Categoria: Brasilia

Lei Paulo Gustavo apoia o resgate da memória dos 65 anos de Brasília 

Diversos projetos que buscam a preservação da história da capital são financiados pela legislação, que é o maior investimento em cultura já feito no país

A Lei Paulo Gustavo (LPG) é o maior investimento já feito na cultura em todo o país. No Distrito Federal, projetos em diferentes linguagens artísticas são financiados pela lei, que fortalece o setor que é tão importante para a construção da identidade da capital da República, que completa 65 anos de existência, em 21 de abril. Nessa grande festa, LPG-DF também está presente. 

No audiovisual, um dos projetos que celebram a cidade e que são fomentados pela legislação é o “As Filhas do Brasil”, curta-metragem ficcional baseado em fatos reais. A obra reflete sobre o papel indispensável das mulheres trabalhadoras da Vila Amaury na construção de Brasília e dos candangos, que foram relegados a morar longe do centro do poder, nas cidades satélites, mesmo sendo os principais responsáveis pela concretização do sonho da nova capital. 

A proponente Marianna Graf conta que o filme  é um convite ao reconhecimento desses personagens como seres humanos com desejos, medos e sonhos. Ao retratar mulheres pioneiras como protagonistas e abordar temas pouco conhecidos pela população, a obra resgata memórias apagadas pela história oficial e provoca a reflexão sobre o passado. 

“O apoio da LPG foi essencial – sem ele, o projeto não existiria. Como alguém sem conexões no mercado audiovisual de Brasília, essa oportunidade foi decisiva para transformar minhas ideias em realidade, permitindo que eu desse meus primeiros passos no cenário cultural e expressasse minha visão criativa”, afirma Marianna. O curta-metragem tem previsão de estreia em julho, em parceria com o Museu Vivo da Memória Candanga. A obra será exibida gratuitamente no Instituto Federal de Brasília (IFB) do Recanto das Emas e no Jovem de Expressão, em Ceilândia. 

O “Álbum de recordação BSB: memórias e valores do DF” é outra iniciativa que mergulha nos primórdios de Brasília. Trata-se de um projeto de pesquisa voltado ao registro do patrimônio material e imaterial do DF, por meio de revisão de literatura para identificar estudos sobre bens históricos, artísticos e arquitetônicos do território. 

A ideia é fazer uma abordagem sobre a memória de Brasília não datada do momento em que ela foi construída como uma capital, mas sim resgatando recordações, memórias e outros artefatos, sejam materiais e imateriais, sobre a cultura e sobre a história de Brasília, do DF e de cidades e populações que já existiam aqui antes da empreitada. 

“A Lei Paulo Gustavo foi essencial para fazermos essa temporada especial sobre o patrimônio material e imaterial do DF. A gente deu o nome da temporada de ‘Álbum de recordação BSB: Memórias e Valores dos DF, porque o próprio edital já veio com essa demanda de fazermos um mapeamento desses patrimônios”, explica a proponente Leyberson Lelli Chaves Pedrosa. Mais informações sobre o projeto serão divulgadas e debatidas no podcast “Dazumana: a Ciência sem Jaleco”, no YouTube. 

Na literatura, a LPG apoia o desenvolvimento e a publicação de um livro de crônicas sobre vivências identitárias e memórias coletivas da geração brasiliense descendente de migrantes nordestinos que chegaram ao Distrito Federal em busca de trabalho e sonhos. A obra é o terceiro livro da escritora Keyane Dias – também proponente do projeto –, originado de textos e pesquisas anteriores sobre o tema.

Lei Paulo Gustavo 

São mais de 3,8 bilhões de reais destinados a projetos culturais por todo o país. No DF, a Lei Paulo Gustavo já destinou 48,1 milhões, administrados pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec). Os recursos são destinados para diversas áreas da cultura, audiovisual, literatura, música, patrimônio e teatro. 

As Filhas do Brasil Foto divulgação

Serviço – LPG/DF

Instagram: @leipaulogustavodf

Site: https://www.leipaulogustavodf.com.br/

Tel: (62) 99612-6143

 e-mail: editais@leipaulogustavodf.com.br

Inside Out – A cara de Brasília

Babel El Seed

Inédito em Brasília – Depois de ganhar o Prêmio TED, de apoio a projetos globais de grande impacto, em 2011, o artista francês JR lançou o Projeto Inside Out, uma plataforma participativa que ajuda indivíduos e comunidades a transmitirem uma mensagem por meio de retratos em preto e branco em grande escala colados como lambe-lambe em espaços públicos de mais de uma centena de países ao redor do mundo. Nesta quarta-feira, 23 de abril, das 14h às 20h, será a vez de fotografar os brasilienses que quiserem fazer parte do mural interativo com 200 fotos que ficará em exibição até julho de 2025 como parte da mostra “Frequências Urbanas – uma voz única no diálogo coletivo”, na Caixa Cultural Brasília. 

JR exibe livremente nas ruas do mundo, capturando a atenção de todos, incluindo aqueles que não costumam frequentar museus. Sua prática artística torna visíveis os anônimos colando seus retratos no espaço público, desde as favelas brasileiras até as ruas de Nova York e Istambul. Essas instalações feitas na ação em grupo são documentadas e compartilhadas online.Em Brasília, as fotos serão feitas gratuitamente no estacionamento da Caixa Cultural (Setor Bancário Sul), sem agendamento e ficarão expostas na área externa do referido espaço cultural. O mural do Inside Out Project e a exposição “Frequências Urbanas” têm visitação gratuita e reúne artistas nacionais e internacionais que retratam a essência da arte urbana, também conhecida como street art, que se consolidou como uma das principais formas de expressão visual no mundo. É neste contexto de celebração que a mostra reunirá obras de artistas renomados de diversas culturas – brasileira, francesa, congolesa, tunisiana, norte americana – com o objetivo de proporcionar um intercâmbio cultural e artístico de grande impacto ao público. Nomes como: Cripta Djan, Circle, Kouka, Rero, Luísa Pimenta, Kássia Borges, El Seed estão na mostra. Parte desses artistas dividiram um ateliê, o Vilarejo 21, no Altiplano Leste (DF), e produziram obras inéditas que vão fazer parte da mostra.  

SERVIÇO

Fotos: Inside Out Project em Brasília

Quarta, 23/4, das 14h às 20h, no estacionamento da Caixa Cultural Brasília

Frequências Urbanas – Uma voz única no diálogo coletivo

Exposição internacional de arte urbana

CAIXA Cultural Brasília: Setor Bancário Sul – Quadra 4, Lotes 3/4 – Brasília-DF

Abertura: 23/04/2025 às 19h

Temporada: de 24/04 a 20/07/2025

Horário: De terça a domingo, das 9h às 21h

Acessibilidade: A exposição terá como medida de acessibilidade áudio-descrição para todas as obras

Classificação indicativa: Livre

Entrada gratuita

FLISOL-DF 2025: Brasília sedia a 21ª edição do maior festival de Software Livre da América Latina

No dia 26 de abril de 2025, o Distrito Federal será palco de mais uma edição do Festival Latino-americano de Instalação de Software Livre (FLISOL), que chega à sua 21ª realização na capital. O evento acontecerá no Centro Universitário Estácio (Taguatinga Sul), das 8h às 18h, com entrada gratuita.

Foto divulgação

Reconhecido como o maior evento de divulgação de Software Livre da América Latina  e considerado o mais amplo festival colaborativo descentralizado do mundo,  o FLISOL promove a cultura do conhecimento aberto, da colaboração tecnológica e da cidadania digital. Realizado simultaneamente em diversos países da América Latina, o festival conecta desenvolvedores, usuários, entusiastas e educadores, em torno de uma proposta comum: compartilhar, aprender e transformar por meio da tecnologia livre.

A edição de 2025 contará com uma agenda robusta de palestras, minicursos, oficinas e o tradicional Install Fest — uma maratona de instalação de distribuições GNU/Linux como Ubuntu, Debian, Fedora e outras. Também estarão disponíveis softwares livres para quem deseja experimentar as ferramentas sem trocar de sistema operacional, como LibreOffice, Gimp, Firefox e Inkscape.

Segundo a professora Josyane Lannes, coordenadora do curso de TI da Estácio,além do conteúdo técnico, o evento se posiciona como espaço para networking, formação de parcerias e desenvolvimento de novas competências tecnológicas, com destaque para a participação ativa da comunidade — incluindo estudantes, profissionais da área de TI, educadores, pesquisadores, makers e curiosos.

Interessados podem se inscrever gratuitamente como participantes, palestrantes, instrutores, colaboradores ou ainda integrar a organização. Empresas, instituições e profissionais também podem apoiar o evento como patrocinadores, com possibilidade de visibilidade da marca em materiais gráficos, brindes, espaços para estandes e muito mais.

A expectativa é de um público superior a mil participantes, com caravanas vindas de outros estados e, conforme o apoio financeiro, presença de palestrantes renomados nacionais e internacionais.

Totalmente gratuito, o FLISOL-DF 2025 é realizado por uma rede de voluntários que se dedicam a promover o acesso aberto ao conhecimento. Sem financiamento institucional, a organização busca parcerias para garantir infraestrutura, materiais de divulgação, brindes, transporte e demais recursos necessários à realização do festival.

*Para mais informações,* inscrições e apoio, acesse:” https://flisoldf.blog.br/

Contato com a organização:

Henderson Matsuura – (61) 9.9977-0522

Jeann Cavalcante – (61) 9.8401-5749

E-mail: contato@flisoldf.blog.br

Porão do Rock anuncia novas atração internacional e bandas nacionais; confira o line-up

Velvet Chains 

Festival acontece nos dias 23 e 24 de maio na Arena BRB

O tradicional Porão do Rock revelou mais uma parte do seu aguardado line-up. Entre os nomes confirmados, o grande destaque internacional fica por conta da banda Velvet Chains, dos Estados Unidos. Com um som que mistura hard rock e grunge, o grupo vem conquistando espaço na cena e promete um show enérgico no festival, que acontece nos dias 23 e 24 de maio, na Arena BRB, em Brasília.

Além da atração internacional, a nova leva de anunciados traz veteranos e novos nomes do rock nacional. Entre eles, está o Little Quail & Mad Birds, um dos ícones do rock brasiliense. Também integram a lista as bandas Lupa, Trampa, Bay Side Kings, Adorável Clichê, Cassino Supernova, César Degraff e Guizão, garantindo diversidade de estilos e propostas musicais.

Segundo Gustavo Sá, organizador do evento, a seleção reflete o compromisso do festival em trazer um mix de sonoridades. “O Porão sempre buscou esse equilíbrio entre tradição e novidade. Ter o Velvet Chains no line-up reforça nosso caráter internacional e a conexão com o público que curte rock em alto nível. E, claro, não deixamos de lado a cena nacional, que segue forte e pulsante”, afirma.

Com essas adições, o Porão do Rock 2025 reforça sua tradição de apostar em uma programação que une artistas consolidados e novas promessas da música independente. Mais novidades sobre o festival devem ser divulgadas nas próximas semanas.

Os ingressos já estão disponíveis no site Digital Ingressos, e custam a partir de R$150 (meia-entrada). O Porão do Rock é um dos festivais mais tradicionais do Brasil e segue fortalecendo a cena do rock independente e mainstream. 

Line-up do festival:

23/05 (sexta feira):

Sepultura

Raimundos

CPM 22

Dead Fish

Pense 

Fin Del Mundo

Black Pantera

DFC

Velvet Chains 

Little Quali

Bay Side

24/05 (Sábado)

Stone Temple Pilots

Baianasystem

Terno Rei

Matanza Ritual
Menores Atos

The Monic

Lupa

Trampa

Adorável Clichê

Cassino Supernova 

Cezar Degraf

Guizão

Sobre o Porão do Rock

Com uma trajetória marcada pela valorização da música e cultura, o Porão do Rock se firmou como um dos maiores festivais do Brasil. Desde sua fundação, já recebeu grandes nomes internacionais, como The Hives, Suicidal Tendencies, Muse e agora o Stone Temple Pilots, além de inúmeros artistas que se tornaram referência no cenário musical. Em 2025, o festival reafirma seu compromisso com a inovação e com a nova geração, trazendo o melhor do rock, com uma estrutura moderna e experiências memoráveis.

Serviço:

Data: 23 e 24 de maio de 2025

Local: Estacionamento da Arena BRB – Brasília

Ingressos: Disponíveis no https://poraodorock.digitalingressos.com.br/porao-do-rock-brasilia

Classificação: 18 anos

Ingressos – 1º lote

Pista (1 dia)

• Meia-entrada: R$ 150

• Solidário: R$ 180

• Inteira: R$ 300

Camarote (1 dia)

• Meia-entrada: R$ 250

• Solidário: R$ 300

• Inteira: R$ 500

Passaporte (2 dias)

• Meia-entrada: R$ 250

• Solidário: R$ 300

• Inteira: R$ 500

Passaporte camarote (2 dias)

• Meia-entrada: R$ 450

• Solidário: R$ 540

• Inteira: R$ 900

Festival Brasil Sabor chega em sua 19ª edição 

Com o tema “celebração da cozinha brasileira” festival promovido pela Abrasel, acontece de 15 de maio a 1 de junho em todo o país

As inscrições para a 19ª edição do Brasil Sabor vão até 25 de abril. O festival, promovido pela Abrasel, é uma vitrine estratégica para bares e restaurantes que desejam impulsionar seus negócios e atrair novos clientes. Neste ano, o evento acontece entre 15 de maio e 1º de junho, reunindo estabelecimentos de diversas regiões para valorizar a diversidade da culinária nacional e estimular o setor gastronômico. No Distrito Federal, podem participar associados e não associados e as inscrições podem ser feitas diretamente na Abrasel pelos telefones (61) 99994-9744 e (61) 99323-0139

Com quase duas décadas de tradição, o Brasil Sabor se consolidou como um dos principais festivais do segmento, proporcionando aos participantes um aumento no fluxo de clientes e fortalecendo suas marcas no mercado. Além disso, a iniciativa fomenta a inovação nos cardápios, incentivando os estabelecimentos a explorarem novos sabores e experiências gastronômicas diferenciadas. 

Como funciona

Os estabelecimentos inscritos desenvolvem um prato exclusivo para o festival, inspirado nos ingredientes e tradições da gastronomia local. Durante o período do evento, o público tem a oportunidade de experimentar essas criações a preços promocionais, o que amplia o acesso e incentiva a experimentação de novos sabores. Nessa edição, os pratos especiais terão preços promocionais de R$39, R$59, R$79 e R$99, ficando a critério do estabelecimento escolher o valor adequado. Os pratos estarão disponíveis tanto no salão quanto por delivery e take away (para levar), adaptando-se às preferências dos consumidores e ampliando seu alcance. 

 Vantagens para os negócios participantes 

 Em 2024, o Brasil Sabor reuniu mais de 740 restaurantes distribuídos em 79 cidades e 18 estados, consolidando-se como um dos maiores festivais gastronômicos do país. O evento já faz parte do calendário do setor e tem se mostrado uma ferramenta eficaz para impulsionar negócios, gerar visibilidade e atrair novos clientes. 

 Além da exposição nacional proporcionada pelo festival, os participantes aproveitam a oportunidade para reforçar sua identidade gastronômica e estreitar o relacionamento com o público. Segundo Rosane Carvalho, presidente do Conselho de Administração da Abrasel, o evento vai além da simples participação e pode ser um diferencial estratégico para os estabelecimentos. “O Brasil Sabor é uma oportunidade para inovar no cardápio, testar novos sabores e fortalecer o relacionamento com o público. O festival cria um ambiente favorável para impulsionar os negócios e gerar novas oportunidades”, destaca. 

Serviço: 

19ª edição do Brasil Sabor 

15 de maio a 1 de junho 

Realização no DF: Oliveira empreendimentos culturais

Patrocinador regional:  Coca Cola Zero Açucar

Apoio: Abrasel e Sebrae DF

@abrasel_df

Patrocínio nacional: Ambev 

Mais informações em: https://www.brasilsabor.com.br/

Instagram: @festivalbrasilsabor

3º Prêmio WEB do Teatro do DF abre votação popular para escolha dos melhores espetáculos em 11 categorias

A organização do 3º Prêmio WEB do Teatro do DF informa que já está aberta a votação popular para escolher os melhores espetáculos, iniciativas, montagens e ações ligadas às artes cênicas do Distrito Federal realizadas nos anos de 2022, 2023 e 2024. Esta edição recebeu inscrições de mais de 120 projetos e espetáculos que concorrem em 11 categorias. Para votar, o público deve acessar o formulário online e selecionar seus favoritos. O anúncio dos vencedores acontece no dia 7 de maio, às 19h, no Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul.

Os espetáculos e projetos inscritos no 3º Prêmio WEB do Teatro do DF concorrem a prêmios em 11 categorias: Espetáculo Adulto (44 participantes); Espetáculo Infanto-Juvenil (4); Espetáculo Primeira Infância (2); Espetáculo Musical (3); Espetáculo Solo/Monólogo (11); Espetáculo de Rua e Espaço Alternativo (7); Espetáculo de Formas Animadas (Sombras e/ou Bonecos) (3); Montagem Universitária (8); Montagem Livre (Teatro de Escola, Escola de Teatro ou Curso Livre) (4); Espetáculo Local em Circulação Nacional e Internacional (14); e Projetos ou Iniciativas (17). O 3º Prêmio WEB de Teatro do DF é realizado pelo Grupo Tripé e tem o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).

Nesta edição, todos os projetos inscritos integrarão uma publicação coordenada pela professora Fabiana Marroni. A professora conta com um grupo de pesquisa criado pelo Grupo Tripé em parceria com o Instituto de Artes da UnB. A equipe é formada pelos seus co-fundadores Ana Quintas e Gustavo Haeser, além dos pesquisadores Ander Keller, Anna Uchôa, Isadora Lima, Jebs Vicente e Likidah Ferreira, selecionados via convocatória pública.

Sobre o prêmio

Em sua terceira edição, o Prêmio Web de Teatro do DF teve 120 participantes nas edições anteriores, distribuindo mais de 50 premiações. São espetáculos que levaram mais de 100 mil espectadores a teatros e espaços dedicados às artes cênicas e circularam por mais de 50 cidades ao redor do planeta. Além dos prêmios, já ofereceu 11 homenagens a personagens do teatro de Brasília, como Alexandre Ribondi, Hugo Rodas e Iara Pietricovsky.

O projeto Prêmio Web de Teatro do DF nasceu do desejo do Grupo Tripé em colaborar com a memória, a preservação e a valorização da produção cênica e de seus artistas, técnicos e fazedores do Distrito Federal. Além de reconhecer e valorizar os artistas locais de maneira democrática e popular, promover o teatro em ambientes virtuais e incentivar a participação e engajamento do público, o projeto conta com seu aspecto de mapeamento, onde os dados das produções são utilizados para a geração de dados e indicadores sobre a classe artística e seus projetos. Idealizado durante o ano de 2018, foi criado com o intuito de criar novas narrativas acerca do teatro produzido no Distrito Federal e novos entendimentos quanto ao panorama cênico da cidade, gerando assim novas inquietações, questionamentos e crises – terrenos frutíferos para o surgimento de novas ideias que enriqueçam a cadeia cultural, que fortaleçam a classe artística, que a reafirmam como componente de uma economia criativa que deve ser preservada e incentivada.

Foto divulgação

Serviço

Votação aberta para o 3º Prêmio WEB do Teatro do DF

Até | 7 de maio 

Voto online | https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdEX16e5y1iMqoX7BL23wEqQa-fbWbRQdl1V0-g05klnRO9IQ/viewform

Instagram | @grupotripe

Informações | https://www.grupotripe.com/

Contato | emaildotripe@gmail.com

Realização | Grupo Tripé

Patrocínio | Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF)

Casapark 25 anos

Michell Lott para falar de “Os sinais do novo | os destaques de Milão em 2025” no Casapark Prime Talks

Foto divulgação

Estão abertas as inscrições para “Os sinais do novo | os destaques de Milão em 2025” com o diretor criativo e pesquisador de tendências Michell Lott para o Casapark Prime Talks.   Depois de visitar a última edição do Salão do Móvel de Milão e os eventos paralelos que aconteceram de 8 a 13 de abril, Lott apresentará um panorama sobre as novidades no modo de fazer, o uso de materiais, os temas escolhidos e quem são os designers que estão despontando e porque é importante ficar de olho neles. O Casapark Prime Talks com Michel Lott acontece no dia 24 de abril, às 10h, no CineSystem CAIXA Casapark. Voltado principalmente para arquitetos e designers de interiores, as inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo Sympla https://www.sympla.com.br/evento/casapark-prime-talks-os-sinais-do-novo-os-destaques-de-milao-em-2025-com-michell-lott/2918591. As vagas são limitadas a 200 lugares. Para acompanhar a programação, acesse @casaparkprime e @casapark.

 

Mineiro baseado em São Paulo, Michell Lott é conhecido por suas produções majestosas, imersivas, coloridas e lúdicas que materializam o espírito do tempo em imagens marcantes – seja para campanhas e editoriais, instalações junto a marcas de diversos segmentos e impactantes publis compartilhadas em seu Instagram. Jornalista de formação, se apaixonou pelo universo visual e, hoje, atua como cenógrafo, diretor criativo, curador de design, criador multidisciplinar, como consultor de cores e pesquisador de tendências.

Serviço:

Casapark Prime Talks

Talk | Os sinais do novo | os destaques de Milão em 2025

Com | Michell Lott  

Quando | 24/04, às 10h

Onde | CineSystem CAIXA Casapark

              Sala 2

Sympla | https://www.sympla.com.br/evento/casapark-prime-talks-os-sinais-do-novo-os-destaques-de-milao-em-2025-com-michell-lott/2918591

Inscrições | Gratuitas 

Instagram | @casaparkprime e @casapark

LINGUAGENS VISUAIS DO MUNDO SE ENCONTRAM NA EXPOSIÇÃO FREQUÊNCIAS URBANAS

Após 10 anos da bem-sucedida mostra ‘Street Art – Um Panorama Urbano‘, a CAIXA Cultural revisita a cena global da arte urbana conectando artistas internacionais e brasileiros em um espaço de intercâmbio e de reflexão, agora com o projeto intitulado ‘Frequências Urbanas – uma voz única no diálogo coletivo’, em exposição de abril a julho de 2025 na CAIXA Cultural Brasília.

Também conhecida como street art, a arte urbana se consolidou como uma das principais formas de expressão visual no mundo. É neste contexto de celebração que a mostra reunirá obras de artistas renomados de diversas culturas – brasileira, francesa, congolesa, tunisiana, norte americana – com o objetivo de proporcionar um intercâmbio cultural e artístico de grande impacto ao público.

“A exposição Frequências Urbanas se posiciona como uma encruzilhada vibrante na qual artistas de diversas origens e com múltiplas raízes se encontram para celebrar a essência da arte urbana. Esse movimento, tanto local quanto global, reflete uma cultura em constante evolução, com cada artista trazendo sua voz única enquanto participa de um diálogo coletivo”, resume RERO, curador e artista da exposição. 

Ele diz que embora ancorados em seu território, os artistas em exposição na mostra inspiram-se em movimentos artísticos globais que permite entender melhor as questões urgentes como as mudanças climáticas, o resgate da ancestralidade e a desigualdade social.

Frequências Urbanas destaca essa dualidade, reunindo obras que refletem particularidades culturais ao mesmo tempo em que exploram temas universais como identidade, resistência e esperança. Ao construir pontes entre tradições locais e tendências contemporâneas, os artistas conseguem estabelecer uma conexão profunda com seu público, promovendo assim um intercâmbio cultural enriquecedor e uma conscientização compartilhada.

A mostra se propõe a renovar a experiência exitosa do projeto ‘Street Art’, quando foram exibidas obras de renome internacional como Banksy e JeF Aerosol, que alcançaram grande sucesso de público e de mídia. 

“Agora, Frequências Urbanas traz novos nomes para expandir o impacto da arte urbana no Brasil, visando ainda o fortalecimento da relação entre artistas estrangeiros e brasileiros e trocas culturais, em especial a relação entre Brasil e França, que celebram neste ano de 2025 uma parceria de promoção cultural entre os dois países’, diz Luiz Prado, curador e produtor da exposição.

A exposição reflete ainda a diversidade cultural de Brasília, cidade ‘com gente de todas as partes do Brasil e do mundo’, no mês em que a capital federal – um dos mais importantes conjuntos urbanísticos-arquitetônicos do País – completa 65 anos de sua inauguração, em 21 de abril.

“Inauguramos a exposição na semana de aniversário da cidade, convidando o público a ser fotografado pelo projeto Inside Out do artista francês JR, participando assim da confecção de um mural de mais de 150 m² que ficará em exposição na CAIXA Cultural mostrando a diversidade, a mistura e as diferenças múltiplas que formaram a população de Brasília”, diz Prado.

A ação do Inside Out está prevista para o dia 23 de abril, antes da abertura da mostra, das 14h às 20h, no estacionamento da CAIXA Cultural, quando os interessados em participar do projeto serão fotografados – em um caminhão-estúdio que estará no local -, para a criação interativa do painel a ser exibido nos muros do entorno do centro cultural.

“Frequências Urbanas não é apenas uma exposição, mas uma manifestação da alma urbana e humana, uma exploração das múltiplas vozes que compõem a paisagem artística atual esteja ela dentro ou fora da galeria”, completa o curador da mostra. Estarão em exibição na exposição Frequências Urbanas as obras dos seguintes artistas e coletivos:

CRIPTA

@criptadjan

Cripta Djan é pixador, artista, ativista e documentarista que tem a pixação como eixo central de sua trajetória nos espaços urbanos. Sua atuação representa e reivindica a figura do pixador nos campos político, acadêmico, artístico e cinematográfico.

Seu trabalho transita entre o desenho e a escrita, a forma e a contra forma, o legível e o ilegível, o certo e o errado. Começou sua história nas ruas de Itapevi, na Grande São Paulo, e hoje tem seu trabalho reconhecido internacionalmente, levando a linguagem da pixaçãopara centros de arte contemporânea ao redor do mundo

CYRCLE

CYRCLE é um coletivo formado pelos artistas americanos David Leavitt e David Torres, de Los Angeles, Califórnia (EUA). Suas obras enfatizam a vida, a dualidade e a condição humana compartilhada com a contemplação estética da forma, tipo de letra e cor.

A dupla trabalha em diversas mídias, desde a investigação da forma até o incentivo à participação, os desafios do CYRCLE e, ao mesmo tempo, abrangem todo o continuum do que é arte.

KOUKA

@kouka_ntadi

Pintor franco-congolês, Kouka Ntadi é nascido em Paris, em 1981, neto do pintor expressionista Francis Gruber. O artista confronta suas origens, tanto em suas telas quanto na rua. Explorando diferentes formas de retrato, ele desenvolve seus temas de pesquisa em torno da essência do Homem e da identidade.

Sua pintura brinca com os códigos do grafite para melhor tocar o cerne da pesquisa sobre o estatuto da imagem. Desde seus famosos “Guerreiros Bantu”, sua primeira marca urbana, ele tem nos lembrado constantemente que o espaço público, assim como o mundo, não pertence a ninguém.

RERO

@rerostudio

Na intersecção de práticas urbanas, land art e criação conceitual inspirada por Duchamp, Debord e, claro, Roland Barthes, Rero questiona a retórica da imagem e sua “cadeia flutuante de significados”. 

As obras de arte intrigantes e luminosas do artista, infundidas com um senso moderno e transgressivo de poesia, suas instalações inovadoras e descomunais se espalharam pelo mundo. Para Rero, “a arte é um sistema de alarme que busca despertar o músculo atrofiado da sensibilidade coletiva”, escreveu o crítico de arte Achille Bonito Oliva.

LUÍSA PIMENTA

@luisa_pimenta

Artista carioca de 18 anos, Luísa Pimenta é um jovem talento e grande promessa do cenário artístico atual. Ela se nutriu da efervescência da cena do grafiti de rua nos EUA, transformando todas as influências e pluralidades da arte urbana norte-americana em traços marcantes que se misturam com suas raízes brasileiras.

Suas obras são uma verdadeira janela para sua alma. Com expressões viscerais, traços firmes e impactantes, Luísa compartilha seus afetos e percepções do mundo de forma autêntica e repleta de sensibilidade, se comunicando com o espectador de forma intensa e tocante.

KASSIA BORGES

@kassiaborgess

Kássia Borges Karajá é artista visual, pesquisadora, professora e curadora. Pesquisa principalmente questões em torno da mulher e da ancestralidade. Partindo dos conhecimentos da tradicional cerâmica Karajá, se debruça, sobretudo, no barro para suas criações contemporâneas. 

Além de sua investigação em cerâmica, é membro também do coletivo MAHKU (Movimento dos artistas Huni Kuin), destaque na 60ª edição da Bienal de Veneza, com participação em salões e exposições em instituições nacionais e internacionais. 

EL SEED

@elseed

EL Seed é um artista que combina pintura e escultura para criar uma linguagem visual única, inspirada na tradição da caligrafia e na pulsação da arte urbana. Seu trabalho se destaca por camadas intrincadas de cores, símbolos e letras, que expressam mensagens universais sobre coexistência, paz e liberdade.

A identidade, a herança cultural e o desejo humano por conexão e pertencimento são temas que atravessam sua obra. Por meio de sua arte, EL Seed dá visibilidade às comunidades com as quais se relaciona, utilizando a linguagem como ponte para o diálogo e a construção de um senso de coletividade.

INSIDE OUT PROJECT – JR

@insideoutproject @jr

Depois de ganhar o Prêmio TED, em 2011, o artista francês JR lançou o Projeto Inside Out, em exibição na mostra. O artista criou uma plataforma participativa que ajuda indivíduos e comunidades a transmitirem uma mensagem por meio de retratos em preto e branco em grande escala colados como lambe-lambe em espaços públicos. 

JR exibe livremente nas ruas do mundo, capturando a atenção de todos, incluindo aqueles que não costumam frequentar museus. Sua prática artística torna visíveis os anônimos colando seus retratos no espaço público, desde as favelas brasileiras até as ruas de Nova York e Istambul. Essas instalações feitas na ação em grupo são documentadas e compartilhadas online.


Mostra na Caixa Cultural Brasília apresenta exposição com artistas nacionais e internacionais que retratam e celebram a essência da arte urbana

SERVIÇO

Frequências Urbanas – Uma voz única no diálogo coletivo

Exposição internacional de arte urbana

CAIXA     Cultural Brasília: Setor Bancário Sul – Quadra 4, Lotes 3/4 – Brasília-DF

Abertura: 23/04/2025 às 19h

Temporada: de 24/04 a 20/07/2025

Horário: De terça a domingo, das 9h às 21h

Acessibilidade: A exposição terá como medida de acessibilidade áudio-descrição para todas as obras

Classificação indicativa: Livre

Entrada gratuita

Capital Moto Week celebra 65 anos de Brasília como a capital da moto e do rock

Conexão histórica entre o festival e a cidade se revela no maior passeio motociclístico a céu aberto do mundo, que acontece anualmente no último dia do CMW

Brasília, a jovem capital do país, comemora 65 anos nesta segunda-feira (21), reafirmando sua grandiosidade e modernidade. Você pode se perguntar o que este “quadradinho”, no centro do mapa tem em comum, além do nome, com o Capital Moto Week, o maior festival de motos e rocks da América Latina? Prepare-se porque a resposta pode te surpreender!

Com seus traços ousados, que desenham no cerrado um cenário futurista e icônico, Brasília é símbolo da inovação e do espírito visionário do país. Qualquer semelhança com o DNA do CMW não é coincidência! O festival nasceu há mais de 20 anos, na vanguarda do segmento, para celebrar a conexão entre culturas, países e gerações em torno da paixão pelas motos e pelo rock. A Cidade da Moto, construída com suas curvas e retas em um complexo de 320 mil m², já recebeu mais de 7 milhões de visitantes e artistas de todo o mundo em busca de experiências recheadas de liberdade, emoção e aventura.

“A cidade está sempre de braços abertos para o nosso público, que vem de diversos estados e países e tem a oportunidade de conhecer Brasília sob uma ótica diferente: sob duas rodas. O CMW também tem esta função, ajudar a formar novos olhares sobre nossa Capital e ajudar a colocar Brasília entre os grandes eventos e centros de entretenimento do país”, afirma Pedro Franco, CEO do Capital Moto Week.

Neste ano, a expectativa é receber, de 24 de julho a 2 de agosto, mais de 800 mil pessoas, 300 mil motos e 1.800 motoclubes. Entre roncos de motores e muito rock-and-roll, o público do festival aproveita a estadia para apreciar os projetos visionários de Oscar Niemeyer e Lúcio Costa, ícones da arquitetura e da modernidade. Para se ter ideia do impacto positivo, o CMW movimenta mais de R$ 62 milhões no turismo, gastronomia e hotelaria da região, além de gerar 17 mil postos de trabalho diretos e indiretos.

A conexão entre o festival e a Capital também se reflete no maior passeio motociclístico a céu aberto do mundo, que acontece anualmente no último dia do evento. Em 2024, 42 mil motociclistas percorreram 60 km pelas avenidas icônicas da cidade, sentindo o espírito de liberdade e o vento no rosto. A jornada sobre duas rodas começa na Cidade da Moto, passa pelo Eixão Norte e entra no Eixo Monumental, revelando alguns dos principais cartões postais do país: o Congresso Nacional, Palácio do Planalto, Catedral Metropolitana, conhecida por suas colunas curvas e vitrais deslumbrantes, e o Museu Nacional.

O comboio atravessa a Ponte JK, única brasileira na lista das “27 pontes mais bonitas do mundo”, até o Jardim Botânico, que oferece trilhas ecológicas, jardins temáticos e contato com a flora do Cerrado. “O passeio é uma tradição, um marco para o Capital Moto Week e para Brasília. É um verdadeiro convite para o público explorar os traços e as belezas do planalto central, sempre com responsabilidade, consciência e segurança”, ressalta Franco.

São 10 dias de programação, com mais de 100 shows, com cinco palcos temáticos, estandes de marcas nacionais e internacionais, lojas, restaurantes, cinema a céu aberto, e muito mais. Tudo projetado para promover um festival Lixo Zero e oferecer a melhor experiência para os visitantes, com inclusão e acessibilidade. Com mistura de motos e rock ‘n’ roll, o Capital Moto Week é uma homenagem viva à cultura motociclística e à cidade que o acolhe com tanto estilo. Entre conquistas e transformações, a cidade e o CMW reafirmam suas vocações para o novo, para a liberdade e para a conexão entre passado, presente e futuro.

Sobre o Capital Moto Week 2025
De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

Foto divulgação

SERVIÇO
Capital Moto Week 2025
Data: 24 de julho a 02 de agosto de 2025
Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF
Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek
Imprensa: (61) 99987-9915 | (61) 8112-2757 | (61) 8427-2785
Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br

Últimos dias “Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil” no CCBB Brasília

Exposição apresenta mais de 700 itens, entre obras de arte de mais de 200 artistas de todas as regiões do país e documentos e objetos, que dão um panorama da década de 1980 no Brasil 

Termina no dia 27 de abril a grande exposição “Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil” no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília. Com Raphael Fonseca como curador-chefe e Amanda Tavares e Tálisson Melo como curadores-adjuntos, a mostra apresenta cerca de 300 obras de mais de 200 artistas de todas as regiões do país, mostrando um amplo panorama das artes brasileiras na década de 1980. Completam a exposição cerca de 400 elementos da cultura visual da época, como revistas, panfletos, capas de discos e objetos icônicos, ampliando a reflexão sobre o período.

O projeto é patrocinado pela BB Asset, gestora de fundos do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Mário Perrone, diretor comercial e de produtos da BB Asset, destaca que a responsabilidade da gestora vai além da administração de ativos. “Patrocinar a exposição ´Fullgás´ reforça nosso compromisso com o futuro, investindo não apenas em resultados, mas também naquilo que transforma uma sociedade: a cultura e arte. Como a maior gestora de fundos do Brasil, temos a honra de contribuir para a preservação do legado cultural do país, inspirando novas gerações e promovendo um Brasil mais vibrante e consciente da sua rica história e expressão artística. Este é o tipo de investimento que gera valor para todos.”

“’Fullgás’, assim como a música de Marina Lima, deseja que o público tenha contato com uma geração que depositou muito de sua energia existencial não apenas no fazer arte, mas também em novos projetos de país e cidadania. Uma geração que, nesse percurso, foi da intensidade à consciência da efemeridade das coisas, da vida”, afirmam os curadores.  

A exposição está dividida em cinco núcleos conceituais cujos nomes são músicas da década de 1980: “Que país é este” (1987), “Beat acelerado” (1985), “Diversões eletrônicas” (1980), “Pássaros na garganta” (1982) e “O tempo não para” (1988). No pavilhão de vidro haverá obras tridimensionais e vídeos, apresentando um panorama do período para além da pintura. Neste espaço, entre outras, está a obra “Coluna de cinzas” (1987), de Nuno Ramos, e uma instalação com balões do artista paraense radicado no Rio de Janeiro Paulo Paes. Na recepção central, ao lado da bilheteria, uma banca de jornal com revistas, vinis, livros e gibis publicados no período, com fatos marcantes da época, faz o público entrar no clima da exposição.

A mostra aborda o período de forma ampla, entendendo que seus questionamentos e impulsos começaram e terminaram fora do marco temporal de dez anos que tradicionalmente constitui uma década. Desta forma, a exposição abrange o período entre 1978 e 1993, tendo como marcos o final do Ato Institucional n° 5 e o ano posterior ao impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello. “Consideramos para a base de reflexões este arco de quinze anos e todas as suas mudanças estruturais e culturais para pensarmos o Brasil: do fim da ditadura militar ao retorno a uma democracia que, logo na sequência, lidará com o trauma de um impeachment”, contam os curadores, que selecionaram para a exposição obras de artistas cujas trajetórias começaram neste período.

Nas artes visuais, a Geração 80 ficou marcada pela icônica mostra “Como vai você, Geração 80?”, realizada no Parque Lage, em 1984. A exposição no CCBB entende a importância deste evento, trazendo, inclusive, algumas obras que estiveram na mostra, mas ampliando a reflexão. “Queremos mostrar que diversos artistas de fora do eixo Rio-São Paulo também estavam produzindo na época e que outras coisas também aconteceram no mesmo período histórico, como, por exemplo, o ‘Videobrasil’, realizado um ano antes, que destacava a produção de jovens videoartistas do país”, ressaltam os curadores. Desta forma, “Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil” apresenta nomes de destaque, como Adriana Varejão, Beatriz Milhazes, Daniel Senise, Leonilson, Luiz Zerbini, Leda Catunda, entre outros, mas também nomes importantes de todas as regiões do país, como Jorge dos Anjos (MG), Kassia Borges (GO), Sérgio Lucena (PB), Vitória Basaia (MT), Raul Cruz (PR), entre outros.  Para realizar esta ampla pesquisa, a exposição contou, além dos curadores, com um grupo de consultores de diversos estados brasileiros.

Além das obras de arte, a exposição traz, ainda, diversos elementos da cultura visual da década de 1980, como revistas, panfletos, capas de discos e objetos, que fazem parte da formação desta geração. “Mais do que sobre artes visuais, é uma exposição sobre imagem e as obras de arte estão dialogando o tempo inteiro com essa cultura visual, por exemplo, se apropriado dos materiais produzidos pelas revistas, televisões, rádios, outdoors e elementos eletrônicos. Por isso, propomos incorporar esses dados, que quase são comentários na exposição, que vão dialogando com os elementos que estão nas obras de fato”, ressaltam Raphael Fonseca, Amanda Tavares e Tálisson Melo.

O catálogo digital da exposição será disponibilizado no site do CCBB, contendo fotos das obras e textos dos curadores e de autores de diversas regiões do Brasil, que abordam os tópicos centrais da exposição, analisando os diversos aspectos culturais deste recorte histórico.  Depois do CCBB Brasília, onde ficará até o dia 27 de abril de 2025, a mostra seguirá para o CCBB São Paulo e posteriormente para o CCBB Belo Horizonte.

NÚCLEOS TEMÁTICOS

A exposição está dividida em cinco núcleos:

1 – Que país é este” – reflete sobre o fim da ditadura militar e a passagem para a democracia. “Este núcleo traz questões relativas à política e à economia, debates em torno da Constituição, organização civil, variação das moedas, inflação, além de questões relativas à violência, pensando na herança da década de 1970 e da ditadura militar. Todos esses elementos estão colocados de uma maneira que questiona e tenta definir os rumos do país, a ideia de nação através de identidade e território”, contam os curadores. Desta forma, estão neste núcleo movimentos negros, de mulheres, indígenas e seringueiros, além do movimento punk, vinculado a debates políticos e sociais, assim como os debates em torno da Constituição e da redemocratização. Integram este núcleo obras que citam a ditadura e a tortura, como “Sem título” (1982), de Aprígio e Frederico Fonseca, os registros de movimentos sociais feitos pelo fotógrafo paraense Miguel Chikaoka, além de trabalhos de coletivos que começam a ocupar as ruas, algo até então não permitido pela ditadura militar, como o coletivo Manga Rosa. Arthur Bispo do Rosário também está neste núcleo com “Uma obra tão importante que levou 1986 para ser escrita”. O filme “Patriamada”, dirigido por Tizuka Yamasaki, feito durante do processo das Diretas Já, também integra este núcleo, assim como diversos outros trabalhos.

2 –Beat acelerado” – traz obras e artistas que preferiram enfocar na nova aceleração do tempo, nos amores efêmeros, no prazer e na paixão pela cor. “Esse título remete ao corpo, à batida do coração, à empolgação, ao frenesi, e está mais em diálogo com artistas associados à pintura e ao desenho, com a comemoração e a negação da austeridade da arte dos anos 1970, que era vista como muito racional”, afirmam os curadores. Este é o maior núcleo da exposição e tem muitas obras onde a cor desempenha um papel central, como “Com que está a chave do banheiro 10?” (1989), de Beatriz Milhazes, e “Cérebro em stand” (1988), de Leda Catunda, mas também vídeos e esculturas, que trazem a ideia de emoção, como “Hommage aux marriages” (1989), de Marcos Chaves. “É o núcleo da abertura, da possibilidade de viver em um mundo colorido após a saída da ditadura”, contam os curadores. Neste núcleo também estão obras como a camisa “Overgoze” (1981), de Eduardo Kac, na época parte do Movimento de Arte Pornô, e “Dois coqueiros” (1990), de Ciro Cozzolino, entre muitas outras, além de diversos elementos da cultura visual da época.

3 –Diversões eletrônicas” – traz artistas que mergulharam em um futurismo típico do momento histórico no qual a televisão desempenhou papel essencial, assim como as novas invenções tecnológicas e o desejo pela expansão aeroespacial. “É a experimentação no campo da arte a partir do acesso a determinadas mídias eletrônicas e pela expansão das mesmas – computadores, fotografias, videocassetes e walkmans, por exemplo. Há trabalhos que fazem uma experimentação com essa tecnologia e outros que vão representar esses elementos”, contam os curadores. Exemplos disso são as obras “Painel de controle” (1987), de Luiz Hermano, e Carro” (1980), de Jailton Moreira. Há, ainda, pinturas que incorporam a TV, como uma série de trabalhos em xerox, de Alex Vallauri e “Família materialista” (1982), de Cristina Salgado, ou a obra “Caderno Juquinha” (1980), de Lívia Flores, com referências da televisão e do design. Neste núcleo, estão também obras dos artistas baianos Leonardo Celuque – “Rastro de cometa” (1989) – e Jayme Figura – capacete feito de sucata “Sem título” (1980).

4 – Pássaros na garganta” – neste núcleo estão presentes artistas que observavam mais a natureza e as discussões ecológicas do momento, assim como questões relativas à propriedade de terra e às consequências trágicas do capitalismo selvagem. Neste núcleo estão paisagens, como as obras “Lacrima Christie” (1989), de Cristina Canale, “O pranto dos animais II” (1989), de Hélio Melo e “Barranco” (1982), de Jacqmont, mas também trabalhos que alertam para as questões ambiental e indígena. Neste núcleo está a pintura da série “Césio 137” (1986), de Siron Franco, e os estudos para mosaico do Palácio da Cultura de Eliezer Rufino, feitos a partir de uma cultura visual de herança indígena. Há, ainda, a pintura na parede “Sem título” (1980), de Otoni Mesquita. “Esse núcleo vem quase como uma relação sublime sendo resgatada com a natureza, mas no sentido de uma natureza tanto quanto potencial de referência para a produção pictórica quanto de um assombro com as questões ambientais que atravessaram o período e que ganham visibilidade e debate no contexto da ECO 92, com pautas colocando a nossa vulnerabilidade enquanto existência no planeta”, dizem os curadores.

5 – O tempo não para” – quinto e último núcleo da exposição, reflete sobre a passagem do tempo, conectando-se também com o nome da exposição, “Fullgás”, música de Marina Lima. “Este núcleo reúne obras que pensam a respeito da finitude e de como há uma discreta melancolia em todos os elogios ao excesso tão atribuídos a essa geração”, contam os curadores. Integram este núcleo trabalhos como “Mapa a cores” (1987), de Ana Amorim, que aborda sua localização e seus trajetos, “Sem título” (1990), de Fernanda Gomes, que fala da passagem do tempo através de papéis de cigarro acumulados, “As ruas da cidade” (1988), de Leonilson, “Entre céus e ruínas” (1992), de Leila Danziger, além das “Polaroids” (1980), de Fernando Zarif, e do vídeo “O profundo silêncio das coisas mortas” (1988), de Rafael França, entre outras.

SOBRE OS CURADORES

Raphael Fonseca (curador-chefe) nasceu no Rio de Janeiro e vive em Denver, EUA. É pesquisador da interseção entre curadoria, história da arte, crítica e educação. Trabalha como curador de arte moderna e contemporânea latino-americana no Denver Art Museum desde 2021. Curador-chefe da 14ª Bienal do Mercosul, a acontecer em 2025. Curatorial advisor da Prospect.6, em 2024, em New Orleans, Estados Unidos. Foi incluído na lista de 100 pessoas mais influentes das artes visuais globalmente pela revista ArtReview, em 2023. “Raio-que-o-parta”, exposição da qual foi curador-chefe e realizada no SESC 24 de Maio, recebeu os prêmios da Associação Brasileira de Críticos de Arte de melhor curadoria e melhor exposição de 2022. Doutor em Crítica e História da Arte pela UERJ. Recebeu o Prêmio Marcantonio Vilaça de curadoria (2015), o prêmio de curadoria do Centro Cultural São Paulo (2017), recebeu uma bolsa da Andy Warhol Foundation para a exposição “Who tells a tale, adds a tail” (Denver Art Museum, 2022), além de uma bolsa da Teiger Foundation para uma futura exposição sobre Roberto Gil de Montes, a ser realizada em co-curadoria entre o Denver Art Museum e o Los Angeles County Museum of Art (LACMA, junto a Rita González).

Amanda Tavares (curadora-adjunta) nasceu em Ipatinga (MG) e mora entre São Paulo e o Rio de Janeiro. Atua como pesquisadora e curadora em exposições e publicações de arte, além de projetos experimentais que relacionam arte e educação. É pós-doutora em Artes pela UERJ e doutora em Crítica e História da Arte pela mesma instituição. Mestre em teoria literária pela UNICAMP e graduada em Letras pela UFJF. É coordenadora editorial na 14ª Bienal do Mercosul. Foi membro do Júri Open Lisboa, na Arco – Feira de Arte Contemporânea (Lisboa, 2024). Foi pesquisadora, assistente de curadoria e coordenadora dos programas públicos na 23ª Bienal SESC_Videobrasil (2023-2024). Em 2022-2023, foi contemplada com a bolsa do programa MASP Pesquisa, destinada à pesquisa e difusão do acervo do MASP. Foi pesquisadora de conteúdo e assistente de curadoria no projeto de requalificação do Sítio Burle Marx (exposição e livro institucional) (2019-2020). Atualmente desenvolve o projeto de pós-doutorado “Arte popular: modos de usar (PPGAH/UERJ)”, no qual se dedica à relação entre a chamada arte popular no contexto da arte moderna e contemporânea.

Tálisson Melo (curador-adjunto) nasceu em Juiz de Fora (MG) e vive em São Paulo. Curador, pesquisador e professor. Pós-doutorando no Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo. Doutor em Sociologia e Antropologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com estágio na Yale University, EUA. Mestre em Artes pela Universidade Federal de Juiz de Fora, onde também se graduou bacharel em Artes e Design, com concentração em História da Arte pela Universidad de Salamanca, Espanha. Em 2023, foi selecionado pelo prêmio de jovens curadores da OMA Galeria. Ganhou o prêmio de melhor exposição (regional Centro-Oeste, 2023) da Associação Brasileira de Crítica de Arte (ABCA) pela exposição coletiva “Atualização do Sistema”, organizada pela Academia de Curadoria em parceria com a FAP-DF e o Museu Nacional da República.

ACESSIBILIDADE

A ação “Vem pro CCBB” oferece translado gratuito (de ida e volta) para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. 

O ponto de embarque e desembarque da van fica próximo ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito e os ingressos podem ser emitidos no site bb.com.br/cultura, na bilheteria do CCBB, ou ainda pelo QR Code disponível no veículo.

Horários:

– Saindo da Biblioteca Nacional para o CCBB: 12h, 14h, 16h, 18h e 20h 

– Saindo do CCBB para a Biblioteca Nacional: 13h, 15h, 17h, 19h e 21h 

SOBRE O CCBB BRASÍLIA

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, oferece o Programa CCBB Educativo, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana.

Desde o final de 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, e desde então recebe a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

A conquista atende à Ação 24 da Agenda 30, que tem por objetivo reforçar a gestão dos programas, iniciativas e práticas ambientais e de ecoeficiência do BB e demonstra o alinhamento do CCBB Brasília à estratégia corporativa do BB, enquanto espaço de difusão cultural que valoriza a diversidade, a acessibilidade, a inclusão e a sustentabilidade porque transformar vidas é parte da nossa cultura.

SOBRE A BB ASSET

A BB Asset, empresa do Banco do Brasil, é responsável pela gestão de mais de 1200 fundos de investimento para quase 3 milhões de pessoas que buscam realizar seus sonhos. Líder nacional no setor de fundos de investimento, detém aproximadamente 20% do mercado e administra um patrimônio líquido de cerca de R$ 1,6 trilhão*. Além disso, é reconhecida pela qualidade de sua gestão com as maiores notas das agências de classificação de risco Fitch Rating e Moody’s. Suas soluções de investimento estão disponíveis para atender a ampla variedade de objetivos de seus clientes. Como líder de mercado, entende sua responsabilidade na atuação em prol dos desenvolvimentos ambiental, social, de governança corporativa e cultural. Com o objetivo de agregar valor à sociedade, a BB Asset patrocina iniciativas como a exposição Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil. Porque, além de gerir ativos financeiros, investir em arte e cultura – para a maior gestora de fundos do Brasil – também é melhorar a vida das pessoas!

*Dados do ranking da ANBIMA de julho de 2024.

Teti Waldraff, Fusos, 1983 Fabio Del Re

SERVIÇO

Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil

Período: 18 de fevereiro a 27 de abril de 2025

Local: CCBB Brasília – Recepção Central, Galerias 3 e 5 e Pavilhão de Vidro

Funcionamento: De terça-feira a domingo, das 9h às 21h

Classificação indicativa: livre

Entrada gratuita mediante retirada de ingresso na bilheteria do CCBB ou pelo site https://ccbb.com.br/                               

CCBB Brasília

Funcionamento: De terça a domingo, das 9h às 21h

Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF

Fone: (61) 3108-7600

E-mail: ccbbdf@bb.com.br

Site: https://ccbb.com.br/

Facebook/Instagram: @ccbbbrasilia

TikTok: @ccbbcultura

YouTube: bancodobrasil



Buraco do Jazz 2025

Neste mês de abril o Buraco do Jazz completa 9 anos de BSB, com 275 edições já realizadas

Nos dias 24 e 25 de Abril das 18h as 00h o Buraco bota pra arregaçar de novo, comemorando o aniversario de BSB e o tão desejado retorno às atividades com o fim do período das chuvas.

O parceiro Centro Cultural 3 Poderes está de gramado aberto ao público com o tapete vermelho para a chegada de todos

Já foi colocado CAL e ADUBO NPK  desde o começo das chuvas para o preparo do gramado muito amado pelas cangas e assim, assistir e curtir as bandas fazendo aquele show. Como sempre vocês fazem parte da nossa história, para na próxima quinta a banda MOLINAS trará muito som do clássico ao contemporâneo

Na espontaneidade de um encontro de amigos, a Molinas surgiu como na melhor tradição do blues e jazz: de improviso, semensaio e ao vivo diante do público, no BsBlues de 2019. Agora fazendo a abertura das atividades no buraco do jazz 2025 com os músicos que tiram os melhores acordes de cada instrumento, com a nossa vocalista Nina Molina.

No dia 25 Sexta-feira vem com um blues de primeira categocia, com a Banda Procurados Blues Band. Há 15 anos, a Procurados Blues Band tem presença cativa nos palcos de pubs, festivais e eventos do circuito cultural nacional. Víctor Abreu (guitarra e voz), Luiz Rubim (baixo e voz) e Túlio Lima (bateria) viajam por releituras de canções que marcaram época, e que não podem faltar quando o assunto é blues, soul e derivados. Ao longo dos anos o grupo tem se apresentado em casas renomadas e em importantes eventos pelo país. O repertório autêntico e cheio de identidade faz da Procurados uma grata surpresa aos amantes da boa música por onde passa.

Serviço: Buraco do Jazz

Quando? Quinta e sexta

Onde? No Gramado da Bandeira Nacional

Que hora? Das 18h as 00h

O que tem? vinhos/drinks/chopp artesanal/gins/whisky expositores e praça de alimentação com os Food Trucks

Terceiro dia de shows na Esplanada encerra celebrações pelos 65 anos de Brasília

O último dia de festa do aniversário da cidade ficou marcado pela animação do público que lotou a área central; a expectativa é de que nos três dias o evento tenha reunido 1 milhão de pessoas


A dupla Zé Neto & Cristiano foi uma das atrações mais esperadas da noite | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília

As comemorações pelos 65 anos de Brasília chegaram ao fim nesta segunda-feira (21), com uma noite embalada pelos shows que reuniram milhares de pessoas na Esplanada dos Ministérios. No dia oficial do aniversário da cidade, o público vibrou ao som do pagode brasiliense do grupo Menos É Mais e do sertanejo da dupla Zé Neto & Cristiano. As apresentações coroaram o encerramento da programação festiva promovida pelo Governo do Distrito Federal (GDF).

O último dia ainda contou com show de drones reproduzindo os principais símbolos da capital, como a Catedral Metropolitana, a Arena BRB Mané Garrincha e a Torre de TV.

Com o tema “O melhor tempo é agora”, as ações de festividade oficiais começaram na quinta-feira (17) com os programas Vai de Graça e Lazer Para Todos – que garantiram mais de 2,8 milhões de usuários no transporte público e mais de 48 mil visitantes no Jardim Botânico e Zoológico -, e se estendeu ao longo de cinco dias, incluindo atrações culturais no Cine Brasília, no Teatro Nacional e no Museu Nacional da República, eventos religiosos como a Via-Sacra no Morro da Capelinha e a Missa de Ação de Graças, além de festivais gastronômicos e maratona.

“Foram três dias de festa [na Esplanada], sem nenhuma ocorrência grave. Então é realmente uma honra fazer parte desse momento, celebrar uma cidade que virou a chave no desenvolvimento na parte social e com grandes obras. Celebrar tudo isso com esse povo que construiu a história do Distrito Federal traz uma sensação de pertencimento”, defendeu a vice-governadora, Celina Leão.

Segundo o secretário de Turismo, Cristiano Araújo, a festa reuniu 650 mil pessoas nos dois primeiros dias e a expectativa é que com o público desta segunda-feira o número chegue a 1 milhão.

“Foi um aniversário diferente, extraordinário, porque a gente conseguiu botar Brasília no calendário nacional de eventos. Conseguimos ver os hotéis, bares e restaurantes cheios. Conseguimos o objetivo de implementar o turismo e fazer disso uma atividade econômica, de geração de renda. Foi muito positivo”, classificou Araújo.

O secretário-executivo de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury, destacou que, mesmo com grande público, o evento foi bastante seguro em função do policiamento reforçado com policiais distribuídos em toda a Esplanada e com áreas de revista, evitando a entrada de itens proibidos. “Nós não tivemos nenhuma ocorrência grave, mesmo passando essa quantidade enorme de pessoas. Então diria que foi uma das maiores e mais seguras festas de todos os tempos”, avaliou.

Festa plural

A primeira atração principal da noite foi o grupo Menos É Mais. Nascido em Brasília e alçado ao sucesso nacional com o projeto Churrasquinho, o grupo fez uma apresentação repleta de emoção e orgulho por voltar à terra natal. Durante duas horas, o grupo embalou o público com clássicos do samba e do pagode, além de sucessos autorais como Coração Partido, Lapada Dela e Aquele Lugar.

Fã do Menos É Mais, a diarista Suene Conceição Pantoja, 32 anos, compareceu para conferir pela primeira vez a apresentação do grupo. “Achei muito bom. Eu vim de ônibus sem gastar nada. É muito legal uma festa assim para a gente se divertir”, disse a paraense que mora há dois anos no Itapoã. “Aqui é um lugar que tem trabalho para todas as pessoas e que recebe a gente de fora muito bem”.

Em seguida, o ritmo mudou. A dupla Bruno Cesar & Rodrigo aqueceu o palco para a chegada dos sertanejos Zé Neto & Cristiano, responsáveis pelo grande encerramento da noite. A dupla presenteou os fãs com sucessos já consagrados.

Festa desde cedo

As celebrações começaram logo cedo. Das 8h30 às 10h30, uma área exclusiva recebeu atrações esportivas e musicais voltadas especialmente para o público idoso integrante do projeto Viver 60+. Às 11h, o cantor gospel Eli Soares emocionou fiéis durante clamor evangélico em bênçãos ao DF. Já à tarde, os shows das bandas Doze Por Oito e BenzaDeus e dos cantores Adriana Samartini e Leon Correia deram o tom da festa que tomaria conta da Esplanada.

Nos dias anteriores, a programação também foi intensa. Na sexta-feira (19), Wesley Safadão e Léo Santana comandaram o palco com muito forró, piseiro, axé e pagode baiano. No sábado (20), artistas nordestinos como Fagner, o projeto O Grande Encontro e Mari Fernandez encantaram o público.

A estudante Esther Mateus Dias, 19 anos, gostou tanto da estrutura e das atrações que compareceu nos três dias. “A estrutura está bem ampla, não está tumultuada, está tudo muito organizado. E os shows também, porque a gente tem uma visibilidade muito boa dos artistas. Eles estão diretamente com a gente”, comentou.

Além das atrações musicais, o aniversário de Brasília contou com uma estrutura de lazer completa. O público pôde aproveitar tirolesa, roda-gigante, áreas dedicadas às crianças e aos pets, exposições culturais e uma ampla praça de alimentação. A organização do evento ficou por conta do Instituto Eleva, com apoio da Secretaria de Turismo do DF (Setur-DF). Ao todo, foram investidos R$ 15 milhões para a realização da festa.

Celebração para a família

A estrutura ampla e segura atraiu muitas famílias à área central. A dona de casa Hadassa Naysa, 28 anos, foi de Ceilândia com as filhas, a irmã, a mãe e o pai. “É um espaço que dá para aproveitar quem vem sozinho e também quem vem com a família toda, porque a gente vê que tem bastante segurança, banheiros e área que dá para brincar com as crianças. Está bem organizado”, destacou.

A contadora Patrícia Lima, 40 anos, reuniu 20 amigos para curtir a programação do aniversário da cidade e gostou do que viu. “Estou achando maravilhoso. Tudo organizado e muito aconchegante. A estrutura é digna de show, com segurança, revista, tudo muito seguro”, afirmou. “Estamos aqui umas 20 pessoas de vários lugares. Ninguém gastou nada para estar aqui. Todo mundo deixou o carro em casa e veio de ônibus”, completou.

O rodoviário Nadir Carreiro dos Santos, 42 anos, foi até o aniversário de Brasília pelo pagode do Menos É Mais. “Vim me divertir com a minha filha e com a minha esposa, trazer a família para ver um pagode”, revelou. “Estou achando muito seguro e legal, porque o lazer da população é sempre importante”, acrescentou.

Boteco Caju Limão chega ao Sudoeste

A marca que conquistou o coração dos brasilienses inaugura novo ponto, mantendo a tradição, inovação e o resgate à alma do verdadeiro boteco

Foto divulgação

O Caju Limão, um dos botecos mais queridos e reconhecidos de Brasília, está prestes a inaugurar oficialmente sua nova unidade no Sudoeste. O espaço já está em funcionamento em formato reduzido desde a segunda semana de abril, com a abertura oficial marcada para a próxima quarta-feira, 23 de abril. A loja segue o modelo de sucesso estabelecido na Asa Norte, preservando sua proposta arquitetônica arrojada, cardápio e operação ágil que conquistaram os brasilienses desde sua inauguração em abril de 2024. .

Criado pela união dos grupos de amigos e empresários Fermento e Multi o Caju Limão tem o propósito de resgatar a tradição e cultura dos bares clássicos, ao mesmo tempo em que agrega toques modernos e inovadores na vivência gastronômica e sensorial. Localizado na SIG Quadra 8, o novo ponto comporta cerca de 400 pessoas confortavelmente, em um ambiente arejado, aconchegante e charmoso.

Além disso, a localização estratégica e a opção de comanda individual — perfeita para grupos — complementam a experiência, junto ao happy hour estendido e ao atendimento dinâmico, já reconhecido pelo público, sendo um convite para momentos de lazer, encontros e comemorações.

Para o sócio Cassio Aguiar, a operação do Caju Limão reflete a essência dos valores compartilhados pela Mult e a Fermento, com um objetivo em comum: o foco total no cliente.”A prioridade sempre foi e sempre serão os nossos clientes. Estamos abertos todos os dias da semana, com preços justos e horários atrativos de happy hour, para que as pessoas se sintam em casa e saibam que, ao entrar aqui, encontrarão sempre um ambiente acolhedor”, relata.

Cardápio

O cardápio, assinado pela chef Babi Frazão resgata a essência da autêntica comida de boteco, mantendo pratos consagrados e aclamados pelos frequentadores, ao mesmo tempo em que traz inovações que agradam aos paladares mais exigentes.

Os drinks, tanto os clássicos quanto os autorais, esbanjam brasilidade e personalidade, com destaque para a famosa caipirinha – ou caipiroska – sabor Caju Limão, de mesmo nome do estabelecimento, que se tornou um ícone do bar.

Boteco Caju Limão em números

Em 2024, a unidade da Asa Norte recebeu uma média de 22 mil pessoas por mês, consolidando-se como um dos principais destinos gastronômicos de Brasília. 

Com um investimento de R$ 7 milhões na nova unidade do Sudoeste, a expectativa é receber cerca de 20 mil pessoas mensalmente, mantendo o padrão de excelência e oferecendo a mesma experiência que conquistou os brasilienses.

A página no Instagram conta com mais de 90 mil seguidores, atraindo tanto o público local quanto os visitantes da cidade. Com isso, a inauguração de um novo ponto representa mais um passo importante na trajetória de expansão da marca.

“O Caju Limão nasceu com o propósito de resgatar a essência de um bom boteco, que é uma tradição que amamos. Cada unidade que inauguramos reflete nossa história e visão de criar algo especial para os nossos clientes”, comenta Cassio.

A casa no Sudoeste mantém o happy hour estendido, das 15h às 21h, além dos pratos do dia — um preferido da chef a cada dia da semana — e os executivos no horário do almoço, ambos disponíveis de 11h30 às 18h; além das opções de refeições e petiscos para compartilhar.

Abertura oficial  – Caju Limão Sudoeste

Data: 23 de abril, quarta-feira
Endereço: Sudoeste – SIG Quadra 8

Horário de funcionamento: 11h30 às 1h

Happy Hour: 15h às 21h

Instagram: Boteco Caju Limão

Aniversário do Brasília Shopping tem projeto Espaços de Estilo como destaque

Em noite especial, o centro de compras apresentou os croquis do mobiliário Entretempos, feito em parceria com o Galpão Design e capitaneado por cinco designers brasilienses

Foto Telmo Ximenes

O Brasília Shopping celebra seu 28º aniversário, comemorado oficialmente em 21 de abril, com um projeto que reforça sua essência vanguardista. A iniciativa Espaços de Estilo, realizada em parceria com o Galpão Design e a Adepro, convocou cinco designers mulheres de Brasília para recriar o mobiliário interno do centro de compras. A combinação das diferentes bagagens, expertises e referências resultou no Entretempos, apresentado a convidados especiais, imprensa e clientes na noite desta quarta-feira (16). A ocasião contou com a presença do empresário Paulo Octávio Pereira, idealizador e empreendedor do Brasília Shopping (em parceria com a FUNCEF) — o primeiro centro de compras a integrar o portfólio de sua organização.

A instalação na Praça Central trouxe a maquete dos móveis que irão compor os espaços de convivência a partir de setembro deste ano, lançamento que abrirá o calendário da 2ª edição do Estilo Brasília. Com DNA autoral e o referencial de cidade-design, as peças homenageiam traços, curvas e cores que marcam a estética tanto de Brasília quanto do Brasília Shopping, projetado pelo modernista Ruy Ohtake.

Na visão criativa de Camilla Monturil, Dani Caparelli, Julia Duarte, Larissa do Vale e Thaís Borges, estética e funcionalidade contracenam em harmonia, traduzindo o espírito da cidade em constante movimento entre passado e futuro.

A troca do mobiliário já estava nos planos, mas Renata Monnerat, gerente de marketing do Brasília Shopping, encantou-se com a ideia de trazer propósito, identidade e inovação para além do funcionalismo. “As criações reverenciam referências históricas, ao mesmo tempo que estampam o zeitgeist contemporâneo, tão presente na essência do shopping. Este é um projeto no qual destacamos a cena artística que pulsa na cidade e reforça, de maneira expressiva, a conexão com a nossa cidade”, reflete.

Elma Sousa, diretora do Galpão Design, explica que a coleção foi pensada para marcar os 65 anos da capital com peças que transitam entre a monumentalidade modernista e o tempo presente. “Sensível, sustentável e profundamente brasiliense: com o Entretempos propomos formas modulares, sustentáveis e sensíveis à vida urbana. É uma honra contribuir com uma iniciativa que valoriza o design local, o protagonismo feminino e uma nova forma de ocupar o espaço público”, destaca.

Rumo a três décadas

Em discurso entusiasmado, Paulo Octávio destacou o pioneirismo do Brasília Shopping desde sua inauguração, em 1997, ao surpreender constantemente o público com inovação, requinte e experiências. “Estamos caminhando para trinta anos de história, sempre com sede pelo novo, ao mesmo tempo em que honramos toda a modernidade do lugar que podemos chamar de lar. Que os próximos capítulos mantenham a essência que tão bem define o Brasília Shopping.”

Um dos pontos altos foi o lançamento da campanha institucional do ano, desenvolvida pela agência Gabinete C. Com o conceito “Você, única como Brasília”, a campanha é um convite à celebração da autenticidade, refletindo o espírito singular da capital e seu estilo inconfundível de ser e viver.

A celebração também marcou o lançamento do novo layout do site, além de antecipações dos próximos eventos que integrarão o calendário do mall e, claro, a aguardada terceira edição do Journal Brasília Shopping — um material editorial autoral, assinado pela 5561 brand boutique.

Distribuído gratuitamente no balcão de informações do shopping, o Journal assume o formato de jornal impresso com curadoria de conteúdo plural: entrevistas com nomes relevantes da moda, do design e da cena cultural brasiliense, guias de estilo, editorial de outono/inverno e reportagens que celebram a cidade sob o olhar de quem a vive intensamente. Um registro impresso, sensível e atemporal — para ler, refletir e celebrar Brasília em toda a sua potência.

Gurumê ParkShopping celebra os 65 anos de Brasília com sabores inspirados na arquitetura e natureza do Cerrado

Menu especial do Gurumê celebra o aniversário de Brasília com criações inspiradas nas formas arquitetônicas da Capital e nos sabores marcantes do Cerrado, crédito João Macedo/Agência MiThi

Restaurante Oriental celebra os 65 anos da Capital e seu primeiro aniversário com mimo especial e drinks exclusivos

Em comemoração aos 65 anos de Brasília e ao primeiro aniversário da unidade Gurumê ParkShopping, o restaurante realiza, no dia 21 de abril, uma ação especial para celebrar com seus clientes. A iniciativa conta com o apoio dos parceiros Frescatto e Monin, reforçando o compromisso da marca com a qualidade e a valorização da experiência gastronômica.

Durante todo o dia, todos os clientes – tanto no salão quanto no delivery – serão presenteados com uma dupla de Temari Ebiten como cortesia da casa. O temari ebiten, inspirado nas delicadas bolinhas artesanais japonesas, é uma esfera de arroz moldada à mão com camarão empanado e crocante, que traduz com elegância a combinação entre a precisão estética da arquitetura brasiliense e os sabores exóticos do cerrado.

No almoço, um carrinho de bebidas circulará pelo salão apresentando dois drinks exclusivos, criados especialmente para a data e disponíveis apenas na unidade de Brasília. Cada coquetel foi pensado para traduzir sensorialmente o espírito da Capital Federal — uma cidade marcada pela modernidade, pelos traços ousados de Niemeyer e pela natureza vibrante que a envolve.

O primeiro é o Kanpai, expressão japonesa usada como brinde, equivalente ao “saúde” em português. A bebida mistura Gin Gurumê, Monin de grenadine, suco de limão, abacaxi fresco e Cointreau, resultando em um drink tropical, refrescante e visualmente marcante — assim como os céus amplos e as linhas fluidas do Eixo Monumental.

Já o segundo, Yūgen, nome que remete a um sentimento japonês de beleza profunda e sutil, combina vodka, xarope de tangerina, suco de limão, ginger St. Pierre e flor de sal na borda, evocando a complexidade natural do cerrado com notas cítricas e um toque de especiaria.

“Brasília é uma cidade que inspira pela grandiosidade dos espaços, pelo cuidado estético e pela força de sua identidade. Celebrar um ano do Gurumê aqui é uma honra, e essa homenagem foi pensada para traduzir em sabor tudo o que essa cidade representa”, afirma o Restauranteur Wilkys Ohara.

A ação acontece apenas em 21 de abril, e é uma forma de brindar com os brasilienses uma trajetória que, assim como a Capital, une ousadia, beleza e autenticidade.

Sobre o Gurumê:

O Gurumê é um consagrado restaurante de culinária oriental contemporânea, conhecido por sua qualidade excepcional e ambiente sofisticado. Com uma variedade de pratos deliciosos e uma experiência gastronômica única, o Gurumê conquista o paladar de seus clientes em todo o país.

Serviço

Gurumê Brasília

Onde: ParkShopping Brasília-Setor de Áreas Isoladas (SAI/SO) Área 6580-Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA Sul) Brasília – DF

Horário de funcionamento:

De segunda a quinta das 12h às 23h

Sexta e sábado, das 12h às 00h

Domingo, das 12h às 22h

Site: https://www.gurume.com.br/

Instagram: https://www.instagram.com/parkshoppinggurumebsb?igsh=MWd2YXplY3dmMWRtcg==

Fé, união e espetáculo emocionam mais de 10 mil pessoas na Via-Sacra do Paranoá 2025

Encenação reuniu moradores de todas as crenças, mobilizou 400 voluntários e fortaleceu laços comunitários e economia local

Com encenação teatral a céu aberto, a Via Sacra do Paranoá 2025 levou o público a reviver os últimos passos de Jesus Cristo. A tradicional apresentação percorreu cenas marcantes da Paixão, morte e ressurreição, unindo elementos cênicos, iluminação dramática e a participação voluntária de moradores da região, divulgação Via-Sacra Paranoá

Com cenas comoventes, multidão emocionada e um grande mutirão de fé e voluntariado, a 48ª edição da Via-Sacra ao Vivo do Paranoá transformou as ruas do Distrito Federal em um grande palco de espiritualidade nesta Sexta-Feira Santa (18/4). Realizada desde 1977, a maior encenação de rua do DF voltou a atrair uma multidão — segundo estimativas da organização, mais de 10 mil pessoas acompanharam a representação dos últimos passos de Jesus Cristo até sua ressurreição.

O evento começou com a tradicional missa de Adoração da Cruz, celebrada na Paróquia Santa Maria dos Pobres, no Paranoá, pelo padre espanhol Miguel, que há seis anos atua na comunidade. Em suas palavras:

“A Via-Sacra do Paranoá nasceu da fé do povo e segue viva até hoje. É uma oportunidade para que todos, inclusive quem pouco frequenta a igreja, volte seus olhos para o sofrimento de Cristo e busque viver mais conforme a vontade de Deus. Aqui, a religiosidade popular se manifesta de forma fantástica.”

A encenação percorreu 2,5 km entre a CAESB e a Paróquia, com 160 atores e mais de 400 profissionais e voluntários envolvidos na produção, iluminação, som e estrutura. Tudo preparado com meses de antecedência — com amor, fé e suor da comunidade local. Entre eles, o casal Pedro Henrique e Ana Luísa, voluntários há mais de duas décadas. Pedro hoje coordena a equipe de voluntários:

“A experiência de coordenar é um desafio, mas também um consolo. Deus capacita os escolhidos. A preparação é intensa, especialmente nos últimos quatro meses. Mas é a fé que nos move. Caminhar com Jesus, levar nossas cruzes e crer na ressurreição é o que nos fortalece.”

Na equipe de bastidores, Maria Edna cuida, desde 2013, do figurino de mais de 160 personagens:

“Trabalho com cerca de 300 kg de roupas. É cansativo, mas gratificante. Me emociono a cada ano quando vejo todos prontos, vestindo a paróquia. Quando penso em desistir, lembro que está chegando e sigo firme.”

Outro pilar do evento é José Domingos Lopes, há 17 anos responsável pela cenografia de quase 1 tonelada. Ele começa a construção cerca de três meses antes. A cada edição, a cena da ressurreição é diferente:

“Este ano me inspirei na parte interna da igreja. O que me motiva? A fé. Ao final do evento, sinto o dever cumprido.”

A comunidade abraça o evento. Famílias inteiras acompanham cada passo. Caso da professora Kelly Christina, moradora do Paranoá desde a infância:

“Venho desde pequena. É um ato de gratidão. Trago meus filhos para que cresçam na fé como eu cresci.”

O tom ecumênico também marcou presença. A empresária evangélica Jéssica Pulgas, ao lado do marido e do filho de quatro anos, acompanhou o evento pela primeira vez:

“Vim pelo meu filho, que pediu para ver Jesus. Sou evangélica, mas achei tudo lindo. Está tudo certo até agora.”

A produção teve a coordeção geral assinada por Diarly Lacerda, das Obras Sociais da Arquidiocese de Brasília (OASSAB), com apoio das pastorais da paróquia. Diarly destaca que o evento envolve todo o comércio local, movimentando mais de R$ 350 mil na economia do Paranoá, entre contratações de luz, som e fornecedores da própria cidade:

“Até os cabelos do ator que interpreta Jesus Cristo são cuidados por um salão voluntário da região. É um evento que gera cultura, espiritualidade e renda.”

A Via-Sacra contou também com o apoio do termo de fomento executado pela Secretaria de Cultura e da emenda parlamentar do deputado João Cardoso, presidente da Frente Parlamentar Católica da CLDF.

O momento de maior comoção foi a ressurreição, apresentada em um altar com três níveis e quatro passagens da vida de Jesus. A primeira retratando o Jesus menino com sua mãe e José, como na imagem da Sagrada Família. Seguida pelo encontro de Jesus com Maria durante a via dolorosa. A terceira cena remetia a famosa escultura da Pietà, onde Maria tem seu filho morto nos braços. E por fim, no terceiro e último nível surge Cristo glorioso e ressuscitado, iluminado por lasers, fogos de artifício e uma chuva de papel picado ao som da canção “Cheiro de Rosas”, interpretada ao vivo. A cena foi precedida por uma apresentação de dança de crianças vestidas de anjinhos, emocionando o público.

Ao final, padre Miguel desejou um bom retorno a todos, encerrando uma noite marcada por emoção, espiritualidade e união comunitária. A Via-Sacra do Paranoá mais uma vez mostrou que, quando a fé move um povo, nada é impossível.

Sobre a Via-Sacra do Paranoá
Criada em 1977, a Via-Sacra ao Vivo do Paranoá é a maior encenação de rua do DF, realizada por moradores e voluntários da Paróquia Santa Maria dos Pobres. Com mais de 500 envolvidos na produção, é parte do calendário oficial de eventos do DF desde 2005 (Lei nº 3.538/2005) e representa um forte elo entre cultura popular, fé cristã e pertencimento comunitário.

A encenação envolve atualmente mais de 500 voluntários — entre atores, figurantes e equipe técnica — e atrai milhares de fiéis todos os anos durante a Semana Santa. Com um percurso de 2,5 km pelas principais ruas do Paranoá, o espetáculo é realizado em espaço aberto e combina arte, fé e comunhão. Mais do que uma representação da Paixão de Cristo, o evento é um testemunho vivo da força da fé coletiva, da solidariedade e da cultura construída pelo povo do Paranoá.

“Os candangos inventaram outras Brasílias”: historiador detalha o legado dos operários da construção da capital federal

Professor do CEUB destaca o espírito candango que sobrevive nas periferias e a história de agentes que se tornaram invisíveis na história da capital

Foto divulgação

Um cenário de poeira vermelha e lona. O homem trazia na mala pouca roupa, esperança de um futuro próspero. Como ele, milhares chegaram de ônibus, a pé, amontoados em caminhões, fugindo da seca, da fome e do abandono. Vieram chamados pelo eco de construir Brasília, a nova capital de um Brasil promissor. Ao celebrar 65 anos, a capital federal carrega consigo a rotina e a história desses operários que a ergueram, conforme contextualiza Deusdedith Júnior, professor de História do Centro Universitário de Brasília(CEUB).

“Eram trabalhadores que se tornaram operários enquanto construíam a cidade. Muitos nunca tinham empunhado uma enxada ou levantado um muro. Aprenderam a fazer Brasília fazendo”, revela o especialista. Segundo o historiador, homens e mulheres viravam concreto, ferro e pó numa cidade que crescia mais rápido do que o próprio tempo. “Brasília não foi feita apenas de concreto, mas de persistência. Quando o último prédio ficou de pé, os candangos não voltaram para casa. Eles resistiram e inventaram novas Brasílias”, relembra. 

Apesar de ter sido planejada para ser moderna, a história da capital trouxe junto uma segregação social que deixou marcas: “Ainda hoje, no Distrito Federal, pulsa uma cidade que não aparece nos cartões-postais: uma Brasília das cidades-satélites, das periferias. A cada 21 de abril, essas histórias renascem no sotaque nordestino das feiras, nos bairros populares, nos nomes que resistem.”

O especialista defende que Brasília é, mais do que nunca, lembrar de João, de Maria, de Severino, de tantos outros que chegaram ao Planalto com nada, mas, mesmo assim, construíram tudo. “Ao completar 65 anos, Brasília carrega, em suas fundações, mais do que palácios e eixos monumentais: carrega o suor de homens e mulheres que, mesmo sem ver seus nomes nos monumentos, moldaram a cidade com suas próprias mãos”, expressa o historiador do CEUB.

‘12.12: O DIA’ ESTREIA NOS CINEMAS EM 24 DE ABRIL DIALOGANDO COM TENSÕES POLÍTICAS ATUAIS DA COREIA DO SUL 

Entre o passado e o presente, filme coreano nos ensina sobre a Lei Marcial e reforça opapel do cinema como ferramenta de reflexão histórica

Foto divulgação

O filme coreano 12.12: O DIA revive o golpe militar de 1979 na Coreia do Sul, uma história que ganha ainda mais relevância diante do atual cenário político do país, com o recente impeachment do presidente Yoon Suk-yeol.

Em dezembro de 2024, o então chefe do Executivo surpreendeu ao declarar lei marcial, fechar o parlamento e restringir a liberdade de imprensa, em uma atitude que muito se assemelha a um golpe. Embora a medida tenha sido revogada após resistência popular e parlamentar, o episódio reacendeu debates sobre democracia e liberdade, destacando o quanto o passado pode ecoar no presente.

12.12: O DIA, dirigido por Kim Sung-soo, retrata uma noite igualmente decisiva da história coreana, expondo as lutas de poder e os dilemas morais que marcaram opaís há mais de quatro décadas.

O diretor Kim Sung-soo combina história e ficção para capturar a intensidade de 1979, quando a morte do presidente Park e a declaração de lei marcial levaram ocomandante Chun Doo-gwang a tentar tomar o poder. Enquanto isso, o comandante Lee Tae-shin enfrenta odesafio de impedir que o exército seja usado politicamente. O filme foi a maior bilheteria da Coreia em 2023 e foi o escolhido para representar o país no Oscar 2025.

Esta é a primeira vez que o golpe militar é retratado no cinema de ficção. O diretor Kim Sung-soo, conhecido por filmes como “Asura: The City of Madness” e “The Flu”, ressalta que 12:12: O DIA mistura acontecimentos históricos com elementos fictícios para transmitir a intensidade daquele período. “Minha intenção foi levar opúblico para aquela noite gelada e carregada de tensão, retratando as escolhas e dilemas das pessoas que vivenciaram esse momento tão significativo”, declara.

Kim também revela que sua ligação com a história é pessoal, pois vivenciou os eventos de 1979 quando tinha 19 anos. “Fiquei por mais de 20 minutos sentindo o ar gelado daquela noite de inverno, ouvindo os tiros ecoando pelo céu. Foi uma experiência aterrorizante, mas ao mesmo tempo repleta de curiosidade. Sempre me perguntei: quem estava lutando contra quem, e qual era o motivo?”, compartilha.

O elenco de 12:12: O DIA conta com nomes como Lee Sung-min, Park Hae-joon e Kim Sung-kyun. Além disso, Jung Hae-in, protagonista da série “Love Next Door” da Netflix”. Inclusive, a produção do longa se dedicou a recriar com precisão os detalhes históricos de 1979, incluindo locações como o Bunker B2 no Quartel-General do Exército, a sala de comando do Grupo de Segurança da 30ª Divisão e as ruas de Seul. Para alcançar esse nível de autenticidade, a equipe recorreu a uma combinaçãode arquivos históricos, fotografias e consultores militares.

O cinema tem o poder de nos ensinar a resistir em tempos difíceis. 12.12: O DIA não é apenas um retrato do passado, mas um alerta para o presente. Em um mundo onde a democracia enfrenta desafios contínuos, ofilme nos lembra que a liberdade nunca é garantida — é preciso defendê-la. A partir de 24 de abril, o filme será relançado nos cinemas brasileiros com distribuição da SATO COMPANY.

Sinopse
Após o assassinato do Presidente Park, a lei marcial é decretada. Um golpe de Estado é liderado pelo Comandante de Segurança da Defesa, Chun Doo-gwang (Hwang Jung-min), junto a um grupo de oficiais. Oobstinado Comandante da Defesa da Capital, Lee Tae-shin (Jung Woo-sung), acredita que o exército não deve agir politicamente e enfrenta Chun para detê-lo. No caos crescente, enquanto líderes militares hesitam e oMinistro da Defesa está desaparecido, o destino da primavera de Seul toma um rumo inesperado.

Ficha Técnica

Direção:
 Kim Sung-soo
Elenco: Hwang Jung-min, Jung Woo-sung, Lee Sung-min, Park Hae-joon, Kim Sung-kyun
Produção: Hive Media Corp.
Produtor: Kim Won-kuk
Direção de Fotografia: Lee Mo-gae
Design de Produção: Jang Geun-young
Design de Figurino: Kwak Jung-ae
Duração: 141 minutos
Classificação Indicativa: 12 anos

Sobre a Sato Company
Fundada em 1985, a Sato Company é pioneira na distribuição e referência em Animes e Tokusatsu, tendo em seu portfólio conteúdos asiáticos de sucesso de público e crítica como Akira, Ghost in the Shell, National Kid, Ultraman, Jaspion, Jiraiya, dentre muitos outros. Sua constante inovação hoje se traduz na produção e distribuição para cinema, televisão, OTT (SVOD/TVOD/AVOD). Atua também como agregadora de conteúdo e no licenciamento de produtos. Em 2024 foi responsável por trazer ao Brasil os filmes vencedores do Oscar ‘Godzilla Minus One’ e ‘O Menino e a Garça’.

Estação da Páscoa no Liberty Mall traz atividades lúdicas e culturais para toda a família

Com programação gratuita, o Liberty Mall promoveu no dia 5 de abril a ‘’Estação da Páscoa’’, um evento especial com teatro, oficinas e interatividade, garantindo uma tarde repleta de magia para toda a família.

No dia 5 de abril, o Liberty Mall convidou o público para uma celebração especial de Páscoa, com uma programação exclusiva repleta de diversão e cultura para todas as idades. O evento “Estação da Páscoa” acontecerá das 14h às 17h, no Espaço Cultural do shopping, oferecendo experiências interativas e encantadoras para toda a família.

Dentre as atrações, os visitantes poderão explorar a “Casa do Coelho”, um ambiente lúdico e interativo projetado especialmente para a ocasião, realizado pela Cia Néia e Nando. Além disso, a programação inclui apresentações teatrais, oficinas culturais e uma atividade educativa sobre saúde bucal, proporcionando uma tarde repleta de magia e aprendizado.

Um dos grandes destaques do evento será a peça teatral A Páscoa do Pernalonga, encenada pela Cia Néia e Nando. Nesta divertida história, o icônico coelho, convencido de que a Páscoa é uma homenagem a ele, se depara com crianças que o ensinam sobre o verdadeiro significado da data. A peça promete encantar o público com um enredo interativo e cheio de humor.

Outro atrativo especial será a oficina de saúde bucal, promovida pela Fábula Odonto. A atividade educativa busca conscientizar as crianças sobre a importância do cuidado com os dentes de forma leve e divertida.

Encerrando a tarde, os participantes poderão acompanhar a Parada de Páscoa, também realizada pela Cia Néia e Nando. O cortejo especial percorrerá o shopping com a presença do Coelho da Páscoa. Após o percurso, ele distribuirá ovos de chocolate e interagirá com as crianças, proporcionando momentos inesquecíveis para registros fotográficos na Casa do Coelho.

A Parada de Páscoa é gratuita, mas, para participar das oficinas, é necessário retirar os ingressos antecipadamente pelo Sympla. Acesse o link abaixo e garanta sua vaga nessa experiência especial de Páscoa.

Com a proposta de unir diversão, cultura e conscientização, o Liberty Mall reforça seu compromisso em proporcionar momentos especiais para toda a família. O shopping ainda oferece infraestrutura completa para um dia perfeito, incluindo estacionamento coberto e seguro com preço único de R$ 6,00.

Foto divulgação

Serviço:

Estação da Páscoa

Data: 05 de abril de 2025

Horário: das 14h às 17h

Local: Liberty Mall – Espaço Cultural

Entrada gratuita – mediante retirada de ingressos no Sympla

Retirada de ingressos:

Sessão de fotos com brinde:

.https://www.sympla.com.br/evento/fotos-com-o-coelhinho-da-pascoa-ovinho-de-chocolate-de-brinde/2895998

Oficina Saúde Bucal:

.https://www.sympla.com.br/evento/oficina-fabula-odontopediatria-copia/2895971

Oficina Coelhinho da Páscoa:

.https://www.sympla.com.br/evento/oficina-orelha-do-coelhinho-da-pascoa/2897082

Brincar junino: cultura popular é temática de capacitação gratuita para agentes culturais do DF

Curso acontece na Ceilândia aos finais de semana até o final de maio

O projeto “Brincar Junino” chega como uma iniciativa inovadora para fortalecer o movimento junino, promovendo a capacitação de novos talentos e a atualização dos envolvidos na cena junina. Com uma programação extensa que vai de até maio, o curso aborda não apenas aspectos artísticos, mas também gestão, comunicação e critérios de avaliação, garantindo um desenvolvimento completo dos participantes. O projeto conta com fomento do Ministério da Cultura. As capacitações são gratuitas e os interessados podem se inscrever pelo link

A formação é dividida em seis módulos temáticos, cada um focado em uma área essencial para o sucesso das quadrilhas juninas. Os participantes passam por treinamentos sobre enredo, trilha sonora, animação, coreografia, marcação, figurino e cenário. Além disso, o projeto vai além do espetáculo e se aprofunda nos bastidores, com conteúdos voltados para gestão de projetos culturais, captação de recursos e comunicação cultural.

Um dos diferenciais do “Brincar Junino” é a troca de experiências entre os participantes e as quadrilhas, permitindo uma discussão aprofundada sobre os critérios de avaliação utilizados durante a temporada junina. Esse diálogo promove uma melhor compreensão dos elementos que compõem uma apresentação de alto nível e contribui para a evolução técnica do movimento junino como um todo.

“Essa iniciativa é essencial para que o movimento junino continue crescendo com qualidade. Investir na capacitação dos artistas e gestores garante que nossas quadrilhas estejam sempre inovando e se destacando no cenário cultural”, afirma Márcio Nunes, presidente da ISACSO (Instituto Social de Arte e Cultura do Setor O), realizadora do projeto.

Com aulas presenciais no Centro de Ensino Médio 02 de Ceilândia e conteúdos complementares disponibilizados on-line, o projeto democratiza o acesso à informação e à profissionalização, garantindo que os conhecimentos adquiridos alcancem diferentes quadrilheiros. A iniciativa reforça o compromisso com a preservação e o crescimento da cultura junina, capacitando uma nova geração de artistas, gestores e comunicadores para manter viva essa tradição.

“A formação técnica e artística oferecida pelo ‘Brincar Junino’ proporciona uma base sólida para os quadrilheiros, permitindo que eles compreendam melhor todos os aspectos que envolvem uma apresentação de excelência”, destaca Alexa Guerra, coordenadora técnica do projeto.

O “Brincar Junino” não é apenas um curso, mas uma plataforma de desenvolvimento que visa transformar a realidade do movimento junino, garantindo que ele continue a encantar plateias e a movimentar a economia criativa. Com essa formação, as quadrilhas ganham não só em qualidade artística, mas também em organização, estratégia e reconhecimento no cenário cultural brasileiro.

“A oportunidade de aprender com especialistas e trocar experiências entre quadrilhas é algo que faz toda a diferença. Esse projeto fortalece a nossa identidade e melhora a qualidade das apresentações em todo o Brasil”, conclui Patrese Ricardo, presidente da Quadrilha Formiga da Roça.

Segundo dados do Ministério da Cultura, o movimento junino movimenta anualmente mais de R$ 1 bilhão na economia criativa brasileira, gerando milhares de empregos diretos e indiretos, desde dançarinos e músicos até profissionais da costura, cenografia e audiovisual. Além disso, um estudo da Confederação Brasileira de Quadrilhas Juninas aponta que mais de 20 milhões de pessoas prestigiam festivais juninos em todo o país, consolidando a festa como uma das maiores manifestações culturais do Brasil.

Com iniciativas como o “Brincar Junino”, a expectativa é que o movimento continue crescendo e se profissionalizando, garantindo sua valorização e reconhecimento como um setor fundamental para a cultura e economia nacionais.

Confira a programação:

Abril

05/04 (sábado)
• 09h às 18h: Módulo 2 – Coreografia e Marcações

06/04 (domingo)
• 09h às 18h: Módulo 2 – Coreografia e Marcações (continuação)

07/04 (segunda-feira)
• 09h às 18h: Disponibilização de material e atividades complementares

12/04 (sábado)
• 09h às 18h: Módulo 3 – Encenação e História de Casamento

13/04 (domingo)
• 09h às 18h: Módulo 3 – Encenação e História de Casamento (continuação)

14/04 (segunda-feira)
• 09h às 18h: Disponibilização de material e atividades complementares

27/04 (domingo)
• 09h às 18h: Módulo 4 – Ensaios de Conjunto

28/04 (segunda-feira)
• 09h às 18h: Disponibilização de material e atividades complementares

Maio

03/05 (sábado)
• 09h às 18h: Módulo 5 – Produção de Material e Mídias
• 14h às 18h: Oficina de Figurino

04/05 (domingo)
• 09h às 18h: Módulo 5 – Produção e Campanha

05/05 (segunda-feira)
• 09h às 18h: Disponibilização de material e atividades complementares

10/05 (sábado)
• 09h às 18h: Oficina de Avaliação e Apresentação de Resultados
• 14h às 18h: Oficina de Figurino

11/05 (domingo)
• 09h às 18h: Oficina de Figurino

12/05 (segunda-feira)
• 09h às 18h: Disponibilização de material e atividades complementares

17/05 (sábado)
• 09h às 18h: Módulo 6 – Confraternização das Quadrilhas

18/05 (domingo)
• 09h às 18h: Módulo 6 – Encontro de Mestres

19/05 (segunda-feira)
• 09h às 18h: Disponibilização de material e atividades complementares

Foto divulgação

Serviço:

O quê: Brincar Junino – curso de cultura popular

Quando: Sábados e Domingos de Março à Maio
Onde: Escolas de Ceilândia/DF
Mais informações: @instituto_isacso (Instagram)

Restaurante MarcoZero tem programação especial para o aniversário de Brasília, sua maior inspiração

Brasilienses e turistas podem curtir o feriadão com música ao vivo, atrações para o público infantil, além de um cardápio especial com dicas do chef

O MarcoZero preparou uma programação especial para quem quer curtir o feriadão em grande estilo em Brasília, que completa 65 anos – motivo de celebração para o restaurante que tem na cidade a sua maior inspiração. Além de um cardápio especial com as dicas do chef Enzo Pacelli, o espaço localizado entre o Eixinho e o Eixão, na 202 Sul, vai ter música  ao vivo e atração para a criançada. 

Na sexta-feira (18/4), a música rola das 19h às 22h, com Plano B e DJ Frauzee. No dia do aniversário de Brasília, segunda-feira (21/4), a partir das 13h, o Plano B volta no mesmo horário e brinquedos infláveis garantem diversão e segurança para os pequenos. 

“Como morador de Brasília, estou muito feliz por encontrar em um único ambientes  , diversidade de sabores, música boa e um visual encantador ao ar livre, de fato o MarcoZero veio inovar  e criar tendência de prazer e satisfação num ambiente aberto”, afirma Clebinho, do 3 a Zero. 

“Nosso restaurante é um polo cultural, com eventos periódicos, incluindo música ao vivo de quinta ao domingo e exposições de arte, com destaque para os artistas locais”, diz o empresário e sócio do empreendimento Felipe Amaral. “Vemos muitos negócios com referências e inspirados em outras cidades e até outros países,  mas o nosso espaço reflete a cultura da nossa cidade, trazendo o orgulho de sermos brasilienses”.

Menu especial 

Além das atrações, o público terá à disposição a gastronomia autoral com cardápio especial com dicas de comida boa, com assinatura  do chef Enzo Pacelli. Uma das pedidas é a Picanha Capital, acompanhada de arroz cremoso de dois queijos e farofa de rapadura. A Moqueca do Cerrado é feita no refogado de dendê e leite de coco de cajá. 

“Trazemos para o MarcoZero um monte de referências da cidade, a gente ama ser candango e ama comida boa. Trabalhamos com os nossos petiscos e grelhados famosos, com bastante Brasília no cardápio”, detalha o chef, que destaca a cozinha contemporânea mesclada com ingredientes e raízes da cidade.

Foto divulgação

Cardápio com as dicas do chef Enzo: 

BRIE MEMORIAL R$ 48,90

Pedaço de brie empanado e crocante, que derrete ao ser cortado. Acompanha saladinha em julienne, torradinhas com lemon pepper e um toque de melaço. 

CHIPS PÔR DO SOL R$ 45

Chips crocantes de batata Asterix, acompanhados de carne de sol desfiada ao molho Alfredo.

PICANHA CAPITAL R$ 65,90

A carne no ponto ideal, acompanhada de arroz cremoso de dois queijos e farofa de rapadura.

MOQUECA DO CERRADO R$ 45

Refogado de azeite de dendê e leite de coco de cajá. Acompanha arroz com perfume de coco e farofa crocante de cebola.

CHURROS DE BANANA R$ 23

Banana empanada e recheada com doce de leite.

BROWNIE R$ 28

Brownie de chocolate de verdade, macio por dentro… uma parceria entre o exímio cacau e nossa ganache de chocolate

Programação especial de feriadão:

⁠Sexta-feira (18/4) : Plano B e  DJ Frauzee – 19h às 22h

⁠Domingo (20/4): Fechado

Segunda-feira (21/4): Samba no eixo – Grupo 3 a Zero –13h às 16h

Serviço – MarcoZero:

Horário de Funcionamento

  • Terça a quinta, das 11h30 às 0h 
  • ⁠Sexta e Sábado: 11:30 as 01:00hrs 
  • ⁠Domingo das 11:30 às 18:00hrs
  • Segunda – Fechado 

Happy Hour 

Chopp a partir de 4,90 e drinks a partir de 23,90

*Encerramento da cozinha uma hora antes do fechamento do estabelecimento.

Endereço: Atrás do Posto BR, entre o Eixinho e o Eixão,  na 202 Sul, Asa Sul

Rede: @marcozerobsb

Auto de Páscoa propõe experiência imersiva e emocionante com sessões com acessibilidade para cegos e surdos

Brasília recebe, neste mês, mais uma edição do tradicional Auto de Páscoa, musical encenado pela Igreja Batista Capital, que há anos integra o calendário cultural da cidade. Com roteiro inédito, músicas autorais e produção inteiramente realizada por voluntários, o espetáculo promete emocionar o público ao apresentar a maior história de todos os tempos sob uma perspectiva sensível e contemporânea.

Mais do que uma encenação, o Auto de Páscoa é uma experiência artística completa, que mistura teatro, música, dança e tecnologia para conduzir o público a uma imersão nas últimas horas de vida, na morte e na ressurreição de Jesus Cristo. O espetáculo aborda temas como esperança, recomeço e amor ao próximo, convidando o público a refletir sobre o impacto dessa narrativa em sua vida diária.

As apresentações acontecerão no auditório da Igreja Batista Capital, no Setor de Clubes Sul. A estreia será dia 11 de abril, às 20h. A temporada vai de 14 a 18 de abril, sempre às 20h. No dia 18 de abril, haverá sessão extra às 16h. As sessões do dia 18 terão acessibilidade. Na primeira sessão, haverá audiodescrição para pessoas com deficiência visual e, na segunda, terá a presença de intérpretes de Libras para pessoas com deficiência auditiva, ampliando o acesso à cultura e à arte para todos.

Os ingressos estão à venda exclusivamente pela plataforma https://www.e-inscricao.com/igrejacapital

Programação:

Local: Igreja Batista Capital – Campus Sul

Endereço: Setor de Clubes Sul, Trecho 2, Conjunto 52, 40, Brasília – DF

Datas:11 (estreia),14, 15, 16 e 17 de abril, às 20h.E dia 18 de abril, às 16h (com audiodescrição) e às 20h (com intérprete de Libras)

Ingressos: disponíveis em https://www.e-inscricao.com/igrejacapital

EcoPraça do Boulevard Shopping Brasília promove visitas educativas sobre sustentabilidade

EcoPraça do Boulevard Shopping Brasília promove visitas educativas sobre sustentabilidade

A EcoPraça do Boulevard Shopping Brasília, criada para incentivar a destinação correta de resíduos, ampliou sua atuação e agora recebe visitas educativas para escolas, grupos e instituições gratuitamente. O projeto busca conscientizar a comunidade sobre a importância da reciclagem por meio de atividades interativas e palestras.

Os participantes são recebidos por uma equipe multidisciplinar do shopping. As visitas guiadas incluem três momentos principais: uma palestra sobre reciclagem e os impactos ambientais dos resíduos, dinâmicas educativas e uma oficina de semeadura, em que os participantes plantam suas próprias sementes. Além disso, os visitantes conhecem de perto os coletores específicos para eletrônicos, lâmpadas, plásticos e outros materiais recicláveis.

O público-alvo da iniciativa inclui instituições de ensino, organizações sociais e hospitais. Em 28 de março, o espaço recebeu a visita de 30 crianças da Casa de Ismael para conscientização do Dia do Lixo Zero (30).

Elevando a consciência ambiental, o Boulevard Shopping Brasília trabalha com um espaço dedicado ao seu compromisso verde, a EcoPraça (piso 2), que reúne pontos de coleta e incentiva clientes e lojistas a participarem ativamente do ciclo de responsabilidade promovendo a reciclagem e o descarte consciente, reduzindo o envio destes materiais a aterros sanitários, além de contribuir com a geração de renda de pessoas que trabalham com a destinação correta destes resíduos.

De acordo com Luana Peixoto, superintendente do empreendimento, o shopping trabalha em parceria com instituições que promovem a reciclagem de materiais. “Aqui o cliente pode descartar vários tipos de resíduos, como tampinhas, óleo de cozinha, esponjas usadas, lâmpadas, eletrônicos e roupas. Esses materiais são coletados e enviados para empresas e projetos sociais que fazem a reciclagem, o coprocessamento, a compostagem ou a doação. Assim o Boulevard tem unido esforços para fomentar projetos com foco no desenvolvimento sustentável, de modo que o empreendimento permaneça em constante busca pela coexistência e interação harmoniosa entre os caracteres econômico, social e ambiental evidenciados em nosso trabalho diário”, conta.

A ação reforça o compromisso do Boulevard Shopping Brasília com a sustentabilidade e a educação ambiental. As visitas são gratuitas e podem ser agendadas pelo e-mail: operacional@boulevardbrasilia.com.br ou pelo telefone (61) 3448-3300. O programa recebe os interessados de segunda a sexta-feira, no período matutino, com grupos de até 30 pessoas. A atividade recebe visitas de todas as idades.

Sobre o Boulevard Shopping Brasília
O Boulevard Shopping Brasília é administrado pela NIAD e em 2024 completou, 15 anos de história, atraindo mais de 7 milhões de visitantes por ano. O espaço traz, além de um varejo completo com as principais âncoras do país, amplo entretenimento com 4 salas de cinema, serviços diversos, projetos consolidados em ESG e um grande destaque na área gastronômica com restaurantes renomados. Entre as principais atrações gastronômicas, destacam-se o João Brasileiro, Taverna Viking, Mania do Churrasco e, claro, grandes opções de fast food, como Burger King, McDonald’s, Giraffas, Spoleto, entre outros. O shopping ainda se prepara para receber o Pecorino Mediterrâneo, Taco Bell, Express Grioll, Mordidela, Arabian e Gyros. Com a proposta garantir c
onforto e inclusão a todos os visitantes, o shopping oferece Praça Pet, Espaço do Cliente com fraldário e Sala do Aconchego para autorregulação de pessoas com sensibilidade sensorial. E, ainda, vagas verdes para recarga de carros elétricos e inclusivas para pcds, idosos e gestantes, localizadas na garagem coberta.

EcoPraça Boulevard Shopping foto Telmo Ximenes

SERVIÇO

Visitas Educativas EcoPraça

Data: de segunda a sexta-feira, no período matutino

Capacidade: para grupos de até 30 pessoas
Agendamento: operacional@boulevardbrasilia.com.br

Informações: (61) 3448-3300

Boulevard Shopping Brasília

Setor Terminal Norte, Conj J – Asa Norte

Informações: (61) 3448-3300

Canais digitais: https://www.boulevardbrasilia.com.br/

@boulevardshoppingbrasilia


Simmons apresenta colchão de alta tecnologia que promete transformar a qualidade do sono

Com 41 cm de altura e conforto super macio, o colchão Simmons Heritage Série 5 Super Plush combina tecnologia de ponta, materiais nobres e design sofisticado para garantir noites de sono superiores, créditos: divulgação Simmons

Marca reconhecida globalmente, a Simmons apresenta ao mercado brasileiro o Colchão Heritage Série 5, que combina inovação, conforto e design sofisticado para oferecer noites de sono superiores.

A Simmons, marca internacionalmente consagrada por sua excelência em colchões de alto padrão, acaba de apresentar ao mercado brasileiro o Heritage Série 5 Super Plush, modelo que se destaca pela combinação única entre conforto extremo, tecnologia de última geração e sofisticação em cada detalhe.

Desenvolvido com molas ensacadas individualmente, o colchão oferece sustentação anatômica precisa, aliviando pontos de pressão e promovendo o alinhamento da coluna. A composição inclui Pulse Natural Latex, espuma hiper macia SS, Viscoelástico e a exclusiva tecnologia Beautyrest Evo — evolução das tradicionais molas ensacadas, com 23 cm de altura, adaptando-se perfeitamente a diferentes biotipos.

“Esse colchão é um marco na nossa história. Ele representa o ápice da nossa busca por oferecer conforto e bem-estar a partir de um sono verdadeiramente reparador”, afirma Antônio Junior, especialista em colchões. “A Série 5 reúne materiais nobres e engenharia de precisão para entregar mais do que um colchão: uma experiência transformadora.”.

O modelo Super Plush proporciona um conforto super macio, ideal para quem busca noites de sono envolventes e revigorantes. Com 41 cm de altura, o colchão possui acabamento premium com malha composta por fios de viscose de microtencel (72% Poliéster / 28% Viscose), além de uma faixa lateral em Linho Brooks Cinza, de 370g. O toque é suave e elegante, reforçando o cuidado estético que acompanha sua excelência funcional.

Disponível nas versões casal, queen size e king, o colchão Simmons Heritage Série 5 Super Plush é hoje o mais desejado da marca, reunindo alta performance e requinte.

Em breve, a capital federal vai receber a primeira loja conceito da Simmons no Centro-Oeste, reforçando a presença da marca na região. Enquanto isso, os consumidores já podem encontrar o modelo e toda a linha de produtos da Simmons na Kasa dos Colchões, localizada no Conjunto Nacional, em Brasília.

Sobre a Simmons Park Sul:

Fundada nos EUA em 1870, a Simmons é referência global em colchões premium e pioneira nas molas ensacadas individuais. Presente em mais de 100 países, alia tradição e inovação para proporcionar conforto e bem-estar. Em 2025, vai inaugurar sua primeira loja conceito no Brasil, no Park Sul, Brasília, em parceria com Antônio Júnior, especialista do setor. O espaço vai oferecer atendimento personalizado e produtos de alto padrão.

Site: https://simmonsbrasilia.com.br/simmons-park-sul/

Instagram: @simmonsparksul

Criar Jogos movimenta rotina de alunos do CED 15, em Ceilândia Norte

O projeto é fruto de uma parceria entre o Ibict e o Instituto Burburinho Cultural. As aulas presenciais já começaram e há vagas para o curso online. Confira como se inscrever

O Criar Jogos, curso promovido através de uma parceria entre a Escola Nacional de Informação (Enacin), do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict) e o Instituto carioca Burburinho Cultural, já começou. Nos próximos meses, 100 alunos do Centro Educacional 15, de Ceilândia Norte, vão aprender muito mais do que a criação de um jogo. Pela primeira vez na capital federal, o curso que é totalmente gratuito e voltado para jovens a partir de 12 anos, tem foco em letramento midiático-informacional, acessibilidade, tecnologia e game design. 

Além das aulas presenciais, o Instituto Burburinho Cultural também oferece o “Criar Jogos EAD”, com mais de 300 vagas. A modalidade, que também é gratuita, está com inscrições abertas, pelo site: www.criarjogos.com.br. “A parceria da Enacin com o Criar Jogos amplia a atuação do projeto, que não é apenas sobre ensinar jovens a programar ou criar jogos, mas também sobre prepará-los para navegar criticamente no mundo digital. Nosso foco em letramento digital, tecnológico e midiático-informacional é essencial para que eles desenvolvam habilidades para enfrentar os desafios da desinformação e se tornem cidadãos mais conscientes e ativos na era digital, destaca Priscila Seixas, presidente do Instituto.

Ela pontua que as aulas na escola de Ceilândia começaram no dia 25 de março e estão sendo ministradas por meio de videoaulas com acompanhamento de mediadores. “Ao longo de quatro meses, os participantes terão acesso a conteúdos como alfabetização digital, cultura de jogos, roteiro e narrativa, programação, edição de som, arte e interface, criação de protótipos e game design”, complementa Seixas.

Parceria estratégica fortalece o combate à desinformação

Um dos grandes diferenciais da chegada do Criar Jogos a Brasília é a parceria com a Enacin/Ibict, que permite o desenvolvimento de um módulo exclusivo sobre Integridade da Informação. Nele, os alunos participam de atividades que abordam o combate à desinformação no ambiente digital. Para Ricardo Pimenta, coordenador de Ensino e Pesquisa em Informação para a Ciência e Tecnologia do Ibict, “essa iniciativa incrível trará o debate tão atual da desinformação juntamente com as práticas tão criativas e inovadoras da cultura gamer para o rol de atividades que nascem junto com nossa Escola Nacional de Informação, a Enacin”.

“Essa colaboração fortalece a formação crítica e digital dos jovens, alinhando o projeto com metodologias inovadoras desenvolvidas no âmbito da educação tecnológica e midiática.

Sobre o Criar Jogos
O Criar Jogos é um projeto viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio do Instituto General Motors, Núclea e Grupo Boticário, realização do Instituto Burburinho Cultural,  o Instituto Brasileiro de Informação e Ciência e Tecnologia, Escola Nacional de Informação (ENACIM) e Ministério da Cultura, Governo Federal, Brasil União e Reconstrução.

Criar Jogos polo Ceilândia Norte

Serviço:

Criar Jogos – polo Brasília

Aulas presenciais desde 25/03

Onde: 15, Expansão do St. O Qno 18 Conjunto B Conjunto 55, 2 – CED 15 de Ceilândia 

Inscrições e vagas para o curso online abertas no site: www.criarjogos.com.br

Acompanhe o projeto pelo instagram: @criar.jogos