O concurso Comida Di Buteco já começou, vai até o dia 30 de abril e precisa da sua avaliação para eleger um vencedor
Foto Divulgação
Nada representa tanto o espírito democrático como um boteco. Plenos de igualitarismo e de liberdade de expressão, os pontos boêmios necessitam do voto físico do público, já que este tem o peso de 50% do total.
Funciona assim:a cédula de votação é entregue pelo garçom do estabelecimento. Cada boteco recebe uma urna, visível para todos no espaço, na qual a mesma deve ser diretamente depositada pelos clientes. Serão avaliados os seguintes seguintes critérios: atendimento, temperatura da bebida, higiene e petisco.
De acordo com o diretor de operações do Comida di Buteco, Filipe Tosta, a participação do público no evento é o que torna o concurso único. “De acordo com levantamento que a gente já fez não existe no mundo algo parecido. O público é o cerne do movimento, depois dos botecos é o principal elo da nossa corrente”, afirmou.
Para fazer jus ao nome do concurso, o petisco leva 70% do peso da nota e as demais categorias 10% cada uma. O voto do público vale 50% do peso total e dos jurados 50%. Em maio serão anunciados os vencedores locais e em julho, será anunciado o Campeão Nacional, o Melhor Boteco do Brasil.
Foto Divulgação
Comida Di Buteco Nacional em números
Em 2022, o Comida di Buteco atingiu marcas históricas em sua performance: +9 milhões de pessoas impactadas diretamente nos butecos; 900 mil votos; 730 mil fãs e 82 milhões de impressões nas redes sociais do concurso; 10 milhões de alcance nas redes sociais; 9 milhões de pageviews no site; Mais de R$ 300 milhões de impacto na cadeia de valor do nosso ecossistema; 100 mil turistas presentes nos circuitos;
Precisamos aumentar essas marcas! Como pode ver a responsabilidade é grande, hein! Não deixe de votar!
A Orquestra Alada Trovão da Mata começará sua circulação
pelo Distrito Federal em abril, levando para as ruas o seu mais novo espetáculo.
Brasília mostra sua moderna tradição em seu aniversário
Foto Divulgação
O espetáculo AS FEITICEIRAS DO CERRADO E A ONÇA PINTADA DE SOL foi desenvolvido dentro do projeto de Manutenção da Orquestra Alada que tem o apoio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura do DF. Um projeto que, além da criação e circulação do inédito espetáculo, trouxe mestres e mestras populares e artistas das diversas artes das ruas para palestras e oficinas abertas aos brincantes de Brasília. “Um Teatro chamado Rua” é o nome do projeto da Orquestra Alada, que agora parte para circular pelo DF, começando seus cortejos em Ceilândia, no espaço cultural: Jovem de Expressão. Em abril serão feitas três das oitos procissões culturais que a Orquestra Alada irá realizar percorrendo o Distrito Federal.
Foto Divulgação
AS FEITICEIRAS DO CERRADO E A ONÇA PINTADA DE SOL é um cortejo, uma procissão misteriosa e aventurosa, que carrega e une várias linguagens espetaculares (dança, teatro, música, circo e sei-lá-mais-o-quê). Um espetáculo andante, concebido pela Orquestra Alada Trovão da Mata, que percorre as estradas do mundo e do DF, conduzindo os fantásticos personagens do Mito do Calango Voador, criado por Tico Magalhães e brincado também pelo grupo Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro. Um espetáculo de nascimento e morte. Conduzido pelas Três Marias, as princesas, as feiticeiras do Cerrado. Tudo se principia com o canto das Marias e o nascimento do filho delas: o Avesso. Um cortejo invertido que remonta a velha tradição dos espetáculos de beira-de-estrada. Uma viagem através do universo mítico brasileiro por meio do mais moderno mito popular do cerrado e do Brasil.
Espetáculo: AS FEITICEIRAS DO CERRADO E A ONÇA PINTADA DE SOL
Localizada no Lago Oeste, casa receberá renomados chefs a partir desta sexta-feira (14/04). A cada fim de semana, um convidado assumirá à cozinha ao lado da Chefe Di Oliveira
De 14 de abril a 13 de maio, o Brasis Ateliê Gastronômico receberá grandes nomes da culinária para o projeto Chefs do Brasis. A cada fim de semana, um convidado se juntará à Di Oliveira, que assina o cardápio da casa, para uma experiência com o melhor da cozinha contemporânea.
O Brasis Ateliê Gastronômico abriu suas portas em abril de 2019 e oito meses após sua inauguração sofreu os impactos da pandemia da COVID-19. Apesar das dificuldades, a casa resistiu e tem se destacado e movimentado a cena gastronômica contemporânea do Distrito Federal.
Chef Di Oliveira Crédito: Divulgação/Brasis
Para comemorar, a Chef Di Oliveira reunirá convidados com histórias de superação e, também, amantes da gastronomia brasileira, em uma programação pensada para despertar as sensações mais intensas com o projeto “Chefs do Brasis”.
Confira a programação:
• Dias 14 e 15 de abril de 2023 Convidado: Chef Paulo Rocha • Dias 21 e 22 de abril de 2023 Convidado: Chef Rodrigo Massoni • Dias 28 e 29 de abril de 2023 Convidado: Chef Irina Cordeiro • Dias 12 e 13 de maio de 2023 Convidado: Chef Kalymaracaya
Chef Di Oliveira Crédito: Divulgação/Brasis
Chef Di Oliveira, anfitriã
Brasis Ateliê Gastrônomico
Mineira de nascimento, carioca de criação, paraibana de coração e brasiliense por paixão, a Chef Di Oliveira é acima de tudo fascinada pelo Brasil, por suas tradições, seu povo, sua natureza, cultura e sua gastronomia. A cozinha sempre foi uma paixão e seu foco é explorar todas as possibilidades gastronômicas dos ingredientes nacionais, aliando as bases e técnicas contemporâneas. Cozinheira autodidata, após participar do Masterchef Brasil 2019 se sentiu segura para abrir seu próprio restaurante, o Brasis, o qual prefere chamar de Ateliê Gastronômico. “Cozinhar é uma arte e a cozinha é meu espaço de criação. Portanto, meu Ateliê”, diz a cozinheira e também produtora cultural.
Chef Paulo Rocha, foto divulgação
Chef Paulo Rocha, convidado
Dias 14 e 15 de abril de 2023
Paulo Rocha, mineiro criado em SP, hoje comanda a confeitaria do restaurante Président, do Chef Erick Jacquin. Participou como chef desafiante no reality show Iron Chef (Netflix) e é o apresentador do programa Esse Doce Tem História, no canal GNT. Mas foram muitos desafios até chegar aqui e o chef confeiteiro, vivendo o seu melhor momento, celebra poder ter se tornado uma referência de coragem e resiliência para outros jovens negros que sonham com uma carreira no mundo da gastronomia.
Chef Rodrigo Massoni, foto divulgação
Chef Rodrigo Massoni, convidado
Dias 21 e 22 de abril de 2023
Rodrigo Massoni conquistou o paladar dos jurados e se consagrou como o grande campeão do MasterChef Brasil 2019. Foi o competidor com mais destaque no programa: esteve seis vezes entre os melhores participantes ao longo da edição e venceu nove provas individuais. Antes do Masterchef, esse paulista de Osasco viajou por 1 ano pelo Brasil e pela América do Sul e trouxe muitas inspirações gastronômicas na bagagem. Rodrigo é apaixonado por panificação e quer ter seu próprio negócio na área.
Chef Irina Caordeiro, foto divulgação
Chef Irina Cordeiro, convidada
Dias 28 e 29 de abril de 2023
Nascida e crescida em Natal (RN), Irina Cordeiro fez cursos de vinho na Itália e trabalhou como sommelier antes de ingressar na cozinha. Teve ainda participação destacada no Masterchef Profissionais em 2017. Considerada uma chef criativa com pegada funcional, gosta de preparar pratos coloridos e tem sempre a preocupação com seu valor nutricional. Produz uma cozinha orgânica, natural e de emponderamento, pois acredita no poder da gastronomia como agente social. Irina se considera uma nordestina arretada, adora praia e tem preferência em cozinhar frutos do mar.
Chef João Diamante, foto divulgação
Chef João Diamante, convidado
Dias 05 e 06 de maio de 2023
Nascido na Bahia e criado no Complexo do Andaraí, no Rio de Janeiro, João Diamante é protagonista de uma bela história de superação. De cozinheiro da Marinha a estudante de gastronomia, passando por um estágio no restaurante Le Jules Verne, localizado na Torre Eiffel, em Paris, eleito pelo site Infood como revelação em 2017 e um dos jurados do novo reality de culinária da Globo, Minha Mãe Cozinha Melhor Que a Sua, João Augusto Santos Batista, o Chef João Diamante, construiu sua carreira na cozinha através de pratos feitos com ingredientes simples, mas muito conhecimento e hoje incentiva futuros cozinheiros em seus projetos sociais. “Quando você tem conhecimento, você faz qualquer ingrediente ser brilhante”, diz João com muita
Chef Kalymaracaya, foto divulgação
Chef Kalymaracaya, convidada
Dias 12 e 13 de maio de 2023
Letícia Nogueira, oriunda da tribo Terena e mais conhecida como Kalymaracaya, nasceu na aldeia Bananal e se mudou com a família para Campo Grande, em busca de oportunidades, onde surgiu o desejo pela gastronomia. Além de Chef de cozinha renomada, tem uma atuação intensa em prol da comunidade indígena. Única chef indígena no Brasil, Kaly cresceu sabendo que a gastronomia indígena é muito rica e bonita e que precisa ser mostrada. Combinando referências contemporâneas com os ingredientes brasileiros naturais da terra, muitos cultivados em aldeias, faz brilhar a chamada gastronomia ancestral, preservando nas receitas a sua essência.
Foto Divulgação
Sobre o Lago Oeste
O Núcleo Rural Lago Oeste é a região mais ecológica, com natureza preservada e com as mais belas paisagens naturais do Distrito Federal. Localizado cerca de 25km do centro de Brasília, nas áreas de preservação ambiental do Planalto Central (ICMBio) e do Cafuringa (IBRAM-DF), abrigando a Reserva Biológica da Contagem e parte do Parque Nacional de Brasília. Os caminhos, ruas e travessas do Lago Oeste são de terra, com muita vegetação nativa de Cerrado. As chácaras, com suas cercas vivas e plantações diversas, garantem a rusticidade e o clima de vida no campo, em uma integração harmoniosa com a natureza. Além da produção agrícola e de laticínios especiais, o Lago Oeste possui inúmeras opções de entretenimento, lazer, gastronomia e hospedagem. No ano em que o Brasis Ateliê Gastronômico nasceu, alguns empreendimentos da região se uniram e criaram o roteiro de turismo rural Viva Lago Oeste, acolhendo visitantes de todo o Distrito Federal e estados vizinhos para viverem uma experiência única. O Lago Oeste é mais que uma região. É um estilo de vida que preza por saúde, bem-estar, lazer, amizade e uma rica diversidade de experiências! E o Brasis faz parte dessa história!
Serviço:
Festival CHEFS DO BRASIS Local: Brasis Ateliê Gastronômico Datas: 14, 15, 21, 22, 28 e 29 de abril e 05, 06, 12 e 13 de maio de 2023 Reservas brasisatelie.com.br/chefs-do-brasis/ R$ 295,00 (por pessoa / dia) Realização Brasis Ateliê Gastronômico (61) 99446-2540 contato@brasisatelie.com.br instagram.com/brasisateliegastronomico Idealização Chef Di Oliveira (61) 97400-1160 oliveira.edilane@gmail.com
Tradicional restaurante uruguaio marca história de Brasília, com seus 63 anos
Foto Divulgação
Há mais de 15 anos, o restaurante Figueira La Parrilla é ponto de encontro dos brasilienses e turistas que passam pela Capital Federal para aproveitar o melhor da gastronomia. Especializada em cortes nobres e preparo dos pratos na Parrilla, o estabelecimento se consolida como o melhor restaurante uruguaio de Brasília. É notável pela satisfação e fidelização com os clientes que visitam frequentemente a casa.
A decoração do ambiente é bastante peculiar com os estabelecimentos uruguaios, com luz mais intimista, móveis de madeira de demolição, estilo rústico, e o charme do local é uma grande figueira, que tem mais de 50 anos de existência, sendo preservada e cuidada como uma protagonista merece. O chef da Casa, Lucas Matheus, explica que é uma raridade a árvore e precisa ser tratada com todo cuidado. “Eventualmente contratamos uma empresa especializada para realizar a poda e manter a sua beleza para a casa”, acrescenta.
Foto Divulgação
O preparo da proteína na Parrilla é uma atração à parte! A peça de carne não é atravessada por um espeto, ela é colocada sobre um gradil de metal e ao invés do tradicional carvão, o fogo é alimentado por lenha e brasas. “Temos mais uma peculiaridade no preparo: o gradil em que colocamos as peças de carne é inclinado, de forma que a gordura liberada pelo cozimento das carnes escorre por canaletas, separada por 15 centímetros da brasa, sem pingar no fogo e assim, diminui a fumaça e o sabor também fica bem característico”, destaca o especialista, treinado por grandes nomes parrileiro, entre eles Miguel Riephoff.
Venha conhecer as novidades que o Figueira La Parrilla tem para oferecer.
Foto Divulgação
Serviço: Figueira La Parrilla
Horário de Funcionamento: Domingo a domingo, 11h às 00h
O evento será no Museu Nacional e é aberto ao público
“Olhares Sobre a Arte Contemporânea” será o tema do Seminário realizado pela ACAV/DF (Associação Candanga de Artistas Visuais). O evento acontece no Auditório do Museu Nacional da República no sábado, dia 15/04, das 8 às 19h.
A ideia é estimular a discussão e conhecimento sobre Arte Contemporânea por meio de palestras e rodas de conversa entre artistas, curadores, galeristas e demais público criativo do DF e entorno. Dividido em duas sessões de imersão, conta com a participação de palestrantes como o mestre Charles Watson, especializado em Processo Criativo, com palestras em centros culturais do Brasil e exterior, e em empresas como Coca-Cola, Natura, e Procter&Gamble; Oscar D’Ambrosio, PhD em Arte e História da Cultura, curador e crítico de arte de São Paulo; entre outros nomes ilustres.
Patrícia Yunes
Cida Carvalho, presidente da ACAV, destaca que o Distrito Federal tem potencial para a arte como empreendedorismo. “Nossa associação conta hoje com mais de 250 artistas. E como Brasília é considerada Patrimônio cultural da humanidade pela UNESCO, uma cidade-arte, então queremos fazer jus a esse título e fomentar as discussões sobre arte e acima de tudo democratizar a arte e o conhecimento sobre o tema”, explicou. De acordo com Cida a ACAV assumiu essa missão, não apenas para formar artistas, mas para “colocar a cultura como um importante canal de desenvolvimento e empreendedorismo artístico”.
O seminário é aberto ao público, com entrada gratuita, no entanto é preciso inscrever-se pelo link: https://www.sympla.com.br/evento/seminario-de-arte-contemporanea-da-acav/1928553 , já que as vagas são limitadas. O evento conta com o apoio do Sebrae, Estúdio de Mosaico Cida Carvalho, Conselho da Mulher Empresária do DF e Academia Internacional de Cultura. Confira a programação:
Oscar D’Ambrosio
MANHÃ
8h- Credenciamento do público
10h- Abertura – Cerimonial Shirley Pontes
10h30- Palestra – “Quarteto Fantástico em Arte Contemporânea: Conhecimento, Ideias, Programa e Inovação” com Oscar D’Ambrósio de São Paulo (Ph.D, em Arte e História da Cultura, curador e crítico de arte).
11h30- Roda de Conversa – “O Mercado de Arte e a Importância da Galeria para o Artista.” – Moderadora: Nancy Safatle (Galeria Arte em Pauta BSB)- Participantes: Maria Laura (Galeria Pilastra), Lelo (27Ateliê), Ivacy de Souza (Galeria ManoObra), Priscila Salles (Galeria Urban Arts)
TARDE
14h40 – Roda de Conversa – “Arquitetura, Arte e Afetividade na Construção Visual Contemporânea” – Moderadora: Patrícia Yunes (Historiadora e Marchand) – Convidados: Luciana Amorim(arquiteta), Sanagê (artista visual), Lourenço de Bem (Artista Visual), Pamela Wyla (Artista Visual).
16:30h- Palestra- “Dez Equívocos Sobre Criatividade”- Mestre Charles Watson, formado em Arte e Literatura, educador e palestrante, especializado em Processo Criativo.
Haverá interação do Charles com o público durante a palestra
19:00h – Encerramento
Charles Watson
Informações importantes:
– Food Trucks estarão no local com opções de almoço.
– Certificados serão entregues aos participantes das imersões.
A exposição do artista Christus Nóbrega homenageia a capital federal no mês de seu aniversário
Foto Divulgação
Máquinas que podem conversar, escrever, criar e prever o futuro. Parece enredo de ficção científica, mas temos testemunhado os avanços da Inteligência Artificial e os seus impactos em nossas vidas. Essa tecnologia também entrou em um território considerado genuinamente humano: a arte. Com seu ineditismo característico, o Brasília Shopping traz, exclusivamente, ao público a primeira exposição no Brasil feita totalmente com IA. Idealizada pelo artista Christus Nóbrega, a mostra “Brasília, Enfim” está em exibição de 14 a 30 de abril, na Praça Central, e é gratuita.
Estamos vivenciando um marco na história da humanidade: o avanço da capacidade de uma máquina reproduzir competências semelhantes às humanas. A Inteligência Artificial sempre despertou fascínio e tem levantado uma série de questionamentos. Afinal, como será o futuro da sociedade com o seu crescente desenvolvimento? A sensação é que histórias como a do filme IA – Inteligência Artificial, de Steven Spielberg, não estão muito longe de acontecer.
Perceber, analisar e tomar decisões, habilidades importantes na definição de humano, fazem com que essa tecnologia desafie os conceitos de autoria e ferramenta. Na arte, o artista e máquina trabalham em conjunto para criarem obras inovadoras. Em “Brasília, Enfim”, Christus Nóbrega reconstrói com inteligência artificial imagens de Brasília que sonhava na infância, antes de conhecê-la. Uma cidade imaginária e outra real se contrapõem e conduzem o público a uma experiência original sobre a capital.
Além da mostra, fazem parte do projeto outras duas ações culturais: uma série de intervenções artísticas no Complexo Cultural da Praça dos 3 Poderes e a publicação de um livro bilingue. Com curadoria de Guilherme Wisnik e Charles Cosac, “Brasília, Enfim” tem o objetivo de reconectar a sociedade à praça, símbolo dos poderes da república brasileira.
“Venho trabalhando ao longo de um ano nesse projeto artístico, que é recontar as histórias sobre a Capital Federal contadas por minha mãe para uma Inteligência Artificial recriar a cidade que outrora eu também imaginava, mantendo vivo o legado da cotação de história de geração para geração. Além de homenagear Brasília, que me acolheu tão bem, a exposição também honra duas mulheres inspiradoras e vanguardistas: minha mãe, Iara, que me apresentou à cidade, na década de 80, e minha irmã Germana, que me apresentou às ‘máquinas pensantes’, na década de 90”, conta Christus.
A exposição celebra o aniversário da capital e o do Brasília Shopping. O centro de compras completa 26 anos no mesmo dia que a cidade comemora 63. Os aniversariantes e o projeto compartilham a mesma essência: o ineditismo e a inovação.
“Brasília foi um projeto extremamente vanguardista e ambicioso, apontando para um futuro inventivo. Durante sua construção, ensinou o Brasil a sonhar. Essa exposição tenta resgatar um pouco desse espirito de imaginação por trás da audaciosa tentativa de conceber uma cidade do zero. Minha intenção é que o visitante sinta a vertiginosa sensação de entrar em uma tesourinha pela primeira vez”, comenta o artista.
No dia 24 de abril, Christus receberá o público no Teatro Brasília Shopping para um bate-papo sobre o “Brasília, Enfim”. Mais informações serão divulgadas em breve.
Sobre o Artista
Christus Nóbrega (28/11/1976), nasceu em João Pessoa – PB, mas mora em Brasília desde 2005. É Doutor e Mestre em Arte Contemporânea pela Universidade de Brasília, na qual atua como professor na graduação e pós-graduação em artes. Foi premiado pelo Programa Cultural da Petrobras em 2004 e 2011 1º lugar no prêmio do Museu da Casa Brasileira (2004). Indicado ao Prêmio PIPA em 2017 e 2019, uma das principais premiações de arte contemporânea do Brasil. Vem apresentado seus trabalhos em diversos museus dentro e fora do Brasil, a exemplos da FIESP, Museu Nacional, Museu de Arte do Rio, Paço Imperial, Palácio das Artes, Parque Lage, Farol Santander, Centro Cultural da Caixa e dos Correios, entre outros. Além disso, vem participando regularmente de feiras de arte, como a SP-Arte, Arte Rio, e a Pinta em Miami. Internacionalmente, seus trabalhos já foram exibidos em países como China, Austrália, Estados Unidos, entre outros.
O estacionamento do estádio Bezerrão será palco de um encontro gratuito de shows de rock’n’roll no dia 22 de abril
Brasília se prepara para receber um dos encontros mais aguardados do mês de abril: a primeira edição do Sesc + Rock! O evento, que será realizado no dia 22 de abril no estacionamento do Estádio Bezerrão, no Gama, com entrada gratuita, promete agitar a capital federal com muita música boa e diversão para toda a família.
Com uma programação repleta de atrações, o Sesc + Rock contará com shows de bandas renomadas do cenário rock nacional, como Sepultura e Raimundos, além dos shows das bandas locais “As Verdades de Anabela” e “Galinha Preta” com a participação de Gilmar Batista, vocalista da banda ARD.
O festival, que é uma realização do Serviço Social do Comércio (Sesc-DF), contará com diversas atividades para o público, como praça de alimentação, espaço rock e muito mais. “O Sesc + Rock é mais uma oportunidade de diversão para toda população do DF e fortalece o setor cultural no nosso quadradinho”, explica Valcides de Araújo, diretor regional do Sesc.
Os ingressos já estão disponíveis e podem ser retirados mediante a doação de 1 kg de alimento, em uma das unidades do SESC – Gama, Taguatinga Norte e Setor Comercial Sul – até o dia 15 de abril (não abrirá no dia 07 de abril), das 12h às 20h, de segunda a sábado. Os alimentos arrecadados serão doados para o projeto Mesa Brasil.
A classificação indicativa é 16 anos, menores só poderão acessar o festival com a presença dos pais ou responsáveis. A abertura dos portões está marcada para às 14h. Não perca a chance de participar desse grande evento! Venha curtir o melhor do rock nacional em Brasília!
SESC + Rock Data: 22 de abril (sábado) Abertura dos portões: 14h Local: Estacionamento Estádio Bezerrão (Gama) Ingressos: Gratuito com doação de 1 kg de alimento * Não receberemos alimentos no dia do Festival. Retirada: Unidades SESC – Gama, Taguatinga Norte e Setor Comercial Sul Classificação Indicativa: 16 anos
O Chefe do Estado Maior do Comando Geral da Guardia di Finanza italiana, General de corpo de exército, Francesco Greco, e o Diretor Geral da Polícia Federal Brasileira, Andrei Augusto Passos Rodrigues, assinaram hoje em Brasília, na presença do Embaixador Azzarello, seu primeiro acordo de cooperação estratégica, consolidando ainda mais os já fortes laços entre Itália e Brasil no desafio contra o crime organizado e outros.
O acordo fortalecerá ainda mais a ação conjunta na luta contra o contrabando, a lavagem de dinheiro e as violações da moeda e do crime organizado transnacional. Especial atenção é dada ao aprimoramento das atividades de formação e atualização profissional, áreas que já contam com experiências bem sucedidas nos últimos anos.
“Finalmente demos uma estrutura formal indispensável”, disse o Embaixador Azzarello, “a um amplo compromisso operacional bilateral que é particularmente eficaz no território. Agradeço também ao Adido da Embaixada, Coronel Francesco Fallica, por nunca desistir de perseguir este objetivo histórico”.
– O Night Lab será na quinta (6), das 19h às 23h – somente para pessoas com mais de 18 anos, e com entrada paga. É um formato inédito no Brasil para atrair adultos ao mundo da ciência e tecnologia. Os ingressos se esgotaram
– Já a Maratona Star Wars no túnel será de sexta (7) a domingo (9), das 16h às 00h nos três dias – e gratuito!! Nesses mesmos dias, das 10h às 19h, também terão oficinas maker, visitas guiadas e contação de história dentro do museu. Para entrar no museu é preciso retirar ingressos, como feito rotineiramente. Mas para assistir aos filmes é totalmente gratuito, pois o túnel fica localizado na passagem que conecta o SESI Lab com a Praça Zumbi dos Palmares, no Setor Cultural Sul.
Solo interpretado pelo ator Vinícius Piedade, e dirigido pelo português Paulo Campos dos Reis, será apresentado em sessão única na Embaixada de Portugal no dia 17 de abril, às 18h30.
O espetáculo, inédito em Brasília, integra a programação da exposição “Mulheres Saramaguianas” que está em cartaz na Embaixada de Portugal / Camões em Brasília
A Embaixada de Portugal e o Instituto Camões em Brasília apresentam dia 17 de abril, às 18h30, o espetáculo solo “Provavelmente Saramago” com o ator paulista Vinicius Piedade. O monólogo, dirigido pelo português Paulo Campos dos Reis, conta a história de um ator que depois de ter sido recusado para um papel em um filme sobre Saramago, resolve criar uma peça de teatro sobre este grande escritor, Nobel de Literatura de Língua Portuguesa.
Em cena, o ator interpela o público e fala da sua experiência profissional e do seu desejo irresistível de compor um espetáculo sobre a figura de José Saramago e de sua obra. A cada nova tentativa de adaptação cênica de um romance de Saramago, o ator/encenador revê-se nas suas ideias e tramas, cruzando ficção e realidade num labiríntico jogo de espelhos. Em tudo, a sua mundividência se identifica com a de Saramago e a todo o instante se apropria de Saramago para falar de si mesmo.
A peça integrou as comemorações oficiais do Centenário do Nascimento de José Saramago, vencedor do Prémio Nobel da Literatura em 1998, promovidas pela Fundação Saramago (@fjsaramago), em Lisboa, e foi apresentada em São Paulo, Rio de Janeiro, Lisboa (Portugal), Mindelo e Praia (Cabo Verde).
Provavelmente Saramago chega agora a Brasília e integra o programa paralelo da exposição “Mulheres Saramaguianas” em cartaz na Embaixada de Portugal /Camões em Brasília.
A EXPOSIÇÃO
MULHERES SARAMAGUIANAS é o resultado do convite a seis prestigiados artistas – José de Guimarães, Graça Morais, Manuel João Vieira, Joana Villaverde, Miguel Januário e Ana Romãozinho – criaram serigrafias e gravuras inéditas que, por sua vez, serviram também de mote aos textos de notáveis escritoras portuguesas – Lídia Jorge, Ana Luísa Amaral, Djamila Pereira de Andrade, Ana Margarida Carvalho, Dulce Maria Cardoso e Adriana Lisboa.
O resultado é um singular conjunto de seis obras de arte e seis textos, todos assinados pelos autores numa tiragem centenária. Cruza distintas gerações e sensibilidades artísticas, propiciando um novo olhar sobre o universo ficcional de Saramago.
A exposição pode ser vista na Galeria Camões, na Embaixada de Portugal em Brasília, até 20 de maio de 2023.
Serviço
Provavelmente Saramago
Auditório Camões – Embaixada de Portugal
17 de abril, às 18h30
Endereço: Embaixada de Portugal em Brasília, Avenida das Nações, SES, lote 2.
Entrada gratuita
Classificação: 12 anos
Ficha artística e técnica – “Provavelmente Saramago”
Texto: Paulo Campos dos Reis e Vinícius Piedade
Direção: Paulo Campos dos Reis
Interpretação: Vinícius Piedade
Paulo Campos dos Reis (1974)
Actor, encenador e dramaturgo. É director artístico do colectivo Musgo Produção Cultural (Portugal). Encenou espectáculos com textos de autores portugueses/de língua portuguesa, em Portugal e em contexto internacional (Cabo Verde, Angola, Macau), Camões (2015-16), Sophia de Mello Breyner Andresen (2017), Herberto Helder (2017), e Jaime Rocha, entre outros. Interpretou as personagensBaltazar Sete Sóis e Bartolomeu Lourenço de Gusmão em “Memorial do Convento” de José Saramago, no Convento de Mafra(entre outros locais), pela Éter Produção Cultural, dirigido por Filomena Oliveira (adaptação da encenadora e de Miguel Real).Escreveu várias peças para teatro e traduziu “A Última Gravação deKrapp”, de Samuel Beckett (com Francisco Luís Parreira).
Vinícius Piedade (1980)
Participou do Projeto Solos do Brasil, aprofundando estudo sobre técnicas de teatro solo. Estudou Direção Teatral com AntônioAbujamra e Gianni Ratto, Mimica com Luís Louis, Dança com Hugo Rodas, Texto Corporal com Eduardo Coutinho, Filosofia eestética com Luis Fuganti, Canto com Caio Ferraz, Teatro Essencial com Denise Stoklos, Teatro Dinamico e Mascara Neutra comRicardo Napoleão, Teatro do Oprimido com Armindo Rodrigues Pinto e Interpretação com Telma Vieira. Participou do projeto”Teatro Jornal” desenvolvendo cenas a partir de noticias de jornal, ramificação do Teatro do Oprimido de Augusto Boal,apresentando em diversos contextos. Escreveu, dirigiu e atua no espetáculo solo “Carta de Um Pirata” que percorre todo paísdes de 2003 (com mais de 500 apresentações). Com seus espetáculos já se apresentou em dezessete países dos cincocontinentes. Lançou seis livros entre dramaturgias e contos.
Cantora Clementina de Jesus, 1977Artista Arthur Bispo do Rosário, 1985Cachoeira, 2000
*Coleção reúne 266 imagens, várias delas emblemáticas, como a do maestro Pixinguinha na cadeira de balanço e a série com o artista Arthur Bispo do Rosário
*Fotografias com as cores vibrantes e tropicais do “mestre da cor” e um recorte de sua obra em preto e branco
*Palestra de Walter Firmo no dia 21 de abril, com participação da curadora Janaína Damaceno, sobre a trajetória do fotógrafo e a importância de sua obra
“O verbo do silêncio é a própria fotografia. Que você se encanta e quer traduzir através do seu sentimento e inteligência. A síntese do grito é o registro”, escreveu o fotógrafo Walter Firmo em 1988. Sua reflexão sobre a arte que o consagrou inspira o título de uma grande retrospectiva de seu trabalho, que o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília apresenta de 18 de abril a 25 de junho. “Walter Firmo: no verbo do silêncio a síntese do grito” reúne um panorama dos mais de 70 anos de trajetória do consagrado fotógrafo carioca, um nome fundamental da fotografia brasileira.
Doces baianos, 1976Capoeira em Salvador, 2000Carnaval RJ, 1985
A exposição apresenta 266 fotografias, produzidas desde o início da carreira de Firmo, em 1950, e até 2021. São imagens que retratam e exaltam a população e a cultura negras de diversas regiões do país, em ritos, festas populares e religiosas, além de cenas cotidianas. O conjunto destaca a poética do artista, associada à experimentação e à criação de imagens muitas vezes encenadas e dirigidas.
Grande parte das obras exibidas na exposição provém do acervo de aproximadamente 145 mil fotos do fotógrafo, que, desde 2018, se encontra sob a guarda do Instituto Moreira Salles em regime de comodato. São imagens que comprovam a opção do fotógrafo pela figura humana, especialmente, pela pele negra, que aparece em todos os matizes, tanto nas fotos coloridas quanto nas imagens em preto e branco.
Walter Firmo faz do Brasil o seu estúdio – parafraseando o pesquisador José Afonso Jr. As imagens do fotógrafo que é conhecido como “o mestre da cor” antecipam em mais meio século a representação do negro na sociedade brasileira e não necessariamente dentro de uma estética documental. “Acabei colocando os negros numa atitude de referência no meu trabalho, fotografando os músicos, os operários, as festas folclóricas, enfim, toda a gente. A vertigem é em cima deles. De colocá-los como honrados, totens, como homens que trabalham, que existem. Eles ajudaram a construir esse país para chegar aonde ele chegou”, afirma Walter Firmo, que vai conversar com o público sobre sua trajetória no dia 21 de abril, com participação da curadora Janaína Damaceno.
Festa de Iemanjá, 2021Ensaio sobre Nu Negritude, 2022Família na rodoviária de Petrópolis, 2002
Dividida em núcleos temáticos, a mostra traz retratos memoráveis de grandes nomes da música brasileira, como Cartola, Clementina de Jesus, Dona Yvone Lara e a icônica fotografia de Pixinguinha na cadeira de balanço, além de imagens de brasileiros e brasileiras anônimos(as), pescadores, vendedores ambulantes, mães de santo, brincantes, casais, noivas, crianças e até a própria família do artista. A exposição ressalta ainda a importante trajetória de Firmo como fotojornalista. Um dos destaques é a seção dedicada à fotografia em preto e branco do artista, pouco conhecida e, em grande parte, inédita.
“Walter Firmo incorporou desde cedo em sua prática fotográfica a noção da síntese narrativa de imagem única, elaborada através de imagens construídas, dirigidas e, muitas vezes, até encenadas. Linguagem própria que, tendo como substrato sua consciência de origem – social, cultural e racial –, desenvolve-se amalgamada à percepção da necessidade de se confrontar e se questionar os cânones e limites da fotografia documental e do fotojornalismo. Num sentido mais amplo, questionar a própria fotografia como verossimilhança ou mera mimese do real”, afirma o curador Sergio Burgi, coordenador de fotografia do IMS, que assina a curadoria ao lado de Janaina Damaceno Gomes, professora da UERJ e coordenadora do grupo de pesquisa Afrovisualidades: Estéticas e Políticas da Imagem Negra.
A exposição é uma oportunidade para o público conhecer em profundidade a obra de um dos maiores fotógrafos brasileiros, que mantém até hoje seu compromisso com o fazer artístico: “Aí está o meu relato, a história de uma vida dedicada ao fazer fotográfico, dias encantados, anos dourados. Qual a minha melhor imagem? Certamente aquela que em vida ainda poderei fazer. Emoções, demais”, afirma Walter Firmo.
Com patrocínio do Banco do Brasil, depois de Brasília a exposição segue para o Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte.
Maestro Pixinguiha, 1967Gaudêncio da Conceição, 2021Jamelão, 2007
A EXPOSIÇÃO
“Walter Firmo: no verbo do silêncio a síntese do grito” está dividida em sete núcleos temáticos. No primeiro, o público encontra cerca de 20 imagens em cores, de grande formato, produzidas ao longo de toda a sua carreira. Há fotos feitas em Salvador (BA), como o registro de uma jovem noiva na favela de Alagados (2002); em Cachoeira (BA), como o retrato da Mãe Filhinha (1904-2014), que fez parte da Irmandade da Boa Morte durante 70 anos; e em Conceição da Barra (ES), onde o fotógrafo retratou o quilombola Gaudêncio da Conceição (1928-2020), integrante da Comunidade do Angelim e do grupo Ticumbi, dança de raízes africanas; entre outras.
O segundo núcleo apresenta a biografia do artista, abordando os seus primeiros anos de atuação na imprensa, quando registrou temas do noticiário, em imagens em preto e branco. O conjunto inclui uma fotografia do jogador Garrincha, feita em 1957; imagens de figuras proeminentes da política nacional, como Jânio Quadros e Juscelino Kubitschek; além de registros de ensaios de escolas de samba do Rio de Janeiro. Também há fotografias feitas para a reportagem “100 dias na Amazônia de ninguém”, publicada em 1964 no Jornal do Brasil, pela qual Firmo recebeu o Prêmio Esso de Reportagem.
Nas seções seguintes, a retrospectiva evidencia como, no decorrer de sua carreira, Firmo passou a se distanciar do fotojornalismo documental e direto, tendo como base a ideia da fotografia como encantamento, encenação e teatralidade, em diálogo com a pintura e o cinema. Isso fica evidente no ensaio realizado em 1985 com seus pais (José Baptista e Maria de Lourdes) e seus filhos (Eduardo e Aloísio Firmo), no qual José aparece vestindo seu traje de fuzileiro naval, função que desempenhou ao longo da vida, ao lado de Maria de Lourdes, que usa um vestido longo, florido e elegante. O ensaio faz alusão às pinturas Os noivos (1937) e Família do fuzileiro naval (1935), do artista Alberto da Veiga Guignard (1896-1962).
Boa Vista, 1985Olga do Araketu, 2021Noiva na Favela de Alagados, 2002
Como destaque, a exposição apresenta, ainda, retratos de músicos produzidos por Firmo, principalmente a partir da década de 1970. Nas imagens, que ilustram inúmeras capas de discos, estão nomes como Dona Ivone Lara, Cartola, Clementina de Jesus, Paulinho da Viola, Gilberto Gil, Martinho da Vila, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Djavan e Chico Buarque. Nesse conjunto, está, ainda, a famosa série de fotografias de Pixinguinha feita em 1967, quando Firmo acompanhou o jornalista Muniz Sodré em uma pauta na casa do compositor. Após o término da conversa, o fotógrafo pegou uma cadeira de balanço que ficava na sala da residência, colocou no quintal, ao lado de uma mangueira, e propôs que Pixinguinha se sentasse nela com o saxofone no colo. Assim registrou o músico, em uma série de imagens que se tornaram icônicas.
A exposição traz também um ensaio com fotografias do artista Arthur Bispo do Rosário para a revista IstoÉ, em 1985, feitas na antiga Colônia Juliano Moreira, onde Bispo ficou confinado e criou seu acervo ao longo de cerca de 25 anos.
A retrospectiva apresenta diversos registros produzidos durante celebrações tradicionais brasileiras, como a Festa de Bom Jesus da Lapa, a Festa de Iemanjá e o próprio Carnaval do Rio de Janeiro. Há também um núcleo com fotos de personagens da diáspora feitas em outros países, como Cuba, Jamaica e Cabo Verde.
Na mostra, o público poderá assistir, ainda, ao curta-metragem Pequena África (2002), do cineasta Zózimo Bulbul, no qual Firmo trabalhou como diretor de fotografia e que trata da história da região que recebeu milhões de africanos escravizados. Também há um núcleo dedicado à fotografia em preto e branco, ainda pouco conhecida e em grande parte inédita, cujo destaque é a série de imagens feitas na praia de Piatã, em Salvador, entre o final dos anos 1990 e o início dos anos 2000.
Santiago de Cuba, 2022Praia da Macumba RJ, 2021Praia de Piatã, 2022
Janaína Damaceno é professora da área de Cultura e História da Arte da Faculdade de Educação da Baixada Fluminense (Febf/ UERJ) é só Programa de Pós-graduação em Cultura e Territorialidades (PPCult/UFF). Coordena o Grupo de Pesquisas Afrovisualidades: estéticas e políticas da imagem negra. É uma das fundadoras do FICINE (Fórum Itinerante de Cinema Negro).
CATÁLOGO – A mostra é acompanhada de um catálogo, com imagens das obras da exposição, além de textos de autoria do próprio Firmo, de João Fernandes, diretor artístico do IMS, e dos curadores Sergio Burgi e Janaina Damaceno. Há também uma entrevista do fotógrafo com os curadores e o jornalista Nabor Jr., editor da revista O Melenick. Segundo Ato, além de uma cronologia do fotógrafo assinada por Andrea Wanderley.
Walter Firmo revelando seus filmes, 1956Vendedor de sonhos, praia de Piatã, 1980
SOBRE O ARTISTA
Nascido em 1937 no bairro do Irajá, no Rio de Janeiro, e criado no subúrbio carioca, filho único de paraenses – seu pai, de família negra e ribeirinha do baixo Amazonas; sua mãe, de família branca portuguesa, nascida em Belém –, Firmo começou a fotografar cedo, após ganhar uma câmera de seu pai. Em 1955, então com 18 anos, passou a integrar a equipe do jornal Última Hora, após estudar na Associação Brasileira de Arte Fotográfica (Abaf), no Rio. Mais tarde, trabalharia no Jornal do Brasil e, em seguida, na revista Realidade, como um dos primeiros fotógrafos da revista. Em 1967, já pela revista Manchete, foi correspondente, durante cerca de seis meses, da Editora Bloch em Nova York.
Neste período no exterior, o artista teve contato com o movimento Black is Beautiful e as discussões em torno dos direitos civis, que marcariam todo seu trabalho posterior. De volta ao Brasil, trabalhou em outros veículos da imprensa e começou a fotografar para a indústria fonográfica. Iniciou ainda sua pesquisa sobre as festas populares, sagradas e profanas, em todo o território brasileiro, em direção a uma produção cada vez mais autoral.
Walter Firmo por Márcio Scavone, 2010
SOBRE O CCBB BRASÍLIA
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 outubro de 2000, após uma grande reforma de adaptação do Edifício Tancredo Neves, com o objetivo de reunir em um só lugar todas as formas de demonstração de arte e criatividade possíveis, para levá-las ao público da capital.
O edifício Presidente Tancredo Neves faz parte de um conjunto de obras arquitetônicas assinadas por Oscar Niemeyer. Com o seu imenso projeto paisagístico, idealizado por Alda Rabello Cunha, o prédio conta com amplos espaços de convivência, café, restaurante, galerias, sala de cinema, teatro, salas multiuso, jardins e uma praça central para eventos abertos, onde são realizados shows, espetáculos e performances.
FICHA TÉCNICA
Curadoria: Sergio Burgi e Janaina Damaceno Gomes
Assistência de curadoria: Alessandra Coutinho Campos
Pesquisa biográfica e documental: Andrea Wanderley
Produção: Tisara Arte Produções Ltda.
SERVIÇO
Exposição de WALTER FIRMO: “NO VERBO DO SILÊNCIO A SÍNTESE DO GRITO”
Local: Galerias 1 e 2 do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Espacial Sul – Brasília – DF
Informações: (61) 3108 7600
Visitação: de 18 de abril a 25 de junho de 2023
Horário: de terça a domingo, das 9h às 21h
Acesso: Gratuito, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura
De 13 a 15 de abril, a Feira Arteira realiza no shopping a edição “Viver Brasília”, em comemoração ao aniversário da capital federal, com oficina de colagem e muitos artigos temáticos relacionados à cidade
Foto Divulgação
No mês de comemoração ao aniversário de Brasília, o Liberty Mall apresenta a feira “Viver Brasília”, para apresentar um mix de produtos feitos por artistas da cidade, que vão desde a joalheria autoral a produtos mais inusitados, todos do quadradinho. O artista Toninho Euzébio, que criou desenho exclusivo para essa feira, também estará presente com suas peças e seu olhar criativo, que brinca com a cidade modernista. A Feira Arteira, evento itinerante de produtos autorais, ocorre no shopping de 13 a 15 de abril, das 9 às 19h
Foto Divulgação
Além de apresentar vários expositores com produtos e artigos decorativos relacionados com a capital dos brasileiros, essa edição da feira traz também a Oficina de Colagem “Recortes de Brasília”, que tem como instrutora a colagista brasiliense, Flaviana Medeiros.
Foto Divulgação
“Para cada arte colagem é feita uma curadoria especial, neste caso nossa capital Brasília, com diversos materiais, com imagens que compõem a criação. São texturas, papéis, cores e é isso que deixa cada resultado único e com uma identidade especial”, conta Beta Leonez, curadora da Feira Arteira.
Foto Divulgação
Serviço: Feira Arteira “Viver Brasília”
Data: de 13 a 15 de abril, das 9 às 19h
Oficina: 15 de abril (sábado), às 14h
Local: Shopping Liberty Mall – SCN Q 2 Bloco D – Asa Norte, Brasília – DF
Obra narra história real de luta pela sobrevivência ambientada na Groenlândia, uma das regiões mais frias do planeta
Divulgação
Publicado em 1955 e agora lançado de forma inédita em terras brasileiras pela editora Almedina Brasil, o livroContra o Gelo reúne as memórias do explorador Ejnar Mikkelsen sobre uma missão realizada em 1909 ao nordeste da Groenlândia, território autônomo que integra o Reino da Dinamarca. Com o objetivo de recuperar documentos que comprovassem que a região era composta por um único pedaço de terra, e não duas ilhas separadas, a expedição derrubaria de vez a reivindicação dos Estados Unidos sobre o local. Em 2022, a obra foi adaptada pela Netflix para um filme de sucesso com o mesmo nome.
Abandonado pelos companheiros de tripulação, com exceção do mecânico Iver Iversen, Mikkelsen não desistiu de concluir a viagem e enfrentou 28 meses de provações em uma das paisagens mais geladas do planeta. O congelamento de dedos das mãos e dos pés, os efeitos debilitantes do escorbuto e o medo constante de serem atacados por animais selvagens foram algumas das dificuldades encontradas ao longo do caminho. A fome torturante acarretou em um dos episódios mais tristes e viscerais da expedição quando, para sobreviver, eles mataram e comeram os cães que puxavam seus trenós.
De vez em quando, quando algum urso errante se apercebia da nossa toca de inverno e se sentia obrigado a investigar, tínhamos uma caçada. Se isto acontecesse com a fraca luz do dia, ou quando a lua estivesse cheia, normalmente resultava na morte do urso; mas se não houvesse luar, deixávamos o urso em paz e ficávamos dentro da cabana, independentemente do barulho que ele fizesse — mesmo quando chocava contra a cabana com batidas incomodativas. Tais visitas não eram agradáveis, e éramos sempre cuidadosos quando uma tarefa urgente nos obrigava a sair para o frio; um urso paciente podia ter cedido à sua incrível curiosidade e ter deitado na neve à espera de que saíssemos.
(Contra o Gelo, pg. 184)
Elogiada pela crítica, a adaptação da Netflix foi assistida por 30,73 milhões de horas na primeira semana de lançamento e conquistou o segundo lugar no ranking global de atrações da plataforma. A produção conta com Nikolaj Coster-Waldau, o Jaime Lannister de Game of Thrones, no papel do destemido Ejnar Mikkelsen. O ator, que conheceu de perto a impiedade do frio na Groenlândia e sofreu uma concussão durante as gravações, também assina o prefácio da edição mais recente do livro.
Contra o Gelo apresenta para o leitor uma história real de luta pela sobrevivência, que inspira pela obstinação do autor em concluir sua missão mesmo quando tudo parece impossível. Esta aventura sem precedentes revela como o frio impiedoso faz aflorar a fragilidade humana enquanto castiga com o desgaste físico e mental. Ao superar a mera narração de uma expedição polar, as memórias Ejnar Mikkelsen transformam-se em um relato cru e realista sobre o real valor do companheirismo e da cumplicidade.
Ficha técnica
Livro: Contra o Gelo – Uma História de Sobrevivência no Ártico Autor: Ejnar Mikkelsen Editora: Almedina Brasil, selo Edições 70 ISBN: 9786554270359 Páginas: 260 Formato: 16x23x1,3 Preço: R$ 79,00 Onde encontrar: Almedina Brasil | Amazon
Sobre a editora
Fundada em 1955, em Coimbra, a Almedina orgulha-se de publicar obras que contribuem para o pensamento crítico e a reflexão. Líder em edições jurídicas em Portugal, a editora publica títulos de Filosofia, Administração, Economia, Ciências Sociais e Humanas, Educação e Literatura. Em seu compromisso com a difusão do conhecimento, ela expande suas fronteiras além-mar e hoje traz ao público brasileiro livros sobre temas atuais, em sintonia com as necessidades de uma sociedade em constante mutação.
No dia 6 de abril, a partir das 18h, a Galeria Casa + Tachotte&CO inaugura a mostra “Menire Be Kayapó Djapej – A Mulher Kayapó e o Seu Trabalho”, realizada por artistas mulheres kayapós associadas e representadas pelo Instituto Kabu em parceria com a Rede Multiétnica e Aldeia Multiétnica. A exposição reúne pinturas, fotografias e painéis temáticos que abordam as atividades produtivas realizadas pelas mulheres que vivem nas aldeias da etnia kayapós no Pará. A mostra fica em cartaz até o dia 30 de maio. A visitação é de terça a sábado, das 14h às 22h, e domingo, das 12h às 20h, a entrada é gratuita e livre para todos os públicos. A Galeria Casa fica no Casapark, Piso Superior, dentro da Livraria da Travessa. No Instagram @galeria_casa.
A mostra que na Galeria Casa + Tachotte&CO apresenta um recorte da produção artística das mulheres kayapós que vivem e trabalham nas aldeias da etnia no Pará. Essa produção reflete a cultura e as tradições relacionadas em grande parte à vida social e econômica das comunidades kayapós. Na exposição, o público encontrará obras de artistas que vivem nas aldeias Baú, Pukatoti, Kawatum, Kubenkokre, Krimej, Menkragnotire, Pukany e Jabui.
“Quando começamos a falar sobre nós mesmas, costumamos dizer: “menire tyx”, “menire djàpex kume:xi”, “menire mejkumrej”, que traduzido para o português significa mulheres kayapó fortes, trabalhadoras e belas.” Informam as artistas em um texto coletivo que perpassa a expografia na Galeria Casa + Tachotte&CO. “Nós, mulheres kayapó, nos auto-identificamos como “menire”. Esse é o nome usado em nossa língua materna para nos diferenciar das outras mulheres, uma vez que as mulheres não indígenas são chamadas de “kubenira”, informam as artistas
Foto Divulgação
Estruturada por painéis temáticos, a mostra apresenta os projetos de pintura, miçanga, cumaru, castanha-do-brasil, babaçu, farinha de mandioca e todo o repertório da produção artesanal e cultural das mulheres kayapó. “Nossa força está na nossa cultura, pois somos guerreiras, e as principais responsáveis pela manutenção e fortalecimento dos conhecimentos que são repassados aos nossos filhos e netos, todos os dias”, dizem as artistas.
A mostra das artistas mulheres kayapós acontece em um momento em que a terra, a cultura e as tradições dos povos originários brasileiros são foco de atenção e preocupação. A exposição criada no âmbito das atividades de alternativas econômicas dos projetos desenvolvidos pelo Instituto Kabu reúne um rico acervo fotográfico, sobre as principais atividades produtivas das mulheres kayapó e tem por objetivo aproximar a sociedade do universo sociocultural e econômico das mulheres que vivem nas aldeias no Pará.
A pintura corporal
Presente em fotografias e em telas, a mostra traz para o público pinturas corporais, tradicionais. Ôk, na língua kayapó, significa pintura. Todas as mulheres da aldeia sabem pintar, pois aprendem ainda na infância. Elas fazem a pintura para o rosto, para o corpo inteiro, peito, braços e pernas. “Nossas pinturas corporais são diferentes, dependendo da pessoa que é pintada. Existe pintura para mulheres, para os homens, para os velhos, para mulher solteira e para o primeiro filho”, explicam as artistas. As pinturas lembram os bichos, as plantas e tudo aquilo que faz parte do meio-ambiente da região. “Os motivos para fazer a pintura são bastante variados, sendo mais utilizados para festas de iniciação e de nominação, festa das mulheres e rituais diversos como funerais, preparação para guerra, pesca, incursões na floresta ou só para nos embelezar mesmo”, completam as artistas kayapós.
Sobre o Instituto Kabu
O Instituto Kabu é uma associação comunitária criada e dirigida pelos kayapó do Subgrupo Mekrãgnoti. A associação foi criada em março de 2008, na cidade de Novo Progresso, no estado do Pará, com a finalidade de defender direitos, acessar políticas públicas e assegurar a integridade territorial das Terras Indígenas Baú e Menkragnoti. Além da missão de lutar na defesa dos direitos dos Mekrãgnoti e na proteção do seu território tradicional, vem desenvolvendo diversas atividades de apoio à produção, contribuindo para o fortalecimento de atividades produtivas.
Sobre a Aldeia Multiétnica
A Aldeia Multiétnica é um território na Chapada dos Veadeiros dedicado ao fortalecimento das culturas e lutas políticas dos povos indígenas e quilombolas, com princípios de preservação, promoção e acesso ao patrimônio material e imaterial brasileiros. Está localizada em uma área de preservação ambiental do Cerrado a 20 km de Alto Paraíso de Goiás, no entorno do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, reconhecido como Patrimônio Natural da Humanidade pela UNESCO.
@aldeiamultietnica
Sobre a Rede Multiétnica
Rede de comercialização e apoio ao escoamento da produção artesanal, alimentar, artística e extrativista de povos indígenas, quilombolas e outras comunidades tradicionais. Surge do desdobramento da Aldeia Multiétnica e é mais bem definida como um projeto de fortalecimento da economia da sociobiodiversidade, pois valoriza e fortalece a cultura associada à produção, protege ecossistemas ao fortalecer povos que manejam seus territórios, garante a justa remuneração e busca demandas regulares para projetos, associações e comunidades produtoras. @redemultietnica
Foto Divulgação
Serviço:
Menire Be Kayapó Djapej – A Mulher Kayapó e o Seu Trabalho
Mostra coletiva das mulheres artistas das aldeias Kaiapós Baú, Pukatoti, Kawatum, Kubenkokre, Krimej, Menkragnotire, Pukany e Jabui
Pinturas e objetos
Abertura | 6 de abril
A partir das 18h
Onde | Galeria Casa + Tachotte&CO.
Casapark, Piso Superior, acesso pela Livraria da Travessa
Visitação | até 30/05/2023
De terça a sábado, das 14h às 22h
Domingo e feriados, das 12h às 20h
Entrada | Gratuita
Classificação Indicativa | Livre para todos os públicos
Instagram | @galeria_casa
Endereço | SGCV Lote 22, Brasília – DF
Contatos | +55 (61) 3403-5300
@casapark
Agradecimentos | Instituto Kabu | Rede Multiétnica
O espetáculo do Circo dos Sonhos traz à cena uma aventura fantástica e conta com performances e números circenses de tirar o fôlego.
As apresentações acontecem no Parque da Cidade a partir de 20 de abril, com preços a partir de R$ 30,00.
Foto Divulgação
Respeitável público, o espetáculo vai recomeçar! Como em um passe de mágica, o picadeiro mais famoso de Brasília está de volta. A partir de 20 de abril, o Parque da Cidade Sarah Kubitschek recebe em grande estilo o Circo dos Sonhos, comandado pelo ator Marcos Frota.
Localizado na Asa Sul (Srps), o circo terá apresentações de terça a sexta-feira, às 20h, e também aos sábados, domingos e feriados, em três sessões, às 15h, 17h30 e 20h. Os ingressos custam a partir de R$ 30 (meia-entrada).
O show que chega à cidade é “Alakazan – A Fábrica Mágica”. Dirigido por Rosana Jardim, o espetáculo de 90 minutos tem performances e números circenses de báscula, contorção, malabares, monociclo, equilíbrio no arame e tecido aéreo, entre outros, além de muita palhaçada.
Foto Divulgação
História
“Alakazan – A Fábrica Mágica” traz à cena o duelo entre os personagens Alan e Kazani, que disputam a atenção da pequena Ly, a já conhecida menininha do Circo dos Sonhos. Ly é uma criança curiosa, que toca e fotografa tudo ao seu redor. Em uma visita à biblioteca, ela é surpreendida por Alan, que surge como num passe de mágica e lhe entrega um livro especial, retirando o tablet de suas mãos.
Encantada pelo livro, Ly pede que Alan leia a história, mas ao começar, ele é interrompido por um som de sinos. Quando os dois procuram de onde vem o som, surge Kazani, que transporta todos para a Fábrica Mágica, um universo fantástico onde tudo é possível. A cada badalar do sino e movimento das engrenagens, Ly é transportada para outro universo com novas atrações, sempre acompanhada pelo seu amigo Alan.
Kazani não gosta da interação entre Alan e Ly e compete por sua atenção. Essa disputa seguirá e irá se fortalecer até o último ato, no qual ocorre o confronto final, quando Ly conseguirá transmitir aos dois o poder da amizade e união, mostrando que é possível compartilharem suas habilidades, assim como os livros e os tablets, que compartilham seus conhecimentos com seus leitores.
Foto Divulgação
Sobre o Circo dos Sonhos
O Circo dos Sonhos pertence à família Jardim, que tem mais de 30 anos de tradição circense e já apresentou seus espetáculos para mais de 4 milhões de pessoas. Suas estruturas já visitaram diversos estados brasileiros, encantando com os elogiados espetáculos “Circo dos Sonhos – O Sonho Vai Começar”, “Circo dos Sonhos no mundo da Fantasia” e “Quyrey, Uma Aventura na Selva”. Tendo como embaixador o artista Marcos Frota, o Circo dos Sonhos possui atualmente duas lonas que circulam pelo país, e conta com uma equipe de mais de 150 profissionais, entre eles costureiras, designers, artistas plásticos, produtores, diretores, marceneiros, serralheiros, figurinistas, cenógrafos, bailarinos, coreógrafos, acrobatas, malabaristas, palhaços, trapezistas, contorcionistas e produtores.
Sobre o ator Marcos Frota
Marcos Frota é ator exclusivo da Rede Globo de Televisão desde 1983, com mais de 30 papéis e destaque para as novelas “Cambalacho”, “América”, “O Clone”, “A Próxima Vítima“ e “Mulheres de Areia”. Além de atuar, Frota é Presidente Voluntário da Universidade Livre do Circo, projeto social instalado na Quinta da Boa Vista com atendimento psicossocial e aulas de circo para 350 jovens de comunidades.
Foto Divulgação
SERVIÇO Circo dos Sonhos apresenta “Alakazan – A Fábrica Mágica”
Onde: Parque da Cidade Sarah Kubitschek – Srps, Asa Sul
Quando: Estreia dia 20 de abril às 20h – até 21 de maio
Temporada de terça a sexta-feira, sempre às 20h
Sábados, domingos e feriados às 15h, 17h30 e 20h
Quanto: Ingressos a partir de R$ 30,00 (*)
*Meia entrada para crianças de 02 a 12 anos, estudantes e pessoas com mais de 60 anos.
*Promoções na compra pelo site do circo.
Os ingressos poderão ser adquiridos exclusivamente através do site
El Camino – Cinema de Viagem da América do Sul, de 18 de abril a 07 de maio, no Cine CCBB Brasília, reúne filmes de nove países sul-americanos que têm os deslocamentos geográficos no centro da narrativa
Curadoria Carla VerdeCuradoria Leonardo
EL CAMINO – CINEMA DE VIAGEM DA AMÉRICA DO SUL acontece de 18 de abril a 7 de maio, no Cinema do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília. A mostra inédita oferece um apanhado histórico de filmes de viagem, realizados desde 1960, em nove países sul-americanos.
Os chamados road movies celebram jornadas geográficas e pessoais. Neles, há um convite para vivenciar percursos, encontrar-se com o outro e consigo mesmo, manter-se em movimento. Mas os “filmes de viagem” realizados na região sul do continente americano são bem mais do que os registros de percursos: refletem paisagens sociais, mostram semelhanças e diferenças, falam de identidades nacionais, territórios, (des)caminhos.
Com curadoria e coordenação de Carla Italiano e Leonardo Amaral, a mostra vai exibir 19 filmes, sendo 15 longas-metragens e quatro curtas, realizados no Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Peru, Bolívia, Chile, Colômbia e Venezuela. Ao todo, serão 18 dias de programação, com 24 sessões e 16 programas.
Além das exibições, a mostra inclui a participação da curadora Carla Italiano – discorrendo sobre o conceito da programação –, uma oficina presencial ministrada pelo pesquisador Ewerton Belico (com inscrições prévias) e um debate presencial com a professora Mariana Souto. Haverá ainda sessão com legendagem descritiva. O evento contará também com um catálogo contendo textos inéditos de autores/as nacionais, revelando a fortuna crítica original sobre o tema.
EL CAMINO – CINEMA DE VIAGEM DA AMÉRICA DO SUL é uma produção da Anacoluto Produções Miúdas e, de Brasília, segue para o CCBB Rio de Janeiro (31 de maio a 19 de junho) e para o CCBB São Paulo (12 de julho a 07 de agosto). Produção Executiva de Marisa Merlo.
A MOSTRA
“EL CAMINO – CINEMA DE VIAGEM DA AMÉRICA DO SUL” reúne filmes nos quais os deslocamentos geográficos estão no centro das histórias, em trajetórias que conectam as transformações das personagens às mudanças na paisagem social. A mostra se guia por um conjunto de questões: que países são esses que estão na tela? De que maneira esses filmes constroem imaginários que reafirmam, ou questionam, símbolos nacionais anteriores? E como apresentam novas formas de filiação entre indivíduos, coletivos e territórios? Cada obra responde a essas questões à sua maneira e o interesse desse conjunto de títulos está em captar tais ressonâncias.
A curadoria foi pensada a partir de cinco linhas que permitem criar agrupamentos de filmes. Ideias de povo e nação filmicamente reúne obras realizadas a partir da década de 1960 e que lidam com as contradições da ideia de nação: Vidas secas, Iracema – uma transa amazônica (Brasil), Los inundados (Argentina), Agarrando pueblo (Colômbia), A dupla Jornada (Brasil). O segundo inventário – Indivíduos em relação a representações de coletivo – traz o drama em suas diversas raízes étnicas e políticas, como em Noites paraguayas (Brasil/Paraguai), La nación clandestina (Bolívia), La tierraprometida (Chile) e Carlos: Cine-retrato de un caminante en Montevideo (Uruguai).
A terceira linha aposta no cinema fantástico para reconfigurar não só as cartografias de territórios como a própria noção de identidade. Em Fantástico e jornadas psicológicas estão agrupados filmes como Brasil Ano 2000, Sueños de hielo (Chile), El viaje (Argentina) e Hijas del fuego (Argentina). Um quarto grupo pensa trajetórias transnacionais de povos originários. Recriações de territórios indígenas perdidos reúne filmes como Serras da desordem, Tava (Brasil), Zama (Argentina). Por fim, o quinto grupo apresenta Processos coloniais da diáspora africana, agrupando curtas de teor auto-representativo que fazem viagens rumo ao continente africano: é o caso de Noirblue e (Outros) fundamentos (Brasil).
Segundo a curadoria, é importante entender o cinema de viagem como devedor da tradição da literatura de viagem, europeia de origem e bastante consolidada, compartilhando com ela uma narrativa sem final definitivo, de estrutura episódica e temporalidade variável, às vezes cronológica e às vezes suspendendo a própria noção de tempo. “Tanto na literatura quanto no cinema, essa narrativa tem o potencial de ser uma ferramenta potente de crítica social”, afirmam Carla Italiano e Leonardo Amaral. E acrescentam: “Da forma que se concretiza nos cinemas sul-americanos pós 1960, esse gênero também evidencia certa crise do que ali é próprio à era moderna e aos ideais específicos de progresso, seja pelos avanços desse modelo de desenvolvimento, seja pelos inúmeros problemas que desencadeia, da pobreza e dos esquecidos na contabilização do todo enquanto estado-nação unificado”.
PROGRAMAÇÃO
Vidas SecasVidas Secas
Terça 18/04
19h – [Abertura] Vidas Secas (115’, Nelson Pereira dos Santos, 1963, Brasil) | 10 anos
Com apresentação da curadoria por Carla Italiano
Outros Fundamentos Noir Blue
Quarta 19/04
19h30 – A dupla jornada (53’, Helena Solberg, 1975, Arg/Bol/Mex//Ven)
19h30 – A dupla jornada (53’, Helena Solberg, 1975, Arg/Bol/Mex//Ven)
Agarrando Pueblo – os vampiros da miséria (29′, Luis Ospina, Carlos Mayolo, 1978, Colômbia) | 14 anos
Brasil Ano 2000
Quarta 26/04
19h – Brasil Ano 2000 (115′, Walter Lima Jr., 1969, Brasil) | 14 anos
Tava a Casa de Pedra
Quinta 27/04
19h30 – Tava, a casa de pedra (78’, Ariel Duarte Ortega, Patrícia Ferreira, Vincent Carelli, Ernesto de Carvalho, 2012, Brasil) | 10 anos
Pachamama
Sexta 28/04
19h30 – Pachamama (94′, Erik Rocha, 2008, Brasil/Bolívia/Peru) | 10 anos
La Terra Prometida
Sábado 29/04
10h – Oficina com Ewerton Belico – Território, caminhada e fronteira: migrações e memória no cinema sul-americano contemporâneo (inscrições prévias, com projeção de filmes) | Livre
17h – La Tierra Prometida (120′, Miguel Littin, 1973, Chile) | 12 anos
Domingo 30/04
17h30 – Los Inundados (87′, Fernando Birri, 1961, Argentina) | 10 anos
Ewerton Belico é diretor, roteirista, professor e curador. Um dos programadores do forumdoc.bh – festival do filme documentário e etnográfico de Belo Horizonte -, foi programador do FestCurtas BH – Festival Internacional de Curtas-Metragem de Belo Horizonte – e do Fronteira – Festival Internacional de cinema documentário e experimental. Atuou como co-diretor e co-roteirista do longa-metragem Baixo Centro, e dos curtas-metragem Vira a Volta que faz o nó e Memória Sitiada da Noite. É responsável pelo desenvolvimento dos roteiros de obras seriadas A luta que não pode parar e Hip-hop, velho amigo na estrada. Seus filmes foram exibidos em mostras e festivais como Hamburgo, Neighboring Scenes, Filmadrid, Mostra de Tiradentes, Ecrã, dentre outros.
MARIANA SOUTO
Professora da UnB, realizou dois pós-doutorados (bolsas FAPESP e Capes) na ECA-USP, sob supervisão de Ismail Xavier. Doutora em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais, com prêmio de Melhor Tese na área de Comunicação e informação (2017), é Mestre pela UFMG, onde atuou como professora substituta. Também lecionou na PUC-MG e da UNA. Foi curadora do Janela Internacional de cinema de Recife, do Festival Internacional de curtas de BH, da mostra Corpo e cinema (Caixa cultural) e do Cineclube Comum. Diretora de arte de Quintal (André Novais, exibido em Cannes e premiado em diversos festivais) entre vários outros filmes. Integrou os grupos de pesquisa História e Audiovisual (coordenado por Eduardo Morettin) e Poéticas da Experiência (coordenado por César Guimarães e André Brasil). Autora do livro “Infiltrados e invasores – uma perspectiva comparada sobre relações de classe no cinema brasileiro” (2019).
FICHA TÉCNICA
Curadoria e coordenação: Carla Italiano e Leonardo Amaral
Produção Executiva: Marisa Merlo
Empresa produtora: Anacoluto Produções Miúdas
SOBRE O CCBB BRASÍLIA
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 outubro de 2000, após uma grande reforma de adaptação do Edifício Tancredo Neves, com o objetivo de reunir em um só lugar todas as formas de demonstração de arte e criatividade possíveis, para levá-las ao público da capital.
O edifício Presidente Tancredo Neves faz parte de um conjunto de obras arquitetônicas assinadas por Oscar Niemeyer. Com o seu imenso projeto paisagístico, idealizado por Alda Rabello Cunha, o prédio conta com amplos espaços de convivência, café, restaurante, galerias, sala de cinema, teatro, salas multiuso, jardins e uma praça central para eventos abertos, onde são realizados shows, espetáculos e performances.
SERVIÇO
Local: Cinema do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Espacial Sul – Brasília – DF
Cine Brasília promove dia 30 de março, com a presença do diretor Gabriel Di Giacomo, sessão com debate do documentário “Memória Sufocada”, que reflete sobre o período da ditadura militar no Brasil.
Estreia a produção francesa “A Garota Radiante”, que marca a estréia na direção da grande atriz Sandrine Kiberlain
Um dia antes da data que marca o golpe militar no Brasil, o Cine Brasília promove sessão especial com debate de um documentário que nos remete a esse momento sombrio de nossa história e procura fazer uma reflexão sobre o período da Ditadura Militar, sob a perspectiva de como ela foi e permanece nos dias de hoje, construída na memória das pessoas. Memória Sufocada, dirigido por Gabriel Di Giacomo, será exibido na quinta-feira, dia 30, à 20h35. Após a sessão, o público poderá debater o tema com o diretor e convidados. O filme permanecerá em cartaz até o dia 05 de abril com sessões diárias.
Destaca-se que o diretor Gabriel Di Giacomo conseguiu o fato inédito de ser a primeira pessoa, junto com sua equipe, a filmar dentro do DOI-CODI de São Paulo. Memória Sufocada procura olhar a história da Ditadura Militar e a tortura no Brasil a partir da perspectiva do presente. Buscas na internet mostram narrativas distintas do passado, mas que iluminam os dias de hoje.
Uma das principais premissas do filme é a de que a informação e a desinformação estão ao alcance de todos. Muitos fatos são construídos nas redes sociais e a realidade é cada vez menos nítida. O filme indaga qual é a verdade histórica e como os fatos podem ganhar novas narrativas com o passar dos anos. Na década de 1960, setores da elite brasileira, com o apoio da mídia, plantaram diversas fake news sobre a situação do país para conseguir levar os militares ao poder. O discurso oficial pregava a urgência em evitar o avanço comunista no Brasil, “proteger a pátria e a família” e acabar com o caos social. O longa conta com um rico material, que foi encontrado hospedado na internet, tornando-se uma regra para a estruturação do filme. Só conteúdos que estavam disponíveis para qualquer internauta estão na edição de Memória Sufocada. A partir disso, descortina os horrores da Ditadura que, muitas vezes, são descritos de forma ideológica e interessada.
A outra novidade da semana, A Garota Radiante, é um filme que trata com notável delicadeza e sutileza de uma realidade atroz. Estreia na direção da grande atriz francesa Sandrine Kiberlain, o filme fez uma exibição de sucesso na Semana da Crítica do Festival de Cannes de 2021. A personagem do título é a jovem judia Irène, magnificamente interpretada por Rebecca Marder. A jovem de 19 anos desperta para o mundo numa circunstância dramática, no verão de 1942, quando a França está ocupada por nazistas. Ela está descobrindo o amor e o prazer de viver e sonha em ser atriz. Kiberlain, em entrevistas, disse que começou o roteiro imaginando a vida das personagens. Queria capturar um momento histórico de uma forma muito pessoal. Há muitos aspectos do filme baseados na vida de sua família judia, especialmente na de seus avós. No processo, muito da sua vida particular e familiar, acabou se tornando uma referência.
Seguem em cartaz, O Rio do Desejo, Raquel 1.1, Belas Promessas, Um Assunto de Mulheres, Fique Comigo e O Grande Mauricinho. O primeiro, O Rio do Desejo é baseado no conto O Adeus do Comandante, de Milton Hatoum e tece uma trama onde a personagem de Dalberto, comandante de um barco, transporta um passageiro misterioso vivido pelo extraordinário ator peruano Coco Chiarella, que faleceu de covid, aos 77 anos, logo após as filmagens, em 2021. O enredo do filme segue uma longa e arriscada viagem pelo rio Negro até Iquitos, no Peru, com o propósito de amealhar recursos extras para realizar o sonho da mulher, Anaíra, com quem acabara de se casar. No elenco, estão também Sophie Charlotte e Daniel Oliveira.
Raquel 1.1 é um interessante filme de suspense/terror que discute religiosidade, cultos evangélicos sob a ótica do radicalismo de nossos tempos. O filme transita pelo cinema de gênero de forma altamente eficaz. O contexto é uma pequena cidade do interior. A diretora Mariana Bastos nos dá uma ótima contextualização da história no momento mesmo em que a protagonista e sua família chegam numa pequena cidade e encontram um grupo de religiosas adolescentes fanáticas.
Belas Promessas, de Thomas Kruithof, Assunto de Mulheres, do mestre Claude Chabrol, e Fique Comigo, de Samuel Benchetrit, fazem parte da homenagem que o Cine Brasília presta a atriz Isabelle Huppert, que neste mês de março completou 70 anos. Os dois últimos integram da mostra Isabelle Huppert – 70 Anos em 7 Filmes. De épocas e temáticas distintas, os três filmes demonstram o incrível talento e versatilidade da atriz.
Dando continuidade ao projeto do Cine Brasília de exibir semanalmente curtas-metragens antes de um longa, o público poderá assistir ao filme Moacyr Barbosa, uma produção do Rio de Janeiro, dirigido por Emílio Domingos.
Por fim, O Grande Mauricinho permanece como a grande atração da nossa sessão infantil da semana.
Programação
Quinta-feira (30/03/2023)
10h – O Grande Mauricinho
14h30 – Belas Promessas
16h30 – Moacyr Barbosa (Curta) + O Rio do Desejo
18h35 – A Garota Radiante
20h35 – Memória Sufocada (sessão com debate)
Sexta-feira (31/03/2023
10h – O Grande Mauricinho
14h30 – Belas Promessas
16h30 – Moacyr Barbosa (Curta) + Raquel 1.1
18h30 – A Garota Radiante
20h30 – Memória Sufocada
Sábado (01/04/2023)
10h – O Grande Mauricinho
14h30 – Um Assunto de Mulheres
16h30 – Moacir Barbosa (Curta) + O Rio do Desejo
18h35 – A Garota Radiante
20h35 – Memória Sufocada
Domingo (02/04/2023)
10h – O Grande Mauricinho
14h30 – Raquel 1.1
16h30 – Moacyr Barbosa (Curta) + Fique Comigo
18h30 – A Garota Radiante
20h30 – Memória Sufocada
Segunda-feira (03/04/2023)
14h30 – Belas Promessas
16h30 – Moacyir Barbosa (Curta) + O Rio do Desejo
18h35 – A Garota Radiante
20h35 – Memória Sufocada
Terça-feira (04/04/2023)
10h – O Grande Mauricinho
14h30 – Belas Promessas
16h30 – Moacyr Barbosa (Curta) + Raquel 1.1
18h30 – A Garota Radiante
20h30 – Memória Sufocada
Quarta-feira (05/04/2023)
10h – O Grande Mauricinho
14h30 – Belas Promessas
16h30 – Moacyr Barbosa (Curta) + O Rio do Desejo
18h35 – A Garota Radiante
20h35 – Memória Sufocada
Estreias
A Garota Radiante
(Drama/França/2023/98min)
De Sandrine Kiberlain
Com: Rebecca Marder, André Marcon, Anthony Bajon, Françoise Widhoff, India Hair
Sinopse: Em Paris, 1942, a jovem Irène (Rebecca Marder) está no auge de sua juventude enquanto sonha em ser atriz e busca novas oportunidades. Aos 19 anos, ela tem várias amizades e acabou de conquistar um novo amor de tirar o fôlego.
A vida de Irène é o clássico retrato da juventude parisiense dos anos dourados, mas ela não sabe que seus sonhos podem estar com os dias contados.
Classificação Indicativa: 14 anos
Memória Sufocada
(Com sessão especial com convidados dia 30/03)
(Doc/Brasil/2021/76min)
De Gabriel Di Giacomo
Sinopse: Coronel Ustra é o único militar condenado como torturador durante a Ditadura. O ex-presidente Jair Bolsonaro o exalta como um herói. Mas qual é a verdade? Através de buscas pela internet, o passado do Brasil vai sendo reconstruído e esbarra no presente. Ao declarar o seu voto no processo de golpe contra a ex-presidente Dilma Rousseff, o então deputado federal Jair Bolsonaro homenageou a memória do Coronel, morto em 2015 (aos 83 anos). Para alguns, ele é considerado um torturador, para outros, um herói. O elogio planejado e sádico realizado pelo ex-presidente é sintomático. O documentário se debruça sobre o passado de Carlos Brilhante Ustra, fazendo uma ligação onde o passado do Brasil tropeça no presente.
Classificação indicativa: 14 anos
Em Cartaz
Belas Promessas
(Drama/França/2023/98min)
De Thomas Kruithof
Com: Isabelle Huppert, Reda Kateb, Naidra Ayadi, Soufiane Guerrab
Sinopse: Em Belas Promessas, o ano é 1993 e Clémence (Isabelle Huppert) é prefeita de uma cidade. Com esse cargo ela é corajosa e determinada, sempre se envolvendo com os mais desfavorecidos para salvar a cidade da miséria e do desemprego. Porém, ela trava com Yazid (Reda Kateb), seu chefe de gabinete, uma batalha feroz para salvar o bairro de Bernardins, cidade minada pela insalubridade e pelos “comerciantes adormecidos”. Esta será sua última luta, antes de passar para a próxima eleição. Mas quando Clémence é abordada para se tornar ministra, sua ambição põe em questão todos os seus planos. Clémence pode abandonar sua cidade, seus entes queridos e renunciar as suas promessas?
Classificação indicativa: 14 anos
Um Assunto de Mulheres
(Drama/França/1988/108min)
De Claude Chabrol
Com: Isabelle Huppert, François Cluzet, Marie Trintignant
Sinopse: Sob a ocupação, Marie, modesta mãe de dois filhos e cujo marido está na prisão, vive apertada. Um dia, ajuda sua vizinha Lucie a interromper uma gravidez indesejada por solidariedade. Devido às dificuldades que passa, isso se torna rapidamente o verdadeiro trabalho de Marie. Ela passa a cobrar para fazer abortos, o que gera consequências graves.
Sinopse – Numa periferia da França, em um prédio com o elevador quebrado, três pessoas que vivem sozinhas têm sua rotina alterada: um homem, que devido a uma “overdose” de bicicleta ergométrica, acaba numa cadeira de rodas e conhece uma misteriosa enfermeira do plantão noturno; um adolescente, cujos pais estão sempre ausentes, se envolve com a nova vizinha, uma atriz de cinema com idade para ser sua mãe; e uma imigrante argelina, que aguarda a saída de seu único filho da prisão, acolhe um astronauta americano que cai do espaço e bate à sua porta.
Classificação indicativa: 12 anos
O Rio do Desejo
(Drama/Romance/Brasil/2023/107min
De Sérgio Machado
Com: Daniel de Oliveira, Sophie Charlotte, Gabriel Leone
Sinopse: O Rio do Desejo é um filme brasileiro, baseado no conto “O Adeus do Comandante”, do amazonense Milton Hatoum, a narrativa acompanha Dalberto (Daniel de Oliveira), um comandante de barco que transporta um passageiro em uma longa e arriscada viagem pelo Rio Negro. Durante esse período de ausência, sua parceira Anaíra (Sophie Charlotte) acaba se aproximando dos irmãos de Dalberto, Armando (Gabriel Leone) e Dalmo (Rômulo Braga).
Classificação indicativa: 16 anos
Raquel 1.1
(Drama/Suspense/Brasil/2023/90min)
De Mariana Bastos
Com: Valentina Herszage, Emilio de Mello, Eduarda Samara, Ravel Andrade
Sinopse: Raquel é uma adolescente religiosa que retorna à pacata cidade onde nasceu em busca de uma vida nova junto ao seu pai. Em seus primeiros dias, ela passa por uma experiência misteriosa durante a qual acredita ter recebido um importante e controvérsia missão relacionada à Bíblia. Ao lado de suas novas amigas, um grupo de garotas evangélicas da igreja local, Raquel mergulha na sua espiritualidade e revive traumas profundos do passado. Com o apoio de alguns e condenação de outros, Raquel tenta se balancear em um inquietante espiral de fé, razão e loucura.
Classificação indicativa: 12 anos
O Grande Mauricinho
(Animação/Alemanha/Reino Unido/2022/93min)
De Florian Westermann e Toby Genkel
Sinopse: Mauricinho (Marcelo Adnet) é um gato falante que viaja de cidade em cidade vendendo seu negócio de exterminação de ratos. Mas ele é, também, um malandro, vendendo suas habilidades felinas para enganar as pessoas que o contratam. Ele não faz isso tudo sozinho. Junto com seu parceiro Kinho, um flautista mágico, eles convocam uma horda de ratos e os levam para fora da cidade. Assim que o “trabalho” é feito e o dinheiro da recompensa está em suas patas, ele divide com Kinho e…os ratos. Os ratos, também, não são qualquer espécie de roedores, já que eles falam, se vestem e vivem em uma comunidade paradisíaca com o dinheiro que faturam com Mauricinho e Kinho. Tudo vai bem até que eles decidem golpear a cidade de Bad Blintz, onde conhecem uma garota obcecada por livros, Marina, que os leva em uma aventura para resolver um grande mistério da cidade.
Classificação indicativa: a partir de 6 anos
Curta-metragem
Moacyr Barbosa
(Doc/Brasil/2021/6min)
De Emílio Domingos
Sinopse: Moacyr Barbosa foi um dos maiores goleiros do Brasil. Ele mostra e conta a sua história. Barbosa começou sua carreira no Atlético Ypiranga, de São Paulo. Em 1945 transferiu-se para o Vasco da Gama, onde ficou até 1962, tendo conquistado 6 campeonatos cariocas, o torneio Rio-São Paulo de 1958 e vários outros títulos. Teve ainda breves passagens pelos clubes cariocas Bonsucesso e Campo Grande, e pelo Santa Cruz de Recife. Pela seleção brasileira, conquistou a Copa Roca de 1945, as Copas Rio Branco de 1947 e 1950 e a Copa América de 1949. Fez parte da grande seleção que foi vice-campeão mundial em 1950, e chegou a ser injustamente acusado pela derrota na final, diante do Uruguai, no Maracanã lotado.
Premiado grupo de Brasília, que investiga diferentes possibilidades de composição da cena teatral, propõe nova leitura de um dos autores de maior originalidade e profundidade do teatro mundial.
Projeto leva textos eruditos ao público das regiões administrativas do DF, privilegiando o uso da voz em detrimento de outros recursos teatrais.
“Nunca foi Beckett” é o compartilhamento de resultados de uma residência artística do coletivo com o renomado diretor Marcio Abreu, vencedor do Prêmio Shell de Melhor Dramaturgia 2023.
Apresentações acontecem nos dias 8 e 9 de abril em Samambaia, e 22 e 23 de abril em Ceilândia, regiões administrativas do Distrito Federal.
Foto Divulgação
Para a comemoração dos seus 20 anos de atividade, o Teatro do Concreto, premiado coletivo de Brasília, propõe um encontro inusitado com a prosa erudita de Samuel Beckett (1906-1989). O grupo, que investiga novas possibilidades de composição da cena teatral, apresenta trechos dos primeiros romances e peças de um dos autores de maior profundidade do teatro mundial. Para o ousado projeto, que privilegia a voz em detrimento da visualidade, o grupo convidou o diretor Marcio Abreu, integrante da Companhia Brasileira (PR) – vencedor este ano do Prêmio Shell de Melhor Dramaturgia. Com patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, “Nunca foi Beckett” prevê oito apresentações gratuitas em espaços públicos de Ceilândia e Samambaia, aos sábados e domingos, em abril. A programação inclui também um debate na UNB, no dia 4 de abril.
As apresentações, definidas pelo coletivo como atos de leitura dos textos de Beckett, ocorrem no Complexo Cultural Samambaia, nos dias 8 e 9 de abril; e, no Teatro SESC Newton Rossi de Ceilândia, nos dias 22 e 23 de abril. O projeto inclui também ações de acessibilidade: uma apresentação traduzida para libras e uma visita tátil de um grupo de deficientes visuais em cada cidade. As atrizes Gleide Firmino e Micheli Santini protagonizam as apresentações.
Criado em 2003, o Teatro do Concreto já estreou nove espetáculos, recebendo diversos prêmios por seu trabalho de investigação da cena no espaço urbano, pela relação com as práticas da performance e pela busca por diferentes modos de engajar o espectador. Os atos de leitura são o resultado de um processo de pesquisa e residência artística com o aclamado diretor Márcio Abreu. “A ideia era buscar um teatro que passasse mais pela palavra do que pelos outros recursos de cena”, explica Glauber Coradesqui, integrante da equipe. Para o desafio, o grupo escolheu Beckett, um dos pais do “teatro do absurdo”, especificamente alguns de seus textos menos conhecidos. “Agora vamos levar essa experiência ao público de duas regiões administrativas do DF. Queremos articular a obra de um autor erudito, impenetrável, com o dia a dia das pessoas”, diz ele.
Segundo Glauber, as apresentações de “Nunca foi Beckett” são mais para ouvir do que para ver. “As atrizes foram instigadas a investigar a radicalidade da palavra como elemento de composição da cena”, diz ele. “Foi um universo de descobertas. Passamos a pensar novas formas de criar e enxergar o fazer de atriz desde um outro ponto de vista”, explica Gleide Firmino. “O teatro ao longo do século XX favoreceu muito a imagem, vivemos um século de um teatro multi-imagético. Essa é uma tentativa de não ceder aos efeitos da encenação. Tentamos desconstruir tudo o que desse a ideia de algo muito encenado, muito montado”, diz ele. “Há ainda o aspecto político da obra de Beckett. A relação com o fracasso, com a tristeza, com a inação, o deserto existencial que a obra dele apresenta faz parte do interesse do grupo”, conclui Glauber.
Para o diretor Márcio Abreu, “o projeto é antes de tudo uma investigação sobre como cada pessoa pode ler o mundo. A ideia não é a de criação de uma peça de teatro ou de um espetáculo, mas sim de realizar um processo contínuo daquilo que nomeamos de “atos de leitura”. Queremos formar um arquivo com um conjunto diverso de performances nas quais a ação de ler textos, paisagens, objetos, acontecimentos e memórias ao longo do tempo vão compondo um arquivo sensível e plural que pode ser compartilhado com o público de diversas formas e em diversos espaços, físicos e virtuais”.
TEATRO DO CONCRETO – Fundado em 2003, é um grupo de Brasília que reúne artistas interessados em dialogar com a cidade e seus significados simbólico e real por meio da criação cênica. Assume, desde sua origem, a diversidade e a pesquisa como princípios de gestão e composição artística, mobilizando criadores de diversas regiões do Distrito Federal e aprofundando a interação com diferentes artistas e áreas do conhecimento. Suas criações se orientam pela perspectiva do processo colaborativo e se caracterizam, principalmente, pela elaboração de uma dramaturgia própria, pela radicalização no uso de depoimentos pessoais, pela investigação da cena no espaço urbano, pela relação com as práticas da performance e pela busca por diferentes modos de engajar o espectador.
Ao longo de sua trajetória, o grupo estreou nove espetáculos e intervenções cênicas, publicou três obras de referência no campo da pesquisa teatral e realizou diversos projetos de interação com a comunidade os quais extrapolam a dimensão dos palcos, consolidando-se como referência para o teatro de grupo na região Centro-Oeste. Ganhou projeção nacional com a circulação dos espetáculos “Diário do Maldito” (2006) – que recebeu o Prêmio SESC do Teatro Candango nas categorias de Melhor Atriz e Melhor Cenografia – e “Entrepartidas” (2010) – que recebeu o Prêmio SESC do Teatro Candango nas categorias de Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor Ator e Melhor Dramaturgia, e integrou a curadoria do SESC Palco Giratório 2018. Em seu repertório atual estão “Festa de Inauguração” (2019) e “Se eu falo é porque você está aí” (2020).
MARCIO ABREU – Dramaturgo, encenador e ator. Criou e integra a Companhia Brasileira de Teatro. Realiza ações de intercâmbio com artistas do Brasil e da França. Entre seus trabalhos recentes estão Vida (2010), pelo qual recebeu os prêmios Troféu Gralha Azul de melhor texto e direção; Oxigênio (2010), de Ivan Viripaev; Isso te interessa? (2011), de Noëlle Renaude, que lhe rendeu, em 2012, os prêmios APCA e Bravo! de melhor espetáculo do ano, e Questão de Crítica de melhor direção; Esta Criança (2012), do francês Joël Pommerat, pelo qual recebeu o prêmio Shell de melhor direção; Nômades (2014); e Krum (2015), de Hanoch Levin, que lhe rendeu os prêmios Shell 2015, Cesgranrio 2015 e Questão de Crítica 2015 de melhor direção. Em 2012, escreveu uma versão de Os três porquinhos para a Comedie Française e foi coautor de A história do rock por Raphaelle Bouchard, com a Compagnie Jakart, com a qual também colaborou em Nus, ferozes e antropófagos. Foi nomeado pela Folha de S.Paulo como personalidade de teatro do ano, em 2012.
FICHA TÉCNICA
Atos de leitura de trechos das obras O Inominável, Textos para nada #13, Fim de Partida, Catástrofe e Respiração, de Samuel Beckett. Atrizes residentes: Gleide Firmino e Micheli Santini Diretor residente: Márcio Abreu Pesquisador associado: Glauber Coradesqui Criação sonora: Felipe Storino Direção técnica: Rodrigo Fischer Pesquisa de movimento: Kênia Dias Programação visual: Gabriel Menezes / Molde Fotografia: Thiago Sabino Vídeo: Joy Assessoria de imprensa: Júnia Azevedo – Escrita Comunicação Assistente de produção: Deni Moreira Produção executiva: Júnior Cecon Patrocínio: Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal
SERVIÇO
Debate na Universidade de Brasília Dia: 4 de abril, terça-feira Horário: 17h Local: Departamento de Artes Cênicas Endereço: Campus Universitário Darcy Ribeiro Classificação etária: 16 anos
Apresentações em Samambaia Dias: 8 e 9 de abril, sábado e domingo Horários: 17h e 19h Local: Complexo Cultural Samambaia End.: Quadra 301 Conjunto 05 Lote 01 – Samambaia – DF (próximo à agência dos Correios e à Agência do Trabalhador) Entrada franca Classificação etária: 16 anos
Apresentações em Ceilândia Dias: 22 e 23 de abril, sábado e domingo Horários: 17h e 19h Local: Teatro Sesc Newton Rossi End.: QNN 27 Área Especial Lote B, Ceilândia Norte, Brasília – DF Entrada franca Classificação etária: 16 anos
O evento, que acontece no marco do Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial, reunirá nomes importantes para discutir ações no combate do racismo
Foto Divulgação
O Instituto Internacional sobre Raça, Igualdade e Direitos Humanos (Raça e Igualdade), em parceria com a ONG Criola, Geledés – Instituto da Mulher Negra, Selo Juristas Negras, Grupo Conexão G de Cidadania LGBT de Favelas, Renafro Saúde e Ilê Omolu e Oxum, Instituto Iepé e Hutukara Associação Yanomami realiza no dia 22 de março de 2023, o evento “Mecanismos sobre Raça no Sistema Universal de Direitos Humanos: Estratégias e Próximos Passos no Brasil“.
O evento contará com a participação de Epsy Campbell, Presidenta do Fórum Permanente de Afrodescendentes da ONU, além de Ministras de Estado, Embaixadores e representantes de organizações da sociedade civil brasileira “Quero conhecer ainda mais a situação da população negra no Brasil, especialmente das mulheres negras”, explica Epsy Campbell, Presidente do Fórum Permanente de Afrodescendentes da ONU.
O encontro será realizado no marco do Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial e do Dia Nacional das Tradições Africanas e Nações do Candomblé, uma data importante para a luta contra o racismo e a promoção da igualdade racial e tem como objetivo debater as estratégias e os próximos passos para o fortalecimento dos mecanismos sobre raça no Sistema Universal de Direitos Humanos, entre as recomendações feitas pelo Comitê Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial (CERD), e pela Revisão Periódica Universal (RPU).
Um dos pontos que será discutido durante as mesas é a garantia de proteção dos direitos humanos das pessoas negras e indígenas para combater o racismo em todas as suas formas. “Será uma ótima oportunidade para conversar com organizações da sociedade civil e divulgar a importância desta aliança para levarmos suas demandas ao Fórum Permanente dos Afrodescendentes que se reunirá pela 2ª vez em maio deste ano, em Nova Iorque”, destaca Campbell
Mesas de Debates Entre os participantes da mesa: O Papel do Estado Brasileiro no Processo de Implementação de Recomendações Internacionais estão: Carlos Quesada, Diretor Executivo de Raça e Igualdade; Anielle Franco, Ministra da Igualdade Racial; Sônia Guajajara, Ministra dos Povos Indígenas; o Embaixador do Brasil junto ao Quênia, Silvio Albuquerque; Fabrício Prado, Primeiro Secretário do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) e Rodnei Jericó da Silva, Coordenador do Programa Brasil de Raça e Igualdade.
A mesa: Participação da Sociedade Civil Perante os Mecanismos Internacionais contará com a participação de: Lúcia Xavier, Coordenadora Geral ONG Criola; Gilmara Cunha, Diretora Executiva do Grupo Conexão G; Nilza Iraci, Coordenadora de Incidência Política do Geledés; Mãe Nilce de Iansã, Coordenadora Nacional da RENAFRO e Iyá Egbe do Ilê Omolu e Oxum; Lívia Sant’Anna Vaz, Coordenadora do Selo Juristas Negras; Maurício Ye Kuana, Diretor da Hatukara Associação Yanomami; e Leilane Reis, Oficial de Raça e Gênero no Brasil de Raça e Igualdade como moderadora.
“É uma honra poder trazer Epsy Campbell para uma escuta atenta da sociedade civil em diálogo direto com o Poder Executivo. Os direitos da população negra e indígena sofreram um grande retrocesso nos últimos anos e com a criação do Fórum Permanente dos Afrodescendentes, os mecanismos internacionais estão mais atentos às violações dos direitos dessas populações no Brasil”, afirma Rodnei Jericó da Silva, Coordenador de Raça e Igualdade no Brasil.
O evento será realizado de forma híbrida (presencial e on-line), no dia 22 de março, das 14h30 às 18h, no Hotel Cullinan HPlus, em Brasília e contará ainda com tradução simultânea em português e espanhol e será transmitido por Facebook Live @raceandequality. Os interessados em participar do evento devem se inscrever gratuitamente pelo link do Zoom https://us02web.zoom.us/webinar/register/WN_Z1Ia3MWYSp-3Tu9QuhtnAw#/registration
Serviço: “Mecanismos sobre Raça no Sistema Universal de Direitos Humanos: Estratégias e Próximos Passos no Brasil“ Data: 22 de março de 2023 Horário: das 14h às 18h Local: Hotel Cullinan Hplus Premium – Brasília
Projeto inédito, que será realizado no dia 8 de abril, cria um universo imersivo para os amantes do rock em complexo de entretenimento para toda a família
Foto Divulgação
Brasília será palco da 1ª edição do Festival Rock Popular Brasileiro (RPB), que será realizado no dia 8 de abril, no estacionamento da Arena BRB Mané Garrincha, em Brasília. Serão mais de 10 horas de evento com sete atrações do pop-rock que fizeram e fazem história: Biquini Cavadão, Charlie Brown Junior, Frejat, Humberto Gessinger, Marcelo Falcão, Pitty e para encerrar a noite, um show especial da banda brasiliense, Rock Beats.
O ambiente imersivo criado para o RPB remete a grandes festivais internacionais: uma arena com tirolesa, bungee jump e área retrô com exposição de carros antigos e coleções de clássicos dos anos 80, 90 e 2000. O Festival, idealizado pelos organizadores do Porão do Rock, Capital Moto Week, Flap e AC Eventos, enaltece o rock brasileiro oferecendo uma experiência musical de máxima qualidade em um complexo de entretenimento de 30 mil m², no coração da capital federal.
“Privilegiamos no line-up um mix de vertentes do pop-rock, buscando atender diferentes gostos musicais. Também vamos importar a expertise do Porão do Rock e do Moto Week, criando um espaço amigável para toda a família, com atividades e ativações, além dos shows e da diversidade gastronômica. Queremos que o público saia de lá com a expectativa de voltar em 2024”, comenta Gustavo Sá, sócio-criador do RPB.
Todo o complexo foi planejado para proporcionar uma atmosfera familiar, de fácil acesso e circulação, além de atividades para diversas faixas etárias, incluindo o Espaço Kids com brinquedos infláveis, monitoria e iniciação musical. Na Praça de Alimentação estarão seis marcas conhecidas do público, ícones da gastronomia brasiliense
Conforto
O Camarote RPB é um espaço multi-experiência criado para o Festival, com localização e vista privilegiada dos shows e do complexo de entretenimento. Com área na frente do palco, banheiros e praça de alimentação exclusivos, receberá ações de parceiros e patrocinadores do evento e terá a presença de personalidades do rock nacional.
A previsão dos organizadores é reunir 15 mil pessoas nesta edição e incluir o Festival no calendário oficial de eventos da capital. Os ingressos, que se dividem em ‘Frente Palco’ e ‘Camarote’, podem ser adquiridos no site Furando a Fila ou nas lojas físicas das Óticas Diniz e Lig Celular.
Sustentabilidade
A sustentabilidade será mais uma linha para conectar os apaixonados por rock às experiências do Festival. Para neutralizar as emissões de carbono – entre outras iniciativas – o consumo acontecerá por meio de copos ecológicos e embalagens recicláveis. Também será feita a coleta, triagem e gestão de resíduos para evitar seu descarte em aterros sanitários. “Essa jornada abre caminho para o Festival se posicionar como um evento Lixo Zero nos próximos anos”, explica Pedro Affonso Franco, também sócio-criador do RPB e organizador do Moto Week.
Projeto inédito cria um universo imersivo para os amantes do rock em Brasília. 1º lote de ingressos está disponível por tempo limitado
O título de “capital do rock” será reforçado pela 1ª edição do Festival Rock Popular Brasileiro (RPB), que acontecerá em 8 de abril, em Brasília. Serão mais de 10 horas de evento com seis atrações do pop-rock que fizeram história: BiquiniCavadão, Charlie Brown Junior, Frejat, Humberto Gessinger, Marcelo Falcão e Pitty. O Festival, idealizado pelos organizadores do Porão do Rock, Capital Moto Week, Flap e AC Eventos, enaltece o rock brasileiro oferecendo uma experiência musical de máxima qualidade em um complexo de entretenimento no coração da capital federal.
O ambiente imersivo criado para o RPB remete a grandesfestivais internacionais: uma arena com tirolesa, bungee jumpe área retrô com exposição de carros antigos e coleções de clássicos dos anos 80, 90 e 2000. Na Praça de Alimentação estarão seis marcas conhecidas do público, ícones da gastronomia brasiliense. Todo o complexo foi planejado para proporcionar uma atmosfera familiar, de fácil acesso e circulação, além de atividades para diversas faixas etárias, incluindo o Espaço Kids com brinquedos infláveis, monitoria e iniciação musical.
“Privilegiamos no line-up um mix de vertentes do pop-rock, buscando atender diferentes gostos musicais. Vamos importar a expertise do Porão do Rock e do Moto Week, criando um espaço amigável para toda a família, com atividades e ativações, além dos shows e da boa gastronomia. Queremos que o público saia de lá com a expectativa de voltar em 2024”, comenta Gustavo Sá, sócio-criador do RPB. A previsão dos organizadores é reunir 15 mil pessoas nesta edição e incluir o Festival no calendário oficial de eventos de Brasília.
Os ingressos, que se dividem em ‘Frente Palco’ e ‘Camarote’, podem ser adquiridos no site https://www.furandoafila.com.br/evento/3456/FESTIVAL_DE_R0CK_P0PULAR_BRASILEIR ou nas lojas físicas das Óticas Diniz e Lig Celular. O Camarote RPB é um espaço multi-experiência criado para o Festival, com localização e vista privilegiada dos shows e do complexo de entretenimento. Com área na frente do palco, banheiros e praça de alimentação exclusivos, receberá ações de parceiros e patrocinadores do evento e terá a presença de personalidades do rock nacional.
A sustentabilidade será outra linha para conectar os apaixonados por rock às experiências do Festival. Para neutralizar as emissões de carbono – entre outras iniciativas – o consumo acontecerá por meio de copos ecológicos e embalagens recicláveis. Também será feita a coleta, triagem e gestão de resíduos para evitar seu descarte em aterros sanitários. “Essa jornada abre caminho para o Festival se posicionar como evento Lixo Zero nos próximos anos”, explica Pedro Affonso Franco, sócio-criador do RPB e organizador o Moto Week.
Em 7 de abril, uma das maiores encenações da Paixão de Cristo do Distrito Federal reunirá mais de 80 atores em espetáculo a céu aberto, com expectativa de público de 10 mil pessoas
Há 31 anos, um grupo de fiéis da Comunidade Católica, da então Agrovila de São Sebastião (a emancipação à Região Administrativa data de 1993), decidiu narrar em forma de jogral a Via Crucis de Jesus Cristo, saindo da comunidade São Geraldo em direção à Paróquia Nossa Senhora Aparecida. Já em 2004, os fiéis desta Paróquia se uniram aos da Santo Afonso e, através do Caminhando com Jesus na Via Sacra, evolui-se para o formato de encenação teatral. Ganhava força, a partir daí, o que se tornou um dos eventos culturais e religiosos mais tradicionais do Distrito Federal. Realizado no Morro Bela Vista, em frente ao Parque de Exposição Agropecuário, desde 2008, a Encenação da Paixão de Cristo ao Vivo reunirá, em 7 de abril, mais de 80 atores em uma apresentação emocionante aberta ao público. Para o evento financiado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e pela comunidade de São Sebastião, são esperadas cerca de 10 mil pessoas.
“Foi um crescimento gradual, envolvendo cada vez mais gente e movimentando a cidade a partir da geração de empregos com a criação dos cenários, confecção de figurinos e uma série de outros serviços necessários para realizar o evento. Sem falar na parte sentimental, da fé das pessoas e do espírito de fraternidade, sempre muito aflorados nessa época. São muitos ensaios, com a maioria dos atores e figurantes moradores de São Sebastião. Então, acaba que se torna um congraçamento entre os fiéis, atores, cidadãos, enfim, a comunidade. A história é a mesma há 2023 anos, mas, revivê-la e ajudar a contá-la, traz sempre muito emoção e, principalmente, renovação”, afirma Gildivan Rodrigues, diretor cênico da Encenação da Paixão de Cristo ao Vivo, de São Sebastião, e presidente do Instituto Chinelo de Couro, mantenedor do evento desde 2012.
Maria e Jesus, interpretados por Thamires Martins e Vitor Caetano
O espetáculo a céu aberto traz a comovente história da morte de Jesus Cristo em cenário especial. Construída pelas mãos de talentosos artesãos e artistas, a cenografia está instalada em meio a vegetação. Na parte da iluminação, a encenação, que começa às 18 horas, recebe um show de cores proporcionado pelo pôr-do-sol do Cerrado. “Esse espetáculo da natureza, combinado com a história contada, não há dinheiro que pague. É uma daquelas imagens que você guarda no coração”, conta Viviane Xavier, coordenara da Via Sacra de São Sebastião.
A carga dramática é intensa e permeia toda a apresentação. Nos ensaios, não se trabalha apenas a atuação. O controle emocional e a concentração são fundamentais para não ser levado pela comoção do público que reage a todo o momento, acompanhando o flagelo do Cristo. “São quatro meses de preparação física, psicológica e, principalmente, espiritual. Antes do espetáculo eu fico nervoso. Mas no final, podendo ver tantas pessoas emocionadas e receber o carinho daquela multidão, o sentimento é de realização e gratidão pela oportunidade”, compartilha o ator Vitor Caetano, o intérprete de Jesus Cristo, na produção.
No calendário oficial do Distrito Federal desde 2008, o evento ressalta a cultura como direito à cidadania e instrumento de integração social. Ao se promover e valorizar as manifestações culturais, laços comunitários e vínculos familiares e sociais são fortalecidos. A tradição é importante na vida do aposentado Manoel Augusto, pioneiro da Via Sacra: “Eu me lembro da 1ª edição. Quanta coisa se passou de lá para cá. Era somente uma caminhada. Hoje, aos 77 anos, vejo o surgimento de novos talentos, meus familiares envolvidos neste espetáculo de evangelização através do teatro. É muita felicidade. Agradeço a Deus”.
Foto Divulgação
A “Encenação da Paixão de Cristo de São Sebastião” não se limita aos ensaios e à apresentação. A geração de emprego é fator importante na região administrativa com um dos menores Índices de Desenvolvimento Social do Distrito Federal, ao mesmo tempo em que se destaca como um celeiro em potencial de artistas. Ao todo, 150 pessoas, entre atores, artesãos, carpinteiros, costureiras, eletricistas, maquiadores, fotógrafos, cinegrafistas e tantos outros colaboradores de áreas diversas, atuam, diretamente, na produção. É o caso, por exemplo, da cozinheira e Eliene Souza, que aproveita para reforçar o orçamento com venda de lanches para os atores e equipe técnica. Cozinheira oficial do evento, ela faz o tradicional almoço de Sexta-Feira Santa. “Mas o que mais me emociona é preparar os pratos da encenação da Santa Ceia, e que não têm nada de cenográficos. É tudo de verdade e feito com o maior amor do mundo”, assegura dona Eliene.
Há, ainda, a realização de oficinas oferecidas à comunidade. Com o apoio de um profissional de Serviço Social, as dinâmicas trabalham a linguagem teatral, criatividade, estímulo à leitura e outras aprendizagens. Como consequência, além de conhecimento e descoberta de talentos promissores, ganha-se em integração, mobilização, noção de cidadania e ética social. A cada ano, as oficinas relacionadas à Via Sacra recebem cerca de 40 jovens que são preparados para atuar na Encenação.
Enredo
A encenação é fiel à Bíblia, com reprodução dos versículos nas falas dos personagens. Com duração de, aproximadamente, três horas, o espetáculo é dividido em atos.
Começa a partir do Sinédrio, tribunal onde Jesus é julgado pelos doutores da lei. Em seguida, Judas se encontra com Zeráh, para discutir sobre a prisão de Jesus e o sinal que daria para que ele fosse identificado. Logo após o último encontro com os apóstolos na Santa Ceia, quando Jesus Cristo institui a Eucaristia como o maior alimento da alma, todos seguem para o Monte das Oliveiras, onde passam a noite em oração. Quando os discípulos dormem, Jesus, angustiado e sabedor da grande provação que se aproximava, reza: “Pai, afasta de mim este cálice”. No entanto, sua confiança e obediência ao Pai são maiores: “…, mas que prevaleça a tua vontade, e não a minha”. Judas Iscariotes, indica quem é Jesus com um beijo em sua face, denuncia-o à guarda romana, que o leva preso.
A partir daí, dá-se a Via Crucis, passando por 15 estações:
Jesus é condenado à morte por Pôncio Pilatos; Jesus carrega a sua cruz; Ele cai pela primeira vez; encontro com Maria, sua mãe; Simão ajuda-o a carregar a sua cruz; Verônica enxuga o rosto de Jesus; Jesus cai pela segunda vez; Jesus consola as mulheres de Jerusalém; Jesus cai pela terceira vez; Jesus é despojado de suas vestes; Jesus é pregado na cruz; Jesus morre na cruz; Jesus é descido da cruz; Jesus é sepultado e ressuscita.
Sobre o Instituto Cultural Chinelo de Couro
Constituído e fundado em São Sebastião em 2002, o Instituto Cultural Chinelo de Couro é uma entidade sociocultural beneficente, sem fins lucrativos. Seu objetivo é incentivar ações culturais, sociais, esportivas e folclóricas, podendo realizar trabalhos em conjunto com outros grupos, entidades e empresas. Além da realização da Encenação da Paixão de Cristo ao Vivo, no local, é mantenedor da quadrilha Junina Chinelo de Couro e da Sociedade Esportiva Cavalo de Aço, através das quais desenvolve programas diversos. O Instituto atende a jovens e adultos, em situação de risco social ou não, buscando trabalhar a cidadania e o resgate da autoestima.
Foto Divulgação
Serviço:
Encenação da Paixão de Cristo ao Vivo
Local: Morro da Bela Vista, em frente ao Parque de Exposição Agropecuário- São Sebastião
Neste espetáculo, com entrada gratuita, Junior Ferreira e Victor Angeleas interpretam as canções do álbum Sem Fronteiras na Casa Thomas Jefferson da 706/906 Sul
Foto Divulgação
A combinação inovadora do acordeon e do bandolim vai dar o tom da próxima edição do projeto Sextas Musicais, que será apresentada excepcionalmente na quarta-feira, dia 5 de abril – em decorrência do feriado da Sexta-Feira da Paixão. Com arranjos originais, improvisos e interpretação apurada, o duo Junior Ferreira e Victor Angeleas interpreta as canções de seu álbum Sem Fronteiras, às 20h, no CTJ Hall, na Casa Thomas Jefferson da SEP Sul 706/906. A entrada é gratuita.
O espetáculo também terá transmissão ao vivo pelo YouTube da Casa Thomas Jefferson, que conta com o apoio da Embaixada dos Estados Unidos na realização de seus eventos culturais. Dessa forma, esse patrimônio de belas apresentações musicais permanecerá disponível online.
Tradição e modernidade caminham juntas na sonoridade do duo, que traz influências de mestres como Jacob do Bandolim, Radamés Gnattali, Pixinguinha e Astor Piazzolla, dentre outros. A mescla do acordeom de Ferreira e do bandolim de Angeleas proporciona uma sonoridade inusitada e reflete a originalidade da cultura brasileira.
A ideia é contribuir para a popularização de uma proposta de música instrumental que apresente a melhor amálgama entre o erudito e o popular, o local, o regional e o nacional, com porções de música mundial.
Ferreira e Angeleas se conheceram na Universidade de Brasília (UnB), onde começaram a tocar juntos, construindo arranjos e composições a partir de sua afinidade musical. O duo não economiza talento e originalidade. Sobre o álbum Sem Fronteiras, disse um dos maiores representantes da música instrumental brasileira, Hamilton de Holanda: “Que beleza de disco: é bem tocado e com o repertório cheio de pérolas. Gosto muito do estilo que nasceu da união dos timbres dos instrumentos com a personalidade de cada músico, tem a sua originalidade, e a brasilidade cheia de cores. Belas participações, e além disso Victor e Juninho estão compondo ‘pacas’. Vida longa ao duo! ”
Sobre Junior Ferreira e Victor Angeleas
O acordeonista Junior Ferreira começou a tocar aos 10 anos de idade. Baiano de nascimento, foi atraído para Brasília, cidade que considera o celeiro da música instrumental brasileira. Desde então, vem atuando no cenário musical da cidade, tanto se apresentando em diferentes casas noturnas quanto acompanhando grandes nomes da música brasiliense e nacional.
Com seu acordeon, já passou por países da África, Europa e América do Sul. Seu trabalho é hoje respeitado por colegas e parceiros musicais brasilienses e de outras regiões do país. Visto com apreço no meio musical, é considerado um grande representante de seu instrumento, por contribuir para a valorização da música brasileira.
Victor Angeleas, bandolinista de dez cordas, iniciou seus estudos musicais aos 7 anos de idade. Fez teclado, piano, guitarra e formou-se em violão popular. Elegeu o bandolim como seu instrumento principal. Foi finalista do Prêmio Nabor Pires Camargo. Recebeu, em 2005, o prêmio Jovem Talento da Música de Brasília 2004/2005.
Sobre o bandolinista e o grupo de que participava, aos 15 anos, Reco do Bandolim, presidente do Clube do Choro de Brasília, declarou: “E o Pé na Tábua, esse grupo que vem se destacando, despontando, com o rapaz do bandolim, eles vêm apresentando de uma maneira nova, desembaraçada. Eles têm uma petulância para tocar, rapaz, tocam choros difíceis com uma naturalidade, como se não estivessem fazendo nada. Choros assim que a gente, eu tiro por mim que toco bandolim, eu penei para tirar determinados choros que os garotos tocam, assim, como se estivessem tomando sorvete, sabe, rapaz, jogando bola. É emocionante e bonito também”.
Sobre as Sextas Musicais
As Sextas Musicais são um tradicional evento de Brasília. Desde 1987, a Casa Thomas Jefferson realiza esses concertos gratuitos e com classificação indicativa livre, mantendo-se fiel à missão de conectar e transformar vidas através de gerações por meio de experiências singulares.
Desde 2020, com a pandemia do novo coronavírus, a Casa Thomas Jefferson adaptou as apresentações também para o formato on live streaming. Com produção requintada, qualidade de captação e transmissão de som e imagem, as Sextas Musicais demonstram o compromisso e o respeito do centro binacional com os artistas profissionais da música que dedicam suas vidas ao estudo e à performance musical e ao público.
Casa Thomas Jefferson 60 anos
Ao longo de 2023, a Casa Thomas Jefferson festeja 60 anos de ininterruptas atividades. Idealizado desde a inauguração da cidade por um grupo formado por brasileiros e norte-americanos, o centro binacional iniciou suas atividades em 1963, modestamente, em salas comerciais na Quadra 510 da W3 Sul. Desde então, se mantém fiel ao seu Estatuto e ao compromisso com a sociedade na promoção, produção e apresentação de eventos culturais de alta qualidade gratuitamente para a comunidade de Brasília.
A série Sextas Musicais destaca-se no cenário de Brasília e do Brasil e pode ser considerada um patrimônio imaterial da capital por sua contribuição à sociedade, às instituições e à comunidade artística. A excelência em todas as áreas em que a Casa Thomas Jefferson adquiriu ao longo de seis décadas e que agora é expandida para outras cidades no Brasil deve ser considerada, com legitimidade, típica e oriunda de Brasília para o país.
Serviço
Evento: Sextas Musicais com público presencial e transmissão ao vivo
Duo Junior Ferreira e Victor Angeleas
Data: 5 de abril, 20h
Local: CTJ HALL – Casa Thomas Jefferson – SEP-Sul 706/906
O Prêmio Melhores do Quadradinho é uma premiação inédita e original criada pelo Estrelas do Qudradinho, perfil no instagram que já conta com mais 13 mil seguidores.
Com o objetivo de valorizar a cultura brasiliense, nas mais diversas áreas do enntretenimento.
Em 2023, são 15 categorias, que englobam temas como melhor influencer digital, melhor jornalista, apresentador, programa de tv e tele jornal, além de categorias na área musical, de melhor dupla, e cantores locais.
Nesse ano a cerimônia de premiação acontece pela primeira vez de forma presencial, com a realização do Portal Meu Quadradinho, que assume o comando do prêmio ao lado do Estrelas do Quadradinho.
O evento contará com a presença dos indicados ao prêmio e também com a participação de personalidades ilustres da mídia local, sendo celebrado no Restaurante Via Lago.
A Vila Encantada da Páscoa acontecerá até 9 de abril com muitas atividades gratuitas e lúdicas para crianças e adolescentes de 3 até 12 anos
Foto Divulgação
Coelhinho da Páscoa, o que trazes pra mim? Muitos ovinhos e diversão! É com esse clima descontraído que o Pátio Brasil Shopping promove a Vila Encantada da Páscoa, em um espaço interativo e lúdico para toda família para alegrar ainda mais a época mais doce do ano!
Até o dia 9 de abril, crianças de 3 até 12 anos poderão participar gratuitamente de diversas atividades montadas numa estrutura inédita de 170 m², que ficará na praça central. Neste ano, o Coelho da Páscoa ganhou um cenário mágico com diversos objetos de decoração em forma de ovos coloridos, um gramado fofinho e árvores cenográficas. Um lugar agradável, ideal para quem quer fazer aquela foto e registrar o momento.
Quem for aproveitar vai poder se divertir para valer na Fábrica dos Coelhinhos, um brinquedão criado no formato de dois andares, com um incrível tobogã da toca dos coelhinhos, além de uma cama elástica para impulsionar os saltos da criançada. Tem ainda, a desafiadora toca de coelho, e claro a área baby, onde os pequeninos poderão interagir com segurança.
E tem mais! Uma divertida oficina para confecção de ovinhos coloridos vai deixar a criatividade da criançada rolar solta. Para aproveitar todas as brincadeiras, que vão acontecer durante os dias e horários de funcionamento do shopping, é necessário realizar o cadastro no site da Sympla: ( https://www.sympla.com.br/evento/vila-encantada-da-pascoa-patio-brasil-shopping/1925130?lang=PT)
Para proporcionar ainda mais comodidade para quem for ao Pátio Brasil durante os finais de semana, o estacionamento do shopping terá, aos sábados, valor único de R$8 (oito reais), e acesso gratuito aos domingos e feriados.