Brasília tem de melhor na Cultura, Entretenimentos, Arquitetura, Design e Decoração, Feiras, Cursos, Workshops, Seminários, Gastronomia, Vinhos, Cafés, Moda, Beleza…
Espetáculo com texto de Shakespeare volta a ser encenado em Brasília de 15 a 18 de janeiro de 2026, com seis sessões, incluindo uma com acessibilidade
A CAIXA Cultural Brasília recebe, de 15 a 18 de janeiro de 2026, o espetáculo O Mercador de Veneza, nova montagem de um dos textos mais emblemáticos do dramaturgo William Shakespeare. Protagonizada por Dan Stulbach, a peça tem direção de Daniela Stirbulov, estreou em Brasília em dezembro de 2025, com casa cheia, e retorna neste mês para mais seis sessões, de quinta a domingo. A sessão de sábado, às 17h, terá acessibilidade (libras). Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada) e podem ser adquiridos a partir do dia 10 de janeiro, na bilheteria da CAIXA e no site Bilheteria Cultural. O projeto conta com o patrocínio da CAIXA e do Governo Federal.
Após temporadas de sucesso em São Paulo, Rio de Janeiro, Recife e Curitiba, o espetáculo estreia na capital federal com uma abordagem contemporânea da obra escrita no século XVI. A adaptação transporta a história original para os anos 1990, ressaltando temas como intolerância, racismo, antissemitismo e as contradições do capitalismo emergente, todos ainda muito atuais.
Na trama, o personagem Shylock, interpretado por Stulbach, assume o protagonismo. Ele é um agiota judeu que empresta dinheiro ao mercador Antônio, com a garantia de uma libra de carne como pagamento em caso de inadimplência. O desenrolar da dívida culmina em um julgamento dramático, que expõe os limites entre justiça e preconceito.
Ao final das sessão de quinta-feira (15/01), o público poderá participar de um bate-papo conduzido pelos atores do elenco.
“Dirigir “O Mercador de Veneza” foi um desafio e um privilégio. Shakespeare exige mergulho, estudo, escuta, correr riscos. O texto é um “vespeiro”, traz temas como poder, dinheiro, preconceito, humanidade. Minha busca foi tornar essa profundidade narrativa acessível para o público de hoje, criando um espetáculo compreensível e esteticamente contemporâneo. E, acima de tudo, provocar e gerar reflexão, o cerne de Shakespeare”, afirma a diretora Daniela Stirbulov.
Na peça, atuando ao lado de outros 11 atores, Stulbach que nunca havia encenado Shakespeare profissionalmente, comenta sobre seu papel: “Eu queria um texto que todo mundo entendesse, aquele espírito do Shakespeare que tem aspecto popular, acessível para todos, sem perder a força da história” — diz o ator, que esteve em cartaz em Brasília pela última vez há mais de nove anos, em agosto de 2016, com a peça “Morte Acidental de um Anarquista”.
Serviço:
[Teatro] O Mercador de Veneza
Local: CAIXA Cultural Brasília – Setor Bancário Sul – Quadra 4, Lotes 3/4 – Brasília (DF).
Data: de 15 a 18 de janeiro de 2026
Horários: quinta e sexta, às 20h30 | sábado, às 17h e 20h |domingo, às 16h e 19h.
A sessão de sábado (17/01), às 17h, teráacessibilidade comunicacional (libras).
Na sessão de quinta-feira (15/01), ao final do espetáculo, haverá um bate-papo com os artistas.
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia-entrada, conforme legislação vigente, e clientes CAIXA).
Vendas: a partir de 10 de janeiro, às 9h,na bilheteria do teatro. E nas mesmas datas a partir das 13h pelo site Bilheteria Cultural.
Horário bilheteria: de terça a sexta e domingo, das 13h às 21h; e aos sábados, das 9h às 21h.
Grupo Santé aposta em prato especial e happy hour com drinques e entradinhas selecionados para transformar as férias em experiências à mesa
Para quem decidiu aproveitar as férias sem sair de Brasília, bons motivos não faltam para explorar a cidade sob uma nova perspectiva: a gastronômica. Em pleno mês de janeiro, os restaurantes do Grupo Santé — Santé 13 (413 sul) e Santé Lago (Orla da Ponte JK)— se destacam como parada obrigatória para quem busca sabor e bons momentos, seja no almoço, no jantar ou naquele happy hourespecial para esticar a tarde.
Assinado pelo chef Dimas, o destaque da temporada é o Filet Mignon em Crosta de Pistache, preparado especialmente para o mês de janeiro e servido tanto no almoço quanto no jantar. O prato traz filé mignon em crosta de pistache sobre molho de tâmara com café e mel, acompanhado de risotto de açafrão-da-terra e charuto de parmesão, por R$118 — uma combinação elegante que traduz a proposta contemporânea do grupo.
E para quem não abre mão de um bom happy hour, as duas casas contam com cardápios especiais, com drinques clássicos e autorais, além de entradinhas perfeitas para compartilhar.
No Santé 13, o happy hour acontece de terça a sábado, das 16h às 20h. Já no Santé Lago, o horário é de terça a quinta, das 16h às 21h, e sexta a domingo, das 16h às 20h. Um convite ideal para passar a tarde vivendo momentos bons, com vista, ambiente acolhedor, sabor e descontração.
Cardápio Happy Hour – Santé 13
Drinques
Fitzgerald (R$ 17)
Cozumel (R$ 14)
Aperol Spritz (R$ 16)
Mojito (R$ 14)
Baldinho Happy (4 Stellas – R$36)
Espumante Garibaldi Brut Rosé (R$ 88)
Entradinhas especiais
Sticks crocantes de pescada, empanados na panko, com barbecue de goiabada da casa (R$53)
Isca de filé ao gorgonzola, gratinada, acompanha torradas (R$53)
Cardápio Happy Hour – Santé Lago
Drinques
Fitzgerald (R$17)
Cozumel (R$14)
Aperol Spritz (R$16)
Mojito (R$14)
Baldinho Happy (4 Stellas R$36)
Espumante Garibaldi Brut Rosé (R$88)
Chopp Brahma (R$5,99)
Entradinhas
Isca de picanha acebolada com muçarela ao forno, acompanha mandioca frita (R$58)
Sticks crocantes de pescada, empanados na panko, com barbecue de goiabada da casa (R$53)
Isca de filé ao gorgonzola, gratinada, acompanha torradas (R$53)
Croquetas de costela recheadas com queijo, acompanhadas de maionese picante da casa (R$32)
Bolinho de bacalhau saborizado com manteiga de garrafa e cheio de queijo cremoso (R$39)
Com ambientes acolhedores e propostas que valorizam ingredientes, técnica e prazer à mesa, o Grupo Santé prova que ficar em Brasília nas férias pode ser sinônimo de boas descobertas e experiências gastronômicas memoráveis.
Santé 13
CLN 413 Bloco A Loja 40 Reservas: (61) 3037-2132 Terça e quarta-feira: das 12h às 23h
Quinta-feira: das 12h à 0h
Sexta-feira e sábado: das 12h à 1h
Domingo: das 12h às 17h
Happy Hour: terça a sábado, das 16h às 20h
No Instagram: @sante13
Santé Lago
Setor de clubes Esportivos Sul, Trecho 2 – Orla da Ponte JK Reservas: (61) 2099-2460
Terça, quarta e domingo: das 12h às 23h
Quinta: 12h à 0h
Sexta e sábado: R$12h à 1h
Happy Hour: terça a quinta, das 16h às 21h, e de sexta a domingo, das 16h às 20h No Instagram: @santelago
Mostra em cartaz no foyer do Teatro Nacional reúne cerca de 200 obras e revela a pesquisa do artista sobre matéria, luz e forma
Em cartaz até 6 de março no foyer do Teatro Nacional Claudio Santoro, a exposição “É Pau, É Pedra…” reúne cerca de 200 obras de Sergio Camargo (1930–1990), um dos escultores mais influentes da arte brasileira. A mostra apresenta, pela primeira vez na capital, um panorama amplo e raro da produção do artista, com esculturas, relevos, maquetes e objetos de ateliê que evidenciam sua investigação poética sobre materiais como madeira, mármore, gesso e pedra. Com entrada gratuita, a exposição integra arte e arquitetura em um espaço recém-revitalizado da cidade.
Realizada pelo Metrópoles e com apoio institucional da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, a mostra tem curadoria de Marcello Dantas – nome que transformou a prática curatorial contemporânea no Brasil, ao unir arte, arquitetura, tecnologia e narrativa histórica em projetos de enorme impacto.
“Camargo é o grande escultor brasileiro”, afirma Dantas. “É o artista que cria uma linguagem imediatamente reconhecível, que transforma a luz em volume e o volume em respiração”, completa o curador.
A seleção de obras permite ao público acompanhar o desenvolvimento do artista desde seus primeiros passos figurativos até a consolidação de seu nome no cenário internacional, passando por processos experimentais e investigações espaciais que raramente foram expostas.
O evento é organizado em núcleos, que apresentam diferentes ideias, conceitos e razões materiais que sustentam a pesquisa e o trabalho do escultor.
Foyer do Teatro Nacional
Fechado há mais de 10 anos, o Teatro Nacional volta à cena ao receber o público brasiliense, que pode revisitar um espaço icônico, integrado ao jardim e à obra de Athos Bulcão.
A mostra foi pensada para que o local e a obra se completassem. Assim, a arquitetura representa não apenas um cenário, mas parte constitutiva da experiência. “Ao fim do percurso, esperamos que o visitante saia com outra medida do olhar — aquela em que a matéria volta a ser origem”, salienta Dantas, que compara o encontro histórico entre a cidade e Sergio Camargo. “A obra dele opera em uma frequência muito semelhante à de Brasília: é feita de ordem, mas não é rígida; é geométrica, mas não é fria; é moderna, mas profundamente humana. Há respiro entre as formas, há silêncio entre os cortes, há luz entre as sombras”, aponta o curador.
Exposição “É pau, é pedra…” | Sérgio Camargo 10 de dez. de 2025 a 6 de mar. de 2026 9h às 22h Foyer da Sala Villa-Lobos | Teatro Nacional Cláudio Santoro (Brasília/DF) Acesso gratuito | Classificação livre
Política pública completa um quarto de século impulsionando oportunidades e desenvolvimento para adolescentes e jovens
Em 19 de dezembro de 2025, a Lei da Aprendizagem, de número 10.097/2000, completa 25 anos como uma das políticas públicas mais relevantes para a inserção de adolescentes e jovens no mercado de trabalho. Desde sua criação, já beneficiou 6,2 milhões de jovens, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), ao promover formação técnico-profissional, ampliar oportunidades e fortalecer a cidadania. A própria evolução dos números mostra esse impacto: segundo o CAGED, em setembro de 2025 o Brasil alcançou o recorde de 710.875 jovens aprendizes com vínculos formais, um reflexo do fortalecimento contínuo da lei.
Para Humberto Casagrande, CEO do Centro de Integração Empresa Escola – CIEE, o impacto da Lei é próspero e catalisador para a transformação social. “A Aprendizagem Profissional é uma política pública que combina inclusão social, desenvolvimento humano e preparação para o futuro do trabalho. A cada ano, vemos mais jovens iniciarem suas histórias profissionais com dignidade e perspectiva. Celebrar 25 anos dessa Lei é reconhecer sua efetividade e reforçar o compromisso de ampliá-la.”
Ao longo dos 25 anos, fomentos com o objetivo de estimular e fortalecer a legislação, as entidades e empresas que compactuam com o seu propósito foram criados, como é o caso do Selo Acredita Febraeda by Audisa, lançado no último mês de novembro. Iniciativa da FEBRAEDA – Federação Brasileira de Associações Socioeducacionais de Adolescentes em parceria com a Audisa, o selo tem o intuito de conferir credibilidade para os processos e entidades que contribuem para a formação de jovens aprendizes.
Como uma das principais organizações sem fins lucrativos do Brasil dedicada à inclusão produtiva de jovens e estudantes, o CIEE participa ativamente de articulações e programas que visam aprimorar a qualidade e a abrangência da Lei da Aprendizagem, apoiando iniciativas alinhadas às necessidades da juventude como também do mundo do trabalho.
Entre as agendas prioritárias que reforçam o futuro da aprendizagem está o PL 6461/2019, que aguarda votação no Congresso Nacional. A proposta, que moderniza aspectos da Lei da Aprendizagem, aperfeiçoa regras de contratação e amplia mecanismos de proteção ao jovem trabalhador. “O PL traz ajustes importantes que tornam o programa mais eficiente, ampliam a segurança jurídica das empresas e fortalecem a proteção do jovem. É uma atualização necessária para que a legislação acompanhe as transformações do mundo do trabalho e continue garantindo oportunidades de qualidade”, ressalta Casagrande.
Ao completar um quarto de século, a Lei da Aprendizagem se consolida como um compromisso nacional com a juventude, assegurando uma determinada cota das vagas de organizações de médio e grande porte aos jovens entre 14 a 24 anos, estudantes dos ensinos fundamental, médio, técnico ou formados. “A Aprendizagem é uma política viva, que se renova a partir do compromisso de toda a sociedade”, finaliza o CEO.
CIEE 61 anos: Imparável Desde sua fundação, o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, maior ONG de inclusão social e trabalho jovem da América Latina, se dedica à capacitação profissional de jovens e adolescentes. A instituição, responsável pela inserção de 7 milhões de brasileiros no mundo do trabalho, mantém uma série de ações socioassistenciais voltada à promoção do conhecimento e fortalecimento de vínculos de populações prioritárias.
Iniciativa oferece capacitação profissional em áreas do mercado digital, com aulas presenciais e online a partir de 12 de janeiro
O projeto está com inscrições abertas para cursos gratuitos de capacitação tecnológica em Ceilândia. A iniciativa tem como foco a inclusão digital e a qualificação profissional de jovens e adultos, ampliando o acesso ao conhecimento e às oportunidades no mercado digital.
Ao todo, estão disponíveis cursos de Informática, Vídeo Maker, Design Gráfico e E-Sport. Todas as formações são 100% gratuitas e oferecem certificado de conclusão. As aulas acontecem nos formatos presencial e online, com turmas nos períodos da manhã e da tarde, o que facilita a participação de pessoas com diferentes rotinas.
As atividades têm início no dia 12 de janeiro e serão realizadas em Ceilândia, reforçando o compromisso do projeto em levar educação e tecnologia para perto da comunidade, além de valorizar talentos locais.
Formação voltada para o mercado digital
Voltado para quem busca se preparar para o mercado de trabalho e para o ambiente digital, a iniciativa aposta em um aprendizado prático, acessível e atualizado. A proposta é desenvolver habilidades técnicas e criativas que ampliem as chances de empregabilidade, geração de renda e crescimento profissional.
No curso de Informática, os participantes aprendem noções básicas de uso do computador e ferramentas digitais essenciais para o dia a dia profissional. O curso de Vídeo Maker apresenta técnicas de gravação e edição de vídeos, com foco na criação de conteúdos para redes sociais e projetos digitais.
Já o curso de Design Gráfico trabalha fundamentos da comunicação visual e criação de artes digitais, enquanto o curso de E-Sport introduz os alunos ao universo dos esportes eletrônicos, abordando estratégia, trabalho em equipe e comportamento no ambiente digital.
Tecnologia como ferramenta de inclusão
O projeto Conexão Para Todos acredita que a tecnologia é uma importante ferramenta de transformação social e que o acesso à educação digital contribui para a redução das desigualdades e a ampliação de oportunidades. As vagas são limitadas, e a orientação é que os interessados realizem a inscrição o quanto antes.
Serviço Conexão para Todos Cursos: Informática, Vídeo Maker, Design Gráfico e E-Sport Gratuito, com certificado Início das aulas: 12 de janeiro Local: ADE Quadra 01 conjunto A lote 44, PRO-DF, PSUL Formato: Aulas presenciais e online Turnos: Manhã e tarde Informações e inscrições: (61) 9 9503-1722 Instagram: @conexaoparatodos Site:https://projetoconexaoparatodos.com.br/ Realização: Instituto Bem Viver DF Fomento: Secretaria de ciência tecnologia e inovação – SECTI/DF
Queima de fogos durou 12 minutos, marcando a virada do ano durante o Celebra DF 2026
Festa na Esplanada dos Ministérios trouxe grandes shows e presença massiva de famílias, com muita tranquilidade e segurança
Brasília viveu uma das maiores viradas de ano de sua história com o Celebra DF 2026, que reuniu um público estimado em 200 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios. Com entrada gratuita e estrutura ampliada, o réveillon oficial do Distrito Federal celebrou a chegada de 2026 com música, segurança e forte presença de famílias e crianças; e uma queima de fogos que durou 12 minutos.
Subiram ao palco Samuel Rocha, Israel e Rodolffo, Heverton e Heverson, Carlinhos Brown, responsável pela contagem regressiva da virada, e Lauana Prado, que embalou o público já nas primeiras horas do novo ano. A programação diversificada manteve a Esplanada cheia ao longo da madrugada.
O evento transcorreu de forma tranquila, sem registro de ocorrências – apenas atendimentos leves no posto médico montado no local. O esquema de segurança e organização proporcionou conforto ao público e contribuiu para um clima de celebração segura e acolhedora.
Dia 1º – A programação do Celebra DF continua nesta quinta-feira (1º), novamente na Esplanada dos Ministérios. A partir das 17h, o público poderá acompanhar novos shows, com apresentações de Ana Castela, Murilo Huff, Calcinha Preta, Adriana Samartini e Pedro Paulo & Matheus e Belluco em um palco com estrutura completa. O transporte público continuará com ônibus e metrô operando sem cobrança de tarifas, além de horários especiais para facilitar o deslocamento. A entrada permanece gratuita, sem necessidade de retirada de ingressos.
Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, o evento reflete uma política pública voltada ao cuidado com as pessoas e ao acesso democrático à cultura. Segundo ele, a proposta é garantir que a população viva experiências de qualidade, comparáveis aos grandes espetáculos do país, em um ambiente organizado e seguro. O secretário também destacou o sucesso de outras ações simultâneas na cidade, como o Nosso Natal, reforçando a cultura como parte essencial do cuidado com a população, ao lado de áreas como saúde e educação.
Com programação descentralizada, acesso gratuito e estrutura reforçada, o Celebra DF 2026 consolidou-se como um dos maiores eventos públicos, reunindo diversidade cultural, segurança e participação popular na celebração do Ano Novo no Distrito Federal.
Em vez de contagem regressiva, a capital federal vai marcar o fim de 2025 com passos acelerados. Amanhã, quarta-feira (31), às 7h da manhã, Brasília recebe a Corrida da Virada, evento que transforma o último dia do ano em uma grande celebração ao ar livre, unindo esporte, saúde e confraternização. A largada acontece no Parque da Cidade Sarah Kubitschek – Estacionamento 7.
Com clima festivo e espírito de renovação, a prova já se consolidou como tradição entre corredores e famílias que escolhem iniciar o Ano-Novo com disposição e boas energias. Os percursos atendem diferentes perfis de atletas e percorrem o maior parque urbano da América Latina, oferecendo cenário privilegiado e estrutura para quem quer correr, caminhar ou simplesmente participar da experiência.
Mais do que competição, a Corrida da Virada simboliza o encerramento de ciclos, a superação de desafios e o início de um novo ano com foco em qualidade de vida e bem-estar coletivo.
O evento é organizado pela Bruno Atleta Eventos e conta com o apoio do Cartões Caixa, Caixa e Governo do Brasil.
Premiação
Haverá premiação para as seguintes categorias: • 5 km – Geral Masculino e Feminino • 10 km – Geral Masculino e Feminino • 10 km – Faixa Etária Masculino e Feminino • 10 km – PCD Masculino e Feminino
A terceira edição do réveillon mais exclusivo de Pirenópolis traz três dias de música, sunsets e experiências premium.
O Piri Lounge se prepara para realizar a virada mais exclusiva de Pirenópolis. Em sua terceira edição, o Réveillon Piri Lounge 2026 acontece entre 31 de dezembro e 3 de janeiro, em três dias consecutivos que unem música, gastronomia e experiências inesquecíveis em um dos cenários mais deslumbrantes da cidade. Com sunsets, noites vibrantes e uma atmosfera sofisticada, a celebração promete marcar o início do novo ano em grande estilo.
Em todas as edições, o palco do Piri Lounge é reformulado, trazendo uma nova atmosfera à festa. Para receber 2026, o palco estreia um conceito visual inspirado em formas orgânicas, com estrutura imponente que combina natureza e modernidade. A organização, assinada pelos empresários Marcus Bruno e Eduardo Pacheco, prepara ainda mais serviços premium para o dia da virada, incluindo produção de cabelo e maquiagem durante toda a noite, massagem e um atendimento exclusivo para os clientes dos Lounges.
A programação começa em 31 de dezembro, com uma virada comandada por Chemical Surf e Ariel B, nomes de destaque da música eletrônica. A festa contará com open barpremium, open food completo, abertura da casa às 21h e programação até as 6h da manhã, garantindo uma noite intensa e cheia de energia para celebrar a chegada de 2026.
No dia 2 de janeiro, quem assume o Piri Lounge é a label GOOD TIMES, projeto do DJ e produtor Illusionize, que desembarca com uma noite leve, vibrante e repleta de música boa. A programação acontece das 16h às 2h, valorizando o sunset icônico do espaço.
O encerramento será no dia 3 de janeiro com o já tradicional ROOF TIME, festa que reúne música, vista panorâmica e clima descontraído para fechar a edição com chave de ouro. Das 16h às 2h, o evento celebra as paisagens de Pirenópolis e a vibração única do Piri Lounge.
Os ingressos para os três dias de festa estão disponíveis exclusivamente pela ZigTickets, com valores a partir de R$ 147 nas Sunsets (2 e 3 de janeiro) e a partir de R$ 797 por pessoa para o Réveillon (31).
Serviço:
Reveillon Piri Lounge 2026 Dias: de 31 a 3 de janeiro Local: Piri Lounge Ingressos: ZIgTickets
Artista passa por São Paulo, Fortaleza, Recife, Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba
Ícone do R&B e do soul, Macy Gray retorna ao Brasil em 2026com sua aguardada turnê de verão. Celebrando 25 anos de carreira, a artista passará por oito capitais brasileiras, levando ao público um show especial que revisita os grandes momentos de sua trajetória. Em Brasília, a apresentação acontece em 3 de março, no auditório Planalto do Centro de Convenções Ulysses.
No repertório, Macy apresenta o álbum “On How Life Is” na íntegra, trabalho que marcou sua estreia em 1999 e inclui sucessos como “I Try” e “Still”, além de outras faixas consagradas de sua carreira.
Dona de uma das vozes mais inconfundíveis da música contemporânea, Macy Gray construiu uma trajetória sólida no R&B e no soul, com mais de 25 milhões de álbuns vendidos, cinco indicações ao GRAMMY® e o prêmio de Melhor Performance Vocal Pop em 2000. Ao longo da carreira, colaborou com nomes como Bobby Brown, Ariana Grande e Galactic, além de manter presença ativa no cinema e na televisão.
Em seus trabalhos mais recentes, a artista segue explorando novas sonoridades e temas atuais, como no single “I AM”, lançado em 2024, e no álbum “The Reset” (2023), reafirmando sua capacidade de se reinventar sem perder a identidade artística.
Os ingressos para todos os shows no Brasil serão vendidos com exclusividade pela Ticketmaster.
Estrelado por Mel Lisboa, espetáculo terá duas apresentações no Centro de Convenções Ulysses
Após esgotar rapidamente os ingressos da primeira sessão em Brasília, o espetáculo Rita Lee – Uma Autobiografia Musical abre sessão extra no Centro de Convenções Ulysses, às 16h30 no dia 8 de feveriro. O sucesso de público confirma a força da montagem, estrelada por Mel Lisboa, que celebra a trajetória de uma das artistas mais icônicas da música brasileira em duas apresentações na capital federal. Os ingresoss estão à venda no site da Bilheteria Digital.
O espetáculo, baseado no best-seller da cantora, é dirigido por Márcio Macena e Débora Dubois.Guilherme Samora assume roteiro e pesquisa e a direção musical é de Marco França e Márcio Guimarães. O espetáculo reúne um elenco que revisita personagens marcantes da música brasileira e da vida artística de Rita Lee. No palco, Bruno Fraga (Roberto de Carvalho), Fabiano Augusto (Ney Matogrosso), Tatiana Thomé (Censora Solange), Debora Reis (Hebe Camargo), Flávia Strongolli (Elis Regina), Yael Pecarovich (Gal Costa), Antonio Vanfill (Arnaldo Baptista e Charles Jones), Gustavo Rezende (Raul Seixas) e Roquildes Junior (Gilberto Gil) ajudam a reconstruir diferentes fases da artista, além dos atores Lui Vizotto e Priscila Esteves.
Mais do que uma encenação biográfica, o musical é uma celebração da força e da originalidade de Rita Lee — uma artista que atravessou gerações, desafiou padrões e transformou a cultura brasileira. Em cena, Mel Lisboa entrega uma performance vibrante, que transforma o teatro em uma grande celebração coletiva. Não é raro que o público cante, bata palmas e até dance durante o “bis” do espetáculo.
O resultado é um show teatral que mergulha na genialidade de Rita — cantora, compositora, multi-instrumentista, apresentadora, atriz, escritora e ativista — revelando suas muitas facetas e prestando homenagem a uma das maiores artistas do país.
Trajetória do espetáculo
Tudo começou quando Mel Lisboa pisou pela primeira vez em cena como Rita Lee, em 2014, no musical Rita Lee Mora ao Lado. Ela não poderia prever algumas coisas: primeiro, que seriam meses de casa cheia em um dos maiores teatros de São Paulo. Segundo, que a própria Rita Lee apareceria sem avisar, abençoaria sua performance e ainda voltaria para assistir ao espetáculo. Trabalho, aliás, que rendeu a Mel prêmios como melhor atriz e a colocou de vez entre os maiores nomes do teatro nacional, com uma frutífera e diversificada carreira.
Desta vez, Mel conta a história de Rita com base no livro da cantora, lançado em 2016 e um dos maiores sucessos editoriais do Brasil. O livro narra os altos e baixos da carreira de Rita com uma honestidade escancarada, a ponto de ter sido apontado como “ensinamento à classe artística” pelo jornal O Estado de São Paulo.
A ideia do novo musical surgiu quando Mel gravou a versão em audiolivro, como Rita, em 2022.O texto de Rita, numa narrativa envolvente e perfeita para um musical biográfico, conta do primeiro disco voador avistado por ela ao último porre. Sem se poupar, ela fala da infância e dos primeiros passos na vida artística; de Mutantes e de Tutti-Frutti; de sua prisão em 1976, na ditadura; do encontro de almas com Roberto de Carvalho; das músicas e dos discos clássicos; do ativismo pelos direitos dos animais; dos tropeços e das glórias.
“A vida de Rita precisa ser contada e recontada. Sua existência transformou toda uma geração. E continua a conquistar fãs cada vez mais jovens. Rita não é ‘somente’ a roqueira maior. Ela compôs, cantou e popularizou o sexo do ponto de vista feminino em uma época em que isso era inimaginável. Ousou dizer o que queria e se tornou a artista mais censurada pela ditadura militar. Na época, foi presa grávida. Deu a volta por cima e conquistou uma legião de ‘ovelhas negras’. Se tornou a mulher que mais vendeu discos no país e a grande poetisa da MPB”, declara a Mel Lisboa.
Como diz Rita no livro, seu grande gol é ter feito um monte de gente feliz. E Mel, no palco como Rita, leva a sério essa missão: todas as vezes em que interpreta Rita, as pessoas se comportam como se estivessem num show. Cantando junto, batendo palma e, não raras as vezes, correndo para dançar na frente do palco no “bis” do espetáculo.
Em sua primeira exposição individual no Brasil, a artista grega Demi Kaia apresenta um conjunto de obras inéditas, criadas em residência artística na galeria durante 40 dias em Brasilia. A artista é eminentemente desenhista, é uma artista-ativista, cujas obras refletem muitas das questões conflituosas e tensas do mundo: guerras, defesa de gênero, violência contra mulher e animais etc.. Na exposição apresenta também diversos desenhos dos últimos 20 anos, inclusive vários de seus famosos “Diários” em capa de couro. Na residência criou objetos e esculturas usando elementos da natureza do cerrado e dos animais que observou no Brasil, dois temas recorrentes em sua produção artística.
Texto depoimento da artista com o crítico italiano Gianluigi Ricuperati Mãos que Traçam Fronteiras
Tudo começou com um gemido, um único e avassalador *porquê*. Em algum momento, você precisa se perguntar o que liga as convulsões do mundo aos valores mais básicos, ao senso comum essencial que pretendemos compartilhar. Foi exatamente isso que eu fiz. Comecei a escrever um diário muito jovem, determinada a registrar tudo. Crescendo durante a recessão grega, aquelas páginas se encheram rapidamente: imagens brutais e pornográficas em tinta, cenas políticas copiadas e recopiadas do mundo lá fora — virando você do avesso, como um Magnificat invertido, sombrio e cromático. Era uma forma de tradução. Violência representada pela violência. E, infelizmente, tais desenhos não envelheceram. Guerras. Genocídios. Ecocídios. Autoritarismos. Colapso ambiental. São as manchetes permanentes da nossa era.
Esta instalação — desenhos antigos e novos, objetos encontrados, esculturas feitas in situ — funciona como uma espécie de salto coletivo da memória, moldado por vidas humanas e não humanas e pelas maneiras como ambas são posicionadas, usadas e descartadas.
Como outros sistemas de dominação, o especismo define as estruturas que habitamos: um sistema de crenças no qual os poderosos traçam fronteiras para justificar a exploração de outras criaturas. Olhe ao redor e diga-me se esta não é a nossa narrativa central. Hoje, somos os protagonistas silenciosos desta parábola — acelerando através das telas que seguramos em nossas mãos, tornando-nos, por sua vez, mártires ou algozes, ou testemunhas silenciosas.
E assim surge a pergunta, inevitável: É moralmente correto sentir felicidade em um mundo tão fragmentado? Albert Camus escreveu que não aumentamos a dor de ninguém ao reconhecermos sua infelicidade; a aceitação pode, na verdade, fortalecer nossa capacidade de lutar por eles.
Eu escolho acreditar nele. A compaixão precisa prevalecer. Em suas palavras, “Ser humano é viver em um estado de tensão permanente: tentar guiar o mundo enquanto tenta não ser subjugado por ele”.Contudo, dentro dessa paisagem fragmentada, algo persiste: uma fé silenciosa, quase obstinada, em nossa capacidade de promover mudanças.
Se a violência ecoa através das gerações, a ternura e a compreensão também podem ecoar. Se a destruição molda a memória, o cuidado também pode. As mesmas mãos que traçam fronteiras podem desmantelá-las; o mesmo olhar que testemunhou o sofrimento em silêncio pode intervir e gritar alto. A esperança se apresenta como responsabilidade, mais do que como salvação.
Ela nos exige que permaneçamos alertas, que permaneçamos permeáveis, que continuemos a sentir mesmo quando percebemos a dor. Ela nos pede para imaginar formas de coexistência — caóticas, frágeis, imperfeitas — entre a vida humana e a não humana. Ela nos pede para praticar a compaixão não como sentimento, mas como resistência.
Talvez seja só isto que importa: cultivar um “princípio da esperança”, como Ernst Bloch o definiu de forma tão brilhante em sua obra-prima homônima, um cântico interior que nasce da atenção, da recusa, do ato repetido da vontade de não se desviar.
A prática da Esperança, mesmo que expressa no hábito diário de desenhar, escrever e imaginar espaços, pode funcionar, mesmo em um cosmos de pesadelo como o nosso, como um portal do tempo – desta forma, poderíamos chegar próximo da Utopia.
Sobre a artista
Demi Kaia nasceu na Grécia, vive e trabalha em Atenas. Ela apresentou seu trabalho em 11 exposições individuais e inúmeras coletivas, principalmente na Grécia, mas também na Suíça e na França. Seus numerosos “Projetos de Diário” serviram de porta de entrada para um grande número de desenhos, registrando a realidade grega em tempos de crise econômica, e seu trabalho recente é uma narrativa moldada por vidas humanas e não humanas e pelas maneiras como ambas são posicionadas, usadas e descartadas. Ela também possui duas performances em seu repertório e seu trabalho escultural atual cria ambientes que exploram a relação entre humanos e não humanos/natureza. Sua última exposição individual aconteceu na Fundação Katakouzenos em Atenas (2023) e foi intitulada “Biblioptaera”, com curadoria de Efie Falida. Suas obras podem ser encontradas em coleções particulares, incluindo a de D. Daskalopoulos (Fundação Neon), e muitas delas publicadas em revistas, jornais e no livro “That Time”, publicado pela editora Futura.
Serviço: “Mãos que Traçam Fronteiras”, exposição individual de Demi Kaia
Abertura terça-feira, dia 12 de dezembro, Galeria Karla Osorio – Pav. III, galeria 6
Em cartaz até 28 de fevereiro de 2026
Visitação: segunda a sexta, 10h – 19h, sábados 10h – 17h
A entrada é gratuita. Recomenda-se agendar por telefone, email, DM no Instagram ou WhatsApp.
Contato artista Demi: +30 694 4533517 demikaia@hotmail.com
Atividades gratuitas inspiradas na exposição “MEME: no Br@sil da memeficação” convidam crianças, adolescentes e famílias a criar seus próprios memes, personagens e emojis no CCBB Brasília.
Nas férias de dezembro, o Rolê Cultural – CCBB Educativo entra no clima da cultura digital e leva os memes para além da tela. Inspiradas na exposição MEME: no Br@sil da memeficação, duas oficinas abertas ao público convidam crianças, adolescentes esuas famílias a experimentar, ao vivo, a linguagem que movimenta timelines econversas nas redes. Na área externa doCentro Cultural Banco do Brasil Brasília(CCBB Brasília), o Espaço Conexão amplia a experiência com um painel interativo em que cada pessoa cria seu próprio emoji. A entrada é gratuita e os ingressos podem ser retirados pelo site ingressos.ccbb.com.br ou presencialmente na bilheteria do CCBB Brasília.
Na Oficina de Criação de Memes, o ponto departida são papéis coloridos, formas, imagens recortadas e frases inventadas na hora. A partir desses elementos simples, os participantes montam cenas que misturam humor, crítica e criatividade, aproximando a lógica das montagens digitais do gesto manual de colar, combinar e recombinar ideias. Imagem e palavra se encontram em composições que dialogam diretamente com o universo das redes sociais, em uma experiência coletiva e divertida.
Já a Oficina de Memetização de Personagens mergulha na cultura pop para propor releituras bem-humoradas de figuras conhecidas. Inspirada também no histórico Concurso Mundial do Mickey Feio (2001), criado pela dupla Valdisnei – Daniela Brilhante e Lourival Cuquinha –, a atividade convida o público a criar versões estranhas, cômicas e exageradas desses personagens. Entre paródias e exageros, surgem “mickeys feios” e outros anti-heróis que questionam padrões de beleza, comportamento econsumo, sempre com uma boa dose de riso e experimentação.
Do lado de fora da sala, o Espaço Conexãofunciona como um ponto de encontro paraquem quer continuar brincando com imagens. Além dos grandes quebra-cabeças com obras da Coleção de Arte Banco do Brasil, o público encontra um painel dedicado à criação deemojis autorais. Em diálogo com a exposiçãoMEME: no Br@sil da memeficação, os participantes são convidados a pensar: se você pudesse inventar um emoji só seu, como ele seria? A partir de cores, formas eexpressões, cada pessoa traduz emoções eideias em símbolos visuais únicos, aproximando arte, jogo e comunicação digital.
As atividades são gratuitas, a duração é de 1 hora, a capacidade é para até 25 participantes, sempre na sala do Educativo. Oprojeto é patrocinado pelo Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 deoutubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica deOscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte ecriatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços deconvivência, galerias de artes, sala decinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes eperformances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes deescolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou oterceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Acessibilidade A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para oCCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria doCCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação dousuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido nointerior do veículo.
Horários da van – De quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e21h30.
Programação:
Oficina de Criação de Memes
Inspirada na exposição MEME: no Br@sil da memeficação, esta oficina é um convite paraexplorar o universo dos memes por meio da criação visual. Com papéis coloridos, formas e imagens recortadas, os participantes montam cenas que misturam humor, crítica ecriatividade. Imagem e palavra se encontram em composições que dialogam com a linguagem das redes sociais em uma experiência coletiva e divertida.
Data: Sábados, domingos e feriados, às 14h Duração: 1h Capacidade: 20 pessoas Classificação: A partir de 8 anos Ponto de encontro: Sala do Educativo
Oficina de Memetização de Personagens
A oficina convida o público a explorar ouniverso dos memes a partir da cultura pop. Inspirada na exposição MEME: no Br@sil da memeficação e no icônico Concurso Mundial do Mickey Feio em (2001), criado pela dupla Valdisnei – Daniela Brilhante e Lourival Cuquinha –, a atividade propõe releituras bem-humoradas de personagens conhecidos, transformando-os em versões estranhas, cômicas e inesperadas. Entre risos eexperimentações, o público brinca com a imagem, a paródia e o exagero, criando seus próprios “mickeys feios” e outros anti-heróis da imaginação. Data: Sábados, domingos e feriados, às 17h Duração: 1h Capacidade: 25 pessoas Classificação: A partir de 8 anos Ponto de encontro: Sala do Educativo
Espaço Conexão
Durante as férias escolares, o espaçoConexão segue com suas propostas interativas. Um lugar de encontro e troca, onde aprender é também brincar e criar. Em dezembro, o público é convidado a montar grandes quebra-cabeças com imagens da Coleção de Arte Banco do Brasil. Em outro painel, os participantes podem inventar seus próprios “emojis” em um ambiente que dialoga com a exposição MEME: no Br@sil da memeficação.
Data: Terça-feira a domingo, de 9h às 20h30 Classificação: Livre Ponto de encontro: Área Externa, próximo ao Casulo
Serviço:
Rolê Cultural – Educativo do Centro Cultural Banco do Brasil
Centro Cultural Banco do Brasil – Distrito Federal
Com curadoria de Verônica Kato, a Natura apresenta fragrâncias pensadas para diferentes estilos e personalidades
Presentear com perfume é mais do que escolher um cheiro – as fragrâncias carregam história, memória e afeto. Para tornar essa escolha mais certeira, a Natura convidou Verônica Kato, perfumista exclusiva da marca e criadora de ícones da perfumaria brasileira, para montar um guia que conecta fragrâncias a diferentes personalidades para facilitar as escolhas de presentes para o final do ano.
A seguir, os perfumes que melhor traduzem cada tipo de pessoa — do aventureiro ao romântico, do urbano ao sofisticado.
Para aventureiros, esportivos e amantes da vida ao ar livre: Presente Natura Kaiak Clássico Masculino – R$ 119,90 Kaiak é a escolha natural de quem vive em movimento. Vibrante, cítrico e aquoso, ele combina frescor e energia, trazendo aquela sensação limpa e revigorante que acompanha o ritmo de quem não para. É o presente ideal para homens esportivos, aventureiros e apaixonados por atividades ao ar livre — sempre em busca da próxima experiência.
Para quem valoriza elegância, autocuidado e beleza nos detalhes: Presente Natura Aura Alba – R$ 389,90 Perfeito para pessoas sofisticadas, de olhar apurado e gestos suaves. O duo Eau de Parfum + óleo corporal cria um ritual luminoso, guiado pelo raro toque da exclusiva rosa Alba de Konare, na Bulgária. Aura Alba é para quem aprecia momentos lentos, sensoriais, e busca uma perfumação que abraça sem pesar. Um presente refinado, que traduz presença e delicadeza.
Para mulheres românticas e apaixonadas por florais marcantes: Presente Natura Luna Absoluta – R$ 159,90
Um floral intenso, com rastro quente e sensual, que chega antes e permanece depois. Luna Absoluta é a escolha de mulheres expressivas, seguras e naturalmente marcantes — aquelas que vivem o romantismo com força e autenticidade. Uma fragrância que acompanha a personalidade, não o contrário.
Para homens confiantes, cheios de atitude e que querem começar o ano com novidade: Essencial Desejos Masculino – R$ 199,90 Aromático, moderno e luminoso, Essencial Desejos Masculino reinventa o amadeirado com o impacto do acorde de gin, equilibrado por bergamota e priprioca. É o presente perfeito para homens empoderados, que chegam aonde querem com estilo e já estão mirando novas conquistas no ano que vem.
Para mulheres que vibram celebração e renovação: Essencial Desejos Feminino – R$ 209,90 Com espírito festivo, a fragrância abre com acorde de espumante — um convite ao brilho instantâneo. O bouquet jasmim–priprioca–sândalo cria um floral sofisticado, expansivo e emocional. Essencial Desejos Feminino é para mulheres que vivem o fim de ano com intensidade, celebram as pequenas vitórias e adoram ganhar presentes que traduzem esse entusiasmo.
Para o homem urbano, moderno e focado na própria evolução: Natura Homem Absoluto – R$159,90 Pensado para quem vive a cidade em seu fluxo constante, Natura Homem Absoluto traz um amadeirado envolvente, contemporâneo e marcante. É a fragrância do homem que trabalha fora, busca crescimento pessoal e encara cada dia como uma nova construção. Um presente certeiro para quem combina força, sensibilidade e propósito.
Natal Natura
Neste Natal, a Natura celebra o poder das conexões com o mote “Estar presente é o melhor presente. Depois, é Natura”. A marca, fabricante nº 1 em presentes em higiene pessoal e beleza nos lares brasileiros¹, apresenta uma seleção especial de presentes que encantam todos os sentidos — desde os clássicos da perfumaria como Essencial, Kaiak e Luna aos rituais de autocuidado de Ekose Tododia, além de opções para todas as pessoas, idades e estilos, como Natura Homem, Mamãe e Bebê e Naturé. Os presentes Natura traduzem afeto, propósito e regeneração — perfeitos para surpreender quem se ama e celebrar a presença em cada gesto.
Fonte: Kantar, Divisão Worldpanel | Painel de Consumidores l Participação do Mercado em Valor, Volume e Penetração | Presentes | Período: FY2024 | Total Brasil l Cross Category – CFT (Sabonetes, Creme Facial,
CremeCorporal e Óleo Corporal, Desodorantes, Cabelos, Perfumaria, Maquiagem, Proteção Solar e Produtos para Barba).
Sobre a Natura
Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. Por 11 anos consecutivos é a companhia de melhor reputação do Brasil e mais responsável em ESG pelo ranking Merco. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura foi pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber, em 2014, a certificação de Empresa B pelo B Lab, organização que reconhece globalmente negócios que combinam a geração de lucro ao impacto socioambiental positivo. Com operações em 14 países na América Latina, os produtos da marca podem ser adquiridos através das mais de 3 milhões de consultoras na região, via e-commerce, aplicativo Natura, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite http://www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram.
O projeto integra práticas que ajudam os participantes na busca por autonomia no autocuidado, em um ambiente diverso e com acessibilidade
O Desestressa Dançando: práticas integrativas para a criação de autonomia impacta vidas, por meio de práticas corporais somáticas (Mindfulness, Yoga, Bioenergética, Técnica deRedução de Estresse (TRE)), Dança, Teatro e a linguagem audiovisual como ferramentas para o desenvolvimento da autonomia, expressão e criação artística.
A iniciativa — que tem como público alvo pessoas maiores de 18 anos, artistas e não artistas, com prioridade para pessoas negras, pessoas indígenas, LGBTQIAP+, pessoas com deficiência, e moradoras do DF e Entorno — também ofereceu bolsas de auxílio para participantes trans.
A dançarina Juliana Mendes é surda e uma dessas bolsistas. Ela destaca a participação dedeficiantes auditivos e ouvintes nas oficinas. O trabalho da intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) torna possíveis as trocas e as interações entre todos e todas.
“Temos essa troca de energia como forma de diminuir o estresse, por isso, estou me sentindo mais aliviada e aprendendo muitas novidades”, conta Juliana, que destaca os aprendizados nas oficinas. “Gostei muito da técnica da gargalhada, que eu nunca tinha experimentado. As pessoas estavam gargalhando e como eu senti isso? Eu senti pela movimentação do corpo e pela vibração, e isso me fez rir também. Eu amei muito essa aula”, detalha.
O estudante de psicologia Bruno Oliveira Roma revela que está passando por um momento de autoconhecimento e que o projeto tem sido uma poderosa ferramenta de encontro consigo mesmo. O corpo é palco dessa transformação. “Na psicologia, a gente aprende que o corpo impacta na saúde mental”, assinala.
“Vou usar a palavra criança. Essas oficinas exploram essas faces da infância que vamos perdendo ao longo da vida com as obrigações . Essas atividades nos ajudam a voltar para essas coisas que vão ficando para trás, mas que são importantes para manter o equilíbrio”, reflete o futuro psicólogo.
O projeto
A arte educadora, proponente e oficineira Leandra Pimentel assinala que a metodologia usada é decolonial, com uma relação entre professores e alunos mais horizontalizada. “A partir da condução dos facilitadores, que somos eu e Leonardo, a gente convida os participantes a compartilharem os seus saberes”, relata Leandra. “Então tem muito essa questão da circularidade, de estar em roda, em comunidade. Também tem a questão da escuta, que é estar atenta ao que o grupo quer, sem impor qualquer prática”, completa a proponente.
Leonardo Ribeiro, o outro oficineiro do projeto, lembra que o TRE, prática que integra o Desestressa Dançando, também é ofertado no Sistema Único de Saúde (SUS). “A gente vê como uma prática integrativa, não com foco em saúde, mas com a proposta de levar autonomia, de modo que as pessoas desenvolvam e aprendam novas ferramentas e onde buscar informações para desenvolver o autocuidado”, explica Leonardo.
Metodologia
As oficinas têm como fundamento a metodologia GIRA, criada pela coordenadora pedagógica Fernanda Muniz e recém lançada no livro “GIRA: passos para uma educação decolonial”, pela AUA Editora. A metodologia, inspirada em modos de viver africanos, afro-brasileiros e com confluência de saberes indígenas, é constituída em sete eixos: Chegança, Giro, Coreografando a pisada, Fontes de saberes vivos, Dar as mãos, Cirandar e Abrir a roda.
O projeto segue até 7 de dezembro, no no Centro de Dança do Distrito Federal, localizado no Setor de Autarquias Norte. A iniciativa é realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF).
Serviço – Desestressa Dançando: práticas integrativas para a criação de autonomia
O fim de ano ganha sabor, brilho e emoção no Rio Brasa Churrascaria, que preparou uma programação especial para celebrar o Natal e a chegada de 2026. Localizado em um dos pontos mais estratégicos de Brasília, o restaurante oferece um diferencial que transforma qualquer noite em espetáculo: uma vista privilegiada para a Torre de TV, um dos cenários mais emblemáticos da capital e ponto de queima de fogos.
Com ambiente acolhedor, rodízio consagrado e uma mesa farta que reúne desde carnes nobres e cortes especiais até frutos do mar selecionados, sushi bar completo, saladas frescas e pratos típicos de fim de ano, o Rio Brasa oferece experiência gastronômica completa para toda a família — tanto no dia 24 de dezembro quanto na virada do dia 31.
Cada convidado recebe uma taça deespumante ou vinho para brindar as celebrações. Bebidas e sobremesas são cobradas à parte. As famílias também contam com vantagens especiais: crianças de até 5 anos não pagam, e de 6 a 9 anos pagam meia.
A ceia é servida das 19h à 0h, com permanência até o encerramento — tempo suficiente para viver a noite com calma, aproveitar cada sabor e, em especial, garantir um lugar privilegiado para assistir à festa deluzes que toma conta da Torre de TV na virada do ano.
Serviço: Datas e valores: * 24 de dezembro – R$ 329 por pessoa * 31 de dezembro – R$ 329 por pessoa Horário: Entrada das 19h às 0h (permanência até o encerramento)
Endereço: SHS, Quadra 5, Bloco F, s/n° Funcionamento: Segunda à Sábado: 12:00h às 23:00h / Domingo: 12:00 às 22:00h Serviço de manobrista cortesia https://www.riobrasa.com.br @rio_brasa Telefones: Tel: (61) 3774-0864 | (61) 99811-3939
A cada oficina, conversa, história e gesto criativo, é possível ver a confiança, alegria e a sensação de pertencimento a crianças e adolescentes deabrigos do DF – pequenas transformações que fazem toda a diferença no presente e no futuro desses jovens.
O projeto Arca Cultural tem como foco promover o acesso à arte e à cultura para crianças e adolescentes em situação de acolhimento institucional. Por meio da implementação deambientes culturais nos abrigos, realização deoficinas artísticas, palestras e treinamentos, busca-se estimular a criatividade, autoestima e desenvolvimento social, cognitivo e emocional dos participantes. As ações tiveram início em agosto e seguirão por oito meses com gestão da Associação Cultural Beneficente Beit Chabad deBrasília.
A ideia é oportunizar o contato direto com ações culturais e artísticas por meio de aulas dinâmicas, oficinas criativas e lúdicas, proporcionando às crianças e adolescentes dos abrigos um espaço de acolhimento e protagonismo. São ofertados jogos criativos, manifestações populares (como a capoeira), além de musicalização, palestras e contação de histórias.
Os abrigos que recebem o projeto também contam com palestras, treinamento de equipes e implementação de equipamentos culturais para realização de atividades.
Em todos os espaços atendidos, o artista visual e designer Weuller Gregório tem pintado murais personalizados. Ao todo, serão 18 murais das instituições pintados até o fim do projeto, que confecciona também kits culturais para distribuição aos mais de 300 participantes beneficiados.
“Fui convidado pela equipe da Arca Cultural e eu faço o trabalho em diferentes paredes por mês. Isso tudo faz parte do ‘kit cultural’, que escolhe um dos ambientes das instituições para revitalização, desde a pintura até reparos estratégicos numa das salas. É aí que entram os murais que faço, que são dentro da estética do trabalho que já desenvolvo.”, comenta o multiartista.
O kit cultural é um retorno que o Projeto Arca Cultural dá aos espaços atendidos. Além da customização de um ambiente especial para ações futuras por meio dos murais, cada instituição recebe uma estante e um baú para que seus colaboradores possam fazer desse lugar um espaço de acolhimento mais dinâmico e moderno.
“A gente percebe as necessidades das instituições e o trabalho todo demora umas duas tardes, mais ou menos. As crianças e adolescentes das instituições também observam o processo de elaboração artística com muita curiosidade. Isso estimula a imaginação de todos e ressignificar os ambientes desses lugares é importante. O que me deixa mais feliz é a interpretação que cada um faz sobre a obra finalizada. A gente até percebe alguns participantes que podem vir a ter alguma aptidão para as artes.”, conclui Weuller Gregório.
Desde agosto, o projeto tem levado oficinas artísticas e atividades formativas para crianças e adolescentes no Larzinho Chico Xavier (Núcleo Bandeirante), Lar de São José e Centro Assistencial Maria Carmen Colera (Ceilândia Norte). Em outubro, foi realizada parceria com o Instituto MÃOS SOLIDÁRIAS, no Sol Nascente, Estrutural e Itapoã, além da Casa de Ismael (Asa Norte) e o Coletivo das Cidades (Estrutural).
Ao oferecer experiências culturais significativas, o projeto Arca Cultural contribui para a construçãode vínculos, o fortalecimento da autoestima e a formação de sujeitos mais críticos, sensíveis e preparados para o exercício pleno da cidadania, afinal, a arte é a expressão humana que utiliza diferentes linguagens para comunicar ideias, emoções, percepções e visões de mundo. Ela pode ter função estética, cultural, social ou política, sendo um meio de reflexão, criatividade e conexão entre pessoas e culturas ao longo da história.
A Associação Cultural Beneficente Beit Chabad de Brasília foi criada para integrar a capital federal a uma rede mundial de centros culturais e comunitários Chabad. Desde sua fundação, atua como referência no fortalecimento dos laços culturais, educacionais e sociais, especialmente com a comunidade judaica e o público em geral. Entre suas iniciativas, destacam-se projetos voltados à educação, cultura e assistência social, como a implantação de bibliotecas e a promoção de eventos e atividades abertas à comunidade. Sua filosofia se baseia no incentivo à cultura e ao aprendizado como ferramentas de transformação social, sempre pautada nos valores de respeito, inclusão e continuidade das tradições culturais.
O objetivo, claro, é promover experiências transformadoras, fortalecendo vínculos e potencializando talentos e sonhos e seguir o projeto para outros rumos e em diversos formatos.
O projeto segue acreditando no poder da arte para abrir caminhos, fortalecer trajetórias e lembrar que todos merecem ser vistos, ouvidos e inspirados. Em 2026, mais instituições serão contempladas por essa arca cultural.
A canção une lirismo regional e estética contemporânea e será apresentada no show “Vestido de Rainha” no dia 20 dedezembro, na Casa Amarela de Alto Paraíso de Goiás
“Há artistas que não estreiam, se revelam”. Depois de mais de duas décadas de estrada e escuta, Lua Castanho apresenta um trabalho que nasce do tempo vivido e da intimidade com o território. A canção “Giram Sóis”, single que antecede seu álbum de estreia Vestido deRainha, previsto para 2026, marca esse momentode revelação madura. Nela, Lua transforma experiência em linguagem, memória em canto e movimento em música, afirmando uma voz que não se apressa, mas chega inteira. Disponível nas principais plataformas de streaming, a faixa convida o público a entrar nesse giro sensível entre corpo e paisagem. Com lirismo enraizado no Brasil de dentro e uma estética musical contemporânea, “Giram Sóis” constrói pontes entre o forró e a canção brasileira. O arranjo, delicado e sensorial, abre espaço para que a voz de Lua Castanho se expanda com verdade. Uma voz potente e doce, firme e acolhedora, que conduz a canção com presença, revelando imagens que giram, atravessam e permanecem.
“Essa música fala de movimento, deatravessamentos e daquilo que precisa girar dentro da gente para que a vida siga. ‘Giram Sóis’ chegou como um convite à escuta do tempo, do corpo e daquilo que pulsa. Lançar essa canção agora é afirmar quem eu sou, o que vivi e o caminho que escolhi trilhar”, afirma Lua Castanho.
A faixa é composta por Conrado Pera e Léo Araújo e conta com a sanfona de Nonato Lima e o violoncelo de Federico Puppi. A produção musical, além das percussões e do violão, é assinada por Conrado Pera. A mixagem é deDiego Oliveira e a masterização de Carlos Freitas (Classic Master). O resultado é uma canção que mistura emoção, brasilidade e força imagética, dialogando com a MPB contemporânea, o forró atual e o indie acústico.
O lançamento de “Giram Sóis” será celebrado no dia 20 de dezembro, data que celebra o aniversário da artista, em um encontro especial na Casa Amarela, localizada na Praça do Bambu, em Alto Paraíso de Goiás, na Chapada dos Veadeiros. A noite inaugura oficialmente o ciclo de lançamento do álbum Vestido de Rainha com um show homônimo, concebido como um rito depresença e celebração. A partir das 21h, Lua Castanho sobe ao palco acompanhada por Conrado Pera ao violão, a programação também contempla a participação da DJ Lara Luzuah, ampliando a atmosfera de encontro e festa. Entrada gratuita.
“Voltar para a Chapada nesse momento é um gesto de pertencimento. É onde minha escuta se formou, onde aprendi a observar o tempo, escutar a natureza e compreender o silêncio. Tudo isso está neste disco. Tudo isso sou eu”, diz Lua.
Embora este seja seu álbum de estreia, Lua Castanho carrega mais de 20 anos de trajetória artística, com passagens por importantes festivais e eventos culturais, como a Virada Cultural deSão Paulo e o Encontro de Culturas. Ao longo desse percurso, integrou projetos como Viajarte, Flores d’Água e Chapada Samba Clube, construindo uma atuação sólida e diversa na cena musical. Sua caminhada também inclui colaborações e feats, entre eles a parceria com o Pé de Cerrado, além de trabalhos com artistas e coletivos que movimentam a música do Cerrado e do Brasil.
Em 2022, recebeu a homenagem da “Medalha ao Mérito dos Saberes e Fazeres da Cultura Cerratense”, concedido pela Academia de Letras e Artes do Nordeste Goiano.
Para Conrado Pera, compositor das canções e produtor musical do álbum, a força do projeto está na verdade da intérprete e na coerência do percurso. “A Lua é uma intérprete muito próxima de mim porque ela pertence a esse universo. Ela vive no Brasil de dentro, no coração do país, e isso atravessa tanto a maneira como eu componho quanto a forma como ela canta. Esse álbum é muito real. Ele representa exatamente quem ela é no palco e na vida. Apesar de ser um primeiro disco, é o trabalho de uma cantora madura, com muita história, muita entrega e uma capacidade vocal impressionante. Como compositor, é um sonho se tornando realidade.”
Sobre o nascimento das canções, Conrado completa: “Essas músicas nasceram de muitas formas. De encontros inesperados, de urgências internas, da vontade de trazer poesia para a vida. O álbum da Lua é muito solar. Mesmo quando fala de temas duros, ele transforma tudo em música, em luz. Ela transmuta as durezas da vida em arte, e isso é muito bonito.”
“Giram Sóis” abre o ciclo de divulgação do álbum “Vestido de Rainha”, não é apenas o lançamento de um single, mas o convite para acessar uma artista que transforma experiência em canto, território em linguagem e música em sol. O que se anuncia aqui não é um começo tardio, mas uma revelação madura. Um sol que gira porque já sabe o caminho.
Este projeto é realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc, operacionalizado pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria deEstado da Cultura.
SERVIÇO: Lançamento da canção “Giram Sóis”
Data: 20 de dezembro de 2025.
Horário: às 21h.
Local: Casa Amarela | Praça do Bambu.
Cidade: Alto Paraíso de Goiás | Chapada dos Veadeiros, GO.
Na Asa Norte, a Academia D’stak une tradição e método para quem quer começar o ano com mais energia: natação do bebê ao adulto, hidroginástica, musculação e treinos funcionais que cabem na vida real
Todo começo de ano traz a mesma tentação: prometer uma virada radical, como se o corpo aceitasse “metas por decreto”. Só que saúdenão funciona no modo fogos de artifício, mas com hábitos: discretos, repetidos, e por isso transformador ao longo do tempo. É por esse caminho que a Academia D’stak, localizada na 911 da Asa Norte, propõe um 2026 diferente, sem milagres, mas foco útil: preparar o corpo, do verão ao resto do ano com consistência.
Com 45 anos de trajetória, a D’stak se posiciona como um espaço que vai além de“treinar para aparecer”. A missão declarada é direta: proporcionar qualidade de vida e longevidade através do movimento que gera saúde e ainda aproxima pessoas, famílias e gerações. Isso aparece não só no discurso, mas no jeito como a academia organiza suas modalidades, com uma frente forte na água e outra no fitness, atendendo diferentes idades e objetivos.
Na parte aquática, a piscina é aliada estratégica para condicionamento, coordenação e bem-estar. A programação inclui hidroginástica e natação em várias fases, do bebê ao adulto. No programa Natação Bebê 1, por exemplo, a D’stak foi pioneira no Centro-Oeste com aulas para bebês a partir de 3 meses de idade, seguindo com atividades voltadas ao desenvolvimento psicomotor, coordenação, equilíbrio e segurança aquática. Já, a Natação Adulto é apresentada como um esporte que reúne pessoas de 18 a 100 anos, com presença dealunos em eventos e competições, reforçando a ideia de comunidade em torno do esporte.
No fitness, o recado é igualmente objetivo: resultado duradouro nasce de base. E base, quase sempre, passa por fortalecer o corpo com treino estruturado e constante. A D’stak reúne musculação e modalidades que ajudam a manter constância com variedade, como Alongamento, Bike Express, Mix Training e SYNRGY 360°. Para quem quer começar o ano com mais fôlego e desempenho, há ainda o TFC (Treino Funcional de Corrida), trabalhando força, velocidade e equilíbrio, entre outros pontos.
No fim, o que define um “ano novo diferente” não é a intensidade por duas semanas, mas a constância por meses. E é justamente aí que uma academia faz diferença, porque ela não entrega só aparelhos ou piscina; ela entrega contexto, orientação e um lugar para sustentar o compromisso quando o entusiasmo do início do ano perde o brilho. A proposta da D’stak conversa com esse tipo de recomeço: aquele que não depende demotivação perfeita, e sim de um plano possível.
Serviço: Academia D’stak
Endereço: SGAN 911, Asa Norte, Brasília/DF
Funcionamento: segunda a sexta, de 06h10 às 22h, e sábado, de 07h às 17h
Entre 28 de novembro e 02 de janeiro de 2026, clientes poderão concorrer a um BYD Dolphin Mini 100% elétrico e a vouchers de R$300 no Outback
O clima natalino chega com força total ao DF Plaza Shopping, em Águas Claras. A partir do dia 28 de novembro, o shopping dá início à Promoção de Natal 2025, uma das maiores já realizadas, com mais de 101 prêmios e um grande sorteio de um carro BYD Dolphin Mini 100% elétrico, modelo 25/26 na cor Glacier Blue com interior azul escuro. A campanha segue até o dia 31 de dezembro e promete movimentar o comércio da região durante todo o período festivo.
Para participar, basta acumular R$ 500 em compras nas lojas participantes para receber um cupom eletrônico. Além do carro, símbolo da inovação e da sustentabilidade, os clientes também concorrerão a 100 vouchers no valor de R$ 300, que poderão ser utilizados no Outback do próprio shopping.
De acordo com Mariane Moura, Gerente de Marketing do DF Plaza Shopping, a campanha foi pensada para celebrar o fim de ano com experiências positivas tanto para os consumidores quanto para os lojistas. “Queremos transformar o Natal em um momento de alegria, emoção e reconhecimento. A campanha estimula as compras locais, valoriza nossos lojistas e oferece aos clientes a chance de começar 2026 com um carro elétrico novinho na garagem”, afirma Mariane.
A ação integra o calendário de fim de ano do DF Plaza, que inclui ainda a tradicional decoração natalina, o cortejo com o Papai Noel e a aguardada Caravana da Coca-Cola que acontece no dia 14 de dezembro.
SERVIÇO:
Promoção de Natal 2025
Período: 28 de novembro a 02 de janeiro de 2026. Como participar: A cada R$500 em compras, o cliente ganha 1 número da sorte para concorrer. Prêmios: 1 BYD Dolphin Mini 100% elétrico (modelo 25/26, cor Glacier Blue, interior azul escuro) e 100 vouchers no valor de R$300 cada.
Informações: 61 99663-6939 / 61 3451-5750 Horário de funcionamento: De segunda a sexta: 10h às 22h. Aos domingos: 14h às 20h (lojas), 11h às 23h – Alimentação (todos os dias)
Na última quinta-feira, 18 de dezembro, o Pátio Brasil foi palco da Roda de Conversa e Apresentação Brasília Hub Criativo, evento que integrou a exposição Territórios Criativos – Do Brasil para o Mundo. A iniciativa reafirma o compromisso de Brasília em consolidar seu papel como um polo global de design e economia criativa, uma posição que a capital federal ocupa desde 2017, quando foi reconhecida pela UNESCO.
Com um olhar voltado para o futuro criativo de Brasília, o evento trouxe à tona discussões relevantes sobre o impacto da cidade no cenário global de inovação e as novas oportunidades que surgem para os artistas, empreendedores e profissionais da área criativa. A roda de conversa teve como objetivo explorar as perspectivas de Brasília enquanto centro de criação e inovação, conectando as tendências globais às especificidades locais.
Durante a Roda de Conversa, também foram destacados momentos importantes da agenda criativa da cidade. Brasília foi recentemente anfitriã do IX ECriativo, o Encontro da Rede Brasileira de Cidades Criativas da UNESCO, evento que reuniu representantes de diversas cidades criativas ao redor do mundo. Além disso, a capital sediará o II Fórum de Cidades Criativas do Design em março de 2025, evento que promete fortalecer ainda mais a posição de Brasília no cenário internacional.
A exposição Territórios Criativos seguiu com seu propósito de dar visibilidade à diversidade cultural e à inovação que permeiam o trabalho criativo brasileiro, celebrando a produção artística e o pensamento inovador.
Com um público engajado e várias trocas de ideias, a Roda de Conversa Brasília Hub Criativo contribuiu para reforçar a importância de Brasília como um ambiente fértil para a inovação e a criatividade, com grande potencial para inspirar e impulsionar projetos que conectem o Brasil ao mundo.
Musical revisita sucessos, histórias e a genialidade da artista que revolucionou a música brasileira
Estrelado por Mel Lisboa e dirigido por Márcio Macena e Débora Dubois, o musical “Rita Lee – Uma Autobiografia Musical” chega a Brasília em 8 de fevereiro, no Centro de Convenções Ulysses, após lotar temporadas em São Paulo e conquistar mais de 160 mil espectadores em pouco mais de um ano em cartaz. A superprodução, que fará uma turnê por 11 cidades em 2026, recria com humor, afeto e irreverência a trajetória da maior roqueira do país.
Com roteiro e pesquisa de Guilherme Samora e direção musical de Marco Françae Márcio Guimarães, o espetáculo reúne um elenco que revisita personagens marcantes da música brasileira e da vida artística de Rita Lee. No palco, Bruno Fraga (Roberto de Carvalho), Fabiano Augusto (Ney Matogrosso), Tatiana Thomé (Censora Solange), Debora Reis (Hebe Camargo),Flávia Strongolli (Elis Regina), Yael Pecarovich (Gal Costa), Antonio Vanfill (Arnaldo Baptista e Charles Jones), Gustavo Rezende (Raul Seixas) e Roquildes Junior (Gilberto Gil) ajudam a reconstruir diferentes fases da artista, além dos atores Lui Vizotto e Priscila Esteves.
Mais do que uma encenação biográfica, o musical é uma celebração da força e da originalidade de Rita Lee — uma artista que atravessou gerações, desafiou padrões e transformou a cultura brasileira. Em cena, Mel Lisboa entrega uma performance vibrante, que transforma o teatro em uma grande celebração coletiva. Não é raro que o público cante, bata palmas e até dance durante o “bis” do espetáculo.
O resultado é um show teatral que mergulha na genialidade de Rita — cantora, compositora, multi-instrumentista, apresentadora, atriz, escritora e ativista — revelando suas muitas facetas e prestando homenagem a uma das maiores artistas do país.
Trajetória do espetáculo
Tudo começou quando Mel Lisboa pisou pela primeira vez em cena como Rita Lee, em 2014, no musical Rita Lee Mora ao Lado. Ela não poderia prever algumas coisas: primeiro, que seriam meses de casa cheia em um dos maiores teatros de São Paulo. Segundo, que a própria Rita Lee apareceria sem avisar, abençoaria sua performance e ainda voltaria para assistir ao espetáculo. Trabalho, aliás, que rendeu a Mel prêmios como melhor atriz e a colocou de vez entre os maiores nomes do teatro nacional, com uma frutífera e diversificada carreira.
Desta vez, Mel conta a história de Rita com base no livro da cantora, lançado em 2016 e um dos maiores sucessos editoriais do Brasil. O livro narra os altos e baixos da carreira de Rita com uma honestidade escancarada, a ponto de ter sido apontado como “ensinamento à classe artística” pelo jornal O Estado de São Paulo.
A ideia do novo musical surgiu quando Mel gravou a versão em audiolivro, como Rita, em 2022.O texto de Rita, numa narrativa envolvente e perfeita para um musical biográfico, conta do primeiro disco voador avistado por ela ao último porre. Sem se poupar, ela fala da infância e dos primeiros passos na vida artística; de Mutantes e de Tutti-Frutti; de sua prisão em 1976, na ditadura; do encontro de almas com Roberto de Carvalho; das músicas e dos discos clássicos; do ativismo pelos direitos dos animais; dos tropeços e das glórias.
“A vida de Rita precisa ser contada e recontada. Sua existência transformou toda uma geração. E continua a conquistar fãs cada vez mais jovens. Rita não é ‘somente’ a roqueira maior. Ela compôs, cantou e popularizou o sexo do ponto de vista feminino em uma época em que isso era inimaginável. Ousou dizer o que queria e se tornou a artista mais censurada pela ditadura militar. Na época, foi presa grávida. Deu a volta por cima e conquistou uma legião de ‘ovelhas negras’. Se tornou a mulher que mais vendeu discos no país e a grande poetisa da MPB”, declara a Mel Lisboa.
Como diz Rita no livro, seu grande gol é ter feito um monte de gente feliz. E Mel, no palco como Rita, leva a sério essa missão: todas as vezes em que interpreta Rita, as pessoas se comportam como se estivessem num show. Cantando junto, batendo palma e, não raras as vezes, correndo para dançar na frente do palco no “bis” do espetáculo.
Réveillon all inclusive terá trilha sonora clássica dos anos 70, 80 e 90, open food, open bar premium, ambientação temática e vista exclusiva para os fogos do Lago Paranoá
Em meio às opções da cidade, uma celebração desponta como destaque: o Réveillon Fabuloso do To Fabulous Flashback, restaurante temático que conquistou o público brasiliense com sua estética retrô e sua programação dedicada à nostalgia.
Mais do que uma festa, a proposta é viver uma experiência sensorial completa: luzes coloridas, pista iluminada, discos de vinil, elementos clássicos da cultura pop e cenários instagramáveis que remetem aos anos 70, 80 e 90. Essa é a proposta da festa da virada que será all inclusive, pensado para grupos de amigos, casais e famílias, inclusive com mesas para até oito pessoas.
As atrações musicais são um dos pilares do Flashback, e para a noite da virada, a curadoria musical foi pensada para entregar muita nostalgia. Os DJs Multitracks abrem a noite com clássicos que marcaram épocas, em seguida sobem ao palco a Banda Nalta para comandar o show da virada, e para encerrar a madrugada assume os vocais o cantor Paulo Mesquita.
“É o tipo de festa onde pais, filhos e amigos conseguem dançar juntos, algo raro nas noites de fim de ano em Brasília!”, afirma Gilberto Ferreira, responsável pelo restaurante To Fabulous Flashback.
Mais de 30 opções para atender todos os paladares
O buffet será distribuído em ilhas gastronômicas pelo salão, a proposta une pratos clássicos da virada, opções afetivas e receitas especiais que já fazem parte da identidade do restaurante.
Entre os destaques: Arroz de bacalhau; Leitão à pururuca; Salmão ao molho de laranja; Risoto de camarão; Moqueca baiana; Ceviche; Cascata de camarão; Mix de petiscos e entradas; Além de sobremesas como tapioca doce, cocada de forno e pavê de frutas vermelhas
Enquanto na parte das bebidas Chopp duplo malte; Cerveja Heineken e IPA; Whisky Old Parr; Drinks autorais da casa; Água de coco; Água com gás e sem gás; Refrigerantes; e Sucos.
Os ingressos do primeiro lote estão à venda e custam a partir de R$ 500 (individual), R$ 1.000 (mesa para 2 pessoas), R$ 2.000 (mesa para 4 pessoas), R$ 3.000 (mesa para 6 pessoas), e R$ 4.000 (mesa para 8 pessoas), podendo ser adquiridos pelo site da Digital Ingressos.
Serviço
Réveillon Fabuloso do Flashback no Pier 21
Onde: Shopping Pier 21 (Setor de Clubes Esportivos Sul, Tr. 2, L4 Sul)
Horário: 21h às 6h
Os ingressos do primeiro lote estão à venda e custam a partir de R$ 500 (individual), R$ 1.000 (mesa para 2 pessoas), R$ 2.000 (mesa para 4 pessoas), R$ 3.000 (mesa para 6 pessoas), e R$ 4.000 (mesa para 8 pessoas), podendo ser adquiridos pelo site da Digital Ingressos.
Para mais informações: @tofabulousflashback e (61) 9 9120-7212 (WhatsApp).
Ação social leva carinho, solidariedade e alegria a moradores do Sol Nascente, em Ceilândia. Mais de 150 pessoas foram beneficiadas.
Solidariedade, cuidado e esperança marcaram a manhã deste sábado (27) no Setor Habitacional Sol Nascente, em Ceilândia. O Instituto Ligamar, em parceria com diversas empresas e voluntários, promoveu mais uma ação social que beneficiou mais de cem famílias da região, levando cestas básicas, lanches e brinquedos para as crianças.
Desde as primeiras horas do dia, moradores — em especial mães e responsáveis — formaram filas para garantir uma cesta básica, reforçando a importância da iniciativa em um período sensível do ano, quando muitas famílias enfrentam dificuldades para colocar alimento na mesa. A ação teve como foco proporcionar não apenas apoio material, mas também acolhimento e momentos de alegria.
A criançada foi um dos grandes destaques da manhã. Brinquedos como bolas, carrinhos e bonecas arrancaram sorrisos e brilharam os olhos dos pequenos, transformando o espaço em um ambiente de festa, afeto e esperança.
Idealizador do projeto, Manoel Alexandre, do Instituto Ligamar, celebrou o resultado da mobilização, que reuniu empresários e voluntários em torno de um propósito comum. “Sou apenas um grão de areia que procura ajudar as pessoas. Convoco os amigos e sou grato por cada um deles aceitarem o convite e abraçarem essa causa tão importante, capaz de alegrar o coração das pessoas”, afirmou.
A ação reforça o compromisso do Instituto Ligamar e de seus parceiros com a promoção da solidariedade, especialmente em comunidades em situação de vulnerabilidade, mostrando que pequenas atitudes coletivas podem gerar grandes transformações sociais.
Restaurante japonês encerrou atendimento presencial em 22 de dezembro enquanto prepara novidades para reabrir na primeira quinzena de janeiro de 2026
O tradicional restaurante japonês Haná, que fica na 408 sul, fechará suas portas no dia 22 de dezembro para dar início a uma reforma completa em seu espaço. A casa, referência em culinária japonesa, promete voltar com força total, totalmente repaginada e cheia de novidades para receber o público no início de 2026, com reabertura prevista para a primeira quinzena de janeiro.
Com a modernização do ambiente e novas experiências gastronômicas previstas, a expectativa é de que o Haná inicie 2026 oferecendo ainda mais conforto, sabor e inovação aos seus frequentadores.
Exposição no MAB conta, através de fotos históricas, objetos e obras de arte, a história do início da capital federal
A exposição “Diálogos da Liberdade na Coleção Brasília”, apresenta um recorte com obras do Museu de Arte de Brasília – MAB e da Coleção Brasília – Acervo Izolete e Domício Pereira (*), reunindo trabalhos de artistas fundadores do imaginário visual da Nova Capital do Brasil. A mostra propõe um percurso sensível e crítico no qual a noção de liberdade se manifesta em múltiplas dimensões — estética, política, poética e histórica — estabelecendo diálogos entre diferentes tempos, linguagens e concepções artísticas.
O eixo curatorial é estabelecido pelo álbum “Brasília 1960 – O Mais Arrojado Plano Arquitetônico do Mundo”, que reúne registros históricos da construção de Brasília, bem como dos festejos e das cerimônias de sua inauguração, em 21 de abril de 1960. De autoria de Mário Fontenelle, fotógrafo oficial de Juscelino Kubitschek, o conjunto é composto por 24 imagens em preto e branco, realizadas entre 1958 e 1960, que documentam de forma singular o processo de edificação da Nova Capital e o imaginário de modernidade que a constituiu. Nesta perspectiva de contextualizar a presença pioneira das artes visuais na capital, destacam-se obras de Oscar Niemeyer, Lúcio Costa, Roberto Burle Marx, Athos Bulcão, Marianne Peretti, Alfredo Ceschiatti, Bruno Giorgi, Zeno Zani, Ake Borglund e, em diálogo com produções mais recentes, de Honório Peçanha, Ziraldo, Danilo Barbosa e Carlos Bracher. Cada um, ao seu modo, contribui para a consolidação do imaginário artístico da Nova Capital, articulando arte, arquitetura e paisagem, e reafirmando a liberdade criadora como fundamento de pensamento, expressão e diálogo.
Além desse núcleo de artes visuais, a mostra contempla objetos de época e curiosidades históricas, como a maquete de lançamento da Romi-Isetta, itens do serviço do Palácio da Alvorada e a primeira fotografia de satélite do Plano Piloto. No segmento documental, duas relíquias assumem especial destaque: a carta-depoimento de Juscelino Kubitschek, datada de 1961, ao final de seu governo, e a homenagem da Igreja Católica a Dom Bosco, padroeiro de Brasília, que reúne resquícios de suas vestes.
Neste contexto, registra-se representação do artista mineiro Carlos Bracher, com a obra “Museu Imaginado”, doada ao Museu de Arte de Brasília pelo próprio artista e pelo curador Cláudio Pereira. A obra ocupa lugar de destaque ao tensionar os limites entre instituição, memória e imaginação, ampliando a reflexão sobre o papel do museu, das coleções e da criação artística contemporânea.
Contribuindo para potencializar a percepção do conjunto e os diálogos entre diferentes conteúdos e linguagens, apresenta-se a gravação da carta-depoimento de JK, o minidocumentário dedicado ao álbum Brasília 1960 – O Mais Arrojado Plano Arquitetônico do Mundo, bem como sua versão colorizada por meio de processos de inteligência artificial, ampliando assim, as possibilidades de leitura e fruição.
A proposta curatorial, ao evidenciar territórios de convivência entre diferentes gerações e poéticas, visa tecer associações livres entre formas, cores, gestos e narrativas. Ao estimular leituras cruzadas, o conjunto convida o público a refletir sobre a construção da identidade cultural brasileira e sobre a importância do diálogo como fundamento da produção artística, matrix simbólica para a construção de sociedade livre e democrática.
“Diálogos da Liberdade na Coleção Brasília” reafirma, assim, o compromisso do acervo, formado pelo casal Izolete e Domício Pereira (*), pioneiro da NOVACAP, com a preservação da memória artística e com a promoção de debates contemporâneos, configurando-se como um espaço de escuta e interlocução, no qual a arte se apresenta como instrumento de pensamento, sensibilidade e diálogo permanente com o tempo presente e as futuras gerações.
C.P/ Brasília, 25/12/2025.
(*) – O casal, proveniente da Região Nordeste do Brasil, de família de fazendeiros, políticos, militares e educadores, chega à Nova Capital em 1959, cerca de um ano antes da sua inauguração. Ele, natural de São Luís – MA, foi funcionário da Novacap, assumindo posteriormente o cargo de fiscal de tributos do antigo IAPAS – Instituto de Administração Financeira de Previdência Social. Ela, natural de Recife – PE, foi funcionária do Ministério da Fazenda onde assessorou vários ministros. Paralelamente, como Pedagoga e Arte-Educadora desenvolveu um dos mais importantes projetos sociais da nova Capital, que atendeu a milhares de crianças e suas famílias. Por essa obra, foi destacada como referência pela Unicef.
Entusiastas do projeto da Nova Capital do Brasil, ambos manifestavam, à época, a intenção desse significativo acervo da Coleção permanecesse em Brasília.
SERVIÇO DA EXPOSIÇÃO
Período: 26/12/2025 a 26/02/2026
Horário: Das 10h às 19h, de segunda à domingo, exceto terca-feira