Mostra gratuita conta com 25 obras expostas e estará aberta ao público até o dia 31 de maio, na Galeria JK Espaço Arte
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Unindo realidade e fantasia, a exposição “Realismo Fantástico de Iri Vilela” fica em cartaz no JK Shopping até o dia 31 de maio. Localizadas na Galeria JK Espaço Arte (Piso S1), as 25 obras selecionadas retratam as diversas fases da carreira do artista plástico e professor. As imagens coloridas contêm traços do Realismo Fantástico, expressão muito utilizada nas artes chamadas pictóricas, corrente literária que mistura o imaginário e o real, com cores, texturas e tons.
Com uma grande quantidade de símbolos, as obras apresentam diversas temáticas e são ligadas às inspirações e referências do autor. “As criações combinam técnica apurada com o surpreendente e o surreal, obtidas através da imaginação e da criatividade, além de grandes influências das capas de álbuns das clássicas bandas de rock dos anos 60 e 70 que já eram influenciadas por artistas como Bosch, Magritte e Dalí”, comenta Iri Vilela.
A superintendente do JK Shopping, Eliza Ferreira, convida o público a se deixar impressionar pelo realismo fantástico e suas interpretações. “A exposição visa despertar a curiosidade e proporcionar momentos fantasiosos e divertidos”, destaca. Eliza também ressalta que a mostra será uma novidade não só para o shopping, mas para a cidade de Taguatinga, onde o centro de compras está localizado e o artista possui uma escola de desenho/pintura e ateliê, aos quais levam o seu nome.
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Iri Vilela
Artista plástico por intuição, desde cedo mostrou interesse pelo desenho e pela pintura, tendo sido levado inúmeras vezes, por sua curiosidade inata, a se dedicar a várias técnicas. A arte sempre foi uma constante em sua vida. O contato com disciplinas como História da Arte, Estética, Teoria da Percepção, entre outras, transformou seu modo de ver e compreender o mundo à sua volta. Todos os objetos eram fontes de experimentação e utilização em seus trabalhos. Sua maior influência, no entanto, está na pintura fantástica. Identificando-se em grande parte com o surrealismo.
Vilela residente atualmente em Taguatinga, onde mantém em seu ateliê uma escola de desenho e pintura, contribuindo com sua técnica e experiência, para o despontar de grandes talentos das artes plásticas que hoje se destacam no meio artístico de Brasília.
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Exposição Realismo Fantástico de Iri Vilela
Local: Galeria JK Espaço Arte (Piso S1).
Data: de 08 de abril a 31 de maio.
Horário: 10h às 22h de segunda-feira a sábado e das 12h às 20h aos domingos e feriados.
A MAIOR COMPANHIA DE DANÇA DO BRASIL RETORNA AOS PALCOS DA CAPITAL EM 9 DE SETEMBRO
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Inspiração
Os ritos da umbanda – a mais cultuada das religiões nascidas no Brasil, resultado da fusão do candomblé com o catolicismo e o kardecismo – são a grande fonte de inspiração da estética cênica de Gira.
Exu, o mais humano dos orixás – sem o qual, nas religiões de matriz africana, o culto simplesmente não funciona – é o motivo poético que guia os onze temas musicais criados pelo Metá Metá para Gira.
Mergulhar no universo das religiões afro-brasileiras para se alinhar ao tema proposto pelo Metá Metá foram as primeiras providências dos criadores do Grupo Corpo – através da literatura e, em seguida, numa pesquisa de campo, com visitas a terreiros de candomblé e umbanda. Por ser mais sincrética e brasileira, a umbanda foi se impondo. E Gira foi-se moldando como uma visão poética da necessidade atávica do homem de se conectar com o divino ou simplesmente com o oculto.
A cena se traduz em um “quadrado” de linóleo negro, de 13m X 9m, intensamente iluminado – representação simbólica de um terreiro, a grande nave da liturgia afro-brasileira. Não há coxias: nas laterais e no fundo do palco, 21 cadeiras se perfilam em uma área imersa nas sombras e que forma uma semi arena. Sobre cada cadeira, uma luz tênue sinaliza uma presença incorpórea. Um não-cenário assinado por Paulo Pederneiras é coberto de tule negro, tecido que também envolve os bailarinos sempre que estão fora de cena.
Logo no início de Gira, um grupo de sete bailarinas ocupa o centro da cena. Mãos cruzadas sobre a lateral esquerda do quadril, olhos fechados, troncos que pendulam sobre si mesmos em vaguíssimas órbitas, tudo nelas sugere o transe. Está estabelecido o caráter volátil do que se passará no palco dali para frente.
Mas engana-se quem pensa que vai assistir a uma representação mimética dos cultos afrobrasileiros. Alimentado pela experiência em ritos de celebração tanto do candomblé quanto da umbanda (em especial as giras de Exu), Rodrigo Pederneiras (re)constrói o poderoso glossário de gestos e movimentos a que teve acesso, fundindo-o com maestria ao vasto vocabulário edificado em mais de três décadas de prática como coreógrafo residente do GRUPO CORPO.
Riscadas por trios, duos ou solos brevíssimos, as formações de grupo (frequentemente em número de sete) serão recorrentes. Em uma trilha eminentemente rítmica, duas grandes respirações melódicas abrem espaço para a materialização de solos femininos imperiosos, dançados sobre a voz de instrumentos igualmente solitários –o baixo acústico de Marcelo Cabral, em Agô Lonan, e o sax tenor de Thiago França, em Okuta Yangi I.
Nos figurinos, Freusa Zechmeister adota a mesma linguagem para todo o elenco, independente do gênero: torso nu, com a outra metade do corpo coberta por saias brancas de corte primitivo e tecido cru.
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GIRA – FICHA TÉCNICA
Coreografia: Rodrigo Pederneiras
Música: Metá Metá
Cenografia: Paulo Pederneiras
Figurino: Freusa Zechmeister
Iluminação: Paulo Pederneiras e Gabriel Pederneiras
SERVIÇO:
GRUPO CORPO – “GIRA”
DATA: 09 de Setembro (Sábado)
HORÁRIO: 22h
LOCAL: Centro de Convenções Ulysses
ACESSO AO LOCAL: 20h
Classificação indicativa: 14 anos
Produção local:
RV Produção Cultural
Lux Shows Produções
Upiano Entretenimento
Informações: Raphael Veiga 61 98282- 7765
INGRESSOS:
POLTRONA SUPERIOR – R$ 80,00*
POLTRONA ESPECIAL- R$ 140,00*
POLTRONA VIP- R$ 160,00*
POLTRONA GOLD – R$ 200,00*
POLTRONA PREMIUM – R$ 250,00*
*Ingressos sujeitos à alteração de preços sem aviso prévio.
*MEIA ENTRADA: Estudantes, professores, idosos, pessoas com deficiência, profissionais da saúde e ingresso solidário doando1kg de alimento não perecível.
FORMAS DE PAGAMENTO: Dinheiro, débito, crédito em 1x sem juros, parcelados em 2x ou 3x com taxa do parcelamento. PIX ou em até 12x com taxa do parcelamento somente nas compras pelo site.
PONTO DE VENDA SEM TAXA de serviço:
BARBEARIA ELVIS – JK Shopping Taguatinga norte 3º piso
BRASÍLIA: DUAS OU TRÊS COISAS QUE SEI DELA E EXIBE RARO DOCUMENTÁRIO DE CURTA-METRAGEM SUECO COM IMAGENS IMPACTANTES DA CONSTRUÇÃO DA CIDADE
Com o apoio decisivo da Embaixada da Suécia, o Cine Brasília reservou um presente especial para o público neste 21 de abril, data em que a cidade comemora 63 anos: a exibição do documentário do sueco Brasília – Capital daEsperança, Torgny Anderberg, que traz imagens impressionantes e inéditas da capital ainda em construção. Filmado em 1959, o curta-metragem (24’) apresenta um raro registro em cores dos painéis pintados por Alfredo Volpi, que foram apagados em 1962 e nunca mais puderam ser recuperados.
O documentário de Anderberg, que será exibido às 20h35, foi uma das principais fontes do livro “O apagamento de Volpi: presença em Brasília” que acaba de ser lançado pela jornalista e historiadora da arte Graça Ramos. O evento do dia 21 será uma oportunidade para que as pessoas tenham acesso ao livro e conversem com a autora sobre a pesquisa de fôlego que sustenta essa obra. As reflexões sobre o gesto de intolerância e conservadorismo diante da obra de Volpi trazem lições muito atuais sobre a história da arte no Brasil.
Após a exibição do curta, os espectadores poderão assistir ao longa-metragem New Life S/A de André Carvalheira.
Programa Educativo promove visita mediada e conversa sobre o tema que contará com participação especial de antropóloga da UNB
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O CCBB Educativo propõe uma atividade especial em razão da semana em que se comemora o Dia dos Povos Originários e o 63° aniversário de Brasília. No dia 21/04, indígenas, professores, estudantes, pesquisadores e o público em geral são convidados para uma visita mediada pela exposição Fotógrafos Italianos – no florescer da fotografia brasileira, seguido de uma conversa com a antropóloga Bruna Martins*, que irá instigar os participantes a assumirem um olhar crítico e reflexivo sobre os povos originários brasileiros, sobre a representação indígena nos espaços culturais e a necessidade de descolonizar esses espaços artísticos.
A partir de visita mediada à exposição Fotógrafos Italianos – no florescer da fotografia brasileira – mostra que conta com mais de 90 fotografias, registros de monumentos históricos desde a vida urbana até as profundezas da Amazônia, feitos entre o fim do século XIX e início do XX por grandes fotógrafos italianos – a antropóloga Bruna Martins vai conduzir um debate em que pretende despertar reflexões sobre o anonimato dos fotografados e o sensacionalismo da imagem no século XIX. Segundo a antropóloga, apesar da validade histórica dessas fotos, que é inegável, percebe-se uma forma bastante colonialista de retrato do outro, nesse caso, os indígenas e brasileiros daquele século.
Ainda sobre reflexões sobre os povos originários, no dia 21, o Cine CCBB exibirá o filme Iracema, uma Transa Amazônica (classificação indicativa 16 anos – 91 min; dir.Jorge Bodanzky, Orlando Senna; Brasil), com interpretação em libras, seguido de uma conversa com a professora Mariana Souto. O filme faz parte da mostra El Camino – Cinema de Viagem da América do Sul.
O Programa CCBB Educativo oferece ações com arte e educação de maneira multidisciplinar provocando reflexão, diálogo e troca significativa entre público, artista e sociedade. E durante o mês de abril, teremos duas atividades especiais sobre inclusão, sendo uma no dia 20, Protagonismo da Pessoa Neurodiversa, e outra no dia 28, Dia Nacional da Língua Brasileira de Sinais. A programação completa, ingressos gratuitos e mais informações podem ser encontradas no telefone (61) 3222-0341 e no https://programaccbbeducativo.com.br/ ou https://ccbb.com.br/brasilia/ccbb-educativo/
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*Sobre a antropóloga Bruna Martins
Bruna Martins é Bacharel em Antropologia pela Universidade de Brasília. Colabora nas Pesquisas e nas ações de intervenção do Instituto Promundo e do Centro de Trabalho Indigenista. Foi estagiária do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) em Brasília entre 2019 e 2020 atuando como Arte Educadora. Atuou como estagiária de Antropologia no projeto Culturas Vivas sob coordenação do Centro de Trabalho Indigenista, visando a pesquisa de acervo etnográfico e dinamização do Memorial dos Povos Indígenas. Pesquisa a relação entre Antropologia, Museus e Arte. Tem interesse nas áreas de Antropologia, Museus, Gênero e Educação, com ênfase em cultura material e etnomuseologia.
Programação:
Dia dos povos originários Data: 21 de abril Horário: 15h30
Local: Galeria 4 Classificação etária: Livre
Entrada gratuita, mediante emissão de ingresso em bb.com.br/cultura ou na bilheteria física.
Capacidade: 45 pessoas
Roda de conversa- Protagonismo da pessoa neurodiversa Data: 20 de abril Horário: 19h
Classificação etária: Livre
Entrada gratuita, mediante emissão de ingresso em bb.com.br/cultura ou na bilheteria física.
Capacidade: 45 pessoas
Convidados:
Gabriela Argañaraz – modelo, dançarina e atriz, pessoa com síndrome de Dandy Walker.
Laura Garcia – atriz e bailarina, pessoa com Transtorno Global do Desenvolvimento.
Vittória Mesquita – estudante, digital influencer, pessoa com síndrome de down (a confirmar).
Laura Rodriguez Queiroz – psicóloga do Instituto Ninar, especializado em estimulação terapêutica intensiva, baseada na Análise do Comportamento Aplicada, a partir da interseção entre as áreas de psicologia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, educação física, pedagogia e música.
Dia Nacional da Língua Brasileira de Sinais Data: 28 de abril Horário: 14h Local: Jardim
Classificação etária: Livre
Entrada gratuita, mediante emissão de ingresso em bb.com.br/cultura ou na bilheteria física.
Capacidade: 45 pessoas
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Serviço:
Programa Educativo do Centro Cultural Banco do Brasil
Centro Cultural Banco do Brasil – Distrito Federal
Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Espacial Sul – Brasília – DF – Tel: (61) 3108 7600
A Mostra Cores ao Quadrado conta com trabalhos de Léo Caldas, Daniel Toys, Jailson Belfort, Haissam Massouh e da Fundação Athos Bulcão com abertura ao público a partir de 20 de abril, das 8h30 às 18h, no Espaço Brasal Noroeste
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Brasília reúne em um só lugar cores, formas e pessoas de todo o Brasil. Pensando em uma forma eclética de homenagear os 63 anos da nossa cidade, celebrado em 21 de abril, a Brasal Incorporações lança a exposição “Mostra Cores ao Quadrado“. O projeto apresenta cerca de 20 trabalhos de artistas que com foco na natureza, ilustração, arquitetura de Brasília, entre outros temas que têm tudo a ver com o dia a dia da capital federal e seus moradores. Na exposição, os visitantes poderão contemplar trabalhos como fotos, ilustração, gravura, azulejaria e grafite.
Com entrada gratuita, a exposição estará aberta à visitação do público de 20 de abril até 15 de maio, todos os dias das 8h30 às 18h, no Espaço Brasal Noroeste (CLNW 2/3 Lote E). De acordo com a curadoria realizada pela empresa de construção civil, a ideia é mostrar, por meio das obras dos artistas Léo Caldas, Daniel Toys, Jailson Belfort, Haissam Massouh e da Fundação Athos Bulcão, um olhar diferente sobre a cidade.
Para o Gerente de Marketing da Brasal Incorporações – Filial Brasília, André Stein, a capital federal é um celeiro artístico, e essa é uma entre as diversas iniciativas desenvolvidas pela empresa com o intuito de enaltecer os diferentes talentos que têm o Distrito Federal como inspiração. “Queremos trazer cada vez mais para os nossos empreendimentos, e para a comunidade, a inspiração artística local. E o aniversário de Brasília é, sem dúvida, um grande momento para fortalecer essa ideia“, conta.
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Saiba quem são os expositores
Daniel Toys | Nascido em Brasília, em 1991, o artista teve sua infância agitada, porém sempre brincando de desenhar e criar personagens. Foi aos 13 anos que Toys começou a desenhar em muros na clandestinidade, inspirando-se nas revistas de skate e graffiti da época, fez seu primeiro graffiti no Guará, cidade satélite de Brasília.
O brasiliense aproveitou uma bolsa de estudos que ganhou através do basquete para cursar Publicidade e Propaganda na Universidade Católica de Brasília. Apaixonou-se pela comunicação, estagiou e trabalhou em agências de publicidade onde conquistou uma grande bagagem profissional. Ele começou a se destacar como artista com a criação do seu principal personagem, o “toyszim”, que chama atenção pelas ruas de Brasília. Com uma linguagem geométrica, abstrata, colorida, com infinitas texturas sua arte pode caminhar em praticamente todos os ambientes, seja em quadros, murais, roupas, jóias, objetos e acessórios.
Atualmente, Toys tornou-se um dos mais reconhecidos muralistas da capital brasileira, com obras espalhadas por todo Brasil e em países como Alemanha, Argentina, Chile, Espanha, França, Portugal, Peru, Reino Unido e Áustria.
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Haissam Massouh | Morador de Brasília desde 1999, o candango se apaixonou pela arquitetura da cidade e pela beleza do cerrado.
Fotógrafo profissional de paisagens urbanas e de natureza, suas obras expõem seu Olhar Sírio sobre todos os cantos e encantos de Brasília reproduzidos em magníficos quadros que compõem os mais belos e charmosos ambientes.
Leo Caldas | A astronomia é um interesse desde criança e sempre teve um telescópio para observação visual dos astros. Com a chegada da era digital começou a investir em equipamentos fotográficos para poder registrar aquilo que só observava visualmente e então surgiu a Astrofotografia na vida do artista a quase 15 anos. Além de ser fotógrafo, ele também publicou um livro intitulado Fotografia & Astronomia.
Jailson Belfort | O maranhense radicado em Brasília, sempre foi apaixonado pelo desenho e atento às imagens do cotidiano. Formado em Design, iniciou carreira como ilustrador e diretor de arte em agências de publicidade. Seu traço com canetas esferográficas foi sendo refinado, criando composições maiores e mais elaboradas. Com temáticas sobre Cidades e Patrimônios, o artista possui um acervo de 180 obras de diversos tamanhos.
A série “Brasília em Linhas” apresenta sessenta obras sobre os principais ícones e monumentos da Capital Federal. Suas maiores inspirações em técnica e criatividade são: M. C. Escher, Laerte, Quino e Daniel Azulay. Desde 2018, o artista vem realizando exposições com suas obras feitas com esferográficas, além de oferecer workshop de desenhos para crianças.
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Fundação Athos Bulcão | Criada em 1992, a entidade atua na promoção, documentação, preservação, pesquisa e difusão da obra do artista de quem herda o nome, além de comercializar múltiplos da sua obra.
Seus projetos visam contribuir com a formação de crianças, jovens e adultos e tornar a educação, a arte e bens culturais acessíveis a todos. A instituição investe em educação patrimonial para que a população de Brasília valorize sua história, sua memória e seus bens culturais, permitindo aos cidadãos o conhecimento sobre identidade individual e coletiva.
A realização é uma parceria do GDF, com as secretarias de Turismo e Cultura e Economia Criativa do DF, além da Associação de Educação Cultura e Economia Criativa. Ao todo, serão três dias de festa na Torre de TV de Brasília
Torre de TV_Paulo H Carvalho/Agência Brasília
Brasília, a capital do país, completa 63 anos nesta sexta-feira, 21 de abril. A cidade, planejada para abrigar o poder público e político, se destaca por outras razões como pela arquitetura modernista, pela cultura local, pela natureza e pela gastronomia, que a cada ano se fortalece no cenário nacional.
Para celebrar em grande estilo esses 63 anos, o Governo do Distrito Federal (GDF) junto à Secretaria de Estado de Turismo (Setur-DF) e em parceria com a Associação de Educação Cultura e Economia Criativa (AECEC) e a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (SECEC-DF) prepara um fim de semana repleto de atividades culturais na Torre de TV, um dos pontos turísticos mais icônicos da capital. A festa tem patrocínio do Banco de Brasília (BRB) e apoio do laboratório Exame.
“Brasília é uma cidade única e incrível que merece ser celebrada. Nos últimos anos, temos presenciado seu enorme potencial para o turismo seja cívico, de eventos, de lazer, de negócios, cultural, gastronômico e de natureza. Para comemorar os 63 anos da capital federal, não podíamos deixar de realizar uma festa à altura dos brasilienses, com uma programação diversificada e para toda a família”, afirma Cristiano Araújo, secretário de turismo do DF.
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Cultura e Arte
Os 63 anos da capital federal vão unir cultura, arte e entretenimento. Um palco de grandes proporções vai receber artistas de renome nacional como Maiara e Maraisa, Joelma e Fundo de Quintal. O evento valoriza também artistas locais e regionais como Enzo e Rafael, Nego Rainner e a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro. A ideia é mostrar a diversidade cultural da cidade, onde a cultura nordestina, o samba e o sertanejo ganham o merecido espaço, para fortalecer a economia criativa e a cultura local.
O evento, que se estende até o domingo (23/04), terá ainda uma série de atividades infantis, como brinquedos infláveis, pinturas de rosto, cosplay e apresentações teatrais com a Cia Teatral Neia e Nando.
Confira a programação completa do aniversário de Brasília 63 anos:
21/04 – Sexta-feira
10h à 18h – Atividades infantis da cidade KIDS
10h – Mágico Tio André
11h -Teatro Neia e Nando
12h – Contação de História Nyedja Gennari
16h – Maiara e Maraisa
18h – Enzo e Rafael
19h – Melão
20h – Fim do evento
22/04 – Sábado
10h às 18h – Atividades infantis da cidade KIDS
10h – Mágico tio André
11h – Teatro Neia e Nando
14h – Contação de história Nyedja Gennari
16h – Nego Rainner
18h – Joelma
20h – Fim do evento
23/04 – Domingo
10h às 18h – Atividades infantis da cidade KIDS
10h – Mágico Tio André
11h – Teatro Neia e Nando
12h – Contação de história Nyedja Gennari
14h – Fundo de Quintal
18h – Orquestra Teatro Nacional
20h – Fim do evento
Serviço: Aniversário de Brasília 63 anos Local: Torre de TV de Brasília Quando: De 21 a 23 de abril de 2023 Horário: De 10h às 20h Entrada gratuita e livre para todos os públicos Realização: GDF/ AECEC / Secretaria de Cultura e Economia Criativa / Secretaria de Turismo
Dado pode ser um bom indicativo para o mercado de impacto na capital
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Neste ano, Brasília ganhou destaque na economia nacional. Do 69º lugar em 2022, a capital subiu para 4º no ranking de cidades empreendedoras. Os dados são da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), que avaliou os 101 municípios mais populosos do Brasil.
A pesquisa avaliou diversos fatores, mas algumas condições específicas foram essenciais para a estabilidade dos empreendimentos. Os valores de alguns impostos, como IPTU (Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana), ISS (Imposto Sobre Serviços) e ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), são mais baixos no Distrito Federal do que em outras regiões do país, por exemplo. Assim, muitos empreendedores foram estimulados a abrir e manter seus negócios.
A fundadora do Impact Hub Brasília, Deise Nicoletto, acredita que os indicadores trazem otimismo também para algumas áreas do empreendedorismo. “As iniciativas sustentáveis são muito importantes para a sociedade, mas o mercado de impacto ainda pode crescer muito mais. Brasília é um ambiente bastante propício para o desenvolvimento desse tipo de negócio e o Impact Hub Brasília está disponível para apoiar e incentivar ainda mais os empreendedores sociais para aumentar o impacto gerado para a cidade’’, explica.
Em 2021, de acordo com um estudo feito pelo Pipe.Labo, apenas 5% dos negócios de impacto socioambiental estavam concentrados no Centro-Oeste do Brasil. Esse número é muito pequeno, se comparado aos resultados da recente pesquisa da Enap. Todavia, é importante lembrar que, no ano passado, Brasília ainda estava em 69º lugar no ranking geral de cidades empreendedoras. Portanto, o salto é um ótimo indicativo para um possível crescimento do empreendedorismo de impacto na capital.
Sobre o Impact Hub Brasília – O Impact Hub Brasília faz parte de uma rede global de espaços colaborativos, comunidades empreendedoras e programas que inspiram, conectam e escalam negócios de impacto. Conecta pessoas, marcas e empresas a causas de impacto que ajudam a transformar o Brasil e o mundo através de metodologias de inovação e desenvolvimento de negócios. Os espaços inovadores dos Impact Hubs dão suporte aos programas, ao ecossistema de impacto e geram conexões entre as pessoas, iniciativas e projetos.
O evento acontece na Praça Portugal e conta com apresentação internacional e inédita da banda cult americana Brian Jonestown Massacre
Brasília está prestes a comemorar mais um aniversário e, para celebrar o próximo 21 de abril, o PicniK, projeto que há 11 anos se consolidou como referência da cidade, preparou uma programação multicultural imperdível para todas as idades. Em 2023, seguindo a proposta de ocupar espaços públicos mágicos e subutilizados do Quadrado, o evento acontece na Praça Portugal, a partir das 13h e conta com diversas atrações locais, nacionais e internacionais, além de eixos temáticos que garantem proporcionar um dia inteiro de lazer aos candangos.
Para os amantes e colecionadores de discos, a Feira do Vinil oferece um espaço exclusivo para o público se deleitar com a cultura dos antigos bolachões. Serão mais de 10 lojas trazendo pechinchas, preciosidades e novidades, levando a experiência musical também para os lares brasilienses.
Outra atração importante é o lendário DJ Marky. Diretamente de São Paulo, ele aterrissa, a convite da Claro Música, no ônibus vibrante da Disco’n’Funk, agitando o público com pérolas do groove e com um set exclusivo e inédito, na cidade, de black music.
Atividades para desfrutar
Pensando nas crianças, o evento oferece, durante todo o dia, diversas áreas com variadas opções de brincadeiras, espetáculos, práticas educativas e até uma biblioteca com rodas de leitura dedicadas às famílias com bebês.
Para o público adulto as possibilidades de entretenimento também são enormes. O desafio é conseguir aproveitar um pouco de tudo que o evento proporciona. Atividades para movimentar o corpo e equilibrar a mente como meditação, yoga e acrobacias, além de atendimentos para relaxar como massoterapia, acupuntura, entre outras práticas holísticas fazem parte da programação.
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Economia criativa candanga
Com intuito de dar visibilidade às marcas, produtos e artistas da cidade, centenas de empreendedores criativos que transitam pela arte, moda e decoração estarão presentes no PicniK. Para quem quer dar aquele tapa no visual, a dica é o Espaço Belezas, por lá o público encontra conceituados cabeleireiros, trancistas e barbeiros da cidade.
Gastronomia para todos os públicos
Na Praça de Alimentação, chefs renomados, jovens talentos e os food trucks queridinhos do DF estarão presentes para retratar a diversidade, a qualidade e a riqueza da gastronomia brasiliense. Pensando nas pessoas com restrições alimentares, o evento conta também com uma Área Vegana, que oferece quitutes saborosos e saudáveis, incluindo todo mundo no rolê.
A entrada do PicniK é gratuita, porém, a partir das 16h para acessar o perímetro do evento é solicitada a doação de 1kg de alimento. Não é permitida a entrada com bebidas e alimentos. O encontro, indicado para todas as idades, é uma ótima oportunidade de passeio com a família, cachorros, vizinhos, paqueras e amigos. Preparem as cangas, os óculos de sol e venham celebrar essa data tão importante numa terapia coletiva autenticamente candanga.
PICNIK | PROGRAMAÇÃO 21abril 2023
11 anos + Aniversário de Brasília 63 anos
MERCADINHO ARTE, MODA e DESIGN
Mais de 100 empreendedores criativos que transitam pela arte, moda, decoração, plantinhas, produtos orgânicos e etc, mostrando o lindo rosto da economia criativa candanga.
FEIRA DE VINIL PICNIK
A Feira do Vinil PicniK nasce do desejo de fazer pulsar mais forte a #cultura do #vinil ao disponibilizar um espaço exclusivo para esse encontro com os bolachões!
São eles: Givaldo discos, Astoria Discos, Garimpo do Vinil e Marcondes.
ESPAÇO BELEZA PURA
Beleza Pura é o ponto de encontro de quem quer dar aquele realce na força da beleza. Reunirá marcas locais focadas no atendimento ao público com cabeleireires, trancistes e barbeires. Presença confirmada de @apenteadeira_ e @coletivosul.
LOJA @SESI.Lab
Produtos autorais desenvolvidos no coração de Brasília por criativos da cidade e coleções assinadas com itens personalizados, como a inspirada no painel exclusivo do Athos Bulcão (@fundathos). Você pode encontrar: xícara, copo, jogo da velha, ímã, quadro, livros, guarda-chuva e camisetas.
PRAÇA de ALIMENTAÇÃO
Chefs renomados, jovens talentos e os foodtrucks destaques do DF comprovando a diversidade, qualidade e riqueza da gastronomia brasiliense em mais de 80 operações diferentes.
ÁREA VEGANA
Quitutes saborosos para recompor energia de maneira saudável e equilibrada, destinado principalmente ao público com restrições alimentares (glúten, açúcar etc). Pavilhão muito tradicional do projeto, organizado em parceria com a FALA – Frente de Ações pela Libertação Animal (@fala_libertacaoanimal).
Antes, depois e nos intervalos: DJs Ogunda-O e Bruno Prieto numa Discoteca Taliban
Claro Música apresenta DISCO’n’FUNK
Para celebrar o aniversário da cidade, teremos o lendário DJ MARKY como atração principal, apresentando pela 1a vez em solo candango seu set de disco e black music.
O espaço traz uma variedade de espetáculos infantis, circenses e de encantarias para animar a criançada, trazendo a palhaçaria e a magia do #feitoembsb para o picadeiro.
14h: Aula de Yoga – Circo Sem Lona (BSB)
15h: Brasília, Brinquedo de Ler (pocket) – Tríade Brinquedo (BSB)
16h: Histórias Encaixotadas Teatro Lambe-Lambe – Varanda Teatro (SP)
17h: Palhaço em Trânsito – Circo sem Lona (BSB)
18h: Nas tripas da Cobra Encantada – Mamulengo Lengo Tengo (BSB)
19h às 21h: Baile da Criançada com Dj Pops
ÁREA KIDS by TIO KIKO
Brinquedos infláveis, pula-pula, brinquedoteca e perna-de-pau. Um universo de diversões disponível para os pequenos.
EXPOSIÇÕES ARTÍSTICAS – Intervenção Piratas de Ágora
Saquear o passado para recriar o futuro é o que propõe Matheus Góes. Nascido em Brasília, o fotógrafo traz em sua intervenção imagens capturadas nas ruas de algumas das capitais do Brasil, tecendo uma narrativa decolonial onde os espaços são ocupados com alegria e alvoroço, exaltando o imaginário coletivo dos povos afro-indígenas.
ESPAÇO CIRQUS ACROESPORTES – Acrobacias para crianças e adultos
Atividades para movimentar o corpo e equilibrar a cuca. Ideal para toda família participar e descobrir infinitas possibilidades com esses craques candangos. Traga apenas uma canga ou tapetinho, além de muita disposição.
Horário: 15 às 18 horas
Inscrição via (61) 99650-5421 ou @cirqusacroesportes
ÁREA DE CURA
Atividades de massoterapia, acupuntura, dentre outras práticas holísticas, atendimentos individuais sujeito a doações.
Massoterapia com Maristela e Adalberto (AADV – Associação de Amigos do Deficiente Visual)
Magnified Healing®, com Maísa Flor, Samyra Akasha e Angélica Nunes (@maisaterapeuta.flor)
Aromaterapia, com Alberto Marques (@amor.deoleos), Massagem Antiestresse, com Carla Helena.
Horário: 13h às 19h.
ÁREA ZEN
Atividades voltadas para promover a interação saudável entre pais, mães e filhos.
14h30: Meditação, por CEBB @cebb_brasilia
15h30: Sentindo o CORPO VIVO, por Gabriella Vinhas (@gabriellavinhas)
16h30: Hatha Yoga, por Laís Ferro @laisferro.yoga
17h30: Sound Healing, por Daya Fé @dayagaya
ESPAÇO INDÍGENA NO PICNIK*
O espaço de curas e culturas indígenas será o ponto de contato do público PicniK com nossa ancestralidade nativa: artesanatos, pinturas, práticas xamânicas, cantos, literatura, meditação dão o tom deste intercâmbio que promete ser potente.
ESPAÇO MARANDUBINHA*
Espaço dedicado às famílias com bebês e crianças dentro do PicniK com uma biblioteca infantil disponível para todos e rodas de leitura de hora em hora.
Aqui as famílias podem curtir boas leituras e compartilhar histórias.
14h, 15h e 16h: roda de leitura para crianças com Mel Baracho e Sr. Cachu
CENTRAL ACESSIBILIDADE por SURDOS DO CERRADO + AAVD
Teremos na entrada principal do evento um receptivo especial para pessoas com deficiência auditiva e visual, onde disponibilizamos facilitadores e visitas guiadas pelo evento. Para pessoas com deficiência ou limitações físico-motoras teremos um acesso especial com acessibilidade para cadeirantes.
REST MY BIKE powered by GERINGONÇA OFICINA
Vir de carro não está com nada, style mesmo é vir de bicicleta. Para facilitar a vida de nossos ciclistas, teremos um guarda-bikes gratuito dentro do evento, com possibilidade de realizar também pequenos serviços de manutenção por Geringonça Oficina (@gerigonca.cc). E tem mais, exposição de tall bikes e o lançamento da TandemJK, uma bike diferentona feita por Kande Bonfim e por Viní Souza (@vinisouzas), para comemorar o aniversário de Brasília.
7° FEIRÃO DE BIKES USADAS RODAS DA PAZ
O Feirão é um encontro promovido pela Rodas da Paz para reunir pessoas que querem vender bicicletas e para quem sonha em comprar uma bici. Tem interesse em vender sua bicicleta? Entre em contato com o Rodas da Paz no telefone (61) 99946-2643.
O cadastro é feito na hora e o ideal é chegar no primeiro horário, assim aumentam as chances de fechar negócio. Caso tenha uma bicicleta parada e queira fazer uma doação, teremos também o projeto “Doe Bicicleta” para doações que serão destinadas às pessoas em situação de vulnerabilidade social.
Além disso, faremos distribuição de adesivos e sorteio de uma bike para associados.
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ECOPONTO
Água de graça no PicniK? Sim, essa é para quem tem consciência ambiental. O ECOPONTO, é um espaço onde o público poderá aprender um pouquinho sobre o descarte correto. Quem fizer um lanche ou beber algo, ao se dirigir a um desses pontos, poderá fazer a separação do seu “lixo” com auxílio dos agentes ambientais. Bônus ao fazer a entrega: uma água! Aproveite, estoque limitado.
Acesso por ABRACE (Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças Portadoras de Câncer e Hemopatias) – A partir das 16h será necessário 1kg de alimento para ingressar no evento.
A ABRACE surgiu em 1986, quando um grupo de pais, cujos filhos faziam tratamento de câncer no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), se uniu para ajudar outros pais de crianças que estavam passando pelas mesmas dificuldades. O foco da associação é ajudar as famílias que, além da doença, enfrentavam condições socioeconômicas que agravam ainda mais esse momento tão delicado. Esta será a 7ª edição do PicniK em parceria com a ABRACE, responsável por arrecadar mais de R$120.000,00 em colaborações diretas ou doações de alimentos.
Transfer gratuito Rodoviária-Praça Portugal
Para quem precisa de transporte público, teremos #transfer gratuito a partir da plataforma superior da Rodoviária, sentido norte. #Ônibus PCD capaz de atender público cadeirante. Marca aí aquele seu amigo que precisa dessa forcinha
Horários saída: 13h30 . 15h . 16h30 e 18h
Horários retorno: 18h30 . 20h . 22h
> > S E R V I Ç O < <
PicniK Festival
DIA: 21 de abril de 2023
HORÁRIO: das 13h às 23h
LOCAL: Praça Portugal (prox emb EUA)
ENTRADA: Gratuita até às 16h. Após este horário será necessária a colaboração com 1 Kg de alimento não perecível para o programa Abrace. Proibida a entrada com bebidas e comidas.
CLASSIFICAÇÃO: Livre
PARCEIROS: Infinu Comunidade Criativa (@infinubsb) e Alfredo´s Pizzaria
Projeto Cabeças, Homenagem a TT Catalão, Concerto Sinfônico, atividades infantis, feira cultural, exposições e Baile de aniversário estão entre os destaques da programação
De 16 a 23 de abril. Entrada franca.
A partir deste domingo (16), o Espaço Cultural Renato Russo entra em festa para comemorar os 63 anos de Brasília com uma ampla programação cultural que inclui shows, lançamentos de filme, Homenagem à TT Catalão, Concerto Sinfônico, atividades infantis, feira cultural, exposições e Baile de aniversário.
O programa tem início com lançamento do documentário Concerto Cabeças – Memória Afetiva da Cultura Brasiliense, que inclui um Sarau Poético Musical na Praça Central do Espaço Cultural, a partir das 14h, do dia 16/4.
Foto Divulgação
O projeto resgata a memória e registra a expressão de toda uma geração de artistas gráficos, pintores, músicos, letristas, atores, diretores e grupos teatrais, dançarinos, poetas, fotógrafos, cineastas, produtores culturais etc, surgida entre o final dos anos 70 e o começo dos anos 80, reunidas em torno da Galeria Cabeças e do conhecido Concerto Cabeças, um verdadeiro patrimônio da cidade, que este ano completa 45 anos.
No dia 21, as atividades começam pela manhã com a realização da Feira Cultural Katendê e a programação do Dia Mundial da Criatividade. À tarde, destaque para as ações culturais na Gibiteca em homenagem à TT Catalão, que dá nome ao espaço desde 2021, por sua relevância à cidade como incentivador das artes. Na Sala Multiuso, o espetáculo infantil Zezinho conhece Brasília conduz a criançada à uma visita aos monumentos e histórias da Capital. Para brindar o público ao final do dia, Concerto com Grupo de Cordas da Filarmônica de Brasília, com regência do maestro Thiago Francis, e abertura do Coral Intermezzo.
As ações culturais seguem no dia 22 com destaque para o segundo dia da Feira Cultural Katendê, as atividades do Dia Mundial da Criatividade e, à noite Baile de Aniversário à Brasília aberto ao público, na Praça Central, com participação do professor de dança de salão, Ricardo Lira.
Encerrando a programação, no domingo (23) Sarau Poético e lançamento do documentários Poemas de Opinião.
E durante todo o período, o público ainda poderá visitar a exposição “Inventando vôos”, com curadoria de Marília Panitz e Carlos Silva, na Galeria Parangolé, parte do projeto “Desalinhos e Costuras:arte e loucura”. E a obra DE VER CIDADE, Brasília Numa Caixa de Brincar, na Galeria Ruben Valentim, criada pelo coletivo de artistas ENTREVAZIOS e consiste em uma série de 20 blocos interativos que remetem a uma maquete da cidade e recria, de forma lúdica, as escalas do Plano Urbanístico da cidade-patrimônio Brasília, são elas: monumental, gregária, residencial e bucólica.
As atividades comemorativas são gratuitas e promovidas pelo Instituto Janelas da Arte, Cidadania e Sustentabilidade, por meio do Programa Pedagógico-Formativo e participação na composição da programação do Espaço Cultural Renato Russo, com fomento da Secretaria de Cultura do Distrito Federal.
Confira a programação completa:
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De 16 a 23 de abril
16 de abril
Projeto Concerto Cabeças
Lançamento do documentário e da página web do projeto Concerto Cabeças – memória afetiva da cultura brasiliense.
Sarau poético-musical Horário: 14h- Praça Central ECRR
Documentário Concerto Cabeças – Memória afetiva da cultura brasiliense Horário: 16h – Auditório Marco Antônio Guimarães Confraternização Horário: 17h às 18h – Praça Central ECRR
*A programação conta com tradutor em libras
O documentário resgata a memória e registar a expressão de toda uma geração de artistas brasilienses surgida entre o final dos anos 70 e o começo dos anos 80. O documentário retrata o importante momento histórico em que o movimento Cabeças surge, de resistência política e cultural, a peculiaridade de sua arte essencialmente brasiliense, contando sua trajetória, estética e contexto transgressor, apresentando os grupos e artistas que influenciaram a movimentação artística em Brasília desde o final da década de 1970, além de mostrar a importância destes elementos como pilares formadores da nossa cultura.
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21 de abril
Dia Mundial da Criatividade Horário: 10h às 18h
Local: Teatro Galpão Hugo Rodas, Teatro de Bolso e Sala de atividades
A data tornou-se parte do calendário oficial da ONU em abril de 2017. O movimento é organizado pela World Creativity Organization e conta com inúmeras experiências, painéis, palestras, workshops e performances para profissionais, empreendedores e empresas de todos os setores que compõem a economia criativa. O objetivo é unir o ecossistema de criatividade e inovação de diversas cidades, focando o desenvolvimento sustentável com base em pilares como aprendizagem, diversidade, empreendedorismo e transformação.
Contação de história para crianças
Horário: 15h e 16h
Local: Sala Multiuso
História: Zezinho descobre Brasília
Com muita música, bonecos e objetos lúdicos, a história de Zezinho e seu cachorrinho Hulk é apresentada às crianças. Os dois companheiros vêm visitar a tia em Brasília e, juntos, se encantam e descobrem os diferentes e divertidos monumentos da cidade, que mais parecem um grande parque infantil. Sempre brincando com a imaginação e os monumentos da capital, as crianças interagem com os personagens e as músicas que os conduzem por esse incrível passeio pela Capital Federal.
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Feira Katendê Horário: 13h às 22h Praça Central
O Projeto Katendê foi criado em 2021, para apoiar empreendedores da Comunidade de Povos Tradicionais de Matriz Africana, Manzo Kalla Muisu, situada em Sobradinho dos Melos. Hoje reúne cerca de 45 participantes que expõem produções de que vão desde jóias artesanais a livros, roupas, instrumentos musicais, jardinagem e decoração com matérias primas como a piaçava.
Homenagem TT Catalão
Exibição do Vídeo de Bento Viana “Agora sessenta. E contempla.”, com texto de TT Catalão Exibição do Vídeo de Bento Viana “Agora sessenta. E contempla.”, com texto de TT Catalão e CulturaCONTradição de TT Catalão Horário: 16h – Sala Marco Antônio
Abertura da cerimônia com Carmem Moretson Mesa: Rosana Gonçalves da Silva, Bené Fonteles e Tico Magalhães Entrega dos Livros para a Família Catalão e Gibiteca/Biblioteca Horário: 17h – Galpão das Artes
Oficina de quadrinhos: Luigi Pedone
Encerramento com Nanan Catalão e o músico Félix Júnior Grupo Seu Estrelo e o Fuá do terreiro e a Orquestra trovão da Mata Horário: 18h Galpão das Artes
Coral Intermezzo
Praça Central Horário: 19h
Concerto com Grupo de Cordas da Orquestra Filarmônica de Brasília
Regência do Maestro Thiago Francis
Praça Central
Horário: 19h30
Para este concerto de aniversário, o Grupo Cordas da Filarmônica estará participando com a seguinte formação: Primeiro Violinos – Cássio Silva e Sara Dantas Cruz, Fred Peagle e Doner Cavalcante – Segundos Violinos, Violas – Caio Mey e Ana Clara, Violoncelos – Leila Oliak e Nícolas Madalena, Contrabaixo – Douglas Lima e, na regência o maestro Thiago Francis. A Orquestra Filarmônica de Brasília destaca-se no cenário musical da capital federal, pesquisando repertórios erudito e popular, executando e divulgando obras inéditas.
Dia 22 de abril
Dia Mundial da Criatividade Horário: 10h às 18h
Espaço: Teatro Galpão Hugo Rodas, Teatro de Bolso e Sala de atividades
Oficina interativa: Turismo Fora do Avião – Pontos turísticos de Brasília Horário: 15h
Gibiteca
Feira Katendê Horário: 10h às 22h
Desfile Legbara: 18h15 às 18:45 – Desfile Legbara com peças criadas no Paranoá-DF
Praça Central
Baile de aniversário de Brasília, conduzido por Ricardo Lira
Horário: 19h às 22h
Praça Central
Ricardo Lira é professor, coreógrafo, dançarino, ator, arte-educador e produtor cultural. Atua no circuito cultural, no Rio de Janeiro e em Brasília há 31 anos. É especialista em danças de salão e danças populares de raízes africanas, com destaque para o samba e suas vertentes.
Laboratório aberto de desenho livre Horário: 9h às 12h
Galpão das Artes
Dança Negra Contemporânea Horário: 10h às 12h
Sala Multiuso
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Dia 23 de abril
Poemas de Opinião Sarau e lançamento dos livros “Vozes de Opinião”, de Sylvia Toledo e “72 Poemas”, de Guilherme Machado de Oliveira Lançamento do Mini Documentário “Opinião (1964): Poéticas da Voz, Poéticas que dão Voz”, de Sylvia Toledo Horário: 19h
Projeto “Ideia Prática +LAB – Modelagem de Projetos para LIC-DF” visa promover uma maior
participação feminina no segmento cultural
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Apesar das mulheres já terem conquistado espaços em diferentes profissões, elas continuam sendo minorias em vários segmentos. E na área da cultura não é diferente. Foi pensando nessas profissionais, que a gestora e realizadora cultural Carol Peres, criou o projeto “Ideia Prática +LAB – Modelagem de Projetos para LIC-DF”, que conta com o patrocínio do FAC- Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e está com inscrições abertas, online e gratuitas, entre os dias 17 de abril a 15 de maio, pelo site .https://ideiapratica.art.br/
O projeto tem como meta ensinar essas mulheres a modelagem e criação de projetos para serem inscritos e patrocinados via Lei de Incentivo à Cultura, a LIC-DF. “Pode até parecer só diversão, mas trabalhar no segmento cultural exige método, criatividade e organização, como em qualquer outra profissão”, avalia Carol, produtora executiva do projeto, que trabalha no mercado há 15 anos e passou dois anos (2018/2020) em Portugal onde fez mestrado em gestão cultural, na Escola Superior de Artes e Designer, ligada ao Instituto Politécnico da cidade de Leiria. Desde então e, de volta à Brasília, Carol tem se dedicado na criação e execução de projetos que visam à profissionalização de quem quer trabalhar com cultura no Distrito Federal.
O “Ideia Prática +LAB” volta os olhos para as mulheres que já atuam ou pretendem atuar como artistas, gestoras e produtoras, através de oficinas que proporcionem a elas uma visão geral de como apresentar e ter seus projetos formatados dentro dos moldes da LIC-DF. Nesta primeira edição serão contempladas mulheres que vivem na macrorregião 2, formada pelas cidades administrativas de Vicente Pires, Taguatinga, Guará, Águas Claras e Arniqueiras.
Ao todo serão ministradas quatro oficinas, com encontros presenciais e online, palestras e desenvolvimento de Pitch – uma apresentação rápida de uma ideia ou negócio – para umeventual investidor em potencial. Em agosto, último mês do +LAB, será realizado um encontro para networking com as mulheres que participaram de todo o processo e que terão a oportunidade de apresentar suas ideias para empresários e produtores culturais do DF. O “Ideia Prática +LAB” disponibiliza 30 vagas, das quais três são para mulheres com deficiência, três para mulheres residentes em Vicente Pires, três para mulheres autodeclaradas negras ideiapratica.art.br/lab2023.
Ideia Prática +LAB – Modelagem de Projetos para LIC-DF Inscrições gratuitas: de 17/04 até 15/05 No site https://ideiapratica.art.br/
A Orquestra Alada Trovão da Mata começará sua circulação
pelo Distrito Federal em abril, levando para as ruas o seu mais novo espetáculo.
Brasília mostra sua moderna tradição em seu aniversário
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O espetáculo AS FEITICEIRAS DO CERRADO E A ONÇA PINTADA DE SOL foi desenvolvido dentro do projeto de Manutenção da Orquestra Alada que tem o apoio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura do DF. Um projeto que, além da criação e circulação do inédito espetáculo, trouxe mestres e mestras populares e artistas das diversas artes das ruas para palestras e oficinas abertas aos brincantes de Brasília. “Um Teatro chamado Rua” é o nome do projeto da Orquestra Alada, que agora parte para circular pelo DF, começando seus cortejos em Ceilândia, no espaço cultural: Jovem de Expressão. Em abril serão feitas três das oitos procissões culturais que a Orquestra Alada irá realizar percorrendo o Distrito Federal.
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AS FEITICEIRAS DO CERRADO E A ONÇA PINTADA DE SOL é um cortejo, uma procissão misteriosa e aventurosa, que carrega e une várias linguagens espetaculares (dança, teatro, música, circo e sei-lá-mais-o-quê). Um espetáculo andante, concebido pela Orquestra Alada Trovão da Mata, que percorre as estradas do mundo e do DF, conduzindo os fantásticos personagens do Mito do Calango Voador, criado por Tico Magalhães e brincado também pelo grupo Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro. Um espetáculo de nascimento e morte. Conduzido pelas Três Marias, as princesas, as feiticeiras do Cerrado. Tudo se principia com o canto das Marias e o nascimento do filho delas: o Avesso. Um cortejo invertido que remonta a velha tradição dos espetáculos de beira-de-estrada. Uma viagem através do universo mítico brasileiro por meio do mais moderno mito popular do cerrado e do Brasil.
Espetáculo: AS FEITICEIRAS DO CERRADO E A ONÇA PINTADA DE SOL
Estudo realizado com dados de consumo de 193 países aponta que os brasileiros tomam de 3 a 4 xícaras da bebida por dia. Uma bebida versátil que possui uma variedade de componentes com efeitos benéficos para a saúde, entre eles a famosa cafeína
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O café é a segunda bebida mais consumida no Brasil, segundo um estudo realizado pela plataforma CouponValido.com.br, com dados da Associação Internacional do Café (ICO) e do Dieese.
Em média, os brasileiros bebem de 3 a 4 xícaras por dia, o equivalente a beber cerca de 5,8 kg por ano. Ainda segundo o levantamento, o Brasil está entre os 15 países que mais consomem o grão, em 14º lugar. Agora, quando o assunto é produção de café, o Brasil está no topo do ranking mundial: cerca de 40% da produção mundial total vem da terra dos Tupiniquins. Minas Gerais, São Paulo e Paraná são os principais estados produtores.
E quando falamos em café, já existe a assimilação direta com o seu composto principal: a cafeína. Só para se ter uma ideia, uma xícara de café expresso contém de 90 a 200 mg de cafeína, enquanto a xícara do tradicional café coado tem entre 150 e 300 mg da substância. Mesmo diante desses dados, o teor de cafeína não depende apenas do tipo de café. Na verdade, fatores externos como a quantidade de água utilizada, tempo de contato da água com o café e tipo de pó também influenciam nesse aspecto.
A cafeína é a substância mais consumida no mundo e atua como um poderoso estimulante do sistema nervoso central (SNC), melhorando o humor, o foco e o estado de alerta. Além disso, devido ao seu efeito estimulante também pode melhorar o desempenho físico durante os exercícios, aumentando a frequência cardíaca e a pressão sanguínea, contribuindo para que mais sangue rico em oxigênio e nutrientes chegue mais rapidamente às células musculares. E ainda, favorece o uso de gorduras como fonte de energia, economiza combustível (glicogênio) para os músculos, reduzindo a fadiga e auxiliando no desempenho.
Para os amantes de café e seus efeitos benéficos para o corpo, o mais incrível desse produto não é somente sua maneira mais conhecida de consumir, seja coado ou cápsulas através de máquinas de cafés, mas sua potencialidade por meio de diferenciados produtos encontrados no mercado atualmente.
Lojas especializadas em produtos naturais e nutrição esportiva possuem alguns tipos desses cafés diferenciados, produtos com cafeína concentrada ou sem cafeína que podem proporcionar efeitos semelhantes.
A Bio Mundo é uma dessas lojas, com o portfólio mais completo para proporcionar saúde e bem-estar através de um mix de produtos, incluindo diet, light, integrais, veganos, funcionais, sem glúten, sem lactose e suplementos vitamínicos e esportivos. Somente o granel das unidades somam mais de 300 produtos, além da marca própria, onde seria possível encontrar as cápsulas de cafeína da BioWay, por exemplo. Outros itens como os super cafés e cafés orgânicos também são encontrados em lojas Bio Mundo espalhadas pelo Brasil.
Muito conhecida pelo seu efeito termogênico no organismo, a cafeína ajuda a acelerar o metabolismo, auxilia na queima de gordura e ainda contribui para o emagrecimento. Ela é muito utilizada por atletas, já que atua diretamente no sistema nervoso central, proporcionando maior energia e melhorando o desempenho físico. E por ser um estimulante, também é indicada para quem gosta de estudar – claro que em doses moderadas, né?! Pois além de melhorar a atividade mental, ela promove a sensação de alerta constante e aumenta a concentração, diminuindo também a fadiga mental.
Nesses casos, é claro que sempre vale o bom senso. O ideal é procurar um nutricionista para ajustar a dose de acordo com a necessidade individual.
Outras opções diferenciadas são os super cafés, um blend energético completo pensado para o bem-estar. Ele reúne múltiplos ativos em apenas uma fórmula, com o objetivo de turbinar a performance durante os treinos e as atividades diárias.
Para os que não gostam de café, hoje já é possível encontrar refrescos funcionais em pó sem adição de açúcares, feitos a partir de extratos naturais de frutas, cafeína e outros ingredientes que ajudam a dar mais energia, concentração e disposição.
E para quem não pode ou prefere ficar longe da cafeína, as lojas Bio Mundo localizadas em Brasília possuem um tipo de café especial: o café de açaí, que nasceu da prática importantíssima do reaproveitamento de sobras orgânicas do caroço do açaí que iria para o lixo.
O sabor é semelhante ao sabor do café tradicional e está ficando conhecido por suas incríveis propriedades antioxidantes, fibras, como a inulina, e ainda é extremamente nutritivo e uma ótima fonte de energia. Além de conter poucas calorias, esses compostos vegetais são excelentes para ajudar a regularizar seu sistema digestivo.
Sobre a Bio Mundo
A Bio Mundo, rede de lojas de produtos naturais e nutrição esportiva, foi fundada em 2015, em Brasília, pelo empresário Edmar Mothé ao lado dos filhos Rafael, Bruna e Adriana. Suas filhas, em especial, já consumiam e “faziam parte” do universo mais saudável e fitness, o que colaborou e incentivou o início de toda a criação.
Possui mais de 150 lojas espalhadas em 17 estados do Brasil em apenas 7 anos de história. Conta com 3.000 produtos em prateleira e mais de 300 opções de produtos à granel.
É a vencedora do Prêmio Líderes do Brasil, com case de expansão regional e nacional e dona do Selo de Excelência em Franchising pela Associação Brasileira de Franchising – ABF.
Espetáculo de ballet neoclássico e contemporâneo “Trilogia” já foi assistido por mais de 500.000 pessoas pelo mundo
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Brasília será a primeira capital brasileira a receber a turnê mundial da Cia Colombiana de Ballet, em 26 de outubro, no auditório Planalto do Centro de Convenções Ulysses. O premiado espetáculo “Trilogia”, do coreógrafo brasileiro, Ricardo Amarante, conta com dois tangos neoclássicos e obras com grandes clássicos da música mundial, incluindo grandes sucessos de Edith Piaf, Carlos Gardel e Artur Piazolla.
A Companhia já realizou mais de 1000 apresentações por todo o mundo, incluindo países da Europa, América do Norte, América Central e América do Sul. Nesta primeira turnê no Brasil as apresentações também passarão pelo Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Goiânia e Juiz de Fora.
“Trilogia” é composta pelos atos “Love Fear Loss”, “Longing” e “A Fuego Lento”, obras do renomado coreógrafo brasileiro Ricardo Amarante, conhecido mundialmente por criar ballets clássicos e neoclássicos cheios de coreografias apaixonantes, levando o público a uma verdadeira montanha russa de emoções. A direção artística fica por conta de José Manuel Ghiso, dono de uma consolidada carreira internacional.
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O espetáculo em três atos
“A Fuego Lento” é um ballet de paixão, um desafio no estilo neoclássico sobre sentimentos que estremecem o sangue dos amantes. Por meio dos intérpretes os sentimentos de amor, paixão e desejo refletem na dança, a chama lenta, porém luminosa que acende.
O Tango tem um papel importante nesta criação coreográfica, dada a sensualidade. Ricardo Amarante atribui um papel especial à técnica de ejeção virtuosa, ardor e sentimentos genuínos. “A Fuego Lento é paixão em cada cena, vestida com os sedutores ritmos sensuais do tango”, explica.
Já “Longing” perfaz o desejo como um forte sentimento de querer ter algo ou desejar que algo aconteça. Um anseio físico por uma mulher ou um homem mais desejável, seja vivo, em forma de anjo ou nos sonhos. Afinal, o que realmente se quer da vida e do amor? Qual é o real anseio nas relações amorosas? Por que tantos são obcecados com o contato físico e não pela busca da alma gêmea?
E “Love fear Loss” é inspirado na história de vida da extraordinária cantora francesa Edith Piaf e sua música. Em sua interpretação, cada pas de deux mostra a relação entre o amor, o medo e a perda. A música de Piaf foi um completo reflexo de sua vida. Suas primeiras composições foram canções de amor que conquistaram o mundo. El “Hymne a l’amoure” reflexa os impulsos do coração que Piaf, como todos os apaixonados, vivem no início de uma relação amorosa.
Com o tempo, a luta e o medo em suas relações afetivas se converteram em um tema destacado de suas canções, tendo como exemplo sua fascinante interpretação de “Ne me quitte pas”. A morte se mostra em “Mon dieu”, onde se reflete a profundidade da tragédia, que sobrevive a uma história de amor.
Com dezoito bailarinos em cena, o espetáculo promete encantar as plateias das cidades por onde passará a turnê 2023.
Fotos Divulga
SERVIÇO:
Trilogia Data: 26 de Outubro (Quinta-feira) Local: Teatro Planalto do Centro de Convenções Ulysses Horário: 21h Classificação Indicativa: 12 anos Informações: (61) 3554-4005 / WhatsApp: (61) 98141-1990
INGRESSOS:
POLTRONA VIP – R$ 120,00* POLTRONA ESPECIAL – R$100,00* *Estudantes, maiores de 60 anos, professores e portadores de necessidades especiais mediante comprovação de benefício; doador de 1kg de alimento não perecível.
PONTOS FÍSICOS: FREE CORNER TERRAÇO SHOPPING (Venda Dinheiro e cartão) Sujeito a taxa de serviço , e taxa no parcelamento em 1x 2x e 3x vezes no cartão de crédito.
BARBEARIA ELVIS JK SHOPPING (Venda somente em cartão) 3º Piso, Taguatinga Norte JK Shopping LOJA 315 Sem taxa de serviço , mas sujeito a taxa no parcelamento em 1x 2x e 3x vezes no cartão de crédito.:
BARBEARIA ELVIS (Venda somente em cartão) Taguatinga Shopping 3º PISO LOJA 3044 – Taguatinga Sujeito a taxa de serviço, e taxa no parcelamento em 1x 2x e 3x vezes no cartão de crédito.
KONI 209 SUL (Venda somente em cartão) Asa Sul Comércio Local Sul 209 BL B – Asa Sul (Horário de funcionamento: 11:30 às 22:30) Sujeito a taxa de serviço, e taxa no parcelamento em 1x 2x e 3x vezes no cartão de crédito.
KONI 101 SUDOESTE (Venda somente em cartão) St. Sudoeste Superquadra Sudoeste 101 Bloco B LOJA 170 – Sudoeste (Horário de funcionamento: 11:30 às 22:30) Sujeito a taxa de serviço, e taxa no parcelamento em 1x 2x e 3x vezes no cartão de crédito.
O evento será no Museu Nacional e é aberto ao público
“Olhares Sobre a Arte Contemporânea” será o tema do Seminário realizado pela ACAV/DF (Associação Candanga de Artistas Visuais). O evento acontece no Auditório do Museu Nacional da República no sábado, dia 15/04, das 8 às 19h.
A ideia é estimular a discussão e conhecimento sobre Arte Contemporânea por meio de palestras e rodas de conversa entre artistas, curadores, galeristas e demais público criativo do DF e entorno. Dividido em duas sessões de imersão, conta com a participação de palestrantes como o mestre Charles Watson, especializado em Processo Criativo, com palestras em centros culturais do Brasil e exterior, e em empresas como Coca-Cola, Natura, e Procter&Gamble; Oscar D’Ambrosio, PhD em Arte e História da Cultura, curador e crítico de arte de São Paulo; entre outros nomes ilustres.
Patrícia Yunes
Cida Carvalho, presidente da ACAV, destaca que o Distrito Federal tem potencial para a arte como empreendedorismo. “Nossa associação conta hoje com mais de 250 artistas. E como Brasília é considerada Patrimônio cultural da humanidade pela UNESCO, uma cidade-arte, então queremos fazer jus a esse título e fomentar as discussões sobre arte e acima de tudo democratizar a arte e o conhecimento sobre o tema”, explicou. De acordo com Cida a ACAV assumiu essa missão, não apenas para formar artistas, mas para “colocar a cultura como um importante canal de desenvolvimento e empreendedorismo artístico”.
O seminário é aberto ao público, com entrada gratuita, no entanto é preciso inscrever-se pelo link: https://www.sympla.com.br/evento/seminario-de-arte-contemporanea-da-acav/1928553 , já que as vagas são limitadas. O evento conta com o apoio do Sebrae, Estúdio de Mosaico Cida Carvalho, Conselho da Mulher Empresária do DF e Academia Internacional de Cultura. Confira a programação:
Oscar D’Ambrosio
MANHÃ
8h- Credenciamento do público
10h- Abertura – Cerimonial Shirley Pontes
10h30- Palestra – “Quarteto Fantástico em Arte Contemporânea: Conhecimento, Ideias, Programa e Inovação” com Oscar D’Ambrósio de São Paulo (Ph.D, em Arte e História da Cultura, curador e crítico de arte).
11h30- Roda de Conversa – “O Mercado de Arte e a Importância da Galeria para o Artista.” – Moderadora: Nancy Safatle (Galeria Arte em Pauta BSB)- Participantes: Maria Laura (Galeria Pilastra), Lelo (27Ateliê), Ivacy de Souza (Galeria ManoObra), Priscila Salles (Galeria Urban Arts)
TARDE
14h40 – Roda de Conversa – “Arquitetura, Arte e Afetividade na Construção Visual Contemporânea” – Moderadora: Patrícia Yunes (Historiadora e Marchand) – Convidados: Luciana Amorim(arquiteta), Sanagê (artista visual), Lourenço de Bem (Artista Visual), Pamela Wyla (Artista Visual).
16:30h- Palestra- “Dez Equívocos Sobre Criatividade”- Mestre Charles Watson, formado em Arte e Literatura, educador e palestrante, especializado em Processo Criativo.
Haverá interação do Charles com o público durante a palestra
19:00h – Encerramento
Charles Watson
Informações importantes:
– Food Trucks estarão no local com opções de almoço.
– Certificados serão entregues aos participantes das imersões.
Cid Moreira já narrou um poema de Ivonete Rosa em suas redes sociais
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Psicóloga, escritora, bombeira militar, mãe, esses são alguns dos papéis dessa mulher que descobriu a graça e o entusiasmo da vida com a chegada dos 40 anos. Com mais de 300 mil seguidores no Instagram, ela compartilha reflexões sobre a vida, o cotidiano, emoções e percepções sobre relacionamento, afetividade, amadurecimento.
Filha de mãe analfabeta e pai semianalfabeto, a goiana, natural de Simolândia-Go, trilhou uma trajetória inspiradora, tendo a resiliência e superação como aliadas. Aos 12 anos de idade, deixou o sítio onde morava com a família, e mudou-se para a capital do País. Sua tia paterna a acolheu para dar continuidade aos estudos. Dentro da sacola, ela trazia algumas peças de roupas surradas, e na alma, um desejo profundo de transformar a própria realidade por meio dos estudos. Aos 20 anos, foi aprovada num concurso para o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal. Aos 24, tornou-se mãe do Gabriel, seu único filho.
Aos 39, casou-se. Em fevereiro de 2015, aos 40 anos, ingressou na faculdade de Psicologia. Em 2016, vivenciou uma profunda crise existencial, um apanhado de frustrações a nocautearam, levando-a à depressão. O divórcio foi inevitável dois anos após o casamento. E foi esse evento, o divisor de águas na vida dessa mulher.
Na ocasião, o psiquiatra prescreveu um atestado de alguns meses para que ela pudesse cuidar da depressão. Além dos medicamentos, a terapia foi uma forte aliada nessa busca pela cura. As madrugadas de insônia eram um convite para que ela rascunhasse as suas angústias.
Uma de suas reflexões foi publicada por um grande portal de conteúdos de autoconhecimento, e viralizou. A partir de então, muitos outros portais a convidaram para ser colunista. Em dezembro de 2017, ela criou o seu próprio blog, o Portal Resiliência, que conta com mais de 39 mil seguidores no Facebook.
O tempo passou, em 2019, Ivonete se formou como psicóloga, seus textos e reflexões alcançaram milhares de pessoas através da internet e, até o jornalista Cid Moreira já compartilhou um poema de sua autoria sobre o Dia das Mães, em 2021. Também começou a atender online seus pacientes de diversos estados do Brasil e brasileiros que moram no exterior.
“Descobri na escrita um processo terapêutico e um propósito de vida que eu nunca imaginei. Compartilhar meus sentimentos e visão de mundo por meio da escrita e perceber que essas palavras abraçam tantas pessoas, faz a minha vida valer a pena. Eu encontrei a minha missão de vida. A escrita me curou da depressão”, explica Ivonete Rosa.
Foto Divulgação
Assim, em 2022, aos 47 anos, nasceu o seu primeiro livro, “A minha vida começou aos 40 anos”, que é um convite para se reinventar, independentemente da idade.
Também para a cura emocional, em que a autora aborda, por meio de crônicas com linguagem informal, temas como, relacionamentos abusivos, divórcio, autoestima, resiliência, luto,romance, autoperdão e motivação. Com 154 páginas e o selo da Editora Viseu, está disponível com entrega em todo o Brasil no site .https://www.editoraviseu.com.br/ por R$ 45,90
Música, teatro e palestra tomam conta do Teatro dos Ventos este mês em Águas Claras. O espaço multicultural e escola fica localizado na Rua 19 Norte, no Edifício Duo Mall, toda a programação é gratuita e aberta ao público. Os eventos acontecem sempre às 20 horas.
No dia 12 de abril, quem abre a programação é o artista-docente Denis Camargo, com a palestra “Formação clássica em Palhaçaria: Metodologias, Problematizações e, o que fica?”
A palestra parte dos estudos de Mestrado e Doutorado pelo Programa de Pós-Graduação em Artes – PPG/Artes da Universidade de Brasília. Denis propõe uma discussão sobre a formação em palhaçaria. Quem busca esse tipo de formação? Por que formar palhaços na atualidade depois da crise circense? Que tipo de humor se trabalha na palhaçaria? O que é corpo cômico? Rir de mim ou rir comigo?
“São tantas as questões que se pode abordar nesse tipo de proposta que preferimos sempre trabalhar com a inclusão do público, pois este saberá o que dizer e o que deseja saber”, afirma Denis. A palestra conta com 40 minutos e debate ao final. A classificação indicativa é de 12 anos. A programação faz parte do Encontro & Pensamento, que abre espaço para profissionais da arte, filosofia, psicologia e comunicação apresentarem suas pesquisas e trabalhos.
Dia 14 de abril às 20 horas é vez da apresentação musical “Meu Canto e Meu Toque”, do músico Lu Arau. O show é autoral em formato voz e violão e com ambientação intimista, trazendo as composições na forma em que foram feitas, em meio ao silêncio, ouvindo a voz de si e do som, experimentando diferentes sensações e emoções. O show faz parte da programação do Sonora, conta com 45 minutos de duração e a classificação indicativa é livre.
Fanfarra Analu, Rangel foto Humberto Araújo
E pra fechar a programação do mês, no dia 28 de abril, é a vez do artista Marcos Davi. Que conduz o Fanfarra Sarau Multidisciplinar com seu trabalho “Eu…”, realizando apresentações de esquetes de linguagens cênicas que compõem o repertório de um artista independente. Logo após a apresentação, o evento continua com o palco aberto para o público presente que queira participar com sua forma de arte. A classificação indicativa é de 14 anos.
A agenda cultural do Teatro dos Ventos está disponível no Instagram @teatrodosventos
A exposição do artista Christus Nóbrega homenageia a capital federal no mês de seu aniversário
Foto Divulgação
Máquinas que podem conversar, escrever, criar e prever o futuro. Parece enredo de ficção científica, mas temos testemunhado os avanços da Inteligência Artificial e os seus impactos em nossas vidas. Essa tecnologia também entrou em um território considerado genuinamente humano: a arte. Com seu ineditismo característico, o Brasília Shopping traz, exclusivamente, ao público a primeira exposição no Brasil feita totalmente com IA. Idealizada pelo artista Christus Nóbrega, a mostra “Brasília, Enfim” está em exibição de 14 a 30 de abril, na Praça Central, e é gratuita.
Estamos vivenciando um marco na história da humanidade: o avanço da capacidade de uma máquina reproduzir competências semelhantes às humanas. A Inteligência Artificial sempre despertou fascínio e tem levantado uma série de questionamentos. Afinal, como será o futuro da sociedade com o seu crescente desenvolvimento? A sensação é que histórias como a do filme IA – Inteligência Artificial, de Steven Spielberg, não estão muito longe de acontecer.
Perceber, analisar e tomar decisões, habilidades importantes na definição de humano, fazem com que essa tecnologia desafie os conceitos de autoria e ferramenta. Na arte, o artista e máquina trabalham em conjunto para criarem obras inovadoras. Em “Brasília, Enfim”, Christus Nóbrega reconstrói com inteligência artificial imagens de Brasília que sonhava na infância, antes de conhecê-la. Uma cidade imaginária e outra real se contrapõem e conduzem o público a uma experiência original sobre a capital.
Além da mostra, fazem parte do projeto outras duas ações culturais: uma série de intervenções artísticas no Complexo Cultural da Praça dos 3 Poderes e a publicação de um livro bilingue. Com curadoria de Guilherme Wisnik e Charles Cosac, “Brasília, Enfim” tem o objetivo de reconectar a sociedade à praça, símbolo dos poderes da república brasileira.
“Venho trabalhando ao longo de um ano nesse projeto artístico, que é recontar as histórias sobre a Capital Federal contadas por minha mãe para uma Inteligência Artificial recriar a cidade que outrora eu também imaginava, mantendo vivo o legado da cotação de história de geração para geração. Além de homenagear Brasília, que me acolheu tão bem, a exposição também honra duas mulheres inspiradoras e vanguardistas: minha mãe, Iara, que me apresentou à cidade, na década de 80, e minha irmã Germana, que me apresentou às ‘máquinas pensantes’, na década de 90”, conta Christus.
A exposição celebra o aniversário da capital e o do Brasília Shopping. O centro de compras completa 26 anos no mesmo dia que a cidade comemora 63. Os aniversariantes e o projeto compartilham a mesma essência: o ineditismo e a inovação.
“Brasília foi um projeto extremamente vanguardista e ambicioso, apontando para um futuro inventivo. Durante sua construção, ensinou o Brasil a sonhar. Essa exposição tenta resgatar um pouco desse espirito de imaginação por trás da audaciosa tentativa de conceber uma cidade do zero. Minha intenção é que o visitante sinta a vertiginosa sensação de entrar em uma tesourinha pela primeira vez”, comenta o artista.
No dia 24 de abril, Christus receberá o público no Teatro Brasília Shopping para um bate-papo sobre o “Brasília, Enfim”. Mais informações serão divulgadas em breve.
Sobre o Artista
Christus Nóbrega (28/11/1976), nasceu em João Pessoa – PB, mas mora em Brasília desde 2005. É Doutor e Mestre em Arte Contemporânea pela Universidade de Brasília, na qual atua como professor na graduação e pós-graduação em artes. Foi premiado pelo Programa Cultural da Petrobras em 2004 e 2011 1º lugar no prêmio do Museu da Casa Brasileira (2004). Indicado ao Prêmio PIPA em 2017 e 2019, uma das principais premiações de arte contemporânea do Brasil. Vem apresentado seus trabalhos em diversos museus dentro e fora do Brasil, a exemplos da FIESP, Museu Nacional, Museu de Arte do Rio, Paço Imperial, Palácio das Artes, Parque Lage, Farol Santander, Centro Cultural da Caixa e dos Correios, entre outros. Além disso, vem participando regularmente de feiras de arte, como a SP-Arte, Arte Rio, e a Pinta em Miami. Internacionalmente, seus trabalhos já foram exibidos em países como China, Austrália, Estados Unidos, entre outros.
O Chefe do Estado Maior do Comando Geral da Guardia di Finanza italiana, General de corpo de exército, Francesco Greco, e o Diretor Geral da Polícia Federal Brasileira, Andrei Augusto Passos Rodrigues, assinaram hoje em Brasília, na presença do Embaixador Azzarello, seu primeiro acordo de cooperação estratégica, consolidando ainda mais os já fortes laços entre Itália e Brasil no desafio contra o crime organizado e outros.
O acordo fortalecerá ainda mais a ação conjunta na luta contra o contrabando, a lavagem de dinheiro e as violações da moeda e do crime organizado transnacional. Especial atenção é dada ao aprimoramento das atividades de formação e atualização profissional, áreas que já contam com experiências bem sucedidas nos últimos anos.
“Finalmente demos uma estrutura formal indispensável”, disse o Embaixador Azzarello, “a um amplo compromisso operacional bilateral que é particularmente eficaz no território. Agradeço também ao Adido da Embaixada, Coronel Francesco Fallica, por nunca desistir de perseguir este objetivo histórico”.
– O Night Lab será na quinta (6), das 19h às 23h – somente para pessoas com mais de 18 anos, e com entrada paga. É um formato inédito no Brasil para atrair adultos ao mundo da ciência e tecnologia. Os ingressos se esgotaram
– Já a Maratona Star Wars no túnel será de sexta (7) a domingo (9), das 16h às 00h nos três dias – e gratuito!! Nesses mesmos dias, das 10h às 19h, também terão oficinas maker, visitas guiadas e contação de história dentro do museu. Para entrar no museu é preciso retirar ingressos, como feito rotineiramente. Mas para assistir aos filmes é totalmente gratuito, pois o túnel fica localizado na passagem que conecta o SESI Lab com a Praça Zumbi dos Palmares, no Setor Cultural Sul.
Em um mês agitado no universo da cultura, edição propõe reflexão sobre limites entre arte e design nos móveis e objetos vistos em galerias, museus e interiores de casas e apartamentos elaborados por arquitetos e designers
“Design é criação”. A frase de Sergio Rodrigues – pinçada do catálogo da exposição Ser Estar, realizada em 2018 pelo Itaú Cultural em sua homenagem – ressoou à cabeça da equipe de Casa Vogue, mais precisamente de Guilherme Amorozo, diretor de conteúdo da revista. Reflexão que veio enquanto perambulava pelas dezenas de eventos, mostras e lançamentos da DW! Semana de Design de São Paulo, realizada no mês de março em paralelo à feira Expo Revestir, ambas retratadas na edição de abril da revista.
E como não poderia deixar de ser, a publicação – que chega às bancas com o tema Cultura do Design – diz a que veio logo nas primeiras páginas, na seção Casa Vogue Ama, com um retrato dos mais de 220 eventos que durante nove dias eferveceram a capital paulista. Além da mudança na data da semana de design paulistana, as instalações apresentadas durante o festival urbano de 2023 tiveram forte conexão entre a arquitetura, a arte e o design. Para além das mostras, outra novidade foi a reunião de lançamentos assinados por expoentes do design nacional e por novos talentos – com grande foco no centro da cidade.
E por falar em expoente, Luciana Martins chega como personagem do Em casa com. Apaixonada por arte e pelo desenho de móveis e objetos, a designer ergueu em sua própria morada, em São Paulo, um ateliê de pintura, onde colore telas e desenvolve as paletas cromáticas da Ovo, marca de design fundada por ela e pelo sócio, Gerson de Oliveira.
Nas páginas seguintes, em Repertório em Expansão, Casa Vogue mostra as galerias de design moderno e contemporâneo que, de meros espaços comerciais, têm se transformado em verdadeiros centros culturais, unindo visita a conhecimento. Círculo virtuoso que gera descobertas históricas e atrai novos públicos, o movimento presente em exposições recorrentes tem emprestado ao design um papel próximo ao da arte.
Outra matéria de destaque na edição é Guardiã de Tradições, em que a revista traça um perfil de Chrissa Amuah. A designer têxtil utiliza em suas produções a simbologia adinkra, conjunto de ideogramas típico de Gana. Além de enaltecer as origens africanas, Chrissa também é responsável por projetos de divulgação do trabalho de profissionais do continente.
Já a arquiteta Patricia Anastassiadis, uma entusiasta de experimentações com novos materiais, recorre à mística da alquimia para conceituar sua sexta coleção autoral para a Artefacto – marcada por experiências com materiais e pelo design atemporal das peças.
Na seção Universo, as residências idealizadas por designers e arquitetos revelam como desenhar os interiores de um lar assemelha-se a montar um acervo de museu. É necessário conjugar nomes, épocas e origens de maneira harmônica, e deixar que cada peça da coleção execute sua função. É o caso de Nildo José, que cuidou da remodelação de uma casa nos arredores de Paris. Com maestria, o arquiteto baiano conseguiu unir a estética clássica à bossa e à graça do estilo contemporâneo brasileiro.
Já os arquitetos Leandro Garcia e Amanda Dalla-Bona apresentam a reforma que empregaram em um apartamento em Curitiba, construído nos anos de 1970, para transformá-lo no lar do casal. Entre as mudanças, uma paleta cromática clara agora estabelece o ritmo de tranquilidade dos ambientes repletos de itens com design nacional de diferentes épocas e estilos.
Em outro canto do país, em Salvador, com vista para a Baía de Todos-os-Santos, o designer Daniel Jorge reverencia o jeito de morar da região ao preencher os interiores do seu sobrado com móveis de design autoral brasileiro, arte popular e criações próprias. Enquanto o arquiteto baiano David Bastos escolheu um prédio de 1946 para abrigar seu novo pied-à-terre no Rio de Janeiro. Com 250m2, o imóvel tem estética art déco, estilo com o qual o profissional nunca havia trabalhado.
Por fim, em Last Look, o chinês Ai Weiwei. Não surpreende que tenha chegado a uma das mais importantes casas do design do planeta, o Design Museum de Londres, onde inaugura no mês de abril a Ai Weiwei: Making Sense – sua primeira mostra individual com foco em design e arquitetura. A exposição apresenta produções inéditas, além de criações já vistas e trabalhos em grande escala instalados nos interiores e na área externa da instituição.
Casa Vogue de abril está disponível nas bancas e em versão digital.
SERVIÇO
Revista Casa Vogue | Edição de Abril
Disponível em versão digital e nas bancas de todo o país
Solo interpretado pelo ator Vinícius Piedade, e dirigido pelo português Paulo Campos dos Reis, será apresentado em sessão única na Embaixada de Portugal no dia 17 de abril, às 18h30.
O espetáculo, inédito em Brasília, integra a programação da exposição “Mulheres Saramaguianas” que está em cartaz na Embaixada de Portugal / Camões em Brasília
A Embaixada de Portugal e o Instituto Camões em Brasília apresentam dia 17 de abril, às 18h30, o espetáculo solo “Provavelmente Saramago” com o ator paulista Vinicius Piedade. O monólogo, dirigido pelo português Paulo Campos dos Reis, conta a história de um ator que depois de ter sido recusado para um papel em um filme sobre Saramago, resolve criar uma peça de teatro sobre este grande escritor, Nobel de Literatura de Língua Portuguesa.
Em cena, o ator interpela o público e fala da sua experiência profissional e do seu desejo irresistível de compor um espetáculo sobre a figura de José Saramago e de sua obra. A cada nova tentativa de adaptação cênica de um romance de Saramago, o ator/encenador revê-se nas suas ideias e tramas, cruzando ficção e realidade num labiríntico jogo de espelhos. Em tudo, a sua mundividência se identifica com a de Saramago e a todo o instante se apropria de Saramago para falar de si mesmo.
A peça integrou as comemorações oficiais do Centenário do Nascimento de José Saramago, vencedor do Prémio Nobel da Literatura em 1998, promovidas pela Fundação Saramago (@fjsaramago), em Lisboa, e foi apresentada em São Paulo, Rio de Janeiro, Lisboa (Portugal), Mindelo e Praia (Cabo Verde).
Provavelmente Saramago chega agora a Brasília e integra o programa paralelo da exposição “Mulheres Saramaguianas” em cartaz na Embaixada de Portugal /Camões em Brasília.
A EXPOSIÇÃO
MULHERES SARAMAGUIANAS é o resultado do convite a seis prestigiados artistas – José de Guimarães, Graça Morais, Manuel João Vieira, Joana Villaverde, Miguel Januário e Ana Romãozinho – criaram serigrafias e gravuras inéditas que, por sua vez, serviram também de mote aos textos de notáveis escritoras portuguesas – Lídia Jorge, Ana Luísa Amaral, Djamila Pereira de Andrade, Ana Margarida Carvalho, Dulce Maria Cardoso e Adriana Lisboa.
O resultado é um singular conjunto de seis obras de arte e seis textos, todos assinados pelos autores numa tiragem centenária. Cruza distintas gerações e sensibilidades artísticas, propiciando um novo olhar sobre o universo ficcional de Saramago.
A exposição pode ser vista na Galeria Camões, na Embaixada de Portugal em Brasília, até 20 de maio de 2023.
Serviço
Provavelmente Saramago
Auditório Camões – Embaixada de Portugal
17 de abril, às 18h30
Endereço: Embaixada de Portugal em Brasília, Avenida das Nações, SES, lote 2.
Entrada gratuita
Classificação: 12 anos
Ficha artística e técnica – “Provavelmente Saramago”
Texto: Paulo Campos dos Reis e Vinícius Piedade
Direção: Paulo Campos dos Reis
Interpretação: Vinícius Piedade
Paulo Campos dos Reis (1974)
Actor, encenador e dramaturgo. É director artístico do colectivo Musgo Produção Cultural (Portugal). Encenou espectáculos com textos de autores portugueses/de língua portuguesa, em Portugal e em contexto internacional (Cabo Verde, Angola, Macau), Camões (2015-16), Sophia de Mello Breyner Andresen (2017), Herberto Helder (2017), e Jaime Rocha, entre outros. Interpretou as personagensBaltazar Sete Sóis e Bartolomeu Lourenço de Gusmão em “Memorial do Convento” de José Saramago, no Convento de Mafra(entre outros locais), pela Éter Produção Cultural, dirigido por Filomena Oliveira (adaptação da encenadora e de Miguel Real).Escreveu várias peças para teatro e traduziu “A Última Gravação deKrapp”, de Samuel Beckett (com Francisco Luís Parreira).
Vinícius Piedade (1980)
Participou do Projeto Solos do Brasil, aprofundando estudo sobre técnicas de teatro solo. Estudou Direção Teatral com AntônioAbujamra e Gianni Ratto, Mimica com Luís Louis, Dança com Hugo Rodas, Texto Corporal com Eduardo Coutinho, Filosofia eestética com Luis Fuganti, Canto com Caio Ferraz, Teatro Essencial com Denise Stoklos, Teatro Dinamico e Mascara Neutra comRicardo Napoleão, Teatro do Oprimido com Armindo Rodrigues Pinto e Interpretação com Telma Vieira. Participou do projeto”Teatro Jornal” desenvolvendo cenas a partir de noticias de jornal, ramificação do Teatro do Oprimido de Augusto Boal,apresentando em diversos contextos. Escreveu, dirigiu e atua no espetáculo solo “Carta de Um Pirata” que percorre todo paísdes de 2003 (com mais de 500 apresentações). Com seus espetáculos já se apresentou em dezessete países dos cincocontinentes. Lançou seis livros entre dramaturgias e contos.
Cantora Clementina de Jesus, 1977Artista Arthur Bispo do Rosário, 1985Cachoeira, 2000
*Coleção reúne 266 imagens, várias delas emblemáticas, como a do maestro Pixinguinha na cadeira de balanço e a série com o artista Arthur Bispo do Rosário
*Fotografias com as cores vibrantes e tropicais do “mestre da cor” e um recorte de sua obra em preto e branco
*Palestra de Walter Firmo no dia 21 de abril, com participação da curadora Janaína Damaceno, sobre a trajetória do fotógrafo e a importância de sua obra
“O verbo do silêncio é a própria fotografia. Que você se encanta e quer traduzir através do seu sentimento e inteligência. A síntese do grito é o registro”, escreveu o fotógrafo Walter Firmo em 1988. Sua reflexão sobre a arte que o consagrou inspira o título de uma grande retrospectiva de seu trabalho, que o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília apresenta de 18 de abril a 25 de junho. “Walter Firmo: no verbo do silêncio a síntese do grito” reúne um panorama dos mais de 70 anos de trajetória do consagrado fotógrafo carioca, um nome fundamental da fotografia brasileira.
Doces baianos, 1976Capoeira em Salvador, 2000Carnaval RJ, 1985
A exposição apresenta 266 fotografias, produzidas desde o início da carreira de Firmo, em 1950, e até 2021. São imagens que retratam e exaltam a população e a cultura negras de diversas regiões do país, em ritos, festas populares e religiosas, além de cenas cotidianas. O conjunto destaca a poética do artista, associada à experimentação e à criação de imagens muitas vezes encenadas e dirigidas.
Grande parte das obras exibidas na exposição provém do acervo de aproximadamente 145 mil fotos do fotógrafo, que, desde 2018, se encontra sob a guarda do Instituto Moreira Salles em regime de comodato. São imagens que comprovam a opção do fotógrafo pela figura humana, especialmente, pela pele negra, que aparece em todos os matizes, tanto nas fotos coloridas quanto nas imagens em preto e branco.
Walter Firmo faz do Brasil o seu estúdio – parafraseando o pesquisador José Afonso Jr. As imagens do fotógrafo que é conhecido como “o mestre da cor” antecipam em mais meio século a representação do negro na sociedade brasileira e não necessariamente dentro de uma estética documental. “Acabei colocando os negros numa atitude de referência no meu trabalho, fotografando os músicos, os operários, as festas folclóricas, enfim, toda a gente. A vertigem é em cima deles. De colocá-los como honrados, totens, como homens que trabalham, que existem. Eles ajudaram a construir esse país para chegar aonde ele chegou”, afirma Walter Firmo, que vai conversar com o público sobre sua trajetória no dia 21 de abril, com participação da curadora Janaína Damaceno.
Festa de Iemanjá, 2021Ensaio sobre Nu Negritude, 2022Família na rodoviária de Petrópolis, 2002
Dividida em núcleos temáticos, a mostra traz retratos memoráveis de grandes nomes da música brasileira, como Cartola, Clementina de Jesus, Dona Yvone Lara e a icônica fotografia de Pixinguinha na cadeira de balanço, além de imagens de brasileiros e brasileiras anônimos(as), pescadores, vendedores ambulantes, mães de santo, brincantes, casais, noivas, crianças e até a própria família do artista. A exposição ressalta ainda a importante trajetória de Firmo como fotojornalista. Um dos destaques é a seção dedicada à fotografia em preto e branco do artista, pouco conhecida e, em grande parte, inédita.
“Walter Firmo incorporou desde cedo em sua prática fotográfica a noção da síntese narrativa de imagem única, elaborada através de imagens construídas, dirigidas e, muitas vezes, até encenadas. Linguagem própria que, tendo como substrato sua consciência de origem – social, cultural e racial –, desenvolve-se amalgamada à percepção da necessidade de se confrontar e se questionar os cânones e limites da fotografia documental e do fotojornalismo. Num sentido mais amplo, questionar a própria fotografia como verossimilhança ou mera mimese do real”, afirma o curador Sergio Burgi, coordenador de fotografia do IMS, que assina a curadoria ao lado de Janaina Damaceno Gomes, professora da UERJ e coordenadora do grupo de pesquisa Afrovisualidades: Estéticas e Políticas da Imagem Negra.
A exposição é uma oportunidade para o público conhecer em profundidade a obra de um dos maiores fotógrafos brasileiros, que mantém até hoje seu compromisso com o fazer artístico: “Aí está o meu relato, a história de uma vida dedicada ao fazer fotográfico, dias encantados, anos dourados. Qual a minha melhor imagem? Certamente aquela que em vida ainda poderei fazer. Emoções, demais”, afirma Walter Firmo.
Com patrocínio do Banco do Brasil, depois de Brasília a exposição segue para o Centro Cultural Banco do Brasil Belo Horizonte.
Maestro Pixinguiha, 1967Gaudêncio da Conceição, 2021Jamelão, 2007
A EXPOSIÇÃO
“Walter Firmo: no verbo do silêncio a síntese do grito” está dividida em sete núcleos temáticos. No primeiro, o público encontra cerca de 20 imagens em cores, de grande formato, produzidas ao longo de toda a sua carreira. Há fotos feitas em Salvador (BA), como o registro de uma jovem noiva na favela de Alagados (2002); em Cachoeira (BA), como o retrato da Mãe Filhinha (1904-2014), que fez parte da Irmandade da Boa Morte durante 70 anos; e em Conceição da Barra (ES), onde o fotógrafo retratou o quilombola Gaudêncio da Conceição (1928-2020), integrante da Comunidade do Angelim e do grupo Ticumbi, dança de raízes africanas; entre outras.
O segundo núcleo apresenta a biografia do artista, abordando os seus primeiros anos de atuação na imprensa, quando registrou temas do noticiário, em imagens em preto e branco. O conjunto inclui uma fotografia do jogador Garrincha, feita em 1957; imagens de figuras proeminentes da política nacional, como Jânio Quadros e Juscelino Kubitschek; além de registros de ensaios de escolas de samba do Rio de Janeiro. Também há fotografias feitas para a reportagem “100 dias na Amazônia de ninguém”, publicada em 1964 no Jornal do Brasil, pela qual Firmo recebeu o Prêmio Esso de Reportagem.
Nas seções seguintes, a retrospectiva evidencia como, no decorrer de sua carreira, Firmo passou a se distanciar do fotojornalismo documental e direto, tendo como base a ideia da fotografia como encantamento, encenação e teatralidade, em diálogo com a pintura e o cinema. Isso fica evidente no ensaio realizado em 1985 com seus pais (José Baptista e Maria de Lourdes) e seus filhos (Eduardo e Aloísio Firmo), no qual José aparece vestindo seu traje de fuzileiro naval, função que desempenhou ao longo da vida, ao lado de Maria de Lourdes, que usa um vestido longo, florido e elegante. O ensaio faz alusão às pinturas Os noivos (1937) e Família do fuzileiro naval (1935), do artista Alberto da Veiga Guignard (1896-1962).
Boa Vista, 1985Olga do Araketu, 2021Noiva na Favela de Alagados, 2002
Como destaque, a exposição apresenta, ainda, retratos de músicos produzidos por Firmo, principalmente a partir da década de 1970. Nas imagens, que ilustram inúmeras capas de discos, estão nomes como Dona Ivone Lara, Cartola, Clementina de Jesus, Paulinho da Viola, Gilberto Gil, Martinho da Vila, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Djavan e Chico Buarque. Nesse conjunto, está, ainda, a famosa série de fotografias de Pixinguinha feita em 1967, quando Firmo acompanhou o jornalista Muniz Sodré em uma pauta na casa do compositor. Após o término da conversa, o fotógrafo pegou uma cadeira de balanço que ficava na sala da residência, colocou no quintal, ao lado de uma mangueira, e propôs que Pixinguinha se sentasse nela com o saxofone no colo. Assim registrou o músico, em uma série de imagens que se tornaram icônicas.
A exposição traz também um ensaio com fotografias do artista Arthur Bispo do Rosário para a revista IstoÉ, em 1985, feitas na antiga Colônia Juliano Moreira, onde Bispo ficou confinado e criou seu acervo ao longo de cerca de 25 anos.
A retrospectiva apresenta diversos registros produzidos durante celebrações tradicionais brasileiras, como a Festa de Bom Jesus da Lapa, a Festa de Iemanjá e o próprio Carnaval do Rio de Janeiro. Há também um núcleo com fotos de personagens da diáspora feitas em outros países, como Cuba, Jamaica e Cabo Verde.
Na mostra, o público poderá assistir, ainda, ao curta-metragem Pequena África (2002), do cineasta Zózimo Bulbul, no qual Firmo trabalhou como diretor de fotografia e que trata da história da região que recebeu milhões de africanos escravizados. Também há um núcleo dedicado à fotografia em preto e branco, ainda pouco conhecida e em grande parte inédita, cujo destaque é a série de imagens feitas na praia de Piatã, em Salvador, entre o final dos anos 1990 e o início dos anos 2000.
Santiago de Cuba, 2022Praia da Macumba RJ, 2021Praia de Piatã, 2022
Janaína Damaceno é professora da área de Cultura e História da Arte da Faculdade de Educação da Baixada Fluminense (Febf/ UERJ) é só Programa de Pós-graduação em Cultura e Territorialidades (PPCult/UFF). Coordena o Grupo de Pesquisas Afrovisualidades: estéticas e políticas da imagem negra. É uma das fundadoras do FICINE (Fórum Itinerante de Cinema Negro).
CATÁLOGO – A mostra é acompanhada de um catálogo, com imagens das obras da exposição, além de textos de autoria do próprio Firmo, de João Fernandes, diretor artístico do IMS, e dos curadores Sergio Burgi e Janaina Damaceno. Há também uma entrevista do fotógrafo com os curadores e o jornalista Nabor Jr., editor da revista O Melenick. Segundo Ato, além de uma cronologia do fotógrafo assinada por Andrea Wanderley.
Walter Firmo revelando seus filmes, 1956Vendedor de sonhos, praia de Piatã, 1980
SOBRE O ARTISTA
Nascido em 1937 no bairro do Irajá, no Rio de Janeiro, e criado no subúrbio carioca, filho único de paraenses – seu pai, de família negra e ribeirinha do baixo Amazonas; sua mãe, de família branca portuguesa, nascida em Belém –, Firmo começou a fotografar cedo, após ganhar uma câmera de seu pai. Em 1955, então com 18 anos, passou a integrar a equipe do jornal Última Hora, após estudar na Associação Brasileira de Arte Fotográfica (Abaf), no Rio. Mais tarde, trabalharia no Jornal do Brasil e, em seguida, na revista Realidade, como um dos primeiros fotógrafos da revista. Em 1967, já pela revista Manchete, foi correspondente, durante cerca de seis meses, da Editora Bloch em Nova York.
Neste período no exterior, o artista teve contato com o movimento Black is Beautiful e as discussões em torno dos direitos civis, que marcariam todo seu trabalho posterior. De volta ao Brasil, trabalhou em outros veículos da imprensa e começou a fotografar para a indústria fonográfica. Iniciou ainda sua pesquisa sobre as festas populares, sagradas e profanas, em todo o território brasileiro, em direção a uma produção cada vez mais autoral.
Walter Firmo por Márcio Scavone, 2010
SOBRE O CCBB BRASÍLIA
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 outubro de 2000, após uma grande reforma de adaptação do Edifício Tancredo Neves, com o objetivo de reunir em um só lugar todas as formas de demonstração de arte e criatividade possíveis, para levá-las ao público da capital.
O edifício Presidente Tancredo Neves faz parte de um conjunto de obras arquitetônicas assinadas por Oscar Niemeyer. Com o seu imenso projeto paisagístico, idealizado por Alda Rabello Cunha, o prédio conta com amplos espaços de convivência, café, restaurante, galerias, sala de cinema, teatro, salas multiuso, jardins e uma praça central para eventos abertos, onde são realizados shows, espetáculos e performances.
FICHA TÉCNICA
Curadoria: Sergio Burgi e Janaina Damaceno Gomes
Assistência de curadoria: Alessandra Coutinho Campos
Pesquisa biográfica e documental: Andrea Wanderley
Produção: Tisara Arte Produções Ltda.
SERVIÇO
Exposição de WALTER FIRMO: “NO VERBO DO SILÊNCIO A SÍNTESE DO GRITO”
Local: Galerias 1 e 2 do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Espacial Sul – Brasília – DF
Informações: (61) 3108 7600
Visitação: de 18 de abril a 25 de junho de 2023
Horário: de terça a domingo, das 9h às 21h
Acesso: Gratuito, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura
Pesquisa promovida pelo aplicativo Ysos mostra a importância dessa demonstração de carinho e afeto
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O beijo é uma das formas mais antigas de demonstração de afeto e paixão em todo o mundo. Prova disso é que no dia 13 de abril é comemorado o Dia do Beijo. Porém, sua importância pode variar tanto de cultura para cultura como a maneira que cada pessoa pode encará-lo em suas relações afetivas e durante o sexo. O Ysos, app que une casais swingers e solteiros para encontros a três ou trocas de casais, promoveu uma pesquisa com seus usuários para descobrir como o beijo é encarado em suas relações.
A primeira descoberta do aplicativo é que a esmagadora maioria, 95,4%, considera o beijo parte muito importante e fundamental durante o sexo. Para 3,1% é um ato indiferente, ou seja, nem acrescenta nem faz falta e apenas 1,5% dos respondentes consideram que o beijo não é nada importante.
O head de marketing do Ysos, Gustavo Ferreira, conta que para alguns usuários do app, o beijo é uma forma de criar uma conexão mais íntima com o parceiro e alguns consideram, inclusive, como preliminar. Durante um ménage à trois, por exemplo, 49,2% dizem que beijam durante o sexo independente da configuração que ele tenha. “A pesquisa mostra que aqueles que não gostam de beijar em relações a três são 3,1%, é a minoria. O restante, 47,7%, não se importam e seguem apenas o que der vontade na hora”, diz.
O casal Júlio* e Raquel* conta que, para eles, o beijo é algo muito íntimo, já o sexo é diversão. “Durante um ménage, só beijamos um ao outro, tem gente que acha ruim, mas a gente já avisa logo no início”, contam.
E beijo é preliminar?
Preliminares são importantes, principalmente quando o assunto é o sexo a três ou a troca de casais. Esses momentos iniciais, que precedem a transa, são fundamentais para que tudo aconteça de maneira leve, sem grandes pressões. Prova disso é que para 64,6% dos entrevistados, o beijo é preliminar e só de começar o fogo acende. Mas 35,4% alegam não se importarem muito com isso e encontram outras coisas para esquentar.
O casal Angela* e Roberto* contam que o beijo foi um elemento fundamental em seu primeiro swing. “Logo nos primeiros beijos a gente já percebeu que a combinação tinha dado certo. Até hoje, quando nos encontramos com este casal, trocamos longos beijos”, conta Roberto.
Existem, também, outras versões de beijo que parecem animar o público e ao mesmo tempo geram polêmica. Uma delas é o beijo na orelha que agrada 60% dos entrevistados, porém para 24,6% é algo superestimado e para 15,4% é algo totalmente indiferente e não fazem questão de praticar.
Charles* é uma das pessoas que consideram que o beijo na orelha é algo superestimado. “Uma vez, uma mulher babou tanto na minha orelha que foi difícil me concentrar, quase não fiquei excitado”, relembra.
Outra versão bastante conhecida, mas cercada de tabus, é o beijo grego, como é conhecido o ato de praticar sexo oral no ânus da outra pessoa. Essa versão aparece como uma das preferências do público que respondeu a pesquisa, já que 48,5% alegaram que adoram a prática. No entanto 37,9% se dizem indiferentes à prática e 13,6% acham que é algo superestimado.
Inácio* é do time dos beijoqueiros e conta que sua maior surpresa foi quando encontrou com uma garota que adorava beijo grego e sexo anal, porém não curtia beijo na boca, muito menos realizar sexo oral. “Eu achei bastante curioso e fiquei muito surpreso porque só descobri isso quando a coisa já estava rolando na piscina”.
Ele também se lembra de outra história envolvendo a prática. “Uns anos atrás, estava com uma garota e fui dar um beijo grego nela e fiquei por lá mesmo, de repente ela virou pra mim e disse que se eu quisesse brincar por lá, ela ia querer brincar comigo também, como eu não curto, parei na hora e seguimos de outros jeitos”, conta.
Sobre o Ysos
O Ysos é um aplicativo que permite os amantes do sexo liberal a encontrar o terceiro elemento para um ménage a trois. Lançado em 2018 pelo Sexlog, maior rede social adulta do país, a plataforma está disponível para Android e iOS e pode ser baixada na Play Store e na App Store.
As bibliotecas, seja digital ou física, são portas de entrada para o conhecimento e a descoberta de muitas possibilidades na educação
Dia 9 de abril, é celebrado o Dia Nacional da Biblioteca, uma data especial dedicada para incentivar a leitura como ferramenta base para a educação e formação dos indivíduos. A biblioteca viva é um espaço para socialização, aberto para a comunidade, onde possuem acesso à tecnologia e internet, acessibilidade, oficinas e capacitações, além das atividades culturais. A biblioteca é o local onde estão reunidos diferentes tipos de livros, que abrangem os mais variados assuntos. Um espaço essencial para a aquisição de conhecimentos e procurado por pessoas que desejam explorar a leitura, estudar ou mesmo trabalhar.
O universo de uma biblioteca é gigantesco. Com estantes com milhares de livros, histórias, contos ou informações sobre tudo que desejamos. É possível mergulhar num mundo novo, imaginário e viajar sem sair do lugar. Quem nunca ficou maravilhado ao descobrir as várias possibilidades que os livros podem proporcionar?
Várias são as razões para incentivarmos um espaço especial aos livros, seja ele físico ou digital: acesso à informação, preservação da cultura e da história, promoção da educação, desenvolvimento da comunidade, além do fomento à alfabetização e leitura. Então, em comemoração a esta data, que tal ler e se interessar um pouco mais sobre o mundo das bibliotecas?
Esta deliciosa obra conta a história das bibliotecas antigas desde suas origens, quando “livros” eram tábuas de cerâmica e a escrita, um fenômeno novo. O renomado estudioso clássico Lionel Casson nos conduz em uma animada viagem, partindo das bibliotecas reais do Antigo Oriente, passando pelas bibliotecas públicas e privadas da Grécia e de Roma, até as primeiras bibliotecas monásticas cristãs. Casson traça o desenvolvimento das construções, os sistemas, acervos e patronos das bibliotecas, considerando questões de uma ampla variedade de tópicos, como: quem contribuiu para o desenvolvimento das bibliotecas públicas, especialmente a grande Biblioteca de Alexandria? O que as bibliotecas antigas incluíam em seu acervo? Como as bibliotecas antigas adquiriam livros? Qual era a natureza das publicações no mundo greco-romano? Como o cristianismo transformou a natureza dos acervos bibliotecários? Assim como uma biblioteca recompensa quem explora com tesouros inesperados, este interessante livro oferece a seus leitores a história surpreendente da ascensão e do desenvolvimento de bibliotecas antigas – uma história fascinante que nunca foi contada antes. “Recomendo esta agradável história a qualquer leitor interessado no mundo clássico. O livro de Casson é a escolha certa para quem quer não apenas aprender sobre bibliotecas antigas, mas também compartilhar as experiências das pessoas que viveram em sociedades tão diferentes (e ainda assim tão próximas) da nossa.” College & Research Libraries “O livro de Casson não se limita a onde e quando bibliotecas importantes existiram, ele oferece uma história social que transcende a ideia de biblioteca como nós conhecemos. Tão interessante para um arqueólogo quanto para um amante de livros.” Publishers Weekly “Mais do que uma narrativa fascinante sobre as contribuições de Aristóteles, da Biblioteca de Alexandria e das grandes bibliotecas públicas e privadas de Roma, este livro considera de um ponto de vista vantajoso a natureza da educação e da cultura.” Virginia Quarterly Review
Este livro não é um manual. Ele apresenta experiências simples e acessíveis a todos aqueles que se interessam pela leitura e por livros na sociedade contemporânea. Em Deixem que leiam, a conferencista e bibliotecária Geneviève Patte, fundadora da revolucionária biblioteca infantil de Clamart, expõe pela primeira vez para o leitor brasileiro sua experiência com a promoção da leitura, os efeitos dela e também os novos caminhos que são exigidos para os profissionais comprometidos com a cultura e educação diante das novas tecnologias. Reconhecida internacionalmente não somente pelo seu trabalho como bibliotecária, mas como uma personalidade intelectual vinculada à pedagogia e educação infantil, Geneviève Patte não discute somente a questão do hábito da leitura. Para ela, ler é resultado da vontade de conhecer, da curiosidade intelectual e do desejo de escutar relatos e brincar com a linguagem. Em Deixem que leiam, o leitor também tem a oportunidade de acompanhar o itinerário da autora como bibliotecária. Ela iniciou sua carreira com uma pequena equipe, em Clamart, cidade da periferia parisiense, ambiente por princípio nada propício social e culturalmente para o estímulo à leitura. Lá, desenvolveu um trabalho modelar, adequando e adaptando a biblioteca à realidade social e cultural da cidade. Um dos diferenciais da iniciativa foi a criação de estímulos que tornassem o ato da leitura uma experiência compartilhada e, acima de tudo, prazerosa. Este é um livro para pais, professores, educadores, psicólogos e para todos que de algum modo se sintam comprometidos com a melhora da qualidade cultural e social dos homens. Com um humanismo tocante, Geneviève Patte convida o leitor para um ininterrupto encontro com os livros e também com todos aqueles que estão comprometidos com o aperfeiçoamento e evolução do ser humano.
“A escola não pode mais contentar-se em ser apenas transmissora de conhecimentos que, provavelmente, estarão defasados antes mesmo que o aluno termine sua educação formal; tem de promover oportunidades de aprendizagem que dêem ao estudante condições de aprender a aprender, permitindo-lhe educar-se durante a vida inteira. A biblioteca está presente nesse processo. Trabalhando em conjunto, professores e bibliotecários planejar situações de aprendizado que desafiem e motivem os alunos, acompanhando os seus progressos, orientando-os e guiando-os no desenvolvimento de competências informacionais cada vez mais sofisticadas.”
Como pensar as obras de Jorge Luis Borges e de Italo Calvino sob a perspectiva da biblioteca? Ou, numa colocação melhor, como pensar sua literatura, metaforicamente, como uma biblioteca? Essas podem ser consideradas as duas questões norteadoras de Coleção, arquivo, biblioteca: a literatura de Borges e Calvino, livro que apresenta os resultados da extensa pesquisa desenvolvida por Maria Elisa Rodrigues Moreira, em sua tese de doutorado. A metáfora da biblioteca, que atravessa e é atravessada também pelas noções de coleção e arquivo, não apenas conduz a argumentação da pesquisadora como, também, evidencia-se na própria organização de seu texto, no qual transitamos pelas obras tanto do escritor argentino quanto do escritor italiano como se estivéssemos a folhear seus livros em uma ampla e diversificada biblioteca. Esse trânsito nos coloca diante de reflexões sobre a memória, o esquecimento, a política, a ciência, o conhecimento, o acúmulo, a teoria, a ficção. Borges e Calvino aparecem, aqui, mais que como dois escritores fundamentais do século XX: são considerados responsáveis pela construção de uma obra-biblioteca que provoca o pensamento e mobiliza leitores e leitoras diante dos caminhos do mundo contemporâneo.
Entre ausências, lacunas, fontes dispersas, relatos incertos, uma história bem construída. O leitor encontrará neste livro uma história da Biblioteca Municipal de Campina Grande-PB (BPMCG) tecida a partir de duas dimensões que contam uma história de leitura: o espaço a ser habitado e as pessoas que o habitam. Danielly V. Inô Espíndula demonstra, com a habilidade dos grandes pesquisadores, como a BPMCG cambaleia entre a realidade e as circunstâncias de sua fundação, e as dificuldades de sua manutenção, interferindo, inclusive, na sua existência física. As “Vozes da Borborema” são estridentes em 1938, quando de sua fundação, mas silenciam em vários momentos sobre a existência (inclusive, física) desse espaço. As pessoas que habitam esse lugar – às vezes, sem serem notadas ou se fazerem presentes – são os seus diferentes leitores, cujo perfil pode ser encontrado na leitura que Danielly faz das entrevistas com eles realizadas. É certo que habitar um lugar sem estar nele é uma “realidade” possibilitada desde sempre pela leitura, mas Danielly demonstra outra faceta desse movimento, ao descrever e analisar a dança dos leitores da BPMCG: entre presenças e ausências, biblioteca e leitores se movem rumo a um futuro incerto.
Para utilizar o serviço gratuito, basta que os interessados acessem www.biblion.org.br ou baixem o aplicativo BibliON, disponível no Google Play e na Apple Store e realizem um breve cadastro. O usuário pode fazer empréstimos de até duas obras simultâneas, por 15 dias. A BibliON permite, ainda, ações como organizar listas, adicionar favoritos, compartilhar um livro como dica de leitura nas redes sociais, fazer reservas, ver histórico e sugerir novas aquisições. Por meio de princípios de gamificação, os associados conseguem acompanhar as estatísticas do tempo dedicado à leitura e participar de desafios.
O sistema de busca permite a utilização de diversos filtros, como tema, autor, categoria ou título. É possível ler em dispositivos móveis, sem a necessidade de usar dados do celular, por meio do download prévio do título ou, ainda, ajustar o tamanho da letra e o contraste da tela; escolher diferentes modos de leitura para dia ou para noite e acionar a leitura em voz sintetizada, para saída em áudio do texto.
Nasce na capital federal o grupo Ponte 61. A iniciativa visa fortalecer o cenário cultural e comprovar que o DF possui subsídios para músicos e artistas se lançarem, sem ter que migrar para o Eixo Rio-SP. O coquetel de inauguração acontece no dia 11 de abril, no Clube Motonáutica, para convidados – imprensa, músicos e personalidades do meio
Foto Divulgação
Brasília é conhecida nacionalmente como a cidade conectada de ponta a ponta pelo Eixão e seus Eixinhos. Em contraponto, ainda se encontra fora do eixo cultural e empresarial do País. Apesar de ser a capital federal, muitos não vêm na cidade potencial empresarial para atender demandas com eficiência e excelência. Não é raro observar empresários contratando empresas do eixo Rio-São Paulo, ao argumentar que Brasília não possui opções capazes e qualificadas, para atender de maneira plena as demandas existentes.
“Grandes franquias, ao chegar em Brasília, optam por trazer funcionários de São Paulo, dizendo que aqui não tem mão de obra qualificada. Paralelo a isso, vemos profissionais de excelência daqui, tendo que sair de Brasília, porque não conseguem emprego ou espaço no mercado local.”, desabafa Márcia Branco, gestora e idealizadora do Cultura em Movimento.
Márcia e um grupo de empresários do DF discordam dessas afirmações de que a capital não tem mão de obra qualificada e mercado de trabalho promissor. E para mostrar, que sim, Brasília possui potencial, força, empresas e profissionais qualificados – antenados com as novidades tecnológicas mundiais – que algumas empresas do DF se unem, no mês de abril, e lançam o Grupo Ponte 61, no mercado.
Grupo Ponte 61
Prego Music, Etcetera Comunicação, Wambier Studio, Estúdio BSB, Cultura em Movimento, ArtWorking, Deu Bom Brasília e WGC encabeçam a iniciativa, com foco inicial na Cultura do DF. Porém, o objetivo da parceria empresarial vai além do fomento cultural: visa fortalecer o mercado e a economia do DF, trazendo um padrão de qualidade aos serviços e facilitando a vida dos contratantes e contratados.
O lançamento do grupo Ponte 61 acontece no dia 11 de abril (terça-feira). Na oportunidade será inaugurado o Estúdio Prego Music, em evento para músicos, produtores, empresários, jornalistas, formadores de opinião e influenciadores digitais – no Clube Motonáutica – sede da empresa.
Prego Music
Rafael Ciampi e Regnaldo são os idealizadores da Prego Music. A iniciativa é um selo e estúdio de gravação e ensaio musicais, que dá todo o suporte de que um artista necessita. Ensaio, gravação mixagem, masterização e acompanhamento dos processos – até a edição e a publicação das músicas.
Para Ciampi, Brasília tem que ser reconhecida como um núcleo de produção profissional – não só musical. “Fomentar a cultura é fundamental para a cidade. A capital tem um polo e profissionais capacitados internacionalmente. Ter esse reconhecimento é essencial. Esse eixo, que ficou limitado ao Rio-São Paulo tem que ser quebrado e Brasília inserida.”
Regnaldo Neto, sócio de Ciampi no Prego Music, atua como músico profissional desde 2005 e já teve diversas bandas. Fundou o “Prego Rock Fest”, em 2009, em 2018 fundou o Estudio BSB Produções e, em 2020, o selo Prego Music. É publicitário, videomaker e jornalista esportivo na TV Band. Ele também é proprietário do Estúdio BSB – empresa que atua em todas as áreas do audiovisual, desde uma captação simples até animações, captações com drone, cobertura de eventos, lives, podcasts e etc – que também integra o Ponte 61.
Segundo Neto, o grupo fortalece o mercado empresarial do DF. “Um grupo formado por empresas dessa qualidade e área de atuação faz com que todos os serviços com artista, o agente cultural e o comunicador estejam interligados em um só lugar”, pontuou.
Empresas parceiras
Wambier Studio, dirigido por Bruno Wambier – A&R, produtor musical, arranjador, multi-instrumentista e engenheiro de áudio – oferece todos os serviços de direção e produção musical, desde composição, arranjos, repertório, arregimentação, pré-produção, até a produção em estúdio, gravação, mixagem e direção de shows. Sócio também da WGC Produções, Bruno Wambier trabalha empresariando e gerenciando carreiras de artistas, oferecendo o suporte e orientação para criação de todo material necessário para apresentar, divulgar e vender seus artistas.
Bruno Wambier, que é também tecladista da Banda Natiruts, explica que o Ponte 61 reúne e integra empresas de diversos segmentos de criação. “Esse grupo é de vital importância para o fomento da cultura em uma região tão rica artisticamente e com tanta diversidade, como o DF, e fortalece tanto a cena, como o mercado local”, enfatiza, Wambier.
A Etcetera Comunicação, empresa com mais de 16 anos de expertise na prestação de serviços de comunicação e marketing 360 graus, integra o grupo Ponte 61. Representada pelas jornalistas e empresárias, Marina Figueiredo e Denise Margis, a agência de Comunicação soma à parceria ao oferecer ao mercado local e nacional serviços de assessoria de imprensa, consultoria em comunicação, marketing de influência, gestão de mídias sociais, marketing digital, criação e desenvolvimentos de websites, criações gráficas e identidade visual, entre outros serviços.
“A união faz a força. Temos certeza de que essa iniciativa fortalecerá o cenário local e as empresas envolvidas. Todos ganham. A nossa cidade merece esse presente no mês em que comemora seus 63 anos”, narra Marina Figueiredo.
Para Denise Margis, sócia-fundadora da Etcetera Comunicação, a formação do grupo Ponte 61 marca um momento importante. “É um momento de união, parcerias e, principalmente, de reconhecimento do know how de cada profissional e marca envolvida. E tudo isso em prol de um bem maior e comum a todos: mostrar o que Brasília tem de melhor”, destacou.
O Deu Bom Brasília acrescenta ao grupo sua tradição e credibilidade como veículo de comunicação do DF. Rodrigo Alves de Carvalho – publicitário e comunicador – é o fundador do portal que fortalece a iniciativa com o portal de divulgação de eventos de Brasília, aliada a criação de conteúdo digital e podcast, além de venda de serviços publicitário. Para Rodrigo, é importante ações que apoiem a cultura de Brasília. “Estamos na capital do país, um celeiro de artistas e bandas, que por vezes, não possuem um espaço de divulgação de seus trabalhos. Agora, com a criação deste grupo, vamos fomentar a cultura brasiliense para todo o país”, comemora Rodrigo.