Alô criançada, para ser um super herói não precisa de capa e nem de poderes sobrenaturais, basta vestir um pijama. Isso mesmo! Você não leu errado, sabe por quê? O Teatro do Brasília Shopping recebe a peça “Heróis de Pijamas”, inspirado no desenho animado “PJ Masks”. A peça traz ao palco as aventuras do Menino Gato, da Corujita e do Lagartixo, os pequenos heróis que fazem sucesso entre as crianças. O espetáculo será exibido nos dias 04, 05, 11 e 12 de março, às 16h, e os ingressos custam R$ 60 a inteira e R$ 30 a meia.
A apresentação é baseada no desenho que virou febre entre os pequenos, em que os personagens principais são crianças que durante o dia levam suas vidas normais e, à noite, se transformam em super-heróis que combatem vilões e aprendem lições valiosas a cada missão. Recheado de humor, música, dança, efeitos especiais e interatividade com a plateia, a peça traz uma narrativa cheia de aventuras que mexerá com a imaginação de todos.
O espetáculo ocorre aos sábados e domingos e é produzido pela companhia teatral Neia e Nando. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria a partir das 15h, no dia da peça. A classificação é livre.
Música em Trancoso reúne atrações inéditas: Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA), Marisa Monte e Alcione
A 9ª edição do Música em Trancoso – MET (#festivalmusicaemtrancoso) está na contagem regressiva para seu retorno após um hiato de quatro anos, com apresentações da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) e shows de Marisa Monte e Alcione, entre os dias 14 e 18 de março. As vendas do terceiro lote começam nesta sexta, 3 de março, a partir das 12h.
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Serão quatro grandes espetáculos: dois no palco do Teatro L’Occitane e dois no palco do gramado, uma novidade na história do festival – esse novo espaço permitirá receber até três mil pessoas. Além disso, haverá apresentações gratuitas ao público, como a do dia 14 de março, no charmoso e tradicional ponto turístico de Trancoso, Igrejinha do Quadrado, que dará as boas-vindas ao festival.
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O Música em Trancoso é realizado pelo Teatro L´Occitane e pelo Instituto TerraVista. O festival tem patrocínio do Santander, Chenue, Secretaria de Educação e Cultura de Porto Seguro, Secretaria de Turismo de Porto Seguro, Secretaria de Turismo da Bahia, Secretaria de Cultura da Bahia e OSBA; e apoio de L´Occitante e TerraVista. A Nordeste Produção e Eventos é responsável pela organização e produção.
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Confira a programação completa:
14 de março – terça-feira, 18h: OSBA “Bach Etéreo” – Igreja do Quadrado
Gratuito
15 de março– quarta-feira, 19h: OSBA “Clássicos” – Teatro L´Occitane
16 de março – quinta-feira, 19h: Alcione “50 Anos” – Teatro L´Occitane, Palco Gramado
17 de março – sexta-feira, 19h: OSBA “CineConcerto” – Teatro L´Occitane
18 de março – sábado, 11h: OSBA “Uma Viagem Pelo Mundo” – Praça do Bosque
Gratuito
18 de março – sábado, 19h: Marisa Monte “Portas” – Teatro L´Occitane, Palco Gramado
Os ingressos para pista geral para shows de Alcione e Marisa Monte custam R$ 400 (inteira), R$ 200 (meia entrada) e R$ 100 (morador). Os ingressos para os concertos da OSBA custam R$200 (inteira) e R$ 100 (meia entrada e morador).
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Sobre o Música em Trancoso – @festivalmusicaemtrancoso
Idealizado para se tornar um instrumento de evolução social, cultural e econômico do Sul da Bahia, o Música em Trancoso faz parte do calendário nacional de cultura desde 2012. Reúne, em um dos destinos turísticos mais icônicos do país, artistas exponenciais do Brasil e do cenário erudito mundial, além de promover atividades socioculturais gratuitas para os moradores da cidade, como concertos ao ar livre, aulas de iniciação musical para crianças de escolas do ensino público e masterclasses com músicos renomados. Em oito edições, foram 64 apresentações e um público de mais de 70 mil pessoas. A expectativa na retomada do festival é atrair um público pagante de 8.000 pessoas.
Sobre o Teatro L´Occitane – @teatro_loccitane
O Teatro L’Occitane foi projetado inicialmente para ser a sede do Música em Trancoso – MET e receber outros eventos multiculturais durante o ano todo. Inaugurado em 2014, com capacidade para receber um público de mais de mil pessoas, tem dois palcos e duas plateias sobrepostas, do mesmo tamanho e formato, para apresentações ao ar livre e em ambiente fechado. Projetado pelo arquiteto luxemburguês François Valentiny e financiado 100% por Reinold Geiger, tornou-se um complexo arquitetônico único, por sua beleza e funcionalidade, em meio à natureza exuberante da região.
Todos os domingos do mês terão teatrinho infantil gratuito com a Cia Néia e Nando
Os domingos do mês de março serão regados de alegria e diversão com a programação infantil do DF Plaza Shopping. A criançada poderá curtir um teatrinho diferente a cada final de semana, com montagens da Cia Néia e Nando, sempre às 15h.
A programação começa no dia 05 com o espetáculo Uma Aventura no Mar, inspirado na animação musical que fez sucesso nas telonas em 2016. É a famosa história da adolescente polinésia Moana, filha do chefe da tribo Motunui, que se aventura pelo Oceano Pacífico para desvendar o mistério que envolve seus ancestrais. No caminho, ela encontra o espirituoso semideus Mauí e, juntos, embarcam em uma viagem cheia de ação, enfrentando criaturas inusitadas para salvar a tribo.
27/09/2016. Credito: Paky Producoes/Divulgacao. Miraculous ? as aventuras de Lady Bug.
No dia 12 é a vez de Ladybug em As Aventuras de Miraculous, que conta a história de Marinette, uma menina apaixonada por moda e vive os dilemas de uma adolescente comum. Mas, o que ninguém sabe é que ela também é uma super-heroína conhecida como Ladybug. Ela e seu parceiro nas lutas, Catnoir, vivem muitas aventuras juntos.
O clássico Rapunzel também está na programação e será encenado em 19 de março. A trama mostra a saga de um fazendeiro que sai em busca de rabanetes para realizar o desejo de sua esposa grávida. E ao encontrar um único rabanete em um terreno que parecia abandonado, ele desperta a fúria da bruxa que ali habitava. Furiosa, ela poupou sua vida e deixou-o partir com uma condição: se o filho que nascesse fosse homem, nada haveria de acontecer, mas se fosse mulher, deveria ser trazida até a casa, pois a bruxa tomaria conta dela.
E para encerrar o mês, uma das personagens mais populares do universo infantil ganha vida em Frozen Fever, no dia 26. A peça mostra Elsa, que prepara uma festa de aniversário surpresa para Anna com a ajuda de Kristoff, Sven e Olaf. O plano é despistar a aniversariante com uma “caça aos tesouros da festa”, e Elsa sai com a irmã pelo reino. Infelizmente, Elsa pega um resfriado e começa a espirrar pequenos e adoráveis bonequinhos de neve. As criaturinhas logo partem para destruir as decorações da festa, só que Kristoff tenta impedi-las antes que as duas voltem. Será que a festa de Anna vai ser um sucesso?
Programação:
05 de março –Uma Aventura no Mar – Cia Néia e Nando
12 de março –Ladybug em As Aventuras de Miraculous – Cia Néia e Nando
19 de março – Rapunzel – Cia Néia e Nando
26 de março – Frozen Fever – Cia Néia e Nando
Teatrinho infantil
Data: Todos os domingos do mês de março, sempre às 15h
As apresentações gratuitas produzidas pela Fábula Cia Teatral acontecem às 16h no 2º piso com classificação indicativa livre. A ação faz parte do projeto Hora Animada criado pelo shopping
Para alegria da criançada, o Boulevard Shopping Brasília promove mais uma edição do projeto Hora Animada e, desta vez, recebe espetáculos lúdicos e criativos da Fábula Cia Teatral. No sábado, 04 de março, quem comanda a programação é o Capitão Gancho com o Baú do Tesouro, já no domingo, 05 de março, é a vez do Chapeuzinho e o Lobo Cerradinho. Ambos acontecem às 16h no 2º piso do mall para toda a família de forma gratuita.
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O Baú do Tesouro traz um universo bem lúdico para os pequenos, onde piratas são seres muito atrapalhados, que vivem se metendo em encrenca e confusão. Na narrativa, o Capitão Garrancho e sua turma encontram um mapa muito misterioso. Nela, os marujos embarcam numa aventura emocionante em busca do tesouro perdido. A apresentação, com duração aproximada de 45 minutos, é divertida e interativa com linda mensagem sobre trabalho em equipe e amizade.
Já o espetáculo Chapeuzinho e o Lobo Cerradinho trabalha importantes temas para o conhecimento e preservação do segundo maior bioma da América Latina: o Cerrado, expondo situações com personagens engraçados e músicas autorais. No enredo, Chapeuzinho Vermelho recebe uma tarefa escolar: fazer uma redação sobre o bioma Cerrado. A apresentação é construída a partir de cenas cômicas pautadas na pesquisa da companhia, com utilização do teatro físico, criando corpos performáticos e estimulando a fixação do conteúdo através da memória emotiva. A linguagem é engraçada e democrática.
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Sobre a Fábula Cia Teatral
A Fábula Cia Teatral traz às crianças o universo das artes e da cultura de forma lúdica e divertida, abordando temas relevantes a serem trabalhados na infância. A companhia surgiu no cenário de São Sebastião em 2012 com o antigo nome do grupo Companhia teatral Três Amiguinhos, com a proposta de levar cultura nacional às crianças, com espetáculos autorais e adaptação de grandes clássicos. Os roteiros das peças teatrais são elaborados e desenvolvidos com o intuito de motivar a formação de bons valores, aliando linguagens artísticas, resgate de brincadeiras e músicas.
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Serviço:
Hora Animada no Boulevard Shopping Brasília – O Baú do Tesouro e Chapeuzinho e o Lobo Cerradinho
A Galeria do Espaço Cultural STJ acolhe, de 07 de março a 04 de abril de 2023, a “3ª Exposição Nacional de Artes Plásticas da Academia Latino-Americana de Arte no Espaço Cultural STJ”, sob a curadoria de Fábio Porchat, Diretor da ALA no Brasil.
Porchat possui intenso currículo na área cultural e sólida reputação nacional de empreendedor cultural.
A mostra reúne artistas e personalidades exponenciais em suas respectivas áreas, nas mais variadas técnicas de pintura e escultura.
A ALA consolida-se como uma das mais expansivas e profícuas entidades culturais pátrias, colaborando para o estreitamento cultural dos países latino- americanos e congregando artistas e intelectuais por meio de eventos internacionais do mais alto nível técnico e artístico.
No Brasil, a Academia tem como objetivo entrelaçar as culturas distintas deste país continental, de norte a sul e de leste a oeste.
Assim, a mostra pretende reunir e apresentar ao público uma miscelânea de talentos do Brasil e da América Latina, estreitando os laços culturais por meio das artes visuais e da linguagem poética a que cada uma das obras nos remete.
Abertura: 07 de março de 2023 das 18h30 às 21h Visitação: 07 de março a 04 de abril de 2023, de segunda a sexta, das 9h às 19h Local: Espaço Cultural STJ
Participação de bares e restaurantes cresce 40%; público poderá resgatar brindes
A 6ª edição do Broteco, festival de comida de boteco de Brotas, amplia a rede participante de bares e restaurantes em 2023. São 24 opções de pratos, de porções a refeições, e sobremesas. De 1 a 30 de março, o público poderá apreciar e votar na melhor receita do evento.
Com a adesão em peso dos estabelecimentos que têm a presença constante de turistas, o festival reúne um cardápio variado no preço entre R$ 19,90 e 92,99. Entre os exemplos estão a releitura da cozinha italiana com toque de comida caseira, como os minipolpetones gratinados, com recheio de mussarela de búfala, e que podem ser regados com molhos caipiras. Quem prefere a porção, uma das opções é o bolinho de cupim frito e gratinado, que acompanha vinagrete de abacaxi. Na lista das sobremesas, o sorvete de baunilha e café com Nutella, caramelo e chocolate belga está entre as escolhas possíveis – confira abaixo a relação completa dos restaurantes e pratos.
O Broteco é realizado pela Associação das Empresas de Turismo de Brotas e Região (Abrotur), e conta com o apoio da Secretaria Municipal de Truismo. “O Broteco é mais um festival que impulsiona o turismo em Brotas. Atrai, além do turista que vem para temporada, o visitante a passeio por um ou dois dias. Além de aquecer o setor de alimentos e bebidas, é também uma ação que estimula a economia criativa. E neste ano temos ainda um aumento de 40% no número de estabelecimentos participantes, o que reforça a consolidação do evento em nosso calendário”, afirma Fabio Pontes, secretário de Turismo de Brotas.
Estão inscritos para o 6ª Broteco: Brotas Bar, Brotas Beer, Brotas Zen, Cachoeira do Martello, Café Jardim, Camillo Restaurante, Casa da Cachaça, Cozinha da Sissi, Da Roça, Espaço do Pastel, Especialeria, Estação Santa Cruz, Jack Pepira, Kanoas Bar, La Margarita, Malagueta, Nikkey Sushi, Pizzaria Supera, Poção, Recanto das Cachoeiras, Santo Antonio Venda e Bar, Sorveteria 4 Estações, Vicino Dela Nonna e World Burguer.
O participante também recebe selos que podem ser colados no guia turístico. Quem tiver diferentes selos poderá resgatar prêmios como day uses e descontos em ecoparques e resorts de Brotas.
SERVIÇO
6ª edição do Broteco
Restaurantes e Pratos Participantes:
1 – BROTAS BAR
– Prato: Minioolpetones Brotas Bar
– Preço de venda: R$ 44,90
– Minipolpetones gratinados e deliciosamente recheados com mussarela de búfala.
Acompanha cestinha de pães e um duo de molhos caipiras.
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2 – BROTAS BEER
– Prato: Parmegiana dos Anjos
– Preço de venda: R$ 75,00
– Corte de filé mignon empanado e frito, servido ao molho de tomate pedaçudo da
casa (sem pele e sementes, com alho, cebola e manjericão), gratinado com mix de
mussarela e parmesão grana padano. Acompanha batatas fritas ou porção de arroz.
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3- BROTAS ZEN
– Prato: Pintando o Sete
– Preço de venda: R$ 30,00
– Bolinho de filé mignon desfiado, recheado com mussarela e acompanhado com vários
molhos para você “pintar e bordar”.
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4- CACHOEIRA DO MARTELLO
– Prato: Croquete Della
– Preço de venda: R$ 39,90
– Feito com moranga cozida a vapor, carne desfiada e pimenta biquinho. Acompanha
musse de pimenta.
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5- CAFÉ JARDIM
– Prato: Catupity Casquinha
– Preço de venda: R$ 19,90
– Porção de minipães franceses cortados ao meio, recheados com o verdadeiro e
original catupiri. Levados carinhosamente à chapa, deixando uma deliciosa casquinha
crocante, feito para dividir com os amigos ou ser apreciado sozinho.
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6- CAMILLO RESTAURANTE
– Prato: Bolinho de Cupim
– Preço de venda: R$ 34,00
– Bolinho feito com suculento cupim bovino que ao sair do forno está desmanchando,
empanado e frito para acompanhar um molhinho barbecue diretamente da cozinha
tradicional do Camillo e um vinagrete de abacaxi para lá de bom.
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7- CASA DA CACHAÇA
– Prato: Cestinha Caipira
– Preço de venda: R$ 15,00
– Sorvete neutro com duas opções de acompanhamento: doce de leite com café ou
licor de café caseiro. Ambos acompanham canudinho crocante recheado de doce de
leite com café.
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8- COZINHA DA SISSI
– Prato: Moqueca de Peixe com frutos do mar
– Preço de venda: R$ 45,00
– Prato típico da culinária baiana no qual cada garfada torna-se uma experiência
inesquecível, acompanhadas de leite de coco, dendê e muito amor!
9- DA ROÇA
– Prato: Choripán da Roça
– Preço de venda: R$ 35,00
– Paozão francês chapeado na manteiga, mussarela, linguiça de pernil Da Roça,
vinagrete, coberto com mussarela gratinada, com um toque especial de queijo
parmesão! Acompanha molho especial Da Roça.
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10- ESPAÇO DO PASTEL
– Prato: Gostosuras à gramel
– Preço de venda: R$ 30,00
– Pasteizinhos artesanais recheados com duas combinações deliciosas: 1• linguiça
toscana e catupiri e 2•milho, queijo e catupiri; acompanha geleia de mel de laranja,
abacaxi e pimenta.
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11- ESPECIALERIA
– Prato: Affogato Brotense
– Preço de venda: R$ 24,00
– Inspirada no clássico italiano Affogato, harmonizou sorvete de baunilha e café
especial, com Nutella, caramelo e disco de chocolate belga para o gran finale.
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12- ESTAÇÃO SANTA CRUZ
– Prato: Crocantes de Mortadela
– Preço de venda: R$ 45,00
– Buscamos transformar o sabor do tão procurado e tradicional lanche de mortadela
do Mercadão Municipal, em uma porção deliciosa de bolinhos, supercrocantes e
recheados, em que a massa é pura mortadela defumada, com os acréscimos de
mussarela, pepino em conserva e um toque de mostarda, servidos com coalhada seca.
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13- JACK PEPIRA
– Prato: Camarão Jack Recheado
– Preço de Venda: R$ 45,00
– Camarão rosa empanado, recheado com catupiri.
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14- KANOAS BAR
– Prato: Trio da Terra
– Preço de venda: R$ 35,00
– Mix com três opções de sabores para agradar todos os paladares, já que seria difícil
escolher um só. Porção com 12 unidades.
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15- LA MARGARITA
– Prato: Varal de Alitas
– Preço de venda: R$ 42,00
– Alitas de frango BBQ à moda da casa. Acompanha salada refrescante de repolho,
hortelã e tomate, batata frita clássica de corte reto e molho chipotle.
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16- MALAGUETA
– Prato: Picanha Alogot
– Preço de venda: R$ 60,00
– Saborosos pedaços do tradicional corte de picanha coberto com aligot (preparado
com queijos selecionados), bolinhos de terrine de mandioca, farofa e molho
chimichurri feitos artesanalmente no restaurante Malagueta! Uma explosão de
sabores.
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17- NIKKEY SUSHI
– Prato: Petisco Oriental
– Preço de venda: R$ 26,00
– Deliciosos salgadinhos de salmão com cream cheese, empanados, fritos e
acompanhados de molho tarê.
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18- PIZZARIA SUPERA
– Prato: Pizza Supera
– Preço de venda: R$ 92,99
– Deliciosa pizza grande, de 8 pedaços, de mussarela, lombo canadense, bacon,
palmito, tomate, brócolis e catupiri.
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19- POÇÃO
– Prato: Medalhão em Dose Dupla
– Preço de venda: R$ 28,00
– Medalhão de mandioca com bacon e medalhão de queijo com abobrinha.
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20- RECANTO DAS CACHOEIRAS
– Prato: Vulcão da Serra
– Preço de venda: R$ 28,00
– Anéis de provolone empanados e recheados com farofa de bacon crocante, requeijão
e geleia de damasco com pimenta.
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21- SANTO ANTONIO VENDA E BAR
– Prato: O Clássico
– Preço de venda: R$ 39,00
– Clássico mignon com queijo no prato. Apresentado à nossa moda: suculento filé
mignon com queijo provolone derretido. Acompanha tomatinhos e alho confitados,
folhas verdes e um delicioso pãozinho ciabatta. Uma maravilha de provar!
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22- SORVETERIA 4 ESTAÇÕES
– Prato: Boteco Nutela
– Preço de venda: R$ 15,99
– Minicasquinhas crocantes recheadas com Nutella e sorvete. Finalizado com
chocolate e confeitos. Irresistíveis do começo até a última mordida.
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23- VICINO DELA NONNA
– Prato: Polentina da Nonna
– Preço de venda: R$ 40,00
– Em duas versões para escolher: Ragu de Ossobuco e Ao Sugo com Pesto
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24- WORLD BURGUER
– Prato: Pork Ribs BBQ
– Preço de venda: R$ 47,90
– Costelinha de porco defumada por longas horas no pitsmoker, com molho BBQ,
acompanhada de nossas deliciosas fritas com cebolinha.
Em única apresentação, o humorista promete boas risadas com “causos” que marcaram sua carreira
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O humorista Nairon Barreto volta a Brasília com o seu personagem Zé Lezin, desta vez para comemorar 40 anos de sua vitoriosa carreira. Em única apresentação e com produção local assinada pela Oh!Artes, o artista sobe ao palco do teatro Unip em 22 de abril. Os ingressos já estão à venda no site da bilheteria digital.
Além de muitas histórias e causos engraçados, Zé Lezin vai reeditar as piadas que o consagraram ao longo desses anos com bastante bom humor. “Não tem mistério no que faço. Na verdade, é porque faço com amor, com um carinho enorme pelas pessoas que acompanham minha carreira desde o início e pelos novos fãs do matuto”, diz o humorista.
Nairon Barreto afirma que procura tomar um banho de cultura popular para se inspirar. “Deixo claro nos shows que o matuto é uma pessoa altamente consciente e que o forte da piada não está na pimenta, está no enredo, e eu não me considero um piadista, eu conto causos”.
O sucesso do Zé Lezin ultrapassou as fronteiras regionais, lotando teatros e outros espaços, em diversas cidades do Norte ao Sul do país. Em uma parceria de muito sucesso com Chico Anysio, Lezin teve seu trabalho admirado pelo comediante e uma participação que fez história na Escolinha do Professor Raymundo. “São quatro décadas de uma marca importante, sem que o público demonstre estar saturado do matuto. É um caso de amor recíproco”, define.
POLTRONA (Solidária – mediante doação de 1kg de alimento) – R$80,00
POLTRONA – (Inteira) – R$ 140,00
**Estudantes, maiores de 60 anos, professores e portadores de necessidades especiais mediante comprovação de benefício; doador de 1kg de alimento não perecível.
Fotografia, artesanato e jogos teatrais são algumas das atividades gratuitas
O Espaço Cultura Renato Russo está com inscrições abertas para novos cursos e oficinas. Ao todo são 12 atividades voltadas para o público adulto e uma voltada para a família. Fotografia, pandeiro de couro, jogos teatrais, artesanato e canto estão entre as aulas gratuitas oferecidas pelo Espaço.
Destaque para as aulas de Musicoterapia destinada a adultos com dificuldade psicomotora ou fala, adquirida e para oficina de Boneco de Mamulengo, em que crianças e adolescentes podem participar, desde que acompanhados do responsável. A ideia é que seja realizada uma atividade mista.
Tradicionalmente conhecido por incentivar e acolher as artes na cidade, o Espaço Renato Russo segue, por meio desses cursos gratuitos, fomentando a cultura e revelando novos talentos. “O instituto Janelas da Arte segue com o intuito de ofertar ao público uma diversidade de fazeres artísticos, envolvendo diferentes linguagens em forma de oficinas, cursos e vivências”, comenta o professor Fabiano Medeiros, coordenador do Programa Pedagógico-Formativo.
As aulas começam agora em março e são oferecidas pelo Instituto Janelas da Arte, Cidadania e Sustentabilidade, por meio do Programa Pedagógico-Formativo e participação na composição da programação do Espaço Cultural Renato Russo, com fomento da Secretaria de Cultura do Distrito Federal. As inscrições estão abertas, possuem vagas limitadas e podem ser feitas pelas redes sociais do Espaço Cultural Renato Russo (ECRR) @espacoculturalrenatorusso ou .https://espacoculturalrenatorusso.com.br/
Cursos e Oficinas gratuitos no Espaço Cultural Renato Russo:
O curso “Produção cultural negra brasileira: provocações e transformações” tem como objetivo sensibilizar profissionais e aspirantes a produtores culturais para as questões ligadas a essas produções (invisibilização, apagamento, folclorização e apropriação das artes e culturas de matriz africana). Além disso, promove a discussão sobre a potencialidade dessas criações. A formação é voltada para profissionais e estudantes das áreas de artes e ciências humanas, produtores culturais atuantes em seus territórios e público geral interessado no tema produção cultural negra brasileira.
Romário Almeida é bacharel em Comunicação com ênfase em Produção Cultural pela UFBA e especialista em Comunicação e Diversidades Culturais. Foi professor do curso de Produção Cultural do Senac/BA e ministrou palestras sobre escrevivências, produção cultural negra, juventudes negras e mídias sociais. Saulo de Tasso é coordenador do Comitê de Prevenção e Combate ao Racismo da FESFSUS, militante do movimento negro e graduando em Psicologia. Ministra palestras sobre racismo institucional, intolerância religiosa e importância da saúde mental da população negra.
A proposta traz a literatura e a literatura brasiliense para o centro de discussões e reflexões em torno e a partir dos aspectos que ligam memória a questão étnico-racial. Dessa forma, pretende-se divulgar, de forma problematizadora, a produção literária do Distrito Federal que pode levar o leitor a pensar a realidade do tempo presente a partir da problemática do racismo.
– Refletir sobre o modo como a literatura local dialoga com questões inerentes à literatura nacional -Conhecer autor da literatura brasiliense e suas obras -Compreender a relação que a produção literária mantém com a sociedade -Identificar a relação que o romance Eu, Kalunga constrói com a contemporaneidade -Relacionar o enredo do romance Eu, Kalunga com o de outras obras – Discutir o lugar da literatura em Eu, Kalunga na trajetória da literatura brasileira no início do século XXI
HORÁRIO: 09h às 10h Público: a partir de 18 anos – foco em pessoas com dificuldades psicomotoras e/ou de fala
Sala: Sala Multiuso
A Musicoterapia será conduzida pelo Professor Fernando Luz, com foco no auxílio a pessoas com dificuldades psicomotoras e/ou de fala, adquiridas. O objetivo da atividade é utilizar a música como ferramenta de apoio ao processo terapêutico de recuperação da motricidade. Só poderão participar da atividade pessoas com mais de 18 anos. Fernando Luz, brasiliense de nascimento e coração, iniciou seus estudos de Musicoterapia na Universidade de Buenos Aires em 2014. Desde então, vem procurando se aperfeiçoar nessa área. Concluiu a Pós graduação em Musicoterapia pelo Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro em 2017. Desde então, atende em domicílio e presta serviços para algumas clínicas no Distrito Federal. Desde o início do ano de 2022, apresenta com Gisele Meire e Mário Sartorelo, o Podcast da Associação de musicoterapia do DF “MUSIOQUÊ”. Nesse podcast o público geral pode ter uma noção do universo da Musicoterapia. Fernando atende pessoas com Down, demências, afásicas e autistas, como também as chamadas neurotípicas. Faz atendimentos em Português, inglês e espanhol.
Instrutores: Tainá Xavier e Lucas Ramos – Fotocoletivo Lumics
Data: de 07/03 a 18/04 (terças e sextas-feiras)
Horário: 14h às 16h Público: a partir de 18 anos
Sala: Teatro de Bolso
A proposta do curso Introdução à Fotografia consiste em um curso de apresentação da linguagem fotográfica. O curso será composto por 8 aulas teóricas e práticas, tendo cada uma duração de 2 horas, somando assim 16 horas de curso no total. O curso pretende um acompanhamento no desenvolvimento das atividades dos participantes. Com a alternância de aulas teórico- práticas será possível a visualização dos conceitos na produção de imagens em dispositivos fotográficos. Não podem participar da Turma de Março pessoas que já fizeram o curso na Turma de Janeiro. O Fotocoletivo Lumics, consiste em uma parceria de dois apaixonados por fotografia, Tainá Xavier e Lucas Ramos. Além dos serviços comerciais, também nos voltamos para a produção, pesquisa e difusão da fotografia autoral. Por acreditar na imagem contemporânea como algo essencial, buscamos formas para a comunicação desta linguagem. O coletivo trabalhou na produção de eventos no campo da arte e cultura. Uma das frentes é a RIZOMA, que consiste em um projeto que tem como objetivo a democratização da arte, e criação de redes entre os diversos agentes da área. Desde eventos como feiras, criação de espaços virtuais para a comunicação, valorização e divulgação de artistas e seus trabalhos autorais na fotografia. Além disso, fiemos parte da coordenação da monitoria de aulas do Espaço Cultural F508, e em Brasília e ministramos cursos autônomos e em espaços como o Espaço Cultural Renato Russo de Brasília, Espaço de projetos e pesquisa NAVE e Espaço Cultural F508.
Júnior Viegas é formado em pandeiro pela Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, e estudante de percussão erudita na Escola de Música de Brasília. É especializado em ritmos populares como Samba, Choro e demais ritmos regionais. Sua versatilidade o permitiu, por muitas vezes, subir ao palco com grandes estrelas da música brasileira, como Roberta Sá, Hamilton de Holanda, Jorge Aragão, Mílton Nascimento, Dudu Nobre, Eduardo Neves, Rita Ribeiro, Oswaldinho do Acordeon, etc. Já participou de turnês na África, Europa, América do Norte e América Latina. Co-Criador do projeto Aprendendo Percussão com mais de 2.000 alunos e mais de 12 milhões de visualizações no YouTube, atualmente também é professor de Percussão Popular na Escola de Choro de Brasília.
Jogos Teatrais
Instrutor: Márcio Menezes
Data: de 13/03 a 28/06 (segundas e quartas-feiras)
Horáios:
Turma 1 – 17:00 às 19:00
Turma 2 – 19:30 às 21:30
Público: a partir de 18 anos
Sala: Teatro Galpão Hugo Rodas
A oficina de Dramaturgia Aberta foi criada pelo professor e diretor de teatro, Márcio Menezes, com objetivo de desenvolver capacidades criativas e interativas por meio de jogos teatrais. As técnicas trabalhadas na oficina provocam os participantes para a necessidade de atuar fora da zona de conforto, aprimorar a capacidade de superação, trabalhar com a resposta negativa e saber trabalhar sob pressão. Também saber lidar com situações de exposição, constrangimento e, principalmente, conviver com as diferenças. Ao final da jornada, além do fazer teatral, o participante terá passado por uma experiência de autoconhecimento, empatia e adquirido habilidades importantes para o convívio em sociedade e respeito com o outro. Márcio Menezes é formado pelo CEN/IdA/UnB e mestre em Teatro, Drama e Educação pela FE UnB onde defendeu em 2010 a dissertação Dramaturgia Aberta – Dispositivo, Abertura e Participação. A dissertação é o resultado de trabalho como dramaturgo, diretor e ator em inúmeros projetos de teatro desenvolvidos com diversos parceiros e instituições, onde a poética de abertura era o norte da criação artística. Trabalhou na Cia. Piramundo, no Grupo dos Homens, na Andaime Cia de Teatro, na Cia. Italiana de Teatro Ladrão e no Coletivo Tombado. Em parceria com essas companhias pesquisou a poética das formas abertas e o desenvolvimento de uma metodologia de trabalho de ator que se configura como um dos diferenciais da pesquisa da Dramaturgia Aberta, um método próprio de construção de espetáculos visando à autonomia do ator e do espectador no processo de criação. A partir da criação coletiva, da improvisação teatral, do espaço fluído e da relação com o público.
Horáio: 09:00 às 11:00 Público: a partir de 18 anos
Sala: Sala de Atividades
A proposta principal da Oficina é ensinar uma técnica que possibilite o bem estar básico, melhorando não só a criatividade, mas possibilitando uma nova fonte de renda. A metodologia que será utilizada se aplica a pessoas de todas as idades, sendo propícia para o ensino da técnica do crochê em fio de malha. Cada aula é única e o mais impressionante é que com a mesma orientação há diversas possibilidades de criação. Carla Gonçalves de Oliveira tem 26 anos, reside na cidade satélite Riacho Fundo I. É estudante de pedagogia e serviço social, da Universidade Católica de Brasília. Ministra oficinas de crochê em fio de malha há dois anos, tendo começado a ensinar na pandemia, como um refúgio nesse período tão difícil.
O curso se propõe a apresentar e explicar, de forma introdutória, como funcionam os mercados de histórias em quadrinhos em diversos países. Desde suas origens até estilos vigentes atualmente. Fomentando o debate e entendimento da evolução dessa mídia que sempre foi popular e importante para o letramento da população.
Na Oficina de Haicai será apresentado o haicai como gênero poético. Serão trabalhados, de forma individual e coletiva, os aspectos formais e modernos da linguagem e da gramática. A oficina será um espaço de experimentação onde se fortalecerão as sensibilidades poéticas. Javier Valado é argentino, residente no Brasil desde 2013. Desde 2019 no Distrito Federal. Em 2020 começou a trabalhar com poesia haicai como escritor e professor publicando seus livros, ministrando aulas e cursos de haicai em diversas instituições educativas e culturais no Distrito Federal. Desde setembro de 2022, realiza a peça de fantoches “Cadê a Vovozinha? Uma história diferente de Chapeuzinho e o Lobo” seu primeiro projeto como autor de teatro de Fantoches. Esta peça é experimental por misturar o Esta peça é experimental por misturar o teatro de fantoches, a poesia haicai, a improvisação e a participação do público. Também é co-fundador e integrante do coletivo cultural “Proyectos Huauque” junto a Yann Maury-Robin (Argentina, França e Brasil).
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Oficina de Boneco de Mamulengos
Instrutor: Aguinaldo Algodão
Datas: 12/03, 26/03, 05/04, 12/04 e 19/04 (domingos)
Horário:
Turma 1 – 10:00 às 12:00
Turma 2 – 14:00 às 16:00
Público: para família – crianças e adolescentes precisam estar ACOMPANHADOS POR ADULTO
Sala: Galpão das Artes
A Oficina de Boneco de Mamulengos pretende além de ensinar, mostrar e despertar no participante o interesse na arte secreta dos bonecos, desde os objetos e materiais usados como obra prima à sua atuação e utilização como elemento cênico, tanto para o teatro como para a vida do participante, que por sua vez exercerá entre outros a criatividade o improviso e a diversão. A oficina será ministrada por Aguinaldo Algodão que é ator, mamulengueiro, arte-educador e artista plástico. Iniciou suas atividades artísticas no ano de 1980, em Olinda/PE. Aos 13 anos, participou de várias oficinas com mestres da cultura popular em uma convivência produtiva e de aprendizado. Também participou devários grupos de teatro, como o Fruta Pão, Mamulengo Só Riso e Mamulengo Fantochito, entre outros. No ano de 1985 radicou-se em Brasília, onde criou e trabalhou em diversos grupos como o Mamulengo Presepada, Grupo Retalhos, Esquadrão da Vida, Teatro Mapati e Grupo de Educação do Detran/DF. Foi criador de blocos carnavalescos importantes como o Menino de Ceilândia e o Mamãe Taguá. Com esses trabalhos, viajou por várias regiões do Brasil, América Latina e Europa. Em sua longa carreira recebeu os prêmios Teatro Pernambucano e Betinho, sendo titulado,também, pelo IPHAN, como Patrimônio Imaterial do Brasil. Atualmente preside a Associação Candanga de Teatro de Bonecos (ACTB) e integra o Ponto de Cultura Invenção Brasileira.
Pesquisa de Cristiane Wosniak resultou em obra de peso que será lançada na abertura da temporada de espetáculos do BTG
1985 – Pastorale – Gus Hart
Para uma companhia de dança, a publicação de um livro é uma forma de registrar momentos que são mágicos no palco, mas depois permanecem difusos na memória do público. Resgatar todo o trabalho envolvido na criação dos espetáculos que colorem as cinco décadas de sua existência foi o propósito do livro “Balé Teatro Guaíra – 52 anos de uma história da dança paranaense”.
A obra, que levou 8 anos para vir a público, será lançada em formato digital durante a temporada de abertura de espetáculos do Balé Teatro Guaíra, realizada em parceria com a Orquestra Sinfônica do Paraná, de 3 a 5 de março, com o espetáculo “Terra Brasilis”, criação de 2022 com assinatura de Jorge Garcia e Alex Soares. Além da consulta à versão digital pelo site do projeto, o leitor também poderá requerer o livro impresso (veja no serviço).
“Pude contar com a extensa documentação que o BTG fez com muito cuidado em todas as suas gestões, tanto em fotos inéditas, quanto entrevistas, atas de processos de seleção, críticas de profissionais de todo o Brasil”, conta a autora, Cristiane Wosniak, historiadora e professora de história da dança na Unespar – e aluna da escola do Teatro Guaíra em sua adolescência. Os 52 anos do BTG foram completados em 2021, quando o livro foi finalizado.
Balé Teatro Guaíra | Palco | Carmen | coreografia: Luiz Fernando Bongiovanni | 18 de Dezembro 2016 | Foto: Cayo Vieira
“O Balé Teatro Guaíra é, em si, um patrimônio do Estado do Paraná. É um grupo de artistas muito inquieto, sempre olhando para o futuro, pensando na próxima grande obra, próxima grande coreografia. Por isso é muito feliz poder ver uma obra como a deste livro, celebrando a história da companhia, refletindo sobre os grandes momentos. Este livro é um presente para a memória da dança, não apenas paranaense, como de todo o Brasil”, destaca o diretor-presidente do Centro Cultural Teatro Guaíra, Cleverson Cavalheiro.
Entre os momentos lendários estão desde “O Grande Circo Místico” (1983), com música de Chico Buarque e Edu Lobo, até clássicos recentes repaginados, como “Romeu e Julieta” e “O Lago dos Cisnes”, passando pela “Sagração da Primavera”, num resgate que visitou as origens ritualísticas da obra icônica. No casamento entre arte e técnica, destaques como “O Segundo Sopro” (1999), ou “balé das águas”, colocam o BTG na vanguarda nacional: aquela foi a primeira vez que se fez chover num palco no Brasil, graças à criatividade da equipe técnica do Guaíra na formação de um espelho d’água que permitiu o deslizamento dos bailarinos.
Cristiane Wosniak, autora do livro
Em seu texto, Cristiane destaca o processo de amadurecimento do BTG, que surpreendeu o público a cada virada artística, num caminho que ainda percorre. “Estamos falando de uma companhia que conquistou uma identidade nacional e um amplo reconhecimento além das fronteiras, não apenas do estado, mas do país. Tornou-se um personagem, um organismo vivo e dinâmico a trilhar um caminho cuja identidade móvel tem permitido constantes diálogos com o ambiente em que está inserido.”
A autora destaca ainda a “incansável busca de uma linguagem própria, uma referência forjada na ideia de uma interpretação paranaense de pensar e fazer dança”.
“As estações”, 1976 – Ruy Tavares
A maior parte da tiragem impressa será destinada à distribuição gratuita em escolas, teatros e bibliotecas do estado, mas ela também pode ser adquirida pelo site. O projeto de criação do livro envolve ainda uma versão digital traduzida para a língua inglesa, um audiobook e ações de formação de plateia e palestras em escolas públicas.
Projeto viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Copel, e realização da Associação Brasileira de Apoiadores Beneméritos do Teatro Guaíra (ABABTG), Centro Cultural Teatro Guaíra, PalcoParaná, Secretaria de Estado da Cultura, Governo do Paraná, Ministério da Cultura, Governo Federal – Brasil, união e reconstrução.
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Serviço “Balé Teatro Guaíra – 52 anos de uma história da dança paranaense”
Lançamento de livro de Cristiane Wosniak
Acesso gratuito às versões digitais em português, inglês e audiobook.
Sobre o Balé Teatro Guaíra – O Balé Teatro Guaíra, terceira companhia de dança mais antiga do Brasil, foi criado em 1969 pelo Governo do Paraná. Ao longo dos 50 anos de sua trajetória, apresentou mais de 150 coreografias, incluindo grandes sucessos de público e crítica como “O Grande Circo Místico”, “Lendas do Iguaçu”, “O Segundo Sopro” e “O Lago dos Cisnes”. Entre seus diretores constam renomados nomes: Ceme Jambay, Yurek Shabelewski, Hugo Delavalle, Eric Valdo, Carlos Trincheiras, Isabel Santa Rosa, Jair Moraes, Marta Nejm, Cristina Purri. Suzana Braga, Carla Reinecke, Andreia Sério, Cintia Napoli, Pedro Pires e, atualmente, Luiz Fernando Bongiovanni. O Balé Teatro Guaíra tem realizado ao longo desses anos de existência uma contribuição expressiva para o desenvolvimento da dança no Paraná e no país. É um organismo vivo que, em constante transformação, constrói sua história a partir de produções que retratam diferentes modos de pensar a arte e a própria vida. Um breve olhar para a produção da companhia ao longo de todos esses anos nos permite dizer que a companhia tem realizado – com excelência – sua função principal: produzir e levar a arte da dança para o estado do Paraná e para o Brasil.
Os recém anunciados MC Hariel e a banda Tuyo também estão confirmados como atrações surpresa do festival
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Salve simpatia! Jorge Ben Jor, MC Hariel e banda Tuyo são as atrações surpresas confirmadas para a mistura sonora da segunda edição do Turá – marcado para os dias 24 e 25 de junho de 2023, na área externa do Auditório Ibirapuera, no Parque Ibirapuera. Com a missão de reconectar o público com os pilares da música brasileira, o festival convida o cantor e compositor, alquimista do som e da palavra, para subir ao palco de sábado. O evento já tem a presença confirmada de Zeca Pagodinho, Margareth Menezes convidando Sandra de Sá, Lucas Mamede e MC Hariel no dia 24 (sábado); e nomes como Gilberto Gil & Família, com o show “Nós, A Gente”, Pitty, DELACRUZ convidando BK’ e Luccas Carlos; Joelma convidando Mariana Aydar e a banda Tuyo no dia 25 (domingo) e é apresentado pela Hering e realizado pela Time For Fun (T4F). Nesta quarta-feira, dia 1º de março, ao meio-dia, iniciam as vendas dos tíquetes individuais para sábado ou domingo, através do site (ticketsforfun.com.br – com taxa) e na bilheteria oficial no Teatro Renault (Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411, República – sem taxa).
Padroeiro de uma legião de músicos, Jorge Ben Jor acumula uma coleção de composições que são sinônimo de brasilidade. O cantor se apresentou ao mundo por meio do álbum Samba Esquema Novo (1963), que reúne sucessos como “Mas, Que Nada!”, “Por Causa De Você, Menina” e “Chove Chuva”. Desde então, Jorge Ben Jor passeou pelos mais diversos gêneros musicais não se prendendo a um só criando assim uma mistura que funde samba com maracatu, bossa nova com rock, baião com funk, se tornando trilha sonora da vida de milhares de brasileiros.
Dividindo a programação de sábado (24) com Jorge Ben Jor, Zeca Pagodinho, Margareth Menezes convidando Sandra de Sá e Lucas Mamede, o artista conhecido como Haridade pelos fãs, o cantor e compositor da Zona Norte de São Paulo, MC Hariel, iniciou a sua carreira profissional em 2014. Ele começou a chamar atenção por dar uma nova linguagem ao funk, mostrando as vivências das quebradas de São Paulo. Hariel participou de projetos musicais que ficaram conhecidos pelo país como os singles “Ilusão (Cracolândia)”, lançado ao lado do DJ Alok, e “Favela Vive 5”, com Leci Brandão. Agora, MC Hariel está em turnê com o recém-lançado disco 1 BEAT 1 LETRA e levará a potência do funk paulistano para o Turá.
Já no domingo (25), a apresentação surpresa é da banda Tuyo. O trio formado por Lio, Lay e Machado abre o dia em que também se apresentam: Gilberto Gil & Família, com o show “Nós, A Gente”; Pitty; DELACRUZ convidando BK’ e Luccas Carlos; e Joelma convidando Mariana Aydar. A Tuyo leva para o festival um passeio sonoro entre pop, house, synthpop e afropop. Ao longo da sua trajetória, o grupo acumulou parcerias com nomes como Evandro Fióti e Fresno, além de ter sido indicado a importantes premiações, como o Grammy Latino (2021) e o Prêmio Multishow (2021).
Em 2022, a primeira edição do Turá ocorreu de forma marcante. Mais de 25 mil pessoas compareceram na estreia do evento. O público vivenciou experiências e acompanhou apresentações de artistas nacionais de gêneros musicais variados e em diferentes momentos de carreira, como Emicida, Paulinho da Viola, o duo BABY e BaianaSystem. Houve ainda espaço para encontros inéditos em cima do palco, como foi o caso de Nando Reis com Jão e Baco Exu do Blues com Illy e Marina Sena.
Nos dias 24 e 25 de junho de 2023, tem mais Turá e o seu movimento de celebração, convívio e ativação de memória afetiva — tudo aquilo que ressoa, conecta e representa aquilo que nós, brasileiros, somos.
O festival Turá é apresentado pela Hering, tem Corona como cerveja oficial, tem patrocínio da Chevrolet e Jameson Irish Whiskey e apoio de Colgate Plax, Mike’s e Beefeater O Instagram é a rede social oficial. Rádio Nova Brasil FM, Rádio Alpha FM, Rádio Mix FM e Eletromidia são media partners.
Turá 2023 Datas: 24 e 25 de junho Local: área externa do Auditório Ibirapuera, Parque Ibirapuera, São Paulo Mais Informações: .https://www.festivaltura.com.br/
Sobre a T4F A T4F é a empresa líder no mercado de entretenimento ao vivo na América do Sul, atuando pioneiramente de forma diversificada e verticalizada. Única empresa do setor com capital aberto no Brasil, a T4F oferece uma ampla gama de conteúdos artísticos e culturais, valendo-se de seu relacionamento com agentes e provedores nacionais e internacionais. A Companhia acumula experiência no setor de entretenimento ao vivo desde 1983, tendo promovido eventos nas principais cidades do Brasil, Argentina, Chile e Peru
Jogo Escola Para Garotos Bonitos abriu campanha de financiamento coletivo
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Muito popular no Japão, visual novel é um estilo de jogo que se assemelha a um livro. Os jogadores acompanham uma história e podem participar dela por meio da interatividade do game. Dentre os jogos, existe um gênero conhecido como BL Game, isto é, Boy’s Love Game. São títulos que apresentam narrativas centradas no relacionamento entre rapazes. Escola para Garotos Bonitos é um BL Game brasileiro para celular que está com uma campanha de financiamento coletivo aberta no Catarse.
O jogo é focado em Junpei, um garoto que tem a vida alterada repentinamente depois que seu pai o matricula em um internato cheio de regras: a Escola Para Garotos Bonitos. Lá, ele vai conhecer uma série de jovens repletos de segredos. A jogabilidade acompanha também Yuki, amigo de infância apaixonado por Junpei. Ele não estuda no mesmo colégio mas, enquanto faz de tudo para reencontrá-lo, vai investigar os motivos ocultos que levaram Junpei a ter sido transferido.
O game conta com roteiro de Toro Okiyama (do canal do YouTube Toro ASMR) e programação da empresa Hummingbird View Studio, comandada por David Brasil. Escola Para Garotos Bonitos terá uma história que envolve amor, drama e mistérios. Além de tomar algumas decisões, o jogador também poderá aproveitar alguns minigames no decorrer da trama.
“O jogo é uma história de descobertas e romance, sem deixar de lado alguns momentos de suspense”, antecipa Toro, que cuida de um canal no YouTube onde são postadas audiosséries que somam mais de 2 milhões de visualizações. “O roteiro revela o relacionamento de dois amigos que percebem, de forma natural, que se amam”.
“Nos preocupamos em garantir o acesso ao game independentemente do dispositivo dos jogadores. Com isso em mente, desenvolvemos o jogo num motor gráfico leve e focado para visual novel. Isso nos garantiu desempenho para as plataformas móveis, mas sem perder qualidade do jogo”, comenta David sobre o jogo, que rodará em dispositivos Android.
A Hummingbird View Studio nasceu das maiores paixões de David: games e música. O fundador do estúdio agrega experiência de diversas game jams e projetos pessoais e, agora, decidiu abraçar o desafio de criar jogos fora do contexto de hobby, como de costume.
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A verba da campanha será usada para custear o desenvolvimento do jogo, o que inclui arte, design e ainda a participação de atores e fãdubladores que darão voz aos personagens em diálogos importantes. Destaque também para a trilha sonora, que contará com canções originais, como o tema de abertura Sabe Como Eu Sou.
A demo com primeiro episódio de Escola para Garotos Bonitos está disponível gratuitamente para dispositivos Android na loja virtual Google Play Store.
No primeiro lote, os ingressos custam R$ 20,00 (inteira) e R$10,00 (meia). No segundo lote, os ingressos custam R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia). O Espaço Casa fica no Casapark Piso Superior com entrada pela Livraria da Travessa. O Casapark fica no SGCV Lote 22, Park Sul – Brasília. Telefone: (61) 3403-5300.
A Sr. Gonzales Serenata Orquestra, projeto liderado pelo vocalista brasiliense André Gonzales e formado pelos ex-integrantes da Móveis Coloniais de Acaju, o saxofonista Esdras Nogueira, o guitarrista Fernando Jatobá e o tecladista e produtor Gustavo Dreher, se prepara para uma apresentação especial em homenagem aos grandes mestres do forró Luiz Gonzaga e Dominguinhos. No repertório recheado de clássicos estão “Asa Branca”, “De volta pro aconchego”, “Lamento Sertanejo”, “Isso aqui tá bom demais” e “Eu só quero um xodó”. Com arranjos modernos e criativos, a banda trará uma nova roupagem para os sucessos de Luiz Gonzaga e Dominguinhos, mantendo sempre a essência e a originalidade das músicas.
Serviço:
Show | Sr. Gonzales Serenata Orquestra | Especial Forró de Luiz Gonzaga e Dominguinhos
Músicos | André González (voz), Gustavo Dreher (produção e teclados), Fernando Jatobá (guitarra) e Esdras Nogueira (sopro)
Quando | 05/03, Domingo
Às 17h
Onde | Espaço Casa
Casapark Piso Superior – Entrada pela Livraria da Travessa
Entrada | Primeiro Lote | R$ 20,00 (inteira) e R$10,00 (meia)
Segundo Lote | R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)
Obra conta como um brasileiro convenceu sua família a mudar-se para a União Soviética na década de 1960
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Como será que é viver em um país onde o regime comunista é o vigente? João Cisman, um brasileiro nascido aqui, mas com pais e irmãos mais velhos russos se mudou com a família para a URSS no começo da década de 1960 após ouvir muitas histórias sobre a vida por lá. Essa história virou livro intitulado “A Maior das Lições: Memórias do Comunismo Soviético” pelas mãos de Henrique Marçal Cisman, neto de João Cisman, que chega às livrarias através de publicação da editora Telha.
Em “A Maior das Lições: Memórias do Comunismo Soviético” descobrimos o fascínio de João Cisman, um jovem nascido na cidade de São Paulo em dezembro de 1930. Seus pais haviam chegado ao Brasil alguns anos antes, atraídos pela propaganda nacionalista. Já adulto, foi líder sindical e convidado a conhecer a URSS, porém, não conseguiu visitar as terras de sua origem. Após o regresso, convenceu quase todos os familiares a irem morar em definitivo na União Soviética, uma experiência que mudaria tudo e seria considerada, para sempre, a maior das lições.
“Ao pesquisar e conhecer mais detalhes da história, tive (e ainda tenho) uma grande vontade de conhecer as cidades onde minha família esteve, principalmente Ceadir Lunga, na Moldávia, mas também a Ucrânia, em razão do Holodomor. Uma pena que a Ucrânia novamente esteja sendo subjugada pela Rússia.” – Henrique Cisman
A década de 1960 foi marcada por uma União Soviética que rivalizava com os Estados Unidos pela hegemonia de nação mais importante no globo, o que alçou os ideais sociais a um patamar jamais visto. Essa disputa polarizada deu início à famosa Guerra Fria e colocou frente a frente os ideais capitalistas e socialistas em um embate de qual o sistema mais promissor.
“A Maior das Lições: Memórias do Comunismo Soviético” traz a visão de quem ouvia histórias de um país próspero, onde a conduta social era fartamente difundida e apaixonou-se por ela. As impressões tidas após chegar ao lugar, bem, essas se resguardam à leitura dessa obra brilhantemente escrita, rica
“Sem dúvida, o maior legado é a mensagem que precisamos conhecer e viver aquilo que defendemos – neste caso, o socialismo/comunismo. Meu avô só teve a oportunidade de mudar de opinião ao conhecer na prática a realidade do sistema do qual era entusiasta quando vivia no Brasil. Se é verdade que parece muito distante das possibilidades largar tudo e viajar rumo ao desconhecido, que pelo menos as pessoas aprendam com a História, como a retratada nesta obra. “– Henrique Cisman
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Sobre o autor:
Henrique Marçal Cisman é graduado em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pelo Centro Universitário UNIFAAT, com passagem pela Unesp. Desde cedo, cativou interesse pela escrita, por História e geopolítica, incentivado pelos relatos da experiência compartilhada nesta obra. É fã de todos os esportes, principalmente futebol, e acredita que o conhecimento é a única solução para que as pessoas sejam mais autossuficientes e menos dependentes do Estado.
Sobre a Editora Telha:
Desenvolvida no Rio de Janeiro, a Editora Telha nasce no fim de 2019 e já alcança, em sua primeira publicação Motel Brasil: uma antropologia contemporânea, de Jérôme Souty, a marca de obra finalista do Prêmio Jabuti 2020. Interdependente (porque independente ninguém é realmente), a Telha surgiu pelo desejo de editar com maior autonomia e criar mais espaço para textos produzidos por autores fora dos grandes centros.
Serviço:
Livro: A Maior das Lições: Memórias do Comunismo Soviético
O espetáculo que une teatro, palhaçaria e música finaliza sua temporada de shows nos dias 11 e 12 de março, às 20h, no SESC da 913 sul
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Um é pouco, dois é bom e três é a medida certa. Chega ao terceiro e último final de semana de apresentações de Stupide – o conhecido espetáculo que traz à tona a história de uma das primeiras duplas de palhaços, Augusto e Branco. Nos dias 11 e 12 de março, a dupla de palhaços Footit e Chocolat, se apresenta no SESC Garagem (913 sul). O espetáculo traz a temática do preconceito racial no final do século 19, na França, que caminha, lado a lado, com a história da palhaçaria e do circo. O show tem início às 20h e a entrada tem valor popular: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).
Com a direção de Galileu Fontes, a produção do espetáculo dedicou atenção especial ao público portador de deficiências auditivas e todas as sessões contarão com a presença da intérprete em libras, Tatiana Elizabeth.
Stupide traz à tona a história de uma das primeiras duplas de palhaços já vista juntas em um circo, os chamados de Augusto e Branco. Os atores Gabriel Chaga e Thiago Linhares interpretam o dueto e resgatam o riso reflexivo do público, propondo uma ruptura com o formato de comédia tradicional, típica das comédias francesas do Século XIX.
Em cena, é possível ver releituras e números da dupla se apresentando, porém o diretor, Galileu Fontes, quis ser fiel ao representar o humor da época, em que as pessoas riam de bofetadas, tapas e violência. “O intuito é que as pessoas possam rir e depois refletir do que riram”, diz Galileu, ator graduado em Artes Cênicas, com seu projeto de pesquisa voltado à palhaçaria e à comicidade.
Em cena, os atores Gabriel Chaga, Thiago Linhares e Lucas Amado demonstram grande sintonia com os músicos – Lucas Gemelli e Vinicius Pires -, que também estão em cena, tocando a trilha sonora do espetáculo, ao-vivo. Stupide é uma criação conjunta, desses seis profissionais da nova geração da cena teatral e circense de Brasília. A trilha sonora foi composta especialmente para o espetáculo e os músicos participaram desde o início de todo o processo criativo.
O espetáculo Stupide tem em sua ficha técnica: Thiago Linhares (produção executiva), Galileu Fontes (diretor artístico), Elen Carol (coordenadora de produção), Pedro Caroca (coordenador administrativo), Josuel Junior (elaboração de projeto), Thiago Linhares, Lucas Amado e Gabriel Chagas (atores), Lucas Gemeli e Vinicius Pires (músicos), Tatiana Elizabeth (intérprete de Libras), Ana Quintas (iluminação cênica), Rebeca Omena (fotógrafa), Arthur Gonzaga (Filmaker), Lucas Amado (designer gráfico), Etcetera Comunicação (assessoria de Imprensa), Galileu Fontes (gestão de mídias sociais), Larissa Souza (operadora de luz), Gerimário Júnior (perucaria), Galileu Fontes e Thiago Linhares (dramaturgia) e Washington Alves (cenotécnico).
Apoiam a iniciativa: SESC DF, Néia e Nando Cia. Teatral, V4 cultural, Palhágico Chochou Produções e Entre tons e letras By Elen Carol.
Foto Divulgacão
Serviço: Espetáculo Stupide
Data: 11 e 12 de março, sábado e domingo
Local: SESC Garagem (913 Sul)
Endereço: Via W4 Sul Quadra 713/913
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
Meia entrada válida também para doadores de alimentos, a serem doados para o projeto do SESC, Mesa Brasil
Os espetáculos “Pluft, o Fantasminha vai ao Teatro dos Sentidos” e “Feliz Ano Novo” estreiam dia 25 deste mês e fazem parte da “Mostra Comemorativa da Transferência do Teatro dos Sentidos para Brasília; durante as apresentações, o público permanece vendado enquanto os atores “provocadores” exploraram os demais sentidos da plateia
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Fortalecendo o cenário cultural do Distrito Federal, na mesma medida em que aguça a curiosidade dos amantes do teatro, a “Mostra Comemorativa da Transferência do Teatro dos Sentidos para Brasília” estreia com dois espetáculos na cidade. As obras apresentadas são “Pluft, o Fantasminha vai ao Teatro dos Sentidos”, adaptada da obra de Maria Clara Machado, e “Feliz Ano Novo”, que possui texto original de Paula Wenke, diretora e criadora do projeto e da técnica do Teatro dos Sentidos. As peças entram em cartaz no Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul) a partir do dia 25 de fevereiro e vão até o dia 05 de março, sempre aos sábados e domingos, em dois horários: 16h para o público infantil e 20h para o público adulto.
Retornando à capital depois de se estabelecer por 25 anos no Rio de Janeiro, o Teatro dos Sentidos agora conta com um elenco brasiliense. Diferente das encenações convencionais, o público “assiste” às apresentações com os olhos vendados enquanto tem os demais sentidos estimulados pelo corpo de atores. “O fato do público não enxergar o elenco nos possibilita criar a magia de explorarmos os sentidos da audição, tato, olfato e paladar da plateia. O que pode acontecer até individualmente, de acordo com a história que é construída para ser compreendida sem a necessidade da audiodescrição. Pela primeira vez, a pessoa cega ou vendada pode mergulhar em uma narrativa sem ter a sua imersão emocional interrompida pela invasão necessária, porém fria, da audiodescrição”, ressalta Paula Wenke.
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A formação do grupo do Teatro dos Sentidos também contempla atores de diversos estados onde já foram feitas temporadas. Dentre eles, destacam-se um ator do Rio de Janeiro, Kakau Berredo, e um de Minas Gerais, Oscar Capucho. O mineiro Oscar é um dos atores com deficiência mais importantes do cenário artístico nacional, dá aula na UFMG, é bailarino, ator profissional e maratonista. Apenas ele e uma bailarina de baixa visão performaram um “pas de deux” no palco do Maracanã durante a abertura das paraolimpíadas de 2016. Oscar se apresenta pela primeira vez em Brasilia e encena o espetáculo “Feliz Ano Novo” e o próprio Pluft em “Pluft, o fantasminha vai ao Teatro dos Sentidos”.
Arte inclusiva – Outro aspecto de relevância do projeto é a inclusão de pessoas com deficiência no elenco, alinhando-se com a campanha “We the 15%”, ou na tradução livre “Nós os 15%”, lançada nas Paralimpíadas de Tóquio em 2021. O objetivo da campanha é ser o maior movimento de direitos humanos de todos os tempos, transformando a vida de 1,2 bilhões de pessoas com deficiência no mundo até o ano de 2030. A prioridade é colocar a deficiência no centro da agenda da inclusão, ao lado da etnia, gênero e orientação sexual.
“Sempre busco que o elenco tenha 25% de atores com alguma deficiência. Segundo dados do IBGE de 2010, 23,9% da população, ou seja, 46 milhões de pessoas declararam possuir algum tipo de deficiência física, mental ou intelectual. Infelizmente, a falta de proporção nos grandes e pequenos espaços culturais nos mostra que essa parte da população permanece invisibilizada e ainda sem a total participação nos ambientes sociais”, declara a diretora.
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Ao final do espetáculo, o público já sem vendas será convidado a desfrutar de uma exposição acessível de artes plásticas e visuais instalada no palco, que contará com obras de mais de 20 artistas de Brasília. Todas elas são inspiradas em algum elemento das performances principais. Além disso, ao encerrar o espetáculo infantil, os pais vão receber um guia informativo a respeito dos dados populacionais das pessoas com deficiência e sugestões de diálogo com seus filhos sobre a importância do respeito às diferenças e também sobre temas abordados em Pluft, como medo e coragem em relação ao novo ou ao diferente.
Manifesto – Paula Wenke, Oscar Capucho e a Associação Brasiliense de Deficientes Visuais (ABDV) lançam o Manifesto da Arte Inclusiva no dia 27/02. Na oportunidade, o ator realizará palestra e bate-papo com artistas com e sem deficiência. Nesse dia, também será apresentada uma nova técnica de audiodescrição para espetáculos com o uso de aplicativos. O local e o horário serão confirmados oportunamente.
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Sobre o Teatro dos Sentidos – O Teatro dos Sentidos surgiu em 1997 sob a idealização da dramaturga, diretora, atriz e educadora artística, Paula Wenke, graduada em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília (UnB), com o intuito inicial de se comunicar plenamente com um plateia de pessoas cegas. Em seguida, passou a ser teatro para todos, oferecendo ao público de enxergantes vendados uma experiência sensorial única e também ludicamente empática.
Serviço
Mostra Comemorativa da Transferência do Núcleo do Teatro dos Sentidos para Brasília
Espetáculo Infantil: “Pluft, o Fantasminha vai ao Teatro dos Sentidos” de Maria Clara Machado, sábado e domingo (25 e 26/02; 04 e 05/03) – às 16h
Espetáculo Adulto: “Feliz Ano Novo” de Paula Wenke, sábado e domingo (25 e 26/02; 04 e 05/03) – às 20h
O espetáculo, no dia 3 de março, será uma homenagem à diva da MPB e a todas as mulheres por ocasião do Dia Internacional da Mulher
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O espetáculo Eliza canta Marisa abre a temporada 2023 das Sextas Musicais. O show, no dia 3 de março (sexta-feira), às 20h, será uma homenagem pelo Dia Internacional da Mulher. Com entrada gratuita, a apresentação será no CTJ Hall, na Casa Thomas Jefferson da SEP Sul 706/906.
O show dedicado a Marisa Monte também terá transmissão ao vivo pelo YouTube da Casa Thomas Jefferson, que conta com o apoio da Embaixada dos Estados Unidos na realização de seus eventos culturais. Dessa forma, esse patrimônio de belas apresentações musicais permanecerá disponível online.
Eliza Borges, cantora e produtora musical, iniciou sua carreira musical em 2001. O sonho de fazer um show todo dedicado a Marisa Monte existe desde sempre e este ano se tornou uma realidade para a artista em parceria com a Azul Eventos e a Mosh produções.
No espetáculo, Eliza faz um passeio inspirado na obra da cantora, compositora, produtora e musicista Marisa Monte, que este ano completa 30 anos de uma carreira artística consagrada. A direção de pesquisa para o show foi realizada por Lino Moraes, cantor, compositor, diretor musical e integrante do Fã Clube Nacional Marisa Monte e Cia.
Eliza Borges sempre cumpriu intensa agenda de apresentações e colaborações, cantando no Carnaval, trabalhando em bandas de baile, realizando projetos, tais como Sarau da Elizoca e Vozes, ambos idealizados por ela, e o show Tom Jobim 100 anos, além de apresentações na TV fazendo cover de Ivete Sangalo nos programas Máquina da Fama, no SBT, e Legendários, na TV Record.
Em Brasília, Eliza já cantou no Feitiço Mineiro, Clube do Choro, Calaf, em festas particulares e formaturas nos clubes da cidade. O talento e a versatilidade lhe renderam a admiração, o reconhecimento e o respeito dos músicos, da crítica especializada e do público exigente.
O figurino de Eliza canta Marisa foi assinado por Nágela Maria. A direção musical é de Charles Roberto e Eliza Borges. O elenco do espetáculo é composto por Eliza Borges, vocal; Charles Roberto, violão; Dido Mariano, baixo; Roberto Bigonha, bateria; com participação especial no sax de Rhuan Borges. Com direção geral de Eliza Borges.
No repertório, estão canções dos discos: Marisa Monte; Mais; Verde, Anil, Amarelo, Cor-de-Rosa e Carvão; Barulhinho Bom; Memórias, Crônicas e Declarações de Amor; Universo ao meu Redor; Infinito Particular; O que você quer saber de verdade; Verdade, Uma Ilusão; e Tribalistas.
Sobre as Sextas Musicais
As Sextas Musicais são um tradicional evento de Brasília. Desde 1987, a Casa Thomas Jefferson realiza esses concertos gratuitos e com classificação indicativa livre, mantendo-se fiel à missão de conectar e transformar vidas através de gerações por meio de experiências singulares.
Desde 2020, com a pandemia do novo coronavírus, a Casa Thomas Jefferson adaptou as apresentações também para o formato on live streaming. Com produção requintada, qualidade de captação e transmissão de som e imagem, as Sextas Musicais demonstram o compromisso e o respeito do centro binacional com os artistas profissionais da música que dedicam suas vidas ao estudo e à performance musical e ao público.
Casa Thomas Jefferson 60 anos
Ao longo de 2023, a Casa Thomas Jefferson festeja 60 anos de ininterruptas atividades. Idealizado desde a inauguração da cidade por um grupo formado por brasileiros e norte-americanos, o centro binacional iniciou suas atividades em 1963, modestamente, em salas comerciais na Quadra 510 da W3 Sul. Desde então, se mantém fiel ao seu Estatuto e ao compromisso com a sociedade na promoção, produção e apresentação de eventos culturais de alta qualidade gratuitamente para a comunidade de Brasília.
A série Sextas Musicais destaca-se no cenário de Brasília e do Brasil e pode ser considerada um patrimônio imaterial da capital por sua contribuição à sociedade, às instituições e à comunidade artística. A excelência em todas as áreas em que a Casa Thomas Jefferson adquiriu ao longo de seis décadas e que agora é expandida para outras cidades no Brasil deve ser considerada, com legitimidade, típica e oriunda de Brasília para o país.
Foto: Reprodução/Instagram @elizaborges
Serviço
Evento: Sextas Musicais com público presencial e transmissão ao vivo
Eliza canta Marisa
Show Eliza canta Marisa
Banda:
Voz: Eliza Borges
Violão: Charles Roberto
Baixo: Dido Mariano
Bateria: Roberto Bigonha
Participação especial no sax: Rhuan Borges
Figurino: Nágela Maria
Direção musical: Charles Roberto e Eliza Borges
Direção geral Eliza Borges
Data: 3 de março de 2023, 20h
Local: CTJ HALL – Casa Thomas Jefferson – SEP-Sul 706/906
Circuito de Cinema Brasileiro faz pré-lançamento do filme “O Pastor e o Guerrilheiro” para estudantes do DF
Serão realizadas 18 sessões gratuitas do longa-metragem inédito, seguidas de debate com a equipe do filme, em instituições públicas de ensino do DF
Projeto será realizado desta terça (28 de fevereiro) a 16 de março e antecipa a estreia comercial do filme nas salas de cinema de todo o Brasil
Estudantes de instituições públicas de ensino do Distrito Federal vão assistir em primeira mão ao novo filme do diretor José Eduardo Belmonte, “O Pastor e o Guerrilheiro”, antes da estreia nos cinemas, programada para o dia 30 de março, véspera do aniversário do Golpe de 64. O “Cinema nas Escolas – Circuito de Cinema Brasileiro” leva 18 sessões de pré-estreia nacional do longa-metragem para estudantes de nove escolas e do Instituto Federal de Brasília (IFB). O projeto será realizado de 28 de fevereiro a 16 de março.
A atividade é uma contribuição para ampliar as atividades culturais dentro das escolas, favorecendo a diversidade curricular e se estendendo às famílias dos alunos, que estão convidadas a participar. Será uma oportunidade para comunidade estudantil prestigiar e discutir uma obra ainda inédita no circuito comercial com seus realizadores e especialistas do setor. Afinal, após cada sessão serão realizados debates com representantes da equipe do filme.
As sessões de “O Pastor e o Guerrilheiro” no Cinema nas Escolas também serão uma oportunidade de levar aos alunos a experiência do cinema com um filme inédito nas salas comerciais, com direito até a pipoca. Todas as projeções serão realizadas com equipamentos profissionais, padrão digital de cinema (DCP).
Para o produtor e co-roteirista de “O Pastor e o Guerrilheiro”, Nilson Rodrigues, a iniciativa ressalta a importância de se entrelaçar com muita consistência educação e cultura no Brasil, para a formação do pensamento crítico. “A escola deve ser o espaço onde o aluno se encontra com sua cultura e sobre ela reflete, não apenas para formar mão de obra alienada para o mercado de trabalho. O cinema é uma das possibilidades. Levar um filme inédito pra dentro das escolas e convidar a comunidade a participar é também um ato cultural de congregação comunitária, de celebração da nossa criatividade”, atesta Nilson.
O projeto “Cinema nas Escolas – Circuito de Cinema Brasileiro” é uma realização da Associação Amigos do Cinema e da Cultura (AACIC), com a parceria da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) e apoio do Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) e da Associação dos Docentes da Universidade de Brasília (ADUnB).
SOBRE O FILME
“O Pastor e o Guerrilheiro” (2022) é um longa-metragem de ficção ambientado nas décadas de 1960, 1970 e nos últimos dias de 1999, na virada do milênio. Seguindo dois eixos narrativos temporais simultaneamente, o filme acompanha o jovem comunista João ao deixar a universidade em 1968 para se juntar a uma guerrilha na Amazônia. É preso, torturado e enviado para a prisão em Brasília, onde encontra Zaqueu, um cristão evangélico, preso por engano. Eles sofrem juntos, superam diferenças ideológicas, se ajudam e marcam um encontro para 27 anos depois, à meia-noite, na virada do milênio, em cima da Torre de TV de Brasília.
Produzido por Nilson Rodrigues e dirigido por José Eduardo Belmonte, o filme foi rodado no Estado do Tocantins, às margens do Rio Araguaia, e em Brasília. O elenco conta com a nova geração do cinema nacional: Johnny Massaro, Julia Dalavia, César Mello, Ana Hartmann, Túlio Starling e William Costa, além de nomes como Cássia Kis, Antônio Grassi, Sérgio Mamberti, Buda Lira e Ricardo Gelli.
O filme tem produção executiva de Caetano Curi, direção de fotografia de Bárbara Alvarez, direção de arte de Ana Paula Cardoso, direção de produção de Larissa Rolin, música de Sascha Kratzer e figurino de Diana Brandão. Assinam o roteiro José Rezende Jr., Nilson Rodrigues e José Eduardo Belmonte. O roteiro final é de Josefina Trotta.
Selecionado para o Festival de Gramado, o filme percorreu também o Nova York Latino Film Festival, o Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro, a Mostra de Cinema Internacional de São Paulo e o Festival de Trieste, na Itália. Em Brasília, foi vencedor do prêmio Melhor Filme, concedido pela Câmara Legislativa do Distrito Federal, no 55º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, edição de 2022.
PROGRAMAÇÃO
28/02 (terça)
CED INCRA 8/Brazlândia
Sessões: 13h10 e 15h30
Debate com o ator Miquéias Paz após a sessão das 15h30
02/03 (quinta)
CEM Setor Oeste/Asa Sul (na Upis)
Sessões: 9h e 15h
Debate com o ator Buda Lira após a sessão das 15h
03/03 (sexta)
CEM 02/Ceilândia
Sessões: 7h30 e 19h
Debate com o ator Buda Lira após a sessão das 19h
07/03 (terça)
CEM TN/Taguatinga (sessão no Teatro Sesc Paulo Autran)
Sessão única: 7h30
Debate com a atriz Ana Hartmann e o ator Miquéias Paz após a sessão
08/03 (quarta)
CED 01/Guará
Sessão única: 20h
Debate com a atriz Ana Hartmann após a sessão
09/03 (quinta)
CEM 04/Ceilândia
Sessões: 8h e 14h
Debate com a atriz Gabriela Correa após a sessão das 14h
10/03 (quinta)
CEM 01/Gama
Sessões: 8h e 13h45
Debate com a atriz Gabriela Correa após a sessão das 13h45
13/03 (segunda)
CEMAB/Taguatinga
Sessões: 9h e 14h
Debate com o músico Genésio Tocantins após a sessão das 14h
15/03 (quarta)
CEAN/Asa Norte (sessão na ADUnB)
Sessão única: 9h15
Debate com o ator Cesar Mello e o músico Genésio Tocantins após a sessão
16/03 (quinta)
IFB/Recanto das Emas
Sessões: 14h, 16h e 19h
Debate com o diretor José Eduardo Belmonte após a sessão das 19h
SERVIÇO
Cinemas nas Escolas – Circuito de Cinema Brasileiro
Seminário marca também lançamento do e-book “Relatos do terror: gênero, audiovisual e imaginários”
Imagem divulgação
Celebrado em março, o mês da mulher destaca a luta por equidade de gênero em esferas sociais, políticas e econômicas da sociedade. Pensando nisso, jornalistas, roteiristas, produtoras e cinegrafistas brasileiras se unem para compor o Seminário “Relatos do terror: gênero, audiovisual e imaginários”, realizado a partir de 1 de março, em formato online, com objetivo trazer ao debate a equidade de gênero, os acessos e importância social destas pautas no cinema, em especial nas produções thriller. O Seminário Relatos do Terror é uma realização do coletivo Realize.Content, em parceria com o Instituto Soma Cidadania Criativa e o Cine Brasília. O acesso é gratuito.
A mesa de abertura com tema “Gênero e impacto social: poéticas e futuros possíveis” será a única realizada em formato híbrido, ocupando o foyer do Cine Brasília e transmitida online às 19h do dia 1º de março. A abertura do seminário marca também o lançamento do E-book homônimo, composto por artigos assinados pelas participantes do projeto. Os amantes da sétima arte que estiverem em Brasília poderão também prestigiar o longa-metragem “Fogaréu”, que será transmitido na sala do Cine Brasília às 21h. Dirigido por Flávia Neves, o filme foi um dos destaques da edição 2022 do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. A diretora estará presente na exibição.
Distribuídas em cinco encontros virtuais, entre os dias 1 e 3 de março, às mesas trazem ao debate temas como protagonismo feminino no cinema, diversidade de corpos, inovação no audiovisual e a importância da ascensão dos temas políticos nas produções de thriller. A transmissão acontece no canal da Realize.Content no Youtube.
A diversidade que se provoca nos debates se reflete também na formação das mesas. A pluralidade de corpos, raças e origem das convidadas promete enriquecer as discussões acerca de temas tão caros nos dias atuais. Compostos 100% por mulheres e pessoas trans, os debates contarão com nomes como Vana Medeiros, Talita Arruda, Vânia Lima, Junno Senna, Laura Diniz, Janaina Oliveira, Catarina Accioly, Bethania Maia, entre vários outros.
O e-book “Relatos do terror: gênero, audiovisual e imaginários” contará com 16 artigos escritos pelas participantes do seminário, dialogando com os temas das mesas, mas trazendo novas perspectivas sobre os mesmos. O e-book estará disponível para download gratuito no site do coletivo Realize.Content a partir das 19h do dia 1º de março.
“Relatos do terror: gênero, audiovisual e imaginários” conta com fomento da Secretaria de Estado da Mulher do Distrito Federal. Além das mesas, ainda serão oferecidas duas masterclasses nos dias 4 e 5 de março (mais informações em breve).
Programação Quarta-feira – 1 de março Horário: 19h às 20h30 Mesa de abertura: “Gênero e impacto social: poéticas e futuros possíveis”, lançamento do E-book “Relatos do terror: audiovisual, políticas e imaginários” e exibição do longa-metragem “Fogaréu”, com participação da diretora. Onde: Foyer do Cine Brasília e no canal Realize Content no Youtube Quinta-feira – 2 de março Debate 1: “Inovação e sociedade: onde está o audiovisual?” Horário: 15h às 16h30 (transmissão online) Resumo: O debate 1 tem como centralidade a contribuição do audiovisual, e da arte como um todo, na visibilização e provocação criativa para o estímulo do debate sobre a iniquidade social, de gênero e racial, e para os desafios do cotidiano. A proposta é debater o caráter coletivo das inovações, relacionadas às demandas e mudanças sociais, que envolvem a cooperação, reciprocidade e solidariedade, entre diferentes atores. A pergunta central no debate é: como o audiovisual e as artes podem colaborar na reforma de padrões sociais e abrir espaços para comportamentos transformadores das intersecções sociais geradoras de vulnerabilidades e violências? Participantes: Edileuza Penha de Souza – Distrito Federal – Professora e realizadora; Luiza Drable – Rio de Janeiro – Diretora de Vídeo do The Intercept Brasil; Talita Arruda – Rio de Janeiro – Distribuidora – Fistaile Mediação: Dalva Santos – Distrito Federal – Especialista em Inovação Social e Cultura/Diretora do Instituto SOMA Cidadania Criativa
Debate 2: “O terror e os corpos – polêmicas na tela” Horário: 16h30 às 18h (transmissão online) Resumo: Existe um grande debate sobre o retrato das violências. Algumas vertentes afirmam que a sua reprodução instiga a sua perpetuação e normalização social. Outras vertentes advogam que elas fazem parte da realidade e precisam ser abordadas de maneira pedagógica de forma a instigar o público a exercer novas reflexões a respeito de suas causas e consequências. Nesse sentido, o debate “O terror e os corpos – polêmicas na tela” é extremamente importante na evolução de como a abordagem de agressões por meio da imagem poderia configurar uma ferramenta positiva no combate às violências contra a mulher. Participantes: Bruna Carolli – Distrito Federal – Realizadora audiovisual; Bethania Maia – Distrito Federal – Diretora Executiva Criativa na Vaporosa Cultural e conselheira centro-oeste da APAN; Talita Carvalho – Distrito Federal – Jornalista e documentarista Mediação: Catarina Accioly – Distrito Federal – Co-fundadora do Núcleo Criativo Realize Content e Fundadora da Stelios Produções Sexta-feira – 3 de março Debate 3: “A ascensão do thriller – do pop ao político” Horário: 15h às 16h30 (transmissão online) Resumo: A partir de 2010 o mercado audiovisual tem entregado produções de debate sobre temáticas sociais importantes dentro de um gênero em que historicamente não predominava esse recorte, o thriller. Atualmente se criaram novas subcategorias, como o thriller sociopolítico e terror social, retratados em filmes como Corra! (racismo), Bela Vingança (violência contra a mulher), Swallow (violência contra a mulher), Aquilo que ficou para trás (racismo e imigração), e Parasita (desigualdade de classe). Dentro desse contexto, propomos a reflexão “A ascensão do thriller – do pop ao político” visando instigar novas realizadoras e agentes do mercado em pensar em como instrumentalizar esse gênero em uma ferramenta de transformação social para um novo público-alvo. Participantes: Vânia Lima – Salvador, BA, Diretora de conteúdo Têm Dendê Produções; Junno Senna – Petrópolis, RJ – Antropólogo e jornalista no Legião dos Heróis; Vana Medeiros – São Paulo – Roteirista e Dramaturga Mediação: Laura Diniz – Distrito Federal – Diretora e roteirista do Realize.Content
Debate 4: “Protagonismo feminino – o futuro das curadorias e dos festivais” Horário: 16h30 às 18h (transmissão online) Resumo: “Protagonismo feminino – o futuro das curadorias e dos festivais”, é um debate necessário, na luta social pela equidade de gênero dentro das diferentes etapas das cadeias produtivas. Já é pacífica a grave desigualdade do acesso às mulheres nas funções consideradas cabeça de chave dentro do audiovisual, em especial atrás das lentes. Ainda que as mulheres tenham batalhado para figurar em posições como direção, roteiro e fotografia, ainda se esbarra em um segundo entrave, que é a circulação e visibilidade dos materiais produzidos por elas. No famoso Festival de Cannes, por exemplo, houve uma passeata de protesto em 2018, uma vez que apenas 82 mulheres cineastas que tiveram filmes em competição, em contrapartida alarmante aos 1.688 cineastas homens ao longo de suas 71 edições. Assim sendo, precisamos dialogar com os festivais na busca de parâmetros curatoriais que garantam uma diversidade de protagonistas, em especial mulheres e minorias sociais. Participantes: Yawar Tupinambá – Pau Brasil/BA – Jornalista; Mariana Queen Nwabasili – São Paulo – Jornalista e pesquisadora; Janaina Oliveira ReFem – Duque de Caxias/RJ – Cineasta, pesquisadora e vice-presidenta da APAN Mediação: Rafaella Rezende – Distrito Federal – Pesquisadora, produtora e curadora.
Serviço
Relatos do Terror: gênero, audiovisual e imaginários Quando: Entre os dias 1 e 5 de março Local: Cine Brasília e canal Youtube Realize (https://www.youtube.com/@realize.content) Acesso gratuito sem necessidade de inscrição. Mais informações: https://www.youtube.com/@realize.content e nas redes sociais do coletivo Realize.Content
O e-book estará disponível para download no site do coletivo Realize.Content a partir das 19h do dia 1º de março.
O Cantor e Compositor D’BLACK dono dos Hits “Sem ar”, “1 minuto” dentre outras canções que marcam nossas vidas no ano de 2008 e que marcam até hoje. Será um Show incrível.
O Show será realizado em Brasília dia 25 de Fevereiro no Auditório do Uniprojeção CAMPUS I em Taguatinga norte – Brasília.
O Show contará também com participações especiais de artistas da região como Fabiano Pianista e Kiko Santana.
O Evento será organizado por nós da Music Brasil 360 e você não pode ficar de fora dessa.
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Comemore essa data conhecendo histórias para deixar o seu dia mais leve e divertido
O dia do comediante é celebrado anualmente em 26 de fevereiro e tem como objetivo homenagear aqueles que dedicam suas vidas a fazer as pessoas rirem e esquecerem das preocupações do dia a dia. É uma profissão antiga e respeitada, que requer habilidade para criar piadas e brincadeiras, além de muito talento e criatividade. No geral, eles podem trabalhar em teatros, televisão, eventos e em outras mídias, sempre buscando entreter e divertir o público. Alguns dos mais famosos comediantes são Charlie Chaplin, Jim Carrey e , no Brasil, personalidades como Chico Anysio.
Quem nunca ouviu falar de Alberto Roberto, famoso personagem de Chico. Ao todo, o comediante tem mais de 209 personagens criados. Ele sabia que o humor é importante para a sociedade, pois ajuda as pessoas a relaxarem e a se conectarem com os outros. Além disso, é uma forma de expressão artística que permite aos comediantes compartilhar suas opiniões e visões do mundo de maneira criativa e engraçada.
No dia do comediante, muitas pessoas prestam homenagem aos personagens favoritos, assistem a espetáculos de comédia, compartilham piadas e memes engraçados e simplesmente aproveitam a vida com um pouco mais de riso. É um dia para celebrar o poder do humor e sua capacidade de transformar o mundo em um lugar melhor.
Então, que tal conhecer um pouco mais sobre a história da comédia pelas páginas de um bom livro? Em apoio a essa data especial, a https://www.biblion.org.br/ – biblioteca digital gratuita de São Paulo, disponibiliza duas obras para que os interessados possam conhecer um pouco mais sobre o tema.
Confira os livros para leitura gratuita na BibliON:
“Fazedores de Histórias” não poderia ter sido batizado com um nome melhor. Afinal, o livro é isso, um apanhado de histórias de um dos mais célebres contadores brasileiros: Chico Anysio – alçado à fama a partir dos inúmeros personagens que criou – seja estereotipando figuras e interpretando com maestria e genialidade seja conferindo personalidade e vida próprias aos tipos que fazem parte de suas obras literárias. No auge de sua maturidade artística, Chico presenteia os leitores brasileiros com alguns de seus melhores contos, acompanhados de outros ainda inéditos – um verdadeiro presente para apreciadores de boas histórias.
Livro do Choque de Cultura, sucesso do Youtube. Viralizado na internet, sucesso no Youtube, e repleto de memes e frases de efeito, Choque de Cultura se encaminha para sua terceira temporada, e agora chega às livrarias. Este livro é um compilado de resenhas sobre 79 filmes (seriam 80, mas o Julinho não entregou a crítica de “Se eu fosse você 2”), e por aqui o que não falta é humor, talento, profissionalismo, cultura… resumindo: aqui tem informação!!! Escrito pelos maiores nomes do transporte alternativo, esse livro é só magia top, uma verdadeira relíquia para os amantes da sétima arte!
Para utilizar o serviço gratuito, basta que os interessados acessem https://www.biblion.org.br/ ou baixem o aplicativo BibliON, disponível no Google Play e na Apple Store e realizem um breve cadastro. O usuário pode fazer empréstimos de até duas obras simultâneas, por 15 dias. A BibliON permite, ainda, ações como organizar listas, adicionar favoritos, compartilhar um livro como dica de leitura nas redes sociais, fazer reservas, ver histórico e sugerir novas aquisições. Por meio de princípios de gamificação, os associados conseguem acompanhar as estatísticas do tempo dedicado à leitura e participar de desafios.
O sistema de busca permite a utilização de diversos filtros, como tema, autor, categoria ou título. É possível ler em dispositivos móveis, sem a necessidade de usar dados do celular, por meio do download prévio do título ou, ainda, ajustar o tamanho da letra e o contraste da tela; escolher diferentes modos de leitura para dia ou para noite e acionar a leitura em voz sintetizada, para saída em áudio do texto.
Após um hiato de quatro anos, o Transborda Brasília – Prêmio de Arte Contemporânea retoma sua trajetória de fomento e acompanhamento da produção de artes visuais do Distrito Federal e da região do Entorno do DF. A partir do dia 28 de fevereiro, a organização do Transborda Brasília – Prêmio de Arte Contemporânea abre as inscrições para a 4ª edição do prêmio. Podem se inscrever artistas visuais do Distrito Federal e das cidades da Região Integrada de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal (RIDE), localizadas nos estados de Goiás e Minas Gerais. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site: http://www.transbordabrasilia.com.br/
As inscrições podem ser feitas até as 18h do dia 31 de março. A 4ª edição do Transborda Brasília de Arte Contemporânea é realizada com o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e apoio CAIXA e Governo Federal.
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Quem pode se inscrever
Podem concorrer ao prêmio artistas visuais naturais ou residentes no Distrito Federal e nas cidades que fazem parte da RIDE. Em Goiás, fazem parte da região do Entorno do DF as cidades: Abadiânia, Água Fria de Goiás, Águas Lindas de Goiás, Alexânia, Alto Paraíso de Goiás, Alvorada do Norte, Barro Alto, Cabeceiras, Cavalcante, Cidade Ocidental, Cocalzinho de Goiás, Corumbá de Goiás, Cristalina, Flores de Goiás, Formosa, Goianésia, Luziânia, Mimoso de Goiás, Niquelândia, Novo Gama, Padre Bernardo, Pirenópolis, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto, São João d’Aliança, Simolândia, Valparaíso de Goiás, Vila Boa e Vila Propício. Em Minas Gerais, as cidades de Arinos, Buritis, Cabeceira Grande e Unaí completam a lista da RIDE.
Cada artista ou coletivo de artistas pode inscrever no mínimo três e no máximo cinco trabalhos. Serão aceitas obras em diversos suportes e linguagens como pintura, desenho, instalação, performance, fotografia, escultura, vídeo, gravura, entre outras. Dípticos, trípticos e polípticos são considerados obras únicas.
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Banca julgadora
As obras serão julgadas por uma banca formada por cinco curadores de regiões diferentes do País. Participam do júri Agnaldo Farias (SP), André Severo (RS), Marília Panitz (DF), Marisa Mokarzel (PA) e Gleyce Heitor (PE), que selecionarão 15 artistas. O anúncio dos artistas selecionados ao prêmio será realizado a partir do dia 18 de abril de 2023 pelo site do Transborda.
Premiação
Os artistas selecionados terão um acompanhamento crítico com um dos membros da banca julgadora. Nesta edição, os quinze artistas selecionados receberão prêmios de aquisição para uma das obras selecionadas, sendo 12 prêmios de aquisição de obra no valor em dinheiro de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) cada; e três prêmios de aquisição de obra no valor em dinheiro de R$ 10.000,00 (dez mil reais) cada.
Exposição
As obras selecionadas participarão da mostra da 4ª edição do Transborda Brasília – Prêmio de Arte Contemporânea que acontecerá na CAIXA Cultural Brasília entre os dias 16 de maio e 16 de julho de 2023, além de participar do catálogo da exposição.
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Serviço:
4ª Transborda Brasília – Prêmio de Arte Contemporânea
Inscrições abertas | De 28 de fevereiro até as 18h de 31 de março de 2023
Banca de seleção | Agnaldo Farias (SP), André Severo (RS), Marília Panitz (DF), Marisa Mokarzel (PA) e Gleyce Heitor (PE)
Quem pode participar | Artistas visuais naturais ou que morem no Distrito Federal e em uma das cidades que forma a Região Integrada de Desenvolvimento do DF
Quantos trabalhos podem ser inscritos | De 3 a 5 trabalhos por artista ou coletivo de artistas
Anúncio de artistas e trabalhos selecionados | a partir de 18 de abril de 2023
Patrocínio | Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF)
Apoio | CAIXA e Governo Federal
Mostra dos artistas selecionados
4ª edição do Transborda Brasília – Prêmio de Arte Contemporânea
Local | Galeria Vitrine da CAIXA Cultural Brasília
Aclamado por milhões de espectadores do Brasil e de vários países, o espetáculo é realizada no maior teatro ao ar livre do mundo em nove palcos plateia, com um rico figurino e efeitos especiais
A Paixão de Cristo de Nova Jerusalém é uma atração imperdível para turistas durante a Semana Santa. Realizado a mais de meio século, o espetáculo é uma mega encenação teatral ao ar livre que conta momentos marcantes da vida de Jesus, começando pelo Sermão da Montanha e terminando com a sua crucificação e ascensão ao céu em uma cena final cheia de efeitos especiais que impressionam e emocionam a todos.
Este ano, a temporada da Paixão de Cristo acontecerá no período de 1º a 8 de abril. A peça é realizada em Nova Jerusalém, o maior teatro ao ar livre do mundo, localizado no município de Brejo da Madre de Deus, a 180 km do Recife. A cidade-teatro é uma estrutura grandiosa construída em uma área de 100 mil metros quadrados cercada por muralhas de pedra de quatro metros e 70 torres de sete metros. Dentro, nove palcos plateia reproduzem a Jerusalém do século I.
Aclamado por milhões de espectadores do Brasil e de vários países, o espetáculo conta com um elenco de mais de 50 atores, além de centenas de figurantes e técnicos, que trabalham para criar uma experiência emocionante e inesquecível para o público. Este ano, entre os artistas convidados estão Klebber Toledo, no papel de Jesus; Luiza Tomé, como será Maria; Eriberto Leão interpretando o governador romano Pilatos; Nelson Freitas vivendo o personagem Rei Herodes e a atriz e influenciadora digital Duda Reis como a rainha Herodíades.
A cada ano, o espetáculo se reinventa, trazendo novidades e muitos efeitos especiais para encantar os espectadores. Segundo pesquisas realizadas a cada temporada, cerca de 98% dos entrevistados consideram o espetáculo ótimo ou bom. Além disso, cerca de 50% do público retorna para assistir ao espetáculo da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém pelo menos mais uma vez.
“Nós nos esmeramos na riqueza dos detalhes e no realismo das cenas a fim de proporcionar ao nosso público uma viagem no tempo, na qual as pessoas possam viver emoções como se estivessem presenciando os fatos que aconteceram há mais de dois mil anos”, afirma Robinson Pacheco, coordenador geral do espetáculo.
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COMO CHEGAR À NOVA JERUSALÉM
Quem deseja assistir ao espetáculo deve planejar com antecendência a ida à Nova Jerusalém. Para a maior parte do público, a forma mais cômoda de chegar a Brejo da Madre de Deus é por meio de ônibus de turismo e vans. Esses serviços de traslados têm preços variados e podem ser encontrados facilmente na internet.
Existem também iniciativas independentes de grupos de amigos, igrejas, clubes e associações, que formam caravanas para assistir ao espetáculo. Muitas pessoas também preferem ir de automóvel. A estrada que liga a cidade-teatro à capital pernambucana, Recife, é duplicada na maior parte do trajeto, oferecendo conforto e segurança para os viajantes.
Além disso, os turistas de qualquer parte do Brasil, que optarem por pacotes de hospedagem no Recife/PE, em Caruaru/PE ou na paradisíaca praia de Porto de Galinhas/PE, podem adquirir o passeio para assistir ao espetáculo oferecido pela Luck Viagens (81 3366-6222/https://luckviagens.com.br/), pelas lojas da CVC em todo Brasil e várias outras agências de viagens.
O pacote inclui transporte de ida e volta em ônibus especial para turismo, guia turístico e parada na famosa feira de Caruaru para conhecer o artesanato regional e saborear uma deliciosa comida regional. No Recife/PE, o ônibus sai do aeroporto e, em Porto de Galinhas/PE, o turista tem acesso ao transporte nos hotéis e pousadas.
Os valores são de R$ 90,00, meia-entrada, e R$ 180,00 inteira para as apresentações na segunda (3), terça (4) e quarta-feira (5). Nos demais dias: R$ 100,00 meia e R$ 200,00 inteira. As compras podem ser feitas em até 12 X nos cartões.
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ENCENAÇÃO TEVE INÍCIO NAS RUAS DE UMA PEQUENA VILA
O espetáculo da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém teve sua origem nas encenações do Drama do Calvário, realizadas nas ruas da pequena vila de Fazenda Nova, que é distrito do município do Brejo da Madre de Deus, Pernambuco, no período de 1951 a 1962. A iniciativa foi do patriarca da família Mendonça, o comerciante e líder político local Epaminondas Mendonça.
Depois de ter lido em uma revista de variedades como os habitantes da cidade de Oberammergau, na Baviera alemã, encenavam a Paixão de Cristo, Mendonça teve a ideia de realizar um evento semelhante, durante a Semana Santa, a fim de atrair turistas e, assim, movimentar o comércio do lugar.
Os primeiros espetáculos da pequena vila contavam com a participação apenas de familiares e amigos dos Mendonça. Com o passar dos anos, as encenações começaram a atrair atores e técnicos de teatro do Recife/PE e a Paixão começou a ganhar fama e notoriedade em todo o Estado. A vila de Fazenda Nova, onde aconteceram essas primeiras encenações, fica a 1 Km do local onde hoje se situa a cidade-teatro de Nova Jerusalém.
A ideia de construir um teatro que fosse uma réplica da cidade de Jerusalém, para que nela ocorressem as encenações da Paixão de Cristo, foi de Plínio Pacheco, jornalista gaúcho, que chegou a vila Fazenda Nova em 1956. Mas o plano só veio a se concretizar em 1968, quando foi realizado o primeiro espetáculo na cidade-teatro de Nova Jerusalém. Desde então, já são 54 anos de apresentações ininterruptas dentro das muralhas, atraindo espectadores de todo o Brasil e do mundo.
Nova Jerusalém, maior teatro ao ar livre do mundo, é uma cidade-teatro com 100 mil metros quadrados, o que equivale a um terço da área murada da Jerusalém original, onde Jesus viveu seus últimos dias. Toda sua área é cercada por uma muralha de pedras de quatro metros de altura e com 70 torres de sete metros cada uma. No seu interior, nove palcos-plateias reproduzem cenários naturais, arruados, lagos, jardins e palácios, além do Templo de Jerusalém, constituindo um conjunto de obras monumentais concebidas por vários arquitetos e cenógrafos nordestinos e pelo seu fundador Plínio Pacheco.
Gustavo Vasconcellos recebe Joe Torquato e Kiko Peres para bate papo sobre produção musical
Foto Divulgação
Nesta quinta 23 de fevereiro, o produtor cultural Gustavo Vasconcellos, à frente da GRV Música, Media e Entretenimento, conduz bate-papo com os músicos Joe Torquato e Kiko Peres. Joe, que viabilizou projeto em homenagem aos seus 25 anos de carreira através de recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Governo do Distrito Federal, abordará um pouco sobre essa realização, que contou com a produção musical de Kiko, seu parceiro mais frequente ao longo de todos esses anos.
O projeto, gerido pela GRV, o cantor e compositor brasiliense, contemplou o lançamento de um álbum de nove canções, acompanhadas por lyric vídeos vídeoclipes e um minidoc e envolveu vários profissionais da cidade de segmentos diversos para além da música. Vários desses profissionais também participarão da Live, contando um pouco dessa construção coletiva em benefício da arte made in Brasília.
O público interessado no assunto poderá participar acessando o canal de YouTube.
Com mais de 140 obras, o Espaço Cultural Renato Russo recebe exposição proposta pelo espaço Vilarejo 21
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Em junho de 22, o espaço Vilarejo 21 abriu chamada para composição de um coletivo de colagem, atualmente composto por 14 colagistas do DF, cuja relação com a colagem é perpassada pela subjetividade e diversidade contextual. Entre julho e dezembro, o coletivo se encontrou no espaço para colar, inspirado nos temas: dor, seres híbridos, guilty pleasure, memorabilia, esperança, caos, floresta mística, máscara, palavra, infante.
O resultado desse processo artístico poderá ser apreciado pelo público, de 9 de fevereiro a 30 de março, na Galeria Parangolé, do Espaço Cultural Renato Russo. A expografia da mostra foi pensada para dialogar com cada proposição temática, construindo com o conjunto das colagens, uma colagem expandida.
A divulgação e valorização de uma das técnicas mais democráticas das linguagens artísticas, do potencial de criação de pessoas de diversas áreas de formação, e do incentivo a criação de coletivos de colagem no DF são propostas que fundamentam a ideia da exposição das colagens.
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Artistas
Alice Godoy Lopes | Ana Cecília Kresch | Ana Júlia Sampaio | anna monteiro | Camo | Daniel Ardisson-Araújo | Fabiana Barbosa | Flávia O | Flaviana Medeiros | Cuca | John Rocha | Lelia Lofego | Luciana Cândida | Tamara Dias
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Sobre o Vilarejo 21
O Vilarejo 21 é um espaço independente de arte, criatividade & cultura, localizado em uma chácara no Altiplano Leste, em Brasília. Acolhemos um público diverso, interessado em sair da rotina, criar e fruir arte. Atuamos nas áreas de pesquisas, projetos, produções e exposições de artes visuais; arte educação, oficinas de criação, gravura, design e publicações.
Serviço
Exposição Coletivo deColagem – Colagistas do Distrito Federal
Onde: Espaço Cultural Renato Russo (508 sul), Galeria Parangolé;
Visitação: de 09 de fevereiro a 30 de março de 2023, de terça a domingo, das 10h às 20h. Acesso livre
Jumanji, Poderoso Chefão, A Paixão de Joana D’Arc e Crepúsculo do Caos são clássicos disponíveis para os assinantes de UOL Play
Para os amantes de cinema, os considerados filmes clássicos são aqueles icônicos capazes de ultrapassar a barreira do tempo e se imortalizam como obras atemporais, ou seja, independente do ano de seu lançamento, marcam gerações. O UOL Play, plataforma de streaming do UOL, maior empresa brasileira de tecnologia e serviços do país, preparou uma lista dessas obras clássicas para os cinéfilos de plantão.
Entre os filmes, está Jumanji, de 1995, um dos principais do gênero da aventura da década de 90. Com um elenco que conta com Robin Williams, Kirsten Dunst e Bonnie Hunt, a trama é repleta de originalidade ao contar a história de um tabuleiro mágico que transforma a realidade de seus participantes em um perigoso jogo com elementos reais e selvagens. A produção é comandada pelo diretor Joe Johnston.
O Poderoso Chefão, filme que corou o diretor Francis Ford Coppola e o ator Marlon Brando como vencedores do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Ator, respectivamente. A obra conta a história da família mafiosa Corleone, de 1945 até 1955, que comandava as ruas de New York. Em 2014, foi eleito o melhor filme da história, pela revista Hollywood Reporter.
Conhecido por ser o primeiro filme produzido sobre a heroína francesa Joana D’Arc, A paixão de Joana D’Arc é uma obra de 1928, mudo e em P&B (preto e branco). Dirigido por Carl Theodor Dreyer, o roteiro é baseado em documentos históricos do julgamento de Joana e reconhecido como um marco na história do cinema. A renomada crítica de cinema da revista The New Yorker, Pauline Kael, considerou o trabalho de Renée Jeanne Falconetti, atriz francesa que interpretou Joana D’Arc, primoroso, segunda ela: “talvez a melhor interpretação de um ator já gravada em película”.
Já o Crepúsculo do Caos é tratado como um relato pessoal do cineasta britânico Derek Jarman sobre o declínio de seu país sob a liderança da primeira-ministra, Margaret Thatcher. O filme traz um estilo único, que mescla imagens de arquivo, planos filmados e filmes caseiros do acervo da família do próprio cineasta. O enredo apresenta duras críticas a Inglaterra dos anos 80, no período pós Segunda Guerra Mundial.
Com uma solução robusta, o UOL Play combina a variedade de canais da TV por assinatura com toda a facilidade e customização da experiência do streaming. A plataforma conta com um acervo de produções proprietárias e exclusivas do UOL, filmes e séries, programação infantil e esportiva, além do conteúdo de canais lineares como Warner Channel, Sony Channel, History, AXN, BandNews, BandSports, MTV, entre outros. As opções de planos são: Cinema (R$69,90) e Light (R$24,90), além da promoção do plano Cinema com 1 mês grátis de HBO Max.
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