Categoria: Arquitetura, Decoração, Urbanismo, Paisagismo

Exposição interativa e inédita no CCBB destaca o olhar de fotógrafas do Pará

Foto divulgação

Realidade virtual, sala aromática eprogramação paralela fazem parte da atraçãoimersiva do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília a partir de 26 de agosto.

O público poderá conferir uma mostra que reafirma a relevância de uma produção fotográfica reconhecida internacionalmentecomo uma das mais potentes expressões visuais da Amazônia e da fotografia contemporânea artística.

A exposição celebra a pluralidade de um Pará capturado por olhares diversos e autênticos, enraizados em suas paisagens e histórias, ressaltando também a força e a sensibilidade das narrativas visuais, muitas delas atravessadas pelo olhar feminino e pela resistência de mulheres que fazem parte desse território.

De 26 de agosto a 2 de novembro, o público do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) será transportado para o universo plural da fotografia amazônica por meio da exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará. Mais do que uma mostra fotográfica, a experiência se destaca por recursos tecnológicos e sensoriais, como óculos de realidade virtual, instalação olfativa aromática, além de programações paralelas, oficinas e ações culturais voltadas a públicos de todas as idades. A exposição tem entrada franca e pode ser visitada de terça a domingo, de 9h às 21h (entrada até 20h40), com retirada de ingressos pelo site: https://ccbb.com.br/ ou na bilheteria. Classificação livre.

Idealizada pelo Museu das Mulheres, com curadoria e direção artística de Sissa Aneleh, a exposição reúne 170 obras de 11 fotógrafas paraenses, abrangendo três gerações de artistas, com produções que vão dos anos 1970 até os dias atuais. O recorte revela a potência do olhar feminino sobre temas como identidade, território, memória, ancestralidade e resistência, incluindo fotografias, vídeos, instalações, documentos e experimentações visuais.

A exposição promove um panorama da fotografia feminina amazônica, reunindo nomes consagrados como Leila Jinkings, Paula Sampaio, Walda Marques, Bárbara Freire e Cláudia Leão, ao lado de artistas da nova geração como Evna Moura, Deia Lima, Jacy Santos, Nailana Thiely, Renata Aguiar e Nay Jinknss. Cada uma imprime sua visão estética, política e poética sobre a região Norte do país, contribuindo para ampliar os repertórios da fotografia brasileira.

No CCBB Brasília, o percurso da exposição foi pensado para envolver o visitante de forma sensorial e interativa. Destaque para a sala aromática Icamiabas, que apresenta fragrâncias criadas exclusivamente para a mostra, inspiradas nos cheiros da Amazônia e nas mulheres indígenas que dão nome ao espaço. Outra experiência única é a exibição do filme Mukatu’hary (Curandeira) em realidadeexpandida, que transporta o público a umaaldeia indígena por meio de tecnologia imersiva.

A interatividade também está presente em diferentes pontos da mostra por meio de realidade aumentada, que permite aos visitantes interagir com as obras, fazer selfies e gravar vídeos a partir das imagens projetadas nos ambientes expositivos.

Além da exposição, o Programa Educativo do CCBB Brasília – Rolê Cultural trará ações voltadas a escolas e famílias, com oficinascriativas, vivências sensoriais, atividades lúdicaspara crianças e mediações culturais. As atividades incluem também o Sensorial Estúdio Tá Bem na Foto!, onde é possível vivenciar o funcionamento de uma câmera escura imersiva, além de ações voltadas à ancestralidade e ao fazer manual com materiais sustentáveis da floresta. Os ingressos poderão ser retirados no site https://ccbb.com.br/ ou na bilheteria. Os agendamentos para grupos e escolas podem ser realizados gratuitamente pela plataforma Conecta: https://conecta.mediato.art.br/

A exposição é patrocinada pelo Banco do Brasil e Ministério da Cultura via Lei Rouanet, com coordenação e produção do Museu das Mulheres.

AS ONZE FOTÓGRAFAS E SUASCONTRIBUIÇÕES

o   Bárbara Freire: Une fotografia urbana epoética, destacando a relação entrenarrativas fotográficas, audiovisuais e documentais em suas imagens, que ora estão no experimental, ora no registro da diversidade visual do Pará.

o   Cláudia Leão: Especialista em fotografia experimental, lança mão de processos alquímicos de fotografia, interligando elementos diversos aos processos de revelação de negativos fotográficos e composição física de obras.

o   Deia Lima: sua obra ressignifica a imagem das mulheres e apresenta a identidade visual regional na era digital.

o   Evna Moura: Explora a fotografia experimental, direta e performática, utilizando processos analógicos e digitais para criar imagens que dialogam com a ancestralidade, a espiritualidade afro-amazônica e o meio ambiente urbano amazônico, além de registrar personalidades LGBTQIAPN+ regionais.

o   Jacy Santos: influenciada pelafotografia documental regional, suasimagens retratam o cotidiano amazônico com um olhar humanista e poético. Seu trabalho é um testemunho visual das identidades sociais e culturais da região.

o   Leila Jinkings: Fotógrafa e documentarista com forte envolvimento nos movimentos sociais, sua obra é um registro da luta política e cultural da Amazônia e do Brasil.

o   Nailana Thiely: Dedica-se à documentação de culturas indígenas, ribeirinhas e afrodescendentes, acrescentando um olhar intimista aos retratados, o que valoriza a narrativa.

o   Nay Jinknss: Com uma abordagem decolonial e social, retrata questões de identidade, feminismo negro e mulheres representativas da cultura amazônica.

o   Paula Sampaio: Reconhecida por seu trabalho no fotojornalismo e na documentação de comunidades ribeirinhas e quilombolas, retrata a resistência das populações tradicionais, as memórias urbanas de Belém e a exploração ambiental da Amazônia.

o   Renata Aguiar: Doutora em Artes Visuais, investiga as relações entre corpo, território, performance fotográfica, autobiografia, ritualidade e cultura artística local, além de abordar a representatividade LGBTQIAPN+ na Amazônia.

o   Walda Marques: Mescla fotografia documental e arte conceitual, percorrendo a identidade, a memória e a religiosidade urbana amazônica.

PROGRAMAÇÃO ESPECIAL CCBB BRASÍLIA

A programação paralela da exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará conta com atividades especiais, como o show Vertentes. A apresentação acontece nos dias 24 e 25 de outubro, trazendo a riqueza musical da região em uma celebração vibrante da cultura amazônica. Mais informações no Instagram e site do CCBB Brasília.

CURADORA E DIRETORA ARTÍSTICA – Sissa Aneleh é curadora, pesquisadora, historiadora da arte, diretora artística e gestora cultural, doutoraem Artes Visuais pela Universidade de Brasília

(UnB) e mestra em Artes pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Com mais de quinze anos de atuação na pesquisa de fotografia, artes plásticas e artes visuais, seu trabalho concentra-se na valorização da produção artística da Amazônia e do Brasil, com ênfase na perspectiva feminina e decolonial.

Especialista em fotografia paraense, identidade e território, Sissa desenvolve projetos que ampliam as narrativas visuais da região, desafiando representações hegemônicas e promovendo o protagonismo de mulheres artistas amazônicas. Além da curadoria de exposições nacionais e internacionais, é diretora e curadora geral do Museu das Mulheres.

MUSEU DAS MULHERES – O Museu das Mulheres (Museu DAS) é o primeiro museu dedicado às mulheres no Brasil. Constitui-se como uma instituição de arte privada, fundada em 2022. Nasceu da vontade de reconhecer o valor da produção artística, intelectual e prática das mulheres no Brasil e no mundo. Tem por visão e missão institucionais: impulsionar o avanço das mulheres e valorizar o protagonismo feminino em arte, cultura, literatura, educação, música, patrimônios material e imaterial, tecnologia, história, pesquisa e demais áreas de realização das mulheres. Museu híbrido, atua tanto no universo físico quanto no virtual, lança projetos em ambientes espaciais imersivos e interativos – com Realidade Expandida (XR), Realidade Aumentada (RA) e Realidade Virtual (RV) – e, por extensão, tem salas expositivas no Metaverso. Possui programação em artes plásticas e visuais, cinema, eventos, além de programa educativo, área de pesquisa, editora e acervo.

Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiroprédio do Banco do Brasil a receber acertificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

Acessibilidade

A exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará possui audiodescrição de obras, audioguia e intérprete de Libras na programação paralela e nos vídeos de divulgação. A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta- feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito,mediante retirada de ingresso no site, nabilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code davan. Lembrando que o ingresso garante o lugarna van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.

Horários da van: Biblioteca Nacional – CCBB:13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h

CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e21h30.

Exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará Período: De26 de agosto a 2de novembro de2025 Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília

Endereço: Setor de Clubes Esportivos Sul Trecho 2, Lote 22 – Brasília – DF Ingressos gratuitos: Disponíveis em https://ccbb.com.br e na bilheteria doCCBB Funcionamento: Aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças 

Informações: (61) 3108-7600 | ccbbdf@bb.com.br

https://ccbb.com.br/

https://ccbb.com.br/ | https://www.instagram.com/ccbbbrasilia?igsh=MTJxbWtvaG4zMWVi | https://www.facebook.com/share/1MD5B9SVTn/?mibextid=wwXIfr |https://www.tiktok.com/@ccbbcultura?_t=ZM-8zBhSxVfQzF&_r=1

Fazenda da Matta integra a CASACOR Brasília 2025 com projetos de Denise Zuba e Depieri Paisagismo

“Refúgio dos Sonhos”, ambiente externo assinado pelo Depieri Paisagismo na CASACOR Brasília 2025, propõe uma imersão sensorial na natureza. O espaço combina texturas, aromas, sons e luzes para despertar memórias afetivas e traduzir o tema da mostra em contemplação e conexão essencial, divulgação

Empreendimento aposta em parcerias estratégicas para reforçar valores de sofisticação, inovação e diálogo entre arquitetura e natureza

A CASACOR Brasília 2025, que acontece de 13 de agosto a 12 de outubro na Casa do Candango, na 603 Sul, conta com a presença do Fazenda da Matta, empreendimento de alto padrão em Pirenópolis (GO). A participação se dá pelo apoio a parceiros estratégicos: Denise Zuba Arquitetos e Depieri Paisagismo, escritórios reconhecidos no mercado de Brasília e do Centro-Oeste por sua tradição e apuro estético.

A arquiteta Denise Zuba apresenta o ambiente Casa Conectada, de 350 m², inspirado no conceito “Onde o Futuro Abraça as Memórias”. O projeto une tecnologia e sustentabilidade, com automação completa de iluminação, áudio, vídeo, climatização e cortinas, integradas ao uso de materiais reaproveitáveis, como pedras e vidros, além de técnicas construtivas como Steel Frame. Elementos naturais, como cajueiros e abacateiros originais do terreno, foram preservados. “A Casa Conectada traduz o tema ‘Semear Sonhos’ ao integrar inovação e emoção, tecnologia e natureza, criando um espaço vivo de encontros e memórias”, afirma Denise Zuba.

O Depieri Paisagismo, assinado por Arthur e Cleber Depieri, marca presença em dois ambientes. O Refúgio Central e o Refúgio dos Sonhos foram concebidos como praças sensoriais, imersivas e poéticas. Combinando texturas, aromas, sons e vegetação tropical, os jardins buscam desacelerar o tempo e propor uma experiência contemplativa. “Cada elemento foi desenhado para despertar lembranças e afetos, permitindo que o visitante vivencie a natureza como um refúgio emocional”, explica Arthur Depieri.

Para Felipe Maldonado, sócio-diretor do Fazenda da Matta, a parceria reforça o posicionamento do empreendimento como referência em real estate de luxo no Centro-Oeste.

“Ao apoiar nomes consagrados como Denise Zuba e Depieri Paisagismo, reafirmamos que o Fazenda da Matta é mais do que um empreendimento imobiliário: é um projeto que cultiva estética, natureza e cultura. Essa presença na CASACOR conecta nosso conceito às tendências que moldam o morar contemporâneo e revela ao investidor de alto padrão o valor de integrar arquitetura e paisagem em experiências de vida”, afirma.

O tema da CASACOR Brasília 2025, “Semear Sonhos”, orienta os 47 ambientes da mostra, que este ano celebra 33 edições. A proposta é refletir sobre a capacidade humana de projetar futuros possíveis a partir da colaboração e da integração entre o urbano e o natural.

Serviço
CASACOR Brasília 2025
Tema: Semear Sonhos
Quando: 13 de agosto a 12 de outubro
Onde: Casa do Candango – 603 Sul – Brasília (DF)
Mais informações: www.casacor.com

Sobre o Fazenda da Matta
O Fazenda da Matta é um condomínio de alto padrão localizado a 10 minutos do centro de Pirenópolis (GO), com projeto que valoriza o contato com a natureza, a sofisticação estética e a convivência entre vizinhos. O empreendimento conta com haras assinado por Doda Miranda, arquitetura de Denise Zuba, paisagismo do escritório Depieri e uma parceria com a Vinícola Assunção para a produção de vinho com rótulo próprio.Contará com um museu a céu aberto, integrado às trilhas e jardins do condomínio com obras exclusivas assinadas por nomes da arte contemporânea como Samuel Caixeta. O projeto ainda inclui a presença do Bistrô de Fogo e ações sociais com parceiros locais.

Informações sobre disponibilidade de lotes e experiências estão disponíveis discretamente em: https://fazendadamatta.com.br/

https://www.instagram.com/fazendadamatta_?igsh=ZGdnaGo2dWoxanA4

Salto Corumbá (GO)
Visitas mediante agendamento com atendimento curado.

“Dentro do Quadrado” abre inscrições para oficina gratuita de capacitação artística

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Durante as oficinas, o acesso será gratuito para contemplados ao CASACOR Brasília 

Brasília ganha um novo intercâmbio de artes plásticas e capacitação. Estão abertas as inscrições para a primeira oficina do projeto “Dentro do Quadrado – Inserção no Mercado de Arte”. A iniciativa, idealizada por Alva Pinheiro e com curadoria da Divino Galeria, será realizada dentro da CASACOR Brasília, com patrocínio do FAC-DF, e vai preparar artistas iniciantes para atuar de forma competitiva, abordando desde precificação e marketing até noções de portfólio digital e conexões com galeristas e colecionadores. Importante destacar que os participantes inscritos terão acesso gratuito à CASACOR nos dias da oficina, garantindo a participação sem custo adicional. As inscrições podem ser feitas de 21 de agosto a 8 de setembro pelo link (https://docs.google.com/forms/u/0/d/e/1FAIpQLSddY9dg4ADeRRRYGklhU_6-Tqvx3aYIppLBY2a5sX19WYrHAg/viewform?usp=send_form&pli=1).

A oficina tem como objetivo fortalecer a presença de artistas locais e periféricos no circuito de arte e design, conectando práticas de mercado a experiências reais de exposição e comercialização. Voltada para artistas iniciantes, profissionais da cultura e pessoas com deficiência, a iniciativa oferece 20 vagas para maiores de 18 anos interessados em desenvolver carreira artística.

O conteúdo foi pensado para ser prático e impactante, com atividades que vão da introdução ao mercado de arte à precificação e estratégias de venda, passando por marketing, autopromoção e conexões com colecionadores e galeristas. Também haverá uma introdução à elaboração de portfólio, com orientações estéticas e pontos de atenção que servirão como base para o aprofundamento em oficinas futuras, além de estudos de caso que mostram diferentes caminhos e trajetórias possíveis. Os participantes ainda terão experiências dinâmicas, como um tour guiado pela CASACOR e exercícios práticos de precificação, aprendendo a argumentar o valor de seus trabalhos em situações reais.

“Nosso objetivo é fortalecer a presença de artistas locais e periféricos no circuito de arte e design, criando pontes reais de valorização. Queremos que os participantes saiam da oficina não apenas com conhecimento, mas com ferramentas práticas para se colocarem no mercado de forma competitiva e sustentável”, explica Alva Pinheiro, idealizadora do projeto.

Além das aulas e estudos de caso, os artistas vão receber um e-book exclusivo e aprender noções de como construir portfólios digitais acessíveis, usando plataformas como o Canva, para continuar aplicando os aprendizados mesmo depois do curso.

Um dos pontos altos da oficina é o cenário. A CASACOR Brasília, reconhecida como uma das principais mostras de arquitetura e design do país, se transforma em palco de formação, inclusão e diálogo. Para Alva Pinheiro, realizar o projeto nesse espaço é uma forma de dar visibilidade ao trabalho dos participantes e mostrar como a arte pode – e deve – circular por diferentes ambientes e públicos. “Queremos mostrar que a arte pode dialogar com a arquitetura, com o design e com a vida real das pessoas. Essa integração é essencial para valorizar os artistas e fortalecer toda a cadeia criativa”, completa Alva.

À frente do projeto está a própria Alva Pinheiro, artista, curadora cultural, galerista e designer de interiores, que traz sua experiência para guiar quem está começando. A curadoria é da Divino Galeria, responsável pela seleção dos participantes e pela condução pedagógica da oficina.

Serviço

*Oficina gratuita – Dentro do Quadrado*

Inscrições: 21 de agosto a 08 de setembro

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSddY9dg4ADeRRRYGklhU_6-Tqvx3aYIppLBY2a5sX19WYrHAg/viewform?usp=send_form

Turmas: 1ª – dias 10 e 17 de setembro | 2ª – dias 24 de setembro e 1º de outubro

Horário: das 16h às 20h

Local: Casa do Candango – CASACOR Brasília (SGAS II St. de Grandes Áreas Sul 603 – Brasília/DF)

Instagram: @dentrodoquadrado

Informações: (61) 991012310

Arquitetando Jardins Genebra conecta moradores, arquitetos e construtoras em dia de troca e convivência

Foto divulgação

Evento da FGR Incorporações reuniu escritórios de arquitetura, construtoras e bancos parceiros para orientar moradores sobre o processo de construção

O condomínio Jardins Genebra recebeu neste sábado (16) a segunda edição do Arquitetando, encontro que reuniu moradores, visitantes e famílias interessadas em transformar em realidade o sonho da casa própria de alto padrão. Promovido pela FGR Incorporações, o evento teve como objetivo apoiar os proprietários e futuros moradores, oferecendo um espaço de troca direta com arquitetos, construtoras e bancos parceiros. Ao aproximar clientes e profissionais, a FGR busca facilitar cada etapa do processo de construção, do projeto ao financiamento, além de fortalecer o senso de comunidade entre os vizinhos.

Escritórios de arquitetura e construtoras participaram do encontro, assim como representantes da Leroy Merlin, que trouxeram dicas de acabamentos e inspirações para quem já está nessa fase do projeto. A programação contou ainda com café da manhã, feijoada, música ao vivo e recreação infantil, reforçando o caráter de convivência e integração entre futuros vizinhos.

Entregue em maio do ano passado, o Jardins Genebra já contabiliza 58 projetos aprovados, 27 obras em andamento, quatro casas prontas e algumas famílias já morando no local. Os números, referentes a julho de 2025, confirmam o ritmo acelerado de ocupação do empreendimento.

Com infraestrutura completa de lazer, incluindo academia, quadras de tênis, areia e futebol, praças e playground, o condomínio integra a estratégia de expansão da FGR, que mantém ainda um land bank de 6 milhões de m² no entorno para futuros projetos.

Troca direta entre clientes e profissionais
Para a arquiteta Sofia Abrantes, presente no evento, o Arquitetando evidencia o compromisso da FGR em aproximar clientes e profissionais, facilitando assim o processo de construção.

“Esse contato direto é muito importante. O cliente chega já em busca de um arquiteto ou construtora para construir seu lote, e nós podemos esclarecer dúvidas iniciais sobre documentação, alvará de construção e até detalhes técnicos, como orientação solar e pé-direito duplo. Além disso, o ambiente descontraído, com música e boa comida, torna a experiência ainda mais proveitosa”, afirmou.

Ela destacou também a estrutura de suporte oferecida pelo condomínio. “O evento mostra como a FGR busca facilitar esse contato entre arquitetos, construtoras e clientes. Além disso, o empreendimento conta com uma equipe especializada que analisa os projetos e mantém canais ágeis, como o WhatsApp, para alinharmos tudo diretamente com a incorporadora. Assim, o cliente só precisa se preocupar em receber seu projeto pronto e bonito, sem lidar com questões burocráticas de normas.”

Olhar dos futuros moradores
Para os proprietários, o evento também foi um espaço de troca de experiências e fortalecimento da relação com o condomínio. Hildebrando Lustosa contou que já conhecia os empreendimentos da FGR em Goiânia e sonhava em ver a marca chegar a Brasília.

“Quando soube do lançamento aqui, trouxe minha esposa, nós adoramos e decidimos vender nossa casa para comprar o lote. Planejar a casa dos sonhos em um lugar como o Jardins Genebra é pensar em segurança, tranquilidade e qualidade de vida para toda a família”, disse.

Embora já esteja com a obra pronta para iniciar, Hildebrando reconhece a importância da iniciativa para novos moradores. “No nosso caso, já contratamos arquiteto e construtora e vamos começar a obra na próxima semana. Mas, se tivéssemos participado de um evento como esse no início, teria sido muito útil para conhecer outros profissionais e propostas. Para quem está começando, a troca de informações é fundamental.”

Experiência de quem já mora
Entre os atuais moradores do condomínio, Scheilla Veloso e Felipe da Silva se mudaram em abril de 2025 e destacaram a importância dos encontros para fortalecer vínculos e acelerar o processo de construção.

“Eventos como esse auxiliam bastante e são positivos, porque promovem interação entre os moradores e futuros vizinhos. Isso gera pertencimento e cria um senso de comunidade. Além disso, reúne diversos consultores e arquitetos, que ajudam na concretização dos sonhos dos moradores”, afirmou Scheilla.

Felipe completou: “É uma iniciativa que deveria acontecer com mais frequência. Este é um momento de interação e contato com os outros moradores, o que considero muito importante.”

O casal, que viveu por 23 anos em outro bairro de Brasília antes de se mudar para o Genebra, contou que já conhecia a FGR em Goiânia e sempre sonhou em morar em um condomínio do padrão Jardins.

Sobre a FGR Incorporações
Com quase quatro décadas de atuação, 44 empreendimentos lançados em nove estados e mais de mil colaboradores, a FGR é referência nacional em condomínios horizontais de alto padrão. Criadora da marca Jardins e do conceito Jeito Jardins de Viver, alia qualidade construtiva, projetos autorais e infraestrutura completa para proporcionar uma experiência única de morar.

Michelle Andrade e Juzé agitam o sábado no Maior São João do Cerrado

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Música, gastronomia e muita diversão no fim de semana do maior São João fora de época do país. Portões serão abertos às 14h

O clima junino toma conta da Esplanada dos Ministérios neste fim de semana com a 18ª edição de O Maior São João do Cerrado, e um dos momentos mais aguardados é o show da cantora Michelle Andrade. Dona de uma das vozes mais marcantes da nova cena nordestina, a artista promete emocionar e animar o público com um repertório que passeia pelo forró romântico e pelo pop nordestino, em uma apresentação cheia de carisma e energia.

Na mesma energia, o cantor e compositor Juzé traz sua musicalidade irreverente e contagiante, misturando referências do forró e da MPB com elementos modernos em um show cheio de atitude.

No domingo, a marcante voz de Nena Queiroga, uma das maiores intérpretes da música nordestina, divide o palco com o forró autêntico de Paulin Vaqueiro, garantindo uma noite inesquecível.

Programação para toda a família

Além dos shows, O Maior São João do Cerrado é uma festa completa para todos os públicos. A programação conta com três Ilhas de Forró e um Coreto, com mais de 40 trios pé de serra. Há ainda vila cenográfica, apresentações de quadrilhas juninas, circo, parque de diversões e uma praça de alimentação com 42 restaurantes — um verdadeiro festival gastronômico.

No fim de semana, os portões abrem mais cedo, às 14h, e até às 18h o evento é pet friendly, garantindo diversão também para toda a família.

Quem mora em Ceilândia pode aproveitar o evento com mais comodidade. Em uma iniciativa patrocinada pela Petrobras, ônibus gratuitos partem da Administração de Ceilândia até o Museu da República, em seis horários diferentes, com retorno garantido também em seis horários. Uma maneira segura e prática de curtir a festa com tranquilidade.

Realização

O Maior São João do Cerrado é realizado pelo IBI – Instituto Brasileiro de Integração, Cultura, Turismo e Cidadania, apresentado pela Petrobras, com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura, por meio do Ministério da Cultura e do Governo Federal.

O evento conta com o patrocínio da Caixa Econômica Federal, Cachaça Pitú e Hplus Hotelaria. Tem como parceiros a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa e a Secretaria de Turismo do Distrito Federal. Conta ainda com o apoio da TotalServ, além do apoio de mídia do Correio Braziliense e Metrópoles. A TV Globo é a emissora oficial do evento.

Sábado (16/08)

Forró de Vitrola
Quadrilha Junina
Juze
Balé Flor do Cerrado
Michele Andrade
Transições
Cesar Amaral

Domingo (17/07)

Forró de Vitrola
Edu Bonecos
Nena Queiroga
Balé Flor do Cerrado
Quadrilha Junina
Paulin Vaqueiro

Serviço | O Maior São João do Cerrado
Data: 13 a 17 de agosto de 2025
Local: Esplanada dos Ministérios
Hora: 18h às 3h
Entrada Franca
Classificação livre
@omaiorsaojoaodocerrado

Paty Farago participa do Coffee Brasília Wellness com palestra sobre o elo entre postura, respiração e a vida sem dores

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Apresentação acontece neste domingo, dia 17, às 12h

Entre os dias 15 e 17 de agosto, o Parque Estações, no Parque da Cidade Sarah Kubitschek, recebe a edição mais consciente e transformadora do já tradicional Coffee Brasília. Com entrada gratuita, o Coffee Brasília Wellness une cafés especiais, práticas integrativas, experiências sensoriais e programação cultural, convidando o público a viver momentos de conexão, presença e autocuidado. 

Entre os destaques da programação do evento está a palestra da especialista em saúde, postura e movimento, Paty Farago, que, neste domingo (17), às 12h, apresenta o tema “CoffeeWellness: o elo entre postura, respiração e a vida sem dores”. Reconhecida por integrar conhecimento técnico e práticas acessíveis, Paty vai mostrar como pequenos ajustes no corpo e na respiração podem aumentar a disposição, prevenir dores e transformar a rotina.

O evento, realizado em parceria com o Festival Florescer – Inovação para o Bem-Estar, reúne mais de 30 marcas e expositores, entre cafeterias, produtores locais e especialistas em estética natural, gastronomia funcional e práticas de saúde integrativa. Entre esses especialistas está Paty Farago, referência em reabilitação postural, que leva ao público sua visão sobre como alinhar corpo e mente para mais qualidade de vida. Além das atrações culturais e vivências artísticas, a programação conta com painéis sobre sustentabilidade, oficinas e experiências voltadas à regeneração ambiental e ao uso inteligente dos espaços públicos. 

A entrada é gratuita, mediante retirada de ingressos: https://appapi.botfy.app.br/parque-estacoes

Sobre o Instituto Paty Farago – Fundado e conduzido pela renomada especialista Patrícia Farago, o Instituto Paty Farago, localizado em Brasília, é referência na promoção da transformação corporal, reabilitação abdominal, correção postural e restauração da funcionalidade física. Com sólida formação em Educação Física (0780-G/DF) e certificações internacionais como a Técnica Tupler (NYC), Gestação e Pós Parto, Albert Einstein, Women Athletic, Antonie Low (NYC) para o Tratamento da Diástase Abdominal. Paty Farago desenvolveu uma metodologia exclusiva que já beneficiou mais de sete mil mulheres por todo o Brasil.

O instituto se destaca por aliar ciência, experiência e acolhimento em um programa inovador de cuidados personalizados voltados à saúde e ao bem-estar feminino.

SERVIÇO:

Instituto Paty Farago

@patyfarago

Contato: (61- 99604-9552)

Site: https://patyfarago.com.br/

INTERFASHION: Brasília 2025 inicia contagem regressiva com happy hour cheio de propósito e estilo no Infinu

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Evento de moda mais aguardado da capital apresentou a programação, novidades, parcerias e saborosas surpresas a uma semana da sua abertura oficial

O fim de tarde desta quarta-feira (13) ganhou brilho extra na 506 Sul graças ao pré-lançamento da 2ª edição do INTERFASHION Brasília, contando com mais de cem representantes da imprensa, portais de notícias, jornalistas e influenciadores locais. A coletiva de imprensa aconteceu no Infinu, um dos hot spots mais alternativos da capital federal, e recebeu, em primeiríssima mão, o que está vindo por aí.

O INTERFASHION Brasília, evento de moda mais esperado da cidade acontecerá de 21 a 24 de agosto no Parque Estações, no Parque da Cidade. 

Com menos de uma semana para o início do INTERFASHION, a atmosfera era de expectativa e pertencimento. “O INTERFASHION é uma plataforma que conecta todo ecossistema de moda. Da indústria local ao varejo, do estilista ao consumidor. A moda é uma ponte. Conecta pessoas, ideias e propósitos”, afirmou JulyanaNoronha, presidente do ATIVA Instituto e idealizadora do projeto, ao lado dos parceiros Ludmyla e Pedro Henrique Moura.

Foi relevada à imprensa e público presente, o tema desta segunda edição: SIMBIOSE – Conexão entre a arte e a moda, e a programação que contará com importantes nomes da cena local e nacional como Lino Villaventura, Jun Nakao, Jorge Grimberg, Isa Isaac Silva, Vanessa Rozan, entre outros palestrantes de peso, além de desfiles de trinta marcas queridas, entre elas Biruta, Calado + Retiqueta, Laura Biato, Verdurão e a 4ª edição do Summer Collection, que trará dez apresentações de moda praia e fitness no domingo (24).

Entre as novidades, um lançamento que roubou a cena — e o paladar. Foi apresentada a cerveja exclusiva criada pela Quatro Poderes para o evento: uma Weissbier com adição de pitaya, de coloração rosa vibrante e aroma delicadamente frutado, que conquistou todos os presentes já no primeiro gole. A degustação ainda foi acompanhada por drinks autorais da casa, pizzas Alfredos e petiscos orientais do Yakiton, que harmonizaram perfeitamente com a proposta descontraída da noite.

O encontro também serviu para reforçar a importância dosparceiros estratégicos, públicos e privados, que sustentam a proposta de unir moda, cultura, educação e economia criativa, como o Sindivarejista, Senac, Lord e os agentes do governo, assim como as principais instituições de ensino de moda do DF — IFB, IESB e UnB — que participarão com desfiles, palestras e exposições.

Apostando em propósito e estilo, o INTERFASHION Brasília 2025 promete quatro dias intensos de desfiles, talksinspiradores, ativações interativas e experiências sensoriais, reafirmando a vocação da cidade como vitrine nacional de criatividade e sustentabilidade. Agora, é contagem regressiva: Brasília está prestes a vestir seu melhor look.

Serviço:

INTERFASHION Brasília

Quando: 21 a 24 de agosto 2025

Onde: Parque Estações – Parque da Cidade Sarah Kubitschek, estacionamento 11

Quanto: Entrada franca – mediante retirada de ingressos no site da INTERFASHION Brasília: https://interfashionbrasilia.com.br

Siga: https://www.instagram.com/interfashionbrasilia?igsh=MTAxNXhkdnhjZjdqZA==

 

IV FÓRUM MUNDIAL NIEMEYER: UM CONCLAVE INTERNACIONAL SOBRE O PORVIR DAS CIDADES

Em um gesto que reitera sua vocação como epicentro de reflexão e vanguarda, Brasília recebe, entre os dias 11 e 15 de agosto de 2025, a 4ª edição do Fórum Mundial Niemeyer. Idealizado pelo arquiteto e designer Paulo Niemeyer Makhohl, bisneto do icônico Oscar Niemeyer, o evento constitui-se como uma ágora de alta deliberação, congregando autoridades governamentais, diplomatas, acadêmicos e especialistas de renome mundial para elucidar os caminhos para o futuro das metrópoles.

Sob a égide do tema central “Reinventando as cidades: Arquitetura, tecnologia e a construção da felicidade coletiva”, o Fórum aprofundará o debate sobre os paradigmas urbanos contemporâneos. A tônica desta edição recairá sobre um tripé conceitual indissociável: o desenvolvimento social, a saúde coletiva e a sustentabilidade ambiental.

“Podemos dizer que este Fórum, para além de um evento, consiste num vetor que chama à ação. Acreditamos que o futuro das nossas cidades se volta para mais que simples, sem ser nada simplória, inovação tecnológica, mas também na capacidade de criarmos espaços que promovam o bem-estar, a felicidade e a inclusão para todos. Brasília, com seu legado modernista, é o cenário perfeito para essa reflexão”, afirma Paulo Niemeyer Makhohl.

A magnitude da iniciativa é chancelada pelo apoio e patrocínio de notórias instituições financeiras com o Governo Federal, GDF, Banco Regional de Brasília (BRB), Banco do Brasil (BB) e Caixa Econômica Federal. 

A programação, meticulosamente orquestrada, abarca desde a cerimônia de abertura a plenárias, colóquios e manifestações culturais, fomentando um intercâmbio intelectual de amplitude mundial.

Programação do evento

•​11 de agosto – Solenidade de Abertura: A partir das 16h, no Palácio Itamaraty, o evento será inaugurado na presença de expoentes do Governo Federal e do corpo diplomático acreditado no Brasil, representando nações como Itália, Irã, Líbano, Moçambique, Suécia, Uruguai, Camboja e Honduras.

•​12 de agosto – Geopolítica internacional, artes e humanidades (Auditório Nereu Ramos, Congresso Nacional):

​9h às 9h30 – Mesa de Abertura: Geopolítica internacional e perspectiva de desenvolvimento, com a participação de personalidades como Benedita da Silva (Deputada Federal).

​13h às 15:30h – Artes e humanidades: Mediação de Rafael Almada, com a participação de arquitetos internacionais como Dr. Rodolfo Paz Fernández (Peru), além da escritora Paula Weiss e da Presidente da APROCINE Nubia Santana.

​16:00 às 18:30h – Literatura e cultura: Mediação de Tom Farias, com a presença dos escritores Mia Couto (Moçambique) e José Manuel Diogo (Portugal), e Itamar Vieira.

•​13 de agosto – Arquitetura, sustentabilidade e saúde (Auditório Nereu Ramos, Congresso Nacional):

​09:30h às 12h: Mesa com a mediadora Vanessa Von Glehn e a participação de profissionais como Moema Loures (Arquiteta) e do médico Guilherme Nossar.

​13h às 15:30h – Arquitetura sustentável: Mediação de Carlos Eduardo Nunes Ferreira, com Frida Alicia Hortencia Escalante Manrique (Arquiteta do Peru), Jonathan Sapsed (Arquiteto e Professor da Inglaterra) e outros especialistas.

​16:00 às 18:30h – Patrimônio da humanidade e economia da cultura em Brasília: Mediada por Emília Stenzel, com a participação de Carlos Frederico Maroja (Juiz TJDFT).

•​14 de agosto – Cidadania, planejamento urbano e desenvolvimento social (Auditório Nereu Ramos, Congresso Nacional):

​09:30h às 12h: Mediadora Ivania Ghesti, com a participação de Ana Maciel (Fundação Bernard Van Leer), Marilena Flores (IPA Brasil) e outros convidados.

​13h às 15:30h – Urbanismo: Mediada por Denise Vogel, com a presença de Julio Octavio Mongrut Muñoz(Arquiteto do Peru), Salvador Schelotto (Arquiteto do Uruguai) e Carlos Vieira (Presidente da Caixa).

​16h às 18:30h – Desenvolvimento social: Mediado por Fabio de Carvalho, com a participação de Giselle Dupin (Ministério da Cultura), Janine Rodrigues (Escritora) e outros especialistas.

•15 de agosto

09:30h às 12h – Desenvolvimento Econômico, Social Sustentável de Regiões Metropolitanas: Mediado por Walter Baere (diretor do BNDES) com presença de Paulo Muniz, José Carlos Martins (CBIC) e Adriana Rezende (CREA DF)

​13h às 15:30h – O Futuro das Cidades: Mediado por Fernando Palau (Forest Brazil), com participação de Cristiane Pereira (Presidente ASSESPRO DF), Salvador Schelotto (arquiteto do Uruguai) e Maria Julia Valaski (representante ICI).

​16h às 18:30h – Mobilidade, Acessibilidade e Inclusão Social: Mediado por Ivelise Longhi, com participações do presidente do LIDE Paulo Octavio e o titular da revista Repertório Casa, Lucas Kenji.

O encerramento do 4ªFórum Mundial Niemeyer será marcado pela proclamação da Carta Niemeyer. Este documento-síntese, que consolida as proposições emanadas do encontro, será formalmente encaminhado à ONU-Habitat, como uma contribuição substancial do Brasil ao debate planetário sobre o futuro urbano mundial.

O 4º Fórum Mundial Niemeyer afirma-se como uma plataforma perene de pensamento e ação, perpetuando o legado humanista de Oscar Niemeyer e reafirmando a vocação indelével de Brasília como capital da inovação e da reflexão sobre o porvir das cidades.

Serviço:

Evento: 4º Fórum Mundial Niemeyer

Data: 11 a 15 de agosto de 2025

Locais e horários:

11 de agosto (Abertura): 16h às 20h30 – Palácio Itamaraty.

12 a 15 de agosto (Plenárias): 8h às 18:30h – Auditório Nereu Ramos, Congresso Nacional.

Inscrições: A participação no evento é gratuita. A programação completa e a retirada de ingressos estão disponíveis no site oficial: https://forummundialniemeyer.org

Entre brinquedos, videogames e roda-gigante: Capital Moto Week conquista famílias e nova geração de fãs

Foto divulgação

Festival oferece programação para todas as idades, com Roda Gigante, Globo da Morte, Tirolesa e muito mais. As famílias já podem se programar para a próxima edição

A roda-gigante girava devagar, uma mãe acompanhava o filho enquanto ele olhava lá do alto, apontando para a arena de shows, onde o som da passagem de som já começava a embalar o final de tarde. No pescoço do menino, quase adolescente, um colar indicava neurodivergência. Ao lado dele, a mulher sorria, com o celular na mão, tentando capturar o momento que — com ou sem foto — dificilmente será esquecido. Essa cena se repetiu durante o Capital Moto Week 2025: famílias vivendo experiências surpreendentes na Cidade da Moto, o maior festival de rock e motos da América Latina. E por aqui, adrenalina e acolhimento andam lado a lado.

“Ele ficou encantado com tudo o que viu”, contou, aos risos, Mariana Duarte (42), que levou o filho, Rafael (11), para o festival pela primeira vez. “Ele é autista e tudo que é muito grandioso chama atenção. Só preciso ficar sempre ao lado para evitar acidentes. Desde o primeiro momento em que ele viu a roda, ficou encantado”, afirmou Mariana, ao descer da roda gigante. Esta foi uma das atrações mais disputadas em 2025. Gratuita, ela oferece uma vista panorâmica do festival e pode ser acessada por meio de cadastro no local.

Além dos brinquedos infláveis, em 2025 o Moto Kids ofereceu sombra, área de descanso, oficinas criativas, pintura facial, apresentações artísticas e monitores treinados para cuidar da garotada com segurança. A área, agora coberta, foi pensada para as famílias que querem curtir o festival com conforto e tranquilidade. “Queremos que todos se sintam bem-vindos, com opções para cada perfil de público”, explica Juliana Jacinto, CEO do Capital Moto Week.

Game City: adrenalina no controle
Enquanto pais e filhos exploravam as atrações ao ar livre, a juventude gamer encontrava refúgio (e desafio) dentro da Game City, área voltada para jogos eletrônicos, simuladores e realidade virtual. Na fila do Game City lá estavam eles: cinco crianças da mesma família vestidas com coletes do motoclube Asas de Águia. Os meninos são netos do Jorge Miguel (66). Enquanto as crianças se divertiam, o avô aguardava a brincadeira sentado na sombra.

“Este lindo espaço é a melhor coisa. Trazemos as crianças para que elas possam também conviver com as motocicletas e ver como é. Com o decorrer do tempo, quem sabe elas não se tornam pilotos também?”, brincou Jorge. A Game City funcionou diariamente, com entrada gratuita, oferecendo diversas atrações interativas com o apoio de marcas de tecnologia.

Para curtir com a família toda
Além das atrações para crianças e jovens, o festival oferece bungee jump, tirolesa, globo da morte, shows diários em cinco palcos e uma praça de alimentação com mais de 30 operações gastronômicas. E, para quem busca um passeio completo, vale a pena conferir a Praça Pepsi, com palco exclusivo, e o Rock Saloon Royal Enfield, onde o público pode encarar o touro mecânico. “Não é só um evento de motos. É um lugar de encontros, de gerações diferentes dividindo experiências e criando memórias”, afirma Juliana Jacinto.

Para Raquel Faria (41), a memória está garantida. Ela, o marido e parentes estavam acampados na Cidade da Moto desde o dia 22 de julho. As filhas, de 8 e 12 anos, passaram a maior parte do tempo nas atividades infantis. O Game City é o lugar favorito da dupla. “A gente fica em família e acampa por aqui. Durante a estadia, todos os dias, damos uma passeada com as crianças e descobrimos o Game City. Viemos e repetimos o passeio”, contou a fisioterapeuta.

Sobre o Capital Moto Week 2025
De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília foi palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atraiu 856 mil pessoas e 370 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos 107 shows de 2025, o CMW ofereceu programação variada com atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

SERVIÇO
Capital Moto Week 2025
Imprensa: (61) 99987-9915 | (61) 8112-2757 | (61) 8427-2785
Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br

FGR promove evento para ajudar quem está em fase de construção, no Jardins Genebra

Foto divulgação

Feijoada, samba e orientação com especialistas marcam o “Arquitetando Jardins Genebra”, encontro gratuito para quem está em fase de construir sua casa dos sonhos

Quem sonha em construir a casa própria ou investir em qualidade de vida terá um motivo extra para visitar o Jardins Genebra neste sábado (16/8). O condomínio, da FGR Incorporações, está localizado na região Entre Lagos, a 15 minutos da Ponte JK, e recebe o Arquitetando Jardins Genebra, encontro gratuito que vai reunir arquitetos, construtoras e instituições bancárias para orientar moradores e visitantes interessados em tirar o projeto do papel.

Durante todo o dia, será possível conversar com profissionais especializados, entender as etapas do processo de construção, tirar dúvidas sobre orçamento e até simular linhas de financiamento com bancos parceiros como Caixa Econômica Federal, BRB e Inter. O evento contará ainda com a presença de cinco escritórios de arquitetura e três construtoras que atuam diretamente no condomínio. Uma parceria com a Leroy Merlin também oferecerá dicas e inspirações para quem já está planejando os acabamentos.

Para a arquiteta Verena Borges, o Jardins Genebra oferece uma vantagem importante para quem está em busca de construir. “Por ser um condomínio que exige aprovação prévia dos projetos, a administração faz um link entre os proprietários e uma carteira de arquitetos com experiência e projetos aprovados. Isso facilita muito para o proprietário, especialmente quem nunca construiu ou não conhece arquitetos, pois já se tem a segurança de contratar profissionais capacitados, o que evita frustrações comuns no mercado.”

Programação
Além da programação técnica, o evento foi pensado como um momento de lazer e convivência entre moradores, futuros proprietários e famílias interessadas em conhecer o empreendimento. O café da manhã será servido das 9h às 11h30, seguido de uma tradicional feijoada com roda de samba, das 12h às 15h, no salão de festas do condomínio. Para as crianças, haverá recreação durante todo o evento. Quem visitar o espaço também poderá conhecer a área de lazer do condomínio, que inclui academia, quadras de tênis, de areia e futebol, praça, playground, entre outros.

Para participar
O evento é aberto ao público. Quem tiver interesse em participar, saber mais ou tirar dúvidas pode entrar em contato com Erika Machado, da equipe comercial e de marketing da FGR Incorporações, pelo telefone (61) 9 9310-1380.

Crescimento acelerado
Entregue há apenas um ano, o Jardins Genebra já conta com 58 projetos aprovados, 27 obras em andamento e quatro famílias morando no local, segundo dados de julho de 2025. A FGR considera a ocupação rápida para um empreendimento novo.

A empresa mantém ainda um land bank estratégico de 6 milhões de m² no entorno do Jardins Genebra, área reservada para futuros projetos.

Sobre a FGR Incorporações
Com quase quatro décadas de atuação, 44 empreendimentos lançados em nove estados e mais de mil colaboradores, a FGR é referência nacional em condomínios horizontais de alto padrão. Criadora da marca Jardins e do conceito “Jeito Jardins de Viver”, a empresa alia qualidade construtiva, projetos autorais e infraestrutura completa para proporcionar uma experiência única de morar.

Fundada em 1986 em Goiás, a FGR atua também em Minas Gerais, Ceará, Espírito Santo, Pará, Rio Grande do Norte, Tocantins e agora no Distrito Federal. Com seis obras em andamento, com nomes como Londres, Amsterdã, Turim, Lyon, Cannes e Berlim, a incorporadora reafirma seu compromisso com o urbanismo sustentável e com a valorização de cada metro quadrado entregue.

Serviço
Evento: Arquitetando Jardins Genebra
Data: Sábado (16/8)
Horário: das 9h às 15h
Endereço: DF 456, km 05 – Condomínio Jardins Genebra
Mais Informações: Erika Machado – (61) 9 9310-1380
Entrada gratuita

Com projeto inspirado no Lago Paranoá, Brasal Incorporações apresenta decorado do Reserva Orla na CASACOR Brasília 2025

Foto divulgação

Homenageando um dos principais cartões-postais da cidade, o espaço da incorporadora é assinado pela Traama Arquitetura

A Brasal Incorporações marca presença na CASACOR Brasília 2025 com uma unidade decorada completa do Reserva Orla, seu primeiro empreendimento no Setor de Clubes Sul. Inspirado no Lago Paranoá e assinado pela Traama Arquitetura, o ambiente une sofisticação, sustentabilidade e identidade brasiliense, e ainda conta com um lounge para recepção do público

Considerada a principal mostra de Arquitetura, Design de Interiores e Paisagismo da América Latina, a CASACOR celebra sua 33ª edição na capital federal entre os dias 13 de agosto e 12 de outubro. A exibição é realizada pela primeira vez na Casa do Candango, uma das entidades beneficentes mais antigas da cidade e que atendeu diversas crianças, filhas de candangos e trabalhadores em situação de vulnerabilidade na capital federal.

A Casa do Candango vem sendo restaurada para receber o evento, que contará com cerca de 47 ambientes inspirados pelo tema “Semear Sonhos”, divididos em três eixos fundamentais: sonhos coletivos, confluência de saberes e ecossistemas em cooperação.

Neste ano, o projeto da Brasal Incorporações para a CASACOR ficará aos cuidados da Traama Arquitetura, que chega à sua quinta participação na mostra com um espaço decorado do Reserva Orla. Em uma das localizações mais nobres de Brasília, às margens do Lago Paranoá, ele foi concebido para oferecer uma opção de moradia única, em um lifestyle exclusivo para os brasilienses que buscam viver com conforto e sofisticação.

Com um alto padrão de qualidade, acabamento e tecnologia, o Reserva Orla oferecerá aos brasilienses uma vista privilegiada da Ponte JK. Ao todo são 292 unidades, com opções de 1, 2 e 3 quartos. Além disso, os moradores poderão desfrutar de áreas de convivência com espaço para caminhadas e passeios de bicicleta, piscina de borda infinita, academia com vista panorâmica, hidromassagem, spa, área de coworking e gourmet spot, focado no lazer, bem-estar e contato com a natureza aliados ao requinte.

“O Reserva Orla traz ao público um decorado que reproduz uma de nossas plantas, reforça a presença da marca no mercado e destaca nossos atributos de qualidade e alto padrão. Queremos mostrar a versatilidade, funcionalidade e o cuidado com que desenvolvemos nossos projetos criando uma experiência de moradia sofisticada e positiva em um imóvel Brasal”, explica a gerente de projetos da Brasal Incorporações, Fernanda Amaral.

Sobre o ambiente

Responsável pela concepção do projeto, a Traama Arquitetura foi fundada em 2016, e é comandada pelas arquitetas Amanda Saback e Ana Luiza Veloso. Elas afirmam que foram inspiradas por um dos principais cartões-postais da cidade, o Lago Paranoá, que circunda o Reserva Orla com suas margens tranquilas.

“Quisemos apresentar como principal tendência um equilíbrio entre conforto, identidade e leveza. Nosso ambiente mistura uma linguagem contemporânea com curadoria afetiva de peças modernistas, fazendo um resgate da história do design brasileiro. Essa combinação entre o novo e o atemporal reforça a ideia de que o futuro pode dialogar com a memória”, pontua a arquiteta Amanda Saback.

O ambiente é o primeiro da CASACOR a ser apresentado ao público na mostra, localizado logo após a bilheteria, e leva o nome Casa Avva, que vem do finlandês e significa “horizonte aberto”. Ele tem cerca de 95m2, um quarto, e foi planejado com uso de luz suave, circulação descomplicada e materiais leves. A água aparece como elemento marcante no projeto por meio do piso, concebido em porcelanato Decortiles Kyoto Giz, formando um desenho orgânico inspirado no movimento de correnteza.

Uma das assinaturas da Traama Arquitetura é a repetição de elementos, que serão mostrados por meio da presença de ripas de madeira garapeira natural em vários pontos do espaço, criando ritmo, alinhamento e sensação de continuidade. E sem deixar de lado a sustentabilidade, um dos principais pilares da CASACOR, o espaço tem teto vinílico feito de PVC reciclável e MDF feito 100% de madeira de reflorestamento.

Além disso, a Casa Avva também conta com um lounge onde será realizada a nova edição do Brasal Decor, evento que trará especialistas e profissionais da arquitetura e design para rodas de conversa sobre decoração de ambientes, arquitetura e inovação durante o período de exibição da CASACOR. Já estão previstas as presenças das arquitetas Amanda e Ana Luiza, que conduziram o projeto, e da Gerente de Projetos, Fernanda Amaral.

Designers brasilienses terão suas peças utilizadas tanto no decorado quanto no lounge da Brasal, com destaque para Roberta Banqueri, Leo Romano, Jorge Zalszupin, Nildo José, Arthur Casas, Percival Lafer e Jader Almeida. Valéria Pena-Costa ficará a cargo da curadoria artística do projeto.

“A cada dia que passa, vemos que o público brasiliense se mostra mais qualificado e decidido sobre onde e como quer morar. Por meio de uma parceria frutífera com a Traama Arquitetura, pudemos mostrar no nosso Reserva Orla o que há de melhor na arquitetura e no design de uma maneira que alia sofisticação e bem-estar, fazendo um convite aos moradores para desacelerar e desfrutar de um espaço exclusivo da Brasal Incorporações”, afirma César Durão, diretor regional da Brasal Incorporações.

Sobre a Brasal Incorporações

Com mais de 60 anos de história, a Brasal é um grupo multissegmentado que atua nos mercados de incorporação e construção imobiliária, produção e distribuição de bebidas, concessionária de veículos, comercialização de combustíveis e geração de energia limpa e renovável.

Em 2003, a Brasal Incorporações iniciou sua operação no mercado de Brasília, trazendo atributos que valorizam lazer, segurança, tecnologia e boa localização, com projetos que proporcionam tempo de qualidade para quem compra, vivencia ou investe em um Brasal. A empresa expandiu sua atuação para Goiânia em 2011 e, em 2015, lançou seu primeiro empreendimento em Uberlândia.

Nos seus 22 anos de operação, com foco em empreendimentos residenciais, comerciais e loteamentos, a Brasal Incorporações já entregou mais de 10.000 unidades, totalizando cerca de 1,6 milhão de m² construídos e R$ 8 bilhões em VGV (Volume Geral de Vendas) lançados.

Atualmente, a empresa conta com mais de 1.500 colaboradores diretos e é reconhecida como uma das Melhores Empresas para Trabalhar no Centro-Oeste (Great Place to Work). Além disso, seu Sistema de Gestão foi aprovado em uma das mais importantes e respeitadas certificações de excelência: Bureau Veritas, para a norma PBQP-H/SIAC nível A e ISO 9001, com auditorias anuais de conformidade.

Cada lançamento da Brasal Incorporações carrega a marca de oferecer projetos inspiradores, com tecnologia, atemporalidade e foco total no cliente. Todos os empreendimentos são desenvolvidos sob rigorosos critérios de inteligência e excelência construtiva, garantindo processos sustentáveis tanto no âmbito social quanto ambiental.

A Brasal Incorporações trabalha para que a satisfação seja o elo entre sua marca e seus clientes, internos e externos. Porque confiança gera resultados.

Serviço:

Espaço Brasal Incorporações: Casa Avva por Traama Arquitetura

Período: 13 de agosto a 12 de outubro

Site: https://www.brasal.com.br/incorporacoes/

Instagram: @brasalincorporações

Distrito Federal Fashion Week estreia na Casa Cor Brasília com grandes nomes da moda nacional

Arte divulgação

No dia 19 de agosto de 2025, Brasília será o epicentro da moda nacional com a realização do Distrito Federal Fashion Week (DFFW). Em uma edição inédita e especial, o evento acontecerá pela primeira vez no icônico espaço da Casa Cor Brasília, reunindo algumas das mais prestigiadas marcas brasileiras em uma noite que promete marcar a história da moda na capital federal.

Com curadoria do Circuito Nacional Fashion Week (CNFW), o DFFW se destaca por valorizar a autenticidade da moda brasileira e proporcionar uma plataforma de visibilidade e negócios para grifes de renome e estilistas autorais.

A abertura oficial do evento será realizada pela brasiliense reconhecida internacionalmente, Carla Amorim, cujo símbolo da alta joalheria se deve a sua estética sofisticada, unindo tradição artesanal, identidade cultural e inovação. O desfile de abertura promete emocionar o público com peças que exaltam o design autoral brasileiro em sintonia com a riqueza natural e arquitetônica do país.

Além da joalheria Carla Amorim, o line-up do DFFW contará com marcas de grande destaque no cenário fashion nacional, como: PatBo, Carol TaurisanoBrand, MOB, John John, Rhum, Naked Swimwear, Rendá, entre outras. A produção das modelos ficará a cargo da equipe do renomado  Ricardo Maia Renoir.

Além dos desfiles, o evento contará com ativações de marca, ambientes de convivência, imprensa especializada e convidados influentes, criando um espaço onde moda, cultura, design e arquitetura dialogam de forma única.

O Distrito Federal Fashion Week, finalmente, passa a integrar o calendário oficial do Circuito Nacional Fashion Week, que percorre as principais capitais brasileiras promovendo a moda com propósito, diversidade e impacto social.

Serviço:

Distrito Federal Fashion Week

19 de agosto de 2025

Casa Cor Brasília

Evento para convidados e imprensa credenciada

Mais informações: dffw.cnfw@gmail.com

@cnfwbrasil | @distritofederalfashionweek

Brasília Museu Aberto 2025 ocupa o Panteão da Pátria com arte brasileira e sinfonia

Foto divulgação

Edição Brasilidades projeta obras de grandes artistas nacionais e traz apresentação especial da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro em espetáculo gratuito no coração de Brasília

No dia 15 de agosto, a capital do país será palco de um espetáculo único que une arte, tecnologia e brasilidade. O Brasília Museu Aberto 2025 – Edição Brasilidades transforma a fachada do Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves em uma galeria digital a céu aberto, com projeções mapeadas de obras de artistas que contam e ressignificam a história da arte brasileira.

E para tornar a noite ainda mais memorável, o público será agraciado com uma apresentação especial da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, sob a regência do maestro Claudio Cohen, com um repertório preparado exclusivamente para a ocasião.

Para o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, o Museu Aberto 2025 reafirma Brasília como vitrine da cultura nacional e palco de encontros que unem tradição, inovação e identidade brasileira. “Ao transformar o Panteão da Pátria em um grande mosaico de arte e música, mostramos que o patrimônio cultural vive e se renova quando é colocado em diálogo direto com a comunidade”, afirmou o titular da pasta.
“A música cria uma conexão especial com as imagens projetadas, funcionando como uma trilha sonora que valoriza e amplia a experiência do público”, destaca o maestro Claudio Cohen.

A orquestra contará com a participação de 60 músicos e apresentará um repertório inteiramente voltado à música brasileira, abrangendo desde composições eruditas, como Bachianas Brasileiras, de Heitor Villa-Lobos, e O Guarani, de Carlos Gomes, até clássicos populares como Aquarela do Brasil, de Ary Barroso, temas de Luiz Gonzaga e sucessos do rock da Legião Urbana — revelando toda a diversidade e riqueza da cultura musical nacional.
Idealizado por Danielle Athayde, o projeto propõe uma nova forma de vivenciar a arte: acessível, imersiva e profundamente conectada ao espaço público e ao patrimônio cultural brasileiro. “Reinventamos o conceito de espaço público, levando a arte diretamente às pessoas e promovendo um elo entre a cultura e a comunidade”, afirma Danielle, idealizadora e curadora da mostra.

Este ano, o festival homenageia artistas fundamentais para o imaginário visual brasileiro como Orlando Brito, Wladimir Carvalho, e um destaque especial para a Coleção Brasília – acervo Izolete e Domício Pereira, formada pelo casal pioneiro da nova capital do Brasil, com obras de Francisco Galeno, Paulo Iolovichti e Marlene Godoy, que também são homenageados nesta edição. Ao mesmo tempo, o projeto celebra nomes da cena contemporânea brasiliense como Antonio Obá, Nicolas Behr, Zuleika de Souza, Clarice Gonçalves, Stuckert, entre outros artistas visuais, poetas e fotógrafos de projeção nacional e internacional.

Sobre o Brasília Museu Aberto

O projeto Brasília Museu Aberto surgiu em 2020, durante a pandemia, com a proposta inovadora de levar arte ao grande público por meio de projeções mapeadas em monumentos e edifícios simbólicos da capital federal.
A primeira edição, realizada no aniversário de 60 anos de Brasília, teve como palco o Congresso Nacional e marcou o início de uma nova forma de experimentar a arte: fora dos museus, integrada à cidade e acessível a todos. Em um contexto de distanciamento social, a iniciativa também se desdobrou no meio digital, com exposições online e materiais educativos.

Em 2021, expandiu seu alcance para diferentes regiões administrativas do Distrito Federal, com projeções realizadas na Casa do Cantador (Ceilândia), no Museu Histórico e Artístico de Planaltina, na cúpula do Museu Nacional da República e novamente no Panteão da Pátria, na Praça dos Três Poderes. A edição também incluiu um ciclo de palestras e debates virtuais sobre patrimônio, cultura e arte pública, aproximando ainda mais a proposta dos eixos de educação e cidadania.

Já em 2022, o Brasília Museu Aberto voltou ao formato presencial com força total. No dia 21 de abril, aniversário de 62 anos da cidade, o Panteão da Pátria recebeu a abertura da nova edição. No mês seguinte, as atividades continuaram no Museu de Arte de Brasília (MAB) com o lançamento do livro “Brasília Museu Aberto”, reunindo cerca de 400 convidados. A programação foi encerrada com uma celebração na cúpula do Museu Nacional da República, consolidando o projeto como uma das mais impactantes ações culturais do Distrito Federal nos últimos anos.

Ao longo de suas edições, o projeto reuniu obras de nomes consagrados como Siron Franco, Galeno, Tarsila do Amaral, Orlando Brito, Roberto Burle Marx e Naura Timm, além de artistas brasilienses contemporâneos como Paulino Aversa, Camila Soato, Roger Regner, Lui Rodrigues, entre muitos outros. A cada edição, a curadoria reforça a diversidade e a potência da arte brasileira em todas as suas linguagens.

Sobre a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro

Fundada em março de 1979, pelo maestro e compositor Claudio Santoro, a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro (OSTNCS) é uma das principais instituições do gênero no Brasil. Em sua trajetória de 46 anos de existência, realizou milhares de concertos, acompanhando ou com a participação de inúmeros artistas consagrados, nacionais e estrangeiros. Participou de gravações e turnês dentro e fora do país.

A OSTNCS tem em sua linha de atuação os Concertos Sociais, Festivais de Ópera, Concertos da Temporada Oficial, Concertos das Nações em parceria com as Embaixadas, Concertos Pop, Concertos nas Cidades e ao ar livre, Concertos nos Parques, além dos exitosos projetos – Concertos da Saúde e Concertos Didáticos -, em uma ampla atuação nos diversos segmentos da sociedade.

Artistas Homenageados
Francisco Galeno (1957-2025)
Nascido em Parnaíba (PI), Galeno se estabeleceu em Brazlândia (DF), onde criou obras marcadas por cores vibrantes e referências à infância e à cultura popular. Inspirado por carretéis, anzóis e brinquedos artesanais, desenvolveu uma estética própria que remete à arte construtivista brasileira. Sua produção inclui pinturas, esculturas, instalações e vestuário. Galeno participou de diversas exposições no Brasil e no exterior, sempre mantendo vínculo com suas raízes. Era conhecido por valorizar “o lado bom do Brasil”, em obras que celebram a espontaneidade e o desejo de felicidade do povo brasileiro.

Orlando Brito (1950-2022)
Mineiro de Janaúba, cresceu em Brasília e tornou-se um dos principais fotógrafos do país. Autodidata, iniciou a carreira ainda jovem e, em 1979, foi o primeiro brasileiro a vencer o World Press PhotoPrize. Sua obra é reconhecida como um importante registro crítico da política brasileira, capturando líderes e eventos em ângulos inusitados e simbólicos. Com 58 anos de carreira, trabalhou em grandes veículos e cobriu mais de 60 países. Foi referência no fotojornalismo, sendo considerado hors-concours em prêmios de fotografia. Faleceu em 2022, deixando um legado histórico e artístico.

Paulo Iolovichti (1936–2024)
O Legado Azul. Inspirado nos céus da Capital, Paulo Iolovichti incorporou o “Azul” à sua vasta obra, transformando-o em marca registrada. Por meio dela, popularizou as artes visuais nas noites de Brasília, apresentando seus trabalhos como verdadeiras performances em bares e restaurantes da cidade.
De natureza espontânea, suas pinturas — sobre os mais variados temas — projetam-se além das fronteiras físicas, como se ocupassem um território simbólico que transcende a própria representação. Com uma personalidade livre e envolta em uma aura lúdica e poética, deixa como legado a condição de ser o mais importante artista visual “alternativo” de Brasília.

Marlene Godoy (1935–2024)
Caminhando por trilhas misteriosas e caminhos de múltiplos significados, a obra de Marlene Godoy traduz, de forma rara e pertinente, um mundo imaginário, místico e religioso, cuja presença impõe respeito e admiração.
No atual cenário das artes visuais — marcado pelo resgate de conteúdos vinculados à ancestralidade de povos originários e à valorização da herança neocolonial —, o conjunto de sua produção revela uma das mais lúdicas e expressivas representações desse universo simbólico.

Vladimir Carvalho (1935-2024)
Natural da Paraíba e radicado em Brasília, Vladimir foi mestre do documentário brasileiro. Sua obra crítica abordou temas como desigualdade, memória, cultura e repressão. Entre seus filmes mais conhecidos estão O País de São Saruê, censurado na ditadura, Conterrâneos Velhos de Guerra e Rock Brasília. Mais que cineasta, foi formador de gerações e defensor da função social do cinema. Premiado e homenageado em diversos festivais, sua trajetória foi marcada pelo compromisso com a verdade e pela valorização da memória brasileira.

Artistas Convidados
Antonio Wanderlei Santos Amorim (Delei)
É um artista plástico mineiro radicado em Brasília há mais de 50 anos. Desde 1978, dedica-se integralmente à arte, com foco em pintura mural e intervenções urbanas por meio de oficinas e coletivos. Como mentor do grupo Nada Consta, promoveu ações artísticas em espaços públicos, transformando ruas e muros em galerias a céu aberto com forte impacto educativo e comunitário. Sua produção transita entre arte figurativa, abstrata, colagens e assemblages, abordando paisagens, pessoas e objetos. Destacou-se no I Salão Global da Primavera (1973) com a instalação Bujões, em parceria com Rosane Carneiro, premiada em Brasília e Goiânia. Desde os anos 1980, participa de exposições no Brasil e no exterior, passando por países como México, França, Itália, Marrocos e Índia. Suas viagens enriqueceram sua técnica e ampliaram sua visão artística, marcada pela liberdade criativa e experimentação. Delei constrói uma trajetória sólida, integrando arte pública, ensino, coletividade e uma estética livre e pós-moderna.

Antônio Obá
Natural de Ceilândia (DF), Obá é um dos principais nomes da arte contemporânea brasileira. Suas obras exploram questões étnico-raciais, religiosidade e identidade, com fusões entre o sagrado e o profano. Utiliza pintura, escultura, performance e instalação para provocar reflexões sobre o corpo negro, o colonialismo e a espiritualidade. Sua arte é reconhecida nacional e internacionalmente, criando diálogos potentes sobre resistência e pertencimento.

Clarice Gonçalves
Clarice investiga feminilidade, sexualidade e maternidade em obras que revelam, com sutileza, a profundidade da experiência feminina. Participou de exposições em Londres, Havana, Nova York, Rio e São Paulo. Lançou o livro O som do silêncio em 2014. Sua pintura sugere tensão entre essência e imagem, tempo e espaço, promovendo narrativas poéticas sobre o cotidiano e a interioridade dos corpos retratados.

Irany Tibiraça
Inspirada pela natureza e por sua ascendência indígena Tibiriçá, Irany cria obras que fundem arte, ancestralidade e sustentabilidade. Durante a pandemia, desenvolveu os “Adornos Cerratenses” com folhas e galhos coletados em seu quintal. Suas criações, exibidas no Brasil e no exterior, evocam coroas e cocares que representam proteção, poder e memória, estabelecendo pontes entre culturas tradicionais e arte contemporânea.

José Maciel
Sua pintura mescla figuração e expressionismo, com influência direta de Iberê Camargo. Trabalha também com desenhos e pedras pintadas, criando símbolos de uma memória coletiva. Maciel desenvolve um processo criativo onde vida e arte se confundem, construindo um universo expressivo habitado por formas autônomas, em constante diálogo com o mundo real. Sua obra tem forte carga humanista e narrativa.

Nanche Las-Casas
Luiz Fernando Luzzi Las-Casas, conhecido como Nanche, é artista visual e designer gráfico atuante em Brasília desde 1974. Professor aposentado da Universidade de Brasília, integrou movimentos culturais como o Cabeças e bandas pioneiras do rock brasiliense. Com forte presença no design tipográfico, editorial e de eventos culturais, colaborou com projetos de identidade visual para espetáculos de música, teatro, cinema e artes visuais. Lecionou no Instituto de Artes da UnB, onde também pesquisou design e educação. Fez mestrado em Communications Design no Pratt Institute (NY) e doutorado em Art Education na NYU. Participou de diversas mostras no Brasil e no exterior. Seu trabalho une prática artística, ensino e crítica cultural com foco na paisagem urbana e na cultura visual do DF.

Nicolas Behr
Poeta símbolo de Brasília, Behr tem uma escrita ácida, crítica e concisa. Nascido em Cuiabá, vive na capital desde 1974, onde construiu uma obra literária fortemente ligada à urbanidade, à política e à solidão. Seus poemas curtos flertam com o haicai e capturam a essência de Brasília em suas múltiplas contradições. Com mais de 20 livros publicados, sua poesia é uma das vozes mais autênticas do Cerrado.

Pedro de Andrade Alvim
Artista contemporâneo, Pedro de Andrade Alvim explora a tensão entre ruínas urbanas e oásis imaginários. Sua obra investiga como o tempo e as transformações interferem no projeto original da cidade. Inspirado por lugares marcados pela passagem do tempo, Alvim propõe paisagens onde construção e ruína coexistem. As pinturas sugerem espaços de incerteza, onde diferentes realidades se cruzam. Seus trabalhos convocam o público a refletir sobre a complexidade urbana e a fragilidade da memória espacial. Com uma abordagem poética e sensível, suas obras misturam utopia, melancolia e crítica. Alvim propõe uma cidade onde o sonho e a realidade disputam os mesmos territórios.

Renato Matos
Renato Matos é poeta, cantor, compositor, artista plástico e multi-instrumentista. Natural de Salvador, foi aluno da Escola de Belas Artes e teve como mentores nomes como Mário Cravo e Emanuel Araújo. Em Brasília, tornou-se figura central na cena cultural, com obras que mesclam materiais naturais, poesia, música e performance. Suas criações trazem referências sinestésicas — sons, formas, palavras e cores — que evocam diferentes fases da capital. Os instrumentos autorais que produz combinam estética e sonoridade. Sua arte é uma síntese sensorial entre raízes baianas e vivência candanga, criando um universo onde imagem, som e palavra dialogam com liberdade e originalidade.

Stuckert

Fotógrafo nascido e residente em Brasília, Stuckert começou no fotojornalismo e hoje desenvolve projetos autorais. Sua obra gira em torno do ser humano e da ocupação dos espaços urbanos. Explora como a arquitetura modernista interage com manifestações íntimas e subjetivas da vida cotidiana. Com composições precisas e luz típica do Planalto Central, suas imagens revelam o contraste entre rigidez formal e sensibilidade humana. Em trabalhos recentes, introduz interferências visuais e narrativas fragmentadas, criando atmosferas imersivas. Seus ensaios fotográficos combinam estética, memória e crítica, oferecendo novas formas de olhar para a cidade e seus habitantes.

Toys Daniel

Toys Daniel é muralista, artista visual e publicitário nascido em Brasília em 1991. Começou no graffiti aos 13 anos e criou o personagem ToysZim, sua assinatura visual vibrante e geométrica. Formado em Publicidade pela Universidade Católica de Brasília, mistura experiência de agência com arte urbana. Seu trabalho transita por murais, roupas, joias e objetos, dialogando com o graffiti, pop art e arte popular brasileira. Com obras espalhadas por vários países, vê a arte como meio de transformação. Em sua fase atual, busca inspirar e reconectar histórias por meio da cor, com a convicção de que “tudo começa no sonho”.

Zuleika de Souza

Fotógrafa nascida em Brasília, Zuleika de Souza atua no jornalismo cultural e na fotografia autoral. Seu trabalho mescla documentação com linguagem estética refinada. Em projetos como “Chão de Flores”, retrata a Brasília popular das cidades-satélites, com fachadas, grafites e cores vibrantes. Revela a arquitetura de resistência que rompe com os padrões modernistas. Também documenta festas religiosas e manifestações culturais, com composições simbólicas e minimalistas. Suas imagens transformam cenas urbanas e tradições em arte visual. A obra de Zuleika traduz a potência de um olhar sensível e político sobre a cidade e suas periferias.

SERVIÇO
Brasília Museu Aberto 2025 – Edição Brasilidades

Local: Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, Brasília/DF
Data: 15 de agosto de 2025
Horário: das 19h às 22h
Entrada gratuita
Projeções mapeadas | Apresentação da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro

Adquira seu ingresso: https://www.sympla.com.br/evento/brasilia-museu-aberto-2025-edicao-brasilidades/3069291?referrer=www.google.com

Exposição na Casa Aerada Varjão revela a força poética e política de GLORIA PARAÍSO

Foto divulgação

Exposição na Casa Aerada Varjão revela a força poética e política de uma artista veterana, em produção discreta há duas décadas

A partir de sábado, 16/08, a charmosa Casa Aerada Varjão recebe a exposição Glória Paraíso, com curadoria de Renata Azambuja e Gladstone Menezes. A mostra apresenta ao público três vertentes selecionadas da produção da artista Glória Pimenta da Veiga – que, ao assumir o nome Glória Paraíso, reinventa não só sua assinatura como também seu lugar na arte contemporânea brasileira.


Com obras intensamente ligadas à memória, ao corpo, à linguagem e à história, Glória desenvolve o que define como “desenho-escultura-fina”, uma técnica em que “cava” delicadamente a superfície escura até fazer emergir o traço. O resultado é de uma densidade emocional e estética rara, que revela camadas simbólicas, afetivas e políticas. “Desenhar sempre foi meu encantamento, minha forma de me comunicar, de desabafar. Meu pai e meus tios maternos eram exímios desenhistas. Sempre fui curiosa, sempre desenhando. Morriam entes queridos e eu os desenhava até passar o luto”, conta a artista.

Filha de uma tradicional família mineira, Glória cresceu em meio à força de um imaginário barroco, masculino e religioso, que atravessa toda a sua obra de maneira crítica e poética. “O barroco mineiro sempre esteve presente para mim: Ouro Preto é a terra da minha mãe, e lá as igrejas exercem uma enorme influência sobre as pessoas”, explica. 

Nesse sentido, a série Desvio do Dândi, concebida em 2014, parte de um gesto de confronto simbólico: a artista retrata os rostos dos soldados romanos esculpidos por Aleijadinho nos Passos da Paixão, em Congonhas, reinterpretando-os como figuras grotescas, maquiadas, híbridas entre o sagrado e o pop. Sua intenção é subverter a imagem do poder masculino tradicional, aproximando a estética barroca mineira da cultura de massa, num jogo visual que ironiza e tensiona hierarquias históricas. “Esses soldados me chamavam atenção há muito tempo. São os que torturaram Jesus. Os Dândis aconteceram quando resolvi aproximar dois gigantes: Aleijadinho e Andy Warhol”, comenta Glória. A força desses retratos, exibidos em backlights, provoca o público a encarar de frente os rostos da opressão – agora ressignificados com ambiguidade e ironia.

Já a série Cavalheiros do Grande Vidromergulha na herança do dadaísmo e no universo de Marcel Duchamp, especialmente na obra A noiva despida pelos celibatários, mesmo. Aqui, Glória investiga, com seu traço cortante, as relações entre desejo, identidade e máquina, trazendo à tona figuras despersonalizadas, atravessadas por tubos, filamentos e conexões, como metáforas de um erotismo automatizado e solitário. A artista recria os celibatários duchampianos em um cenário onírico e fraturado, onde a presença humana é evocada mais pela ausência do que pela forma. “Assim como Warhol, os retratos me interessam acima de tudo. Quando me vem a necessidade de abordar um tema, geralmente o faço por meio de retratos. E, pra mim, artistas como Warhol ou Ney Matogrosso, que se equilibram no fio da navalha entre arte e absurdo, têm um especial gostinho”, provoca.

Realizada durante a pandemia de Covid-19, a série Cartazes transforma a vivência do isolamento da artista em documento histórico e político. Os trabalhos apresentam textos e discursos emblemáticos, como os de Dilma Rousseff e João Goulart, inscritos no verso de pinturas criadas sobre placas que evocam os cartazes escolares. As obras propõem uma reflexão sobre memória e verdade, articulando elementos da história recente brasileira com a subjetividade da artista. “Nos cartazes eu me permito tudo! O que faço num cartaz talvez não fizesse numa tela, por exemplo. Os temas não são aleatórios, são aqueles que desejo que estejam na memória do futuro”, diz Glória. 

Para a curadora Renata Azambuja, “essa série está relacionada aos modos de comunicar ideias, à forma dos cartazes escolares, mas também é atravessada por uma carga política muito clara. Glória escreve no verso os discursos. A pintura na frente dialoga com essa escrita. É um corpo político, íntimo, um testemunho afetivo do tempo.”

A curadoria de Renata Azambuja e Gladstone Menezes acompanha Glória desde 2014, quando foram convidados pela artista para elaborar um projeto de exposição. Agora, mais de uma década depois, o reencontro entre os três acontece de forma íntima e independente, na Casa Aerada – espaço escolhido por Glória por sua atmosfera acolhedora. “Ela me chamou novamente depois de muitos anos. A Glória é tímida, mas determinada. Escolheu a Casa Aerada porque se sente confortável lá, por ser um espaço menor, mais íntimo, que combina com ela. Estamos fazendo tudo sem patrocínio, com o apoio afetivo e a força do desejo”, relata Azambuja. “A exposição é também um gesto de reconhecimento – da força do trabalho dela, da coragem de se afirmar aos 70 anos com a mesma potência de sempre. O que o público vai ver é uma artista que nunca parou de produzir e que agora se mostra por inteiro, com humor, densidade e ironia.”

Para o curador Gladstone Menezes, o processo de concepção da exposição foi também uma jornada pessoal e crítica. “Mergulhar no universo visual e conceitual de Glória me propiciou retomar leituras quase esquecidas, como Aleijadinho e o barroco mineiro, o dadaísmo de Duchamp ou a pop art de Andy Warhol”, afirma. Ao longo do processo curatorial, Gladstone reviu sua própria percepção sobre temas como identidade, gênero e política também. “O que me estimula nessa mostra é justamente a sua capacidade de falar sobre identidade, desejo e resistência, com humor, crítica e lirismo na medida. Curar Glória Paraíso foi, sobretudo, “um gesto de reverência ao olhar singular da artista”.

Sobre a artista

Glória Pimenta da Veiga, que atualmente assina como Glória Paraíso, é artista visual com formação em arte e educação. Mineira, radicada em Brasília, vem desenvolvendo uma obra autoral e profunda desde os anos 2000, marcada pelo hibridismo técnico e pela reflexão sobre memória, história e identidade. Sua técnica, que denomina “desenho-escultura-fina”, mistura escavação, luz e delicadeza gráfica, num gesto que remete tanto ao ofício da gravura quanto ao da escultura. Apesar de sua longa trajetória, esta é a primeira exposição individual de Glória, revelando ao público uma produção artística sofisticada, com olhar crítico e potência sensível.

Sobre a curadoria: 

Renata Azambuja é historiadora da arte, curadora e arte-educadora. Licenciada em Artes Plásticas pela UnB, Mestre em Teoria e História da Arte Moderna e Contemporânea pelo City College/City University of New York e doutora em Teoria e História da Arte pela UnB, realizando uma pesquisa em torno dos modos de produção de conhecimento da curadoria, tendo a residência como foco. Recentemente criou os sites https://www.escritosdecuradoria.com/ e https://www.xn--artessrio-51a.com.br/onde publica artigos, textos curatoriais e outros escritos de arte de sua autoria e de pesquisadores e curadores convidados.

Gladstone Menezes é artista, escritor e produtor cultural. Possui formação em Artes Cênicas e Visuais. Desde 2005 trabalha com elaboração de projetos, coordenação, expografia e curadoria de exposições de artistas residentes em Brasília, tais como Antologia – Nilce Eiko Hanashiro (2019), no Museu Nacional da República, com curadoria compartilhada com Fernando Cocchiarale; expografia de Urômelos, coelhinhos e quimeras (2018), do artista Antonio Carlos Elias, com curadoria de Renata Azambuja, no Museu Correios, Brasília. Em 2015 elaborou, em conjunto Renata Azambuja, o projeto da exposição Deitei para repousar e ele mexeu comigo, do artista mineiro Fabio Baroli, no Centro Cultural Banco do Brasil-Brasília-DF.

Sobre a Casa Aerada Varjão:

A Casa Aerada Varjão é um espaço autônomo de Arte Contemporânea do Distrito Federal, inaugurado em novembro de 2021. Idealizada pelo casal, Andreza Barbosa, professora de artes da Secretaria de Educação do Distrito Federal, e Miguel Simão, artista plástico e professor de escultura da UnB, propõe-se como um local de convivência, aberto ao público, com atividades relacionadas à produção, pesquisa, ensino, orientação e exposições para toda a região do Distrito Federal.

SERVIÇO
Exposição Glória Paraíso
Curadoria: Renata Azambuja e Gladstone Menezes
Abertura: 16 de agosto de 2025, das 17h às 22h
Visitação: de 17 de agosto a 28 de setembro de 2025
Horário: sextas das 16h às 20h; sábados e domingos das 14h às 19h
Local: Casa Aerada Varjão – Q. 01, Conj. B, Casa 06, Varjão, Brasília – DF
Entrada gratuita

World Press Photo 2025 chega à Brasília com exposição dos 42 projetos premiados 

Brasil é destaque na premiação do World Press Photo 2025 com fotógrafos premiados e imagens de destaque. Crédito: divulgação 

Mostra consagrada de fotojornalismo acontece a partir de 14 de agosto em Brasília, em celebração aos 45 anos da CAIXA Cultural na cidade.

Em celebração aos 45 anos da CAIXA Cultural Brasília, a cidade recebe a exposição itinerante World Press Photo 2025, com 42 projetos vencedores do 68º Concurso Anual organizado pela World Press Photo Foundation. A mostra acontece de 14 de agosto a 5 de outubro, com entrada franca.

Entre os premiados estão três profissionais brasileiros: Amanda Perobelli, André Coelho e Anselmo Cunha, que clicaram fatos trágicos relacionados à enchente histórica que atingiu o Rio Grande do Sul, em maio de 2024, mas também, a alegria demonstrada por torcedores do time carioca de futebol Botafogo após a conquista inédita da Copa Libertadores da CONMEBOL, em novembro de 2024. 

Além de estar representado nas imagens dos fotógrafos brasileiros, o Brasil também ganhou protagonismo na lente de profissionais estrangeiros, que registram a recente grande seca na Amazônia, e o surfista e atleta olímpico Gabriel Medina, que parece levitar sobre o mar ao terminar uma de suas manobras. Além da Capital Federal, a World Press Photo 2025 também acontece em São Paulo e depois segue para Curitiba e Salvador.

Os visitantes também terão contato com fatos registrados que refletem os temas mais noticiados na atualidade: política, gênero, migração, conflitos armados e crise climática, reunindo histórias captadas por fotógrafos de 31 países. 

Para o brasileiro Raphael Dias e Silva, curador e gerente da exposição, a organização sempre tem a intenção e a ambição de trazer as maiores temáticas das notícias do mundo. Em 2025, o crescente  aumento dos fluxos migratórios e os efeitos muito reais da mudança climática, que está criando eventos extremos no mundo inteiro, são destaques com a seca na Amazônia mais uma vez sendo retratada, assim como as enchentes do Rio Grande do Sul. ”Uma nota especial nessa edição é o trabalho do brasileiro André Coelho, que retrata torcedores do Botafogo. O projeto vai além do que a gente espera da fotografia esportiva. Uma imagem que mostra como o esporte tem o poder de criar comunidade, o poder de criar esperança e felicidade, sentimentos tão necessários no mundo atual.”, explica ele.

“Ficamos muito felizes em trazer a exposição World Press Photo a Brasília. Fundada nos Países Baixos em 1955, a organização tornou-se referência global na valorização do fotojornalismo e da fotografia documental como ferramentas para promover o diálogo, inspirar a ação e aprofundar a compreensão sobre os desafios do mundo contemporâneo. Mais do que uma mostra de imagens impactantes, trata-se de um convite ao pensamento crítico — reafirmando o papel essencial da fotografia documental nas sociedades democráticas”, explica Hind Ribeiro-Bidaoui, Chefe de assuntos políticos, diplomacia pública e cultura na Embaixada do Reino dos Países Baixos. 

Visita prestigiada na abertura da mostra

No dia 14 de agosto, às 11h, os visitantes da exposição terão a oportunidade de participar de uma visita mediada exclusiva com dois dos fotógrafos vencedores da World Press Photo 2025. André Coelho, fotojornalista da agência espanhola EFE, e Anselmo Cunha, jornalista e atualmente fotojornalista autônomo, se juntam a Joana Klaus, jornalista e gerente de conteúdo da exposição World Press Photo no Brasil, para oferecer uma experiência enriquecedora e diferenciada para o público presente. 

O Brasil nas fotos vencedoras

Três fotógrafos brasileiros estão entre os premiados da América do Sul no World Press Photo 2025. Na categoria Individual da América do Sul, Anselmo Cunha foi reconhecido pela imagem Aeronave em Pista Inundada, registrada durante a enchente histórica que atingiu o Rio Grande do Sul em maio de 2024. Com o mesmo tema, Amanda Perobelli venceu na categoria Reportagem com a série As Piores Enchentes do Brasil, que retrata os impactos das chuvas na cidade de Canoas, uma das mais afetadas pelo desastre climático. Também na categoria Individual o fotógrafo André Coelho foi premiado com  a imagem Torcida do Botafogo: Orgulho e Glória, que mostra a comemoração dos torcedores do clube carioca após a conquista inédita da Copa Libertadores da CONMEBOL, em novembro de 2024. 

A exposição no Brasil é patrocinada pela CAIXA, pelo Governo Federal e pela Embaixada do Reino dos Países Baixos, e tem o apoio do Jornal O Globo. A organização sem fins lucrativos Repórteres Sem Fronteiras (RSF) é co-realizadora da programação paralela da World Press Photo. 

Serviço:

Exposição: World Press Photo 2025
Local: CAIXA Cultural Brasília
Período: 14 de agosto a 5 outubro de 2025
Endereço: SBS Quadra 4, Lotes 3/4 – Asa Sul, Brasília – DF

Horário de visitação: Terça a domingo: de 9h às 21h

Entrada gratuita
Classificação etária: 12 anos
Mais informações: http://caixacultural.gov.br/ e (61) 3206-9448

@caixaculturalbrasilia 

Dia dos Pais no Brasília Shopping tem sorteio de Fiat Toro Endurance 0km

Divulgação

Nas compras acima de R$ 600, clientes levam para casa kit da linha Café Verde, da L’Occitane au Brésil, e ainda concorrem ao super prêmio. Promoção válida até 17 de agosto

Existe algo de eterno nos momentos que dividimos com quem acompanhou todos os nossos passos. O riso solto depois de uma piada, o abraço apertado num dia difícil, o silêncio confortável de quem entende só pelo olhar. Neste Dia dos Pais, o Brasília Shopping transforma a data em um convite para celebrar memórias que marcaram a nossa história.

Até 17 de agosto, cada visita ao #SeuBrasília pode ser o começo de uma nova lembrança compartilhada e, quem sabe, a chance de presentear o seu pai em grande estilo. Na campanha Compre e Concorra, a cada R$ 600 em compras, os clientes ganham um cupom para concorrer a uma Fiat Toro Endurance 0km.

Para participar, é fácil: basta baixar o aplicativo do Brasília Shopping, cadastrar as notas fiscais com o CPF e pronto — já estará concorrendo. O sorteio acontece no dia 20 de agosto, mas o sentimento bom de expectativa começa desde já. Quanto mais comprar, maiores são as chances de levar esse supercarro para casa. E o melhor: os cupons valerão em dobro nas compras feitas aos finais de semana. 

E não para por aí. No Compre e Ganhe, nas compras acima de R$ 600, os clientes ganham um kit exclusivo da linha Café Verde, da L’Occitane au Brésil, contendo  shampoo, sabonete e nécessaire especial. O presente foi pensado para quem cuida e merece cuidado também.

Para retirar o brinde, a mecânica segue a mesma: o cadastro das notas deverá ser realizado no app do Brasília Shopping e, uma vez aprovadas, a retirada será feita no stand de Troca de Notas, localizado no 1º piso. O brinde é limitado a 1 por CPF e apenas notas cadastradas com CPF poderão participar da promoção. 

“O Dia dos Pais é uma data que fala sobre afeto, memória e presença. Vai além do presente e se manifesta no gesto. Nessas semanas que antecedem a ocasião, queremos celebrar o laço que interliga gerações, incentivando os filhos a homenagearem seus pais com intenção, de forma personalizada e especial”, reflete Renata Monnerat, gerente de marketing do Brasília Shopping.


Dia dos Pais Brasília Shopping
Data: de 1º a 17 de agosto de 2025 (ou enquanto durarem os estoques para o Compre e Ganhe).
Mecânica: nas compras a partir de R$ 600, o cliente ganha um kit L’Occitane au Brésil (limitado a um por CPF) e recebe 1 cupom para concorrer a uma Fiat Toro Endurance 0km. Aos finais de semana, os cupons valem em dobro. 
Participação: via app Brasília Shopping.
Retirada de brindes: stand de Troca de Notas, 1º piso do Brasília Shopping.
Sorteio do carro: 20 de agosto.

Sob os pés do mundo: uma experiência sensorial em Brasília

Mostra que compõe o Festival Mês da Fotografia, no Museu Nacional de Brasília, transforma vivências urbanas de pessoas com deficiência visual em obras acessíveis, criadas a partir das texturas das calçadas e das sensações despertadas por percursos rotineiros

O Museu Nacional de Brasília recebe, a partir de 05 de agosto, a exposição Sob os Pés do Mundo, uma experiência sensorial em Brasília, resultado do projeto artístico-sociocultural Arte no Espaço Público x Arte como Espaço Público: Arte e Inclusão Social. Com a proposta de experimentar os caminhos da cidade e não, simplesmente, caminhar por eles, o corpo, o toque e a escuta foram usados na elaboração das obras de arte. A mostra apresenta 17 obras táteis criadas a partir das calçadas e espaços públicos do Distrito Federal, em diálogo com as trajetórias e memórias de pessoas cegas e com baixa visão. Em cartaz na Galeria 2 do Museu, a exposição faz parte do Festival Mês da Fotografia (FMF).

Idealizado pelo artista visual e sociólogo Flavio Marzadro, o projeto adotou técnicas como os decalques táteis em base siliconada, para transformar superfícies urbanas em obras sensoriais. O objetivo foi incluir pessoas com deficiência visual no universo das artes visuais, para provocar reflexões sobre acessibilidade, pertencimento e direito à cidade, além de compartilhar outras formas de “enxergar” com os demais públicos.

As obras nasceram de um processo artístico profundamente colaborativo, que uniu oficinas sensoriais e vivências urbanas em diferentes regiões do Distrito Federal. Conduzidos por Flavio Marzadro e pela ceramista Geusa Joseph, os encontros propuseram o toque como linguagem e a memória como matéria-prima. Ao explorar superfícies como pedra portuguesa, azulejos e pisos táteis, os participantes compartilharam suas histórias, afetos e modos de perceber a cidade com o corpo inteiro.

As cinco oficinas foram realizadas em Brasília: quatro no Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV) e uma na Biblioteca Braille Dorina Nowill e reuniram turmas de 5 a 20 pessoas. Mais do que um espaço de formação, esses encontros funcionaram como um laboratório coletivo de escuta e criação.

As vivências urbanas aconteceram na Asa Sul, Asa Norte, Planaltina e Sobradinho, com locações sugeridas por quatro participantes do projeto: Gilfrank PimentelManoel de Jesus VieiraAparecida Machado e Sheila Guimarães. Cada um compartilhou um de seus trajetos cotidianos, revelando os caminhos que percorrem e sentem, mesmo sem vê-los da forma comum à maioria das pessoas. Esses percursos foram registrados em áudio, vídeo e georreferenciamento, e deram origem a obras táteis únicas — moldes que contam histórias.

Todos os participantes residem no Distrito Federal e assinam, com suas escolhas, memórias, impressões e mãos, a autoria das obras. São coautores no sentido pleno — não apenas por inspirarem, mas por literalmente moldarem, ao lado do artista, as peças que deram arte a rumos. 

A MOSTRA

A exposição reúne 17 quadros táteis de diferentes dimensões — entre eles, um painel de 130×90 cm — que retratam os lugares percorridos e sentidos durante o projeto. Os trabalhos contam com títulos em Braille, letras ampliadas, audiodescrição e paisagens sonoras de 20 minutos, com os ruídos originais de cada local.

Para estimular diferentes formas de percepção, dois dos quadros estarão disponíveis para o toque de todos os visitantes. A proposta é simples e profunda: olhar com as mãos, ou fechar os olhos e permitir-se experimentar o mundo de outra maneira. Assim, a visita se torna também um gesto de empatia e descoberta.

A experiência convida à escuta tátil, ao toque atento, ao reconhecimento da cidade por outros caminhos sensoriais e à admiração artística muito além do que os olhos podem ver. Uma forma poética e política de imaginar espaços mais inclusivos e partilhados.

SOBRE O PROJETO

Arte no Espaço Público x Arte como Espaço Público: Arte e Inclusão Social é o desdobramento mais recente da pesquisa artística e social do artista-pesquisador Flavio Marzadro, que há mais de uma década investiga as relações entre arte, cidade, corpo e inclusão. Combinando oficinas sensoriais, vivências urbanas, registros georreferenciados e técnicas inovadoras de decalque em silicone, o projeto propõe uma reflexão crítica sobre quem pode produzir arte e a partir de quais territórios.

A iniciativa nasceu em diálogo com pessoas cegas e de baixa visão do Distrito Federal, que atuam como coautoras das obras ao partilhar memórias e escolher os caminhos a serem moldados. Mais do que representar trajetos, a proposta transforma calçadas, afetos e gestos cotidianos em matéria artística — questionando as hierarquias estéticas que tradicionalmente excluem corpos, saberes e experiências da cena cultural dominante.

O projeto inaugura uma metodologia participativa e descentralizada, que enxerga o espaço urbano como suporte artístico e os sentidos como instrumentos legítimos de criação. A iniciativa também dialoga com experiências anteriores de Marzadro, como o projeto Borboletando – Arte Inclusiva, Arte do Amor, realizado em parceria com Geusa Joseph, que mobilizou centenas de participantes com deficiência na criação de uma escultura coletiva em cerâmica, exibida no Museu de Arte de Brasília.

O projeto foi realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e conta com o apoio institucional do Museu Nacional da República, do Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV) e da Biblioteca Braille Dorina Nowill.

Assim, a exposição que agora se apresenta é parte de um processo contínuo de pesquisa, escuta e convivência, no qual a arte deixa de ser objeto distante para tornar-se território vivido — uma prática pública, tátil e compartilhada.

AÇÕES PARA ALÉM DA EXPOSIÇÃO

Além da mostra, haverá umaprogramação especial de encontros e vivências sensoriais voltadas à comunidade com deficiência visual. Em 5 de agosto, data da abertura oficial da exposição, acontecerá um vernissage acessível em horário especial, das 14h às 17h, exclusivamente, para participantes das oficinas e frequentadores da Biblioteca Braille de Taguatinga e alunos do CEEDV. O momento será uma celebração íntima, voltada ao público que inspirou e moldou as obras, e contará com apoio logístico para garantir o acesso dos convidados.

Já no sábado, 9 de agosto, os visitantes poderão participar da ação “Troca-Troca”, conduzida pela Cia Teatro no Escuro, do projeto Olho do Lance. A proposta dessa dinâmica é a inversão de papéis entre pessoas cegas e videntes. A experiência convidará o público a “enxergar” o espaço com os olhos e o corpo do outro: os participantes cegos atuarão como guias de visitantes videntes, promovendo uma caminhada coletiva dentro e fora do museu, reforçando a proposta da confiança mútua como ferramenta de percepção, empatia e criação coletiva.

Duas oficinas também acontecerão no sábado 9, na sede da Sociedade Bíblica do Brasil, ampliando os espaços de escuta e criação para mais pessoas.

SOBRE O FESTIVAL MÊS DA FOTOGRAFIA

O Festival Mês da Fotografia — agora oficialmente FMF — realiza uma edição especial em 2025. Com o tema “O que Vemos Quando Escutamos”, o evento reúne quatro exposições que atravessam os campos da inclusão, da ancestralidade e da criação poética. Além da mostra “Nada Sobre Nós Sem Nós!”, do projeto Vivências Inclusivas, idealizado por Juliana Peres, que oferece experiências acessíveis unindo arte, empoderamento e consciência ambiental, o FMF conta ainda com as mostras “Sob os Pés do Mundo: uma experiência sensorial em Brasília”, de Flavio Marzadro, trazendo a deficiência como potência estética e sensível, “Sons da Terra: Começo, Meio e Começo”, do Ògan Assogbá Luiz Alves, e “Nego Fugido”, do fotógrafo franco-italiano Nicola Lo Calzo. Ambas mergulham nas tradições afro-brasileiras, reencenando memórias, gestos e territórios ancestrais, propondo novas formas de escuta e percepção visual.

Serviço: 

Exposição

Sob os Pés do Mundo: uma experiência sensorial em Brasília

Data: de 05/08 a 07/09

Horário de visitação: de terça a domingo, das 9h às 17h

Dinâmica Troca-Troca conduzida pelo grupo Teatro no Escuro (Olho no Lance)

09/08

Horário: das 14 às 16h

Local: Galeria 2 – Térreo do Museu da República 

Entrada Franca

Com obras de colecionadores privados, a Referência Galeria de Arte abre mostra em Homenagem a Francisco Galeno

Foto divulgação

No próximo dia 9 de agosto, às 16h, a Referência Galeria de Arte abre a mostra “Meu Galeno”, com obras do artista falecido em maio deste ano e que fazem parte de acervos privados de colecionadores do Distrito Federal. A exposição ocupa a Sala Acervo e reúne peças produzidas em seus ateliês de Parnaíba (PI) e de Brazlândia (DF).  Em cartaz até o dia 13 de setembro, a visitação acontece de segunda a sexta, das 10h às 19h, e sábado das 10h às 15h. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos. A Referência Galeria de Arte fica na CLN 202 Bloco B Loja 11 Subsolo, Asa Norte, Brasília – DF. Telefone: +55 (61) 3963-3501; WhatsApp: +55 (61) 981-623-111. No Instagram, @referenciagaleria.

A galerista Onice Moraes ressalta a importância de apresentar e dar visibilidade aos artistas visuais e curadores da região central do Brasil e de outras regiões fora dos eixos hegemônicos do sistema da arte brasileiro como forma de oferecer ao artista a oportunidade de ter seus trabalhos adquiridos pelo público e pelas instituições.

“As coleções de arte, sejam de colecionadores iniciados ou de iniciantes, precisam incluir os artistas de sua região e de seu tempo. Arte é investimento, é decoração e, acima de tudo, é um registro da história e da reflexão sobre um momento específico dessa construção histórica”, diz Onice Moraes. “Um dos papéis do galerista é orientar a mirada dos colecionadores para esses artistas que produzem em sua vizinhança. Todos podem se beneficiar com a inclusão de artistas da região nas coleções privadas: as coleções ganham importância, ficam mais representativas e diversas”, afirma a galerista.

Serviço:

“Meu Galeno”

Pinturas, esculturas e objetos

Obras de Francisco Galeno presentes em coleções privadas

Sala Acervo

Abertura | 09/08, 16h

Visitação | Até 13/09

                    De segunda a sexta, das 10h às 19h

                    Sábado, das 10h às 15h

Entradas | Gratuita

Classificação indicativa | Livre para todos os públicos

Agradecimentos | Coleções Antônio Henrique e Gavin LouisBLMClara BeckerKlécio SantosManuela AmaralMontes GarciaMoraes e Oliveira; e Philipe Rossi.  

Onde | Referência Galeria de Arte

Endereço | CLN 202 Bloco B Loja 11 Subsolo

                   Asa Norte – Brasília – DF

Telefone | +55 (61) 3963-3501

WhatsApp | +55 (61) 981 623-111

E-mail| referenciagaleria@gmail.com

Facebook | @referenciagaleria

Instagram | @referenciagaleria

Site https://www.referenciagaleria.com.br/

DF Plaza Shopping amplia mix de lojas com novas operações e anuncia a chegada do novo superintendente

Foto divulgação

O Superintendente Reynaldo Abreu, assume a gestão do DF Plaza Shopping com inaugurações de marcas como Natura e Leitura

O DF Plaza Shopping segue investindo na qualificação de seu mix de lojas e acaba de anunciar a chegada de novas operações nos segmentos de gastronomia, moda, beleza e cultura. Entre as novidades, está a já inaugurada Natura, que oferece uma experiência sensorial com os principais produtos da marca de cosméticos brasileira. 

A tradicional Livraria Leitura abre suas portas em agosto com um amplo acervo de livros, papelaria e itens de tecnologia. Na área gastronômica, o Madero, um dos restaurantes mais reconhecidos do país, passa a integrar a praça gourmet do shopping, com seu cardápio voltado à cozinha casual premium. E no segmento de moda feminina, a Morena Rosa inaugurada em julho tráz coleções contemporâneas, alinhadas à estética da mulher moderna e sofisticada. 

Outra novidade é a chegada do novo superintendente, Reynaldo Abreu, com mais de 16 anos de experiência no mercado, tendo sido superintendente dos empreendimentos: Iguatemi Brasília, Iguatemi Campinas, Iguatemi São Carlos, Flamboyant Shopping  e Aparecida Shopping.

“A chegada dessas marcas acontece em um momento estratégico e fortalece o posicionamento do DF Plaza como um espaço moderno, inclusivo e conectado aos desejos dos nossos clientes. São operações que agregam valor à experiência do consumidor, promovendo bem-estar, cultura, gastronomia de qualidade e as últimas tendências da moda e da beleza, reafirmando o nosso compromisso com o fortalecimento do varejo local e com a oferta de uma jornada de consumo completa”, destaca Reynaldo Abreu.

SERVIÇO:

DF Plaza Shopping

Rua Copaíba, lote 1 – Águas Claras

Informações: 61 99663-6939 / 61 3451-5750 

Canais digitais: https://dfplaza.com.br/

Instagram: @dfplazashopping

Capital Moto Week 2025 acelera no último fim de semana com shows imperdíveis

Foto divulgação

Na reta final, festival promete muita diversão com Lobão Power Trio, Angra, Cidade Negra, MAGIC!, Marcão Britto & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr. e Detonautas

Ainda há muita gasolina no tanque do Capital Moto Week! O maior festival de motos e rock da América Latina entra na reta final com velocidade máxima, prometendo um fim de semana surpreendente para quem curte música, liberdade e muita atitude. Nesta quinta-feira (31), os shows voltam com tudo para uma maratona de atrações que vai até sábado (2), com headliners de peso, encontros memoráveis no palco e o já tradicional – e emocionante – Passeio Motociclístico Oficial do Capital Moto Week. Quem ainda não viveu essa experiência ou quer repetir a dose de adrenalina, pode garantir os ingressos na Bilheteria Digital. 

Lobão, Angra, MAGIC!, Cidade Negra, Marcão Britto & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr. e Detonautas vão comandar a festa, com participações especiais e sets cruzados que prometem incendiar a Cidade da Moto. Completando o cenário, o sábado (2) traz o passeio motociclístico que transforma as ruas de Brasília em um mar de motos, reafirmando o espírito de irmandade que move o CMW. Anote na agenda e se prepare para dias intensos!

📆QUINTA-FEIRA (31) | A arena principal reabre com força total. A noite começa com Lobão, que estreia no festival com seu Power Trio, prometendo um mergulho visceral por cinco décadas de carreira. Na mesma noite, Angra retorna ao CMW para um dos últimos shows antes da pausa oficial da banda. Aclamados em 2023, os músicos trazem de volta os clássicos do álbum Temple of Shadows, em uma performance épica que une técnica, peso e emoção. A abertura do palco principal fica a cargo da banda Quinta Essência. 

No Rock Saloon Royal Enfield: Oldplay (22h), Allycats (23h50) e Old Chevy (01h30). No Moto Bar Spaten: Bando dos Velhos Novos (21h15), Macacos Hidráulicos (23h) e 4Rock (00h45). Na Praça Pepsi: Renato Paiva Cover Elvis Presley (18h) e Bandokê com Banda Lâmina (20h20).

📆 SEXTA-FEIRA (01) O clima será de boas vibrações com dois nomes que misturam ritmos como ninguém. A banda canadense MAGIC!, dona do hit mundial ‘Rude’, vai embalar o público com seu pop-reggae internacional. No mesmo dia, o veterano Cidade Negra, com Toni Garrido à frente, transforma a arena em um grande coral com canções como Firmamento, A Estrada e Girassol. A banda Mensana vai aquecer os motores no palco principal. 

No Rock Saloon Royal Enfield: Galwem (22h), Gigio Teixeira Country Revival (23h50) e Tequila Shot Band (01h30). No Moto Bar Spaten: Rafael Zacky (19h30), Rock4Jam (21h15), Wormz Slipknot Cover (23h) e Linkin Live (00h45). No Lady Bikers Sebrae: Kimera (19h). Na Praça Pepsi: Os Gatunos (13h), AJ Trio (18h) e Bandokê com Banda Lâmina (20h).

📆 SÁBADO (02)  Uma celebração apoteótica do rock nacional: Marcão Britto & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr. e Detonautas dividem o palco, cada um com seu show, além de participações cruzadas em sets especiais, numa fusão de gerações, guitarras e atitude que promete deixar a Cidade da Moto em ebulição. A abertura fica por conta da banda Koppa. 

No Rock Saloon Royal Enfield: Starace (22h), Roadside Gamblers (23h50) e Confederados 163 (01h30). No Moto Bar Spaten: Rocksauro (18h30), MDX (20h45), Três Caras (23h) e Live by Night (01h15). No Lady Bikers Sebrae: School of Rock (16h30) e Bianca Gutierres (19h). Na Praça Pepsi: Gleisson Chaves Canções Eternas (14h), AJ Trio (18h) e Bandokê com Banda Lâmina (20h).

Sábado também é dia do Passeio Motociclístico Oficial do Capital Moto Week, que reúne milhares de motos em um desfile impressionante. A concentração acontecerá às 15h30, na avenida principal da Cidade da Moto, com saída às 16h. O comboio toma as ruas de Brasília e passa pelos principais pontos da capital. São esperadas mais de 30 mil motos nas ruas. É uma verdadeira celebração sobre duas rodas!

🤘🏼Sobre o Capital Moto Week 2025

De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

SERVIÇO

Capital Moto Week 2025

Data: 24 de julho a 02 de agosto de 2025 

Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF

Site oficial: www.capitalmotoweek.com.br

Ingressos: www.bilheteriadigital.com/capitalmotoweek

CAIXA CULTURAL BRASÍLIA APRESENTA A EXPOSIÇÃO OLHAR NEGRO, NEGRO OLHAR – ANTOLOGIA DA FOTOGRAFIA NEGRA DA BAHIA

Foto de Voltaire Fraga

Além da visitação, mostra vai contar com visitas mediadas e oficina com os fotógrafos

A CAIXA Cultural Brasília vai receber, a partir da próxima terça-feira (05), a exposição “Olhar Negro, Negro Olhar – Antologia da Fotografia Negra da Bahia”. Em cartaz até o dia 2 de novembro, a mostra é resultado da pesquisa e da organização do fotógrafo Marcelo Reis, que é coordenador do Instituto Casa da Photographia, de Salvador (BA). No dia da abertura, às 19h, haverá visita guiada com o curador Bené Fonteles e fotógrafos das obras.

Marcelo Reis é autor do livro que dá nome à exposição. Conforme o pesquisador e organizador, a mostra reúne registros de fotógrafos negros e brancos, que, com suas obras, contribuíram e contribuem com a história da fotografia dos povos negros baianos, “com a construção de uma imagem desta noção de baianidade a partir destes infinitos olhares”, segundo o autor.

Para o curador Bené Fonteles, os artistas brancos que fazem parte da mostra fizeram seus registros com “respeito e reverência” aos povos negros e suas culturas presentes no território baiano, a exemplo dos trabalhos realizados pelo fotógrafo francês Pierre Verger e pelo fotógrafo baiano Mario Cravo Neto.

A exposição reúne os seguintes artistas: Adenor Gondim, Amorin Japa, Andrea Fiamenghi, Arlete Soares, Arthur Seabra, Ayrson Heráclito, Bauer Sá, Christian Cravo, Cristina Cenciarelli, Edgar Azevedo, Emanoel Saravá, Helen Salomão, Hirosuke Kitamura, Ismael Silva, Leila Chandani, Lucas Moreira, Mário Cravo Neto, Miguel Rio Branco, Pierre Verger, Tacun Lecy, Vinicius Xavier, Voltaire Fraga e Zélia Gattai.

Ao longo do período de exposição, serão realizadas ainda palestra do curador Bené Fonteles e oficina facilitada por Bauer Sá, Cristina Cenciarelli e Leila Chandani, fotógrafos da exibição. As datas serão divulgadas no site da Caixa Cultural Brasília (https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Brasilia.aspx)

45 anos de CAIXA Cultural:

Em agosto, a CAIXA Cultural está completando 45 anos de existência. A primeira unidade fundada foi a CAIXA CulturalBrasília, e as demais unidades encontram-se em Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. 

A exposição “Olhar Negro, Negro Olhar” faz parte da programação especial que foi planejada para esse marco tão importante. Um mês inteiro de celebração com eventos que passam por vários segmentos: shows e festival musical, novas exposições, mostra teatral e muito mais. 

Mais informações sobre toda a programação serão disponibilizadas no SITE da Caixa Cultural (https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Brasilia.aspx) e no perfil do Instagram @caixaculturalbrasilia.

Serviço:

[Exposição] Olhar Negro, Negro Olhar – Antologia da Fotografia Negra da Bahia 

Local: Galeria Vitrine da CAIXA Cultural Brasília

Endereço: Setor Bancário Sul – Quadra 4, Lotes 3 e 4, Brasília (DF)

Visitação: de 5 de agosto, a partir das 19 horas, a 2 de novembro de 2025

Horário de funcionamento: de terça-feira a domingo, das 9 às 21 horas

Entrada gratuita 

Classificação indicativa: livre para todos os públicos

Informações: (61) 3206-9448 ou no site: https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Brasilia.aspx

ESPAÇO EM FLUXO

Patricia Monteiro, divulgação

Exposição na Casa Niemeyer transforma espaço doméstico em campo de experimentação sensível

Como o objeto de arte interage com o espaço que ocupa, e com os corpos que o atravessam? A exposição Espaço em Fluxo, resultado da 4ª Residência Artística do Vilarejo 21, ocupa a Casa Niemeyer, espaço de memória modernista e antiga residência do arquiteto. Com curadoria e acompanhamento crítico de Christus Nóbrega, a mostra reúne 14 artistas com instalações e site-specifics.

Os trabalhos foram concebidos a partir de uma escuta sensível da casa, seus vazios, texturas e rastros do tempo, e ultrapassam a lógica expositiva tradicional, expandindo-se para o exterior e o interior do espaço. Quartos, banheiros, piscina, muros e árvores se entrelaçam como arte. A exposição é reflexo do momento em que as linguagens se hibridizam.

As obras ativam o espaço como território simbólico e político. Ao invés de se isolar, os trabalhos se deixam atravessar pelo público, atmosferas e gestos, abrindo-se à interação e à instabilidade como forma de estar. Sem distinção entre margem e centro, as propostas tensionam o lugar da arte institucional ao ocupar o lar.

Um banheiro coberto por gambiarras e outro por camadas de gênero; a pia celebra a festa e a banheira o feminino. Uma piscina vazia é costurada, junto a família e o equilíbrio entre ser e estar no mundo. A árvore como santuário, um quarto permeado por seus fantasmas e outro em colapso com a juventude e insanidade. Enquanto uma cama suspensa dilata o tempo, o bolor do muro se funde à matéria da pintura, a sala se povoa novamente, protagonizada por afetos, para assim, olhar ali dentro e ver o que importa lá fora.

Cada obra sugere uma nova narrativa para a casa, fragmentada, sensorial, aberta, convocando o visitante a experimentar com o corpo este fluxo de espaços possíveis.

Artistas participantes:

Desirée Feldmann, Fabiana Barbosa, Gabriela Waihrich, Hudson Freitas, Isabel Se Oh, José de Deus, Luciana Cândida, Patricia Monteiro, Sara Carvalho, Sylvia Bahri, Vânia Ladeira, Violet Vitória de Castro, Yara Maya e Yo Badu.

Serviço

Exposição: Espaço em Fluxo

Abertura: 09 de agosto de 2025 (sábado), das 11h às 15h

Período de visitação: 09 de agosto a 26 de setembro de 2025

Local: Casa Niemeyer – Park Way, Q 26, Conjunto 3, Brasília – DF

Visitação gratuita | Classificação indicativa: Livre

Mais informações: @vilarejo21

Regular é mais seguro: 5 motivos para investir em um condomínio horizontal legalizado no DF

Foto divulgação

Desde a regulamentação da Lei Complementar nº 1.027, em 2023, o mercado de condomínios horizontais ganhou legalidade, mas ainda há quem opte por um imóvel irregular. Especialista explica os riscos

Brasília convive, há décadas, com uma forte cultura de ocupações informais, especialmente de casas em condomínio. Por muito tempo este tipo de ocupação não era permitida, o que estimulou a ocupação ilegal. Em diversas regiões, chácaras foram parceladas, muradas, originando assim condomínios sem aprovação da administração pública.

Esse cenário, no entanto, vem mudando. Desde a regulamentação da Lei Complementar nº 1.027, em 2023, o mercado de condomínios horizontais ganhou legalidade e passou a se organizar com mais segurança jurídica e planejamento urbano, favorecendo lançamentos que conquistam a confiança do público brasiliense.

Atualmente, segundo o instituto de pesquisa Brain Inteligência Estratégica, existem 12 condomínios horizontais lançados, registrados totalmente em consonância com a legislação. São 3348 unidades, sendo apenas 312 de estoque em Brasília, o que aponta para a alta demanda por esta tipologia de imóvel.

Mesmo assim, até hoje é comum que brasilienses comprem imóveis nestas condições. O desejo por viver em casas com segurança aliado a preços mais baixos costumam atrair interessados, que só percebem os riscos quando já é tarde demais.

“Infelizmente, a aquisição de imóveis irregulares ainda é comum no DF por diversos fatores: falta de informação, ilusão de um preço mais atrativo e, muitas vezes, a expectativa de que o poder público irá regularizar áreas já ocupadas”, explica Camila Alcântara, especialista imobiliária e diretora da FGR Incorporações, pioneira no desenvolvimento de condomínios horizontais em Goiânia que, a partir da capital goiana, já chegaram a seis estados e ao Distrito Federal, com o Jardins Genebra.

Conhecendo como poucos este universo, ela elenca cinco motivos para que o consumidor não caia na ilusão da compra irregular.

1. Segurança jurídica
Adquirir um lote com matrícula registrada em cartório e licenciamento aprovado garante a posse e a propriedade do imóvel. “Segurança total na posse e propriedade, possibilidade de escriturar e registrar em seu nome”, afirma a diretora.

2. Acesso a crédito e financiamento
Somente terrenos regularizados são aceitos como garantia por instituições financeiras. Isso amplia as possibilidades de compra, evita o comprometimento de toda a reserva do comprador e reduz riscos futuros. “Além disso, há redução de riscos e maior liquidez na revenda”, completa Camila.

3. Infraestrutura garantida
Empreendimentos legalizados geralmente são entregues com infraestrutura completa, seguindo todas as exigências da administração pública: pavimentação, drenagem, energia, redes de água e esgoto, além de áreas de lazer e segurança. Um exemplo é o Jardins Genebra, entregue pela FGR Incorporações em Brasília, que além de toda essa infraestrutura, ainda o paisagismo assinado pelo escritório Burle Marx e portaria com vigilância 24 horas.

4. Sem embaraços na venda ou espólio
Caso o imóvel seja vendido ou herdado, o novo proprietário conseguirá passar a escritura individualizada para seu nome. O mesmo não acontece nos residenciais irregulares, onde é comum que todas as famílias sejam proprietárias de todo o condomínio. Assim, se um proprietário falece ou vende seu imóvel, todos os vizinhos precisam concordar e assinar a documentação. “Além de ser extremamente trabalhoso, o maior problema acontece quando uma dessas partes tem algum impedimento legal ou não quer assinar o documento. Vira um verdadeiro imbróglio, uma grande insegurança jurídica”, diz Camila.

5. Valorização constante
Por todos os motivos acima listados, lotes regularizados tendem a se valorizar de forma mais estável e acelerada. “Empreendimentos regulares costumam se valorizar mais rápido e de forma estável, pois contam com infraestrutura completa, segurança jurídica e reconhecimento do mercado”, explica Camila.

Como saber se um lote é regularizado?
Vai comprar uma casa ou lote em condomínio fechado? O primeiro passo, orienta Camila, é solicitar a matrícula atualizada do imóvel no cartório de registro de imóveis. Esse documento mostra quem é o proprietário legal e se o lote está regularizado. Depois, é importante consultar o projeto urbanístico aprovado pelo Governo do Distrito Federal, verificar se há licenciamento ambiental e se o loteamento tem alvará de construção e infraestrutura entregue conforme a legislação.

“Se a pessoa já comprou sem saber, o ideal é procurar um advogado especializado e buscar entender se há algum processo de regularização em andamento. Dependendo da situação, pode ser possível entrar com ações para proteger seus direitos ou buscar acordos com o poder público”, orienta Camila.

E o mais importante: “Pesquise, desconfie de preços muito abaixo do mercado e sempre exija a matrícula atualizada. Procure empresas sérias, com histórico de entregas e reputação. Se possível, consulte um especialista antes de fechar negócio. Um bom investimento começa com informação e uma decisão consciente”, resume Camila.

Exposição “Nada Sobre Nós, Sem Nós” destaca protagonismo de pessoas com deficiência no Festival Mês da Fotografia, no Museu da República

Foto Juliana Peres

De 5 de agosto a 7 de setembro de 2025, o Museu Nacional da República, em Brasília, recebe a exposição “Nada Sobre Nós, Sem Nós!”, como parte da programação do Festival Mês da Fotografia 2025, que tem como tema “O que Vemos Quando Escutamos”. A mostra reúne cerca de 20 imagens feitas por alunos da APAE, CESAS (Centro de Educação de Jovens e Adultos da Asa Sul) e de Juliana Peres_ idealizadora da 3ª edição do projeto Vivências Inclusivas_, que tem como foco a inclusão de pessoas com deficiência por meio da linguagem visual.

Influenciadora digital, ativista e orgulhosamente PCD, como ela mesma faz questão de se apresentar — Juliana acredita na força deste projeto, que oferece experiências acessíveis unindo arte, empoderamento e consciência ambiental. “O Vivências Inclusivas é a prova de que é possível incluir pessoas com deficiência nas atividades culturais, criando oportunidades reais e quebrando estigmas no mercado de trabalho”, afirma Juliana.

Este ano, o Vivências Inclusivas ganhou o selo comemorativo da COP 30, reforçando sua conexão com a agenda climática. As atividades incluíram oficinas na APAE Ceilândia e no CESAS (Centro de Educação de Jovens e Adultos da Asa Sul), além de uma saída fotográfica na Trilha da Capivara, no Parque Nacional de Brasília.

Com curadoria pedagógica da fotógrafa e arte-educadora Isabella Gurgel, as oficinas utilizaram câmeras digitais e smartphones, sempre com atenção à acessibilidade e ao uso da Língua Brasileira de Sinais. “É gratificante ver como os alunos registram o essencial, com sensibilidade e potência visual”, destaca Isabella. Durante o período da mostra, será lançado um minidocumentário com depoimentos e bastidores do processo criativo dos participantes.

SOBRE O FESTIVAL MÊS DA FOTOGRAFIA
O Festival Mês da Fotografia — agora oficialmente FMF — realiza uma edição especial em 2025. Com o tema “O que Vemos Quando Escutamos”, o evento reúne quatro exposições que atravessam os campos da inclusão, da ancestralidade e da criação poética. Além da mostra “Nada Sobre Nós Sem Nós!”, tem ainda “Sob os Pés do Mundo”, de Flavio Marzadro, trazendo a deficiência como potência estética e sensível, “Sons da Terra: Começo, Meio e Começo”, do Ògan Assogbá Luiz Alves, e “Nego Fugido”, do fotógrafo franco-italiano Nicola Lo Calzo. Ambas mergulham nas tradições afro-brasileiras, reencenando memórias, gestos e territórios ancestrais. propondo novas formas de escuta e percepção visual.

SERVIÇO
Exposição “Nada Sobre Nós, Sem Nós!” no Festival Mês da Fotografia
De 5 de agosto a 7 de setembro de 2025
Galeria 2 – Térreo do Museu Nacional da República, Brasília – DF
Visitação: Terça a Domingo, das 9h às 17h
Entrada gratuita
Festival Mês da Fotografia 2025
http://www.festivalmesdafotografia.com.br | Instagram: @festivalmesdafotografia
Projeto Vivências Inclusivas: http://www.vivenciasinclusivas.com.br | Instagram: @jujuinfluencerpcd

Arraiá de Planaltina encerra Festival Arraiá BSB com dois dias de festa gratuita

Foto divulgação

Evento acontece no Complexo Cultural nos dias 25 e 26 de julho com shows ao vivo, comidas típicas e programação para toda a família

A última parada do Festival Arraiá BSB acontece em grande estilo na cidade de Planaltina, nos dias 25 e 26 de julho, no Complexo Cultural da cidade. O evento, que tem entrada gratuita e classificação livre, celebra as tradições juninas com dois dias de programação musical, comidas típicas, brinquedoteca e um ambiente acolhedor para todas as idades.

Na sexta-feira (25), a festa começa às 18h com o DJ Rene Ricochete, seguido pelos shows de Lucas Rodrigues, Amanda Amaral, Marcos & Ernane e Daniel Beira Rio, com uma seleção musical que vai do forró ao sertanejo.

No sábado (26), o DJ Rene Ricochete retorna ao palco e a noite conta com as apresentações de Leandro Kato, Allison & Ariel, Robson Ferraz e Arlon Victor, encerrando o festival com muita animação.

Além dos shows, o público poderá aproveitar a praça de alimentação com comidas típicas e um espaço kids gratuito, com estrutura voltada à segurança, acessibilidade e bem-estar de todas as famílias.

O Festival Arraiá BSB é uma realização do Instituto Bem Viver, com apoio institucional da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, e teve edições também em Santa Maria e no Gama.

SERVIÇO – Arraiá de Planaltina | Festival Arraiá BSB

Local: Complexo Cultural de Planaltina – DF
Datas: 25 e 26 de julho (sexta e sábado)
Horário: Das 18h às 00h
Entrada: Gratuita
Classificação: Livre
Instagram: @festivalarraiabsb