Brasília tem de melhor na Cultura, Entretenimentos, Arquitetura, Design e Decoração, Feiras, Cursos, Workshops, Seminários, Gastronomia, Vinhos, Cafés, Moda, Beleza…
Evento gratuito acontece em 7 de fevereiro, a partir das 11h, no Setor Bancário Sul, atrás da Galeria dos Estados
Brasília já começa a entrar no ritmo do Carnaval com uma iniciativa que une memória afetiva, inclusão e muita irreverência. No dia 7 de fevereiro, a partir das 11h, o Bloco Marchinhas 60+ ocupa o Setor Bancário Sul, atrás da Galeria dos Estados, com o 48º Concurso de Marchinhas do Pacotão, reafirmando a força dessa tradição carnavalesca que atravessa gerações. A expectativa é reunir cerca de 500 foliões.
A proposta é celebrar as marchinhas clássicas e autorais, valorizando compositores, foliões de todas as idades e, especialmente, o público 60+, sem perder o espírito crítico e bem-humorado que marca a história do Carnaval brasiliense. As marchinhas selecionadas no concurso serão apresentadas ao público e cantadas no desfile oficial do bloco, que acontece em meados de fevereiro, já em clima de Carnaval de rua.
Idealizadora da iniciativa, Lucyane Vasconcelos destaca o caráter inédito e inclusivo do projeto.
“O Bloco Marchinhas 60+ nasce para valorizar a tradição das marchinhas carnavalescas e, ao mesmo tempo, ampliar o espaço de participação no Carnaval. É um projeto que acolhe todas as idades, promove o encontro entre gerações e mantém viva uma linguagem musical que faz parte da nossa história cultural”, afirma.
Além do concurso, o evento conta com a participação da Banda Podre do Pacotão, atração convidada é símbolo do Pacotão, um dos blocos mais tradicionais e irreverentes de Brasília. A presença da banda reforça o tom de sátira, crítica social e liberdade criativa que sempre marcou o Carnaval da capital.
Com tema livre, o concurso de marchinhas mantém apenas uma regra fundamental: a preservação do espírito carnavalesco, sem apologia a discursos de ódio ou exaltação a governantes de plantão. Cada participante poderá inscrever até duas marchinhas, enviadas em formato de áudio, vídeo ou letra.
A iniciativa é realizada pelo DF Folia, com apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e da Artise, e funciona como um verdadeiro esquenta oficial para o Carnaval de Brasília, reforçando a ocupação cultural do espaço público e a diversidade de expressões da festa.
O Bloco Marchinhas 60+ propõe um reencontro com a alegria simples do Carnaval: cantar junto, rir das próprias contradições, ocupar a rua e celebrar o tempo como aliado da festa. Entre confetes, críticas bem-humoradas e melodias que atravessam décadas, o bloco reafirma que o Carnaval de Brasília é plural, inclusivo e feito por gente de todas as idades — um convite aberto para quem acredita que alegria também é um ato coletivo.
Serviço
Bloco Marchinhas 60+ | 48º Concurso de Marchinhas do Pacotão Data: 7 de fevereiro de 2026 Horário: A partir das 11h Local: Setor Bancário Sul – atrás da Galeria dos Estados Entrada: Gratuita Atração: Banda Podre do Pacotão Inscrições: até duas marchinhas por participante Envio de material: pacotaofolia@gmail.com
Festa acontece no dia 7 de fevereiro, no Clube da Ascade, e promete transformar a capital em um grande esquenta para o Carnaval
O Carnaval ainda nem chegou oficialmente, mas Brasília já começa a sentir o calor da folia. Neste sábado, 7 de fevereiro, a partir das 16h, o Bloco do My dá o pontapé inicial no pré-carnaval da capital com uma programação que mistura ritmos, celebra a diversidade musical e promete pista cheia do começo ao fim.
Com uma proposta vibrante e plural, o evento reúne axé ao vivo, samba raiz, pop e house tribal em uma mesma festa. A combinação perfeita para quem quer cantar, dançar e entrar de vez no clima carnavalesco.
O line-up traz nomes que prometem não deixar ninguém parado: Adriana Samartini com o melhor do axé ao vivo; o Samba da Passarinha garantindo roda animada e clássicos do gênero; Arruda & Frenkle e Celso Duarte GYN apostando em hits pop para todo mundo cantar junto; e Lipe Lourenço, que fecha a experiência com batidas de house tribal para manter a energia lá no alto.
Os ingressos já estão à venda na plataforma Sympla.
Serviço
Bloco do My – Pré-Carnaval 2026
Data: 7 de fevereiro (sábado)
Horário: A partir das 16h
Local: Clube da Ascade – Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 2, Conjunto 10, Lote 18 – Brasília (DF)
Público poderá garantir seus ingressos antecipadamente a partir de 29 de janeiro; filme chega aos cinemas em 12 de fevereiro
A Warner Bros. Pictures anuncia a pré-venda de ingressos de “O Morro dos Ventos Uivantes”, que começa na próxima quinta-feira, dia 29 de janeiro. Dirigido pela aclamada cineasta Emerald Fennell, o novo olhar sobre o clássico atemporal de Emily Brontë chega aos cinemas em 12 de fevereiro.
O filme traz Margot Robbie e Jacob Elordi como Catherine e Heathcliff, que tem suas vidas alteradas para sempre por um amor proibido que caminha lado a lado com a obsessão. Com trilha sonora original de Charli XCX, a história promete uma narrativa intensa e trágica repleta de sensualidade.
“O Morro dos Ventos Uivantes” chega aos cinemas brasileiros em 12 fevereiro de 2026, também em IMAX e versões acessíveis.
Sobre o filme
Da Warner Bros. Pictures e da cineasta vencedora do Oscar e do BAFTA, Emerald Fennell, chega “O Morro dos Ventos Uivantes”, estrelado pela indicada ao Oscar e ao BAFTA Margot Robbie, ao lado do indicado ao BAFTA Jacob Elordi.
O filme também conta com a indicada ao Oscar Hong Chau, Shazad Latif, Alison Oliver, o vencedor do BAFTA Martin Clunes e Ewan Mitchell.
Fennell dirige a partir de seu próprio roteiro. Os produtores são o indicado ao Oscar e vencedor do BAFTA Josey McNamara, Fennell e Robbie. Sara Desmond e o indicado ao Oscar Tom Ackerley assinam a produção executiva.
Warner Bros. Pictures e MRC apresentam uma produção da Lie Still & LuckyChap Entertainment, um filme de Emerald Fennell, “O Morro dos Ventos Uivantes”. Distribuído pela Warner Bros. Pictures, o filme chega aos cinemas em todo o país em 12 de fevereiro de 2026.
A festa mais esperada do calendário do Terraço Shopping já tem data marcada e chega em 2026 com ainda mais fôlego, diversidade e novidades. O Bailinho do Terraço será realizado pela primeira vez em dois dias com uma programação gratuita pensada para toda a família, reunindo atrações infantis e experiências que também convidam o público adulto a entrar no clima da festa.
Nos dias 15 e 16 de fevereiro, domingo e a segunda-feira, o Terraço se transformará em um grande cenário de cores, música e fantasia, com atrações que passeiam pelas clássicas marchinhas, blocos carnavalescos e apresentações musicais ao vivo. A estrutura, montada na área externa, será totalmente coberta e inclui brinquedos infláveis gigantes, espaço para dança, além do já tradicional Camarim Fashion.
No palco, a programação musical valoriza a cena cultural brasiliense e diferentes expressões do Carnaval. No domingo (15), a banda “Maria Vai Casoutras” apresenta um repertório lúdico e que dialoga com o universo infantil, enquanto o “Bloco Eduardo e Mônica” leva ao público a identidade de Brasília em um show marcado por nostalgia e participação coletiva.
Na segunda-feira (16), a banda “Elas que Toquem” traz ao palco um espetáculo potente, que celebra a diversidade e a força feminina na música brasileira. Encerrando a programação, a banda “Axé do Seu Evento” garante o clima contagiante da folia, com um repertório dançante que convida crianças e adultos a celebrarem juntos.
Com entrada gratuita, o Bailinho do Terraço se consolida como uma das principais opções de Carnaval para crianças, jovens e adultos, oferecendo uma programação carnavalesca completa para quem busca diversão de qualidade durante o feriado.
Durante o período de Carnaval, o shopping funcionará em horários especiais, permitindo que o público aproveite tanto a programação do evento quanto as opções de compras e gastronomia.
Serviço
Bailinho do Terraço 2026 Datas: 15 e 16 de fevereiro de 2026 Horário do evento: das 12h às 18h Local: Terraço Shopping – área externa Entrada: Gratuita
Para celebrar o Carnaval, o Venâncio Shopping promove o Bloquinho Divertido no dia 7 (sábado), das 13h às 17h30, com entrada franca. A programação reúne atrações musicais, brincadeiras, cortejo carnavalesco e atividades infantis, em um ambiente coberto, seguro e preparado para receber públicos de todas as idades.
A festa começa às 13h às 15h, com o Trio Bagunça e a Cia Teatral Néia e Nando que assumem a animação da criançada com brincadeiras e coreografias inspiradas nas trends do momento. Ao longo da tarde, a programação conta ainda com pintura de rosto express, disponível até às 16h, para completar a fantasia dos pequenos foliões.
E a folia não para por aí, às 15h, crianças e adultos são convidados a participar do desfile de Carnaval para toda a família, com premiação para as fantasias. Em seguida, das 16h às 17h30, a cantora brasiliense Mayara Dourado apresenta a May-tinê, com um repertório que mistura marchinhas, clássicos infantis e MPB. Para deixar a tarde ainda mais gostosa, haverá pipoca e algodão-doce para os foliões.
Para deixar a festa ainda mais animada, serão distribuídos kits foliões gratuitos com confetes, serpentinas e máscaras de carnaval. Os kits são limitados e deverão ser solicitados, previamente, no instagram do shopping (@venancioshopping), a partir do dia 04, às 10h.
Com o Bloquinho Divertido, o Venâncio Shopping amplia sua agenda cultural e de lazer, oferecendo uma opção de Carnaval pensada para o convívio familiar. “A ideia é trazer para dentro do shopping uma festa que faz parte da identidade do brasileiro, com estrutura, segurança e uma programação acessível para todas as idades”, afirma Rosângela Castro, gerente de marketing do Venâncio Shopping
Estacionamento promocional
Para maior comodidade, o shopping proporciona conforto e segurança aos clientes, que além de contar com estacionamento coberto a um preço fixo de R$ 8, de segunda a sexta-feira, das 17h às 23h, também oferece estacionamento gratuito para compras acima de R$50 aos finais de semana e feriados. Para ter acesso ao benefício de gratuidade, basta levar o comprovante da compra realizada e validar o ticket no Balcão de Informações, no piso G1. Promoção válida das 8h às 23h59 e não cumulativa com outros benefícios. Para mais informações consulte o regulamento no site www.venancioshopping.com.br.
Sobre o Venâncio Shopping
No centro da capital do país, desde 1976, o Venâncio Shopping traz em seu DNA um conceito inovador. Além de ser uma excelente opção para compras e experiências, é também um Hub de Serviços e ponto de solução de pessoas, com sua torre business atrelada a torre de Serviços, alta gastronomia da capital como Jamie Olivier Kitchen, Cantón Peruvian & Chinese Food, Chaco, Confraria do Camarão, Outback Steakhouse, Starbucks e Scada Café. Entre os serviços oferecidos, estão opções como: cartório de registro de imóveis em Brasília, clínicas, faculdades, entre outros.
Serviço:
Bailinho Divertido no Venâncio Shopping
Data: 07/02 Horário: 13h às 17h30
13h às 15h – Folia com Brincadeiras
13h às 16h – Pinturinha Express
15h às 16h – Desfile de carnaval para toda família
Ao longo de seis semanas, o público poderá conferir uma programação com produções que concorrem à estatueta de ouro, incluindo o brasileiro “O Agente Secreto”, indicado em quatro categorias
CineSemana de 5 a 11 de fevereiro conta ainda com Sessão Circuitão, Sessão Monumental, Sessão Acessível, estreia e duas sessões especiais
De 5 a 11 de fevereiro, todas as sessões pagas do Cine Brasília contarão com ingressos a R$ 10 e R$5 em comemoração à Semana do Cinema
De 5 de fevereiro a 18 de março, o Cine Brasília apresenta a Mostra Oscar 2026. Já consolidada no cronograma anual do cinema, a mostra retorna com uma seleção de 25 filmes indicados ao principal prêmio da indústria cinematográfica. E, pelo segundo ano consecutivo, o Brasil figura entre os destaques da premiação, após a repercussão de Ainda Estou Aqui na edição anterior, agora com O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, entre os títulos mais indicados de 2026.
Como não poderia deixar de ser, o grande destaque da mostra é O Agente Secreto, novo longa de Kleber Mendonça Filho, que entra para a história do Oscar ao conquistar quatro indicações nas categorias Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Elenco e Melhor Ator, para Wagner Moura. O feito iguala o recorde de Cidade de Deus como o filme brasileiro com mais indicações na história da premiação.
Ambientado no Brasil de 1977, em plena ditadura militar, o longa acompanha Marcelo, um especialista em tecnologia que retorna para o Recife para se aproximar de seu filho, tentando se esconder, mas acaba envolvido em uma atmosfera de vigilância, paranoia e ameaça constante durante o Carnaval.
A temporada de 2026 também se destaca pelo volume inédito de indicações concentradas em alguns títulos presentes na mostra. Pecadores, dirigido por Ryan Coogler, bateu o recorde histórico ao concorrer em 16 das 24 categorias da premiação, se tornando o filme mais indicado da história do Oscar. Já Uma Batalha Após a Outra aparece com 12 indicações, figurando entre os favoritos da edição.
Outros destaques da programação incluem Marty Supreme, Frankenstein e Valor Sentimental, cada um com nove indicações, além de Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, que concorre em oito categorias.
Nesta primeira semana da Mostra, de 5 a 11 de fevereiro, além de O Agente Secreto, o público poderá assistir a Valor Sentimental, de Joachim Trier, que mergulha em relações familiares marcadas por ressentimentos acumulados ao longo de décadas, e Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, drama dirigido por Chloé Zhao que traz um olhar sensível sobre o luto de William Shakespeare após a perda do filho. O imaginário clássico também ganha novas leituras com Frankenstein, adaptação da obra de Mary Shelley feita por Guillermo del Toro, e com A Meia-Irmã Feia, que transforma o conto da Cinderela em uma fábula sombria e perturbadora.
A seleção conta ainda com Marty Supreme, cinebiografia do diretor Josh Safdie protagonizada por Timothée Chalamet, e Bugonia, sátira de ficção científica de Yorgos Lanthimos. O suspense e o terror aparecem em Pecadores, thriller sobrenatural dirigido por Ryan Coogler, enquanto Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria, de Mary Bronstein, aposta no humor ácido para retratar uma mãe à beira do colapso emocional diante de sucessivas crises.
Já A Voz de Hind Rajab, dirigido por Kaouther Ben Hania, traz para a tela uma dramatização de acontecimentos reais ocorridos em Gaza. No âmbito da aventura, tem também Jurassic World: Recomeço, de Gareth Edwards, que apresenta um novo capítulo da franquia do mundo dos dinossauros, e a animação musical Guerreiras do K-Pop: Para Cantar Junto, dirigida por Chris Appelhans e Maggie Kang, com o trio de caçadoras de monstros que formam o grupo HUNTR/X.
Ao longo das semanas seguintes, completando a lista, a Mostra segue também com os títulos Avatar 3: Fogo e Cinzas, Zootopia 2, F1 O Filme, Sonhos de Trem, Sirat, A Hora do Mal,Arco, Kokuho: O Preço da Perfeição, Uma Batalha Após a Outra, A Pequena Amélie, Song Song Blue: Um Sonho a Dois, Coração de Lutador e Foi Apenas Um Acidente.
Nesta primeira semana
SESSÃO CIRCUITÃO
Além da Mostra Oscar 2026, a programação da primeira semana de fevereiro conta com mais uma Sessão Circuitão, que neste mês exibe Anaconda, comédia de aventura que aposta no humor e na metalinguagem para contar uma história sobre nostalgia, amizade e sobrevivência. Dirigido por Tom Gormican, o filme acompanha um grupo de amigos em plena crise de meia-idade que decide se aventurar em um projeto improvável: refazer o filme favorito da juventude. A ideia, movida pelo desejo de reviver o passado, leva o grupo a uma floresta tropical, onde o que deveria ser uma experiência divertida rapidamente se transforma em uma sucessão de situações extremas. Entre desafios naturais, criminosos violentos, fenômenos climáticos e a ameaça de cobras gigantes, a jornada se converte em uma luta pela sobrevivência, equilibrando ação, aventura e humor.
O longa conta com a participação de Selton Mello, único ator brasileiro no elenco, ao lado de Paul Rudd, Jack Black e Steve Zahn. A presença de Selton reforça o destaque dos talentos brasileiros também em produções internacionais.
Dedicada a títulos mainstream, a Sessão Circuitão acontece mensalmente e, em fevereiro, Anaconda será exibido na quinta-feira, 5, às 12h10, no domingo, 8, às 16h30, e na segunda-feira, 9, às 18h15.
SESSÃO ACESSÍVEL Também integra a grade a primeira Sessão Acessível do mês, que, no sábado, 7, às 14h, exibe o documentário Milton Bituca Nascimento. Dirigido por Flavia Moraes, o filme toma como ponto de partida a turnê de despedida de Milton Nascimento, um dos nomes mais importantes da música brasileira, para construir um retrato de sua trajetória e de sua relação profunda com o público.
Gratuita e voltada para Pessoas com Deficiência, a Sessão Acessível conta com recursos de acessibilidade de Libras e legendas descritivas projetadas na tela e audiodescrição no sistema de som da sala.
SESSÃO MONUMENTAL
Os amantes de ficção científica de qualidade têm um encontro imperdível na Sessão Monumentalde fevereiro, que, na próxima terça, 10, exibe Matrix, clássico absoluto do cinema contemporâneo que marcou para sempre o gênero no final dos anos 1990 com a icônica cena das balas em câmera lenta. Com direção de Lana e Lilly Wachowski, o filme é protagonizado por Keanu Reeves, ao lado de Laurence Fishburne e Carrie-Anne Moss.
Lançado em 1999, Matrix acompanha Thomas Anderson, um programador que passa a questionar a própria realidade após descobrir que o mundo em que vive é uma simulação controlada por um sistema de inteligência artificial. Ao misturar ação, ficção científica e reflexões sobre liberdade, tecnologia e controle, o filme se consolidou como uma obra seminal, influenciando gerações de cineastas e espectadores.
Com ingressos a R$10 (inteira) e R$5 (meia), a Sessão Monumental ocorre uma vez por mês, em sessão dupla às 19h e às 22h, trazendo sempre obras clássicas ou contemporâneas de grande impacto para o cinema.
ESTREIA
A estreia da semana fica por conta de O Menino e o Panda, produção franco-belga voltada dirigida por Gilles de Maistre. O filme acompanha Tian, um garoto de 12 anos que, após dificuldades na escola, é enviado para passar um tempo com a avó nas montanhas de Sichuan. Longe da cidade, ele descobre uma nova forma de viver e cria uma amizade improvável com um filhote de panda, a quem chama de Moon. Em meio à natureza, a relação entre os dois se transforma em uma jornada sobre amadurecimento.
SELEÇÃO DE CURTAS
Durante esta semana, as sessões de Guerreiras do K-Pop: Para Cantar Junto ganham um complemento especial com a exibição do curta brasileiro Felícia e Os Super-resíduos do Bem. Na história, Felícia, uma menina PCD de 8 anos, transforma sucata em brinquedos e acaba vivendo uma aventura inesperada quando um meteoro cai na cidade e dá vida aos seus heróis, e também a um vilão nada simpático, o General Chorume.
Os curtas exibidos no Cine Brasília são selecionados na Chamada Pública de Curtas do Cine Brasília, uma iniciativa que busca ampliar a diversidade da programação e fortalecer o cinema nacional. A previsão da atual gestão é que 150 curtas de todo o Brasil sejam exibidos antes das sessões de longas-metragens em cartaz. Os filmes escolhidos recebem um cachê de R$1.300 para obras finalizadas a partir de 2025, e R$800 para as finalizadas até dezembro de 2024. As inscrições podem ser feitas até 1º de abril de 2027 pelo sitecinebrasilia.com/chamadas-publicas, onde também está disponível o edital completo.
EM CARTAZ
Segue em cartaz A Única Saída, novo filme do diretor sul-coreano Park Chan-wook, que mistura comédia, drama e suspense. Protagonizado por Lee Byung-hun, o longa acompanha Man-Su, um funcionário exemplar que, após perder o emprego depois de 25 anos, vê sua vida ruir e passa a enfrentar de forma cada vez mais extrema a pressão econômica e social. Com humor ácido e tensão crescente, o filme constrói um retrato inquietante da precarização e das obsessões geradas pela lógica da competitividade, reafirmando o olhar crítico e incisivo do cineasta sobre a sociedade contemporânea.
SESSÃO ESPECIAL
A programação da semana também conta com duas sessões especiais. A primeira delas é Mandioca Frita, que além de integrar o projeto Cine BBB marca a pré-estreia do filme. A exibição acontece nesta quinta, 5, às 20h, com entrada gratuita.
Ambientado em Brasília, o filme acompanha Dirley, um motorista de ônibus solitário e mal-humorado que tem sua rotina atravessada pela chegada inesperada de Júlio, um idoso desmemoriado que surge em seu ônibus. O encontro, que começa como um abrigo improvisado, se transforma em uma jornada leve e bem-humorada pela cidade, ao lado da cobradora Edinalva, em busca da identidade do senhor que, pouco a pouco, revela ser o lendário palhaço Mandioca Frita.
Já na sexta, 6, às vésperas do carnaval, o Cine entra no ritmo dos tambores com a sessão especial do documentário Na Minha Terra, Carnaval é Religião, dirigido pelo cineasta brasiliense Rodrigo Resende Coutinho. A noite começa às 19h30 com a apresentação do Batuque da Orquestra Alada Trovão da Mata, do Seu Estrelo, um dos nomes mais emblemáticos da cultura popular e do carnaval do DF, e segue às 20h com a projeção do filme.
Produzido de forma independente, o documentário acompanha a atuação de artistas e blocos brasileiros em Lisboa, revelando como o carnaval se constrói como gesto político, simbólico e de ocupação do espaço público, especialmente em um momento histórico em que a cidade passa a reconhecer oficialmente os desfiles de rua como manifestação cultural. Os ingressos custam R$10 (inteira) e R$5 (meia).
EM BREVE
Nas próximas semanas, a programação contará com a chegada de Coração De Lutador, A Hora do Mal, F1 O Filme, Foi Apenas Um Acidente, Arco, Avatar: Fogo e Cinzas, Kokuho: O Preço da Perfeição e A Pequena Amélie. Aguarde para assistir a esse filme no Cine Brasília.
INGRESSOS E ACESSIBILIDADE De 5 a 11, em celebração à Semana do Cinema, todas as sessões pagas do Cine Brasília custarão R$10 e R$5. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema, às segundas e terças, das 13h e 22h, e de quarta a domingo, das 09h às 21h, ou no SITE.
A Sessão Acessível com recursos de acessibilidade de Libras e legendas descritivas projetadas na tela e audiodescrição no sistema de som da sala.
ACESSIBILIDADE MOSTRA OSCAR 2026
Acessibilidade no aplicativo MLoad: Frankenstein, Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, Bugonia, A Voz de Hind Rajab, Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria, Song Sung Blue: Um Sonho a Dois, Guerreiras do K-Pop e Jurassic World: Recomeço.
Acessibilidade no aplicativo MovieReading: O Agente Secreto, Pecadores, Uma Batalha Após a Outra, Marty Supreme, Sonhos de Trem, Foi Apenas Um Acidente, Sirat, A Hora do Mal, Zootopia 2, A Pequena Amélie, Arco, Kokuho: O Preço da Perfeição, Coração de Lutador, F1 O Filme e Avatar 3: Fogo e Cinzas.
Acessibilidade no aplicativo PingPlay: A Meia-Irmã Feia.
O Cine Brasília segue com o Programa de Fidelidade – CINELOVER que recompensa espectadores frequentes. A cada sessão assistida, os participantes acumulam carimbos no cartão fidelidade, que podem ser trocados por prêmios como entradas gratuitas, ímãs, baldes de pipoca, ecobags e camisetas exclusivas. O programa é válido para sessões regulares da grade, bem como para as especiais permanentes Sessão Contraturno e Sessão Família. Cada ingresso dessas três sessões especiais dá direito a dois carimbos no cartão fidelidade. Mais informações emcinebrasilia.com/fidelidade.
Com transparência e respeito por todos que fazem parte dessa jornada, informamos que o Pixel Show Brasília, originalmente marcado para os dias 8 e 9 de novembro de 2025, será adiado para os dias 20 a 22 de março de 2026.
Essa foi uma decisão difícil, tomada apenas depois de analisarmos todas as possibilidades para manter a data original.
Apesar dos esforços, não conseguimos concluir a tempo algumas parcerias fundamentais para garantir a sustentabilidade e a qualidade que o evento merece. Por isso, optamos por adiar a edição para o início do ano próximo — para que possamos entregar uma experiência completa e à altura da comunidade criativa de Brasília.
Pedimos sinceras desculpas por qualquer transtorno e agradecemos de coração a compreensão e o apoio de todos.
Estamos trabalhando para manter a maior parte das atrações já confirmadas e preparar um evento ainda mais inspirador, que valorize e impulsione os empreendedores e criadores da economia criativa local.
Nosso compromisso continua o mesmo: fazer do Pixel Show Brasília um encontro vibrante, diverso e transformador.
Esperamos reencontrar vocês nos dias 20 a 22 de março de 2026 na Arena BRB Mané Garrincha, para celebrar juntos o poder da criatividade e da inovação.
Com carinho,
Tonico Novaes CEO do Pixel Show Brasília CEO da Next Gen Experience
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Grammy 2026 veja a lista completa de vencedores da maior premiação da música (David BeckerGetty Images for The Recording Academy)
Premiação consagrou Kendrick Lamar e Lady Gaga, maiores vencedores da noite com sete e cinco prêmios, respectivamente
A 68ª edição do Grammy Awards aconteceu neste domingo (1º) e consagrou Kendrick Lamar, maior vencedor da noite com sete prêmios, que ultrapassou o feito de Jay-Z e agora é o rapper com mais Grammys na história da premiação. Outros destaques foram Lady Gaga, com cinco prêmios, entre eles o de Melhor Álbum Vocal Pop, com Mayhem, Bad Bunny, eleito o Melhor Álbum do ano com Debí Tirar Más Fotos e os irmãos Billie Eilish & Finneas O’Connell, vencedores do prêmio de Música do ano com “Wildflower“.
E o Brasil não saiu de mãos vazias. Caetano Veloso e Maria Bethânia levaram o Grammy de Melhor Álbum de Música Global por “Caetano e Bethânia Ao Vivo“. Confira a lista de vencedores a seguir:
Álbum do Ano
Debí Tirar Más Fotos – Bad Bunny – VENCEDOR
Swag – Justin Bieber
Man’s Best Friend – Sabrina Carpenter
Let God Sort Em Out – Clipse, Pusha T & Malice
Mayhem – Lady Gaga
GNX – Kendrick Lamar
Mutt – Leon Thomas
Chromakopia – Tyler, the Creator
Gravação do Ano
DtMF, Bad Bunny
Manchild, Sabrina Carpenter
Anxiety, Doechii
Wildflower, Billie Eilish
Abracadabra, Lady Gaga
Luther, Kendrick Lamar com SZA – VENCEDOR
The Subway, Chappell Roan
APT., Rosé, Bruno Mars
Música do Ano
“Abracadabra” – Lady Gaga, Henry Walter e Andrew Watt, compositores (Lady Gaga)
“Anxiety” – Jaylah Hickmon, compositora (Doechii)
“APT.” – Amy Allen, Christopher Brody Brown, Rogét Chahayed, Omer Fedi, Philip Lawrence, Bruno Mars, Chae Young Park, Theron Thomas e Henry Walter, compositores (Rosé, Bruno Mars)
“DtMF” – Marco Daniel Borrero, Scott Dittrich, Benjamin Falik, Benito Antonio Martínez Ocasio, Hugo René Sención Sanabria, Tyler Thomas Spry e Roberto José Rosado Torres, compositores (Bad Bunny)
“Golden [From “KPop Demon Hunters”]” – EJAE e Mark Sonnenblick, compositores (HUNTR/X: EJAE, Audrey Nuna, Rei Ami)
“Luther” – Jack Antonoff, Roshwita Larisha Bacha, Matthew Bernard, Scott Bridgeway, Sam Dew, Ink, Kendrick Lamar, Solána Rowe, Mark Anthony Spears e Kamasi Washington, compositores (Kendrick Lamar com SZA)
“Manchild” – Amy Allen, Jack Antonoff e Sabrina Carpenter, compositores (Sabrina Carpenter)
“A Dreams A Dream – Ron Trent Remix” — Ron Trent, remixer (Soul II Soul)
“Galvanize” — Chris Lake, remixer (The Chemical Brothers & Chris Lake)
“Golden – David Guetta REM/X” — David Guetta, remixer (HUNTR/X: EJAE, Audrey Nuna, Rei Ami)
Melhor Música de Rock
“As Alive as You Need Me to Be” – Trent Reznor e Atticus Ross, compositores (Nine Inch Nails) – VENCEDOR
“Caramel” – Vessel1 e Vessel2, compositores (Sleep Token)
“Glum” – Daniel James e Hayley Williams, compositores (Hayley Williams)
“Never Enough” – Daniel Fang, Franz Lyons, Pat McCrory, Meg Mills e Brendan Yates, compositores (Turnstile)
“Zombie” – Dominic Harrison e Matt Schwartz, compositores (Yungblud)
Melhor Álbum de Rock
Private Music — Deftones
I Quit — Haim
From Zero — Linkin Park
Never Enough — Turnstile – VENCEDOR
Idols — Yungblud
Melhor Performance de Música Alternativa
“Everything Is Peaceful Love” — Bon Iver
“Alone” — The Cure – VENCEDOR
“Seein’ Stars” — Turnstile
“Mangetout” — Wet Leg
“Parachute” — Hayley Williams
Melhor Álbum de Música Alternativa
Sable, Fable – Bon Iver
Songs of a Lost World – The Cure – VENCEDOR
Don’t Tap the Glass – Tyler, the Creator
Moisturizer – Wet Leg
Ego Death at a Bachelorette Party – Hayley Williams
Melhor Performance de R&B
“Yukon” – Justin Bieber
“It Depends” – Chris Brown com participação de Bryson Tiller
“Folded” – Kehlani – VENCEDOR
“Mutt (Ao vivo do Tiny Desk da NPR)” – Leon Thomas
“Heart of a Woman” – Summer Walker
Melhor Performance de R&B Tradicional
“Here We Are” — Durand Bernarr
“Uptown” — Lalah Hathaway
“Love You Too” — Ledisi
“Crybaby” — SZA
“Vibes Don’t Lie” — Leon Thomas – VENCEDOR
Melhor Música de R&B
“Folded” — Darius Dixson, Andre Harris, Kehlani Parrish, Donovan Knight, Don Mills, Khris Riddick-Tynes e Dawit Kamal Wilson, compositores (Kehlani) – VENCEDOR
“Heart of a Woman” — David Bishop e Summer Walker, compositores (Summer Walker)
“It Depends” — Nico Baran, Chris Brown, Ant Clemons, Ephrem Lopez Jr., Ryan Press, Bryson Tiller, Elliott Trent e Dewain Whitmore Jr., compositores (Chris Brown com participação de Bryson Tiller)
“Overqualified” — James John Abrahart Jr e Durand Bernarr, compositores (Durand Bernarr)
“Yes It Is” — Jariuce Banks, Lazaro Andres Camejo, Mike Hector, Peter Lee Johnson, Rodney Jones Jr., Ali Prawl e Leon Thomas, compositores (Leon Thomas)
Melhor Álbum de R&B Progressivo
Bloom — Durand Bernarr – VENCEDOR
Adjust Brightness — Bilal
Love on Digital — Destin Conrad
Access All Areas — Flo
Come as You Are — Terrace Martin & Kenyon Dixon
Melhor Álbum de R&B
Beloved — Giveon
Why Not More? — Coco Jones
The Crown — Ledisi
Escape Room — Teyana Taylor
Mutt — Leon Thomas – VENCEDOR
Melhor Performance de Rap
“Outside” — Cardi B
“Chains & Whips” — Clipse, Pusha T & Malice com participação de Kendrick Lamar & Pharrell Williams – VENCEDOR
“Anxiety” — Doechii
“TV Off” — Kendrick Lamar com participação de Lefty Gunplay
“Darling, I” — Tyler, the Creator com participação de Teezo Touchdown
Melhor Performance de Rap Melódico
“Proud of Me” — Fridayy com participação de Meek Mill
“Wholeheartedly” — JID com participação de Ty Dolla $ign e 6Lack
“Luther” — Kendrick Lamar com participação de SZA – VENCEDOR
“WeMaj” — Terrace Martin e Kenyon Dixon com participação de Rapsody
“Somebody Loves Me” — Partynextdoor e Drake
Melhor Música de Rap
“Anxiety” — Jaylah Hickmon, compositora (Doechii)
“The Birds Don’t Sing” — Gene Elliott Thornton Jr., Terrence Thornton, Pharrell Williams e Stevie Wonder, compositores (Clipse, Pusha T e Malice com John Legend e Voices of Fire)
“Sticky” — Aaron Bolton, Dudley Alexander Duverne, Gloria Woods, Dwayne Carter Jr., Janae Wherry, Tyler Okonma e Rex Zamor, compositores (Tyler, the Creator com GloRilla, Sexyy Red e Lil Wayne)
“TGIF” — Lucas Alegria, Dillon Brophy, Yakki Davis, Gloria Woods, Jess Jackson, Ronnie Jackson, Mario Mims e Jorge M. Taveras, compositores (GloRilla)
“TV Off” — Jack Antonoff, Larry Jayy, Kendrick Lamar, Dijon McFarlane, Sean Momberger, Mark Anthony Spears e Kamasi Washington, compositores (Kendrick Lamar com participação de Lefty Gunplay) – VENCEDOR
Melhor Álbum de Rap
Let God Sort Em Out – Clipse, Pusha T & Malice
Glorious – GloRilla
God Does Like Ugly – JID
GNX – Kendrick Lamar – VENCEDOR
Chromakopia – Tyler, the Creator
Melhor Álbum de Poesia Falada
A Hurricane in Heels: healed people don’t act like that (partially recorded live @City Winery & other places) — Queen Sheba Black Shaman — Marc Marcel
Pages — Omari Hardwick & Anthony Hamilton
Saul Williams meets Carlos Niño & Friends at Treepeople — Saul Williams, Carlos Niño & Friends
Words for Days Vol. 1 — Mad Skillz – VENCEDOR
Melhor Performance de Jazz
“Noble Rise” — Lakecia Benjamin com Immanuel Wilkins e Mark Whitfield
“Windows – Ao Vivo” — Chick Corea, Christian McBride e Brian Blade – VENCEDOR
“Peace of Mind / Dreams Come True” — Samara Joy
“Four” — Michael Mayo
“All Stars Lead to You – Ao Vivo” — Nicole Zuraitis, Dan Pugach, Tom Scott, Idan Morim, Keyon Harrold e Rachel Eckroth
Melhor Álbum Vocal de Jazz
Elemental — Dee Dee Bridgewater & Bill Charlap
We Insist 2025! — Terri Lyne Carrington & Christie Dashiel
Portrait — Samara Joy – VENCEDOR
Fly — Michael Mayo
Live at Vic’s Las Vegas — Nicole Zuraitis, Dan Pugach, Tom Scott, Idan Morim, Keyon Harrold & Rachel Eckroth
Melhor Álbum Instrumental de Jazz
Trilogy 3 (Live) — Chick Corea, Christian McBride & Brian Blade
Southern Nights — Sullivan Fortner Featuring Peter Washington & Marcus Gilmore – VENCEDOR
Belonging — Branford Marsalis Quartet
Spirit Fall — John Patitucci Featuring Chris Potter & Brian Blade
Fasten Up — Yellowjackets
Melhor Álbum para Grande Conjunto de Jazz
Orchestrator Emulator — The 8-Bit Big Band
Without Further Ado, Vol 1 — Christian McBride Big Band – VENCEDOR
Lumen — Danilo Pérez & Bohuslän Big Band
Basie Rocks! — Deborah Silver & The Count Basie Orchestra
Lights on a Satellite — Sun Ra Arkestra
Some Days Are Better: The Lost Scores — Kenny Wheeler Legacy Featuring the Royal Academy of Music Jazz Orchestra & Frost Jazz Orchestra
Melhor Álbum de Jazz Latino
La Fleur de Cayenne — Paquito D’Rivera & Madrid-New York Connection Band
The Original Influencers: Dizzy, Chano & Chico — Arturo O’Farrill & the Afro Latin Jazz Orchestra Featuring Pedrito Martinez, Daymé Arocena, Jon Faddis, Donald Harrison & Melvis Santa
Mundoagua – Celebrating Carla Bley — Arturo O’Farrill & the Afro Latin Jazz Orchestra
A Tribute to Benny Moré and Nat King Cole — Gonzalo Rubalcaba, Yainer Horta & Joey Calveiro – VENCEDOR
Vanguardia Subterránea: Live at The Village Vanguard — Miguel Zenón Quartet
Melhor Álbum de Jazz Alternativo
Honey From a Winter Stone — Ambrose Akinmusire
Keys to the City Volume One — Robert Glasper
Ride into the Sun — Brad Mehldau
Live-Action — Nate Smith – VENCEDOR
Blues Blood — Immanuel Wilkins
Melhor Álbum Vocal Pop Tradicional
Wintersongs — Laila Biali
The Gift of Love — Jennifer Hudson
Who Believes in Angels? — Elton John & Brandi Carlile
Harlequin — Lady Gaga
A Matter of Time — Laufey – VENCEDOR
The Secret Of Life: Partners, Volume 2 — Barbra Streisand
Melhor Álbum Instrumental Contemporâneo
Brightside – ARKAI – VENCEDOR
Ones & Twos – Gerald Clayton
BEATrio – Béla Fleck, Edmar Castañeda, Antonio Sánchez
Just Us – Bob James e Dave Koz
Shayan – Charu Suri
Melhor Álbum de Teatro Musical
Buena Vista Social Club – VENCEDOR
Death Becomes Her
Gypsy
Just In Time
Maybe Happy Ending
Melhor Performance Solo de Música Country
“Nose on the Grindstone” – Tyler Childers
“Good News” – Shaboozey
“Bad as I Used to Be [From “F1 The Movie”]” – VENCEDOR
“I Never Lie” – Zach Top
“Somewhere Over Laredo” – Lainey Wilson
Melhor Performance Country em Dupla/Grupo
“A Song to Sing” — Miranda Lambert e Chris Stapleton
“Trailblazer” — Reba McEntire, Miranda Lambert, Lainey Wilson
“Love Me Like You Used to Do” — Margo Price e Tyler Childers
“Amen” — Shaboozey e Jelly Roll – VENCEDOR
“Honky Tonk Hall of Fame” — George Strait, Chris Stapleton
Melhor Música Country
“Bitin’ List” — Tyler Childers, compositor (Tyler Childers) – VENCEDOR
“Good News” — Michael Ross Pollack, Sam Elliot Roman e Jacob Torrey, compositores (Shaboozey)
“I Never Lie” — Carson Chamberlain, Tim Nichols e Zach Top, compositores (Zach Top)
“Somewhere Over Laredo” — Andy Albert, Trannie Anderson, Dallas Wilson e Lainey Wilson, compositores (Lainey Wilson)
“A Song to Sing” — Jenee Fleenor, Jesse Frasure, Miranda Lambert e Chris Stapleton, compositores (Miranda Lambert e Chris Stapleton)
Melhor Álbum de música country tradicional
Dollar a Day — Charley Crockett
American Romance — Lukas Nelson
Oh What a Beautiful World — Willie Nelson
Hard Headed Woman — Margo Price
Ain’t in It for My Health — Zach Top – VENCEDOR
Melhor Álbum de Música Country Contemporânea
Patterns — Kelsea Ballerini
Snipe Hunter — Tyler Childers
Evangeline vs. the Machine — Eric Church
Beautifully Broken — Jelly Roll – VENCEDOR
Postcards From Texas — Miranda Lambert
Melhor Performance de Música Tradicional Americana
“Lonely Avenue” — Jon Batiste com participação de Randy Newman
“Ancient Light” — I’m With Her
“Crimson and Clay” — Jason Isbell
“Richmond on the James” — Alison Krauss & Union Station
“Beautiful Strangers” — Mavis Staples – VENCEDOR
Melhor Performance Americana
“Boom” — Sierra Hull
“Poison in My Well” — Maggie Rose & Grace Potter
“Godspeed” — Mavis Staples – VENCEDOR
“That’s Gonna Leave a Mark” — Molly Tuttle
“Horses” — Jesse Welles
Melhor Canção de Raízes Americanas
“Ancient Light” — Sarah Jarosz, Aoife O’Donovan e Sara Watkins, compositoras (I’m With Her) – VENCEDOR
“Big Money” — Jon Batiste, Mike Elizondo e Steve McEwan, compositores (Jon Batiste)
“Foxes in the Snow” — Jason Isbell, compositor (Jason Isbell)
“Middle” — Jesse Welles, compositor (Jesse Welles)
“Spitfire” — Sierra Hull, compositora (Sierra Hull)
Melhor Álbum de Americana
Big Money – Jon Batiste – VENCEDOR
Bloom – Larkin Poe
Last Leaf on the Tree – Willie Nelson
So Long Little Miss Sunshine – Molly Tuttle
Middle – Jesse Welles
Melhor Álbum de Bluegrass
Carter & Cleveland — Michael Cleveland & Jason Carter
A Tip Toe High Wire — Sierra Hull
Arcadia — Alison Krauss & Union Station
Outrun — The Steeldrivers
Highway Prayers — Billy Strings – VENCEDOR
Melhor Álbum de Blues Tradicional
Ain’t Done With the Blues — Buddy Guy – VENCEDOR
Room on the Porch — Taj Mahal & Keb’ Mo’
One Hour Mama: The Blues of Victoria Spivey — Maria Muldaur
Look Out Highway — Charlie Musselwhite
Young Fashioned Ways — Kenny Wayne Shepherd & Bobby Rush
Melhor Álbum de Blues Contemporâneo
Breakthrough — Joe Bonamassa
Paper Doll — Samantha Fish
A Tribute to LJK — Eric Gales
Preacher Kids — Robert Randolph – VENCEDOR
Family — Southern Avenue
Melhor Álbum de Folk
What Did the Blackbird Say to the Crow — Rhiannon Giddens & Justin Robinson
Crown of Roses — Patty Griffin
Wild and Clear and Blue — I’m With Her – VENCEDOR
Foxes in the Snow — Jason Isbell
Under the Powerlines (Abril 2024 – Setembro 2024) — Jesse Welles
Melhor Álbum de Música Regional de Raízes
Live at Vaughan’s — Corey Henry & the Treme Funktet
For Fat Man — Preservation Brass & Preservation Hall Jazz Band
Church of New Orleans — Kyle Roussel
Second Line Sunday — Trombone Shorty and New Breed Brass Band
A Tribute to the King of Zydeco (Vários Artistas) – VENCEDOR
Melhor Performance/Canção Gospel
“Do It Again” — Kirk Franklin; Kirk Franklin, compositor
“Church” — Tasha Cobbs Leonard, John Legend; Anthony S. Brown, Brunes Charles, Annatoria Chitapa, Kenneth Leonard Jr., Tasha Cobbs Leonard e Jonas Myrin, compositores
“Still (Live)” — Jonathan McReynolds e Jamal Roberts; Britney Delagraentiss, Jonathan McReynolds, David Lamar Outing III, Orlando Joel Palmer e Terrell Demetrius Wilson, compositores
“Amen” — Pastor Mike Jr.; Adia Andrews, Michael McClure Jr., David Lamar Outing II e Terrell Anthony Pettus, compositores
“Come Jesus Come” — Cece Winans com Shirley Caesar – VENCEDOR
Melhor Performance/Canção de Música Cristã Contemporânea
“I Know a Name” — Elevation Worship, Chris Brown, Brandon Lake; Hank Bentley, Steven Furtick, Brandon Lake e Jacob Sooter, compositores
“Your Way’s Better” — Forrest Frank; Forrest Frank e Pera, compositores
“Hard Fought Hallelujah” — Brandon Lake com Jelly Roll; Chris Brown, Steven Furtick, Benjamin William Hastings, Jason Bradley Deford e Brandon Lake, compositores – VENCEDOR
“Headphones” — Lecrae, Killer Mike, T.I.; Tyshane Thompson, Bongo ByTheWay, Michael Render, Lecrae Moore, William Roderick Miller e Clifford Harris, compositores
Your Friend, Nate Bargatze — Nate Bargatze – VENCEDOR
Melhor Gravação de Audiolivro, Narração e Contação de Histórias
Elvis, Rocky & Me: The Carol Connors Story — Kathy Garver
Into the Uncut Grass — Trevor Noah
Lovely One: A Memoir — Ketanji Brown Jackson
Meditations: The Reflections of His Holiness the Dalai Lama — Dalai Lama – VENCEDOR
You Know It’s True: The Real Story of Milli Vanilli — Fab Morvan
Melhor Trilha Sonora para Mídia Visual (Inclui Cinema e Televisão)
How to Train Your Dragon – John Powell, compositor
Severance: Season 2 – Theodore Shapiro, compositor
Sinners – Ludwig Göransson, compositor – VENCEDOR
Wicked – John Powell & Stephen Schwartz, compositores
The Wild Robot – Kris Bowers, compositor
Melhor Trilha Sonora para Videogames e Outras Mídias Interativas
Avatar: Frontiers of Pandora – Secrets of the Spires — Pinar Toprak, compositor
Helldivers 2 — Wilbert Roget, II, compositor
Indiana Jones and the Great Circle — Gordy Haab, compositor
Star Wars Outlaws: Wild Card & a Pirate’s Fortune — Cody Matthew Johnson & Wilbert Roget, II, compositores
Sword of the Sea — Austin Wintory, compositor – VENCEDOR
Melhor Canção Escrita para Mídia Visual
“As Alive as You Need Me to Be” [De “Tron: Ares”] — Trent Reznor e Atticus Ross, compositores (Nine Inch Nails)
“Golden” [De “KPop Demon Hunters”] — EJAE e Mark Sonnenblick, compositores (HUNTR/X: EJAE, Audrey Nuna, Rei Ami) – VENCEDOR
“I Lied to You” [De “Sinners”] — Ludwig Göransson e Raphael Saadiq, compositores (Miles Caton)
“Never Too Late” [De “Elton John: Never Too Late”] — Brandi Carlile, Elton John, Bernie Taupin e Andrew Watt, compositores (Elton John, Brandi Carlile)
“Pale, Pale Moon” [De “Sinners”] — Ludwig Göransson e Brittany Howard, compositores (Jayme Lawson)
“Sinners” [De “Sinners”] — Leonard Denisenko, Rodarius Green, Travis Harrington, Tarkan Kozluklu, Kyris Mingo e Darius Povilinus, compositores (Rod Wave)
Melhor Videoclipe
“Young Lion” — Sade / Sophie Muller, direção de vídeo; Sade e Aaron Taylor Dean, produção de vídeo.
“Manchild” — Sabrina Carpenter / Vania Heymann e Gal Muggia, direção de vídeo; Aiden Magarian, Nathan Scherrer e Natan Schottenfels, produção de vídeo
“So Be It” — Clipse / produção de Hannan Hussain, direção de vídeo; Daniel Order, produção de vídeo
“Anxiety” — Doechii / James Mackel, direção de vídeo; Pablo Feldman, Jolene Mendes e Sophia Sabella, produção de vídeo – VENCEDOR
“Love” — OK Go / direção de Aaron Duffy, Miguel Espada e Damian Kulash Jr.; Petra Ahmann, produção de vídeo
Melhor Filme Musical
Devo — Devo
Chris Smith, diretor do vídeo; Danny Gabai, Anita Greenspan, Chris Holmes e Chris Smith, produtores do vídeo Live at the Royal Albert
Hall — Raye
Paul Dugdale, diretor do vídeo; Stefan Demetriou e Amy James, produtores do vídeo
Relentless — Diane Warren
Bess Kargman, diretora do vídeo; Peggy Drexler, Michele Farinola e Kat Nguyen, produtoras do vídeo
Music by John Williams — John Williams – VENCEDOR
Laurent Bouzereau, diretor do vídeo; Sara Bernstein, Laurent Bouzereau, Justin Falvey, Darryl Frank, Brian Grazer, Ron Howard, Meredith Kaulfers, Kathleen Kennedy, Frank Marshall, Steven Spielberg e Justin Wilkes, produtores do vídeo
Piece by Piece — Pharrell Williams
Morgan Neville, diretor do vídeo; Morgan Neville, Caitrin Rogers, Mimi Valdes e Pharrell Williams, produtores do vídeo
Melhor Pacote de Gravação
And The Adjacent Possible — Hà Trinh Quoc Bao, Damian Kulash, Jr., Claudio Ripol, Wombi Rose & Yuri Suzuki, art directors (OK Go)
Balloonerism — Bráulio Amado & Alim Smith, art directors (Mac Miller)
Danse Macabre: De Luxe — Rory McCartney, art director (Duran Duran)
Loud Is As — Farbod Kokabi & Emily Sneddon, art directors (Tsunami)
Sequoia — Tim Breen & Ken Shipley, art directors (Various Artists)
The Spins (Picture Disc Vinyl) — Miller McCormick, art director (Mac Miller)
Tracks II: The Lost Albums — Meghan Foley & Michelle Holme, art directors (Bruce Springsteen) – VENCEDOR
Melhor Capa de Álbum
Chromakopia — Shaun Llewellyn e Luis “Panch” Perez, diretores de arte (Tyler, the Creator) – VENCEDOR
The Crux — William Wesley II, diretor de arte (Djo)
Debí Tirar Más Fotos — Benito Antonio Martinez Ocasio, diretor de arte (Bad Bunny)
Glory — Cody Critcheloe e Andrew JS, diretores de arte (Perfume Genius)
Moisturizer — Hester Chambers, Ellis Durand, Henry Holmes, Matt de Jong, Jamie-James Medina, Joshua Mobaraki e Rhian Teasdale, diretores de arte (Wet Leg)
Melhores Notas de Álbum
Adios, Farewell, Goodbye, Good Luck, So Long: On Stage 1964-1974 — Scott B. Bomar, autor das notas do álbum (Buck Owens And His Buckaroos)
After the Last Sky — Adam Shatz, autor das notas do álbum (Anouar Brahem, Anja Lechner, Django Bates, Dave Holland)
Árabe — Amanda Ekery, autora das notas do álbum (Amanda Ekery)
The First Family: Live At Winchester Cathedral 1967 — Alec Palao, autor das notas do álbum (Sly & The Family Stone)
A Ghost Is Born (20th Anniversary Deluxe Edition) — Bob Mehr, autor das notas do álbum (Wilco)
Miles ’55: The Prestige Recordings — Ashley Kahn, autora das notas do álbum (Miles Davis) – VENCEDOR
Melhor Album Histórico
Joni Mitchell Archives – Volume 4: The Asylum Years (1976-1980) — Patrick Milligan & Joni Mitchell, compilation producers; Bernie Grundman, mastering engineer (Joni Mitchell) – VENCEDOR
The Making Of Five Leaves Left — Cally Callomon & Johnny Chandler, compilation producers; Simon Heyworth & John Wood, mastering engineers (Nick Drake)
Roots Rocking Zimbabwe – The Modern Sound Of Harare’ Townships 1975-1980 (Analog Africa No.41) — Samy Ben Redjeb, compilation producer; Michael Graves, mastering engineer (Various Artists)
Super Disco Pirata – De Tepito Para El Mundo 1965-1980 (Analog Africa No. 39) — Samy Ben Redjeb, compilation producer; Michael Graves, mastering engineer (Various Artists)
You Can’t Hip A Square: The Doc Pomus Songwriting Demos — Will Bratton, Sharyn Felder & Cheryl Pawelski, compilation producers; Michael Graves, mastering engineer (Doc Pomus)
Melhor Álbum de Engenharia de Som, Não Clássico
All Things Light — Jesse Brock, Jon Castelli, Tyler Johnson, Nick Lobel, Simon Maartensson, Lawrence “Boo” Mitchell, Anders Mouridsen, Ryan Nasci, Ernesto Olivera-Lapier, Ethan Schneiderman e Owen Stoutt, engenheiros; Dale Becker, engenheiro de masterização (Cam)
Arcadia — Neal Cappellino e Gary Paczosa, engenheiros; Brad Blackwood, engenheiro de masterização (Alison Krauss e Union Station)
For Melancholy Brunettes (& sad women) — Joseph Lorge, Blake Mills e Sebastian Reunert, engenheiros; Patricia Sullivan, engenheira de masterização (Japanese Breakfast)
That Wasn’t A Dream — Joseph Lorge e Blake Mills, engenheiros; Patricia Sullivan, engenheira de masterização (Pino Palladino, Blake Mills) – VENCEDOR
Melhor Álbum de Engenharia de Som, Clássico
Cerrone: Don’t Look Down — Mike Tierney, engenheiro de som; Alan Silverman, engenheiro de masterização (Sandbox Percussion) – VENCEDOR
Eastman: Sinfonia nº 2; Tchaikovsky: Sinfonia nº 2 — Gintas Norvila, engenheiro de som; Jennifer Nulsen, engenheira de masterização (Franz Welser-Möst e a Orquestra de Cleveland)
Shostakovich: Lady Macbeth do Distrito de Mtsensk — Shawn Murphy e Nick Squire, engenheiros de som; Tim Martyn, engenheiro de masterização (Andris Nelsons, Kristine Opolais, Günther Groissböck, Peter Hoare, Brenden Gunnell e a Orquestra Sinfônica de Boston)
Standard Stoppages — Sean Connors, Robert Dillon, Peter Martin, Bill Maylone, Judith Sherman e David Skidmore, engenheiros de som; Joe Lambert, engenheiro de masterização (Third Coast Percussion)
Yule — Morten Lindberg, engenheiro de som; Morten Lindberg, engenheiro de masterização (Trio Mediæval)
Produtor do Ano, Música Clássica
Blanton Alspaugh
Sergei Kvitko
Morten Lindberg
Dmitriy Lipay
Elaine Martone – VENCEDOR
Melhor Álbum de Áudio Imersivo
All American F***boy — Andrew Law, engenheiro de mixagem imersiva (Duckwrth)
Immersed — Justin Gray, engenheiro de mixagem imersiva; Michael Romanowski, engenheiro de masterização imersiva; Justin Gray, Drew Jurecka e Morten Lindberg,produtores imersivos (Justin Gray) – VENCEDOR
An Immersive Tribute To Astor Piazzolla (Ao vivo) — Andrés Mayo e Martín Muscatello, engenheiros de mixagem imersiva; Andrés Mayo e Martín Muscatello, produtores imersivos (Vários artistas)
Huang Ruo: An American Soldier — Carolyn Kuan, regente; Hannah Cho, Alex DeSocio, Nina Yoshida Nelsen e Brian Vu; Adam Abeshouse, Silas Brown e Doron Schachter, produtores (American Composers Orchestra; David Henry Hwang)
Kouyoumdjian: Adoration — Alan Pierson, regente; Miriam Khalil, Marc Kudisch, David Adam Moore, Omar Najmi, Naomi Louisa O’Connell e Karim Sulayman; Mary Kouyoumdjian, produtora (Silvana Quartet; The Choir Of Trinity Wall Street)
O’Halloran: Trade & Mary Motorhead — Elaine Kelly, regente; Oisín Ó Dálaigh e John Molloy; Alex Dowling e Emma O’Halloran, produtores (Orquestra da Ópera Nacional Irlandesa; Mark O’Halloran)
Tesori: Grounded — Yannick Nézet-Séguin, maestro; Ben Bliss, Emily D’Angelo, Greer Grimsley e Kyle Miller; David Frost, produtor (Orquestra da Ópera Metropolitana; Coro da Ópera Metropolitana; George Brant)
Melhor Performance Coral
Advena – Liturgies For A Broken World — Craig Hella Johnson, conductor (Simon Barrad, Emily Yocum Black & Michael Hawes; Conspirare)
Childs: In The Arms Of The Beloved — Grant Gershon, conductor (Billy Childs, Dan Chmlellnskl, Christian Euman, Larry Koonse, Lyris Quartet, Anne Akiko Meyers, Carol Robbins & Luciana Souza; Los Angeles Master Chorale)
Lang: Poor Hymnal — Donald Nally, conductor (Steven Bradshaw, Michael
Hawes, Lauren Kelly, Rebecca Siler & Elisa Sutherland; The Crossing)
Ortiz: Yanga — Gustavo Dudamel, conductor; Grant Gershon, chorus master (Los Angeles Philharmonic & Tambuco Percussion Ensemble; Los Angeles Master Chorale) – VENCEDOR
Melhor Performance de Música de Câmara/Conjunto de Pequeno Porte
Dennehy: Land Of Winter — Alan Pierson & Alarm Will Sound – VENCEDOR
La Mer – French Piano Trios — Neave Trio
Lullabies For The Brokenhearted — Lili Haydn & Paul Cantelon
Slavic Sessions — Mak Grgić & Mateusz Kowalski
Standard Stoppages — Third Coast Percussion
Melhor Solo Instrumental Clássico
Coleridge-Taylor: 3 Selections From ’24 Negro Melodies’ — Curtis Stewart; Michael Repper, conductor (National Philharmonic)
Hope Orchestrated — Mary Dawood Catlin; Jesús David Medina & Raniero Palm, conductors (Venezuela Strings Recording Ensemble)
Inheritances — Adam Tendler
Price: Piano Concerto In One Movement In D Minor — Han Chen; John Jeter, conductor (Malmö Opera Orchestra)
Shostakovich: The Cello Concertos — Yo-Yo Ma; Andris Nelsons, conductor (Boston Symphony Orchestra) – VENCEDOR
Shostakovich: The Piano Concertos; Solo Works — Yuja Wang; Andris Nelsons, conductor (Boston Symphony Orchestra)
Melhor Álbum de Música Clássica Solo Vocal
Alike – My Mother’s Dream — Allison Charney, solista; Benjamin Loeb, regente (Orquestra Sinfônica Nacional)
Black Pierrot — Sidney Outlaw, solista; Warren Jones, pianista
In This Short Life — Devony Smith, solista; Danny Zelibor, pianista; Michael Nicolas, acompanhador
Kurtág: Kafka Fragments — Susan Narucki, solista; Curtis Macomber, acompanhador
Schubert Beatles — Theo Hoffman, solista; Steven Blier, pianista (Rupert Boyd, Julia Bullock, Alex Levine, Andrew Owens, Rubén Rengel e Sam Weber)
Telemann: Ino – Opera Arias For Soprano — Amanda Forsythe, solista; Robert Mealy, Paul O’Dette e Stephen Stubbs, regentes (Orquestra do Festival de Música Antiga de Boston) – VENCEDOR
Melhor Compêndio Clássico
Cerrone: Don’t Look Down — Sandbox Percussion; Jonathan Allen, Victor Caccese
Christopher Cerrone, Ian Rosenbaum, Terry Sweeney e Mike Tierney, produtores
The Dunbar/Moore Sessions, Vol. II — Will Liverman; Jonathan Estabrooks, produtor
Distribuído pela Vitrine Filmes, ZAFARI, sexto longa-metragem da cineasta venezuelana Mariana Rondón, acaba de revelar seu pôster oficial. O filme chega aos cinemas brasileiros em 05 de fevereiro.
Dirigido pela venezuelana Mariana Rondón e com coprodução brasileira da Klaxon Cultura Audiovisual, o filme chega aos cinemas no dia 05/02
“Quantos dias você consegue ficar sem comer antes de se transformar em um animal selvagem?”, pergunta um personagem de ZAFARI. Dona de uma obra sempre atravessada pelas crises sociais e econômicas que atingem seu país, Rondón imagina um país distópico, onde a população que ainda não fugiu para o exterior enfrenta a ausência das regras sociais, a falta de trabalho e, sobretudo, de comida.
No longa, o personagem que atravessa a crise do país com mais conforto é o hipopótamo que batiza o longa. Ele, que acaba de chegar ao zoológico da cidade, é quem come mais e melhor. Sua rotina alimentar e seu corpo arredondado despertam sentimentos inesperados em quem encara privações — especialmente os membros de duas famílias: uma rica, que perdeu seus privilégios, e outra pobre, que decide que não precisa mais se sujeitar a regras sociais. Rondón explica que decidiu contar o filme como uma fábula distópica. “A chegada do hipopótamo a um lugar aparentemente idílico vai elevando os instintos mais básicos dos vizinhos: a fome, o desejo e o medo. A vida é cada vez mais grotesca e uma moralidade duvidosa toma conta deles. Propomos ao espectador se ver nesse espelho enquanto acompanha os personagens observando a vida dos outros fascinados, horrorizados e excitados”.
Para Marité Ugás, corroteirista do filme, o encontro da ironia com o cinema de gênero ajuda a tocar nos temas que são caros à dupla de cineastas: “Todos os elementos apontavam para a necessidade de dar um passo em direção ao suspense e também um pouco ao terror. Mostrar a sensação física da fome nos pareceu importante para contar a história”, explica.
A trajetória de ZAFARI começou na seção Horizontes Latinos do Festival de San Sebastián, onde o filme teve sua première. O longa circulou por festivais na Alemanha, Grécia, Índia e Brasil, com sua primeira exibição nacional na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Povoado por um elenco que reúne profissionais e amadores, ZAFARI é uma co-produção entre Brasil, Venezuela, Peru, México, França, Chile e República Dominicana e será lançado nos cinemas brasileiros pela Vitrine Filmes, com previsão de estreia no dia 5 de fevereiro.
SINOPSE Num pequeno zoológico em Caracas, a chegada do hipopótamo Zafari é comemorada por vizinhos de diferentes classes sociais. Uma família acompanha as comemorações da janela de seu apartamento em um condomínio decadente de classe alta. Em meio ao caos gerado pela escassez de alimentos, água e energia elétrica, a família precisa resolver problemas cotidianos enquanto tenta encontrar uma solução para deixar o país. A mãe, Ana, percorre o prédio à procura de comida nos apartamentos abandonados, mas ruídos estranhos pelos corredores escuros a amedrontam cada vez mais. Num mundo cada vez mais selvagem, Zafari é o único que ainda tem o que comer.
A DIRETORA A venezuelana Mariana Rondón nasceu em Barquisimeto, em 1966. Depois de estudar animação em Paris, formou-se pela Escuela Internacional de Cine y Televisión (EICTV), em Cuba. É uma das fundadoras da produtora multinacional Sudaca Films, espaço colaborativo que reúne realizadores latino-americanos interessados em narrativas regionais e na afirmação de identidades culturais.
Rondón estreou no comando de um longa-metragem com a ficção-científica de cunho social A la Medianoche y Media (1999), codirigido com a cineasta peruana Marité Ugás, com quem mantém uma parceria duradoura, atuando no roteiro, produção e direção de cinema. O filme foi selecionado para o Festival Internacional de Tóquio e para a Mostra de Cinema de São Paulo, onde todos os seus longas foram exibidos.
Entre suas obras, Postais de Leningrado(2007), que lhe rendeu um prêmio para jovens cineastas na Mostra, e Pelo Malo(2013), longa premiado nos festivais de Havana e Mar del Plata, além de vencedor da Concha de Ouro no Festival de San Sebastián. Depois de Zafari (2024), Rondón dirigiu Ainda é Noite em Caracas (2025), que teve estreia no Festival de Veneza e também foi exibido no Festival de Toronto.
FILMOGRAFIA • A la medianoche y media (1999) – codireção • Postdata: Crónica Roja (2003) – direção (série de TV) • Bodas de oro (2005) – codireção (telefilme) • Lo que se hereda no se hurta (2007) – direção (telefilme) • Postais de Leningrado (2007) – direção • Pelo Malo (2013) – direção • Zafari (2024) – direção • Ainda é Noite em Caracas (2025) – codireção
ELENCO • Daniela Ramírez | Ana • Francisco Denis | Edgar • Samantha Castillo | Natalia • Alí Rondón | Ali • Varek La Rosa | Bruno • Beto Benites | Flaco • Claret Quea | Mataperro • Juan Carlos Colombo | Francisco • José Andrés Díaz | Tito
FICHA TÉCNICA Ficção, 100 minutos Classificação indicativa: 12 anos Direção: Mariana Rondón Roteiro: Mariana Rondón, Marité Ugás Fotografia: Alfredo Altamirano Montagem: Isabela Monteiro de Castro Som: Franklin Hernandéz, Graciela Barrault Desenho de Som: Lena Esquenazi Música: Pauchi Sasaki Design de Produção: Diana Quiróz Elenco: Daniela Ramirez, Francisco Denis, Samantha Castillo, Varek La Rosa, Claret Quea, Juan Carlos Colombo, Alí Rondón Produção: Mariana Rondón, Sterlyn Ramírez, Giancarlo Nasi, Juliette Lepoutre, Pierre Menahem, Rafael Sampaio, Cristina Velasco L., Jorge Hernández Aldana, Marité Ugás Produzido por: Sudaca Films, Paloma Negra Films, Klaxon Cultura Audiovisual, Still Moving, Quijote Films Coproduzido por: Selene Films, Artefactos Films, Spcine Distribuição no Brasil: Vitrine Filmes
SOBRE A KLAXON A Klaxon Cultura Audiovisual foi fundada por Rafael Sampaio com a missão de contribuir para o desenvolvimento da cultura e da indústria audiovisual nos diferentes segmentos em que atua: formação, difusão e produção audiovisual, sendo a responsável pelo evento de mercado BrLab, um dos mais importantes da América Latina.
SOBRE A SPCINE A Spcine é a empresa pública de cinema e audiovisual da Prefeitura de São Paulo, vinculada à Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa. Atua como um escritório de desenvolvimento, financiamento e implementação de programas e políticas para os setores de cinema, TV, games e novas mídias. Seu objetivo é reconhecer e estimular o potencial econômico e criativo do audiovisual paulista e seu impacto em âmbito cultural e social.
SOBRE A VITRINE FILMES A Vitrine Filmes é uma distribuidora de cinema independente que, há 15 anos, promove e valoriza o audiovisual brasileiro e latino-americano. Foi pioneira na descentralização do circuito exibidor com o projeto Sessão Vitrine Petrobras e, desde 2020, vem ampliando sua atuação com iniciativas como a Vitrine España, dedicada à produção e distribuição de filmes na Europa; o selo Manequim, voltado a títulos para grandes públicos; o curso online Vitrine Lab; e a Vitrine Produções, focada no desenvolvimento de novos projetos brasileiros.
Mais de 6 milhões de pessoas já assistiram aos filmes da Vitrine nos cinemas. Um dos grandes sucessos é “O Agente Secreto”, obra do cineasta Kleber Mendonça Filho que recebeu os prêmios de melhor direção e melhor ator (Wagner Moura) no Festival de Cannes em 2025 e foi escolhido para representar o Brasil no Oscar em 2026. Entre os demais destaques estão “O Último Azul”, de Gabriel Mascaro e vencedor do Urso de Prata em Berlim; “Baby”, de Marcelo Caetano, premiado com ator revelação (Ricardo Teodoro) na Semana da Crítica em Cannes; “Jovens Mães”, mais recente longa dos Irmãos Dardenne e Melhor Roteiro em Cannes; “Bacurau”, vencedor do Prêmio do Júri em Cannes; “Druk – Mais Uma Rodada”, ganhador do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e “Nosso Sonho”, a cinebiografia de Claudinho e Buchecha, maior bilheteria nacional em 2023
Para 2026, a Vitrine prepara o lançamento de “Ato Noturno”, thriller erótico dos diretores Filipe Matzembacher e Marcio Reolon; “O Riso e a Faca”, coprodução Brasil-Portugal premiada em Cannes (Melhor Atriz para Cleo Diára na mostra Un Certain Regard); “Criadas”, primeiro longa de Carol Rodrigues; “Copan”, documentário vencedor do É Tudo Verdade; “Xica da Silva”, clássico de Cacá Diegues protagonizado por Zezé Motta em cópia restaurada em 4K. Pelo selo Manequim, lança “O Rei da Internet”, história do hacker brasileiro Daniel Nascimento com João Guilherme; e “Quinze Dias”, baseado no bestseller de Vitor Martins.
O longa-metragem “(Des)controle” chega aos cinemas de todo o Brasil no dia 5 de fevereiro. A estreia nacional coincide com o início da Semanado Cinema, campanha que ocorre de 5 a 11 de fevereiro e democratiza o acesso às salas com preços reduzidos, tornando-se uma oportunidade imperdível para o público conferir a produção na tela grande. Os ingressos custarão entre R$10 e R$12.
“(Des)controle” acompanha a escritora Kátia Klein (Carolina Dieckmmann) em um momento turbulento na vida e na carreira. Sobrecarregada e em busca de um alívio, Kátia volta a beber após um período de 15 anos de sobriedade, mas vai de uma simples taça de vinho ao total descontrole, reativando o alcoolismo. Ela precisa então lidar com a antiga adicção enquanto a vida segue seu curso, numa corda bamba em busca do controle e tentando desesperadamente preservar suas conquistas, responsabilidades e afetos.
O elenco também conta com Irene Ravache e Daniel Filho, como pais da escritora; Caco Ciocler, como o ex-marido; e Júlia Rabello no papel da melhor amiga e agente de Kátia. Stefano Agostini e Rafael Fuchs Müller interpretam os filhos da escritora. “(Des)controle” tem as participações especiais de Mouhamed Harfouch e Assucena, entre outros.
“(Des)controle” foi exibido pela primeira vez nas telonas durante o Festival do Rio 2025. Também passou pelo 46° Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano, em Havana. O roteiro é de Felipe Sholl, Rosane Svartman e Iafa Britz, que também assina o argumento. O filme conta com investimento do FSA e da Riofilme, apoio da Globo Filmes, e é produzido pela Migdal Filmes em coprodução com a Sony Pictures e a Elo Studios – responsáveis também pela distribuição.
Sinopse
“(Des)controle” acompanha a história de Kátia Klein, escritora bem-sucedida e mãe dedicada, que vê sua vida sair do eixo quando passa por um bloqueio criativo que a impede de trabalhar, além de um casamento em ruína. Isso tudo ao mesmo tempo que administra o acúmulo das demandas de seus dois filhos e de seus pais. Sobrecarregada e em busca de um alívio, ela passa de uma simples taça de vinho ao descontrole total, reativando seu alcoolismo. Protagonizado por Carolina Dieckmmann, acompanhada de grande elenco, (Des)controle é um drama envolvente, com pitadas de humor que busca discutir o alcoolismo e mostrar a vida como ela é.
Ficha técnica:
Direção: Rosane Svartman e Carol Minêm
Produção: Iafa Britz e Sabrina Nudeliman Wagon
Roteiro: Felipe Sholl, Rosane Svartman e Iafa Britz
Colaboração no roteiro: Bia Crespo e Gabriel Meyohas
Argumento: Iafa Britz
Produção Executiva: Bárbara Isabella Rocha e Mauro Pizzo
Direção de Fotografia: Mauro Pinheiro Jr, ABC
Direção de Arte: André Weller
Figurino: Márcia Tacsir e Mel Akerman
Montagem: Marcelo Moraes, edt.
Trilha Sonora Original: Ruben Feffer e Gustavo Monteiro
Elenco: Carolina Dieckmmann, Caco Ciocler, Júlia Rabello, Irene Ravache, Daniel Filho e grande elenco
Produção: Migdal Filmes
Coprodução: Elo Studios, Sony Pictures, RioFilme
Distribuição: Elo Studios, Sony Pictures
Apoio: Globo Filmes
O filme conta com investimento do Fundo Setorial do Audiovisual
Sobre a Migdal Filmes
A Migdal Filmes, criada há 15 anos pela produtora Iafa Britz, é referência no mercado audiovisual, tendo levado mais de 30 milhões de espectadores aos cinemas. A produtora equilibra em seu line-up entretenimento com impacto social. Com sucessos de crítica e público, a Migdal vem desenvolvendo franquias e IPs importantes em parceria com grandes players e talentos. Foi responsável pela trilogia de “Minha Mãe é uma Peça”, além de importantes títulos como “Cássia Eller”, “M-8 – Quando a Morte Socorre a Vida, “As Polacas”, “Linda de Morrer”, “Irmã Dulce”, entre seus mais de 30 filmes e séries. Em 2025 e 2026, destacam-se os lançamentos de “(Des)controle”, dirigido por Rosane Svartman e Carol Minêm, “Agentes Muito Especiais” (em parceria com A Fábrica), “Capoeiras”, série coproduzida com a INTRO Pictures para a Disney+, “Caramelo”, dirigido por Diego Freitas, que se tornou o filme brasileiro de maior audiência na Netflix global, e “Geni e o Zepelim”, de Anna Muylaert, inspirado na canção homônima de Chico Buarque.
Sobre a Sony Pictures
A Sony Pictures Entertainment (SPE) é uma subsidiária da Sony Corporation of America, uma subsidiária da japonesa Sony Corporation. As operações globais da SPE abrangem produção, aquisição e distribuição de filmes em cinema, home entertainment, televisão e mídias digitais; uma rede global de canais; operação de estúdio, desenvolvimento de novos produtos audiovisuais, serviços e tecnologias. Tudo isto representa a distribuição de entretenimento em mais de 140 países.
Com presença marcante no mercado nacional, a Sony Pictures distribuiu e/ou co-produziu no Brasil, 22 dos 25 filmes nacionais lançados na década de 90, momento da retomada. Em 2024, através do investimento em inúmeras produções, apostando em novos talentos e diferentes gêneros ao longo dos últimos anos, a Sony chega à marca de mais de 70 filmes nacionais distribuídos e/ou co-produzidos, entre eles: Deus é Brasileiro, O Auto da Compadecida, Carandiru, Cazuza, 2 Filhos de Francisco, Meu Nome Não é Johnny, Chico Xavier, Xingu, Tainá, Um Tio Quase Perfeito, Entre Irmãs, Kardec, Ninguém é de Ninguém, Vitória e o premiado Ainda Estou Aqui, primeiro filme brasileiro a ganhar o Oscar de Filme Internacional.
Sobre a Elo Studios
A ELO STUDIOS acredita que histórias movem o mundo. Produzimos e distribuímos conteúdos que inspiram,provocam, conectam e reinventam perspectivas, levando narrativas impactantes a públicos diversos. Atuamos como ponte entre criadores e audiências globais, entregando entretenimento que desperta emoções, desafia e ressoa.
São mais de 20 produções originais, incluindo Caindo na Real (Telecine, TV Globo), Avenida Beira-Mar (vencedor do Festival de Guadalajara), Divinas (Lifetime), Desafio Impossível (Disney+) e Lupi & Baduki (Max), além de diversos projetos em diferentes estágios de desenvolvimento e produção.
Sempre com foco em inovação, autenticidade e impacto, produzimos branded entertainment, criando histórias envolventes em parceria com marcas, agências e canais. Entre os títulos, estão Mulheres no Comando (formato sobre empreendedorismo feminino apresentado por Fabi Saad) e Contar para Viver (Unesco/Cappuccino).
Desde 2005, a ELO STUDIOS distribuiu mais de 500 títulos de todas as regiões do Brasil, levando histórias brasileiras a mais de 100 países. Entre eles, O Menino e o Mundo, indicado ao Oscar. No cinema, mais de 120 filmes foram lançados, incluindo Medida Provisória, de Lázaro Ramos, o filme nacional mais assistido em 2022. O lineup dos próximos anos inclui grandes produções em parceria com Claro, Globo Filmes, Funcine Investimage, Paramount, Sony, Telecine e Warner.
Liderada por Ruben Feffer, Flavia Feffer e Sabrina Nudeliman Wagon (CEO), a ELO STUDIOS promove a inovação tanto em termos criativos quanto nos modelos de negócio, impulsionando narrativas que transcendem fronteiras e deixam um legado.
Sobre a Rio Filme
Fundada em 1992, a Rio Filme é a empresa pública municipal responsável por apoiar e promover o setor audiovisual no Rio de Janeiro. Sua missão é fomentar o desenvolvimento do setor em toda a cadeia de valor, fortalecendo tanto a economia quanto a identidade cultural da cidade. A RioFilme investe em todas as etapas do ecossistema audiovisual — da formação e desenvolvimento à produção, distribuição, exibição e promoção internacional. Também atua na democratização do acesso às salas de cinema e oferece apoio estratégico a produtores brasileiros e estrangeiros que desejam filmar no Rio, por meio da Rio Film Commission.
Sobre a Globo Filmes
Há mais de 25 anos, a Globo Filmes constrói parcerias que impulsionam o audiovisual brasileiro, levando grandes histórias nacionais ao público de todas as gerações. Desde 1998, atua como a maior coprodutora e uma das principais investidoras do cinema nacional, com mais de 560 títulos lançados e mais de 270 milhões de espectadores acumulados nas salas de cinema.
O portfólio da Globo Filmes reúne produções que marcaram o cinema brasileiro. Entre os sucessos de público estão “Minha Mãe é uma Peça 3” e “Tropa de Elite 2”, ambos com mais de 11 milhões de espectadores, e grandes bilheterias recentes como “Minha Irmã e Eu”, “Os Farofeiros 2” e “Vitória”. A trajetória inclui ainda obras aclamadas pela crítica dentro e fora do país, como “2 Filhos de Francisco”, “Carandiru”, “Cidade de Deus” (quatro indicações ao Oscar) e “Bacurau” (Prêmio do Júri em Cannes). Mais recentemente, títulos como “O Último Azul” (vencedor do Urso de Prata na Berlinale) e “Manas” (GDA Director’s Award no Festival de Veneza) reforçam a diversidade e a potência das narrativas nacionais.
A Globo Filmes segue acreditando na força das salas de cinema e no impacto das boas histórias. Com foco na qualidade artística e na pluralidade de conteúdos, leva ao público o melhor do cinema brasileiro nos mais variados gêneros.
Associações especializadas:
O alcoolismo é uma doença séria que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, independente de gênero, raça, classe social. Com ou sem gatilhos. Se você ou alguém próximo estiver enfrentando problemas com o álcool, procure ajuda profissional.
Listamos abaixo algumas associações especializadas:
Evento acontece em 8 de fevereiro, das 14h às 22h, no SBS Quadra 02, na região central da capital
Brasília recebe no dia 8 de fevereiro de 2026 o Bloco Faz Amor Urgente, iniciativa do movimento cultural Samba Urgente, que ocupará o centro da capital no pré-carnaval com programação gratuita e aberta ao público. Para participar, é necessário retirar ingresso gratuito antecipadamente pela plataforma Sympla. O evento terá capacidade máxima para 5.100 pessoas.
A folia acontece das 14h às 22h, no SBS Quadra 02, atrás do Bloco A do Edifício Sede I do Banco do Brasil, na Asa Sul.
A ação integra o calendário do pré-carnaval brasiliense e tem como proposta estimular a ocupação do espaço público, fortalecer o turismo cultural e gerar impacto econômico por meio da cadeia produtiva do carnaval. A expectativa é atrair foliões de diferentes regiões administrativas do Distrito Federal para o centro da cidade.
“Nosso objetivo é oferecer um evento de qualidade, em que as pessoas se sintam acolhidas e possam viver o carnaval de forma tranquila e coletiva”, afirma Victor Angeleas, integrante do grupo.
Criado em 2018 por jovens músicos brasilienses, o Samba Urgente nasceu de forma espontânea, inspirado nas rodas de samba e choro entre amigos em casas e bares da cidade. O encontro, realizado inicialmente durante o carnaval, conquistou rapidamente o público e cresceu de maneira orgânica, impulsionando a consolidação do coletivo.
A partir de 2019, o grupo consolidou presença no calendário oficial do carnaval de Brasília. Entre 2019 e 2025, o bloco saiu às ruas em edições gratuitas, com apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, reunindo milhares de foliões e apostando em uma programação musical diversa, que combina samba, choro, pagode, axé, frevo, funk, piseiro e carimbó.
Atualmente, o Samba Urgente é formado por uma equipe de 16 profissionais e músicos que atuam de forma coletiva na criação e execução do projeto. A formação reúne voz, cordas e percussão e inclui Arthur Fernandes Nobre (voz e banjo), Victor Angeleas (voz e bandolim), Dudu Sete Cordas (voz e violão de sete cordas), Márcio Marinho (voz e cavaquinho), Valério Xavier (voz e pandeiro), André Costa (bateria), Igor Diniz (baixo), Lene Black (percussão) e Junior Viegas (percussão).
Ao longo da trajetória, o grupo já dividiu o palco com artistas como Leci Brandão, Sombrinha, Roberta Sá, Maestro Spok, Ellen Oléria, Toninho Geraes, Paula Lima, Mestrinho, Alice Caymmi, Moyseis Marques e Serginho Meriti.
Serviço Bloco: Faz Amor Urgente Data: 8 de fevereiro de 2026 Horário: das 14h às 22h Entrada: gratuita, mediante retirada antecipada de ingresso pelo Sympla Capacidade: até 5.100 pessoas Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/bloco-faz-amor-urgente/3291217 Local: SBS Quadra 02, estacionamento atrás do Bloco A (Ed. Sede I do Banco do Brasil) – Asa Sul – Brasília (DF) Instagram: @sambaurgente
Álbum de estreia da cantora será lançado em 02 de fevereiro, com participações especiais e uma sonoridade que atravessa o Cerrado com forró, samba e ritmos afro
Depois de duas décadas de trajetória na música, Lua Castanho prepara o lançamento de Vestido de Rainha, seu primeiro álbum. Com oito faixas que nascem do encontro entre memória, território e força feminina, o disco propõe uma escuta sensível e vibrante, costurando poesia, ritmos genuinamente brasileiros com forte influência afro e um gesto artístico que é, ao mesmo tempo, íntimo, político e coletivo.
Com lançamento marcado para 02 de fevereiro, Vestido de Rainha chegará às principais plataformas de streaming musical como uma estreia madura e consistente. O álbum é atravessado pelas vivências da artista nas águas do Cerrado da Chapada dos Veadeiros, território que inspira tanto a sonoridade quanto a poética do trabalho.
As canções, os arranjos e a produção musical são assinados por Conrado Pera, parceiro de longa data da artista. A sonoridade do disco transita com liberdade entre o forró pé-de-serra, o samba e ritmos de matriz africana, alinhavados por arranjos orgânicos, pulsantes e atentos aos ciclos da natureza e do tempo.
Mais do que um lançamento musical, Vestido de Rainha se apresenta como uma celebração da mulher como centro criador: sensível, potente e consciente de sua história. O álbum aborda temas como amor, pertencimento, resistência e transformação, propondo a ocupação de espaços a partir da delicadeza, da coragem e da memória.
“Esse disco nasce do que foi vivido de verdade. Ele fala de vulnerabilidade, de força e de se reconhecer inteira. Vestido de Rainha é um estado de espírito, um convite para ocupar o próprio lugar com coragem e afeto”, destaca Lua Castanho
O álbum contará com participações especiais que ampliam e aprofundam sua paleta sonora, entre elas a cantora Carla Casarim, o violonista Gabriel Selvage, o sanfoneiro Nonato Lima e o violoncelista Federico Puppi. As participações surgem como camadas vivas que transitam do intimismo à pulsação rítmica coletiva.
Faixa a faixa: caminhos que se abrem
A abertura do álbum acontece com “Kryptonita”, uma canção que quase ficou de fora do repertório, mas acabou encontrando seu lugar com precisão. Em formato voz, violão e violoncelo, a faixa inaugura o disco em clima íntimo, falando de amor, afeto e vulnerabilidade. A Kryptonita surge como metáfora do ponto fraco: aquilo que atravessa, desarma e revela.
Na sequência, “Detona” mete o pé na porta. É a canção mais incendiária do disco, trazendo rasgos sociais e uma letra de resistência que convoca nomes e histórias fundamentais, como Marielle e Dandara. Com refrão forte e direto, a música evoca a força da transformação.
“Giram Sóis”, segundo single do álbum, reúne muitas das mensagens centrais do projeto. A canção fala de movimento, do giro do universo e da vida em constante transformação, com arranjos marcantes e a sanfona de Nonato Lima em destaque.
Em “Baobá”, a mistura brasileira ganha corpo e alegria, celebrando influências africanas, indígenas e populares. “Debaixo de Sete Mares” mergulha em um território mais introspectivo, enquanto “Adubo” apresenta um samba-canção profundo e emotivo, que fala de amor, saudade e transcendência.
O forró ganha protagonismo em “Forró das Majestades”, uma celebração do empoderamento feminino que saúda mestras, compositoras, cantoras e lideranças que marcaram a história do gênero. A participação especial de Carla Casarim reforça o caráter coletivo da faixa.
Encerrando o disco, “Vestido de Rainha” coroa toda a alma do projeto. A canção fala de um empoderamento que nasce de dentro, do reconhecimento da própria história e do valor que se carrega. Um fechamento afirmativo, pulsante e cheio de vida.
Sobre a artista
Embora Vestido de Rainha marque sua estreia em álbum, Lua Castanho construiu uma trajetória sólida ao longo de mais de 20 anos de atuação artística. Sua caminhada inclui passagens por importantes festivais e eventos culturais, como a Virada Cultural de São Paulo e o Encontro de Culturas, além da integração em projetos como Viajarte, Flores d’Água e Chapada Samba Clube.
Ao longo de sua carreira, a artista realizou colaborações e feats com diversos músicos e coletivos, entre eles o Pé de Cerrado, contribuindo ativamente para a cena musical do Cerrado e do Brasil. Em 2022, Lua Castanho recebeu a Medalha ao Mérito dos Saberes e Fazeres da Cultura Cerratense, concedida pela Academia de Letras e Artes do Nordeste Goiano.
Este projeto é realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc, operacionalizado pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura.
SERVIÇO | Lançamento do álbum Vestido de Rainha de Lua Castanho
Data: 02 de fevereiro.
Disponível nas principais plataformas de streaming musical.
Vestido de Rainha marca a estreia fonográfica de Lua Castanho, reunindo canções que transitam entre o forró pé-de-serra, o samba e ritmos afro-brasileiros, com produção musical de Conrado Pera. O álbum propõe uma escuta sensível, potente e contemporânea, colocando o feminino, o território e a memória como centro da narrativa artística.
O musical biográfico de Paris Hilton expõe momentos na vida da cantora e modelo nunca vistos antes
Infinit Icon: Uma Memória Visual é o mais recente documentário biográfico em cartaz a partir de hoje, veio para nos mostrar quem realmente foi e é o ícone dos anos 2000, Paris Hilton. Já é o terceiro em sua trajetória: “This is Paris” (2020) e seu livro de memórias de 2023.
Com quase duas horas, Infinit Icon traz uma ParisHilton autêntica, vida real ao lado de seu esposo, filhos, algumas amigas e como chegou até onde chegou, deixando para trás o personagem que construiu e necessitou se esconder durante sua adolescência e juventude.
O documentário musical chega às telas a partir de hoje e traz com ele muito pop, muito brilho, a beleza que é ver os fãs, marido – um profundo apoiador, ocupando o papel muito importante na vida da atriz – a equipe enviando muito e merecido amor a icônica Paris Hilton
Por Gláucie Lima
SINOPSE INFINITE ICON: UMA MEMÓRIA VISUAL traz para o público um retrato íntimo, emocional e profundamente humano de Paris Hilton — uma das figuras mais famosas da cultura pop do século XXI, e uma das mais incompreendidas.
FICHA TÉCNICA Direção: Bruce Robertson e JJ Duncan Produção: Bruce Robertson, JJ Duncan, Omar Lagda, Megan Jacobi e Joanna Studebaker Produção Executiva: Paris Hilton, Bruce Gersh, Jun Bang, Don Savant, Paul Hyo Kim e Greg Drobnick Duração: 118’ País e ano: Estados Unidos, 2026 Distribuição: Sato Company
A pré-estreia internacional de “Michael” no dia 10 de abril inaugurará uma celebração de fãs de vários dias. Produção chega aos cinemas brasileiros em 23 de abril
O cineasta ganhador do Oscar, Graham King, produtor de “Os Infiltrados”, “O Aviador” e “Bohemian Rhapsody”, anunciou durante a Semana de Cinema de Munique que Berlim foi escolhida para sediar a pré-estreia internacional de seu novo filme épico, “Michael” (Michael), seguida por uma celebração exclusiva para os fãs.
O evento acontece no dia 10 de abril, em Berlim, e contará com a presença dos atores e cineastas dando início a um evento de celebração de fãs que se estenderá por vários dias. Detalhes sobre ambos os eventos serão revelados em breve. O filme estreia no Brasil no dia 23 de abril.
“Michael” é um retrato cinematográfico da vida e legado de um dos artistas mais influentes que o mundo já conheceu. O filme conta a história de Michael Jackson além da música, traçando sua jornada desde a descoberta de seu talento extraordinário como líder do Jackson Five até o artista visionário cuja ambição criativa impulsionou uma busca incessante para se tornar o maior artista do mundo.
Destacando tanto sua vida fora dos palcos quanto algumas de suas performances mais icônicas de sua carreira solo inicial, o filme oferece ao público uma visão única de Michael Jackson como nunca antes visto.
“Michael” é estrelado por Jaafar Jackson, sobrinho do cantor, em sua estreia no cinema. Também estão no elenco Nia Long, de “Empire” e “The Best Man”, Laura Harrier, de “Infiltrado na Klan” e “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” e Juliano Krue Valdi, de “The Loud House” e “Arco”, além de Miles Teller, de “Top Gun: Maverick” e “Whiplash” e o duas vezes indicado ao Oscar Colman Domingo, de “Sing Sing” e “Rustin”.
Dirigido por Antoine Fuqua, cineasta premiado responsável por “Dia de Treinamento”, “Invasão à Casa Branca” e pela franquia “O Protetor”, a partir de um roteiro escrito pelo três vezes indicado ao Oscar “John Logan”, de “Gladiador” e “O Aviador”, o filme é produzido pelo vencedor do Oscar Graham King, responsável por “Os Infiltrados” e “Bohemian Rhapsody” para sua empresa GK Films, junto com John Branca e John McClain, produtores executivos de “This Is It” e “Thriller 40”.
O filme será distribuído pela Lionsgate na América do Norte e no Japão (em parceria com a Kino Films) e pela Universal Pictures internacionalmente.
Marcelo Tas (foto) é um dos convidados da MeMefolia, que traz ao CCBB Brasília uma programação com conversas e atividades práticas abertas ao público, abordando humor e cultura digital e integrando diferentes linguagens e perspectivas, foto Renato Nascimento.
Em fevereiro, a mostra Meme: no Br@sil da memeficação promove bate-papos e oficinas gratuitos com Malfeitona, Marcelo Tas, Pamella Anderson, Raquel Real e Viktor Chagas, ampliando o diálogo com o público a partir do humor e dos memes.
Vai começar a MeMefolia, o programa de bate-papos, entrevistas e oficinas que integra a mostra Meme: no Br@sil da memeficação, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília. A partir de 31 de janeiro, o CCBB Brasília recebe Marcelo Tas, Malfeitona,Raquel Real, Clarissa Diniz, Ismael Monticelli, Viktor Chagas e Pamella Anderson, em uma programação gratuita voltada a crianças, jovens e adultos. Os ingressos podem ser retirados na bilheteria ou no site do CCBB. A visitação à exposição e a participação nas atividades são gratuitas. A classificação indicativa da mostra é livre; já as oficinas e os bate-papos possuem classificação variável, conforme a programação. Essas informações podem ser consultadas no site e na bilheteria do CCBB Brasília.
Entre reflexões sobre temas urgentes, como os limites do humor e a cultura digital, e práticas que acionam memórias coletivas, como tatuagens de chiclete e fantasias de carnaval, a programação convida o público a explorar o humor como ferramenta de criação, pensamento e convivência. Ao articular reflexão crítica e experiência prática, a MeMefolia transforma a visita à exposição em um espaço vivo de troca, experimentação e aprendizado.
A programação reúne nomes que ocupam posições centrais na reflexão e na prática do humor, da cultura digital e da comunicação no Brasil, ao mesmo tempo em que propõe atividades especialmente pensadas para o público infantil e familiar. Marcelo Tas, referência histórica do humor crítico e experimentação de linguagem na televisão e na educação; Malfeitona, artista que ganhou popularidade na internet ao transformar o traço precário e o “malfeito” em gesto criativo e linguagem visual para o corpo e para as redes; e Viktor Chagas, pesquisador pioneiro nos estudos sobre memes, democracia e cultura digital. Em paralelo, oficinas abertas a crianças, jovens e adultos convidam à criação de memes, emojis e imagens improvisadas, reforçando o caráter lúdico, educativo e intergeracional e ampliando o acesso à linguagem do humor como forma de expressão.
Realizada durante o período de férias e às vésperas do carnaval, a iniciativa reforça o papel do CCBB como espaço educativo e de convivência cultural, em sintonia com a irreverência, a criatividade e o caráter coletivo dos memes e da cultura popular brasileira. Veja a seguir a programação do MeMefolia no CCBB Brasília.
Bate-papos e oficinas
Tatuagem de chiclete
Oficina ministrada por | Malfeitona
Quando | 31/01, às 15h
Classificação indicativa | 14 anos +
Duração | 2 horas
Onde | Galeria 4
Vagas | 20 participantes
Entrada | Gratuita, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília
Inspirada nas tatuagens de chiclete que marcaram a infância e a adolescência de muita gente, esta oficina propõe uma volta divertida a esse universo. Os participantes vão criar desenhos simples, coloridos e bem-humorados para transformar em tatuagens temporárias. A ideia é brincar com o corpo como suporte, resgatar a memória afetiva dos adesivos de chiclete e explorar, de forma leve e criativa, como a arte pode nascer do improviso e da imaginação cotidiana.
Vocês não estão prontos para essa conversa
Bate-papo com | Malfeitona, Pamella Anderson e Viktor Chagas
Quando | 31/01, às 17h30
Classificação indicativa | Livre para todos os públicos
Duração | 1h30
Onde | Galeria 4
Vagas | 90 participantes
Entrada | Gratuita, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília
Em um bate-papo sobre a linguagem e a estética dos memes, Viktor Chagas, coordenador do #MUSEUdeMEMES, se reúne com as artistas plásticas Helen Fernandes (Malfeitona) e Pamella Anderson, cujas obras integram o acervo da exposição MEME: no Br@sil da memeficação. A conversa, em tom descontraído, pretende recuperar um pouco das trajetórias das convidadas e refletir sobre seu processo criativo, explorando as articulações entre o humor, a crítica social, e a experimentação artística e visual tão presentes em suas obras. O tensionamento entre as fronteiras da arte e do cotidiano é central na expressão artística de Fernandes e Anderson, e herda da cultura digital o estilo provocativo, ambivalente e exagerado.
Monte o seu meme
Oficina ministrada por | Pamella Anderson
Quando | 01/02, às 15h
Classificação indicativa | Livre – menores de 12 anos acompanhados de responsável
Duração | 1 hora e 30 minutos
Onde | Galeria 4
Vagas | 20 participantes
Entrada | Gratuita, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília
Nesta oficina, o público é convidado a criar memes com papel, lápis de cera, canetinhas e colagens, etc. Crianças, jovens e adultos experimentam processos rápidos de criação, nos quais a ideia nasce do acaso e da resposta imediata ao que está à mão. Ao transportar a lógica dos memes do ambiente digital para o espaço físico, a atividade explora o humor e a potência expressiva do improviso, aproximando a prática artística da dinâmica espontânea e coletiva das redes sociais.
Humor na era do coach
Bate-papo com | Raquel Real, Clarissa Diniz e Ismael Monticelli
Quando | 07/02, às 16h
Classificação indicativa | Livre para todos os públicos
Duração | 1 hora e 30 minutos
Onde | Galeria 4
Vagas | 90 participantes
Entrada | Gratuita, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília
O encontro discute como memes e conteúdos humorísticos expõem as contradições do discurso da produtividade, da autoajuda e da meritocracia que circulam nas redes sociais. Entre risadas e ironias, a conversa mostra como o humor pode questionar modelos de sucesso impostos pelo neoliberalismo, criando brechas de crítica e alívio coletivo diante da pressão do “faça mais, seja mais”.
Humor e política
Bate-papo com | Marcelo Tas,Clarissa Diniz e Ismael Monticelli
Quando | 07/02, às 18h
Classificação indicativa | Livre para todos os públicos
Duração | 1 hora e 30 minutos
Onde | Galeria 4
Vagas | 90 participantes
Entrada | Gratuita, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília
A partir da trajetória de Marcelo Tas entre o humor, a televisão, o jornalismo e a ficção, o encontro debate as relações históricas entre humor e política no Brasil. A conversa aborda o papel do riso na comunicação pública, a tensão entre ficção e documentário e o humor como ferramenta de crítica, mediação e disputa de narrativas em diferentes contextos.
Fábrica de emojis
Oficina ministrada por | Clarissa Diniz
Quando | 08/02, às 15h
Classificação indicativa | Livre | menores de 12 anos acompanhados de responsável
Duração | 1 hora e 30 minutos
Onde | Galeria 4
Vagas | 20 participantes
Entrada | Gratuita, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília
O público é convidado a inventar e personalizar seus próprios emojis, usando materiais variados como papel, tecidos, tintas e colagens. A proposta é transformar símbolos digitais em objetos palpáveis, estimulando a imaginação e o humor. Crianças, jovens e adultos poderão experimentar novas formas de expressão, dando corpo e textura aos ícones que usamos todos os dias nas telas.
SOBRE OS MINISTRANTES
Marcelo Tas é comunicador e educador. A ênfase do trabalho dele está em explorar as fronteiras da linguagem nas várias mídias onde atua. Entre suas obras destacam-se: o repórter ficcional Ernesto Varela; as séries Rá-Tim-Bum (TV Cultura); CQC (Band) e o reality Batalha Makers (Discovery). Na área da educação, Tas coordenou a criação do Telecurso (Fundação Roberto Marinho/ TV Globo) e games interativos para o Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo; e para o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro. Na Internet, tem cerca de 10 milhões de seguidores. Em 2023, teve um dos seus trabalhos incluídos na Signals, uma retrospectiva histórica entre artistas que contribuíram para expandir a linguagem da tecnologia do vídeo no MoMA – Museu de Arte Moderna, em Nova York. Atualmente, Marcelo Tas é apresentador do programa Provoca e comentarista do Jornal da Culturaambos da TV Cultura; é Associado Notável da I2AI (International Association of Artificial Inteligence) e Membro do Conselho Consultivo na Fundação Osesp – Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo.
Malfeitona é uma artista soteropolitana, graduada em Engenharia Mecânica e mestre em Comunicação e tecnologia. Malfeitona encontrou nas artes visuais sua verdadeira voz ao subverter os padrões estéticos do mercado com o conceito de “Tatuagem Peba”. Ao abraçar o traço cru, simplista e visceral — que remete a rabiscos de caderno e ao humor ácido —, ela transformou o “malfeito” em um manifesto contra a perfeição técnica, provando que a arte reside na conexão e na sinceridade da expressão. Como artista multiplataforma, também atua nas áreas de ilustração, design e música, além de uma forte presença no conteúdo digital, onde utiliza sua inteligência para discutir política e cultura de forma leve e crítica. Malfeitona também ministra aulas, cursos e palestras em suas áreas de atuação, consolidando-se como uma das figuras mais disruptivas da cena contemporânea brasileira.
Raquel Real é comediante, repórter e roteirista. Apresentou o Jornal do Meme e o Vox para o canal TNT, foi roteirista do programa A Culpa é do Cabral do Comedy Central, além de ser também a repórter e primeira “cara” do digital do canal. Foi chefe de roteiro da segunda e terceira temporada do LOL Brasil da Amazon Prime. Nos palcos, Raquel já rodou com seus personagens mais conhecidos na internet como A Coach, e A Diaba. Suas redes sociais somam mais de milhões de views com seus vídeos de humor e notoriedade com suas publicidades criativas.
Viktor Chagas é professor associado do Departamento de Estudos Culturais e Mídia e pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal Fluminense (UFF). É bolsista de produtividade em pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). É membro do comitê gestor do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Democracia Digital (INCT.DD). Doutor em História, Política e Bens Culturais pelo Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getúlio Vargas (Cpdoc-FGV), com estágio pós-doutoral em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Tem experiência em investigações na área da Comunicação Política, em especial na interface entre cultura política e cultura digital, métodos digitais, desinformação e discurso de ódio, violência política em plataformas digitais, ativismo digital, operações de influência, participação online, humor e democracia, entre outros temas. É líder do Laboratório de Pesquisa em Comunicação, Culturas Políticas e Economia da Colaboração (coLAB/UFF), e coordenador do projeto de extensão universitária #MUSEUdeMEMES. Autor e editor das coletâneas A Cultura dos Memes (2020) e A Cultura dos Memes no Brasil (2024), ambas publicadas pela Edufba.
Pamella Anderson é artista e tem, na pintura, seu principal interesse de pesquisa. Aspectos da contemporaneidade são retratados através de fragmentos do cotidiano, geralmente associados a cultura de massa e da internet e seus impactos sociais e políticos. Por meio de uma linguagem pop, Pamella capta os meandros do comportamento e humor brasileiros nas redes, apropriando-se de memes e peculiaridades típicas da linguagem digital, seja para “chorar de rir ou “rir para não chorar”.
SOBRE A MOSTRA MEME: NO BR@SIL DA MEMEFICAÇÃO
Em exibição até 1º de março de 2026, a mostra ocupa as galerias 3 e 5 e o Pavilhão de Vidro do CCBB Brasília, Meme: no Br@sil da memeficação reúne mais de 800 obras de 200 artistas e produtores de conteúdo digital. A exposição investiga os memes como linguagem, crítica, expressão de afetos coletivos e forma de produção estética. Com curadoria de Clarissa Diniz e Ismael Monticelli e colaboração do perfil @newmemeseum, a exposição percorre manifestações que emergem tanto das ruas quanto das redes sociais, acompanhando como elas se reinventam no ambiente digital e revelam, de modo inventivo, as maneiras pelas quais o Brasil se narra e se transforma coletivamente
Organizada em cinco núcleos temáticos — Ao pé da letra, A hora dos amadores, Da versão à inversão, O eu proliferado e Combater ficção com ficção —, e tendo como prólogo o espaço tátil Alisa meu pelo e como epílogo Memes: o que são? Onde vivem? Do que se alimentam?, a mostra apresenta cenografia imersiva e uma ampla diversidade de linguagens: vídeos, neons, esculturas, roupas, quadrinhos, pinturas, objetos, backlights, instalações sonoras e experiências interativas.
A exposição MEME: no Br@sil da memeficação oferece aos visitantes a oportunidade de explorar um tema que merece atenção: a cultura dos memes. A mostra se destaca por abordar a memificação, o humor e a comédia — aspectos que permeiam nossa comunicação e sociedade, mas que ainda carecem de estudos e debates aprofundados. Apesar da ampla utilização dessa linguagem, poucas instituições se dedicam à pesquisa sobre o tema, como o Museu de Memes da Universidade Federal Fluminense, no âmbito acadêmico. Diante disso, a exposição se propõe a ser um espaço de reflexão sobre essa linguagem contemporânea, incentivando discussões críticas e políticas sobre sua importância, bem como suas implicações éticas.
•O objetivo é que os visitantes encontrem na exposição uma análise abrangente da memificação, que reflita o humor e a forma como o Brasil lida com sua realidade, seu cotidiano e seu país. A mostra aborda questões políticas, críticas e éticas relacionadas aos memes, ao mesmo tempo em que busca uma estética que dialogue com o universo das redes sociais e do espetáculo, incorporando elementos visuais e sensoriais atrativos”, afirma o curador.
A visitação ocorre de terça a domingo, das 9h às 21h, com entrada nas galerias até as 20h40. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso na bilheteria ou pelo site do CCBB,, e a classificação indicativa é livre.
SOBRE OS CURADORES
Clarissa Diniz é curadora, escritora e professora em arte com 20 anos de carreira. Professora da Escola de Belas Artes da UFRJ, foi uma das primeiras curadoras brasileiras a incluir memes em exposições. Realizou curadorias em importantes instituições, como o Museu de Arte do Rio, a Pinacoteca de São Paulo e o Museu de Artes de São Paulo – Masp. Ao longo de sua carreira, já realizou curadorias de exposições como: Contrapensamento selvagem (cocuradoria com Cayo Honorato, Orlando Maneschy e Paulo Herkenhoff. Instituto Itaú Cultural, São Paulo); O abrigo e o terreno (cocuradoria com Paulo Herkenhoff. Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, 2013); Ambiguações (Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, 2013); Todo mundo é, exceto quem não é – 13ª Bienal Naifs do Brasil (SESC Piracicaba, 2016, e Sesc Belenzinho, 2017); Dja Guata Porã – Rio de Janeiro Indígena (cocuradoria com Sandra Benites, Pablo Lafuente e José Ribamar Bessa, Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, 2017); Rio do samba: resistência e reinvenção (cocuradoria com Evandro Salles, Marcelo Campos e Nei Lopes, Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, 2018) e À Nordeste (cocuradoria com Bitu Cassundé e Marcelo Campos, Sesc 24 de Maio, São Paulo, 2019). Raio-que-o-parta: ficções do moderno no Brasil (cocuradoria com Raphael Fonseca, Fernanda Pitta, Aldrin Figueiredo, Marcelo Campos, Divino Sobral e Paula Ramos, Sesc 24 de maio, 2022) e Histórias Brasileiras (cocuradoria com Adriano Pedrosa, Lilia Schwarcz, Sandra Benites, Isabella Rjeille, Amanda Carneiro, André Mesquita, Guilherme Guifrida, Glacea Britto, entre outros, Museu de Arte de São Paulo, São Paulo, 2022). Entre 2006 e 2015, foi editora da revista Tatuí, principal revista de crítica de arte brasileira, de viés experimental. Publicou inúmeros catálogos e livros.
Ismael Monticelli é artista multimídia. Sua pesquisa de doutorado, concluída em 2022, enfocou a relação entre arte, internet e redes sociais. Foi contemplado pelo programa Retomada Artes Visuais (2023), da Fundação Nacional de Artes – Funarte. Recebeu o 7º Prêmio Indústria Nacional Marcantonio Vilaça (2019), o mais importante prêmio para artistas em atuação no Brasil. Também foi um dos três artistas selecionados para a Bolsa ProHelvetia de Residência para Artistas Sul-Americanos, realizada na La Becque Résidence d’Artistes, La Tour-de-Peilz, Suíça (2019). Realizou residência no Institute of Contemporary Arts de Singapura, desenvolvendo um trabalho com parte da coleção da instituição. Participou da 14ª e da 10ª Bienal do Mercosul (2025 e 2015). Entre 2022 e 2023, seu trabalho foi destacado pelo The Guardian, pela Apollo Magazine e pela Ocula Magazine, durante sua participação na exposição Horror in the Modernist Block(curadoria de Melanie Pocock, Ikon Gallery, Birmingham, Reino Unido). Realizou diversas exposições individuais, como O teatro do terror (Casa França-Brasil, Rio de Janeiro, 2025; Museu Nacional da República, Brasília, 2024); O que sobrenada, sobrenada no caos(curadoria de Clarissa Diniz, Portas Vilaseca Galeria, Rio de Janeiro, 2022). Participou de diversas exposições coletivas no Brasil e em países como Reino Unido, Estados Unidos, Suíça e Singapura. Tem doutorado em Arte e Cultura Contemporânea – Arte, Imagem e Escrita (UERJ, 2022), mestrado em Artes Visuais – Processos de Criação e Poéticas do Cotidiano (UFPel, 2014) e bacharelado em Artes Visuais (UFRGS, 2010).
Colaboração | Perfil de Instagram New Memeseum
O @newmemeseum foi criado no final de julho de 2020 e conta com quase meio milhão de seguidores. Uma das principais motivações de sua criação foi o desejo de refletir, com humor e ironia, sobre os mecanismos adotados para sobreviver no/ao mundo da arte e, também, sobre os mecanismos que o mundo da arte nos impinge. O perfil realizou a ocupação virtual Combater ficção com ficção,no projeto ofício:web,do Sesc Pompeia, São Paulo, que ficou em cartaz de julho a agosto de 2021. Participou da terceira edição do programa Pivô Satélite, São Paulo, intitulada Sexo, mentiras e videotape, com curadoria de Raphael Fonseca e com a proposta Panorama Botijão da Arte Brasileira. Além disso, o trabalho do perfil já foi destacado pelos jornais Folha de São Paulo e O Globo.
SOBRE O CCBB BRASÍLIA
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins onde são realizadas exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
SOBRE A BB ASSET
A BB Asset, maior gestora de fundos do país, administra cerca de R$ 1,7* trilhão em patrimônio líquido e é responsável pela gestão de mais de 1.200 fundos de investimento, atendendo milhões de pessoas que buscam realizar seus objetivos financeiros. A empresa é reconhecida pela excelência de sua gestão, com as maiores notas das agências de classificação de risco Fitch Ratings e Moody’s. Detém aproximadamente 17,5% de participação no mercado, consolidando sua liderança no setor. Seus produtos são distribuídos pela maior rede de atendimento bancário do país, o Banco do Brasil, e pelas principais plataformas de investimento.
A BB Asset acredita que seu papel vai além da gestão de ativos. Com soluções desenvolvidas para diferentes perfis e objetivos, a empresa assume a responsabilidade de contribuir para uma sociedade mais inclusiva, participativa e conectada com o que realmente importa, investindo em iniciativas que promovem desenvolvimento ambiental, social, de governança e cultural.
*Dados do ranking da ANBIMA de setembro de 2025
MEME: no Br@sil da memeficação é uma produção da Patuá Produções, com patrocínio do Banco do Brasil e BB Asset. Depois da temporada de Brasília, a exposição será apresentada em Belo Horizonte (março a junho de 2026) e Rio de Janeiro (agosto a novembro de 2026).
Serviço:
MeMefolia
Programação da mostra MEME: no Br@sil da memeficação
Bate-papos e oficinas
Com Marcelo Tas, Malfeitona, Raquel Real, Viktor Chagas e Pamella Anderson, além dos curadores Clarissa Diniz e Ismael Monticelli
Quando | 31/01, 01/02, 07/02 e 08/02
Acesso | Gratuito, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília
Exibição de filmes japoneses foca em longa-metragens que mergulham no imaginário sobrenatural do país; Ingressos custam R$10 (inteira) e R$5 (meia)
Entre 28 de janeiro e 1º de fevereiro, a Fundação Japão em São Paulo e o Cine Brasília promovem na capital federal a mostra de filmes “Ayakashi: o Japão das Criaturas Místicas”. A iniciativa busca apresentar ao público brasileiro alguns dos aspectos do universo único das criaturas místicas (ayakashi) do Japão, e seus mundos fictícios que são trazidos à vida, através das obras de renomados mestres do cinema. Além disso, um debate gratuito sobre o filme O Retorno do Gigante Majin – um dos longa-metragens em exibição – marcará a abertura da mostra no dia 28/01.
A seleção é composta por cinco filmes japoneses restaurados que exploram o imaginário sobrenatural do Japão, os Ayakashi: Lago do Demônio (1979), O Retorno do Gigante Majin (1966), A Família Inugami (1976), KAPPA: o Duende do Rio e o Sampei (1992) e A reencarnação do Samurai (1981).
As exibições ocorrerão no Cine Brasília, localizado na EQS 106/107, Asa Sul, Plano Piloto, Brasília (DF). Os ingressos custam R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia). Todos os filmes serão exibidos em áudio original japonês com legendas em português.
Confira a programação
Quarta-feira (28/01)
19:00– O Retorno do Gigante Majin (Daimajin Ikaru) | 1966, 79 min, 14 anos.
Sinopse: Soldados derrotaram uma terra governada por uma família de samurais, e junto com ela, foi destruída a estátua gigante do Majin, o deus da guerra. Quando a noiva do samurai-chefe reza para o Majin, ele ressurge do fundo do lago, para derrotar os invasores.
20:30 – Debate Especial: “Uma Leitura Cultural de O Retorno do Gigante Majin”, com o pesquisador Takashi Yamanishi (entrada gratuita).
Quinta-feira (29/01)
18:00 – KAPPA: o duende do rio e o Sampei (Kappa no Sampei) | 1992, 90 min, Livre.
Sinopse: Sampei é um jovem que vive na montanha com seu avô. Na escola, ele é chamado de “Duende do Rio”. Apesar desse apelido ele não é um bom nadador tanto que um dia é levado pela correnteza do rio. Quando retoma sua consciência, percebe que está na terra dos duendes. Sampei faz amizade com o duende Gartalow e juntos decidem retornar para a aldeia. E para procurar a mãe desaparecida de Sampei, os dois seguem para um local repleto de monstros.
20:00– A Família Inugami (Inugami-ke no Ichizoku) | 1976, 146 min, 16 anos.
Sinopse: Thriller de sucesso, estrelado pelo Detetive Kosuke Kindaichi. Um homem rico morre. Três filhas, seus filhos e uma amante com um filho – Todos atrás de toda a herança do falecido, e se envolvem em assassinatos em meio de um jogo de aparências e ganância. Ganhou o prêmio de “Melhor Filme” do Hochi Film Awards de 1976.
Sexta-feira (30/01)
18:00– Lago do Demônio (Yashagaike) | 1979, 124 min, 14 anos.
Sinopse: “DEMON POND”, é um lago em Echizen (na prefeitura de Fukui), envolta pelas montanhas na Passagem de Mikuni. Um deus dragão está selado nesse lago, onde o sino perto do lago deverá ser tocado três vezes por dia, todos os dias sem falta, caso contrário, o deus dragão ficará selvagem e descontrolado, e inundará a vila. O homem e a esposa que cuidavam do sino viviam pacificamente e felizes… Mas a sua vida tranquila acaba repentinamente, à medida que um mundo de fantasia e mistério se desenvolve.
20:30 – A Reencarnação do Samurai (Makai Tensho) | 1981, 122 min, 18 anos.
Sinopse: No ano 15 do Período Kan’ei, por volta de 120.000 generais xoguns massacraram 18.000 rebeldes durante a Rebelião de Shimabara, que teve como estopim a opressão aos cristãos no governo do Xogum Tokugawa, onde o jovem general Shiro Amakusa foi decapitado.
Nessa noite, atravessou os céus um raio de luz acompanhado do som de trovão, e Shiro retorna do mundo dos mortos. Jogando fora os ensinamentos sagrados e a gentileza em seu coração, fez do poder do demônio o seu próprio, a fim de queimar esta terra com as chamas de sua raiva e rancor. Usando da sua magia negra, ressuscitou Gracia Hosokawa, uma mulher que faleceu após a traição do seu marido, Hosokawa Tadaoki. Juntando as energias daqueles que não conseguiram realizar os seus sonhos em vida, Shiro e Garcia bolam um plano para transformar o Japão inteiro em um mar de fogo.
Sábado (31/01)
18:00 – O Retorno do Gigante Majin(Daimajin Ikaru).
20:00 – A Família Inugami (Inugami-ke no Ichizoku).
Domingo (01/02)
18:00 – Lago do Demônio (Yashagaike).
20:30 – A Reencarnação do Samurai (Makai Tensho).
Serviço
Mostra Ayakashi: o Japão das Criaturas Místicas
Local: Cine Brasília (EQS 106/107 – Asa Sul, Brasília/DF).
Quando: De 28 de janeiro a 1º de fevereiro de 2026.
Ingressos: R$10,00 (Inteira) e R$5,00 (Meia-entrada). Podem ser adquiridos na bilheteria do Cine Brasília e/ou através do site Ingresso.com.
Os filmes são exibidos com áudio original (japonês) com legendas em português. O debate de abertura no dia 28/01 (20h30) tem entrada gratuita.
Sobre a Fundação Japão em São Paulo
Presente desde 1975 no Brasil, a Fundação Japão desenvolve ampla programação cultural e educacional, voltada para arte, língua e estudos japoneses. Em 2025, reforça seu papel como ponte cultural entre os dois países por meio de eventos que integram tradição e contemporaneidade. Saiba mais em: https://fjsp.org.br/.
Elenco e diretor revelam detalhes sobre a história por trás do longa, que estreia no dia 29 de janeiro nos cinemas brasileiros
A Universal Pictures divulga hoje um novo vídeo de bastidores de “Song Sung Blue: Um Sonho a Dois” (Song Sung Blue) – novo filme dirigido por Craig Brewer, de “Meu Nome é Dolemite”e “Um Príncipe em Nova York 2”. Estrelado por Hugh Jackman, de “Os Miseráveis” e “O Rei do Show”, e Kate Hudson, de “Quase Famosos”e “Music”, o filme é inspirado em uma história real.
“’Song Song Blue: Um Sonho a Dois’ é sobre sonhar alto e chegar lá, e do seu jeito. Tentando sobreviver, tendo dois empregos, mas, ao mesmo tempo, alimentando o sonho e o desejo de só tocar música e divertir as pessoas”, conta o protagonista Hugh Jackman.
Com data de estreia marcada para 29 de janeiro de 2026 nos cinemas brasileiros, “Song Sung Blue: Um Sonho a Dois” apresenta Hugh Jackman e Kate Hudson nos papeis de dois músicos sem sorte na vida que formam uma animada banda-tributo a Neil Diamond provando que nunca é tarde para encontrar o amor e correr atrás de seus sonhos.
Além da dupla protagonista, o elenco reúne Michael Imperioli, Fisher Stevens, Jim Belushi, Ella Anderson, King Princess, Mustafa Shakir e Hudson Hilbert Hensley. O roteiro é de Craig Brewer, que também assina a produção ao lado de John Davis e John Fox.
O filme tem distribuição da Universal Pictures e estará disponível nos cinemas a partir de 29 de janeiro também em versões acessíveis.
Faltando cerca de dois meses para a cerimônia do Oscar de 2026, a Academia revela hoje (22) os seus indicados. A premiação acontece anualmente em Los Angeles, no Dolby Theatre, e reúne os principais nomes do cinema daquele ano. Ano passado o evento foi muito celebrado no Brasil, quando aconteceu no meio do Carnaval e ainda contou com a vitória do aclamado filme Ainda Estou aqui, de Walter Salles, na categoria de Melhor Filme Internacional.
Neste ano, os olhares estão todos voltados para O Agente Secreto, marcando a participação do Brasil neste ano. O ator Wagner Moura também está entre os nomes mais cotados da premiação, principalmente após vencer o Globo de Ouro.
Onde assistir à cerimônia de nomeados do Oscar 2026?
Os indicados ao Oscar são revelados durante uma cerimônia oficial apresentada pelos atores Lewis Pullman e Danielle Brooks a partir das 10h30 de hoje, 22 de janeiro. A dupla vai revelar os indicados em todas as 24 categorias, incluindo a estreante do ano, Melhor Elenco.
Em cada categoria, o Oscar terá cinco filmes indicados este ano. A única exceção fica para os nomeados de Melhor Filme, que somam um total de 10 longas-metragens.
Filmes em destaque do Oscar
Enquanto os indicados ainda não foram revelados, já é possível prever quem vai brilhar na premiação em 2026. O longa-metragem Uma Batalha Após a Outra, que fez sucesso em premiações como o Globo de Ouro e Critics Choice Awards, é um dos favoritos ao Oscar este ano.
Outro longa-metragem de sucesso na temporada de premiações é Hamnet, da cineasta Chloé Zhao, que já venceu o prêmio com o filme Nomadland. Para os brasileiros, a torcida vai para O Agente Secreto, produção de Kleber Mendonça Filho que já brilhou no Globo de Ouro.
Confira a lista completa de indicados no Oscar 2026
Abaixo, confira a lista completa de indicados ao Oscar 2026, que será atualizada em tempo real durante a premiação.
Melhor Filme
Bugonia
F1
Frankenstein
Hamnet
Marty Supreme
Uma Batalha Após a Outra
O Agente Secreto
Valor Sentimental
Pecadores
Train Dreams
Melhor Atriz
Jessie Buckley, Hamnet
Rose Byrne, If I Had Legs I’d Kick You
Kate Hudson, Song Sung Blue
Renate Reinsve, Valor Sentimental
Emma Stone, Bugonia
Melhor Ator
Timothée Chalamet, Marty Supreme
Leonardo DiCaprio, One Battle After Another
Ethan Hawke, Blue Moon
Michael B. Jordan, Pecadores
Wagner Moura, O Agente Secreto
Melhor Direção
Melhor Filme Internacional
Brazil, O Agente Secreto
France, Foi Apenas Um Acidente
Norway, Valor Sentimental
Spain, Sirât
Tunisia, The Voice of Hind Rajab
Melhor Atriz Coadjuvante
Elle Fanning, Valor Sentimental
Inga Ibsdotter Lilleaas, Valor Sentimental
Amy Madigan, Weapons
Wunmi Mosaku, Pecadores
Teyana Taylor, Uma Batalha Após a Outra
Melhor Ator Coadjuvante
Benicio Del Toro, Uma Batalha Após a Outra
Jacob Elordi, Frankenstein
Delroy Lindo, Pecadores
Sean Penn, Uma Batalha Após a Outra
Stellan Skarsgard, Valor Sentimental
Melhor Roteiro Original
Blue Moon, Robert Kaplow
Foi Apenas Um Acidente, Jafar Panahi & Roteiristas
Marty Supreme, Ronald Bronstein & Josh Safdie
Valor Sentimental, Joachim Trier & Eskil Vogt
Pecadores (Pecadores), Ryan Coogler
Melhor Roteiro Adaptado
Bugonia, Will Tracy
Frankenstein, Guillermo del Toro
Hamnet, Chloé Zhao & Maggie O’Farrell
Uma Batalha Após a Outra, Paul Thomas Anderson
Train Dreams, Clint Bentley & Greg Kwedar
Melhor Direção de Elenco
Hamnet
Marty Supreme
One Battle After Another
The Secret Agent
Sinners
Melhor Animação
Arco
Elio
KPop Demon Hunters
Little Amélie or the Character of Rain
Zootopia 2
Melhor Documentário
The Alabama Solution
Come See Me in the Good Light
Cutting Through Rocks
Mr. Nobody Against Putin
The Perfect Neighbor
Melhor Trilha Sonora Original
Bugonia
Frankenstein
Hamnet
Uma Batalha Após a Outra
Pecadores
Melhor Fotografia
Frankenstein
Marty Supreme
Uma Batalha Após a Outra
Pecadores
Melhor Montagem
F1, Stephen Mirrione
Marty Supreme, Ronald Bronstein & Josh Safdie
Uma Batalha Após a Outra, Andy Jurgensen
Valor Sentimental , Olivier Bugge Coutté
Pecadores, Michael Shawver
Melhores Efeitos Especiais
Avatar: Fire and Ash
F1
Jurassic World Rebirth
The Lost Bus
Pecadores
Melhor Figurino
Avatar: Fire and Ash
Frankenstein
Hamnet
Marty Supreme
Pecadores
Melhor Maquiagem e Penteado
Frankenstein
Kokuho
Pecadores
The Smashing Machine
The Ugly Stepsister
Melhor Design de Produção
Frankenstein, Tamara Deverell
Hamnet, Fiona Crombie
Marty Supreme, Jack Fisk
Uma Batalha Após a Outra, Florencia Martin
Pecadores, Hannah Beachler; Set Decoration: Monique Champagne
Melhor Som
F1
Frankenstein
Uma Batalha Após a Outra
Pecadores
Sirât
Train Dreams
Melhor Curta-Metragem
Butcher’s Stain
A Friend of Dorothy
Jane Austen’s Period Drama
The Singers
Two People Exchanging Saliva
Melhor Curta Animado
Butterfly
Forevergreen
The Girl Who Cried Pearls
Retirement Plan
The Three Sisters
Melhor Curta Documentário
All the Empty Rooms
Armed Only With a Camera: The Life and Death of Brent Renaud
Children No More: “Were and Are Gone”
The Devil Is Busy
Perfectly a Strangeness
Melhor Canção Original
“Dear Me”, Diane Warren: Relentless
“Golden”, KPop Demon Hunters
“Highest 2 Lowest”, Highest 2 Lowest
“I Lied To You”, Sinners
“Sweet Dreams of Joy”, Viva Verdi!
“Train Dreams”, Train Dreams
Quando Acontece o Oscar 2026 e onde assistir?
O Oscar 2026 está marcado para o dia 15 de março em Los Angeles, com transmissão ao vivo pelo serviço de streaming HBO Max e pela TNT. A Academia fechou uma parceria para levar a premiação de graça para o YouTube, mas a novidade só começa a valer a partir de 2029.
Exibição ocorre nesta terça-feira (20), com a presença da ministra Margareth Menezes
Ministério da Cultura (MinC) realiza na terça-feira, (20), uma sessão especial do filme O Agente Secreto, no Cine Brasília. A exibição, voltada a convidados, acontece às 20h e contará com a presença da ministra Margareth Menezes, além de representantes da Pasta, do Governo Federal e equipe do longa-metragem, como o ator Robério Diógenes, que interpreta o delegado Euclides no filme.
Pré-selecionado a disputar o Oscar 2026, vencedor de duas categorias do Globo de Ouro e de outros importantes prêmios do cinema, o filme recebeu investimento de R$ 7,5 milhões do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) para sua produção e mais R$ 750 mil destinados à etapa de comercialização.
SERVIÇO Sessão especial do filme O Agente Secreto Data: 20 de janeiro de 2025 (terça-feira) Horário: 20h Local: Cine Brasília Endereço: Asa Sul EQS 106/107 – Plano Piloto, Brasília – DF
Prepare-se para um espetáculo onde o erro vira poesia, o impossível vira brincadeira e o riso toma conta do palco. Show de Palhágica é um espetáculo cênico que mistura palhaçaria, mágica, teatro e ventriloquia em uma experiência única, interativa e cheia de encantamento para públicos de todas as idades — de 0 a 200 anos.
Protagonizado por Chouchou, o Palhágico, personagem criado e interpretado por Galileu Fontes, o espetáculo se constrói como um show de variedades costurado pelo humor, pela surpresa e pela relação direta com a plateia. Ao lado de seu inseparável coelho de pelúcia Farofa — língua afiada, humor afetuoso e zero filtro — Chouchou conduz o público por uma sequência de números mágicos, cenas cômicas e situações inesperadas que celebram a imaginação e a escuta do aqui e agora.
Mais do que apresentar truques, Show de Palhágica propõe uma experiência sensível: o resgate da criança interior, o valor do riso coletivo e a beleza do improviso. A chamada Palhágica — linguagem híbrida que une palhaçaria e ilusionismo — transforma o palco em um espaço de encontro, onde o público não é apenas espectador, mas parte viva da cena.
Com mais de 1.800 apresentações realizadas, o espetáculo já circulou por teatros, escolas, praças, festivais e eventos culturais em diferentes regiões do país, incluindo participação no MICBR – Mercado das Indústrias Criativas do Brasil. Trata-se de um trabalho maduro, consolidado e pronto para circulação nacional e internacional, adaptável a diferentes espaços e públicos.
Show de Palhágica é riso como afeto, mágica como linguagem e palhaçaria como estado de presença. Um convite para desacelerar, brincar e lembrar — juntos — que o encantamento ainda mora aqui.
A Mostra Teatral de Brasília é produzida pela Estrella Cultura e Arte e traz uma programação diversificada no Teatro Brasília Shopping. O projeto reúne espetáculos adultos, infantis e juvenis, com curadoria cuidadosa e ações de democratização cultural, incluindo ingressos gratuitos e acessíveis. Uma iniciativa que valoriza a arte, a formação de plateia e o impacto econômico, graças ao apoio essencial da Lei Rouanet.
Serviço: Espetáculo: Show de Palhágica com Chouchou Local: Teatro Brasília Shopping (SCN, Q. 5, Bl. A – Térreo) Temporada: 17, 24 e 31 de janeiro, sempre às 11h Entrada gratuita https://www.sympla.com.br/evento/show-de-palhagica-com-chouchou/3272692, sujeito a lotação do teatro (98 lugares)
Classificação: livre (recomendado para crianças a partir de 3 anos)
Atenção: A retirada antecipada de ingressos não garante acesso ao evento. Recomendamos a chegada com antecedência. A entrada do público será liberada 20 minutos antes do início da apresentação, com prioridade para pessoas que apresentarem o ingresso. A partir de 10 minutos antes do início, caso haja disponibilidade, o acesso será liberado também para o público sem ingresso.
A Mostra Teatral de Brasília é apresentada pelo Ministério da Cultura e Grupo Bali,via Lei Rouanet, com patrocínio da Paulo Octávio Investimentos e apoio do Brasília Shopping
Mostra explora o humor presente nas manifestações das culturas populares
De 19 de janeiro a 29 de março de 2026, a exposição “O Reinado do Riso” apresenta, na CAIXA Cultural Brasília, diversas obras que revelam a presença do riso e da comicidade nas festas e brincadeiras populares brasileiras. Com entrada gratuita, a mostra é resultado do Acordo de Cooperação Técnica entre a CAIXA e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), para viabilizar exposições, palestras, eventos educativos e ações inclusivas.
A exposição reúne textos, uma incrível coleção de fantasias, mamulengos, fantoches, esculturas em madeira, pinturas e fotografias para mostrar como o riso e a brincadeira ajudam a manter vivas múltiplas tradições populares, como Carnaval, Folia de Reis, Bumba meu Boi, circo, teatro de bonecos, literatura de cordel, entre outras. Além disso, a mostra evidencia como a comicidade pode ser uma forma de denúncia, resistência e crítica.
O Reinado do Riso tem curadoria do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (CNFCP), unidade especial do Iphan, e foi realizada em 2012, no Museu de Folclore Edison Carneiro do CNFCP, no Rio de Janeiro. Nesta remontagem com nova expografia, após passar por Brasília, a mostra seguirá itinerante até fevereiro de 2028, passando pelas unidades da CAIXA Cultural de Recife, Fortaleza, Salvador, Belém, São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro.
A abertura da exposição e o lançamento do Acordo de Cooperação Técnica com o Iphan serão realizados no dia 19 de janeiro, às 19h, na CAIXA Cultural Brasília, com entrada gratuita. O evento contará com a presença de representantes de ambas as instituições.
As inscrições para o palco serão feitas na hora, e cada participante terá dois minutos para apresentar sua ideia diante da curadoria do TEDxBrasília e do público
Brasília recebe, no próximo dia 24 de fevereiro (terça-feira), às 19h30, uma edição especial do TEDxBrasília Salon em formato Open Mic — um palco aberto para ideias. O encontro será realizado no SofTown, com ingressos a R$ 44,10, disponíveis no Sympla.
A proposta é simples: abrir espaço para que pessoas da cidade apresentem ideias com potencial de se tornarem uma futura TED Talk. As inscrições para o palco serão feitas na hora, e cada participante terá dois minutos para apresentar sua ideia diante da curadoria do TEDxBrasília e do público.
“As TED Talks são, antes de tudo, um convite para olhar o mundo por outras lentes. São histórias, pesquisas e experiências que, quando bem organizadas, ajudam a transformar percepção em ação”, explica o organizador e curador Rafael Souza. “Ao realizar o TEDxBrasília, queremos que boas ideias nascidas aqui circulem pelo mundo, mas também que ideias do mundo inteiro inspirem Brasília a se reinventar.”
O Open Mic não é uma seletiva e não oferece garantia de participação no palco do TEDxBrasília. O objetivo é criar um ambiente de escuta, descoberta e teste de abordagens — identificando temas promissores e incentivando que ideias sejam desenvolvidas com mais clareza, consistência e relevância.
Como em todo encontro associado ao padrão TEDx, as falas devem respeitar diretrizes de conteúdo e direitos autorais. Isso inclui: não promover produtos, serviços, livros ou negócios, evitar pseudociência (alegações científicas devem ser sustentadas por evidências verificáveis), não adotar discurso inflamatório de agenda política ou religiosa e ter atenção ao uso de materiais de terceiros (imagens, músicas e trechos protegidos).
O TEDxBrasília opera sob licença do TED. No espírito de descobrir e espalhar ideias, o TEDx é um programa de eventos locais e auto-organizados que reúnem as pessoas para compartilhar uma experiência semelhante ao TED. Em um evento TEDx, o vídeo TED Talks e os palestrantes ao vivo se combinam para desencadear uma discussão e conexãoprofundas. Esses eventos locais e auto-organizados são marcados como TEDx, onde x = evento TED organizado de forma independente.
SERVIÇO:
TEDxBrasília Salon – Open Mic
Quando: 24 de fevereiro de 2026 (terça-feira), a partir das 19h30
Onde: SofTown – Centro Cultural de Negócios em Brasília Endereço: SOF SUL, St. e Sul Qse St. de Oficinas, 6-8 – Quadra 10 Conjunto B
Sobre o TED e o TEDx – O TED é uma organização sem fins lucrativos dedicada a espalhar ideias que merecem ser espalhadas. O TEDx é o programa de eventos independentes, organizados localmente sob licença do TED, que compartilham a mesma missão com curadoria própria e foco em ideias. O TEDxBrasília é organizado de forma independente, seguindo as diretrizes oficiais do programa.
Projeto segue movimentando a AABB com shows de Liga Joe, Romanov e Heat, além de gastronomia e experiência completa à beira do Lago Paranoá
Após um início de temporada marcado por casa cheia e clima de reencontro, o Temporaneo avança para o segundo fim de semana da terceira edição reafirmando sua proposta de unir música, experiência e convivência em um dos cenários mais emblemáticos de Brasília. O projeto segue até o fim de abril, com programação regular às sextas, sábados e vésperas de feriados, sempre a partir das 19h30, na AABB, às margens do Lago Paranoá.
Na sexta-feira, 16 de janeiro, a noite será dedicada ao som da Liga Joe, que assume o palco com repertório marcado por interpretações intensas e forte conexão com o público, além da banda Ledbetter. Já no sábado, 17 de janeiro, quem comanda a programação são as bandas Romanov e Heat, em uma sequência de shows que promete manter a energia elevada e celebrar diferentes vertentes do rock.
Com ambientação contemporânea e estrutura pensada para o conforto do público, o Temporaneovai além dos shows e se consolida como um espaço de encontros e experiências. A curadoria musical caminha lado a lado com a proposta de criar noites memoráveis, em um ambiente que valoriza tanto a música quanto o convívio.
A gastronomia segue como parte essencial da experiência, com um cardápio pensado para acompanhar o ritmo das noites. Entre os destaques estão as delícias da Baco Pizzaria, preparadas com massa de longa fermentação e ingredientes selecionados. A Hot Marinara aparece como uma das apostas da casa, disponível inteira por $72 ou em fatia por $18. Já os clássicos ganham versões caprichadas, como a Margherita e a Calabresa, ambas por $76 a pizza inteira ou $19 a fatia, opções ideais para compartilhar ou aproveitar em qualquer momento da noite.
“O Temporaneo nasceu com a ideia de ser um lugar onde as pessoas se sintam à vontade para curtir boa música, comer bem e viver momentos especiais. Ver essa resposta positiva logo no início da temporada nos motiva a seguir entregando uma programação consistente e experiências completas ao longo dos próximos meses”, afirma Paulinho Madrugada, um dos organizadores do projeto.
Assinado pela Verri & Verri Produções e Paulinho Madrugada, o Temporaneo reforça nesta segunda semana sua identidade como um dos principais projetos de entretenimento da cidade, reunindo público fiel, curadoria cuidadosa e uma proposta que se renova a cada edição. Os ingressos estão disponíveis na Bilheteria Digital (Bilheteria Digital | Ingressos TEMPORANEO LIGA JOE EM BRASILIA e Bilheteria Digital | Ingressos TEMPORANEO | ROMANOV e HEAT , a partir de R$ 80 na sexta e R$ 40 no sábado).
Serviço — Temporaneo | 3ª Temporada
Local: AABB – Asa Sul, Trecho 2, Conjunto 17/20 Período: 09 de janeiro a 30 de abril de 2026 Dias: sextas, sábados e vésperas de feriado Horário: a partir das 19h30 Classificação: 18 anos Instagram e informações: temporaneobrasilia
Montagem acadêmica da Bailacci Academia de Danças selecionará 30 artistas
As portas para o mundo mágico de Hogwarts se abrirão em breve nos tablados brasilienses. Após o sucesso dos musicais Meninas Malvadas e Bom dia, Baltimore!, a Bailacci Academia de Danças se prepara para uma nova montagem acadêmica de teatro musical. E agora estão abertas as audições para o espetáculo Um Reles Potter, produção propõe uma releitura bem-humorada e irreverente do universo bruxo, aliando formação artística, experiência de palco e humor para o público.
O projeto irá selecionar 30 participantes, sendo 25 vagas pagantes e 5 bolsas, destinadas a pessoas com baixo poder aquisitivo. Os papéis principais serão interpretados por dois elencos alternantes, permitindo que mais artistas interpretem os personagens centrais ao longo da temporada. O espetáculo será apresentado integralmente em português, com texto adaptado especialmente para a montagem.
As audições acontecem em duas etapas. Na primeira fase, os interessados devem enviar um vídeo cantando uma música de livre escolha, com duração máxima de 1 minuto e 30 segundos, por meio de link (Drive, YouTube ou plataforma equivalente), informado no formulário de inscrição.
Os candidatos selecionados nessa etapa serão convocados para a audição presencial, que ocorrerá no dia 31 de janeiro, das 15h às 19h, por ordem de chegada, na Bailacci Academia de Danças – Asa Sul (CRS 508). Nesta fase, os participantes apresentarão uma música e um monólogo previamente indicados pela produção, além de realizarem um teste de dança com coreografia ensinada no momento. Todo o elenco e os personagens serão definidos já nas audições iniciais.
Ensaios e formação artística
Os ensaios do musical acontecem de fevereiro a julho de 2026, sempre aos sábados, das 15h às 19h, na Bailacci Academia de Danças. Além dos ensaios regulares, o elenco terá acesso a aulas extras gratuitas e opcionais, voltadas ao aprimoramento técnico em teatro musical.
Entre as atividades oferecidas estão canto coral, sapateado, teatro para personagens, coreografias para musicais e coachings vocais individuais quinzenais, realizados durante os três últimos meses do processo. O objetivo é promover o desenvolvimento do artista de forma completa, integrando canto, dança e interpretação.
Investimento e bolsas
O investimento para participar da montagem acadêmica é de R$ 3.400, com possibilidade de parcelamento em 6 vezes de R$ 547, além de taxa de matrícula. O valor inclui ensaios, aulas extras, coachings vocais, ensaios gerais e taxa de palco. Gastos com figurino não estão inclusos, embora grande parte possa ser composta com peças do próprio guarda-roupa dos participantes. Serão oferecidas 5 bolsas, mediante análise do perfil socioeconômico informado no formulário de inscrição.
Ficha técnica – Um Reles Potter
Direção Geral e Cênica: Rômulo Mendes
Direção Musical: Rick Taveira
Direção Coreográfica: Tati Araújo
Sapateado: Nicolly Barreto
Coachings Vocais: Faby Gonçalves, Pedro Souto e César Ribeiro
Com estreia em 26 de fevereiro, a produção apresenta Elvis Presley como nunca se viu antes
A Universal Pictures divulga hoje novo trailer de “EPIC: Elvis Presley in Concert” (EPIC: Elvis Presley in Concert) – mais do que um filme musical, uma produção que mostra Elvis em sua melhor forma, de uma maneira nunca vista antes.
Vencedor de cinco Grammy Awards, o artista considerado o Rei do Rock & Roll é um ícone cultural sendo, ainda hoje, o músico solo que mais vendeu discos na história da música, com 1 bilhão de discos comercializados, segundo o Guinness World Records. O longa é umaexperiência cinematográfica única dirigida pelo visionário cineasta indicado ao Oscar Baz Luhrmann, também responsável por “Elvis”, que levou mais de 1 milhão de brasileiros aos cinemas em 2022.
“EPIC: Elvis Presley in Concert” tem distribuição pela Universal Pictures e estará disponível nos cinemas a partir de 26 de fevereiro de 2026.