Além da oportunidade para empreendedores exporem seus negócios, o evento também promoveu amplo debate sobre inteligência artificial e atividades culturais
A Expo Favela Innovation Brasília chegou à sua terceira edição, consolidada como a maior feira de negócios do 4º setor no Distrito Federal. No final de semana dos dias 11 e 12 de outubro, a Biblioteca Nacional foi o cenário para a conexão entre empreendedores, investidores, artistas e o público em geral.
Bruno Kessler, presidente da Central Única das Favelas (CUFA) no DF, que promove o evento, afirma que a edição de 2025 superou todas as expectativas. “Tivemos 50 empreendedores muito bem selecionados pelo time da Escola de Negócios, e nosso corpo de jurados foi muito qualificado. Com certeza, seremos muito bem representados em São Paulo pelos cinco negócios escolhidos”, comemora o presidente.
A Expo Favela Innovation Brasília é realizada por meio da parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), a Projeto S.A. e a CUFA-DF.
Inovação e negócios na feira
Das centenas de inscritos para participar como expositores, 50 foram selecionados para apresentar seus negócios durante os dias do evento.
Cleo Santana, sócia-diretora da Escola de Negócios da Favela — empresa responsável por cuidar do processo de seleção e preparo dos expositores do evento em todo o país — destacou a potência dos expositores do DF. “Para mim, o evento do DF vem, a cada ano, evoluindo. Outra coisa que observei — e não é algo só daqui — é que há empreendedores muito bons, mas que precisam trabalhar o pitch, que é, na verdade, o nosso grande desafio”, assinala Santana.
Os cinco finalistas do DF que vão participar da Expo Favela Brasil, em São Paulo, serão preparados pela Escola de Negócios da Favela, principalmente no pitch — termo que significa uma apresentação concisa e objetiva de um negócio, com o objetivo de vender algo a um público. Essa é uma habilidade fundamental quando o assunto é empreendedorismo. O evento nacional ocorre nos dias 29 e 30 de novembro.
Finalistas
Entre os negócios vencedores da edição do DF em 2025, estão: Ex-Devedor, liderado por Yuri Assim; Cachos Brasil, de Andréia Óliver; PIFF, de Igor Pereira Silva de Pinho; e Lela Spa, comandado por Lela Soares.
A grande vencedora da competição foi Natália Ofão, com o negócio Cuidados do Cerrado, que produz cosméticos naturais veganos, feitos com ingredientes do bioma, como pequi, copaíba, buriti e baru. Entre as diversas opções, há xampus, hidratantes para a pele, pomadas, escalda-pés e séruns.
“Um dos nossos diferenciais são as embalagens 100% sustentáveis, feitas de papel, que demoram apenas quatro meses para se decompor. As de plástico demoram 100 vezes mais”, explica a empresária.
Foi a primeira vez de Natália na Expo Favela e a segunda em que fez um pitch, motivo de nervosismo para a expositora. “Foi um momento de muita conexão e de muita conquista. Saber que a gente chegou aqui é valioso demais. Consegui também fazer networking e fazer com que outras pessoas, não só do DF, conhecessem os nossos produtos”, celebra Ofão.
A experiência de participar da Expo Favela também é enriquecedora para quem não ficou entre os cinco finalistas da competição. Romildo Nascimento, que levou o Rap Fashion pela primeira vez ao evento, destaca: “A experiência é incrível pelos contatos e pela oportunidade de conversar com as pessoas que já conhecem ou não o meu trabalho.”
Além da produção de peças para artistas como Tribo da Periferia, Beladonna e 3UmSó, a iniciativa também promove oficinas de confecção para comunidades de Ceilândia.
Mesas temáticas
Outro destaque do evento foram as mesas temáticas, que promoveram debates sobre empreendedorismo, economia criativa, inovação e responsabilidade social. O tema central deste ano foi a inteligência artificial (IA).
Especialistas deram contribuições valiosas sobre assuntos relacionados ao uso da ferramenta em pequenos negócios, na música, na produção de conteúdo na era digital, em políticas públicas e na TV 3.0.
A programação cultural trouxe apresentações renomadas e gratuitas para o público candango, como Dudu Nobre, RAPadura e Negra Flow.
Mais que evento, mais que moda: uma digital única, ousada, original.
Três décadas celebrando a criação como identidade, e o futuro como possibilidade infinita.
De 13 a 20 de outubro, São Paulo será palco da edição N60 do São Paulo Fashion Week, marco histórico dos 30 anos do maior evento de moda do hemisfério sul.
O SPFW nasceu como projeto estruturante e visionário para a moda brasileira. Consolidou um calendário, organizou a cadeia produtiva, conectou criadores e indústria, e projetou talentos e narrativas locais e se tornou referência global. consolidou um calendário para a moda brasileira. Acompanhou e impulsionou transformações na economia, na sociedade e no comportamento, antecipando debates fundamentais sobre sustentabilidade, diversidade, inovação e novas economias.
Hoje, reafirma seu papel como espaço de expressão, identidade, pertencimento e inovação, refletindo as urgências do presente e abrindo caminhos para o que ainda está por vir.
Uma espiral de criação, identidade e transformação
O SPFW nasceu como ousadia e se tornou movimento. Em pouco tempo tornou-se uma plataforma de pensamento, inovação e impacto, marcando um legado de transformações.
A imagem-símbolo dos 30 anos é uma espiral, que traduz esse movimento contínuo. É a partir dessa potência que o SPFW mantém seu compromisso com um ecossistema mais plural, consciente e conectado.
Mais que moda, mais que evento, o SPFW é uma digital única que acredita na originalidade de cada indivíduo e na força coletiva de reinventar o futuro.
Celebrar três décadas é honrar um percurso em constante renovação – uma jornada que nunca se fecha em si mesma, mas que se expande, se abre e inspira novas possibilidades.
A edição comemorativa reunirá as coleções de 38 marcas e criadores nacionais, que apresentarão seus desfiles no Pavilhão das Culturas Brasileiras (Parque Ibirapuera), no Teatro Iguatemi e em diferentes pontos icônicos da cidade.
Além dos desfiles, o SPFW N60 contará com uma programação cultural especial, que inclui:
Exposição “Moda e Território: A Bioeconomia Brasileira em Movimento”, que conecta inovação, sustentabilidade e saberes tradicionais.
Lançamento do livro Backstage SPFW, acompanhado de exposição de fotografias de Renato De Cara e ilustrações de Filipe Jardim, captadas ao longo de uma década nos bastidores do SPFW.
Exposição Entre-cenas com maquetes de cenários de grandes desfiles do SPFW, assinados pelo artista José Marton, ressaltando a dimensão estética e arquitetônica do espetáculo.
Exposição contra[o]tempo do fotógrafo Gustavo Zylbersztajn com fotos de câmera analógica feitas com apenas um clique, capturadas ao longo de várias edições do SPFW.
Vitrines Ritz SPFW 30 Anos – série de vitrines comemorativas no Ritz Alameda Franca apresentando criações históricas de estilistas e marcas que ajudaram a construir a trajetória do maior evento de moda da América Latina, em espaço que sempre vibrou com a criatividade em São Paulo.
Cria Costura e Jovens Talentos Paulistanos
O Cria Costura, programa social do Instituto Nacional de Moda, Design e Economia Criativa (INMODE) em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho da Cidade de São Paulo (SMDET),chega à sua sétima edição reafirmando o compromisso de revelar e impulsionar novos talentos das periferias de São Paulo.
O projeto integra a 60ª edição do São Paulo Fashion Week, o maior evento de moda do país. Nesta edição, tem mentoria da estilista Simone Nunes. Ao longo da semana, os convidados do evento poderão conferir peças autorais criadas pelos alunos especialmente para a exposição no SPFW.
E no dia 18, às 16h30, integrando a programação oficial do SPFW N60, acontece o desfile Cria Costura. Inspirado no Balé Triádico, referência da escola alemã Bauhaus (considerada a primeira escola de design. do mundo) famosa pela fusão entre arte, forma e movimento, o desfile celebra o poder da criação coletiva, da representatividade e da autonomia.
O INMODE e a SMDET promovem ainda o programa Jovens Talentos Paulistanos, que selecionou 15 marcas e criadores estabelecidos na cidade de São Paulo a partir de um ciclo de mentoria em design, marketing e posicionamento oferecido a um total de 40 empreendedores. Os 15 selecionados vão expor e vender seus produtos na loja oficial do SPFW,ampliando o alcance e visibilidade de seus negócios. Os produtos estarão àvenda durante todos os dias do evento.
SPFW Academy
O SPFW Academy é uma novidade: experiência imersiva com protagonistas da história do evento. O estilista João Pimenta, o diretor de desfiles Augusto Mariotti, o cenógrafo e artista visual José Antônio Marton, o idealizador do SPFW Paulo Borges, mais o stylist Dudu Bertholini, a maquiadora Vanessa Rozan, o diretor de casting Ed Benini, a modelo e atriz Dandara Queiroz , produtora As Meninas e os produtores Fabio Montanha e Rayssa Scoton, a apresentarão os processos de criação e produção da semana que está completando 30 anos.
Olivia Merquior, CEO da IARA, gestora de inovação voltados à cultura, moda e tecnologias emergentes, mediará os encontros, que serão de 17 a 19 de outubro, no hub do Pavilhão Das Culturas Brasileiras, no Parque do Ibirapuera.
LINE UP SPFW N60
Nesta edição, o SPFW tem as seguintes parcerias:
Apresenta:
Ministério da Cultura – Lei Rouanet
Mercado Livre
Parceria Institucional:
Prefeitura de São Paulo
Patrocínio Master:
C6 Bank
Eudora
Nativa Spa
Iguatemi
Patrocínio:
Electrolux
Shark Beauty
OPPO
Omoda Jaecoo
Sou de Algodão
Patrocinador ESG:
Greener
Escola Oficial:
Senac
Apoio:
Sebrae
EMS
Tônica
Brutal Fruit
Compwire
Magnum
PreGel
Águas Prata
Governo da Itália
Stella Artois
Canon
D&D
Kalimo Têxtil
Deezer
Campari
World Wine
ApexBrasil
Hotel Oficial:
Pullman
Media Partner:
Eletromidia
Bilheteria Oficial:
Eventim Realização:
IMM
INMODE
F2
Sobre o SPFW: Com 30 anos, o SPFW é um dos mais completos exemplos de como a economia criativa pode ser usada como estratégia de desenvolvimento para a cidade e o país. O evento cumpre um papel articulador e provocador, transcendendo o mundo da moda e estabelecendo-se como ponto de convergência de diversas redes criativas. Com investimentos que superam 1 bilhão de reais, o SPFW já recebeu mais de 3 milhões de pessoas e a transmissão de seus conteúdos pela TV e Internet alcançou mais de 1 bilhão de pessoas em cerca de 100 países. Mais que evento e mais que moda, o São Paulo Fashion Week é uma experiência relevante, estimulante, inspiradora e transformadora para todos os que se conectam à plataforma.
Sobre a IMM: No mercado há mais de 11 anos, a IMM, que atua nas áreas de Mídia, Esporte e Entretenimento, é referência em entretenimento ao vivo para o público e marcas, e seu portfólio é seu maior diferencial. Vai do Rio Open, o maior torneio de tênis da América do Sul, aos musicais da Broadway de primeira classe, passando pelo Cirque du Soleil, pelo maior festival de restaurantes do mundo, o Taste Festivals, pelo GO CUP, o maior torneio de futebol infantil do mundo e pelo São Paulo Fashion Week, a maior semana de moda do hemisfério sul. Em 2025, a IMM tornou-se responsável pelo time Mubadala Brasil SailGP e pela etapa brasileira da mais emocionante corrida na água, a Rio SailGP.
Sobre o INMODE: Criado em 2004, o INMODE (Instituto Nacional de Moda, Design e Economia Criativa) é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, que tem como missão trabalhar, no mercado interno e externo, pelo reconhecimento e visibilidade da moda e do design brasileiros como segmentos de valor agregado. Desde sua fundação, o INMODE trabalha para integrar esforços públicos e privados em torno de um planejamento sustentável de médio e longo prazos para a moda e o design brasileiros, gerando desenvolvimento através da Economia Criativa. Desde a sua criação, o INMODE já promoveu 9 rodadas de Encontros de Economia Criativa, diversos eventos internacionais, mais de 60 exposições, instalações, festivais de cultura, livros, documentários e outros.
O Autódromo de Brasília será reinaugurado seguindo padrões internacionais de qualidade | Foto: Arquivo
Programada para 30 de novembro com uma corrida da Stock Car, espaço será devolvido à população com corrida de uma das mais tradicionais provas do automobilismo nacional e distribuição de ingressos pelo GDF
O governador Ibaneis Rocha anunciou na quinta-feira (9) que a reabertura do Autódromo de Brasília, programada para 30 de novembro com uma corrida da Stock Car, terá entrada gratuita. Os ingressos serão distribuídos pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em formato a ser definido em parceria com o Banco de Brasília (BRB). O anúncio foi feito pelo chefe do Executivo durante evento de criação da Secretaria da Juventude, no Palácio do Buriti, assumida por André Octávio Kubitschek.
“No dia 30 de novembro, eu convido todos os jovens, vamos fazer a distribuição de ingressos para reinaugurar o nosso autódromo já com a corrida da Stock Car. Iremos lotar o Autódromo do Distrito Federal e, depois, para quem gosta de música baiana, teremos duas apresentações para relembrar a Micarê Candanga (Festival Micarê) que existia antigamente. Estamos preparando uma grande festa”, anunciou Ibaneis Rocha.
Fechado desde 2014, o autódromo encontra-se em obras. O espaço passa por reformas no traçado, nas áreas de escape e na infraestrutura, mantendo a característica original e adicionando melhorias em arquibancadas temporárias, drenagem e segurança. Serão seis variações de traçado, que permitirão corridas de diferentes categorias, incluindo carros, motos, arrancada e drift. A expectativa é de que o local possa receber até 100 mil pessoas por evento.
O autódromo
O Autódromo de Brasília impressiona pelo padrão internacional que sua pista voltará a ter, com 5.384 metros de extensão, sentido horário, 16 curvas — sendo nove à direita e sete à esquerda — e três retas principais, a maior com 803 metros, a de largada com 614 metros e a reta oposta com 502 metros.
A curva 1, de alta velocidade, possui 207 metros e inclinação de 5°, enquanto a pista mantém largura generosa, com 15 metros na largada e 14 metros nos demais trechos, garantindo ultrapassagens emocionantes e disputas acirradas. Com 40 boxes, torre de controle, salas de imprensa, transmissão, camarotes e áreas VIPs, totalizando 15.592 m² de infraestrutura, o complexo poderá receber até 100 mil pessoas.
Projetada pelo engenheiro Luís Ernesto Morales, presidente da Comissão de Homologação de Circuitos da CBA, a pista reúne segurança, versatilidade e padrões de qualidade europeus, pronta para sediar as principais competições automobilísticas da América do Sul, além de provas de motovelocidade, tornando-se um verdadeiro palco para o automobilismo nacional e internacional.
Estágio das obras
As obras do Autódromo de Brasília seguem em ritmo acelerado e já alcançaram 85% de avanço global, conforme o último relatório de execução do BRB. Diversas etapas estruturais estão concluídas, como serviços preliminares, terraplenagem, pavimentação (binder e camada final GAP) e consultoria técnica, todas com 100% de execução. A drenagem está 95% concluída, a caixa de brita em 97% e as barreiras de pneus e guardrails atingiram 88%.
Atualmente, as equipes intensificam os trabalhos de paisagismo, sinalização e troca dos alambrados. Com a pista principal já concluída, o cronograma segue dentro do previsto para a conclusão e entrega total do Autódromo de Brasília.
PorAdriana Izel, Ian Ferraz e Thaís Miranda, da Agência Brasília | Edição: Vinicius Nader
A cerimônia marcou a estreia da categoria de Melhor Figurino na Première Brasil e a volta do Prêmio do Público
O Festival do Rio 2025 encerrou sua 27ª edição com a tradicional cerimônia de premiação no Cine Odeon – Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro, na noite deste domingo, dia 12. Foram revelados os ganhadores dos Troféus Redentor, da Première Brasil, e do Prêmio Felix, que juntos consagram o melhor do cinema nacional contemporâneo. Nesta edição, 48 filmes, entre longas e curtas-metragens, competiram nas mostras oficiais. O festival apresentou novidades, como a inclusão da categoria Melhor Figurino na competição principal e o retorno do Prêmio do Público, que elegeu os favoritos em Melhor Filme e Melhor Documentário da Première Brasil, além de Melhor Filme na mostra Novos Rumos. A cerimônia foi apresentada pelos atores Cleyton Nascimento e Luisa Arraes.
“Foi um ano muito especial, com salas cheias, encontros importantes de mercado, encontros amorosos de novos projetos” – disse a diretora do Festival Ilda Santiago em seu discurso no palco do Odeon. Depois de agradecer a todos os parceiros, acrescentou: “Quero agradecer aos juris, agradecer a todos que participaram e estiveram conosco ao longo desses onze dias. É uma rede de paixão pelo cinema. E um agradecimento especial ao público.”
A diretora do Festival Walkiria Barbosa complementou dizendo: “O RioMarket este ano foi histórico porque a gente vem de um processo de incluir, pela primeira vez na história do audiovisual brasileiro, do nosso setor dentro do Ministério do Comércio, com o programa da nova indústria do Brasil. E culminou com a presença do Ministério no RioMarket.”
Na edição de 2025, o Festival do Rio recebeu mais de 140 mil pessoas. O Festival do Rio é apresentado pelo Ministério da Cultura, Shell e Prefeitura do Rio. Tem patrocínio master da Shell através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e apoio especial da Prefeitura do Rio – por meio da RioFilme, órgão que integra a Secretaria Municipal de Cultura. Realização: Cinema do Rio e Ministério da Cultura / Governo Federal.
Votação internacional: mostras Expectativas e Première Latina em competição
O Festival do Rio ainda traz para este ano duas novas competições com o voto popular. Pela primeira vez, mostras internacionais são competitivas. A mostra Expectativas, que exibe do primeiro ao terceiro filme de diretores e diretoras, revelando novos talentos e vozes de diferentes partes do mundo, ganhou o Prêmio do Público Expectativas. O prêmio vai anunciar o preferido do público, bem como o segundo e o terceiro colocados. Dentre os três filmes mais bem votados, a TV Globo irá escolher um para aquisição dos direitos de distribuição na televisão aberta.
A parceria com a TV Globo para a aquisição de um filme internacional é inédita e marca mais um movimento do Festival do Rio para fortalecer o alcance e o interesse do cinema internacional independente no Brasil, em sintonia com a atuação da TV Globo ao longo dos seus 60 anos, e os 100 anos do Grupo Globo.
Já na mostra Première Latina, o vencedor da preferência do público ganhará automaticamente um acordo de aquisição dos direitos de TV Paga e VOD, oferecido pelo Telecine, parceiro e patrocinador do Festival do Rio e um dos principais canais de cinema no país.
Os vencedores pelo Voto Popular nas categorias Expectativas e Première Latina serão conhecidos no final desta semana, após o encerramento da votação, que segue durante o período do “Chorinho” – seleção de filmes que continuam sendo exibidos e votados até quarta-feira, dia 15.
Algumas falas dos vencedores
“Esse filme a gente fez num momento muito difícil e delicado da humanidade. Mas, de alguma forma, eu e ela aproveitamos a missão que nos foi dada, que é esse fazer arte, para conseguir comunicar esse momento e para eternizar a nossa mudança. Então esse filme é uma declaração, sim, de amor à minha mãe e ao padrão artístico e à fé que eu tenho na arte como transformação”, Leandra Leal. Leandra e sua mãe, Ângela Leal, são ganhadoras do Prêmio Especial do Juri da mostra Novos Rumos.
“Quero agradecer a todo mundo que trabalha no Festival. Mas principalmente ao pessoal da limpeza, que cuida dos espaços para assistirmos aos filmes com tudo limpinho. E agradecer à minha mãe que fez muita faxina para eu estar aqui.” Ana Flavia Cavalcanti, melhor atriz por Criadas, Première Brasil, mostra Novos Rumos.
“É incrível estar recebendo este prêmio. É um tema tão pouco retratado nas telas, então o Festival abrir espaço para atualizar nosso olhar sobre os ciganos. Espero que ele jogue uma luz sobre a cultura cigana e gere um processo empático.” João Borges, Melhor Direção por Espelho Cigano, Première Brasil mostra Novo Rumos.
“O Juri Popular é o melhor prêmio, porque é tocar o coração da nossa plateia. E quero agradecer à Paolla Oliveira, o filme não seria o mesmo sem ela. Ela entregou tudo e mostrou a grande atriz que é.” Diretora Clarissa Appelt, de Herança de Narcisa, Melhor Longa Metragem pelo Voto Popular, Première Brasil mostra Novos Rumos.
“É meu terceiro Festival do Rio, prazerzaço ser produtor de um filme com o primeiro diretor com deficiência intelectual. E isso é revolucionário.” Daniel Gonçalves, produtor. “Obrigado Festival, minha equipe e júri. É nós!”, Tiago Rubert Atala, diretor de Uma em Mil, Melhor Longa Metragem, Première Brasil, pela mostra Novos Rumos.
“Eu pedi para a minha equipe subir aqui porque este filme traz um sentido de coletividade. Agradecer, claro, à mamãe Madonna. Agradecer ao mestre Coutinho pela inspiração. É um filme muito independente, é incrível estar aqui”, Allan Ribeiro, por Copacabana 4 de Maio, Melhor Documentário, Prêmio Felix.
“Hoje no nosso país as forças conservadoras estão organizadas e nós precisamos resistir a isso. E uma coisa que é muito importante e guia nossos personagens é o espírito de desobediência. Cabe a nós abraçar isso e usar como uma afirmação”, Marcio Reolon diretor de Ato Noturno, Melhor Filme Brasileiro pelo Prêmio Felix e Melhor Roteiro pela Première Brasil.
“Minha mãe sofreu um AVC e está muito limitada. Mas quando fui selecionado para o Festival do Rio, eu contei e ela falou ‘oooo’ e fez assim com a mão. Pode parecer pouco, mas é o mundo. Ela era artista e abdicou da arte para me criar. Os filmes que faço são pornochanchadas, talvez o mais brasileiro e o mais esculhambado de todos os gêneros. Precisamos reconhecer a importância do gênero e recuperar essa história.” Fábio Leal, diretor de O Faz-Tudo, Melhor Curta-Metragem na Première Brasil; ao lado de Sebastiana, do diretor Pedro de Alencar, que disse: “Fiz o filme para o meu pai, que morreu quando eu tinha 7 anos. Eu frequentei o Festival do Rio desde os meus 16 anos. Então a pessoa que monta a programação do Festival é uma professora, queria agradecer muito à Ilda, à Walkiria, à Karen e toda a equipe de curadoria.
“Obrigada por incluir esta categoria, isso é gigante para a gente. Por mais visibilidade nos festivais e nas premiações. Este foi um filme muito desafiador. Foi maravilhoso poder colaborar para os personagens da Karine Telles e da Klara Castanho. Suzana Pires, muito obrigada pela sua generosidade. Quero dedicar este prêmio a todos os meus colegas figurinistas, este prêmio é nosso.” Renata Russo, por #SALVEROSA, Melhor Figurino
“Anos atrás, eu fui conversar com a Ilda (Santiago) e pedi: ‘Pelo amor de deus, Ilda, coloca esse prêmio para a nossa classe’. O Festival formou muita gente. Quando não tinha internet, só tínhamos acesso aos filmes através do festival. Eu amo este filme. A Tainá me chamou para assistir, ela nem me chamou para trabalhar, mas eu assisti e pedi para fazer.” Plínio Profeta, Melhor Trilha Sonora Original por Apolo, Première Brasil.
“Quero agradecer à Anne, que me entregou este roteiro e essas pequenas criaturas que tanto tocaram as pessoas ao longo do festival. É um trabalho conjunto entre profissionais de Brasília, Rio, São Paulo, Rio Grande do Sul. Obrigada por reconhecer a delicadeza desse filme e a beleza desse filme.” Claudia Andrade, melhor Direção de Arte da Première Brasil, por Pequenas Criaturas.
“Quero agradecer ao nosso diretor pela coragem e a direção tão sensível. E compartilhar tanta coisa da sua vida com a gente e o público. E agradecer a todos os profissionais do sexo que conheci durante a pesquisa, e contaram suas histórias, algumas de abuso e maus tratos, e essas histórias me atravessam até hoje.” Alejandro Claveaux, Melhor Ator Coadjuvante na Première Brasil por Ruas da Glória.
“Eu sou uma travesti preta e não poderia deixar de dedicar este prêmio às minhas ancestrais que não estão aqui mais, porque não tiveram as mesmas oportunidades que eu tive. E que a minha voz e a minha arte me façam percorrer a distância entre o dedo e a ferida. A arte me salvou!” Diva Menner, Melhor Atriz Coadjuvante na Première Brasil, por Ruas da Glória.
“Fazer documentário é uma paixão. Parabéns a todos os documentaristas presentes. Fazer Dona Onete – Meu Coração Neste Pedacinho Aqui veio do meu desejo de encontrar Dona Onete e falar dessa mulher livre, criativa e profundamente brasileira. Quero agradecer a todos porque filme se constrói junto. E agradecer à Dona Onete por ser essa força da natureza que encanta com a sua música. Viva o Pará, e viva Dona Onete!”. Mini Kerti, diretora de Dona Onete – Meu Coração Neste Pedacinho, Melhor Documentário na Première Brasil.
“Quero agradecer à Gi por ter topado dirigir esse filme que trata da vida dela, e das pessoas que estão aqui, e dos seis que ainda estão presos pela Justiça Militar. A gente não quer mais a Garantia de Lei e da Ordem nas favelas. A gente não quer só anistia. A gente exige reparação e Justiça.” Natasha Neri, diretora, por Cheiro de Diesel, Prêmio Especial do Juri e Melhor Longa Documentário pelo Voto Popular da Première Brasil. E Gizele Martin, diretora do mesmo filme: “Eu sou comunicadora da Favela da Maré, e estou muito feliz por levar este prêmio para as minhas vielas, para as ruas que anos atrás estavam com tanques de guerra. Eu fui censurada e hoje estou levando um prêmio para a Maré. Viva a favela! Não queremos tanques de guerra nas ruas e vielas das nossas favelas.”
“Sou uma mulher indígena, sergipana, trans… receber este prêmio é muito significativo, especialmente por eu ter uma família linda. Ter estado num set repleto de pessoas trans foi muito importante. Eu sou atriz, cantora e nós queremos trabalhar. Nos contratem, nós também precisamos contar nossa história.” Isis Broken, diretora.
Klara Castanho, Melhor Atriz da Premiêre Brasil por #Salverosa. Depois de agradecer ao time do filme, a atriz diz: “Já que foi citada aqui Fernanda Torres, quero dizer: ‘A vida presta’.”
“Quero agradecer a essas duas pessoas que acreditam no desejo e me trouxeram aqui. Eu sempre escutei os meus desejos e acho que, pelo visto, vou continuar seguindo os meus desejos.”Gabriel Faryas, Melhor Ator da Première Brasil, por Ato Noturno.
“Coração das Trevas é um filme de animação e é muito importante um filme de animação estar num festival de cinema, para quebrar esse paradigma de que animação é coisa para criança. E para a gente ter um pouco mais de investimentos neste gênero. E eu quero dedicar este prêmio também a todo mundo que subiu neste palco, tanta gente bonita contando histórias lindas neste palco, eu dedico este prêmio a vocês também.” Rogério Nunes, Melhor Direção da Première Brasil, Longa Ficção, por Coração das Trevas.
“É o filme mais importante da noite, a que eu mais queria ganhar. Este filme a gente fez sendo feliz, e sabíamos.” Mara Lobão produtora do longa de ficção #Salverosa, Melhor Longa de Ficção pelo Voto Popular. “Há 15 anos, eu ganhei um premio pelo voto popular aqui no Festival do Rio, por Positivas, e isso mudou minha vida. Então este prêmio tem muita relevância. Fico muito feliz por esse reconhecimento.” Suzanna Lira, diretora do longa ficação #Salverosa, Melhor Longa de Ficção pelo Voto Popular.
“Esse filme é um roteiro meu, dedicado a minha mãe, trabalhado sobre as minhas vivências. Um olhar para a infância e para a maternidade. Quero dedicar esse prêmio às minhas duas filhas, que aturaram a ausência da mãe para eu finalizar esse filme. Muito obrigada”. Anne PinheiroGuimarães, diretora de Pequenas Criaturas, Melhor Longa Ficção da Première Brasil.
Conheça os Vencedores
PREMIÈRE BRASIL
Melhor Longa-Metragem de Ficção
PEQUENAS CRIATURAS, de Anne Pinheiro Guimarães
Empresa Produtora: BANANEIRA FILMES
Melhor Longa-Metragem Documentário
APOLO, de Tainá Müller e Ísis Broken
Empresa Produtora: CAPURI
Melhor Curta-Metragem
SEBASTIANA, de Pedro de Alencar
Empresa Produtora: TERRA BRUTA e CÉU E SANGUE FILMES
e O FAZ-TUDO, de Fábio Leal
Empresa Produtora: CASA LÍQUIDA
Melhor Direção de Ficção
ROGÉRIO NUNES, por Coração das Trevas
Melhor Direção de Documentário
MINI KERTI, por Dona Onete – Meu Coração Neste Pedacinho Aqui
Melhor Ator
GABRIEL FARYAS, por Ato Noturno
Melhor Atriz
KLARA CASTANHO, por #SalveRosa
Melhor Ator Coadjuvante
ALEJANDRO CLAVEAUX, por Ruas da Glória
Melhor Atriz Coadjuvante
DIVA MENNER, por Ruas da Glória
Melhor Roteiro
FILIPE MATZEMBACHER e MARCIO REOLON, por Ato Noturno
Melhor Montagem
ANDRÉ FINOTTI, por Honestino
Melhor Fotografia
LUCIANA BASEGGIO, por Ato Noturno
Melhor Direção de Arte
CLAUDIA ANDRADE, por Pequenas Criaturas
Melhor Figurino
RENATA RUSSO, por #SalveRosa
Melhor Som
ARIEL HENRIQUE e TALES MANFRINATO, por Love Kills
Melhor Trilha Sonora Original
PLÍNIO PROFETA, por Apolo
Prêmio Especial do Júri
CHEIRO DE DIESEL, de Natasha Neri e Gizele Martins
Empresas Produtoras: AMANA CINE e BARACOA FILMES
PREMIERE BRASIL – NOVOS RUMOS
Melhor Curta-Metragem
PONTO CEGO, de de Luciana Vieira e Marcel Beltrán
Empresa Produtora: CINEMA INFLAMÁVEL
Menção Honrosa para OS ARCOS DOURADOS DE OLINDA, de Douglas Henrique
Melhor Longa-Metragem
UMA EM MIL, de Jonatas Rubert e Tiago Rubert
Empresa Produtora: ATALA
Melhor Direção
JOÃO BORGES, por Espelho Cigano
Melhor ator
MÁRCIO VITO, por Eu Não Te Ouço
Melhor atriz
ANA FLAVIA CAVALCANTE E MAWUSI TULANI, por Criadas
Menção Honrosa de melhor atriz para DOCY MOREIRA, por Espelho Cigano
Prêmio Especial do Júri
ÂNGELA LEAL e LEANDRA LEAL, por Nada a Fazer
FELIX
Melhor Filme Brasileiro
ATO NOTURNO, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher
Empresa Produtora: AVANTE FILMES
Melhor Filme Internacional
A SAPATONA GALÁCTICA (Lesbian Space Princess), de Leela Varghese e Emma Hough
Hobb
Empresa Produtora: WE MADE A THING
Distribuidora: SYNAPSE
Melhor Documentário
COPACABANA, 4 DE MAIO, de Allan Ribeiro
Empresa Produtora: ACALANTE FILMES
Prêmio Especial do Júri
ME AME COM TERNURA (Love Me Tender), de Anna Cazenave Cambet
Empresa Produtora: NOVOPROD CINÉMA
Distribuidora: IMOVISION
VOTO POPULAR
Melhor Longa Ficção (pelo Júri Popular): #SalveRosa, de Suzanna Lira.
Melhor Longa Documentário (pelo Júri Popular): Cheiro de Diesel, de Natasha Neri e Gizele Martins.
Melhor Longa da mostra Novos Rumos (pelo Júri Popular): Herança de Narcisa, de Clarissa Appelt e Daniel Dias.
Sobre o júri do Festival do Rio 2025
PREMIÈRE BRASIL
Eric Lagesse – Presidente do Júri: Distribuidor, agente de vendas e produtor francês. Presidente da Pyramide, uma das principais distribuidoras independentes da França. Com foco em “filmes de autor”, lança cerca de 15 títulos por ano e promove produções de jovens diretores internacionais e também consagrados como Mohamad Rasoulof, Céline Sciamma e Andrei Zviaguintsev.
Carolina Kotscho: Autora, diretora e produtora, sócia fundadora da Loma Filmes. Escreveu os roteiros de sucessos como 2 Filhos de Francisco, Flores Raras e Hebe – A Estrela do Brasil. Foi autora titular da Globo por 13 anos, onde escreveu as séries A Teia, Supermax, Hebe e a 2° temporada de Aruanas. Foi eleita presidente da AC e da ABRA em três mandatos.
Claudia Kopke: Figurinista premiada, criou figurinos para os filmes Que Horas Ela Volta?, Tropa de Elite e o internacionalmente reconhecido Ainda Estou Aqui, entre outros. Com trabalhos no cinema, TV, teatro, ópera e dança, é referência nacional e nova membra da Academia do Oscar.
Elena Manrique: Nasceu em Madri em 1965. Teve uma longa carreira como produtora executiva, tendo trabalhado em filmes como O Labirinto do Fauno, O Orfanato e Azul é a Cor Mais Quente. Dirigiu vários curtas-metragens e escreveu o longa Cidade Delírio. Fin de Fiesta marca sua estreia como diretora de longa-metragem.
Javier Garcia Puerto: Curador de cinema e vídeo, organizou exposições, programas e participou como jurado em diversos festivais ao redor do mundo. Desde 2011, é programador do Festival Tallinn Black Nights e consultor para os países de língua espanhola. É também cofundador e diretor artístico do REC | Festival Internacional de Cinema de Tarragona.
Luciana Bezerra: Diretora, roteirista, atriz e sócia do Grupo Nós do Morro. Atuou como pesquisadora de elenco do filme Cidade de Deus. Dirigiu o premiado curta Mina de Fé, o episódio “Acende a luz” no filme 5x Favela, Agora por nós mesmos, os documentários O Porto do Rio e 7 cortes de cabelo no Congo, e o longa de ficção A Festa de Léo.
Paula Astorga: Produtora e consultora de projetos audiovisuais, dirigiu a Cineteca Nacional do México de 2010 a 2014. Pelo trabalho na promoção da cultura audiovisual, recebeu a condecoração da Ordem das Artes e Letras pelo governo francês. É diretora-executiva do Seminário Público e Audiências do Futuro FICUNAM e ensina na Universidade CENTRO no México.
PREMIÈRE BRASIL – COMPETIÇÃO NOVOS RUMOS
Beth Formaggini – Presidenta do Júri: Dirigiu os longas Memória para Uso Diário, melhor filme pelo júri popular do Festival do Rio, Xingu Cariri Caruaru Carioca, melhor filme do In-Edit e Pastor Cláudio, melhor filme no Festival de Vitória, as séries Sopro e Memória da Mídia e o premiado curta Família Ilustre. Colaborou com Eduardo Coutinho e sobre ele realizou o filme Apartamento 608.
Davi Pretto: Escreveu e dirigiu os longas Castanha, que estreou na Berlinale Forum e foi eleito Melhor Filme na mostra Novos Rumos do Festival do Rio; Rifle, também exibido na Berlinale Forum e ganhador do prêmio da crítica no Festival de Brasília; e Continente, exibido na competição do Festival de Sitges, e vencedor de Melhor Direção na mostra Novos Rumos do Festival do Rio.
Lucas H. Rossi: Realizador e produtor, sócio-diretor da Baraúna Filmes. Seus curtas somam mais de 300 seleções em festivais e cerca de 40 prêmios. Seu longa Othelo, O Grande ganhou Melhor Documentário no Festival do Rio e foi premiado em diversos festivais internacionais. Atualmente, atua como diretor de produção dos documentários do Afroreggae.
Rafael Sampaio: Produtor, curador e fundador da produtora Klaxon Cultura Audiovisual onde produziu e coproduziu filmes como Diz a Ela que me Viu Chorar (2019), de Maíra Bühler, Fiebre (2022), de Elisa Eliash, e Zafari (2024), de Mariana Rondón. É criador e diretor do BrLab desde 2011 e também coordena outros espaços de formação e desenvolvimento de projetos.
Thalita Carauta: Atriz carioca, transita brilhantemente da comédia ao drama. Na Globo, deu vida à emblemática Janete no humorístico Zorra Total, e participou de novelas de sucesso como Todas as Flores e Mania de Você e da série Segunda Chamada. No cinema, atuou em filmes como S.O.S. Mulheres ao Mar, Duas de Mim, O Lobo Atrás da Porta, O Silêncio da Chuva e Os Sapos.
PRÊMIO FELIX
Franck Finance-Madureira – Presidente: Jornalista e crítico de cinema francês, administra o FrenchMania, site dedicado ao cinema francófono, e escreve para a Têtu, principal mídia LGBT+ francesa. É presidente e fundador do Queer Palm, criado por ele em 2010 em Cannes, e do Queer Palm Lab.
Carolina Durão: Diretora Geral da série Rensga Hits! do Globoplay. Seu longa Doce Família chegou ao Top 10 Global de língua não-inglesa da Netflix. Dirigiu o especial Feliz Ano Novo… de Novo na Amazon e a série A Vila no Multishow. Vai lançar a comédia Um Pai em Apuros nos cinemas.
Chica Andrade: Diretora, produtora e atriz. Co-dirigiu a série Segura Essa Pose e integra a rede de talentos Firelight Media. Participou do programa Sundance Trans Possibilities. É atualmente consultora de projetos da Warner Bros e dirige o longa documental House of Hilton.
Hedu Carvalho (em drag, Dudakoo): Idealizador do Cine Drag, evento que promove o resgate e a celebração da história do cinema queer. Graduado na UFRJ, estruturou a carreira com foco na diversidade e no ativismo LGBTQIA+ através da cultura, tanto no cinema quanto no mercado editorial.
Sobre o Festival do Rio
O Festival do Rio é apresentado pelo Ministério da Cultura, Shell e Prefeitura do Rio. Tem patrocínio master da Shell através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e apoio especial da Prefeitura do Rio – por meio da RioFilme, órgão que integra a Secretaria Municipal de Cultura. Realização: Cinema do Rio e Ministérioda Cultura / Governo Federal.
Sobre a Shell Brasil
Há 112 anos no país, a Shell Brasil é uma companhia de energia integrada, com participação nos setores de Petróleo e Gás, Soluções Baseadas na Natureza, Pesquisa & Desenvolvimento e Trading, por meio da comercializadora Shell Energy Brasil. A companhia está presente ainda no segmento de Biocombustíveis por meio da joint-venture Raízen, que no Brasil também gerencia a distribuição de combustíveis da marca Shell. A Shell Brasil trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia.
Para imagens e trailers:
Em breve, as fotos e os trailers dos filmes estarão no site do festival. Para acessá-los, entre no site do Festival, busque à direita na tela o filme que interessa à você. Na página do filme, você pode fazer o download das fotos clicando com a tecla direita do mouse, ou acessar o trailer hospedado no Youtube na aba trailer. Para fotos de cobertura de eventos, tapete vermelho e outros, acesse este link.
Felipe Costa passará por Barcelona, Paris no Carrousel du Louvre, Holanda e Suíça
O artista plástico brasiliense Felipe Costa terá uma agenda internacional intensa em outubro e novembro. A turnê inclui exposições em quatro cidades europeias: em Barcelona, de 3 a 5 de outubro; em Paris, de 17 a 19 de outubro, no Carrousel du Louvre; em Hilversum, na Holanda, de 23 a 26 de outubro; e em Lausanne, na Suíça, de 30 de outubro a 2 de novembro.
Morando em Barcelona, Felipe construiu uma identidade artística inspirada pela força do oceano e da natureza. Sua produção em tinta a óleo é marcada por cores vibrantes, pinceladas expressivas e camadas densas, que criam texturas em movimento. “Minhas pinturas não são apenas paisagens, são uma experiência meditativa. Cada tela é um exercício para liberar o controle, aquietar a mente e transcender o ego”, afirma.
Com a carreira internacional, o artista destaca que Brasília, com a natureza singular e a energia da Chapada dos Veadeiros, foi determinante na formação do olhar criativo. “A natureza de Brasília é muito inspiradora, as paisagens da Chapada dos Veadeiros, as trilhas, as árvores, as cachoeiras. Esse processo de conectar com a natureza se reflete na minha arte. Mas é curioso, porque minhas obras atuais são mais relacionadas ao mar, por viver perto da praia no momento.”
Além da arte, o brasiliense também alia a produção em causas sociais e ambientais. Parte da renda obtida com a venda das obras é destinada à União das Mães Especiais (UME), projeto do Distrito Federal que apoia mães de filhos com deficiência. Felipetambém mantém parceria com a Blue Wave Alliance, organização dedicada à preservação dos oceanos.
A nova fase promete ser a mais intensa da trajetória do artista, com cinco exposições quase simultâneas em diferentes países. “É um sonho realizado, e nunca imaginei que estaria expondo em tantos lugares. É um momento de muita realização, resultado de bastante trabalho. A ideia é seguir crescendo, inspirar mais pessoas e criar conexões com propósito, conclui Felipe.
Confira as datas da turnê do artista:
Barcelona (Espanha) – 3 a 5 de outubro
Paris (França) – 17 a 19 de outubro, Carrousel du Louvre
Hilversum (Holanda) – 23 a 26 de outubro
Lausanne (Suíça) – 30 de outubro a 2 de novembro
Outra novidade do artista é que ele vai inaugurar uma galeria no Lago Sul, em Brasília. O espaço está em fase de preparação e a data de abertura será divulgada em breve.
Festival encerra programação de cinco dias na Arena BRB com show de Jorge Aragão
Apresentado pelo Ministério da Cultura e pela Petrobras por meio da Lei de Incentivo Cultural, o Festival Curicaca encerrou no sábado, 11/10, sua celebração à tecnologia e à inovação iniciada na última terça-feira, 7, na Arena BRB, em Brasília. Durante cinco dias, o evento recebeu um de público mais de 100 mil pessoas em uma programação que reuniu de pesquisadores da Academia a estudantes de ensino técnico em exposições e debates sobre inovação, as tecnologias 4.0 e as que estação por vir.
Entre estas últimas, a tão esperada computação quânticaapresentou seu espectro de mistério e fascinação no debate que abriu o Palco Sebrae neste último dia do Festival. O diretor científico do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Olival Freire tratou do tema integrante da 2ª Revolução Quântica e atualmente em estudo e fase de promessas.
A novidade ainda por ser consolidada consiste na manipulação individual – e não mais conjunta, à maneira da 1ª Revolução – de átomos, elétrons e fótons. “A manipulação individual deles nos levou a entender fenômenos quânticos novos”, explicou, sobre a solução que promete elevar às nuvens o volume de informação de aplicações. Segundo o diretor do CNPq, o mundo vivencia uma transição tecnológica que, se confirmada, será disruptiva.
“A computação quântica é, atualmente, o Santo Graal”, disparou, sobre a novidade que todo mundo quer conhecer.
Liderança feminina
A conversa de Freire sobre impulsos elétricos carregados de informação com os professores de Inteligência Artificial na USP e Fundação Vanzolini, Jairo de Oliveira (PhD), e de Criatividade e Inteligência Artificial para Negócios no IDP, Gilson Leal, se desenrolou paralelamente à discussão sobre os desafios enfrentados pela liderança feminina no Palco NIB, no painel “Quando elas lideram: visões transformadoras para uma nova sociedade”.
O tema ficou a cargo da reitora da Universidade de Brasília (UnB), Rozana Naves, da influenciadora Nathalia Arcuri e da atriz Cláudia Campolina.
Apesar de uma aparente igualdade de gênero entre os estudantes, Rozana reforçou que ainda há disparidades no meio acadêmico. “Os dados mostram que as mulheres são maioria na graduação e também na pós-graduação. Na UnB, temos 52% de mulheres no mestrado e 53% no doutorado, mas os números não revelam as diferenças que estão nos contextos”, observou.
“Quando olhamos para os cargos de gestão, das 26 direções de unidades acadêmicas, só nove são chefiadas por mulheres.”
O encontro, no Palco Finep, reuniu a CEO e cofundadora da ImunoTera, Luana Raposo, e a business developer da Biolinker, Luíse Lopes. Em pauta, o protagonismo feminino na biotecnologia e nas empresas baseadas em avanços científicos significativos, as deep techs, além dos desafios de transformar pesquisa acadêmica em produtos inovadores.
Fake News e a indústria
Em meio a tanta informação, o Festival Curicaca não poderia deixar de tratar de um dos grandes males sociais do momento: a desinformação. O fenômeno, afinal, também afeta o setor produtivo.
A editora-chefe da agência Lupa, Luciana Corrêa, alertou que a desinformação ultrapassa as disputas políticas e representa uma ameaça coletiva. “As consequências vão muito além de um debate entre lados. A desinformação afeta toda a sociedade”, afirmou. “As empresas precisam entrar nesse jogo, apoiar iniciativas e entender que o silêncio também tem custo”, alertou.
Na reta final do evento, o Desafio Nacional de Inovação – Festival Curicaca premiou as iniciativas vencedores do concurso promovido pela ABDI voltado ao enfrentamento de desafios produtivos e territoriais do país. Ao todo, R$ 200 mil foram distribuídos entre os projetos vencedores, divididos nas categorias Ideação (ideias em estágio inicial) e Validação (soluções já testadas). Os prêmios variaram entre R$ 5 mil, R$ 10 e R$ 15 mil.
O presidente da ABDI, Ricardo Cappelli, participou da cerimônia de premiação ressaltando a retomada da política industrial como uma oportunidade para impulsionar a inovação no país. “O Brasil voltou a ter política industrial depois de oito anos, e nosso dever é continuar fomentando iniciativas como essa para fortalecer startups e quem aposta na inovação”, afirmou.
Encerrada a programação, Jorge Aragão animou os milhares de visitantes no Palco Petrobras. O samba ecoou ao longo da noite entre as colunas da Arena BRB concluindo a jornada inovadora de cinco dias que destacou, em Brasília, a importância e o protagonismo da indústria no desenvolvimento nacional.
O Festival Curicaca
A primeira edição do Festival Curicaca — batizado em homenagem à ave símbolo do Cerrado, conhecida por anunciar mudanças no tempo — nasceu com um propósito claro: reposicionar o Distrito Federal como o epicentro da inovação industrial brasileira.
Inspirado no modelo descentralizado do evento norte-americano South by Southwest (SXSW), o festival levou conteúdos e experiências para diversos pontos da capital, promovendo uma verdadeira imersão na criatividade, tecnologia e cultura.
Com expectativa de reunir 100 mil pessoas ao longo de cinco dias, a programação incluiu circuitos de startups, experiências sensoriais, gastronomia, games, exposições e shows.
A curadoria do Festival Curicaca foi organizada em 10 trilhas de conhecimento, alinhadas às 6 missões da Nova Indústria Brasil (NIB). Na Arena BRB, os participantes encontram um ecossistema vibrante de palcos temáticos, com centenas de painéis e especialistas renomados. Cada palco foi cuidadosamente pensado para provocar reflexões estratégicas e atuais sobre os rumos do Brasil. São eles:
Palco NIB Petrobras: O palco principal do evento reuniu keynotes internacionais e debates sobre o futuro do Brasil. Estiveram presentes Mariano Gomide (VTEX) e Verena Paccola (Forbes Under 30). Os temas incluíram a estratégia da Nova Indústria Brasil, descarbonização, robótica e o potencial brasileiro no cinema e no turismo global.
Palco Futuro (Sebrae): Dedicado a explorar o impacto da revolução tecnológica no trabalho e na sociedade, contou com nomes como Samuraí Brito (Itaú) e Maria Paula (atriz e mestra em saúde mental). Inteligência artificial, novos modelos de educação e bem-estar digital estarão em pauta.
Palco Indústria (BNDES): Voltado para tecnologia, capital e narrativas que moldam o futuro industrial, com Mariana Vasconcelos (Agrosmart), Camila Achutti (Mastertech), Daniel Balaban (ONU), Nina Santos (Políticas Digitais) e Billy Nascimento (Forebrain). Fundos de impacto, mobilidade, liderança digital e combate à desinformação serão debatidos.
Palco Inovação (Finep): Espaço para cases de empresas e startups que transformam pesquisa em impacto real. Entre os participantes, Luana Raposo (Biotech) e Juliane Blainski (ManejeBem).
Palco Petrobras Cultural: Voltado à força da cultura brasileira, com shows, espetáculos e experiências que celebraram a diversidade artística e a economia criativa.
Além dos palcos, a estrutura contou com experiências imersivas para toda família, como uma cidade futurística, experimentações científicas, feiras, desafios de inovação com startups e ativações do setor produtivo de todo o Brasil.
O Festival Curicaca teve o patrocínio cultural da Petrobras por meio da Lei Rouanet e do Ministério da Cultura, além de parceiros como BNDES, Embratur, Embrapii, ABIMDE, CNI, Senai, Sebrae, CNI, Finep, Huawei, Embrapa, Universidade Católica de Brasília, IFB, UNB, P&D Brasil, Ministério da Fazenda, MEC e MDIC.
SOBRE A ABDI
A ABDI é vinculada ao MDIC/Governo Federal e atua para fortalecer a indústria nacional, impulsionando a competitividade, inovação e sustentabilidade do setor produtivo.
SERVIÇO
Data: 7 a 11 de outubro de 2025 Local: Arena BRB e outros pontos de Brasília (DF). Acesso imprensa: Portão A. Informações: www.abdi.com.br/curicaca
A cantora é destaque do encerramento do festival, que também traz The Wailers, Marina Lima, Zé Ibarra, Ana Frango Elétrico e outras de 20 atrações entre os dias 24 e 26 de outubro, no novo Espaço Cultural Minas Tênis Clube
Brasília se prepara para uma noite marcante com a cantora Céu comemorando 20 anos de carreira em um show inédito no VOA Festival 2025, que acontece de 24 a 26 de outubro, no novo Espaço Cultural Minas Tênis Clube. A artista é a grande atração da noite de encerramento do evento, que conta ainda com mais de 20 artistas, além de vila gastronômica e feira de produtos. Os ingressos estão à venda através doShotgun .
Em 2005, Céu lançou seu primeiro disco e apresentou ao mundo uma sonoridade autoral, urbana, brasileira e universal ao mesmo tempo. Duas décadas depois, ela revisita esse marco com a turnê “Céu 20 Anos”, em um espetáculo que costura passado, presente e futuro com novos arranjos e releituras que revelam outras camadas de sua arte.
Com direção musical refinada e a presença simbólica do DJ Marco, integrante da formação original da artista, o show reafirma a estética que sempre guiou Céu, unindo tradição e modernidade, orgânico e eletrônico, corpo e tecnologia. No palco, ela será acompanhada por Lucas Martins no baixo, Sthe Araujo na percussão e vocais, Leonardo Mendes na guitarra, Pedro Lacerda na bateria e Zé Ruivo nos teclados.
The Wailers, banda que reuniu Bob Marley e Peter Tosh, abre o festival com muito reggae
O VOA 2025 começa em grande estilo no dia 24, com a lendária banda jamaicana The Wailers, referência mundial do reggae e parte fundamental da história de Bob Marley, Peter Tosh e Bunny Wailer. A turnê celebra os 30 anos do álbum “Natural Mystic”, com Mitchell Brunings nos vocais e Aston Barrett Jr., filho do icônico “Familyman”, na direção musical.
O reggae brasiliense também marca a noite de abertura com Experimental Dub convidando Renato Matos, um dos pioneiros do gênero no Brasil, além de Ediá, Coletivo Jamaicana e aDJ Jungle Julia.
Marina Lima e muito mais no sábado
O sábado, 25, será marcado pelo encontro entre gerações. Marina Lima, uma das vozes mais icônicas da MPB, retorna à capital após um dos shows mais elogiados do Lollapalooza 2025, trazendo clássicos, como “Fullgás” e “Uma Noite e Meia” em mais um show de sua turnê Rota 69.
Na mesma noite, o duo paulistano Àvuà traz sua sonoridade experimental que mescla Djavan, Lenine, canto lírico e ritmos africanos, enquanto a pernambucana Academia da Berlindapromete transformar o palco em uma grande festa com sua mistura de guitarrada, brega e ritmos afro-pernambucanos.
De Brasília, Muntchako apresenta sua fusão explosiva de ritmos latinos, beats eletrônicos e guitarras psicodélicas, com participações especiais de Felipe Cordeiro e Jéssica Caitano. O sábado ainda traz Passo Largo, os DJsUMiranda, Barata, Pezão, Laine d’Olindae a orquestra carnavalesca Calango Careta.
Domingo de Céu, Zé Ibarra e Ana Frango Elétrico
No encerramento, além de Céu, o público confere ainda o show de Zé Ibarra, integrante do grupo Bala Desejo, que agora segue em carreira solo. Também sobe ao palco Ana Frango Elétrico, reconhecida por sua estética inventiva e pelos shows performáticos que mesclam poesia, humor e experimentação.
A cena local completa a programação com Choro no Eixo convidando Teresa Lopes, Gypsy Jazz com Indiana Nomma, Saci Wèrè, o Coletivo Superjazz e a maranhense Guaja, além das DJs Alira e Biba.
Também é possível comprar ingressos individuais em valor de primeiro lote, a partir de R$50 (valor de meia entrada para estudantes, idosos e jovens de baixa renda).
Muito além dos palcos
O VOA Festival segue firme em sua proposta de ser uma plataforma multicultural. Além dos shows, o público terá acesso a uma feira de economia criativa, uma vila gastronômica com chefs e produtores locais, e uma programação paralela que valoriza a diversidade cultural e a sustentabilidade.
Mantendo o compromisso com a inclusão, o VOA oferece a possibilidade da meia-entrada social mediante doação de alimentos não perecíveis ou agasalhos, que serão destinados ao projeto Instituto Barba na Rua. O festival conta ainda com cortesias limitadas para estudantes da rede pública de ensino médio e superior.
Conscientização e comunicação ambiental
Como parte de suas ações de sustentabilidade, o VOA Festival lança a campanha VoaConsciente, voltada à educação e comunicação ambiental. A ideia é incentivar o público a adotar práticas sustentáveis, como o descarte correto do lixo, a redução do consumo de materiais descartáveis e o respeito aos espaços coletivos. A campanha será divulgada em painéis informativos e sinalizações durante os três dias de evento, além de redes sociais e no site oficial, reafirmando o compromisso do festival com o meio ambiente.
Saiba mais sobre o Festival
O Voa Festival nasceu em 2023 e já trouxe a Brasília artistas como BaianaSystem, BNegão, Josyara, Mestrinho, Tássia Reis, Attooxxá e Mestre Ambrósio. Idealizado pelo produtor cultural Lucas Formiga, o Voa é realizado pela Formiga Produções e o Instituto IBRANOVA, e correalizado pela Oh! Artes. Apresentado pelo Ministério da Cultura, o projeto tem patrocínio da Empresa Gestora de Ativos – Emgea, através da Lei Rouanet.
Programação por dia: – Sexta-feira (24/10) – The Wailers, Experimental Dub convida Renato Matos, Ediá, Coletivo Jamaicana, DJ Jungle Julia – Sábado (25/10) – Marina Lima, Àvuà, Academia da Berlinda, Muntchako convida Felipe Cordeiro e Jéssica Caitano, Passolargo, DJ UMiranda, Calango Careta (intervenção), DJ Barata, DJ Pezão, DJ Laine de Olinda – Domingo (26/10) – Céu 20 Anos, Zé Ibarra, Ana Frango Elétrico, Choro no Eixo convida Teresa Lopes, Gypsy Jazz convida Indiana Nomma, Saci Wèrè, Guaja, Coletivo Super Jazz, DJ Alira, DJ Biba
Conheça os Artistas VOA 2025
The Wailers – Ícones do reggae mundial, The Wailers escreveram seu nome na história ao lado de Bob Marley, levando ao mundo canções que se tornaram hinos de amor, paz e resistência. Hoje, sob o comando de Aston Barrett Jr., filho do lendário “Familyman”, a banda mantém vivo o som que conquistou gerações. Com uma mistura irresistível de clássicos imortais e novas criações, eles seguem lotando palcos e espalhando a vibração contagiante do reggae por todos os cantos.
Marina Lima – Cantora, compositora e voz inconfundível da música brasileira, Marina Lima é um ícone que atravessa gerações com sua mistura única de MPB, pop e rock. Desde o final dos anos 1970, emplacou sucessos que marcaram época, como “Fullgás”, “A Francesa” e “Não Sei Dançar”, entrando no hall das artistas mais tocadas nas rádios nos anos 1980. Parceira frequente do irmão poeta Antônio Cícero, Marina construiu uma obra que alia lirismo, atitude e sofisticação, marcando presença nos palcos e festivais até os dias atuais.
Céu – Nascida em São Paulo, Céu é uma das vozes mais singulares da música brasileira contemporânea. Cantora, compositora e multiartista, ela constrói um universo sonoro que transita com leveza entre a MPB, o samba, o reggae, o jazz e a música eletrônica, criando pontes entre tradição e modernidade. Desde a estreia com seu álbum homônimo em 2005, já conquistou indicações ao Grammy e se apresentou em alguns dos mais prestigiados palcos do mundo. Com sua voz suave e magnética, Céu transforma cada canção em um convite, onde poesia, ritmo e emoção se encontram.
Academia da Berlinda – Formada em 2004 em Olinda, a Academia da Berlinda é um dos nomes mais inventivos da cena musical pernambucana, conhecida por sua mistura irresistível de ritmos latinos como cumbia, guaracha e merengue, com sonoridades brasileiras como carimbó, maracatu, ciranda e coco. Com uma estética vibrante e contagiante, a banda já lançou álbuns marcantes, como o homônimo “Academia da Berlinda”, “Olindance”, “Nada sem ela”, entre outros, e suas músicas também conquistaram o cinema, integrando trilhas de filmes como O Palhaço e Tatuagem.
Ana Frango Elétrico – Diretamente do Rio de Janeiro, Ana Frango Elétrico é uma cantora, compositora, produtora e artista visual que vem redefinindo a nova MPB com sua mistura ousada de pop, rock, jazz e poesia. Desde o álbum de estreia “Mormaço Queima”, em 2018, ela chamou atenção pela inventividade, consolidada no ano seguinte com “Little Electric Chicken Heart”, que foi indicado ao Grammy Latino. Suas músicas transitam entre delicadeza e irreverência, criando um universo autoral único que já conquistou crítica e público no Brasil e fora dele.
Àvuà – Formado por Bruna Black e Jota.pê, o duo paulistano Àvuà nasceu em 2019 com o single “Conte Comigo” e rapidamente se destacou pela mistura de influências que vão de Djavan e Lenine ao canto lírico e ritmos africanos. Com vozes marcantes e composições que exaltam o afeto como potência transformadora, foram indicados ao Grammy Latino em 2021 por sua participação na coletânea “Onze: Canções Inéditas de Adoniran Barbosa”. Em 2022 o duo lançou seu álbum de estreia, “Percorrer em Nós”, e desde então seguem percorrendo cidades do Brasil e da Europa com a turnê do disco.
Zé Ibarra – Zé Ibarra é cantor, compositor, arranjador e multi-instrumentista que transita com maestria entre a MPB, o jazz, o pop e outras experimentações sonoras. Revelado como vocalista e pianista da banda Dônica, com a qual venceu o Prêmio da Música Brasileira, também integra o Bala Desejo, grupo vencedor do Grammy Latino. Em sua trajetória, já dividiu o palco e o estúdio com mestres como Milton Nascimento e Gal Costa. Em 2023 lançou seu primeiro trabalho solo, “Marquês, 256”, que traz oito faixas em voz e violão, e mais recentemente o álbum “AFIM”, revelando uma faceta mais intensa de sua música.
Experimental Dub – A banda, formada por Bruno Portella, Dudulino, Raoni Barros e Raiff Barchini, mergulha nos clássicos da música jamaicana para criar uma versão que mistura uma linguagem moderna e psicodélica. Com linhas de baixo pulsantes, batidas hipnóticas e efeitos ao vivo, o grupo transforma cada show em uma experiência intensa e imersiva, marcada pelo improviso orgânico e pela liberdade criativa.
Renato Matos – Cantor, compositor, multi-instrumentista e artista plástico, Renato Matos nasceu em Salvador e escolheu Brasília como sua casa artística. Foi o primeiro a subir ao palco do lendário Concerto Cabeças, em 1977, marco da cena musical da capital. Considerado o pai do reggae candango, construiu uma trajetória que o levou da França aos Estados Unidos, e deixou sua marca em discos solo, parcerias e gravações de artistas como Cássia Eller, Leo Jaime e Natiruts.
Muntchako – Muntchako é o encontro explosivo formado por Macaxeira Acioli, Samuel Mota e Rodrigo Barata, três mestres da arte dançante que transformam o palco em uma grande pista de celebração. Misturando beats eletrônicos, synths, guitarras e tambores orgânicos, o trio atravessa fronteiras sonoras com influências que vão da América Latina à África, da Jamaica à Amazônia. Com uma identidade que une pesquisa, ancestralidade e experimentação, o grupo lançou recentemente o single “Galinha d’Angola”, reafirmando seu som sem rótulos e sem limites.
Felipe Cordeiro – Felipe é a cara do Pop Tropical, numa mistura irresistível de guitarrada, carimbó, cúmbia, lambada, brega e pop contemporâneo. Nascido e criado em Belém, o cantor, compositor, guitarrista e produtor imprime em sua música a energia e as cores da Amazônia, transformando cada show em uma grande celebração dançante. Com colaborações que vão de Arnaldo Antunes a Dona Onete e Chico César, ele constrói pontes entre tradição e modernidade, mostrando que a música paraense é, ao mesmo tempo, ancestral e pop.
Jéssica Caitano – Cantora, compositora e poeta pernambucana, Jéssica Caitano mistura a força do repente e do coco de roda do Sertão do Pajeú com beats eletrônicos, rap e ritmos afro-brasileiros. Mulher sertaneja e LGBTQIAP+, ela imprime em sua música um flow potente, político e enraizado na tradição, ao mesmo tempo em que dialoga com sonoridades universais. Já levou sua musicalidade a palcos no Brasil e no exterior, como no Festival Maré, na Espanha, em 2021, e em parcerias com nomes como o grupo paulistano Bixiga 70.
Saci Wèrè – Saci Weré é a cara da mistura cultural de Brasília. A banda une afrobeat, salsa, ska, batidas eletrônicas e influências que vão do soul e do funk ao baião e jazz, criando um som quente e dançante, marcado pelo improviso e pela energia coletiva. Formado por Abacate Alan, Amanda Machado, Christofer Barea, Danilson Oliveira, Fernando Mazoni e Gui Campos, o grupo já passou por palcos como o WebFestValda, Cena Contemporânea e Festival da Lagoa, além de conquistar prêmios no Festival de Música da Nacional FM.
Calango Careta – Criado em 2015, o Calango Careta é um bloco de rua de Brasília que transforma as entrequadras da cidade em palco para música, dança e arte circense quase sempre no período de carnaval. Com uma orquestra formada por dezenas de músicos de sopro e percussão, o cortejo traz pernas de pau, fantasias coloridas e composições próprias que fogem do samba tradicional. Inspirado no lagarto do Cerrado, o bloco mantém o espírito livre e espontâneo, com o local de saída sempre revelado na última hora, reunindo milhares de foliões para celebrar a cidade com música e alegria.
Gypsy Jazz Club – Brasiliense por origem e cigano por essência, o Gypsy Jazz Club mergulha no universo do jazz manouche, mesclando a tradição com a alma da música brasileira. Formado pelo quarteto Victor Angeleas, Eduardo Souza, Pedro Vasconcellos e Igor Diniz, o grupo transita entre composições próprias e releituras de nomes como Ary Barroso e Pixinguinha, entre outros. Recentemente, o grupo lançou o álbum “Outros Rolês”, que ousa unir gypsy jazz e música eletrônica, abrindo caminhos para novas sonoridades.
Indiana Nomma – Indiana Nomma é uma voz potente que transita com naturalidade entre o jazz e a música latino-americana, unindo sofisticação e emoção em cada interpretação. Nascida em Honduras, filha de pais brasileiros exilados, cresceu entre México, Portugal, Nicarágua, Alemanha e Brasília, absorvendo influências culturais que moldaram seu estilo singular. Com seis álbuns lançados desde 2015, já se apresentou em palcos prestigiados como o Carnegie Hall e dividiu microfones com nomes como Milton Nascimento, Daniela Mercury e Leny Andrade. Radicada no Rio de Janeiro, leva ao público shows marcantes, seja revisitando Mercedes Sosa ou explorando novos caminhos musicais.
Choro Livre – Filho musical do tradicional Clube do Choro de Brasília, o Choro Livre combina fidelidade à raiz com liberdade criativa, renovando o gênero sem perder sua essência. Fundado nos anos 1980 por Reco do Bandolim, o grupo já dividiu o palco com lendas como Nelson Cavaquinho, Hermeto Pascoal, Dona Ivone Lara e Paulinho da Viola, e levou o som brasileiro a festivais na Europa, Ásia, África e Américas. Formado por Reco do Bandolim, Henrique Neto, George Costa, Marcio Marinho e Valério Xavier, é presença marcante em eventos oficiais e culturais na capital federal.
Teresa Lopes – Teresa Lopes é uma das vozes mais marcantes do samba brasiliense, unindo potência vocal, pesquisa de repertório refinada e raízes afro-brasileiras. Ao longo de 17 anos de carreira, já dividiu o palco com nomes como Almir Guineto, Fundo de Quintal e Fabiana Cozza, e levou seu canto a palcos internacionais em Portugal, Holanda e Noruega, reafirmando o samba como expressão viva da cultura negra.
Ediá – Filha da Amazônia e radicada no DF, Ediá carrega na voz e no corpo as memórias afroindígenas que a moldam. Multiartista, compositora e dançarina, ela tece narrativas que atravessam a música, a produção cultural e a luta por acesso à arte. Suas letras, intensas e cortantes, já ecoaram em festivais como Favela Sounds, Meskla e Sofar Sounds.
Passo Largo – Formado em 2011 por Marcus Moraes, Vavá Afiouni e Thiago Cunha, três nomes de peso da música brasiliense, o Passo Largo faz do rock instrumental seu ponto de partida para uma viagem sonora sem fronteiras. Misturando virtuosismo e criatividade, o trio costura influências que vão do jazz e blues ao country e à música brasileira, com releituras ousadas e composições próprias.
Guaja – Guaja é artista indígena travesti, maranhense da nação Guajajara e uma das vozes mais vibrantes da cena cultural de Brasília. Sua arte une canto, performance e poesia em apresentações que são verdadeiros rituais de força, ancestralidade e liberdade. Filha da mata e das palavras, Guaja transforma o palco em território vivo, onde mistura música autoral, poesia falada e intervenções performáticas. Em cada gesto e verso, ecoam as memórias de seu povo e a urgência do presente, afirmando a artista como uma das expressões mais originais e potentes da nova geração.
Coletivo Superjazz – Fundado em 2004, o Coletivo Superjazz é pioneiro no Brasil como a primeira festa dedicada ao Nujazz, unindo o melhor da discotecagem com a performance ao vivo de músicos convidados. Suas apresentações são verdadeiras celebrações musicais, onde a energia do DJ se mistura com o virtuosismo dos instrumentistas, criando uma fusão vibrante entre os ritmos afro-brasileiros e o jazz eletrônico. Com essa combinação única, o coletivo mantém viva a inovação e a festa em cada show, encantando públicos de diferentes gerações.
DJ Barata – Rodrigo Barata é DJ, baterista, produtor e fundador do Coletivo Criolina, referência cultural desde 2005. Com passagens por bandas como Móveis Coloniais de Acaju e Muntchako, já se apresentou em turnês pela Europa, América Latina e Oceania, se consolidando como um dos nomes mais ativos da cena independente do DF.
DJ UMiranda – UMiranda é um DJ open format com forte ligação à música preta, à qual dedica seus estudos e pesquisa. Já se apresentou em grandes casas e festas pelo Brasil, abrindo shows de nomes como Emicida, BK, Iza, Djonga, Flora Matos e Rael. Seus sets transitam entre afrobeats, hip hop, R&B e brasilidades, sempre marcados por técnica apurada, fluidez sonora e presença de palco.
DJ Pezão – Tiago Pezão, mais conhecido como DJ Pezão atua como DJ, produtor e é um dos idealizadores do projeto Criolina, referência cultural em Brasília há quase duas décadas. Com sets que cruzam brasilidades, latinidades e sonoridades globais, desde as raízes ao eletrônico, conduz pistas diversas com emoção, swingue e versatilidade. Também assina trabalhos autorais em singles e EPs como “Eu Escolho Deus Ritmada”, “Tropa de Jesus” e “Tô Light, Tô Suave”.
DJ Laine D’Olinda – Nascida em Olinda e radicada em Brasília há dez anos, Laine é pesquisadora musical e referência nas pistas com sets que cruzam brasilidades, latinidades e sons globais. Já se apresentou em diversos festivais, além de dividir palco com nomes como Otto, Mariana Aydar e Francisco El Hombre. Produtora dos bailes Brega BsB e Forrobodó Pernambucano, ela é presença marcante na cena cultural do DF.
Obras de artistas brasileiros e internacionais serão apresentadas em espaços de mídia out-of-home em diversas capitais do país; a ação é parte da programação do Ano Cultural Brasil/Reino Unido 2025-26
Uma das maiores exposições de arte pública do mundo chega ao Brasil. Sob o tema “Não é fácil ser verde”, o projeto The Gallery traz obras de 16 artistas do Brasil, do Reino Unido e de outros sete países a centenas de painéis e telas de publicidade digitais espalhadas por São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Brasília, Fortaleza, Manaus, Porto Alegre e Belém, sede da COP30, além de Londres, Margate, Dorking, Manchester, Edimburgo, Belfast, Inverness, Newcastle, Liverpool, Bristol, Exeter, Bournemouth, Cornwall e outras regiões no Reino Unido.
Ao ocupar espaços públicos originalmente dedicados à publicidade, a mostra provoca uma reflexão coletiva sobre a crise climática. The Gallery leva a arte para os lugares onde as pessoas vivem, trabalham e circulam diariamente, transformando ruas e avenidas em museus sem paredes, convidando milhões de pessoas a refletirem sobre responsabilidade social e ambiental.
A exposição poderá ser vista pelo público brasileiro de 14 de outubro a 18 de novembro e faz parte do Ano Cultural Brasil/Reino Unido 2025-26, promovido pelo British Council, organização internacional do Reino Unido para relações culturais e educacionais, em parceria com o Instituto Guimarães Rosa, o órgão de diplomacia cultural e educacional do governo brasileiro. A mostra britânica se iniciou em 7 de outubro e as obras ficarão disponíveis em espaços públicos de mais de 13 cidades até 4 de novembro.
The Gallery apresenta obras de Ackroyd & Harvey (Reino Unido), Ed Hawkins (Reino Unido), Hayden Kays (Reino Unido), Thiago Rocha Pitta (Brasil), Yinka Shonibare CBE RA (Reino Unido), Arnolt Smead (Holanda/Reino Unido), Uýra Sodoma (Brasil), Hannah Starkey (Reino Unido), Olinda Tupinambá (Brasil), Justin Brice Guariglia (EUA), Muhammad Amdad Hossain (Bangladesh), Chris Jordan (EUA), Deepak Kathait (Índia), The Krank (Grécia), Venâncio Evensen Ulombe (Angola) e Vanessa Wagneur (Bélgica). As obras transitam entre fotografia, performance, escultura, land art e visualização de dados, oferecendo múltiplas perspectivas sobre a emergência climática.
“O Ano Cultural Brasil/Reino Unido é uma celebração do processo criativo que olha para como a cultura é desenvolvida, compartilhada e vivenciada pelas pessoas em todos os lugares. Poucos projetos traduzem tão bem a ideia de que a arte é para todos quanto The Gallery. Após seu sucesso no Reino Unido, agora é a vez do Brasil”, afirma Tom Birtwistle, Diretor do British Council no Brasil. “É inspirador saber que milhões de pessoas, em centenas de locais no Brasil e Reino Unido, terão a oportunidade de refletir coletivamente sobre um tema tão importante quanto a crise climática, motivadas pelo poder da arte pública”, completa.
A curadoria é de Bakul Patki, que destaca a diversidade das respostas artísticas ao tema: “Seja por meio da raiva, resiliência, ironia ou tristeza, cada obra oferece uma perspectiva distinta sobre esse desafio complexo e global. Estou animada e energizada por ver essas criações ganhando o mundo, ocupando o espaço público que lhes pertence, despertando conversas e provocando reflexões nos lugares do dia a dia”.
Serviço:
● Exposição: The Gallery – Ano Cultural Brasil/Reino Unido 2025–26
● Datas: 14 de outubro a 18 de novembro de 2025 (Brasil) | 7 de outubro a 3 de novembro de 2025 (Reino Unido)
● Locais: painéis e telas digitais em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre, Salvador, Fortaleza, Manaus, e Belém.
Evento nos dias 10 a 12 de outubro reúne corridas oficiais, kart rental e atrações para toda a família no Kartódromo Ayrton Senna
Prestes a encerrar sua temporada na capital federal, o Brasília Kart Series (BKS) 2025 retorna ao Kartódromo Ayrton Senna, no Guará, para disputar as 7ª e 8ª etapas – as últimas do campeonato. A programação promete um fim de semana de muita velocidade, competições acirradas e entretenimento para todas as idades. Entre 10 e 12 de outubro, pilotos de diferentes categorias aceleram nas pistas, enquanto o público aproveita o kart rental, experiências interativas, treinos livres e atividades gratuitas.
Organizado pela Federação de Automobilismo do Distrito Federal (FADF), com apoio da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) e da Secretaria de Esporte e Lazer do DF, o BKS mantém seu formato itinerante e acessível, consolidando-se como uma plataforma de formação de novos talentos e diversão para toda a família.
No fim de semana, os pilotos terão direito a dois treinos livres na sexta-feira, sendo o terceiro treino opcional mediante taxa. As competições seguem até domingo, com destaque para as premiações que marcam o encerramento da temporada:
Sábado (11/10): realização completa da 7ª etapa, seguida da premiação.
Domingo (12/10): realização completa da 8ª etapa, com entrega de troféus da prova e, na sequência, a premiação dos campeões do BKS 2025.
As disputas incluem tomadas de tempo, baterias oficiais e categorias como Mirim/Cadete, F4 Junior/Novatos, F4 Graduado/Sênior, F4 GSS/60+ e 125 Todas, garantindo emoção do início ao fim.
As atividades também incluem simuladores de corrida, área de alimentação e espaço coberto, reforçando o compromisso do BKS com segurança, acessibilidade e entretenimento.
“O Brasília Kart Series não é apenas competição; é diversão, aprendizado e emoção para pilotos e público. No Guará, cada curva promete acelerar o coração de quem estiver nas pistas e nas arquibancadas”, ressalta Renato Constantino, presidente da FADF.
Serviço – 7ª e 8ª etapas BKS Local: Kartódromo Ayrton Senna – Guará, DF Datas: 10 a 12 de outubro de 2025 Entrada gratuita
Prédio do CCBB Brasília com a logo comemorativa dos 25 anos. | Crédito: Divulgação/CCBB Brasília
Outubro chegou cheio de atrações no Centro Cultural Banco do Brasil para celebrar ¼ de século de arte e cultura.
Destaque para o final de semana do dia 12, quando o CCBB completa 25 anos de encontros, experiências e memórias no Distrito Federal.
No dia 12 de outubro de 2025, o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília completa 25 anos de histórias: assim mesmo, no plural, pois cada uma delas carrega marcas de encontros, experiências e memórias, relacionadas a arte, cultura e afeto. Para celebrar esses momentos, foi preparada uma programação especial, que reforça os laços, a serem compartilhados tanto presencialmente, no CCBB, quanto nas redes sociais: site www.bb.com.br/cultura e perfis @ccbbbrasilia (Instagram e Facebook) e @ccbbcultura (TikTok).
Reconhecido como um dos principais centros difusores de arte, cultura e conhecimento do Planalto Central, o CCBBBrasília abraça o público por meio de diferentes atrações,numa representação da diversidade artística do país e do mundo. Na programação, conta com exposições de artistas de renome nacional e internacional, espetáculos de teatro, de dança e performances memoráveis, filmes e mostras de cinema marcantes, shows e festivais que ficaram na memória de quem esteve presente, além das ações educativas, que criam experiências e marcam gerações: de crianças,adolescentes e adultos.
Tudo isso em um prédio projetado por Oscar Niemeyer que, assim, já nasce histórico, como um grande símbolo da arquitetura modernista da capital federal. Rodeado por um jardim projetado pela paisagista Alda Rabelo Cunha, o CCBB Brasília se tornou um espaço de convivência, criação, trocas, memórias e pertencimento, ocupando um lugar especial no coração dos visitantes.
O CCBB Brasília não está só em 12 de outubro, pois sopra velinhas junto com dois grandes parceiros: o próprio Banco do Brasil, que celebra 217 anos, e o CCBB Rio de Janeiro, que há 36 anos também cria memórias.
25 anos de arte e cultura
Os aniversários do CCBB Brasília e do Banco do Brasil, além do Dia das Crianças, serão celebrados com festa no sábado,11, e domingo, 12 de outubro. Confira:
Nesses dias, o MID – Movimento Internacional de Dança e o programa educativo Rolê Cultural apresentam uma programação especial, com oficinas de danças, jogos lúdicos e brincadeiras para toda a família.
Pelo MID, destaque para: Batalha All Style, dia 11, às 16h, e dia 12, às 13h; Palco Aberto, dia 11, às 20h; aulas de dança para crianças, dia 12, das 11h às 16h; e Bebê Groove, dia 12,em duas sessões, primeiro às 16h e, depois, às 17h30.
Já o programa educativo Rolê Cultural traz para o CCBB Brasília, no dia 12, o Dia de Rolê, com destaque para Liga Lúdica: Jogos do Mundo, um espaço com diferentes opções de jogos educativos, de graça e para toda a família, de 11h às 17h. A diversão é garantida.
No grande dia, domingo, 12, a partir das 18h30, no Vão Central do CCBB, presença marcante do Samba da Passarinha. Produzido e protagonizado por mulheres, Samba da Passarinha celebra, com leveza, a música da nossa terra, com uma abordagem que valoriza a liberdade. Integram a banda instrumentistas de referência do Distrito Federal, como Ane Êoketu, Any Lopes, Bruna Tassy, Irene Egler, Ju Rodrigues, Mariana Sardinha e Yara Alvarenga.
Também haverá ponto de doação de brinquedos disponível,para quem quiser contribuir com a campanha solidária, lembrando que quem trouxer ganhará um brinde especial. No Dia das Crianças e do aniversário do CCBB, a doação vai tornar fácil de presentear e, ainda, levar alegria para alguém em uma ação voluntária.
Toda a programação é gratuita. Em breve, mais novidadespara celebrar a data.
Movimento Internacional de Dança
Durante o mês, a programação do CCBB Brasília continua rica, cheia de ações para todo o público. Retire os ingressos, coloque na agenda e venha para o CCBB:
De 2 a 19 de outubro, o CCBB recebe a programação do MID – Movimento Internacional de Dança, que apresenta coreografias que exaltam os corpos periféricos e as matrizes negras e africanas nas artes cênicas. São espetáculos da França, México e Brasil, com montagens do Rio de Janeiro, Ceará e, especialmente, do Distrito Federal, que falam por meio da dança de temas como ancestralidade e fluidez dos corpos em movimento. Destaques para os espetáculos Até Aqui Tudo Bem, Corredeira, aCORdo, Zona Franca e LasRazones de mi Cuerp@. Mais informações no site do CCBB na página: https://ccbb.com.br/brasilia/
Velocidade
No final do mês, 30 de outubro, estreia o espetáculo Velocidade, um manifesto contra a pressa, a urgência da vida cotidiana e a obsessão pelo futuro. A peça questiona o ritmo da contemporaneidade e propõe uma outra relação com o tempo. A proposta, dessa forma, é repensar a efemeridade da vida: a forma breve como as coisas surgem, acontecem e se encerram – e como elas podem ser eternizadas. Idealizado pelo grupo mineiro Quatroloscinco, o espetáculo terá sessões de quinta a domingo, de 30 de outubro a 16 de novembro. Mais informações no site do CCBB na página: https://ccbb.com.br/brasilia/
Mestras do Macabro
No clima do halloween, comemorado mundialmente em 31 de outubro, neste mês as bruxas estão à solta também no CCBB Brasília, com a mostra Mestras do Macabro: As Cineastas do Horror ao Redor do Mundo. Com curadoria de Beatriz Saldanha, a mostra fica em cartaz de 14 de outubro a 2 de novembro. A programação inclui a exibição de filmes como O Cemitério Maldito, Garota Infernal, Grave, O Babadook, Psicopata Americano e outros, além de sessões comentadas, debates e o curso As Cineastas do Horror, ministrado pela curadora da mostra. Destaque também para as sessões com recursos de acessibilidade, incluindo audiodescrição e legenda descritiva. Mais informações no site do CCBB na página: https://ccbb.com.br/brasilia/
Exposições
A programação também conta com exposições que integram afetividade, experiência imersiva e atualidade. Em cartaz no CCBB até 2 de novembro, Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará tem entrada gratuita, de terça a domingo, com entrada das 9h às 20h40, nas galerias 3, 5 e Pavilhão de Vidro. Outra exposição em cartaz é Antonio Obá – Finca-Pé: Estórias da terra, até 23 de novembro, também de terça a domingo, das 9h às 20h40, nas galerias 1 e 2. Por fim, destaque para a Coleção de Arte Banco do Brasil, exposição permanente, aberta de terça a domingo, de 9h às 20h40, também na Galeria 5. Mais informações no site do CCBB na página: https://ccbb.com.br/brasilia/programacao/vetores-vertentes-fotografas-do-para/ | https://ccbb.com.br/brasilia/programacao/antonio-oba-finca-pe-estorias-da-terra/
Rolê Cultural
Durante todo o mês, o Rolê Cultural oferece uma programação educativa e sensorial voltada para públicos diversos, com destaque para: Rolê com LIBRAS (aos sábados); História contada para bebês – A Aventura do Boi Bumbá;Oficina sensorial para bebês – Ritmos do Norte; Visita-espetáculo – Uma Coleção de Arte Brasileira; Rolê Espontâneo (terça a domingo); Oficina Costurar o Afeto; Oficina Pintura em Movimento (Stop Motion); Rolê Temático – Territórios e Afetos; História contada – Histórias de Norte a Sul; Oficina de desenho e Espaço Conexão. Mais informações no site do CCBB na página: https://ccbb.com.br/brasilia/programacao/role-cultural-educativo-ccbb/
Promoção Ourocard
No aniversário do CCBB Brasília, o público ganha presente. Por isso, entre os dias 11 e 19 de outubro, a loja Mão Brasileira, espaço com diversos artigos e presentes dentro do Centro Cultural, comemora a data com descontos exclusivos em seu portifólio, com preços a partir de R$ 25,00. Destaque para peças como: Aquarela Botânica, Boneco Candanguinho e Anéis de Jarina. Além do desconto, os pagamentos desses itens que forem realizados com o cartão Ourocard do Banco do Brasil terão 50% de desconto.
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem como objetivo reunir, em um só lugar, arte e criatividade. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de conivência, galerias, salas de cinema e teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo público espontâneo, estudantes de escolas públicas, particulares e universitários, por meio de visitas mediadas e agendadas. Em 2022, se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Sobre o Banco do Brasil
O Banco do Brasil é a primeira empresa do Brasil, criada com o CNPJ de final 001 em 12 de outubro de 1808. De lá até aqui, passou por diferentes tempos e movimentos, até chegar a 2025 como uma empresa sólida, consolidada e, especialmente, próxima de cada pessoa. Tanto é que o propósito do BB, que sintetiza em uma única frase aquilo que mais importa para a instituição, é exatamente este: “Ser próximo e relevante na vida das pessoas em todos os momentos”.
Para isso, a empresa tem critérios que são amplamente difundidos entre todos seus funcionários, fornecedores e demais parceiros, que envolvem os temas proximidade, eficiência, inovação, compromisso com a sociedade, integridade e diversidade. Além disso, investe continuamente em áreas relevantes para o público, com destaque para a cultura, o esporte, a sustentabilidade e a tecnologia – territórios da marca Banco do Brasil.
Acessibilidade
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional.
O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta no vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. Mais informações em: https://ccbb.com.br/brasilia/servicos/
Horário da van – De quinta-feira a domingo:
Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h.
O que acontece quando o movimento das ruas encontra o olhar atento de quem fotografa? A resposta pode estar em “Quando a Rua Vira Retrato: instantes, poses e poéticas fotográficas”, primeiro encontro sobre fotografia idealizado pela fotógrafa Marilu Cerqueira.
Marcado para o dia 14 de outubro de 2025, às 15h, no auditório 2 do Museu Nacional da República, Brasília, o evento propõe uma imersão no universo do Retrato (Portrait) e da Fotografia de Rua (Street photography). Para essa conversa, Marilu convida a fotógrafa Zuleika de Souza, com quem dividirá a roda e o olhar.
Juntas, elas apresentarão seus portfólios e compartilharão as histórias por trás de cada imagem — narrativas visuais que transitam entre o espontâneo e o posado, o cotidiano e o extraordinário. Sensibilidade, luz, composição e o instante exato do clique entram em pauta em uma conversa que promete revelar o que não se vê à primeira vista.
Aberto ao público, o encontro é especialmente voltado a estudantes, fotógrafos, artistas visuais, designers, editores, comunicólogos e poetas — mas acolhe todos que se interessam pela arte de ver e registrar o mundo.
Serviço:
Quando a Rua Vira Retrato: instantes, poses e poéticas fotográficas Quando: 14 de outubro de 2025 (terça-feira), das 15h às 17h15m. Onde: Museu Nacional de Brasília – Auditório 2 (Térreo) Entrada: Gratuita Classificação indicativa: Livre
Este projeto recebeu apoio do Programa Conexão Cultura DF
Marilu Cerqueira
Marilu é artista visual e desenvolve trabalhos em fotografia, filme, instalações e assemblagens. Suas obras já foram exibidas em instituições de destaque, como o Museu Nacional da República, em Brasília, a Universidade de Brasília e a Chapelle St-Vérédème, em Pujaut, França. Participou de mostras coletivas no Rio de Janeiro, Brasília e Arles (França), tendo obras integradas a coleções públicas e privadas. Sua pesquisa fotográfica aborda temas ligados às interações humanas – com foco na gestualidade, no retrato (Portrait) e nos movimentos sociais e culturais. Paralelamente à sua prática artística, atua em cooperação internacional, tendo colaborado em projetos para agências das Nações Unidas.
Marilu é bacharel em Comunicação Social, licenciada em Artes Visuais e mestre em Design.
01- Título: Abacaxi, ano 2016, Campo de refugiados na Republica Centro africana
02- Título: s/titulo, ano 2012, Haiti
03- Título: Cuica, ano 1997, Carnaval, Rio de Janeiro
04- Título: s/título, ano 2005, Povos Kalunga, Chapada dos veadeiros, GO
05- Título: s/título, ano 2016, Lamu, Quênia, África
06- Título: Senhor Raoni, ano 2023, Manifestação Povos Indígenas, Brasília.
Zuleika de Souza
Nasceu em Brasília, em 1963. Repórter fotográfica desde 1982, trabalhou para grandes jornais e revistas brasileiras.
No Correio Braziliense, viveu sua trajetória mais longa: foi repórter fotográfica por 25 anos.
Brasiliense de origem e de vida, sempre manteve um diálogo profundo com sua cidade. Ao longo de 43 anos de carreira, dedicou-se a documentar Brasília, seu povo, seus artistas e personagens históricos. Participou de mais de duas dezenas de exposições.
Sua fotografia tem forte ligação com o urbanismo, a paisagem e a vida cotidiana da capital. Zuleika foge da visão estritamente arquitetônica e monumental da cidade planejada, preferindo revelar a arquitetura popular, as reconstruções, o inesperado e o não previsto.
Atualmente, realiza curadorias, ministra cursos de fotografia e desenvolve projetos pessoais no ateliê Plano Imaginário. Também é curadora do Festival de Fotojornalismo de Brasília e, junto com André Santangelo, Dalton Camargos e Nick ElMoor, fundou a editora Zebrinha Livros, responsável pela publicação da revista ZL, dedicada à fotografia brasiliense.
Festival de cerveja artesanal no Estacionamento 7 do Parque da Cidade celebra a cultura alemã com gastronomia, música e lazer gratuito para toda a família nos dias 18 e 19 de outubro
Brasília vai virar um pedacinho da Alemanha! Após o sucesso em edições anteriores, o Fest Cerva Ao Quadrado retorna ao Estacionamento 7 do Parque da Cidade em grande estilo. Nos dias 18 e 19 de outubro, o Movimento Cerva ao Quadrado – Associação das Cervejarias Artesanais de Brasília – reúne 15 cervejarias artesanais associadas e oferece ao público o que há de melhor na produção cervejeira artesanal do Brasil.
Reunindo mais de 100 rótulos produzidos no DF, o evento conta com extensa programação cultural que inclui competições de chope em metro, concurso de fantasias, gastronomia típica alemã e atrações musicais nos dois dias de festa. “Esta edição do Fest Cerva ao Quadrado é mais do que um festival de cerveja: é um encontro da cultura artesanal com a tradição da Oktoberfest, valorizando a cena cervejeira brasiliense e proporcionando uma experiência única para o público”, destaca Marcelo Naves, diretor de comunicação da Associação.
Reunindo mais de 100 rótulos produzidos no DF, o evento conta com extensa programação cultural que inclui competições de chope em metro, concurso de fantasias, gastronomia típica alemã e atrações musicais nos dois dias de festa. “Esta edição do Fest Cerva ao Quadrado é mais do que um festival de cerveja: é um encontro da cultura artesanal com a tradição da Oktoberfest, valorizando a cena cervejeira brasiliense e proporcionando uma experiência única para o público”, destaca Marcelo Naves, diretor de comunicação da Associação.Cerveja, comida e diversão no melhor estilo Oktoberfest
Trazendo a temática do Oktoberfest, mas reforçando a diversidade e a brasilidade do evento, o público poderá curtir um fim de semana em clima de descontração total ao som do DJ Luciano , Banda Max e Banda Celebration, que garantem a trilha sonora mesclando o que há de melhor entre a música brasileira e a alemã. Para completar a experiência, o espaço gastronômico contará com opções variadas, com foco em sabores alemães como o autêntico eisbein e combinações ideais para quem quer comer bem enquanto degusta uma boa cerveja artesanal.
Além disso, no sábado, os entusiastas da cerveja artesanal também poderão assistir ao vivo a brassagem aberta, onde o alemão radicado em Brasília, Andreas Nagl vai ensinar o público a produzir a sua própria cerveja. A iniciativa é uma parceria com a Candango Brau, empresa de Andreas e parceiro fornecedor de insumos das cervejarias associadas ao movimento Cerva ao Quadrado e também responsável pela formação de cervejeiros caseiros da cidade.
“Nosso objetivo é desmistificar a cerveja artesanal. Somos fornecedores de insumos aqui do DF e fornecemos ingredientes tanto para produtores caseiros como para fábricas da região. A Brassagem Aberta é uma ótima oportunidade para o grande público conhecer um pouco mais sobre o processo e, quem sabe, se animar a produzir a sua própria cerveja”, comenta Andreas Nagl, CEO da Candango Brau.
Espaço para todos
Pensando em acolher diferentes perfis de público, o evento contará novamente com estrutura family e pet friendly, incluindo brinquedoteca para crianças, áreas de convivência, sombra e segurança: tudo para garantir que todos se sintam à vontade, dos cervejeiros mais experientes às famílias em busca de lazer de qualidade.
Um movimento que vai além do copo
O Cerva ao Quadrado Fest é uma iniciativa da Associação Cerva ao Quadrado, que reúne produtores de cerveja artesanal do Distrito Federal com o objetivo de fortalecer o setor, gerar oportunidades econômicas e culturais e consolidar Brasília como um dos polos cervejeiros mais relevantes do Brasil. O festival é parte desse esforço contínuo de valorização da produção local e da ocupação qualificada do espaço urbano, mostrando que a cerveja artesanal também pode ser instrumento de cultura, turismo e cidadania.
SERVIÇO Fest Cerva ao Quadrado – Edição Oktoberfest Local: Estacionamento 7 – Parque da Cidade – Brasília (DF). Data: 18 e 19 de outubro de 2025. Horário: das 12h às 21h. Entrada gratuita Cervejarias artesanais do DF Brinquedoteca, espaço pet friendly
Capital do país será o palco do mais novo evento nacional dedicado à inovação e tecnologia com sustentabilidade na indústria do país
O futuro chegou a Brasília. Inspirado no modelo do americano South by Southwest (SXSW), o Festival Internacional sobre Tecnologia e Sustentabilidade na Indústria – o Festival Curicaca – ocorrerá de 7 a 11 de outubro espalhado do estádio Arena BRB a outros pontos da capital federal. Gratuito e apresentado pelo Ministério da Cultura e Petrobras através de Lei de Incentivo Cultural, o evento ferverá com previsão de receber 100 mil pessoas e já confirma nomes como Itamar Vieira Junior, Edward Chen (Huawei), Mariano Gomide (VTEX), Kondzilla, Nathalia Arcuri (Me Poupe), Verena Paccola (Forbes Under 30), Mariana Vasconcelos (Agrosmart), além de shows de Olodum, Vanessa da Mata, Jorge Aragão, Nando Reis, Fernanda Takai, Alice Caymmi, MC Carol e MC Hariel, com agenda gastronômica apresentada pelo Restaurant Week e intensa programação cultural descentralizada na cidade.
Idealizado pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), entidade ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), e diversos parceiros do setor produtivo brasileiro nacional, o Festival terá programação extensa para conectar tecnologia, inovação, sustentabilidade e cultura, tendo como pano de fundo as 6 missões da política Nova Indústria Brasil (NIB). O “Curicaca” reunirá ativações de diversas empresas, demonstrações de tecnologia, interações imersivas e debates intensos.
O nome do festival, que homenageia uma ave típica do Cerrado e que é conhecida por anunciar mudanças no tempo quando canta, segundo crença popular, simboliza o seu propósito: ser o anúncio de uma nova era da indústria nacional, mais verde, digital, conectada e sustentável.
“O Festival Curicaca é uma oportunidade para unir conhecimento, tecnologia e vocação produtiva do país inteiro. É um espaço para pensarmos juntos soluções que integrem indústria e inovação, fortalecendo a economia e preparando a juventude para os desafios de um mundo em constante transformação. É celebrar a tecnologia e inovação como motores de desenvolvimento e pilares para um salto civilizacional”, afirma o presidente da ABDI e fundador do Festival, Ricardo Cappelli.
PALCOS, TEMAS E PALESTRANTES
A programação do Festival Curicaca é organizada em 10 trilhas de conhecimento, alinhadas às 6 missões da NIB. Dentro da Arena BRB, os participantes encontrarão um ecossistema de palcos temáticos com centenas de painéis e especialistas de destaque. Cada palco foi pensado para trazer reflexões atuais e estratégicas sobre os rumos do Brasil:
Palco NIB Petrobras: O palco principal do evento reunirá keynotes internacionais e debates sobre o futuro do Brasil. Entre os confirmados estão Mariano Gomide (VTEX) e Verena Paccola (Forbes Under 30) Os temas incluem a estratégia da Nova Indústria Brasil, descarbonização, robótica e o potencial brasileiro no cinema e no turismo global.
Palco Futuro (Sebrae): Dedicado a explorar o impacto da revolução tecnológica no trabalho e na sociedade, contará com nomes como Samuraí Brito (Itaú) e Maria Paula (atriz e mestra em saúde mental). Inteligência artificial, novos modelos de educação e bem-estar digital estarão em pauta.
Palco Indústria (BNDES): Voltado para tecnologia, capital e narrativas que moldam o futuro industrial, com Mariana Vasconcelos (Agrosmart), Camila Achutti (Mastertech), Daniel Balaban (ONU), Nina Santos (Políticas Digitais) e Billy Nascimento (Forebrain). Fundos de impacto, mobilidade, liderança digital e combate à desinformação serão debatidos.
Palco Inovação (Finep): Espaço para cases de empresas e startups que transformam pesquisa em impacto real. Entre os nomes confirmados estão Luana Raposo (Biotech) e Juliane Blainski (ManejeBem).
Palco Petrobras Cultural: Voltado à força da cultura brasileira, com shows, espetáculos e experiências que celebram a diversidade artística e a economia criativa.
Além dos palcos, a estrutura contará com experiências imersivas para toda família, como uma cidade futurística, experimentações científicas, feiras, desafios de inovação com startups e ativações do setor produtivo de todo o Brasil. A programação completa pode ser acessada em: https://curicaca.abdi.com.br/ ou no aplicativo “Festival Curicaca” – disponível em todas as lojas de app.
“Trazer a fronteira da inovação para Brasília é mostrar que a indústria brasileira pode muito mais e precisa apostar em novas tecnologias. O Curicaca é isso: um despertar de um novo tempo para a nossa indústria, que deve ser protagonista na transição para um futuro mais sustentável e competitivo”, reforça Cappelli.
O Festival Curicaca tem o patrocínio cultural da Petrobras através da Lei Rouanet e Ministério da Cultura, além de parceiros como BNDES, Embratur, Embrapii, ABIMDE, CNI, Senai, Sebrae, CNI, Finep, Huawei, Embrapa, Universidade Católica de Brasília, IFB, UNB, P&D Brasil, Ministério da Fazenda, MEC e MDIC.
“ESQUENTA CURICACA”
Antecipando a programação cultural, o “Esquenta Curicaca” começa no dia 4 e segue até 11 de outubro em diversos espaços culturais de Brasília. O line-up vai reunir artistas consagrados e novos talentos, passando por diferentes gêneros musicais. Entre os destaques estão Fernanda Takai, Odair José, Paula Lima, Leandro Sapucahy,Alice Caymmi, Ellen Oléria e MC Carol.
A programação ainda conta com a força do samba de nomes como Breno Alves (com participação de Fabiana Cozza), Samba da Tia Zélia, Sambadona, além de apresentações de grupos como As Fulô do Cerrado, 7NaRoda, Benzadeus e performances que conectam música e identidade cultural, como Jaloo, Febre90 e Dead Fish. As casas culturais que receberão a programação são: Infinu, Ordinário, Âmbar, Birosca, Teatro La Salle, Tia Zélia e Galpão 17.
TOUR GASTRONÔMICO
Em parceria com o grupo Restaurant Week, o Festival Curicaca trará também uma verdadeira homenagem ao Cerrado através de pratos que utilizam sabores da região central do Brasil. Batizado de “Tour Gastronômico Festival Curicaca”, o evento percorrerá 50 estabelecimentos da capital federal com um cardápio especial entre os dias 3 e 23 de outubro.
PATROCÍNIO CULTURAL
O Festival Esquenta Curicaca é apresentado pelo Ministério da Cultura e pela Petrobras, que há décadas desempenha um papel central como uma das maiores patrocinadoras da cultura brasileira.
SOBRE ABDI
A ABDI é vinculada ao MDIC/Governo Federal e atua para fortalecer a indústria nacional, impulsionando a competitividade, inovação e sustentabilidade do setor produtivo.
SERVIÇO
Data: 7 a 11 de outubro de 2025
Local: Estádio Arena BRB e outros pontos de Brasília (DF)
O shopping Conjunto Nacional será o palco da edição especial do PicniK, festival multicultural que celebra o Dia das Crianças em Brasília. No domingo, 12, a partir das 13h, a Praça Lúcio Costa (localizada entre o shopping e o Teatro Nacional) será ocupada pelo evento, que oferece uma programação gratuita, voltada para famílias e amantes da cultura alternativa.
Até as 23h, o festival propõe experiências que combinam música, arte, gastronomia e educação. A Área Kids garante diversão com brinquedos infláveis, pula-pula e oficinas de malabares, enquanto o Espaço Marandubinha promove rodas de leitura e biblioteca infantil. A Mini-Arena apresenta espetáculos circenses, oficinas de energia solar e ações de sustentabilidade, e o Trupé do Auto leva cortejos e oficinas de perna de pau inspiradas no cordel.
No Palco Principal, a programação musical mescla indie, psicodelia e groove brasileiro. Entre os destaques estão Marcos Valle, com repertório que atravessa bossa nova, jazz e música eletrônica; Vanguart, celebrando 22 anos de carreira; Boogarins, com passagens por festivais internacionais; e Terraplana, consolidando seu nome no cenário independente. O lounge Disco’n’Funk recebe DJs locais e a convidada especial Mary G, com sets que misturam jazz, soul, psicodelia e batidas brasileiras.
Segundo a superintendente do shopping, REnata Salino, receber o PicniK no Conjunto Nacional é motivo de alegria. “O festival valoriza a diversidade cultural, a economia criativa e a convivência entre gerações. E para o Dia das Crianças, oferecemos um espaço seguro e acolhedor para que famílias aproveitem cultura, lazer e diversão de forma única”, explica.
A pluralidade cultural é reforçada com o Motim, maior projeto de impressos independentes do Brasil, e a Salada de Letras, que destaca autores locais com obras infantis. O Vivências Empodera oferece experiências inclusivas para adolescentes e adultos neurodivergentes, enquanto a Área Indígena conecta o público aos saberes ancestrais, artesanatos e práticas culturais nativas.
O festival também oferece experiências gastronômicas, com chefs, foodtrucks e opções veganas, além de áreas de descanso, carregadores de celular, ações de sustentabilidade e acessibilidade total para pessoas com deficiência.
Serviço – PicniK Dia das Crianças 2025 Data: 12/10/2025 Horário: 13h às 23h Local: Praça Lúcio Costa (entre Conjunto Nacional e Teatro Nacional) Entrada gratuita – colaboração sugerida de 1kg de alimento em benefício da Abrace-DF. Classificação: livre Mais informações: https://www.conjuntonacional.com.br/
Shows de Negra Flow, RAPadura Xique-Chico e Dudu Nobre, além de debates com Sara Zara e Eliane Dias, estão entre os destaques da programação.
A Expo Favela Innovation Brasília 2025 já está com inscrições abertas e será realizada nos dias 11 e 12 de outubro, atrás da Biblioteca Nacional. Organizado pela Central Única das Favelas (CUFA DF) e pelo Projeto S.A, o evento chega à sua terceira edição consolidado como a maior feira de negócios do 4º setor no Distrito Federal, conectando empreendedores, investidores, artistas e o público em geral.
Na última edição, realizada em novembro de 2024, no Sesi Lab, o evento selecionou 40 expositores entre mais de 300 inscritos, contou com 20 empreendedores no Camelódromo, espaço voltado para a comercialização de produtos e marcas locais, e promoveu rodadas de negócios, mentorias, pitches de startups, mesas de debate, shows e exposições. Foram três dias intensos de atividades que reuniram aproximadamente 2 mil visitantes, reafirmando o impacto do projeto para a economia criativa e para os saberes ancestrais das periferias do DF.
O grande destaque foi o empreendimento Amandla, liderado por Dlaman Kobina e Kyas Imani, que venceu a competição de negócios com materiais educativos sobre história e cultura africana. Além de uma vaga na grande final Brasil, os vencedores ganharam bolsas de graduação na Universidade Católica de Brasília e provaram ainda como a feira é capaz de transformar ideias em oportunidades reais de crescimento.
Inscrições abertas para 2025
A edição de 2025 promete ser ainda maior e mais diversa. O evento premiará o negócio campeão com R$ 15 mil e uma vaga na grande final nacional da Expo FavelaInnovation Brasil, que reunirá representantes de todo o país.
Segundo Bruno Kesseler, presidente da CUFA DF e do Projeto S.A, a proposta é não limitar o conceito de inovação:
“A Expo não é apenas sobre startups ou tecnologia tradicional. É também sobre negócios que carregam ciência ancestral, conhecimento popular e soluções criativas que nascem nos territórios periféricos e têm enorme potencial de transformação. Queremos ampliar o alcance da feira e receber cada vez mais iniciativas diversas.”
O que esperar da 3ª edição
A programação vai reunir mesas de debates, workshops, exposições e rodadas de negócios, mantendo o formato inclusivo e interativo que já se tornou marca registrada do evento.
A programação artística deste ano também promete grandes momentos. No sábado (11), o palco recebe a potência da rapper brasiliense Negra Flow, com suas rimas afiadas sobre empoderamento feminino e críticas sociais, seguida pelo inconfundível RAPadura Xique-Chico, que mistura rap com a tradição da cultura popular brasileira em letras poéticas e marcantes.
Já no domingo (12), o encerramento será em clima de festa com o consagrado sambista Dudu Nobre, ícone do gênero e presença marcante no carnaval carioca. Além da música, a Expo também trará aos debate nomes de peso, como a influenciadora Sara Zara, que retorna pelo segundo ano consecutivo, e Eliane Dias, CEO e fundadora da produtora Boogie Naipe, responsável por impulsionar carreiras de artistas como Racionais MC’s e Mano Brown.
Ainda segundo Kesseler, “mais que uma feira, a Expo Favela Innovation Brasília é uma plataforma de visibilidade e conexão para quem empreende nas periferias, oferecendo acesso a conhecimento, parcerias estratégicas e oportunidades de crescimento”, finaliza.
O adido de defesa do Egito Ahmed Salah, foto divulgação
O 6 de outubro é uma data importante no calendário egípcio, marcando o aniversário da Gloriosa Vitória de Outubro de 1973. A celebração do seu 52º aniversário não é apenas um ato de memória histórica, mas uma reafirmação contínua do orgulho nacional, da dignidade recuperada e da grandeza das Forças Armadas Egípcias.
O discurso proferido pelo adido de defesa do Egito Ahmed Salah em Brasília, reflete a mensagem unificada da nação, destaca o profundo significado desta vitória.
Em 1973, sob a liderança do falecido Presidente Mohamed Anwar El-Sadat, as Forças Armadas egípcias não só conseguiram o feito militar de atravessar o Canal de Suez e romper a Linha Bar-Lev, como também restauraram a confiança do povo e a soberania sobre o seu território.
Este evento não é apenas um capítulo na história militar, mas um símbolo da capacidade do povo egípcio de superar o impossível.
A Lição da Geração de Outubro
A homenagem à “Geração de Outubro” e aos mártires justos é central na celebração. A sua coragem e determinação, que permitiram a recuperação da terra e da dignidade, continuam a ser um farol para as Forças Armadas atuais.
É a partir deste legado que os militares egípcios de hoje tiram a sua força para enfrentar os desafios contemporâneos.
Segurança e Estabilidade Regional
Em um cenário regional complexo, o papel das Forças Armadas estende-se da defesa territorial ao combate implacável ao terrorismo. A coesão inabalável entre o povo egípcio e os seus militares é apresentada como o pilar da segurança nacional. O Egito mantém-se “vigilante e capaz”, pronto para proteger os seus interesses e traçar “linhas vermelhas” claras contra qualquer ameaça.
No entanto, o Egito vitorioso de 1973 é também o Egito que “sempre procura alcançar a paz”. O país rejeita a busca por conflitos e ambições ilegítimas, preferindo construir “pontes de cooperação” como base sólida para o desenvolvimento.
O Egito do Amanhã:
Desenvolvimento e Liderança
O discurso faz uma ponte entre a vitória do passado e o “enorme transformação” do presente. O Egito tem investido em projetos económicos massivos, visando restaurar a sua posição de liderança na região, sempre em parceria com países irmãos e amigos. Este desenvolvimento é visto como uma manifestação da mesma determinação que levou à vitória militar.
O enfoque na cooperação internacional é um tema chave. Os desafios de segurança no Médio Oriente exigem uma ação responsável, com o objetivo de restaurar a estabilidade regional e garantir a segurança de forma abrangente. É crucial, contudo, que esta cooperação se baseie no respeito mútuo e na rejeição da “interferência nos assuntos internos” de outros estados.
A celebração do 52º aniversário da Vitória de Outubro acontece em vários países do mundo e em Brasíliaa recepção contou com cerca de 250 convidados no dia 08 de outubro, com a presença de militares brasileiros e adidos estrangeiros acreditados no Brasil, portanto, mais do que uma comemoração militar é uma declaração de princípios: a lembrança de que a força e a dignidade vêm da unidade, do sacrifício e de uma visão clara para o futuro, onde a segurança e o desenvolvimento caminham lado a lado
Em sintonia com o mês em que o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília completa 25 anos, o Rolê Cultural – Educativo CCBB realiza, nos dias 12 e 25 de outubro, dois circuitos brincantes ao ar livre. As atividades celebram o aniversário do CCBB Brasília e o Dia das Crianças e aproximam as famílias de jogos tradicionais, mesas inspiradas na arte e brincadeiras que atravessam gerações. Para participar, basta chegar e aguardar a sua vez de brincar.
Liga Lúdica – Jogos do Mundo
No dia 12 (domingo), de 11h às 17h, réplicas de jogos africanos, ameríndios e medievais feitos à mão ganham vida em uma vivência coletiva que atravessa gerações. Com a Liga Lúdica – Jogos do Mundo, as brincadeiras apresentam ao público jogos populares em diversas culturas antigas e estimulam, de forma prática e divertida, habilidades cognitivas, estratégicas e sociais.
Dia de Rolê: Jogo, Arte e Imaginação
E para quem é fã de jogos de mesa, no dia 25, de 13h às 17h, é a vez do Dia de Rolê: Jogo, Arte e Imaginação. Inspirados nas artes visuais, os jogos de mesa convidam a ler imagens, decifrar símbolos e criar caminhos. Os participantes terão a oportunidade de brincar com o Jogo das Heroínas, que homenageia Maria Felipa, Tereza de Benguela e Luiza Mahin, e propõe a criação coletiva de narrativas a partir de cartas conectadas visualmente, com personagens, objetos e símbolos que evocam a ancestralidade africana na formação do Brasil. A programação inclui ainda jogos populares, como pula-corda, peão e ioiô para transformar a área externa do CCBB em um grande quintal compartilhado, onde correr, rir, inventar estratégias e imaginar novos futuros caminham juntos.
O Rolê Cultural – CCBB Educativo é patrocinado pelo Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).
Acessibilidade A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van – De quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.
Programação:
Dia de Rolê: Jogo, Arte e Imaginação – Liga Lúdica – Jogos do Mundo
Especial do Mês das Crianças e aniversário do CCBB Brasília: um dia para toda a família com muita criatividade, brincadeira e consciência.
Liga Lúdica – Jogos do Mundo: atividade para todas as idades com réplicas de jogos antigos feitos à mão, em madeira reciclada. Jogos africanos, ameríndios e medievais, considerados patrimônio cultural, resgatam histórias de culturas ancestrais. Vivência coletiva ao ar livre. Data: Apenas no domingo (12/10), de 11h às 17h Classificação: Livre
Ponto de encontro: Área externa
Dia de Rolê: Jogo, Arte e Imaginação
Especial do Mês das Crianças e aniversário do CCBB Brasília: um dia para toda a família com muita criatividade, brincadeira e consciência.
Jogos de Mesa: inspirados na arte, com mediação de educadores. Cada partida é uma nova descoberta.
Jogo das Heroínas: Diversão com aprendizado a partir das trajetórias de Maria Felipa, Tereza de Benguela e Luiza Mahin.
Jogos Populares: Brincadeiras que atravessam gerações, como pula-corda, peão e ioiô.
Data: Apenas no sábado (25/10), de 13h às 17h Classificação: Livre
Ponto de encontro: Área externa
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília(CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizadas exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Serviço:
Rolê Cultural – Educativo do Centro Cultural Banco do Brasil
Centro Cultural Banco do Brasil – Distrito Federal
Ambiente destaca obras de artistas brasilienses e grandes nomes do design nacional.
A CASACOR Brasília 2025 está na reta final e segue aberta até o dia 12 de outubro, mas ainda dá tempo de visitar o ambiente Casa Avva, assinado pela Tramma Arquitetura para a Brasal Incorporações. O projeto reúne um lounge e uma unidade decorada do empreendimento Reserva Orla, traduzindo a proposta de unir arquitetura, design e arte em uma narrativa que valoriza tanto grandes nomes nacionais quanto artistas brasilienses.
Mais do que decoração, cada quadro, escultura ou peça de mobiliário foi escolhido para transmitir sensações e criar conexões com o visitante.
“Cada peça tem um motivo de estar ali. Misturamos obras modernistas e contemporâneas, todas com linguagem própria, capazes de transmitir autenticidade, identidade e contar uma história que conecta natureza e cidade. Queríamos que o visitante se sentisse acolhido, instigado, e que não tivesse vontade de ir embora”, explica a arquiteta Amanda Saback.
Arte como identidade
O ambiente é uma homenagem ao Lago Paranoá, um dos grandes símbolos de Brasília, e por isso traz em destaque obras de artistas ligados à cidade, como Toys Daniel, autor de quadros e esculturas que dialogam com a proposta do projeto.
“Brasília tem talentos de enorme relevância e fizemos questão de mostrar isso com muito orgulho. São artistas com produções potentes, que elevam o projeto e reforçam nossa identidade dentro da CASACOR”, explica a arquiteta Ana Luiza Veloso.
Mestres do design
A Casa Aava também reúne peças de ícones como Ricardo Fasanello, Jader Almeida, Arthur Casas, Jorge Zalszupin, Percival Lafer, Sérgio Rodrigues, Fernando Lucchesi e Alfredo Volpi, compondo um mix que valoriza diferentes tempos e estilos.
“Uma boa história sempre tem diferentes vozes. Não buscamos peças que combinassem de forma óbvia, mas que conversassem em harmonia. Esse mix é o que dá força e personalidade ao espaço”, destaca Amanda.
Curadoria cuidadosa
A seleção foi feita peça a peça, com curadoria de obras de arte feita por Valéria Pena Costa, considerando a força individual das obras e o diálogo entre elas, com materialidade e acabamentos que reforçam uma paleta neutra e confortável.
Seis dicas práticas para usar arte em casa
As inspirações da Casa Avva rendem aprendizados que podem ser aplicados em qualquer projeto:
Escolha pelo coração: a obra precisa tocar você antes de combinar com o ambiente.
Dê protagonismo: quadros e esculturas devem ocupar lugares de destaque, como paredes principais ou áreas de maior convivência.
Valorize artistas locais: incluir obras da sua cidade dá autenticidade e cria identidade cultural.
Misture estilos e épocas: modernistas e contemporâneos podem dialogar em harmonia, enriquecendo o espaço.
Use a iluminação a seu favor: luz bem direcionada realça detalhes e amplia o impacto da obra.
Evite sobrecarga: eleja peças potentes em locais estratégicos para equilibrar presença e leveza.
“A arte não é sobre combinação, é sobre conexão. Quando a pessoa sente que aquela obra a toca, ela passa a ter protagonismo dentro do projeto”, finaliza Ana Luiza Veloso.
Serviço
CASACOR Brasília 2025 Casa do Candango – Brasília/DF Até 12 de outubro de 2025
Diversidade cultural candanga é celebrada no fim de semana do Dia da Criança com shows e atividades recreativas
A Praça do Respeito, no Taguaparque, um dos parques mais icônicos do Distrito Federal, vai se transformar em um grande ponto de encontro cultural nos dias 11 e 12 de outubro. É quando acontece o Festival Candangueria, iniciativa do Instituto Expressão Cultural de Brasília (IECB), em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. A programação é gratuita e reúne música, artes visuais, exposições, brincadeiras e espaços de convivência pensados para toda a família.
O festival Candangueria nasce com o objetivo valorizar a diversidade cultural candanga, incentivar a produção artística local e aproximar a população da fotografia e das artes visuais. O espaço contará ainda com arena gamer, brinquedos infláveis e atrações para todas as idades. Para maior comodidade do público, será permitida a entrada de cooler com bebidas em lata.
Atrações musicais A programação reúne artistas que representam diferentes linguagens musicais e trajetórias da cena brasiliense. No sábado (11), sobem ao palco nomes como DJ Fagner Souza, que mistura beats eletrônicos com MPB e pop rock; o bloco Groove do Bem, que traz a força dos tambores e das manifestações afro-brasileiras ; a experiência audiovisual do projeto Disco N’ Funk, criado em Ceilândia e que promove uma viagem pela história da música dançante; e Lethal Breaks, DJ conhecido por sets que atravessam o eletrônico, groove, soul e funk.
No domingo (12), a diversidade sonora segue em destaque. A Banda Art Sublime, com mais de 20 anos de carreira, apresenta um repertório que passeia do axé à swingueira, em um show dançante e popular. O carisma de Maba, considerada a “Showoman do Brasil”, promete contagiar o público com sucessos autorais e performance versátil. Já a cantora Carol Senna, intérprete e pandeirista, leva ao palco a força feminina da música brasiliense, com repertório que atravessa MPB, bossa nova e projetos autorais
O aclamado Alberto Salgado, vencedor do Prêmio da Música Brasileira de 2017 e recém-lançado em turnês pelo Canadá e Japão, apresenta seu trabalho marcado pela fusão entre percussão, violão clássico e contemporaneidade. Para encerrar o festival, a Banda Imagem, reconhecida como Patrimônio Cultural Simbólico de Brasília e com mais de três décadas de trajetória, leva ao público sucessos autorais que misturam forró, axé, sertanejo e MPB
Inclusão e acessibilidade O Festival também se diferencia por ser um espaço de acessibilidade e inclusão cultural. O apresentador será Cacá Silva, agente cultural pioneiro na audiodescrição em shows e premiado por sua atuação em prol da diversidade. Além dos shows, a programação contempla exposições de fotografia e artes visuais, oficinas e atividades culturais. O projeto reforça o papel da fotografia como memória coletiva e identidade cultural, ao mesmo tempo em que gera emprego e renda para trabalhadores da economia criativa do Distrito Federal.
Serviço: Festival Candangueria Praça do Respeito – Taguaparque (DF) 11 e 12 de outubro Entrada franca Cooler liberado com bebidas em lata Programação: 14h – Abertura oficial + brinquedoteca + exposições 14h15 – DJ Fagner Souza 15h – Groove do Bem 16h – Disco Funk 17h30 – Lethal Breaks
Domingo, 12 de outubro 14h – Brinquedoteca + exposições 14h15 – DJ Fagner Souza 15h – Banda Art Sublime 16h – Maba 17h – Carol Senna 18h – Alberto Salgado 19h – Banda Imagem
Apresentados pelo Santander, Katy Perry, Imagine Dragons e Linkin Park estarão no Mané Garrincha entre setembro e novembro; clientes Santander Private Banking e Santander Select têm descontos e benefícios na compra de ingressos
Brasília vive um novo impulso turístico e cultural com a chegada de grandes nomes da música internacional. Nos próximos três meses, a capital federal se tornará palco de três megaeventos apresentados pelo Santander Brasil: a diva pop Katy Perry traz sua turnê mundial “The Lifetimes Tour”, os roqueiros do Imagine Dragons desembarcam com a explosiva “LOOM World Tour”, e o retorno da banda Linkin Park marca presença com a nova fase da “From Zero World Tour”.
Os três shows acontecerão no segundo maior estádio do Brasil, a Arena BRB Mané Garrincha, com capacidade para mais de 72 mil pessoas, e ainda há ingressos. Clientes Santander Private Banking e Santander Select têm descontos e benefícios na compra de ingressos com cartões Santander elegíveis, que permitem parcelamento em até 5 vezes sem juros online e na bilheteria oficial.
Uma das artistas mais bem-sucedidas de todos os tempos, Katy Perry fará show na capital federal em 19 de setembro. Já a banda americana Imagine Dragons vai se apresentar no dia 29 de outubro. O Linkin Park fecha a programação de shows internacionais em 11 de novembro. “Estes shows enriquecem o cenário cultural, com novas experiências para o público, trazem recursos ao setor hoteleiro, bares, restaurantes e transporte, e geram empregos, com a demanda de infraestrutura, segurança e logística necessárias para a realização dos eventos”, diz Raíssa Costa, Superintendente Regional Select do Santander.
Brasília vem atraindo trabalhadores e turistas nos últimos anos. Pesquisa da Airbnb escolheu a cidade em 2025 como um dos 25 destinos globais mais procurados. Além disso, a capital federal entrou para o ranking global da InsureMyTrip como destino favorito para trabalhadores digitais. O Aeroporto de Brasília registrou alta de 7,6% no número de passageiros no primeiro semestre, consolidando o melhor resultado no período nos últimos seis anos, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), e a perspectiva é de aumento no volume de visitantes no segundo semestre.
O fluxo crescente de visitantes transforma não só a paisagem urbana, como também movimenta a economia local. “Com essa agenda estrelada, Brasília consolida sua posição como um dos principais destinos de entretenimento do país e isso reverbera diretamente na vida dos moradores. Para os nossos clientes, os benefícios oferecidos na compra de ingressos com os cartões elegíveis reforçam a combinação entre entretenimento de alto nível e conveniência financeira”, completa Raíssa.
Serviços – Shows:
Local: Arena BRB Mané Garrincha Endereço: Eixo Monumental – SRPN. Arena BRB Mané Garrincha – Asa Norte, Brasília – DF
Katy Perry – The Lifetimes Tour
Data: 19/09/2025 (sexta-feira) Abertura dos Portões: 17h Horário do show: 21h Classificação etária: 16 anos desacompanhado. Menores de 16 anos apenas acompanhados dos pais/responsável legais. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial. Limitação: 6 ingressos por CPF, limitado a 2 ingressos meia-entrada.
O evento, que acontece em 05, 06 e 07 de novembro no Expominas, em Belo Horizonte, e se configura como o principal encontro de cafés do Brasil, cresce 50% em tamanho, se tornando a maior SIC da história, com número recorde de expositores e programação completa pensada para todas as partes envolvidas na cadeia cafeeira
Entre os dias 05 e 07 de novembro de 2025, a capital mineira recebe a 13ª edição da Semana Internacional do Café, o principal ponto de encontro para profissionais que impulsionam a cafeicultura brasileira e mundial. Este ano, a SIC, como é conhecida, cresce 50% em espaço, ocupando 20 mil m², atinge o número recorde de 240 expositores e prevê movimentar aproximadamente 150 milhões de reais em negócios e receber cerca de 25 mil pessoas de mais 40 países. A SIC é uma plataforma de promoção e negócios e está organizada em oito frentes: Simpósio e Fórum, A Exposição, Salas de Cupping, Coffee of the Year, Rodada de negócios, Festival Café da Semana, Campeonatos & Prêmios e Encontros e Workshops.
“A Semana Internacional do Café se consolidou como a principal plataforma de negócios do setor no Brasil e uma das mais relevantes do mundo. Nosso papel é criar um ambiente em que produtores, indústrias, torrefadores, compradores e novos empreendedores possam se conectar e gerar resultados concretos. Em 2025, a SIC amplia sua dimensão e reforça seu compromisso em antecipar tendências, abrir mercados e oferecer caminhos reais de desenvolvimento para toda a cadeia. O crescimento do evento reflete a força do café brasileiro e a necessidade de estarmos preparados para competir em um cenário global em constante transformação”, comenta Caio Alonso Fontes, CEO da Espresso&CO.
Com foco em negócios e B2B, a SIC reúne diversos profissionais do mercado do café, incluindo produtores, dos pequenos aos grandes, e empreendedores que se preparam para entrar no setor. Além de representantes de empresas que atuam em todas as etapas da cadeia produtiva (seleção, processamento e embalagem do grão), agrônomos, mestres de torra, baristas e agentes de setores complementares, pesquisadores, micro torrefadores e compradores internacionais.
“Somos líderes mundiais na produção de um dos grãos mais apreciados do planeta. Com 26 milhões de sacas, Minas Gerais responde por cerca de 47% da produção brasileira e acompanha a transformação do mundo do café, que passa pela união do setor. Nesse movimento, a SIC representa um espaço de diálogo e conexão de toda a cadeia produtiva para que continuemos fortalecendo e valorizando a cafeicultura mineira. Oportunizar acesso a mais conhecimento e tendências e fomentar novos negócios contribui para que nossos cafeicultores possam avançar e conquistar novos mercados. Que a tradição mineira, aliada à inovação, contribua cada vez mais para o desenvolvimento da cafeicultura brasileira”, destacou o presidente do Sistema Faemg Senar, Antônio de Salvo.
Sob o tema “Café em Transformação – Inovação, Sustentabilidade e Oferta do Mercado Global”, a Semana Internacional do Café 2025 convida o setor a refletir sobre os desafios e as oportunidades que moldam o futuro da cafeicultura. Com uma programação robusta e cuidadosamente curada, o evento promove conhecimento de ponta e conexões para toda a cadeia produtiva do café brasileiro — do produtor ao consumidor final. Este ano, o tema ganha ainda mais relevância ao dialogar diretamente com a realização da COP30, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, sediada no Brasil, além de refletir os impactos do novo cenário geopolítico global, que influencia diretamente a produção, comercialização e consumo do café em escala planetária. A SIC se posiciona, assim, como um espaço estratégico de articulação e visibilidade para práticas sustentáveis, soluções tecnológicas e novos modelos de mercado, em sintonia com as transformações sociais, ambientais e econômicas que desafiam e impulsionam o setor.
As Rodadas de Negócios, uma das oito frentes da programação, reflete diretamente a temática ao garantir um ambiente estruturado para gerar parcerias, contratos e novas oportunidades comerciais. A iniciativa é voltada especialmente para produtores de cafés brasileiros que terão a oportunidade de apresentar seus lotes, dialogar diretamente com compradores e ampliar sua inserção em diferentes mercados. Também se destacam: Simpósio e o Fórum, que se consolidam como os espaços de reflexão mais estratégicos do evento, reunindo lideranças e especialistas para antecipar os próximos anos da cafeicultura brasileira e mundial. E as Salas de Cupping, que reúnem networking e oportunidades de negócio, funcionando como uma verdadeira vitrine do café brasileiro. É aqui que produtores apresentam suas safras mais recentes, colocando em evidência a diversidade e a qualidade do grão produzido no país.
“O futuro do café será marcado por uma revolução que vai muito além da xícara. Sistemas produtivos regenerativos, inteligência artificial, cafés funcionais e até alternativas produzidas em laboratório apontam para um cenário desafiador, onde o valor extrapola o grão e se consolida na experiência, na autenticidade das origens e na capacidade do setor de se reinventar. Na Semana Internacional do Café o Sebrae Minas tem reafirmado seu compromisso com produtores e micro e pequenas empresas, preparando-os para os debates sobre gestão, inovação, origem, além de fortalecer a conexão com o mercado”, destaca o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae Minas, Marcelo de Souza e Silva.
Outra novidade é o Festival do Café da Semana, o palco da cultura de cafeterias dentro da SIC. Com uma atmosfera leve e envolvente, essa é uma nova área de experiência, criada para reunir negócios e apaixonados por cafés, cafeterias e microtorrefações, criando um ambiente democrático de exposição, relacionamento e troca de conhecimento. O espaço promete ser um dos mais atrativos ao consumidor final, os coffee lovers, que terão acesso ao evento no dia 07/11, a partir de ingresso especial dedicado a essa categoria.
A programação inclui ainda A Exposição, área que reúne estandes, ativações e experiências de marcas de todos os elos da cadeia produtiva; Encontros & Workshops, que representam um conjunto de palestras, reuniões técnicas, capacitações e debates estratégicos, valorizando todos os estágios da indústria, conectando diferentes públicos e promovendo a troca de experiências que impulsiona o setor; Campeonatos e Prêmios, como Campeonato Brasileiro de Blends de Café, Golden Cup Brasil, Campeonato Brasileiro de Barista, Concurso Florada Premiada, Concurso Espresso Design e Torrefação do Ano Brasil; e Coffee Of The Year, tradicional destaque do último dia de SIC, que tem como missão reunir os melhores cafés do Brasil, reconhecer os grandes destaques do ano e valorizar novas origens que estão transformando a produção nacional.
Para o secretário de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, Thales Fernandes, a SIC já se tornou estratégica para a cadeia produtiva nacional do café. “O evento já está bem consolidado como oportunidade de negócio, parcerias e vitrine de tendências e tecnologias. Minas é reconhecida como um dos grandes polos produtores mundiais de café e o nosso desafio é sempre ir além. O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Agricultura e suas vinculadas (Emater-MG, Epamig e o Instituto Mineiro de Agropecuária – IMA), trabalha para a melhoria da qualidade dos cafés produzidos no estado, conquista de novos mercados, além de difundir tecnologias para uma produção cada vez mais sustentável”.
A Semana Internacional do Café (SIC) é uma realização Espresso&CO, Sistema Faemg Senar, Sebrae e Governo do estado de Minas Gerais, com apoio institucional do Sistema Ocemg. Além de patrocínio diamante 3corações, patrocínio ouro Anysort e Sicoob, e patrocínio bronze Yara.
O evento é gratuito para Produtores Rurais (Código do Produtor exigido) e Profissionais do Setor (pessoas atuantes em empresas conectadas ao café; CNPJ exigido). Visitantes Gerais (futuros profissionais do mercado de café e grandes entusiastas) têm acesso por meio da compra de ingresso (R$ 150,00 para os três dias). E Consumidor Final (apaixonados pelo café) tem acesso disponível no dia 07/11 a partir da compra de ingresso (R$ 70,00). Se credencie e adquira seu ingresso aqui: https://www.hbatools.com.br/semana-internacional-do-cafe__2398
Sobre a Semana Internacional do Café (SIC)
A Semana Internacional do Café (SIC) é uma das maiores feiras do mundo e o grande encontro de profissionais que tem o objetivo de conectar e gerar oportunidades para toda a cadeia do café brasileiro no acesso a mercados, conhecimento e negócios. A SIC, principal ação de promoção do café brasileiro para o Brasil e o mundo, oferece conteúdo de ponta para os profissionais do setor em palestras, cursos, workshops, competições, provas de café, pesquisas e degustações orientadas. Estar na SIC é se conectar ao que há de mais inovador no mercado de café na troca de conhecimento entre os líderes e gestores do setor. A SIC, como é conhecida a Semana Internacional do Café, nasceu em 2013 em Belo Horizonte, para receber a celebração dos 50 anos da Organização Internacional do Café (OIC).
A artista visual e arquiteta brasiliense Laila Mackenzie participa neste final de semana da edição de outono da ARTMUC, uma das principais feiras de arte contemporânea da Alemanha, que acontece de 10 a 12 de outubro no norte de Munique. A convite da tradicional Galeria Gaudí, a artista leva à Alemanha duas obras de sua nova série “Avis Rara”, destacando-se como representante da arte brasileira contemporânea no cenário internacional. O convite surgiu após sua participação de destaque na última Expo Arte SP.
Com mais de 20 anos de trajetória artística, Laila desenvolve uma produção autoral que transita entre a pintura e a escultura, sempre com forte carga poética e sensível articulação entre estética e subjetividade. Na ARTMUC, ela apresenta duas pinturas figurativas em acrílico sobre tela (80 x 100 cm cada):
Avis Rara 1 – Maga Roja retrata uma figura feminina — inspirada na própria artista — vestindo uma fantasia de íbis-vermelho, ave rara nativa do Brasil. A imagem evoca um manto cerimonial que remete aos antigos xamãs da tribo Tupinambá, unindo força ancestral e identidade feminina em uma composição vibrante.
Avis Rara 2 – Madre Maga representa um ambiente arquitetônico influenciado pela obra de Burle Marx, onde figuras de aves como o maguary (espécie de cegonha brasileira) e novamente o íbis-vermelho surgem em meio ao espaço construído, estabelecendo conexões entre natureza, cultura e espiritualidade.
Formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília (UnB), com mestrado pela UPM/SP, Laila retomou intensamente sua produção artística a partir de 2016, em um processo de reconexão com suas raízes criativas. Desde então, vem desenvolvendo pesquisa em estética contemporânea utilizando técnicas como pintura a óleo, acrílica e escultura em argila esmaltada de alta temperatura.
A ARTMUC é hoje o evento de arte mais importante da Baviera, reunindo nesta edição mais de 180 expositores, galerias e projetos internacionais, de países como Índia, Taiwan, Tailândia, Alemanha, França, Brasil e outros da América do Sul. O foco é a diversidade cultural e o diálogo direto entre artistas e público, em um ambiente aberto a novas narrativas e expressões.
A participação de Laila Macke, como a artista assina suas obras, é promovida pela Galeria Gaudí, inaugurada em 1985 e reconhecida por seu apoio a artistas contemporâneos e jovens talentos. Com presença constante em feiras internacionais como Art Karlsruhe, Lineart e AAF, a galeria amplia sua atuação ao incluir artistas latino-americanos em sua programação.
Com a série Avis Rara, Laila reafirma seu olhar singular sobre o corpo, o feminino e o simbólico, e consolida sua inserção no circuito internacional da arte contemporânea.
O projeto faz parte de uma das ações do Festival Internacional Curicaca, onde convidou mais de 50 estabelecimentos gastronômicos entre restaurantes, bares, cafés e hamburguerias de Brasília para criarem pratos, drinks e combos inéditos inspirados nos sabores do cerrado. O tour começa nesta sexta-feira, 3 de outubro, e segue até o dia 23.
A Petrobras e o Ministério da Cultura – Governo Federal realizam o Tour Gastronômico Esquenta Curicaca 2025, uma iniciativa da Brasil Restaurant Week, viabilizada por meio da Lei de Incentivo à Cultura, em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e integrada à programação do Festival Internacional Curicaca.
O projeto reúne: 25 restaurantes, 7 bares, 10 cafés e 13 hamburguerias, totalizando 55 espaços gastronômicos do Distrito Federal, que criaram receitas inéditas a partir de insumos típicos do Cerrado — como pequi, araticum, baru, buriti, mangaba, maracujá-do-cerrado e cajuzinho-do-cerrado.
Antes de tudo: o Festival
Em outubro, Brasília vai receber o Festival Curicaca, o maior encontro internacional de inovação e tecnologia da indústria que o Brasil já viu. Promovido pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) em sintonia com diversos parceiros nacionais e internacionais, setor produtivo e instituições públicas, Curicaca vai conectar o Brasil no cerrado, tendo o Distrito Federal (DF) como um grande palco.
O festival vai acontecer de 7 a 11 de outubro, na Arena BRB Mané Garrincha, e contará com grandes palestrantes, shows, experiências imersivas, e gastronomia.
Mas por que Curicaca?
Essa ave típica do Cerrado é símbolo de mudança e renovação – canta para anunciar novos tempos. É justamente isso que o festival representa: transformação, criatividade, desenvolvimento e oportunidades.
Agora sim, vamos a fundo sobre o Tour Gastronômico Esquenta Curicaca
De 3 a 23 de outubro, restaurantes, bares, hamburguerias e cafeterias vão oferecer experiências únicas ao público, com preços acessíveis e menus criativos:
Restaurantes: pratos a até R$ 99,90
Bares: coquetéis a até R$ 35
Hamburguerias: combos até R$ 59,90
Cafeterias: combinados a até R$ 49,90
Estabelecimentos participantes:
Restaurantes: Baco Pizzaria, Benita Paninoteca, Blás, Casa Baco (Brasília Shopping e CasaPark), Caminito Parrilla (Asa Sul, Asa Norte, Sudoeste e Águas Claras), Cerratto – Oscarito, Doma Rooftop, Dudu Bar, Iacina (Aliança Francesa), Kay Pacha, Le Vin, Mezanino da Torre de TV, Nazo Japanese Food (Asa Sul, Asa Norte, Sudoeste e Águas Claras), Rio Bistrô, Rota do Vinho, Verona, Villa Tevere e Zante.
Bares: 313 Drinks, Caju Limão (Asa Norte e Sudoeste), Cambuí, Jamburita, O Canto e SS Gastrobar;
Cafés: Antonieta, Café Castanho, Casa de Chás, Ernesto Café (Asa Sul, Asa Norte e Caixa Cultural), Glória Café, Sesi Lab Café, Vert Café (Asa Sul e Águas Claras),
Hamburguerias: Chapa Sanduberia, Geléia Burger (Asa Sul, Sudoeste e Águas Claras), Inforno (Asa Sul, Asa Nortes e Águas Claras), Páprica Burger (Asa norte, Asa Sul, Iguatemi Shopping e Lago Sul), T.T Burger e Vila Tarego.
“Queremos dar visibilidade ao talento local e mostrar que a gastronomia de Brasília é tão inovadora quanto qualquer outra indústria. Esse movimento não só celebra a riqueza do Cerrado, como também projeta o DF no mapa da inovação gastronômica”, destacam os organizadores do Festival Curicaca.
Mais que sabores: identidade e capacitação
“A proposta do Tour vai além de destacar sabores regionais. É também uma oportunidade de refletir sobre a construção de uma identidade gastronômica brasiliense. Com criações ousadas, a iniciativa abre caminho para que, no futuro, receitas com cajuzinho, baru e pequi se consolidem como símbolos de Brasília para o Brasil e o mundo”, destacam os organizadores da Brasil Restaurant Week, Fernando Reis e Matheus Dantas.
Além da experiência para o público, o projeto também investe no fortalecimento do setor, oferecendo capacitação gratuita aos participantes em áreas como: Atendimento, gestão de equipe e experiência do cliente; Noções de harmonização de vinhos; Noções de harmonização de coquetéis.
Força coletiva e impacto
Com a união de 55 estabelecimentos e suas redes sociais, o Tour Gastronômico Esquenta Curicacasurge com a proposta de valorizar e enaltecer estes espaços e apresentá-los para aqueles que não conhecem. “O impacto coletivo desta ação visa ter um alcance potencial de mais de 1 milhão de pessoas, mobilizando não apenas a cena gastronômica, mas também a comunidade criativa, cultural e empreendedora da cidade”, pontuam os organizadores.
Festival reúne 45 quiosques em todas as regiões do DF e movimenta economia local com gastronomia autêntica
A capital federal se prepara para receber o FestiQuiosque 2025, um circuito gastronômico que promete movimentar a economia local e valorizar a cultura da comida de rua. O evento acontece de 6 de outubro a 3 de novembro, em todas as regiões administrativas do Distrito Federal, reunindo 45 quiosques selecionados e capacitados.
Mais do que uma vitrine de sabores, o FestiQuiosque é uma plataforma de desenvolvimento econômico e inclusão produtiva. O projeto, realizado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (SEDET), gera oportunidades de trabalho e renda, fortalece cadeias produtivas locais e contribui para o turismo gastronômico em Brasília.
Diferente de outros festivais gastronômicos, o evento não exige pratos inéditos. “Cada quiosque participante oferecerá ao público suas receitas já tradicionais, garantindo autenticidade e a continuidade no cardápio após o festival, estimulando fidelização e fluxo constante de clientes”, explica o presidente do Instituto Alex Pires e responsável pela execução do projeto, Gustavo Fazendeiro.
A programação inclui uma competição em duas frentes: votação popular, realizada via QR Code; avaliação técnica, conduzida por um júri composto por especialistas em gastronomia, jornalistas e representantes culturais. As categorias avaliadas serão: melhor comida, melhor bebida e melhor ambiente.
A iniciativa do evento é do Instituto Alex Pires, com apoio da Cachaça Seleta e da Ambev.
Coreógrafa carioca é um dos destaques da edição 2025 do Movimento Internacional de Dança, que acontece até 19 de outubro, em Brasília
“Ah, eu tô muito feliz em trazer o espetáculo Puff. A gente acabou de estrear na Europa e, muitas vezes, demora para conseguir se apresentar no Brasil. Com Puff, é diferente: vamos estrear no MID, o que é muito bom”, conta Alice Ripoll, coreógrafa carioca que chega ao MID (Movimento Internacional de Dança), em Brasília, com três criações que dialogam profundamente com corpos e vozes periféricas.
Depois de passar pelo Festival Fringe de Edimburgo, na França, Puff fez sua estreia nacional no dia 5 de outubro, às 19h, na Sala Multiuso Túlio Guimarães. No palco, o dançarino Hiltinho Fantástico explora o passinho e outras danças brasileiras para investigar o conceito de “disfarce”, dispositivo presente nas danças da diáspora africana como forma de resistência e transmissão de culturas silenciadas.
A presença de Alice no MID (Movimento Internacional de Dança) é marcada também pelas montagens aCORdo (7 e 8 de outubro, na Galeria IV do CCBB), em que quatro artistas negros encenam uma negociação simbólica de dignidade, e Zona Franca (9 de outubro, no Teatro CCBB), um mergulho em linguagens da dança urbana e popular, construídos ao longo das trocas entre Alice e os bailarinos, oriundos dos projetos sociais em que deu aula, resultando na criação das companhias.
“Esses encontros foram acontecendo de forma natural. Primeiro em projetos sociais, depois em experiências que reuniram artistas das comunidades e a dança contemporânea. Nunca foi uma busca intencional de formar companhias, mas uma necessidade que nasceu do desejo deles de dançar e da nossa troca criativa”, relembra Alice.
Essa troca é o que garante que suas criações dialoguem com públicos diversos, sem barreiras elitistas ou exclusões. “A gente consegue criar uma cena que pode agradar a um público mais acostumado com a dança contemporânea, mas também acolher quem nunca tinha pisado num teatro. Para mim, sempre foi importante que as pessoas se sentissem contempladas e não saíssem deslocadas”, explica.
Para os bailarinos, muitos oriundos de comunidades do Rio de Janeiro, o processo também significou atravessar fronteiras e ocupar espaços que antes pareciam inalcançáveis. “Esses artistas talvez pensassem que a dança deles não seria contemplada ou valorizada. O MID mostra justamente o contrário: que suas histórias e técnicas são essenciais para repensar a cena contemporânea e ampliar os olhares sobre a arte”, resume Alice.