Brasília tem de melhor na Cultura, Entretenimentos, Arquitetura, Design e Decoração, Feiras, Cursos, Workshops, Seminários, Gastronomia, Vinhos, Cafés, Moda, Beleza…
Na última quinta-feira, 27 de outubro, o Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves foi palco de um coquetel especial que reuniu cerca de 200 convidados para a abertura da aguardada exposição do artista visual e advogado José Maciel, intitulada “RAÍZES — Heranças Visuais“. A mostra ficará aberta ao público até o dia 1º de fevereiro e promete encantar os visitantes com sua profundidade e cores vibrantes.
Com curadoria de Danielle Athayde e Cláudio Pereira, e coordenação geral do Instituto Artetude Cultural, a exposição reúne cerca de cinquenta obras inéditas, que transitam entre desenhos, pinturas, esculturas em ferro vazado e objetos cenográficos, como totens e seixos rolados pintados. A variedade de formas e materiais reflete a riqueza e a multiplicidade das referências que permeiam a arte de Maciel, que mergulha em uma reflexão sobre identidade, memória e pertencimento.
O Panteão, com seu caráter histórico e simbólico, foi o cenário perfeito para o diálogo entre as obras de Maciel e o grandioso painel da Inconfidência Mineira, de João Câmara. A interação entre as obras de arte foi uma verdadeira imersão nas camadas da memória coletiva e pessoal, convidando o público a refletir sobre as múltiplas origens que nos constituem, tanto como indivíduos quanto como nação. O artista, ao revisitar o passado, traz à tona sentimentos e símbolos que ganham nova configuração no presente, criando um elo poético e dinâmico entre tempos e significados.
Além da exposição, os convidados foram brindados com um catálogo de capa dura, com 120 páginas, que compila as últimas obras de José Maciel, incluindo suas pinturas, esculturas e trabalhos em pedras. Organizado por Adriana Maciel e publicado pela editora Numa, o livro tem tiragem limitada de 700 exemplares e estará disponível em livrarias de Brasília.
A noite foi embalada pela música do saxofonista Washington Aguiar, que criou a atmosfera perfeita para o evento e para surpresa dos presentes contou com uma palhinha do músico saxofonista Milton Guedes, amigo de longa data da família Maciel, que encantou os convidados com sua performance.
Um evento memorável, que uniu arte, história e a vibrante cultura de nossa capital, foi celebrando a arte e a memória de nosso país em um dos mais icônicos espaços da cidade.
O Arquivo Público do Distrito Federal (ArPDF) recebeu um acervo fotográfico histórico do arquiteto Stellio Rodolpho Bastos Seabra (1932–2023), responsável pelo projeto do Jardim de Infância da SQS 308, superquadra símbolo do urbanismo modernista de Brasília, reconhecida por concentrar todos os equipamentos urbanos idealizados por Lúcio Costa.
As imagens foram doadas por sua viúva, Nina Seabra, e entregues ao ArPDF pelo sociólogo e arquiteto Fernando Campos, amigo da família, na última sexta-feira (28/11). As fotografias, produzidas no período em que Seabra atuou no Banco do Brasil, registram parte das obras sob sua responsabilidade no Plano Piloto, entre os anos de 1963 e 1965. No total, o acervo reúne mais de 100 imagens físicas e digitalizadas.
A trajetória de Stellio Seabra
Nascido no Rio de Janeiro em 1932, Stellio Seabra chegou a Brasília em 1961, um ano após a inauguração da capital. Atuou no Banco do Brasil e integrou a equipe das obras da SQS 308, onde desenvolveu aquele que se tornaria seu projeto mais marcante: o Jardim de Infância da superquadra — edifício visitado pela Rainha Elizabeth II e pelo príncipe Philip em 1968. Além da escola da 308, o arquiteto também foi responsável por projetos residenciais, como o Bloco B da SQS 303, edifício onde morou a família do músico Renato Russo. Ao longo da carreira, Seabra destacou-se por soluções modernistas e funcionais, como a inclusão de banheiros individuais em cada sala e o uso de azulejos hidráulicos nas fachadas do Jardim de Infância. Seabra faleceu em 13 de fevereiro de 2023, aos 90 anos, em Natal (RN), onde morava com a esposa desde 2020.
Importância do acervo para a pesquisa e para o DF
Com a chegada desse rico acervo, o Arquivo Público amplia as fontes disponíveis para estudiosos, jornalistas, arquitetos e interessados na história da construção de Brasília, especialmente no papel desempenhado por profissionais que, muitas vezes, permanecem fora do grande registro historiográfico.
A 2ª Mostra Extraordinária, em cartaz no Espaço Cultural Athos Bulcão da Câmara Legislativa do DF até 26 de dezembro, cumpre um papel que vai além da exibição artística. Ao ocupar um dos principais espaços de poder do Distrito Federal, a exposição leva à sociedade e às autoridades uma mensagem urgente sobre a necessidade de valorizar o trabalho essencial das catadoras de materiais recicláveis e de melhorar a infraestrutura de coleta seletiva.
A exposição revela a sensibilidade e a força criativa de mulheres da Central de Reciclagem do Varjão (CRV), que transformam resíduos em arte. No entanto, também joga luz sobre uma realidade crua: o descaso do poder público com a coleta seletiva. Como relatado pela própria cooperativa, o material chega ao galpão frequentemente prensado e misturado com lixo orgânico, resultado de um serviço de coleta que não prioriza a separação correta. Essa prática degradante dificulta o trabalho de triagem, reduz o valor de venda dos recicláveis e impacta diretamente a renda dessas famílias.
Ao trazer essa discussão para o coração do legislativo local, a Mostra se torna um poderoso instrumento de sensibilização. Ela evidencia a contradição entre um trabalho que é fundamental para a sustentabilidade urbana e a falta de suporte adequado para que ele seja realizado com dignidade e eficiência.
Mais do que apreciar as obras, a visita é um convite à reflexão sobre nossa responsabilidade coletiva e sobre a urgência de políticas públicas eficientes que apoiem de fato quem atua na ponta da cadeia da reciclagem.
A Mostra Extraordinária conta com realização dividida entre o Fundo de Apoio à Cultura do DF (FAC) e a Lei Paulo Gustavo, dois importantes mecanismos de fomento à cultura de igual peso e relevância para a concretização do evento.
Serviço:
Mostra Extraordinária – 2ª Edição
Local: Espaço Cultural Athos Bulcão – Foyer do Plenário – Câmara Legislativa do DF
Visitação: gratuita de 1º a 26 de dezembro de 2025
Horário: de segunda a sexta, das 9h às 19h
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Com curadoria de Clarissa Diniz e Ismael Monticelli, e colaboração do @newmemeseum, a mostra investiga os memes como ferramentas políticas, culturais e afetivas. Ocupando as galerias 3 e 5 e o Pavilhão de Vidro do CCBB Brasília, parte do humor para refletir sobre como o país se refaz por meio de suas imagens mais debochadas. Foto: Edson Kumasaka.
MEME: no Br@sil da memeficação investiga os memes como forma de linguagem, crítica, afeto coletivo e produção estética. A mostra, que estreou em São Paulo e chega a Brasília em dezembro, explora expressões que surgem tanto nas ruas quanto nas redes sociais e que se reinventam no ambiente digital, revelando, de forma criativa, como o Brasil se narra e se transforma coletivamente.
No dia 2 de dezembro, o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília abre ao público a primeira mostra dedicada ao fenômeno sociopolítico e cultural: MEME: no Br@silda memeficação. Com curadoria de Clarissa Diniz e Ismael Monticelli e colaboração do perfil @newmemeseum, a exposição convida o público a explorar a memeficação como um dos modos mais potentes — e irônicos — de narrar o Brasil contemporâneo.
Depois de estrear em São Paulo, a mostra chega a Brasília reunindo cultura digital, arte contemporânea e crítica social em uma experiência inédita no país. A exposição apresenta cerca de 800 itens produzidos por 200 criadores do universo digital e artistas. Em exibição até 1º de março de 2026, a mostra ocupa as galerias 3 e 5 e o Pavilhão de Vidro do CCBB Brasília. A visitação acontece de terça a domingo, das 9h às 21h, com entrada nas galerias até as 20h40. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso na bilheteria ou pelo site do CCBB, e a classificação indicativa é livre.
“Memes não são só piadas. Eles são ferramentas políticas, culturais e afetivas. São a forma como o Brasil elabora, disputa e contorna suas diferenças — sociais, raciais, de gênero e estéticas — em tempo real”, afirma Clarissa Diniz. “A exposição parte do humor para provocar: como estamos refazendo o país através de suas imagens mais debochadas?”.
“É impossível compreender o Brasil de hoje sem entender seus memes”, diz Ismael Monticelli. “Eles não apenas refletem a realidade, mas atuam sobre ela: produzem memória, disputam narrativa, geram pertencimento. Enquanto fazemos memes, os memes refazem o Brasil.”
A proposta curatorial rompe fronteiras entre o que é visto como “alta” ou “baixa” cultura, reunindo nomes consagrados da arte contemporânea brasileira, como Anna Maria Maiolino, Gretta Sarfaty, Nelson Leirner e Claudio Tozzi, ao lado de criadores de conteúdo, como Blogueirinha, Porta dos Fundos, Alessandra Araújo, Melted Vídeos, John Drops e Greengo Dictionary.
Reforçando o compromisso da BB Asset de ir além da gestão de ativos e apoiar iniciativas que conectam cultura, inovação e diversidade, Gustavo Pacheco, CEO da BB Asset destaca: “Acreditamos que compreender o presente é essencial para construir o futuro. Apoiar uma exposição que investiga os memes como linguagem e expressão cultural é reconhecer a força das novas formas de comunicação na sociedade brasileira. Essa mostra revela como criatividade e crítica se encontram no ambiente digital, influenciando comportamentos e narrativas.”
O meme antes do meme
Organizada em cinco núcleos temáticos — Ao pé da letra, A hora dos amadores, Da versão à inversão, O eu proliferado, Combater ficção com ficção— e tendo como prólogo um espaço tátil intitulado Alisa meu pelo e epílogo Memes: o que são? Onde vivem? Do que se alimentam? —, a mostra conta com cenografia imersiva e uma ampla diversidade de linguagens: vídeos, neons, esculturas, roupas, quadrinhos, pinturas, objetos, backlights, instalações sonoras e experiências interativas.
“A exposição não tem a ambição de ser um inventário do humor nacional, mas de investigar os memes como uma linguagem viva, que transborda a internet e afeta diretamente nossas formas de pensar, sentir e agir”, afirma Ismael Monticelli. “Eles são dispositivos de memória, de disputa e de pertencimento, que operam em altíssima velocidade e atravessam todas as camadas da vida social.”
“Queremos provocar o público a pensar: será que essa vocação memética do Brasil começou mesmo com os memes digitais?”, questiona Clarissa Diniz. “Ou será que ela já se anunciava no carnaval, nos bordões da TV, nas pichações e nos outdoors? O que acontece quando política, publicidade e arte se dobram aos formatos da zoeira?”
Além da ocupação física no CCBB, o projeto se estende ao ambiente digital com uma série de ativações especialmente desenvolvidas para as redes sociais. Em parceria com o perfil de memes @newmemeseum, curadorias de conteúdos exclusivos serão compartilhados on-line, ampliando o alcance da exposição e promovendo engajamento, acesso e debate com públicos diversos — muito além das paredes do museu.
Percurso da mostra
Prólogo – Alisa meu pelo
O meme Alisa meu pelo, surgido em 2017 a partir da onça-pintada da nota de R$ 50 acompanhada da legenda “Alisa meu pelo (onça carente)”, viralizou ao ressignificar a onça não como ícone de virilidade, mas como símbolo afetivo, carente e próximo. Ao se difundir, o meme passou a comentar o próprio Brasil de forma leve e zombeteira, ativando uma produção simbólica popular e participativa. Na exposição, onças em diferentes materiais convidam o público ao toque e à interação, ampliando esse gesto coletivo de humor e reflexão. Participaram da criação das onças os artistas José Francisco Afrânio, Jorge Gomes e Vinicius Vaitsmann.
1. Ao pé da letra
No primeiro núcleo da exposição, o foco recai sobre os jogos semânticos e os descompassos entre texto e imagem que tornam os memes tão eficazes em gerar riso, crítica e estranhamento. Em vez de explicarem um ao outro, palavras e figuras se combinam para formar sentidos inesperados — ou se colam literalmente, desnaturalizando expressões e convenções sociais. Aborda práticas como o uso de emojis, narrações e dublagens cômicas, além de línguas digitais, como o tiopês e o pajubá, e estruturas como o snowclone, revelando como essas invenções linguísticas produzem deslocamentos de sentido e potência crítica.
Alguns criadores presentes no núcleo são: Amanda Magalhães (@amandzmagalhaes), Daniel Santiago, Frimes (@frimes), Greengo Dictionary (@greengodictionary), Guto TV (@gutotvreal), Leandra Espírito Santo, Melted Vídeos (@meltedvideos), Nelson Leirner, Pamella Anderson, Panos Subversivos (@panossubversivos), Rafael Portugal (@rafaelportugal), Raquel Real (@raquelrealoficial), Roxinha e Ruth Lemos.
2. A hora dos amadores
Inspirado pela célebre capa da revista Time de 2006 — que elegeu “você” como a personalidade do ano —, este núcleo aborda a virada provocada pela internet e pelas redes sociais, que deram visibilidade inédita às “pessoas comuns”. Os memes, nesse contexto, aparecem como uma tecnologia social de protagonismo, permitindo que vozes antes apagadas ou silenciadas ocupem o centro da cena cultural. Em países como o Brasil, marcados por fortes desigualdades, os memes se tornaram um território fértil para narrativas insurgentes: do humor que revela a precariedade cotidiana à crítica social feita com poucos recursos e muita sagacidade. Este núcleo celebra essa potência do amadorismo como desvio criativo e força política.
Alguns criadores presentes no núcleo são: Alessandra Araújo (@alessandraraujooficial), Valdisnei (Lourival Cuquinha e Daniela Brilhante), Malfeitona (@malfeitona), O Brasil que deu certo (@obrasilquedeucerto) e Raphael Vicente (@raphaelvicente).
3. Da versão à inversão
Se a imitação é uma das bases da linguagem memética, aqui ela é entendida como gesto crítico e criativo. Este núcleo mostra como memes transformam cópias em versões que subvertem e desmontam o original, produzindo humor, paródia e comentário social. A exposição apresenta desde pequenas alterações — como trocar uma palavra ou fazer um recorte específico de imagem — até inversões radicais: mulheres imitando homens, humanos dublando animais e estéticas que embaralham as fronteiras entre identidade e representação. Como no carnaval, o riso vem da inversão — e, nela, uma crítica se insinua.
Alguns criadores presentes no núcleo são: A vida de Tina (@avidadetina), Alexandre Mury, Festa da Firma (@festadafirma), John Drops (@johndrops), Juvi Chagas (@ajuvichagas), Lara Santana (@larasantana), Malhassaum (@malhassaum), Porta dos Fundos (@portadosfundos), Renata Felinto e Victor Arruda.
4. O eu proliferado
Neste núcleo, a curadoria volta-se à explosão do “eu” nas redes sociais e à forma como a vida privada se tornou espetáculo. A internet deixou de ser apenas um espaço de compartilhamento para se tornar um palco de autoperformance. A construção de si — por meio de selfies, dancinhas, relatos, confissões e personagens — tornou-se prática cotidiana, revelando tanto o desejo de existir publicamente quanto os efeitos dessa hiperexposição.
O núcleo aborda a dramaturgia do “eu” como potência e armadilha. Se, por um lado, possibilita a afirmação de identidades historicamente apagadas, por outro, evidencia o impacto subjetivo da lógica neoliberal que transforma autoestima em mercadoria e precariza o bem-estar mental.
Alguns criadores presentes no núcleo são: Blogueirinha (@blogueirinha), Coach de Fracassos (@coachdefracassos), Frases Pra Você (@frasespravoce), Galinhas Inseguras (@galinhasinseguras), Gretta Sarfaty, Jacira Doce (@jaciradoce), Lenora de Barros, Nathalia Cruz (@nathaliapontocruz), Panmela Castro, Pedro Vinicio (@pedrovinicio80), Regina Vater, Telma Saraiva, Valentina Bandeira (@valentinabandeira) e Valeska Soares.
5. Combater ficção com ficção
A polarização política e a radicalização do discurso público são temas centrais deste núcleo, que examina o papel dos memes na disputa simbólica do presente. Ao mesmo tempo em que são ferramentas de enfrentamento, síntese e resistência, os memes podem também ser veículos de desinformação, exclusão e violência simbólica. A curadoria propõe aqui uma reflexão sobre os usos éticos do riso, compreendendo o humor como forma sofisticada de diplomacia, mas também como instrumento perigoso nas mãos do autoritarismo. Entre memecracia e memecrítica, este núcleo convida a pensar: como rir sem reforçar os estigmas que queremos combater?
Alguns criadores presentes no núcleo são: Augusto de Campos, Claudio Tozzi, Dolangue News (@dolangue.news), História no Paint (@historianopaint), Juju dos Teclados (@jujudosteclados), Marcelo Tas (@marcelotas), Pasquim, Paulo Gustavo, Porta dos Fundos (@portadosfundos), Regina Silveira, Saquinho de Lixo (@saquinhodelixo) e Sensacionalista (@sensacionalista).
Epílogo – Memes: o que são? Onde vivem? Do que se alimentam?
Encerrando o percurso, o epílogo da exposição abraça a impossibilidade de definir os memes de maneira definitiva. Ao invés de uma resposta fixa, a curadoria propõe uma provocação coletiva: como cada pessoa compreende o que é um meme? O que eles significam hoje? O epílogo contou com a colaboração da equipe do #MUSEUdeMEMES, da Universidade Federal Fluminense, coordenada por Viktor Chagas, maior estudioso de memes no Brasil, e apresenta 10 entrevistas com criadores brasileiros, como Gregório Duvivier e Malfeitona, que respondem, em vídeo, essa indagação existencial com liberdade e afeto. Aqui, o meme é entendido como forma fluida, mutante e bastarda — que habita os interstícios da linguagem, circula entre mídias e revela, no improviso, a imaginação crítica do nosso tempo.
Sobre os curadores
Clarissa Diniz é curadora, escritora e professora em arte com 20 anos de carreira. Professora da Escola de Belas Artes da UFRJ, foi uma das primeiras curadoras brasileiras a incluir memes em exposições. Realizou curadorias em importantes instituições, como o Museu de Arte do Rio, a Pinacoteca de São Paulo e o Museu de Artes de São Paulo – Masp. Ao longo de sua carreira, já realizou curadorias de exposições como: Contrapensamento selvagem (cocuradoria com Cayo Honorato, Orlando Maneschy e Paulo Herkenhoff. Instituto Itaú Cultural, São Paulo); O abrigo e o terreno (cocuradoria com Paulo Herkenhoff. Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, 2013); Ambiguações (Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, 2013); Todo mundo é, exceto quem não é – 13ª Bienal Naifs do Brasil (SESC Piracicaba, 2016, e Sesc Belenzinho, 2017); Dja Guata Porã – Rio de Janeiro Indígena (cocuradoria com Sandra Benites, Pablo Lafuente e José Ribamar Bessa, Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, 2017); Rio do samba: resistência e reinvenção (cocuradoria com Evandro Salles, Marcelo Campos e Nei Lopes, Museu de Arte do Rio, Rio de Janeiro, 2018) e À Nordeste (cocuradoria com Bitu Cassundé e Marcelo Campos, Sesc 24 de Maio, São Paulo, 2019). Raio-que-o-parta: ficções do moderno no Brasil (cocuradoria com Raphael Fonseca, Fernanda Pitta, Aldrin Figueiredo, Marcelo Campos, Divino Sobral e Paula Ramos, Sesc 24 de Maio, 2022) e Histórias Brasileiras (cocuradoria com Adriano Pedrosa, Lilia Schwarcz, Sandra Benites, Isabella Rjeille, Amanda Carneiro, André Mesquita, Guilherme Guifrida, Glacea Britto, entre outros, Museu de Arte de São Paulo, São Paulo, 2022). Entre 2006 e 2015, foi editora da revista Tatuí, principal revista de crítica de arte brasileira, de viés experimental. Publicou inúmeros catálogos e livros.
Ismael Monticelli é artista multimídia. Sua pesquisa de doutorado, concluída em 2022, enfocou a relação entre arte, internet e redes sociais. Foi contemplado pelo programa Retomada Artes Visuais (2023), da Fundação Nacional de Artes – Funarte. Recebeu o 7º Prêmio Indústria Nacional Marcantonio Vilaça (2019), o mais importante prêmio para artistas em atuação no Brasil. Também foi um dos três artistas selecionados para a Bolsa ProHelvetia de Residência para Artistas Sul-Americanos, realizada na La Becque Résidence d’Artistes, La Tour-de-Peilz, Suíça (2019). Realizou residência no Institute of Contemporary Arts de Singapura, desenvolvendo um trabalho com parte da coleção da instituição. Participou da 14ª e da 10ª Bienal do Mercosul (2025 e 2015). Entre 2022 e 2023, seu trabalho foi destacado pelo The Guardian, pela Apollo Magazine e pela Ocula Magazine, durante sua participação na exposição Horror in the Modernist Block (curadoria de Melanie Pocock, Ikon Gallery, Birmingham, Reino Unido). Realizou diversas exposições individuais, como O teatro do terror (Casa França-Brasil, Rio de Janeiro, 2025; Museu Nacional da República, Brasília, 2024); O que sobrenada, sobrenada no caos (curadoria de Clarissa Diniz, Portas Vilaseca Galeria, Rio de Janeiro, 2022). Participou de diversas exposições coletivas no Brasil e em países como Reino Unido, Estados Unidos, Suíça e Singapura. Tem doutorado em Arte e Cultura Contemporânea – Arte, Imagem e Escrita (UERJ, 2022), mestrado em Artes Visuais – Processos de Criação e Poéticas do Cotidiano (UFPel, 2014) e bacharelado em Artes Visuais (UFRGS, 2010).
Colaboração | Perfil de Instagram New Memeseum
O @newmemeseum foi criado no final de julho de 2020 e conta com quase meio milhão de seguidores. Uma das principais motivações de sua criação foi o desejo de refletir, com humor e ironia, sobre os mecanismos adotados para sobreviver no/ao mundo da arte e, também, sobre os mecanismos que o mundo da arte nos impinge. O perfil realizou a ocupação virtual Combater ficção com ficção,no projeto ofício:web,do Sesc Pompeia, São Paulo, que ficou em cartaz de julho a agosto de 2021. Participou da terceira edição do programa Pivô Satélite, São Paulo, intitulada Sexo, mentiras e videotape, com curadoria de Raphael Fonseca e com a proposta Panorama Botijão da Arte Brasileira. Além disso, o trabalho do perfil já foi destacado pelos jornais Folha de São Paulo e O Globo.
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins onde são realizadas exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Sobre a BB Asset
A BB Asset, maior gestora de fundos do país, administra cerca de R$ 1,7* trilhão em patrimônio líquido e é responsável pela gestão de mais de 1.200 fundos de investimento, atendendo milhões de pessoas que buscam realizar seus objetivos financeiros. A empresa é reconhecida pela excelência de sua gestão, com as maiores notas das agências de classificação de risco Fitch Ratings e Moody’s. Detém aproximadamente 17,5% de participação no mercado, consolidando sua liderança no setor. Seus produtos são distribuídos pela maior rede de atendimento bancário do país, o Banco do Brasil, e pelas principais plataformas de investimento.
A BB Asset acredita que seu papel vai além da gestão de ativos. Com soluções desenvolvidas para diferentes perfis e objetivos, a empresa assume a responsabilidade de contribuir para uma sociedade mais inclusiva, participativa e conectada com o que realmente importa, investindo em iniciativas que promovem desenvolvimento ambiental, social, de governança e cultural.
*Dados do ranking da ANBIMA de setembro de 2025
Acessibilidade
A ação Vem pro CCBB conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. O ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta no vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horário da van – De quinta-feira a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h. | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.
MEME: no Br@sil da memeficação é uma produção da Patuá Produções, com patrocínio do Banco do Brasil e BB Asset. Depois da temporada de Brasília, a exposição será apresentada em Belo Horizonte (março a junho de 2026) e Rio de Janeiro (agosto a novembro de 2026).
Serviço:
Exposição |MEME: no Br@sil da memeficação
Curadoria|Clarissa Diniz e Ismael Monticelli, com a colaboração do @newmemeseum
Visitação | De 2 de dezembro de 2025 a 1º de março de 2026
Terça a domingo, das 9h às 21h, com entrada na galeria até as 20h40
Acesso | Gratuito, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília
Classificação Indicativa | Livre
CCBB Brasília
Funcionamento: aberto de terça a domingo, das 9h às 21h
Endereço: SCES Trecho 2, Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Esportivos Sul – Brasília – DF
Em 1995, a Referência Galeria de Arte abriu suas portas num gesto ousado, iniciando na capital da República um trabalho complexo e dependente de inúmeras circunstâncias para prosperar. Apesar das dificuldades e incertezas daquele primeiro ano, a galeria chegou a 1996, quando passou a receber diversas propostas de trabalho e de exposições, mesmo em meio ao clima de inexperiência e aprendizado que ainda a acompanhava. Entre essas propostas, destacou-se o projeto Um Olhar Sobre o Outro, com obras de Luiz Aquila e Mônica Barki, duas individuais com curadoria de Lauro Cavalcanti — três nomes já consolidados no cenário artístico, especialmente no Rio de Janeiro —, marco que contribuiu para a consolidação da Referência no mercado de arte nacional. A partir desse momento, Luiz Aquila passou a integrar o grupo de artistas da galeria, participando de coletivas, feiras de arte em São Paulo e no Rio de Janeiro, além de reencontros em exposições suas realizadas em outras cidades. “Era natural o desejo de que Luiz Aquila estivesse presente nessa celebração, como sempre esteve nos muitos momentos da trajetória da galeria”, afirma a galerista Onice Moraes.
Em novembro, em comemoração aos 30 anos da Referência Galeria de Arte, Luiz Aquila retorna a Brasília para a sua primeira individual na cidade em 16 anos. O pintor carioca ocupará as duas salas de exposição da Referência com a mostra inédita “Boogie Woogie”, uma série de pinturas, gravuras e serigrafias inéditas. Com curadoria de Renata Azambuja, a exposição abre no dia 25 de novembro, das 18h às 20h. Em exibição até 17 de janeiro de 2026, a mostra pode ser vista de segunda a sexta, das 10h às 19h, e sábado das 10h às 15h. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos. A Referência Galeria de Arte fica na CLN 202 Bloco B Loja 11 Subsolo, Asa Norte, Brasília – DF. Telefone: +55 (61) 3963-3501; WhatsApp: +55 (61) 981-623-111. No Instagram, @referenciagaleria.
Luiz Aquila criou uma linguagem cromática própria, desenvolvida a partir dos anos 1960. A curadora Renata Azambuja afirma que o artista caminha há seis décadas em paralelo à produção contemporânea. “Sua pintura pode dar a impressão de estar na contramão do que trata a arte contemporânea de hoje, que busca uma narrativa, uma crítica ou uma ironia. Mas é justamente o contrário”, afirma a curadora. A obra de Aquila nos faz pensar sobre o tempo, o espaço, o caos, a liberdade, o corpo, a presença e a ausência do sensório. Aquila se mantém nessa espécie de insistência do pintar dessa maneira. Muito vibrátil, alegre, ousada e, de certa maneira, despudorada.
“As obras de Aquila aproximam-se mais do espírito agitado e improvisado do gênero, embora também recorram à repetição, na medida em que cada peça se comunica com as demais pelas vibrações das cores e linhas que, no espaço, se organizam como conjunto.”
Renata Azambuja, curadora
A colaboração entre artista e curadora nasce de uma afinidade conceitual e afetiva, sustentada pela convicção de Aquila de que a cor desencadeia respostas sensíveis imediatas. É a partir desse entendimento e do “modo-desenho” — procedimento que o artista reconhece como pensamento em ato — que se estrutura a seleção das obras apresentadas. O reencontro entre artista e curadora por ocasião da realização da mostra “História(s) da arte brasileira | multiplicidade da coleção Moraes e Oliveira” (CAIXA Cultural Brasília, 2025), ativou memórias da permanência de Aquila em Brasília e da convivência com nomes fundamentais da Universidade de Brasília. Nesse processo, veio à tona o núcleo poético de sua trajetória: uma linguagem cromática própria, desenvolvida desde os anos 1960, que sustenta seis décadas de produção em paralelo às tendências contemporâneas. Sua pintura, vibrátil, ousada e alegre, convida a refletir sobre tempo, espaço, caos, liberdade, corpo e presença sensorial, insistindo numa maneira de pintar que resiste a narrativas e modismos, afirmando-se por sua autonomia e força interna.
Uma pintura de 1978 foi escolhida como ponto de partida para o percurso expositivo, evocando as viagens do artista pelo interior de Goiás e a paleta “diluída a cal” observada nas arquiteturas e nas paisagens humanas da região. A partir dela, desdobra-se uma compreensão ampliada de sua prática, na qual a pintura se apresenta como campo de tensão e ressonância, articulando formas, linhas e massas de cor que operam sem subordinação a regras prévias. Para Áquila, o trabalho se constitui como processo contínuo, que retorna a si mesmo em diferentes momentos, como se vê em A pintura e o pintor no espaço (2000–2025) e nas séries A pintura bem na fita e A pintura antes da fita(2025). Segundo o artista, cada retomada transforma a pintura, revelando novas conexões e emergências do inconsciente. Assim, mesmo diante da sucessão de fases e movimentos da arte brasileira, Aquila mantém o compromisso de evolucionar dentro de seu próprio percurso, nutrindo uma poética marcada pelo desejo profundo de liberdade, perceptível nas sinuosidades, nas geometrias intuitivas e nas massas cromáticas que caracterizam sua obra.
Essa lógica de transformação constante encontra novo fôlego na série Boogie-Woogie, criada especialmente para a mostra, em que o artista dialoga com o espírito improvisado do blues. São pequenas pinturas sobre papel que se comunicam pela vibração cromática e pela estrutura rítmica, formando um conjunto instalativo sem perder a autonomia de cada peça. A expansão da pintura para materiais e suportes alternativos — como o Macião(2015), sobre tecido, e os Bacalhaus (2003), sobre bambu e papel — reafirma sua relação direta com o mundo, incorporando o acaso e o imprevisto como elementos estruturadores. Assim, Aquila confirma sua condição de artista em permanente processo, um verdadeiro work in progress, cuja obra se renova continuamente e afirma sua singularidade dentro do panorama da arte contemporânea.
Luiz Aquila no IdA da UnB
No dia 24 de novembro, às 16h, Luiz Aquila retorna ao Instituto de Arte da Universidade de Brasília (IdA-UnB) para uma conversa no Auditório do IdA. Com entrada gratuita e livre para todos os públicos, o encontro com a comunidade acadêmica e o público interessado em conhecer sobre o pensamento do artista em pintura será precedido da apresentação do documentário “Tela sobre tinta – Luiz Áquila”, de Malu de Martino (2021). O evento é coordenado por Cinara Barbosa, professora do Departamento de Artes Visuais da Universidade de Brasília.
Sobre o artista
Luiz Aquila é um dos mais ativos artistas brasileiros. Foi professor em Évora, Portugal; Universidade de Brasília; Centro de Criatividade da Unesco-DF e EAV Parque Lage-RJ, da qual foi diretor. Participou de mais de cem de exposições individuais e coletivas, como Bienal de Veneza; 17ª e 18ª Bienais SP e Brasil Século XX, 1994; retrospectivas no MAM-RJ, 1992; MASP-SP, 1993; Paço Imperial 2012 além de mostras individuais em importantes museus e galerias de 1963 a 2019.
Luiz Aquila foi professor e diretor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, onde exerceu grande influência sobre a Nova Pintura Brasileira, Geração 80. Nasceu em 27 de fevereiro de 1943, no Rio de Janeiro, e iniciou-se nas artes através de seu pai, o artista plástico e arquiteto Alcides da Rocha Miranda. Foi aluno de Aluísio Carvão, pintura, no MAM-RJ e de xilogravura de Oswaldo Goeldi na Escola Nacional de Belas Artes. Frequentou cursos livres na Universidade de Brasília (UnB), foi bolsista do Governo Francês em Paris, do British Council em Londres, e da Fundação Gubekian em Lisboa e Évora. Ao longo da carreira, participou de mais de 200 exposições (individuais e coletivas) no Brasil e no exterior, e foi chamado pelo crítico Frederico Morais de “herói de sua própria pintura”. Participou da 17ª, 18ª e 20ª Bienal Internacional de São Paulo em 1983, 1985 e 1989, respectivamente, e da Bienal de Veneza. Em 1988, transferiu-se para Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro. Em 1992, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ) e, em 1993, o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP) realizaram mostras retrospectivas de seu trabalho. Em 2003, exposição individual no Museu de Arte Contemporânea (MAC-Niterói). Em 2013, o artista comemorou cinco décadas de trajetória com uma grande retrospectiva no Paço Imperial. E em 2019 realizou no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) a individual “Luiz Aquila III Milênio – criação em aberto.”
Sobre a curadora
Renata Azambuja é historiadora da arte, curadora e arte-educadora. Licenciada em Artes Plásticas pela UnB, Mestre em Teoria e História da Arte Moderna e Contemporânea pelo City College/City University of New York e doutora em Teoria e História da Arte pela UnB, realizando uma pesquisa em torno dos modos de produção de conhecimento da curadoria, tendo a residência como foco. Recentemente criou os sites https://www.escritosdecuradoria.com/ e https://www.xn--artessrio-51a.com.br/ onde publica artigos, textos curatoriais e outros escritos de arte de sua autoria e de pesquisadores e curadores convidados.
Referência 30 anos
No dia 25 de novembro de 1995, Onice Moraes e José Rosildete de Oliveira inauguraram a Referência Galeria de Arte. Em sua primeira mostra, a galeria abriu ao público com uma exposição icônica que trouxe para Brasília uma exposição inédita de Amilcar de Castro. A essa, seguiram-se várias exposições importantes como individuais de Athos Bulcão, Carlos Vergara, Claudio Tozzi, e de jovens artistas que hoje são destaque na cena das artes. Em 2004, junta-se à sociedade Paulo Moraes de Oliveira, filho do casal, que passa a administrar e tomar parte nas decisões estratégicas da empresa. Com 30 anos de atuação no mercado de arte, a Referência traz para o ambiente da galeria e para espaços institucionais artistas com trajetórias consolidadas, em meio de carreira e iniciantes, em especial de Brasília e do Centro-Oeste.
A galerista Onice Moraes ressalta a importância de apresentar e dar visibilidade aos artistas visuais e curadores da região central do Brasil e de outras regiões fora dos eixos hegemônicos do sistema da arte brasileiro como forma de oferecer ao artista a oportunidade de ter seus trabalhos adquiridos pelo público e pelas instituições.
“As coleções de arte, sejam de colecionadores iniciados ou de iniciantes, precisam incluir os artistas de sua região e de seu tempo. Arte é investimento, é decoração e, acima de tudo, é um registro da história e da reflexão sobre um momento específico dessa construção histórica”, diz Onice Moraes. “Um dos papéis do galerista é orientar a mirada dos colecionadores para esses artistas que produzem em sua vizinhança. Todos podem se beneficiar com a inclusão de artistas da região nas coleções privadas: as coleções ganham importância, ficam mais representativas e diversas”, afirma a galerista.
Serviço:
“Boogie Woogie”
Pinturas, gravuras e serigrafias
De | Luiz Aquila
Curadoria | Renata Azambuja
Sala Principal e Sala Acervo
Abertura | 25/11/2025, das 18h às 20h
Visitação | Até 17/01/2026
De segunda a sexta, das 10h às 19h
Sábado, das 10h às 15h
Entradas | Gratuita
Classificação indicativa | Livre para todos os públicos
Antônio Júnior e a arquiteta Érica Lobo, apresentam a instalação em que uma cama que parece levitar, envolta por tons de verde e lilás que reinterpretam o imaginário natalino com elegância e fantasia. Uma celebração da leveza, da imaginação e do descanso como arte, crédito: Nova Agência
Simmons Park Sul apresenta sua primeira vitrine assinada, uma criação de Érica Lobo que transforma o Natal em uma experiência sensorial de encantamento e flutuação.
A Simmons Park Sul lançou, no dia 27 de novembro, sua primeira vitrine assinada, criada pela designer Érica Lobo. Batizada de “Natal dos Sonhos Flutuantes”, a instalação apresenta uma cama suspensa e paleta em verde e lilás, reinterpretando o Natal com leveza e sofisticação. O coquetel de estreia reuniu convidados e parceiros da marca, inaugurando a temporada com uma experiência poética e sensorial.
No universo do luxo, onde a estética encontra o bem-estar e o design assume a forma de manifesto, a Simmons Park Sul inaugura sua primeira vitrine assinada com uma celebração que ultrapassa o território das tradições natalinas. “Natal dos Sonhos Flutuantes”, criação da designer de interiores Érica Lobo, é mais do que um cenário — é uma experiência imersiva que traduz a filosofia de descanso elevado da Simmons em poesia visual. A marca, referência centenária em conforto e excelência artesanal, apresenta sua leitura do Natal como um instante de suspensão, leveza e magia.
A concepção da vitrine parte da busca por reinterpretar o imaginário natalino a partir de um olhar contemporâneo. Em lugar da literalidade, Érica Lobo propõe uma metáfora: o descanso como estado de flutuação, onde corpo e mente encontram equilíbrio.
A cama suspensa — centro do projeto — é o símbolo dessa narrativa, evocando a sensação de repouso absoluto que define o legado Simmons. “A ideia era transformar a cama em um elemento etéreo, como se estivesse entre o sonho e a realidade”, explica a designer, que mescla tradição, sensibilidade e inovação em uma composição que transcende o décor festivo e se aproxima da instalação artística.
A paleta em verde profundo e lilás luminoso traduz a intersecção entre renovação e fantasia. O verde abandona o lugar-comum do Natal e assume o papel de cor que revigora, acalma e conecta à natureza — um convite ao respiro, ao pause. O lilás, improvável e delicado, imprime contemporaneidade e onirismo, representando espiritualidade, sensibilidade e o universo simbólico dos sonhos.
As cortinas volumosas, o lustre dourado e a iluminação cênica criam um ambiente teatral, onde cada camada de luz constrói profundidade e emoção. No centro, o Papai Noel repousa, quase em meditação, reforçando a narrativa de que até a figura mais emblemática do Natal precisa encontrar, no descanso, sua fonte de renovação.
O conjunto se torna uma obra que celebra o luxo silencioso — aquele que não grita, mas envolve.
Ao contemplar a vitrine, o visitante é convidado a experimentar o Natal como um ritual de desaceleração. A cama flutuante não é apenas um elemento estético: ela materializa a filosofia Simmons de que o descanso é uma arte e um território íntimo de cura, inspiração e equilíbrio.
O cenário se transforma em metáfora de estilo de vida, onde o conforto assume o papel de protagonista e o quarto se converte em cápsula de introspecção e beleza. É uma jornada sensorial que envolve o olhar e desperta a imaginação — uma experiência que permanece mesmo após deixar a vitrine.
Com sua primeira vitrine assinada, a Simmons Park Sul reafirma seu compromisso com a excelência, o design de impacto e a capacidade de transformar o cotidiano em experiência sensorial. “Natal dos Sonhos Flutuantes” inaugura uma nova fase da marca, em que arte, conforto e narrativa caminham juntos para criar memórias afetivas.
Para Antônio Vicente Júnior, empresário e franqueado responsável pela inauguração da primeira loja conceito da marca Simmons no Brasil, o “Palácio do Sono”, no Park Sul, em Brasília: “Inaugurar nossa primeira vitrine de Natal é, para nós, reafirmar que qualidade de sono é qualidade de vida. A cenografia criada pela Érica Lobo mostra que descansar bem não é apenas uma necessidade, é o ponto de partida para uma rotina mais equilibrada. O Natal dos ‘Sonhos Flutuantes’ celebra justamente isso: quando o corpo repousa com conforto, a mente encontra espaço para sonhar.”
A vitrine pode ser visitada na loja Simmons Park Sul, onde a marca apresenta sua coleção de luxo e convida o público a vivenciar, de perto, a leveza que inspira esta temporada de celebração.
Sobre a Simmons Park Sul:
Fundada nos EUA em 1870, a Simmons é referência global em colchões premium e pioneira nas molas ensacadas individuais. Presente em mais de 100 países, alia tradição e inovação para proporcionar conforto e bem-estar. Em 2025, inaugurou sua primeira loja conceito no Brasil, no Park Sul, Brasília, em parceria com Antônio Júnior, especialista do setor. O espaço oferece atendimento personalizado e produtos de alto padrão.
Com o tema “Territórios Criativos do Brasil para o Mundo”, evento vai contar com especialistas nacionais e internacionais
De 25 a 28 de novembro, Brasília sediará o IX Encontro da Rede Brasileira de Cidades Criativas da UNESCO (IX ECRIATIVA), com o tema “Territórios Criativos do Brasil para o Mundo”. O evento, organizado pelo Instituto ACDF – Associação Comercial do Distrito Federal, com apoio da Secretaria de Turismo do DF por meio de um termo de colaboração, reunirá representantes das 15 cidades brasileiras da Rede da UNESCO e convidados internacionais para debater como a criatividade pode ser um motor para o desenvolvimento urbano, econômico e social.
Reconhecida pela UNESCO como Cidade Criativa do Design desde 2017, Brasília fortalecerá sua posição como um centro estratégico de inovação, turismo e economia criativa. O evento proporcionará uma oportunidade única para troca de experiências, promoção de boas práticas e articulação de políticas públicas que integrem cultura, design, sustentabilidade, inovação e turismo. Para o Secretário de Turismo Cristiano Araújo, Brasília vive um momento de expansão turística, fortalecendo-se nos segmentos de negócios, cívico, cultural e criativo. “A realização do IX Encontro de Cidades Criativas da Unesco (ECriativa) reforça esse posicionamento e amplia o diálogo sobre inovação, cultura e economia criativa no Brasil. Nossa capital, moderna por essência e criativa por vocação, abre suas portas para a troca de experiências e o estímulo a novas perspectivas”, afirma o secretário.
As 15 cidades brasileiras que compõem a Rede de Cidades Criativas da UNESCO são:
Essas cidades, com suas respectivas especialidades, têm em comum o uso da criatividade para impulsionar o desenvolvimento cultural, sustentável e econômico local. O IX ECRIATIVA será uma plataforma para discutir como expandir o impacto da economia criativa e fortalecer as redes colaborativas, tanto no Brasil quanto no exterior.
O evento também contará com a presença de Denise Bax, Secretária da Rede Mundial de Cidades Criativas da UNESCO (UCCN), e outras autoridades e especialistas, que compartilharão suas visões sobre o futuro das cidades criativas e as melhores práticas para conectar cultura, sustentabilidade, inovação e turismo.
Dados sobre o Turismo em Brasília
O turismo em Brasília tem apresentado crescimento contínuo, com destaque para o aumento do fluxo de turistas internacionais. Segundo dados da Secretaria de Turismo do DF, a capital recebeu mais de 64,4 mil turistas internacionais em 2024, um crescimento de 19,4% em relação a 2023. Nos primeiros cinco meses de 2025, o fluxo internacional já alcançou 44.279 visitantes, representando um aumento de 78,3% em comparação ao mesmo período de 2024.
Além disso, o turismo na capital federal gerou R$ 28,34 milhões para a economia local nos quatro primeiros meses de 2025, um crescimento de 50,88% em relação ao ano anterior. Esses números reforçam a importância do IX ECRIATIVA como um evento estratégico para impulsionar ainda mais o turismo criativo, atrair visitantes e gerar impacto positivo para a economia da cidade.
Com a participação de gestores públicos, empreendedores, artistas e pesquisadores, o encontro visa promover o turismo e fortalecer a economia criativa de Brasília, além de gerar soluções sustentáveis para os desafios urbanos das cidades. O evento será uma plataforma para gerar novos negócios, parcerias e visibilidade internacional para Brasília como destino turístico criativo.
PROGRAMAÇÃO IX ECRIATIVA
TERÇA – 25/11/2025
Brasília de Braços Abertos
8h Boas-vindas com os representantes das cidades
9h Recepção Secretaria de Turismo (SETUR)
10h30 City tour “Viva Brasília”
15h Cerimônia oficial de abertura com autoridades na ACDF
15h30 Lançamento do Livro da história da RBCC
16h Apresentação Brasília Cidade Criativa do Design e ODS
17h Painel Brasília HUB Estratégico e Criativo
20h Lançamento oficial da Exposição Interativa “Territórios Criativos Brasileiros do Brasil para o Mundo”
Lançamento do Game Creative Mind da UCCN
Nova Identidade visual da RBCC
QUARTA – 26/11/2025
Territórios Criativos do Brasil para o Mundo
8h30 Receptivo e Credenciamento
9h Painel Governo Federal MTUR/MINC/MRE
9h30 Palestras Ministério da Cultura (MinC)
Ministério do Turismo (MTur)
UNESCO/UCCN
UNESCO/BRASIL
11h Painel RBCC Cidades e Territórios Criativos do Brasil
12:30 Experiência Gastronômica
14h30 Painel RBCC Continuação da apresentação das cidades criativas
16h30 Mesa Redonda Sustentabilidade- Municípios Criativos e Sustentáveis
17h30 Entrega do Manifesto da Rede de Cidades Criativas ao Governo Federal
20h Lançamento oficial da Exposição digital “Territórios Criativos do Brasil para o Mundo”, no shopping Pátio Brasil.
QUINTA – 27/11/2025
Internacional
8h30 Receptivo e credenciamento
9h Apresentação e falas autoridades presentes
9h30 Painel Comissão Parlamentar Mista de Economia Criativa do Brasil
10h30 UNESCO/UCCN
UNESCO BRASIL
11h30 Lançamento da Embaixada Digital de Cidades Criativas da UNESCO em Brasília e Enghien-le-bains
12h30 Experiência Gastronômica
14h30 Ação Colaborativa: Feira de Negócios de Economia Criativa
20h Experiência cultural/Jantar temático
SEXTA – 28/11/2025
Plenárias Cidades Criativas
8h30 Receptivo e credenciamento
9h Assembleia RBCC Apresentação da Plataforma Digital RBCC e Jogo educativo sobre a UCCN
11h30 Apresentação Florianópolis. Encerramento do IX ECRIATIVA
Sob a liderança de Jean Oliveira o time de vendas da HOME Brasília oferece transparência, método e um networking forte, construído ao longo de anos de atuação no alto padrão do mercado imobiliário, crédito divulgação
Em uma manhã curada pela HOME Brasília, o Fazenda da Matta será apresentado a convidados em um encontro que promete traduzir a essência do novo luxo: relacionar, sentir e viver experiências.
Na manhã de 15 de novembro, a HOME Brasília irá abrir as portas de sua sede no Edifício Mandarim, no Noroeste, para um brunch que será mais do que uma apresentação de empreendimento. Uma celebração da estética, do propósito e do estilo de vida que moldam o novo imobiliário de alto padrão no Centro-Oeste.
O evento reunirá clientes, parceiros e formadores de opinião em torno de uma experiência sensorial que combina arquitetura, hospitalidade e curadoria — pilares que definem tanto a HOME quanto o Fazenda da Matta, condomínio residencial de luxo em Pirenópolis.
A maquete oficial do empreendimento, exposta no espaço, servirá como ponto central da ambientação: um convite visual para explorar a harmonia entre design contemporâneo, natureza e bem-estar que estrutura o conceito do Fazenda da Matta.
A convergência de propósitos: HOME e Fazenda da Matta
O brunch marcará o início de uma colaboração que representa mais do que uma parceria comercial — trata-se da união de duas visões complementares sobre o viver bem.
Segundo Jean Oliveira, sócio da HOME e profissional com mais de 22 anos de trajetória no mercado imobiliário de alto padrão, “o Fazenda da Matta traduz o que entendemos por curadoria: um projeto concebido para quem busca mais do que um endereço — busca um estilo de vida que reflita valores, ritmo e pertencimento.”
Para Mariana Hilário, diretora de Marketing e Comunicação da HOME, “essa sinergia nasce do desejo comum de humanizar o mercado imobiliário. O brunch é uma metáfora dessa conexão — um momento leve, de encontro e descoberta, onde cada detalhe foi pensado para gerar vínculo e encantamento.”
A estética como narrativa: arquitetura, natureza e afeto
Com atmosfera intimista, o evento foi pensado como uma extensão do próprio conceito do Fazenda da Matta. O décor em tons terrosos, o menu de café da manhã elaborado e a iluminação natural criarão uma experiência envolvente, refletindo o espírito do empreendimento — um refúgio contemporâneo que une design autoral, paisagismo orgânico e bem-estar integrado.
No centro da proposta, a ideia de que o luxo do futuro é silencioso, natural e afetivo: nasce da atenção aos detalhes, do respeito ao tempo e da curadoria de experiências que resgatam a relação entre o homem e o ambiente.
Mais que uma vitrine, uma experiência
Durante o encontro, os convidados poderão explorar a maquete e conhecer os diferenciais do projeto, que vai muito além da estética arquitetônica. O Fazenda da Matta aposta em uma nova perspectiva de vida — onde o lazer, a natureza e a convivência se fundem em um único espaço, pensado para gerar pertencimento e qualidade de vida.
A HOME, por sua vez, reforça sua posição como referência em curadoria imobiliária com propósito, combinando inteligência de mercado e sensibilidade estética para traduzir o luxo contemporâneo em experiências tangíveis.
O futuro do viver bem
O brunch na HOME Brasília não será um evento isolado, mas o reflexo de um novo momento do mercado imobiliário: mais humano, relacional e sensorial. Como sintetiza o manifesto da marca:
“Mais que imóveis, criamos experiências. Mais que negociações, geramos vínculos. Mais que um time, somos uma assinatura.”
O Fazenda da Matta e a HOME Brasília compartilham esse mesmo princípio — o de transformar o ato de morar em uma experiência estética e emocional, na qual cada detalhe é pensado para inspirar, acolher e conectar.
Sobre o Fazenda da Matta O Fazenda da Matta é um condomínio de alto padrão localizado a 10 minutos do centro de Pirenópolis (GO), com projeto que valoriza o contato com a natureza, a sofisticação estética e a convivência entre vizinhos. O empreendimento conta com haras assinado por Doda Miranda, arquitetura de Denise Zuba Arquitetos, paisagismo do escritório Depieri e uma parceria com a Vinícola Assunção para a produção de vinho com rótulo próprio.Contará com um museu a céu aberto, integrado às trilhas e jardins do condomínio com obras exclusivas assinadas por nomes da arte contemporânea como Samuel Caixeta. O projeto ainda inclui a presença do Bistrô de Fogo e ações sociais com parceiros locais.
Informações sobre disponibilidade de lotes e experiências estão disponíveis discretamente em: 🌐www.fazendadamatta.com.br . @fazendadamatta_ 📍 Visitas mediante agendamento com atendimento curado.
A artista visual Isadora Maia recebeu dezenas de convidados na abertura de sua exposição, Travessias, na terça-feira, dia 11, na Hill House.
A mostra reúne quadros e tecidos autorais inspirados na Ilha da Madeira. A artista fez uma imersão em Portugal, em fevereiro, onde inaugurou o programa Brasil Cultural by SiimGroup, no Chiado, em Lisboa, e foi recebida pela InvestMadeira, no Funchal. Nessa etapa, Isadora fez uma imersão nas rendas, artesanato, vinhos e paisagens da Ilha da Madeira.
A exposição estará em cartaz até o dia 21 de novembro, com visitação gratuita das 10h às 20h, na Hill House, Casapark. A artista Valéria Pena-Costa é a curadora da mostra. A seguir, confira alguns convidados que foram prestigiar o evento.
Vanessa Giacomo apresenta a linha Natal de Sorrisos da Dom Casero – Crédito: Divulgação
Disponíveis a partir de 30 de outubro, os 68 produtos exclusivos da marca chegam em todas as unidades exclusivos da marca chegam em todas as unidades
O Natal da Dom Casero começou a ser projetado ainda no primeiro trimestre de 2025. A marca, que tem como objetivo triplicar as vendas em relação ao ano anterior não poupou esforços na coleção natalina que chega às lojas ainda em outubro e ganhou temática de “Um Natal de Sorrisos” com embalagens para lá de encantadoras.
Um dos maiores players do segmento de presentes, a marca pioneira em biscoitos finos artesanais e chocolates, que nasceu em Brasília e expandiu para o Rio de Janeiro e São Paulo, promete cravar o melhor faturamento da sua história. Começando pela linha que mais vende e costuma esgotar das prateleiras antes da primeira semana de dezembro, a coleção de biscoitos que acompanham Porcelanas temáticas, como a Bota do Suíço (R$ 139,90). São 29tesouros aguardando para serem apreciados e passados de geração em geração. Cada delicada peça acompanha o clássico biscoito suíço coberto de chocolate, unindo beleza e sabor em um gesto que celebra memórias e tradições.
Premiadíssimos nos anos anteriores, a linha de panetones surpreende não só o júri especializado Brasil afora, mas também os apaixonados pelo clássico de Natal. O Panettone Trufado Especial (R$ 174,90 – 1kg), feito com massa de fermentação natural com gotas de chocolate, combina doce de leite e nozes em um recheio cremoso e sofisticado. Já o Panettone Trufado (R$ 129,90 – 700g), versão mais simples, é generosamente recheado com o doce de leite artesanal da marca. Por fim, a linha conta com Panettone Speculoos (R$ 129,90 – 700g), com recheio sabor caramelo e especiarias, e o Choco Dom Pane (R$ 74,90 – 160g), pedaços de panetone macios, recheados com gotas de chocolate e cobertos por uma generosa camada de chocolate ao leite que derrete na boca.
Entre os itens presenteáveis, um dos destaques é a Árvore Três Sorrisos (R$ 249,90 – 340g), que reúne, em uma embalagem de três andares, um trio de produtos irresistíveis: mini panettone recheado de doce de leite e cobertos com chocolate, biscoitos amanteigados decoradose alfajor de doce de leite. Outros best-sellers da marca ganham versões natalinas, como a Galleta de Doce de Leite (R$ 69,90 – 280g), feita com massa de amêndoas e recheio de puro doce de leite artesanal que derrete na boca. Já adorado pelo sabor, o produto aparece em embalagens temáticas perfeitas para presentear.
Na mesma linha, os clientes encontram a Lata Carrossel (R$ 129,90 – 290g), que, ao ser aberta, revela um trio de delícias com gostinho de Natal: Choco Dom Pane, Dragêsde Chocolate e Biscoitos Gingerbread. Outra opção que impressiona à primeira vista é a Lata 3 Surpresas (R$ 169,90 – 295g), composta por Dragês Crocantes de Chocolate, Biscoitos Gingerbread em formato de bonequinho e Biscoitos Suíços cobertos com chocolate ao leite.
Completa a coleção o Box Sorriso de Natal (R$ 399,90 – 905g), um verdadeiro banquete de sabores com quatro latas especiais: a Lata Sorrisos, com Galettas de Doce de Leite; a Lata Carrossel; a Lata de Mini Alfajores, recheada de doce de leite; e a Lata de Mini Panettone, também com recheio de doce de leite e cobertura de chocolate.
Por fim, a Dom Casero dedicou parte da coleção às crianças, criando experiências divertidas e deliciosas. O Kit Pequeno Construtor (R$ 109,90 – 300g) é feito inteiramente de biscoitos Gingerbread e acompanha glacês coloridos e confetes para enfeitar uma linda casinha de montar. Já os Kit Pequeno Artista (R$ 69,90 – 130g), acompanhados da mesma cobertura, são ideais para crianças de todas as idades, permitindo que elas soltem a imaginação e criem suas próprias obras de arte comestíveis.
No período natalino, a produção da Dom Casero cresce mais de 140%, passando de 65 mil para mais de 100 mil itens e mobilizando uma equipe de cerca de 400 pessoas. Mesmo diante desse aumento, o cuidado artesanal permanece o mesmo: todos os doces são preparados com atenção aos detalhes, para que, ao receber um presente da marca, cada pessoa se sinta abraçada. Disponíveis a partir de 30 de outubro, a coleção pode ser encontrada em todas as unidades da Dom Casero — em São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro e pelo site oficial.
SOBRE A DOM CASERO:
O que começou na cozinha de uma família pernambucana tornou-se uma das principais referências em biscoitos artesanais do país. Fundada em 2006 por Tatiane Freitas e Denis Carvalho, a Dom Casero nasceu do desejo de compartilhar receitas caseiras e transformar o sabor da infância em um negócio de sucesso. De vendas em feiras livres de Brasília ao primeiro quiosque em shopping – um conceito pioneiro inaugurado em 2010 –, a marca cresceu mantendo o cuidado artesanal e o toque afetivo que a tornaram única.
Hoje são 21 unidades em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, além de outras cinco em processo de abertura e aloja online. Entre os destaques estão as Galletas e a linha Surreal, produzidas artesanalmente na fábrica de Brasília, que chega a ultrapassar 160 mil itens em datas especiais. Desde 2024, a atriz Vanessa Giacomo passou a integrar o time de sócios.
DOM CASERO SÃO PAULO – MORUMBI SHOPPING
End.: Morumbi Shopping – Av. Roque Petroni Júnior, 1089 – Jardim das Acácias, São Paulo – SP
O artista visual e advogado José Maciel apresenta sua nova exposição “RAÍZES — Heranças Visuais”, que será inaugurada no dia 28 de novembro no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, localizado na Praça dos Três Poderes. Esta mostra, com curadoria de Danielle Athayde e Cláudio Pereira e coordenação geral do Instituto Artetude Cultural, reúne cerca de cinquenta obras recentes, incluindo desenhos, pinturas, esculturas em ferro vazado e objetos cenográficos, como totens e seixos rolados pintados.
A exposição propõe uma reflexão simbólica e poética sobre as múltiplas origens que nos formam como indivíduos e como nação. O conceito de “raízes” vai além do biológico ou territorial, convidando o público a uma imersão nas camadas de memória e identidade que nos constituem. Maciel revisita o passado histórico e pessoal por meio de sua arte, trazendo à tona afetos, lembranças e símbolos que se reconfiguram no presente, em um jogo dinâmico de tempos e sentidos.
O Panteão da Pátria e da Liberdade, projetado por Oscar Niemeyer, oferece o cenário perfeito para esse encontro entre memória e identidade. O monumento, concebido como um local de celebração da história e do imaginário nacional amplia a potência simbólica das obras de Maciel propondo um diálogo profundo com os heróis da história brasileira, figuras mitificadas e ícones culturais que dialogam com a multiplicidade e a contradição da identidade nacional.
A partir de uma reflexão sobre o Brasil contemporâneo e suas raízes culturais, a obra de Maciel evoca a tensão entre o Brasil mítico e o Brasil atual, entre o projeto moderno de nação e as contradições de sua formação histórica. Esse confronto ressurge de maneira semelhante ao Brasil antropofágico retratado por Macunaíma, personagem icônico de Mário de Andrade. Na abertura da exposição, será lançado um catálogo de capa dura, com 120 páginas, que reúne as últimas pinturas de Maciel, além de suas esculturas e trabalhos em pedras. O livro, elaborado por Adriana Maciel e publicado pela editora Numa, terá uma tiragem limitada de 700 exemplares, que estarão disponíveis para venda em livrarias de Brasília.
Um Diálogo entre Passado e Presente: A mostra “Raízes — Heranças Visuais” também enfatiza a conexão entre a arte de Maciel e as obras de grandes nomes da arquitetura e das artes visuais, como Oscar Niemeyer, João Câmara Filho, Athos Bulcão, Marianne Peretti e Bruno Giorgi, cujas obras fazem parte do próprio Panteão. Essa convivência de diferentes linguagens artísticas estabelece um campo de tensão poética entre o monumental e o sensível, entre o heroico e o cotidiano, ampliando o diálogo entre as gerações e os tempos. “O Panteão é um monumento aos heróis da Pátria e é um espaço pouco visitado internamente. Achei que seria um lugar especial para a exposição, porque sinto necessário ter coragem para que meu trabalho na pintura seja lembrado na história”, afirma Maciel. “Como advogado, acho que sou o único a ter uma árvore com meu nome plantada no Bosque dos Ministros do Supremo, localizado ao lado do Panteão. Como pintor, acho que meus quadros expostos neste monumento completam minha história, que se integra na arte e no direito”,complementa.
José Maciel: O artista é conhecido por sua obra multifacetada, que transita entre a figuração e o expressionismo, com uma profunda influência de Iberê Camargo. Sua prática artística, profundamente ligada às memórias afetivas e ao subconsciente coletivo, explora formas e figuras que ganham autonomia, sendo um convite à reflexão sobre a relação entre o indivíduo e o coletivo. Maciel é um artista de processo criativo dinâmico, onde vida e obra se fundem, criando um universo pulsante e sensível, habitado por formas que dialogam com a realidade de maneira única.
Sobre o Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves: Projetado por Oscar Niemeyer e inaugurado em 1986, o Panteão é um dos marcos arquitetônicos de Brasília. Destacam-se em sua construção obras de artistas como João Câmara Filho (Painel da Inconfidência), AthosBulcão (Mural da Liberdade), Marianne Peretti (Vitral e Pomba) e Bruno Giorgi (Tiradentes), além do Livro de Aço, que homenageia figuras históricas como Tiradentes, Zumbi dos Palmares e Juscelino Kubitschek.
Serviço: Exposição: RAÍZES — Heranças Visuais Artista: José Maciel Curadoria: Danielle Athayde e Claudio Pereira Período: 28 de novembro de 2025 a 1 de fevereiro
Horário: Terça a sexta das 9h às 18h. Sábado, domingo e feriado das 9h às 17h Local: Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, Praça dos Três Poderes, Brasília
Grupo Tropical leva Aldeia do Vale para a cidade, unindo natureza, exclusividade e o charme histórico de Pirenópolis em um projeto de slow living
Com 298 anos recém-completados, Pirenópolis é referência no Planalto Central de uma cidade que respira cultura com seus casarões e ruas históricas, refúgios naturais e alta gastronomia. Próxima a cidades com dinamismo econômico – Brasília, Goiânia e Anápolis – se tornou ponto de encontro turístico, mas também de quem deseja desacelerar e se reconectar com a natureza.
Nesse contexto e aos pés do Morro do Frota, nasce o Aldeia do Vale Pirenópolis como uma nova referência de moradia e lazer. Desenvolvido pela Raiz Urbana, uma empresa do Grupo Tropical, o empreendimento traz o conceito do residencial em Goiânia que se tornou uma referência nacional de sofisticação e vida integrada à natureza. A proposta, que nasceu há 30 anos e continua atual, valoriza o conceito de “slow living”, que, em tradução livre do inglês, significa “vida lenta” – estimulando uma desaceleração do cotidiano.
O projeto será oficialmente apresentado ao mercado imobiliário no dia 7 de novembro, em Pirenópolis, às 8h30, para cerca de 400 corretores de imóveis que farão uma imersão pela área. Entre os presentes, estará Carlos Ferreirinha, referência em gestão de luxo de renome internacional, tendo no currículo passagem por grandes como a diretoria de marketing da Louis Vuitton Caribe e América Latina. Durante o evento, ele vai falar sobre o conceito de ‘novo luxo’, pautado pela busca de um estilo de vida associado à desaceleração e sinergia com a natureza.
Projeto
Localizado a 130 km de Goiânia, 120 km de Brasília e apenas 60 km de Anápolis, o Aldeia do Vale Pirenópolis é cercado por nascentes e córregos – inclusive tendo o Rio das Almas atravessando o terreno. Com apenas 152 terrenos, variando de 1.200 m² a 2.500 m², o condomínio foi desenhado para oferecer privacidade, exclusividade e muita conexão com a natureza. Com área destinada à preservação ambiental, formada por bosques, corredores ecológicos, que se integram ao bioma do Cerrado com espécies nativas e árvores frutíferas.
O paisagismo é assinado por Yara Hasegawa. Luci Costa, Andrea Accioly e Woo Arquitetura formam o trio que rubrica o projeto – adotando traços orgânicos que respeitam o terreno e a paisagem, priorizando harmonia e fluidez, tendo o sistema de swales para garantir a permeabilidade do solo de forma natural.
O Aldeia do Vale Pirenópolis reúne a vivência com a natureza com o conforto de um resort de luxo, com uma área de lazer que inclui piscina de borda infinita, quadra de tênis de saibro, wellness club com spa e academia equipada, além de espaços gastronômicos, áreas de convivência e arte integrada à paisagem.
O mercado de luxo cresce e a capital ganha uma região planejada que une arquitetura, conforto e integração com a natureza
Brasília acompanha a expansão do mercado de imóveis de alto padrão, que representou cerca de 28% do Valor Geral de Vendas (VGV) no Distrito Federal em 2024, segundo a Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC). O segmento mostra não apenas robustez, mas também resiliência frente a oscilações econômicas. Um levantamento da Emplavi revelou que a procura por imóveis de luxo aumentou significativamente no primeiro trimestre de 2025, impulsionada pela busca por qualidade de vida, espaços amplos e localizações estratégicas.
É nesse contexto que surge o Jardins Genebra, localizado na região Entre Lagos, a apenas 15 minutos da Ponte JK. Entregue em 2024, o condomínio horizontal foi totalmente comercializado em menos de um ano e é destinado a 443 famílias. O perímetro é cercado, com portaria 24 horas, e oferece infraestrutura completa de lazer, com quadras de areia, de tênis e futebol, playgrounds, academia, praças, horta e salão de festas.
A consolidação do condomínio também é evidente nos números: dos 58 projetos aprovados, 27 já estão em obras, quatro casas prontas e algumas famílias já morando no local, segundo dados de julho de 2025. Para a FGR, a ocupação é rápida, especialmente considerando que se trata de uma praça nova. Além disso, a incorporadora possui um land bank de 6 milhões de metros quadrados no entorno do Jardins Genebra, reservado para futuros projetos.
Entre os projetos do condomínio, 11 são assinados pelo Studio BS, escritório de arquitetura e interiores, que atua com soluções sofisticadas e modernas, integrando funcionalidade, conforto e sustentabilidade. Para André Santos, diretor executivo do Studio BS, “o fato de já haver um padrão para todo o planejamento urbanístico e estético, nos ajudou a ter mais um ponto como conceito inicial do projeto. Usando o exemplo da presença de uma árvore nativa da região com obrigatoriedade nos projetos, sempre pensamos em uma forma de integrar ainda mais o nosso desenho com a natureza, de forma a compor essa vegetação como um dos elementos em destaque”.
Os projetos do Studio BS privilegiam ambientes fluidos, pé-direito alto, grandes aberturas, ventilação cruzada, integração com a vegetação e soluções sustentáveis, como reaproveitamento de água e energia fotovoltaica. André Santos explica: “Criamos grandes aberturas que permitem iluminação natural durante todo o dia e uma conexão direta com a área de lazer, proporcionando bem-estar e aconchego. Além disso, cada detalhe foi pensado para refletir a personalidade da família, tornando o espaço único.”
Entre os destaques do Studio BS estão três residências emblemáticas. Na Casa Delfino, os espaços amplos privilegiam a área de lazer e o paisagismo central. “Desenvolvemos o desenho seguindo a ideia de proporcionar espaços integrados e amplos, que pudessem trazer iluminação, ventilação e um máximo contato com a natureza. Com o privilégio de ter apenas o vizinho de fundo e um único vizinho lateral, criamos uma área de lazer que abraçasse o lote e o paisagismo central, possibilitando um pátio bem intimista e com muita área verde, se tornando o espaço mais convidativo da casa”, disse André Santos.
A Casa Refúgio nasceu para atender ao desejo dos moradores de um verdadeiro “refúgio” dentro da cidade. “Partindo de criar ambientes que se tornassem o refúgio dos moradores, planejamos espaços que convidam ao respiro, a desacelerar e tomar um tempo com a familia, envolto no verde e com materiais naturais como as pedras e a madeira, que remetem a essa reconexão com a natureza”, explicou o diretor do Studio BS.
Já a Casa Mirante Dafico aproveita ao máximo a topografia do lote e inclui um rooftop que permite contemplar o nascer do sol no vale. “Mesmo sendo uma casa térrea, utilizamos a cobertura para criar um rooftop que nos permite ter uma vista livre para o nascer do Sol direcionado ao vale”, disse André Santos.
Abertura será no dia 11/11, das 16h às 21h, no Casapark
A imersão na Ilha da Madeira realizada pela artista brasiliense Isadora Maia, em fevereiro deste ano, é o tema central de sua nova exposição, intitulada Travessias – Onde o Atlântico Inspira o Movimento. A mostra reúne telas e tecidos autorais, a partir da interpretação da artista sobre as vivências em Portugal, traduzidas nas cores e na fluidez das obras. A curadoria do trabalho que poderá ser visto pelo público é da artista Valéria Pena-Costa.
Das pinturas manuais feitas por Isadora Maia nasceram estampas que refletem a força do mar e a ideia de travessia como transformação. De acordo com a artista, sua criação surge da vivência entre Brasília, Lisboa e a Ilha da Madeira, onde o Atlântico inspira movimento, cor e fluidez. “Revela-se aqui o contraste entre a geometria modernista e o movimento das estampas: o concreto encontra a fluidez, a permanência dialoga com o instante. Nesse encontro, Travessias propõe um diálogo entre estrutura e leveza, permanência e deslocamento”, conta ela.
MEU KIMÔ – As estampas autorais de Isadora Maia serão apresentadas também por meio de quimonos, que é a primeira modelagem da história das roupas: atemporal e feita para vestir todos os corpos. “Ele é Obra de Arte vestível, onde a tradição e a contemporaneidade se apresentam no mesmo gesto. Cada quimono, lenço ou calça é uma obra de arte que carrega fragmentos da pesquisa e convida quem veste a atravessar sua própria jornada”, acrescenta Isadora Maia.
A exposição será aberta na próxima terça-feira, dia 11/11, das 16h às 21h, na Hill House (shopping Casapark), com visitação gratuita. A mostra ficará em cartaz por dez dias, com visitação de segunda a sábado, das 10h às 20h.
EXPOSIÇÃO TRAVESSIAS – ONDE O ATLÂNTICO INSPIRA O MOVIMENTO Abertura dia 11/11, terça-feira, das 16h às 21h Curadoria de Valéria Pena-Costa Local: Hill House, no shopping Casapark, em Brasília Entrada gratuita Duração: dez dias, com visitação pública das 10h às 20h.
Papai Noel chegou no sábado (25) com festa inclusiva, pet friendly, oficinas criativas, espetáculo teatral, personagens natalinos e musical com a Broadway Show. Tudo de graça.
O espírito natalino vai tomar conta do Venâncio Shopping, a partir do dia 25 (sábado), quando o centro de compras dá início oficialmente à sua Temporada de Natal com a campanha “Histórias de Natal”. A data será marcada pela chegada do Papai Noel e de seus gnomos intérpretes de Libras, um dos momentos mais esperados do ano, acompanhada de uma programação gratuita e repleta de atrações para toda a família.
A partir do meio-dia, a garotada entrará no clima natalino com pinturas de rosto, brincadeiras e encontros com os personagens, celebrando a época mais emocionante do ano. E a diversão não para por aí!
O público mirim ainda poderá soltar a imaginação nas oficinas criativas, aprendendo a confeccionar gorros do Papai Noel, a decorar cupcakes e a escrever cartinhas personalizadas para o Bom Velhinho. As vagas são limitadas e as inscrições devem ser feitas pelo site do shopping.
A programação também será embalada pelo musical da Broadway Show, que promete emocionar com os clássicos natalinos em novos arranjos e figurinos deslumbrantes. A tarde reserva ainda uma visita à vila mais famosa da TV com o espetáculo “Chavito em Acapulco”, a releitura de um dos episódios clássicos do seriado mexicano que segue encantando as novas gerações.
O momento mais aguardado da programação promete surpreender o público: o bom velhinho fará uma aparição especial, marcando o início do cortejo natalino pelos corredores do Venâncio Shopping. Conduzido pelos personagens temáticos, o desfile seguirá até a Casa do Noel, onde Papai Noel e Mamãe Noel darão as boas-vindas ao público e abrirão oficialmente o espaço que celebra a magia do Natal. O evento foi planejado para toda a família, incluindo os pets, que têm lugar garantido nas visitas ao Papai Noel com um trono pet friendly.
“O Venâncio é, tradicionalmente, o primeiro shopping de Brasília a receber o Papai Noel, um momento que a cidade já espera. Há anos, realizamos uma festa inclusiva, sendo também o primeiro empreendimento a oportunizar o encontro com o Bom Velhinho para todos os públicos, disponibilizando fones para pessoas com hipersensibilidade sensorial e intérpretes de Libras. O nome da nossa campanha, ‘Histórias de Natal’, foi inspirado no DNA do Venâncio, que faz parte da história de Brasília e pulsa no coração da cidade para cidade. É uma alegria poder manter essa tradição e renovar, a cada Natal, a magia de celebrar juntos”, destaca Rosângela Castro, gerente de Marketing do Venâncio Shopping.
Durante o mês de novembro, a meninada poderá encontrar Noel, entregar cartinhas e registrar o momento. Sempre aos sábados, das 12h às 14h.
Sobre o Venâncio Shopping
No centro da capital do país, desde 1976, o Venâncio Shopping traz em seu DNA um conceito inovador. Além de ser uma excelente opção para compras e experiências, é também um Hub de Serviços e ponto de solução de pessoas, com sua torre business atrelada a torre de Serviços, alta gastronomia da capital como Jamie Olivier Kitchen, Cantón Peruvian & Chinese Food, Confraria do Camarão, Outback Steakhouse e Starbucks Coffee. Entre os serviços oferecidos, estão opções como: cartório de registro de imóveis em Brasília, clínicas e faculdades.
Programação:
12h às 15h – Pintura de rosto e encontro com personagens
13h às 14h30 – Oficinas natalinas
13h às 13h30 – Oficina de cartinha para o Papai Noel
13h30 às 14h – Oficina de gorro do Papai Noel
14h às 15h – Oficina de cupcake
15h às 15h30 – Musical de Natal com Broadway Show
15h30 – Espetáculo “Chavito em Acapulco”
16h30 às 17h – Parada de Natal
17h às 18h – Fotos com Papai e Mamãe Noel
SERVIÇO:
Chegada do Papai Noel no Venâncio Shopping Data: 25 de outubro (sábado) Horário: De 12h às 18h Local: Piso térreo – Venâncio Shopping
Entrada: Gratuita
Classificação: Livre para todos os públicos
Oficinas natalinas: Inscrições antecipadas pelo site: www.venancioshopping.com.br . Vagas limitadas. Sujeito a lotação
Em ação inédita, aberta ao público, será possível conhecer o portfólio da marca que oferece blends cuidadosamente elaborados para diversos momentos da sua rotina.
A Natura Bothânica, marca que materializa o bem-estar da casa como uma extensão natural do corpo, realiza uma ação especial no próximo dia 08 de novembro, oferecendo aos clientes uma experiência sensorial e artesanal em lojas selecionadas no Brasil.
Em Brasília, a ação inédita, aberta ao público, vai ocupar a loja de Natura no Park Shopping Brasília de 10h às 18h, por ordem de chegada. A programação inclui uma oficina de buquês com flores secas, conduzida por uma artesã especializada, que também oferecerá caligrafia para personalização em cartões presenteáveis, que reforça o convite da marca à reconexão com o bem-estar, além de um coquetel de celebração.
“Essa experiência de marca é um reflexo do compromisso da Natura Bothânica em oferecer não apenas produtos, mas verdadeiros rituais de bem-estar e afeto. Conectar a beleza da natureza, simbolizada nas flores secas e nas nossas fragrâncias, transforma a visita à loja em um momento de pausa, criação e experiência,” diz Débora Gentil, Gerente de Marketing Sr. Natura Bothânica.
Sobre Natura Bothânica
Natura Bothânica apresenta uma linha completa de produtos desenvolvidos para cuidar e estimular o corpo e a casa. Com ingredientes proprietários e fórmulas naturais à base de plantas, além de blends exclusivos de óleos essenciais da etnobotânicalatino-americana, as criações unem performance, estética e benefícios terapêuticos, transformando o cuidado cotidiano em rituais intencionais.
Mais do que produtos, a marca propõe uma nova forma de viver o bem-estar, uma rotina que integra corpo, mente e espaço, resgatando o propósito original de cuidar das tensões do dia a dia e ampliando o conceito de “bem estar bem” também para o lar.
Sobre a Natura
Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. Por 11 anos consecutivos é a companhia de melhor reputação do Brasil e mais responsável em ESG pelo ranking Merco. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura foi pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidadebrasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber, em 2014, a certificação de Empresa B pelo B Lab, organização que reconhece globalmente negócios que combinam a geração de lucro ao impacto socioambiental positivo. Com operações em 14 países na América Latina, os produtos da marca podem ser adquiridos através das mais de 3 milhões de consultoras na região, via e-commerce, aplicativo Natura, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram.
Com o sucesso de outras edições, a Feira da Gestante chega à sua quarta edição em Brasília nos próximos dias, que ocorre entre 12 e 16 de novembro, no Pátio Brasil Shopping.
A entrada é gratuita, e a feira é voltada para gestantes e pais de bebês de até dois anos, reunindo mais de 70 expositores com produtos a partir de R$ 1,99 — desde roupas e acessórios até itens completos de enxoval.
A diretora de marketing, Eliane Paim, ressalta que a feira é uma oportunidade para famílias montarem o enxoval com qualidade e preços acessíveis. Ela está disponível para entrevistas e pode comentar sobre o crescimento do setor e o perfil dos visitantes.
Além das ofertas, o evento também contará com o sorteio de um vale-compras de R$ 1.000 para quem faz parte da comunidade da feira nas redes sociais, o que promete movimentar ainda mais o público.
Será que conseguimos um espaço na programação para divulgar a feira?
Serviço:
Feira da Gestante Brasília
Entrada Gratuita
Data: 12 a 16 de novembro de 2025Local: Pátio Brasil Shopping – SCS Q. 7 BL A – Asa Sul, Brasília – DF, 70307-902 Horários: Quarta a Sexta-feira: das 12h às 21h; Sábado: das 10h às 21h e domingo: das 13h às 19h.
Exposição fotográfica na Casa Niemeyer celebra artistas que valorizam a identidade afrobrasileira no Mês da Consciência Negra. Abertura Sábado 01/11/2025, às 16h
Foto divulgação
A Casa Niemeyer abre as portas neste sábado, 1º de novembro de 2025 às 16h, para a exposição fotográfica “Foto Preto Grafia”. A mostra reúne o trabalho de sete artistas – Luíz Roberto Moreira, Andyara Miranda, gabmeta, Denise Camargo, David Alves, Juliana Uepa e Letícia Miranda – e propõe um percurso visual e simbólico da fotografia produzida no contexto da arte de matriz africana. Inserida nas ações do Mês da Consciência Negra, a exposição marca também a abertura da VII Mostra Competitiva de Cinema Negro Adélia Sampaio de 2025.
A exposição, que demonstra a pluralidade dos eixos temáticos propostos pelos fotógrafos, conta com a curadoria de Claudio Bull e a colaboração da professora e organizadora da VII Mostra Competitiva de Cinema Negro Adélia Sampaio, Edileuza Penha de Souza, além da equipe de Curadoria e Exposições da Diretoria de Difusão Cultural do DEX/UnB. Os trabalhos transitam entre temas clássicos da mitologia grega revisitada até registros cotidianos em Brasília ou Cotonou, no Benin.
O ensaio de Luiz Roberto Moreira, que, com o auxílio de modelos negros, retratou personagens mitológicos da cultura grega, como Zeus e Apolo. Nesta representação sensível e potente, os modelos transcendem o papel de figuras mitológicas e se tornam arquétipos de força, sabedoria, desejo, fúria, beleza e transformação, cercados por tecidos etéreos que remetem à antiguidade e à ancestralidade africana. A diversidade da mostra se estende a outros trabalhos, como o conjunto de fotografias urbanas de Brasília sob o olhar perspicaz de David Alves. Outro destaque é o ensaio “Egbé”, de Andyara Miranda. Utilizando a palavra iorubá para comunidade e pertencimento espiritual, o trabalho constrói um território de encontro entre corpo e imagem, aproximando o ato fotográfico de um rito. As obras de Andyara transitam entre a cianotipia (revelação artesanal à luz do sol) e o filme 35mm, propondo uma fotografia que é corpo coletivo, inscrição e permanência.
A mostra se completa com a fusão do corpo negro com as águas oceânicas na fotografia de gabmeta, e com as paisagens delicadas e intimistas que unem fotografia e colagem no trabalho enigmático de Letícia Miranda. Há, ainda, o registro de rituais de ancestralidade africana ligados ao Vodum, capturado por Juliana Uepa nas intensas ruas do Benin. E a exposição culmina na videoinstalação de Denise Camargo. Segundo o curador, Claudio Bull, “o ato de revelar é também um gesto de demarcar no mundo a presentificação desses olhares urgentes e cheios de significado para o panorama atual da fotografia feita no Brasil”.
A fotografia preta, nesta exposição, surge como um gesto de reflexão sobre o mundo, atuando como um espelho fragmentado que pensa a ancestralidade, os corpos em trânsito e o direito de narrar a própria história. Com uma curadoria viva que harmoniza o rigor estético e a pulsação afetiva, “Foto Preto Grafia” se apresenta como uma celebração da pluralidade e da inegável força criadora da arte negra.
Serviço: Foto Preto Grafia
Abertura: 01 de novembro de 2025 – 16 horas
Visitação: de 02 de novembro de 2025 a 05 de dezembro 2025
Casa Niemeyer
Endereço: Park Way, Quadra 26 Conjunto 3
Funcionamento: Terça a domingo, das 9h às 19h (exceto feriados).
Classificação indicativa: livre
Entrada gratuita.
Para Casa Niemeyer nas redes sociais:@casaniemeyer_unb
O grande destaque da decoração é o Telescópio dos Sonhos, um portal mágico que leva os visitantes a uma imersão no mundo encantado da Fábrica de Estrelas, onde cada engrenagem e faísca de luz revelam a fantasia e o encanto do Natal.
Na Praça Central, o público encontrará um cenário vibrante e repleto de detalhes que despertam a curiosidade e a alegria: engrenagens, brinquedos, um observatório iluminado em formato de gazebo e um grande urso luminoso compõem o ambiente perfeito para fotos e momentos inesquecíveis. A diversão continua na árvore de Natal de 11 metros de altura, que guarda um escorregador especial para a criançada mergulhar na magia natalina.
No 2º piso, a emoção ganha um toque ainda mais especial com o lar do Papai Noel, um espaço acolhedor onde as crianças podem entregar suas cartinhas e tirar fotos com o bom velhinho. E porque o Natal é tempo de união, os pets também são bem-vindos, com um cantinho exclusivo para que toda a família participe desta celebração iluminada.
Chegada do Papai Noel
A abertura oficial do “Natal da Fábrica de Estrelas” acontecerá no sábado, 8 de novembro, a partir das 14h, com a tão aguardada chegada do Papai Noel. A área externa do Terraço Shopping será palco de uma tarde repleta de encanto e diversão, com brinquedos, oficinas temáticas e pintura de rosto para as crianças.
Durante toda a programação, personagens natalinos circularão pelo shopping, distribuindo balões coloridos, interagindo com o público e garantindo muitas fotos, que poderão ser impressas na hora, como lembrança desse momento mágico. A tão esperada chegada do Papai Noel será às 17h, com um espetáculo musical natalino.
Depois da chegada, o bom velhinho ficará à disposição para conversar com os pequenos e receber as cartinhas até o dia 24 de dezembro.
SERVIÇO: CHEGADA DO PAPAI NOEL NO TERRAÇO SHOPPING Data: 8 de novembro de 2025, sábado Horário: das14h às 18h. Local: Área externa. Acesso livre.
PROGRAMAÇÃO
14h às 18h – Pintura de rosto| Brinquedos | Oficinas temáticas | Personagens 17h – Chegada do Papai Noel
Consagrada artista visual brasileira, Valéria Pena-Costa irá assinar a curadoria da próxima exposição da brasiliense Isadora Maia. Agendada para acontecer em novembro, a mostra irá reunir tecidos autorais e uma série de telas, com toda a criação inspirada na Ilha da Madeira.
Em fevereiro, Isadora Maia fez uma imersão em Portugal, em busca de novas referências para sua pesquisa. Percorreu o Funchal e as cidades ao redor, no Arquipélago da Madeira, para conhecer as manifestações culturais da região, especialmente o artesanato, as uvas autóctones, o vinho e as mundialmente conceituadas Rendas da Madeira. A influência dessa viagem irá transpirar nas cores e formas que serão apresentadas na exposição, marcada para acontecer na Hill House – celeiro de arte e design genuinamente brasileiros, e que lança e endossa o trabalho de jovens artistas de Brasília.
Será a primeira vez que Isadora Maia participará de uma mostra no espaço, com o respaldo e a expografia lideradas por Valéria Pena-Costa.
Enquanto Pena-Costa pauta sua trajetória criativa no Tempo, Isadora Maia imerge em suas raízes hereditárias, com enfoque especial na ancestralidade indígena e africana. Seu trabalho destaca-se por uma experimentação multidisciplinar, da pintura à moda, da fotografia às performances e instalações.
Mostra tem visitação de 31 de outubro a 14 de dezembro no Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul
O artista visual Adriano Cinelli, conhecido como Onio, celebra 25 anos de trajetória na arte urbana com “Panorama Onio 1980”. O projeto, que incluiu ações formativas, culturais e afirmativas, tem como ápice uma exposição panorâmica na galeria Parangolé do Espaço Cultural Renato Russo (ECRR), na 508 Sul, com visitação de 31 de outubro a 14 de dezembro. A entrada é gratuita e acessível. A mostra reunirá cerca de 40 obras, entre pinturas, colagens, gravuras e peças do acervo pessoal do artista, como fotografias, fanzines e objetos que marcaram sua trajetória. Além das obras inéditas, o público poderá conhecer registros das fases que construíram o estilo de Onio, influenciado pelo skate, pelo hip hop e pela vivência nas ruas da capital.
O projeto “Panorama Onio 1980” incluiu a criação de dois murais artísticos, um no próprio ECRR e outro no Centro de Ensino Médio 04 de Sobradinho II, além da doação de três obras do artista a espaços públicos do DF, fortalecendo o vínculo entre arte, cidade e comunidade.
Todas as ações contam com acessibilidade arquitetônica e comunicacional, com audiodescrição via QR Code e intérprete de Libras (mediante agendamento).
Atividades Formativas Duas oficinas gratuitas de Colagem Automática, abertas a jovens e adultos, compõem as atividades formativas de “Panorama Onio 1980”. Uma das oficinas já foi realizada em Sobradinho II e a outra será ministrada no Espaço Cultural Renato Russo, com duração de 3h e emissão de certificados.
“Panorama Onio 1980” é uma realização da Pupila Experiências Criativas, com apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC), e reafirma o compromisso de promover a arte urbana local, democratizar o acesso à cultura e valorizar a produção autoral independente.
Sobre o artista Adriano Cinelli, o Onio, é um dos principais nomes da arte urbana de Brasília. Iniciou sua trajetória na década de 1990, influenciado pela cultura do skate e do hip hop, e foi um dos fundadores do grupo SRC (Subversão de Rua Crew), que marcou a cena do grafite na capital. Com uma linguagem visual única, transita entre o muralismo, o desenho, a pintura, a serigrafia e a colagem. Onio já realizou intervenções em diversas cidades brasileiras e no exterior, como Amsterdam, Berlim, Belo Horizonte, Goiânia e Rio de Janeiro, e participou de mostras como “Transfer” e a “Bienal de Graffiti GFA” (SP).
Sobre a Pupila A Pupila Experiências Criativas é uma iniciativa brasiliense dedicada a desenvolver projetos de arte, cultura e educação com foco em inovação social e transformação comunitária. Criada para fomentar processos criativos inclusivos, a Pupila atua com formações, oficinas, produções culturais e consultorias, valorizando a diversidade, a economia criativa e o protagonismo feminino. Entre suas ações, estão projetos que unem arte e saúde mental, capacitando mulheres em vulnerabilidade social e ampliando suas possibilidades de autonomia e inserção no mercado criativo.
Serviço Projeto “Panorama Onio 1980” Local: Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul Visitação: 31 de outubro a 14 de dezembro, de terça a domingo, das 10h às 20h Entrada Gratuita Atividades: exposição e oficina de colagem Acessível (arquitetura, audiodescrição e Libras)
Meliá Brasil 21 apresenta as novas Salas Alvorada, um espaço moderno e versátil para eventos corporativos no coração de Brasília.
O Meliá Brasil 21, referência em hospedagem e eventos corporativos na capital federal, realiza um coquetel exclusivo de lançamento das novas Salas Alvorada, reunindo imprensa, clientes empresariais, agências e parceiros estratégicos. O evento será uma oportunidade para conhecer de perto o novo espaço, projetado para elevar o padrão dos eventos realizados no hotel.
Localizadas no Meliá Brasil 21, as Salas Alvorada foram totalmente reformuladas para atender às demandas do público corporativo, oferecendo infraestrutura completa, isolamento acústico, climatização moderna e equipamentos audiovisuais de alta tecnologia. Com capacidade para até 160 pessoas em formato auditório, o ambiente foi desenhado para proporcionar flexibilidade e conforto, ideal para convenções, treinamentos, workshops, reuniões executivas e apresentações empresariais.
Durante o coquetel, os convidados poderão explorar as possibilidades de layout e ambientação das salas, conhecer as soluções integradas de eventos oferecidas pelo hotel e desfrutar de uma experiência gastronômica especial preparada pela equipe do Meliá.
“Mais do que apresentar um novo espaço, queremos proporcionar experiências que impulsionem conexões e resultados. As Salas Alvorada traduzem o cuidado e a sofisticação que fazem do Meliá Brasil 21 um ícone da hotelaria corporativa em Brasília”, afirma a Gerente de Vendas do hotel.
Com localização estratégica, no Eixo Monumental, o Meliá Brasil 21 integra o Complexo Brasil 21, que reúne hotelaria, gastronomia, centro de convenções e serviços em um dos endereços empresariais mais importantes do país.
Evento: Coquetel de Lançamento das Salas de Eventos Alvorada – Meliá Brasil 21 Data: 27/10/2025 Horário: A partir das 18h Local: Meliá Brasil 21 – SHS Quadra 6, Bloco D – Brasília/DF Email: eventos.brasil21@melia.com Telefone: 61 3218 4720
No dia 6 de novembro, a partir das 19h, o Casapark inicia as celebrações de fim de ano com a inauguração da instalação de Natal “Luz que Transforma”, criada pelo estúdio Pirilampos do Planeta, de Lula Duffrayer e Flávio Carvalho. A dupla utilizou resíduos plásticos que seriam descartados no meio ambiente, dando nova vida a objetos que inspiram e encantam o público. Em formato de pinheiro e com cerca de seis metros de altura, a instalação ficará exposta na Praça Central do Casapark até 6 de janeiro de 2026.
Junto com a instalação, serão inauguradas as Vitrines de Natal das lojas do Casapark, criadas com a participação de escritórios de arquitetura e design de interiores convidados. A entrada é gratuita e a classificação indicativa é livre para todos os públicos. O Casapark está localizado no SCGV 22, Park Sul, Brasília, e suas redes sociais podem ser acompanhadas pelo @casapark.
No ano em que o Brasil recebe os olhares do mundo como anfitrião da COP30, a instalação do Pirilampos do Planeta celebra as festas de fim de ano como um gesto de reflexão, encantamento e transformação. Feita a partir de resíduos descartados, a obra une arte, sustentabilidade e ação social, transformando materiais comuns em formas luminosas que irradiam beleza e consciência. Mais que uma criação visual, a instalação é um convite a despertar os sentidos e repensar escolhas, conectando luzes, cores e estruturas orgânicas às memórias afetivas de cada visitante.
“O Natal é uma das datas mais esperadas do ano, uma celebração da vida em sua essência criativa e regenerativa. Nossa instalação é uma obra para ver, sentir e refletir. É uma experiência que nos convida a imaginar, juntos, um futuro mais justo, leve e luminoso”, compartilham os artistas Lula Duffrayer e Flávio Carvalho.
“No Casapark, estamos atentos ao que acontece ao nosso redor, observando tendências, necessidades e desejos do público. Buscamos compreender cada detalhe da experiência de quem nos visita, para criar conexões mais significativas. Queremos ir além do espaço físico, oferecendo momentos que inspirem e aproximem as pessoas. Ao entender melhor o que move nosso público, conseguimos reinventar nossas ações e serviços continuamente”, afirma Carol Valença, gerente de marketing do Casapark. “Convidamos o Pirilampos do Planeta para a instalação de Natal porque eles nos ensinam que o design pode transformar realidades e construir um mundo mais sustentável para as futuras gerações”, completa a gerente de marketing.
Na Praça Central, o Casapark também instalou uma caixa de coleta de resíduos plásticos, como tampas de garrafas e frascos de perfume, com o objetivo de criar uma obra em constante transformação. “Queremos sugerir às pessoas um novo olhar sobre a nossa produção de rejeitos e repensar a forma como consumimos. É também uma forma de valorizar o trabalho de coletores de materiais recicláveis, ressaltando sua importância para a saúde do planeta; eles são, de certa forma, os enfermeiros do meio ambiente”, completam Lula Duffrayer e Flávio Carvalho.
Concurso de Vitrines de Natal
Como parte das comemorações de fim de ano, as lojas do Casapark inauguram suas vitrines de Natal e participam do Concurso de Vitrines Decoradas. Nesta edição, 18 lojas convidaram escritórios de arquitetura e design de interiores para criar as vitrines. A avaliação será feita por uma comissão julgadora, composta por cinco jurados, e pelo voto popular. A comissão visitará as vitrines após a inauguração para registrar suas notas. Cada vitrine será avaliada de 0 a 10, considerando: criatividade e originalidade, adequação ao tema, atratividade e impacto, e sustentabilidade.
O público também poderá participar da votação, que acontece de 6 a 21 de novembro, pelo site www.casapark.com.br. O voto popular estará aberto a qualquer pessoa, sendo permitido apenas um voto por e-mail.
Participantes das Vitrines de Natal
AMPLA ELETROS E INOX, por Julia Rosa Cabral; ATLAS COLCHÕES, por Glauter Suassuna; CASA BARROCO, por Fernanda Lettieri; CHEZ SALETE, por Hanna Conde; DORMICENTRO, por Paloma Meneghelo; ESTILO EM PEDRAS, por Felipe Reis; EVVIVA BERTOLINI, por André Alf; FRANCCINO, por Midian e Sue Arquitetura; GERMAN, por Andréa Nomura e Tanara Machado; LETÍCIA DECOR, por Olívia Lannes; LIDER, por Ilgner Martins; MAINLINE MÓVEIS, por Daniele Franco; PAULETE, por Flávia Lencastre; PRIMA LINEA DESIGN, por Karolina Magalhães; PRIMAVERA CASA, por Thais Borges; SALVA, por Erick Camilo; TIDELLI, por Renata Ciccarini; e WJ DESIGN, por Sergio Facundes.
Serviço:
Luz que Transforma | Pirilampos do Planeta
Abertura: 06/11, às 19h
Local: Praça Central
Entrada: Gratuita
Classificação indicativa: Livre
Visitação: Segunda a sábado, das 10h às 22h; domingo e feriados, das 12h às 20h
A ação acontece de segunda a sexta, das 12h às 14h, e convida o público a aproveitar o intervalo do dia de forma prática e agradável
Entre compromissos, reuniões e a correria do dia a dia, uma pausa bem aproveitada pode fazer toda a diferença. Pensando nisso, o DF Plaza Shopping convida o público a transformar o intervalo do almoço em um momento de descanso e com uma vantagem especial: estacionamento gratuito de segunda a sexta-feira, das 12h às 14h.
A ação é um incentivo para que quem trabalha ou circula por Águas Claras aproveite o shopping como um ponto de encontro e convivência, com opções gastronômicas variadas e ambiente climatizado. Restaurantes como Outback, Jerônimo, Taverna Viking, Divino Fogão, Kimura Sushi, L’Entrecôte e muitos outros garantem sabores para todos os gostos.
Além das opções para comer bem, o DF Plaza segue ampliando seu mix de lojas e experiências. Recentemente, o shopping recebeu novas operações como Milon, Usaflex e Morena Rosa, e se prepara para a chegada de marcas aguardadas como Farm, referência em estilo e leveza; além de dar tempo de um café na Kopenhagen e Havana e uma parada na Livraria Leitura.
Informações: 61 99663-6939 / 61 3451-5750 Horário de funcionamento: De segunda a sexta: 10h às 22h. Aos domingos: 14h às 20h (lojas), 11h às 23h – Alimentação (todos os dias)
Instalação cenográfica transforma a natureza em um show de luz, cor e emoção para todos os públicos. Evento começa nesta sexta, a partir das 18h
Brasília ganha um novo símbolo de Natal com a chegada do Vale Encantado 2025 nesta sexta-feira (24), uma experiência imersiva que transforma o cerrado em um espetáculo de luz e magia. São mais de 1 milhão de microlâmpadas, 10 mil flores artificiais e 150 árvores iluminadas em um percurso de 4.400 m², onde tecnologia, arte e natureza se unem para celebrar o espírito natalino. Depois do sucesso em Petrópolis, o projeto desembarca na capital em uma versão três vezes maior, com cenários temáticos, neve cenográfica e o emocionante Show de Acendimento, que marca o início de cada noite.
O público é conduzido por Petrus, o guardião da magia do Vale, em uma jornada repleta de encanto e sensações. Entre os destaques estão o Túnel de Luz Arco-Íris, o Castelo Encantado e a Árvore da Vida, que prometem surpreender visitantes de todas as idades. Mais do que um espetáculo visual, o Vale Encantado é um convite à celebração, à união e à esperança que o Natal inspira.
Sobre Vale Encantado — Evento de grande sucesso em Petrópolis no Rio de Janeiro, chega à Brasília com uma cenografia grandiosa, repleta de luzes e elementos clássicos do Natal, o espaço será transformado em um verdadeiro conto de fadas. Todas as noites começam com o emocionante Show de Acendimento, espetáculo que ilumina o local com milhares de pontos de luz e dá início à programação especial.
Além da beleza visual, o Vale Encantado traz experiências interativas que prometem envolver e surpreender os visitantes, ideal para quem deseja viver o clima natalino de forma mágica e inesquecível.
Nesta edição, o paisagismo elaborado por Paulo Stumpf ganha ainda um toque especial da Escola de Paisagismo de Brasília, que colabora com composições naturais que tornam a experiência ainda mais viva.
Serviço Evento: Vale Encantado Brasília 2025 Local: Transplantas Garden Center (Núcleo Rural de Taguatinga, ao lado da pizzaria São Paulo) Período: 24 de outubro a 28 de dezembro de 2025 Horário: Sexta a domingo, das 18h à meia-noite Ingressos: A partir de R$ 35 (meia-entrada). Gratuito para crianças de até 4 anos. Venda online: sympla.com.br/evento/vale-encantado-bsb-2025/3125174 Classificação: Livre Instagram: @valeencantadobsb