Categoria: Cidadania, Políticas e Gestão públicas

Lojistas do Brasília Shopping realizam coleta de mantimentos para a população do Rio Grande do Sul

As doações podem ser feitas nas lojas Avanzzo, CVC e Jorge Bischoff. Operações estão arrecadando água potável, alimentos e peças de vestuário

Foto divulgação

Em um gesto de apoio e solidariedade mediante à situação de calamidade enfrentada no estado do Rio Grande do Sul, lojistas do Brasília Shopping tornam-se pontos de arrecadação de mantimentos que serão destinados à população do estado. 

As operações da Avanzzo, CVC e Jorge Bischoff estarão recebendo doações de roupas, calçados, roupas de cama, toalhas e outros itens essenciais. As arrecadações serão entregues na Base da Força Aérea do Distrito Federal e serão destinados às comunidades necessitadas nos mais de 380 municípios afetados. 

Renata Monnerat, gerente de marketing do Brasília Shopping, enfatiza a importância deste momento de união e mobilização da sociedade civil: “Estamos diante de uma situação que requer nossa solidariedade e apoio mútuo. É essencial que cada um contribua da maneira que puder, para que juntos possamos oferecer o suporte necessário às pessoas afetadas por essa tragédia”, reflete.

Confira as informações sobre os pontos de coleta: 

Avanzzo: a loja, que carrega o DNA brasiliense, também está engajada na campanha. Por tempo indeterminado, a operação está recebendo doações de roupas e calçados femininos e masculinos em suas instalações. 

CVC: a empresa de viagem está arrecadando roupas, calçados, cobertores, lençóis e toalhas. A arrecadação estará acontecendo até o dia 19 de maio. 

Jorge Bischoff: a renomada etiqueta de calçados está coletando produtos de maior necessidade, como água mineral sem gás, cestas básicas, cobertores, fraldas descartáveis infantis e geriátricas, papel higiênico, material de higiene pessoal e talheres descartáveis. Assim como a Avanzzo, não há uma data-limite para as doações. 

Para o melhor direcionamento, os lojistas recomendam que os itens sejam entregues em caixas devidamente sinalizadas, a fim de facilitar a organização e posterior distribuição.

O Brasília Shopping convida toda a comunidade a participar desta ação solidária, demonstrando que juntos somos mais fortes e capazes de fazer a diferença. Para mais informações sobre como contribuir com a campanha de doações, entre em contato com as lojas participantes.

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Serviço 

Arrecadação de mantimentos para Rio Grande do  Sul 

Avanzzo: Brasília  Shopping, 2º piso | Telefone: (61) 3037-5599

Itens arrecadados: roupas e calçados, que deverão ser entregues em caixas sinalizadas do que está sendo doado. Não há uma data-limite determinada para as doações. 

CVC: Brasília Shopping, 1º piso | Telefone: (61) 3686-3040

Itens arrecadados: roupas, calçados, cobertores, lençóis e toalhas. A arrecadação estará acontecendo até o dia 19 de maio. 

Jorge Bischoff: Brasília Shopping, 2º piso | Telefone:  (61) 3033-4141

Itens arrecadados: água mineral sem gás, cestas básicas, cobertores, fraldas descartáveis infantis e geriátricas, papel higiênico, material de higiene pessoal e talheres descartáveis. 

SAL é a solução para o bullying

Segurança, Amor e Limite são os itens que compõem a cesta para conter a violência, seja com o agressor ou com a vítima

Como forma de celebrar o Dia da Família, o Instituto CADES por meio de seu trabalho de Rede de Proteção Social implantado nas escolas que atua, promoveu uma palestra aos pais dos alunos da EMEF Dom Veremundo Toth em Paraisópolis sobre bullying e cyberbullying, seguida de atividades esportivas entre eles e seus filhos.

Com o tema “Estratégias para prevenção e combate do bullying” – ministrada pela Professora de Educação Física Ana Lucia H. M. C de Almeida que há 26 anos atua como professora de natação, é mãe de um filho com TEA (Transtorno do Espectro Autista) e há cinco anos trabalha com AEE (Atendimento Educacional Especializado), tendo se tornado, assim, uma PAEE (Professora de Atendimento Educacional Especializado) – os presentes receberam a aula que partiu do princípio que o bullying pode começar desde a creche, mas ele vai se tornando mais aparente conforme a criança cresce.

Segundo ela, as violências podem ser de quatro tipos: psicológica, física, patrimonial e em ambiente virtual, o cyberbullying, mas, para identificar o fato, é preciso entender o real significado do termo, a partir do momento que são “ações repetitivas no sentido de humilhar, ofender com o uso de violência. Além disso, ele acontece entre pares, ou seja, entre crianças e jovens da mesma faixa etária”.

Ações e reações das vítimas e dos agressores

Com 16 anos de existência, o Instituto CADES resolveu ir além de seu trabalho com atividades esportivas nas escolas públicas e, desde a pandemia, implantou a Rede de Proteção Social. Dentro deste contexto, com a atuação de psicólogas e apoio de outros órgãos, como UBS dentre outros, a saúde mental dos alunos passou a ser uma das prioridades. Sendo assim, formou-se uma rede multisetorial entre o CADES, as Escolas, os órgãos/serviços públicos e os atores sociais do território.

E, com o intuito de mostrar aos pais a importância de saber identificar ações e reações com seus filhos. “Quanto mais fortalecermos a relação escola-família, melhor, e, com a dinâmica da vida familiar hoje em dia, muitas vezes os pais não percebem o que está acontecendo”, explica a professora. “Vimos que o trabalho das aulas realizadas no Projeto Tênis para Todos podia ir além”, diz Joaquim Lima Calmon de Almeida, professor de Educação Física e Coordenador Responsável dos projetos do Instituto CADES. “Com isso, começamos a atuar em outras frentes, nos preocupando com a formação das crianças e jovens como um todo”, completa.

Sendo assim, conforme diz a professora, há alguns itens que precisam ser reparados no comportamento das crianças e jovens, se eles tiveram uma mudança repentina no humor, na alimentação, nos estudos. Já como forma de ajudar, ela aconselha a ficar atento aos sinais, não culpar a vítima, não agir de cabeça quente e buscar ajuda profissional. “Não é para recriminar, bater nem tampouco dizer para se defender ou questionar o motivo da pessoa estar permitindo ser vítima. Ela já está passando por ofensas, humilhações, a última coisa que ela precisa é ser julgada. Usar da violência, bater é uma regra inegociável, também”, diz.

Por outro lado, há, ainda, a criança que é a agressora e precisa de tantos cuidados quanto as que estão sofrendo o bullying. Às vezes identificar quem está realizando o bullying também não é fácil. Ela é aquela mais madona, que quer ser a dona da razão e que, para tal, se sobrepõe, ofende, humilha, realiza atos pejorativos com o outro. Neste caso, é preciso prestar atenção em alguns sinais como falta de empatia, atitudes egoístas, arrogância, valorização de relações baseadas em poder e dinheiro. “Muitas vezes são casos de serem muito protegidos ou de terem muita cobrança por resultados, ser ensinado desde pequeno a ser muito competitivo”.

Quando questionada sobre o bullying ser algo mais praticado por meninas ou meninos, foi respondido que com o empoderamento que as mulheres vêm tendo, as cobranças também aumentam, resultando em uma competitividade não-saudável, que pode gerar a agressividade, então, mediante este cenário, pode-se dizer que ele vem sendo praticado por todos os sexos de forma igualitária.

Como solucionar?

A professora Ana Lucia sugere algumas formas não só para solucionar, mas também para evitar que a criança se torne uma agressora, tais como: estimular e empatia, ensinar educação solidária, não tentar negar a realidade e buscar ajuda, dialogar para tentar entender o que está acontecendo, expor a reprovação sem recriminação, julgamento ou violência e buscar estratégias com a escola.

“SAL é a solução para o bullying. É preciso Segurança, Amor e Limite. No fim, todos precisam de ajuda, tanto os que sofrem o bullying quanto os que o praticam”, finaliza.

Como forma de um trabalho completo em todo âmbito socioeducativo, o CADES disponibiliza para a escola a psicóloga Audevânia, que fica duas vezes por semana na EMEF, e toda uma equipe que atua de forma total, auxiliando também em encaminhamentos para fonoaudiólogas, clínicas de tratamentos psicológicos e psiquiátricos.

Além disso, com as atividades físicas do Projeto Tênis Para Todos Paraisópolis que conta com o patrocínio do Banco Itaú e Cavan e que já está no sexto ano de existência pela Lei de Incentivo ao Esporte, eles aprendem a compartilhar, ganhar, perder e, principalmente, respeitar os colegas e adversários nos jogos. Tudo isso não fica só não quadra, mas passa a fazer parte do dia a dia, nas relações

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Mais informações podem ser conferidas em https://www.institutocades.org.br/rede-de-protecao-social

Câmara Legislativa vai ao Guará celebrar os 55 anos da cidade

Na próxima segunda-feira (13), por iniciativa da deputada Dayse Amarilio (PSB), a CLDF realizará solenidade na Administração da cidade para comemorar o 55º aniversário do Guará

A homenagem é de autoria da deputada Dayse Amarilio

A Região Administrativa do Guará (RA-X) completou 55 anos nesta semana (5). Para homenagear a data e os moradores que ajudaram a construir a história da cidade, a deputada distrital Dayse Amarilio (PSB) realizará uma sessão solene na próxima segunda-feira (13), às 19h, na Administração da cidade. A parlamentar é moradora da região e autointitulada “Guaraense Raiz”.

“O Guará é meu lugar! Aqui finquei raízes, criei laços e é onde me reconheço. Uma cidade pujante, cheia de vida e de histórias, uma região que precisa e merece todo cuidado e atenção. Por isso, como parlamentar do Guará, nada mais justo do que homenagear meu lugar no mundo, homenagear o Guará e nossa gente”, diz Dayse.

Foram convidados para a solenidade o administrador do Guará, Artur Nogueira; o deputado Federal Gilvan Máximo (Republicanos); além de representantes da educação, cultura, esporte e segurança da região. Após a solenidade serão entregues moções de louvor para personalidades locais.

Investimento na região

Moradora do Guará há décadas, Dayse Amarilio chegou na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) disposta a apoiar a cidade e a atender demandas antigas da população. Em pouco mais de um ano, a distrital já investiu em áreas diversas na cidade, como saúde, educação, cultura, infraestrutura, urbanização e segurança. Nesse período, destinou R$ 21 milhões para melhorias no Guará.

“Como deputada distrital, posso fazer mais por minha cidade e tenho feito, como a reforma da biblioteca do Centrão; a construção de um auditório para o Centro Interescolar de Línguas, o Cilg; a luta para retirar o Teatro de Arena da concessão do Cave; o apoio a projetos como o Festival do Guará e Esporte na Melhor Idade; a destinação de recursos para a construção de uma ciclovia que liga as QEs 38 a 52; a destinação de R$ 1,5 milhão para transformar o Guará em “Cidade Luz”, com iluminação de LED; benfeitorias em inúmeras unidades de saúde e ensino da cidade”, listou Dayse.

Segundo a parlamentar, tudo isso é uma forma de devolver ao Guará tudo que a cidade pôde proporcionar para ela e sua família. Acrescenta que quer “continuar a escrever, junto com a comunidade, essa bela história de amor e pertencimento”, conclui.

História do Guará 

Apesar de Brasília ainda ser uma cidade jovem em 1967, o problema da falta de moradias para os funcionários públicos já começava a despontar. Foi então que um grupo de funcionários da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) – comandados pelo presidente da empresa, o engenheiro Rogério de Freitas Cunha – resolveu construir suas próprias casas em regime de mutirão. Para tanto, ocuparam um local próximo ao Córrego Guará, distante 11 quilômetros do Plano Piloto.

No dia 21 de abril de 1969 foi inaugurado o primeiro trecho com 800 casas, chamado de Setor Residencial de Indústria e Abastecimento (SRIA). A primeira quadra concluída foi a QI 05. Mas a inauguração oficial da nova cidade ocorreu apenas em 5 de maio daquele ano.

O nome Guará homenageia o córrego que atravessava a região. A palavra vem do tupi “auará”, que significa “vermelho”. O lobo-guará, muito comum no cerrado e que deu o nome ao rio, é chamado assim em razão da sua cor avermelhada.

Atualmente, o Guará é uma das Regiões Administrativas (RAs) do Distrito Federal com a maior renda per capita. Próximo ao Setor de Indústrias (SIA), transformou-se em uma das áreas mais valorizadas do DF, já que está no eixo entre o núcleo do poder e as outras regiões administrativas.

Famosa pela sua Feira e pelo típico sanduíche “bomba”, a localidade conserva características de cidade do interior e oferece ótimo padrão de serviços públicos. Hoje, o Guará continua se expandindo com novos condomínios verticais.

Serviço: 
Sessão Solene em Homenagem aos 55 anos do Guará
Data: 13/05/2024
Horário: 19h
Local: administração da cidade

Agência CLDF, com informações da assessoria de Dayse Amarilio