No dia 10 de julho, às 19h, o Casapark inaugura a Mostra Liquidecora + Casapark Prime Julho 2025. Nesta edição, foram premiados seis escritórios de arquitetura e design de interiores que assinam os ambientes da mostra: Três Arquitetura – Vinicius Alano e Luciano Pena – Sala de Estar; Studio 2 – Wilker Medeiros e Alex Claver – Loft de Solteiro; Liê Arquitetas – Carol Gomide e Carol Nathair – Living; Studio Fábio Cherman – Home Office; FINT | Arquitetura e Interiores – Flávia Cristina – Quarto do Casal; e Daniele Franco Arquitetura e Interiores – Varanda Gourmet.
A inauguração da mostra marca o início do Liquidecora Casapark, a promoção de meio de ano do Casapark com descontos de até 50% em mobiliário, linha branca, eletroeletrônicos e acessórios para a casa. Para criar os espaços, os escritórios têm total liberdade para escolher as peças para os seus ambientes. A única regra é que devem compor os ambientes com móveis e complementos que estejam na promoção do Liquidecora.
A mostra fica em cartaz até 9 de agosto na Praça Central do Casapark, com visitação de segunda a sábado, das 10h às 22h, e domingo, das 12h às 20h. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos. O Casapark fica no SGCV 22, Park Sul. Telefone: 61 3403-5300. Nas redes sociais @casapark.
Serviço:
Mostra Liquidecora + Casapark Prime
Onde | Praça Central do Casapark
Inauguração | 10/07, às 19h
Visitação | De 10/07 a 09/08
De segunda a sábado, das 10h às 22h
Domingo, das 12h às 20h
Entrada | Gratuita
Classificação indicativa | Livre para todos os públicos
Penúltima etapa do circuito Sesc Tradições Juninas será neste sábado, a partir das 17h, com entrada gratuita mediante doação de 1kg de alimento.
Chegou a hora do Guará receber a etapa do circuito Sesc Tradições Juninas 2025. O Arraial vai ser no sábado (5), a partir das 17 horas, na unidade Sesc Milton Carlos da Silva, localizada na QE 04. E a festa terá uma novidade: a apresentação da quadrilha do Grupo dos Mais Vividos (GMV).
O GMV é um projeto do Sesc-DF que reúne pessoas 60+ e promove diversas atividades. Para a festa junina de sábado, 24 idosos vão dançar por 8 minutos. Os ensaios começaram em maio e a trilha escolhida foi um Pot-pourri com as músicas “sonho de papel” e “Cai, Cai balão”.
Quadrilha profissional
A quadrilha profissional “Vai, mas não Vai”, do Jardim Ingá e Luziânia, também vai marcar presença no Sesc Guará. O grupo vai contar a história bíblico do nascimento de João Batista, filho do sacerdote Zacarias e sua esposa Isabel, e primo de Jesus.
“Será um dia de celebração, com segurança, diversidade e o resgate das tradições que fazem parte da nossa identidade popular. Estamos preparando tudo com muito carinho para que cada pessoa viva uma experiência”, afirmou o diretor regional do Sesc-DF, Valcides de Araújo.
Decoração especial, barraquinha, brinquedos e muito mais
Ao todo, a etapa do Sesc Tradições Juninas no Guará vai contar com 18 barraquinhas com comidas típicas, bebidas e drinks, além de uma decoração primorosa, que faz lembrar as festas do interior. O público ainda vai poder aproveitar os brinquedos infláveis e oespaço instagramável.
Forró pé de Serra
O forró pé de serra vai rolar solto com dois shows. O palco será comandado por Juninho Ferreira e a banda Trio Balançado, que prometem fazer todo mundo dançar ao som da zabumba, triângulo e do acordeon.
Entrada Gratuita
A entrada para o Sesc Tradições Juninas será gratuita, mediante doação de 1 quilo de alimento não perecível. O material arrecadado será repassado ao programa Sesc Mesa Brasil, o maior banco de alimentos da América Latina, que prepara e encaminha os insumos a 366 instituições do Distrito Federal.
Próximas etapas
O Sesc Tradições Juninas teve início no dia 6 de junho, na unidade do Sesc em Ceilândia. Depois passou por Taguatinga Norte, 504 Sul e Gama. Após a festa no Guará, o circuito chegará ao fim no Sesc de Taguatinga Sul, nos dias 11 e 12 de julho.
Antônio Júnior, parceiro da Simmons no Centro-Oeste, é apresentado pelo arquiteto Sérgio Facundes aos detalhes do projeto Studio da Costureira, ambiente que marca a estreia da marca na CASACOR Brasília 2025, crédito divulgação
Marca participa do Studio da Costureira, projeto de Sérgio Facundes, com cama premium posicionada logo na entrada da mostra
A Simmons estará presente na edição 2025 da CASACOR Brasília, que acontece na Casa do Candango. A marca compõe o ambiente Studio da Costureira, assinado pelo arquiteto Sérgio Facundes, com um colchão de linha premium em destaque. O espaço será o primeiro da visitação do circuito.
Em parceria com o arquiteto Sérgio Facundes, a Simmons participa da mostra com o ambiente Studio da Costureira, um loft que valoriza elementos como cortinas, papel de parede e o design voltado ao conforto emocional. A cama da Simmons ocupa uma área reservada e central no layout, reforçando a importância do descanso como eixo de bem-estar.
O espaço ganha ainda mais protagonismo por estar localizado logo na rampa de entrada da mostra, tornando-se o ponto de partida da experiência do visitante. A cama escolhida para o projeto é um modelo de alto padrão da linha Simmons, alinhado à proposta do arquiteto e à identidade da marca.
“Acreditamos que o design pode traduzir sensações, e o sono de qualidade é uma delas. Estar logo na entrada da CASACOR, em um ambiente que valoriza o sonho como metáfora do futuro, nos aproxima do público de forma simbólica”, afirma Antônio Vicente Júnior, parceiro da Simmons no Centro-Oeste.
O tema da mostra em 2025 é “Semeando Sonhos”, conceito que se conecta ao propósito da Simmons, marca com mais de 150 anos de tradição e foco em inovação tecnológica voltada ao conforto. Segundo os organizadores, esta edição reforça valores como sustentabilidade, reaproveitamento de materiais e revitalização arquitetônica — todos representados na escolha da Casa do Candango como sede do evento.
Além de conforto físico, a Simmons busca fomentar o “sonhar” em seu sentido mais amplo, associando o ato de dormir à idealização de um futuro melhor. A presença da marca na CASACOR sinaliza um alinhamento com as pautas contemporâneas do design socialmente responsável e centrado no bem-estar.
A mostra abre ao público em breve, com visitação aberta na Casa do Candango. A Simmons convida o público a conhecer de perto sua proposta de conforto e tradição com inovação.
CASACOR Brasília 2025 A CASACOR Brasília 2025 acontecerá na histórica Casa do Candango, localizada na 603 Sul, entre os dias 13 de agosto e 12 de outubro, com o tema “Semear Sonhos”. A mostra, que celebra 33 anos, trará 47 ambientes que exploram sonhos coletivos e ecossistemas em cooperação, além de revitalizar o local e reforçar o compromisso com a cultura, memória e desenvolvimento sustentáve
Local: Casa do Candango – Brasília, DF Data de abertura ao público: a ser divulgada Ambiente Simmons: Studio da Costureira, projeto de Sérgio Facundes Mais informações em: https://casacor.abril.com.br/pt-BR
Sobre a Simmons Park Sul:
Fundada nos EUA em 1870, a Simmons é referência global em colchões premium e pioneira nas molas ensacadas individuais. Presente em mais de 100 países, alia tradição e inovação para proporcionar conforto e bem-estar. Em 2025, inaugurou sua primeira loja conceito no Brasil, no Park Sul, Brasília, em parceria com Antônio Júnior, especialista do setor. O espaço oferece atendimento personalizado e produtos de alto padrão.
Nos dias 5 e 6 de julho, a Casa Vintage desembarcano Casapark, na área externa entre a Varanda da Dular e a Cobasi, com expositores que comercializam antiguidades, objetos, relógios, joias antigas e contemporâneas, memorabília e peças colecionáveis da cultura pop. Desta edição participam Juliana Prado Antiguidades, Joana Antiguidades, Grazi Joias, Andrea Joias, Gel Joias, Diogenes Colecionismo, Paulo Caixas Antiguidades, Rose Sakharov Cutelaria, Regina Joias, Farias e Belinha Joias Antigas, Helyézer Coutinho Colecionismo, Pop House Discos Antigos, Celma Arte, Lana e Digérson Objetos Antiguidade, Luiz Werlang Objetos em Madeira, Morgana Antiquários, Ancestral Antiguidades, Valdeson Joias Antigas, Clebio Antiguidades e Romulo Colecionismo.A Casa Vintage abre no sábado e no domingo, das 12h às 20h. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos.O Casapark fica no SGCV Lote 22, Park Sul – Brasília. Telefone: (61) 3403-5300. No Instagram, @casapark.
Serviço:
Casa Vintage | Julho 2025
Feira de antiguidades, objetos, brinquedos antigos e móveis vintage
Onde | Área externa doCasapark | Entre a Varanda da Dular e a Cobasi
Quando | 5 e 6 de Julho
Horários | Sábado e domingo, das 12h às 20h
Entrada | Gratuita
Classificação indicativa | Livre para todos os públicos
O Hidden recebe a nova exposição de Daniel Toys, um convite para subir degrau por degrau e transformar a arte em experiência lúdica
No próximo dia 26 de junho, o Hidden – projeto itinerante que reúne gastronomia, vinhos, boa música, galera good vibes e diferentes expressões artísticas – inaugura sua nova exposição de artes plásticas, “Toys e a Escada dos Sonhos”, assinada por um dos artistas plásticos e urbanos mais queridos da capital federal, Daniel Toys. A mostra estará aberta para visitação todas as quintas, sextas, sábados e domingos especiais, a partir das 19h, na galeria do evento, que nesta edição ocupa as ruínas da antiga sede do clube ASFUB, no Setor de Clubes Norte (ao lado do Cresspom), às margens do Lago Paranoá.
Com formação em Comunicação Social (Publicidade e Propaganda), Daniel Toys é conhecido por espalhar cor, alegria e personalidade pelas ruas de Brasília e do mundo. Nessa nova fase de seu trabalho, sua arte torna-se cada vez mais simbólica, subjetiva e introspectiva, ganhando uma linguagem urbana refinada por uma abordagem poética e conceitual.
Assim, “Toys e a Escada dos Sonhos” propõe uma travessia sensível, quase como uma brincadeira lúdica, onde o abstrato estimula o olhar e desperta a imaginação. A escada presente no centro das obras representa, metaforicamente, a vida e a persistência — cada passo dado em direção aos sonhos e conquistas, mesmo quando não sabemos o que virá depois. “É sobre continuar subindo, mesmo quando a gente não sabe o que vem depois. Cada degrau é uma escolha, um esforço, um sonho”, explica o artista.
E uma última dica para quem for visitar a exposição e aproveitar a programação variada do Hidden: clientes CAIXA Visa garantem 10% de desconto no couvert e em todas as compras por lá — um mimo para tornar a experiência tão especial no paladar e nos ouvidos, quanto nas cores e imagens de “Toys e a Escada dos Sonhos”.
Sobre o artista
Nascido em Brasília, Daniel Toys é um dos nomes mais representativos do grafite e da arte urbana no país. Criador do universo “Toysland” e conhecido por espalhar cor, alegria e personalidade pelas ruas do Brasil e do mundo, o artista conduz o público por uma nova fase de seu trabalho — mais simbólica, poética e introspectiva. A partir de sua formação em Comunicação Social (Publicidade e Propaganda), refina sua linguagem para transformar a galeria do Hidden numa experiência sensorial, feita para desacelerar e permitir ao visitante uma conexão única com sua própria trajetória.
Sobre o Hidden
Seguindo sua proposta original de ressignificar espaços adormecidos, o Hidden apresenta uma temporada de inverno marcada pela diversidade e pela intensidade sensorial. Às quintas, o rock’n’roll conduz o clima da noite. Às sextas, entram em cena o pop e o pop rock. Os sábados são reservados para brasilidades e experiências musicais exclusivas, enquanto alguns domingos ganham destaque com uma programação surpresa. Tudo isso para transformar a antiga sede do clube ASFUB num dos spots mais vibrantes e charmosos de Brasília, até que as chuvas voltem a banhar as ruas da capital. E o mais bacana, quem é cliente CAIXA Visa garante 10% de desconto no couvert e em todas as compras por aqui, para tornar a experiência ainda mais prazerosa.
Serviço:
Hidden – Exposição Toys e a Escada dos Sonhos
Data: até o fim do período da seca
Dias: Quintas, Sextas, Sábados e domingos especiais
Hora: a partir das 19h
Local: Ruína da antiga sede do clube ASFUB – no Setor de Clubes Norte, ao lado do CRESPOM.
Entrada: por ordem de chegada e está sujeito à lotação
Espaço da marca oferece serviço de maquiagem, perfumaria, cuidados corporais e proteção solar. Festival acontece entre 27 de junho e 14 de setembro
A Natura, pelo segundo ano consecutivo, é a marca oficial de beleza do festival Na Praia. Nesta edição, o espaço terá base fixa no evento, com um ambiente totalmente dedicado à beleza e ao autocuidado, tanto durante o dia quanto à noite, além de ativações sensoriais que prometem conectar o público ao bem-estar e à inovação cosmética.
O espaço foi pensado para acompanhar as diferentes atmosferas do festival. Durante o dia, o público poderá aproveitar a bancada para aplicação de protetor solar. Já à noite, o mesmo espaço se transforma para oferecer retoques de maquiagem. O local ainda conta com uma vitrine de experimentação com produtos da perfumaria Natura, assim como o lançamento Tododia Cereja Negra e Praliné, para uma hidratação perfumada.
“É com grande entusiasmo que marcamos presença pelo segundo ano consecutivo neste festival. Este ano, preparamos uma experiência ainda mais completa e envolvente, com um espaço imersivo projetado com muito cuidado. Aguardem por novidades, inovações e produtos pensados para todos os públicos. Esta ativação de quase três meses é muito relevante para nós, pois representa nosso compromisso de estar cada vez mais próximos dos consumidore”, afirma Julia Ceschin, Head de Marca e Marketing Estratégico Brasil.
Além do espaço fixo, seis pontos móveis de sampling estarão espalhados, garantindo que o público tenha acesso a amostras exclusivas dos principais lançamentos e best-sellers da marca. Além disso, os visitantes poderão interagir com ativações de gamificação com prêmios e garantir fotos instagramáveis no photo opportunity.
O Na Praia começa no dia 27 de junho e segue até 14 de setembro, na Orla do Lago Paranoá. A 9ª edição do festival, que tem como tema a Itália, reúne mais de 70 atrações nacionais. O espaço da Natura estará localizado na entrada do complexo.
Sobre a Natura
Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira de higiene e cosmética. Conta com 2 milhões de consultoras na América Latina, sendo líder no setor de venda direta no Brasil. Faz parte de Natura, resultado da combinação entre as marcas Avon e Natura. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber a certificação de empresa B no mundo, em dezembro de 2014, o que reforça sua atuação transparente e sustentável nos aspectos social, ambiental e econômico. É também a primeira empresa brasileira a conquistar o selo “The Leaping Bunny”, concedido pela organização de proteção animal Cruelty Free International, em 2018, que atesta o compromisso da empresa com a não realização de testes em animais de seus produtos ou ingredientes. Com operações na Argentina, Chile, Colômbia, Estados Unidos, França, México, Peru e Malásia, os produtos da marca Natura podem ser adquiridos com as Consultoras de Beleza, por meio do e-commerce, app Natura, nas lojas próprias ou nas franquias “Aqui tem Natura”. Para mais informações, visitehttps://www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram.
O clima de festa e tradição vai tomar conta do Shopping Conjunto Nacional no próximo dia 28 de junho (sábado), com a realização da nossa Festa Junina gratuita, que acontece das 12h30 às 23h. O evento será repleto de atrações para toda a família, incluindo comidas típicas, espaço infantil, apresentações de quadrilhas e muita música ao vivo. Para participar, basta retirar os ingressos gratuitos pelo app oficial do shopping, que será o canal exclusivo de acesso à festa.
A festa começa às 12h30 e segue com atrações até as 23h. Entre uma música e outra, o público poderá saborear delícias juninas como canjica, milho cozido, pamonha, cachorro-quente, caldos, bolo de milho, entre outras opções irresistíveis. Haverá também um espaço especialmente dedicado às crianças, com atividades pensadas para que os pequenos se divirtam com segurança.
Ao longo da festa, o público poderá curtir uma programação musical diversificada, com nomes como DJ Jonnes Veloso, Cantor Victor, Trio de Forró, Cantor Mateus e banda, além da animada Banda Codinome Gusmão, que encerra a noite em grande estilo. A tradicional Quadrilha da Formiga fará duas apresentações durante o evento, levando ao público toda a alegria e o colorido das danças típicas.
Mais do que um evento, a Festa Junina do Shopping Conjunto Nacional é um convite para celebrar a cultura popular brasileira em um ambiente acolhedor, seguro e cheio de boas energias. Por isso, prepare o traje típico, reúna os amigos e a família e venha curtir uma das festas mais animadas do ano. A entrada é gratuita, e os ingressos estão disponíveis exclusivamente pelo app oficial do shopping.
Estrutura do festival começa a ser preparada para receber 800 mil pessoas e 107 shows durante 10 dias de programação diversa e inclusiva
Brasília já começa a ouvir os roncos da adrenalina: a montagem da Cidade da Moto está oficialmente em andamento. A estrutura que vai receber a edição de 2025 do Capital Moto Week, maior festival de motos e rock da América Latina, já começa a ser preparada no Parque de Exposições da Granja do Torto. De 24 de julho a 2 de agosto, a Cidade da Moto se transformará em um complexo de entretenimento, com lojas, gastronomia, cinema a céu aberto, exposições, desfiles de moda e muito mais. Com o conceito ‘Surpreendente’, o CMW revela novas estruturas, cenografias inéditas e reforça o compromisso com a sustentabilidade e acessibilidade.
“A cada edição, nos propomos a fazer diferente e melhor. Em 2025 queremos ir além, queremos que o público se surpreenda com cada espaço, cada show e cada detalhe da Cidade da Moto” , destaca o CEO do festival, Pedro Franco. O mote desta edição, ‘Surpreendente’, chega como autodeclaração e compromisso: encantar, de fato, em cada entrega. O conceito foi inspirado nas reações do próprio público, que a cada ano se surpreende com a capacidade do CMW de se reinventar. “Ninguém sai indiferente ao CMW e neste ano vamos provocar ainda mais essa sensação”, afirma.
Para isso, antes do início da montagem, os espaços na Granja do Torto receberam um tratamento especial. Recapeamento das vias, dedetização do espaço, reformas nas hidráulicas e elétricas do complexo e, até mesmo, a reconstrução do alicerce que abriga o palco principal. Assim, uma construção sólida começa a tomar forma desde a base. Para colocar a gigantesca estrutura de mais de 320 mil m² de pé, são envolvidas 9 mil pessoas e 2 mil empresas. São profissionais de áreas como segurança, montagem de estandes, limpeza, frete, iluminação e outros.
A acessibilidade, que é uma das diretrizes do CMW e, portanto, da produção, está sendo considerada desde as etapas iniciais da montagem, a partir do levantamento de pontos estratégicos de melhorias para facilitar o fluxo e mobilidade desses grupos de pessoas. Novas rampas, acessos e mais sinalização estão sendo criados para essa finalidade. “O respeito é o nosso verdadeiro destino e buscamos fazer da Cidade da Moto um espaço de acolhimento para todos” , destaca o CEO. Ingressos disponíveis no site oficial do festival: http://www.bilheteriadigital.com/capitalmotoweek
Novidades sobem aos palcos O palco principal terá destaque no CMW. Afinal, é lá onde Biquini, Os Paralamas do Sucesso, Capital Inicial, Samuel Rosa, Angra, Lobão Power Trio, Magic!, Cidade Negra, Marcão Britto & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr.. e Detonautas farão a festa das mais de 800 mil pessoas esperadas. Além de nova estrutura, a cenografia do palco vai refletir a diversidade musical, que contempla todas as vertentes do gênero, do clássico ao alternativo, do metal ao punk, do reggae ao hard rock.
“Construímos nossa programação para contemplar todos os gostos, pois acreditamos que existe um Capital Moto Week para cada pessoa que vem nos visitar” , reforça Franco. Para representar esse caldeirão, o CEO revela que a cenografia trará uma grande jukebox, aparelho icônico de 1940 e 1950, reproduzindo as músicas escolhidas pelos ouvintes. Com 40 metros de extensão, o palco trará elementos art déco, luzes e LEDs que simulam os clássicos V.U. meters (medidores de volume), usados em equipamentos de som para indicar a intensidade sonora.
Um clássico do Capital Moto Week é o Moto Bar Spaten. Ali é a balada dentro da Cidade da Moto, onde os últimos acordes do dia são ouvidos e os primeiros raios de sol são vistos dentro do complexo. Neste ano o palco será reformulado para atender com mais conforto o público fiel: mais iluminação, telão para quem fica do lado de fora, parede de autoatendimento e melhor acesso ao bar. A ideia é ter um espaço rock and roll moderno e atual sem perder suas origens.
O palco mais velho oeste do Brasil volta ainda maior. A grande novidade do Rock Saloon Royal Enfield é o segundo andar, que amplia a visibilidade, o conforto e a capacidade de público para as apresentações. A experiência vai ficar ainda melhor para curtir os 30 shows de blues, country, rockabilly e bluegrass que fazem parte da raiz do rock e da identidade do Saloon. A Praça Pepsi mantém sua essência, com mais espaço na praça de alimentação para melhor o fluxo de pessoas.
Já no Lady Bikers Sebrae, a cenografia representa mulheres que fizeram história no Brasil e no mundo, dando visibilidade à presença feminina no universo motociclístico, tradicionalmente dominado por homens. Atualmente, 48% do público do Capital Moto Week é formado por mulheres, sendo a proposta consolidar essa participação, apoiar mulheres que transformam sonhos em negócios e impacto social. Por ali, acontecerão shows e palestras, além da exposição de produtos e serviços de 17 empreendedoras selecionadas pelo Sebrae.
Experiências para todos os públicos Um dos principais públicos do Capital Moto Week são os mais de 230 motoclubes e motogrupos que ocupam 25% da área total do complexo. Eles, que moram na Cidade da Moto durante 10 dias e participam ativamente da sua construção, em diálogo constante com a organização, terão quatro setores dedicados. Como 20 mil pessoas fazem do CMW suas casas, dormindo, comendo e usando a infraestrutura, isso exige a operação ininterrupta de uma pequena cidade. Há também espaço para os motorhomes e áreas próprias para levantar acampamento. Nesta edição, o tradicional Camping Ville terá também tendas climatizadas com mais conforto.
O espaço Moto Kids também traz melhorias, como a cobertura para proteção solar. Para os animais de estimação, haverá pontos de distribuição de água e ração espalhados pelo complexo, garantindo cuidado e acolhimento dos pets. As tradicionais tirolesa e roda gigante fazem a alegria daqueles que buscam uma dose extra de adrenalina. As duas praças de alimentação manterão a variedade das operações, com pratos para todos os gostos. O CMW é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.
SERVIÇO Capital Moto Week 2025 Data: 24 de julho a 02 de agosto de 2025 Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br
No dia 24 de junho, a partir das 18h, a Referência Galeria inaugura a exposição “Você é luz, é raio, estrela e luar”, de Camila Soato, com curadoria de Cinara Barbosa. A artista que fez do cotidiano e do banal o ponto de partida de sua produção, apresenta pinturas e objetos escultóricos inéditos. A mostra ocupa os dois pisos da galeria, salas Principal e Acervo, e fica em cartaz até o dia 26 de julho. A visitação é de segunda a sexta, das 10h às 19h, e sábado, das 10h às 15h. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos. A Referência fica na CLN202 Bloco B Loja 11 Subsolo, Asa Norte, Brasília DF. Telefone: +55 (61) 3963-3501 e WhatsApp: +55 (61) 981-623-111. No Instagram, @referenciagaleria.
Em sua primeira mostra individual em Brasília desde 2014 e sua primeira na Referência, Camila Soato revisita o gênero tradicional da pintura com ironia e originalidade, subvertendo expectativas visuais e simbólicas. E ao mesmo tempo aborda a própria história da arte ao se apropriar de alguns clássicos, como os girassóis de Van Gogh, para mostrar a sua versão ou, melhor, requisitar o espaço de produção da artista mulher.
“Você é luz, é raio, estrela e luar” reúne um conjunto de obras marcada por uma pesquisa irreverente e provocativa que atravessa sua trajetória e ganha novas formas em trabalhos inéditos. Com isso, a artista amplia agora seu repertório visual ao se debruçar sobre o tema da natureza morta.
“A pintura de Camila Soato tem narrativas fortes, pinceladas fugidias com precisão técnica na escolha assumida do descuido como potencialização poética.”
Cinara Barbosa, curadora
Com 15 anos de trajetória, Camila Soato é conhecida por tensionar os limites entre o grotesco e o cômico, o banal e o absurdo, lançando mão do termo Fuleragem como conceito motor de sua produção irreverente e ao mesmo tempo crítica. Utilizando pinceladas expressivas, a artista transforma objetos comuns em protagonistas de narrativas visuais carregadas de sentidos do nosso cotidiano banal. Na exposição poderão ser vistas pinturas também da trajetória da artista envolvendo elementos que incorpora de sua própria vivência entre gambiarras de subsistência e memes de internet. Suas obras fazem parte de coleções privadas e institucionais. Recentemente teve um ensaio publicado no Le Monde Diplomatique (2024)
Sobre a artista
Nasceu em Brasília, DF, em 1985. Atua principalmente nos seguintes temas: arte contemporânea, feminismo, fuleragem, gênero e pintura. Camila Soato, nasceu em Brasília, vive e trabalha entre Brasília (DF) e Planaltina de Goiás (GO). Desenvolve pesquisas prático-teóricas em pintura, desenho e performance. Por intermédio de pinceladas expressivas e até mesmo com uma certa agressividade nas suas pinturas, combina imagens cômicas apropriadas do cotidiano banal, trabalha com o elogio ao descuido, assumindo o erro como índices poéticos. Escorridos, manchas e sujeiras, oriundos de um método de trabalho que privilegia o improviso, são protagonistas juntamente com personagens atrapalhados ou perversos em cenas esdrúxulas. Tudo isso é justaposto às narrativas bizarras.
Foi vencedora do PIPA Voto Popular Exposição, no Museu de Arte Moderna do Rio (2013) e Prêmio Salão de Pequenos Formatos de Britânia, Goiás (2022). Realizou exposições individuais e coletivas como a da Bienal Internacional de Arte de Cerveiras em Portugal e Bienal do Mercosul (2018).
Sobre a curadora
Cinara Barbosa é curadora e pesquisadora de arte contemporânea brasileira. Professora adjunta do Departamento de Artes Visuais (VIS) da Universidade de Brasília (UnB) é idealizadora e coordenadora do Plano das Artes, projeto voltado ao desenvolvimento e ao fortalecimento do sistema das artes, que envolve circuitos por espaços autônomos de arte do Distrito Federal, formação de arte-educadores e produção artística. Foi diretora do Elefante Centro Cultural (DF), da Galeria Câmara Clara (RJ) e coordenadora e idealizadora do Festival de Fotografia do Rio de Janeiro (FotoRio) junto com Milton Guran. Entre curadorias de exposições estão: Nilda Neves – do Sertão à Lua no Museu Nacional de Brasília; Eduardo Sued – a amplitude da luz (Galeria casa Albuquerque /DF); Fayga Ostrower: diálogos ativos (Centro Cultural Oscar Niemeyer/ Museu de Arte Contemporânea de Goiás – MAC); A Parte pelo Todo do artista Lucas Dupin no Centro Cultural TCU/ DF. Ganhadora do Prêmio Bolsa Funarte de Estímulo à Produção Crítica em Artes Visuais (2010). Ganhadora do Prêmio Petrobrás Cultural com Festival Internacional de Arte e Mídia (FAM) (2008⁄2009). Tem participado como membro de comissão de seleção e premiação de arte como júri em: Prêmio estímulo da feira Fargo / Goiânia (2024); 1º. Salão Nacional de Arte Contemporânea de Goiás; comitê de indicação do Prêmio Pipa (2019 e 2022); comissão examinadora do Centro de Artes Visuais da Funarte (2015 e 2014). Interessa-se por produções artísticas de revisitação crítica à história da arte, poéticas arquivísticas, de coleção e de memória. É autora de artigos críticos e curatoriais para instituições e projetos: O quadrilátero, livro de André Vilaron; Abreviaturas da experiência topológica sobre a superfície, catálogo da mostra Jardim de Amílcar de Castro – CCBB Brasília; e Plano de aula para desacomodação, catálogo da exposição Revoada de Antônio Obá, Pinacoteca de São Paulo.
Referência 30 anos
No dia 25 de novembro de 1995, Onice Moraes e José Rosildete de Oliveira inauguraram a Referência Galeria de Arte. Em sua primeira mostra, a galeria abriu ao público com uma exposição icônica que trouxe para Brasília uma exposição inédita de Amilcar de Castro. A essa, seguiram-se várias exposições importantes como individuais de Athos Bulcão, Carlos Vergara, Claudio Tozzi, e de jovens artistas que hoje são destaque na cena das artes. Em 2004, junta-se à sociedade Paulo Moraes de Oliveira, filho do casal, que passa a administrar e tomar parte nas decisões estratégicas da empresa. Com 30 anos de atuação no mercado de arte, a Referência traz para o ambiente da galeria e para espaços institucionais artistas com trajetórias consolidadas, em meio de carreira e iniciantes, em especial de Brasília e do Centro-Oeste.
A galerista Onice Moraes ressalta a importância de apresentar e dar visibilidade aos artistas visuais e curadores da região central do Brasil e de outras regiões fora dos eixos hegemônicos do sistema da arte brasileiro como forma de oferecer ao artista a oportunidade de ter seus trabalhos adquiridos pelo público e pelas instituições.
“As coleções de arte, sejam de colecionadores iniciados ou de iniciantes, precisam incluir os artistas de sua região e de seu tempo. Arte é investimento, é decoração e, acima de tudo, é um registro da história e da reflexão sobre um momento específico dessa construção histórica”, diz Onice Moraes. “Um dos papéis do galerista é orientar a mirada dos colecionadores para esses artistas que produzem em sua vizinhança. Todos podem se beneficiar com a inclusão de artistas da região nas coleções privadas: as coleções ganham importância, ficam mais representativas e diversas”, afirma a galerista.
Serviço:
“Você é luz, é raio, estrela e luar”
De | Camila Soato
Pinturas e objetos
Curadoria | Cinara Barbosa
Abertura | 24/06, das 18h às 21h
Visitação | Até 26/07
De segunda a sexta, das 10h às 19h
Sábado, das 10h às 15h
Onde | Salas Principal e Acervo
Referência Galeria de Arte
Entrada | Gratuita
Classificação indicativa| Livre para todos os públicos
Desde 7 de junho, o Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul) acolhe a exposição Paulo Cavalcante – o artista brincante, que celebra a trajetória desse multiartista alagoano radicado em Brasília, que nos deixou em 2022.
A mostra apresenta parte significativa da produção visual de Cavalcante, em diálogo com uma trajetória marcada pela música, teatro, literatura e, sobretudo, pela imersão na cultura popular do Nordeste brasileiro.
Com curadoria de Cleber Cardoso Xavier, a exposição convida o público a mergulhar na poética de PC, como era carinhosamente chamado. Além de quadros do artista, completam a ambientação sensorial da Galeria Rubem Valentim figurinos de seus espetáculos, vídeos projetados e músicas autorais, estimulando a interação entre obra e visitante.
O artista
Nascido em 1957, à beira-mar de Maceió, PauloCésar Cavalcante dos Santos construiu um caminho artístico atravessado pela poesia do cotidiano. Em Brasília desde os anos 1980, fez da cidade não apenas palco de sua arte, mas também ponto de encontro entre tradições nordestinas e reinvenções urbanas.
Cantor, cenógrafo, escultor, poeta, compositor e bonequeiro, era um artista de corpo inteiro, reconhecido pela multiplicidade e profundidade de sua produção.
Mas PC não se limitava a pintar ou cantar: brincava. Sua obra é impregnada de ludicidade e cor, expressas tanto nas telas quanto nas experiências cênicas. O conceito de “brincante”, como resgata Cleber Cardoso Xavier, atravessa tudo: a forma como se vestia, falava, compunha e se apresentava ao mundo.
Paulo se fazia presente com o corpo inteiro, com todos os sentidos. Ele era, por si só, uma obra em movimento.
Arte como processo
Com a escolha deliberada de não datar ou nomear suas obras, sua produção foi se construindo de forma orgânica — criada, exibida, comercializada e incorporada a diferentes acervos de maneira processual, sem seguir uma lógica linear ou sistematizada.
Assim, um dos propósitos da exposição é contextualizar a produção de PauloCavalcante e inseri-la no debate mais amplo sobre a arte popular brasileira na contemporaneidade, favorecendo o reconhecimento não apenas de seus aspectos estéticos, mas também de sua força como expressão cultural enraizada, sensível ao tempo e ao território. Uma arte que, embora fora dos principais circuitos institucionais e coleções formais, circula, resiste e compõe, de forma silenciosa, a história recente de Brasília.
Contraste e continuidade
Entre os quadros reunidos na exposição, destacam-se também os dípticos criados por Paulo Cavalcante — composições formadas por duas partes que se relacionam como atos de um mesmo gesto, revelando ao mesmo tempo a unidade e o fragmento, a costura de sentidos que se abre ao jogo.
A entrada é gratuita, e a visitação segue até 20 de julho, de terça a domingo, das 10h às 20h.
Serviço
Exposição: Paulo Cavalcante – o artistabrincante Local: Espaço Cultural Renato Russo – Galeria Rubem Valentim (508 Sul, Brasília – DF) Abertura: sábado, 7 de junho de 2025 Visitação: até 20 de julho de 2025 Dias e horários: terça a domingo, das 10h às 20h Entrada: gratuita Curadoria: Cleber Cardoso Xavier Assessoria de imprensa: Roberto De Martin Classificação indicativa: livre
Com direção e fotografia de Bruno Jungmann e curadoria de Gisele Lima, mostra reúne 50 imagens que revelam um Brasil rítmico, ancestral e profundamente coletivo.
Desde o último 12 de junho, Brasília recebeu a exposição “Quando o Imaginário e a Fé Vão às Ruas”, no Espaço Oscar Niemeyer. A mostra apresenta 50 fotografias documentais captadas por Bruno Jungmann ao longo dos últimos anos, com cobertura de mais de 20 manifestações populares brasileiras, 13 dessas presentes na exposição.
As imagens revelam um Brasil que reza com o corpo, canta suas raízes e transforma história em celebração coletiva. Com curadoria de Gisele Lima, a exposição propõe um reencontro com expressões culturais vivas que ocupam as ruas com fé, cor e resistência.
“Acredito que a fotografia é um importante instrumento de suporte à manutenção das tradições populares, sendo um registro histórico e artístico com potencial didático. A mostra em questão procura difundir as tradições populares e encantar o público, para que o mesmo busque compreender mais profundamente a riqueza e diversidade da cultura brasileira, pois a arte tem a capacidade de criar e potencializar a consciência do povo.
”— Bruno Jungmann, fotógrafo e diretor do projeto
A exposição conta ainda com a presença da artista convidada Daisy Barros, cujo trabalho dialoga profundamente com o universo das manifestações populares brasileiras. A artista têxtil apresenta obras desenvolvidas em tecido, que reverenciam o papel das mulheres na sustentação dos folguedos — por meio de estandartes e instalações que são tanto símbolo quanto afeto. Seu olhar complementa a narrativa visual de Bruno, costurando tradição, memória e brasilidade em cada ponto.
A equipe conta com Flávia Rangel na coordenação geral e expografia, Jessica Rodrigues na assistência de expografia, Gabriela Arzabe no design gráfico e Eduarda Almeida na coordenação de comunicação.
A mostra fará parte do roteiro da Semana de Design de Brasília – BDW, que acontecerá de 17 a 24 de junho. Com previsão de visita guiada com o fotógrafo e rodas de conversa que enaltecem a cultura popular.
Gratuita e aberta ao público, a exposição permanece em cartaz até o fim de julho. A programação pode ser acompanhada pelo Instagram do fotógrafo, @brunojungmann.
SERVIÇO
Exposição: “Quando o Imaginário e a Fé Vão às Ruas”
Local: Espaço Oscar Niemeyer — Praça dos Três Poderes, Lote J — Brasília, DF
Período: A partir de 12 de junho até o fim de julho
Horário de visitação: terça a domingo, das 9h às 18h
O clima de São João vai tomar conta de todo o Casapark com a edição especial da Feira Panela Candanga. A tradicional feira gastronômica, que promove pequenos produtores e valoriza a culinária artesanal e afetiva do Distrito Federal, ganha uma nova edição inspirada nos festejos juninos, reunindo sabores típicos, criações autorais e muita cultura popular.
De 26 a 29 de Junho, quinta a domingo, o público poderá explorar uma verdadeira viagem gastronômica, com influências dos quatro cantos do Brasil: do milho nordestino às delícias do sul e também sabores do mundo reinterpretados com criatividade e afeto. Tudo isso preparado por empreendedores locais, que colocam a mão na massa com ingredientes de qualidade, carinho e afeto e muita história para contar.
Além das comidinhas irresistíveis, a feira contará com decoração temática, música regional e atividades para toda a família. Entre elas, uma oficina de confeitaria para as crianças que vão decorar deliciosos Rolinhos de Canela, apresentada pelo Chef Luís Henrique da Fine N’ Rolls e uma Aula Show sobre Chás Artesanais, com o especialista no tema, Fábio Pedroza da Vai Té Chá.
A Panela Candanga Junina reforça o compromisso com a valorização da economia criativa e do fazer manual, promovendo o encontro entre quem produz com paixão e quem consome com consciência. A realização da feira segue contando com o importante apoio do Sebrae DF, parceiro fundamental na valorização e fortalecimento dos pequenos negócios e da gastronomia local.
Nosso menu contempla:
Azeites Aromatizados; Queijos de origem; Charcutaria e defumados; Vinhos Portugueses; Cervejas e chopes diversos; Gins e Cachaças; Cafés especiais; Bolos Artesanais; Chocolates finos; Pipocas Gourmet; Choripans e empadas argentinas; Geléias; Manteigas; Terrines; Biscoitos caseiros finos; Doces de tacho; Compotas e conservas; Chás e Blends; Pães e Massas de fermentação natural; Waffles; Cinnamon rolls; Cookies; Torrones; Dadinhos de Tapioca. Pickles Diversos; Cucas alemãs; Salames; Erva Mate; Patês; Risotos e Sopas; Confits de cogumelos e vegetais; Antepastos; Pestos, Pastas e Molhos; Brownies; Croissants; Pizza Caseira; Quiches; Canjica; Curau; Chocolate Quente; Chips de Banana da Terra; Chips de Tubérculos; Tapioca com Goiabada; Méis do cerrado; Temperos; Alimentos inclusivos para intolerantes, celíacos, vegetarianos e veganos.
Participam do Evento os Expositores:
Adriana Prado Pães e Doces sem Glúten, Apiários dos Sonhos, Apuã Gin, Capital Empório Queijos Artesanais, Casa do Cuki, Casa Menon Massas artesanais e Pães de Fermentação Natural, ChefBrico, Chimichurri Costumes Argentinas, Doces Oriente, Dona Osmá, Empório Lusitano, Empório Mathias, Fine N’ Rolls, Gaúcha Prendada, Goyás Defumados, Grossbräu Cervejaria, Manteigaria Nacional, Nonna de Luca, Piñon Torroneria, Quadradinho DF, Raízes Bistrô, Saholi chás Blends, Sarah’s Bakery, Tatá Biscoiteria, The Koffie Waffles, Wawo Cafeteria.
Confira a programação:
Aula Show Infusões com Alma:
O Mundo dos Chás Artesanais por Fábio Pedroza | Vai Té Chá
Fábio Pedroza é o idealizador da Vai Té Chá, um projeto que une sua paixão por chás artesanais à sua formação acadêmica e experiência cultural. Formado em Ciências Sociais e mestre em Psicologia pela Universidade de Brasília (UnB), Fábio iniciou sua jornada no universo dos chás após uma viagem a Taiwan, onde se aprofundou na tradição dos chás wulong. Ele também participou da World Tea Expo em 2017, a maior feira de chás do Ocidente, o que ampliou ainda mais seu conhecimento e paixão pela bebida.
Em 2019, Fábio inaugurou a Vai Té Chá em Brasília, na antiga Casa Quilha, com o objetivo de oferecer aos brasilienses uma experiência única no universo dos chás. A loja conta com uma vasta seleção de chás, incluindo microlotes e variedades raras, e oferece experiências como chás gaseificados e harmonizações com quitutes especiais.
Conteúdo: Nesta aula show, o público é convidado a embarcar em uma jornada sensorial e cultural pelo universo dos chás artesanais. Com sua vivência botânica e olhar artesanal, Fábio Pedroza, criador da Vai Té Chá, compartilha os sabores, saberes e histórias que envolvem as ervas, flores e especiarias do Cerrado e de outras regiões do Brasil e do Mundo.
Uma experiência que vai além da bebida: um encontro com a alma do chá.
Indicação: Livre (crianças e adolescentes somente assistidos pelos cuidados dos pais) Vagas | 30
Aula Kids – Confeitando Cinnamon Rolls Juninos por Chef Luís Henrique | Fine N’ Rolls
A Fine N Rolls é uma marca de cinnamon rolls artesanal fundada por Luís, um jovem de 14 anos em Brasília. Ela se destaca por oferecer produtos com recheios criativos e apresentações sofisticadas, como o uso de frutas do grupo berries e flores comestíveis em suas receitas.
Se você está em busca de novidades no mercado de doces, vale a pena conferir a Fine N Rolls e suas deliciosas opções de cinnamon rolls artesanais.
Conteúdo: Ensinar de forma lúdica e segura como montar e confeitar mini cinnamon roll com temática junina, despertando o interesse por confeitaria e celebrando as tradições das festas juninas.
Indicação: Crianças de 5 a 10 anos (assistidas pelos cuidados dos pais)
Vagas | 15 crianças / cada turma.
Mágica na Feira Por | Tio André
O Tio André é conhecido em toda a cidade por trazer apresentações diferentes onde a plateia faz parte do espetáculo. Um show de mágica com abertura visual e musical com as crianças participando diretamente de quase todos os números e mágicas intrigantes. Além de vivenciarem humor puro e saudável. Uma atração agradável para todas as famílias que passeiam por nossa feira.
No dia 25 de junho, às 19h30, no Auditório 2 do Museu Nacional da República será lançado o fotolivro “Cidade Selvagem – caminhos de desejo em Brasília”, do fotógrafo Diego Bresani. Disponível para download gratuito em plataformas digitais, a publicação de 144 páginas é resultado de 10 anos de pesquisas sobre os percursos que os pedestres traçam pela capital federal. No dia do lançamento, acontece uma conversa sobre Urbanismo e Brasília com o fotógrafo e os arquitetos e urbanistas Carlos Henrique Siqueira e Carlos Henrique Lima, com tradução em Libras. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos. Este projeto é realizado com o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). O Museu Nacional da República fica na Esplanada dos Ministérios, Brasília-DF
Em Brasília, para quem não tem carro, é necessário criar alternativas. Resta a escolha de fazer o seu próprio caminho. Rasgá-los na terra ou na grama. Assim se formam os chamados “caminhos de desejo”. Quando pessoas percorrem o mesmo trajeto, aquele caminho fica marcado, a terra fica batida, a grama fica amassada, enfim, abre-se um espaço limpo, construído a partir da vontade dos pedestres, onde a maioria prefere passar. O “caminho de desejo” representa a tendência humana para ligar dois pontos.
O fotolivro de Bresani é uma catalogação das marcas feitas por quem precisa caminhar em Brasília e foi produzido ao longo dos últimos 10 anos. A publicação propõe uma reflexão sobre o urbanismo modernista da cidade no dia a dia de seus habitantes, depois de mais de 60 anos de sua criação: Em um projeto urbanístico que privilegia os automóveis, quem caminha em Brasília? Existe um recorte social na maneira de se locomover pelo Plano Piloto? Por meio das fotografias, o projeto levanta debates sobre algumas adversidades no projeto de Lúcio Costa.
Sobre o fotógrafo
Diego Bresani é fotógrafo e diretor de teatro. Mestre em Artes Visuais pela Universidade de Brasília e graduado em Artes Cênicas pela mesma instituição. Trabalha com fotografia profissionalmente desde 2001. Em 2008 estudou fotografia de grande formato no ICP – International Center of Photography, em Nova York. Já teve retratos publicados em meios de comunicação como New York Times, Le Magazine, Le Monde, Paris Match, The Guardian, Revista Piauí, Revista Marie Claire, Revista Cult, Revista GQ, Revista Old, entre outras. Em 2014 sua série “Ao Lado” foi a vencedora do V Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia. Sua série de retratos “Super-heróis das Superquadras” foi selecionado para o Situações Brasília 2014. No ano de 2015 fez sua primeira exposição individual, “Tuer/Matar”, em Brasília.
No ano de 2016 fez sua segunda exposição individual com curadoria de Matias Monteiro na Galeria Athos Bulcão em Brasília. A exposição intitulada “Respiro: retratos 01” reuniu um recorte de mais de 180 retratos realizados ao longo de sua carreira de mais de 10 anos. Teve trabalhos selecionados nas duas últimas edições do Transborda Brasília – Prêmio de Arte Contemporânea, importante premiação de artes visuais de Brasília. Sua pesquisa atual constitui uma experimentação com as fronteiras entre a fotografia documental e a encenação. Vive e trabalha em Brasília.
Serviço
Cidade Selvagem – caminhos de desejo em Brasília | De Diego Bresani
Lançamento do fotolivro
Quando | 25/06, às 19h30
Onde | Auditório 2
Museu Nacional da República
Esplanada dos Ministérios, Brasília – DF
Formato | Digital
Páginas | 144
Download gratuito em plataformas digitais
Conversa | Urbanismo e Brasília
Com | Diego Bresani, Henrique Siqueira e Carlos Henrique
Entrada | Gratuita
Classificação indicativa | Livre para todos os públicos
A palavra “efêmero” – do grego ephêmeros, que significa “que dura um dia” – refere-se ao que é transitório, passageiro ou de curta duração.
Divulgação
No contexto filosófico e cultural, o termo carrega uma dualidade: celebra a beleza do momento fugaz (como uma flor que desabrocha e murcha) mas também critica a superficialidade de sistemas que priorizam o instantâneo em detrimento do perene.
Em um mundo onde a moda se transforma em descarte antes mesmo de ser compreendida, o desfile surge como um manifesto crítico e poético contra a cultura do fast fashion.
A proposta é desvendar a ilusão do “novo a qualquer custo” expondo como a busca por tendências efêmeras que alimenta um ciclo de degradação ambiental, exploração humana e esgotamento de recursos. O evento não apenas denuncia, mas reimagina a moda como arte atemporal, celebrando técnicas ancestrais, materiais regenerativos e a beleza da vermanência.
Programação
CICLO DO EFÊMERO
BLOCO 1 – BARROCO
Luxuosa, dramática e profundamente expressiva, a moda barroca ressurge como um manifesto estético que celebra o excesso como arte. Inspirada nos séculos XVII e XVIII, essa linguagem visual traz bordados elaborados, volumes marcantes, dourados intensos e referências sacras que evocam emoção e teatralidade.
BLOCO 2 – SUSTENTABILIDADE
Mais do que uma tendência, a sustentabilidade é um compromisso com o luturo da moda e do planeta. Este desfile propõe uma nova estética que nasce do respeito aos ciclos naturais, ao reaproveitamento consciente de materiais e à transparência nos processos. Cada peça carrega não apenas design, mas propósito – provando que é possível aliar criatividade, ética e beleza.
BLOCO 3 – FORMANDOS
Encerramos esta noite com propósito, reflexão e criação consciente. O último bloco do desfile é assinado pelos formandos do curso de Design de Moda, que apresentam coleções onde a sustentabilidade deixa de ser conceito e se torna ação.
São peças que traduzem a urgência ambiental em formas, texturas e escolhas éticas — do reaproveitamento de materiais ao uso de técnicas de baixo impacto. Mais do que roupas, são manifestos visuais de uma nova geração de designers que enxergam a moda como ferramenta de mudança. O futuro se costura agora.
Daniel Ramos Silva e Lorena Melo Cunha, casal de noivos da Asa Norte, ao lado de Antônio Vicente Júnior, fundador da Kasa dos Colchões, após vencerem o reality “Essa Cama é Nossa”, realizado no Conjunto Nacional, em Brasília, divulgação
Reality da Kasa dos Colchões no Conjunto Nacional premia participantes com cama de casal após mais de três horas em pé sobre colchão
No último sábado, 14/06, o casal Daniel Ramos Silva e Lorena Melo Cunha, moradores da Asa Norte, venceu o reality “Essa Cama é Nossa”, promovido pela Kasa dos Colchões no Conjunto Nacional. Após mais de três horas de prova em pé sobre um colchão, com pausas apenas para hidratação e provas relâmpago, os noivos levaram para casa uma cama de casal com colchão de molas ensacadas e base.
A dinâmica do reality testou a resistência física e o entrosamento dos casais. Durante toda a manhã e parte da tarde, Daniel e Lorena enfrentaram os desafios propostos pela equipe da loja, incluindo permanecer longos períodos sem se sentar e responder a tarefas surpresa. O colchão utilizado no desafio foi da linha intermediária da Kasa dos Colchões, modelo com molas ensacadas individuais e base reforçada.
“Agora ninguém tira a gente dessa cama”, comentou Lorena Cunha, rindo ao lado do noivo em vídeo publicado pela loja no Instagram. Já Daniel, em tom descontraído, completou: “Estou muito feliz, a cama é linda e a disputa foi bem divertida”.
A ação faz parte das estratégias da Kasa dos Colchões para fortalecer o relacionamento com o público e valorizar o sono como bem essencial. Segundo Antônio Vicente Júnior, fundador da rede e idealizador do evento, iniciativas como essa ajudam a aproximar o consumidor da marca de forma lúdica e memorável.
“O sono é uma das bases da qualidade de vida. Esse tipo de ação mostra que dá pra falar de descanso e bem-estar com criatividade, sem perder o propósito”, afirmou.
A Kasa dos Colchões mantém sua agenda de ações especiais e sorteios no perfil do Instagram. O público interessado em conhecer mais sobre colchões e acessórios pode visitar uma das lojas físicas em Brasília ou acompanhar as novidades pelas redes sociais.
Sobre a Kasa dos Colchões
Fundada em Brasília, a Kasa dos Colchões é referência no mercado de descanso e bem-estar no Distrito Federal. Com mais de 20 anos de atuação no varejo especializado, a marca oferece um portfólio completo de colchões, camas box, travesseiros e acessórios das principais grifes do setor, com destaque para a Simmons, Epeda e Flex. Reconhecida pela curadoria criteriosa de produtos e atendimento personalizado, a Kasa investe continuamente em tecnologia, design e conforto para promover qualidade de vida por meio do sono. Atualmente, a empresa emprega mais de 70 colaboradores e mantém unidades em pontos estratégicos da capital.
Peças da coleção nova coleção da Tidelli, a Boho, desenhada pela fundadora da marca Tatiana Mandelli. (Fotos: Tarso Figueira, Tidelli, Divulgação) Boho
Peças da nova coleção Boho e produtos assinados pelos designers Julia Tainá e Rodrigo Ambrosio compõe a programação da Design + Indústria, iniciativa promovida pela ABIMÓVEL e APEXBRASIL
Apostando no DNA brasileiro que é a marca registrada da marca, a Tidelli integra a programação da Brasília Design Week, feira que acontece de 18 a 24 de junho no Museu Nacional da República. A marca apresenta duas peças de sua nova coleção, a cadeira e o puff Boho, desenhada pela fundadora Tatiana Mandelli e inspirada no estilo boêmio chic. Segundo Tatiana, o espaço abre portas e apresenta ao mundo o design brasileiro, um dos mercados mais criativos no setor moveleiro. Sobre a coleção Boho ela conta que a ideia surgiu como um mosaico de experiências de suas viagens “Queríamos unir conforto à beleza e ao dinamismo das franjas em movimento, quase como uma dança. A coleção Boho traduz essa essência, com um forte foco no aconchego, no charme e na brincadeira com as cores”, diz.
Duas peças assinadas por designers brasileiros também têm destaque no evento, incluindo o Bowl Imperial, desenho de Rodrigo Ambrosio, confeccionado em alumínio e cordas náuticas, material desenvolvido pela marca e fabricado na Bahia. Além dessas, a poltrona Serelepe também faz parte da programação, com projeto de Julia Tainá, apoiada pelo projeto Brazilian Furniture e que já foi apresentada em Nova York e Milão. Para Julia, a poltrona é tanto uma declaração de estilo quanto uma ode à simplicidade e ao conforto encontrados na natureza. “Assim como o Serelepe [roedor endêmico da América do Sul], que percorre as árvores com agilidade e graça, a poltrona captura esse movimento em suas formas fluidas e na experiência de relaxamento que proporciona”, afirma Julia.
A mostra segue em cartaz até 24 de agosto com entrada gratuita
Brasília foi atravessada por significados na noite de quarta-feira, 18 de junho. A Galeria 2 do Centro Cultural Banco do Brasil recebeu convidados, amigos, fãs e público em geral para a abertura da exposição Flávio Cerqueira – Um Escultor de Significados, individual do artista paulistano que transforma bronze em literatura visual, abordando temas como identidade, classe, raça, gênero e cotidiano com lirismo e força simbólica.
A noite de abertura teve uma programação diversa e pulsante, com DJ ao vivo, apresentações de street dance com B-Girls, batalha de MCs, presença do artista e food trucksespalhados pelo jardim do CCBB. O clima era de celebração — e não faltaram olhares atentos, celulares erguidos e silêncios comovidos diante das esculturas de Cerqueira. Entre 17h e 18h, houve ainda uma visita guiada exclusiva para jornalistas e criadores de conteúdo, acompanhada pelo próprio artista, que conversou com o público sobre seus processos criativos e a importância de ocupar Brasília com narrativas negras, sensíveis e transformadoras.
Com curadoria de Lilia Schwarcz, a exposição reúne cerca de 40 obras, muitas inéditas na capital, e foi eleita pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) como a melhor exposição de escultura de 2024. Dividida em cinco núcleos, a mostra propõe ao público uma travessia entre memórias pessoais, educação e invenção de mundos possíveis.
“Não faço retratos, crio personagens”, afirma Flávio Cerqueira, que ao longo de 15 anos de carreira tem revolucionado a escultura contemporânea brasileira. Suas figuras são congelamentos do tempo — instantes suspensos, como páginas de um livro ou fotogramas de um filme. São corpos comuns com posturas altivas, pés descalços e gestos que questionam: quem tem direito à permanência? Quem pode ser eternizado em bronze?
Para a curadora Lilia Schwarcz, “a linguagem das esculturas do Flávio tem tudo a ver com a arquitetura de Brasília. São obras que falam do povo e da democracia, com uma força narrativa impressionante.” Já o artista reforça: “Apresentar minhas obras aqui é acionar novos sentidos. Brasília é simbólica e precisa ser tensionada por outros olhares.”
Depois de temporadas aclamadas em São Paulo e Belo Horizonte, a mostra chega a Brasília como um verdadeiro manifesto de beleza, reflexão e potência.
SERVIÇO
Flávio Cerqueira – Um Escultor de Significados CCBB Brasília – Galeria 2 Até 24 de agosto de 2025- de terça a domingo das 9h às 21h Entrada gratuita – retirada de ingressos em https://ccbb.com.br ou na bilheteria do CCBB Classificação indicativa: livre
A Paiol, uma das principais lojas de arte popular do Brasil, acaba de abrir sua primeira unidade em Brasília. Localizada na Asa Norte, a nova loja amplia a presença da marca para além de São Paulo — onde já conta com cinco unidades — e reforça o compromisso da Paiol em democratizar o acesso a peças que carregam a alma, a criatividade e as histórias que constroem o Brasil. De acordo com seu fundador e diretor criativo, Lucas Lassen, a escolha pela capital federal se deu por diversos motivos, como a facilidade logística, pelo perfil do público e também pela relação direta da cidade com o design.
“Brasília é um ponto de encontro de diferentes culturas, e entendemos que nossa chegada à cidade é uma oportunidade de conectar ainda mais pessoas ao artesanato brasileiro, justamente em uma cidade que já nasce a partir da valorização do que é nacional ao mesmo tempo em que está em conexão com o mundo. Além disso, nosso propósito é aproximar o Brasil ao brasileiro, oferecendo não só objetos, mas também histórias, afetos e um convite à reflexão sobre o valor da nossa cultura popular”, reflete.
Com participação especial durante o Brasília Design Week – BDW, no dia 18/06, a marca fará uma ação com o artista indígena Waxamani Mehinaku, que tem se destacado no cenário de arte contemporânea com pinturas que remetem aos grafismos da etnia Mehinaku, do alto Xingu, no Mato Grosso.
Também durante o BDW, na Exposição Horizonte em Risco, que acontece no Museu Nacional da República, a marca apresenta a Coleção Experimentos, feita em parceria com artesãs do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais. As peças têm sido desenvolvidas desde o ano passado através do Paiol LAB, laboratório de inovação artesanal da marca que visa levar os anseios do mercado consumidor para dentro do ateliê, permitindo que as artesãs criem novos produtos, mas mantendo as suas técnicas tradicionais de produção.
Sustentabilidade da cadeia artesanal
Presente no mercado desde 2007, com a Paiol, Lucas construiu uma trajetória que vai além das vendas. Ao longo dos anos, tem participado de imersões em comunidades, eventos e rodadas de negócios, o que o levou a investir profundamente em ações ligadas à sustentabilidade da cadeira artesanal. A proximidade com os artesãos, suas histórias e o contexto social das comunidades fez com que ele compreendesse, de forma ainda mais ampla, a importância do artesanato para a economia e para a construção da identidade brasileira.
Além de comercializar peças únicas, a Paiol também se dedica a projetos colaborativos. Lucas realiza a curadoria de exposições e desenvolve coleções para grandes marcas como Camicado, Tok & Stok, Casa Bonita e Hotel Grand Mercure. Sempre em uma relação horizontal, respeitando as técnicas e tradições locais, ele busca ampliar o potencial comercial dos artesãos, criando novos mercados e contribuindo para a sustentabilidade econômica e social dessas comunidades através da preservação dos saberes tradicionais.
A nova unidade da Paiol em Brasília é um ponto de encontro entre saberes, territórios e pessoas. Ali, o público pode conhecer de perto o trabalho de centenas de artesãos de diferentes cantos do país. Ao longo do ano, a loja também planeja promover pequenas exposições e encontros que celebrem o papel das artes tradicionais na construção da identidade cultural brasileira.
Serviço
Live Painting com Waxamani Mehinaku
18 de junho, às 16h
Entrada gratuita
Exposição Horizonte em Risco
Museu Nacional da República
18 de junho a 20 de julho, das 9h às 18h30
Entrada gratuita
Paiol Brasília CLN 405, Bloco D, Loja 17 – Asa Norte, Brasília-DF Terça a quinta, das 10h às 20h | Sexta e sábado, das 9h às 20h | Domingo, das 11h às 18:20h https://www.lojapaiol.com.br | @lojapaiol
Sob o tema “Memória, Design e Futuro”, a 3ª edição do evento celebra a potência criativa do design como programação diversificada
BDW25 | Design que conecta. Design que transforma.
A Brasília Design Week 2025 (BDW25) convida para um mergulho criativo no design brasiliense e brasileiro como potência de transformação, estimulando o olhar sobre o passado, memória e futuro. Entre os dias 18 e 24 de junho, mais de 40 ações gratuitas ocuparão o Museu Nacional da República e diversos pontos da cidade com exposições, feiras, oficinas, rodas de conversa, desfiles, circuitos urbanos e muito mais.
“A Brasília Design Week é composta por várias ações. Ela pretende movimentar a cidade como um todo, com várias ações acontecendo em vários pontos da cidade. E existe a possibilidade dos designs, dos arquitetos, dos criativos participarem de cada uma dessas ações”, destaca Caetana Franarin, idealizadora da Brasília Design Week. “No ano passado, mais de 20 mil pessoas visitaram participaram da exposição, dos circuitos e de todas as ações”, acrescenta.
Com raízes profundas na identidade cultural brasileira e olhos voltados para o futuro, o evento celebra a diversidade criativa do país, do artesanato ancestral à inovação em mobiliário, da arte indígena à tecnologia, da memória coletiva ao gesto contemporâneo. A BDW25 reforça o design como linguagem viva da brasilidade: inventiva, afetiva, sustentável e transformadora.
Este ano, o tema central da BDW é “Memória, Design e Futuro”. A exposição que conceitua a mostra de 2025, “Horizonte em Risco”, propõe uma reflexão urgente: que futuros queremos desenhar? Com curadoria de Nina Coimbra, apresenta objetos e mobiliário de design autoral de todo o território nacional que traduzem a nossa identidade e como ela dialoga com temas que permeiam e constroem nossos horizontes. Como o design risca novas paisagens, realidade e futuro. Estarão em exposição mesas, poltronas, esculturas, tapeçarias e cadeiras de designers locais e nacionais.
O elenco local é composto por André Neves (Cadeira Reni e Mesa lateral Polaris); Ateliê Sumaúma – Larissa do Vale (Mesa lateral Torre); Azo Collab/Cia do Lacre (Poltrona Brasiliense); Camilla Monturil e Raquel Chaves (Poltrona Uirá); Cia do Lacre; Cinema Urbano – Liz Sandoval com coautoria de Raquel Chaves (Banco Paisagens Radicais); Daisy Barros (Tapeçaria Casca); Daniel Negreiros (Mesa Tivoli); Daniela Caparelli (Mesa Arco e Vaso Arco); Danilo Vale (Balanço T e Espelho Pelle); Desirée Feldmann (Relógio à prova do tempo); Diego Bressani (Chapa 402, Chapa 208, Chapa 437, Chapa 174 e Chapa 118); Dimitri Lociks (Banco Blom Grande, Aparador Blom e Mesa de Centro Elo); Eduardo Daniel de Souza (Banco Estrela, Caixa Escriba, Estojo Mimo e Paganini); Fabiana Ungareti (Suporte de Piso M26, Suporte de Piso p21, Vaso de Barro Reto G com Espada de São Jorge e Vaso de Barro Reto M com Espada de São Jorge); Felipe Laraia (Copo Csa, Copo de espresso Casa, Cumbuca M Casa, Cumbuca P Casa, Prato Oval Casa, Xícara Chá Casa e Xícara de expresso Casa); Felipe Zorzeto (Mesa de cabeceira Ella e Poltrona Zé); Fluides Cerâmicas (Memória); Guava Estúdio (Luminária LDK01 e Tray Carregadora – TDK01); Ismael Ricardo (Mesa lateral Passa Forma); Israel Hora; Jader Rodrigues (Banco Jota); Lucas Caramés (Poltrona Cìes e Mesa de Centro Mirante); Marcelo Bilac; Marja de Sá (Loop.BR); Murilo Segatti (Cadeira Nau); Mutum (Luminária Piloto); Natteca (Banco Mosaico e Bandeja Continente Preta); Nina Coimbra; Patricia Bagniewski (Espelho Pipa); Rafaela Gravia e Débora Costa (Poltrona Catê e Mesa Tônica); Raquel Chaves (Mesa Quinta e Cadeira Bubu); Rick Hudson; Rogério Reis (Jaspe Terral); Samuel Lamas (Mesa de centro Julie e Cadeira Frida Outdoor 2025); Thaís Fread; e Tiago Lucas e Cabaré Místico (Luminária BDW).
Já o elenco nacional conta com Ale Salles (Mesas Ibejis); Ana Neute (Guarda-chuva); Assimply/Iro Studio (Mesa Plano); Bruno Camarotti (Escultura Juazeiro); Daniel Bernardinelli (Majé); Dimitrih Correia; Enzo Bailoni (Poltrona Colmeia); Erico Gondim (Nautilus e Ostra – Coleção Bichos); Estúdio Galho (Darco); Estúdio Guá (Banco Guêra); Fabiana Queiroga (Escada Acúleos); Gabriel Freitas (Bar Frisson e Luminária Postal); Giovanna Arruda (Luminária Zito e Poltrona Oricuri); Gustavo Bittencourt (Mesa de Centro Calo); Guto Requena (Coleção Era Uma Vez); Jay Boggo (Banco Tatámirim — Fogo Grande e Escultura Tatáguasu — Fogo Grande, Fogo Sagrado); Luciano Costa Estúdio (Vaso Icarus I e Vaso Icarus II); Marcelo Rosenbaum (Mundaú); Marcus Camargo (Terra Flor); Maria Helena Emediato (Guardado em Mim); Matheus Solka (Banco Ginete); Nadezda Mendes da Rocha (Paulistano Xingu 06/08); Nicholas Oher (Cadeira Perola); Obj Estudio (Poltrona Memo); Pedro Galaso (Mesa de centro e Mesas de Apoio Seixos); Pedro Leal (Pebolim Arantes); Philipe Fonseca (Poltrona Trono); Rodrigo Ambrósio (Imperial); Rodrigo Ambrósio/Domingos Tótora (Banco Estação); Victor Leite (Mesa de Centro Açores); Viola Arc (Light the Void); Wagner Trindade (Grilhões e Banco Nina); Welison Santos (Poltrona 308); e Yankatu (Cadeira Cocar).
Exposições Convidadas
“Sherwin-Williams apresenta: Viva Janete!”. A exposição é um tributo à arquiteta e designer que revolucionou o olhar sobre o popular, o artesanal e o moderno no Brasil. A exposição mergulha em seu pensamento criativo, conectando sua obra à valorização das raízes culturais brasileiras.
A pernambucana será homenageada por meio da paleta Cores de Janete, uma coleção desenvolvida em parceria com Lúcia Santos, Mario Santos e Roberta Borsoi, filhos da artista, e com direção criativa do designer Rodrigo Ambrósio. Ao todo, são 12 tonalidades, sendo seis desenvolvidas exclusivamente para o tributo e outras seis a partir do catálogo da Sherwin-Williams.
“Há aqui uma mistura de tons quentes, terrosos e vibrantes que, além de remeterem ao artesanato e à cultura brasileira, traduzem a alegria e o aconchego dos lares do nosso país”, revela Patrícia Fecci, especialista em cores e gerente de marketing da Sherwin-Williams.
O resgate também é feito por meio dos traços marcantes no design de mobílias e objetos de Janete Costa, com a exposição de peças autorais, como Banco Rio, Chaise Lucia e Poltrona Cláudia.
“Design + Indústria” é um dos destaques da edição deste ano. A mostra de mobiliário brasileiro, foi recém apresentada na DW Milão pela Associação Brasileira das Indústrias de Mobiliário (Abimóvel). Direto do circuito internacional para Brasília, a mostra exibe criações que traduzem sofisticação, inovação e identidade — peças que levam a assinatura do design nacional ao mundo.
“Mais do que uma exposição de mobiliário, a mostra Design + Indústria materializa os resultados de uma estratégia de longo prazo voltada ao estímulo da inovação, da sustentabilidade e da agregação de valor na indústria nacional”, explica a diretora-executiva da Abimóvel, Cândida Cervieri.
Nesse contexto, a mostra reúne criações autorais desenvolvidas por designers e fabricantes de móveis de diferentes partes do Brasil, conectados a partir do programa homônimo – Design + Indústria –, que atua a partir de uma lógica colaborativa que alia excelência produtiva, criatividade, responsabilidade socioambiental, além de diversidade e identidade nacional como diferenciais estratégicos. A iniciativa é parte do Projeto Brazilian Furniture, fomentando a competitividade e a internacionalização de marcas do setor.
“Horizonte em Risco: Artesanato & Joalheria” tem curadoria de Cris Malheiros e Pati Herzog e peças produzidas por artesãos do Distrito Federal e do Vale do Jequitinhonha. Em colaboração com a loja Paiol, a exposição celebra o fazer manual como herança cultural e força inventiva. São objetos que revelam a alma do Brasil: afeto, memória, gesto e reinvenção.
O elenco é formado por criadores que exploram as texturas do tempo e os contornos do amanhã, compondo uma criação manual como um ato de resistência e renovação. São eles: Raquel Gebrim (Brinco Folhas), Mariza Martins (Brinco Tentáculos), Jader Rodrigues (Cadeira Be), Fernanda Veras (Colar Cobra Coral), Joana VP (Colar Flor), Nazareth Pinheiro (Colar Pantoscorpo), Thais Fread (Colar Reina), Israel Hora (Colar Sobro de Barro), Luiza Nunes (Coleção Jaca), Daisy Barros (Meu Chão Meu Cerrado), Tunico Lages (Escrivaninha Piano), Anísia (Garrafa Rústica), Pati Herzog e Iraci Ribeiro (Luminária Brasil), Bruna Zanatta (Painel Aprodundamento), Maria Aparecida (Vaso Bico), Fluides Cerâmica (Vaso Dual) e Tereza (Varo Furo).
“Horizonte em Risco: Exposição de Arte”, com curadoria de Flavia Rangel, é uma mostra que tece poéticas visuais entre passado e presente, com obras que vão do século XX a artistas contemporâneos. A exposição propõe um olhar sensível sobre o tempo e suas camadas, costurando o design à arte com irreverência, crítica e imaginação.
Dividida em três seções, a exposição se inicia pela Distopia que traz a influência de dois conceitos: a importância da negatividade presente na filosofia de Byung-Chul Han e os ensinamentos de Mário de Andrade de que o passado é lição para refletir. A segunda seção, que recebe o nome de Fantasia, se aproxima mais da psicanálise, entendendo a fantasia e a ludicidade como meios de proteção dos sujeitos que, de alguma forma, se esquivam de algumas lembranças e acabam por fazer uso de mecanismos criativos para inventar memórias e criar narrativas possíveis de serem acessadas. Por fim, a seção de Futuros é um convite à reflexão sobre a construção de narrativas futuras. Quem contará a nossa história?
Entre os artistas convidados estão Daniele Rodrigues (Sem Título), Eduardo Moraes (Até Quando), Érico José (A Descrição das Doenças da Alma, Cena Traiçoeira, O Olhar Estrangeiro e Sonhos do Filho do Açougueiro), Rayza Mina (Noite Escura) e Valéria Pena (Gritinhos).
Programação extensa
Além das exposições convidadas, a BDW25 conta com a participação de instituições de ensino superior através de trabalhos expostos no Museu Nacional da República e rodas de conversa envolvendo representantes da Universidade de Brasília (UnB), Instituto Federal de Brasília (IFB), Instituto de Educação Superior de Brasília (IESB) e Universidade Católica de Brasília (UCB).
Com uma programação ainda mais diversificada neste ano, serão realizadas diversas oficinas técnicas, troca de experiências com a Collab do Ateliê Texturas para aprendizado de criação de biomateriais, além de palestras e talks com profissionais renomados da arquitetura e do design como Bruno Faucz, Esther Schattan, Ana Neute e Sérgio Matos. E rodas de conversa com representantes da Adegraf, Adepro, Abradi e coletivos locais.
Uma Feira de Design, acontece nos dias 21 e 22 de junho, com a participação de dezenas de expositores para a área externa do Museu Nacional, com música, experiências interativas e produtos autorais.
O circuito de lojas, galerias, embaixadas e ateliês leva o público a uma experiência imersiva com o design nos espaços urbanos, ativando a cidade como polo de criatividade, diversidade e inovação.
A Trama Afetiva assume a CollabBDW25, apresentando criações únicas no desfile de lançamento e exposição, promovendo a importância da sustentabilidade e o upcycling no contexto da moda e do design. O desfile marca a abertura da Brasília Design Week.
A coleção é assinada pela estilista Thais Losso ao lado do comunicólogo Jackson Araujo e reflete o compromisso do projeto com a circularidade, a valorização de saberes manuais e a construção de redes de trabalho solidárias. Cada peça foi confeccionada a partir de materiais recolhidos nas ruas — especialmente náilons de guarda-chuvas quebrados — e ressignificados por costureiras e artesãs da rede. Outro destaque do desfile são as criações em crochê feitas durante a oficina A Liga do Lixo.
O evento recebe ainda a primeira edição do Projeto Pulsar. A iniciativa une arte e tecnologia para criar uma experiência inédita com o uso da Realidade Aumentada (AR). As obras são de autoria de quatro artistas visuais de referência no cenário brasiliense contemporâneo: Daniel Toys, Ralfe Braga, Toninho Euzébio e Daniel Jacaré.
Cada artista apresenta duas obras que, reunidas, compõem uma narrativa visual expandida, com movimento, tridimensionalidade e interação sensorial. Toda a experiência acontece no navegador do celular. O visitante acessa a arte via QR Code, posiciona a câmera diante da obra física e presencia a fusão entre o real e o digital — uma intervenção viva, poética e tecnológica. A tecnologia foi desenvolvida especialmente para a exposição por Alex Leal, especialista em tecnologia e artista digital.
O Projeto Pulsar é uma realização conjunta da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal e da Brasília Design Week. A curadoria é assinada por Marcela Sousa, jornalista com mais de 20 anos de atuação na área de comunicação.
Sobre a BDW25
A Brasília Design Week 2025 é uma realização do Desponta Brasil e do Instituto Brasil de Economia Criativa. Neste ano o evento ganhou ainda mais potência com novas e relevantes parcerias.
A Sherwin Williams, tinta oficial da BDW25, entende e acredita na importância da economia criativa e do design como movimento cultural. A edição, com a correalização da Abimóvel, em parceria com a Apex Brasil, reúne o Grupo Metropolitano, que se uniu à BDW25 para um exclusivo e especial circuito de lojas, além de agregar palestras à programação.
Também destacam-se como parceiros a Adepro, a Adegraf, a Abradi, o Sindveste, o Galpão Design, a Acervo Mobília, a Revista Traços, o Museu Niemeyer, Sebrae no DF, Sesc e Fecomércio-DF, por meio da Câmara de Economia Criativa. Apoio do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Sececdf) através do Museu Nacional da República, da Secretaria de Turismo (Setur), da Secretaria da Mulher (Secmulherdf) e da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Sectidf). Marco Zero é o bar e restaurante oficial. HPlus, o hotel oficial.
Todos juntos para promover o design como expressão viva de Brasília e do Brasil: plural, potente e em constante movimento.
BDW25 | Design que conecta. Design que transforma.
SERVIÇO
Brasília Design Week (BDW25) – 3ª edição Data: 18 a 24 de junho, no Museu Nacional da República e em diversos pontos do DF. Abertura: 17 de junho, exclusiva para convidados. Exposições: 18 de junho a 20 de julho, das 9h às 18h30. Mais informações: @bsbdesignweek
LISTA COMPLETA DE LOJAS QUE ESTARÃO NO MAPA DO CIRCUITO
A convite do Casapark Prime, arquitetos e designers de interiores participaram de uma visita guiada à mostra “A ternura do concreto”, do fotógrafo francês Emmanuel Lenain, em exibição na Galeria Karla Osorio.
A visita realizada na última quarta-feira , 11 de junho, reuniu cerca de 50 profissionais, membros do programa de relacionamento do Casapark. A visita à mostra contou com a participação do também arquiteto, fotógrafo e cineasta Jorge Bodanzky, que está em Brasília para a inauguração de sua exposição individual no Museu Nacional da República, e dos artistas visuais Jonathan Vivacqua e Chiara Baccanelli, que iniciaram uma residência artística na galeria.
“A ternura do concreto” traz um olhar único sobre a arquitetura brutalista, revelando 30 obras, sendo a maioria inéditas, fruto de sua pesquisa no Brasil e na Índia. Guiados pela galerista Karla Osório, arquitetos e designers de interiores conheceram a produção do fotógrafo e seu olhar peculiar para a arquitetura. “Emmanuel aborda a arquitetura não como um fotógrafo de arquitetura. A expografia da mostra também procurou uma linguagem diferente, evitando a linearidade e ressaltando as aproximações das imagens pela luz e pela forma”, disse a galerista.
Fundada há sete anos, esta foi a segunda visita do Casapark Prime à galeria que conta com sete pavilhões para exposições e uma casa para residência temporária de artistas, além de um jardim onde são expostas esculturas. “Eu acho que essas visitas de arquitetos e designers de interiores promovidas pelo Casapark Prime são uma iniciativa importantíssima. Beneficiam a todas as partes envolvidas. Para os profissionais é um momento de imersão na área artística, que para qualquer profissional, seja criador dos projetos de arquitetura em si seja também de design de interiores, enriquece, dá novas alternativas. Por outro lado, para a galeria, essa ação amplia o público, algo mais que necessário”, ressaltou Karla Osorio.
O projeto patrocinado pelo FAC-DF contempla 5 RA’s do DF com grafitti ao vivo em espaços que serão revitalizados.
Mais uma vez a arte urbana representada pelo graffiti é uma importante ferramenta de restauração e identidade visual, cheia de significados e mensagens. Transforma espaços e leva cor, cultura e representatividade para as ruas de todo DF, destaca Rivas, produtor
O Brasil Super Battle Graffiti é um movimento de valorização da cultura HipHop, conectando a nova geração de artistas aos veteranos da cena e promove o respeito pela arte de rua como um elemento essencial na construção da cidade e sua história.
Mais do que isso, o projeto traz para as paredes e muros diversas técnicas e estilos de artistas visuais que se mantém em constante evolução.
São inúmeros estilos entre tags, throw-ups, stencils, wild style, 3D, piece, blockbust, entre outros.
Tradicional evento ocorreu na quinta-feira, 12 de junho, com muita música, tradicional shot “Deu Match” e ativações interativas
Na quinta-feira, 12 de junho, o Bar Responsa — um dos endereços mais tradicionais da boemia brasiliense — reforça a sua já conhecida tradição de celebrar o Dia dos Solteiros justamente na data oficial dos casais. O encontro mescla música, brincadeiras e drinks autorais para criar uma alternativa bem-humorada às programações a dois. A edição de 2025 mantém o clima irreverente que conquistou o público nos últimos anos e chega com novidades surpresa.
Desde a primeira edição, o evento se tornou um verdadeiro “refúgio” para quem prefere trocar o clima romântico pela diversão com os amigos. Ações como correio elegante digital e até um cupido “de bolso” que circula pelo salão distribuindo bilhetes, atestam que o bar faz questão de combinar criatividade e bom humor.
“O Dia dos Namorados é uma data cheia de expectativas. A gente resolveu virar a chave e mostrar que também pode ser leve para quem está solteiro”, explica a equipe do Responsa. “Todo ano acrescentamos elementos surpresa para que a experiência seja única. Em 2025, não será diferente”.
Com os spoilers adiantados pelo marketing, terá muita música ao vivo, o tradicional shot “Deu Match” para a galera ficar mais solta, e ativações interativas que só serão reveladas na noite do evento. Além disso, o cardápio habitual — famoso pelas porções generosas e pelos drinks autorais — ganha toques extras de ousadia criativa, perfeitos para acompanhar a vibe de #solteirostyle.
Serviço – Dia dos Solteiros Responsa 2025
Data: quinta-feira, 12 de junho de 2025 Horário: a partir das 16h Local: 202 Sul, Bar Responsa – Brasília/DF Entrada: sujeita à lotação da casa.
Em um espaço VIP reservado no ponto mais alto da arquibancada, os convidados da Integratto tiveram uma experiência exclusiva ao assistir ao aguardado longa Mickey 17, dirigido por Bong Joon-ho, vencedor do Oscar de Melhor Filme em 2020. A escolha do filme foi natural: assim como a Integratto, que lida com tecnologia e suas implicações todos os dias, o enredo nos transporta para um futuro onde a ciência desafia a ideia de individualidade e o ser humano se torna infinitamente replicável — com consequências inesperadas. Com visual hipnótico e reflexões afiadas sobre identidade, avanço tecnológico e o preço da obediência, Mickey 17 transforma a ficção científica em espelho: um ret provocador do que ainda resta de humano em um mundo onde tudo pode ser reprogramado.
A sessão foi acompanhada por um menu especial. Cervejas premium, refrigerantes e — para driblar a brisa gelada da noite — um bom vinho, eleito pela maioria como o par perfeito para pipoca e outras delícias servidas pelas operações gastronômicas do festival.
Para a Integratto, a parceria com o Open Air Brasil reforça o compromisso com a inovação e com a proteção de histórias e experiências por meio da tecnologia. O CEO da empresa, Dominique Fernandes, junto aos diretores e sócios Neila Quixabeira e Tom Ruffino, se fizeram presentes ao lado de seus convidados para celebrar o momento e destacar o papel transformador da tecnologia também no universo cultural.
Tião (2017), de Flávio Cerqueira. | Foto: Romulo Fialdini. Organizada em quatro núcleos temáticos — Labirinto da Memória, Um Caminho Sem Volta, Histórias: as minhas, as nossas e O Processo é Lento —, a exposição revela o amadurecimento do artista e os diferentes níveis de elaboração simbólica de sua obra. O núcleo Labirinto da Memória explora o aspecto autobiográfico da obra de Flávio Cerqueira, reunindo esculturas marcantes de sua trajetória. As peças parecem capturar momentos suspensos no tempo, como se fossem cenas congeladas de uma narrativa íntima, representando, nas palavras do artista, “o desejo de pausar um momento e gozar dele, nem que seja por mais uma única vez”. Entre os destaques estão Ex Corde (2010), Tudo Entre Nós (2010), Monólogo (2011) e Iceberg (2012).
Mostra Flávio Cerqueira – um escultor de significados estreia em 18 de junho, com entrada gratuita. Exposição celebra 15 anos de trajetória do artista e passou também pelo CCBB dás cidades de São Paulo e Belo Horizonte, reunindo milhares de visitantes.
Após temporadas de grande repercussão em São Paulo e Belo Horizonte, a exposição Flávio Cerqueira – um escultor de significados chega a Brasília para ocupar a Galeria 2 do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) a partir de 18 de junho. A mostra, com curadoria de Lilia Schwarcz, celebra os 15 anos de trajetória do escultor paulistano com cerca de 40 obras em bronze, que exploram temas como identidade, raça, classe, gênero e pertencimento, a partir de cenas do cotidiano.
Com entrada gratuita, os ingressos podem ser reservados no site https://ccbb.com.br ou retirados diretamente na bilheteria do CCBB Brasília.
A primeira e mais completa retrospectiva de Flávio Cerqueira ganha novos contornos ao chegar à capital do país — cidade marcada pela monumentalidade arquitetônica, pela centralidade política e pela diversidade cultural. Lilia Schwarcz, historiadora, antropóloga e imortal da Academia Brasileira de Letras, destaca a relação entre a linguagem escultórica de Cerqueira e o contexto simbólico da cidade.
“A linguagem das esculturas do Flávio tem tudo a ver com a arquitetura de Brasília. A temática, que fala do povo comum — das pessoas na rua, de sandália, de pé no chão — faz muito sentido em Brasília, que é cheia de história e cheia da nossa aventura por democracia. Essa exposição é, sobretudo, democrática e inclusiva”, defende. “Temos visto uma recepção muito emocionada por onde a mostra já passou, com o público se enxergando nesses pedaços de significação que as esculturas carregam”, completa.
O próprio Flávio Cerqueira também celebra a chegada da mostra à capital federal. “Por ser um artista interessado em construir imagens que dialoguem com o cotidiano do cidadão comum, considero Brasília um território essencial para essa mostra”, explica. “Apresentar minhas obras aqui é uma oportunidade de acionar novos sentidos e apontar caminhos possíveis para questões enraizadas na nossa sociedade — como as desigualdades raciais, de gênero e de classe —, justamente num lugar onde tantas decisões impactam diretamente a forma como vivemos”.
Uma escultura que narra, interpela e transforma
O trabalho de Flávio Cerqueira insere a escultura em bronze em novas dinâmicas de representação. Em diálogo com uma tradição que, por séculos, celebrou figuras de poder — notadamente homens brancos —, Cerqueira ergue no bronze personagens que observa no cotidiano, deslocando o olhar para figuras antes marginalizadas e atribuindo-lhes altivez, densidade filosófica e dimensão poética.
“Não faço retratos, crio personagens”, afirma o artista. Cada figura é um fragmento de história suspensa no tempo — “como um instante pausado de um filme” —, e o espectador é quem finaliza a narrativa. A mostra não apenas apresenta as esculturas, mas também os bastidores de sua construção, por meio de objetos de ateliê, moldes e registros do processo artístico.
A curadoria enfatiza ainda que a obra de Cerqueira não se alinha a um realismo documental ou panfletário, mas sim a uma narrativa aberta, em permanente transformação. O livro, elemento recorrente em suas peças, simboliza esse movimento: ora aparece como algo distante, ora como extensão do corpo e da experiência popular. “Entre o corpo curvado de Ex Corde (2010) e a postura confiante de BetterTogether (2020), há o registro da evolução de um pensamento e de uma trajetória”, escreve Lilia Schwarcz no texto curatorial.
Percurso da exposição
Um Caminho Sem Volta propõe uma atmosfera mais dramática e introspectiva. Com iluminação rebaixada e o uso de luz e sombra, o projeto expográfico valoriza a relação das obras com o espaço e amplia a carga simbólica das esculturas. O livro, elemento recorrente na produção de Cerqueira, ganha protagonismo neste núcleo. As obras selecionadas refletem sobre o caráter muitas vezes inacessível do conhecimento formal, especialmente o acadêmico, para a classe trabalhadora — uma distância que o artista questiona por meio de suas figuras.
“Em suas primeiras aparições, livro e escultura eram feitos de materiais distintos, por eu acreditar que essa erudição não me pertencia e não me era possível alcançar. No decorrer da minha jornada, descobri diversas formas de erudição e cultura, e que muitas delas não estão somente em livros”, afirma Cerqueira.
Os núcleos Histórias: as minhas, as nossas e O Processo é Lento apresentam esculturas de maior porte, como Tião(2017) e Em Memória de Mim (2017), além de uma instalação composta por maquetes, estudos, moldes em látex e gesso, e outros materiais que revelam os bastidores do processo criativo do artista.
Completando a exposição, será exibido um documentário em vídeo que oferece uma imersão no universo de Cerqueira. “Uma das coisas que mais me fascinam em ser artista é o fazer e todos os processos que isso envolve, por mais demorado que possa parecer”, reflete o autor das obras.
As obras reunidas ao longo da mostra revelam figuras tipicamente brasileiras, em situações que evocam sentimentos de deslocamento, pertencimento e resistência. A sensação de marginalidade — de estar e se sentir à margem — é um eixo constante, atravessado por narrativas que problematizam questões de classe, identidade, raça e gênero.
Ao integrar escultura, espaço e público, Cerqueira transforma cada visitante em coautor das múltiplas leituras que suas obras despertam. “Meu fazer artístico é o processo de transformação pelo qual passa cada material até se tornar uma escultura: a cera de abelha misturada com óleos e um pó de barro peneirado que transformo em platina e que, modelada por minhas mãos, se torna uma figura.”, comenta.
“As misturas das ligas metálicas como cobre, estanho, chumbo, zinco, ferro e fósforo derretidos a mais de mil graus centígrados que, despejadas em um bloco de areia com dióxido de carbono, eternizam essas formas modeladas em um dos mais nobres materiais da escultura, o bronze”, finaliza Flávio Cerqueira.
Ao realizar este projeto, o Centro Cultural Banco do Brasil valoriza a produção artística contemporânea nacional, promove reflexões sobre a arte como ferramenta de transformação social e reafirma seu compromisso de ampliar a conexão dos brasileiros com a cultura.
Acessibilidade
De terça a domingo, a ação “Vem pro CCBB”, por meio de uma van, leva o público gratuitamente para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.
A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van:
Biblioteca Nacional – CCBB: 12h, 14h, 16h, 18h e 20h
CCBB – Biblioteca Nacional: 13h, 15h, 17h, 19h e 21h
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
SERVIÇO
Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF
Flávio Cerqueira – um escultor de significados
Período: 18 de junho a 24 de agosto, das 09h às 21h (entrada nas galerias até 20h40)
Com o compromisso de cobrir qualquer oferta anunciada, Grupo Fujioka aposta no crescimento das vendas em 2025
O Dia dos Namorados, celebrado em 12 de junho, movimenta o varejo e é considerado a quarta data mais importante do calendário comercial, atrás apenas do Natal, Dia das Mães e Dia dos Pais. Em 2025, a expectativa é otimista. Levantamento do Instituto Fecomércio-DF indicou que a expectativa de vendas maiores por parte dos lojistas para o Dia dos Namorados cresceu 12,7% em comparação ao registrado no ano passado. No total, 60,2% demonstraram otimismo com os resultados.
Entre os empresários que esperam crescimento nas vendas, os principais fatores associados foram o impacto comercial da data (34,7%), as ações promocionais (22,3%), a variedade (18,9%) e a qualidade das mercadorias (16,1%). Do ponto de vista do consumidor, 65,6% dos entrevistados afirmaram que pretendem presentear na data comemorativa.
De olho nesse cenário, o Grupo Fujioka lançou a campanha Agarradinhos Fujioka. A ação promocional ocorre entre os dias 6 e 12 de junho, período em que as lojas da rede se comprometem a cobrir qualquer oferta anunciada. O objetivo é garantir ao cliente a confiança de estar fazendo o melhor negócio, com um mix variado de produtos ideais para presentear — de eletrônicos a itens de cuidados pessoais e tecnologia.
“Sabemos que o Dia dos Namorados tem uma carga emocional muito forte para os consumidores. Por isso, reforçamos nossa campanha com preços competitivos e uma variedade de produtos que atenda todos os perfis de casais”, afirma José Neto, gerente de marketing do Grupo Fujioka.
A pesquisa aponta ainda que 46% dos entrevistados acreditam que presentear com itens de maior valor simboliza a importância daquela pessoa em sua vida. Quando perguntados sobre onde pretendem comprar o presente, 88% mencionam preferência por lojas físicas, o que favorece redes com pontos de venda consolidados, como o Fujioka, presente em diversas regiões do país. Em relação à forma de pagamento, o Pix aparece como o meio preferido, reforçando a consolidação dos pagamentos instantâneos no varejo.
Outro dado relevante é que, para 60% dos entrevistados, o Dia dos Namorados tem a mesma importância que o aniversário de namoro ou casamento, o que reforça não apenas o apelo emocional da data, mas também seu impacto econômico.
Sobre o Grupo Fujioka
Com mais de 60 anos de atuação no mercado e um dos maiores mix de produtos de tecnologia e informática do país — com mais de 4 mil itens —, o Grupo Fujioka é referência nacional no setor. Embora atue em todo o território brasileiro por meio das vendas online, a marca é especialmente forte no varejo do Centro-Oeste, com lojas físicas distribuídas em Goiás e no Distrito Federal. O grupo também oferece serviços especializados gratuitos, como assistência técnica de informática nas lojas, além de condições facilitadas de pagamento, com parcelamento em até 10 vezes nos cartões.