Uma das mais tradicionais festas populares do País já tem data marcada para acontecer no Casapark.
No dia 17 de junho, sábado, das 16h às 22h, acontece o Arraiá Casapark 2023, com show da dupla sertaneja Lucas Viana e Barbara, apresentação da quadrilha Formiga, comidas típicas, bar, área para crianças com brinquedos infláveis, pescaria e muita diversão.
“O Arraiá Casapark já faz parte do calendário anual de festas do Casapark, com a participação de arquitetos, designers de interiores, lojistas e todos os colaboradores do shopping. Neste ano, vamos abrir o evento para a cidade e compartilhar desta experiência tão significativa da cultura brasileira em uma festa com muita alegria, música, dança, como manda a tradição”, diz Carol Valença, gerente de marketing do Casapark.
Entre as barraquinhas do Arraiá Casapark estão os sabores já tradicionais do Casapark, como Marvin, Marietta, Vinalla Bistrô, Hum! Burguer, Bolo da Ivone e Oakberry. Além de outras operações conhecidas na cidade, como o Dog da Igrejinha e a Pastelaria do Beto.
O evento contará com área kids, em parceria com o Roteiro Baby. As crianças poderão se divertir nos brinquedos infláveis e pescaria sem custo adicional. Além disso, o shopping conta com o Casa Parquinho e oferece os serviços gratuitos de fraldário, copa baby, banheiro infantil e carrinhos para empréstimo.
Durante a festa, serão arrecadadas doações de alimentos não perecíveis e agasalhos para o projeto Casapark Solidário que direcionará as doações para a Instituição Formiguinhas da Alegria que atende crianças e pessoas em situação de vulnerabilidade em um dos bairros mais carentes de Brasília.
Foto Divulgação
Serviço:
Arraiá Casapark
Festa junina com forró, quadrilha, comidas típicas, parquinho infantil e pescaria
Onde | Estacionamento da Cobasi do Casapark
Quando | 17/06, das 16h às 22h
Ingressos | R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia-entrada solidária mediante a entrega de 1 kg de alimento não perecível ou agasalho
Os pianistas Suzi Magalhães, Marília de Alexandria, Daniel Tarquino, Luiza Aquino e Iara Gomes vão executar o repertório de 18 peças, uma amostra do talento e versatilidade do homenageado
A Casa Thomas Jefferson da SEP Sul 706/906 recebe nesta sexta-feira (2/6), às 20h, o concerto Tullio Tavares, 100 anos – obras para piano, em celebração ao centenário do pianista, concertista e compositor. O espetáculo, dentro da série Sextas Musicais, terá um programa composto de 18 peças para piano, uma amostra do talento e da versatilidade do homenageado, eternizada no álbum que leva o nome do espetáculo e que também será lançado nesta sexta. A entrada é gratuita, respeitando-se a lotação do CTJ Hall, de 208 lugares.
A celebração do centenário de Tullio Tavares seria realizada em 2021, mas foi adiada por dois anos devido à pandemia. Em compensação, o tempo possibilitou a soma de novos elementos ao projeto, como a entrada de mais artistas e a realização de um simpósio na Universidade de Brasília (UnB) sobre a obra do musicista, nesta terça (30) e quarta-feira (31).
O concerto
Como convém a uma ocasião especial, Gustavo Tavares, no papel de curador, produtor, e principalmente, responsável pelo legado do pai, preparou uma grande noite para festejar o centenário de nascimento de Tullio Tavares. Para marcar a data, o programa de 18 peças para piano vai do erudito ao popular e contempla valsas, sambas, noturnos, seresta e uma canção de ninar (berceuse). A execução será de renomados pianistas brasilienses: Suzi Magalhães, Marília de Alexandria, Daniel Tarquino, Luiza Aquino e Iara Gomes.
“Uma honra para mim ter sido convidada para participar deste projeto. As obras são lindas e de uma poesia particular. As valsas lembram a seresta com melodias bem elaboradas. A Berceuse em tonalidade menor tem a paisagem escura e transmite o clima de canção de ninar. A grande valsa é virtuosística, grandiosa e remete às grandes valsas de salão. Foi um prazer gravar Tullio Tavares”, elogia Suzi Magalhães.
O espetáculo também terá transmissão ao vivo pelo YouTube da Casa Thomas Jefferson, que conta com o apoio da Embaixada dos Estados Unidos na realização de seus eventos culturais. Dessa forma, esse patrimônio de belas apresentações musicais permanecerá disponível online.
O álbum
Voltado para a preservação do Patrimônio Histórico, Artístico e Imaterial de Brasília, o projeto Tullio Tavares, 100 anos – obras para piano foi realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e resgata 18 obras musicais selecionadas a partir da curadoria de Gustavo Tavares. Além do laço familiar e sentimental, o amor à música que compartilhava com o pai inspirou Gustavo na homenagem.
Doutor em Música, violoncelo-solista da Ópera Nacional da Noruega, fundador e primeiro violoncelo da Orquestra do Teatro Nacional, com o saudoso maestro Cláudio Santoro, ele convidou cinco notáveis pianistas residentes em Brasília para executar o repertório: Daniel Tarquinio, Suzi Magalhães, Luiza Aquino, Marília de Alexandria e Felipe Viegas.
“A preparação, execução e gravação das obras para piano de Túlio Tavares se revelou uma surpreendente e enriquecedora imersão na arte pianística de Brasília e do Brasil, através de composições muito elaboradas, expressivas e que revelam um pianismo de alto nível. Me sinto muito grato em participar desse projeto”, atesta o pianista Daniel Tarquinio.
A preparação, execução e gravação das obras para piano de Túlio Tavares se revelou uma surpreendente e enriquecedora imersão na arte pianística de Brasília e do Brasil, através de composições muito elaboradas, expressivas e que revelam um pianismo de alto nível. Me sinto muito grato em participar desse projeto”, atesta o pianista Daniel Tarquinio.
Na gravação, realizada no auditório da Casa Thomas Jefferson, os pianistas tocaram em um magnífico piano Steinway and Sons, Modelo D. Os trabalhos técnicos ficaram a cargo do engenheiro de som Vadim Arsky, e, a masterização, da Orbis Estúdio. A produção executiva, que envolveu a edição musical e legalização de Direitos Autorais de todos os músicos, foi assinada pela GRV Música, Media e Entretenimento.
No decorrer das gravações, uma equipe fez captação para a edição de um minidocumentário, que estará acessível no site e plataformas do projeto. Nele, além da música, haverá depoimentos de Gustavo, dos artistas e profissionais participantes do projeto.
Tullio Tavares, 100 anos – obras para piano, que será disponibilizado nas plataformas de streaming, envolve, ainda, a produção de cópias do álbum em formato CD que serão destinadas, gratuitamente, a escolas, conservatórios, bibliotecas públicas do Distrito Federal, institutos, universidades e orquestras de relevância nacional e internacional. Parceiros do projeto, como o Instituto Piano Brasileiro, compartilharão o conteúdo em suas plataformas com o objetivo de difundir ao máximo este patrimônio cultural.
Nascido em 1921 em Natal (RN), Tullio Tavares era músico reconhecido ao chegar a Brasília em 1970. Na verdade, já contavam quase 50 anos desde sua estreia como concertista, aos 11 anos. Deixou uma obra musical que inclui canções, valsas, sambas e choros, peças para piano, violino, violoncelo e música de câmara. Além de concertista, ele também impressionou como compositor e deixou como legado uma produção carregada de versatilidade, onde se destaca a capacidade de transitar livremente entre vários estilos musicais.
Com Brasília, onde permaneceu até sua morte, em 1995, desenvolveu uma relação especial, colhendo admiração tanto como advogado, profissão que exerceu desde o final dos anos 40, quanto como músico. Por aqui, teve a oportunidade de se reaproximar de um de seus estilos musicais preferidos, o brasileiríssimo choro. Participava dos encontros do que já nessa época se chamava “Clube do Choro” e se tornou amigo de grandes artistas vinculados ao grupo, como Avena de Castro e Arnoldo Velloso. Tullio estudava música diariamente, num exercício de eterno encantamento e produziu até quando sua saúde permitiu.
“Meu pai foi sempre uma grande inspiração para mim: na sua profunda paixão pela música, a qual ele manteve até o fim da vida; na sua disciplina, ao chegar em casa após trabalhar durante todo o dia e se sentar ao piano para estudar; na sua extraordinária capacidade de tocar e compor em uma variedade de estilos, o que o possibilitava não só me acompanhar, primorosamente, em uma sonata de Beethoven, mas me dar dicas que até hoje uso quando componho ou faço arranjos; e em tantas outras coisas que me influenciaram para eu ser a pessoa e o músico que sou hoje. Infelizmente, ele faleceu muito cedo, e sinto muitas saudades dele. Mas ficaram as memórias, os ensinamentos, e essa obra maravilhosa que este projeto está me permitindo dividir com mais pessoas”, afirma o violoncelista Gustavo Tavares, filho do homenageado e guardião de sua obra.
O simpósio
Em 30 e 31 de maio, será realizado na UnB o simpósio “Mobilidade e Trânsitos: Historiografia das Músicas do DF a Propósito de Tullio Tavares”, organizado pela professora Beatriz Magalhães Castro. Com previsão para acontecer duas vezes por semestre, esta 1ª edição do Simpósio será dedicada à obra do pianista e compositor, Tullio Tavares.
Voltado, principalmente, para o meio acadêmico, o evento faz parte de um projeto de extensão em parceria com Gustavo Tavares, e incluirá em sua programação recitais comentados dos pianistas que participam do concerto final na Casa Thomas Jefferson, além de palestras, uma delas proferida por Gustavo Tavares. O objetivo do simpósio, como explica Beatriz, é o de avançar nos estudos de uma historiografia musical de Brasília, contribuindo, inclusive, para a geração de conteúdo a ser tratado na disciplina de pós-graduação do departamento de Música da UNB, Música e Historiografia. Os trabalhos produzidos e os documentos mapeados serão incluídos num repositório historiográfico de acesso livre à comunidade interessada.
Sobre as Sextas Musicais
As Sextas Musicais são um tradicional evento de Brasília. Desde 1987, a Casa Thomas Jefferson realiza esses concertos gratuitos e com classificação indicativa livre, mantendo-se fiel à missão de conectar e transformar vidas através de gerações por meio de experiências singulares.
Desde 2020, com a pandemia do novo coronavírus, a Casa Thomas Jefferson adaptou as apresentações também para o formato on live streaming. Com produção requintada, qualidade de captação e transmissão de som e imagem, as Sextas Musicais demonstram o compromisso e o respeito do centro binacional com os artistas profissionais da música que dedicam suas vidas ao estudo e à performance musical e ao público.
Casa Thomas Jefferson 60 anos
Ao longo de 2023, a Casa Thomas Jefferson festeja 60 anos de ininterruptas atividades. Idealizado desde a inauguração da cidade por um grupo formado por brasileiros e norte-americanos, o centro binacional iniciou suas atividades em 1963, modestamente, em salas comerciais na Quadra 510 da W3 Sul. Desde então, se mantém fiel ao seu Estatuto e ao compromisso com a sociedade na promoção, produção e apresentação de eventos culturais de alta qualidade gratuitamente para a comunidade de Brasília.
A série Sextas Musicais destaca-se no cenário de Brasília e do Brasil e pode ser considerada um patrimônio imaterial da capital por sua contribuição à sociedade, às instituições e à comunidade artística. A excelência em todas as áreas em que a Casa Thomas Jefferson adquiriu ao longo de seis décadas e que agora é expandida para outras cidades no Brasil deve ser considerada, com legitimidade, típica e oriunda de Brasília para o país.
Serviço:
Evento: Sextas Musicais com público presencial e transmissão ao vivo pelo YouTube
Tullio Tavares, 100 anos – obras para piano
Data: Sexta-feira, 2 de junho de 2023
Horário: 20 horas
Local: CTJ HALL-Casa Thomas Jefferson – SEP-Sul 706/906
A 5ª edição do Hidden entra no seu segundo mês com casa cheia e aproveita a oportunidade para unir diversão e responsabilidade social, promovendo uma ação de doações de calças jeans como forma de pagamento do couvertartístico. A iniciativa destinará as calças doadas pelo público da balada mais elaborada do inverno de Brasília a instituições que auxiliam pessoas em situação de vulnerabilidade: Banho do Bem, Instituto AMPB, Grupo Cirandinha e Faça uma Criança Feliz.
Esta temporada do Hidden acontece na Casa da Manchete, um dos ícones da arquitetura modernista de Brasília, nas noites de quinta a sábado. Tradicionalmente, o projeto se estende até o início das chuvas.
Para aproveitar ao máximo a noite no Hidden, foi desenvolvido um aplicativo para o público fazer o download e registrar-se antes de ir. Assim, o atendimento é mais ágil, além de garantir a identificação e segurança de todos.
Serviço:
Data: até o fim do período da seca
Dias: quintas, sextas e sábados
Hora: a partir das 18h
Local: Casa da Manchete – SIG, Quadra 01, lotes 985-103
Couvert artístico: R$ 40,00
Entrada: por ordem de chegada e está sujeito à lotação
Com lançamento oficial dia 1o de junho, o espaço permanecerá montado para comemorações juninas corporativas até 30 de julho
Crédito Estúdio Versailles
O mês de junho chega com cheiro de quentão e das fogueiras de São João. Logo no primeiro dia do mês, o Centro de Convenções Israel Pinheiro lança a segunda edição do Vila Junina. Trata-se de um espaço que permanecerá montado com a temática, disponível para locação para festas e eventos corporativos até 30 de julho.
Crédito Estúdio Versailles
De acordo com a gestora do espaço, Ana Luísa Cunha Campos, o objetivo do projeto é “possibilitar que as empresas promovam uma confraternização especial com seus colaboradores em ambiente alegre, com comida e música boa”.
A Vila disponibiliza o espaço para até 5 horas de evento. Os pacotes incluem decoração e mobiliário de Maria Yvonne, cenário temático, música ambiente, buffet pelo Buffet da Corte com cardápio junino, garçons, churrasqueiro, apoio nas barraquinhas, brigadistas, e equipe de limpeza, além do espaço à beira lago com amplo estacionamento. Também são possíveis serviços adicionais como banda ao vivo, puxador de quadrilha, barraca de pescaria, brinquedos infláveis, barraca com vinho da Wine C e Touro Mecânico.
Crédito Estúdio Versailles
Para fazer um orçamento, basta entrar em contato pelo email comercial@ccipoficial.com.br ou whatsapp do Centro de Convenções Israel Pinheiro (61)99630-9176
Confira o cardápio junino:
Espetinhos: Carne, Frango com bacon e Salsichão
Caldos: Caldo verde e Caldo de frango com milho
Comidas típicas: Arroz carreteiro, Galinhada, cachorro-quente, pastel de queijo e carne, pamonha salgada, milho verde cozido
Crédito Estúdio Versailles
Doces:Canjica de milho com coco, Canjica de milho com amendoim, Curau, Pé de moleque, Maçã do amor, Paçoca, Pamonha doce, cuscuz de tapioca
Bebidas: Água com e sem gás, refrigerante normal e zero e 2 opções de suco
Bebidas típicas: Caldo de cana e quentão de vinho
Valores:
– acima de 100 pessoas – R$145
– Abaixo de 100 pessoas, valor a negociar.
Crédito Estúdio Versailles
Serviço:
Vila Junina do Centro de Convenções Israel Pinheiro
Disponível para eventos corporativos até 30 de julho
Local: Centro de Convenções Israel Pinheiro SHDD QL 32 conjunto 1 – Lago Sul
Instragram: @ccipoficial
Lançamento: 01/06
De 16h às 21h
Parceiros: Buffet da Corte, Maria Yvonne Decorações, Wine C
Ópera de câmera Happy Hour lembra a pandemia, mas passa mensagem de união e esperança. Espetáculo tem direção de Marcus Mota e é estrelado por Janette Dornellas
Foto Divulgação
Um dos momentos mais angustiantes e tristes dos últimos tempos sob um olhar lírico e até esperançoso. A ópera de câmera Happy Hour, composta e dirigida por Marcus Mota, estreia dia 6 de junho, no Sesc Silvio Barbato, com recursos vindos do Fundo de Apoio à Cultura do GDF (FAC). O elenco tem as sopranos Janette Dornellas e Sophia Dornellas e a mezzo soprano Clara Figueiroa, além de uma orquestra formada de 9mulheres.
Marcus conta que a ideia do espetáculo surgiu em meados de 2020, quando ele enfrentava a pandemia em Portugal. “Estava em Lisboa durante o início da pandemia. Era flagrante o descompasso entre o enfrentamento da covid no Brasil e em Portugal. Quando a situação melhorou em Lisboa, em meados de 2020, voltei para o Brasil, e fui caindo em um inferno sem fim. Havia já combinado com a JanetteDornellas um espetáculo centrado em mulheres maduras, profissionais, fora de seus papéis habituais de esposas, mães e filhas. Diante do caos na condução da pandemia no Brasil, parti para juntar as duas coisas: uma catarse pós-vacina e a forte presença de mulheres fortes durante a pandemia”, explica.
No palco, o público acompanha três amigas que se conheceram em ensaios de corais e fizeram parte do Coro Sinfônico da Universidade de Brasília: uma médica, uma empresária e uma professora, interpretadas respectivamente por Janette, Clara e Sophia. “A que nos introduz no mundo da pandemia é a médica, cansada de um cotidiano de tentar vencer a morte que se alastra. Depois entram as amigas: a empresária, que luta para manter seu comércio diante do fechamento de tantas lojas; e a surpreendente volta da professora, que vendo as notícias do caos sanitário no Brasil, resolve voltar. Elas se reencontram e cantam a esperança e a união”, adianta o diretor.
Janette Dornellas define a personagem que interpreta como “uma mulher que está vendo o sofrimento e a morte cotidianamente que chega do hospital em casa e só quer esquecer o horror que está vivendo”, mas destaca que Happy Hour não é um espetáculo pessimista, pra baixo. “A ideia do Marcus foi exatamente a da importância da família e dos amigos naquele momento. E foi assim que me senti na pandemia. As pessoas ajudaram muito para que a Casa da Cultura Brasília, meu pequeno teatro, não fechasse na pandemia. Então, é sobre solidariedade, amizade, cuidado”, completa.
Foto Divulgação
Por isso, não é de se estranhar o título do espetáculo. A expressão Happy Hour nos leva a um momento feliz, de descontração. “O título é um chamariz, um gancho: lembra de algo que na normalidade pré-pandemia se relacionava com os encontros entre as pessoas depois do trabalho. Esses encontros, com o distanciamento social, viraram memória de um tempo feliz. No pós-pandemia, voltar a nos reunir era uma demonstração de apoio mútuo, de trocas de afetos, indignações. Happy Hour é mais sobre essa vontade de estar juntos depois que houve tanta desgraça. É voltar das sombras. A peça é pra frente : vai da dor da pandemia para a superação. Mas sempre nos alerta para ficarmos vigilantes contra as consequências de equívocos que poderiam ser evitados”, reflete Marcus Mota.
Marcus Mota é professor no Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília desde 1996 e trouxe esse universo para Happy Hour a partir da escolha de montar uma ópera de câmara, que tem uma estrutura mais enxuta do que uma ópera como estamos acostumados a imaginar. “Nos últimos anos, houve uma intensificação da composição de obras com elencos e conjuntos instrumentais reduzidos além de encenações mais econômicas. Com isso, há mais espaço para experimentações, exploração de possibilidades muitas vezes não presentes em obras de maior investimento. E muitas dessas novas óperas de câmera vêm do contexto universitário, como exercícios de reflexão e criação de novos repertórios”, explica.
Com menos cantores e músicos no palco e “menor ostentação visual”, o caminho fica aberto para a intimidade, seja cênica, seja do olhar do público. “Tratei de simplificar as linhas melódicas vocais e incrementar o trabalho com a orquestração, criando sonoridades, jogos e imagens acústicas que não se vinculavam a um segundo plano frente ao canto. As mulheres ocupam o palco, mas da orquestra irrompem sons outros, inusitados, que se lançam em mil direções”, afirma o compositor, que lançou mão de ritmos como frevo e maracatu em momentos “de maior vivacidade, esperança e alegria. Dançar, cantar juntas torna as protagonistas da ópera mais fortes, mais unidas.”
Força feminina
Essa união delas traz à tona o outro tema de HappyHour. A ópera já foi pensada, desde o primeiro momento, para ser um momento de celebração do feminino. “Estamos numa época de resgate do papel da mulher como figura importante em todas as áreas. Eu tenho uma pesquisa sobre mulheres compositoras brasileiras de todos os tempos esquecidas pela história. Então, é maravilhoso ter um grupo de artistas mulheres tão talentosas trabalhando juntas. Há uma cumplicidade e um afeto muito presente o tempo todo”, comemora JanetteDornellas.
Esse não é o único motivo de comemoração da soprano. Janette divide o palco com a filha, Sophia Dornellas, pela primeira vez numa ópera. A mãe-coruja ressalta que Sophia, formada como atriz na Casa das Artes de Laranjeiras e bacharel em canto lírico pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, é “extremamente profissional” e que “quando estamos no palco somos colegas”. Mas Janette não esconde: “Existe, sim, uma admiração muito grande da minha parte, por ter uma filha tão talentosa.”
Happy Hour é um espetáculo de celebração, de agradecimento, apesar das dores e despedidas. “Todo mundo teve suas perdas. No intervalo de poucos meses perdi meu pai e meu amigo e mestre Hugo Rodas. Um me deu a vida, outro me fez nascer várias e várias vezes no teatro. Hugo, já com câncer, pegou covid no início de 2022, o que acelerou sua partida”, lembra Marcus Mota. “Os teatros fechados estão abrindo. Os artistas estão de volta. O público agradece. Essa é uma dramaturgia musical gerada em Brasília, com artistas de Brasília, tendo em cena imagens de lugares e memórias do DF. Obras dramático-musicais têm todo um apelo, pois envolvem e empregam profissionais de diversas linguagens. Diante de um mundo plural, diversificado, nada mais próximo que uma obra plural, múltipla”, finaliza o diretor.
Foto Divulgação
SERVIÇO
Happy Hour
Ópera de câmera com texto e música de Marcus Mota
Data: 6 e 7 de junho, terça e quarta
Horário: às 20h
Local: Sesc Silvio Barbato (SCS Ed. Presidente Dutra)
Entrada franca
Livre para todos os públicos
Haverá audiodescrição e legenda para deficientes visuais e auditivos
Haverá palestra antes das apresentações e debate após
Ficha técnica
Direção: Marcus Mota
Elenco: Janette, Dornellas, Sophia Dornellas e Clara Figueiroa
Cenário e figurino: Janette Dornellas
Iluminação: Lemar Rezende
Direção de vídeo: Carol Resende
Pianista: Gisele Pires
Maestro: Rafael Ribeiro
Marcus Mota
Marcus Mota é professor no Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Brasília desde 1996, onde fundou e dirige o Laboratório de Dramaturgia (LADI-UnB) desde 1998. Integra o Núcleo de Estudos Clássicos da UnB, e é docente dos programas de pós-graduação em Metafísica e Artes Cênicas da UnB. Além disso, é escritor, dramaturgo e compositor. Fundou e dirige a revista Dramaturgias, que publica textos desde 2016. Entre diversos espetáculos, assinou Docenovembro (2001) Iago (2004), Ópera Hip-Hop (2009, vencedor do Prêmio Nacional de Expressões Afro-Brasileiras) e Momaba (2011, ganhador do prêmio KlaussVianna).
Janette Dornellas
Doutora em Artes pela UnB, sob orientação de Marcus Mota, formada em Canto pela UnB, Mestre em Música pela Universidade de Goiás e Licenciatura em Música pela Universidade Católica. Cantou, no Brasil, um repertório lírico que inclui Vitellia (La Clemenza de Tito), Santuzza (CavalleriaRusticana), Terceira Norna (O Crepúsculo dos Deuses), Leonora (Fidelio) e Lady Macbeth (Macbeth), entre outros. Estrelou recitais de música de câmera e concertos sinfônicos sob a regência de maestros como Claudio Santoro, Emílio de César, Silvio Barbato, Claudio Cohen, Rodolfo Fischer (Chile) e Ira Levin (EUA). Janette já se apresentou em outros países como Bolívia, Congo e EUA, onde viveu Carmem ao lado da Townsend Opera Player. Além de cantora, Janette é professora de canto, produtora, diretora e figurinista. Ela ainda mantém o Instituto Cultural Janette Dornellas, conhecido como Casa da Cultura Brasília.
Sophia Dornellas
De família de cantores, Sophia Dornellas iniciou a vida na música muito cedo. Formou-se em teatro pela Casa das Artes de Laranjeiras em 2015 e é bacharel em Canto pela UFRJ. Interpretou Susanna em As Bodas de Fígaro (2018), Zerlina de Don Giovanni (2019), papel que também a levou, em 2022, a estrear nos palcos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em agosto, deve ir para os Estados Unidos, onde fará mestrado em Performance na Universidade do Alabama.
Clara Figueiroa
Mezzo-soprano com carreira marcada por atuações em repertório concertista e operístico como as óperas Cavalleria Rusticana, The Médium e Gianni Schicchi. Destaca-se também na produção de espetáculos de ópera e concertos.
A maior edição de todos os tempos reunirá mais de 100 bandas. Marcão Britto & Thiago Castanho com Charlie Brown Jr. 30 ANOS!, Nando Reis, Angra, Jota Quest e Pitty são alguns dos nomes confirmados
Foto Divulgação
Liguem os motores e se preparem para 10 dias de celebração à Liberdade! O Capital Moto Week, maior festival de motos e rock da América Latina, comemora 20 anos de estrada e anuncia uma edição histórica para 2023. De 20 a 29 de julho, Brasília será também a capital do motociclismo e da música. A expectativa dos organizadores é receber mais de 800 mil pessoas, 350 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o mundo. O line-up privilegia um mix de vertentes do rock nacional, buscando atender diferentes gostos musicais.
Entre as atrações nacionais já confirmadas estão Marcão Britto & Thiago Castanho com Charlie Brown Jr. 30 anos!, Nando Reis, Angra, Jota Quest, Pitty, Marcelo Falcão e Pato Fu. Ao longo de seus 20 anos, o Festival recebeu inúmeros nomes da cena local e nacional que aceleraram no palco principal e nos palcos temáticos Rock Saloon, Moto Bar e Lady Bikers. Em 2023, a história se repete com toque especial: os quatro espaços receberão mais de 100 bandas. O Capital Moto Week, que já é considerado o maior palco do rock no Centro-Oeste, baterá o seu próprio recorde.
O Festival acontecerá no Parque de Exposições da Granja do Torto, em uma área de mais de 290 mil m2, o equivalente a 25 Maracanãs. Com essa proporção, essa será a maior edição de todos os tempos! O complexo, que combina experiências imersivas de festivais internacionais, terá parque de diversões com roda-gigante, bungee-jump e uma tirolesa que cruza pelo alto toda a arena de shows. A estrutura inclui 2 praças de alimentação, 34 operações de alimentação com restaurantes de destaque de Brasília, além de espaços temáticos, como o Moto Kids, Moto Pets, feira BSB Mix, entre diversos outros atrativos.
Hospedagem para o CWM
Para os turistas que estão se preparando para participar desta edição especial do Capital MotoWeek, a rede de hotéis oficial é a HPlus, que oferece pacotes promocionais para o período de 20 a 29 de julho. Muitos apaixonados pelo espírito de liberdade que pegam estrada para chegar ao CMW não abrem mão da experiência no Camping Ville, vila localizada dentro do complexo CMW, onde centenas de pessoas podem se hospedar durante o Festival com muito conforto.
Foto Divulgação
Maior passeio motociclístico a céu aberto do mundo
O tradicional passeio motociclístico, considerado o maior realizado no mundo, já tem data marcada para 29 de julho. Saindo da Granja do Torto e passando por diversos pontos turísticos de Brasília, o evento espera bater o recorde da última edição, quando mais de 45 mil motos percorreram a cidade e voltaram ao Parque de Exposições da Granja do Torto para abrir os shows do último dia de festival. “A capital do país tem o traçado perfeito para receber os milhares de motociclistas que adotam a cidade durante o festival”, enfatiza Pedro Affonso Franco.
Caveiras do Bem
Bem mais do que um nome, o Caveiras do Bem é um movimento do CMW em prol da sustentabilidade. Reconhecido pela Zero Waste International Alliance, o Festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e, todos os anos, zera as emissões de carbono. As dependências da arena são acessíveis e adaptadas para facilitar a locomoção de pessoas com deficiência que, além destes cuidados, tem acesso gratuito no Festival. Os shows principais contam com intérpretes em libras e espaço com piso elevado para uma melhor experiência.
O CMW também abre suas portas para centenas de crianças carentes do Distrito Federal, com o MotoKids Solidário. No quesito combate à fome, em 2022, 35 mil pessoas foram beneficiadas pela doação de 8,6 toneladas de alimentos arrecadados por meio do Ingresso Solidário. No ano passado, o Festival gerou 12 mil empregos diretos e indiretos, movimentando R$ 55 milhões na economia do Distrito Federal.
Juliana Jacinto, também organizadora do Festival, relembra os legados dos 20 anos. “O Capital MotoWeek literalmente ganhou asas e se transformou numa plataforma de transformação de cultura, de vidas e de histórias. Olhar para trás e ver impacto de todo esse ecossistema que construímos é pura emoção”, explica Juliana, que lidera as ações de legado social e sustentabilidade do Festival. Entre diversas iniciativas, em 2023 o CMW promoverá novamente o Lady Bikers, espaço voltado para o empreendedorismo feminino e shows de artistas da cidade.
A Feira Nacional do Artesanato e das Flores chega a sua 6ª edição com programação de peso, entre os dias 24 e 28/05, no Eixo Cultural Ibero Americano.
A Feira Nacional do Artesanato e das Flores chega a sua 6ª edição com programação de peso. Entre os dias 24 e 28 de maio, os brasilienses poderão conferir shows de Geraldo Azevedo, Chico César, Leoni, Detonautas e Frejat no Eixo Cultural Ibero Americano, em frente à Torre de TV. O evento contará com a apresentação do grupo teatral Os Melhores do Mundo. A entrada é gratuita e a classificação livre.
Além das atrações artísticas, a tradicional feira oferece aproximadamente 260 estandes de artesanato, plantas e flores, e ainda espaços destinados a gastronomia, agricultura familiar, palestras técnicas, exposição de animais e brinquedoteca com monitores para a criançada.
A 6ª Feira Nacional do Artesanato e das Flores é uma iniciativa da Associação Artise de Arte, Cultura e Acessibilidade (Artise) e conta com o apoio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater DF), La Priori e Secretaria de Cultura e Economia Criativa, e Secretaria de Turismo do DF.
Programação
Quarta-feira – 24 de Maio
21h: Leoni
Quinta-feira – 25 de Maio
20h30: Os Melhores do Mundo – Peça Hermanoteu na Terra de Godah
Sexta-feira – 26 de Maio
22h: Geraldo Azevedo
22h: Chico César
Sábado – 27 de Maio
22h: Detonautas
Domingo – 28 de Maio
21h: Frejat
*Horários sujeitos a alteração sem prévio aviso.
Ingressos
Entrada Gratuita
Serviço
6ª Feira Nacional do Artesanato e das Flores
Data: 24 a 28 de maio de 2023, Quarta a Domingo Horário: Quarta a Sexta, às 18h; Sábado e Domingo, às 10h Local: Eixo Cultural Ibero Americano (ao lado Torre de TV) Classificação: Livre Informações: (61) 98424-8537 (whatsapp) Instagram: @feiradeartesanatoefloresbsb
Projeto traz dança, teatro infantil, rodas de choro e muita música para o espaço que é a cara do brasiliense. Atrações poderão ser conferidas a partir de 20 de maio
Foto Divulgação
O Ministério da Cultura, a Shell e o Instituto Cultural de Educação Musical de Brasília – ICEM apresentam o Complexo Cultural do Choro de Brasília, um polo de arte, cultura e entretenimento no coração da capital do Brasil, mais precisamente no tradicional Espaço Cultural do Choro. O projeto, que terá a duração de oito meses, trará – quinzenalmente aos finais de semana –, diferentes expressões culturais produzidas no Distrito Federal e no Brasil para públicos de todas as idades.
“A programação contará com a participação de grandes nomes do cenário nacional e talentos da capital do país, a prata da casa”, explica o bandolinista Reco do Bandolim, um dos fundadores e atual presidente do Clube do Choro de Brasília.
No lançamento do projeto, sábado, dia 20 de maio, o público poderá conferir a tradicional “Roda de Choro dos Alunos e Professores da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello”. Em seguida, o “Bloquinho Cortando Cebola” se apresentará, antecedendo a abertura oficial do projeto, que contará com a participação de Reco do Bandolim.
Foto Divulgação
Durante o almoço, o público poderá conferir a “Feijoada Musical”, com samba de primeira e o prato que é paixão nacional. Já à noite, acontecerá o primeiro show da série “Tributo ao
Mestre”, com Danilo Caymmi prestando homenagem a rica trajetória de Pixinguinha, um dos pilares da moderna música popular brasileira.
No domingo, 21 de maio, atrações especiais para todas as gerações. O “Piquenique Chorão”, marcará a parte infantil do projeto com teatro e contação de histórias. A estreia será com o espetáculo de palhaçaria “Abre Alas: Concerto à Doidivana”, show cômico-musical criado a partir de referências do circo-teatro. A montagem com direção de Karla Concá, conta com atuação de Caísa Tibúrcio como a Palhaça Ananica, que se desdobra com sua bicicleta antiga e seus instrumentos musicais.
Foto Divulgação
No mesmo dia, em atração batizada “Choro Livre Convida”, o Regional Choro Livre, filho dileto do Clube do Choro de Brasília, tem no seu batismo a tradução de como vê e toca o gênero: criativo e aberto a novas influências. Fiel à raiz, mas sem medo de dogmas, o conjunto sacode a poeira fazendo uma leitura contemporânea dos clássicos do Choro e complementando o repertório com novos autores e composições próprias. A programação do Complexo receberá músicos para apresentações e intercâmbio, no Clube do Choro
Foto Divulgação
Na primeira apresentação, o palco será compartilhado com o bandolinista Dudu Maia, a cavaquinista Mariana Sardinha e o músico, compositor e arranjador Fernando Machado. Dudu Maia foi indicado ao Grammy em 2018, já se apresentou ao lado de artistas consagrados como Zélia Duncan, Hamilton de Holanda e Dominguinhos. Mariana Sardinha integra o quadro de professores da Escola de Música de Brasília (EMB), e já performou ao lado de nomes como Fabiana Cozza, Ellen Oléria e Mateus Aleluia. Já Fernando Machado é músico atuante no panorama brasiliense e fundou diversos grupos como Quinteto Syrinix, Quarteto Cana Seca, Quarteto de Saxofones de Brasília e Brapo.
Para encerrar o final de semana em clima de festa e propor que o público tome a pista de dança, a programação terá o “Domingo no Clube”. O grupo Corazón Salsero garantirá uma noite repleta de gêneros caribenhos como a salsa, bachata, cumbia, reggaeton, entre outros. Uma noite para o público vibrar ouvindo, desfrutando e bailando com as coreografias dos dançarinos Ana Diniz e Pedro Mariano. O show terá participação especial da cantora cubana Dianelis Valdez, além da presença do coreógrafo cubano Melquiades Hernández. Para garantir a pista cheia, o talento dos DJs Pablo Peligro e Tumba’o.
Foto Divulgação
OFICINAS
Ao longo do projeto serão realizadas quatro oficinas com temáticas vinculadas à música e destinadas aos alunos de instituições públicas do Distrito Federal. A primeira delas tem como tema “O tempo e o som do Brasil do século XX – das bandas às rádios”. Dentro do mesmo tema, as demais oficinas abordarão “O surgimento da MPB”, “O Brasil Globalizado” e “A música do século XXI do micro ao macro”. Todas as atividades serão ministradas pelo professor e músico Gabriel de Campos Carneiro, que em sua formação acadêmica possui um curso técnico em Música pela EMB, sendo graduado em História pela Universidade de Brasília, mestre em Música (com a dissertação “O Choro de uma Cítara”) e em História (com a dissertação No Rastro dos Cangaçeiros), ambas pela UnB. Serão disponibilizadas 190 vagas por oficina, sendo 50% delas direcionadas para alunos de escolas públicas de música visando a formação para o ecossistema da música e a capacitação de jovens para o ambiente profissional.
Sobre a Shell Brasil:
Há 110 anos no país, a Shell é uma empresa de energia integrada com participação em Upstream, no Novo Mercado de Gás Natural, Trading, Pesquisa & Desenvolvimento e no Desenvolvimento de Energias Renováveis, com um negócio de comercialização no mercado livre e produtos ambientais, a Shell Energy Brasil. Aqui, a distribuição de combustíveis é gerenciada pela joint-venture Raízen, que recentemente adquiriu também o negócio de lubrificantes da Shell Brasil. A companhia trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia.
Foto Diviulgação
Confira a programação de maio:
20 de maio, sábado
10h – Roda de Choro dos Alunos e Professores da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello
11h – Bloquinho Cortando Cebola
12h – Abertura oficial do projeto
12h30 – Feijoada Musical
20h30 – Danilo Caymmi em Tributo ao Mestre Pixinguinha
21 de maio, domingo
16h – Piquenique Chorão com espetáculo Abre alas – Concerto à Doidivana com Caísa Tibúrcio
17h – Choro Livre convida Dudu Maia, Mariana Sardinha e Fernando Machado
19h30 – Domingo no Clube com Corazón Salsero
Foto Divulgação
Serviço
Complexo Cultural do Choro de Brasília
Dias: 20 e 21 de maio (sábado e domingo)
Endereço: Espaço Cultural do Choro – Setor de Divulgação Cultural – Eixo Monumental.
Brasília, na vanguarda de movimentos artísticos, sedia nova edição do primeiro festival nacional de filmes produzidos com celular
Mostra competitiva de filmes produzidos com dispositivos móveis, apresenta tendência cinematográfica, com tramas e roteiros contemporâneos, e descortina possibilidades democráticas de criação
Marcada para ocorrer entre os dias 25 e 28 de maio de 2023 no Espaço Cultural Renato Russo, em Brasília, a 3ª Edição do Festival Filmaê convida apreciadores da sétima arte para uma imersão por uma nova forma de fazer cinema, a de produção mobile.
Ao longo dos quatro dias de Filmaê, o público terá a oportunidade ímpar de assistir à dinâmica de produção cinematográfica, que se apresenta como tendência ao redor do mundo, vinda dos quatro cantos do Brasil e do exterior.
Foto Divulgação
Para Fernando Campos, coordenador geral do Filmaê, o cinema produzido com smartphones é um fenômeno global que reúne atores, cineastas, produtores, amantes do cinema, indústria e festivais de cinema dedicados ao formato. “Essa comunidade está definindo forma de fazer cinema de vanguarda”, aposta Campos.
Os filmes produzidos com smartphone, hoje, representam para o cineasta contemporâneo o que a câmera 16mm representou para o movimento cinematográfico Nouvelle Vague, para o Neorrealismo Italiano ou para o Cinema Novo Brasileiro. “Podemos afirmar, que os cineastas que trabalharam com Super 8 nas décadas de 70 e 80 e o cinema realizado com câmeras digitais na virada do século, se desenvolveram também dentro dos mesmos critérios de inclusão: mais barato, mais rápido e com mais mobilidade”, avalia Campos.
Para a edição deste ano foram enviados 852 filmes de diferentes gêneros, entre nacionais e internacionais, dos quais a curadoria do Festival selecionou os finalistas 106, que irão compor a programação competitiva da 3ª Edição do Festival. A lista completa está disponível em https://filmae.com.br/category/finalistas-2023/
As produções, de duração entre 1 e 15 minutos,seguiram critérios quando das inscrições. Dentre eles, que tenham sido captadas por smartphones, tablets ou câmeras de ação esportiva, como a GoPro, em alta resolução e nos formatos widescreenou vertical. Além de não incitarem violência, homofobia, racismo ou crueldade contra animais.
Sobre os inscritos, Fernando aponta alguns temas em comum. “Ao assistirmos a todas as produções, nos surpreendemos com os temastratados, que passa pelo cotidiano de pessoas durante o isolamento, preconceitos sociais e raciais, inclusão, espectro autista, reconciliações, envelhecimento e a invisibilidade”, lista.
Em comparação com inscritos nas edições anteriores, “percebemos uma clara melhora na qualidade técnica e artística, tanto nos produzidos por amadores quanto pelos mais experientes cineastas”, ressalta. “Nossa aposta seria em razão da intimidade criada com os dispositivos móveis e aplicativos tão utilizados durante o isolamento imposto pela Pandemia de Covid-19, e também a evolução das câmeras dos celulares”, comenta Fernando. As produções, em sua maioria, “estão com melhor enquadramento, iluminação, captação do som, edição e atuação diante das câmeras”, detalha o coordenador do festival. Características que, quem acompanha o Filmaê, “certamente vai notar”, aposta Campos.
A Mostra Competitiva Nacional do Filmaê premia 13 categorias. O Júri Oficial do Festival escolherá os melhores filmes em quatro gêneros: melhor filme de ficção, melhor documentário, melhor videoclipe e melhor filme experimental. O Festival premiará também o melhor filme de Brasília e omelhor filme na categoria sub-17 (para menores de 18 anos).
Foto Divulgação
O público participante escolherá os filmes de sua preferência, dentre os finalistas, utilizando seiscritérios no julgamento: melhor filme, melhor direção, melhor interpretação, melhor roteiro, melhor fotografia e melhor edição. A votação segue aberta até 21 de maio e os vencedores serão anunciados dia 28 de maio, na cerimônia de encerramento, quando receberão o Troféu Filmaê.
Além das mostras, o Festival também promove duas oficinas formativas, palestra e cria um ambiente de negócios. O que faz do Filmaê um espaço imersivo de troca de conhecimento entre jovens e experientes cineastas.
Oficina de Técnica de Vídeo e Foto +60
Com Tiago Esmeraldo
Local: Galpão das Artes – Espaço Cultural Renato Russo 508 sul
Dias e horário: 25 e 26 de maio, das 09 às 12h
Carga horária: 6 horas
Número de vagas: 30
Público: Pessoas com mais de 60 anos
Sobre – A utilização do celular como registro de imagens ganhou a preferência de pessoas de todas as idades. Esta oficina visa oferecer informações técnicas e práticas para que pessoas com mais de 60 anos conquistem a habilidade de produzirem boas fotografias e filmes a partir de seus celulares. Com a promoção desta oficina, o Festival de Cinema Filmaê se empenha no movimento de inclusão de todas e todos no melhor uso das tecnologias contemporâneas. Participantes receberão certificado.
Tiago Esmeraldo é um fotógrafo e produtor audiovisual que trabalha com comunicação social com temáticas socioculturais para produção de filmes educativos e entretenimento com gêneros diversos.
Oficina Básica de Produção Audiovisual com Smartphones
Com Raimundo Quilombola
Local: Galpão das Artes – Espaço Cultural Renato Russo 508 sul
Dias e horário: 25 e 26 de maio, das 14h às 17h
Número de vagas: 30 vagas
Foto Divulgação
Sobre – Como utilizar o smartfone para gravação de áudio e vídeo, visando o desenvolvimento do olhar para a linguagem cinematográfica e a utilização das ferramentas e possibilidades do seu smartfone para a produção audiovisual com qualidade. Teoria e prática, com a realização de exercícios sobre manuseio da câmera, captação de áudio, noções de enquadramento, planos cinematográficos, regras dos pontos de ouro, luz, foco, velocidade, exposição, finalização do vídeo e exportação do arquivo final. Além de dicas sobre aplicativos e equipamentos para produção audiovisual. Participantes receberão certificado.
Raimundo Quilombola é comunicador comunitário da TV Quilombo Rampa, Maranhão.
Programação:
O 3º Festival Filmaê – Filmes Produzidos com Celular dá início ao seu programa de exibições na noite do dia 25, a partir das 19h, com a apresentação de filme e coquetel com a presença de realizadores locais e artistas. O evento, para convidados e convidadas, será realizado no Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul).
As exibições seguirão o seguinte cronograma:
Dia 26/05: Mostra Competitiva 1, das 10h às 13h, no Teatro de Bolso
Dia 26/05: Mostra Competitiva 2, das 19h às 21h30, na Sala Marco Antônio
Dia 27/05: Mostra Internacional 1. das 14h às 16h, na Sala Marco Antônio
Dia 27/05: Mostra Competitiva 3, das 16h às 18h30, na Sala Marco Antônio
Dia 27/05: Mostra Competitiva 4, das 19h às 21h30, na Sala Marco Antônio
Dia 28/05: Mostra Competitiva 5, das 12h às 12h30, na Sala Marco Antônio
Dia 28/05: Mostra Internacional 2, das 13h às 14h30, no Teatro de Bolso
Foto Divulgação
No final da tarde do dia 26, entre 16h e 18h30, na Sala Multiuso do Espaço Cultural, realizadores de mostras, produtores, agentes e elencos irão encontrar um ambiente propício para troca de experiências e prospectar novos negócios.
No final da manhã e início da tarde do dia 27, entre 10h e 13h, o Festival recebe Ana Arruda, realizadora do Festival Internacional de Curtas-Metragens Curta Brasília e pesquisadora do cinema em Realidade Virtual, para a palestra Realidade Virtual, Economia Criativa e Possíveis Futuros do Audiovisual. Ana é presença certa nos principais festivais e mostras de cinema europeus e brasileiros.
Em sua fala, Ana vai ilustrar caminhos possíveis, inspiradores e inovadores do audiovisual, mesclando cinema e tecnologia, e reforçando o importante papel das novas narrativas e novas mídias ao contribuírem para a formação de artistas, pesquisadores e profissionais da economia criativa, em especial – com destaque para a realidade virtual.Participantes receberão certificado.
A entrega dos Troféus Filmaê aos filmes vencedores desta 3ª Edição do Festival Filmaê – Filmes Produzidos com Celular ocorrerá na tarde do dia 28 de maio, a partir das 15h. E o Festival se despede com uma apresentação musical e em clima de festa e celebração ao formato de cinema de vanguarda que encontra em Brasília palco para sua valorização e divulgação.
O Filmaê, no mapa internacional dos festivais de cinema e cultura mobile desde 2018, quando da sua 1ª Edição, tem como compromissos revelar novos talentos, aproximar pessoas que utilizam dispositivos móveis como ferramenta de criação, democratizar a criação cinematográfica e inclusão, dado o micro investimento para a produção dos filmes.
Na presente edição estão previstas, em ambiente virtual na plataforma do Festival –filmae.com.br, a veiculação de podcasts e um blog sobre dicas para produção de filmes com dispositivos móveis, cultura móvel e mídias emergentes.
O Filmaê é uma realização da Memória Digital, em parceria com a Cartaz Criações e Projetos Gráficos, MeVer.com.br, Carvalhedo Produções e Coletivo Duca, e conta com os apoios do Projeto Paradiso, do Instituto Bem Cultural e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do GDF e patrocínio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura do DF.
Foto Divilgação
Serviço:
3º Festival Filmaê – Filmes produzidos com celular
Local: Espaço Cultural Renato Russo
Endereço: Comércio Residencial Sul 508 Bloco A, Brasília
Período: de 25 a 28 de maio de 2023
Entrada franca
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Filmes em destaque no 3º Festival de Cinema Filmaê:
Título: Última Chamada
Direção: Vitor Moreno
Sinopse: Cinco amigos se reúnem em uma videochamada para relembrar os bons velhos tempos em que todos iam juntos para a escola.Todos têm o mesmo passado, todos com ações diferentes, que levarão todos então à mesma consequência, que começará com a chegada de um sexto participante.
Sinopse: Garis e coletores de lixo percorrem as ruas, quase sempre invisíveis. Essa realidade, no entanto, esconde seres humanos sensíveis que anseiam pelo mínimo: Respeito.
Sinopse: Pino experimenta uma velhice solitária, regida pelo som da televisão e o silêncio da espera. Um dia, entre sonho e realidade ele reencontra consigo, com a juventude.
Sinopse: Uma mulher está sozinha. Não se sabe se em sonho ou realidade, ela expressa o seu desejo de estar com Marta, em um misto de saudade e solidão. Uma solidão criadora, uma força, uma virtude que a habita e que a afasta de umsentimento da falta, esse que seria capaz de sufocar, e se faz exuberância, faz-se criação, faz-se jardim.
Direção: Lucas Gomes da Silveira Classificação indicativa: 14 anos Sinopse: Após ser atingido por um trem, um jovem relembra momentos de sua vida, enquanto enfrenta as consequências da morte.
Melhor banda de tributo ao SuperTramp e única reconhecida por Roger Hodgson desembarca em julho para 12 shows nas principais cidades brasileiras
A banda europeia, considerada o melhor tributo ao Supertramp do mundo, é formada por Antoine Oheix (vocal e teclados), Alan Valley (guitarra, teclados e backing vocal), David Martin (saxofone, teclado, coros), Jean-Claude Givone (baixo, coros), Stéphane Glory (bateria), cinco apaixonados músicos pelo Supertramp, que se apresentam nos palcos da europa para emocionar o público ao som dos lendários sucessos de uma das maiores bandas de todos os tempos.
SUPER TRAMP Experience busca transmitir o som, a energia e a emoção o mais fielmente possível da lendária banda inglesa Supertramp.
Com um espetáculo de quase 2 horas, o quinteto apresenta os grandes sucessos do Supertramp, lendário grupo liderado pela dupla Roger Hodgson/Rick Davies.
Não faltarão no repertório sucessos como: “The Logical Song”, “Dreamer, School”, “Goodbye Stranger”, “Fool’s Overture”, “Crazy”, “Hide In Your Shell”, entre outros.
Abrindo a sequência de shows, no dia 06/07/2023 (quinta), a banda se apresenta em Criciúma (Teatro Elias Angeloni). No dia seguinte, 07/07/2023 (sexta), é a vez de Tubarão (Hangar Eventos) curtir os maiores sucessos da banda. Dia 08/07/2023 (sábado), o show será em Joinville (Teatro da Liga) e 09/07/2023 (domingo) em Blumenau (Teatro Carlos Gomes). Dia 12/07/2023 (quarta), o quinteto segue para Florianópolis (Teatro CIC). Dia 13/07/2023 (quinta) se apresentam em Porto Alegre (Araújo Vianna). Dia 14/07/2023 (sexta), um grande show é preparado para a maior cidade da América Latina, São Paulo (Tokio Marine Hall). Dia 15/07/2023 (sábado) será a vez de São José dos Campos (Farma Conde Arena). Na próxima semana, dia 20/07/2023 (quinta) o espetáculo será em Vitória (Espaço Patrick Ribeiro). Dia 21/07/2023 (sexta), SUPER TRAMP Experience cantará na cidade maravilhosa, Rio de Janeiro (Qualistage). No sábado, dia 22/07/2023, o grupo retorna às terras paulistanas e fará show em Ribeirão Preto. Já dia 29/07/2023 (sábado), finalizam esta grande tour em Curitiba (Teatro Positivo).
SOBRE O SUPER TRAMP Experience
O grupo chega com cinco mega stars: Antoine Oheix (teclado, vocal), fã do Supertramp desde a adolescência, fundou o grupo em 2011. A sua voz com amplitude alargada permite-lhe estar avantajado tanto nos registos de Roger Hodgson como de Rick Davies. Ele é a referência nos arranjos e na sonoridade do grupo.
Alan Valley (guitarra, teclados, backing vocals) é um grande músico que toca notavelmente em vários estilos, mas tem no Supertramp sua maior paixão
David Martin (saxofone, teclados, coros) é um verdadeiro instrumentista, seu perfeito domínio do saxofone e sua longa experiência fazem dele o John Helliwell do grupo.
Jean Claude Givone (baixo, backing vocals) baixista, baterista e compositor, é um grande admirador de Paul McCartney e Supertramp. Ingressou naturalmente no grupo em 2013.
Stéphane Glory (bateria) já trabalhou com vários artistas franceses e estrangeiros e é considerado um dos maiores bateristas da França.
SUPER TRAMP Experience é simplesmente o melhor tributo ao Supertramp do mundo.
SERVIÇOS: SUPER TRAMP EXPERIENCE – TOUR COM 12 SHOWS NO BRASIL
BLUMENAU – Super Tramp Experience no Teatro Carlos Gomes
Data: 09 de julho de 2023 (domingo)
Abertura do local: 19h30
Horário do show: 20h
Local: Rua Quinze de Novembro, 1181 – Centro, Blumenau/SC
CRICIÚMA – Super Tramp Experience no Teatro Elias Angeloni
Data: 6 de julho de 2023 (quinta)
Abertura do local: 19h
Horário do show: 20h
Local: Monumento às Etnias – Santos Dumont, Criciúma – SC
Classificação etária: livre.
Ingressos:Fila A a Q: R$ 180,00 (inteira) e R$ 90,00 (meia) | Fila R a U: R$ 140,00 (inteira) e R$ 70,00 (meia) | Cadeira Dupla: R$ 180,00 (inteira) e R$ 90,00 (meia) | Espaço Cadeirantes e PNE: R$ 90,00.
CURITIBA – Super Tramp Experience no Teatro Positivo
Data: 29 de julho de 2023 (sábado)
Horário do show: 21h
Local: Teatro Positivo (Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Campo Comprido)
Classificação etária: 14 anos. Menores de 14 anos apenas acompanhado dos pais.
Ingressos:Plateia Inferior: R$ 360,00 (inteira) e R$ 180,00 (meia) | Plateia Superior: R$ 300,00 (inteira) e R$ 150,00 (meia).
Compra de ingressos: Disk Ingressos (Ventura Shopping – de segunda a sexta, das 11h às 22h, aos sábados, das 10h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h e na bilheteria do Teatro Positivo, de segunda a sexta, das 11h às 15h e das 16h às 20h, sábado das 17h às 21h e duas horas antes de cada espetáculo
FLORIANÓPOLIS – Super Tramp Experience no Teatro Ademir Rosa – CIC
Ingressos:Camarote: R$270,00 I Frisas: R$220,00 I Cadeira Alta: R$150,00 I Setor VIP: R$270,00 I Setor 01: R$200,00 I Setor 02: R$150,00| Setor 03: R$120,00
VITÓRIA – Super Tramp Experience em Vitória no Espaço Patrick Ribeiro
Datas: 20 de julho de 2023 (quinta-feira)
Abertura do local: 19h
Horário do show: 21h
Local: Espaço Patrick Ribeiro – Av. Roza Helena Schorling Albuquerque, S/N – Novo Aeroporto de Vitória
Classificação etária: 16 anos. Jovens abaixo de 16 anos devem estar acompanhados dos pais ou responsáveis.
Ingressos: Mesa (para 4 pessoas): a partir de R$ 600,00 | Cadeira (1º lote), R$ 240,00 (inteira), R$ 120,00 (meia-entrada); R$ 150,00 (ingresso solidário). Ingresso Solidário válido mediante doação de 2kg de alimento não perecível.
As atividades gratuitas acontecem no Espaço Conjunto Sustentável, localizado no 2º piso, na Praça de Alimentação Norte
Foto Divulgação
Encerrando a programação infantil do mês no Conjunto Nacional, o último fim de semana de maio terá show de Palhágica, que mistura palhaçaria com mágica, e ainda contação de histórias para as crianças com o personagem da Marvel Comics, Homem Aranha.
As atividades gratuitas acontecem sempre às 15h, no Espaço Conjunto Sustentável, localizado no 2º piso, na Praça de Alimentação Norte. Para participar é necessário que os pais ou responsáveis façam a inscrição das crianças, previamente, no aplicativo do shopping.
No sábado (27/05) quem anima a garota é o Palhágico Chouchou, interpretado por Galileu Fontes. Em um show para toda a família, o artista conduz a plateia para mergulhar no universo circense, por meio de números de ilusionismo. Estimulando a participação do público, Chouchou mostra diversos truques para conseguir captar a gargalhada dos participantes.
Na contação de histórias realizada no domingo (28/05), as crianças vão conhecer a história do Homem Aranha. Na trama, depois de ser picado por uma aranha geneticamente modificada, o jovem Peter Parker ganha superpoderes e as habilidades de uma aranha para se agarrar a qualquer superfície. Ao se ver com seus superpoderes, ele promete utilizá-los para combater o crime e entender o que dizia seu querido tio Ben: “com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”.
A contação de história promovida pela Cia Neia e Nando, utiliza personagens dos quadrinhos para transmitir mensagens de responsabilidade, amor e ajuda ao próximo para o público infantil.
Desconto no estacionamento coberto
Pensando no maior conforto e segurança para os pais ou responsáveis que desejam realizar um passeio em família pelo Conjunto Nacional, o shopping oferece desconto de 10% (dez por cento) no pagamento do estacionamento coberto. O desconto é válido apenas na modalidade de pagamento via cartão de crédito.
Foto Divulgação
Serviço:
– Diversão em Conjunto com palhaço Chouchou
Data: 27/05 (sábado)
Horário: às 15h
Local: Espaço Conjunto Sustentável – 2º piso, na Praça de Alimentação Norte do Conjunto Nacional
– Diversão em Conjunto: Contação de histórias – “Homem Aranha”
Data: 28/05 (domingo)
Horário: às 15h
Local: Espaço Conjunto Sustentável – 2º piso, na Praça de Alimentação Norte do Conjunto Nacional
Carmen, a Grande Pequena NotávelCarmen, a Grande Pequen Notável
Pela primeira vez em Brasilia, adaptação do premiado livro de Heloisa Seixas e Julia Romeu apresenta a trajetória de Carmen Miranda para toda a família, com linguagem de Teatro de Revista. A direção é de Kleber Montanheiro, ganhador do APCA de melhor direção artística de 2022.
Carmen, a Grande Pequena NotávelCarmen, a Grande Pequena Notável
No dia 24 de maio, quarta-feira, estreia na capital federal o musical “Carmen, a Grande Pequena Notável”. O espetáculo cumpre temporada de quinta a sábado, às 20h e domingo às 19h, no Teatro do CCBB Brasília. Aos sábados, sessões extras às 16h. No sábado, 10 de junho, às 16h, acontece uma sessão especial com tradução para Libras. Os ingressos custam R$ 30,00 e R$15,00 (meia) e estão à venda na bilheteria física do CCBB ou pelo site .https://ccbb.com.br/brasilia/programacao/carmen-a-grande-pequena-notavel/
A classificação indicativa é livre
Com a proposta de apresentar a trajetória de Carmen Miranda (1909-1955) para toda a família, o musical “Carmen, a Grande Pequena Notável”, dirigido por Kleber Montanheiro, já foi visto por milhares de pessoas, tendo sua estreia em 2018 no CCBB São Paulo, no contexto das comemorações aos 110 anos de Carmen Miranda.
Em cena, no papel de Carmen Miranda, a premiada atriz Amanda Acosta. O elenco ainda conta com a participação de Daniela Cury, Gustavo Rezende, Gabriella Britto, Jonathas Joba, Júlia Sanchez e Roma Oliveira, além dos músicos Maurício Maas, Betinho Sodré, Monique Salustiano e Fernando Patau.
Foto Divulgação
O musical é inspirado no livro homônimo de Heloisa Seixas e Julia Romeu, vencedor do Prêmio FNLIJ de Melhor Livro de Não-Ficção (2015).
Portuguesa radicada no Brasil, Carmen Miranda tornou-se um dos maiores símbolos da cultura brasileira. Para contar sua história, a produção adota a estrutura, a estética e as convenções do Teatro de Revista Brasileiro – um marco na época – no qual a artista também se destacou.
“Utilizamos a divisão em quadros, o reconhecimento imediato de tipos brasileiros e a musicalidade presente, colaborando diretamente com o texto falado, não como um apêndice musical, mas sim como dramaturgia cantada”, explica o diretor Kleber Montanheiro. Esse tradicional gênero popular faz parte da identidade cultural brasileira, mas, recentemente, está em processo de desaparecimento da cena teatral por falta de conhecimento, preconceito artístico e valorização de formas americanizadas e/ou industrializadas de musicais. O musical é inspirado no livro homônimo de Heloisa Seixas e Julia Romeu, vencedor do Prêmio FNLIJ de Melhor Livro de Não-Ficção (2015).
A encenação tem a proposta de preservar a memória sobre a “pequena notável”, como a cantora era conhecida, e sobre a época em que ela fez sucesso tanto no Brasil como nos Estados Unidos, entre os anos de 1930 e 1950. Por isso, os figurinos da protagonista são inspirados nos desenhos originais das roupas usadas por Carmen Miranda; já as vestes dos demais personagens são baseadas na moda dessas décadas.
Carmen, a Grande Pequena NotávelCarmen, a Grande Pequena Notável
“As interpretações dos atores obedecem a prosódia de uma época, influenciada diretamente pelo modo de falar ‘aportuguesado’, o maneirismo de cantar proveniente do rádio, onde as emissões vocais traduzem um período e uma identidade específica”, revela Montanheiro.
A cenografia reproduz os principais ambientes propostos pelo livro. Esses espaços físicos são: o porto do Rio de Janeiro, onde Carmen desembarca ainda criança com seus pais; sua casa e as ruas da Cidade Maravilhosa; a loja de chapéus, onde Carmen trabalhou; o estúdio de rádio; os estúdios de Hollywood e as telas de cinema; e o céu, onde ela foi cantar em 5 de agosto de 1955. Cada cenário traz ao fundo uma palavra composta com as letras do nome da cantora em formatos grandes. Por exemplo, a palavra ‘MAR’ aparece no porto, e ‘MÃE’, na casa dos pais da cantora.
Sobre Kleber Montanheiro – Direção, Cenários e Figurinos.
Multiartista com 30 anos de carreira, é diretor cênico, cenógrafo, figurinista, iluminador e artista visual em expografia. Indicado a mais de 25 prêmios (FEMSA, APCA, Shell, Prêmio Bibi Ferreira e Prêmio DID – Destaque Imprensa Digital) em diversas categorias, foi contemplado pela maioria delas. Destacam- se em sua direção espetáculos como “Ópera do Malandro”, de Chico Buarque de Holanda; “Carmen, a Grande Pequena Notável”, de Heloísa Seixas e Júlia Romeu; “Nossos Ossos”, do livro homônimo de Marcelino Freire e, atualmente, “Tatuagem”, um musical adaptado do filme de Hilton Lacerda, pelo qual recebeu indicações aos prêmios Bibi Ferreira e APCA como melhor diretor. Por “Carmen, a Grande Pequena Notável”, recebeu o Prêmio São Paulo de Melhor Figurino. Está indicado ao prêmio DID – Destaque imprensa Digital como melhor diretor pelo espetáculo musical “Tatuagem” e foi recentemente vencedor do prêmio APCA de melhor direção do ano de 2022 pela mesma montagem.
Sobre Heloisa Seixas – Autora do Livro e do Roteiro da Peça.
A carioca Heloisa Seixas trabalhou muitos anos na imprensa do Rio de Janeiro antes de dedicar-se exclusivamente à literatura. É autora de mais de 20 livros, incluindo romances, contos, crônicas e obras infanto-juvenis, além de peças de teatro. Foi cinco vezes finalista do prêmio Jabuti e duas vezes finalista do Prêmio São Paulo de Literatura, com seus livros “Pente de Vênus, “A Porta”, “Pérolas Absolutas”, “O Oitavo Selo” e “Agora e na Hora”. Seu livro mais recente é “O Livro dos Pequenos Nãos”, da Companhia das Letras, semifinalista do prêmio Oceanos. Autora dos musicais “Era no Tempo do Rei” e “Bilac Vê Estrelas”, ambos em parceria com Julia Romeu, Heloisa fez para o teatro a peça “O Lugar Escuro”, uma adaptação de seu livro homônimo sobre a doença de Alzheimer. Este espetáculo rendeu para a atriz Camilla Amado o Prêmio Especial APTR de 2014.
Sobre Julia Romeu – Autora do Livro e do Roteiro da Peça.
Em parceria com Heloisa Seixas, Julia Romeu escreveu os musicais “Era no Tempo do Rei” (2010), com músicas de Aldir Blanc e Carlos Lyra; e “Bilac Vê Estrelas” (2015), que venceu os prêmios Bibi Ferreira de Melhor Musical Brasileiro, Shell e APTR, com canções de Nei Lopes. As duas também são autoras do livro “Carmen: A Grande Pequena Notável”, a biografia de Carmen Miranda para crianças, vencedora do Prêmio FNLIJ de Melhor Livro de Não-Ficção de 2015. Além disso, ela trabalha como tradutora literária há mais de dez anos e é mestre em Literaturas de Língua Inglesa pela UERJ.
Foto Divulgação
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 outubro de 2000, após uma grande reforma de adaptação do Edifício Tancredo Neves, com o objetivo de reunir em um só lugar todas as formas de demonstração de arte e criatividade possíveis, para levá-las ao público da capital.
O edifício Presidente Tancredo Neves faz parte de um conjunto de obras arquitetônicas assinadas por Oscar Niemeyer. Com o seu imenso projeto paisagístico, idealizado por Alda Rabello Cunha, o prédio conta com amplos espaços de convivência, café, restaurante, galerias, sala de cinema, teatro, salas multiuso, jardins e uma praça central para eventos abertos, onde são realizados shows, espetáculos e performances.
Ficha Técnica
Autoras do livro e adaptação teatral: Julia Romeu e Heloisa Seixas. Direção, cenários e figurinos: Kleber Montanheiro. Desenho de luz: Marisa Bentivegna. Direção Musical: Ricardo Severo. Visagismo: Anderson Bueno. Elenco: Amanda Acosta (Carmen Miranda), Daniela Cury, Gustavo Rezende, Gabriella Britto, Jonathas Joba, Júlia Sanchez e Roma Oliveira. Músicos: Maurício Maas, Betinho Sodré, Monique Salustiano e Fernando Patau. Direção de produção: Maurício Inafre. Produção: Uma Arte Produções Artísticas & Cia Da Revista. Assessoria de imprensa: Luiz Alberto Osório – Agenda KB Comunicação.
Sessão extra com tradução para Libras | 10/06, sábado, às 16h
Duração | 80 minutos
Local | Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Endereço | SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Espacial Sul – Brasília – DF
Temporada | de 24 de maio a 11 de junho de 2023
Ingresso | R$ 30,00 (inteira), e R$ 15 (a meia para estudantes, professores, profissionais da saúde, pessoa com deficiência (e acompanhante, quando indispensável para locomoção), adultos maiores de 60 anos e clientes BB), à venda emhttps://ccbb.com.br/brasilia/ou na bilheteria do CCBB Brasília
Capacidade do teatro | 327 lugares (sendo 07 espaços para cadeirante e 03 assentos para pessoa portadora de obesidade)
Adriana Samartini, Lucas e Bárbara e Trio Balançado estão entre as atrações confirmadas do evento, que acontece nos dias 1°, 2 e 3 de junho
Uma das festas mais tradicionais no calendário de arraiás do Distrito Federal já tem data marcada. A Festa Junina do Iate Clube de Brasília será nos dias 1°, 2 e 3 de junho, com início às 19h, na quinta e na sexta-feira; e, às 18h, no sábado. Os ingressos estão à venda no site Bilheteria Digital e na recepção do Clube.
Música, alegria, fogueira, diversão, bandeirinhas coloridas e danças de quadrilha prometem animar o público durante os três dias (confira a programação). Além do DJ Renê Ricochet, apresentam-se a cantora Adriana Samartini, a dupla Lucas e Bárbara e o grupo Trio Balançado.
O tema deste ano é “A Vila 2023”, cuja decoração envolve uma minicidade cenográfica com uma estação de trem que leva à Vila. Serão cenografadas barracas em formato de casinhas do vilarejo. As barracas de comidas típicas trarão diversas delícias, com alto padrão de qualidade e higiene. Serão 24 barracas com gostosuras, como canjica, pamonha, curau, churrasquinho, arroz de carreteiro, acarajé, maçã do amor, caldos variados, quentão, camarão empanado, cachorro-quente, pizza, crepes, pastel e outras delícias.
Expositores conhecidos no mercado gastronômico da cidade trarão opções especiais nas barraquinhas Parrilla Madrid, Pedacinho Pizzas, Miquéias Fast Food, Churros do Tio, Koni Store, Sweet Cake, Raclete Swiss Gourmet, entre outras.
Para as crianças, haverá uma área especial com brinquedos infláveis, tiro ao alvo, pescaria e muito mais. Berçário e brinquedoteca serão oferecidos para que os pais aproveitem a festa com tranquilidade.
Ingressos e acesso ao público
Sócios (em admissão e convênio) e crianças de até 4 anos não pagam. Para o público em geral, os ingressos custam R$ 50 por adulto (solidário, com doação de 1 kg de alimento não perecível); e R$ 30 para crianças de 5 a 12 anos (sem doação de alimentos). Os valores correspondem à meia-entrada.
Os ingressos estão à venda no site Bilheteria Digital (link a seguir) e na Tesouraria do Clube. No caso das compras presenciais, o pagamento poderá ser feito em dinheiro e cartão de crédito ou débito. O pagamento por Pix será aceito apenas nas compras antecipadas.
Somente associados e dependentes constantes do cadastro têm entrada gratuita no evento. Qualquer acompanhante ou visitante deverá adquirir um ingresso. O convite de acesso ao Clube não permite a entrada na área da Festa Junina. Ressalta-se que, em função de a Festa Junina ser um evento de grande proporção para o Iate e seus convidados, não é possível realizar a reserva de mesas. Os locais serão ocupados de acordo com a chegada dos convidados.
Para manter a segurança da festa e do público participante, o Iate lembra que é proibido o uso de qualquer artefato explosivo, como bombas e foguetes, que possa causar incômodos e colocar em risco a segurança das pessoas. A proibição consta do Decreto Distrital n° 44.189/2023.
Entra em cartaz a produção mineira As Órfãs da Rainha, filme dirigido por Elza Cataldo, que trata da temática incomum e oportuna dos processos de Inquisição contra muitas das primeiras mulheres enviadas ao país no período da colonização, um dos episódios menos conhecidos da história brasileira.
Segue em nossa programação O Homem Cordial, do diretor Iberê Carvalho, com Paulo Miklos, Thaíde, Roberta Estrela D’Alva no elenco. O filme é uma obra de ficção engenhosa, baseada em histórias reais, cujo enredo se passa em uma única noite.
Para o público infantil, mais uma oportunidade para ver Chef Jack – O Cozinheiro Aventureiro, de Guilherme Fiúza Zenha, espetacular animação 100% produzida em Minas Gerais.
O Homem Cordial e A Cidade dos Abismos possuem recursos de acessibilidade através dos aplicativos Mobi Load e Chef Jack, através do aplicativo MovieReading.
Um dos episódios menos conhecidos da nossa história, foi a grande inspiração da cineasta mineira Elza Cataldo neste seu novo longa-metragem As Órfãs da Rainha. O título do filme, segundo explica a diretora, se refere à uma categoria de mulheres que vieram para o Brasil a contragosto para formar as primeiras famílias brasileiras. Todo rodado no interior de Minas, numa vila cenográfica construída em Tocantins, na Zona da Mata mineira, terra natal da diretora, o filme narra a trajetória de Leonor, Brites e Mécia, jovens criadas como católicas, sob a proteção da Rainha de Portugal, após a morte dos pais na fogueira da Inquisição. O longa conta uma história de amor e intolerância no contexto histórico da chegada da inquisição no Brasil no século XVI. O filme teve a consultoria de historiadores importantes como Ronaldo Vainfas e Mary Del Priore.
O período é o final do século XVI. A monarca envia as três irmãs de origem judaica para a colônia brasileira com a ordem de se casarem. O filme enfatiza a tentativa delas se adaptarem à diversidade e precariedade do Novo Mundo, ignorando a própria origem cristã-nova. Nesse processo, elas acabam desenvolvendo relações amorosas inesperadas e profundas: Leonor se apaixona por Escobar e com ele tem filhos, Brites tenta conquistar o marido violento e Mécia, que permanece solteira devido a uma deficiência física, se encanta com um indígena. A situação das jovens se torna insustentável quando um Inquisidor chega ao Brasil. As três irmãs são denunciadas por seus hábitos domésticos, impregnados de indícios da religião judaica.
A importância de As Órfãs da Rainha se dá por apresentar aos brasileiros uma realidade absolutamente inexplorada no cinema – e em outros campos da arte – sobre o nosso processo de colonização entre os séculos XVI e XVIII. A Inquisição faz parte desse contexto, perseguindo principalmente judeus que vieram da Europa. Muitos argumentam que por aqui não “teve fogueira e nem, por exemplo, um Tribunal do Santo Ofício”, mas ela perseguiu indivíduos de ambos os sexos e, “nos casos considerados mais graves, as pessoas eram enviadas para Portugal e lá, sim, eram queimados em praça pública”, ressalta a diretora Elza Cataldo.
A diretora levaria quase uma década para concluir o projeto de As Órfãs da Rainha. Precisou ler inúmeros documentos e livros sobre, principalmente, o século XVI, processo que a fez viajar para a Espanha e Portugal em busca de novas fontes de informação. Ela escreveu o roteiro ao lado de Newton Cannito e Pilar Fazito e com a consultoria, dentre outros, do historiador Ronaldo Vainfas, um dos principais especialistas no tema da Inquisição no Brasil.
No elenco do filme, atores consagrados do Teatro Galpão de Belo Horizonte. Entre eles, os extraordinários Eduardo Moreira e Teuda Barra. A direção de fotografia é de Pedro Farkas.
Foto Divulgação
O Homem Cordial, de Iberê Carvalho, continua em cartaz. O filme traz no elenco Paulo Miklos, Thaíde, Roberta Estrela D’Alva, entre outros atores. O tratamento aqui é inteiramente distinto de O Último Cine Drive-in, auspiciosa obra inicial do diretor, toda ela rodada em Brasília, e de temática muito próxima à vivência dos brasilienses. A história de O Homem Cordial se passa quase em sua totalidade numa única noite. As reviravoltas surpreendentes servem muitas vezes a denúncias e comentários críticos sobre questões sociais importantes. Questões de raça estão no centro das preocupações de Carvalho. O Homem Cordial desconcerta a situação de privilégio do protagonista branco, em oposição ao que ocorre com os personagens negros, especialmente o menino desaparecido. O filme possui os recursos de acessibilidade legçãoendas, audiodescrição e janela de Libras através do aplicativo https://mobiload.net/
Foto Divulgação
Para o público infantil, permanece em cartaz Chef Jack – O Cozinheiro Aventureiro, uma animação toda ela realizada em Minas Gerais e dirigida por Guilherme Fiúza Zenha. A trama é comum a vários filmes documentários sobre chefes de cozinha interessados em sair da mesmice dos restaurantes convencionais. No filme, Jack é um prodígio da “Cozinha Aventureira” e viaja por todo o mundo em busca dos ingredientes mais raros e apetitosos para suas receitas. Ele é um “cozinheiro” bem conceituado, mas que, de repente, vê sua fama desmoronar. O longa-metragem possui recursos de acessibilidade de legendas, libras e audiodescrição através do aplicativo https://mobiload.net/
Foto Divulgação
O documentário Mulheres na Conservação, de Paulina Chamorro e João Marcos Rosa, chega a Brasília no dia 22 de maio, Dia Internacional da Biodiversidade. O filme de 45 minutos faz um recorte delicado desse universo feminino que está à frente de ações e estudos sobre Conservação e Meio Ambiente no Brasil. O evento começa às 19h, com um coquetel, seguido da exibição do filme às 20h40 e debate com a diretora Paulina Chamorro, pesquisadoras e apoiadoresapli do projeto. A entrada é gratuita
Foto Divulgação
Entra em cartaz o longa-metragem A Cidade dos Abismos, de Priscyla Bettim e Renato Coelho, que conta a história de Glória, mulher trans, Bia, jovem da classe média paulistana, e Kakule, imigrante africano, testemunham uma morte brutal na véspera do Natal. O filme possui os recursos de acessibilidade legendas, audiodescrição e janela de Libras através do aplicativo https://mobiload.net/
BaileRama Pankararu
Seguindo com o compromisso de semanalmente exibir um filme da https://cinebrasilia.com/selecao-de-curtas/ acompanhando um longa programado, apresentamos nesta semana, antes das sessões de Rama Pankararu, o curta brasileiro Baile, de Cíntia Domit Bittar, vencedor do prêmio de Melhor Curta no 60º Festival Internacional de Cine de Cartagena de Índias 2020 e de Melhor Diretor no 29º CurtaCinema – Rio de Janeiro ISFF.
Com: Rita Batata, Camila Botelho e Jay Baptista, Alexandre Cioletti
Sinopse: Leonor, Brites e Mécia são criadas como católicas, sob a proteção da Rainha de Portugal, após a morte dos pais na fogueira da Inquisição. No final do século XVI, a Rainha envia as três irmãs para a colônia brasileira com a ordem de se casarem. Elas tentam se adaptar à diversidade e precariedade do Novo Mundo, ignorando a própria origem cristã-nova. Leonor pede a intervenção da Rainha, mas a ajuda não chega. Nesse processo, a princípio tão desolador, elas acabam desenvolvendo relações amorosas inesperadas e profundas. Leonor se apaixona por Escobar e com ele tem filhos, Brites tenta conquistar o marido violento e Mécia, que permanece solteira devido a uma deficiência física, se encanta com um índio. O frágil equilíbrio é rompido quando o Inquisidor chega ao Brasil espalhando terror e desconfiança entre os habitantes da colônia. As três irmãs são denunciadas por seus hábitos domésticos, impregnados de indícios da religião judaica.
Classificação indicativa:
Rama Pankararu
(Ficção/Brasil/2022/98min)
De Pedro Sodré
Com: Bia Pankararu
Sinopse: Bia Pankararu, jovem agente da saúde indígena, está arrecadando fundos para a reconstrução da escola em sua aldeia, que foi destruída durante um incêndio criminoso na noite do segundo turno das eleições de 2018. Paula, jornalista carioca, chega à aldeia para fazer uma reportagem sobre os ataques incendiários.
Classificação indicativa: 14 anos
Mulheres em Conservação
(Documentário/Brasil/2023/45min)
Paulina Chamorro e João Marcos Rosa
Com: Patrícia Medici, da Iniciativa Nacional para a Conservação da Anta Brasileira (INCAB-IPÊ), Neiva Guedes, do Instituto Arara Azul, Bárbara Pinheiro, da Universidade Federal de Alagoas (PDCTR/UFAL), Flávia Miranda, do Instituto Tamanduá, Márcia Chame, das fundações Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) e Homem Americano, Maurizélia de Brito e Silva, da Reserva Biológica do Atol das Rocas (ICMBio/MMA) e Beatrice Padovani, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).
Sinopse: O documentário entrelaça sete das dezenas de histórias contadas na
websérie Mulheres na Conservação –que continua online e ativa, contando histórias
e divulgando o trabalho de mulheres cientistas da natureza. No filme, são colocadas em
foco a vida de sete heroínas, sete histórias de amor, em sete pontos do Brasil.
Classificação indicativa: Livre
Em Cartaz
A Cidade dos Abismos
(Brasil/2021/96min)
De Priscyla Bettim e Renato Coelho
Com: Verónica Valenttino, Sofia Riccardi, Carolina Castanha e Guylain Mukendi, Arrigo Barnabé, Claudio Willer e Padre Júlio Lancellotti.
Sinopse: Glória, mulher trans, Bia, jovem da classe média paulistana, e Kakule, imigrante africano, testemunham uma morte brutal na véspera do Natal. O evento, vivenciado num bar decadente da capital paulista, muda o destino de suas vidas. Embora mal se conheçam, uma aliança é formada ali. Indignados com os rumos da investigação do crime, os três se recusam a ceder à injustiça e decidem ir atrás dos algozes. No filme, a inevitável descida ao inferno é permeada pela amizade e pelo afeto. E as utopias continuam vivas mesmo quando o corpo padece.
Classificação indicativa: 16 anos
O Homem Cordial
(Suspense/Brasil/2023/83min)
De Iberê Carvalho
Com: Paulo Miklos, Thaíde, Dandara de Morais, Thalles Cabral, Murilo Grossi, Roberta Estrela D’Alva, Bruno Torres
Sinopse: Aurélio Sá (Paulo Miklos) é o vocalista de uma banda de punk rock que tem sido sistematicamente perseguido devido à morte de um policial, na qual ele estaria envolvido. Apesar das constantes ameaças, Aurélio sempre recusou ter qualquer responsabilidade no ato. Ao tentar fugir de manifestantes, ele conhece uma jornalista (Dandara de Morais) que deseja não apenas ouvir o lado do cantor, mas também contar com sua ajuda para encontrar o pequeno Matheus, um garoto que está desaparecido desde a confusão.
Classificação indicativa: 14 anos
Chef Jack – O Cozinheiro Aventureiro
(Animação/Brasil/MG/2023/72min)
De Guilherme Fiúza Zenha
Com: Danton Mello
Sinopse: Chef Jack é um chef de cozinha de bom coração, mas com uma pitada a mais do que o necessário de confiança. Ele é um dos prodígios da Culinária da Aventura, viajando por todos os cantos do planeta cozinhando e achando os ingredienteas mais raros e finos para completar suas receitas. Porém, sua vida doce azeda quando erra a mão em uma de suas receitas e sua reputação cai drasticamente. Para provar a todos que seu erro não lhe define, ele entra a competição de culinária chamada de Convergência de Sabores. Mas se ele pensava que iria ganhar essa tranquilamente, Jack precisará aprender a trabalhar em dupla quando é posto junto ao novato Leonard.
Classificação indicativa: a partir de 3 anos
Curta-Metragem
O Baile
(Cíntia Domit Bittar, 2019, 18min)
Sinopse: Há dias que nos amadurecem mais. Andréa tem só dez anos e talvez ainda não perceba que seu dia foi assim.
De 2 a 11 de junho, no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, o evento promete surpreender o público com atrações culturais e gastronômicas, além de mais de 200 expositores trazendo as últimas novidades do mercado de uma das regiões mais ricas e encantadoras do país
Foto Divulgação
Vem aí, de 2 a 11 de junho, a 30ª EXPOTCHÊ, maior feira de artigos e cultura gaúcha realizada fora do Rio Grande do Sul. Com o tema “Há 30 anos no coração da gente”, o evento comemora seus 30 anos de realização ininterrupta (só não aconteceu na pandemia), sendo um dos mais tradicionais eventos de Brasília.
A festa será no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, de segunda à sexta, das 14h às 23h; e aos sábados, domingos e feriado, das 11h às 23h. Ao todo, serão mais de 200 expositores, trazendo novidades em iguarias, produtos para o lar, um Festival de Chopp, vinícolas, vestuário (com destaque para os tradicionais produtos em couro e lã, acessórios), calçados, móveis, turismo da região e também uma mega brinquedoteca e fazendinha para as crianças.
Os ingressos custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia entrada) e dão acesso a todos os shows. Todos os dias, na primeira hora, a entrada é franca e quem estiver pilchado, ou seja, vestido a caráter, com a vestimenta gaúcha, também não paga para entrar. Essa é uma forma de dar acesso ao evento, que conta com uma rica programação cultural para toda a população.
Foto Divulgação
A feira, realizada há 30 anos pela Rome Eventos, traz para o brasiliense a experiência de estar mais próximo da cultura e da gastronomia gaúcha, conhecendo vinhos, pães, chocolates, embutidos, queijos e outras delícias da região com o clima mais frio do país.
Em seus dez dias de realização, o evento gera mais de três mil empregos diretos e cinco mil indiretos, com a contratação de mais de 40 empresas locais para a prestação de serviços e ocupação da rede hoteleira. Além da possibilidade de compra de vários produtos da Região Sul e de outros estados, que são atraídos pela grande visibilidade do evento, o público também poderá prestigiar shows e atrações culturais regionais. Só a agenda de shows conta com 45 apresentações de música e dança, além de um cinema, onde serão exibidos filmes da Mostra Primavera, uma seleção de longas de produção gaúcha, numa variedade enorme de estilos, sempre conectados pelo recorte regional.
O Grupo Tholl e o Nenhum de Nós, que já são uma tradição no evento, estarão presentes este ano de novo, garantindo muita emoção no reencontro com o público fiel da cidade. Outra atração que promete mobilizar muita gente é o show do artista Vitor Kley, que se apresenta pela primeira vez nos palcos da Expotchê. Em resumo, a programação cultural do evento tem apresentações para todas as idades e estilos: circo, cinema, música tradicional, música pop, humorística e as tradicionais danças típicas. “Queremos marcar esta 30ª edição da Expotchê com muitas novidades para o público fiel que nos acompanha todos os anos e também atrair novos públicos. Por isso, temos uma atenção especial com atrações para crianças e jovens”, conta Rômulo Mendonça, diretor da Rome Eventos, promotora da Expotchê.
Fortalecimento da Agricultura Familiar e do Turismo da região
Com o apoio da Secretaria de Desenvolvimento Rural do Governo do Rio Grande do Sul, o público poderá conhecer e adquirir produtos produzidos por empresas da Agroindústria Familiar Gaúcha. Dezoito empreendimentos foram selecionados pela Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (FETAG-RS), que prometem proporcionar ao público uma festa de sabores.
Eles trarão queijos tipo colonial, parmesão e ricota, charque, sucos, doces, geleias com e sem açúcar e gourmets, molhos de tomate e pesto, vinagre, antepastos, caponata, salame tipo italiano, copa defumada, linguiças, banha, biscoitos, cachaças envelhecidas, sucos integrais de uva, laranja, mel de abelha, erva-mate, rapaduras, nozes, vinhos, licores e graspas. “Na Expotchê, você vai poder comprar alimentos diretamente de produtores da agroindústria familiar gaúcha. Teremos todos estes municípios representados por 18 famílias de agricultores que vão apresentar seus produtos típicos no evento. É a aproximação de quem produz com quem consome, com diversas vantagens: desde a redução dos preços para o consumidor, maior qualidade dos produtos e a oportunidade de conversar com os produtores e conhecer um pouco da sua cultura da região”, afirma Jocimar Rabaioli, coordenador do grupo de empresas, pela FETAG.
Entre os grupos estão: Orgânicos Mariani, Casa do Mel Schwendler, Cachaças Velho Alambique, Agroindústria Kolonie Haus, Laticínio Pipo, Agroindústria Sinuelo, Produtos Lilien, Cachaçaria Harmonie Schnaps, Estrelat, Vinícola Baggio, Erva-Mate Amizade, Colonial Gelinger, Vinícola Vista Gaúcha, Agroindústria Agnolin, Queijaria Somacal e Cachaça Casa Bucco. “Para nós, da Secretaria de Desenvolvimento Rural, é uma alegria muito grande estarmos presentes na Expotchê. Um evento que há 29 anos leva a cultura e a tradição do RS para o Brasil e o mundo. O Pavilhão da Agricultura Familiar vai apresentar o que de melhor se produz nos mais diversos pontos do nosso Rio Grande”, afirma o secretário de Desenvolvimento Rural do RS, Ronaldo Santini.
A Secretaria de Turismo do Rio Grande do Sul também marca presença em um ilha destinada a oferecer aos visitantes informações sobre os roteiros turísticos da região, com identidade cultural diversa, herdada de povos colonizadores. Afinal, o Rio Grande do Sul é um dos principais destinos turísticos do Sul do Brasil e traz para a Expotchê um grande mosaico das Etnias que formam este destino único e diverso nas quatro estações, com gastronomia, rotas, roteiros e destinos.
Programação
Tradicionalmente, a Expotchê conta com o espaço “Tchê Bier”, dedicado aos amantes da cerveja e do chopp. Um dos locais mais cobiçados do evento terá diariamente apresentações no palco regional, onde o visitante poderá degustar cervejas e chopp, batendo papo e experimentando algumas delícias do Sul, como o tradicional choripan. A novidade, este ano, é a volta da Carreta da Heineken, que fará um Festival de Chopp da marca.
Na Praça do Vinho, o público da Expotchê poderá degustar ainda os vinhos e espumantes especiais de vinícolas gaúchas, dentre elas a Valduga, Garibaldi e Monte Reali. Mais de 100 rótulos estarão à disposição do público para consumo em taças ou em garrafas, a preços especiais, entre eles a linha Moscatel, Vinhos Reserva e Espumantes.
Na “Praça do Pão”, colonos da cidade de Presidente Lucena, sob o comando da chef Regina Schneider, irão preparar as tradicionais cucas, pães artesanais, chimias e geleias. Mais de 50 mil cucas devem ser consumidas durante o evento. Recheadas de morango, banana, abacaxi, coco, uva e na sua forma tradicional, as cucas e pães são assados na hora, propiciando aos visitantes uma experiência única de saborear ainda quentinho esses produtos típicos da região da colônia.
Na “Praça do Chocolate”, uma ilha inteira de chocolates de Gramado será montada, com a tradicional fondue de chocolate com morangos, chocolates em barra, em vários formatos e recheios. Isso tudo sob a chancela de uma das mais tradicionais da região: a Chocolate Gramadense.
Foto Divulgação
Mostra de Filmes
A organização do evento, em parceria com a Secretaria da Cultura do Rio Grande do Sul, através do Instituto Estadual de Cinema do estado, está retomando este ano a exibição de filmes com a apresentação da Mostra “Primavera Gaúcha”.
O projeto tem como proposta celebrar e divulgar a produção audiovisual para novos territórios e públicos. Ao todo, foram 20 filmes selecionados que representam o cinema feito no RS, seja por questões históricas, temáticas, de gênero ou trajetória premiada. Oito desses filmes serão exibidos em um cinema montado na Expotchê, com os seguintes títulos: “O homem que copiava” (2003, dir. Jorge Furtado); “Cidades Fantasmas” (2017, Tyrell Spencer); “Em teu nome” (2010, dir. Paulo Nascimento); “Yonlu” (2017, dir. Hique Montanari); “Antes que o mundo acabe” (2009, dir. Ana Luiza Azevedo); “O cárcere e a rua” (2004, dir. Liliana Sulzbach); “A cidade dos piratas” (2019, dir. Otto Guerra); e “Contos Gauchescos” (2011, dir. Henrique de Freitas Lima e Pedro Zimmermann). “A intenção é dar visibilidade e oferecer conhecimento sobre elementos da cultura do sul do Brasil, bem como apresentar a multiplicidade da produção cinematográfica do estado. Na seleção dos filmes, também houve a preocupação em destacar a trajetória de diferentes diretores e sua produção geracional, a partir de filmes mais relevantes”, destaca Beatriz Araujo, secretária da Cultura do Rio Grande do Sul.
Atrações infantis
A Expotchê tem um cuidado especial com o público infantil, reservando espaços e atrações dedicadas a ele, como o Grupo Tholl e a Cia Equilibra Performance, que trarão a sua magia para os palcos da Expotchê em apresentações que têm a cultura circense como inspiração.
A Cia.Equilibra vem da união de dois artistas conhecidos mundialmente por trazer uma combinação de culturas e técnicas únicas no mundo do Circo e Flowarts e Dança. Com a originalidade em seus shows e técnicas criadas, a companhia vem sendo convidada por festivais de circo e música, programas de tv e conferências internacionais por mais de 30 países ao longo do mundo.
Além das atrações culturais, dois grandes espaços no evento são dedicados às crianças: uma mega brinquedoteca de infláveis e a “Fazendinha”, espaço onde as crianças terão contato com vários animais. Em uma parceria com a Fazendinha Azul, uma fazendinha no Park Way que é conhecida por proporcionar uma experiência única de interação com diversos animais e natureza para crianças, incluindo coelhos, pôneis, bezerro, ovelha, cabrito, e muitos outros, a Expotchê promete encantar famílias e crianças de todas as idades em um espaço montado com muito carinho e cuidado para receber crianças de todas as idades.
Um dos destaques será o celeiro, onde as crianças poderão alimentar os animais na mamadeira, incluindo bezerrinhos, ovelhas, cabritos e coelhos. Além disso, os visitantes poderão conhecer mais sobre essas espécies e seus hábitos e até mesmo interagir com elas de perto. “Muita coisa para o brasiliense aproveitar neste evento. Esperamos que as famílias se divirtam e que possamos seguir divulgando a cultura do Sul do país, tão rica e inspiradora”, finaliza o diretor da Rome Eventos.
Foto Divulgação
SERVIÇO:
O que: 30ª Expotchê Data: 2 a 11 de junho de 2023 Horário: Segunda a sexta, das 14h às 23h; aos sábados, domingos e feriados, das 11h às 23h. Onde: Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade Entrada: R$ 40,00 a inteira e R$ 20,00 a meia-entrada. Todos os dias na primeira hora a entrada é franca. Crianças até sete anos, pessoas pilchadas e com carteirinha do CTG não pagam. Realização: Rome Eventos Acompanhe: https://www.instagram.com/expotche/ Saiba mais em: https://expotche.com.br/
Brasília recebe exposição inédita e imersiva a partir desta quinta-feira (11/05)
Foto Divulgação
A YDreams Global e o ParkShopping, com apoio da Fundação Oscar Niemeyer, apresentam em Brasília, a partir de hoje, 11 de maio (quinta-feira), a exposição inédita Oscar Niemeyer: Linhas e Luzes. Os ingressos para essa experiência imersiva sobre a obra de um dos principais arquitetos do Brasil e do mundo já estão à venda e podem ser adquiridos por meio da Fever: https://feverup.com/m/128381, nos valores de R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia). O período para visitação será do dia 11 de maio (quinta-feira) a 22 de junho (quinta-feira), na Praça Central do ParkShopping. A exposição celebra os 40 anos do centro de compras e experiências e é também um presente à capital federal.
“Para nós da YDreams é uma honra trazer para Brasília o legado de Oscar Niemeyer de uma maneira completamente nova e envolvente. Uma exposição imersiva e interativa que celebra as linhas arrojadas e os traços elegantes do arquiteto, realçados por luzes, o que torna a mostra surpreendente e fascinante.”; explica Karina Israel, CEO da YDreams Global.
A mostra inédita mergulha nas sensações causadas pelas formas, linhas, luzes e cores da obra de Oscar Niemeyer, com recursos tecnológicos, desenhos e esculturas em neon e técnicas de light painting. O circuito da exposição aborda épocas e trabalhos desenvolvidos por Niemeyer, que são retratados por meio dos recursos imersivos e contam com telas interativas com informações complementares sobre o arquiteto.
Oscar Niemeyer desenvolvia projetos para usufruto do ser humano. Para tanto, buscava em suas obras uma combinação perfeita entre os materiais, explorando aberturas e fechamentos, transparências, movimento, vãos livres, reflexos, curvas e formas.
“Niemeyer dizia que na sua arquitetura era importante causar surpresa, buscava sempre apresentar algo inovador. A proposta desta exposição é justamente trazer ao grande público a sua obra de uma maneira diferente. Neste momento em que completaram 10 anos sem Oscar Niemeyer, é importante reforçar o papel que ele teve na arquitetura mundial e o legado que nos deixou. Nem todos sabem, por exemplo, que ele é responsável pelo projeto da Sede das Nações Unidas, é um caso raro de arquiteto ter diversas obras selecionadas como patrimônio da humanidade. O próprio acervo da Fundação Oscar Niemeyer tem o registro internacional do programa Memória do Mundo da UNESCO.”; comenta Ricardo Niemeyer, diretor da Fundação Oscar Niemeyer.
Com sete salas imersivas, o circuito desta exposição convida o público a interagir com a grandiosidade do arquiteto, por meio de uma estética que ressalta seus traços ao explorar a combinação dos materiais, abordando as características principais das obras realizadas por Niemeyer: a surpresa do concreto armado suspenso, a forma circular inusitada e o vazio do vão livre, dentre outros projetos icônicos e monumentais.
Foto Divulgação
“O ParkShopping cresceu com e para Brasília e está completando 40 anos. São quatro décadas construindo e compartilhando momentos com a capital. Linhas e Luzes é uma exposição inédita que exibe nuances interessantíssimas do legado de Niemeyer, com olhar atento e uma curadoria contemporânea. É um orgulho para o PKS receber, em nossa Praça Central, uma experiência tão representativa para brasilienses e candangos que seguem construindo a cidade de todos os brasileiros. É uma homenagem ao nosso ícone da arquitetura e um presente para nossa cidade”, detalha Natália Vaz, superintendente do ParkShopping.
Dispostos no ambiente, o público inicia a visita em uma sala com painéis e áudios em neon, com frases icônicas de personalidades sobre Oscar Niemeyer, entre elas, Chico Buarque, Eduardo Galeano, Darcy Ribeiro e Lúcio Costa. Há ainda no espaço, áudios, vídeos e um registro do próprio Niemeyer recitando o Poema das Curvas, de sua própria autoria.
“Não é o ângulo reto que me atrai;
Nem a linha reta, dura, inflexível, criada pelo homem;
O que me atrai é a curva livre e sensual;
A curva que encontro nas montanhas do meu país;
No curso sinuoso dos seus rios, nas ondas do mar, no corpo da mulher preferida;
De curvas é feito todo o universo, o universo curvo de Einstein.”
Na sequência do roteiro, o visitante conhece um ambiente que aborda o início das obras autorais de Oscar Niemeyer. Em seu livro, de 1998, As curvas do tempo: memórias, Oscar comenta que a Pampulha, onde trabalhou no início da década de 1940, quando Juscelino Kubitschek (1902–1976) era prefeito de Belo Horizonte, representou o despertar na sua carreira. Com a Pampulha, ele rompia com a chamada “ditadura do ângulo reto”, introduzindo a linha curva nesse tipo de construção.
Outras obras de destaque dessa sala conectam-se com o início da carreira autoral de Niemeyer. Além da Pampulha (MG), ela contempla o Pavilhão Brasil e a sede da ONU, ambos em Nova Iorque (EUA).
Avançando para a terceira etapa do circuito, o público se depara com um espaço totalmente dedicado à magnitude de Brasília. Com um fundo vermelho alaranjado, que simula o céu da capital federal ao entardecer, os visitantes encontram linhas de led que desenham os contornos de Brasília em grandes dimensões. O espaço ainda traz uma interatividade em telas na qual o público pode escolher perguntas e curiosidades programadas sobre as obras, tendo respostas do próprio Niemeyer em realidade aumentada.
A influência de Oscar Niemeyer levou pouco tempo para cruzar as fronteiras do Brasil e se expandir pelos demais continentes. É numa quarta ala da mostra que os presentes poderão conhecer mais sobre as obras internacionais do arquiteto. Nela, o fundo é mais azulado, com duas instalações de fios de led ao centro. Na primeira, o visitante encontra esculturas iluminadas das principais obras internacionais, acompanhadas por uma tela, que oferece mais informações com fotos, localização e comentários. Na outra, menor, uma projeção numa elevação no chão, com pontos de posicionamento para descobrir obras em espelho d’água.
Partindo para a reta final do circuito, a quinta sala da exposição aborda o aspecto humanista sob o qual Niemeyer enxergava a arquitetura. “Sou convencido de que a arquitetura, antes de ser uma das belas artes, deve contribuir concretamente para se viver melhor na cidade”; refletia o arquiteto. O visitante entra numa imersão suspensa, em uma sala projetada para conhecer essa faceta de Niemeyer, bem como os pilares de seu pensamento e algumas obras que foram projetadas para que o espaço fosse ocupado pelos homens.
A penúltima ala da exposição é dedicada ao horizonte e a forma como Niemeyer o utilizava em suas criações. As obras do arquiteto eram pensadas para serem admiradas, quando vistas de fora, e usufruídas quando dentro delas. Neste ambiente, os visitantes vão encontrar uma projeção de obras em camadas, como lentes de contatos, com seus detalhes admiráveis.
Por fim, a última etapa do circuito propõe uma interatividade ao público. Para Oscar Niemeyer, arte e arquitetura são invenções. Sendo assim, em um ambiente com luz reduzida, os visitantes são convidados a seguirem os croquis de Niemeyer para criarem seus desenhos em light painting. Ao final da experiência, será gerado um QR Code na tela e o público poderá salvar ou receber por e-mail seu desenho.
A exposição Oscar Niemeyer: Linhas e Luzes dispõe de instalações acessíveis, com rampas, vídeos em libras e livro em braile.
A YDreams Global se especializou na idealização e produção de circuitos imersivos e interativos. Por meio de uma metodologia própria, trabalha, em cocriação com seus parceiros, para desenhar e executar projetos repletos de experiências, interação e entretenimento. Com presença em São Paulo, Rio de Janeiro e Vancouver (Canadá), a empresa é formada por um grupo multidisciplinar de colaboradores, que une competências para integrar design imersivo com tecnologia sensorial e roteiros inesquecíveis. O resultado são experiências extremamente lúdicas e atrativas. Seu portfólio global registra mais de 1500 projetos, em 30 países e mais de 5 mil experiências em duas décadas de atuação internacional. Suas produções mais conhecidas são as exposições permanentes no Museu dos Descobrimentos em Belmonte, Museu Cidade Olímpica e Naves do Conhecimento no Rio de Janeiro. Entre as suas produções mais recentes estão Tarsila para Crianças, Eu, Ayrton Senna do Brasil, Jardim das Maravilhas de Miró, Paisagens de Van Gogh, PeppaPig pelo Mundo, grandes sucessos de público e mídia.
Foto Divulgação
Sobre o ParkShopping
O ParkShopping faz parte da história de Brasília há 40 anos. Com um mix de lojas variado e democrático, oferece aos clientes o que há de melhor em vestuário, perfumaria, calçados, eletrônicos e outros segmentos. O PKS também conta com cinemas, áreas de lazer para crianças e adolescentes, praça de alimentação ampla e o Espaço Gourmet.
A cultura sempre tem espaço garantido no ParkShopping, que realiza frequentemente exposições e eventos inéditos na cidade. O centro de compras e experiências disponibiliza ainda serviços como fraldário, internet sem fio, brinquedoteca, carrinhos elétricos, entre outros, além de um estacionamento amplo e uma equipe dedicada ao atendimento, prezando sempre pelo conforto, comodidade e segurança de seus clientes.
É por esses e outros motivos que o ParkShopping é o shopping mais completo de Brasília.
Sobre a Fundação Oscar Niemeyer
A Fundação Oscar Niemeyer, criada em 1988, com sede no Rio de Janeiro, é uma instituição privada sem fins lucrativos, com a missão principal de preservar, divulgar e gerenciar a obra do arquiteto. Iniciou suas atividades com o recolhimento dos acervos dos escritórios de Oscar Niemeyer e atualmente oferece também consultoria e serviços de arquitetura relacionados à obra do arquiteto.
3ª edição está com inscrições abertas, entre 15 e 31 de maio
Ator Túlio Guimarães, crédito Gustavo Moreno
Depois do sucesso da última edição no ano passado, o Festival Dulcina retorna em 2023 prometendomovimentar a cena teatral de Brasília, com espetáculos locais e nacionais, no mês de novembro. Os números de 2022 comprovam a procura do público pelas montagens de qualidade que vieram de diferentes partes do país.
Em uma programação de onze dias, um público de 8700 pessoas foiimpactado pelo festival, sendo 3.500,00 espectadores presentes nas 19 apresentações teatrais, 200 pessoas participantes das atividades formativas e 5.000 visitantes que foram conferir a exposição em homenagem a grande dama do teatro brasileiro Dulcina de Moraes e que dá nome ao projeto.
A expectativa para 2023 é ainda maior e o edital para inscrições dos espetáculos vindos de todo o território nacional ficarão abertas entre os dias 15 a 31 de maio pelo site https://festivaldulcina.com.br
Todos as peças selecionadas receberão cachê pelas apresentações.
O projeto que conta com o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura, da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do DF – espera ultrapassar o número de 204 inscrições da última edição. Ao todo serão selecionados 14 espetáculos, sendo seis locais, produzidos no DF e entorno e oito nacionais de diferentes regiões do país. “A terceira edição do evento segue seu percurso de consolidação do Festival como parte do calendário cultural do Distrito Federal.
A memória de Dulcina de Moraes e sua revolução na arte brasileira merece ser lembrada e homenageada continuamente”, afirma o diretor geral do Festival, Cleber Lopes, que também foi aluno e professor da Faculdade Dulcina, e ainda presidiu o Conselho Curador da Fundação Brasileira de Teatro de 2017 a 2019.
As peças selecionadas para o Festival Dulcina serão apresentadas entre os dias 10 a 20 de novembro, com entrada franca, no Espaço Cultural Renato Russo no Plano Piloto, Teatro SESC Newton Rossi em Ceilândia, Teatro SESC Paulo Gracindo em Taguatinga e Espaço Semente no Gama.
Diretor do Festival Cléber Lopes, crédito Gustavo Moreno
Serviço
FESTIVAL DULCINA
Inscrições abertas e gratuitas no período de 15 a 31 de maio
O Açougue do Berg é presença confirmada no maior festival de inverno do Centro-Oeste, o Funn Festival. O evento, que começou no último dia 12 e segue até o dia 18 de junho, conta com um espaço gastronômico, no qual o Açougue montou uma megaestrutura com capacidade para 200 pessoas. O Funn Festival acontece na Praça das Fontes, no Estacionamento 9 do Parque da Cidade..
Foto Divulgação
O “Açougue do Berg Express” funciona com cardápio exclusivo e o local representa o mesmo modelo do restaurante fixo da casa. Além do atendimento de garçons, a unidade também oferece take out, que é a modalidade em que o cliente compra e retira para comer em outro ambiente.
O cardápio conta com as grandes apresentações da casa como o croquete de costela, os cortes nobres de carne, o arroz parrilero e a queridinha panqueca de doce de leite finalizada no ferro da parrila. A parte das bebidas conta com diversas opções de caipifrutas, chopp da Brahma, bem como carta de vinhos, destilados e licores.
“Queremos trazer para o público do Funn Festival a mesma experiência que oferecemos em nosso estabelecimento. Montamos uma mega operação para que o público possa prestigiar o melhor da carne na cidade”, comenta Berg, chef e um dos sócios da casa.
SERVIÇO:
Funn Festival Brasília 2023 Quando: De 12/05 a 18/06 Onde: Estacionamento 9 do Parque da Cidade – Brasília Ingressos e atrações: Plataforma Ingresse/ Site do Festival Instagram: @funnfestival Instagram: @acouguedoberg Para todos os públicos
Apresentações do ConSerto Excêntrico, com a OSTNCS, Coral Uma Sinfonia Diferente e convidados, nos dias 15 e 16/5
Parque DiverSom, de 14/5 a 17/05
Foto Divulgação
O Circo Teatro Udi Grudi celebra seus 40 anos de existência, trajetória marcada pela inventividade e criação de linguagem própria. E para comemorar essas quatro décadas com o público brasiliense, resgata parte importante dessa história – com uma pitada de novidade, claro – com a apresentação do espetáculo show ConSerto Excêntrico, com sessões gratuitas nos dias 15 e 16 de maio, no Teatro Plínio Marcos, do Eixo Cultural Ibero-americano.
O espetáculo mescla concerto, performance circo-teatral e muita criatividade que salta aos olhos com as engenhocas musicais – marca do grupo. Os palhaços fundadores, Marcelo Beré, Luciano Porto e Márcio Vieira, somam-se à Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, e aos convidados especiais e parceiros do grupo, Mateus Ferrari, Janette Dornellas e Nonato Véras, para apresentações inéditas.
No programa, repertório eclético que inclui composições nacionais como O Trenzinho do Caipira (Villa Lobos) e Aquarela do Brasil (Ary Barroso), a temas internacionais como Star Wars Theme Song (John Williams) e Libertango (Astor Piazzolla). Ainda, um momento especial com o coral Uma Sinfonia Diferente, composto por jovens autistas. Para sua realização, o projeto conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF).
Foto Divulgação
Preparamos um espetáculo que é uma grande festa de celebração com o público. O desafio que propus ao grupo foi de reunir momentos vividos nessa história, mas também incluir o novo. Vamos levar para o palco repertório que inclui trechos consagrados aliados a instrumentos novos do Parque DiverSom que estão pela primeira vez em uma apresentação. Também teremos desenho digital ao vivo com projeção, assinado pelo Marcelo Beré. tudo integrado com a Orquestra Sinfônica”, conta Leo Sykes, que desde 1998 dirige o Udi Grudi, sendo O Cano, seu primeiro trabalho com a trupe e que abriu portas para outros lugares do Brasil e do exterior.
Pioneiros na proposta do ‘Novo Circo’ em Brasília, a história da companhia, fundada em 1982, funde-se com a história da Capital Federal, tendo contribuição importante para a construção da identidade sócio-cultural da cidade. É um dos mais antigos grupos de circo-teatro contemporâneo do Brasil. O grupo norteia seu trabalho pela investigação e criação de espetáculos originais. Ao longo dos anos, o grupo tem desenvolvido uma linguagem própria baseada no clown, no teatro experimental e na música.
Foto Divulgação
O Udi Grudi traz em sua bagagem a vivência de um circo tradicional onde apresentavam comédias e dramas do circo-teatro, além de números como malabarismo, acrobacias, passeio-aéreo, corda indiana, show radiofônico e trapézio de vôos. Nos palcos e picadeiros, os clowns tocam e cantam, os cenários viram instrumentos, e a dramaturgia é baseada na imagem e na sonosfera.
Os espetáculos já levaram a companhia para Alemanha, Argentina, Bélgica, Bolívia, Canadá, China, Cuba, Dinamarca, Escócia, Espanha, Estados Unidos, Irlanda, Itália, México e Suíça, além de 16 estados brasileiros.
E ainda tem DiverSom!
Presente para a criançada – e para os mais crescidos também-, o Parque DiverSom vai ocupar o gramado entre o Teatro Plínio Marcos e o estacionamento do Eixo Cultural Ibero-americano de 14/05 a 17/05, com acesso livre.
Iniciativa de Márcio Vieira e Luciano Porto, ambos integrantes do Udi Grudi, o parque foi criado em 2016, fruto de um projeto que englobava uma exposição temática sobre o som, abordando aspectos da História, da Acústica e da Música e um playground sonoro.
A grande diversão é despertar a percepção auditiva pela associação de sons e movimentos. São brinquedos tradicionais de parquinho infantil acoplados a aparatos sonoros que são acionados pelo movimento do brincante. Embora sejam brinquedos para crianças, são dimensionados para suportar o peso de adultos, permitindo que toda a família participe da folia!
A temporada do Diversom – Udi Grudi 40 anos tem patrocínio da Usiminas, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e apoio do Instituto Usiminas.
Foto Divulgação
História
A companhia Udi Grudi nasceu em Brasília em 1982, a partir da montagem da peça Circo Udi Grudi, de Jeanne Marie. Luciano Porto, Marcelo Beré e Márcio Vieira então formaram o grupo que, no ano seguinte, montou a primeira peça Gambira goiaba. No começo da trajetória pelo Distrito Federal, o grupo desenvolveu projetos culturais enquanto emergia em intensa pesquisa sobre a linguagem circense.
O grupo montou, posteriormente, o espetáculo Menina dos Olhos, sob direção de Hugo Rodas. Dentre os prêmios conquistados pelo trabalho, três prêmios APAC-DF (Melhor trilha sonora, melhor espetáculo infantil e melhor cenário) e o prêmio Concorrência Fiat de 1989. Foi a partir de 1998, que entrou em cena a diretora Leo Sykes, dirigindo os palhaços do Udi Grudi na nova peça O Cano, espetáculo que levou a trupe para fora do Distrito Federal pela primeira vez.
O Cano fez muito sucesso em Edimburgo, o que garantiu para o Udi Grudi diversas avaliações positivas da crítica e uma infinidade de convites para outros festivais. O grupo ganhou, no Fringe Festival em Edimburgo, o Herald Angel Award. Os palhaços também já foram presenteados com a comenda da Ordem do Mérito Cultural do Distrito Federal. (Fonte – CB)
Ficha técnica – ConSerto Excêntrico
Direção, Dramaturgia e Figurino
Leo Sykes
Cenografia
Luciano Porto
Direção de Arte
Marcelo Beré
Direção Musical
Márcio Vieira
Arranjos
Marcos Cohen
Elenco
Janette Dornellas
Luciano Porto
Marcelo Beré
Márcio Vieira
Mateus Ferrari
Nonato Véras
Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro
Maestro
Claudio Cohen
Participação Especial
Coral Uma Sinfonia Diferente
Produção Executiva
Thiago de Barros
Coordenação de Produção
Artur Cavalcante
Iluminação
Marcelo Augusto
Videomapping
Jay Barros
Identidade Visual
Felipe Cavalcante
Molde.cc
Redes Sociais
Maya Sykes
Audiodescritora Transcritora
Veryanne Couto Teles
Técnica de Transmissão
Inovar Audiovisual
Intérprete de LIBRAS
Tatiana Elizabeth
Foto Divulgação
Serviço
Circo Teatro Udi Grudi 40 anos
Eixo Cultural Ibero-americano
14/05 a 17/05
Parque DiverSom aberto ao público, no gramado entre o Teatro Plínio Marcos e o estacionamento do Eixo Cultural Ibero-americano. Acesso livre
15/05
14H30 – Apresentação gratuita do espetáculo ConSerto Excêntrico para escolas e público em geral. Sessão com audiodescrição e intérprete de LIBRAS. Teatro Plínio Marcos. Ingressos via Simpla.
16/05
09H30 – Apresentação gratuita do espetáculo ConSerto Excêntrico para escolas e público em geral. Teatro Plínio Marcos. Ingressos via Simpla
20h – Apresentação do espetáculo ConSerto Excêntrico gratuita e aberta ao público, no Teatro Plínio Marcos. Ingressos via Sympla esgotados, porém haverá fila de espera, com abertura às 19h45. A produção solicita que quem retirou seus ingressos cheguem ao teatro até esse horário limite.
As atividades acontecem no sábado (20/05) e no domingo (21/05) e são totalmente gratuitas
Foto Divulgação
No Conjunto Nacional tem palhaçada? Tem sim Senhor!!! No próximo sábado (20/05) quem comanda a diversão da garotada no shopping é o palhaço Trevolino. Com o espetáculo “Segura Mamãe”, o artista Trevo se apresenta a partir das 15h, no Espaço Conjunto Sustentável, localizado no 2º piso, na Praça de Alimentação Norte.
Há mais de 15 anos no mercado, Trevo traz um espetáculo com números clássicos da palhaçaria que envolvem equilibrismo, malabarismo e mágica. Durante a apresentação, a plateia é convidada a participar e se divertir com o show.
No domingo (21/05), os pequenos serão animados pela contação de história promovida pela Cia Neia e Nando. Com o personagem da DC, Batman, o grupo teatral apresenta um espetáculo em que o super-herói precisa capturar os perigosos vilões, que fugiram do Asilo Arkam. No decorrer da atração, Batmam precisará se livrar dos planos mirabolantes elaborados pelos vilões Hera Venenosa, Mulher Gato e Pinguim, que prometem deixar Gothan City de cabeça para baixo.
A apresentação ocorre às 15h, no Espaço Conjunto Sustentável, localizado no 2º piso, na Praça de Alimentação Norte.
Para participar de todas as atividades é necessário que os pais ou responsáveis façam a inscrição, previamente, no aplicativo do shopping.
Estacionamento com desconto
Para os pais ou responsáveis que gostam do conforto e maior segurança utilizando o estacionamento interno, o Conjunto Nacional oferece desconto de 10% (dez por cento) no pagamento do estacionamento. O desconto é válido apenas na modalidade de pagamento via cartão de crédito.
Foto Divulgação
Serviço:
– Diversão em Conjunto com Trevolino
Data: 20/05 (sábado)
Horário: às 15h
Local: Espaço Conjunto Sustentável – 2º piso, na Praça de Alimentação Norte do Conjunto Nacional
– Diversão em Conjunto: Contação de histórias – “Batman”
Data: 21/05 (domingo)
Horário: às 15h
Local: Espaço Conjunto Sustentável – 2º piso, na Praça de Alimentação Norte do Conjunto Nacional
A Cia Etc e Tal é uma das únicas companhias brasileiras com representatividade internacional, que tem na mímica e na comicidade suas características latentes CRÉDITO FOTO: LEVI LEONARDO
Novidade para os brasilienses que não abrem mão de música de qualidade e boa gastronomia em um único ambiente. E para prestigiar seus clientes a Casa Baco apresenta a primeira edição do “Casa Baco Music Festival”, que irá reunir grandes nomes de músicos locais para agitar suas noites de quarta a sexta. Um ambiente preparado para te receber, com decoração aconchegante no jardim da Casa Baco e de quebra um lindo bar de queijos artesanais brasileiros em um carro retro, tudo com muito estilo para proporcionar a melhor experiência para você.
Serão 04 meses de muita diversão, música ao vivo em shows exclusivos, gente bonita, drinks, vinhos e a gastronomia Baco que todos já conhecem. Na parte gastronômica, além do cardápio da Casa Baco com a pizza Napoletana, pratos e os deliciosos petiscos, a novidade fica por conta do bar de queijos artesanais brasileiros com a curadoria de Lucas Douglas do Empório Capital. Na parte das bebidas drinks diversos, vinhos da Del Maipo que irá apresentar uma seleção especial de rótulos de Brasília e Cerrado brasileiro, chopp gelado da Stella Artois, Goose Island e Hop Capital.
Foto Divulgação
A curadoria musical ficou por conta da produtora, Tatiana Anjos que com seu olhar aguçado irá trazer grandes nomes da música local. “Brasília é uma cidade conhecida por ter músicos de alto nível, daqui saíram nomes vencedores de prêmios importantes como o Grammy, entre outros. Essa é uma ótima oportunidade para prestigiar os músicos locais.
A diversidade cultural da cidade inspirou a Casa Baco em criar esse festival que começa agora em maio e vai até setembro. Vamos trazer o melhor do Jazz, Chorinho, samba de raiz, Black Music, Blues e outros estilos que levam ao consumidor da boa música sair de casa sem se preocupar com a atração, finalizou Gil Guimarães”. E para dar início aos trabalhos, a primeira semana será marcada por Soul, Samba Jazz e rock com Mulungroove, Ana Beatriz e Brasília Samba Jazz, Haroldinho Mato, Bemol e Renato Glória, isso mesmo, vamos começar com o pé direito.
Chama os amigos e venha viver uma experiência diferenciada na Casa Baco, que toda semana do festival irá apresentar uma nova programação musical contemplando o samba, jazz, MPB, chorinho, forró e muito mais.
Foto Divulgação
Programação da semana:
17/05- Mulungroove
18/05- Ana Beatriz e Brasília Samba Jazz
19/05- Haroldinho Matos, Bemol e Renato Glória.
Programação do primeiro mês:
Gypsy jazz club,
Forró dos Sertões com Maisa Arantes,
Grupos de Chorinho,
Os Comparsas,
Júnior Ferreira e Marcus Moraes,
Jenny Hill,
Dudu Maia,
Emília Monteiro,
Carol Nogueira, Alessandra Terribili dentre outros.
Além do reconhecimento a partir de 176 categorias, evento realizado no Museu da República, Clube do Choro e Câmara Legislativa do Distrito Federal terá vasta programação aberta ao público
O evento terá início com uma cerimônia de Moção de Louvor aos Profissionais da Música, realizada na Câmara Legislativa do Distrito Federal, com direito à apresentação da cantora, compositora, rabequeira e pifeira Maísa Arantes. Na ocasião, será servido um coquetel em meio a uma instalação de fotos dos homenageados. Em continuidade, para dar conta apenas da premiação serão necessárias duas noites. Em 2 de junho, serão premiadas as categorias das modalidades Produção (https://ppm.art.br/src/pages/finalistas.html) e Convergência (https://ppm.art.br/src/pages/finalistas.html). Já em 3 de junho de 2023, será a vez das modalidades Educação (https://ppm.art.br/src/pages/finalistas.html) e Criação (https://ppm.art.br/src/pages/finalistas.html)
A programação (https://ppm.art.br/src/pages/conteudo.html?tipo=programacao) movimentará também o tradicional Clube do Choro e o Museu da República. No museu, um dos últimos monumentos projetado por Oscar Niemeyer para a capital do país, se dará a maior parte das atrações envolvendo os participantes, tudo aberto à população. “O nosso propósito é maximizar o protagonismo daqueles que nos enriquecem com talento, criatividade, inovação e informação a cada edição e convidar o público a viver essa experiência conosco”, afirma Gustavo Vasconcellos, idealizador do PPM.
Gustavo reforça que o PPM é feito para os profissionais da música de todo o país, com o propósito da valorização de toda a cadeia criativa e produtiva da música, desde os bastidores, passando pela obra em si, até sua distribuição. “E esses profissionais não estarão presentes apenas na plateia e no palco recebendo troféus, mas compartilhando seus conhecimentos e talentos na programação composta de palestras, paineis, workshows, gravação de podcast, workshows, feira literária, LAB PPM, além do Festival A Parada da Música. É um congraçamento, como costumo dizer, de todos, com todos e para todos”, explica.
Foto Divulgação
PRESENÇAS
Presente a cinco edições do PPM, o músico Roberto Menescal, um apoiador de primeira hora do PPM, estará em Brasília para o evento, que já conta com várias confirmações. Participarão da programação produtores, jornalistas, compositores, músicos, empresários e mais uma gama de profissionais relacionados ao universo da música, entre eles Adriana Belic, Afonso Oliveira, Alec Haiat, Barral Lima, Benjamim Taubkin, Cibele Bahia, Edson Natale, Elisa Maia, Kamille Viola, Kathia Pinheiro, Manno Góes, Marcio Mazzeron, Marta Schmitt, Miguel Galvão, Paulo Almeida, Socorro Lira, Thomas Roth, Valéria Becker, Patrícia Palumbo, Paulo André Pires, Fred 04, Marcelo Fruet e Maurício Tagliari. Além deles, vindos de todas as regiões do país, confirmaram presença cerca de 200 finalistas.
Nesta edição, o PPM recebeu inscrições de 20 estados brasileiros e o Distrito Federal, mais uma vez, está bem representado. Entre eles Câmbio Negro, Atitude Feminina, Japão, DJ Raffa Santoro, Rock Beats, Sandra Duailibe, Clara Telles, Festival Favela Sounds, Fernanda Cabral, Salomão Di Pádua, Um Nome Comunicação, DJ Karla Testa, Kika Carvalho, entre outros.
Foto Divulgação
PERTINÊNCIA TEMÁTICA
A começar pelo painel inaugural “Vivam os Profissionais da Música: Temos um país para reconstruir”, o evento abordará assuntos abrangendo as modalidades e categorias que compõem a premiação. O enfoque será para a visão e percepção do segmento musical, a partir do dia a dia de seus profissionais, buscando unir pessoas, empresas e prestadores de serviço em torno de um legado que beneficie esta classe através de consumidores e comercializadores.
Entre os temas, para ilustrar e inspirar, destaque para “O Uso de Recursos de Inteligência Artificial na Produção Musical Executiva”, “Música em Pauta: uma ponte entre o som e a imprensa musical”, “Os Caminhos da Música Popular Brasileira”, “Entre Corpos Toadas e Batuques”, “Cancioneiro Latino-Americano e Brasileiro como espaço para o restauro da história”, “A importância da gestão e análise de metadados para o sucesso na carreira”, “Música no metaverso e web 3.0: novos campos de trabalho para os profissionais da música”, entre muitos outros.
E entre um workshow e uma palestra; um painel e um pocket show, o público poderá conferir uma pequena feira literária montada no anexo do Museu da República. Em autógrafos, a partir de 2 de junho, nove autores divulgarão obras significativas sobre a produção musical de nosso país: Edson Natale e Cris Olivieri (Guia da Produção Cultural 9ª edição; Paulo André (Memórias de um motorista de turnê); Rosa Barros (Brincadeiras de soprar); José Daniel Telles dos Santos (O violão pampeano de Lúcio Yanel); Gabriel Gonzaga (Para ouvir Sylvia Telles); Chris Fuscaldo (Viver é melhor que sonhar); Rafael Leme (Prática da Linguagem da Música Brasileira na Música Popular); Kamille Viola (África Brasil: Um dia Jorge Ben Voou Para Toda a Gente Ver) e Clarissa Figueiredo (Gauchismo Líquido).
O Prêmio Profissionais da Música é um evento inclusivo e contará com intérpretes de LIBRAS em todas as atividades, instalações acessíveis a pessoas com deficiências e outros recursos de acessibilidade. O PPM foi realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.
Foto Divulgação
ALGUNS NÚMEROS SOBRE A 7ª EDIÇÃO DO PPM
Homenageados: 4
Modalidades: 4
Categorias: 176
Inscrições: 2149
Finalistas: 842
Indicados pelo Conselho Sensorial: 125
Troféus: 193
Votos: + de 100 mil na votação popular
Duração do evento: 4 dias
Espaços principais: 4
Apresentações musicais: 12
Painéis: 6
Palestras: 8
Workshows: 8
Lançamento de livros: 10
Sessão de autógrafos: 2
HISTÓRICO DE HOMENAGEADO(A)S
1ª edição (2015) – Renato Russo, Roberto Ribas, Jorge Ferreira
Tema: Qual o Futuro da Música?
2ª edição (2016) – Fernando Brant
Tema: Qual o Futuro da Obra?
3ª edição (2017) – Benjamim Taubkin, Pena Schmidt e Thomas Roth
Tema: “O Poder do Associativismo”
4ª edição (2018) – Roberto Menescal
Tema: “E aí, qual é a sua Bossa?”
5ª edição (2019) – Claudio Santoro, Ronaldo Bastos e Genildo Fonseca
Tema: “Do clássico ao popular- 100 anos de música brasileira”.
6ª edição (2020/2021) – Cássia Eller, Patricia Palumbo e Odette Ernest Dias
Tema: do analógico ao digital, viva o Direito Autoral
7ª edição (2022/2023) – Chico Science, Lia de Itamaracá, Juarez Fonseca e Renato Matos.
O projeto itinerante que ferve o inverno brasiliense chega à 5ª edição com boa música, gastronomia e exposição fotográfica
Foto Divulgação
A Casa da Manchete, projetada pelo renomado arquiteto Oscar Niemeyer, é um dos ícones da arquitetura modernista de Brasília. Inaugurada em 1978 no Setor de Indústrias Gráficas, a sede da antiga revista e TV “Manchete” foi um importante ponto de encontro para a elite cultural e política da capital federal. Desativada, ela agora recebe a balada mais elaborada da capital: o Hidden. Diversão, pista de dança, música, gastronomia e cultura em meio a um cenário de valorização do legado arquitetônico da cidade fazem parte do “combo” oferecido pelo badalado spot do inverno brasiliense. O Hidden receberá o público sempre de quinta a sábado a partir de 18 de maio. Tradicionalmente, o projeto se estende até o início das chuvas.
“Esta homenagem ao visionário Niemeyer e à cidade de Brasília é um símbolo do compromisso do Hidden em preservar a rica história da cidade e integrar o patrimônio arquitetônico local à sua visão inovadora. Afinal, é isso que faz do Hidden uma experiência única e incomparável”, revela Mari Braga, idealizadora do projeto.
A ambientação, sempre muito comentada, é uma das atribuições que mais estimulam a criatividade de Mari. Nesta edição, a iluminação será especial e montada de uma maneira em que todos possam se sentir envolvidos pelo design da época da construção do imóvel. No projeto, mobiliário, objetos de decoração, cores e conforto que remetem a espaços de uma casa trarão leveza e descontração para a clientela fiel do spot.
Semanalmente, grandes chefs assinarão o cardápio da casa com menus para todos os gostos. O primeiro final de semana terá comida afetiva, aquela que tem a cara da casa da vovó, sob a responsabilidade da chef Raquel Pacheco. No final de semana seguinte, de 25 a 27/05, será a vez de Dudu Cavalheiro.
Seguindo a tradição, as atrações musicais ainda são surpresas, mas sempre com muitos talentos brasilienses subindo ao palco, e também haverá espaço para talentos e vozes de outros estados. Em relação aos estilos musicais dá para adiantar que as quintas-feiras serão dedicadas ao rock, do clássico ao contemporâneo. Às sextas, som bem brasileiro, do rock à MPB. Aos sábados, pop music.
Outro destaque, a galeria de arte vai receber durante toda a temporada 2023 uma exposição fotográfica de Bruno Stuckert, com a série autoral “Desatar”, uma intervenção artística que consiste numa obra em progresso. Ou seja, ela evolui de acordo com a resposta do público ao longo do Hidden. A série produzida no Deserto do Atacama, convida o espectador a uma jornada interior por meio da contemplação das imagens. As fotografias minimalistas são uma representação da vastidão do deserto e da magnitude da natureza e convidam o público a se perder em sua imensidão e encontrar-se em si mesmo.
“São meses muito intensos ao longo de um ano para preparar o Hidden. Mal acaba uma edição a gente já está pensando na outra. E a resposta do público é maravilhosa. E é isso: está chegando a temporada mais animada de Brasília, de muita celebração, reencontro e novos encontros”, ressalta Daniel Braga, sócio do projet.
Foto Divulgação
HISTÓRICO
Mari teve a ideia de criar o Hidden a partir de viagens para fora do país. Nelas, gostava de buscar lugares inusitados e um deles foi uma casa abandonada em New Orleans, destruída por um furacão, que foi transformada em uma loja de vinhos. O Hidden foi lançado há seis anos. A primeira edição ocupou uma passarela subterrânea do Pier 21, em 2017. Já em 2018, foi a vez do bicicletário do Parque da Cidade, em 2019, a Ilha do Parque da Cidade e, em 2022, o Espaço da Eletronorte na 904 sul.
Foto Divulgação
Serviço:
Data: 18 de maio até o fim do período da seca
Dias: Quintas, Sextas e Sábados
Hora: a partir das 18h
Local: Casa da Manchete – SIG, Quadra 01, lotes 985-103
O melhor presente é você presente! Esta é a premissa que acompanha o novo jingle de aniversário de um dos maiores empreendimentos da região. Completando uma década de história, o JK Shoppinglança sua nova campanha institucional para celebrar a data, comemorada no dia 15 de novembro. Moderna, atrativa e com o propósito de homenagear quem faz o centro de compras ser um grande sucesso, a iniciativa convida os clientes, funcionários e lojistas a iniciar as festividades com uma série de eventos e ações que estão sendo planejadas para este ano de festa.
“Sintetizamos um pouco do que esses dez anos representam para a trajetória do JK Shopping: um caminho construído por meio de uma parceria sólida entre os colaboradores, lojistas, fornecedores e clientes, que estiveram nos apoiando nesse caminho de crescimento. Todos têm um papel fundamental no funcionamento disso tudo, por isso, celebrar este aniversário é comemorar também todas as parcerias feitas ao longo do tempo”, ressalta Eliza Ferreira, superintendente do centro de compras.
Planejado para atender o público de Taguatinga, Ceilândia, Vicente Pires e Samambaia, o shoppinginveste, há dois anos, em novas operações, melhorias prediais e renovação na ambientação e paisagismo, a fim de oferecer ao público qualidade, modernidade, tecnologia, grandes marcas de projeção nacional e internacional, além de lazer e gastronomia, somando uma experiência de compras e passeio personalizada e exclusiva.
Com conceito assinado pela agência Gabinete C, a traduz o laço de carinho, atenção e cuidado que o JK Shopping construiu com a comunidade. Por meio de uma comunicação moderna, sequencial e divertida, convida o público para uma linda celebração. “De forma simples e cotidiana, foi preciso dizer ao nosso público o quanto ele é importante e o quanto o JK Shopping é grato por sua companhia constante nesses dez anos. Assim nasceu o conceito: Nos 10 anos do JK Shopping, o melhor presente é você presente!”, ressalta Cillas Amaral, diretor criativo da Gabinete C.
Diversas ações e peças de comunicação foram pensadas para ressaltar o carinho do shopping com os seus clientes. Ao som de um jingle animado, alegre e fácil de cantar, a campanha evidencia e convida aqueles que são a razão da existência do empreendimento. “Nestes 10 anos, o JK Shoppingcresceu e ganhou força em uma das regiões mais dinâmicas do Distrito Federal. Desejamos valorizar essa trajetória e reforçar a conexão com o público”, diz Eliza Ferreira.
Foto Divulgação
Ficha técnica:
Criação: Gabinete C
Direção de criação: Cillas Amaral
Diretor de arte: Elzimar Moreira
Atendimento: Sônia Carvalho
Produção: Adriana Resck e Maíra Gadelha
Mídia: Poliana do Vale
Produtora: Rebells
Diretor: Ricardo Mapurunga e Diego Sullivan
Direção de fotografia:
Produtora: Sandra Bonates
Coreógrafo: Renzo Vernay Hida
Figurino: Lidiana Queiroz Rodrigues
Produção de elenco: Iremar Barcelar de Santana Rodrigues
Produtora de Áudio: Muzak
SOBRE O JK SHOPPING:
Inaugurado em novembro de 2013, o JK Shopping foi concebido para atender um público de mais 1,5 milhão de pessoas moradoras de Taguatinga, Ceilândia, Samambaia, Vicente Pires e cidades adjacentes.
Recebe mensalmente 700 mil pessoas, atendidas por mais de 160 operações comerciais, dentre elas as maiores redes de lojas de departamentos, cinema com instalações de última geração, áreas destinadas a entretenimento para todas as faixas etárias, moda, beleza, tecnologia e gastronomia diversificada com operações nacionais e internacionais, conhecidas do público apreciador da boa culinária.
Com todos os seus corredores ambientados com móveis exclusivos e um paisagismo onde o verde se apresenta fortemente para humanizar os espaços internos e com ofertas capazes de atender as mais diversas demandas de consumo, proporcionando aos seus frequentadores conforto e bem-estar em suas visitas para compras, entretenimento e encontros.
Tem como propósito, ser agente de transformação da comunidade local, contribuindo com projetos voltados para a valorização cultural, social e econômica da região.
O JK Shopping, celebra, hoje, as boas e novas experiências diárias vivenciadas pelos seus clientes.