Brasília tem de melhor na Cultura, Entretenimentos, Arquitetura, Design e Decoração, Feiras, Cursos, Workshops, Seminários, Gastronomia, Vinhos, Cafés, Moda, Beleza…
André Araújo é um dos intérpretes que protagoniza FIM Foto: Diego Bresani/Divulgação
Após sucesso no CCBB Brasília, dança-teatro segue provocando reflexões sobre o esgotamento do planeta
Depois de atrair grande público e repercussão positiva no CCBB Brasília, o espetáculo FIM inicia uma nova circulação pelo Distrito Federal. A montagem de dança-teatro, dirigida por Juana Rondon, chega agora ao IFB Gama nos dias 26, às 10h30, e 27 de novembro, às 15h30 e 19h30. Todas as sessões são abertas ao público, com entrada franca e seguidas de um bate-papo com a equipe.E depois segue para o Centro de Ensino Médio Taguatinga Norte (3 e 4 de dezembro), em sessões fechadas para os estudantes. No palco, mantém a proposta de instigar o público a refletir sobre o colapso do planeta, do corpo e das relações humanas.
Inspirado no livro Ideias para Adiar o Fim do Mundo, de Ailton Krenak, FIM combina dança, teatro físico e dramaturgia do movimento para abordar a repetição exaustiva do cotidiano, o acúmulo de lixo, a ansiedade que oprime e o isolamento que distancia. A cada sessão, o espetáculo se transforma: o desfecho muda, criando finais alternativos que expandem a experiência e convidam o público a revisitar suas próprias percepções sobre começo, meio e fim.
“Ao falar sobre fim ou diversos fins de ciclos que temos na vida, não existe uma conclusão ou ponto final. O espetáculo apresenta recortes do mundo, de situações cotidianas. Dessa forma, temos quatro cenas que compõem o trabalho. E após propor uma reflexão sobre a trajetória de cada intérprete, construímos três solos que apresentam seu contexto, sua visão de mundo. Assim, cada apresentação tem um final diferente que leva o público a novos questionamentos”, afirma Juana Rondon.
Além das apresentações, O IFB será palco também de duas oficinas gratuitas. Na quarta-feira (26/11), a partir das 13h30, a oficina Jazz Dance e House Dance – as intersecções culturais e sociais será ministrada por Bárbara Campos e Romulo Santos. Já na quinta-feira (04/12), partir das 17h, é a vez da oficina Introdução à Cultura Ballroom, conduzida por Overall Princess CielOnijá. Ela apresentará fundamentos dessa expressão performática e política. A inscrição para ambas pode ser feira por meio do formulário.
NÚCLEO DE PESQUISA DA CENA – KOH: ARTE, CORPO E TEMPO
O espetáculo FIM é fruto de uma pesquisa desenvolvida pelo Núcleo de Pesquisa da Cena – KOH, fundado em 2017. O grupo atua na intersecção entre dança, teatro e tecnologia, explorando as relações entre corpo, sociedade e temporalidade. Ao longo dos anos, o KOH consolidou-se como um espaço de criação e investigação artística voltado a provocar experiências sensoriais e reflexivas sobre o mundo contemporâneo.
Em FIM, a pesquisa estética e filosófica do núcleo se manifesta em cada gesto: o figurino combina elementos naturais e resíduos têxteis em um exercício de upcycling, e a trilha sonora reúne artistas de diferentes linguagens, para mostrar ambientes e recortes diversos do mundo. Com destaque para a parceria com a artista indígena Raíssa Matos, que engrandeceu nossa primeira cena com seu som.
FICHA TÉCNICA
Idealização: Bárbara Campos e Juana Rondon
Direção e Dramaturgia: Juana Rondon
Elenco: André Araújo, Bárbara Campos, Laura Rondon, Mylena Edna, Romulo Santos
Coordenação de Produção: Kalebe Lizan
Assistente de Produção: Ciellen Selene
Figurino: Letícia Peregrino
Cenografia: Juana Rondon
Iluminação: Tauana Barros
Operador de Som: Vinícius Rocha
Trilha sonora: Raíssa Matos (Cena 1), Quizzik (Cena 2), Vinícius Rocha (Cena 3) e Paulo Lessa (Cena 4 – solo Bárbara Campos)
Fotografia: Diego Bressani
Design Gráfico: Carol Senna
Coordenação Administrativa: Daniel Rondon
Oficineiras: Bárbara Campos, Ciellen Selene, Juana Rondon e Romulo Santos
Com os equipamentos, será possível acompanhar os números recordes do setor em tempo real, com projeção de IA. Na ocasião, a Embratur também lançará uma premiação para ações de promoção turística
Nesta segunda-feira (24.11), o Brasil atingirá a marca histórica de 8 milhões de visitantes internacionais. Para comemorar o resultado, a Embratur realiza um evento no Museu de Arte do Rio (MAR), na capital fluminense, a partir das 11h, momento em que será iniciada a contagem, em tempo real, com projeção de IA, dos turistas que visitarão o país até o dia 31 de dezembro.
A contagem virá por meio de turistrômetros instalados na Praia de Copacabana e na Esplanada dos Ministérios.
O ministro do Turismo, Celso Sabino, acompanhará o evento em Brasília (DF), em frente à Biblioteca Nacional, onde está instalado um dos equipamentos. Sabino comentará os bons resultados positivos do turismo brasileiro e a expectativa de chegadas de turistas internacionais ao país até o final do ano.
No mesmo dia, a Embratur também lançará o Prêmio Embratur Visit Brasil, uma iniciativa inédita que vai premiar as instituições e personalidades que contribuíram para fortalecer a imagem do país no cenário internacional, estimulando a vinda de turistas estrangeiros.
SERVIÇO
Ministro do Turismo, Celso Sabino, atenderá a imprensa para comentar os novos números do turistrômetro
Programação gratuita acontece de 27 a 30 de novembro, no CCBB Brasília. A Mostra, promovida pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, propõe debates sobre meio ambiente e direitos humanos a partir, sobretudo, dos olhares de povos originários e comunidades tradicionais.
A 15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos (MCDH) chega a Brasília entre os dias 27 e 30 de novembro, com programação gratuita no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). Com o tema “Direitos humanos e emergência climática: rumo a um futuro sustentável”, o evento apresenta filmes e debates que abordam a crise ambiental, a justiça climática e os modos de vida sustentáveis de povos indígenas, quilombolas e ribeirinhos, grupos que resistem há séculos à exploração predatória do planeta. A programação, gratuita e aberta ao público, dialoga com o tema da COP 30, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, realizada em Belém, no Pará.
Realizada pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), a mostra é uma das principais e mais longevas ações da pasta voltadas à educação e cultura em direitos humanos, reconhecendo o audiovisual como ferramenta de transformação social. A edição 2025 tem parceria com a Universidade Federal do Ceará (UFC), por meio do Curso de Cinema e Audiovisual, sob a coordenação geral de Samantha Capdeville, produtora audiovisual e professora do curso. Em Brasília, a realização da Mostra tem parceria com a Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília e o apoio do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).
A cineasta Sueli Maxakali, liderança do povo Tikmũ’ũn e referência no cinema indígena brasileiro, é a homenageada da 15ª edição. Seu longa mais recente, “Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá” (2025), será exibido na sessão de abertura da Mostra em todas as capitais participantes. O documentário, codirigido com Isael Maxakali, Roberto Romero e Luisa Lanna e premiado em festivais como o Festival de Brasília, o CachoeiraDoc e a Mostra Ecofalante, retrata a busca da diretora por seu pai, separado da família durante a ditadura militar. Confira o teaser AQUI.
FILMES E TEMÁTICAS
Com curadoria de Beatriz Furtado, realizadora audiovisual e professora do Instituto de Cultura e Arte da Universidade Federal do Ceará (UFC), e de Janaina de Paula, jornalista, realizadora e pesquisadora em audiovisual, a programação em Brasília reúne produções que refletem a pluralidade cultural e ambiental do país. São obras dirigidas em sua maioria por cineastas indígenas, quilombolas, ribeirinhos e realizadores de diversas regiões do Brasil, que abordam temas como território, ancestralidade, memória, meio ambiente e resistência.
Além de “Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá”, entre as produções estão “Ainda Há Moradores Aqui”, de Tiago Rodrigues, sobre o desastre urbano causado pela Braskem em Maceió; “Pau D’Arco”, de Ana Aranha, que acompanha a luta de trabalhadores rurais no Pará; “SUKANDE KASÁKÁ | Terra Doente”, de Kamikia Kisedje e Fred Rahal, que denuncia os impactos dos agrotóxicos em terras indígenas no Mato Grosso; e “Faísca”, de Barbara Matias Kariri, sobre mulheres que se mobilizam para o retorno das onças a seu território.
Com quatro sessões principais, a Mostra propõe um olhar sobre diferentes dimensões da relação entre a humanidade e a natureza. A sessão infantilapresenta o longa “Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa”, de Fernando Fraiha, além de curtas e médias-metragens que exploram o imaginário infantil e a diversidade regional brasileira. Asessão Terra/Nêgo Bispo ressalta o pensamento quilombola e a força dos territórios comunitários. A sessão Água/Antônia Melo faz referência à fundadora do Movimento Xingu Vivo Para Sempre, em Altamira (PA), reunindo filmes atravessados pela questão hídrica. A sessão Floresta/Raoni homenageia o líder caiapó, internacionalmente reconhecido por sua luta em defesa dos povos indígenas e da Amazônia, tema central dos quatro filmes exibidos.
Todos os títulos contam com Libras e Legendagem para Surdos e Ensurdecidos (LSE), garantindo acessibilidade e inclusão. Após as sessões, haverá debates sobre os filmes que contarão com acessibilidade em Libras.
OFICINA
Como parte da programação, a Mostra Cinema e Direitos Humanos realizou, nas semanas que antecedem as exibições, uma oficina com o tema “Imagens do comum: cinema, educação e direitos humanos”. A atividade foi voltada para educadores, agentes culturais e comunicadores populares. Em Brasília, a oficina foi conduzida pelo realizador audiovisual e educador Pedro B. Garcia, na Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB), entre os dias 3 e 5 de novembro.
A oficina tinha como objetivo promover a sensibilização e reflexão crítica sobre a cultura dos direitos humanos por meio da linguagem cinematográfica. A atividade combinava exibição de filmes, exercícios de criação audiovisual e rodas de conversa sobre as imagens produzidas, debatendo como o respeito à dignidade humana também está relacionado às formas de representar diferentes sujeitos e territórios.
Ao longo de encontros que totalizaram nove horas/aula, os participantes foram convidados a se apropriar do cinema como instrumento de afirmação cultural e preservação de saberes e fazeres tradicionais, explorando a relação sensível entre imagem, memória e território. A ação integrou o eixo formativo da Mostra e visava estimular a replicação dessas práticas em espaços educativos e comunitários do Distrito Federal.
HISTÓRICO DA MOSTRA
A Mostra Cinema e Direitos Humanos é uma estratégia do Governo Federal para a consolidação da educação e da cultura em Direitos Humanos, entendendo o audiovisual nacional como forte aliado na construção de uma nova mentalidade coletiva para o exercício da solidariedade e do respeito às diferenças.
Criada em 2006, com a finalidade de celebrar o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, a mostra amplia e diversifica os espaços de informações e debates sobre direitos humanos, por meio da linguagem cinematográfica, tornando-se instrumento valioso de diálogo e transformação para públicos com pouco ou nenhum conhecimento sobre direitos humanos.
PROGRAMAÇÃO
>> Dia 1 – 27/11, quinta-feira
– 18h – Sessão de abertura
Classificação indicativa: 12 anos
Coffee break
Solenidade
Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá (2024, 90′) – MG/MS
Direção: Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero e Luisa Lanna
>> Dia 2 – 28/11, sexta-feira
– 14h – Sessão infantil 1
Classificação indicativa: Livre
Amazônia sem Garimpo (2022, 6’34”) – RJ
Direção: Tiago Carvalho e Julia Bernstein
No início do Mundo (2025, 7’46”) – CE
Direção: Camilla Osório
Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa (2025, 90′) – SP
Direção: Fernando Fraiha
– 18h30 – Sessão Nego Bispo (Terra) + debate
Classificação indicativa: 12 anos
Eu sou Raiz (2022, 7′) – PE
Direção: Cíntia Lima e Lílian de Alcântara
Ainda Há Moradores Aqui (2025, 42’50”) – AL
Direção: Tiago Rodrigues
Pau D’Arco (2025, 89′) – PA
Direção: Ana Aranha
>> Dia 3 – 29/11, sábado
– 14h – Sessão infantil 2 + debate
Classificação indicativa: Livre
Ga vī: a voz do barro (2021, 10’40”) – PR
Direção: Ana Letícia Meira Schweig, Angélica Domingos, Cleber kronun de Almeida, Eduardo Santos Schaan, Geórgia de Macedo Garcia, Gilda Wankyly Kuita, Iracema Gãh Té Nascimento, Kassiane Schwingel, Marcus A. S. Wittmann, Nyg Kuita, Vini Albernaz
Òsányìn: O segredo das folhas (2021, 22′) – AL/BA/RJ
Direção: Pâmela Peregrino
Do Colo da Terra (2025, 75′) – MG/MS/AM
Direção: Renata Meirelles e David Vêluz
– 18h30 – Sessão Antônia Melo (Águas) + debate
Classificação indicativa: 10 anos
Kutala (2025, 5′) – MG
Direção: Fabio Martins e Quilombo Manzo
Rio de Mulheres (2009, 21′) – MG
Direção: Cristina Maure e Joana Oliveira
Cerrado, Coração das Águas: Conexão Caatinga (2025, 16’46”) – GO/TO/DF/MT
Direção: Fellipe Abreu e Luis Felipe Silva
As Lavadeiras do Rio Acaraú transformam a embarcação em nave de condução (2021, 12′) – CE
Direção: Kulumym-Açu
Volta Grande (2020, 27′) – PA
Direção: Fábio Nascimento
Rua do Pescador, Nº 6 (2025, 72′) – RS
Direção: Bárbara Paz
>> Dia 4 – 30/11, domingo
– 15h – Sessão Raoni (Floresta) + debate
Classificação indicativa: 14 anos
SUKANDE KASÁKÁ | Terra Doente (2025, 30′) – MT
Direção: Kamikia Kisedje, Fred Rahal
Faísca (2025, 12′) – CE
Direção: Barbara Matias Kariri
Grão (2020, 16′) – MG
Direção: Adriana Miranda
Curupira e a Máquina do Destino (2021, 25′) – AM
Direção: Janaína Wagner
– 19h – Sessão de encerramento
Classificação indicativa: 12 anos
Sede de Rio (2024, 72′) – BA
Direção: Marcelo Abreu Góis
SERVIÇO
15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos em Brasília
Quando: De 27 a 30 de novembro de 2025
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB Brasília) – Asa Sul – Trecho 2 – Asa Sul, Brasília (DF)
Gratuito
Classificação indicativa: confira a programação
Realização: Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) e Curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Ceará (UFC)
O aroma do churrasco no fogo forte ganhou um novo endereço em Taguatinga. Em comemoração aos seus 25 anos, o TGS acaba de inaugurar o Mania de Churrasco, restaurante consagrado por seus cortes nobres, preparados na hora, temperados apenas com sal grosso e preparados em fogo forte — uma verdadeira experiência gastronômica. A nova unidade, com 422,48 m², reforça o polo gastronômico do empreendimento e traz uma ampla brinquedoteca para garantir diversão também aos pequenos.
Com uma trajetória de mais de duas décadas e mais de 100 unidades no país, a marca chega ao TGS trazendo sua essência: a proposta de levar a experiência de consumo de grandes churrascarias para dentro dos shoppings.
O menu destaca pratos como o clássico Hambúrguer 100% Angus (blends de cortes nobres de carne 100% bovina Angus 150g, servido no prato com acompanhamentos a escolha do cliente), Sobrecoxa desossada (sobrecoxa de frango desossada e sem pele), Picanha Nobre (150g in natura de picanha macia e suculenta), e Burgers (com nove opções: Clássico, Cheese Salad, Cheese Burger, Cheese Bacon, Cheese Egg, Angus Crispy, Green Burger, Barbecue e Smoked Onion – todos com versão vegetariana) e o mais novo lançamento Ribeye (conhecido como filé de costela, o corte de 150g in natura se destaca pela maciez, suculência e alto nível de sabor).
Para Giovanni Romano, franqueado da nova unidade, a chegada ao TGS era um desejo antigo. “Há bastante tempo buscávamos um lugar em Taguatinga e, claro, esse lugar tinha que ser o TGS – pelo sucesso, pelo posicionamento e pela força da sua área de alimentação. Essa inauguração é um presente para o shopping e para a cidade”, afirma.
O superintendente do shopping, Marcos Atayde, destaca que a inauguração celebra um ciclo de expansão importante para o empreendimento. “O Mania de Churrasco soma-se às grandes marcas que estão fortalecendo o nosso polo gastronômico. Em um ano tão especial, em que celebramos 25 anos, seguimos investindo em experiências que unem sabor, convivência e o estilo de vida do nosso público.”
Segundo o diretor de shoppings do Grupo Paulo Octávio, Geraldo Mello, a chegada do restaurante consolida ainda mais o TGS como referência em gastronomia. “O TGS vem se firmando de forma muito incisiva na área de gastronomia. Tivemos a chegada do Coco Bambu e do Outback — ambos em 2022 —, além da Bacio di Latte, que acaba de reinaugurar com novo espaço. Agora, com o Mania de Churrasco, o público ganha uma experiência ainda mais completa e saborosa.”
Uma jornada musical pela MPB, samba, forró, maracatu e outros ritmos brasileiros, “Oriki” funde ancestralidade e contemporaneidade em um espetáculo que celebra a vida e provoca reflexão
A cantora, compositora e multi-instrumentista baiana Ana Carinhanha, uma voz da nova MPB com sotaque de jazz e alma de sertão, apresenta seu primeiro trabalho autoral, o álbum “Oriki”, em um show de lançamento na capital federal. A apresentação acontece no dia 23 de novembro (domingo), no Espaço Infinu (CRS 506 Bloco A), às 20h. A entrada é gratuita para os 70 primeiros espectadores, e a classificação indicativa é livre.
“Oriki” é uma imersão em um universo sonoro que une a delicadeza de uma formação clássica com a força da música popular brasileira, especialmente a nordestina. Mais que um concerto, o espetáculo é uma proposta artística de alto nível que convida o público a uma escuta que é, ao mesmo tempo, celebração e reflexão. A artista se apresentará com a formação completa de banda, “A Experiência Oriki”, prometendo uma performance energética e de alto impacto, onde a sonoridade completa do álbum ganha vida no palco.
O título do álbum, de origem iorubá, significa versos ou orações que exaltam pessoas, feitos e divindades. Esse conceito atravessa a obra da artista, que conduz suas músicas como quem celebra sua história. “Minha música nasce desse encontro entre minhas raízes e minhas vivências, misturando memórias do sertão com a pluralidade das cidades em que vivi. É ao mesmo tempo um ato de resistência e de celebração”, comenta Ana.
O repertório passeia por uma fusão de ritmos como samba, forró, maracatu, reggae e rock, sempre com a sofisticação do jazz. Como destaque, a faixa de trabalho “Fogo no Céu” apresenta a faceta mais íntima e passional do projeto. A canção é um convite a um universo poético onde o desejo se manifesta de forma avassaladora, construído sobre uma melodia suave que mescla a bossa popular brasileira com a delicadeza do jazz. A canção evoca uma cadência que remete sutilmente a ritmos nordestinos, conferindo um balanço contido e muito particular à faixa.
Sobre o trabalho, a artista acrescenta: “A proposta de ‘Oriki’ é ser um espelho da nossa complexidade. É celebrar nossas alegrias, mas também questionar as estruturas que nos cercam. Cada canção é uma oração, uma saudação às nossas lutas e amores, transformando sentimentos e inquietações em música.”
Natural de Caetité, no sertão da Bahia, Ana Carinhanha é uma artista interdisciplinar cuja trajetória é construída sobre pilares sólidos no ativismo e uma profunda conexão com as raízes culturais brasileiras. Ela considera a música sua “linguagem primeira”, o fio condutor que costura suas múltiplas facetas. Para além da música, Ana Carinhanha é bacharel em Artes pela UFBA, doutora em Direito pela UFRJ e mestre em Criminologia pela Universidade de Louvain.
Serviço:
Show de lançamento do álbum “Oriki” – Ana Carinhanha
Data: 23 de novembro de 2025 (domingo)
Horário: 20h
Local: Espaço Infinu (CRS 506, Bloco A – Asa Sul)
Classificação indicativa: livre
Entrada: gratuita para os 70 primeiros espectadores
Evento com oficinas, roda de conversa e pocket show celebra mais de 1.700 alunos contemplados e estimula o protagonismo juvenil por meio da arte e da música
O Projeto Capital Beats se prepara para encerrar com sucesso sua edição de 2025, celebrando a marca de mais de 1.700 alunos contemplados em escolas públicas do Distrito Federal. O evento de encerramento acontece nos dias 24 e 25 de novembro, no CEF Miguel Arcanjo de São Sebastião, e promete um encontro inspirador entre artistas e estudantes do ensino fundamental, reforçando o papel transformador da arte e da música na juventude.
A programação do dia 24 de novembro, das 7h15 às 17h, contará com oficinas de Produção Musical e Desenho Realista, atividades que têm marcado a trajetória do projeto. No dia 25, o destaque é a Roda de Conversa onde os alunos terão a oportunidade de compartilhar as experiências e os aprendizados conquistados ao longo do projeto. O debate será enriquecido pela participação de diversos artistas:
A artista visual Évelin Mendes;
Os rappers Rei do Cirurgia Moral, BellaDona, Rafael Ribeiro (do grupo Face Oculta) e Bruno Ukaue;
Um pocket show especial com as MCs Estelar e Naju.
Todos os participantes receberão certificação gratuita, reconhecendo o envolvimento e a dedicação nas atividades.
Arte, Música e Protagonismo
O Capital Beats, iniciativa financiada pelo FAC – Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e produzida pela Bossy Entretenimentos, tem como missão ampliar o acesso à arte e à música nas escolas públicas do DF e estimular o protagonismo juvenil.
Pelo projeto, estudantes de escolas públicas participam, além das oficinas, da palestra “Música Contra a Violência nas Escolas”, que propõe uma reflexão fundamental sobre o respeito, a convivência e a importância da expressão artística como forma de transformação social.
Idealizado e apresentado pela produtora Esteffany Dii Paula, o projeto busca transformar a escola em um espaço de pertencimento, respeito e criatividade, demonstrando que a arte pode ser um poderoso instrumento de transformação social.
Desde seu início, em agosto de 2025, o Capital Beats já passou por instituições como o CEMAB e o CEM 05 de Taguatinga Norte; CEM 02 e CEF 02de Brazlândia, e o Centro Educacional Zumbi dos Palmares, em São Sebastião. O sucesso das ações tem despertado o interesse de novas escolas, que já manifestaram o desejo de receber o projeto em 2026.
Com o fim do ano se aproximando, o Haná (408 Sul) é uma ótima opção para celebrar bons momentos com a família, amigos e colegas de trabalho. A casa oferece rodízio completo, ambientes acolhedores e drinques especiais
O ano está quase acabando e, com ele, chega a tão esperada temporada de confraternizações — momento de celebrar conquistas, fortalecer laços e brindar às boas energias que vêm pela frente. Em Brasília, não faltam lugares para quem quer comer bem e aproveitar bons momentos, e o restaurante japonês Haná, localizado na 408 Sul, desponta como uma ótima opção para quem busca gastronomia de qualidade e um ambiente agradável.
Com ingredientes selecionados e uma proposta que une sabor e experiência, o Haná conta com três ambientes distintos — salão, jardim e mezanino —, perfeitos para acolher os mais diversos públicos. A casa trabalha com reserva antecipada, mesas para grupos grandes e oferece comanda individual, o que facilita a confraternização entre amigos, familiares ou colegas de trabalho.
A estrela da casa é o Rodízio Clássico, que pode ser saboreado à vontade. O menu é um verdadeiro festival gastronômico, com entradas frias e quentes, fritos e empanados, pratos quentes, sushis tradicionais, niguiris, sashimis, grelhados, sugestões do chef, temakis e sobremesas. Para o almoço, de segunda a quinta-feira, o rodízio sai por R$129,90, e nos demais dias, tanto no almoço quanto no jantar, por R$142,90 (crianças de 5 a 10 anos pagam R$71,45).
Para acompanhar, a casa oferece uma carta de drinques repleta de opções refrescantes, como Caipirinha (R$19,90); Caipiroska (R$24,90); Caipivodka (R$39,90); Cozumel (R$29,90); Cuba Livre (R$19,90); Orange Tanqueray (R$39,90); Japarinha – caipiroska de saquê nacional com frutas (R$29,90) –; Haná Mule (R$39,90); Dry Martini (R$24,90) e Martini Bianco (R$19,90), além de espumantes e vinhos rosés, brancos e tintos.
E para quem quiser começar a celebrar logo no começo da semana, fica outra dica: às segundas-feiras, tanto no almoço quanto no jantar, o Rodízio Clássico pode ser degustado à vontade com bebidas não alcoólicas incluídas, exceto energéticos e cervejas sem álcool, por R$155,90.
Com clima acolhedor, sabores marcantes e uma experiência completa, o Haná é o destino certo para transformar qualquer confraternização em um momento inesquecível.
Serviço Haná Restaurante Japonês
Endereço: SCLS 408 Bloco B Loja 35 – Asa Sul
Telefone: (61) 3244-9999
Horário de funcionamento: Almoço: Segunda a
sexta-feira das 12h às 15h/ Sábados e domingos das 12h às 16h
Jantar: De domingo a quinta-feira das 18h30 às 23h
Instagram: @hanajapones
*Os valores podem sofrer alterações, sem aviso prévio
Mais do que um relato inspirador, a obra do autor Carlos Magno apresenta um processo estruturado para quem deseja sair do automático, assumir responsabilidades e amadurecer na vida pessoal e profissional
Uma obra para ser vivida, não apenas lida.” Esse é o foco do primeiro livro do empresário e escritor Carlos Magno, que será lançado no dia 2 de dezembro de 2025, a partir das 19h, no Ceratto Restaurante – SIG Qd 1 (Antiga Manchete) – Brasília (DF).
Com o título ‘Caixa de Ferramenta da Maturidade’, a obra é uma proposta inovadora que, como o próprio nome diz, traz ferramentas para aquelas pessoas que querem alcançar o equilíbrio emocional, clareza de propósito e sucesso real — não apenas no campo profissional, mas também na vida pessoal e espiritual.
Com uma estrutura de 52 capítulos, um para cada semana do ano, o livro propõe uma jornada prática de transformação. Cada capítulo apresenta um tema essencial para o amadurecimento emocional, como musculatura emocional, escuta direcionada, mapeamento de ciclos internos, construção de sentido e análise das próprias narrativas. Ao final de cada leitura, o leitor é convidado a realizar um exercício prático e a acessar um vídeo explicativo por QR Code, que mostra como aplicar o conteúdo no cotidiano.
“Este é um livro que não é apenas um processo de leitura, daquelas que as pessoas acabam esquecendo dias depois. A proposta é que o leitor vivencie a cada capítulo a prática, baseada em método, constância e ações. A maturidade não acontece quando se entende algo, e sim quando se age a partir desse entendimento”, afirma Carlos Magno.
A inspiração por trás da obra
A inspiração do livro nasceu de uma experiência pessoal intensa. Há cerca de uma década, o autor começou a buscar respostas após o diagnóstico de TDAH do filho. Em vez de seguir o caminho da medicação, iniciou uma jornada de autoconhecimento e estudo sobre inteligência emocional, que acabou transformando não apenas sua relação familiar, mas toda a sua forma de enxergar a vida.
“Percebi que o problema não era apenas do meu filho, era meu também. Eu não tinha o conhecimento necessário para ajudá-lo. Isso me levou a estudar inteligência emocional e, desde então, nunca mais parei”, explica o autor.
A leitura, os cursos e o aprofundamento em temas como prosperidade, perdão e fechamento de ciclos deram origem ao método apresentado. Segundo Carlos Magno, o livro reúne tudo o que aprendeu em sua caminhada — um compilado de experiências, erros, quedas e reconstruções, transformado em ferramentas de crescimento pessoal.
Do caos à clareza
Carlos Magno não fala de teoria: fala de vivência. Sua trajetória é marcada por grandes sucessos empresariais e profundas perdas pessoais. De empresário próspero em tecnologia a alguém que viu seu império desmoronar, ele passou por falências, separações, crises existenciais e recomeços até compreender que a verdadeira prosperidade está em alinhar propósito e ação.
“A Caixa de Ferramentas da Maturidade está aqui. Não é perfeita, é suja e enferrujada, mas é real. Carrega tudo o que aprendi: observação, quedas, perdão e reconstrução. Quando estabilizamos as emoções, nosso potencial máximo é ativado”, resume.
Método semanal para uma mudança sustentável
A proposta do livro é clara: um tema por semana, um exercício por semana, durante um ano e uma transformação contínua. Em vez de buscar mudanças rápidas, as páginas ensinam que o amadurecimento exige tempo, paciência e consistência. É um processo de construção de raízes emocionais, espirituais e mentais que sustenta qualquer fase da vida.
Mais sobre o autor
Carlos Magno é empresário serial nas áreas de tecnologia e desenvolvimento humano. Atua há mais de 25 anos no ecossistema de segurança da informação, cibersegurança e soluções para governo, tendo liderado empresas como True Access, B2Br/Grupo TBA, Inove Brasil, Moringa Digital, Intelletto Soluções, Pronto10, Bridge Participações, Fullpar e GMX Tecnologia.
Paralelamente, fundou a CM Desenvolvimento Humano, escola voltada à educação emocional e à liderança prática. Nascido na Bahia, vive em Brasília desde os 4 anos de idade. Pai de dois filhos, é apaixonado por aprendizado e pelo processo contínuo de crescimento humano.
Serviço
Lançamento do livro:Caixa de Ferramentas da Maturidade Autor: Carlos Magno Data: 2 de dezembro de 2025 Local: Ceratto Restaurante – SIG Qd 1 (Antiga Manchete) – Brasília (DF) Horário: 19h Presença do autor: Carlos Magno estará presente para conversar com o público e autografar exemplares.
Ficha técnica
Título:Caixa de Ferramentas da Maturidade Autor: Carlos Magno Formato: 52 capítulos semanais com exercícios e QR Codes para vídeos curtos de implementação Gênero: Desenvolvimento pessoal / Espiritualidade aplicada Proposta: Método prático de amadurecimento emocional e construção de propósito
Registro de marca – Foto de Roman Pohorecki via Pexels
Especialista explica por que proteger apenas o logotipo ou o nome pode deixar o negócio vulnerável e ensina como garantir segurança jurídica e valorização da marca
Registrar uma marca vai muito além de escolher um nomebonito e criar um logotipo. Por trás de cada identidade visual está a necessidade de garantir proteção jurídica e exclusividade no uso. O problema é que muitas empresas acreditam que o registro do logotipo já protege o nome, e esse é um dos equívocos mais comuns entre empreendedores, segundo a advogada e especialista em propriedade intelectual Izabella Souto, da SR Marcas e Patentes. “A marca nominativa protege apenas o nome, enquanto a figurativa protege apenas o símbolo. São registros distintos, com finalidades diferentes, e ambos são essenciais para quem quer ter segurança sobre o próprio negócio”, explica.
Izabella pontua que o registro nominativo é o que confere ao empreendedor o direito de usar o nome da marca em qualquer estilo gráfico, fonte ou cor, sem depender do logotipo. Já o registro figurativo protege o desenho, símbolo ou elemento visual (aquele que faz a marca ser reconhecida de imediato). “Quando uma empresa registra apenas o logotipo, por exemplo, ela continua desprotegida quanto ao nome. Isso significa que outra pessoa pode registrar o mesmo nome em outra tipografia e ter prioridade sobre ele. O ideal é que ambos sejam registrados, garantindo proteção completa, ou seja, blindar a marca”, detalha.
A especialista lembra que, em casos de disputa judicial, o registro nominativo costuma ter mais força de impedimento. Por isso, ela recomenda uma estratégia de proteção que inclua tanto a forma nominativa quanto a figurativa — e, se possível, também a marca mista, que une nome e símbolo em um único registro. “Esse cuidado evita dores de cabeça e até prejuízos financeiros. É comum vermos empreendedores que investiram em identidade visual, site e redes sociais e depois precisaram trocar tudo porque outra marca já tinha o registro do nome. É como ter que recomeçar o negócio do zero”, alerta Izabella Souto.
Para ela, o registro não é apenas uma formalidade burocrática, mas uma ferramenta de valorização do negócio. “O processo no INPI é acessível, especialmente para pequenos empreendedores, que têm desconto de 50% nas taxas e prioridade de análise em alguns casos. Mais do que uma questão legal, o registro é um investimento em segurança, credibilidade e futuro. Uma marca protegida é um ativo e pode valer tanto quanto o produto que ela representa”, conclui.
Dicas da especialista: passo a passo para proteger sua marca de forma completa.
1. Registre o nome e o símbolo separadamente.
O logotipo não protege o nome, e o nome não protege o logotipo. Faça ambos os registros: nominativo (nome) e figurativo (símbolo), para ter cobertura total.
2. Verifique se o nome é realmente exclusivo.
Antes de investir em identidade visual, faça uma pesquisa de anterioridade no INPI para garantir que a marca está disponível e tem potencial de aprovação.
3. Aposte na marca mista se estiver em dúvida.
Combinar nome e símbolo em um único registro pode aumentar as chances de deferimento quando há risco de conflito com outras marcas.
4. Pense na expansão do seu negócio.
Mesmo que sua empresa seja pequena hoje, registre a marca considerando possíveis novos produtos ou serviços. Isso evita ter que refazer o processo no futuro.
5. Aproveite os incentivos do INPI.
Microempreendedores e pequenos empresários têm até 50% de desconto nas taxas de registro. Startups ainda contam com prioridade de análise, acelerando o processo.
6. Consulte um especialista.
Uma consultoria preventiva de marca ajuda a identificar riscos e definir a melhor estratégia para proteger sua identidade visual e jurídica desde o início.
Sobre a SR Marcas e Patentes — Com mais de 30 anos de atuação, a SR Marcas e Patentes é referência em consultoria e assessoria no registro de marcas, patentes, direitos autorais, desenhos industriais e softwares junto aos órgãos oficiais. A empresa auxilia empreendedores e criadores a transformar suas ideias em ativos protegidos e valorizados
Lançamento celebra a intensidade do encontro em duas versões olfativas que inauguram o novo design de embalagens da marca Coffee
O Boticário anuncia novidade para Coffee, submarca consolidada de perfumaria de casal. As novas fragrâncias Coffee Uniquetrazem uma combinação inusitada e sofisticada que une o calor do café arábica à cremosidade do caramelo salgado, destacando a sensualidade e a individualidade. Além de novos olfativos, a marca de perfumaria preferida dos brasileiros* apresenta também embalagens repaginadas para Coffee, que traduzem modernidade em um design elegante e atemporal – um verdadeiro convite a experimentar encontros intensos.
A chegada de Unique se desdobra em duas versões que esbanjam autenticidade. Coffee Man Unique é um fougère oriental que abre com notas vibrantes de bergamota, limão e pimenta-rosa; em seu corpo, destacam-se café e lavanda, enquanto o fundo reúne tâmara, suede, baunilha, caramelo salgado, cedro e âmbar. Já Coffee Woman Unique é um floriental gourmand, que combina a leveza do limão, laranja, maçã vermelha e pimenta-rosa nas notas de saída; em seguida, revela um corpo com acorde de café, gerânio e bouquet de flores brancas; e no fundo, âmbar, cedro, cistus, caramelo salgado, fava tonka e patchouli. O frescor instigante da lavanda em Man e a delicadeza das flores brancas em Woman celebram a individualidade e a intensidade de encontros únicos.
Para Paulo Roseiro,diretor-executivo de perfumaria, desodorantes e presentes do Grupo Boticário, a novidade evidencia a assinatura marcante da submarca, presente em todo o portfólio. “Com um método de extração proprietário que carrega a assinatura olfativa de Coffee, a partir da infusão do grão de café arábica. Unique é uma nova interpretação da união surpreendente de ingredientes. Com notas intensas que provocam os sentidos, materializamos fragrâncias que trazem calor, magnetismo e uma sensualidade sofisticada ao olfato. São fragrâncias que ressignificam o encontro, destacando a individualidade dos consumidores”, explica o executivo.
As fragrâncias Coffee Unique estão disponíveis nos canais de venda oficiais da marca com desconto aplicado de 20%, até o dia 30 de novembro.
As vendas acontecem em todas as lojas físicas do país, no e-commerce da marca, além do app do Boticário, para as versões Android e iOS e via revendedores pelo Encontre Boticário. Também é possível fazer pedidos pelo WhatsApp por meio do número 0800 744 0010 – contato oficial e seguro – diretamente na plataforma do dispositivo. Basta o cliente contatar a marca por esse número para verificar a disponibilidade na região dele. Há ainda a opção de contatar um revendedor da marca pelo link.
*Fonte: Kantar, Worldpanel Division, PanelVoice, campo realizado durante o mês de dezembro de 2024. Total no Brasil: 3.470 lares. P3 – Como você se sente em relação às marcas de Perfumes e Fragrâncias* abaixo: *Colônias, Body Splashes, EDP (Eau de Parfum) e EDT (Eau de Toilette).
Coffee Man Unique Fougère Oriental Desodorante Colônia é uma escolha versátil, ideal para quem sabe viver a própria individualidade, mesmo quando está acompanhado. Uma fragrância sensual de café com caramelo, extraordinária e única, que alia o frescor provocativo ao contraste aromático da lavanda. Entrega perfumação com personalidade e um toque de refinamento, mantendo uma assinatura agradável em todos os momentos
Uma fragrância extraordinária e única, que alia dulçor e cremosidade, com a delicadeza das Flores Brancas. O desodorante colônia feminino é a escolha versátil para o dia a dia, que une uma concentração equilibrada de fragrância similar ao eau de toilette com ingredientes de alta qualidade. Entrega perfumação com personalidade e um toque de refinamento, mantendo uma assinatura agradável em todos os momentos.
Sobre O Boticário O Boticário é uma empresa brasileira de cosméticos e marca primogênita do Grupo Boticário. A marca de beleza mais amada e preferida dos brasileiros* foi inaugurada em 1977, em Curitiba (Paraná), e tem a maior rede franqueada** de Beleza e Bem-estar do Brasil com pontos de venda em 1.650 cidades brasileiras e com presença em 15 países. O Boticário conta com um amplo portfólio composto por itens de perfumaria, maquiagem e cuidados pessoais e está presente nos canais de loja, venda direta e e-commerce. Comprometida com as pessoas e o planeta, a marca possui o maior programa de logística reversa em pontos de coleta do Brasil, o Boti Recicla, além de fazer parte do movimento Diversa Beleza – um compromisso com a beleza livre de estereótipos – e não realizar testes em animais. *Kantar, Worldpanel Division, LinkQ On-line, campo realizado durante o mês de dezembro de 2023. Total no Brasil: 9.079 lares. Marcas de Beleza são produtos, como perfumaria, cuidados com a pele e maquiagem; ** Associação Brasileira de Franchising (ABF). Ranking das 50 maiores redes de franquias do Brasil por número de unidades de 2022.
Atividades formativas, feira, oficinas e, claro, muitos shows lotaram os espaços do festival nesta sexta-feira (21)
No segundo dia do Festival Consciência Negra 2025, cerca de 30 mil pessoas lotaram a área externa do Museu Nacional da Reública, consolidando o evento como um dos maiores encontros de cultura afro-brasileira da capital. Realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) em parceria com o Instituto Janelas da Arte e apoio da Sejus-DF, o festival manteve o ritmo intenso de atividades gratuitas, reunindo formações, apresentações musicais, cortejos e vivências para todas as idades.
Para o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, a força da cultura negra move o festival e transforma o Distrito Federal. “Cada oficina, cada apresentação, cada debate que acontece aqui reafirma um compromisso que é coletivo: construir um território onde a população negra seja respeitada, representada e celebrada todos os dias. O que vemos neste festival é a potência viva de um povo que faz da arte uma ferramenta de liberdade. É por isso que seguimos investindo, trabalhando e ampliando políticas públicas que garantam espaços de criação, memória e futuro para todas e todos”, enfatizou Abrantes.
Durante a tarde, o público circulou pelas oficinas, feira e espaços temáticos do festival, garantindo forte participação em todas as áreas. A oficina de Tambores de Papel, no Espaço Kids, movimentou famílias inteiras, criando um ambiente de experimentação sonora que divertiu e aproximou diferentes gerações.
Já na Tenda Muntu, o painel “Estética Negra – Para Além do Look” foi um dos pontos altos do dia. Especialistas e ativistas discutiram ancestralidade, corpo político e os desafios contemporâneos da representatividade negra. A fala de Ruth Venceremos encerrou o encontro de forma emocionante, convocando o público a uma ação coletiva para que os sonhos da população negra sigam vivos e possíveis — momento que arrancou aplausos longos e emocionados.
Antes do início da programação no Palco Brasilidades, o Cortejo do Grupo Cultural Obará tomou conta da área externa e se transformou em uma das cenas mais marcantes da noite. Com apresentação de capoeira, cânticos, muita percussão e um axé contagiante, o cortejo reuniu um grande público, incluindo dezenas de crianças visivelmente hipnotizadas pelo ritmo e pela energia do grupo. A força simbólica da passagem abriu o caminho para as apresentações musicais e reforçou a conexão entre tradição, comunidade e celebração.
No Palco Brasilidades, dedicado a destacar artistas negros do DF, a dupla Margaridasinaugurou as apresentações com um funk autêntico e cheio de personalidade, revelando a potência das novas gerações da cena local. Em seguida, com a queda da temperatura típica do cerrado, Martinha do Coco aqueceu o público com sua presença carismática e sua musicalidade tradicional. O rapper GOGencerrou a programação com a força de sua trajetória e ainda surpreendeu ao apresentar o jovem Miguel Ângelo, de apenas 10 anos, que demonstrou desenvoltura impressionante no rap e conquistou a plateia com naturalidade e segurança de palco.
Na Arena Lydia Garcia, Israel Paixão e Os Pacificadores animaram o início da noite, preparando o terreno para uma sequência de shows marcados pela energia e pela celebração da negritude. O cantor Uel trouxe carisma, humor e pagode contemporâneo, formando um elo direto com o público. Logo depois, a Timbalada transformou a arena em um verdadeiro carnaval baiano, com pinturas corporais, coreografias coletivas e a batida inconfundível dos tambores. Já entrada a madrugada, o clima esfriou, mas o público permaneceu firme para receber Mumuzinho, que entregou um show repleto de sucessos do samba carioca, encerrando a noite com leveza, emoção e muita música.
A feira criativa e a praça de alimentação mantiveram fluxo intenso durante todo o dia, reunindo empreendedores, artesãos e chefs que fortalecem a economia criativa e a gastronomia de matriz africana no DF.
Último dia do festival – Neste sábado (22), o evento encerra sua programação celebrando a diversidade cultural. A exposição “Retratos” abre das 10h às 22h. No Espaço Kids, haverá a contação “Os Griôs do Amanhã” e uma oficina de instrumentos de percussão. A área gastronômica segue a partir das 12h com o Sabores do Quilombo, e a Feira Afro Carius acontece das 14h às 22h. Na Tenda Muntu, o público acompanha a roda “Ofó Mulher – O poder da palavra feminina”, o painel “História da Consciência Negra e Desafios Contemporâneos” e o Desfile Amarrações, com o estilista Victor Soulivier. Na Arena Dona Lydia, apresentam-se Carol Nogueira, Dhi Ribeiro, Benzadeus, Carlinhos Brown e Psirico. No Palco Brasilidades, sobem Pratanes, Trem das Cores e Thiago Kallazans.Toda a programação detalhada está
Toda a programação detalhada está no @consciencianegradf
Programação movimentou todas as áreas do evento com shows, debates, oficinas, feira e atividades para toda a família
O primeiro dia do Festival da Consciência Negra do Distrito Federal reuniu cerca de 50 mil pessoas na área externa do Museu Nacional, confirmando a força do evento como um dos mais importantes encontros de celebração, formação e afirmação da identidade negra na capital.
Realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) em parceria com o Instituto Janelas da Arte, e com apoio da Sejus-DF, o evento abriu seus três dias de programação com apresentações musicais, cortejos culturais e performances que ocuparam dois palcos.
Para o titular da Secec-DF, Claudio Abrantes, o evento reafirma o papel do Estado na promoção da igualdade racial: “O Consciência Negra 2025 é mais do que um festival, é um movimento de valorização, memória e reconhecimento. Celebramos a potência da cultura afro-brasileira e fortalecemos, juntos, o compromisso de combater o racismo todos os dias”, afirmou Abrantes.
Logo nas primeiras horas, o público tomou conta dos diferentes espaços e mostrou que a programação diversa e gratuita atraiu pessoas de todas as idades. Um dos destaques foi a roda de capoeira do Mestre Cobra, que surpreendeu pela quantidade de participantes e espectadores, firmando-se como um dos momentos mais vibrantes da abertura.
As famílias também marcaram presença no Espaço Kids, que registrou grande adesão ao longo de todo o dia. A contação de histórias e a oficina brincante empolgaram a garotada, criando um ambiente de convivência e ludicidade que reforçou o caráter comunitário do festival. Já na exposição temática, o fluxo de visitantes foi constante, com público renovado a cada hora, demonstrando interesse e curiosidade pelo conteúdo expositivo.
Outra área que viveu grande procura foi o Espaço da Beleza, onde Paola Olívio e equipe ofereceram gratuitamente penteados afro, especialmente tranças, além de uma concorrida oficina de turbantes. Longas filas se formaram desde o início da tarde e permaneceram até o encerramento das atividades, mostrando a relevância da valorização estética e da representatividade negra.
Reflexão – Na Tenda Muntu, o painel Mulheres Negras e a Educação que Libertateve lotação total e tornou-se um dos momentos de maior densidade do dia. Com intensa participação de estudantes e professores da rede pública, o debate trouxe reflexões profundas sobre educação, equidade e vivências cotidianas. Conduzido por Mariana Regis, Profa. Gina Vieira Ponte e Flávia Santos, com mediação de Keilla Vila Flor, o encontro conectou a celebração cultural à urgência das pautas sociais.
Noite de grandes shows – A programação musical atraiu grande público e levou energia às duas arenas. No Palco Brasilidades, espaço dedicado a potencializar artistas negros do DF, a abertura foi marcada pelo ritual do Afoxé Ogum Pá, com a Yalorixá Mãe Dora de Oya realizando a lavagem simbólica e inaugurando o axé do evento. Na sequência, subiram ao palco Daniel Beira Rio, Cida Avelar, uma eletrizante apresentação de Ballroom – expressão artística que engloba performance, voguing, moda e beleza, além de constituir um espaço de acolhimento para Houses da comunidade LGBTQIA+ negra e latina – e Isa Marques, cuja atuação esquentou a plateia.
Na Arena Lydia Garcia, a noite começou com as artistas locais Laady Bi e Ju Moreno, preparando o público para as atrações nacionais. Às 22h30, Ludmilla tomou o palco e transformou o espaço em um grande coro coletivo. Entre seus sucessos cantados em uníssono, apresentou em primeira mão a inédita “Dopamina”, rapidamente aprendida pelo público. Encerrando a noite, Alexandre Pires revisitou hits da carreira e do tempo do Só Pra Contrariar, embalando o público até a madrugada.
Feira e gastronomia – A feira criativa e a praça de alimentação também mantiveram fluxo intenso durante todo o dia, reunindo empreendedores, artesãos e chefs que reforçam a economia criativa e a culinária de matriz africana no DF.
Hoje tem mais – programação desta sexta-feira (21) segue intensa e diversa, com atrações distribuídas ao longo de todo o dia. A exposição “Retratos” fica aberta das 12h às 22h, enquanto o Espaço Kids oferece oficinas de Tambores de Papel e Dança Afro, garantindo atividades para as crianças. A área gastronômica funciona a partir das 12h com o Sabores do Quilombo, e a Feira Afro Carius reúne artesanato e empreendedores na Kitanda, das 14h às 22h. Já na Tenda Muntu, o público acompanha a palestra “Descomplicando o Letramento Racial”, com Eric Marques, e o painel “Estética Negra – Para Além do Look”, reunindo especialistas para discutir identidade, corpo e política, seguido do cortejo do Grupo Cultural Obará.
Nos palcos, a Arena Dona Lydia recebe Israel Paixão, Os Pacificadores, Uel, além das apresentações aguardadas da Timbaladae de Mumuzinho. No Palco Brasilidades, dedicado a valorizar artistas negros locais, sobem ao palco Margaridas, Martinha do Côco e o rapper GOG, encerrando a noite com força e representatividade. O festival segue com programação gratuita até o sábado (22), com detalhes no perfil oficial @consciencianegradf.
Com direção de Elísio Lopes Jr, espetáculo baseado na obra homônima de Itamar Vieira Junior terá quatro apresentações entre os dias 21 e 23 de novembro, com ingressos a R$ 10 (inteira) e R$5 (meia)
Dirigido pelo cineasta e dramaturgo Elísio Lopes Jr, conhecido pelos roteiros de “Medida Provisória” e “Ó Paí, Ó 2”, produção foi indicado em 10 categorias no Prêmio Shell de Teatro
Com 22 artistas em cena, musical é protagonizado pelas atrizes Larissa Luz, Bárbara Sut e Lilian Valeska
Com mais de 60 mil espectadores e aclamado pelo público em sessões esgotadas nas cidades de Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo, Torto Arado – O Musical é mais do que umespetáculo, é um ato de resistência e celebração da ancestralidade afro-brasileira. Apresentado pelo Ministério da Cultura e Nubank, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, o espetáculo é uma realização da Maré Produções Culturais, Ministério da Cultura e Governo Federal – Do Lado do Povo Brasileiro . A adaptação da obra homônima de Itamar Vieira Junior chega ao Distrito Federal para um intenso fim de semana de apresentações no Sesc Ceilândia. Com ingressos a R$10 (inteira) e R$5 (meia), as sessões acontecem na sexta-feira, 21, às 19h; no sábado, 22, às 15h e às 19h; e no domingo, 23, às 18h. Os ingressos estão sendo vendidos nas bilheterias física e virtual do Sesc Ceilândia.
Publicado em 2019, Torto Arado rapidamente tornou-se um marco nacional na afirmação das vozes negras herdeiras de uma história de luta e silenciamento. Traduzida para 31 idiomas nos cinco continentes, a obra alcançou 1 milhão de exemplares vendidos e trouxe a Vieira Junior os prêmios Jabuti, Oceanos e LeYa. Num processo iniciado em 2021, uma força-tarefa conduzida pelos dramaturgos Aldri Anunciação e Fábio Espírito Santos, e o diretor-geral Elísio Lopes Júnio. adaptou o livro para o teatro, resultando em “Torto Arado – O Musical”.
Com direção geral de Elísio Lopes Júnio, conhecido por trabalhos na Globo e no cinema, como os roteiros dos filmes “Medida Provisória” e “Ó Paí, Ó 2”, a montagem propõe uma imersão na ancestralidade e na resistência do povo do sertão baiano. O musical dá corpo e som à narrativa das irmãs Bibiana e Belonísia, filhas de trabalhadores rurais no sertão da Chapada Diamantina, em condições análogas à escravidão, marcadas desde a infância por umacidente que as une e separa para sempre. Entre o peso da terra e a leveza da fé, as personagens atravessam um Brasil invisibilizado, onde as cicatrizes da escravidão ainda moldam o presente.
Entre músicos e atores, 22 artistas dão vida à montagem, que foi indicada em 10 categorias no 36º Prêmio Shell de Teatro. Nos papéis principais, três grandes intérpretes da cena musical e teatral brasileira conduzem a narrativa. Encarnando Bibiana está a cantora e atriz Larissa Luz, conhecida por suas passagens à frente da banda Araketu, a apresentação do programa Saia Justa e a personificação de Elza Soares no aclamado musical “Elza”. Bárbara Sut, atriz, cantora, compositora e dramaturga, dá voz e corpo à Belonísia, sua irmã. E, fechando o trio principal, Lilian Valeska interpreta Donana, avó das protagonistas, uma personagem nova criada especialmente para dar corpo à adaptação teatral.
A direção musical e arranjos ficou a cargo de Jarbas Bittencourt, diretor musical do Bando de Teatro Olodum desde 1996. Com composições inéditas ligadas ao cancioneiro nordestino interiorano, o espetáculo mergulha nas sonoridades do sertão, com canções criadas para dar voz aos personagens e expressar as profundas contradições do Brasil.
A direção de movimento, por sua vez, é assinada pelo renomado coreógrafo e bailarino baiano Zebrinha, do Bando de Teatro Olodum, do Balé Folclórico da Bahia e jurado da Dança dos Famosos da TV Globo. No musical, o Jarê, religião de matriz africana e indígena que permeia toda a trama, ocupa um papel central na construção estética e simbólica do espetáculo. A partir da direção de movimento de Zebrinha, essa manifestação espiritual, serve como fio condutor numa linguagem cênica contemporânea que entrelaça corpo, som e espiritualidade.
A equipe do musical conta ainda com cenografia de Renata Mota, figurino assinado pela designer Bettine Silveira, além da coordenação geral de Fernanda Bezerra, responsável também pela idealização do projeto.
SERVIÇO – Torto Arado – O Musical no DF Onde: Sesc Ceilândia (DF) Datas e horários: 21 de novembro (sexta) – 19h 22 de novembro (sábado) – 15h e 19h 23 de novembro (domingo) – 18h Ingressos: R$10 (inteira) e R$5 (meia) Vendas: Bilheteria do Sesc Ceilândia e no link sescdf.com.br/web/eventos Classificação indicativa: 15 anos
FICHA TÉCNICA Coordenação Geral e Idealização do Projeto: Fernanda Bezerra Elenco principal: Larissa Luz, Bárbara Sut e Lilian Valeska Direção: Elísio Lopes Júnio Direção musical: Jarbas Bittencourt Direção de movimento: Zebrinha Baseado na obra de Itamar Vieira Junior
Filme Cheryl Dunye será exibido na sexta, 21, com reprise no sábado, 22
Além da exibição, Cine recebe masterclass gratuita sobre imagem, memória e representatividade no audiovisual, no dia 28
CineSemana conta também com sessão de pré-estreia do longa brasiliense “A Natureza das Coisas Invisíveis”, o relançamento do clássico “The Rocky Horror Picture Show” e Sessão Atípica de “Maurício de Sousa – O Filme”
O Cine Brasília dedica parte de sua programação do Novembro Negro, em comemoração ao Dia da Consciência Negra, a uma das obras mais importantes da história do cinema queer negro, The Watermelon Woman, longa de 1996 dirigido por Cheryl Dunye. O filme será exibido na sexta-feira, 21, às 20h, e novamente no sábado, 22, às 18h, integrando a Sessão Clássicos. Considerado um marco por ser o primeiro longa-metragem norte-americano dirigido por uma mulher negra e lésbica, The Watermelon Woman se tornou uma referência política e estética ao revelar, com humor ácido, as camadas de apagamento que marcam a presença de mulheres negras no audiovisual.
O longa acompanha Cheryl, uma jovem cineasta que trabalha em uma locadora e decide investigar a história de uma atriz negra dos anos 1930, identificada apenas como Watermelon Woman, um nome genérico que traduz a invisibilidade imposta a artistas negras na Hollywood clássica. A busca pessoal e artística da protagonista se transforma em um percurso de descoberta sobre@ sexualidade e poder, enquanto expõe as lacunas deixadas pelo racismo estrutural na constituição dos acervos cinematográficos.
Além da exibição, o Cine promove também uma masterclass gratuita que aprofunda o impacto e a atualidade de The Watermelon Woman. Ministrada por Mariana Souza no dia 28, das 10h às 12h, via Google Meets, a atividade mergulha na obra de Cheryl Dunye e discute como fabulação, autoria e memória se tornam ferramentas políticas fundamentais para mulheres negras que atuam no audiovisual. A proposta é refletir sobre a construção da imagem queer negra, sobre disputas de narrativa nocinema e sobre o papel de obras como a de Dunye na reconfiguração dos repertórios críticos e estéticos contemporâneos.
Voltada para estudantes, profissionais e público interessado em compreender a relevância de produções que desafiam convenções e ampliam horizontes de representação, ao final da atividade os participantes receberão certificado. Com 100 vagas, a masterclass conta com vagas reservadas para pessoas negras, indígenas, quilombolas, trans, com deficiência e residentes do DF, além de estudantes da Universidade do Distrito Federal (UnDF).
O Cine recebe na quarta, 26, a pré-estreia do longa brasiliense A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo, obra que já vem circulando por importantes festivais nacionais e internacionais ao longo do ano. Com início às 19h e ingressos a R$15 (inteira) e R$7,50 (meia), a exibição antecipa a estreia nacional que acontece no dia 27.
Coprodução entre Brasil e Chile e primeiro longa da diretora candanga Rafaela Camelo, A Natureza das Coisas Invisíveis é um drama que acompanha Glória e Sofia, duas meninas de dez anos que se conhecem durante as férias de verão em um hospital. Unidas pelo desejo de escapar do ambiente que as cerca, as duas constroem uma amizade luminosa, capaz de transformar a percepção que têm sobre vida, morte e despedidas. Quando a mudança se torna inevitável, as meninas e suas mães seguem para um refúgio no interior de Goiás, onde vivem os últimos dias de uma temporada marcada por descobertas afetivas.
Aclamado em festivais nacionais e internacionais, o filme integrou a Seção Generation Kplus do Festival de Berlim em 2025. Além disso, recebeu o prêmio de Melhor Roteiro no 9º Santander International Film Festival 2025 na categoria Opera Prima, conquistou o prêmio de Melhor Filme do Júri Infantil no 43º Festival Internacional de Cinema do Uruguai, obteve Menção Especial do Júri na Competição Ibero-Americana do 51º Seattle International Film Festival e foi agraciado com o “Outstanding First Feature”, prêmio do júri no Frameline49, Festival Internacional de Cinema LGBTQ+ de São Francisco.
RELANÇAMENTO
Nesta semana o Cine Brasília celebra os 50 anos de The Rocky Horror Picture Show com o relançamento de um fenômeno cultural que marcou gerações. Lançado em 1975, o filme dirigido por Jim Sharman se tornou um clássico da transgressão e liberdade estética, em performances que entraram para a história.
A trama acompanha Brad Majors e Janet Weiss, interpretados por Barry Bostwick e Susan Sarandon, um casal conservador que, ao buscar ajuda após o carro quebrar durante uma tempestade, encontra um castelo habitado por personagens extravagantes e sedutores. Nocentro da casa está o icônico Frank N Furter, vivido por Tim Curry em uma das atuações mais marcantes da história do cinema. Cientista, anfitrião e figura de desejo, Frank se dedica a um único propósito, o prazer em sua forma mais libertadora, e apresenta ao casal um universo que desafia moralidades, gêneros e convenções sociais. A criação de Rocky, seu homem ideal, sintetiza o humor ousado e o erotismo que transformaram o filme em um marco do imaginário queer e da cultura pop.
SESSÃO ATÍPICA
Na quarta, 26, acontece mais uma Sessão Acessível, desta vez com a exibição dupla de Mauricio de Sousa – O Filme, às 10h e às 14h. O longa, dirigido por Pedro Vasconcelos, revisita a trajetória do criador da Turma da Mônica, acompanhando Mauricio de Sousa, interpretado por seu filho, Mauro Sousa, em uma jornada pelas memórias, invenções e desafios que deram origem ao universo que marcou gerações.
Voltada para pessoas autistas e neurodivergentes, durante a Sessão Atípica as luzes permanecem acesas, o som é reduzido, a sala fica em temperatura ambiente e é permitido que o público circule pela sala. Os ingressos custam R$10 (inteira) e R$5 (meia).
SESSÃO ESPECIAL
Integrando a programação oficial da Marcha das Mulheres Negras, o Cine Brasília recebe no dia 24, a exibição gratuita do documentário Afrolatinas: Mulheres Negras em Movimentos. A atividade retoma um marco fundamental da articulação de mulheres negras no continente, apresentando como o encontro realizado em 1992, na República Dominicana, inaugurou o Dia da Mulher Afro-Latino-Americana, Caribenha e da Diáspora e impulsionou uma rede de incidência política que atravessou fronteiras e imaginários sociais ao longo das últimas décadas.
Com direção de Viviane Ferreira, o filme acompanha trajetórias de mulheres que se tornaram fundamentais para difundir e consolidar o 25 de julho, mostrando como a data se transformou em ferramenta de luta para diferentes gerações. O Festival Latinidades, o primeiro e maior festival de mulheres negras do Brasil, surge como um dos palcos centrais desse processo, ampliando vozes e fortalecendo redes que seguem movendo mundos, apesar do racismo e do machismo estruturais.
Com início às 19h, os ingressos para a sessão estão disponíveis pelo Sympla.
EM CARTAZ
Em O Agente Secreto, Kleber Mendonça Filho revisita o Recife de 1977, durante a ditadura militar, para construir um thriller político sobre vigilância e paranoia. Wagner Moura vive Marcelo, um professor de tecnologia que busca um novo começo, mas acaba confrontando o passado e o clima de tensão que domina a cidade durante o Carnaval.
Considerado um filme de grande impacto dos anos 2000, Incêndios apresenta a história de dois irmãos que, após a morte da mãe, embarcam em uma jornada rumo ao Oriente Médio em busca de respostas sobre o próprio passado. A viagem revela segredos familiares, traumas de guerra e uma herança de dor que atravessa gerações. Baseado na peça do dramaturgo Wajdi Mouawad, o longa foi indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e é apontado como o trabalho que revelou Denis Villeneuve ao mundo.
MEU PRIMEIRO CINEMA
Segue até o dia 23 a Mostra Meu Primeiro Cinema 2025 no Cine Brasília. Dividida entre sessões escolares e sessões abertas ao público, a programação traz exibições gratuitas para diferentes faixas etárias, incluindo a Sessão Bebê Lume, voltada aos pequenos de até três anos, e exibições para crianças de 6 a 11 anos. Entre os destaques estão o show Canções de Makuru e o lançamento do Portal Bebe Lume, ambas no sábado, 22.
Realizada pelo Instituto Bem Cultural e pela produtora Bebe Lume, com recursos do Ministério da Cultura e do Fundo Nacional de Cultura, através da Lei Rouanet, a mostra propõe um espaço de encontro entre o cinema, o afeto e a criatividade, estimulando o olhar crítico das crianças e de seus familiares. Mais informações em meuprimeirocinema.com.br.
EM BREVE
Nas próximas semanas, a programação contará com a chegada de A Natureza das Coisas Invisíveis e Ulisses. Aguarde para assistir a esses filmes no Cine Brasília.
INGRESSOS E ACESSIBILIDADE Os ingressos para as sessões regulares do Cine Brasília, bem como para a Sessão ao Meio-Dia, Sessão Contraturno, a Sessão Família e a Sessão Clássicos custam R$20 (inteira) e R$10 (meia), com exceção das segundas-feiras, quando os valores são de R$10 e R$5, bem como os ingressos para a Sessão Atípica. A sessão de A Natureza das Coisas Invisíveis conta com ingressos a R$15 (inteira) e R$7,50 (meia).
Os filmes O Agente Secreto e Maurício de Sousa possuem recursos de acessibilidade de Libras, audiodescrição e legendas através do aplicativo MovieReading.
Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema, às segundas e terças, das 13h e 22h, e de quarta a domingo, das 09h às 21h, ou no SITE.
O Cine Brasília segue com o Programa de Fidelidade – CINELOVER que recompensa espectadores frequentes. A cada sessão assistida, os participantes acumulam carimbos no cartão fidelidade, que podem ser trocados por prêmios como entradas gratuitas, ímãs, baldes de pipoca, ecobags e camisetas exclusivas. O programa é válido para sessões regulares da grade, bem como para as especiais permanentes Sessão Contraturno, Sessão Família e Sessão ao Meio-Dia. Cada ingresso dessas três sessões especiais dá direito a dois carimbos no cartão fidelidade. Mais informações em cinebrasilia.com/fidelidade.
Festival reúne, de 20 a 22 de novembro, grandes nomes da música brasileira, ações formativas, cortejos, moda, gastronomia e celebrações ancestrais na área externa do Museu Nacional da República
De 20 a 22 de novembro, o Museu Nacional da República recebe o Consciência Negra 2025, um dos maiores festivais dedicados à celebração da cultura afro-brasileira no Distrito Federal. Realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, em parceria com o Instituto Janelas da Arte, Cidadania e Sustentabilidade, e com apoio da Secretaria de Justiça e Cidadania, o evento transforma a Esplanada em um território de memória, reflexão, formação, vivências e grandes encontros artísticos.
Para o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, o Consciência Negra 2025 reafirma o compromisso do Governo do Distrito Federal com políticas públicas que reconhecem, valorizam e fortalecem a contribuição histórica da população negra. “Nosso objetivo é ampliar direitos, promover inclusão e assegurar que a cultura seja um instrumento permanente de cidadania, protagonismo e desenvolvimento para todas e todos”, enfatizou Abrantes.
A música segue como eixo central do festival, com apresentações de grandes nomes da cena nacional na Arena Dona Lydia. No dia 20, a noite será comandada por Ludmilla, às 22h30, seguida de Alexandre Pires, às 0h30. No dia 21, se apresentam Uel, às 20h30, Timbalada, às 22h30, e Mumuzinho, às 0h30. No sábado, 22 de novembro, o palco recebe Benzadeus, às 20h30, Carlinhos Brown, às 22h30, e Psirico, que encerra o festival às 0h30. Ao longo da programação, artistas locais também sobem ao palco, compondo uma ponte potente entre talentos do DF e grandes nomes da música negra brasileira. Selecionados pelo edital de chamamento, Laady B, Israel Paixão e Carol Nogueira compõem o line, juntamente com Marcelo Café, Ju Moreno, Os Pacificadores e Dhi Ribeiro. No palco Brasilidades, a curadoria selecionou artistas que representam a cena musical negra do Distrito Federal (veja programação).
Além dos shows, o festival apresenta um conjunto diverso de atividades projetado para valorizar e ampliar o diálogo sobre estética, ancestralidade, identidade, educação, moda, economia criativa e infâncias negras. A Galeria Ancestralidades abriga a exposição “Retratos”, que abre oficialmente no dia 20, às 11h, logo após a solenidade de abertura oficial do evento, às 10h, e do cortejo do tradicional Boi do Seu Teodoro.
As crianças ganham protagonismo no Espaço Kids, com contações de histórias, oficinas brincantes, vivências com instrumentos de percussão, dança afro e atividades que celebram o universo dos griôs e da oralidade. A beleza e a moda negra ocupam a Passarela Afrofuturo e o Espaço de Beleza Negra, que recebem oficinas de amarração de turbantes e tranças, além do desfile “Amarração”, assinado por Victor Soulivier, celebrando a estética como forma de afirmação e identidade.
O empreendedorismo de matriz africana ganha força na Feira Kitanda, que reúne expositores de moda autoral, beleza, arte, acessórios, bem-estar, gastronomia e produtos criativos que expressam inovação, territorialidade e pertencimento. Já no campo gastronômico, o público encontra os Sabores do Quilombo, com pratos tradicionais como acarajé, moqueca e quitutes afro-brasileiros preparados por cozinheiras e cozinheiros que carregam tradições ancestrais.
A programação formativa se concentra na Tenda Muntu, que recebe debates e rodas de conversa com nomes importantes do pensamento negro contemporâneo. Entre os temas abordados estão educação libertadora, letramento racial, estética negra e seus atravessamentos, políticas de identidade, história e desafios contemporâneos da população negra. Participam especialistas como Mariana Regis, Gina Vieira, Flávia Santos, Eric Marques, Victor Hugo Soulivier, Fábio Esteves, Ruth Venceremos, Patrick Jhonnes, Marcus Oliveira, Cristiane Sobral, Nanda Fer Pimenta, Dandara Suburbana, Nelson Inocêncio, Mariléa de Almeida, Carla Akotirene e Ludymilla Santiago, entre outras pessoas convidadas.
Os cortejos também marcam presença nos três dias do evento, reforçando espiritualidade, força e celebração coletiva. Na quinta-feira, quem abre as ruas é o Afoxé Ogum Pá e no sábado o cortejo fica por conta do Grupo Cultural Obará, que prepara o público para as apresentações da noite.
Com o tema “Raízes que Conectam o Futuro”, o Consciência Negra 2025 celebra a ancestralidade, impulsiona novos diálogos e reconhece a centralidade da população negra na formação cultural brasileira. A programação gratuita reúne música, moda, beleza, artes visuais, gastronomia, literatura, formação crítica, infância e empreendedorismo — compondo um festival pensado para celebrar, afirmar e amplificar vozes negras que transformam a cidade e o país.
Quinta-feira (20)
Abertura 10h – Abertura Oficial do Festival 11h – Abertura da exposição “Retratos” 11h – Cortejo com o Boi do Seu Teodoro
Espaço Kids 14h– Contação de histórias 15h– Oficina Brincante
Gastronomia 12h–22h – Sabores do Quilombo
Feira Afro 14h–22h – Feira Kitanda e convidados
Espaço Beleza Negra 15h–16h – Oficina de turbantes e tranças 15h–16h – Desfile “Moda de Axé”
Tenda Muntu 16h – Painel “Mulheres Negras e a Educação que Liberta”
Palestrantes – Mariana Regis – Prof. Gina Vieira Ponte – Flávia Santos Moderadora – Keilla Vila Flor
Arena Dona Lydia 17h30 – Cortejo Afoxé Ogum Pá 18h – Laady B 19h10 – Ju Moreno 20h30 – Marcelo Café 22h30 – Ludmilla 00h30 – Alexandre Pires
Palco Brasilidades – A partir das 18h30 18h40– Daniel Beira Rio 20h10– Cida Avelar 23h30– Ballroom
Sexta-feira (21)
Exposição 12h–22h – Exposição “Retratos”
Espaço Kids 14h–15h – Oficina Tambores de Papel 15h–16h – Oficina de Dança Afro
Gastronomia 12h–22h – Sabores do Quilombo
Feira Afro 14h–22h – Feira Kitanda e convidados
Tenda Muntu
14h30 – Descomplicando o Letramento Racial: O básico sobre raça que toda pessoa precisa saber – palestrante: Eric Marques
16h– Painel “Estética Negra – Para Além do Look” – Palestrantes – Victor Hugo Soulivier – Juiz Fábio Esteves – Ruth Venceremos – Patrick Jhonnes- Marcus Oliveira – Arte Preta / Moderador – Wemmia Anita
Arena Dona Lydia 18h – Israel Paixão 19h10 – Os Pacificadores 20h30 – Uel 22h30 – Timbalada 00h30 – Mumuzinho
Sábado (22)
Exposição 10h–22h – Exposição “Retratos”
Espaço Kids 14h–15h – Contação “Os Griôs do Amanhã” 15h–16h – Oficina de instrumentos de percussão
Gastronomia 12h–22h – Sabores do Quilombo
Feira Afro 14h–22h – Feira Kitanda e convidados
Tenda Muntu
14h30 – Roda “Ofó Mulher – O poder da palavra feminina” – Palestrantes – Cristiane Sobral – Nanda Fer Pimenta – Dandara Suburbana / Moderadora – Andressa Marques
16h – Painel “História da Consciência Negra e Desafios Contemporâneos” -Palestrantes – Prof. Nelson InocêncioPalestrante – Prof. Mariléa de Almeida- Carla Akotirene / Moderadora – Ludymilla Santiago
Arena Dona Lydia
17h30 – Cortejo Grupo Cultural Obará 18h – Carol Nogueira 19h10 – Dhi Ribeiro 20h30 – Benzadeus 22h30 – Carlinhos Brown 00h30 – Psirico
Palco Brasilidades 23h30– Thiago Kallazans
Consciência Negra 2024
De 20 a 22 de novembro
Praça do Museu da Republica
Abertura oficial dia 20 de novembro, às 10h com solenidade, cortejo do Boi de Seu Teodoro, Exposição Retratos e Feira Kitanda
Nos dias 20 e 21 de novembro, o estacionamento da Castelo Forte, em Samambaia (DF), será palco de grandes nomes da música sertaneja no Festival Raízes de Brasília. O evento, promovido pela Organização Social Vem Ser, com fomento da Secretaria de Turismo do
Distrito Federal (Setur-DF), promete agitar o público com dois dias de muita festa, tradição e cultura popular.
Com entrada gratuita mediante ingresso solidário e a doação de 1 kg de alimento não perecível, o festival tem classificação indicativa para maiores de 18 anos e chega para celebrar as raízes da capital com uma programação que valoriza artistas locais e ícones nacionais.
Dupla Gian & Giovani abre a programação
A abertura do festival acontece na quarta-feira, 20 de novembro, a partir das 18h, com shows de Gláucia Souza, Ericsson Raone e Patrick Souza (participação especial).
Encerrando a noite, a consagrada dupla Gian & Giovani sobe ao palco principal com um repertório repleto de clássicos que marcaram gerações.
Belluco e Rick Rangel fecham a festa em grande estilo
Na quinta-feira, 21 de novembro, o cantor Rick Rangel dá início à programação, seguido do grupo Forró Top 10, que promete animar o público com muito ritmo e dança. A noite encerra com o show de Belluco, um dos destaques da nova geração da música sertaneja, que promete levantar a plateia com sucessos e muita energia.
Cultura, segurança e estrutura completa
O Festival Raízes de Brasília contará com uma estrutura completa e segurança reforçada, garantindo conforto e tranquilidade ao público. O evento tem como objetivo valorizar o turismo cultural e destacar o talento dos artistas da região, fortalecendo o calendário de eventos do Distrito Federal.
A retirada do ingresso é antecipada pelo Sympla. É necessário levar 1 kg de alimento não perecível. A doação é parte do ingresso solidário.
Para mais informações ou contato com a produção, acesse o Instagram oficial: @festivalraizesbsb. Lá você encontra novidades, programação e bastidores do evento.
Serviço
Evento: Festival Raízes de Brasília
Datas: 20 e 21 de novembro de 2025
Horário: A partir das 18h
Local: Estacionamento da Castelo Forte – Samambaia (DF)
A tão aguardada reinauguração do Autódromo Internacional de Brasília, marcada para 29 de novembro, não é apenas um marco para o esporte, mas uma oportunidade única de reviver a memória da capital. Para celebrar este momento histórico, o Arquivo Público do Distrito Federal (ArPDF) abre seu acervo e convida a população a embarcar na trajetória de criação deste ícone esportivo.
Após mais de uma década fechado, o retorno do autódromo ganha um significado ainda maior quando iluminado por seu passado. O ArPDF preserva documentos e imagens históricas que contam a saga completa — das primeiras e audaciosas corridas de rua ao processo de construção que resultou na inauguração oficial em 1974.
* O folheto do Grande Prêmio Juscelino Kubitschek, realizado em 23 de abril de 1960, apenas dois dias após a inauguração de Brasília; * Edições históricas do Jornal de Brasília e recortes de jornais com notícias sobre o autódromo, incluindo um caderno especial do Jornal de Brasília sobre a inauguração do autódromo, em 1974; * Um vídeo do aniversário de 12 anos de Brasília (1972), com imagens do autódromoainda em construção; * E mais de mil fotografias que registram desde o início das obras até os anos 2010, incluindo a 1ª corrida de rua da capital federal.
O acervo é complementado por um registro fotográfico excepcional, com mais de mil imagens que narram visualmente a trajetória da cidade. Esta coleção única abrange desde os primeiros momentos das obras até os anos 2000, e inclui preciosidades históricas, como o registro da primeira corrida de rua já realizada na capital federal.
Os historiadores Elias Manoel da Silva e Victor Hugo Tambelini, do Arquivo Público, revisitaram essa memória para contar como surgiu a ideia de construir um autódromo na nova capital — 14 anos após a fundação de Brasília. O projeto foi executado pelo Departamento de Estradas e Rodagem do DF (DER-DF), responsável pela construção do complexo automobilístico, que teve sua corrida inaugural em 3 de fevereiro de 1974.
Local: Arquivo Público do Distrito Federal Endereço: SGO Qd. 05 Lote 23 Bloco B (Antigo TSE ) – Asa Norte, Brasília – DF
Encontros inclusivos com Papai Noel, oficinas natalinas, decoração temática e campanha “Compre, ganhe e concorra”
Após a inovadora festa de chegada do Papai Noel, no dia 15 de novembro, o Boulevard Shopping Brasília dá sequência à programação natalina com uma agenda repleta de atrações. O público poderá visitar o Bom Velhinho, participar de oficinas gratuitas, conferir a nova decoração temática e aproveitar a promoção que une sabor e sustentabilidade. Juntando R$ 800 em compras, o cliente leva para casa uma Árvore Musical da Kopenhagen e um cupom para concorrer ao sorteio de um carro 100% elétrico BYD Dolphin Mini. De segunda a quinta-feira, os participantes ainda recebem cupons em dobro, ampliando as chances de ganhar.
Encontro inclusivo com Noel Entre luzes brilhantes, músicas natalinas e a emoção no ar, os pequenos poderão tirar fotos, entregar suas cartinhas e contar pessoalmente seus pedidos para o Natal. Noel estará em seu trono, de segunda a sábado, das 12h às 20h e, aos domingos e feriados, das 13h às 19h. Para acolher todos os públicos, a estrela do Natal também se comunicará em Libras com quem precisar. O shopping ainda realiza empréstimos de abafadores e disponibiliza Espaço Aconchego para pessoas com hipersensibilidade sensorial. Ao lado do Bom Velhinho, um lounge para que os amigos peludinhos também saiam na foto.
Oficinas Natalinas Também em sintonia com a decoração deste ano e com as ações do projeto ESG do empreendimento, o Boulevard promove oficinas natalinas gratuitas, algumas com materiais recicláveis e temas alusivos à data.
As atividades acontecem aos sábados e domingos, das 15h às 18h, entre 16 de novembro e 14 de dezembro. Durante os encontros, as crianças poderão confeitar biscoitos e panetones, além de produzirem enfeites, gorros, meias e tiaras natalinas. A participação é gratuita, mas as vagas são limitadas. As oficinas serão realizadas a cada meia hora, por ordem de chegada. “Mais do que uma atividade de lazer, as oficinas reforçam o compromisso do shopping em oferecer experiências que unem criatividade, inclusão e sustentabilidade, inspirando as novas gerações a cuidarem do planeta. E a turminha ainda leva a obra para casa”, destaca Maíra Garcia, gerente de marketing do Boulevard Shopping.
Integrando a campanha natalina do Boulevard Shopping Brasília, a charmosa decoração “Acampamento Mágico do Natal”, criada pela Cipolatti, transforma o shopping em um refúgio encantado repleto de luzes, cores e fantasia até o dia 02 de janeiro.
Entre os destaques estão a grande árvore iluminada, ursos animatrônicos, cabanas cenográficas e um painel sensorial voltado à autorregulação de pessoas neurodivergentes. Além disso, há um mini trailer e uma casa interativa com escorregador e balanços, transformando o espaço em um verdadeiro camping natalino. “A decoração acaba se tornando uma grande atração para o visitante, que quer registrar cada detalhe em foto. Por isso, é tão importante a escolha do tema, dos ornamentos e da mensagem que queremos transmitir aos nossos clientes”, explica Garcia.
Compre, ganhe e concorra A partir de 1º de dezembro, juntando R$ 800 em compras, os clientes ganham uma Árvore Musical Kopenhagen (288g) e concorrem a um carro 100% elétrico BYD Dolphin Mini.
O brinde é uma charmosa embalagem em formato de árvore natalina, que gira, toca música e vem recheada com mini trufas de chocolate, um dos itens mais disputados da marca nas festas de fim de ano. O presente é limitado a uma unidade por CPF e válido enquanto durarem os estoques. As compras realizadas de segunda a quinta-feira garantem cupons em dobro.
O cadastro das notas fiscais deve ser feito pelo site http://www.boulevardbrasilia.com.br e a retirada do brinde no ponto de troca, localizado no Piso 1 do shopping. O espaço funciona de segunda a sábado, das 10h às 22h. Aos domingos e feriados, das 13h às 19h. O sorteio do BYD Dolphin Mini será realizado no dia 7 de janeiro de 2026, pela Loteria Federal. O veículo se destaca pelo design moderno, tecnologia de ponta e baixo impacto ambiental, com autonomia de 280 km e carregamento rápido. A promoção segue até 4 de janeiro de 2026 e o regulamento completo pode ser consultado nos canais digitais do Boulevard Shopping.
Sobre o Boulevard Shopping Brasília O Boulevard Shopping Brasília, administrado pela NIAD, possui 16 anos de história, atraindo mais de 7 milhões de visitantes por ano. O empreendimento traz, além de um varejo completo com as principais âncoras do país, amplo entretenimento com 4 salas de cinema, serviços e diversos projetos consolidados em ESG. Entre as principais atrações gastronômicas, destacam-se o João Brasileiro, Taverna Viking, Mania do Churrasco e, claro, grandes opções de fast food, como Burger King, McDonald’s, Giraffas, Spoleto, entre outros. Com a proposta de garantir conforto e inclusão a todos os visitantes, o shopping oferece Espaço do Cliente com fraldário e a Espaço Aconchego para autorregulação de pessoas com sensibilidade sensorial. O aplicativo ColorADD está disponível nas lojas do shopping via QR Code, oferecendo mais autonomia a clientes com daltonismo ao facilitar a identificação das cores das peças. E, ainda, vagas verdes para recarga de carros elétricos e inclusivas para pcds, idosos e gestantes, localizadas na garagem coberta.
Natal do Boulevard Shopping Brasília Encontro com Papai Noel: Segunda a sábado: 12h às 20h Domingos e feriados: 13h às 19h Recursos de acessibilidade: Libras e abafadores sonoros Oficinas Natalinas gratuitas: Sábados e Domingos, de 16 de novembro e 14 de dezembro, das 15h às 18h. Turminhas a cada meia hora. Vagas limitadas e atendimento por ordem de chegada 22/11 – Oficina de Cartinhas e desenhos com ColorAdd 23/11 – Oficina de Pintura em tela 29/11 – Oficina de Gorros, Meias e Tiaras 30/11 – Oficina Confeitando Biscoitos 06/12 – Oficina de Cartinhas e desenhos com ColorAdd 07/12 – Oficina Confeitando Panetone 13/12 – Oficina Decoração de Bola de Natal 14/12 – Oficina Confeitando Panetone
Decoração: “Acampamento Mágico do Natal” Até 2 de janeiro de 2026, no horário de funcionamento do shopping
Promoção: “Compre, Ganhe e Concorra”: Período: 1º/12/2025 a 4/1/2026 Juntando R$ 800 em compras = brinde + cupom (cupons em dobro de segunda a quinta) Brinde: Árvore Musical Kopenhagen (288g) Cupom: Para concorrer ao Carro elétrico BYD Dolphin Mini. Sorteio do carro: 7/1/2026 pela Loteria Federal Consulte regulamento nos canais digitais do shopping.
Evento gratuito no Senado Federal reúne especialistas, governo e indústria para dialogar sobre os desafios e oportunidades da regulação e incorporação dos biossimilares no sistema de saúde brasileiro
No mês em que o Brasil celebra o Dia Nacional do Medicamento Biossimilar, instituído pela Lei 15.087/2025, o debate sobre o tema ganha força com a realização do Fórum Biossimilares no Brasil – Avanços Regulatórios e Sustentabilidade no Acesso. De coordenação e curadoria do Instituto Brasileiro de Ação Responsável em parceria com o Governo Federal, Congresso Nacional, Iniciativas Privadas e Terceiro Setor o evento – que acontece no dia 4 de dezembro, no Senado Federal, em Brasília – propõe uma reflexão sobre o papel estratégico dos biossimilares na ampliação do acesso a terapias biológicas, na sustentabilidade do sistema de saúde e no fortalecimento do mercado de biossimilares no país.
Nos últimos anos, o país tem avançado de forma significativa no campo regulatório, especialmente com as atualizações promovidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que modernizaram o processo de registro e criaram um ambiente mais previsível e inovador para o desenvolvimento e a produção desses medicamentos. Para Edilamar Teixeira, diretora da área de Saúde do Ação Responsável, “os biossimilares representam um marco na evolução da biotecnologia e no acesso equitativo a tratamentos de alta complexidade. Pesquisas e debates como este Fórum são essenciais para garantir a segurança, eficácia e sustentabilidade dessas terapias no Brasil”.
Um medicamento biossimilar é uma versão altamente semelhante a um medicamento biológico de referência já aprovado, desenvolvido após o fim da patente do produto original. Assim como o medicamento de referência, o biossimilar é seguro, eficaz e passa por rigorosas avaliações das agências reguladoras. A principal diferença está no processo de produção: como os medicamentos biológicos são feitos a partir de organismos vivos e possuem estruturas muito complexas, não é possível criar uma cópia idêntica, mas sim uma versão equivalente, com pequenas variações que não afetam seu desempenho clínico.
Uma boa analogia é pensar em uma chave original e outra feita por um serralheiro: ambas abrem a mesma porta, embora apresentem pequenas diferenças. Da mesma forma, os biossimilares cumprem a mesma função terapêutica que os biológicos de referência. O avanço e a ampliação desses medicamentos no mercado trazem um importante benefício social – tornar os tratamentos biológicos mais acessíveis e disponíveis para um número cada vez maior de pessoas.
Portanto, o evento se estabelece como um ponto de convergência entre ciência, regulação e políticas públicas, promovendo o diálogo entre governo, indústria, academia e profissionais de saúde. A construção coletiva de conhecimento e confiança sobre os biossimilares é o caminho para fortalecer modelos de acesso sustentável, capazes de equilibrar inovação, qualidade e eficiência econômica no sistema de saúde brasileiro.
De acordo com Clementina Moreira Alves, presidente do Instituto Brasileiro de Ação Responsável, eventos como esse incentivam o debate e democratizam o acesso ao conhecimento sobre o tema. “O Fórum reafirma o compromisso do Instituto em promover debates qualificados que contribuam para o avanço da saúde pública, o fortalecimento da inovação e a sustentabilidade no país. É um espaço de troca e construção de soluções que impactam diretamente a vida da população”, pontua.
O Fórum Biossimilares no Brasil – Avanços Regulatórios e Sustentabilidade no Acesso acontece no dia 4 de dezembro, quinta-feira, das 9h às 14h, no Senado Federal. O acesso é limitado, e os interessados podem se inscrever gratuitamente neste link.
Especialista explica por que proteger apenas o logotipo ou o nome pode deixar o negócio vulnerável e ensina como garantir segurança jurídica e valorização da marca
Registrar uma marca vai muito além de escolher um nome bonito e criar um logotipo. Por trás de cada identidade visual está a necessidade de garantir proteção jurídica e exclusividade no uso. O problema é que muitas empresas acreditam que o registro do logotipo já protege o nome, e esse é um dos equívocos mais comuns entre empreendedores, segundo a advogada e especialista em propriedade intelectual Izabella Souto, da SR Marcas e Patentes. “A marca nominativa protege apenas o nome, enquanto a figurativa protege apenas o símbolo. São registros distintos, com finalidades diferentes, e ambos são essenciais para quem quer ter segurança sobre o próprio negócio”, explica.
Izabella pontua que o registro nominativo é o que confere ao empreendedor o direito de usar o nome da marca em qualquer estilo gráfico, fonte ou cor, sem depender do logotipo. Já o registro figurativo protege o desenho, símbolo ou elemento visual (aquele que faz a marca ser reconhecida de imediato). “Quando uma empresa registra apenas o logotipo, por exemplo, ela continua desprotegida quanto ao nome. Isso significa que outra pessoa pode registrar o mesmo nome em outra tipografia e ter prioridade sobre ele. O ideal é que ambos sejam registrados, garantindo proteção completa, ou seja, blindar a marca”, detalha.
A especialista lembra que, em casos de disputa judicial, o registro nominativo costuma ter mais força de impedimento. Por isso, ela recomenda uma estratégia de proteção que inclua tanto a forma nominativa quanto a figurativa — e, se possível, também a marca mista, que une nome e símbolo em um único registro. “Esse cuidado evita dores de cabeça e até prejuízos financeiros. É comum vermos empreendedores que investiram em identidade visual, site e redes sociais e depois precisaram trocar tudo porque outra marca já tinha o registro do nome. É como ter que recomeçar o negócio do zero”, alerta Izabella Souto.
Para ela, o registro não é apenas uma formalidade burocrática, mas uma ferramenta de valorização do negócio. “O processo no INPI é acessível, especialmente para pequenos empreendedores, que têm desconto de 50% nas taxas e prioridade de análise em alguns casos. Mais do que uma questão legal, o registro é um investimento em segurança, credibilidade e futuro. Uma marca protegida é um ativo e pode valer tanto quanto o produto que ela representa”, conclui.
Dicas da especialista: passo a passo para proteger sua marca de forma completa.
Registre o nome e o símbolo separadamente. O logotipo não protege o nome, e o nome não protege o logotipo. Faça ambos os registros: nominativo (nome) e figurativo (símbolo), para ter cobertura total.
Verifique se o nome é realmente exclusivo. Antes de investir em identidade visual, faça uma pesquisa de anterioridade no INPI para garantir que a marca está disponível e tem potencial de aprovação.
Aposte na marca mista se estiver em dúvida. Combinar nome e símbolo em um único registro pode aumentar as chances de deferimento quando há risco de conflito com outras marcas.
Pense na expansão do seu negócio. Mesmo que sua empresa seja pequena hoje, registre a marca considerando possíveis novos produtos ou serviços. Isso evita ter que refazer o processo no futuro.
Aproveite os incentivos do INPI. Microempreendedores e pequenos empresários têm até 50% de desconto nas taxas de registro. Startups ainda contam com prioridade de análise, acelerando o processo.
Consulte um especialista. Uma consultoria preventiva de marca ajuda a identificar riscos e definir a melhor estratégia para proteger sua identidade visual e jurídica desde o início.
Sobre a SR Marcas e Patentes — Com mais de 30 anos de atuação, a SR Marcas e Patentes é referência em consultoria e assessoria no registro de marcas, patentes, direitos autorais, desenhos industriais e softwares junto aos órgãos oficiais. A empresa auxilia empreendedores e criadores a transformar suas ideias em ativos protegidos e valorizados.
Evento terá games, realidade virtual, cosplay e muita música, com Léo Santana, Pablo e muito mais. A entrada é franca, com retirada de ingresso na plataforma Sympla e doação de um brinquedo novo ou em perfeito estado
De 26 a 30 de novembro, o Parque da Cidade se transforma no palco de um grandioso evento, que reúne cultura, música, gastronomia, empreendedorismo e, pela primeira vez, traz grande destaque ao universo da tecnologia e dos games. Vem aí o Festival do Parque BSB – Primeiro Salão Tecnológico do Parque da Cidade, na Praça das Fontes, com uma proposta ousada e inovadora, voltada a públicos de todas as idades. A entrada é franca. De sexta a domingo, para assistir aos shows, será necessário fazer a retirada do ingresso gratuitamente na plataforma Sympla e a doação de um brinquedo novo ou em perfeito estado.
O evento é o encontro do entretenimento com o futuro, num ambiente onde famílias, jovens e apaixonados por tecnologia poderão se divertir, competir e aprender juntos. A realização é do Instituto Alvorada Brasil, com apoio da Secretaria de Esporte e Lazer, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação e Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.
O Festival do Parque BSB agrupa uma gama de ações de ciência, tecnologia, inovação e cultura digital. Estão entre as novidades o Galpão de Ciência e Tecnologia, Museu do Videogame e dos Computadores, áreas de experimentação tecnológica (Free Player, Robótica e Realidade Virtual).
De 26 a 28 de novembro, o Festival terá programação exclusiva para escolas públicas, com visitas guiadas pela manhã e à tarde. A abertura ao público em geral ocorre no sábado (29) e domingo, a partir das 10h. A partir da sexta-feira (28/11) às 18h, têm início os shows, que incluem o cantor romântico Pablo, o baiano Léo Santana e a dupla Bruno & Marrone.
O evento também terá uma Praça Gastronômica, com apresentações contínuas de artistas locais, promovendo a economia criativa, o turismo gastronômico e a integração cultural.
Tecnologia A parte tecnológica do Festival do Parque BSB chega recheada de atrações, começando pelo Museu do Videogame e dos Computadores. Trata-se de uma exposição cronológica sobre a evolução dos games e da computação, com demonstrações interativas e contextualização histórica. Área Free Player trará ambientes equipados para experimentação tecnológica, incluindo simuladores, fliperamas e consoles modernos. As experiências serão orientadas por uma equipe técnica presente em tempo integral.
A Área de Robótica terá demonstrações e oficinas práticas com montagem de protótipos, introdução à lógica de programação e robôs educacionais. Também haverá mediadores no local. Na Área de Realidade Virtual (RV), serão realizadas experiências imersivas individuais e coletivas, com monitores especializados garantindo instrução e segurança. Por fim, o Galpão de Ciência e Tecnologia, com experimentos científicos, demonstrações técnicas e atividades aplicadas de popularização da ciência.
Competições No sábado e domingo, será realizado o Campeonato de Games, com três categorias competitivas. A premiação é de R$ 1,5 mil para o primeiro lugar e R$ 1 mil para o segundo colocado.
Outra competição que promete agitar e tornar o Festival ainda mais divertido será o Concurso de Cosplay, no domingo. Antes, no sábado, os praticantes dessa arte farão um grande encontro, com palestra de cosplayers de renome, sessão de fotos e bate-papo com o público. As atividades ocorrem a partir das 14h.
Grandes shows Como não podia deixar de ser, a música será outro ponto forte do Festival do Parque BSB. Quem abre o palco são atrações locais, com DJs do cenário da capital. Depois, na sexta, entra em cena a dupla de sucesso Pedro Paulo & Matheus. Na sequência, quem comanda é o cantor romântico Pablo, com o projeto Bodega do Pablo. A noite de sábado terá a dupla Lucas & Bárbara e o tempero baiano do gigante Léo Santana e o grupo Filhos do Brasil, formado por João Lucas (filho do cantor Saulo Fernandes), Migga (filho do artista Carlinhos Brown), Pierrinho (filho do artista Pierre Onassis) e Raysson Lima (filho do cantor Tonho Matéria). Fechando o Festival, o domingo trará o cantor Tuca Fernandes, ex-Jammil, e o som romântico que atravessa gerações dos sertanejos Bruno & Marrone.
Serviço Festival do Parque BSB – Primeiro Salão Tecnológico do Parque da Cidade
Data: de 26 a 30 de novembro de 2025;
Visitas guiadas para escolas: quarta, quinta e sexta (26 a 28), das 8h às 12h e das 14h às 17h30;
Abertura ao público geral sábado e domingo, a partir das 10h;
Shows: a partir das 18h;
Local: Praça das Fontes, Parque da Cidade;
Classificação Indicativa: livre (menores deverão estar acompanhados por um responsável);
Entrada: gratuita. Com retirada de ingressos pela plataforma Sympla e doação de um brinquedo novo ou em perfeito estado;
Realização: Instituto Alvorada Brasil;
Apoio: Secretaria de Esporte e Lazer, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação e Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.
Programação PROGRAMAÇÃO EXCLUSIVA PARA ESCOLAS – VISITAS GUIADAS Dias 26 a 28 de novembro • Manhã: 08h às 12h • Tarde: 14h às 17h30
ABERTURA AO PÚBLICO EM GERAL Dias 29 e 30 de novembro • Salão da Tecnologia: das 10h às 20h
ATRAÇÕES Museu do Videogame e dos Computadores Área Free Player Área de Robótica Área de Realidade Virtual (RV) Galpão de Ciência e Tecnologia
Praça Gastronômica De 28 a 30 de novembro, integrada ao Salão. Horários: • 28 de novembro (sexta): 18h às 02h • 29 de novembro (sábado): 12h às 02h • 30 de novembro (domingo): 12h às 02h Shows na Praça Gastronômica: • Sábado e Domingo: 12h às 20h
Campeonato de Games (evento especial) em três categorias • Sábado – 29/11: Etapas classificatórias (11h às 20h) • Domingo – 30/11: Grandes finais (11h às 20h)
Concurso de Cosplay (evento especial) Sábado – 29/11 Encontro de Cosplayers + Palestra • Presença registrada de personalidade convidada • Sessão de fotos, bate-papo e conversa com o público • Horário: 14h às 20h
Domingo – 30/11 Concurso Oficial de Cosplay • Desfile avaliativo • Júri técnico • Premiação para o melhor cosplay • Horário: 14h às 20h.
Crianças de regiões remotas podem ser as primeiras vítimas da tarifa antidumping sobre fibra óptica. Se a medida for aplicada, 770 mil lares em áreas vulneráveis, 679 comunidades e milhares de estudantes correm risco de perder acesso à internet — ampliando a exclusão digital no país, Crédito: Cléverson Oliveira/MCom
Avaliação do governo sobre cabos de fibra óptica pode elevar custo da banda larga e afetar escolas, provedores regionais e consumidores
A aplicação de uma tarifa antidumping sobre cabos de fibra óptica importados da China, atualmente em avaliação pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), pode elevar em mais de 400% o custo do principal insumo da infraestrutura de internet no país, segundo a ASPRO (Associação de Provedores do Distrito Federal). A medida, se confirmada, deve aumentar o valor das mensalidades e encarecer instalações em todo o Brasil.
A análise ocorre após a publicação, em 25 de setembro de 2025, da Circular nº 72, que iniciou a Avaliação de Interesse Público sobre a investigação antidumping do produto classificado na NCM 8544.70.10. A medida é inédita no atual ciclo e tem prazo de 20 dias para conclusão da fase probatória.
Os provedores regionais afirmam que a combinação do imposto de importação de 35% com uma tarifa antidumping de até 396,8% inviabilizará novos investimentos e pressionará as operações já existentes. De acordo com a ASPRO, as duas empresas que pediram a proteção comercial — Furukawa e Prysmian — não possuem capacidade produtiva para atender à demanda nacional e podem criar um ambiente de duopólio na oferta de fibra óptica.
“A adoção dessa tarifa elevará o custo da fibra em até cinco vezes e atingirá diretamente o consumidor, que pagará mais caro pela conexão ou pela instalação”, afirma Rodrigo Oliveira, presidente da ASPRO. “O impacto recairá sobre residências, escolas, periferias e regiões remotas, que dependem da expansão contínua da banda larga.”
Documentos técnicos da SDIC/MDIC apontam que a imposição da tarifa pode comprometer políticas públicas de conectividade, incluindo a cobertura de 679 favelas, 770 mil lares e 17 mil escolas, além dos compromissos previstos no PGMU V e dos investimentos estimados em R$ 2 trilhões no setor de data centers na próxima década.
A ASPRO sustenta que a discussão tem caráter nacional e ultrapassa o interesse setorial. A entidade defende a participação dos provedores e das associações na Avaliação de Interesse Público e propõe uma articulação conjunta para evitar que a tarifa distorça preços e reduza a concorrência.
“A decisão precisa considerar o impacto social e econômico. A conectividade é uma infraestrutura crítica, e qualquer encarecimento artificial prejudica o país como um todo”, conclui Oliveira.
ASPRO – Associação dos Provedores de Internet do Distrito Federal A ASPRO é uma sociedade civil sem fins lucrativos dedicada à representação dos provedores de internet regionais do Distrito Federal. É a voz ativa de mais de 90 pequenos provedores, que juntos atendem mais da metade da população local — especialmente em áreas negligenciadas pelas grandes operadoras. Seu compromisso é assegurar regulamentação justa, segurança jurídica e desenvolvimento sustentável do setor, atuando frente a órgãos governamentais e reguladores. Sob a liderança de Rodrigo Oliveira, reforça a equidade, promove conexão de qualidade e fortalece o pleno exercício da cidadania digital. Site: www.aspro.org.br Instagram: @aspro.df
Na noite da última segunda-feira (17), a Revista Veja celebrou a excelência da gastronomia local durante o Veja Comer & Beber Brasília, premiando os melhores bares, restaurantes e comidinhas da capital. O evento consagrou a cena gastronômica brasiliense e reconheceu talentos em categorias especiais como Chef Revelação e Chef do Ano.
Entre as Comidinhas, os vencedores foram: Lilie na categoria Doceria; Acervo Café como melhor Café; Madre Teresa Deli como melhor Hambúrguer; Adélia Padaria como melhor Padaria; e Saborella como melhor Sorvete. Na categoria Bares, os premiados foram: Godofredo como melhor Bar de Cervejas; Traçado Bar como melhor Bar de Drinques; Bitaca da Norte como melhor Cozinha; IVV Swinebar como melhor Bar de Vinhos; e BU.TÉ.QUIM como Bar Revelação.
Já entre os Restaurantes, Afeto venceu como melhor Brasileiro, Chicago Prime como melhor Carne, DOC Cucina como melhor Italiano, New Koto como melhor Japonês e Baco Pizzaria como melhor Pizzaria. O prêmio de Chef Revelação ficou com Júlia Almeida, do Terra Nova Brasília, enquanto Gil Guimarães, à frente do Baco Pizzaria, Casa Baco e Fina da Baco, foi eleito Chef do Ano.
A edição deste ano reforça o compromisso de Veja Comer & Beber em valorizar a criatividade, a qualidade e a inovação dos profissionais que fazem de Brasília um dos destinos gastronômicos mais relevantes do país.
Feira cultural reúne DJs, show ao vivo, marcas autorais, moda consciente e gastronomia, a partir das 11h
Nos dias 22 e 23 de novembro, a Varanda BSB realiza mais uma edição da tradicional feira cultural que valoriza a sustentabilidade, a economia criativa e o consumo consciente. Este encontro será ainda mais especial: a Varanda comemora 7 anos de existência, fortalecendo seu papel de cultura, arte e troca em Brasília.
A programação de aniversário contará com DJs, apresentação musical ao vivo, da cantora Carol Voigt, que traz um repertório marcante para envolver o público. Além disso, uma curadoria especial de mais 50 expositores reunirá peças únicas de moda sustentável, artesanato e gastronomia — elementos que já se tornaram assinatura da feira.
Entre as marcas confirmadas estão Brechó 50, BL Moda Sustentável, Nova Lua Brechó, Cabide Valioso, Akinna, Tina Boho Design, Espaço Desapego, Luciana Zero, Nefelia, Deby & Dany Brechó, Casa da Cultura, Reveste Brechó, Espaço Della’s Brechó, Karú, Botelho Brechó, Brechó da Fê, Brechó Masculino, Brechó da Glória, Brincolah, Brechó Markant, Josy Oliveira, Abbys Brechó, Ateliê Estesia, Brechó da Maria, Essência Única Brechó, Brechó de Luxo Odileuza, Barraco Barroco, Glamour Brechó, Vampyroska, Garimpei Brechó, Impression by Chris Meireles e Jane Morais, entre outras presenças queridas e já aguardadas pelo público. Além disso, entre os destaques estão a Urbanoise Eyewear e a Urbanoise Jewelry, com acessórios de design autoral. E na área de gastronomia o público vai poder tomar o chope da Bracitorium e degustar quiches, cascata de chocolate e almoço especial.
À frente da idealização e produção da Varanda BSB está Sarah de Magalhães — designer de joias, ourives e fotógrafa — que encontra em Brasília a principal inspiração para sua expressão artística. Sarah conduz a curadoria e a produção do evento com paixão, sensibilidade e profundo carinho, traduzindo no projeto sua visão de cidade: criativa, acolhedora e repleta de possibilidades. Seu olhar cuidadoso é parte essencial do que faz da Varanda um espaço tão singular para expositores e visitantes.
Para completar a experiência, uma programação musical gratuita com uma vibe pra lá de boa. No sábado (22), a pista começa com a DJ Brotta, às 13h, e segue com o DJ Chilkão, às 16h. Já no domingo (23), o som fica por conta do DJ Maraskin, a partir das 13h, e quem encerra o evento com chave de ouro é a cantora Carol Voigt trio, às 16h.
A edição especial de 7 anos promete celebrar a trajetória da Varanda com muita arte, música e conexões que movem a cidade. A Varanda BSB também reforça a importância da economia sustentável no universo da moda, um movimento que cresce a cada ano e que incentiva um consumo mais consciente, humano e responsável. Ao valorizar brechós, marcas autorais, design independente e peças que ganham novos ciclos de vida, a feira contribui para a redução de resíduos têxteis, estimula a criatividade e fortalece pequenos empreendedores. A moda sustentável promove não apenas a reutilização e o reaproveitamento, mas também uma relação mais afetiva com aquilo que vestimos — uma visão que se alinha profundamente ao propósito da Varanda: oferecer alternativas reais para quem busca estilo, autenticidade e impacto positivo no mundo.
A It’s Time Brechó é perfeita para quem valoriza e apoia pequenos empreendedores e busca novas formas de se expressar por meio da moda – tudo isso em um dos espaços culturais mais emblemáticos da capital.
Monólogo inspirado na história real de um catador de reciclagem convida o público a olhar com mais cuidado para quem vive às margens da cidade
Um homem que carrega o mundo em sacos plásticos pelas bordas da cidade ganha nome, história e voz em “Hilário”, monólogo poético inspirado em uma história verídica. No dia 24 de novembro, o espetáculo chega ao palco do Teatro SESC Paulo Autran, em Taguatinga, em duas sessões gratuitas (às 15h e às 20h), convidando o público a refletir sobre estigma, escuta e pertencimento nas discussões sobre saúde mental. A entrada é gratuita, mediante doação de 1 kg de alimento.
Inspirado na trajetória de um catador de objetos descartados, morador de Águas Lindas (GO), que viveu seus últimos dias sob hostilidade e exclusão, “Hilário” dá centralidade a um personagem muitas vezes reduzido ao rótulo de “louco”. A montagem propõe um encontro sensível entre arte e cuidado, aproximando o tema da saúde mental do cotidiano urbano.
O ator Ricardo César dá vida ao personagem, com encenação lírica e foco no papel das artes nas vivências de pessoas em sofrimento psíquico. “Hilário” tensiona fronteiras conceituais que historicamente afastam, e aproxima o tema da saúde mental do cotidiano da cidade. Com direção de Nei Cirqueira e dramaturgia de Bruno Estrela, a obra também dialoga com referências como Arthur Bispo do Rosário, artista que transformou sua experiência de internação em potência poética e questionamento do mundo. A montagem igualmente se aproxima do legado de Nise da Silveira, pioneira da humanização no cuidado em saúde mental no Brasil, cuja prática não violenta e o uso da arte como via de expressão e acolhimento se tornam farol ético para superar o estigma e as lógicas manicomiais.
“Somos educados ao longo da vida que os ditos ‘loucos’ que transitam pelas ruas são motivo de chacota. Quando menino eu também recebi essa tal educação e fiz muito bullying com vários personagens da minha época de adolescente, hoje me senti na obrigação de devolver a sociedade um trabalho que eduque as futuras gerações para um olhar mais sensível a essa população tão vulnerável”, explica o ator Ricardo César.
Em Taguatinga, o percurso simbólico do espetáculo parte da Praça do Relógio, passou pelo palco do Teatro CEMTNORTE e desembarca no SESC Paulo Autran. Entre memórias, afetos e deslocamentos, o personagem se apresenta em falas que ecoam para além da cena: “O tempo não é linha reta é teia de aranha. A gente fica preso entre ontem e amanhã.” O projeto é viabilizado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. E conta com apoio de: Fecomércio e SESC/SENAC.
SERVIÇO
“Hilário” Teatro SESC Paulo Autran (Taguatinga) Data: 24 de novembro de 2025 Horários: 15h e 20h (sessão dupla) Entrada: gratuita, mediante doação de 1 kg de alimento, sujeito à lotação