Brasília tem de melhor na Cultura, Entretenimentos, Arquitetura, Design e Decoração, Feiras, Cursos, Workshops, Seminários, Gastronomia, Vinhos, Cafés, Moda, Beleza…
Presidente do Sindivarejista, Sebastião Abritta, com o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, durante solenidade de entrega de Medalhas, na sexta, dia 06 de dezembro. Credito: Neide Amaro
O presidente do Sindivarejista, Sebastião Abritta, foi condecorado com a Medalha Mérito Integração Segurança Pública do DF na sexta-feira, dia 06/12.
O reconhecimento deve-se à atuação do Sindivarejista na mobilização do comércio do Distrito Federal em defesa de mais segurança pública para toda a sociedade. Nas duas últimas semanas, Abritta recebeu ainda a distinção “Homenagem e Agradecimento” da Asbra e do Sindisuper, pela contribuição de sua gestão no Sindivarejista ao segmento supermercadista. Liderança reconhecida como empresário de alta performance no setor produtivo, com uma trajetória profissional bem-sucedida, Abritta foi surpreendido também com uma homenagem na mostra Vitrine Atlas Colchões, em cartaz no Casapark.
Sua jornada é o tema que inspirou uma das vitrines da mostra, assinada pela dupla Orestes Blanco e Rosita Pereira. “Receber reconhecimentos aumenta a nossa responsabilidade. Cada distinção representa o trabalho em Equipe que realizamos no Sindivarejista, em que cada um dos associados e da diretoria contribuem de maneira expressiva para o Distrito Federal”, comentou Abritta.
Longa pernambucano leva também Melhor Roteiro, Melhor Direção de Arte, Melhor Ator e Atriz Coadjuvantes, Trilha Sonora e o Prêmio Abraccine
Clarissa Campolina e Sérgio Borges vencem cinco prêmios por Suçuarana, entre eles de Melhor Ator e Atriz, Montagem e Fotografia
Quarteto à frente de Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowáleva Melhor Direção
Curta Javyju – Bom dia vence Júri Oficial e Mar de Dentro leva Júri Popular
Mostra Brasília – Troféu Câmara Legislativa premia Tesouro Natterer pelo Júri Oficial e A Câmara pelo Júri Popular
Festival recebeu mais de 30 mil pessoas ao longo da programação da 57ª edição
O fim de tarde e início da noite de sábado (7) em Brasília marcou as premiações da 57ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o mais antigo em atividade no país. Em cerimônia apresentada pelas atrizes Ana Luiza Bellacosta e Gleici Damasceno, foram distribuídos ao todo 49 prêmios e duas menções honrosas, atribuídos pelos júris compostos por 32 profissionais atuantes em todos os setores do audiovisual.
Em 2024, o Festival de Brasília recebeu mais de 30 mil pessoas em sua estrutura montada no Cine Brasília, em Taguatinga, Planaltina e no Gama. Com mais de 600 participantes nas atividades do Ambiente de Mercado e Conferência Audiovisual, e 180 convidados nacionais, o projeto impactou a economia criativa local com a injeção de pelo menos 600 empregos diretos durante sua 57ª edição.
Na premiação de longas-metragens da Mostra Competitiva Nacional, produções de Pernambuco e Minas Gerais se destacaram e levaram alguns dos principais prêmios distribuídos pelo Festival.
Salomé, filme do pernambucano André Antônio, garante vitória ao cinema queer, acumulando oito Candangos, entre eles os de Melhor Longa pelos Júris Oficial e Popular, o de Melhor Atriz Coadjuvante para Renata Carvalho, Melhor Roteiro, Direção de Arte e Trilha Sonora.
Suçuarana, dos mineiros Clarissa Campolina e Sérgio Borges, arrebatou cinco troféus, incluindo os de Melhor Atriz para Sinara Teles e Ator Coadjuvante para Carlos Francisco, além dos prêmios técnicos de Fotografia, Edição de Som e Montagem.
A Melhor Direção ficou nas mãos de Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero e Luisa Lanna por Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá; o brasiliense Wellington Abreu venceu Melhor Ator por Pacto da Viola (DF); e Ruy Guerra recebeu uma menção honrosa do júri por A Fúria, conclusão da trilogia iniciada em Os Fuzis (1964).
A categoria de curtas-metragens da Competitiva Nacional rendeu Candangos a produções de Pernambuco, São Paulo, Distrito Federal, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Minas Gerais. O Júri Popular premiou Javyju – Bom Dia (SP), de Kunha Rete e Carlos Eduardo Magalhães, e o Júri Oficial laureou Mar de Dentro (PE), filme de Lia Letícia. A pernambucana também levou Melhor Direção.
E Seu Corpo é Belo, produção carioca de Yuri Costa, saiu com três Candangos da cerimônia: Melhor Ator para João Pedro Oliveira, Melhor Direção de Arte e Melhor Edição de Som. Carlandréia Ribeiro, atriz mineira, venceu Melhor Atriz por Mãe do Ouro (MG), de Maick Hannder, filme que arrebatou também Melhor Fotografia. A Melhor Trilha foi para a original de Kabuki (SC), de Tiago Minamisawa.
Nicolau, artista brasiliense conquistou prêmio de Melhor Roteiro por Descamar (DF) e a consagrada Cristina Amaral saiu vencedora pela Montagem de Confluências (DF), de Dácia Ibiapina. O curta carioca Dois Nilos, de Samuel Lobo e Rodrigo de Janeiro, foi motivo de menção honrosa por parte do Júri.
A 57ª edição do Festival de Brasília conta com apoio da Câmara Legislativa do DF, Cinemateca Brasileira, Conselho Distrital de Promoção da Igualdade Racial, Cine Brasília, Canal Brasil, Canal Like, Telecine, Globo e Metrópoles. É realizado pelo Instituto Alvorada Brasil e Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, em gestão compartilhada que se estende às três próximas edições do festival, culminando em 2026, na 59ª edição. Tem patrocínio do Sebrae e patrocínio master do Banco de Brasília – BRB.
Foto divulgação
Mostra Brasília elege longa de Renato Barbieri como Melhor Filme
A Mostra Brasília – 26º Troféu Câmara Legislativa distribuiu R$ 240.000,00 em prêmios na noite de 7 de dezembro. Renato Barbieri venceu três prêmios pelo longa-metragem Tesouro Natterer, de Melhor Filme pelo Júri Oficial, Melhor Roteiro e Trilha Sonora. O júri popular elegeu A Câmara, de Cristiane Bernardes e Tiago Aragão, como Melhor Filme. O multiartista Adriano Guimarães levou Melhor Direção e Direção de Arte por Nada.
Ganhou como Melhor Curta pelo Júri Popular Manequim, de Danilo Borges e Diego Borges. O Júri Oficial elegeu como Melhor Curta Via Sacra, estreia do ator João Campos na direção em cinema. O filme também sagrou Gleide Firmino como Melhor Atriz, enquanto Eduardo Gabriel Ydiriuá, de Manual do Heroi, saiu como Melhor Ator.
Os prêmios técnicos de Melhor Fotografia e Montagem foram, respectivamente, para Emília Silberstein, pelo filme Xarpi, de Rafael Lobo, e Silvino Mendonça, diretor de A Sua Imagem na Minha Caixa de Correio. Curiosamente, a menção honrosa do júri foi para a apresentadora e atriz Juliana Drummond pela performance na condução das apresentações da Mostra.
Outros Candangos distribuídos na noite
A mostra competitiva paralela Caleidoscópio compôs júri próprio para distribuir dois prêmios entre os cinco filmes exibidos. Como Melhor Filme, o júri premiou Filhas da Noite (PE), de Henrique Arruda e Sylara Silvério; e como Prêmio Especial do Júri Topo (SP), de Eugenio Puppo saiu vencedor.
O Candango de Melhor Filme de Temática Afirmativa do Festival, concedido pelo Conselho Distrital de Promoção da Igualdade Racial – Codipir, foi para a cineasta piauiense radicada em Brasília Dácia Ibiapina, pelo curta Confluências.
Já o Prêmio Zózimo Bulbul, concedido pelo Centro Afrocarioca de Cinema e a Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro – APAN, sagrou vencedores, de forma inédita, dois curtas-metragens e não um curta e um longa. Dois Nilos(RJ), de Samuel Lobo e Rodrigo de Janeiro, e Mar de Dentro (PE), de Lia Letícia, levaram os prêmios Zózimo, concedido ao filmes que melhor trabalham pautas raciais no contexto das exibições competitivas.
Demais prêmios concedidos
O júri da Associação Brasileira de Críticos de Cinema – Abraccine, sagrou em seu prêmio próprio os filmes Salomé como Melhor Longa e Kabuki como Melhor Curta. O Prêmio Marco Antônio Guimarães foi concedido ao filme Barreto, Fotógrafo das Lentes Nuas, de Miguel Freire, reconhecimento outorgado pelo Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro – CPCB ao filme que melhor trabalha memória e arquivo do cinema brasileiro.
O Prêmio Canal Brasil de curtas, no valor de R$ 15 mil para o Melhor Curta eleito por júri próprio laureou Kabuki (SC), de Tiago Minamisawa. O Canal Like ofereceu ao Melhor Longa pelo Júri Oficial um apoio de mídia e publicidade no canal, no valor de R$ 50 mil. O Correio Braziliense concedeu o Troféu Saruê, de melhor momento do festival, ao filme A Fúria, de Ruy Guerra e Luciana Mazzotti.
Júris compostos por 32 membros em 2024
Em 2024, o Festival de Brasília contou com umtime de seletos profissionais do audiovisual brasileiro nas mais distintas áreas do setor. São atores, curadores, professores, críticos de cinema, fotógrafos, realizadores e produtores.
Entre os júris compostos para 2024 estão os curadores Heitor Augusto e Lila Foster, a atriz Mirella Façanha, o diretor Thiago Costa, a apresentadora Simone Zuccolotto, a diretora Sandra Kogut, a crítica de cinema Yasmine Evaristo e outros. A mostra competitiva Caleidoscópio contou júri próprio composto pelo cineasta Adirley Queirós, o jornalista José Geraldo Couto e a produtora Sara Silveira.
O Júri do Prêmio de Melhor Filme de Temática Afirmativa foi formado por representantes do Conselho Distrital de Promoção da Igualdade Racial, Renata Parreira, professora e cineasta, e Simone Borges, produtora cultural e diretora de elenco.
O Prêmio Zózimo Bulbul, concedido pelo Centro Afrocarioca de Cinema e a Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro – APAN, é composto pela produtora Larô Gonzaga, o diretor do Centro Afrocarioca de Cinema Vitor José Pereira, e o realizador Aristótelis thoti.
Cine Brasília exibe Melhores Filmes do Festival no domingo (8) e segunda (9)
Tradicionalmente, o Cine Brasília apresenta os Melhores Filmes dos júris oficial e popular nas mostras Competitiva Nacional e Brasília nos dias que sucedem o Festival de Brasília. No domingo (8) serão exibidos os vencedores do Júri Popular, com sessões de A Câmara (DF), de Cristiane Bernardes e Tiago de Aragão, às 18h, e Salomé(PE), de André Antônio, às 20h.
Segunda-feira é dia de rever os títulos premiados pelo júri oficial com exibições de Tesouro Natterer(DF), de Renato Barbieri, às 18h, e novamente Salomé (PE), de André Antônio, às 20h. As sessões têm entrada franca.
Conheça a lista completa de prêmios da 57ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Prêmios da Mostra Competitiva Nacional – Longas-metragens
Melhor Longa-metragem pelo Júri Oficial
Salomé (PE), de André Antônio
Melhor Longa-metragem pelo Júri Popular
Salomé (PE), de André Antônio
Melhor Direção
Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero e Luisa Lanna por Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá (MG)
Melhor Ator
Wellington Abreu por Pacto da Viola (DF)
Melhor Atriz
Sinara Teles por Suçuarana (MG)
Melhor Ator Coadjuvante
Carlos Francisco por Suçuarana (MG)
Melhor Atriz Coadjuvante
Renata Carvalho por Salomé (PE)
Melhor Roteiro
André Antônio por Salomé (PE)
Melhor Fotografia
Ivo Lopes Araújo por Suçuarana (MG)
Melhor Direção de Arte
Maíra Mesquita por Salomé (PE)
Melhor Trilha Sonora
Mateus Alves e Piero Bianchi por Salomé (PE)
Melhor Edição de Som
Pablo Lamar por Suçuarana (MG)
Melhor Montagem
Luiz Pretti por Suçuarana (MG)
Ruy Guerra foto divulgação
Prêmio Especial do Júri
Ao cineasta Ruy Guerra, diretor de A Fúria (RJ)
Prêmios da Mostra Competitiva Nacional – Curtas-metragens
Melhor Curta-metragem pelo Júri Oficial
Mar de Dentro (PE), de Lia Letícia
Melhor Curta-metragem pelo Júri Popular
Javyju – Bom Dia (SP), de Kunha Rete e Carlos Eduardo Magalhães
Melhor Direção
Lia Letícia por Mar de Dentro (PE)
Melhor Ator
João Pedro Oliveira por E Seu Corpo é Belo (RJ)
Melhor Atriz
Carlandréia Ribeiro por Mãe do Ouro (MG)
Melhor Roteiro
Nicolau por Descamar (DF)
Melhor Fotografia
Fernanda de Sena por Mãe do Ouro (MG)
Melhor Direção de Arte
Caroline Meirelles por E Seu Corpo é Belo (RJ)
Melhor Montagem
Cristina Amaral por Confluências (DF)
Melhor Trilha Sonora
Ruben Feffer e Gustavo Kurlat por Kabuki (SC)
Melhor Edição de Som
Kiko Ferraz e Ricardo Costa por E Seu Corpo é Belo (RJ)
Menção Honrosa do Júri
Ao filme Dois Nilos (RJ), de Samuel Lobo e Rodrigo de Janeiro
Prêmios da Mostra Brasília – 26º Troféu Câmara Legislativa
Melhor Longa-metragem pelo Júri Oficial
Tesouro Natterer, de Renato Barbieri
Melhor Longa-metragem pelo Júri Popular
A Câmara, de Cristiane Bernardes e Tiago de Aragão
Melhor Curta-metragem pelo Júri Oficial
Via Sacra, de João Campos
Melhor Curta-metragem pelo Júri Popular
Manequim, de Danilo Borges e Diego Borges
Melhor Direção
Adriano Guimarães pelo filme Nada
Melhor Ator
Eduardo Gabriel Ydiriuá pelo filme Manual do Heroi
Melhor Atriz
Gleide Firmino pelo filme Via Sacra
Melhor Roteiro
Andrea Fenzl, Victor Leonardi, Renato Barbieri, Neto Borges e Rodrigo Borges pelo filme Tesouro Natterer
Melhor Fotografia
Emília Silberstein pelo filme Xarpi
Melhor Montagem
Silvino Mendonça pelo filme A Sua Imagem na minha Caixa de Correio
Melhor Direção de Arte
Maíra Carvalho, Marcus Takatsuka e Nadine Diel pelo filme Nada
Melhor Edição de Som
Guile Martins e Olívia Hernández pelo filme Nada
Melhor Trilha Sonora
Márcio Vermelho e Pedro Zopelar pelo filme Tesouro Natterer
Menção Honrosa do Júri
À Juliana Drummond pela excepcional performance nas apresentações da Mostra Brasília – Troféu Câmara Legislativa da 57ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Prêmios da Mostra Caleidoscópio
Melhor Filme
Filhas da Noite (PE), de Henrique Arruda e Sylara Silvério
Prêmio Especial do Júri
Topo (SP), de Eugenio Puppo
Prêmio de Melhor Filme de Temática Afirmativa
Candango concedido pelo Conselho Distrital de Promoção da Igualdade Racial – Codipir ao filme exibido pelo festival que melhor evidencia temáticas afirmativas.
Confluências (DF), de Dácia Ibiapina
Prêmio Zózimo Bulbul
Prêmio concedido por júri indicado pelo Centro Afrocarioca de Cinema e a Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro (APAN). Excepcionalmente em 2024, o júri decidiu premiar dois curtas ao invés de um curta e um longa-metragem. São eles:
Melhor Curta-metragem
Mar de Dentro (PE), de Lia Letícia
Prêmio Especial do júri
Dois Nilos (RJ), de Samuel Lobo e Rodrigo de Janeiro
Prêmio Marco Antônio Guimarães
Prêmio concedido ao filme exibido que melhor trabalha memória e arquivo do audiovisual brasileiro, com júri indicado pelo Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro – CPCB.
Barreto, Fotógrafo das Lentes Nuas (RJ), de Miguel Freire
Prêmio Abraccine
Prêmio concedido por júri indicado pela Associação Brasileira dos Críticos de Cinema.
Melhor Longa-metragem
Salomé (PE), de André Antônio
Melhor Curta-metragem
Kabuki (SC), de Tiago Minamisawa
Prêmio Canal Brasil de Curtas
Prêmio no valor de R$ 15 mil concedido pelo Canal Brasil ao Melhor Curta-metragem segundo júri montado pelo próprio canal.
Kabuki (SC), de Tiago Minamisawa
Troféu Saruê (Correio Braziliense)
Troféu concedido pelo jornal Correio Braziliense ao melhor “momento” do Festival de Brasília.
A Fúria (RJ), de Ruy Guerra e Luciana Mazzotti
Prêmio Canal Like
Foto divulgação
Prêmio no valor de R$ 50 mil em apoio de mídia e publicidade em veiculação no Canal Like, concedido ao filme vencedor de Melhor Longa-metragem pelo Júri Oficial.
A noite de quinta-feira (5) foi marcada por filmes que abordam questões de gênero e sexualidade, a partir de diversas linguagens, que deixaram o público em êxtase no Cine Brasília. Nicolau, professor e diretor trans brasiliense, apresentou seu curta Descamar, sobre uma menina em meio à descoberta da puberdade.
Foto divulgação
De Santa Catarina, o diretor Tiago Minamisawa estreou a animação em stop motion Kabuki (SC), sobre a busca de autoconhecimento da personagem presa em um corpo masculino. O longa Salomé (PE), de André Antonio, celebrou a diversidade de corpos em uma jornada centrada no feminino.
Hoje, no último dia da Mostra Competitiva Nacional, o público assistirá aos curtas-metragens Dois Nilos, de Samuel Lobo e Rodrigo de Janeiro, e E Seu Corpo É Belo, de Yuri Costa. Em seguida, o aguardado longa-metragem A Fúria, marca a conclusão da trilogia iniciada pelo veterano diretor Ruy Guerra em 1967, agora com codireção de Luciana Mazzotti.
As exibições acontecem gratuitamente às 20h na Cia. Lábios da Lua (Gama), Complexo Cultural de Planaltina e Faculdade Estácio do Pistão Sul (Taguatinga), e às 21h a R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada) no Cine Brasília.
Fora das salas de cinema, as exibições são acompanhadas por show da cantora Pratanes e os DJs Wells e Jay Lee em Taguatinga; DJ New Way e grupo Omo Ayó em Planaltina; DJ Silvana e banda Lúpulo e Cereais Não Maltados no Gama; e as discotecagens dos DJs Fernando Rosa, Son Andrade e Chico Correa no Cine Brasília.
4ª Conferência Audiovisual do Festival de Brasília recebe Juca Ferreira, Cármen Lúcia, Jandira Fegahli e Paulo Alcoforado (Ancine) em seu primeiro dia de atividades
A quinta-feira (5) foi marcada pela abertura da 4ª Conferência Audiovisual do Festival de Brasília, feita pela ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia. Com a presença do ex-ministro da Cultura e assessor da presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Juca Ferreira, a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB/RJ), e a prolífica produtora da Dezenove Sons e Imagens, Sara Silveira, o primeiro painel debateu “Audiovisual e Soberania Nacional”.
O ex-ministro Juca Ferreira pontuou sobre o tema que “nosso mercado está desestruturado e desregulamentado. As plataformas e empresas globais estão nadando de braçada no Brasil, chantageando nossos produtores, se apropriando indevidamente do direito autoral e patrimonial e transformando o cinema brasileiro, um dos cinemas mais importantes do mundo mesmo com todas as precariedades conhecidas, em prestador de serviço”.
No período vespertino, os debates foram aquecidos por atividades sobre a regulação do Vídeo on Demand (VOD) e o Marco Legal dos Jogos Eletrônicos, tendo participações de Paulo Alcoforado (Ancine), André Basbaum (TV Record), MInom Pinho (Apaci), Pedro Tinen (pesquisador), André Saddy (SuperCaBEQs), Cibele Amaral (CONNE), Raquel Gontijo (Abragames), Igor Rachid (Abring) e outros.
A programação da 4ª Conferência Audiovisual segue até o dia 7 de dezembro com um total de dez paineis programados. Hoje acontecem os paineis “Inteligência Artificial no Audiovisual”, “Estratégias para a industrialização do audiovisual brasileiro”, “Audiovisual enquanto política de Estado, suas transversalidades e desenvolvimento regional”, além do “Encontro de Salas de Cinema Independentes”.
Penúltima noite de Mostra Brasília tem manifestos políticos no palco e na tela
Apresentada pela atriz Juliana Drummond, a Mostra Brasília – 26º Troféu Câmara Legislativa manteve sua tradição de levantar provocações políticas no palco e na tela. As equipes dos filmes abordaram questões como racismo estrutural, o fim da escala 6×1 dos trabalhadores de base do audiovisual e a necessidade de incentivos às mulheres nas carreiras de fotografia no audiovisual.
O público lotou a Sala Vladimir Carvalho para acompanhar a estreia do novo curta do diretor Rafael Lobo, Xarpi; e o filme de estreia do ator João Campos como diretor e roteirista, Via Sacra. Longa da terceira noite, o documentário A Câmara, de Cristiane Bernardes e Tiago de Aragão, fechou a sessão e arrancou aplausos da plateia ao abordar as tensões, dinâmicas e articulações de deputadas que atuam no parlamento brasileiro.
Hoje, no último dia de competição, a Mostra Brasília contará com a exibição do curta experimental Cemitério Verde, de Maurício Chades, a animação Kwat e Jaí – Os bebês Heróis do Xingu, de Clarice Cardell, e o longa Tesouro Natterer, novo documentário do premiado cineasta Renato Barbieri. As exibições acontecem às 18h no Cine Brasília, na Cia. Lábios da Lua (Gama), Complexo Cultural de Planaltina e Faculdade Estácio do Pistão Sul (Taguatinga).
Mostras paralelas também chegam ao último dia
Na programação desta sexta-feira (6), o público assiste gratuitamente a grandes filmes no último dia de exibições das mostras paralelas Caleidoscópio, A Formação dos Brasis e Festival dos Festivais.
Às 15h, na Sala Vladimir Carvalho, a mostra competitiva Caleidoscópio tem sua última sessão, exibindo Topo, de Eugenio Puppo, documentário que se passa em uma pequena cidade portuária no litoral de São Paulo, flagrando a partir de histórias pessoais de Edivaldo e Iara, os impactos da acelerada transformação da paisagem local, com obras de infraestrutura e desenvolvimento turístico, na vida cotidiana.
Às 17h, na Sala de Cinema 2, Joel Zito Araújo volta a Brasília com o filme Brasiliana: O Musical Negro que Apresentou o Brasil ao Mundo, pela mostra A Formação dos Brasis. A produção acompanha as histórias da companhia de teatro de revista Brasiliana, grupo de música, teatro e dança afro-brasileiros criado em 1949 no Rio de Janeiro, que se apresentou em mais de 90 países durante 25 anos de atividades, e de alguma forma projetou as identidades brasileiras para o mundo.
Às 19h, também na Sala de Cinema 2 e pela mostra Festival dos Festivais, o longa-metragem de ficção Oeste Outra Vez, de Erico Rassi, conta a história de homens que não conseguem lidar com suas fragilidades e são constantemente abandonados pelas mulheres que amam, filmado em meio ao sertão do Goiás.
Foto divulgação
SERVIÇO – 57º FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO
Data: Até 7 de novembro
Local: Cine Brasília (106/107 Sul), Cia. Lábios da Lua (Gama), Centro Universitário Estácio (Pistão Sul, Taguatinga) e Complexo Cultural de Planaltina.
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) somente para as sessões da Mostra Competitiva Nacional no Cine Brasília. Entrada franca mediante retirada prévia de ingressos para as demais sessões.
Embaixador da RGB, ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Augusto Nardes, foto Thiago Rodrigues
No dia 2 de dezembro, Brasília sediou o 5º Prêmio Rede Governança Brasil, que reconhece as melhores práticas de governança pública. Banco Central, Caixa Econômica, TCU, ANS, Petrobrás e FUB foram algumas das instituições premiados e homenageadas
A Rede Governança Brasil (RGB), em parceria com o Instituto Latino-Americano de Governança e Compliance Público (IGCP) promoveu, na noite da última segunda-feira, a 5ª edição do Prêmio Rede Governança Brasil (RGB), em Brasília. A iniciativa reconhece as melhores práticas de governança pública, destacando instituições exemplares em transparência, integridade e eficiência. Na oportunidade, o Estúdio da CNI recebeu autoridades, gestores públicos e representantes da sociedade civil, em uma grande cerimônia.
Embaixador da RGB, o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Augusto Nardes conduziu a premiação, reafirmando a governança pública como alicerce do desenvolvimento nacional. “Governança é confiança. Com indicadores robustos, o Brasil está construindo políticas mais estáveis e eficazes, promovendo transparência e resultados para toda a nação”, destacou Nardes. Segundo Nardes, estabelecer métricas é essencial para a administração pública, hoje composta por mais de 15 milhões de servidores. “Quando temos indicadores de governança, começamos a construir uma política de governabilidade e de boas práticas que possam ser multiplicadas em todo o país”, pontuou.
Comissão julgadora
A Comissão Julgadora da 5ª edição do Prêmio Rede Governança Brasil, composta por sete renomados profissionais, desempenhou o papel de selecionar os premiados. A comissão é integrada por: André Kuhn, CEO da META 5; Elys Tevania, diretora executiva do Conselho Federal de Contabilidade (CFC); Henrique Farinon, diretor de novos negócios do IGCP; Inácio Guedes Borges, conselheiro federal e coordenador da comissão permanente de análise de contas do Conselho Federal de Administração (CFA); Márcio Medeiros, CFO da Ghelere Transportes; Murilo Jacoby, diretor do Instituto Protege; e Romeu Neto, diretor executivo do Movimento Brasil Competitivo (MBC).
Premiados
O Prêmio RGB celebrou as melhores práticas em quatro categorias: Executivo Federal, Legislativo Federal, Estatais e Municípios participantes do PRONAGOV, programa que já capacitou mais de 300 municípios.
Na categoria Administração Pública Federal Direta, Autárquica e Fundacional, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) foi premiada, com Paulo Rebello Filho, diretor-presidente, recebendo o troféu e destacando o compromisso da ANS com a transparência e a eficiência. A Fundação Universidade de Brasília (FUB) também foi reconhecida por suas práticas de governança.
Na categoria Estatais, Sociedades de Economia Mista e Paraestatal, a Caixa Econômica Federal (CEF) foi representada por Carlos Vieira, presidente da instituição, que reforçou a importância da governança para a eficiência e impacto social. A Petrobras também foi premiada, sendo reconhecida por sua gestão e responsabilidade corporativa.
Na categoria Legislativo Federal, Poder Judiciário e Funções Essenciais à Justiça da União, o Tribunal de Contas da União (TCU) foi agraciado, com o ministro Vital do Rêgo recebendo a honraria em nome da instituição. Em seu discurso, destacou que o foco de qualquer administração pública deve ser o cidadão, seja no menor município do país ou em grandes centros como São Paulo e Rio de Janeiro. O ministro também ressaltou o papel do TCU em orientar gestores para a adoção de boas práticas de governança, reafirmando o compromisso da instituição com a eficiência e a transparência. “Hoje, o TCU recebe essa honraria. Falo em nome do presidente Bruno Dantas e homenageio todos os servidores que tornam isso possível”, declarou.
Ao longo de sua trajetória junto às prefeituras, a RGB já capacitou 350 municípios. No Prêmio PRONAGOV, voltado a municípios, Curitiba (PR) foi representada por Daniel Conde Falcão Ribeiro, controlador-geral do município. Campinas (SP) também foi premiada, com Alberto Alves da Fonseca, secretário municipal de Gestão e Controle, recebendo o troféu. Sorocaba (SP) foi premiada por suas iniciativas em governança municipal.
Selo de Excelência em Governança
O Banco Central do Brasil foi a instituição contemplada com o Selo de Excelência em Governança. O Ministro Augusto Nardes realizou a entrega da honraria, que reconhece instituições que se destacam como referências em boas práticas de governança. O selo é reservado exclusivamente àquelas que atingiram um patamar de excelência que as coloca como “hors concours”, acima de avaliações convencionais, destacando-se como modelos a serem seguidos no cenário nacional.
Gabriel Muricca Galípolo, diretor de política monetária do Banco Central do Brasil (BACEN), recebeu o Selo de Excelência em Governança em nome da instituição. Durante seu discurso, destacou a importância de homenagear os profissionais do Banco Central, responsáveis diretos pelo reconhecimento conquistado. Galípolo reforçou o compromisso da instituição em seguir na busca contínua pela excelência em governança. “É fundamental estender e reforçar nosso compromisso com a continuidade dessa busca, pois o reconhecimento é crucial para mostrar que existe um caminho a seguir, resistir e prosseguir, valorizando os pilares que o Banco Central cuida”, concluiu.
Demais homenagens
Em 2024, a Menção Honrosa Externa, dedicada ao profissional mais votado pelos voluntários da Rede Governança Brasil por seu destaque na área de governança, foi concedida a Carlos Tiago Jorge Azevedo, chefe de gabinete parlamentar da Câmara Municipal de Belo Horizonte/MG.
Entre os voluntários mais votados, que se destacaram significativamente em suas áreas de atuação, estão: Eduardo Victor, representado por Elizete Ferreira Costa, membro de diversos comitês como Governança no Controle Externo e Implantação da Governança nos Municípios; Rafael Nogueira, secretário do Comitê de Implantação da Governança nos Municípios e membro do Comitê de Governança para o Desenvolvimento Social e Humano; e Sandra Vespasiano, coordenadora do Comitê de Governança e Gestão de Riscos e GT SOS Rio Grande do Sul, além de membro de comitês como ESG Público e Desenvolvimento Sustentável.
O Prêmio de Melhores Coordenadores do ano reconheceu Danila Duarte, coordenadora do Comitê Anticorrupção e Compliance; Andrey Guedes, do Comitê de Governança em Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e Segurança da Informação; e Guilherme Nunes, do Comitê de Capacitação, representado na cerimônia por Joelma Freire.
Por fim, o Prêmio RGB de Melhor Produto foi entregue ao livro Mulheres da Governança, que celebra a contribuição feminina para a governança. Entre as autoras homenageadas estão Cristiane Nardes, Viviane Obadowski, Luana Lourenço e Alzira Fernanda Brasil, bem como Ana Paula Bastos Arbache, Anna Dantas, Danila Resende Duarte Marvão, Elise Eleonore de Brites, Ivonice Campos, Juliana Alcazar, Nise Yamaguchi e Sandra Galeotti.
O Prêmio contou com importantes patrocinadores que reforçam a importância de fomentar e reconhecer práticas que elevem os padrões de governança no Brasil: o Instituto Euvaldo Lodi (IEL), o Portal de Compras Públicas, o Instituto Protege e a WV Logistics. O evento também foi apoiado por BRA Certificadora, BandNews, EBRADI, PRONAGOV, Fix Governança e Gestão e Plano Consultoria.
Gabriel Muricca Galípolo e Augusto Nardes foto Thiago Rodrigues
Serviço 5º Prêmio Rede Governança Brasil 2024
Data: 2 de dezembro de 2024, segunda-feira, a partir das 18h
Local: Estúdio da CNI – Confederação Nacional da Indústria, na SBN, Quadra 01, Bloco C, Edifício Roberto Simonsen, Asa Norte, Brasília/DF
A Rede Governança Brasil (RGB) e o Instituto IGCP realizam, em 2 de dezembro, a 5ª edição do Prêmio RGB, que reconhece boas práticas de governança pública. Com apoio IEL, Portal de Compras Públicas e Instituto Protege e WV Logistics, o evento acontece no Estúdio CNI, em Brasília, a partir das 18h
Na próxima segunda-feira, 2 de dezembro, Brasília será palco da 5ª edição do Prêmio Rede Governança Brasil (RGB), um dos eventos mais relevantes do país na área de Governança, Gestão de Riscos e Compliance. A cerimônia, realizada pela Rede Governança Brasil (RGB) em parceria com o Instituto Latino-Americano de Governança e Compliance Público (IGCP), acontecerá no Estúdio CNI, localizado na sede da Confederação Nacional da Indústria (CNI), na Asa Norte. O prêmio reconhecerá instituições do Executivo, Legislativo, Judiciário, estatais e municípios participantes do Programa Nacional em Governança Pública – PRONAGOV, que já capacitou mais de 300 municípios que foram avaliados no desempenho da governança.
O Prêmio Rede Governança, que já se consolidou como uma referência no reconhecimento das melhores práticas de governança no setor público, terá início às 18h com uma recepção aos convidados, seguido da premiação oficial, às 19h. O embaixador da RGB, Ministro Augusto Nardes, será o anfitrião da noite, destacando seu compromisso com a tese da governança pública no Brasil, que começou no ano de 2015, enquanto presidente do Tribunal de Contas da União (TCU).
Reconhecimento às melhores práticas O Prêmio RGB busca valorizar organizações públicas que se destacam na adoção de boas práticas de governança, essenciais para o desenvolvimento sustentável, a equidade social e a defesa dos direitos humanos.
Após uma criteriosa análise feita pela Comissão Julgadora do Prêmio RGB, com base no iESGO, indicador do TCU, além de outros requisitos constantes no regulamento do Prêmio, as finalistas serão reveladas e agraciadas durante a cerimônia, em quatro categorias: Executivo Federal, premiando duas organizações da administração pública federal direta, autárquica e fundacional; Legislativo Federal, Poder Judiciário e funções essenciais à Justiça da União, com uma organização destacada; Estatais, sociedades de economia mista e paraestatais, com duas premiadas; e Municípios participantes do PRONAGOV e das mentorias da RGB, com três municípios reconhecidos.
O evento também contará com a entrega do Selo de Excelência em Governança, criado em 2022 – um reconhecimento exclusivo às instituições que alcançaram um nível de excelência acima de avaliações convencionais, indicadas pelo IGCP. Além disso, serão concedidas menções honrosas externas, prêmios para voluntários destaque, melhores coordenadores e o melhor produto da RGB.
O Prêmio conta com importantes patrocinadores, que reforçam a importância de fomentar e reconhecer práticas que elevem os padrões de governança no Brasil: o Instituto Euvaldo Lodi (IEL), o Portal de Compras Públicas, o Instituto Protege e a WV Logistics. Além disso, o evento tem apoio da BRA Certificadora, BandNews, EBRADI, PRONAGOV, Fix Governança e Gestão e Plano Consultoria.
Foto Fabiano Neves
Serviço 5º Prêmio Rede Governança Brasil 2024 Data: 2 de dezembro de 2024, segunda-feira, a partir das 18h Local: Estúdio da CNI – Confederação Nacional da Indústria, na SBN, Quadra 01, Bloco C, Edifício Roberto Simonsen, Asa Norte, Brasília/DF Realização/organização: RGB e IGCP Apoio: BRA Certificadora, BandNews, EBRADI, PRONAGOV, Fix Governança e Gestão e Plano Consultoria Patrocínio: IEL, Portal de Compras Públicas e Instituto Protege e WV Logistics Para mais informações, acesse: http://www.rgb.org.br.
Sobre a RGB
A Rede Governança Brasil (RGB) é uma entidade sem fins lucrativos que atua em 26 estados brasileiros, no Distrito Federal e em nove países, incluindo Portugal, Japão e Suécia. Com quase 600 voluntários engajados, a RGB promove políticas de governança voltadas para a integridade, ética e transparência, contribuindo para o avanço social e econômico do Brasil.
Cerimônia de Abertura do Festival de Brasília terá homenagens a Zezé Motta e Vladimir Carvalho, além da estreia mundial do novo filme de Marcelo Gomes
Mais longevo festival de cinema do país, o 57º FBCB ocorre de 30 de novembro a 7 de dezembro de 2024, com nove mostras em cartaz, totalizando 79 filmes
Com 79 filmes programados, o 57º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro volta para mais um ano de celebração da produção nacional no Cine Brasília, neste sábado (30/11). A programação das mostras Competitiva Nacional, Brasília e paralelas começa oficialmente no domingo (1º/12). Tudo no Cine Brasília. Mas, o primeiro dia do festival será reservado à tradicional Cerimônia de Abertura, às 20h, para convidados e com distribuição gratuita de uma cota dos ingressos antes da sessão.
Na abertura, o premiado diretor Marcelo Gomes (Cinema, Aspirinas e Urubus) realiza a primeira exibição mundial de seu novíssimo longa-metragem, Criaturas da Mente. Um filme “onírico”, como define o cineasta, o documentário investiga o sonho como motor da revolução humana, acompanhando o trabalho e a vida do neurocientista e escritor brasileiro Sidarta Ribeiro. As medalhas Paulo Emílio e Leila Diniz serão entregues na abertura da mostra Sessões Especiais, antes da exibição de Meteorango Kid.
Antes da exibição do filme, a Cerimônia de Abertura do 57º Festival de Brasília celebra icônicas personalidades do cinema brasileiro, sob a apresentação da atriz e influenciadora acriana Gleici Damasceno, e da atriz, arte educadora, produtora e palhaça brasiliense Ana Luiza Bellacosta.
O primeiro Troféu Candango será entregue nesta ocasião, como de praxe. A grande homenageada do Festival de Brasília de 2024, que será agraciada com o prêmio pelo Conjunto da Obra, será a veterana e premiada atriz Zezé Motta, que acumula mais um Candango à sua carreira, 49 anos após vencer o troféu de Melhor Atriz, em 1975, por sua atuação em Xica da Silva.
Ela receberá a láurea em reconhecimento ao seu trabalho dentro e fora das telas, tanto como a grande atriz que ainda inspira gerações, como pela militância pela preservação da memória das artes negras, como fundadora em 1984 do Centro de Informação e Documentação do Artista Negro.
Em celebração aos 80 anos de Zezé Motta, o Festival de Brasília ainda exibe o clássico Xica da Silva (1976), de Cacá Diegues, em sessão única no domingo (1º/11), às 19h, na Sala 2 do Cine Brasília, compondo as Sessões Especiais.
Na ocasião da cerimônia, o festival ainda presta tributo póstumo a três personalidades intimamente ligadas à produção cinematográfica da capital federal, que nos deixaram neste ano. A edição 57 celebra a memória da produtora, atriz e cantora Mallú Moraes. Professora da UnB, com vários créditos no cinema nacional tanto pela atuação como por seu trabalho incansável de produtora, Mallú deixou um legado também familiar, transmitido pelas obras de seus filhos cineastas Bruno Torres e André Moraes.
Pedro Anísio, cineasta paraense radicado em Brasília, responsável por filmes que marcaram a crítica política e social, também é homenageado postumamente, junto a um dos maiores e mais premiados documentaristas brasileiros, o cineasta e professor paraibano radicado em Brasília Vladimir Carvalho receberá homenagem do Metrópoles na grande sala de projeção do Cine Brasília que, desde o início do mês, foi oficialmente batizada de Sala de Cinema Vladimir Carvalho.
À Vladmir é conferido também o tradicional prêmio da Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo – ABCV, que neste ano também celebra em vida a roteirista, produtora, diretora Delvair Montagner e sua prolífica produção e engajamento em preservação da memória de povos quilombolas e indígenas, com participação em mais e 40 títulos.
A Cerimônia de Abertura, bem como a de Premiação, no dia 7 de dezembro, contam com tradução para Libras, audiodescrição ao vivo e legendagem em segunda tela. Elas serão transmitidas ao vivo pelo canal do Festival de Brasília no YouTube, assim como os debates da Mostra Competitiva Nacional e a conferência do Festival.
Do lado de fora do Cine Brasília, uma estrutura sem precedentes acolhe uma segunda sala de exibição, dois auditórios, sala multiuso, praça de alimentação e área de convivência com programação musical sempre a partir das 20h. Na noite de abertura, o Sistema Criolina, clássico das pistas da cidade, comanda a festa a noite inteira.
A 57ª edição do FBCB conta com apoio da Câmara Legislativa do DF, Cinemateca Brasileira, Cine Brasília, Canal Brasil, Canal Like, Telecine e Metrópoles. É realizado pelo Instituto Brasil Alvorada e Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, em gestão compartilhada que se estende às três próximas edições do festival, culminando em 2026, na 59ª edição, e tem o patrocínio do Sebrae.
O secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, reforça que esta pode ser a mais significativa edição do Festival dos últimos anos, referindo-se à entrega da edição e a homenagem prestada a Vladimir Carvalho. “Estamos muito honrados em tornar realidade não só a 57ª edição do festival mais longevo do país, mas também de fazer desta edição um marco para o audiovisual do DF que, recentemente, perdeu um grande nome, um grande entusiasta, mas que ganha com o seu legado, aqui eternizado. Sem sombras de dúvidas a entrega deste ano do FBCB supera as edições anteriores, pelo seu formato e pelo seu significado para a trajetória do cinema brasileiro”, pontua Claudio Abrantes.
Outras homenagens do festival
No domingo acontece a primeira sessão da Mostra Competitiva Nacional e, na ocasião, serão entregues mais duas honrarias. Conferida anualmente pelo Festival de Brasília para profissionais destacados pela dedicação à pesquisa e preservação do cinema nacional, a Medalha Paulo Emílio Salles Gomes será atribuída ao professor, pesquisador e ensaísta João Luiz Vieira, titular do Departamento de Cinema e Audiovisual e do Programa de Pós-Graduação em Cinema e Audiovisual da Universidade Federal Fluminense (UFF), autor de “Cinema Novo & Beyond” (MoMA, 1998), “Nova História do Cinema Brasileiro” (2018) e “Por um cinema de cordel: um livro de Sérgio Muniz” (2024).
O Festival de Brasília também retoma outra premiação importante: o prêmio Leila Diniz. Criado na 50ª edição, a láurea celebra mulheres cujos trabalhos marcaram a história do cinema brasileiro, na frente ou atrás das câmeras. Na 57ª edição, o prêmio celebra a carreira e profissionalismo de Sara Silveira, talento incontestável do audiovisual nacional, fundadora da Dezenove Som e Imagens Produções e produtora desde 1982, assinando filmes premiadíssimos como “Alma Corsária” (1994), “Bicho de Sete Cabeças” (2000) e “Trabalhar Cansa” (2011).
Sobre o filme de abertura: Criaturas da Mente
Direção: Marcelo Gomes
Rio Grande do Norte/Pernambuco/Rio de Janeiro, Documentário, 84 minutos, 2024
Classificação indicativa Livre
Não recomendado para menores de 14 anos
O sonho como motor da revolução humana. Esse é o mote de Sidarta Ribeiro, neurocientista brasileiro que, há 20 anos, estuda os mistérios do sonhar. No filme “Criaturas da Mente”, Sidarta explora como os sonhos e outras formas de acesso ao inconsciente podem transformar a experiência humana. Em sua investigação, propõe unir os saberes ancestrais dos povos originários e de origem africana no Brasil ao conhecimento científico, além de uma reavaliação científica das experiências com alucinógenos.
Marcelo Gomes
Marcelo Gomes tem filmes selecionados em festivais internacionais como “Cinema, Aspirinas e Urubus” (Certain Regard, Cannes, 2005). O documentário “Estou me guardando pra quando o carnaval chegar” estreou em 2019 em Berlim. “Paloma”(2022) foi o vencedor do prêmio de Melhor Filme no Festival do Rio. Em 2024, estreou em Rotterdam seu último filme “Retrato de um Certo Oriente”.
Vladimir Carvalho
SERVIÇO – CERIMÔNIA DE ABERTURA DO 57º FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO
Data: 30 de novembro, às 20h
Local: Cine Brasília (106/107 Sul).
Ingressos: Entrada franca mediante retirada prévia de ingressos na bilheteria do Cine Brasília.
Grupo irá trabalhar propondo soluções para políticas públicas
Flávia Takafashi Diretora da ANTAQ e Mariana Pescatori Secretária-executiva do Ministério dos Portos e Aeroportos – foto Neide Cavalcante
Sob a liderança de Flávia Takafashi, diretora da Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), o Comitê de Equidade de Gênero e Diversidade do Setor Aquaviário foi instalado no dia 21 de novembro, no auditório do Conselho Federal da OAB. O grupo é formado por lideranças femininas multisetoriais, representantes da sociedade civil e de entidades como ONU Mulheres, Marinha do Brasil, CNI (Confederação Nacional da Indústria), CNT (Confederação Nacional dos Transportes), ENAP, Ministério dos Portos e Aeroportos, entre outras relevantes instituições brasileiras.
O grupo terá atuação nacional, focado em identificar ações que possam apoiar as políticas públicas de equidade de gênero e diversidade. A secretária-executiva do Ministério dos Portos e Aeroportos, Mariana Pescatori, primeira mulher a ocupar essa função na pasta, é co-fundadora do grupo. Presidente do Prêmio Engenho Mulher e diretora da Engenho Comunicação, a jornalista Kátia Cubel é uma das representantes da Sociedade Civil.
Gratuito e aberto ao público, evento é diversão garantida para toda a família e traz mais de 160 atrações de criativos nacionais e internacionais.
Nesta sexta, ainda pela manhã, milhares de jovens da rede pública de ensino vivenciaram a economia criativa. Entre games de realidade virtual, oficinas de arte, exposições e experiências, o Pixel Show abriu as portas na capital federal para proporcionar aos visitantes a oportunidade de explorar a sua criatividade. E não faltam criativos para estimular e inspirar: são dezenas de designers, artistas plásticos, desenvolvedores e startupers que estão interagindo com o público em 160 atrações diferentes e gratuitas. Os brasilienses vão ter acesso ao evento até domingo, 24, na Arena BRB Mané Garrincha. Sem burocracia, é só chegar e entrarpelo portão 14 (em frente aos arcos olímpicos).
O grande propósito do Pixel Show é democratizar a economia criativa, ao mostrar o quanto ela é acessível para qualquer pessoa. “O casamento do Pixel Show com Brasília é perfeito. Somos um evento totalmente gratuito para todas as idades: desde a avó até os netinhos, passando pela mamãe, o papai, os primos e os amigos, com muita interatividade, cultura e tecnologia para todos participarem e se divertirem. É o programa perfeito para um fim de semana para toda a família”, explica Tonico Novaes, sócio do Pixel Show.
A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal trouxe o Pixel Show a Brasília por ser o principal evento do ecossistema de economia criativa da América Latina. Segundo o secretário da pasta, Leonardo Reisman, o Distrito Federal tem mais de 130 mil pessoas envolvidas na indústria criativa, que vão de designers, a artistas e startups que desenvolvem games. “Nós acreditamos que o Pixel Show é um evento diferente, já que não traz apenas exposições, mas, experiências. Sem dúvidaele pode se tornar a referência em economia criativa da nossa cidade. Quem vier terá uma imersão inesquecível nesse universo”.
Confira as principais atrações
No Pixel Show, as pessoas só ficam paradas se for para desenhar por telepatia. Pela primeira vez em Brasília, o participante que quiser curtir a experiência vai usar uma tiara que mede as ondas cerebrais. Quanto maior a capacidade de concentração, mais desenhos vão surgir no telão.
Mas essa é apenas uma das inúmeras experiências interativas estão programadas para esta edição do evento, com destaque para:
O game Arkave, criação do artista digital Daniel Dek, é uma plataforma de jogos em Realidade Virtual inédita no Brasil. Em suas Arenas, a plataforma Arkave permite que até três jogadores tenham seus corpos mapeados e se movimentem livremente pelo ambiente sem estarem conectados por fios. Altamente imersivo, conectado e emocionante.
Parede de Colorir, outra atração de DekWilde, pela primeira vez no Pixel Show, é uma projeção interativa que proporciona uma vivência única e envolvente, permitindo aos participantes explorarem sua criatividade ao pintar desenhos disponíveis ao seu próprio gosto. Após essa etapa criativa, um sistema de escaneamento por webcam transforma a arte estática em desenhos animados. Essas ilustrações ganham movimento e são projetadas em uma grande tela, oferecendo a maravilha de ver sua própria arte ganhar vida diante de seus olhos.
Ringue dos Robôs, uma mistura brincadeira com a prática de robótica, muita diversão e um desafio entre 2 e 4 pessoas, em que o objetivo é estourar a bexiga que o outro robô está segurando.
Laser animes, uma experiência que usa tecnologia laser junto com um ipad e uma caneta de desenho. O público vai criar um desenho e fazer pequenas e simples animações usando aplicativo na tablet para depois projetá-las.
Kinect Vibes: utilizando um Sensor Kinect, os participantes poderão transformar sua imagem em um avatar digital que se altera de três em trêsminutos. Os participantes poderão interagir com seu avatar usando seus próprios movimentos.
Festival de animação: Animações dos estúdios mais consagrados do planeta, criados e produzidos nos últimos 12 a 15 meses.
Live Art & Performances
Outdoor mapping é uma perfromance desenvolvida por 5 grandes nomes do mercado criativo internacional. Marcos Mello, Daniel Melim, Arthur Carratu e Lique Zanetti com o convidado e renomado designer gráfico David Carson criam em tempo real um Outdoor gigante instalado no meio do festival Pixel Show 2024. Os artistas irão usar diversos tipos de técnicas de artes gráficas como colagem, lambe-lambe, pintura e stencil criando um painel com quase 6m de largura. Além disso em paralelo a esse trabalho artístico é aplicado digitalmente um mapping em cima do outdoor criando imagens e conceitos jamais visto anteriormente em um evento indoor.
Workshops
O Pixel Show traz uma programação de workshops que une aprendizado prático e inspirações visuais, oferecendo aos participantes a chance de explorar técnicas variadas ao lado de renomados artistas e profissionais do mercado criativo. Cada atividade será uma imersão de até 3 horas, com temas que vão desde diagramação e ilustração até aquarela, graffiti, lambe-lambe, stencil, estamparia e design thinking. Entre os destaques dos workshops deste ano, teremos:
No Workshop de Origami, por exemplo, Marcio Okabe irá ensinar nesta oficina de origami – arte milenar japonesa de dobrar papéis – uma forma completamente DIFERENTE. Os participantes irão aprender uma incrível peça chamada Torus de Origami que é uma peça interativa incrível para estimular criatividade e é feito a partir de um papel retangular de 64 cm x 13 cm e marcado na cortadora laser.
Data: Sexta, 22, às 15h30 e Domingo, 24, às 18h
Sobre o Festival Internacional de Criatividade Pixel Show
O Pixel Show é o mais antigo do Brasil e o maior festival de criatividade da América Latina e acontece anualmente em São Paulo, desde 2005, no último trimestre do ano. Na última edição presencial, em 2019, reuniu mais de 53 mil pessoas para muita inovação, networking e negócios em um fim de semana incrível. O Pixel Show tem como tema central tendências, inspirações, cultura, arte, empreendedorismo, inovação e tecnologia, buscando fomentar e abastecer com ideias o mercado da economia criativa, sempre gerando impacto social positivo, inclusive nas áreas de saúde, sustentabilidade e educação, entre outras.
O Pixel Show foi finalista do prêmio Cultura do Estado de São Paulo nas duas últimas edições (2019 e biênio 2020-2021). As principais notícias do evento e deste mercado circulam durante todo o ano nas redes sociais do festival e na revista Zupi, veículo oficial do Pixel Show. Em 2020 e 2021, em suas edições 100% online, foi assistido por mais de 130 mil pessoas que geraram mais de 5 milhões de impressões, em mais de 75 países ao redor do mundo. Em 2024, chega a sua 19ª edição dessa vez em uma nova praça, Brasília. Também já foram realizadas quatro edições em outras capitais, sendo duas em Porto Alegre, uma em Recife e uma em Salvador.
Foto divulgação
Acesse: https://pixelshow.co/press para assistir a vídeos e ver fotos de edições passadas, além de poder se cadastrar para cobrir o festival. E já “sinta o clima” do que te espera em 2024.
Com jantar luxuoso, open bar e recepção VIP, evento de networking promete ser um dos maiores da capital em 2024
Sócias Lairis Sousa, Noemia Maria e Larissa Menezes Foto divulgação
O Lanola Produções realiza no próximo dia 25 de novembro a 4° edição do Pré Réveillon Lanola, um dos eventos mais aguardados e exclusivos do ano que irá reunir empresários, influenciadores e grandes personalidades da mídia e do DF. Promovendo o networking com muito luxo e sofisticação, a celebração irá ocorrer no salão de eventos da Casa de Vidro e promete ser uma das maiores da capital.
Fundado pelas sócias e empresárias Larissa Menezes, Noemia Maria e Lairis Sousa, o Lanola e seu time seleto de embaixadoras já reuniu mais de 400 nomes de relevância na capital ao longo dos quatro anos de realização do Pré Réveillon Lanola. Arquitetado sob os tons de prata, branco e dourado, o dress code do evento foi especificamente elaborado para se adequar ao ambiente e tornar a noite ainda mais inesquecível.
“O cocktail dress abrange vestidos de comprimento médio ou grande para trazer leveza e refinamento às mulheres que normalmente aderem a um toque de brilho e tecidos nobres. Já para os homens, o traje social se torna a pedida ideal para trazer conforto e elegância”, pontua Noemia Maria, uma das sócias fundadoras do Lanola.
Além da recepção para convidados VIP, que irá contar com canapés e espumantes, os presentes também poderão desfrutar do buffet do evento que irá contar com pratos finos para promover uma experiência gastronômica de alta qualidade. Após o jantar, a celebração será seguida por momentos de networking que irão contar com música ao vivo, open bar e uma contagem regressiva inesquecível até à meia-noite.
“Além da presença de diversas celebridades, líderes empresariais e grandes nomes do entretenimento e das mídias sociais, o Pré Réveillon Lanola vem para fortalecer o nome e marca de todos os participantes, provando que todos os esforços para dar vida a essa experiência excepcional são válidos e muito gratificantes”, conclui a sócia proprietária do Lanola, Lairis Sousa.
Foto divulgação
Serviço
Pré Réveillon Lanola 2024
Data e Horário: 25 de novembro, a partir das 19h
Local: Salão de Eventos Casa de Vidro, Brasília, DF
A festividade será marcada por uma intensa programação musical, com artistas renomados, como Ellen Oléria, Marcelo Falcão, Nação Zumbi, Dhi Ribeiro, Seu Jorge, Raça Negra, Olodum, Vanessa da Mata e Tribo da Periferia, entre outros.
Além dos shows, o festival oferecerá palestras com personalidades como o rapper MV Bill, oficinas de dança e capoeira, e apresentações de grupos culturais. A gastronomia afro-brasileira também terá destaque, com pratos preparados pelo chef Edilson Oliveira e iguarias feitas por comunidades quilombolas. Para os empreendedores afro-brasileiros, a feira Afro Brasília reunirá moda, artesanato e produtos de diversos segmentos.
As crianças também terão programação especial com peças de teatro, contação de histórias e atividades pedagógicas, enquanto estudantes da rede pública poderão participar de aulas de dança, hip-hop e capoeira. As atividades começam às 9h nos dois primeiros dias e às 10h no último dia.
Segundo o secretário de Cultura, Claudio Abrantes, a celebração tem um caráter histórico e simbólico: “Este é um momento muito importante para consolidar a data como um marco de conscientização, luta e respeito. Será uma política pública contínua, que vai além desta festa”, afirmou, ressaltando o apoio do governo do Distrito Federal para promover o evento como um legado cultural e educativo.
Com a data oficializada como feriado nacional em 2023, a Consciência Negra ganha ainda mais relevância como um espaço de reflexão sobre a luta pela igualdade racial e valorização da cultura afro-brasileira.
A exposição Tranças no Mapa, resultado da pesquisa de mestrado da artista Layla Maryzandra, trará registros fotográficos e narrativas que valorizam a tradição das trançadeiras e trancistas, uma prática histórica e essencial para a cultura negra brasileira.
Haverá intérpretes de Libras em todas as atividades, audiodescrição para facilitar o acesso a pessoas com deficiência visual. As instalações também contarão com rampas de acesso e banheiros adaptados, permitindo uma experiência confortável para todos os públicos.
Confira a programação completa
18 de novembro (segunda-feira) 9h às 9h30 – Abertura 10h às 11h30 – Palestra com MV Bill 12h às 14h – DJ HOOL Ramos 14h às 14h40 – Visita escolar guiada 14h40 às 16h40 – Oficina de dança mãe África 17h às 17h45 – Show Afoxé Ogum Pá 18h às 18h45 – Filhos de Dona Maria 19h às 19h45 – Show Patakori + Folha Seca 20h às 21h – Ellen Oléria 21h30 às 22h30 – Marcelo Falcão 23h – Nação Zumbi
19 de novembro (terça-feira) 9h às 9h30 – Visita escolar guiada 9h40 às 11h40 – Oficina de breaking dance 12h às 14h – DJ Alhoca 14h às 14h30 – Visita escolar guiada – Bianca Tur Negro 14h40 às 15h40 – Oficina de DJ com Arte Urbana – Fab Gril 16h às 17h – Desfile da Beleza Negra 17h às 17h45 – Nego De 18h às 18h45 – Laady B 19h às 19h45 – Julia Moreno 19h30 às 20h30 – Dhi Ribeiro 22h às 23h30 – Raça Negra 0h – Seu Jorge
20 de novembro (quarta-feira – Dia da Consciência Negra) 10h às 23h – Visitação aberta 10h às 12h – Encontro de B-Boys 12h30 às 13h15 – Cirurgia Moral 13h30 às 14h – DJ Odara 14h às 15h – Francisco Pessanha 15h às 15h45 – Tropa de Elite 16h às 17h – Roda de capoeira 17h às 17h45 – Show Marvin 18h às 19h – Olodum 19h30 às 20h30 – Vanessa da Mata 21h – Tribo da Periferia
Acima, na foto, Flávia Takafashi, diretora da Antaq, e Kátia Cubel, presidente do Prêmio Engenho Mulher. Crédito: Ademir Rodrigues
A diretora da Antaq, Flávia Takafashi, dará posse ao Comitê-Geral de Gênero e Diversidade do Setor Aquaviário na próxima quinta-feira, dia 21, às 10h, no Plenário do Conselho Federal da OAB. Ela reuniu um time de lideranças femininas para formular e implementar ações de equidade e empoderamento de mulheres. Entre as conselheiras que serão empossadas nessa cerimônia, estão Eliana Santos (que representa a CNT), Mariana Pescatores, que é secretária-executiva dos Ministério de Portos e Aeroportos, a jornalista Kátia Cubel, presidente do Prêmio Engenho Mulher, e a representante da CNI, Mônica Monteiro.
A premiação Top of Mind 2024 ocorreu no rooftop do Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), no Setor de Clubes Esportivos Sul, e homenageou 21 nomes
Uma grande festa realizada pelo Jornal de Brasília, com entrega de troféu, jantar e atração musical, reuniu os representantes das marcas mais lembradas pelos consumidores do Distrito Federal nesta quarta-feira (13). A premiação Top of Mind 2024 ocorreu no rooftop do Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), no Setor de Clubes Esportivos Sul, e homenageou 21 nomes que fazem a diferença na capital do país.
Segundo o diretor-superintendente do JBr, Renato Matsunaga, o Top Of Mind é um evento importante de incentivo ao empreendedorismo local e por isso é mantido anualmente. “Nesse mundo cada vez mais dinâmico, cada vez mais difícil das marcas se manterem em evidência, é muito legal e um grande orgulho para o Jornal de Brasília premiar essas empresas que fazem a diferença na vida de todos os cidadãos”, declarou.
O Top Of Mind, realizado pelo Jornal de Brasília desde 1998, tem como principal objetivo valorizar e dar notoriedade ao trabalho das marcas que fazem a diferença na capital federal, buscando incentivar as empresas a inovar e adotar estratégias que as fortaleçam no mercado local. Além do troféu, as marcas também recebem um certificado, um selo e um anuário exclusivo com histórias de sucesso dos vencedores.
O anuário tem uma triagem de 12.500 exemplares que serão distribuídos em hotéis, restaurantes, escritórios, consultórios, hospitais, universidades, shoppings, academias e outros estabelecimentos. Diversos setores são contemplados, como o de turismo, educação, saúde e alimentação, que reflete as preferências e hábitos de consumo da população local. Para as marcas premiadas, a homenagem representa um importante reconhecimento.
Para Pedro Henrique Achcar Verano, vice-presidente do Sistema Fibra, um dos homenageados, a premiação reforça a obrigação da empresa na formação de mão de obra para o Distrito Federal. “A gente já identificou, pelo mapa do trabalho, a necessidade de formação de mão-de-obra em diversos segmentos. Então, nada mais é do que essa obrigação que a gente está fazendo se materializando em uma premiação”, comentou, em conversa com o Jornal de Brasília.
Edmar Mothé, CEO e fundador da BioMundo, também premiada na noite de ontem, contou que a conquista do prêmio é uma forma de reconhecimento que indica, acima de tudo, que a empresa está no caminho certo. “Eu estou muito feliz e muito satisfeito com essa lembrança. É uma forma de celebrar o esforço contínuo do nosso trabalho”, relatou à reportagem. Esta já é a quinta vez consecutiva que a marca recebe o troféu Top Of Mind.
Ao JBr, Lídia Abdalla, presidente-executiva do Grupo Sabin, comemorou o recebimento do prêmio: “Estar mais uma vez entre as marcas mais lembradas é uma grande alegria e o reforço de seguir atendendo a população de Brasília com o melhor serviço, com atendimento humanizado e muita qualidade. Esse ano é um ano muito especial para o Sabin pois também comemoramos 40 anos de atuação”, declarou.
Os vencedores foram escolhidos após uma pesquisa de mercado, realizada pela empresa Opinião – Informação Estratégica, que coleta os nomes mais citados pelo povo em todas as regiões administrativas do Distrito Federal. A Opinião – Informação Estratégica tem mais de 25 anos de atuação e é reconhecida pelo rigor técnico e transparência na execução dos projetos que reforçam os valores trabalhados pelo Jornal de Brasília.
Na visão do gerente de marketing do Jornal de Brasília, Felype Afonso, o Top of Mind representa o esforço das empresas em construir uma conexão duradoura e confiável com seus clientes. “Para as marcas premiadas, é uma validação do compromisso com a inovação e os valores que as mantêm no topo, celebrando tanto suas conquistas atuais quanto a visão de futuro que garante essa liderança”, ressaltou.
Foto: Vitor Mendonça / Jornal de Brasília
A atração musical surpresa deste ano foi a banda Blitz, que surgiu no ano de 1981, no Rio de Janeiro, e foi uma das precursoras do rock nacional. A banda, formada por Evandro Mesquita, Billy Forghieri, Juba, Andrea Coutinho, Rogério Meanda, Nicole Cyrne e Sara Rosemback, agitou a noite dos premiados com clássicos como “Você não soube me amar” e “Dois passos do paraíso”.
O apogeu, a decadência e a retomada da icônica avenida comercial de Brasília serão contados em livro a ser lançado no próximo dia 21 Livro resgata a história e o legado da W3 Sul, principal eixo comercial da capital
Foto: Geovana Albuquerque/ Agência Brasília
A história da W3 Sul, um dos maiores símbolos do comércio no Distrito Federal, será eternizada no livro “W3: o ícone do varejo no Distrito Federal”, produzido pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL/DF). A obra detalha a evolução da avenida, projetada por Lúcio Costa como uma via de serviços para atender moradores das superquadras e que se transformou no coração comercial de Brasília.
Ao longo das décadas, a W3 Sul acompanhou o desenvolvimento da cidade, passando por períodos de apogeu, abandono e, agora, um renascimento, refletindo a adaptabilidade e a resiliência do comércio local. Desde 2019, a avenida tem ganhado novo fôlego com o projeto de revitalização, uma conquista dos lojistas e da CDL/DF em parceria com o Governo do Distrito Federal (GDF).
“O projeto de revitalização é uma demanda antiga dos comerciantes, com tentativas anteriores de implementação, especialmente desde 2015. Na primeira eleição do governador Ibaneis, em 2019, conseguimos que o GDF iniciasse a revitalização, começando pelas quadras 511 e 512 Sul”, explica o presidente da CDL/DF, Wagner da Silveira.
A CDL/DF participou ativamente das etapas de revitalização. Em 2022, por exemplo, a parceria com a Secretaria de Turismo permitiu a criação de ambientes mais acolhedores por meio da instalação de painéis de grafite, iniciados na quadra 507 Sul e posteriormente nos becos da 506 Sul, transformando a paisagem urbana.
Com uma relação histórica com a W3 Sul, a CDL/DF também nasceu da própria avenida: “As primeiras reuniões da CDL foram realizadas em uma sobreloja da W3”, relembra Silveira. Hoje, a avenida abriga inúmeros lojistas associados à entidade, reafirmando sua importância no comércio local.
A iniciativa do livro partiu do então presidente da CDL/DF, José Carlos Magalhães Pinto, inspirado por uma conversa com o governador sobre o compromisso com as obras, ainda em 2020. “A história desse livro começou quando, numa reunião com o governador, falávamos sobre as obras da W3 e ele garantiu que não iriam parar, que faria o possível para continuar, mesmo com a pandemia. Naquele momento, senti que precisávamos escrever um livro para mostrar a vontade de todos que amam Brasília e se importam com a cidade”, relembra Magalhães Pinto. “Ali no Palácio do Buriti, naquele dia, eu pensei: precisamos deixar isso para a história, registrar que, graças ao trabalho de todos nós, conseguimos, e ainda faremos muito mais. É um legado para a capital federal.”
O objetivo da obra é preservar as memórias da avenida que simboliza não só o centro de Brasília, mas também o legado de gerações de comerciantes que contribuíram para a construção da capital. “Esta obra é a concretização de um trabalho de cinco anos. O livro mostra o percurso completo da W3 – sua criação, apogeu, decadência e revitalização. Ele conta com relatos de pioneiros e comerciantes que fizeram da W3 sua segunda casa, mostrando como foi construído o glamour da avenida em sua melhor época”, completa o presidente da CDL/DF, Wagner da Silveira.
Além de resgatar o passado, o livro reforça a importância da W3 Sul como um símbolo de tradição e inovação no comércio de Brasília.
Lançamento “W3: o ícone do varejo no Distrito Federal” será lançado na próxima quinta-feira, 21 de novembro, no Palácio do Buriti, às 11h, em um evento que contará com a presença de autoridades e associados da Câmara de Dirigentes Lojistas do Distrito Federal (CDL/DF).
Com quase cinco décadas de atuação no DF, a empresa destaca sua história de pioneirismo e as iniciativas que consolidam sua posição de referência em manipulação de medicamentos
Rogério Tokarski, diretor da Farmacotécnica (créditos: divulgação)
A Farmacotécnica acaba de conquistar o prêmio Top of Mind, um marco que reforça sua relevância e conexão com a comunidade. Com uma trajetória de 48 anos dedicada ao cuidado personalizado e à inovação no setor de manipulação de medicamentos, a Farmacotécnica compartilha as ações e inovações que fortalecem seu compromisso com a saúde e a confiança de seus clientes.
“Ganhar o prêmio Top of Mind é um reconhecimento muito especial para nós, pois reflete o impacto positivo que a Farmacotécnica tem na vida das pessoas. Isso demonstra que nosso trabalho, focado na qualidade e personalização dos nossos medicamentos, realmente atinge e cativa o público. Para nós, é uma confirmação de que estamos no caminho certo e que nos motiva a continuar oferecendo soluções inovadoras e personalizadas no cuidado com a saúde”, comenta o Dr. Rogério Tokarski, diretor da Farmacotécnica.
A empresa investe constantemente em ações de comunicação que aproximam a marca dos clientes e reforçam seu papel educador. “A comunicação é um pilar essencial para fortalecer nossa conexão com os clientes. Desenvolvemos uma série de ações voltadas para informar e educar sobre a importância dos medicamentos manipulados e como eles podem ser integrados a tratamentos de saúde. Além de campanhas nas redes sociais, promovemos workshops, parcerias com médicos e profissionais da saúde e iniciativas como o ‘Projeto Preservar’, que resgata o uso de ervas medicinais e reforça o nosso compromisso com a natureza. Nossa comunicação é focada em transmitir confiança e proximidade com o cliente”, explica o Dr. Rogério.
Inovação e tecnologia também são pilares da Farmacotécnica e reforçam seu diferencial. Ao longo dos anos, a empresa investiu em tecnologias avançadas, como a Marz, uma tecnologia japonesa de alta precisão para manipulação de medicamentos, presente em apenas quatro laboratórios no Brasil, um deles na Farmacotécnica. “A inovação é parte do DNA da Farmacotécnica. Ao longo dos anos, investimos em tecnologias que garantem ainda mais precisão e segurança na manipulação dos medicamentos. O desenvolvimento de fórmulas personalizadas para tratamentos complexos também nos destacou no mercado, consolidando nossa marca como uma referência na área de saúde,” enfatiza Tokarski.
Com quase cinco décadas de história, a Farmacotécnica foi fundada com a visão de proporcionar um atendimento humanizado e flexível, que coloca o bem-estar dos clientes em primeiro lugar. “A Farmacotécnica nasceu há mais de 48 anos com o propósito de oferecer soluções de saúde personalizadas para cada paciente. Começamos com um pequeno laboratório, mas sempre tivemos a visão de proporcionar um atendimento humanizado e diferenciado. Minha jornada como empresário foi marcada por desafios, mas também por muitas conquistas. Desde o início, acreditei que a manipulação de medicamentos poderia transformar a forma como tratamos a saúde, oferecendo mais flexibilidade e eficácia”, compartilha o diretor.
Ao longo de sua trajetória, a empresa tornou-se pioneira na manipulação de medicamentos no Distrito Federal, com parcerias sólidas com médicos e clínicas, fortalecendo seu compromisso com a saúde e a inovação.
Equipe da Farmacotécnica (créditos: divulgação)
Sobre a Farmacotécnica – Prestes a completar 50 anos, a Farmacotécnica é a primeira farmácia de manipulação do Distrito Federal e uma das primeiras no Brasil. Se destaca pela inovação e qualidade de seus produtos, oferecendo soluções personalizadas e eficazes para a saúde e bem-estar de seus clientes. Com um compromisso contínuo com a pesquisa e desenvolvimento, a rede brasiliense, com sete lojas no DF, busca sempre oferecer o que há de mais moderno e eficiente no mercado farmacêutico.
JBr premia no dia 13 as 21 empresas mais lembradas pelos consumidores
Cada vencedor ganhará um selo e um anuário exclusivo com histórias de sucesso, desafios e estratégias de marketing e publicidade dos nomes participantes, crédito Vitor Mendonça – Jornal de Brasília
Com o objetivo de valorizar e dar notoriedade às marcas mais conhecidas pelos brasilienses, a entrega do prêmio “Top of Mind 2024” ocorre no dia 13 de novembro, a partir das 19h, no Cen- tro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), no Setor de Clubes Esportivos Sul. O evento, que é realizado anualmente pelo Jornal de Brasília, busca incentivar as empresas a inovar e adotar estratégias que as fortaleçam no mercado local.
Diversos setores serão contemplados, como alimentação, saúde e educação, refletindo as preferên- cias e hábitos de consumo da população local. Além disso, o evento vai homenagear pequenas e médias empresas que também desempenham um papel essencial no desenvolvimento da economia regional. A premiação representa um reconhecimento importante para as marcas vencedoras, que se destacam por sua relevância e influência no DF.
Para a escolha dos vencedores foi feita uma pesquisa de mercado, realizada pela empresa Opinião – Informação Estratégica, que coleta os nomes recorrentes na boca do povo em todas as regiões adminis- trativas da capital federal. O instituto tem mais de 25 anos de atuação e é reconhecido pelo rigor técnico e transparência na execução dos pro- jetos que reforçam os valores trabalhados pelo Jornal de Brasília.
Anuário
No dia da premiação, cada vencedor ganhará um selo e um anuário exclusivo com histórias de sucesso, desafios e estratégias de marketing e publicidade dos nomes participantes. Esse anuário tem triagem de 12.500 exemplares que são distribuídos em hotéis, restaurantes, escritórios, consultórios, hospitais, universidades, shoppings, academias e outros estabelecimentos.
De acordo com o gerente de marketing do Jornal de Brasília, Felype Afonso, o Top of Mind é uma forma de reconhecer as marcas que realmente conquistaram espaço na vida dos brasilienses. “Em um mercado competitivo e em constante mudança, essa premiação representa o esforço das empresas em construir uma conexão duradoura e confiável com seus clientes. Para as marcas premiadas, é uma validação do compromisso com a inovação e os valores que as mantêm no topo”, declarou.
Os vencedores são previamente informados a respeito da conquista do prêmio e irão ao evento presencial para receber as honrarias. Nesta lista está a Claro, que receberá, pelo segundo ano consecutivo, o selo das categorias Telefonia Móvel e Operadora de Banda Larga. Ao Jornal de Brasília, a empresa delclarou que esse resultado é o reconhecimento do trabalho de todo o grupo para entregar sempre a melhor experiência e o que há de mais moderno para o cliente.
Potencial de consumo
“O mercado de Brasília e região é estratégico para a Claro em função do seu potencial de consumo e demanda por novos serviços em telecomunicações. Por isso, a Claro trabalha constantemente para oferecer muito mais em serviços, qualidade, inovação, altas velocidades, tecnologia, entretenimento, diversão e produtividade para os nossos clientes e mercado, por meio da nossa marca”, afirma Soraia Tupinambá, diretora regional da Claro Centro-Oeste. Com 21 anos de mercado, a Claro está presente em todas as regiões do país, em mais de 4.800 municípios brasileiros.
No Distrito Federal, a Claro tem mais de 74% de participação no mercado de TV por assinatura. Em telefonia móvel, a operadora conta com mais de 2,1 milhões de clientes e, em Banda Larga Fixa, com mais de 338 mil clientes. Recentemente, a Claro ganhou também o Prêmio Valor Inovação 2024.
Também retorna à lista de premiados o Taguatinga Shopping (TGS), que acumula clientes desde sua inauguração, em 2000. O shopping, que é um empreendimento das Organizações PauloOOctavio e da JC Gontijo Engenharia, já soma 15 prêmios Top Of Mind. O TGS faz parte de um complexo com duas torres comerciais, têm faturamento anual de cerca de R$ 800 milhões e média de 1 milhão de visitantes por mês.
“A premiação reforça que estamos no caminho certo em preparação para celebrar nossos 25 anos em 2025. Ao oferecer um empreendimento moderno e completo para os clientes, eles correspondem a este empenho ao se lembrarem cada vez mais de nós! Este reconhecimento nos alegra muito, e nos esti- mula a seguir fortalecendo nossa relação com o público”, afirma Marcos Atayde, superintendente do Taguatinga Shopping.
Idealizadora e presidente do Prêmio Engenho de Comunicação – O Dia em que o Jornalista Vira Notícia, a jornalista e empresária Kátia Cubel irá reunir convidados nesta terça, dia 12 de novembro, na Embaixada de Portugal, em Brasília, para celebrar os 20 anos da mais tradicional premiação de jornalistas e veículos de comunicação na Capital do país. Ao lado do embaixador de Portugal no Brasil, Luís Faro Ramos, ela irá recepcionar cerca de 120 convidados para anunciar um novo formato para o Prêmio Engenho de Comunicação, a partir de 2025.
Kátia Cubel e o Embaixador de Portugal no Brasil, Luíz Faro Crédito da foto: Divulgação Engenho
“Vamos anunciar mudanças que irão pautar a premiação nos próximos anos”, conta ela. O evento é só para convidados, e tem como patrocinadores a Fibra, o Sistema Cofeci-Creci e a advocacia Alves Correia. Na cerimônia, haverá o anúncio de um novo formato, para valorizar o jornalismo, combater a desinformação e apoiar a formação de futuros jornalistas, em parceria com as faculdades do Distrito Federal.
Mais longevo festival de cinema do país, o 57º FBCB acontece de 30 de novembro a 7 de dezembro de 2024, com nove mostras em cartaz, além das exibições especiais de abertura e encerramento
Festival programa debates, oficinas, encontros setoriais, e as atividades do 6º Ambiente de Mercado e da 4ª Conferência do Audiovisual Brasileiro
Tudo isso no Cine Brasília, que contará com estrutura inédita e ampliada montada para o Festival, com três auditórios – sendo a principal batizada nesta quarta (6/11) como Sala de Cinema Vladimir Carvalho
Além dela, haverá uma segunda sala de cinema, uma sala multiuso, uma sala de reuniões e praça de alimentação
Mostra Competitiva Nacional tem seis longas e 12 curtas selecionados entre os 1180 inscritos; eles recebem cachês de seleção de R$ 30 mil para longas e R$ 10 mil para curtas; 26º Troféu Câmara Legislativa distribui R$ 240 mil em prêmios para os filmes concorrentes da Mostra Brasília
Na abertura do festival, atriz Zezé Motta será laureada com o Troféu Candango pelo conjunto de sua obra; edição também presta homenagens póstumas a Vladimir Carvalho e Mallú Moraes, grandes nomes do cinema brasileiro e candango
Planaltina, Taguatinga e Gama recebem exibições gratuitas da Mostra Competitiva Nacional, da Mostra Brasília e do Festivalzinho
Filmes de abertura, encerramento, Mostra Competitiva Nacional e Mostra Brasília serão exibidas com recursos de legendagem em closed caption e audiodescrição ao vivo
CONFIRA AS SINOPSES DE TODOS OS FILMES + TRAILERS
TEASER DO 57º FESTIVAL DE BRASÍLIA
A gestão compartilhada do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro anunciou nesta quarta-feira (6/11), a programação oficial da 57º edição do evento. Referência histórica que atravessa gerações, o mais longevo festival de cinema do país ocupa mais uma vez o Cine Brasília, entre os dias 30 de novembro e 7 de dezembro de 2024. Nesta edição serão exibidos 79 filmes, distribuídos em nove mostras, sendo elas: as tradicionais Competitiva Nacional e Mostra Brasília, três mostras paralelas, sessões especiais, exibições de mercado, Festivalzinho e FestUni, com produções universitárias.
Além de um volume ampliado de filmes, a 57ª edição apresenta como novidade uma estrutura inédita montada ao redor do Cine Brasília. A Arena do Festival de Brasília, que já comporta a tradicional praça de alimentação e a área de convivência, neste ano agregará mais três auditórios.
O primeiro deles é a tradicional sala de projeção do Cine Brasília, que ganhou o título oficial de Sala de Cinema Vladimir Carvalho, segundo o decreto 46.498, publicado no DODF na terça-feira (5/11). Uma segunda sala de cinema reunirá exibições paralelas e especiais; enquanto os outros dois vão receber a 4ª Conferência do Audiovisual Brasileiro, as oficinas, os encontros setoriais e todas as atividades do 6º Ambiente de Mercado. A estrutura se completa com uma sala multiuso para a realização de debates e uma sala de reuniões para os júris.
O primeiro Troféu Candango de 2025 já tem dona: a veterana atriz, ganhadora do Candango por sua atuação em Xica da Silva, no Festival de Brasília de 1975, Zezé Motta. Ela será a grande homenageada desta edição e receberá a estatueta pelo conjunto de sua obra na noite de abertura. Na ocasião, o festival presta tributo póstumo a um dos maiores documentaristas brasileiros, o cineasta e professor paraibano radicado em Brasília Vladimir Carvalho, e à produtora, atriz e cantora Mallú Moraes. São duas figuras que marcaram o cinema nacional e, particularmente, se tornaram referência do cinema candango.
Sob a presidência do secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, e a direção geral da produtora Sara Rocha, o 57º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro tem direção artística do crítico, cineasta e programador Eduardo Valente. A edição apresenta um mosaico do mais novo cinema brasileiro, com produções de Norte a Sul do país.
“As comissões de seleção do Festival puderam mergulhar num universo amplo de filmes, que comprovam a vitalidade e a diversidade da produção do país. Foi um processo ao mesmo tempo prazeroso e difícil, porque mesmo com uma ampliação do número total de obras exibidas, uma quantidade enorme de bons filmes sempre precisa ficar de fora”, reconheceu Valente.
Para ele, os filmes que compõem a seleção oficial e as diversas mostras paralelas foram selecionados pela importância individual e pelo panorama que traçam em conjunto. “Eles representam, de maneira ampla, uma imagem firme e plural do que se faz de mais relevante no cinema brasileiro hoje”, define.
O 57º Festival de Brasília apresenta seis longas-metragens e 12 curtas na Mostra Competitiva Nacional, selecionados entre 1.180 títulos (953 curtas e 227 longas) inscritos; quatro longas e oito curtas da Mostra Brasília – 26º Troféu Câmara Legislativa, voltado para as produções do DF; 13 longas para as mostras paralelas Caleidoscópio, Festival dos Festivais e A Formação dos Brasis, 7 produções infanto-juvenis que integram o Festivalzinho, sessões especiais, filmes de abertura e encerramento, e três exibições conectadas ao mercado.
Os selecionados para as mostras competitivas nacionais serão remunerados com cachê de seleção nos valores de R$ 30 mil para longas-metragens e R$ 10 mil para curtas. Há ainda prêmios em dinheiro, como o Prêmio Canal Brasil de Curtas, que concede R$ 15 mil ao Curta eleito por júri montado pelo canal; e prêmios em mídia, como o do Canal Like, que concede R$ 50 mil em anúncios no canal ao Melhor Longa pelo Júri Oficial. Na Mostra Brasília, o audiovisual candango concorre a R$ 240 mil reais em prêmios concedidos pelo 26º Troféu Câmara Legislativa.
Para o secretário de Cultura e Economia Criativa e presidente do Festival de Brasília, Claudio Abrantes, o evento desempenha um papel central na sensibilização de novos públicos para o cinema brasileiro, além de movimentar toda a cadeia de produção na economia criativa. “Geramos empregos e oportunidades, além de evidenciar a riqueza cultural e das produções artísticas do nosso país e da nossa cidade”, destaca. Ele também ressalta que o festival é um dos grandes legados da cultura do DF. “Este é um evento que é reconhecido não só nacionalmente, mas também no cenário internacional. Com planejamento e transparência, esperamos entregar a 57ª edição com a qualidade que a sociedade e toda a comunidade cinematográfica e setor do audiovisual merecem.”
Por esse motivo, a 57ª edição do Festival de Brasília não estará restrita ao Plano Piloto. Como todo ano, as ações de descentralização permitem que os filmes do festival cheguem a outras regiões administrativas do DF. De 30 de novembro a 7 de dezembro, portanto, o filme de abertura, a Mostra Competitiva Nacional e a Mostra Brasília ganham projeção simultânea em Planaltina, Taguatinga e Gama.
As sessões nas RAs acontecem na sede da Cia Lábios da Lua (Gama), no Complexo Cultural de Planaltina e na Faculdade Estácio do Pistão Sul (Taguatinga). Durante a semana haverá sessões matinais exclusivas para escolas do Festivalzinho. No sábado, o programa de títulos infantis será exibido gratuitamente. As RAs também terão praças de alimentação e estrutura para apresentações de shows de DJs após as exibições da Mostra Competitiva Nacional.
Nesta edição, Brasília terá estrutura de acessibilidade mais adequada às demandas da comunidade. Os filmes de abertura e encerramento, e os todos os filmes da Mostra Competitiva Nacional e da Mostra Brasília terão legendagem descritiva em tela complementar abaixo da tela do cinema e audiodescrição feita ao vivo com sistema de transmissão para fones de ouvido. Além de espaço adequado para fluxo de pessoas com mobilidade reduzida, as cerimônias de abertura e encerramento terão tradução para Libras.
A 57ª edição do FBCB conta com apoio do Cine Brasília, Canal Brasil, Canal Like e Metrópoles. É realizado pelo Instituto Brasil Alvorada e Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, em gestão compartilhada que se estende às três próximas edições do festival, culminando em 2026, na 59ª edição. Conheça a programação de filmes, mostra a mostra.
FILMES DE ABERTURA E ENCERRAMENTO
Os filmes são apresentados logo após as cerimônias de abertura e encerramento do festival, apresentadas pela atriz e influenciadora acreana Gleici Damasceno, nos dias 30 de novembro e 7 de dezembro de 2024. Homenagens a grandes personalidades das ciências e artes brasileiras se apresentam em formato documental, com duas estreias marcantes para as telas do país.
Na abertura, Marcelo Gomes (Cinema, Aspirinas e Urubus) faz a primeira exibição de seu novíssimo longa-metragem, Criaturas da Mente, filme que investiga o sonho como motor da revolução humana, acompanhando o trabalho e a vida do neurocientista e escritor brasileiro Sidarta Ribeiro.
No encerramento, Lírio Ferreira e Carolina Sá apresentam O Menino d’Olho d’Água, documentário sobre mestre do instrumental brasileiro, Hermeto Pascoal, filmado no sertão alagoano, lugar onde nasceu e de onde vem suas primeiras referências sonoras.
Ambos filmes são exibidos com os recursos de legendagem descritiva e audiodescrição ao vivo no Cine Brasília. O filme de abertura também será exibido nas RAs de descentralização do Festival de Brasília: sede da Cia Lábios da Lua (Gama), Complexo Cultural de Planaltina e Faculdade Estácio – Pistão Sul (Taguatinga)
MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL – LONGAS
A 57ª edição do Festival de Brasília traz Ruy Guerra de volta à competição de longas. O vetereano cineasta de origem moçambicana apresenta A Fúria, a aguardada conclusão de sua trilogia política iniciada com o clássico Os Fuzis (1964) – apresentado em Brasília em mostra retrospectiva de 1975 –, seguida por A Queda (1977) – participante da Mostra Competitiva de 1978. Em A Fúria, codirigido por Luciana Mazzotti, Guerra traz Ricardo Blat no papel antes interpretado pelo saudoso Nelson Xavier, vencedor do prêmio de Melhor Ator daquele ano.
Quem também volta após consagração em edição anterior do evento com filme novo é Sérgio Borges, diretor mineiro que levou o Candango de melhor longa em 2010 por O Céu Sobre os Ombros. Agora, ao lado da diretora Clarissa Campolina (de Girimunho e Canção ao Longe – exibido em 2022), ele divide a direção de Suçuarana, um drama sobre a retirante Dora em busca de trabalho e de uma terra antiga de sua mãe em uma região mineradora, até encontrar um vilarejo repleto de afeto e coletividade.
Também de Minas Gerais, integra a competição oficial de longas a produção indígena Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá, de Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero e Luisa Lanna. Trata-se de um documentário protagonizado por uma das próprias diretoras do filme, Sueli, que é arte-educadora da Aldeia Escola Floresta de Teófilo Otoni (MG). O filme relata a sua busca pelo pai, Luis Kaiowá, de quem foi separada pela ditadura militar.
Um título inédito de Brasília se apresenta na seleção oficial da Mostra Competitiva Nacional. Longa-metragem de estreia do diretor brasiliense Guilherme Bacalhao, Pacto da Viola, traz grande elenco local para contar a história de um músico sertanejo que precisa ajudar o pai doente, um capitão de folia que tem uma dívida com os santos e demônios.
A diretora amazonense Christiane Garcia faz sua estreia em longa de ficção com Enquanto o Céu Não me Espera. Estrelado por Irandhir Santos, o filme narra a história de um agricultor que luta contra as dificuldades climáticas em um pequeno sítio afetado pelas cheias dos rios da Amazônia.
Já Salomé, de Pernambuco, é o segundo longa da carreira do diretor André Antônio, que se tornou uma referência do cinema queer brasileiro contemporâneo ao integrar o coletivo Surto & Deslumbramento. Aqui ele narra a história de uma jovem modelo que se apaixona por um rapaz envolvido em uma estranha seita, que cultua a sanguinária princesa bíblica Salomé.
A Comissão de Seleção de longas da Mostra Competitiva Nacional 2024 é composta por Janaína Oliveira, Leonardo Bomfim, Luís Fernando Moura e Rafaella Rezende. Eles tiveram o desafio de assistir e selecionar entre 227 longas, os seis em competição. O júri que premiará os longas em cartaz é formado por Affonso Uchôa, Carina Bini, Heitor Augusto, Mariana Nunes e Sandra Kogut.
O festival forma, ainda, o Júri do Prêmio Zózimo Bulbul, a conferir os troféus para os melhores filmes com temática afirmativa. O júri é montado a partir de indicações do Centro Afro Carioca de Cinema e da Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro – Apan, e em 2024 é composto por Aristótelis tothi, Vitor José Pereira e Larô Gonzaga.
MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL – CURTAS
Na seleção de curtas-metragens, o 57º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro reforça sua vocação para trazer questões urgentes da sociedade contemporânea, sob as mais diversas perspectivas geográficas, de gênero e de raça, com obras representantes de todas as regiões brasileiras.
O cinema candango conseguiu o maior espaço dentre os curtas, com três filmes na disputa: Inflamável, do diretor estreante Rafael Ribeiro Gontijo; Descamar, dirigido pelo escritor, professor e curta-metragista premiado da produtora relatar-se, Nicolau; e o novo documentário da veterana cineasta e professora de cinema Dácia Ibiapina sobre o saudoso mestre quilombola Nêgo Bispo, Confluências.
De São Paulo, Javyju – Bom Dia, marca a estreia da cacica Kunha Rete, que divide a direção com Carlos Eduardo Magalhães (Palavra Cantada 3D), numa ficção científica futurista situada em uma aldeia Guarani. E, de Minas Gerais, Mãe de Ouro, de Maick Hannder, apresenta uma ficção sobre a superação do luto.
Representantes do Rio de Janeiro, Yuri Costa traz sua perspectiva afrossurrealista para uma viagem às festas black dos anos 1970 no drama E Seu Corpo é Belo, enquanto a dupla Samuel Lobo e Rodrigo de Janeiro apresentam o documentário Dois Nilos, que celebra o cinema negro brasileiro, com um passeio pelas memórias do cineasta Afrânio Vital.
A região Norte está representada com a nova produção do realizador e professor Antonio Fargoni, que idealizou o movimento do Cinema Instantâneo, estilo presente neste curta de ficção de Rondônia, E Assim Aprendi a Voar.
O Sul concentra duas produções. Uma de Santa Catarina, Kabuki, única animação da competição, realizada em stop motion pelo premiado quadrinista e curta-metragista Tiago Minamisawa. E a outra do Rio Grande do Sul, Chibo. Digirido por Gabriela Poester e Henrique Lahude, o documentário investiga a travessia clandestina de mercadorias de uma família que mora na fronteira entre Brasil e Argentina.
Do Nordeste, o público poderá mergulhar nos curtas Maremoto, de Cristina Lima e Juliana Bezerra, do Rio Grande do Norte, e Mar de Dentro, de Lia Letícia, de Pernambuco. No curta potiguar, as diretoras contam a história de uma filha de pescador frustrada que assume o desafio de fazer um mergulho em alto-mar para resgatar um tesouro. Na produção pernambucana, a diretora e artista visual realiza uma performance poética permeada pela história política de Preto Sérgio, um ex-detento preso injustamente ainda menor de idade em Fernando de Noronha.
A Comissão de Seleção de Curtas elencou os 12 filmes a partir de 953 inscritos. Os trabalhos foram desenvolvidos por André Dib, Bruno Victor, Camila Macedo, Karen Black, Lorenna Montenegro e Sergio Silva. O júri da categoria é composto por Lila Foster, Mirella Façanha, Paola Malmann, Simone Zuccolotto e Thiago Costa.
MOSTRA BRASÍLIA – 26º TROFÉU CÂMARA LEGISLATIVA
Na programação da Mostra Brasília – 26º Troféu Câmara Legislativa, a seleção 2024 dos concorrentes aos R$ 240 mil em prêmios reúne desde diretores estreantes do Distrito Federal a cineastas premiados. A seleção de longas-metragens da mostra reúne quatro filmes.
Veterano e premiado, com várias passagens pelo Festival de Brasília, o documentarista Renato Barbieri volta à Mostra Brasília com seu novo longa Tesouro Natterer. O filme aborda o naturalista austríaco Johann Natterer, membro da Expedição Austríaca que acompanhou a então Arquiduquesa Leopoldina em sua vinda ao Brasil, em 1817.
Outro nome muito conhecido do teatro e das artes no Distrito Federal, Adriano Guimarães (do Coletivo Irmãos Guimarães) faz uma incursão solo no universo cinematográfico com a produção Nada, um delicado drama sobre uma mulher que volta ao interior onde viveu na infância para acompanhar os últimos dias de vida de sua irmã.
Além desses, a seção de longas marca a estreia de curtas-metragistas premiados de Brasília neste formato. Fáuston Silva, que coleciona láureas por seu filme Meu Amigo Nietzsche, apresenta seu Manual do Herói, uma ficção sobre um rapaz que recebe um manual das mãos de uma heroína mascarada; e Cristiane Bernardes e Tiago de Aragão exibem pela primeira vez no Brasil o documentário A Câmara, que registra a atuação das mulheres do parlamento em meio ao cenário de polarização.
Dentre os curtas brasilienses inscritos, foram selecionados oito filmes. De documentários experimentais a animação infanto-juvenil e exercícios de linguagem nos mais variados gêneros da ficção, a Mostra Brasília tem aqui um mosaico da produção recente de realizadores da cidade. Do lado mais experimental, estão os documentários Caravana da Coragem, de Pedro B. Garcia; A Sua Imagem na Minha Caixa de Correio, de Silvino Mendonça; e a ficção Cemitério Verde, de Maurício Chades.
Clarice Cardell, muito conhecida por seu trabalho com teatro para bebês, estreia pela primeira vez na mostra com a animação Kwat e Jaí – Os Bebês Heróis do Xingu. O drama espiritual ONA, também marca a primeira incursão das egressas do Instituto Federal de Brasília (IFB) Clara Maria e M4vi Adroindie na mostra. Já Rafael Lobo volta à disputa neste ano com outro curta de horror, Xarpi, enquanto o ator João Campos apresenta seu segundo curta como diretor, Via Sacra; e os irmãos Diego e Danilo Borges também retornam à mostra com seu segundo trabalho, Manequim.
A Comissão de Seleção da Mostra Brasília é formada pela própria CLDF e em 2024 contou com os esforços de Ciro Marcondes, Glória Teixeira, Suellen Batista, Ulisses de Freitas e William Alves. O Júri que distribui os prêmios em dinheiro é composto por Antonio Grassi, Catarina Accioly e José Delvinei.
MOSTRAS PARALELAS E SESSÕES HORS CONCOURS
Além das mostras competitivas, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro apresenta três mostras paralelas que complementam o panorama de filmes exibidos nesta edição. São elas: a Mostra Caleidoscópio, a Mostra A Formação dos Brasis e o retorno da Mostra Festival dos Festivais. Além dessas, o festival também apresenta sessões especiais, o tradicional Festivalzinho, com 7 títulos entre longas e curtas-metragens, os Lançamentos de Mercado e o FestUni, em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), com produções de curtas-metragens universitários de várias regiões do País.
Na Mostra Caleidoscópio, nova mostra competitiva do festival com prêmios próprios, cinco títulos destacam trabalhos que desafiam os olhares dos espectadores do Festival de Brasília pela maneira como se aproximam de temas e universos surpreendentes, através de um ponto de vista inquieto e criativo de seus realizadores e realizadoras.
Três títulos paulistas entram na competição – Trópico de Leão, de Luna Alkalay, Future Brilliant, Abílio Dias, e Topo, de Eugenio Puppo. Juntam-se a estes, o mineiro Palimpsesto, de André Di Franco e Felipe Canêdo, e o pernambucano Filhas da Noite, Henrique Arruda e Sylara Silvério. A mostra conta com júri especial, formado por Adirley Queiróz, Sara Silveira e José Geraldo Couto, que concederá dois Candangos aos seus maiores destaques na premiação final do evento.
Não competitiva, a mostra A Formação dos Brasis reúne quatro documentários que ajudam a entender aspectos formadores da cultura e da sociedade brasileira. As produções apresentam retratos de grandes artistas fundamentais, seja através de figuras históricas importantes a quem a historiografia oficial não deu a devida importância, seja por uma reflexão sobre a realidade contemporânea nas escolas secundárias brasileiras, que formam os Brasis de amanhã.
A produção carioca Barreto, Fotógrafo das Lentes Nuas, de Miguel Freire, abre as exibições desta mostra, com uma homenagem ao mestre Luiz Carlos Barreto, em um filme que acompanha seu processo criativo. De Minas Gerais, Ana Carolina Soares exibe o Ausente, e da Bahia, a diretora Mariana Jaspe apresenta Quem é Essa Mulher?. Complementa esta mostra o filme Brasiliana: a história do musical negro que apresentou o Brasil ao mundo, de Joel Zito Araújo, sobre a companhia de teatro de revistas que projetou as identidades nacionais globalmente.
Já para compor a seleção da mostra Festival dos Festivais, a equipe curatorial traz para suas primeiras exibições em solo brasiliense alguns dos mais comentados filmes brasileiros exibidos anteriormente com destaque em outros grandes festivais de cinema, como os de Gramado, Rio e Mostra de São Paulo.
Apocalipse nos Trópicos, de Petra Costa, abre os trabalhos com um debate sobre a teologia que impulsiona a política brasileira; Kasa Branca, de Luciano Vidigal, lança um olhar para o cuidado familiar e a ancestralidade; A Queda do Céu, de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha, captura a beleza de um ritual Yanomami; e Oeste Outra Vez, de Erico Rassi, trata da pouca aptidão masculina para compreender as dores de amor.
Entre as sessões especiais, quatro títulos complementam as exibições. O clássico Xica da Silva, de Cacá Diegues, ganha exibição única em homenagem aos 80 anos de Zezé Motta. André Luiz Oliveira também exibe um clássico, Meteorango Kid: Herói Intergalático (1969) em cópia restaurada e ainda inédita.
Procura-se Meteorango Kid – Vivo ou Morto (2023), de Marcel Gonnet, em homenagem ao clássico do diretor candango, também ganha sessão no festival, resgatando o processo de produção e o impacto do clássico de Oliveira. E Sinfonia da Sobrevivência, de Michel Coeli, chama a atenção para a crise climática que atravessamos no país, com foco especial no desastre ambiental do Pantanal.
No Festivalzinho, sete obras foram selecionadas entre as 153 infantis inscritas na seleção do evento. São três longas e quatro curtas-metragens, exibidos no Cine Brasília e nas RAs para escolas públicas e em sessões abertas. Entre os exibidos estão Abá e sua Banda, de Humberto Avelar, Marraia, de Diego Scarparo, Joãozinho – o filme, do candango Faustón da Silva, e A Menina e o Flautista, de Lara Dezan.
Nos lançamentos do mercado, parcerias com importantes canais potencializam as atividades programadas com as primeiras exibições de séries e filmes. O Globoplay exibe os documentários, Malvinas: diário de uma guerra, de Ricardo Pereira e Eugenia Moreyra, e Kubrusly: mistério sempre há de pintar por aí, de Caio Cavechini e Evelyn Kuriki, na programação do evento. A EBC também lança a primeira temporada de Como nascem os heróis, série de Iberê Carvalho sobre a criação das identidades nacionais.
Criaturas da Mente
SERVIÇO – 57º FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO Data: 30 de novembro a 7 de dezembro de 2024 Locais: Cine Brasília (106/107 Sul), Complexo Cultural de Planaltina, Taguatinga e Gama. Ingressos da Mostra Competitiva Nacional a R$ 20,00 e R$ 10,00, à venda na bilheteria do Cine Brasília a partir de duas horas antes de cada sessão. Demais exibições com entrada franca. Programação completa: festcinebrasilia.com.br.
PROGRAMAÇÃO DE FILMES E MOSTRAS
FILME DE ABERTURA
30 de novembro, 21h30, no Cine Brasília – Sala de Cinema Vladimir Carvalho e, às 20h, nas RAs Criaturas da Mente Direção: Marcelo Gomes Reprise: 1º de dezembro, 18h, no Cine Brasília – Sala 2
FILME DE ENCERRAMENTO
7 de dezembro, às 21h30, no Cine Brasília – Sala de Cinema Vladimir Carvalho O Menino d’Olho d’Água Direção: Lírio Ferreira e Carolina Sá
MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL Exibições no Cine Brasília – Sala de Cinema Vladimir Carvalho (21h) com ingressos a R$ 20 e R$ 10 (meia), e, às 20h, nas RAs, com entrada franca
1º de dezembro
Curtas Maremoto (RN), de Cristina Lima e Juliana Bezerra Chibo (RS), de Gabriela Poester e Henrique Lahude
Longa Suçuarana (MG), de Clarissa Campolina e Sérgio Borges
2 de dezembro
Curtas Inlamável (DF), de Rafael Ribeiro Gontijo Javyju – Bom Dia (SP), de Kunha Rete e Carlos Eduardo Magalhães
Longa Pacto da Viola (DF), de Guilherme Bacalhao
3 de dezembro
Curtas Mar de Dentro (PE), de Lia Letícia Confluências (DF), de Dácia Ibiapina
Longa Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá (MG), de Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero e Luisa Lanna
4 de dezembro
Curtas E Assim Aprendi a Voar (RO), de Antonio Fargoni Mãe do Ouro (MG), de Maick Hannder
Longa Enquanto o Céu Não Me Espera (AM), de Christiane Garcia
5 de dezembro
Curtas Descamar (DF), de Nicolau Kabuki (SC), de Tiago Minamisawa
Longa Salomé (PE), de André Antonio
6 de dezembro
Curtas Dois Nilos (RJ), de Samuel Lobo e Rodrigo de Janeiro E Seu Corpo é Belo (RJ), de Yuri Costa
Longa A Fúria (SP), de Ruy Guerra e Luciana Mazzotti
MOSTRA BRASÍLIA Exibições no Cine Brasília – Sala de Cinema Vladimir Carvalho e nas RAs, 18h, com entrada franca
3 de dezembro
Curtas Caravana da Coragem, de Pedro B. Garcia A Sua Imagem na Minha Caixa de Correio, de Silvino Mendonça
Longa Nada, de Adriano Guimarães
4 de dezembro
Curtas Manequim, de Danilo Borges e Diego Borges ONA, de Clara Maria e M4vi Afroindie
Longa Manual do Herói, de Fáuston da Silva
5 de dezembro
Curtas Xarpi, de Rafael Lobo Via Sacra, de João Campos
Longa A Câmara, de Cristiane Bernardes e Tiago de Aragã
6 de dezembro
Curtas Kwat e Jaí – Os Bebês Heróis do Xingu, de Clarice Cardell Cemitério Verde, de Maurício Chades
Longa Tesouro Natterer, de Renato Barbieri
MOSTRA CALEIDOSCÓPIO Exibições no Cine Brasília – Sala de Cinema Vladimir Carvalho, às 15h, com entrada franca
2 de dezembro Palimpsesto (MG), de André Di Franco e Felipe Canêdo
3 de dezembro Trópico de Leão (SP), de Luna Alkalay
4 de dezembro Filhas da Noite (PE), de Henrique Arruda e Sylara Silvério
5 de dezembro Future Brilliant (SP), de Abílio Dias
6 de dezembro Topo (SP), de Eugenio Puppo
MOSTRA PARALELA FESTIVAL DOS FESTIVAIS Exibições no Cine Brasília, com entrada franca
2 de dezembro, Sala de Cinema Vladimir Carvalho, às 18h Apocalipse nos Trópicos (DF/RJ/SP), de Petra Costa
4 de dezembro, Sala 2, às 19h Kasa Branca (RJ), de Luciano Vidigal
5 de dezembro, Sala 2, às 19h A Queda do Céu (SP), de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha
6 de dezembro, Sala 2, às 15h Oeste Outra Vez (GO), de Erico Rassi
MOSTRA PARALELA A FORMAÇÃO DOS BRASIS Exibições no Cine Brasília com entrada franca
1 de dezembro, Sala de Cinema Vladimir Carvalho, às 15h Barreto, Fotógrafo das Lentes Nuas (RJ), de Miguel Freire
3 de dezembro, Sala 2, às 18h Ausente (MG), de Ana Carolina Soares
5 de dezembro, Sala 2, às 17h Quem É Essa Mulher? (BA/RJ), de Mariana Jaspe
6 de dezembro, Sala 2, às 17h Brasiliana: A História do Musical Negro que Apresentou o Brasil ao Mundo (MG/RJ), de Joel Zito Araújo
SESSÕES ESPECIAIS Exibições no Cine Brasília com entrada franca
1º de dezembro, às 18h, no Cine Brasília – Sala de Cinema Vladimir Carvalho Meteorango Kid – Herói Intergalático (cópia restaurada) Direção: André Luiz Oliveira
1º de dezembro, às 19h, no Cine Brasília – Sala 2 Xica da Silva Direção: Cacá Diegues
2 de dezembro, às 19h, no Cine Brasília – Sala 2 Procura-se Meteorango Kid: Vivo ou Morto Direção: Marcel Gonnet e Daniel Fróes
7 de dezembro, às 11h, no Cine Brasília – Sala de Cinema Vladimir Carvalho Sinfonia da Sobrevivência Direção: Michel Coeli MOSTRA PARALELA FESTIVALZINHO Exibições no Cine Brasília e nas RAs, com entrada franca
1 de dezembro, Sala de Cinema Vladimir Carvalho, às 10h
Longa Abá e Sua Banda (RJ), de Humberto Avelar
4 de dezembro, Sala de Cinema Vladimir Carvalho, às 10h
Longa Marraia (ES), de Diego Scarparo
5 de dezembro, Sala de Cinema Vladimir Carvalho, às 10h
Longa Joãozinho – O Filme (DF) de Fáuston da Silva
6 de dezembro, Sala de Cinema Vladimir Carvalho, às 10h
Curtas Outro Lugar (MT), de Perseu Azul Maréu (RJ), de Nicole Schlegel A Menina que Queria Voar (BA), de Tais Amordivino A Menina e o Flautista (SP), de Lara Dezan
7 de dezembro, Sala de Cinema Vladimir Carvalho, às 9h
Longa Abá e Sua Banda (RJ), de Humberto Avelar
LANÇAMENTOS DO MERCADO Exibições no Cine Brasília – Sala 2, de 2 a 4 de dezembro, às 17h, com entrada franca
2 de dezembro Como Nascem os Heróis (DF), de Iberê Carvalho
3 de dezembro Malvinas: O Diário de Uma Guerra (Brasil/Argentina/Portugal), de Ricardo Pereira e Eugenia Moreyra
4 de dezembro Kubrusly: Mistério Sempre Há de Pintar Por Aí (SP/RJ/BA), de Caio Cavechini e Evelyn Kuriki
FESTUNI Mostra de produções universitárias, em parceria com a UnB. Exibições no Cine Brasília – Sala de Cinema Vladimir Carvalho. Dias 2 e 3 de dezembro, às 9h, com entrada franca
2 de dezembro
Fui na Feira (SP), de Ana Carolina Aliaga e Vitória Marques Cida Tem Duas Sílabas (SP), de Giovanna Castellari Néctar do Tempo (BA), de Pedro Rodrigues Desconserto (CE), de Haniel Lucena Anderson Automóveis (DF), de João Monteiro Noites em Claro (CE), de Elvis Alves Penumbra (SP), de Johnathan Aguiar Pálido Ponto Vermelho (PA), de Kalel Pessôa, Arthur Oliveira e Lucas Chefe Caboclinho (PE), de João Marcelo Coaxo (RS), de Cecília Silva Martinez
3 de dezembro
Retorno (DF), de Arthur Paiosi Eu Faço Loucuras por Você (SP), de Gabriela Queiroz Deus Não Deixa (RJ), de Marçal Vianna Manchas de Sol (RS), de Martha Mariot Sagrada Travesti do Evangelho (GO), de Júlia F. Cândida Monalisa (MG) de Tainá Lima No Avesso do Espelho (SP), de Beatriz Sampaio Queda (MG), de Pedro d’Melo e Arthur Assis Entre Sonhos e Barracos (MG), de Arthur Quadra, Carol Alves, Gabriel Pimenta, Giovanna Moraes, Marcelle Won Held, Maria Julia Max, Micaella Matias e Tainá Lima
No ano de celebração dos 25 anos do shopping, a decoração trará encantadores presentes e cenários especiais para receber o bom velhinho
Foto Telmo Ximenes
O ano de 2024 é muito especial para o TerraçoShopping, pois o empreendimento celebra 25 anos de história na vida dos brasilienses, seja para proporcionar diversão com atrações culturais e infantis, seja para oferecer um mix de lojas e restaurantes que só o Terraço tem. E em clima de festa e celebração, o Natal deste ano também será especial, com uma decoração voltada para convidar o público a compartilhar histórias do dia a dia de cada um, em “O Natal dos Presentes Encantados”.
O cenário principal fica na Praça Central, nas tradicionais cores natalinas vermelha e dourada, com caixas de presentes gigantes, brinquedos e cenários instagramáveis. As crianças poderão se divertir e passar por dentro de uma árvore gigante, de 11 metros de altura, terminando em um grande escorregador.
Chegada do Papai Noel
O momento que dá início às comemorações natalinas é a chegada do Papai Noel. No TerraçoShopping, o evento para receber o bom velhinho acontecerá no dia 9 de novembro (sábado), trazendo consigo todos os presentes encantados que o Terraço Shopping guarda com tanto carinho. A grande atração do dia será a Parada Natalina, no estacionamento externo do shopping, com um grande desfile natalino que contará a história do Natal com direito a alas temáticas e mais de 100 personagens até a chegada do Papai Noel.
Após um passeio pelo shopping, o Papai Noel se dirigirá para seu trono, localizado no 2º piso, onde as crianças poderão entregar suas cartinhas com o pedido de presente, além de tirar fotos. O espaço também terá um local especial para os pets fazerem a visita ao Papai Noel e tirarem uma foto.
O evento acontecerá entre 14h e 17h, com oficinas temáticas, brinquedos e pintura de rosto. Personagens natalinos circularão pelos corredores do shopping, trazendo a magia e a alegria do Natal, distribuindo balões coloridos e interagindo com as pessoas.
Depois da chegada do bom velhinho, ele ficará à disposição para conversar com os pequenos até o dia 24 de dezembro.
Serviço:
Chegada do Papai Noel
Sábado, 9 de novembro
Horários: Personagens, brinquedos, oficina temática e pintura de rosto, das 14h às 17h
Parada Natalina e Chegada do Papai Noel, às 16h
Entrada gratuita
Horário de visita ao Papai Noel
Novembro:
Data: 09 a 30 de novembro
Horários:
Segunda a sexta: 12h às 20h – intervalo: 16h às 16h45
Sábado: 10h às 22h – intervalos: 14h às 14h45 e 19h30 às 20h15
Domingos e feriados: 13h às 19h – intervalo: 16h às 16h45
Dezembro:
Data: 01 a 24 de dezembro
Horários:
Segunda a sábado: 10h às 22h – intervalos: 14h às 14h45 e 19h30 às 20h15
Domingos e feriados: 13h às 19h – intervalo: 16h às 16h45
Sobre o Terraço Shopping
O Terraço Shopping faz parte da vida do brasiliense há 25 anos. Seu estilo único de open mall proporciona um ambiente agradável, com vista incrível para o lindo céu de Brasília. Com uma história cheia de diversão e eventos para todas as idades, o shopping celebra esse marco importante com muita alegria e gratidão por cada cliente que participa dessa caminhada. O empreendimento pertence as Organizações PaulOOctavio e foi inaugurado em novembro de 1999, possuindo 160 lojas, 15 operações na praça de alimentação e 10 restaurantes no Gourmet Center, além de duas torres com 270 salas comerciais e um amplo estacionamento.
Vencedor de cada categoria – TV, Rádio, Impresso e Online – receberá R$ 5 mil em dinheiro. Inscrições foram até 18 de outubro
Estão abertas as inscrições para a primeira edição do Prêmio de Jornalismo Serviço Social do Comércio do Distrito federal (Sesc-DF). O concurso distrital tem o objetivo de reconhecer as melhores reportagens e registros jornalísticos, veiculados no último ano, sobre a transformação social promovida por meio de iniciativas do setor produtivo.
O prêmio possui quatro categorias: TV, Rádio, Impresso e Online. As matérias devem abordar um dos eixos de atuação do braço social do Sistema Fecomércio, o Sesc: educação, lazer, assistência social, saúde, cultura, turismo, alimentação e cidadania. As inscrições podem ser realizadas pela internet até 13 de outubro: https://saibamais.sescdf.com.br/premio-jornalismo.
Os trabalhos serão avaliados por uma comissão composta por representantes do Sesc-DF, Fecomércio-DF e um jornalista de reconhecida atuação no cenário local. As melhores produções serão anunciadas durante a cerimônia do Prêmio do Comerciário, no dia 30 de outubro de 2024. Os vencedores de cada categoria receberão um prêmio de R$ 5.000,00.
Podem concorrer ao Prêmio Sesc-DF de Jornalismo matérias e reportagens publicadas em emissoras de TV e Rádio, veículos impressos e online sediados no Distrito Federal, veiculadas entre 30 de outubro de 2023 e 30 de setembro de 2024.
No próximo dia 25, serão anunciados no site do prêmio os nomes dos três finalistas de cada categoria. Confira o edital completo aqui.
Comunicadores destaques
O concurso integra o Prêmio do Comerciário, iniciativa do Sistema Fecomércio do DF que, anualmente, por meio do Sesc-DF, homenageia trabalhadores, empresas e empresários que fizeram a diferença no Distrito Federal ao longo do ano.
Com o tema “A responsabilidade social do setor produtivo do comércio e o esforço para garantir maior bem-estar e qualidade de vida para a população: investimento que transforma vidas”, o prêmio visa estimular o jornalismo de qualidade que ressalte a importância das iniciativas sociais e empresariais na melhoria da vida dos brasilienses.
Valcides de Araújo, diretor regional do Sesc-DF, destaca a importância do papel do jornalista nesse processo: “Os jornalistas são essenciais na tarefa de conectar a sociedade às mudanças que ocorrem a sua volta, dando voz a quem precisa ser ouvido e trazendo à tona histórias que inspiram e transformam. Queremos reconhecer e valorizar esse trabalho incansável, que contribui diretamente para uma sociedade mais justa, consciente e engajada”.
Foto divulgação
SERVIÇO
1º Prêmio de Jornalismo Sesc-DF
Inscrições: 30 de setembro a 13 de outubro de 2024
Hit, em parceria com Zeeba e Bruno Martini, se torna a primeira música brasileira a alcançar o feito
Créditos: Irvin Rivera
Com 800 milhões de plays, Alok entra para a história mais uma vez com ‘Hear Me Now’, se tornando a primeira música brasileira a atingir a marca mundial. A faixa, que é uma colaboração dos produtores Bruno Martini e Zeeba, foi responsável em posicionar Alok como o primeiro artista brasileiro a estar no TOP 50 Global do Spotify, em 2016, ano do lançamento do hit.
Desde então, ‘Hear Me Now’ mantém o sucesso nos streamings, já que a faixa também foi a primeira música brasileira a bater 500 milhões de plays, em 2021.
Sindivarejista realiza premiação para distinguir quem fomenta o desenvolvimento econômico no Distrito Federal
Parceira musical do Rei Roberto Carlos em composições e interpretação, a cantora Liah Soares fará o show de encerramento da cerimônia de entrega do Prêmio Mérito Varejista, edição 2024. Ela foi convidada pelo anfitrião do evento, o presidente do Sindivarejista, Sebastião Abritta, para homenagear todos os convidados com o show “Liah Soares canta Roberto Carlos” numa versão contemporânea e com influências do pop e do jazz. A premiação vai acontecer nesta quinta-feira, para convidados, no Dúnia Hall, distinguindo dez personalidade que impulsionam o desenvolvimento econômico do Distrito Federal.
Foto divulgação
Na premiação, serão distinguidas dez personalidades de Brasília, listadas a seguir:
EMPRESÁRIOS: – Ana Paula Bandeira Braga, da Morana; – Carlos Alberto de Amorim, da Cia.Toy; – Edmar Mothé, fundador das empresas Mundo dos Filtros e Biomundo; – Marcella Jardim Nemelada, da Rede dos Cosméticos; – Paulo Milano, do tradicional Armarinhos Milano; – Vitor Naegele, da Avanzzo.
JORNALISTAS: – Brunno Melo, âncora do CBN Brasília, da Rádio CBN; – Neila Medeiros, apresentadora do programa DF no AR, na TV Record,
PERSONALIDADES: – José Roberto Tádros, presidente da CNC (Confederação Nacional do Comércio); – Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública do Distrito Federal.
Velório do cineasta Vladimir Carvalho acontece no Cine Brasília nesta sexta
O Cine Brasília expressa seu mais profundo pesar pelo falecimento de Vladimir Carvalho, um dos grandes mestres do cinema brasileiro. Aos 89 anos, Vladimir deixa um legado inestimável para o cinema nacional, marcado por filmes que retratam com profundidade a história e a luta do povo brasileiro, como O País de São Saruê e Conterrâneos Velhos de Guerra.
Convidamos todos os amigos, familiares e admiradores de sua obra para o velório, que será realizado amanhã, dia 25 de outubro, das 09h30 às 13h30, no Cine Brasília. Em seguida, o sepultamento será realizado às 14h30 no Jazigo dos Pioneiros, no cemitério Campo da Esperança. Será um momento de despedida, mas também de homenagem ao homem e artista que tanto contribuiu para o cinema e para a cultura brasileira.
O Cine Brasília se orgulha de ter sido palco de diversas exibições e debates sobre sua obra, e lamenta profundamente essa perda. Seu talento, coragem e dedicação à arte seguirão inspirando cineastas, críticos e amantes do cinema por gerações. Nossos sentimentos e solidariedade à família, amigos e a todos que tiveram o privilégio de conhecer e admirar seu trabalho. O cinema brasileiro está de luto, mas o legado de Vladimir permanecerá gravado em nossa história.
A cantora, nascida na capital brasileira, mudou-se para Los Angeles aos 18 anos para investir em sua carreira artística. Ela ganhou popularidade nas redes sociais ao compartilhar sua jornada de trabalho e estudos na área musical
O renomado Los Angeles Brazilian Film Festival (LABRFF), que acontece de 4 a 7 de novembro, em Los Angeles, destaca Brasília em sua abertura com a apresentação notável da talentosa artista brasiliense, Valenttina Dias. Famoso por celebrar o que há de melhor no cinema brasileiro, o LABRFF reúne atores, diretores e artistas de renome global. Valenttina será o centro das atenções no show de abertura, coreografado por Nanda Teixeira, célebre por seu trabalho com ícones musicais como Ludmilla, Anitta e Pabllo Vittar. Nanda, que recentemente coreografou a apresentação de Ludmilla no Coachella, traz sua vasta experiência e criatividade para garantir um espetáculo memorável.
Valenttina Dias iniciou sua jornada artística aos 18 anos, quando se mudou para Los Angeles, compartilhando sua evolução musical nas redes sociais, onde acumula mais de 120 mil seguidores no Tik Tok. Em 2023, firmou sua posição no cenário musical ao conquistar o terceiro lugar na competição “America’s Next Top Hitmaker”, da Rolling Stones. Seu primeiro EP, “Get A Clue!”, lançado em maio de 2024, combina influências do popold school com elementos contemporâneos do dance pop e R&B. Sob a orientação de Matt Bang, produtor vinculado a astros como Justin Bieber e Rihanna, Valenttina criou um som inovador que ressoa globalmente.
“Iniciei minha carreira em um momento especialmente propício. A cultura latina, com destaque para a brasileira, está recebendo uma atenção significativa do resto do mundo. Essa visibilidade se estende não apenas à música, mas também a todos os demais aspectos de influência cultural. Aqui nos Estados Unidos, por exemplo, é cada vez mais comum observar estrangeiros usando camisas do Brasil, ouvindo funk nas festas mais sofisticadas, e até adotando o uso de havaianas como uma ‘tendência’ em pleno crescimento. Estou muito satisfeita e entusiasmada por poder compartilhar com o mundo a vibrante energia do povo brasileiro”, explica Valenttina
Último lançamento e o futuro
Em setembro, Valenttina lançou “Moldada”, sua primeira música integralmente em português, abordando empoderamento feminino e desafiando normas sociais. A canção rapidamente ultrapassou as 230 mil visualizações nas redes sociais, cativando o público com sua mensagem poderosa e autêntica. A artista agora prepara um clipe para sua próxima música, em colaboração com a aclamada diretora Beatriz Santamaria Pinha, conhecida pelo premiado clipe “That’s On Me”, de Ed Sheeran. Com essa parceria, Valenttina busca alçar suas produções visuais a novos patamares de excelência.
“Tenho uma profunda admiração por todos os elementos que compõem o universo pop. Desde a concepção musical, passando pelas imagens capturadas em fotografias e videoclipes, até as coreografias e figurinos. Ao criar uma canção, frequentemente já visualizo a estética que desejo alcançar. É imensamente satisfatório, ao término desse processo, perceber que consegui conceber um universo único para cada música”, complementa.
A experiência de Valenttina em Los Angeles foi crucial para sua maturação artística. Na Icon Collective College Of Music, ela teve como guia a ilustre compositora e cantora Keli Nicole, que trabalhou com Beyoncé, Timbaland e Missy Elliott. Keli, vencedora de um Grammy por “Deja Vu” de Beyoncé, compartilhou suas técnicas e paixão pela música, inspirando Valenttina.
Foto divulgação
Além de sua formação musical, a artista possui diplomas em atuação pela New York Film Academy e dança pela Playground LA e Millennium. Dotada de uma formação diversificada, Valenttina se sobressai como uma artista versátil, entregando excelência em música, atuação e dança. Suas produções são autênticas obras-primas, oferecendo ao público uma experiência completa e estabelecendo novos padrões na indústria pop. Cada projeto é uma exploração de sua criatividade, cativando audiências e solidificando seu talento e dedicação.
O lançamento marca uma nova experiência que irá funcionar por somente quatro finais de semana na vinícola, incluindo imersão na produção e degustação do vinho, a partir de 09 de novembro
Gerente Artur Farias, foto Alberto Ruy
Na noite da última terça-feira, dia 15 de outubro, a Vinícola Brasília lançou oficialmente a nova safra do vinho Monumental Syrah em um evento exclusivo na Casa de Chá, localizada na Praça dos Três Poderes. Cerca de 100 convidados, incluindo autoridades, parceiros, amigos, jornalistas e influenciadores, prestigiaram a ocasião, que foi marcada por uma imersão nos sabores e aromas da produção vitivinícola do Cerrado.
O evento foi embalado pela música de Dadá Quixabeira, enquanto os presentes desfrutaram de uma seleção de vinhos da vinícola acompanhados por um menu de aperitivos, como empadas de frango, pão de queijo com carne de panela e mini tartines Oscar Niemeyer. Em seguida, os discursos começaram com falas deIsabella Bonato, representando a Vinícola Brasília, seguidos por Brites, da ACDF, e Artur Farias, diretor comercial da vinícola.
Após as falas, os convidados participaram de um brinde com o Monumental Syrah, celebrando o lançamento do tinto fino seco, que vem de uma produção limitada a apenas 1.200 garrafas e custa R$ 349. A noite seguiu com mais música e a degustação de pratos cuidadosamente selecionados para harmonizar com os vinhos oferecidos como o branco Croqui, o rosé Pilotis e o tinto Alvorada.
“Tivemos a coragem de acreditar no cerrado acima de tudo, e acreditar na produção de vinhos na região. Acima disso, acreditamos que caminhar juntos era mais fácil, e estamos juntos construindo isso. Falo que 1% do nosso trabalho é o glamour de estarmos aqui apresentando o nosso vinho, mas 99% é o trabalho que temos dentro de casa”, compartilhou Isabella Bonato.O negócio é formado pela união de 10 vinhedos — Alto Cerrado, Casa Vitor, Ercoara, Horus, Marchese, Miro, Monte Alvor, Oma Sena, Villa Triacca e Vista da Mata.
Experiência Monumental
No discurso, Artur Farias ressaltou que o Monumental Safra 2021, lançado no evento, estava guardado e agora está disponível para quem quiser. Com o sucesso, as 1960 garrafas da safra anterior esgotaram rapidamente. Ele pontuou que uma das perguntas mais frequentes dos visitantes ao longo dos últimos seis meses foi sobre a ausência do Monumental nas visitas guiadas e na oferta do Wine Bar. Dessa forma, o vinho merecia uma experiência exclusiva e, por isso, anunciou que a Vinícola está lançando a “Experiência Monumental”, que será iniciada em grupos de até 12 pessoas a partir de 9 de novembro.
A imersão sensorial inédita incluirá a degustação de amostras diretas de tanques e barricas de carvalho americanas e francesas. A experiência, de 17h às 18h30, será oferecida apenas por quatro sábados consecutivos, ao valor de R$ 390 por pessoa. Para agendar a visita, os clientes devem entrar em contato pelo WhatsApp (51) 9442-1975.
“Essa novidade reforça o compromisso da vinícola em proporcionar aos seus clientes uma vivência completa no universo do vinho, permitindo que conheçam de perto as etapas que fazem do Monumental Syrah um ícone entre os vinhos brasileiros”, conclui Farias.
Empresários e personalidades serão homenageados pela contribuição ao desenvolvimento econômico da Capital do país
A tradicional premiação realizada pelo Sindivarejista-DF para distinguir empresários e personalidades que fomentam o desenvolvimento econômico na Capital do país já tem data para a edição deste ano: o Prêmio Mérito Varejista vai acontecer no dia 24 de outubro, às 19h, no Dúnia Hall. “Estamos na terceira edição desta iniciativa, que foi desenvolvida para incentivar e fortalecer o comércio no Distrito Federal”, conta o presidente do Sindivarejista, Sebastião Abritta. Serão dez homenageados, entre empresários e personalidades.
As indicações são feitas em colegiado, pela Diretoria do Sindivarejista. “É um reconhecimento para os empresários que mantém o comércio local e às personalidades que, em suas respectivas áreas, apoiam e dão suporte aos empreendedores da cidade”, complementa Abritta. Os nomes que serão distinguidos serão anunciados em breve.
Os principais objetivos da premiação são:
– Reconhecer a contribuição de empresários e personalidades para o desenvolvimento e os avanços da sociedade por meio das atividades realizadas pelo Comércio Varejista na Capital do país. – Distinguir associados do Sindivarejista-DF por sua contribuição à história do Distrito Federal, geração de empregos e fomento ao desenvolvimento social por meio do trabalho, inovação e produtividade. – Agraciar quem contribui com a liberdade econômica e o fomento das atividades varejistas no DF, destacando as contribuições que o segmento aporta no desenvolvimento do Brasil.
Presidente do Sindivarejista, Sebastião Abritta – Crédito: Divulgação
PRÊMIO MÉRITO VAREJISTA 2024 Dia 24/10, 19h, no Dúnia Hall Evento para Convidados