo de Brasília será reinaugurado seguindo padrões internacionais de qualidade | Foto: Arquivo
Programada para 30 de novembro com uma corrida da Stock Car, espaço será devolvido à população com corrida de uma das mais tradicionais provas do automobilismo nacional e distribuição de ingressos pelo GDF
O governador Ibaneis Rocha anunciou na quinta-feira (9) que a reabertura do Autódromo de Brasília, programada para 30 de novembro com uma corrida da Stock Car, terá entrada gratuita. Os ingressos serão distribuídos pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em formato a ser definido em parceria com o Banco de Brasília (BRB). O anúncio foi feito pelo chefe do Executivo durante evento de criação da Secretaria da Juventude, no Palácio do Buriti, assumida por André Octávio Kubitschek.
“No dia 30 de novembro, eu convido todos os jovens, vamos fazer a distribuição de ingressos para reinaugurar o nosso autódromo já com a corrida da Stock Car. Iremos lotar o Autódromo do Distrito Federal e, depois, para quem gosta de música baiana, teremos duas apresentações para relembrar a Micarê Candanga (Festival Micarê) que existia antigamente. Estamos preparando uma grande festa”, anunciou Ibaneis Rocha.
Fechado desde 2014, o autódromo encontra-se em obras. O espaço passa por reformas no traçado, nas áreas de escape e na infraestrutura, mantendo a característica original e adicionando melhorias em arquibancadas temporárias, drenagem e segurança. Serão seis variações de traçado, que permitirão corridas de diferentes categorias, incluindo carros, motos, arrancada e drift. A expectativa é de que o local possa receber até 100 mil pessoas por evento.
O autódromo
O Autódromo de Brasília impressiona pelo padrão internacional que sua pista voltará a ter, com 5.384 metros de extensão, sentido horário, 16 curvas — sendo nove à direita e sete à esquerda — e três retas principais, a maior com 803 metros, a de largada com 614 metros e a reta oposta com 502 metros.
A curva 1, de alta velocidade, possui 207 metros e inclinação de 5°, enquanto a pista mantém largura generosa, com 15 metros na largada e 14 metros nos demais trechos, garantindo ultrapassagens emocionantes e disputas acirradas. Com 40 boxes, torre de controle, salas de imprensa, transmissão, camarotes e áreas VIPs, totalizando 15.592 m² de infraestrutura, o complexo poderá receber até 100 mil pessoas.
Projetada pelo engenheiro Luís Ernesto Morales, presidente da Comissão de Homologação de Circuitos da CBA, a pista reúne segurança, versatilidade e padrões de qualidade europeus, pronta para sediar as principais competições automobilísticas da América do Sul, além de provas de motovelocidade, tornando-se um verdadeiro palco para o automobilismo nacional e internacional.
Estágio das obras
As obras do Autódromo de Brasília seguem em ritmo acelerado e já alcançaram 85% de avanço global, conforme o último relatório de execução do BRB. Diversas etapas estruturais estão concluídas, como serviços preliminares, terraplenagem, pavimentação (binder e camada final GAP) e consultoria técnica, todas com 100% de execução. A drenagem está 95% concluída, a caixa de brita em 97% e as barreiras de pneus e guardrails atingiram 88%.
Atualmente, as equipes intensificam os trabalhos de paisagismo, sinalização e troca dos alambrados. Com a pista principal já concluída, o cronograma segue dentro do previsto para a conclusão e entrega total do Autódromo de Brasília.
PorAdriana Izel, Ian Ferraz e Thaís Miranda, da Agência Brasília | Edição: Vinicius Nader
A cerimônia marcou a estreia da categoria de Melhor Figurino na Première Brasil e a volta do Prêmio do Público
O Festival do Rio 2025 encerrou sua 27ª edição com a tradicional cerimônia de premiação no Cine Odeon – Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro, na noite deste domingo, dia 12. Foram revelados os ganhadores dos Troféus Redentor, da Première Brasil, e do Prêmio Felix, que juntos consagram o melhor do cinema nacional contemporâneo. Nesta edição, 48 filmes, entre longas e curtas-metragens, competiram nas mostras oficiais. O festival apresentou novidades, como a inclusão da categoria Melhor Figurino na competição principal e o retorno do Prêmio do Público, que elegeu os favoritos em Melhor Filme e Melhor Documentário da Première Brasil, além de Melhor Filme na mostra Novos Rumos. A cerimônia foi apresentada pelos atores Cleyton Nascimento e Luisa Arraes.
“Foi um ano muito especial, com salas cheias, encontros importantes de mercado, encontros amorosos de novos projetos” – disse a diretora do Festival Ilda Santiago em seu discurso no palco do Odeon. Depois de agradecer a todos os parceiros, acrescentou: “Quero agradecer aos juris, agradecer a todos que participaram e estiveram conosco ao longo desses onze dias. É uma rede de paixão pelo cinema. E um agradecimento especial ao público.”
A diretora do Festival Walkiria Barbosa complementou dizendo: “O RioMarket este ano foi histórico porque a gente vem de um processo de incluir, pela primeira vez na história do audiovisual brasileiro, do nosso setor dentro do Ministério do Comércio, com o programa da nova indústria do Brasil. E culminou com a presença do Ministério no RioMarket.”
Na edição de 2025, o Festival do Rio recebeu mais de 140 mil pessoas. O Festival do Rio é apresentado pelo Ministério da Cultura, Shell e Prefeitura do Rio. Tem patrocínio master da Shell através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e apoio especial da Prefeitura do Rio – por meio da RioFilme, órgão que integra a Secretaria Municipal de Cultura. Realização: Cinema do Rio e Ministério da Cultura / Governo Federal.
Votação internacional: mostras Expectativas e Première Latina em competição
O Festival do Rio ainda traz para este ano duas novas competições com o voto popular. Pela primeira vez, mostras internacionais são competitivas. A mostra Expectativas, que exibe do primeiro ao terceiro filme de diretores e diretoras, revelando novos talentos e vozes de diferentes partes do mundo, ganhou o Prêmio do Público Expectativas. O prêmio vai anunciar o preferido do público, bem como o segundo e o terceiro colocados. Dentre os três filmes mais bem votados, a TV Globo irá escolher um para aquisição dos direitos de distribuição na televisão aberta.
A parceria com a TV Globo para a aquisição de um filme internacional é inédita e marca mais um movimento do Festival do Rio para fortalecer o alcance e o interesse do cinema internacional independente no Brasil, em sintonia com a atuação da TV Globo ao longo dos seus 60 anos, e os 100 anos do Grupo Globo.
Já na mostra Première Latina, o vencedor da preferência do público ganhará automaticamente um acordo de aquisição dos direitos de TV Paga e VOD, oferecido pelo Telecine, parceiro e patrocinador do Festival do Rio e um dos principais canais de cinema no país.
Os vencedores pelo Voto Popular nas categorias Expectativas e Première Latina serão conhecidos no final desta semana, após o encerramento da votação, que segue durante o período do “Chorinho” – seleção de filmes que continuam sendo exibidos e votados até quarta-feira, dia 15.
Algumas falas dos vencedores
“Esse filme a gente fez num momento muito difícil e delicado da humanidade. Mas, de alguma forma, eu e ela aproveitamos a missão que nos foi dada, que é esse fazer arte, para conseguir comunicar esse momento e para eternizar a nossa mudança. Então esse filme é uma declaração, sim, de amor à minha mãe e ao padrão artístico e à fé que eu tenho na arte como transformação”, Leandra Leal. Leandra e sua mãe, Ângela Leal, são ganhadoras do Prêmio Especial do Juri da mostra Novos Rumos.
“Quero agradecer a todo mundo que trabalha no Festival. Mas principalmente ao pessoal da limpeza, que cuida dos espaços para assistirmos aos filmes com tudo limpinho. E agradecer à minha mãe que fez muita faxina para eu estar aqui.” Ana Flavia Cavalcanti, melhor atriz por Criadas, Première Brasil, mostra Novos Rumos.
“É incrível estar recebendo este prêmio. É um tema tão pouco retratado nas telas, então o Festival abrir espaço para atualizar nosso olhar sobre os ciganos. Espero que ele jogue uma luz sobre a cultura cigana e gere um processo empático.” João Borges, Melhor Direção por Espelho Cigano, Première Brasil mostra Novo Rumos.
“O Juri Popular é o melhor prêmio, porque é tocar o coração da nossa plateia. E quero agradecer à Paolla Oliveira, o filme não seria o mesmo sem ela. Ela entregou tudo e mostrou a grande atriz que é.” Diretora Clarissa Appelt, de Herança de Narcisa, Melhor Longa Metragem pelo Voto Popular, Première Brasil mostra Novos Rumos.
“É meu terceiro Festival do Rio, prazerzaço ser produtor de um filme com o primeiro diretor com deficiência intelectual. E isso é revolucionário.” Daniel Gonçalves, produtor. “Obrigado Festival, minha equipe e júri. É nós!”, Tiago Rubert Atala, diretor de Uma em Mil, Melhor Longa Metragem, Première Brasil, pela mostra Novos Rumos.
“Eu pedi para a minha equipe subir aqui porque este filme traz um sentido de coletividade. Agradecer, claro, à mamãe Madonna. Agradecer ao mestre Coutinho pela inspiração. É um filme muito independente, é incrível estar aqui”, Allan Ribeiro, por Copacabana 4 de Maio, Melhor Documentário, Prêmio Felix.
“Hoje no nosso país as forças conservadoras estão organizadas e nós precisamos resistir a isso. E uma coisa que é muito importante e guia nossos personagens é o espírito de desobediência. Cabe a nós abraçar isso e usar como uma afirmação”, Marcio Reolon diretor de Ato Noturno, Melhor Filme Brasileiro pelo Prêmio Felix e Melhor Roteiro pela Première Brasil.
“Minha mãe sofreu um AVC e está muito limitada. Mas quando fui selecionado para o Festival do Rio, eu contei e ela falou ‘oooo’ e fez assim com a mão. Pode parecer pouco, mas é o mundo. Ela era artista e abdicou da arte para me criar. Os filmes que faço são pornochanchadas, talvez o mais brasileiro e o mais esculhambado de todos os gêneros. Precisamos reconhecer a importância do gênero e recuperar essa história.” Fábio Leal, diretor de O Faz-Tudo, Melhor Curta-Metragem na Première Brasil; ao lado de Sebastiana, do diretor Pedro de Alencar, que disse: “Fiz o filme para o meu pai, que morreu quando eu tinha 7 anos. Eu frequentei o Festival do Rio desde os meus 16 anos. Então a pessoa que monta a programação do Festival é uma professora, queria agradecer muito à Ilda, à Walkiria, à Karen e toda a equipe de curadoria.
“Obrigada por incluir esta categoria, isso é gigante para a gente. Por mais visibilidade nos festivais e nas premiações. Este foi um filme muito desafiador. Foi maravilhoso poder colaborar para os personagens da Karine Telles e da Klara Castanho. Suzana Pires, muito obrigada pela sua generosidade. Quero dedicar este prêmio a todos os meus colegas figurinistas, este prêmio é nosso.” Renata Russo, por #SALVEROSA, Melhor Figurino
“Anos atrás, eu fui conversar com a Ilda (Santiago) e pedi: ‘Pelo amor de deus, Ilda, coloca esse prêmio para a nossa classe’. O Festival formou muita gente. Quando não tinha internet, só tínhamos acesso aos filmes através do festival. Eu amo este filme. A Tainá me chamou para assistir, ela nem me chamou para trabalhar, mas eu assisti e pedi para fazer.” Plínio Profeta, Melhor Trilha Sonora Original por Apolo, Première Brasil.
“Quero agradecer à Anne, que me entregou este roteiro e essas pequenas criaturas que tanto tocaram as pessoas ao longo do festival. É um trabalho conjunto entre profissionais de Brasília, Rio, São Paulo, Rio Grande do Sul. Obrigada por reconhecer a delicadeza desse filme e a beleza desse filme.” Claudia Andrade, melhor Direção de Arte da Première Brasil, por Pequenas Criaturas.
“Quero agradecer ao nosso diretor pela coragem e a direção tão sensível. E compartilhar tanta coisa da sua vida com a gente e o público. E agradecer a todos os profissionais do sexo que conheci durante a pesquisa, e contaram suas histórias, algumas de abuso e maus tratos, e essas histórias me atravessam até hoje.” Alejandro Claveaux, Melhor Ator Coadjuvante na Première Brasil por Ruas da Glória.
“Eu sou uma travesti preta e não poderia deixar de dedicar este prêmio às minhas ancestrais que não estão aqui mais, porque não tiveram as mesmas oportunidades que eu tive. E que a minha voz e a minha arte me façam percorrer a distância entre o dedo e a ferida. A arte me salvou!” Diva Menner, Melhor Atriz Coadjuvante na Première Brasil, por Ruas da Glória.
“Fazer documentário é uma paixão. Parabéns a todos os documentaristas presentes. Fazer Dona Onete – Meu Coração Neste Pedacinho Aqui veio do meu desejo de encontrar Dona Onete e falar dessa mulher livre, criativa e profundamente brasileira. Quero agradecer a todos porque filme se constrói junto. E agradecer à Dona Onete por ser essa força da natureza que encanta com a sua música. Viva o Pará, e viva Dona Onete!”. Mini Kerti, diretora de Dona Onete – Meu Coração Neste Pedacinho, Melhor Documentário na Première Brasil.
“Quero agradecer à Gi por ter topado dirigir esse filme que trata da vida dela, e das pessoas que estão aqui, e dos seis que ainda estão presos pela Justiça Militar. A gente não quer mais a Garantia de Lei e da Ordem nas favelas. A gente não quer só anistia. A gente exige reparação e Justiça.” Natasha Neri, diretora, por Cheiro de Diesel, Prêmio Especial do Juri e Melhor Longa Documentário pelo Voto Popular da Première Brasil. E Gizele Martin, diretora do mesmo filme: “Eu sou comunicadora da Favela da Maré, e estou muito feliz por levar este prêmio para as minhas vielas, para as ruas que anos atrás estavam com tanques de guerra. Eu fui censurada e hoje estou levando um prêmio para a Maré. Viva a favela! Não queremos tanques de guerra nas ruas e vielas das nossas favelas.”
“Sou uma mulher indígena, sergipana, trans… receber este prêmio é muito significativo, especialmente por eu ter uma família linda. Ter estado num set repleto de pessoas trans foi muito importante. Eu sou atriz, cantora e nós queremos trabalhar. Nos contratem, nós também precisamos contar nossa história.” Isis Broken, diretora.
Klara Castanho, Melhor Atriz da Premiêre Brasil por #Salverosa. Depois de agradecer ao time do filme, a atriz diz: “Já que foi citada aqui Fernanda Torres, quero dizer: ‘A vida presta’.”
“Quero agradecer a essas duas pessoas que acreditam no desejo e me trouxeram aqui. Eu sempre escutei os meus desejos e acho que, pelo visto, vou continuar seguindo os meus desejos.”Gabriel Faryas, Melhor Ator da Première Brasil, por Ato Noturno.
“Coração das Trevas é um filme de animação e é muito importante um filme de animação estar num festival de cinema, para quebrar esse paradigma de que animação é coisa para criança. E para a gente ter um pouco mais de investimentos neste gênero. E eu quero dedicar este prêmio também a todo mundo que subiu neste palco, tanta gente bonita contando histórias lindas neste palco, eu dedico este prêmio a vocês também.” Rogério Nunes, Melhor Direção da Première Brasil, Longa Ficção, por Coração das Trevas.
“É o filme mais importante da noite, a que eu mais queria ganhar. Este filme a gente fez sendo feliz, e sabíamos.” Mara Lobão produtora do longa de ficção #Salverosa, Melhor Longa de Ficção pelo Voto Popular. “Há 15 anos, eu ganhei um premio pelo voto popular aqui no Festival do Rio, por Positivas, e isso mudou minha vida. Então este prêmio tem muita relevância. Fico muito feliz por esse reconhecimento.” Suzanna Lira, diretora do longa ficação #Salverosa, Melhor Longa de Ficção pelo Voto Popular.
“Esse filme é um roteiro meu, dedicado a minha mãe, trabalhado sobre as minhas vivências. Um olhar para a infância e para a maternidade. Quero dedicar esse prêmio às minhas duas filhas, que aturaram a ausência da mãe para eu finalizar esse filme. Muito obrigada”. Anne PinheiroGuimarães, diretora de Pequenas Criaturas, Melhor Longa Ficção da Première Brasil.
Conheça os Vencedores
PREMIÈRE BRASIL
Melhor Longa-Metragem de Ficção
PEQUENAS CRIATURAS, de Anne Pinheiro Guimarães
Empresa Produtora: BANANEIRA FILMES
Melhor Longa-Metragem Documentário
APOLO, de Tainá Müller e Ísis Broken
Empresa Produtora: CAPURI
Melhor Curta-Metragem
SEBASTIANA, de Pedro de Alencar
Empresa Produtora: TERRA BRUTA e CÉU E SANGUE FILMES
e O FAZ-TUDO, de Fábio Leal
Empresa Produtora: CASA LÍQUIDA
Melhor Direção de Ficção
ROGÉRIO NUNES, por Coração das Trevas
Melhor Direção de Documentário
MINI KERTI, por Dona Onete – Meu Coração Neste Pedacinho Aqui
Melhor Ator
GABRIEL FARYAS, por Ato Noturno
Melhor Atriz
KLARA CASTANHO, por #SalveRosa
Melhor Ator Coadjuvante
ALEJANDRO CLAVEAUX, por Ruas da Glória
Melhor Atriz Coadjuvante
DIVA MENNER, por Ruas da Glória
Melhor Roteiro
FILIPE MATZEMBACHER e MARCIO REOLON, por Ato Noturno
Melhor Montagem
ANDRÉ FINOTTI, por Honestino
Melhor Fotografia
LUCIANA BASEGGIO, por Ato Noturno
Melhor Direção de Arte
CLAUDIA ANDRADE, por Pequenas Criaturas
Melhor Figurino
RENATA RUSSO, por #SalveRosa
Melhor Som
ARIEL HENRIQUE e TALES MANFRINATO, por Love Kills
Melhor Trilha Sonora Original
PLÍNIO PROFETA, por Apolo
Prêmio Especial do Júri
CHEIRO DE DIESEL, de Natasha Neri e Gizele Martins
Empresas Produtoras: AMANA CINE e BARACOA FILMES
PREMIERE BRASIL – NOVOS RUMOS
Melhor Curta-Metragem
PONTO CEGO, de de Luciana Vieira e Marcel Beltrán
Empresa Produtora: CINEMA INFLAMÁVEL
Menção Honrosa para OS ARCOS DOURADOS DE OLINDA, de Douglas Henrique
Melhor Longa-Metragem
UMA EM MIL, de Jonatas Rubert e Tiago Rubert
Empresa Produtora: ATALA
Melhor Direção
JOÃO BORGES, por Espelho Cigano
Melhor ator
MÁRCIO VITO, por Eu Não Te Ouço
Melhor atriz
ANA FLAVIA CAVALCANTE E MAWUSI TULANI, por Criadas
Menção Honrosa de melhor atriz para DOCY MOREIRA, por Espelho Cigano
Prêmio Especial do Júri
ÂNGELA LEAL e LEANDRA LEAL, por Nada a Fazer
FELIX
Melhor Filme Brasileiro
ATO NOTURNO, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher
Empresa Produtora: AVANTE FILMES
Melhor Filme Internacional
A SAPATONA GALÁCTICA (Lesbian Space Princess), de Leela Varghese e Emma Hough
Hobb
Empresa Produtora: WE MADE A THING
Distribuidora: SYNAPSE
Melhor Documentário
COPACABANA, 4 DE MAIO, de Allan Ribeiro
Empresa Produtora: ACALANTE FILMES
Prêmio Especial do Júri
ME AME COM TERNURA (Love Me Tender), de Anna Cazenave Cambet
Empresa Produtora: NOVOPROD CINÉMA
Distribuidora: IMOVISION
VOTO POPULAR
Melhor Longa Ficção (pelo Júri Popular): #SalveRosa, de Suzanna Lira.
Melhor Longa Documentário (pelo Júri Popular): Cheiro de Diesel, de Natasha Neri e Gizele Martins.
Melhor Longa da mostra Novos Rumos (pelo Júri Popular): Herança de Narcisa, de Clarissa Appelt e Daniel Dias.
Sobre o júri do Festival do Rio 2025
PREMIÈRE BRASIL
Eric Lagesse – Presidente do Júri: Distribuidor, agente de vendas e produtor francês. Presidente da Pyramide, uma das principais distribuidoras independentes da França. Com foco em “filmes de autor”, lança cerca de 15 títulos por ano e promove produções de jovens diretores internacionais e também consagrados como Mohamad Rasoulof, Céline Sciamma e Andrei Zviaguintsev.
Carolina Kotscho: Autora, diretora e produtora, sócia fundadora da Loma Filmes. Escreveu os roteiros de sucessos como 2 Filhos de Francisco, Flores Raras e Hebe – A Estrela do Brasil. Foi autora titular da Globo por 13 anos, onde escreveu as séries A Teia, Supermax, Hebe e a 2° temporada de Aruanas. Foi eleita presidente da AC e da ABRA em três mandatos.
Claudia Kopke: Figurinista premiada, criou figurinos para os filmes Que Horas Ela Volta?, Tropa de Elite e o internacionalmente reconhecido Ainda Estou Aqui, entre outros. Com trabalhos no cinema, TV, teatro, ópera e dança, é referência nacional e nova membra da Academia do Oscar.
Elena Manrique: Nasceu em Madri em 1965. Teve uma longa carreira como produtora executiva, tendo trabalhado em filmes como O Labirinto do Fauno, O Orfanato e Azul é a Cor Mais Quente. Dirigiu vários curtas-metragens e escreveu o longa Cidade Delírio. Fin de Fiesta marca sua estreia como diretora de longa-metragem.
Javier Garcia Puerto: Curador de cinema e vídeo, organizou exposições, programas e participou como jurado em diversos festivais ao redor do mundo. Desde 2011, é programador do Festival Tallinn Black Nights e consultor para os países de língua espanhola. É também cofundador e diretor artístico do REC | Festival Internacional de Cinema de Tarragona.
Luciana Bezerra: Diretora, roteirista, atriz e sócia do Grupo Nós do Morro. Atuou como pesquisadora de elenco do filme Cidade de Deus. Dirigiu o premiado curta Mina de Fé, o episódio “Acende a luz” no filme 5x Favela, Agora por nós mesmos, os documentários O Porto do Rio e 7 cortes de cabelo no Congo, e o longa de ficção A Festa de Léo.
Paula Astorga: Produtora e consultora de projetos audiovisuais, dirigiu a Cineteca Nacional do México de 2010 a 2014. Pelo trabalho na promoção da cultura audiovisual, recebeu a condecoração da Ordem das Artes e Letras pelo governo francês. É diretora-executiva do Seminário Público e Audiências do Futuro FICUNAM e ensina na Universidade CENTRO no México.
PREMIÈRE BRASIL – COMPETIÇÃO NOVOS RUMOS
Beth Formaggini – Presidenta do Júri: Dirigiu os longas Memória para Uso Diário, melhor filme pelo júri popular do Festival do Rio, Xingu Cariri Caruaru Carioca, melhor filme do In-Edit e Pastor Cláudio, melhor filme no Festival de Vitória, as séries Sopro e Memória da Mídia e o premiado curta Família Ilustre. Colaborou com Eduardo Coutinho e sobre ele realizou o filme Apartamento 608.
Davi Pretto: Escreveu e dirigiu os longas Castanha, que estreou na Berlinale Forum e foi eleito Melhor Filme na mostra Novos Rumos do Festival do Rio; Rifle, também exibido na Berlinale Forum e ganhador do prêmio da crítica no Festival de Brasília; e Continente, exibido na competição do Festival de Sitges, e vencedor de Melhor Direção na mostra Novos Rumos do Festival do Rio.
Lucas H. Rossi: Realizador e produtor, sócio-diretor da Baraúna Filmes. Seus curtas somam mais de 300 seleções em festivais e cerca de 40 prêmios. Seu longa Othelo, O Grande ganhou Melhor Documentário no Festival do Rio e foi premiado em diversos festivais internacionais. Atualmente, atua como diretor de produção dos documentários do Afroreggae.
Rafael Sampaio: Produtor, curador e fundador da produtora Klaxon Cultura Audiovisual onde produziu e coproduziu filmes como Diz a Ela que me Viu Chorar (2019), de Maíra Bühler, Fiebre (2022), de Elisa Eliash, e Zafari (2024), de Mariana Rondón. É criador e diretor do BrLab desde 2011 e também coordena outros espaços de formação e desenvolvimento de projetos.
Thalita Carauta: Atriz carioca, transita brilhantemente da comédia ao drama. Na Globo, deu vida à emblemática Janete no humorístico Zorra Total, e participou de novelas de sucesso como Todas as Flores e Mania de Você e da série Segunda Chamada. No cinema, atuou em filmes como S.O.S. Mulheres ao Mar, Duas de Mim, O Lobo Atrás da Porta, O Silêncio da Chuva e Os Sapos.
PRÊMIO FELIX
Franck Finance-Madureira – Presidente: Jornalista e crítico de cinema francês, administra o FrenchMania, site dedicado ao cinema francófono, e escreve para a Têtu, principal mídia LGBT+ francesa. É presidente e fundador do Queer Palm, criado por ele em 2010 em Cannes, e do Queer Palm Lab.
Carolina Durão: Diretora Geral da série Rensga Hits! do Globoplay. Seu longa Doce Família chegou ao Top 10 Global de língua não-inglesa da Netflix. Dirigiu o especial Feliz Ano Novo… de Novo na Amazon e a série A Vila no Multishow. Vai lançar a comédia Um Pai em Apuros nos cinemas.
Chica Andrade: Diretora, produtora e atriz. Co-dirigiu a série Segura Essa Pose e integra a rede de talentos Firelight Media. Participou do programa Sundance Trans Possibilities. É atualmente consultora de projetos da Warner Bros e dirige o longa documental House of Hilton.
Hedu Carvalho (em drag, Dudakoo): Idealizador do Cine Drag, evento que promove o resgate e a celebração da história do cinema queer. Graduado na UFRJ, estruturou a carreira com foco na diversidade e no ativismo LGBTQIA+ através da cultura, tanto no cinema quanto no mercado editorial.
Sobre o Festival do Rio
O Festival do Rio é apresentado pelo Ministério da Cultura, Shell e Prefeitura do Rio. Tem patrocínio master da Shell através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e apoio especial da Prefeitura do Rio – por meio da RioFilme, órgão que integra a Secretaria Municipal de Cultura. Realização: Cinema do Rio e Ministérioda Cultura / Governo Federal.
Sobre a Shell Brasil
Há 112 anos no país, a Shell Brasil é uma companhia de energia integrada, com participação nos setores de Petróleo e Gás, Soluções Baseadas na Natureza, Pesquisa & Desenvolvimento e Trading, por meio da comercializadora Shell Energy Brasil. A companhia está presente ainda no segmento de Biocombustíveis por meio da joint-venture Raízen, que no Brasil também gerencia a distribuição de combustíveis da marca Shell. A Shell Brasil trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia.
Para imagens e trailers:
Em breve, as fotos e os trailers dos filmes estarão no site do festival. Para acessá-los, entre no site do Festival, busque à direita na tela o filme que interessa à você. Na página do filme, você pode fazer o download das fotos clicando com a tecla direita do mouse, ou acessar o trailer hospedado no Youtube na aba trailer. Para fotos de cobertura de eventos, tapete vermelho e outros, acesse este link.
Fernando Peixoto e Patrick Noronha lançam uma coleção que une tradição artesanal, sofisticação e a beleza vibrante da estação das flores.
Vida, flores e moda em plena primavera. Se existe um momento perfeito para lançar uma coleção que celebra a estação das cores, do frescor e da renovação, esse momento é agora! No entardecer do próximo dia 21 de outubro, Fernando Peixoto e Patrick Noronha apresentam a FP Garden, nova coleção do Atelier, que chega trazendo também a linha premium batizada de DNA- um selo criativo que traduz a essência mais ousada e maximalista da grife. Para completar, o lançamento ainda conta com peças da renomada marca espanhola Pronovias, representada em Brasília com exclusividade pelos empresários, em meio a um espaço totalmente repaginado onde a nova sala de atendimento, o jardim renovado, a cafeteria e até uma joalheria em parceria com o designer paulista Miguel Alcade são os grandes destaques.
Depois de um hiato de cinco anos de grandes eventos, Peixoto e Noronha decidiram fazer um lançamento mais intimista e cheio de charme para a FP Garden em forma de exposição, já que a coleção chega com padrão de matéria-prima e acabamentos impecáveis, onde as flores de um belo jardim surgem como principal fonte de inspiração. “Na verdade, esse trabalho é uma continuidade, um desdobramento da Flowers, a última coleção autoral que lançamos e que teve uma recepção muito boa das clientes e que deixou em mim e no Patrick um gostinho de quero mais”, revela Peixoto, que fará o lançamento distribuindo os vestidos entre luzes, fontes e a vegetação exuberante do jardim do atelier, no Lago Sul, que foi especialmente repaginado para a ocasião.
Composta por vestidos leves feitos em técnica de costura sob medida de luxo, a FP Garden se revela por meio de corsets estruturados, volumetria, bordados estratégicos, rendas como Richelieu e guipir, além de aplicações de flores que garantem efeito 3D às roupas. “Aqui as flores não são apenas detalhes, mas o elemento principal, em diferentes tipos formando um verdadeiro jardim, nome que batiza a coleção, ideal para noivas empoderadas e sofisticadas ao mesmo tempo”, enfatiza o estilista. Nos tecidos, a coleção privilegia escolhas nobres como organza de seda pura, cetim Bucol, Mikado (uma zibeline de gramatura grossa) e crepes como Miu Miu, Mousson e Madame, com texturas foscas e tons off-white, que reinam nesta temporada.
A linha DNA é um dos grandes destaques desse lançamento, e que a partir de agora fará parte permanentede todas as futuras coleções. Trata-se da tradução máxima do estilo de Fernando Peixoto: vestidos privés que exploram ao máximo de pedrarias, volumetrias, caudas grandiosas, mantilhas e brilhos intensos, ou seja, peças criadas para mulheres que desejam ser vistas como verdadeiras rainhas em seu grande dia.
E como já foi dito, o lançamento que será feito por meio de uma exposição a céu aberto contará com bustos e manequins entre flores e plantas do jardim do Atelier Fenando Peixoto (na QI 21 do Lago Sul). Ao todo serão cerca de 15 vestidos da FP Garden e 5 da linha DNA, além de 20 peças da Pronovias – a exeberante grife espanhola que Fernando representou durante anos e agora retorna e que, até janeiro próximo, receberá o restante da coleção de 2026, totalizando 45 modelos.
Outro ponto alto do evento, é revelação da nova sala de atendimento do Atelier, espaço onde as clientes poderão vivenciar uma experiência única entre mais de 180 tecidos finos e exclusivos, garimpados ao redor do mundo. “Existe todo tipo de noiva. Para aquelas que procuram praticidade, os modelos expostos resolvem a questão, mas têm aquelas que idealizam um modelo e com a nossa assessoria criativa, o sonho se transforma em realidade”, destaca Patrick Noronha.
Parceiro de vida de Fernando há 13 anos, Patrick também é o braço direito na gestão do Atelier, que conta com 50 colaboradores. Cabe a ele coordenar o atendimento, compras, financeiro e marketing, além de dividir as pesquisas e concepção criativa. “Ele tem um olhar muito apurado, tanto para o que é tendência como para a gestão de negócio em si; é ele quem me renova, me instiga a ir mais longe e me freia quando se faz necessário, ou seja, um parceiro que me complementa em todos os sentidos da minha, com quem tenho orgulho de lançar mais uma coleção incrível que é a FP Garden, a DNA e a representação da Pronovias”, confessa Fernando Peixoto.
E para quem for conferir de perto, o Atelier Fernando Peixoto está totalmente de cara nova: fachada com arcos de ferro, jardim renovado com orquidário, sala de atendimento redesenhada, novo mobiliário para garantir mais conforto, cafeteria e uma joalheria assinada pelo designer paulista Miguel Alcade, parceria que promete deixar os vestidos da nova coleção ainda mais deslumbrantes.
A palestra na Casa Akotirene é uma das quatro atividades de combate a desinformação e fortalecimento do Jornalismo que o PrêmioEngenho de Comunicação – O Dia em que o Jornalista Vira Notícia está liderando. “Nossa missão é alcançar a sociedade fomentando o Jornalismo como uma ferramenta de cidadania e difundindo conhecimento que intensifique o combate à desinformação e às fake News”, informa Kátia Cubel. Nos próximos dias, uma iniciativa similar irá acontecer no IESB, direcionada aos estudantes de graduação, e no Instituto Reciclando Sons, na Estrutural. No dia 07 de outubro, a ação foi realizada no UniCEUB, para alunos de Jornalismo, Direito e Ciências da Computação. Essa ação vinculada à sociedade civil tem o apoio da SEJUS, a Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal.
Palestra sobre Combate à Desinformação na Casa Akotirene
“Cidadania, Jornalismo e Educação Midiática”, por Patrícia Blanco, presidente do Instituto Palavra Aberta
Data: 15 de outubro, das 14h30 às 16h
Local: Casa Akotirene – Quilombo Urbano
QNN 23, Cj. J, Casa 35, Ceilândia Norte, Distrito Federal
Sempre um Papo recebe Eliana Alves Cruz e Paulo Scott em debate sobre literatura e antirracismo
O projeto Sempre um Papo promove mais um encontro especial no Teatro da CAIXA Cultural Brasília reunindo dois dos mais relevantes escritores da literatura brasileira contemporânea: Eliana Alves Cruz, que lança o romance “Meridiana” (Companhia das Letras), e Paulo Scott, autor de “Marrom e Amarelo”, que apresenta sua nova obra, “Direito Constitucional Antirracista” (Editora Revista dos Tribunais). O jornalista Matheus Leitão fará a mediação do debate.
O encontro acontece no dia 15/10, quarta-feira, às 19h30. A entrada é gratuita, num patrocínio da CAIXA/ Governo Federal e apoio cultural da Emgea, via Lei Rouanet do Ministério da Cultura. A classificação indicativa é 14 anos, e os ingressos ficam disponíveis uma hora antes do início do evento.
No encontro, a conversa se debruça sobre as urgências do presente a partir da literatura e da crítica social. “Meridiana”, novo livro de Eliana Alves Cruz, entrelaça memória, afetos e ancestralidade para narrar resistências e silenciamentos que moldaram o Brasil. Já “Direito Constitucional Antirracista”, de Paulo Scott, propõe uma reflexão contundente sobre como a prática jurídica pode e deve enfrentar o racismo estrutural, articulando teoria, militância e vivências.
“Meridiana”, de Eliana Alves Cruz
“Meridiana” narra, com prosa ao mesmo tempo leve e precisa, a ascensão social de uma família negra — com o sonho de sair da favela e ingressar na classe média encarnado nos personagens Aurora e Ernesto, que desejam criar filhos “prósperos, exemplares e respeitados pela melhor sociedade” — e o alcançam. A autora apresenta múltiplas perspectivas: cada membro da família (mãe, pai, filhos e filha) relata sua própria trajetória em primeira pessoa, revelando como cada vivência faz parte de uma travessia singular. Ao entrelaçar essas vozes, Eliana Alves Cruz constrói um retrato caleidoscópico e sensível das tensões e conquistas de três gerações de um Brasil negro marcado por desigualdades, mas também pela possibilidade de passagem, reconhecimento e continuidade.
“Direito Constitucional Antirracista”, de Paulo Scott
Nesta obra ensaística, Paulo Scott convida o leitor a olhar o direito constitucional brasileiro sob uma perspectiva racial crítica e transformadora. Utilizando um diálogo transdisciplinar que atravessa Direito, Sociologia, Psicologia e Literatura, o autor defende o Protocolo para Julgamento com Perspectiva Racial 2024, instituído pelo Conselho Nacional de Justiça, como um marco normativo essencial na consolidação de uma tutela de direitos mais inclusiva e equitativa. O livro ilumina as complexidades do racismo sistêmico e traça caminhos inovadores para seu enfrentamento jurídico e social, tornando-se leitura indispensável para profissionais do Direito, acadêmicos e qualquer pessoa interessada na construção de uma justiça social efetiva.
Eliana Alves Cruz nasceu no Rio de Janeiro e se tornou uma das vozes mais potentes da ficção brasileira recente. Autora de “Água de Barrela” (Prêmio Oliveira Silveira da Fundação Palmares), “O Crime do Cais do Valongo”, “Nada Digo de Ti, que em Ti não Veja” e “Solitária”, ela tem sua obra marcada pela investigação histórica e pela valorização da memória afro-brasileira.
Paulo Scott, escritor gaúcho radicado no Rio de Janeiro, é autor de romances, ensaios e poesia. Seu livro Marrom e Amarelo foi finalista do Prêmio Jabuti e venceu o Prêmio Machado de Assis da Biblioteca Nacional, tornando-se referência ao abordar o racismo e as complexidades das identidades no Brasil. Além da literatura, atua como advogado e professor, integrando de forma crítica sua experiência no campo jurídico ao debate público.
Matheus Leitão, o mediador da conversa, Matheus Leitão, é especializado em jornalismo investigativo pela Universidade de Berkeley, na Califórnia. Em 23 anos de carreira como jornalista, trabalhou em diversos veículos de imprensa, como Correio Braziliense, Folha de S.Paulo, Rádio Globo e Portal G1. Atualmente, é colunista da revista Veja. Venceu as mais importantes distinções de jornalismo da América Latina como os prêmios Esso, Embratel, Vladimir Herzog e o SIP, da Sociedade Interamericana de Imprensa. É também autor do livro “Em nome dos pais” (Editora Intrínseca), que deu origem ao documentário homônimo exibido pela HBO.
Sempre um Papo na CAIXA em 2025
Ao longo de 2025, o Sempre um Papo, trouxe ao Teatro da Caixa Brasília alguns dos nomes mais expressivos da literatura e do pensamento contemporâneo, em encontros onde estiveram presentes Itamar Vieira Jr., Ailton Krenak, Bianca Santana, Fabricio Carpinejar, além da mesa especial com Ana Maria Gonçalves e Valter Hugo Mãe, e a participação extraordinária de Jamil Chade. A programação segue com José Miguel Wisnik, em 1º de outubro, e logo depois com Paulo Scott e Eliana Alves Cruz, no dia 15, destacando obras que provocam reflexões profundas sobre racismo e memória. Para encerrar o ano, em 26 de novembro, a aguardada presença de Conceição Evaristo promete coroar a série com sua escrita potente e necessária, reafirmando o compromisso do projeto em promover encontros inesquecíveis entre autores e leitores.
Sempre Um Papo – 39 anos
Criado em 1986, o Sempre Um Papo é um projeto cultural que realiza encontros entre importantes nomes da literatura e personalidades nacionais e internacionais com o público, ao vivo, em auditórios e teatros. Ao longo de sua trajetória, o projeto já aconteceu em 30 cidades e promoveu mais de 8 mil eventos, que reuniram um público superior a 2 milhões de pessoas.
Ocanal no YouTube do Sempre Um Papo contém mais de 1.600 programas de uma hora cada, constituindo-se no maior e mais relevante acervo virtual da literatura brasileira. Além dos debates, seminários e cursos completam o rol de exibições, que hoje registra quase 9 milhões de visualizações.
Serviço Sempre um Papo com Eliana Alves Cruz e Paulo Scott
Dia 15/10, quarta-feira, às 19h30
Teatro da CAIXA Cultural Brasília
Entrada gratuita, com retirada de ingressos 1h antes do evento
Inspirado no best seller ‘Sapiens’, de Yuval Noah Harari, o premiado espetáculo já foi visto por mais de 150 mil espectadores em temporadas no Brasil e em Portugal
Depois de quase três anos de uma premiada trajetória – com temporadas de sucesso no Rio de Janeiro e em São Paulo e turnês lotadas pelo Brasil e por Portugal –, o espetáculo Ficções, estrelado por Vera Holtz, retorna a Brasília, de 2 a 5 de outubro, no Teatro Royal Tulip, comemorando mais de 350 apresentações e 150 mil espectadores desde a estreia. A peça recebeu 22 indicações e ganhou os prêmios Shell e APTR de melhor atriz para Vera Holtz e APTR de melhor música para Federico Puppi. Idealizado pelo produtor Felipe Heráclito Lima e escrito e encenado por Rodrigo Portella, Ficções teve como ponto de partida o livro Sapiens – uma breve história da humanidade, do professor e filósofo Yuval Noah Harari, que vendeu mais de 23 milhões de cópias vendidas em todo o mundo.
Publicado em 2014, o livro de Harari afirma que o grande diferencial do homem em relação às outras espécies é sua capacidade de inventar, de criar ficções, de imaginar coisas coletivamente e, com isso, tornar possível a cooperação de milhões de pessoas – o que envolve praticamente tudo ao nosso redor: o conceito de nação, leis, religiões, sistemas políticos, empresas etc. Mas também o fato de que, apesar de sermos mais poderosos que nossos ancestrais, não somos mais felizes que esses. Partindo dessa premissa, o livro indaga: estamos usando nossa característica mais singular para construir ficções que nos proporcionem, coletivamente, uma vida melhor?
“É um livro que permite uma centena de reflexões a partir do momento em que nós pensamos como espécie e que, obviamente, dialoga com todo mundo. Acho que esse é o principal mérito da obra dele.”, analisa FelipeH. Lima, que comprou os direitos para adaptar o livro para o teatro em 2019.
Instigado pelas questões trazidas pelo livro e pela inevitável analogia com as artes cênicas – por sua capacidade de criar mundos e narrativas – o encenador Rodrigo Portellacriou um jogo teatral em que a todo momento o espectador é lembrado sobre a ficção ali encenada: “Um dos principais objetivos é explorar o sentido de ficção em diversas direções, conectando as realidades criadas pela humanidade com o próprio acontecimento teatral”, resume.
Quando foi chamado para escrever e dirigir, Rodrigo imaginou que iria pegar pedaços do livro para transformar em um espetáculo: “Ao começar a ler, entendi que não era isso. Era preciso construir uma dramaturgia original a partir das premissas do Harari que seriam interessantes para a espetáculo. Em nenhum momento, no entanto, a gente quer dar conta do livro na peça. Na verdade, é um diálogo que a gente está estabelecendo com a obra”, enfatiza. A estrutura narrativa foi outro ponto determinante no propósito do espetáculo: “Eu queria fazer uma peça que fosse espatifada, não é aquela montagem que é uma história, que pega na mão do espectador e o leva no caminho da fábula. Quis ir por um caminho onde o espectador é convidado, provocado a construir essa peça com a gente. É uma espécie de jam session. É uma performance em construção, Vera e Federico brincam com tudo, com os cenários, tem uma coisa meio in progress”, descreve.
Para a empreitada, Rodrigo contou com a interlocução dramatúrgica de Bianca Ramoneda, Milla Fernandez e Miwa Yanagizawa: “Mesmo sem colaborar diretamente no texto, elas foram acompanhando, balizando a minha criação, foram conversas que me ajudaram a alinhar a direção, o caminho que daria para o espetáculo”, conta.
Vera Holtz se desdobra em personagens da obra literária e em outras criadas por Rodrigo, canta, improvisa, “conversa” com Harari, brinca e instiga a plateia, interage com o músico Federico Puppi – autor e performer da trilha sonora original, com quem divide o palco. Em outros momentos, encarna a narradora, às vezes é a própria atriz falando. “Eu gosto muito desse recorte que o Rodrigo fez, de poder criar e descriar, de trabalhar com o imaginário da plateia”, destaca Vera. “O desafio é essa ciranda de personagens, que vai provocando, atiçando o espectador. Não se pode cristalizar, tem que estar o tempo todo oxigenada”, completa. Rodrigo concorda: “É um espetáculo íntimo, quem for lá vai se conectar com a Vera, ela está muito próxima, tem uma relação muito direta com o espectador”.
SINOPSE
A partir do best-seller “Sapiens”, do escritor israelense Yuval Harari, Ficções fala da capacidade humana de criar e acreditar em ficções: deuses, dinheiro, nações… O que foi ou não inventado? Mas, apesar dessa habilidade inédita e revolucionária que alçou nossa espécie à condição de “donos” do planeta, seguimos inseguros e sem saber para onde ir. Você está satisfeito?
BIOS
Felipe Heráclito Lima
Especializado na idealização de projetos culturais, diretor da Sevenx Produções Artísticas e da F&F Film Productions, FelipeHeráclito Lima é ator formado pela CAL e publicitário pela PUC-RJ. Felipe também é especializado em captação de recursos e em gestão de recursos incentivados para grandes empresas. Esteve à frente de projetos como “R&J” de Shakespeare (2011), de Joe Calarco, Prêmio APTR “Melhor Produção”; Fonchito&aLua (2014), de Mario Vargas Llosa; Mas Porquê??! A História de Elvis (2015), de Peter Shossow – Prêmio APCA de “Melhor Musical Infantil 2015; Memórias de Adriano (2016), de Marguerite Yourcenar; Lá Dentro Tem Coisa (2016), de Adriana Falcão; Dogville (2018), de Lars Von Trier, e Fim de Caso (2019), de Graham Greene, entre outros.
Rodrigo Portella
Artista cênico nascido no interior do Brasil, diretor teatral, iluminador e dramaturgo com 45 anos de idade e 30 anos de carreira. Escreveu 12 peças teatrais e dirigiu outras 40 obras em teatro e vídeo. Ganhou os mais importantes prêmios de teatro brasileiro da última década como diretor com as peças As Crianças (de Lucy Kirkwood) em 2020 e Tom na Fazenda (de Michel Marc Bouchard) em 2018. Este último ganhou o Prêmio da Crítica de Melhor espetáculo estrangeiro em Montreal (Canadá), no biênio 2018/2019, e os prêmios APCA (São Paulo – 2019) e APTR (Rio de Janeiro – 2018) entre muitos outros. Rodrigo é graduado e mestre em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, com doutorado em andamento. Mestre em cinema pela Nouprodigi/Barcelona, suas obras ocuparam os principais espaços culturais de cidades como Rio de Janeiro e São Paulo e entraram na programação dos maiores festivais de teatro do país, circulando em mais de 90 cidades no Brasil, Argentina, Equador, Chile, França, Alemanha e Canadá. Atualmente vive em Barcelona, é professor do curso superior do Instituto Cal de Arte e Cultura e trabalha na produção da turnê França – Bélgica – Suíça do seu espetáculo Tom na Fazenda, que será inaugurado no Théâtre Paris-Villette na capital francesa.
Vera Holtz
Vera Holtz nasceu em Tatuí, interior de São Paulo, onde iniciou seus estudos nas artes através da música e artes plásticas. Na década de 70, após um breve período na EAD-USP, foi para o Rio de Janeiro, onde seguiu seus estudos e estreou em 1979 com a peça Rasga coração, de Oduvaldo Vianna Filho, com direção de José Renato – a primeira peça liberada pela censura, durante o regime militar. Vera possui um vasto currículo composto por trabalhos em TV, teatro e cinema. Vinte e oito vezes indicada, em 1985 ganhou o Prêmio Mambembe de Melhor Atriz pela peça infantil Astrofolia. Em 1989, ganhou o Prêmio Shell de Melhor Atriz pela peça Um certo Hamlet. Com a peça Pérola, de Mauro Rasi, que ficou cinco anos em cartaz e foi vista por cerca de 200 mil pessoas, Vera conquistou quatro importantes prêmios nacionais na categoria de melhor atriz: Mambembe, Shell, Sharp e APETESP. Em 2007, ganhou o Prêmio Mambembe de Melhor Atriz Coadjuvante por sua atuação na novela Paraíso Tropical, de Gilberto Braga e Ricardo Linhares. Estreou como diretora teatral em 2010, com Guilherme Leme, na peça O Estrangeiro, de Albert Camus, monólogo adaptado pelo dramaturgo dinamarquês Morten Kirkskov.
Yuval Noah Harari
Nascido em Israel, em 1976, Harari é historiador, filósofo, PhD em História pela Universidade de Oxford e autor best-seller de Sapiens: Uma Breve História da Humanidade, Homo Deus: Uma Breve História do Amanhã, 21 Lições para o Século 21 e Sapiens: Uma História Gráfica. Seus livros venderam mais de 40 milhões de cópias em 65 idiomas, e ele é considerado um dos mais influentes intelectuais públicos do mundo hoje. Atualmente é professor do Departamento de História da Universidade Hebraica de Jerusalém. Ele escreve artigos para publicações como The Guardian, The Financial Times, The New York Times, TIME e The Economist. Em 2021, Harari foi agraciado com o Prêmio Honorário da Associação de Correspondentes de Imprensa Estrangeira dos EUA. Em 2020, recebeu o título de Doctor Honoris pela VUB (Universidade Livre de Bruxelas) e recebeu o prêmio CITIC Author of the Year, na China, por Sapiens: Edição em quadrinhos. Em 2019, Sapiens ganhou o “Academic Book of the Year”, no Academic Book Trade Awards, do Reino Unido. Em 2017, Homo Deus recebeu o German Economic Book Award da Handelsblatt como “O livro de economia mais ponderado e influente do ano” e, em 2015, Sapiens foi vencedor do Wenjin Book Award da China.
VERA HOLTZ emFICÇÕES
Inspirada a partir do livro Sapiens – Uma breve história da humanidade, de Yuval Noah Harari
Idealizada por Felipe Heráclito Lima
Escrita e encenada por Rodrigo Portella
Performance e Trilha Sonora Original: Federico Puppi
Interlocução dramatúrgica: Bianca Ramoneda, Milla Fernandez e Miwa Yanagizawa
Assistente de direção: Cláudia Barbot
Cenário: Bia Junqueira
Figurino: João Pimenta
Iluminação: Paulo Medeiros
Preparação corporal: Tony Rodrigues
Preparação vocal: Jorge Maya
Programação Visual: Cadão
Fotos: Ale Catan
Direção de produção: Alessandra Reis
Gestão de projetos e leis de incentivo: Natália Simonete
Produção executiva: Wesley Cardozo
Administração: Cristina Leite
Produção local: DECA Produções
Produtores associados: Alessandra Reis, Felipe Heráclito Lima e Natália Simonete
SERVIÇO
Temporada | de 2 a 5 de outubro de 2025
Horário | quinta a sábado, às 20h, e domingos, às 18h
Felipe Costa passará por Barcelona, Paris no Carrousel du Louvre, Holanda e Suíça
O artista plástico brasiliense Felipe Costa terá uma agenda internacional intensa em outubro e novembro. A turnê inclui exposições em quatro cidades europeias: em Barcelona, de 3 a 5 de outubro; em Paris, de 17 a 19 de outubro, no Carrousel du Louvre; em Hilversum, na Holanda, de 23 a 26 de outubro; e em Lausanne, na Suíça, de 30 de outubro a 2 de novembro.
Morando em Barcelona, Felipe construiu uma identidade artística inspirada pela força do oceano e da natureza. Sua produção em tinta a óleo é marcada por cores vibrantes, pinceladas expressivas e camadas densas, que criam texturas em movimento. “Minhas pinturas não são apenas paisagens, são uma experiência meditativa. Cada tela é um exercício para liberar o controle, aquietar a mente e transcender o ego”, afirma.
Com a carreira internacional, o artista destaca que Brasília, com a natureza singular e a energia da Chapada dos Veadeiros, foi determinante na formação do olhar criativo. “A natureza de Brasília é muito inspiradora, as paisagens da Chapada dos Veadeiros, as trilhas, as árvores, as cachoeiras. Esse processo de conectar com a natureza se reflete na minha arte. Mas é curioso, porque minhas obras atuais são mais relacionadas ao mar, por viver perto da praia no momento.”
Além da arte, o brasiliense também alia a produção em causas sociais e ambientais. Parte da renda obtida com a venda das obras é destinada à União das Mães Especiais (UME), projeto do Distrito Federal que apoia mães de filhos com deficiência. Felipetambém mantém parceria com a Blue Wave Alliance, organização dedicada à preservação dos oceanos.
A nova fase promete ser a mais intensa da trajetória do artista, com cinco exposições quase simultâneas em diferentes países. “É um sonho realizado, e nunca imaginei que estaria expondo em tantos lugares. É um momento de muita realização, resultado de bastante trabalho. A ideia é seguir crescendo, inspirar mais pessoas e criar conexões com propósito, conclui Felipe.
Confira as datas da turnê do artista:
Barcelona (Espanha) – 3 a 5 de outubro
Paris (França) – 17 a 19 de outubro, Carrousel du Louvre
Hilversum (Holanda) – 23 a 26 de outubro
Lausanne (Suíça) – 30 de outubro a 2 de novembro
Outra novidade do artista é que ele vai inaugurar uma galeria no Lago Sul, em Brasília. O espaço está em fase de preparação e a data de abertura será divulgada em breve.
A academia promove uma programação feita para brincar, aprender e criar memórias. O evento, para crianças de 4 a 10 anos, acontece no próximo sábado, 18 de outubro, das 14h às 18h
Flores, cores e muita diversão para celebrar a estação mais alegre do ano. No sábado, 18 de outubro, a Academia D’stak (911 Norte) promove o Festival Infantil de Primavera, um encontro dedicado a crianças de 4 a 10 anos com atividades aquáticas e experiências criativas dentro e fora da piscina. A proposta é aproveitar a estação das flores e o Mês das Crianças para estimular autonomia, coordenação e socialização em um ambiente seguro e acolhedor. Crianças menores de 4 anos poderão participar,desde que acompanhados pelos pais ou responsáveis.
A programação une natureza, imaginação e experiências sensoriais dentro e fora d’água. Entre as atividades confirmadas estão pintura de rosto florida, contação de história interativa com piquenique, plantio na horta, circuito ecológico com água e brincadeiras e caça ao tesouro da natureza. A proposta é valorizar o brincar, estimular a coordenação e fortalecer vínculos em um ambiente seguro e acolhedor.
As vagas são limitadas e as inscrições devem ser feitas na recepção da academia, localizada na 911 Norte, em frente ao colégio Santa Dorotéia. O investimento é de R$ 45 por criança.
Sobre a D’stak
Referência em saúde preventiva e qualidade de vida em Brasília, a D’stak oferece natação para todas as idades – de bebês a idosos – inclusive para quem tem medo de água, além de musculação, hidroginástica, dança, pilates solo, funcional, alongamento e outras modalidades coletivas. A unidade conta com estrutura moderna e equipe especializada.
Serviço: Festival Infantil de Primavera
Data: sábado, 18/10, das 14h às 18h
Público: crianças de 4 a 10 anos (menores de 4 anos somente acompanhados de pais/responsáveis)
Atividades: pintura de rosto florida; contação de história com piquenique; plantio na horta; circuito ecológico com água e brincadeiras; caça ao tesouro da natureza
Local: Horta e área de atividades da Academia D’stak (911 Norte)
Inscrições: R$ 45 por criança, na recepção da academia
Festival encerra programação de cinco dias na Arena BRB com show de Jorge Aragão
Apresentado pelo Ministério da Cultura e pela Petrobras por meio da Lei de Incentivo Cultural, o Festival Curicaca encerrou no sábado, 11/10, sua celebração à tecnologia e à inovação iniciada na última terça-feira, 7, na Arena BRB, em Brasília. Durante cinco dias, o evento recebeu um de público mais de 100 mil pessoas em uma programação que reuniu de pesquisadores da Academia a estudantes de ensino técnico em exposições e debates sobre inovação, as tecnologias 4.0 e as que estação por vir.
Entre estas últimas, a tão esperada computação quânticaapresentou seu espectro de mistério e fascinação no debate que abriu o Palco Sebrae neste último dia do Festival. O diretor científico do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Olival Freire tratou do tema integrante da 2ª Revolução Quântica e atualmente em estudo e fase de promessas.
A novidade ainda por ser consolidada consiste na manipulação individual – e não mais conjunta, à maneira da 1ª Revolução – de átomos, elétrons e fótons. “A manipulação individual deles nos levou a entender fenômenos quânticos novos”, explicou, sobre a solução que promete elevar às nuvens o volume de informação de aplicações. Segundo o diretor do CNPq, o mundo vivencia uma transição tecnológica que, se confirmada, será disruptiva.
“A computação quântica é, atualmente, o Santo Graal”, disparou, sobre a novidade que todo mundo quer conhecer.
Liderança feminina
A conversa de Freire sobre impulsos elétricos carregados de informação com os professores de Inteligência Artificial na USP e Fundação Vanzolini, Jairo de Oliveira (PhD), e de Criatividade e Inteligência Artificial para Negócios no IDP, Gilson Leal, se desenrolou paralelamente à discussão sobre os desafios enfrentados pela liderança feminina no Palco NIB, no painel “Quando elas lideram: visões transformadoras para uma nova sociedade”.
O tema ficou a cargo da reitora da Universidade de Brasília (UnB), Rozana Naves, da influenciadora Nathalia Arcuri e da atriz Cláudia Campolina.
Apesar de uma aparente igualdade de gênero entre os estudantes, Rozana reforçou que ainda há disparidades no meio acadêmico. “Os dados mostram que as mulheres são maioria na graduação e também na pós-graduação. Na UnB, temos 52% de mulheres no mestrado e 53% no doutorado, mas os números não revelam as diferenças que estão nos contextos”, observou.
“Quando olhamos para os cargos de gestão, das 26 direções de unidades acadêmicas, só nove são chefiadas por mulheres.”
O encontro, no Palco Finep, reuniu a CEO e cofundadora da ImunoTera, Luana Raposo, e a business developer da Biolinker, Luíse Lopes. Em pauta, o protagonismo feminino na biotecnologia e nas empresas baseadas em avanços científicos significativos, as deep techs, além dos desafios de transformar pesquisa acadêmica em produtos inovadores.
Fake News e a indústria
Em meio a tanta informação, o Festival Curicaca não poderia deixar de tratar de um dos grandes males sociais do momento: a desinformação. O fenômeno, afinal, também afeta o setor produtivo.
A editora-chefe da agência Lupa, Luciana Corrêa, alertou que a desinformação ultrapassa as disputas políticas e representa uma ameaça coletiva. “As consequências vão muito além de um debate entre lados. A desinformação afeta toda a sociedade”, afirmou. “As empresas precisam entrar nesse jogo, apoiar iniciativas e entender que o silêncio também tem custo”, alertou.
Na reta final do evento, o Desafio Nacional de Inovação – Festival Curicaca premiou as iniciativas vencedores do concurso promovido pela ABDI voltado ao enfrentamento de desafios produtivos e territoriais do país. Ao todo, R$ 200 mil foram distribuídos entre os projetos vencedores, divididos nas categorias Ideação (ideias em estágio inicial) e Validação (soluções já testadas). Os prêmios variaram entre R$ 5 mil, R$ 10 e R$ 15 mil.
O presidente da ABDI, Ricardo Cappelli, participou da cerimônia de premiação ressaltando a retomada da política industrial como uma oportunidade para impulsionar a inovação no país. “O Brasil voltou a ter política industrial depois de oito anos, e nosso dever é continuar fomentando iniciativas como essa para fortalecer startups e quem aposta na inovação”, afirmou.
Encerrada a programação, Jorge Aragão animou os milhares de visitantes no Palco Petrobras. O samba ecoou ao longo da noite entre as colunas da Arena BRB concluindo a jornada inovadora de cinco dias que destacou, em Brasília, a importância e o protagonismo da indústria no desenvolvimento nacional.
O Festival Curicaca
A primeira edição do Festival Curicaca — batizado em homenagem à ave símbolo do Cerrado, conhecida por anunciar mudanças no tempo — nasceu com um propósito claro: reposicionar o Distrito Federal como o epicentro da inovação industrial brasileira.
Inspirado no modelo descentralizado do evento norte-americano South by Southwest (SXSW), o festival levou conteúdos e experiências para diversos pontos da capital, promovendo uma verdadeira imersão na criatividade, tecnologia e cultura.
Com expectativa de reunir 100 mil pessoas ao longo de cinco dias, a programação incluiu circuitos de startups, experiências sensoriais, gastronomia, games, exposições e shows.
A curadoria do Festival Curicaca foi organizada em 10 trilhas de conhecimento, alinhadas às 6 missões da Nova Indústria Brasil (NIB). Na Arena BRB, os participantes encontram um ecossistema vibrante de palcos temáticos, com centenas de painéis e especialistas renomados. Cada palco foi cuidadosamente pensado para provocar reflexões estratégicas e atuais sobre os rumos do Brasil. São eles:
Palco NIB Petrobras: O palco principal do evento reuniu keynotes internacionais e debates sobre o futuro do Brasil. Estiveram presentes Mariano Gomide (VTEX) e Verena Paccola (Forbes Under 30). Os temas incluíram a estratégia da Nova Indústria Brasil, descarbonização, robótica e o potencial brasileiro no cinema e no turismo global.
Palco Futuro (Sebrae): Dedicado a explorar o impacto da revolução tecnológica no trabalho e na sociedade, contou com nomes como Samuraí Brito (Itaú) e Maria Paula (atriz e mestra em saúde mental). Inteligência artificial, novos modelos de educação e bem-estar digital estarão em pauta.
Palco Indústria (BNDES): Voltado para tecnologia, capital e narrativas que moldam o futuro industrial, com Mariana Vasconcelos (Agrosmart), Camila Achutti (Mastertech), Daniel Balaban (ONU), Nina Santos (Políticas Digitais) e Billy Nascimento (Forebrain). Fundos de impacto, mobilidade, liderança digital e combate à desinformação serão debatidos.
Palco Inovação (Finep): Espaço para cases de empresas e startups que transformam pesquisa em impacto real. Entre os participantes, Luana Raposo (Biotech) e Juliane Blainski (ManejeBem).
Palco Petrobras Cultural: Voltado à força da cultura brasileira, com shows, espetáculos e experiências que celebraram a diversidade artística e a economia criativa.
Além dos palcos, a estrutura contou com experiências imersivas para toda família, como uma cidade futurística, experimentações científicas, feiras, desafios de inovação com startups e ativações do setor produtivo de todo o Brasil.
O Festival Curicaca teve o patrocínio cultural da Petrobras por meio da Lei Rouanet e do Ministério da Cultura, além de parceiros como BNDES, Embratur, Embrapii, ABIMDE, CNI, Senai, Sebrae, CNI, Finep, Huawei, Embrapa, Universidade Católica de Brasília, IFB, UNB, P&D Brasil, Ministério da Fazenda, MEC e MDIC.
SOBRE A ABDI
A ABDI é vinculada ao MDIC/Governo Federal e atua para fortalecer a indústria nacional, impulsionando a competitividade, inovação e sustentabilidade do setor produtivo.
SERVIÇO
Data: 7 a 11 de outubro de 2025 Local: Arena BRB e outros pontos de Brasília (DF). Acesso imprensa: Portão A. Informações: www.abdi.com.br/curicaca
Temperaturas mais altas, poluição e vento leve exigem uma rotina capilar adaptada
A combinação de aumento da temperatura, maior exposição ao sol, vento e umidade pode afetar a saúde dos fios, exigindo alguns ajustes na rotina de cuidados capilares. E principalmente com a chegada da Primavera, os cuidados capilares devem mudar pensando em se adaptar à nova estação.
É fundamental apostar em tratamentos com tecnologia de ponta que atuem profundamente, restaurando os fios de dentro para fora. A linha Natura Lumina é um exemplo disso, com produtos desenvolvidos a partir da exclusiva tecnologia BioProteína Tripla Ação, que combina ativos de alta performance para promover a regeneração inteligente dos cabelos. Essa inovação atua em três frentes: repara a superfície do fio, reconstrói a camada interna da fibra e equilibra a saúde do couro cabeludo. O resultado são cabelos visivelmente mais fortes, resistentes e revitalizados desde a primeira aplicação.
Com um portfólio completo e fórmulas de precisão, Luminaentrega soluções personalizadas para diversos tipos de cabelo, dos lisos aos crespos e cacheados, atendendo às diferentes necessidades, como fios danificados, secos, oleosos, coloridos e couro cabeludo sensibilizado.
Edjane Lima, Head de Desenvolvimento de Produtos de Cabelos da Natura, compartilha dicas essenciais para adaptar os cuidados capilares à nova estação. “A Primavera traz mudanças sutis no clima, mas o aumento gradual da temperatura impacta diretamente na saúde dos fios. A combinação de sol intenso, umidade e vento pode intensificar o ressecamento, o frizz e até mesmo o desequilíbrio do couro cabeludo. Por isso, é importante alterar a rotina de cuidados capilares com foco maior em hidratação e proteção. A dica é observar os sinais que o cabelo dá e ajustar os cuidados com produtos que atuem de forma efetiva e respeitosa com a estrutura dos fios”
Confira cinco recomendações da especialista em cabelos da Natura para manter os fios saudáveis com a chegada das temperaturas mais altas:
1) Aposte na hidratação profunda
Com a perda natural de água causada pelo clima, aposte em máscaras hidratantes pelo menos uma vez por semana para restaurar o equilíbrio dos fios.
2) Use um leave-in com ação antifrizz e protetora
Produtos como o Spray Pré Secagem de Lumina ajudam a formar um escudo contra os danos causados pela umidade e vento, além de facilitar o desembaraço. Além disso, sua tecnologia permite que reduza em até 97% do frizz.
3) Lave o cabelo com água morna
Lavar o cabelo com água quente remove os óleos naturais do couro cabeludo e pode ser extremamente prejudicial ao longo do tempo. A água morna ou fria ajuda a manter a cutícula do fio selada e o couro cabeludo saudável, evitando oleosidade excessiva ou ressecamento.
4) Cuide do couro cabeludo como você cuida da pele
Assim como o rosto, o couro cabeludo também sente os efeitos das mudanças climáticas. O uso do Sérum de Tratamento Antissinais, por exemplo, ajuda a estimular a produção natural de melanina e fortalece a base do fio.
5) Faça pequenas adaptações na frequência de lavagem
Com mais calor e suor, pode ser necessário lavar os cabelos com mais frequência. Nesses casos, opte por shampoos que limpam sem agredir, como os da linha Lumina, que preservam a microbiota do couro cabeludo.
Shampoo Antirresíduos para Detox Capilar Natura Lumina – R$ 48,90
O Shampoo Detox Capilar Natura Lumina possui BioProteína Tripla Ação e Ativo Detox, combinação de ingredientes que promove limpeza profunda dos fios e do couro, removendo resíduos e finalizadores. Seu cabelo limpo e preparado para receber o melhor tratamento de Natura Lumina.
Máscara Força e Reparação Molecular Lumina – R$ 73,90
A nova linha Força e Reparação Molecular de Natura Lumina foi desenvolvida para cabelos frágeis e quebradiços. Com ação em nível molecular, repara as ligações internas dos fios, devolve força, elasticidade e recupera a massa capilar danificada. Sua fórmula leve não pesa, forma um escudo contra a quebra e tem resultados progressivos. A experiência é completada por uma fragrância autoral com notas de bergamota, rosa, cedro e musk.
Spray de Aminoácidos Lumina Pré-Secagem para Restauração e Liso Prolongado – R$ 73,90
Natura Lumina oferece cabelos mais alinhados, com 4x mais efeito liso e até 97% menos frizz. Termoativado, protege os fios do calor até 230 °C, facilita a escovação e mantém o efeito antifrizz por até 4 dias. A fórmula leve repõe aminoácidos, recupera pontas duplas e forma uma barreira antiumidade. Tudo com uma fragrância moderna que combina frutas frescas, buquê floral, musk e madeiras.
A fórmula oferece ação antiumidadeque blinda os fios, garantindo até 80% menos frizz, além de proporcionar brilho intenso ao cabelo. Conta ainda com alta proteção térmica de até 250 °C e reparação profunda, que reduz em até 10 vezes as pontas duplas. Sua tecnologia repara e protege as ligações internas a nível molecular, possui ação antiquebra e forma um escudo protetor que defende os fios contra o estresse térmico causado pelo uso recorrente de secador e chapinha.
Condicionador Suave Antioleosidade – R$ 55,90
A linha para Tratamento Antioleosidade de Lumina mudou! São novas embalagens e ainda mais tecnologia para cuidar do seu cabelo. Com BioProteína Tripla Ação e Ativo Dermoregulador, esse sistema promove controle da oleosidade sem efeito rebote*. O Condicionador é um passo essencial nesse ritual, com fórmula que deixa o cabelo 4 vezes mais hidratado sem pesar.
Sobre a Natura
Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira de higiene e cosmética. Conta com 2 milhões de consultoras na América Latina, sendo líder no setor de venda direta no Brasil. Faz parte de Natura, resultado da combinação entre as marcas Avon e Natura. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber a certificação de empresa B no mundo, em dezembro de 2014, o que reforça sua atuação transparente e sustentável nos aspectos social, ambiental e econômico. É também a primeira empresa brasileira a conquistar o selo “The Leaping Bunny”, concedido pela organização de proteção animal Cruelty Free International, em 2018, que atesta o compromisso da empresa com a não realização de testes em animais de seus produtos ou ingredientes. Com operações na Argentina, Chile, Colômbia, Estados Unidos, França, México, Peru e Malásia, os produtos da marca Natura podem ser adquiridos com as Consultoras de Beleza, por meio do e-commerce, app Natura, nas lojas próprias ou nas franquias “Aqui tem Natura”. Para mais informações, visite https://www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram.
A cantora é destaque do encerramento do festival, que também traz The Wailers, Marina Lima, Zé Ibarra, Ana Frango Elétrico e outras de 20 atrações entre os dias 24 e 26 de outubro, no novo Espaço Cultural Minas Tênis Clube
Brasília se prepara para uma noite marcante com a cantora Céu comemorando 20 anos de carreira em um show inédito no VOA Festival 2025, que acontece de 24 a 26 de outubro, no novo Espaço Cultural Minas Tênis Clube. A artista é a grande atração da noite de encerramento do evento, que conta ainda com mais de 20 artistas, além de vila gastronômica e feira de produtos. Os ingressos estão à venda através doShotgun .
Em 2005, Céu lançou seu primeiro disco e apresentou ao mundo uma sonoridade autoral, urbana, brasileira e universal ao mesmo tempo. Duas décadas depois, ela revisita esse marco com a turnê “Céu 20 Anos”, em um espetáculo que costura passado, presente e futuro com novos arranjos e releituras que revelam outras camadas de sua arte.
Com direção musical refinada e a presença simbólica do DJ Marco, integrante da formação original da artista, o show reafirma a estética que sempre guiou Céu, unindo tradição e modernidade, orgânico e eletrônico, corpo e tecnologia. No palco, ela será acompanhada por Lucas Martins no baixo, Sthe Araujo na percussão e vocais, Leonardo Mendes na guitarra, Pedro Lacerda na bateria e Zé Ruivo nos teclados.
The Wailers, banda que reuniu Bob Marley e Peter Tosh, abre o festival com muito reggae
O VOA 2025 começa em grande estilo no dia 24, com a lendária banda jamaicana The Wailers, referência mundial do reggae e parte fundamental da história de Bob Marley, Peter Tosh e Bunny Wailer. A turnê celebra os 30 anos do álbum “Natural Mystic”, com Mitchell Brunings nos vocais e Aston Barrett Jr., filho do icônico “Familyman”, na direção musical.
O reggae brasiliense também marca a noite de abertura com Experimental Dub convidando Renato Matos, um dos pioneiros do gênero no Brasil, além de Ediá, Coletivo Jamaicana e aDJ Jungle Julia.
Marina Lima e muito mais no sábado
O sábado, 25, será marcado pelo encontro entre gerações. Marina Lima, uma das vozes mais icônicas da MPB, retorna à capital após um dos shows mais elogiados do Lollapalooza 2025, trazendo clássicos, como “Fullgás” e “Uma Noite e Meia” em mais um show de sua turnê Rota 69.
Na mesma noite, o duo paulistano Àvuà traz sua sonoridade experimental que mescla Djavan, Lenine, canto lírico e ritmos africanos, enquanto a pernambucana Academia da Berlindapromete transformar o palco em uma grande festa com sua mistura de guitarrada, brega e ritmos afro-pernambucanos.
De Brasília, Muntchako apresenta sua fusão explosiva de ritmos latinos, beats eletrônicos e guitarras psicodélicas, com participações especiais de Felipe Cordeiro e Jéssica Caitano. O sábado ainda traz Passo Largo, os DJsUMiranda, Barata, Pezão, Laine d’Olindae a orquestra carnavalesca Calango Careta.
Domingo de Céu, Zé Ibarra e Ana Frango Elétrico
No encerramento, além de Céu, o público confere ainda o show de Zé Ibarra, integrante do grupo Bala Desejo, que agora segue em carreira solo. Também sobe ao palco Ana Frango Elétrico, reconhecida por sua estética inventiva e pelos shows performáticos que mesclam poesia, humor e experimentação.
A cena local completa a programação com Choro no Eixo convidando Teresa Lopes, Gypsy Jazz com Indiana Nomma, Saci Wèrè, o Coletivo Superjazz e a maranhense Guaja, além das DJs Alira e Biba.
Também é possível comprar ingressos individuais em valor de primeiro lote, a partir de R$50 (valor de meia entrada para estudantes, idosos e jovens de baixa renda).
Muito além dos palcos
O VOA Festival segue firme em sua proposta de ser uma plataforma multicultural. Além dos shows, o público terá acesso a uma feira de economia criativa, uma vila gastronômica com chefs e produtores locais, e uma programação paralela que valoriza a diversidade cultural e a sustentabilidade.
Mantendo o compromisso com a inclusão, o VOA oferece a possibilidade da meia-entrada social mediante doação de alimentos não perecíveis ou agasalhos, que serão destinados ao projeto Instituto Barba na Rua. O festival conta ainda com cortesias limitadas para estudantes da rede pública de ensino médio e superior.
Conscientização e comunicação ambiental
Como parte de suas ações de sustentabilidade, o VOA Festival lança a campanha VoaConsciente, voltada à educação e comunicação ambiental. A ideia é incentivar o público a adotar práticas sustentáveis, como o descarte correto do lixo, a redução do consumo de materiais descartáveis e o respeito aos espaços coletivos. A campanha será divulgada em painéis informativos e sinalizações durante os três dias de evento, além de redes sociais e no site oficial, reafirmando o compromisso do festival com o meio ambiente.
Saiba mais sobre o Festival
O Voa Festival nasceu em 2023 e já trouxe a Brasília artistas como BaianaSystem, BNegão, Josyara, Mestrinho, Tássia Reis, Attooxxá e Mestre Ambrósio. Idealizado pelo produtor cultural Lucas Formiga, o Voa é realizado pela Formiga Produções e o Instituto IBRANOVA, e correalizado pela Oh! Artes. Apresentado pelo Ministério da Cultura, o projeto tem patrocínio da Empresa Gestora de Ativos – Emgea, através da Lei Rouanet.
Programação por dia: – Sexta-feira (24/10) – The Wailers, Experimental Dub convida Renato Matos, Ediá, Coletivo Jamaicana, DJ Jungle Julia – Sábado (25/10) – Marina Lima, Àvuà, Academia da Berlinda, Muntchako convida Felipe Cordeiro e Jéssica Caitano, Passolargo, DJ UMiranda, Calango Careta (intervenção), DJ Barata, DJ Pezão, DJ Laine de Olinda – Domingo (26/10) – Céu 20 Anos, Zé Ibarra, Ana Frango Elétrico, Choro no Eixo convida Teresa Lopes, Gypsy Jazz convida Indiana Nomma, Saci Wèrè, Guaja, Coletivo Super Jazz, DJ Alira, DJ Biba
Conheça os Artistas VOA 2025
The Wailers – Ícones do reggae mundial, The Wailers escreveram seu nome na história ao lado de Bob Marley, levando ao mundo canções que se tornaram hinos de amor, paz e resistência. Hoje, sob o comando de Aston Barrett Jr., filho do lendário “Familyman”, a banda mantém vivo o som que conquistou gerações. Com uma mistura irresistível de clássicos imortais e novas criações, eles seguem lotando palcos e espalhando a vibração contagiante do reggae por todos os cantos.
Marina Lima – Cantora, compositora e voz inconfundível da música brasileira, Marina Lima é um ícone que atravessa gerações com sua mistura única de MPB, pop e rock. Desde o final dos anos 1970, emplacou sucessos que marcaram época, como “Fullgás”, “A Francesa” e “Não Sei Dançar”, entrando no hall das artistas mais tocadas nas rádios nos anos 1980. Parceira frequente do irmão poeta Antônio Cícero, Marina construiu uma obra que alia lirismo, atitude e sofisticação, marcando presença nos palcos e festivais até os dias atuais.
Céu – Nascida em São Paulo, Céu é uma das vozes mais singulares da música brasileira contemporânea. Cantora, compositora e multiartista, ela constrói um universo sonoro que transita com leveza entre a MPB, o samba, o reggae, o jazz e a música eletrônica, criando pontes entre tradição e modernidade. Desde a estreia com seu álbum homônimo em 2005, já conquistou indicações ao Grammy e se apresentou em alguns dos mais prestigiados palcos do mundo. Com sua voz suave e magnética, Céu transforma cada canção em um convite, onde poesia, ritmo e emoção se encontram.
Academia da Berlinda – Formada em 2004 em Olinda, a Academia da Berlinda é um dos nomes mais inventivos da cena musical pernambucana, conhecida por sua mistura irresistível de ritmos latinos como cumbia, guaracha e merengue, com sonoridades brasileiras como carimbó, maracatu, ciranda e coco. Com uma estética vibrante e contagiante, a banda já lançou álbuns marcantes, como o homônimo “Academia da Berlinda”, “Olindance”, “Nada sem ela”, entre outros, e suas músicas também conquistaram o cinema, integrando trilhas de filmes como O Palhaço e Tatuagem.
Ana Frango Elétrico – Diretamente do Rio de Janeiro, Ana Frango Elétrico é uma cantora, compositora, produtora e artista visual que vem redefinindo a nova MPB com sua mistura ousada de pop, rock, jazz e poesia. Desde o álbum de estreia “Mormaço Queima”, em 2018, ela chamou atenção pela inventividade, consolidada no ano seguinte com “Little Electric Chicken Heart”, que foi indicado ao Grammy Latino. Suas músicas transitam entre delicadeza e irreverência, criando um universo autoral único que já conquistou crítica e público no Brasil e fora dele.
Àvuà – Formado por Bruna Black e Jota.pê, o duo paulistano Àvuà nasceu em 2019 com o single “Conte Comigo” e rapidamente se destacou pela mistura de influências que vão de Djavan e Lenine ao canto lírico e ritmos africanos. Com vozes marcantes e composições que exaltam o afeto como potência transformadora, foram indicados ao Grammy Latino em 2021 por sua participação na coletânea “Onze: Canções Inéditas de Adoniran Barbosa”. Em 2022 o duo lançou seu álbum de estreia, “Percorrer em Nós”, e desde então seguem percorrendo cidades do Brasil e da Europa com a turnê do disco.
Zé Ibarra – Zé Ibarra é cantor, compositor, arranjador e multi-instrumentista que transita com maestria entre a MPB, o jazz, o pop e outras experimentações sonoras. Revelado como vocalista e pianista da banda Dônica, com a qual venceu o Prêmio da Música Brasileira, também integra o Bala Desejo, grupo vencedor do Grammy Latino. Em sua trajetória, já dividiu o palco e o estúdio com mestres como Milton Nascimento e Gal Costa. Em 2023 lançou seu primeiro trabalho solo, “Marquês, 256”, que traz oito faixas em voz e violão, e mais recentemente o álbum “AFIM”, revelando uma faceta mais intensa de sua música.
Experimental Dub – A banda, formada por Bruno Portella, Dudulino, Raoni Barros e Raiff Barchini, mergulha nos clássicos da música jamaicana para criar uma versão que mistura uma linguagem moderna e psicodélica. Com linhas de baixo pulsantes, batidas hipnóticas e efeitos ao vivo, o grupo transforma cada show em uma experiência intensa e imersiva, marcada pelo improviso orgânico e pela liberdade criativa.
Renato Matos – Cantor, compositor, multi-instrumentista e artista plástico, Renato Matos nasceu em Salvador e escolheu Brasília como sua casa artística. Foi o primeiro a subir ao palco do lendário Concerto Cabeças, em 1977, marco da cena musical da capital. Considerado o pai do reggae candango, construiu uma trajetória que o levou da França aos Estados Unidos, e deixou sua marca em discos solo, parcerias e gravações de artistas como Cássia Eller, Leo Jaime e Natiruts.
Muntchako – Muntchako é o encontro explosivo formado por Macaxeira Acioli, Samuel Mota e Rodrigo Barata, três mestres da arte dançante que transformam o palco em uma grande pista de celebração. Misturando beats eletrônicos, synths, guitarras e tambores orgânicos, o trio atravessa fronteiras sonoras com influências que vão da América Latina à África, da Jamaica à Amazônia. Com uma identidade que une pesquisa, ancestralidade e experimentação, o grupo lançou recentemente o single “Galinha d’Angola”, reafirmando seu som sem rótulos e sem limites.
Felipe Cordeiro – Felipe é a cara do Pop Tropical, numa mistura irresistível de guitarrada, carimbó, cúmbia, lambada, brega e pop contemporâneo. Nascido e criado em Belém, o cantor, compositor, guitarrista e produtor imprime em sua música a energia e as cores da Amazônia, transformando cada show em uma grande celebração dançante. Com colaborações que vão de Arnaldo Antunes a Dona Onete e Chico César, ele constrói pontes entre tradição e modernidade, mostrando que a música paraense é, ao mesmo tempo, ancestral e pop.
Jéssica Caitano – Cantora, compositora e poeta pernambucana, Jéssica Caitano mistura a força do repente e do coco de roda do Sertão do Pajeú com beats eletrônicos, rap e ritmos afro-brasileiros. Mulher sertaneja e LGBTQIAP+, ela imprime em sua música um flow potente, político e enraizado na tradição, ao mesmo tempo em que dialoga com sonoridades universais. Já levou sua musicalidade a palcos no Brasil e no exterior, como no Festival Maré, na Espanha, em 2021, e em parcerias com nomes como o grupo paulistano Bixiga 70.
Saci Wèrè – Saci Weré é a cara da mistura cultural de Brasília. A banda une afrobeat, salsa, ska, batidas eletrônicas e influências que vão do soul e do funk ao baião e jazz, criando um som quente e dançante, marcado pelo improviso e pela energia coletiva. Formado por Abacate Alan, Amanda Machado, Christofer Barea, Danilson Oliveira, Fernando Mazoni e Gui Campos, o grupo já passou por palcos como o WebFestValda, Cena Contemporânea e Festival da Lagoa, além de conquistar prêmios no Festival de Música da Nacional FM.
Calango Careta – Criado em 2015, o Calango Careta é um bloco de rua de Brasília que transforma as entrequadras da cidade em palco para música, dança e arte circense quase sempre no período de carnaval. Com uma orquestra formada por dezenas de músicos de sopro e percussão, o cortejo traz pernas de pau, fantasias coloridas e composições próprias que fogem do samba tradicional. Inspirado no lagarto do Cerrado, o bloco mantém o espírito livre e espontâneo, com o local de saída sempre revelado na última hora, reunindo milhares de foliões para celebrar a cidade com música e alegria.
Gypsy Jazz Club – Brasiliense por origem e cigano por essência, o Gypsy Jazz Club mergulha no universo do jazz manouche, mesclando a tradição com a alma da música brasileira. Formado pelo quarteto Victor Angeleas, Eduardo Souza, Pedro Vasconcellos e Igor Diniz, o grupo transita entre composições próprias e releituras de nomes como Ary Barroso e Pixinguinha, entre outros. Recentemente, o grupo lançou o álbum “Outros Rolês”, que ousa unir gypsy jazz e música eletrônica, abrindo caminhos para novas sonoridades.
Indiana Nomma – Indiana Nomma é uma voz potente que transita com naturalidade entre o jazz e a música latino-americana, unindo sofisticação e emoção em cada interpretação. Nascida em Honduras, filha de pais brasileiros exilados, cresceu entre México, Portugal, Nicarágua, Alemanha e Brasília, absorvendo influências culturais que moldaram seu estilo singular. Com seis álbuns lançados desde 2015, já se apresentou em palcos prestigiados como o Carnegie Hall e dividiu microfones com nomes como Milton Nascimento, Daniela Mercury e Leny Andrade. Radicada no Rio de Janeiro, leva ao público shows marcantes, seja revisitando Mercedes Sosa ou explorando novos caminhos musicais.
Choro Livre – Filho musical do tradicional Clube do Choro de Brasília, o Choro Livre combina fidelidade à raiz com liberdade criativa, renovando o gênero sem perder sua essência. Fundado nos anos 1980 por Reco do Bandolim, o grupo já dividiu o palco com lendas como Nelson Cavaquinho, Hermeto Pascoal, Dona Ivone Lara e Paulinho da Viola, e levou o som brasileiro a festivais na Europa, Ásia, África e Américas. Formado por Reco do Bandolim, Henrique Neto, George Costa, Marcio Marinho e Valério Xavier, é presença marcante em eventos oficiais e culturais na capital federal.
Teresa Lopes – Teresa Lopes é uma das vozes mais marcantes do samba brasiliense, unindo potência vocal, pesquisa de repertório refinada e raízes afro-brasileiras. Ao longo de 17 anos de carreira, já dividiu o palco com nomes como Almir Guineto, Fundo de Quintal e Fabiana Cozza, e levou seu canto a palcos internacionais em Portugal, Holanda e Noruega, reafirmando o samba como expressão viva da cultura negra.
Ediá – Filha da Amazônia e radicada no DF, Ediá carrega na voz e no corpo as memórias afroindígenas que a moldam. Multiartista, compositora e dançarina, ela tece narrativas que atravessam a música, a produção cultural e a luta por acesso à arte. Suas letras, intensas e cortantes, já ecoaram em festivais como Favela Sounds, Meskla e Sofar Sounds.
Passo Largo – Formado em 2011 por Marcus Moraes, Vavá Afiouni e Thiago Cunha, três nomes de peso da música brasiliense, o Passo Largo faz do rock instrumental seu ponto de partida para uma viagem sonora sem fronteiras. Misturando virtuosismo e criatividade, o trio costura influências que vão do jazz e blues ao country e à música brasileira, com releituras ousadas e composições próprias.
Guaja – Guaja é artista indígena travesti, maranhense da nação Guajajara e uma das vozes mais vibrantes da cena cultural de Brasília. Sua arte une canto, performance e poesia em apresentações que são verdadeiros rituais de força, ancestralidade e liberdade. Filha da mata e das palavras, Guaja transforma o palco em território vivo, onde mistura música autoral, poesia falada e intervenções performáticas. Em cada gesto e verso, ecoam as memórias de seu povo e a urgência do presente, afirmando a artista como uma das expressões mais originais e potentes da nova geração.
Coletivo Superjazz – Fundado em 2004, o Coletivo Superjazz é pioneiro no Brasil como a primeira festa dedicada ao Nujazz, unindo o melhor da discotecagem com a performance ao vivo de músicos convidados. Suas apresentações são verdadeiras celebrações musicais, onde a energia do DJ se mistura com o virtuosismo dos instrumentistas, criando uma fusão vibrante entre os ritmos afro-brasileiros e o jazz eletrônico. Com essa combinação única, o coletivo mantém viva a inovação e a festa em cada show, encantando públicos de diferentes gerações.
DJ Barata – Rodrigo Barata é DJ, baterista, produtor e fundador do Coletivo Criolina, referência cultural desde 2005. Com passagens por bandas como Móveis Coloniais de Acaju e Muntchako, já se apresentou em turnês pela Europa, América Latina e Oceania, se consolidando como um dos nomes mais ativos da cena independente do DF.
DJ UMiranda – UMiranda é um DJ open format com forte ligação à música preta, à qual dedica seus estudos e pesquisa. Já se apresentou em grandes casas e festas pelo Brasil, abrindo shows de nomes como Emicida, BK, Iza, Djonga, Flora Matos e Rael. Seus sets transitam entre afrobeats, hip hop, R&B e brasilidades, sempre marcados por técnica apurada, fluidez sonora e presença de palco.
DJ Pezão – Tiago Pezão, mais conhecido como DJ Pezão atua como DJ, produtor e é um dos idealizadores do projeto Criolina, referência cultural em Brasília há quase duas décadas. Com sets que cruzam brasilidades, latinidades e sonoridades globais, desde as raízes ao eletrônico, conduz pistas diversas com emoção, swingue e versatilidade. Também assina trabalhos autorais em singles e EPs como “Eu Escolho Deus Ritmada”, “Tropa de Jesus” e “Tô Light, Tô Suave”.
DJ Laine D’Olinda – Nascida em Olinda e radicada em Brasília há dez anos, Laine é pesquisadora musical e referência nas pistas com sets que cruzam brasilidades, latinidades e sons globais. Já se apresentou em diversos festivais, além de dividir palco com nomes como Otto, Mariana Aydar e Francisco El Hombre. Produtora dos bailes Brega BsB e Forrobodó Pernambucano, ela é presença marcante na cena cultural do DF.
Obras de artistas brasileiros e internacionais serão apresentadas em espaços de mídia out-of-home em diversas capitais do país; a ação é parte da programação do Ano Cultural Brasil/Reino Unido 2025-26
Uma das maiores exposições de arte pública do mundo chega ao Brasil. Sob o tema “Não é fácil ser verde”, o projeto The Gallery traz obras de 16 artistas do Brasil, do Reino Unido e de outros sete países a centenas de painéis e telas de publicidade digitais espalhadas por São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Brasília, Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e Belém, sede da COP30, além de Londres, Margate, Dorking, Manchester, Edimburgo, Belfast, Inverness, Newcastle, Liverpool, Bristol, Exeter, Bournemouth, Cornwall e outras regiões no Reino Unido.
Ao ocupar espaços públicos originalmente dedicados à publicidade, a mostra provoca uma reflexão coletiva sobre a crise climática. The Gallery leva a arte para os lugares onde as pessoas vivem, trabalham e circulam diariamente, transformando ruas e avenidas em museus sem paredes, convidando milhões de pessoas a refletirem sobre responsabilidade social e ambiental.
A exposição poderá ser vista pelo público brasileiro de 14 de outubro a 18 de novembro e faz parte do Ano Cultural Brasil/Reino Unido 2025-26, promovido pelo British Council, organização internacional do Reino Unido para relações culturais e educacionais, em parceria com o Instituto Guimarães Rosa, o órgão de diplomacia cultural e educacional do governo brasileiro. A mostra britânica se iniciou em 7 de outubro e as obras ficarão disponíveis em espaços públicos de mais de 13 cidades até 4 de novembro.
The Gallery apresenta obras de Ackroyd & Harvey (Reino Unido), Ed Hawkins (Reino Unido), Hayden Kays (Reino Unido), Thiago Rocha Pitta (Brasil), Yinka Shonibare CBE RA (Reino Unido), Arnolt Smead (Holanda/Reino Unido), Uýra Sodoma (Brasil), Hannah Starkey (Reino Unido), Olinda Tupinambá (Brasil), Justin Brice Guariglia (EUA), Muhammad Amdad Hossain (Bangladesh), Chris Jordan (EUA), Deepak Kathait (Índia), The Krank (Grécia), Venâncio Evensen Ulombe (Angola) e Vanessa Wagneur (Bélgica). As obras transitam entre fotografia, performance, escultura, land art e visualização de dados, oferecendo múltiplas perspectivas sobre a emergência climática.
“O Ano Cultural Brasil/Reino Unido é uma celebração do processo criativo que olha para como a cultura é desenvolvida, compartilhada e vivenciada pelas pessoas em todos os lugares. Poucos projetos traduzem tão bem a ideia de que a arte é para todos quanto The Gallery. Após seu sucesso no Reino Unido, agora é a vez do Brasil”, afirma Tom Birtwistle, Diretor do British Council no Brasil. “É inspirador saber que milhões de pessoas, em centenas de locais no Brasil e Reino Unido, terão a oportunidade de refletir coletivamente sobre um tema tão importante quanto a crise climática, motivadas pelo poder da arte pública”, completa.
A curadoria é de Bakul Patki, que destaca a diversidade das respostas artísticas ao tema: “Seja por meio da raiva, resiliência, ironia ou tristeza, cada obra oferece uma perspectiva distinta sobre esse desafio complexo e global. Estou animada e energizada por ver essas criações ganhando o mundo, ocupando o espaço público que lhes pertence, despertando conversas e provocando reflexões nos lugares do dia a dia”.
Serviço:
● Exposição: The Gallery – Ano Cultural Brasil/Reino Unido 2025–26
● Datas: 14 de outubro a 18 de novembro de 2025 (Brasil) | 7 de outubro a 3 de novembro de 2025 (Reino Unido)
● Locais: painéis e telas digitais em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre, Salvador, Fortaleza, Manaus, e Belém.
Evento nos dias 10 a 12 de outubro reúne corridas oficiais, kart rental e atrações para toda a família no Kartódromo Ayrton Senna
Prestes a encerrar sua temporada na capital federal, o Brasília Kart Series (BKS) 2025 retorna ao Kartódromo Ayrton Senna, no Guará, para disputar as 7ª e 8ª etapas – as últimas do campeonato. A programação promete um fim de semana de muita velocidade, competições acirradas e entretenimento para todas as idades. Entre 10 e 12 de outubro, pilotos de diferentes categorias aceleram nas pistas, enquanto o público aproveita o kart rental, experiências interativas, treinos livres e atividades gratuitas.
Organizado pela Federação de Automobilismo do Distrito Federal (FADF), com apoio da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) e da Secretaria de Esporte e Lazer do DF, o BKS mantém seu formato itinerante e acessível, consolidando-se como uma plataforma de formação de novos talentos e diversão para toda a família.
No fim de semana, os pilotos terão direito a dois treinos livres na sexta-feira, sendo o terceiro treino opcional mediante taxa. As competições seguem até domingo, com destaque para as premiações que marcam o encerramento da temporada:
Sábado (11/10): realização completa da 7ª etapa, seguida da premiação.
Domingo (12/10): realização completa da 8ª etapa, com entrega de troféus da prova e, na sequência, a premiação dos campeões do BKS 2025.
As disputas incluem tomadas de tempo, baterias oficiais e categorias como Mirim/Cadete, F4 Junior/Novatos, F4 Graduado/Sênior, F4 GSS/60+ e 125 Todas, garantindo emoção do início ao fim.
As atividades também incluem simuladores de corrida, área de alimentação e espaço coberto, reforçando o compromisso do BKS com segurança, acessibilidade e entretenimento.
“O Brasília Kart Series não é apenas competição; é diversão, aprendizado e emoção para pilotos e público. No Guará, cada curva promete acelerar o coração de quem estiver nas pistas e nas arquibancadas”, ressalta Renato Constantino, presidente da FADF.
Serviço – 7ª e 8ª etapas BKS Local: Kartódromo Ayrton Senna – Guará, DF Datas: 10 a 12 de outubro de 2025 Entrada gratuita
Prédio do CCBB Brasília com a logo comemorativa dos 25 anos. | Crédito: Divulgação/CCBB Brasília
Outubro chegou cheio de atrações no Centro Cultural Banco do Brasil para celebrar ¼ de século de arte e cultura.
Destaque para o final de semana do dia 12, quando o CCBB completa 25 anos de encontros, experiências e memórias no Distrito Federal.
No dia 12 de outubro de 2025, o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília completa 25 anos de histórias: assim mesmo, no plural, pois cada uma delas carrega marcas de encontros, experiências e memórias, relacionadas a arte, cultura e afeto. Para celebrar esses momentos, foi preparada uma programação especial, que reforça os laços, a serem compartilhados tanto presencialmente, no CCBB, quanto nas redes sociais: site www.bb.com.br/cultura e perfis @ccbbbrasilia (Instagram e Facebook) e @ccbbcultura (TikTok).
Reconhecido como um dos principais centros difusores de arte, cultura e conhecimento do Planalto Central, o CCBBBrasília abraça o público por meio de diferentes atrações,numa representação da diversidade artística do país e do mundo. Na programação, conta com exposições de artistas de renome nacional e internacional, espetáculos de teatro, de dança e performances memoráveis, filmes e mostras de cinema marcantes, shows e festivais que ficaram na memória de quem esteve presente, além das ações educativas, que criam experiências e marcam gerações: de crianças,adolescentes e adultos.
Tudo isso em um prédio projetado por Oscar Niemeyer que, assim, já nasce histórico, como um grande símbolo da arquitetura modernista da capital federal. Rodeado por um jardim projetado pela paisagista Alda Rabelo Cunha, o CCBB Brasília se tornou um espaço de convivência, criação, trocas, memórias e pertencimento, ocupando um lugar especial no coração dos visitantes.
O CCBB Brasília não está só em 12 de outubro, pois sopra velinhas junto com dois grandes parceiros: o próprio Banco do Brasil, que celebra 217 anos, e o CCBB Rio de Janeiro, que há 36 anos também cria memórias.
25 anos de arte e cultura
Os aniversários do CCBB Brasília e do Banco do Brasil, além do Dia das Crianças, serão celebrados com festa no sábado,11, e domingo, 12 de outubro. Confira:
Nesses dias, o MID – Movimento Internacional de Dança e o programa educativo Rolê Cultural apresentam uma programação especial, com oficinas de danças, jogos lúdicos e brincadeiras para toda a família.
Pelo MID, destaque para: Batalha All Style, dia 11, às 16h, e dia 12, às 13h; Palco Aberto, dia 11, às 20h; aulas de dança para crianças, dia 12, das 11h às 16h; e Bebê Groove, dia 12,em duas sessões, primeiro às 16h e, depois, às 17h30.
Já o programa educativo Rolê Cultural traz para o CCBB Brasília, no dia 12, o Dia de Rolê, com destaque para Liga Lúdica: Jogos do Mundo, um espaço com diferentes opções de jogos educativos, de graça e para toda a família, de 11h às 17h. A diversão é garantida.
No grande dia, domingo, 12, a partir das 18h30, no Vão Central do CCBB, presença marcante do Samba da Passarinha. Produzido e protagonizado por mulheres, Samba da Passarinha celebra, com leveza, a música da nossa terra, com uma abordagem que valoriza a liberdade. Integram a banda instrumentistas de referência do Distrito Federal, como Ane Êoketu, Any Lopes, Bruna Tassy, Irene Egler, Ju Rodrigues, Mariana Sardinha e Yara Alvarenga.
Também haverá ponto de doação de brinquedos disponível,para quem quiser contribuir com a campanha solidária, lembrando que quem trouxer ganhará um brinde especial. No Dia das Crianças e do aniversário do CCBB, a doação vai tornar fácil de presentear e, ainda, levar alegria para alguém em uma ação voluntária.
Toda a programação é gratuita. Em breve, mais novidadespara celebrar a data.
Movimento Internacional de Dança
Durante o mês, a programação do CCBB Brasília continua rica, cheia de ações para todo o público. Retire os ingressos, coloque na agenda e venha para o CCBB:
De 2 a 19 de outubro, o CCBB recebe a programação do MID – Movimento Internacional de Dança, que apresenta coreografias que exaltam os corpos periféricos e as matrizes negras e africanas nas artes cênicas. São espetáculos da França, México e Brasil, com montagens do Rio de Janeiro, Ceará e, especialmente, do Distrito Federal, que falam por meio da dança de temas como ancestralidade e fluidez dos corpos em movimento. Destaques para os espetáculos Até Aqui Tudo Bem, Corredeira, aCORdo, Zona Franca e LasRazones de mi Cuerp@. Mais informações no site do CCBB na página: https://ccbb.com.br/brasilia/
Velocidade
No final do mês, 30 de outubro, estreia o espetáculo Velocidade, um manifesto contra a pressa, a urgência da vida cotidiana e a obsessão pelo futuro. A peça questiona o ritmo da contemporaneidade e propõe uma outra relação com o tempo. A proposta, dessa forma, é repensar a efemeridade da vida: a forma breve como as coisas surgem, acontecem e se encerram – e como elas podem ser eternizadas. Idealizado pelo grupo mineiro Quatroloscinco, o espetáculo terá sessões de quinta a domingo, de 30 de outubro a 16 de novembro. Mais informações no site do CCBB na página: https://ccbb.com.br/brasilia/
Mestras do Macabro
No clima do halloween, comemorado mundialmente em 31 de outubro, neste mês as bruxas estão à solta também no CCBB Brasília, com a mostra Mestras do Macabro: As Cineastas do Horror ao Redor do Mundo. Com curadoria de Beatriz Saldanha, a mostra fica em cartaz de 14 de outubro a 2 de novembro. A programação inclui a exibição de filmes como O Cemitério Maldito, Garota Infernal, Grave, O Babadook, Psicopata Americano e outros, além de sessões comentadas, debates e o curso As Cineastas do Horror, ministrado pela curadora da mostra. Destaque também para as sessões com recursos de acessibilidade, incluindo audiodescrição e legenda descritiva. Mais informações no site do CCBB na página: https://ccbb.com.br/brasilia/
Exposições
A programação também conta com exposições que integram afetividade, experiência imersiva e atualidade. Em cartaz no CCBB até 2 de novembro, Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará tem entrada gratuita, de terça a domingo, com entrada das 9h às 20h40, nas galerias 3, 5 e Pavilhão de Vidro. Outra exposição em cartaz é Antonio Obá – Finca-Pé: Estórias da terra, até 23 de novembro, também de terça a domingo, das 9h às 20h40, nas galerias 1 e 2. Por fim, destaque para a Coleção de Arte Banco do Brasil, exposição permanente, aberta de terça a domingo, de 9h às 20h40, também na Galeria 5. Mais informações no site do CCBB na página: https://ccbb.com.br/brasilia/programacao/vetores-vertentes-fotografas-do-para/ | https://ccbb.com.br/brasilia/programacao/antonio-oba-finca-pe-estorias-da-terra/
Rolê Cultural
Durante todo o mês, o Rolê Cultural oferece uma programação educativa e sensorial voltada para públicos diversos, com destaque para: Rolê com LIBRAS (aos sábados); História contada para bebês – A Aventura do Boi Bumbá;Oficina sensorial para bebês – Ritmos do Norte; Visita-espetáculo – Uma Coleção de Arte Brasileira; Rolê Espontâneo (terça a domingo); Oficina Costurar o Afeto; Oficina Pintura em Movimento (Stop Motion); Rolê Temático – Territórios e Afetos; História contada – Histórias de Norte a Sul; Oficina de desenho e Espaço Conexão. Mais informações no site do CCBB na página: https://ccbb.com.br/brasilia/programacao/role-cultural-educativo-ccbb/
Promoção Ourocard
No aniversário do CCBB Brasília, o público ganha presente. Por isso, entre os dias 11 e 19 de outubro, a loja Mão Brasileira, espaço com diversos artigos e presentes dentro do Centro Cultural, comemora a data com descontos exclusivos em seu portifólio, com preços a partir de R$ 25,00. Destaque para peças como: Aquarela Botânica, Boneco Candanguinho e Anéis de Jarina. Além do desconto, os pagamentos desses itens que forem realizados com o cartão Ourocard do Banco do Brasil terão 50% de desconto.
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem como objetivo reunir, em um só lugar, arte e criatividade. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de conivência, galerias, salas de cinema e teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo público espontâneo, estudantes de escolas públicas, particulares e universitários, por meio de visitas mediadas e agendadas. Em 2022, se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Sobre o Banco do Brasil
O Banco do Brasil é a primeira empresa do Brasil, criada com o CNPJ de final 001 em 12 de outubro de 1808. De lá até aqui, passou por diferentes tempos e movimentos, até chegar a 2025 como uma empresa sólida, consolidada e, especialmente, próxima de cada pessoa. Tanto é que o propósito do BB, que sintetiza em uma única frase aquilo que mais importa para a instituição, é exatamente este: “Ser próximo e relevante na vida das pessoas em todos os momentos”.
Para isso, a empresa tem critérios que são amplamente difundidos entre todos seus funcionários, fornecedores e demais parceiros, que envolvem os temas proximidade, eficiência, inovação, compromisso com a sociedade, integridade e diversidade. Além disso, investe continuamente em áreas relevantes para o público, com destaque para a cultura, o esporte, a sustentabilidade e a tecnologia – territórios da marca Banco do Brasil.
Acessibilidade
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional.
O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta no vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. Mais informações em: https://ccbb.com.br/brasilia/servicos/
Horário da van – De quinta-feira a domingo:
Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h.
O que acontece quando o movimento das ruas encontra o olhar atento de quem fotografa? A resposta pode estar em “Quando a Rua Vira Retrato: instantes, poses e poéticas fotográficas”, primeiro encontro sobre fotografia idealizado pela fotógrafa Marilu Cerqueira.
Marcado para o dia 14 de outubro de 2025, às 15h, no auditório 2 do Museu Nacional da República, Brasília, o evento propõe uma imersão no universo do Retrato (Portrait) e da Fotografia de Rua (Street photography). Para essa conversa, Marilu convida a fotógrafa Zuleika de Souza, com quem dividirá a roda e o olhar.
Juntas, elas apresentarão seus portfólios e compartilharão as histórias por trás de cada imagem — narrativas visuais que transitam entre o espontâneo e o posado, o cotidiano e o extraordinário. Sensibilidade, luz, composição e o instante exato do clique entram em pauta em uma conversa que promete revelar o que não se vê à primeira vista.
Aberto ao público, o encontro é especialmente voltado a estudantes, fotógrafos, artistas visuais, designers, editores, comunicólogos e poetas — mas acolhe todos que se interessam pela arte de ver e registrar o mundo.
Serviço:
Quando a Rua Vira Retrato: instantes, poses e poéticas fotográficas Quando: 14 de outubro de 2025 (terça-feira), das 15h às 17h15m. Onde: Museu Nacional de Brasília – Auditório 2 (Térreo) Entrada: Gratuita Classificação indicativa: Livre
Este projeto recebeu apoio do Programa Conexão Cultura DF
Marilu Cerqueira
Marilu é artista visual e desenvolve trabalhos em fotografia, filme, instalações e assemblagens. Suas obras já foram exibidas em instituições de destaque, como o Museu Nacional da República, em Brasília, a Universidade de Brasília e a Chapelle St-Vérédème, em Pujaut, França. Participou de mostras coletivas no Rio de Janeiro, Brasília e Arles (França), tendo obras integradas a coleções públicas e privadas. Sua pesquisa fotográfica aborda temas ligados às interações humanas – com foco na gestualidade, no retrato (Portrait) e nos movimentos sociais e culturais. Paralelamente à sua prática artística, atua em cooperação internacional, tendo colaborado em projetos para agências das Nações Unidas.
Marilu é bacharel em Comunicação Social, licenciada em Artes Visuais e mestre em Design.
01- Título: Abacaxi, ano 2016, Campo de refugiados na Republica Centro africana
02- Título: s/titulo, ano 2012, Haiti
03- Título: Cuica, ano 1997, Carnaval, Rio de Janeiro
04- Título: s/título, ano 2005, Povos Kalunga, Chapada dos veadeiros, GO
05- Título: s/título, ano 2016, Lamu, Quênia, África
06- Título: Senhor Raoni, ano 2023, Manifestação Povos Indígenas, Brasília.
Zuleika de Souza
Nasceu em Brasília, em 1963. Repórter fotográfica desde 1982, trabalhou para grandes jornais e revistas brasileiras.
No Correio Braziliense, viveu sua trajetória mais longa: foi repórter fotográfica por 25 anos.
Brasiliense de origem e de vida, sempre manteve um diálogo profundo com sua cidade. Ao longo de 43 anos de carreira, dedicou-se a documentar Brasília, seu povo, seus artistas e personagens históricos. Participou de mais de duas dezenas de exposições.
Sua fotografia tem forte ligação com o urbanismo, a paisagem e a vida cotidiana da capital. Zuleika foge da visão estritamente arquitetônica e monumental da cidade planejada, preferindo revelar a arquitetura popular, as reconstruções, o inesperado e o não previsto.
Atualmente, realiza curadorias, ministra cursos de fotografia e desenvolve projetos pessoais no ateliê Plano Imaginário. Também é curadora do Festival de Fotojornalismo de Brasília e, junto com André Santangelo, Dalton Camargos e Nick ElMoor, fundou a editora Zebrinha Livros, responsável pela publicação da revista ZL, dedicada à fotografia brasiliense.
Festival de cerveja artesanal no Estacionamento 7 do Parque da Cidade celebra a cultura alemã com gastronomia, música e lazer gratuito para toda a família nos dias 18 e 19 de outubro
Brasília vai virar um pedacinho da Alemanha! Após o sucesso em edições anteriores, o Fest Cerva Ao Quadrado retorna ao Estacionamento 7 do Parque da Cidade em grande estilo. Nos dias 18 e 19 de outubro, o Movimento Cerva ao Quadrado – Associação das Cervejarias Artesanais de Brasília – reúne 15 cervejarias artesanais associadas e oferece ao público o que há de melhor na produção cervejeira artesanal do Brasil.
Reunindo mais de 100 rótulos produzidos no DF, o evento conta com extensa programação cultural que inclui competições de chope em metro, concurso de fantasias, gastronomia típica alemã e atrações musicais nos dois dias de festa. “Esta edição do Fest Cerva ao Quadrado é mais do que um festival de cerveja: é um encontro da cultura artesanal com a tradição da Oktoberfest, valorizando a cena cervejeira brasiliense e proporcionando uma experiência única para o público”, destaca Marcelo Naves, diretor de comunicação da Associação.
Reunindo mais de 100 rótulos produzidos no DF, o evento conta com extensa programação cultural que inclui competições de chope em metro, concurso de fantasias, gastronomia típica alemã e atrações musicais nos dois dias de festa. “Esta edição do Fest Cerva ao Quadrado é mais do que um festival de cerveja: é um encontro da cultura artesanal com a tradição da Oktoberfest, valorizando a cena cervejeira brasiliense e proporcionando uma experiência única para o público”, destaca Marcelo Naves, diretor de comunicação da Associação.Cerveja, comida e diversão no melhor estilo Oktoberfest
Trazendo a temática do Oktoberfest, mas reforçando a diversidade e a brasilidade do evento, o público poderá curtir um fim de semana em clima de descontração total ao som do DJ Luciano , Banda Max e Banda Celebration, que garantem a trilha sonora mesclando o que há de melhor entre a música brasileira e a alemã. Para completar a experiência, o espaço gastronômico contará com opções variadas, com foco em sabores alemães como o autêntico eisbein e combinações ideais para quem quer comer bem enquanto degusta uma boa cerveja artesanal.
Além disso, no sábado, os entusiastas da cerveja artesanal também poderão assistir ao vivo a brassagem aberta, onde o alemão radicado em Brasília, Andreas Nagl vai ensinar o público a produzir a sua própria cerveja. A iniciativa é uma parceria com a Candango Brau, empresa de Andreas e parceiro fornecedor de insumos das cervejarias associadas ao movimento Cerva ao Quadrado e também responsável pela formação de cervejeiros caseiros da cidade.
“Nosso objetivo é desmistificar a cerveja artesanal. Somos fornecedores de insumos aqui do DF e fornecemos ingredientes tanto para produtores caseiros como para fábricas da região. A Brassagem Aberta é uma ótima oportunidade para o grande público conhecer um pouco mais sobre o processo e, quem sabe, se animar a produzir a sua própria cerveja”, comenta Andreas Nagl, CEO da Candango Brau.
Espaço para todos
Pensando em acolher diferentes perfis de público, o evento contará novamente com estrutura family e pet friendly, incluindo brinquedoteca para crianças, áreas de convivência, sombra e segurança: tudo para garantir que todos se sintam à vontade, dos cervejeiros mais experientes às famílias em busca de lazer de qualidade.
Um movimento que vai além do copo
O Cerva ao Quadrado Fest é uma iniciativa da Associação Cerva ao Quadrado, que reúne produtores de cerveja artesanal do Distrito Federal com o objetivo de fortalecer o setor, gerar oportunidades econômicas e culturais e consolidar Brasília como um dos polos cervejeiros mais relevantes do Brasil. O festival é parte desse esforço contínuo de valorização da produção local e da ocupação qualificada do espaço urbano, mostrando que a cerveja artesanal também pode ser instrumento de cultura, turismo e cidadania.
SERVIÇO Fest Cerva ao Quadrado – Edição Oktoberfest Local: Estacionamento 7 – Parque da Cidade – Brasília (DF). Data: 18 e 19 de outubro de 2025. Horário: das 12h às 21h. Entrada gratuita Cervejarias artesanais do DF Brinquedoteca, espaço pet friendly
Evento em parceria com o Instituto Steinkopf e o BRB une diversão, arte e conscientização sobre o TEA. Ingressos custam R$25 via Sympla
Brincar, correr, colorir e se divertir: no Dia das Crianças, o Brasília Shopping será palco de uma verdadeira explosão de cores com a 4ª edição da Batalha de Tintas, realizada em parceria com o Instituto Steinkopf e o BRB. A ação acontece neste domingo, 12 de outubro, das 9h às 12h, no estacionamento externo do mall, e promete uma manhã de muita energia, arte e conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Aberto a todas as idades, o evento convida pais e filhos a compartilharem momentos especiais. A manhã começa às 9h, com uma roda de música para animar os pequenos, seguida da palestra “Autismo ao Longo da Vida”, às 10h, que traz reflexões importantes sobre inclusão, convivência e aceitação. O ponto alto será às 11h, com a aguardada Batalha de Tintas, onde todos poderão se divertir juntos em um espetáculo guiado por cores, som e alegria.
Para Renata Monnerat, gerente de marketing do Brasília Shopping, a proposta é celebrar o poder da arte como forma de expressão. “A Batalha de Tintas é um convite à leveza, à empatia e à alegria compartilhada. É um momento de criar memórias afetivas entre pais e filhos, enquanto ampliamos o olhar sobre temas importantes a partir da prática. A inclusão é um tema que devemos experienciar de perto, cotidianamente”, destaca.
Os ingressos custam R$25 e incluem um kit exclusivo com 300g de tinta colorida e um copo reutilizável. As vendas acontecem através do Sympla, e a retirada dos kits será feita na loja Melissa do Brasília Shopping, de quarta (08/10) a sexta-feira (10/10), e no dia do evento, na entrada da ação.
SERVIÇO
Batalha de Tintas – 4ª edição Data: 12 de outubro (domingo). Horário: 9h às 12h. Local: Estacionamento do Brasília Shopping.
Ingresso: R$ 25,00 (inclui 1 kit exclusivo com 300g de tinta + 1 copo reutilizável) Vendas serão realizadas pelo Sympla. Retirada do kit: de quarta (08/10) a sexta-feira (10/10), e no dia do evento, na entrada da ação.
Programação:
9h: Roda de Música 10h: Palestra “Autismo ao Longo da Vida” 11h: Grande Batalha de Tintas
Programação gratuita terá leitura sensorial do livro O Jardim Encantado, Passaporte do Leitor, troca de livros e sessão de autógrafos
O Boulevard Shopping Brasília ficará repleto de cores, aromas, sabores e descobertas para os bebês e suas famílias! A escritora e curadora Alessandra Roscoe conduzirá mais uma edição do Clube dos Pequenos Leitores, com a leitura sensorial do livro O Jardim Encantado (Franco Editora, 2010), ilustrado por sua filha, Beatriz Roscoe Cavalcante. O encontro será no dia 18 (sábado), a partir das 16h, no Boulevard Kids (piso 2), espaço multiuso criado para ações culturais e educativas. Para participar, basta fazer a inscrição gratuita no site e doar um livro infantil em bom estado.
Nesta edição, o ambiente terá um formato diferente e reunirá bebês e seus responsáveis, ao redor de um livro gigante, mas crianças maiores também poderão participar, reunindo toda a família em um momento de escuta e troca. A leitura será dividida em duas etapas, a primeira, das 16h às 16h20, focada em bebês de 0 a 2 anos. Em seguida, das 16h30 às 16h50, será a vez das crianças de 3 a 5 anos.
A dinâmica proposta pela autora vai além da leitura em voz alta. Roscoe convida os bebês e suas famílias a explorarem a história com todos os sentidos. Para isso, irá utilizar elementos da natureza, aromas, objetos do cotidiano, texturas e sons, criando um ambiente de encantamento. Cada página será transformada em experiência.
Segundo Alessandra, os bebês “escutam com o corpo todo” e, por isso, o encontro será conduzido como um ritual de descoberta, no qual pais e filhos compartilham gestos, palavras, cantigas e sensações. “A leitura na primeira infância funciona muito mais como um vínculo afetivo. Ler como uma criança é, acima de tudo, uma entrega daquele tempo, daquele colo, daquele carinho. A partir do livro aberto, a criança vai descobrindo a própria linguagem”, conta Alessandra. “O Jardim Encantado foi pensado para crianças bem pequenas, mas também pega uma turma de sete a dez anos, que se diverte com o livro e eu uso, também, nas intervenções com adultos, com idosos. A gente precisa acordar essa criança, que, às vezes, dorme dentro dos adultos”, complementa Roscoe.
Na mesma tarde, haverá empréstimos de livros para que a turminha possa desfrutar em casa, estimulando a troca dos exemplares literários. A devolução poderá ser feita no encontro seguinte. O projeto também disponibilizará o Passaporte do Leitor para registrar a jornada dos pequenos participantes, ao longo das edições, como um diário. Nele poderão registrar suas percepções, indicar histórias e colecionar os autógrafos da temporada.
O Clube dos Pequenos Leitores foi lançado em agosto e reúne famílias em encontros mensais com autores infantis de Brasília, sob curadoria de Alessandra Roscoe. Com entrada solidária — a doação de um livro infantil — o projeto incentiva o hábito da leitura desde cedo, valoriza escritores locais e transforma o shopping em um espaço de descobertas literárias e de momentos em família.
A programação seguirá até dezembro com autores de destaque da literatura infantil . No dia 22 de novembro, Roger Mello apresenta Carvoeirinhos e, em 6 de dezembro, Maria Célia Madureira narra Deu rato na Biblioteca, acompanhada do carismático Rato Racumim.
A proposta do projeto reflete, também, a dedicação do shopping em aproximar as famílias da leitura desde cedo. “Nosso objetivo é oferecer experiências que unem cultura, afeto e aprendizado. A leitura para bebês reforça esse compromisso, mostrando que o hábito de ler pode começar muito cedo e se transformar em um momento especial de convivência em família”, destaca Maíra Garcia, gerente de marketing do shopping.
Leitura para bebês
O contato com os livros desde os primeiros meses de vida contribui para o desenvolvimento da linguagem, da atenção e da memória, mas, para Alessandra, esse contato com a leitura deve começar antes mesmo do nascimento. “Eu defendo que a gente deve começar a ler para o bebê ainda no ventre. Do ventre ao colo, como diz o livro da Ninfa Parreiras, que fez uma pesquisa muito grande sobre isso”, diz a escritora.
A leitura na primeira infância estimula a curiosidade, fortalece o vínculo entre crianças e adultos e ajuda na formação de repertório cultural. “A leitura estimula a linguagem, a descoberta da própria voz, estimula a imaginação… Essa capacidade de transitar entre o real e lidar com as emoções. Então, quanto antes se inicia isso, vai se estabelecendo uma relação com a literatura como essa descoberta que o novo sempre traz”, conclui Alessandra.
Curadora e autora
Alessandra Roscoe é jornalista, escritora e mediadora de leitura, com mais de 50 obras publicadas no Brasil e no exterior. Finalista do Prêmio Jabuti, já teve livros adaptados para teatro e cinema e é criadora de projetos como o Uniduniler – Todas as Letras, que leva leitura a bebês, idosos e comunidades diversas. Reconhecida por iniciativas pioneiras em clubes de leitura para bebês, acredita no poder da escuta poética e das experiências sensoriais para despertar a imaginação e a afetividade desde a primeira infância.
Sobre a obra
Jardim Encantado apresenta um espaço mágico, repleto de flores, insetos e pequenas confusões que, ao final, encontram uma solução inesperada. É um convite para olhar a natureza de perto, com curiosidade e poesia, em uma narrativa delicada e encantadora.
A história acompanha a joaninha que possui uma única pintinha e adora ser diferente, mas é frequentemente questionada por outros animais. Alessandra Roscoe se inspirou em um caso real de bullying na educação infantil, mas encontrou um meio de tornar a abordagem leve ao recordar do jardim da casa de seus avós, em Uberaba (MG), onde morou até os três anos.
As ilustrações são de Beatriz Roscoe Cavalcante, filha de Alessandra, reforçando a ideia de afetividade que a autora enxerga na literatura. “Eu acho que, para as crianças, é também um ponto de referência a mais porque elas se identificam na forma como a Beatriz desenha”, avalia a escritora.
Sobre o Boulevard Shopping Brasília
O Boulevard Shopping Brasília, administrado pela NIAD, possui 16 anos de história, atraindo mais de 7 milhões de visitantes por ano. O empreendimento traz, além de um varejo completo com as principais âncoras do país, amplo entretenimento com 4 salas de cinema, serviços e diversos projetos consolidados em ESG. Entre as principais atrações gastronômicas, destacam-se o João Brasileiro, Taverna Viking, Mania do Churrasco e, claro, grandes opções de fast food, como Burger King, McDonald’s, Giraffas, Spoleto, entre outros. Com a proposta de garantir conforto e inclusão a todos os visitantes, o shopping oferece Espaço do Cliente com fraldário e a Sala do Aconchego para autorregulação de pessoas com sensibilidade sensorial. O aplicativo ColorADD está disponível nas lojas do shopping via QR Code, oferecendo mais autonomia a clientes com daltonismo ao facilitar a identificação das cores das peças. E, ainda, vagas verdes para recarga de carros elétricos e inclusivas para pcds, idosos e gestantes, localizadas na garagem coberta.
SERVIÇO:
Clube dos Pequenos Leitores do Boulevard Shopping Brasília com Alessandra Roscoe
DOCUMENTÁRIO A CALÇADA CONHECE-TE De Mariana Arroja | Direção de André Badalo
No dia 14 de outubro, às 19h, no Auditório Agostinho da Silva, na Embaixada de Portugal / Camões – Centro Cultural Português em Brasília, será exibido o documentário “A Calçada Conhece-te“, de Mariana Arroja, com direção de André Badalo.
O documentário estreou em 2023, no Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa, e desde então vem alcançando projeção internacional. Premiado em Los Angeles com o Bronze Award de Melhor Documentário no Independent Shorts Awards e selecionado para o Cannes Short Film Festival, a obra tem circulado em prestigiados eventos culturais. Em 2024, foi exibido em Los Angeles e em São Francisco, em celebração ao Dia Mundial da Língua Portuguesa, com apoio institucional de Portugal e do Brasil, além de integrar o Beach Break Film Festival, na Califórnia. Em 2025, conquistou o prémio de Melhor Vídeo de Música no Barcelona Indie Awards e passou a integrar o dossiê da candidatura da Calçada Portuguesa a Património Cultural Imaterial da UNESCO.
Atualmente, o documentário encontra-se em exibição a bordo da TAP Air Portugal e já foi apresentado em instituições de prestígio, como a Harvard University. No último trimestre de 2025, será destaque em novos eventos promovidos pelas Embaixadas de Portugal nos EUA e no Brasil, reforçando o seu impacto cultural e internacional.
A exibição do filme na Embaixada de Portugal / Camões – Centro Cultural Português conta com o apoio do Camões, I.P.
SINOPSE
A Calçada Conhece-te é uma curta-metragem documental que explora as histórias dos mestres calceteiros, artesãos da Calçada Portuguesa, uma arte tradicional de pavimentação em pedra reconhecida como Património Cultural Imaterial Nacional. Apesar de ser um símbolo marcante da identidade portuguesa, esta prática encontra-se em risco de desaparecer, com cada vez menos calceteiros a manter viva a tradição.
Em 2022, a cantora e compositora Mariana Arroja inspirou-se na calçada e escreveu uma canção dedicada a esta arte. A sua curiosidade e o desejo de compreender melhor este património levaram-na a conhecer diversos calceteiros e suas famílias.
O documentário oferece um olhar sobre as vidas desses mestres, capturando os desafios, o orgulho e a paixão que sustentam uma arte que moldou as ruas de Portugal, mas que, infelizmente, corre o risco de se extinguir. Através da música e da narrativa visual, A Calçada Conhece-te homenageia os calceteiros e destaca a importância de preservar o seu legado para as gerações futuras.
No sábado, 4 de outubro, das 9h às 12h, a D’Stak (911 Norte) promove o Babynic, um encontro carinhosamente pensado para famílias com crianças de 0 a 3 anos. A proposta é unir aprendizagem e afeto em experiências que estimulam coordenação, sentidos e vínculos.
A programação reúne natação para bebês, musicalização, shantala, momentos lúdicos de estímulo às emoções e construção de memórias, além de um piquenique ao ar livre para integração das famílias. Haverá também roda de conversa com a nutricionista Priscila Walker, com orientações práticas sobre alimentação infantil e espaço para perguntas.
As vagas são limitadas e a participação exige inscrição prévia. Para aproveitar bem as atividades, recomenda-se levar roupa de banho, toalha, óleo vegetal/natural para massagem e canga ou toalha grande.
Sobre a D’Stak
Referência em saúde preventiva e qualidade de vida em Brasília, a D’Stak oferece natação para todas as idades — de bebês a idosos — inclusive para quem tem medo de água, além de musculação, hidroginástica, dança, pilates solo, funcional, alongamento e outras modalidades coletivas. A unidade conta com estrutura moderna e equipe especializada.
Serviço: Evento: Babynic – manhã sensorial para bebês (0 a 3 anos)
Data e horário: sábado, 4 de outubro, das 9h às 12h
Local: D’Stak Academia – 911 Norte (W5 Norte)
Levar: roupa de banho, toalha, óleo natural para massagem, canga/toalha grande