Aniversário do museu terá Night Lab, Feira MOTIM, oficina de circo e ativações científicas; Garanta seu ingresso!
Na semana em que o SESI Lab completa três anos de existência, abre suas portas para uma programação intensa com entrada gratuita. De 25 a 30 de novembro, o público poderá curtir na Feira MOTIM, oficina de circo, Maker Livre e várias atividades que fazem do SESI Lab um espaço único.
“Comemorar três anos de atividades com a força que o SESI Lab alcançou é motivo de grande orgulho. O museu nasceu para aproximar arte, ciência, tecnologia e inovação dos mais diversos públicos e hoje já é parte fundamental do cenário cultural de Brasília”, afirma Claudia Ramalho, superintendente de Cultura do SESI. “Ver como a cidade incorporou o SESI Lab à sua vida reafirma a importância desse projeto para o presente e para o futuro da capital.”
Desde a sua inauguração, o SESI Lab já recebeu mais de 620 mil visitantes, consolidando-se como um dos principais equipamentos culturais do Distrito Federal, com exposições interativas, ações educativas, projetos para escolas, festivais temáticos e iniciativas voltadas à inclusão e ao acesso à cultura.
25 a 28/11 – SESI Lab gratuito a convite da Toyota
De terça (25/11) a sexta-feira (28/11), quem garante a visita gratuita ao museu é a Toyota, parceira do SESI Lab. Na quinta (27/11) será realizada a última edição do ano do Night Lab, a noite da ciência. Os ingressos para o Night Lab já estão esgotados, mas um lote extra será disponibilizado no dia do evento, a partir das 17h, na bilheteria física do museu. É o único evento não gratuito da semana.
O Pato Fu comanda a noite com os sucessos do álbum Gol de Quem?, que completa 30 anos. A data marca ainda a inauguração da obra Atlas Imaginário, da artista multimídia Gabriela Bilá, além de performance da cantora e compositora Mahmundi e mais atrações.
“O SESI Lab se destaca por usar a arte, a ciência e a tecnologia para ‘projetar futuros possíveis’, um objetivo que compartilhamos profundamente. Em um mundo em rápida mudança, estamos orgulhosos de fomentar este espaço de aprendizado que usa ferramentas como a criatividade e a inteligência artificial para preparar a sociedade para os desafios futuros”, afirma Otacilio Nascimento, gerente de Comunicação da Toyota do Brasil.
Na sexta-feira (28), a partir de 14h, acontece o Maker Livre, uma oportunidade para explorar ferramentas, criar protótipos e experimentar ideias no melhor espírito “mão na massa” do SESI Lab. Ao longo da semana, o programa educativo do museu promove ativações científicas que caíram no gosto do público ao longo desses 3 anos de operação.
29 e 30/11 – SESI Lab e Feira MOTIM garantem a diversão, a convite da Shell
Já no fim de semana, a gratuidade continua, agora com patrocínio da Shell, que apoia a programação de aniversário. Em sua 19ª edição, a Feira MOTIM transforma o SESI Lab num território criativo com mais de 200 expositores de todo o país ocupando o museu com publicações, impressos, debates, oficinas e muita arte independente.
A Shell reforça que a parceria tem tudo a ver com seu compromisso social. Como destaca Glauco Paiva, gerente executivo de Comunicação da Shell Brasil:
“Por meio do nosso apoio ao SESI Lab, estamos possibilitando a transmissão de conhecimentos científicos e tecnológicos e valores sociais para a população através da arte e da tecnologia. Um encontro que pode parecer inusitado para alguns, mas que alia conhecimento, encantamento e inovação. Uma combinação tão disruptiva quanto potente”.
Além da feira, o público infantil curte a oficina Parque CircoMania, com o grupo Delírio Circense, no sábado e no domingo, das 16h às 18h: malabares, acrobacias, perna-de-pau, bolhas gigantes e outras brincadeiras garantem a diversão.
As oficinas e ativações científicas não poderiam ficar de fora do aniversário do SESI Lab. Da observação da natureza ao famoso broche de luz, o programa educativo do museu está pronto para receber o público com muita diversão e conhecimento. Confira as oficinas e retire seu ingresso no site do SESI Lab.
Exposições
Durante toda a semana os visitantes podem experimentar a exposição permanente do SESI Lab: em três galerias, mais de 100 aparatos interativos convidam o público a vivenciar ciência, tecnologia e arte na prática. São módulos que exploram luz, movimento, percepção e criatividade, sempre com proposta “mão na massa” que transforma a visita em descoberta ativa para todas as idades.
Já a exposição Clima: O Novo Anormal, em cartaz até 14 de dezembro, apresenta um panorama da emergência climática. A mostra combina dados científicos, depoimentos de especialistas e instalações interativas que mostram como o aquecimento global já está alterando rotinas, ecossistemas e cidades. O público é convidado a entender causas, impactos e possíveis caminhos de adaptação e mitigação, sempre em diálogo com desafios reais enfrentados no Brasil e no mundo.
SESI Lab – 3 anos
SESI Lab – Setor Cultural Sul, Brasília (DF)
De terça (25/11) a sexta (28/11), das 9h às 18h; sábado (29/11) e domingo (30/11), das 10h às 19h
O cantor e compositor baiano Carlinhos Brown agitou o público com sucessos como ‘A Namorada’ e ‘Água Mineral’
Edição histórica foi encerrada neste sábado (22) com um público de 30 mil visitantes; shows, debates e homenagens marcaram o evento no Museu Nacional da República
O último dia do festival Consciência Negra 2025 reuniu 30 mil pessoas na área externa do Museu Nacional da República, coroando uma edição histórica que ultrapassou 100 mil visitantes ao longo dos três dias de celebrações. Consolidado como um dos maiores encontros de cultura afro-brasileira da capital, a festa foi realizada pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), em parceria com o Instituto Janelas da Arte, e contou com apoio da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). Mais uma vez, o evento manteve um ritmo intenso de atividades gratuitas, reunindo formações, apresentações musicais, cortejos, debates, vivências, moda, feira afro e atrações para todas as idades.
“Encerramos esta edição com mais de 100 mil pessoas ocupando os espaços do Museu Nacional da República e celebrando a potência da cultura afro-brasileira no Distrito Federal. Este festival mostra, na prática, que política cultural transforma vidas quando chega ao povo com qualidade, diversidade e respeito à ancestralidade. Ver famílias inteiras circulando, artistas afirmando suas histórias, pensadores debatendo os rumos do país e uma multidão vibrando com nossa música é o maior sinal de que estamos no caminho certo. E seguimos, mais fortes e mais comprometidos, para garantir que as próximas edições ampliem ainda mais esse legado, valorizem nossa criação negra e mantenham viva a memória que nos trouxe até aqui”, enfatizou o titular da Secec-DF, Claudio Abrantes.
Desde a abertura das atividades, o público circulou em grande número pela exposição Retratos, que manteve fluxo constante. As crianças lotaram novamente o Espaço Kids, desta vez com contação de histórias e oficina de instrumentos de percussão, que rapidamente se tornou uma das ações mais disputadas do dia. A Feira Kitanda reuniu empreendedores negros do DF, enquanto o espaço gastronômico Sabores do Quilombo acompanhou o público até o fim da programação.
A Tenda Muntu recebeu dois momentos marcantes. A roda “Ofó Mulher – O poder da palavra feminina” reuniu Cristiane Sobral, Nanda Fer Pimenta e Dandara Suburbana, mediadas por Andressa Marques, em um encontro potente sobre expressão, ancestralidade e protagonismo.
Na sequência, veio um dos pontos altos de todo o festival: o painel “História da Consciência Negra e Desafios Contemporâneos”, com o professor Nelson Inocêncio, a professora Mariléa de Almeida e Carla Akotirene. Além do debate — impulsionado pelas provocações de Akotirene —, o momento foi marcado pela emocionante homenagem à pioneira Dona Lydia Garcia, que recebeu no palco uma coroa dourada e foi ovacionada pelo público. Primeira professora de música da rede pública do DF e figura essencial do Movimento Negro, Dona Lydia emocionou ao relembrar sua chegada a Brasília em 1959 e sua trajetória múltipla como arte-educadora, militante, musicista e fundadora de coletivos como o Mulheres Negras Baobá.
No fim da tarde, a rampa do museu se transformou em passarela a céu aberto com o desfile Amarrações, do estilista e artista visual brasiliense Victor Hugo Soulivier. Referência em upcycling e arte têxtil, reconhecido por acervos como o do Instituto Marielle Franco e por representar o Brasil na Semana de Moda de Camarões em 2024, Soulivier levou à rampa do Museu Nacional uma coleção vibrante, marcada por ancestralidade, força estética e identidade, em um dos momentos mais fotografados do evento.
Paralelamente, o Palco Brasilidades pulsou com a energia de artistas do Distrito Federal — espaço que, fiel ao mote “Raízes que Conectam o Futuro”, revela vozes, trajetórias e caminhos da música preta brasiliense. A multi-instrumentista Pratanes abriu a noite com frescor e originalidade; em seguida, o Trem das Cores agitou o público com clássicos populares da música brasileira; e Thiago Kallazans encerrou a programação com um show dançante que levantou a plateia.
Na arena Dona Lydia, a noite começou com Carol Nogueira, seguida da potência de Dhi Ribeiro, veterana respeitada da música do DF. Marcelo Café encantou com um samba elegante, e Benzadeus transformou a arena em uma grande celebração, mantida pelo público até o último minuto da apresentação. Às 22h30, Carlinhos Brown entrou vestido de branco, saudando Brasília com carisma e entregando uma apresentação repleta de sucessos, de A Namorada e Água Mineral às canções dos Tribalistas. Nem a chuva dispersou a plateia, que cantou, dançou e respondeu às interações do artista. Encerrando a madrugada e todo o festival, o Psirico trouxe uma sequência de hits, incluindo Lepo Lepo e Mulher Brasileira, fechando a edição em clima de celebração.
O Festival da Consciência Negra encerra sua edição 2025 reforçando o impacto de políticas culturais afirmativas e a força da cultura afro-brasileira no DF. Conteúdos extras estão disponíveis no Instagram oficial do evento: @consciencianegradf.
*Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)
Com estimativa de mais de 71 mil novos casos anuais de câncer de próstata no Brasil, especialistas do Hospital Santa Lúcia reforçam que prevenção masculina inclui também coração, pulmões, intestino, metabolismo e saúde sexual; veja
A campanha mundial do Novembro Azul reforça que a saúde masculina vai muito além dos cuidados com a próstata. Com base em estudos recentes mostrando aumento de casos em homens mais jovens e limitações de exames tradicionais, seja por negligência ou por falta de conhecimento, os especialistas do Hospital Santa Lúcia reforçam a importância do cuidado integram com a saúde do homem em 360º, envolvendo oncologia, urologia, coloproctologia, cirurgia torácica, pneumologia e cardiologia, com orientações específicas para as faixas dos 30, 40, 50 e 60+ anos.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de próstata é o tumor mais incidente entre os homens brasileiros (excluindo pele não melanoma), com estimativa de 71.730 novos casos por ano no triênio 2023–2025, o que representa cerca de 30% de todos os cânceres masculinos no país. No Distrito Federal, a projeção do INCA indica, aproximadamente, 460 novos casos anuais de câncer de próstata em homens, dentro de um universo de 7,3 mil novos cânceres estimados por ano entre 2023 e 2025.
PSA “normal” não é sinônimo de risco zero
Um dos focos da campanha é ajudar o homem a entender que “exame em dia” não significa risco zero. O antígeno prostático específico (PSA) e o exame físico (toque retal) continuam centrais no rastreamento, mas não esgotam a investigação mais aprofundada. Estudos internacionais mostram que mesmo com PSA abaixo de 4 ng/mL – faixa tradicionalmente considerada de baixo risco – ainda há detecção de câncer de próstata em uma proporção relevante de pacientes.
Em um estudo norte-americano publicado em periódico científico, Translational Oncology, os autores analisaram um grupo de homens pesquisados com diferentes faixas de PSA. A taxa de detecção de câncer chegou a 21,6% em homens com PSA abaixo de 4 ng/mL, após biópsia prostática. Em paralelo, diretrizes de rastreamento e materiais educativos mostram que, mesmo com PSA abaixo de 4 ng/mL, cerca de 15% dos homens podem ter câncer na biópsia, e que, na faixa de PSA entre 4 e 10 ng/mL, aproximadamente 1 em cada 4 homensterá diagnóstico positivo para o tumor.
“Resultados normais de PSA e toque nãoeliminam completamente o risco. Eles reduzem a chance de que um câncer de próstata localizado evolua para doença avançada ou metastática, mas não substituem o acompanhamento regular e individualizado”, explica o médico oncologista do Hospital Santa Lúcia,Dr. Paulo Bergerot. Segundo ele, quando o tumor é detectado ainda localizado e de pequeno volume, as chances de cura podem ultrapassar 90%, enquanto a doença metastática continua sendo um grande desafio terapêutico.
Câncer de próstata cresce entre homens mais jovens
Outro alerta importante dos especialistas é o crescimento dos casos em faixas etárias mais precoces. Dados do Ministério da Saúde, compilados em novembro de 2025, mostram que o número de atendimentos por câncer de próstata em homens com até 49 anos aumentou 32% entre 2020 e 2024, passando de 2,5 mil para 3,3 mil procedimentos no SUS.
Especialistas apontam que esse movimento está relacionado a três grandes fatores: estilo de vida, genética e diagnóstico mais precoce em alguns grupos, que têm acesso a exames antes da idade tradicionalmente recomendada. “Hoje vemos tumores aparecendo antes dos 60 anos com muito mais frequência. Isso torna ainda mais urgente falar de estilo de vida, tabagismo, sedentarismo, peso corporal, alimentação e sono – não apenas do PSA, por exemplo”, reforça o oncologista.
No Distrito Federal, onde o câncer de próstata figura entre os tumores mais incidentes, o cenário exige vigilância contínua e integração entre diferentes especialidades para acompanhar o paciente ao longo de toda a jornada de cuidado – da prevenção ao tratamento.
Saúde do homem em 360º
A campanha do Hospital Santa Lúcia propõe um olhar integrado para a saúde masculina, articulando seis áreas médicas:
· Oncologia – prevenção e tratamento dos principais cânceres masculinos (próstata, pulmão, intestino, pele, bexiga, cabeça e pescoço);
· Urologia – rastreamento de câncer de próstata, saúde sexual, doenças do trato urinário e genital masculino;
· Coloproctologia – prevenção de câncer de intestino e reto, tratamento de hemorroidas, fissuras e outras doenças orificiais;
· Cirurgia Torácica – abordagem de nódulos pulmonares, tumores torácicos e doenças da pleura e mediastino, com foco em técnicas minimamente invasivas;
· Pneumologia – diagnóstico e manejo de DPOC, asma, doenças intersticiais, apneia do sono e câncer de pulmão;
· Cardiologia – avaliação de risco cardiovascular, hipertensão, arritmias, infarto, insuficiência cardíaca e relação entre coração e outros fatores de risco oncológico.
“É fundamental que o homem seja visto como um todo. Aos 40, 50 ou 60 anos, ele não tem apenas próstata: tem coração, intestino, pulmões, metabolismo, sono. Um problema em uma área frequentemente se conecta a outra”, resume o urologista e uro-oncologista do Hospital Santa Lúcia, Dr. Carlos Watanabe, e especialista em cirurgia robótica e câncer de próstata.
Como parte das ações de conscientização do Novembro Azul, o Hospital Santa Lúcia montou uma ativação no Brasília Shopping, que estará à disposição da população até o dia 26 de novembro. No local, o público poderá conhecer informações sobre prevenção, sinais de alerta, hábitos de vida e exames recomendados para cada faixa etária em um site criado especialmente para a data.
A iniciativa busca aproximar o cuidado masculino da rotina dos brasilienses, ampliando o acesso a conteúdos educativos e reforçando a importância do diagnóstico precoce. O espaço também destaca materiais informativos sobre câncer de próstata, cardiologia, saúde sexual, câncer de intestino e doenças pulmonares, além de acesso aos canais de atendimento para adotar uma rotina preventiva.”
O que todo homem deve investigar aos 30, 40, 50 e 60+ anos
1 – Exames e cuidados por faixa etária
Aos 30 anos
· Oncologia
o Revisar histórico familiar de câncer (próstata, intestino, pulmão, estômago, pele);
o Iniciar mudanças estruturais de estilo de vida: zero tabaco, atividade física regular, peso saudável.
· Urologia
o Primeiro check-up urológico: conhecer o próprio corpo, tirar dúvidas sobre função sexual e urinária;
o Avaliar alterações nos testículos e lesões em pênis (HPV, verrugas, feridas).
· Coloproctologia
o Procurar o especialista em caso de sangramento ao evacuar, dor anal, diarreia ou constipação frequentes.
· Cirurgia Torácica / Pneumologia
o Avaliação clínica se houver tosse crônica, chiado, falta de ar ou exposição ocupacional a poeiras/químicos.
o Radiografia de tórax em casos selecionados.
· Cardiologia
o Medir pressão arterial, glicemia e colesterol, principalmente em homens com sobrepeso, sedentarismo ou histórico familiar de infarto precoce.
Dos 40 aos 49 anos
· Oncologia / Urologia
o Iniciar, em geral entre 40 e 45 anos (sob indicação médica), a discussão sobre rastreamento do câncer de próstata, especialmente em homens com:
§ histórico familiar (pai, irmão, tio) com diagnóstico precoce;
§ homens negros (maior risco relativo);
§ antecedentes de PSA elevado.
o Avaliar PSA e toque retal conforme risco individual.
· Coloproctologia
o A partir dos 45 anos, iniciar colonoscopia para rastreamento de câncer de intestino, mesmo sem sintomas, com repetição em intervalos de cerca de 5 anos se o exame for normal.
· Cirurgia Torácica / Pneumologia
o Para fumantes ou ex-fumantes com carga tabágica importante, considerar tomografia de tórax de baixa dose para rastreamento de câncer de pulmão, conforme indicação do pneumologista.
o Realizar espirometria em presença de tosse crônica, dispneia ou chiado.
· Cardiologia
o Check-up cardiológico estruturado: eletrocardiograma, ecocardiograma e teste ergométrico podem ser indicados conforme risco.
o Monitorar pressão, glicemia, colesterol e circunferência abdominal.
Dos 50 aos 59 anos
· Oncologia / Urologia
o Manter rastreamento anual de câncer de próstata, com PSA, toque retal e, quando necessário, ressonância magnética de próstata ou biópsia dirigida.
· Coloproctologia
o Repetir colonoscopia periódica para detecção e remoção de pólipos (lesões pré-malignas).
· Cirurgia Torácica / Pneumologia
o Em fumantes e ex-fumantes, manter tomografia de baixa dose anual para rastreamento de câncer de pulmão.
o Reforçar vacinas respiratórias (influenza, pneumocócica) em grupos de risco.
· Cardiologia
o Intensificar avaliação de risco cardiovascular global (escore de risco, exames de imagem quando indicados).
o Investigar sintomas como dor no peito, falta de ar, palpitações, inchaço em pernas e cansaço desproporcional.
Aos 60 anos ou mais
· Oncologia / Urologia
o Manter rotina de rastreamento de próstata definida com o médico, considerando expectativa de vida, comorbidades e riscos.
o Vigilância para outros cânceres frequentes: intestino, pulmão, bexiga, pele, cabeça e pescoço.
· Coloproctologia
o Colonoscopia em intervalos definidos pelo achado anterior.
o Atenção redobrada a sangramentos anais, mudança do hábito intestinal e perda de peso.
· Cirurgia Torácica / Pneumologia
o Repetir tomografia de tórax e espirometria conforme orientação.
o Investigar roncos intensos, pausas respiratórias e sonolência diurna (apneia do sono).
· Cardiologia
o Controle rigoroso de hipertensão, diabetes, arritmias, insuficiência cardíaca e prevenção secundária em quem já teve infarto ou AVC.
Mitos e verdades sobre a saúde do homem
O que dizem os especialistas do Hospital Santa Lúcia:
1. ONCOLOGIA – Dr. Paulo Bergerot
Pergunta: Mesmo com exames de PSA e toque retal em dia, alguns homens ainda podem receber diagnóstico de câncer de próstata. O que explica isso e por que é importante manter o acompanhamento regular?
Resposta: “Resultados normais de PSA e de toque retal reduzem, mas não eliminam o risco de câncer de próstata. Em estágios muito iniciais, o tumor pode não alterar o exame de sangue nem ser palpável. Por isso é tão importante manter consultas periódicas a partir dos 40–45 anos, avaliar histórico familiar, estilo de vida e, quando necessário, lançar mão de exames mais avançados, como ressonância magnética e biópsias dirigidas.”
Pergunta: Quais outros tipos de câncer merecem atenção especial dos homens após os 40 anos?
Resposta: “Além da próstata, o homem deve ficar atento aos cânceres de pulmão, intestino (colorretal), pele, estômago, bexiga e tumores de cabeça e pescoço. Muitos deles têm fatores de risco compartilhados, como tabagismo, álcool, sedentarismo e dieta pobre em frutas e vegetais – o que reforça o peso do estilo de vida na prevenção.”
Pergunta: Como o estilo de vida impacta na prevenção dos cânceres mais prevalentes entre os homens?
Resposta: “Costumo resumir em cinco grandes mudanças: parar de fumar; praticar pelo menos 150 minutos de atividade física por semana; manter IMC abaixo de 27; limitar o álcool a poucos drinques por semana; e investir em alimentação rica em vegetais e grãos integrais, com sono regular de 7 a 9 horas. Só essas medidas já reduzem, de forma importante, o risco de câncer de pulmão, próstata, intestino e bexiga ao longo da vida.”
2. UROLOGIA – Dr. Carlos Watanabe |
Pergunta: Além do câncer de próstata, que outros problemas urológicos merecem atenção?
Resposta: “Os homens devem ficar atentos a alterações nos testículos, como aumento de volume, nódulos ou dor, e a doenças no pênis, incluindo lesões por HPV que podem provocar verrugas genitais ou mesmo câncer de pênis. O diagnóstico precoce é fundamental: qualquer mudança na região genital deve ser relatada ao médico o quanto antes.”
Pergunta: O que mudou nos últimos anos em relação ao diagnóstico e tratamento das doenças urológicas masculinas?
Resposta: “Houve um grande salto tecnológico. Exames de imagem de alta precisão, inteligência artificial e maior acesso à cirurgia robótica transformaram o cuidado. A pandemia também reforçou a importância de não adiar consultas e rastreamentos, para evitar que doenças potencialmente agressivas sejam descobertas tardiamente.”
Pergunta: O que todo homem deve investigar aos 30, 40/50 e 60+ anos?
Resposta: “Aos 30 anos, é hora de conhecer o próprio corpo e fazer o primeiro check-up urológico. Aos 40, a prioridade passa a ser a estratificação de risco para câncer de próstata e a mudança de hábitos que vão impactar as décadas seguintes. A partir dos 50 e 60 anos, entra a fase em que muitas doenças são, de fato, diagnosticadas – por isso é essencial estar acompanhado por uma equipe que avalie o paciente como um todo, incluindo exames como colonoscopia, endoscopia, avaliação cardiológica e metabólica mais ampla.”
3. COLOPROCTOLOGIA – Dr. Dannilo B. Silveira
Pergunta: Por que ainda existe tanta resistência dos homens aos exames da região anal?
Resposta: “Existe um tabu muito grande em relação aos exames feitos na região do ânus. Muita gente associa o toque retal apenas à próstata e esquece que o mesmo exame pode identificar tumores de reto, por exemplo. Em grande parte dos casos, exames como retossigmoidoscopia e colonoscopia são feitos hoje sob sedação, com conforto e segurança, e têm enorme impacto na prevenção do câncer de intestino.”
Pergunta: Além do câncer, quais sinais da região anal merecem atenção?
Resposta: “Sangramento ao evacuar, dor anal, fissuras, sensação de intestino sempre preso ou muito solto e diarreias frequentes não devem ser ignorados. Na maioria das vezes, estamos falando de doença hemorroidária ou fissuras, que podem ser tratadas com orientações de dieta e medicamentos. Se a pessoa demora a procurar ajuda, algo que seria simples pode evoluir e acabar precisando de cirurgia.”
Pergunta: Quando iniciar a prevenção para câncer de intestino?
Resposta: “Geralmente, em quem não tem história familiar de câncer de intestino, indicamos iniciar a colonoscopia aos 45 anos. Se o exame estiver normal, o intervalo costuma ser de cinco anos. Diferente da próstata, que costuma ser acompanhada anualmente, o intestino pode ser avaliado com esses intervalos maiores – desde que não surjam sintomas.”
4. CIRURGIA TORÁCICA – Dr. Felipe Oliveira
Pergunta: Em que situações o homem deve procurar um cirurgião torácico?
Resposta: “O cirurgião torácico cuida das doenças do pulmão, pleura, mediastino, traqueia e parede torácica. Tosse que não melhora, falta de ar sem explicação, dor no peito ao respirar, sangue no escarro ou nódulos em exames de imagem são sinais de alerta. Nessas situações, o cirurgião torácico é o profissional indicado para avaliar.”
Pergunta: A cirurgia minimamente invasiva mudou o tratamento das doenças torácicas?
Resposta: “Totalmente. Hoje, em vez de grandes cortes, usamos pequenas incisões com câmeras de alta definição – seja na toracoscopia, seja na cirurgia robótica. Isso se traduz em menos dor, menor tempo de internação, recuperação mais rápida e melhor preservação da função pulmonar. A cirurgia robótica, em especial, oferece visão ampliada e movimentos muito precisos em áreas delicadas.”
5. PNEUMOLOGIA – Dr. William Schwartz | Coordenador de Pneumologia HSLS
Pergunta: O tabagismo ainda é o principal fator de risco para doenças pulmonares em homens?
Resposta: “Sim. O cigarro continua sendo o maior responsável por bronquite crônica, enfisema, DPOC e câncer de pulmão, e os homens ainda fumam mais do que as mulheres. Nos últimos anos, surgiu um novo problema: o uso de cigarros eletrônicos, principalmente entre jovens. O vaping não é seguro, contém nicotina e outras substâncias que inflamam o pulmão e podem causar lesões importantes.”
Pergunta: Que sintomas respiratórios não devem ser ignorados?
Resposta: “Falta de ar em atividades simples, tosse que dura semanas, catarro frequente, chiado no peito, dor ao respirar e qualquer quantidade de sangue no escarro exigem avaliação especializada. Roncos intensos, pausas respiratórias durante o sono e sonolência excessiva também são sinais de alerta para apneia obstrutiva do sono, que aumenta o risco de pressão alta, arritmias e problemas cardíacos.”
6. CARDIOLOGIA – Dr. Ricardo Cals | Coordenador de Cardiologia HSLN
Pergunta: As doenças cardiovasculares continuam sendo a principal causa de morte entre os homens. Quais fatores de risco mais contribuem para isso?
Resposta: “Os homens, culturalmente, tem menos hábito de realizar exames preventivos e acompanhamento médico regular, comparados às mulheres. Os fatores de risco clássicos para doenças cardiovasculares são hipertensão arterial, hipercolesterolemia, diabetes, obesidade, tabagismo e sedentarismo.
Pergunta: A partir de que idade os homens devem realizar check-ups cardíacos e quais exames são fundamentais aos 30, 40/50 e 60+?
Resposta: O check-up deve ser iniciado ainda na adolescência, com exames básicos, como glicemia de jejum e dosagem de colesterol, por exemplo, além da aferição da pressão arterial e do peso do paciente, principalmente para orientações educativas de estilo de vida.
A partir dos 30 anos, essa avaliação deve ser mais rigorosa, verificando o risco cardiovascular do paciente, podendo inclusive realizar intervenções medicamentosas, além das mudanças do estilo de vida.
A partir dos 45- 50 anos, deve-se acrescentar o rastreio de câncer de próstata e cólon, com dosagem de PSA, toque retal (quando indicado) e realização de colonoscopia. Caber ressaltar, que o check-up pode ser adaptado, conforme a história clínica e familiar do paciente.
SERVIÇO GRUPO SANTA (UNIDADES DISTRITO FEDERAL):
HOSPITAL SANTA LÚCIASUL
Endereço: SHLS Quadra 716 Conjunto C, Setor Hospitalar Sul – Brasília/DF
Fundado em 1963, o Grupo Santa nasceu da união de médicos visionários que idealizaram o primeiro hospital privado de Brasília. Desde então, o Grupo cresceu e se consolidou como referência em alta complexidade, tornando-se o maior conglomerado hospitalar privado do Centro-Oeste. Hoje, reúne 12 unidades de saúde, entre hospitais gerais e centros especializados, presentes no Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo. As unidades atuam em diversas frentes, com destaque para a assistência hospitalar de alta complexidade, diagnóstico por imagem e atenção multiprofissional integrada.
A qualidade e a inovação são pilares estratégicos do Grupo, reconhecido por acreditações nacionais e internacionais, como a ONA (Organização Nacional de Acreditação) e a QMentum Diamante, certificações que atestam a segurança, a gestão eficiente e o cuidado de qualidade.
Em 2023, o Grupo Santa deu um passo importante em sua trajetória ao anunciar uma parceria estratégica com a Atlântica Hospitais, que adquiriu 20% de participação no Grupo. O movimento fortaleceu sua governança corporativa e ampliou a capacidade de investimento, preparando a rede para um ciclo robusto de expansão e modernização.
Edição especial celebra os 30 anos da marca com fragrâncias que traduzem o prazer de brindar o novo em acordes de espumante rosé e gin
Em 2025, Natura Essencial alcança uma marca histórica: 30 anos de uma trajetória que conquistou gerações de consumidores brasileiros. Natura, líder absoluta em perfumaria no Brasil¹, celebra o legado da linha apresentando Essencial Desejos, uma releitura das fragrâncias icônicas da marca em uma edição especial que traz a combinação inédita do acorde de bebidas refinadas com os ingredientes da exclusivos da Natura. O resultado é uma fragrância elegante e ainda mais moderna com acorde de espumante rosê e o gin.
Criado para expressar o amor, Essencial é a marca da Natura que reforça a relação entre os casais e traz um convite para relembrar a importância de cada escolha que reaquece a paixão entre duas pessoas.
O novo Essencial Desejos Feminino é um floral frutalenvolvente, em que o acorde do espumante rosé se mistura a flores brancas e frutas cítricas, revelando uma fragrância luminosa, sofisticada e sensual, desenvolvido em parceria com os perfumistas Veronica Kato e Domitille Bertier e Yves Cassar, da IFF.
Já o Essencial Desejos Masculino, desenvolvido também por Veronica Kato, mas em parceria com a Givaudan, aposta na assinatura amadeirada aromática, combinando a intensidade do gin à riqueza da priprioca, do sândalo e da bergamota intensa, criando um perfume moderno, potente e marcante.
Segundo Verônica Kato, perfumista exclusiva da Natura, a novidade é um equilíbrio entre tradição e inovação: “Essas fragrâncias capturam a energia das celebrações e despertam o desejo de viver o agora. O espumante rosé e o gin representam o brinde, a alegria e o recomeço, uma forma de homenagear o passado e brindar o futuro.”
Ao longo de três décadas, Essencial consolidou-se como uma das principais marcas de perfumaria prestige no Brasil, reconhecida por unir ingredientes nobres da perfumaria internacional à biodiversidade brasileira em criações sofisticadas, intensas e com design icônico. Com Essencial Desejos, a marca celebra essa história, reafirmando sua posição como queridinha dos brasileiros e convidando todos a brindar o presente com sofisticação.
Os novos Essencial Desejos Feminino e Masculino já estão disponíveis no site da Natura e com revendedoras em todo o Brasil.
Conheça os produtos:
Essencial Desejos Masculino – R$299,90
Edição especial e festiva, inspirada nas fragrâncias icônicas de Essencial, com fragrância amadeirada aromática irresistível com acordes de gin, o amadeirado potente do sândalo e o brilho elegante da bergamota, ideal para as noites de final de ano.
Essencial Desejos Feminino – R$299,90
Uma edição especial e festiva, inspirada nas fragrâncias icônicas de Essencial, com fragrância floral frutal fascinante com o acorde vibrante de espumante rosé e a elegância das flores brancas; ideal para as noites de final de ano.
Fonte: Kantar, Divisão Worldpanel | Painel de Consumidores l Participação do Mercado em Valor, Volume e Penetração | Total Canal | Período: FY2024 | Total Brasil l Categoria: Perfumaria.
Sobre a Natura
Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. Por 11 anos consecutivos é a companhia de melhor reputação do Brasil e mais responsável em ESG pelo ranking Merco. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura foi pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber, em 2014, a certificação de Empresa B pelo B Lab, organização que reconhece globalmente negócios que combinam a geração de lucro ao impacto socioambiental positivo. Com operações em 14 países na América Latina, os produtos da marca podem ser adquiridos através das mais de 3 milhões de consultoras na região, via e-commerce, aplicativo Natura, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite http://www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram.
Brasília está prestes a se despedir da 19ª edição do Festival Bar em Bar. Até 30 de novembro, a cidade segue pulsando em ritmo de boteco, com cerca de 40 bares oferecendo petiscos exclusivos e criatividade na cozinha. É a última chance de aproveitar a rota que espalhou boa comida, memória afetiva e novos sabores por várias regiões do DF.
Com o tema “A cidade inteira cabe no bar”, o festival mostra, na prática, como cada balcão carrega um pedaço da alma brasiliense. Realizado pela RSC2, com apoio da Abrasel, Sebrae e Ambev, e patrocínio de iFood, Stone + Visa, Unlock Energéticos e Formato Indústria Gráfica, o Bar em Bar evidencia o papel dos bares como espaços de convivência, inclusão e identidade cultural.
Ao fortalecer os empreendedores locais e aproximar o público dos bares da própria cidade, o festival faz de cada esquina uma experiência para ser lembrada. E Brasília respondeu à altura: da Asa Norte à Ceilândia, do Lago Norte à Vila Planalto, cerca de 40 estabelecimentos embarcaram na missão de receber bem, surpreender e celebrar a diversidade do DF.
Ainda dá tempo de saborear, brindar e pertencer. Para não perder nada, basta acessar o guia completo com petiscos, preços e a lista de bares participantes: https://encurtador.com.br/mITo
Com voz inconfundível, presença marcante e autenticidade rara, Lucas Camaro vem conquistando o público em todo o Brasil. Natural da Bahia, o cantor e compositor representa a nova geração da música sertaneja, trazendo na bagagem uma história de paixão musical, resiliência e foco — valores que moldam os grandes artistas do país.
A trajetória de Lucas começou ainda na infância, aos 7 anos, nas tradicionais reuniões familiares embaladas por nomes como Leandro & Leonardo, João Paulo & Daniel, Chitãozinho & Xororó e Reginaldo Rossi. Incentivado pela avó e presenteado com um violão pelo avô, deu seus primeiros acordes rumo a um sonho já escrito: os palcos. Aos 12 anos, realizou sua primeira apresentação para um público de cerca de 500 pessoas e, no mesmo ano, gravou seu primeiro CD, “Alfredinho”, iniciando oficialmente sua carreira solo.
Mesmo após ingressar no curso de Direito, Lucas seguiu o chamado da música e mudou-se para Goiânia, berço do sertanejo, onde enfrentou os desafios do início de carreira com coragem, talento e carisma. Em 2013, formou a dupla Lucas Camaro & Gabriel, que logo se destacou na cena musical de Brasília, conquistando espaço em grandes casas de show do país. Após quase cinco anos de sucesso, Lucas retomou a carreira solo em 2018 com um show histórico na Bahia, que reuniu mais de 10 mil pessoas.
O sucesso se consolidou com o lançamento do CD e DVD “Lucas Camaro – Lá em Casa”, seguido pelos projetos “Há Um Minuto Atrás” (2022) e “O Som do Camaro” (2023), gravado em Fortaleza, que apresentou 17 faixas autorais e releituras que mesclam sertanejo e forró — uma combinação que se tornou marca registrada do artista.
Com uma trajetória marcada por entrega e emoção, Lucas também impressiona pela semelhança natural de timbre com o inesquecível Cristiano Araújo, com quem chegou a conviver nos tempos de Goiânia. No palco, o carisma e a energia contagiante lembram o estilo envolvente que marcou uma geração.
Atualmente, o cantor vive uma nova fase da carreira. Seu mais recente projeto traz releituras ousadas do rock nacional dos anos 80 e 90 em versão sertaneja, além da canção inédita “História a Dois”, uma fusão de ritmos que promete ser o grande hit da temporada. Com uma agenda de shows intensa, milhares de seguidores nas redes sociais e uma presença de palco arrebatadora, Lucas Camaro se firma como um dos nomes mais promissores da música sertaneja contemporânea.
Mais do que um cantor, ele é um espetáculo à parte — entrega, emoção e autenticidade em cada nota.
Shows e Contato para Imprensa: (11) 95092-4452 | (62) 99990-5097 Instagram: @lucascamarooficial
O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) vai realizar a Sessão Especial para apreciar as Contas do Governo do DF de 2024, nesta quarta-feira, dia 26 de novembro, às 11h, no Plenário da Corte.
O Relatório Analítico e Parecer Prévio (RAPP) relativo às Contas de 2024 traz dados importantes sobre a aplicação de recursos públicos em áreas estratégicas e essenciais, como saúde, educação, segurança, cultura, pesquisa, e proteção dos direitos das crianças e adolescentes. Durante a sessão, também serão revelados os avanços nessas áreas e os desafios enfrentados pela atual gestão.
A Corte ainda analisou os gastos com pessoal, o nível de endividamento, as despesas sem cobertura contratual, a arrecadação de tributos e as renúncias fiscais, o patrimônio do DF e muito mais! O exame foi realizado pela Secretaria de Macroavaliação da Gestão Pública do TCDF, sob a relatoria da desembargadora de contas Anilcéia Machado.
SERVIÇO Apreciação das Contas do Governo de 2024 Data: 26/11 (quarta-feira) Horário: 11h Local: Plenário do TCDF
Nesta quarta, dia 26, o Nicolândia, no Parque da Cidade, estará fechado ao público para receber 700 crianças das instituições de acolhimento do Distrito Federal. É o tradicional Natal da Fundação CDL, que este ano homenageia o empresário Álvaro José da Silveira, que foi presidente do Conselho Curador da Fundação CDL-DF e um dos mais entusiastas apoiadores da iniciativa.
A festa, que é realizada desde 2009, reunirá um número recorde de 700 crianças e adolescentes, além de 200 acompanhantes e quase 100 voluntários, que se revezam no cuidado com a turma, composta por crianças e adolescentes de 0 a 17 anos que vivem em situação de abrigo e acolhimento em instituições do Distrito Federal.
Além da distribuição de lanches (pipoca, sanduiches, refrigerantes e água) e do acesso livre a todos os brinquedos, a criançada ainda vai receber um kit completo de presente de Natal: roupa, sapato e brinquedo. Tudo foi organizado pela Fundação CDL, o braço social da Câmara de Dirigentes Lojistas do DF, com apoio de varejistas e de voluntários/as.
O ponto alto, claro, será a chegada do Papai Noel no carro do Corpo de Bombeiros, por volta de 16h30.
Caso tenha interessem em mais informações ou em realizar a cobertura da festa, por favor, ente em contato comigo (Regina) neste mesmo celular.
Para liberar a entrada das equipes, peço que me envie os nomes completos e o veículo, ok?
A presidente da Fundação CDL, Andrea Vasquez, e o presidente da CDL-DF, Eduardo Rodrigues, estão à disposição para entrevistas. Temos fotos do ano passado, caso precisem.
Natal Solidário da Fundação CDL mobiliza corrente de amor e solidariedade no DF
Os preparativos para a festa antecipada do Natal Solidário Álvaro José da Silveira da Fundação CDL/DF— uma celebração que há anos transforma o Natal de centenas de crianças em situação de vulnerabilidade no Distrito Federal— já começaram com ajuda de voluntários que estão em ação no segundo andar da Câmara de Dirigentes Lojistas, CDL-DF.
A festa será realizada no dia 26 de novembro, das 14h às 19h, no Parque Nicolândia, reunindo 700 crianças acolhidas e 200 acompanhantes de 13 instituições. Será uma tarde de alegria, brincadeiras e esperança, que contará com a presença do Papai Noel fazendo entrada triunfal no carro do Corpo de Bombeiros do DF!
Para tornar esse momento possível, replicando um modelo bem-sucedido de voluntariado e solidariedade, a Fundação CDL/DF reuniu um grupo de padrinhos e madrinhas responsáveis pela montagem dos kits de presentes, compostos por roupa, calçado e brinquedo.
“O Natal Solidário de 2025 é uma homenagem à memória do empresário Álvaro José da Silveira, que foi presidente do Conselho Curador da Fundação CDL-DF, e cuja trajetória inspira gestos de generosidade e compromisso com o próximo. Cada contribuição faz a diferença na vida dessas crianças e mantém viva a essência de solidariedade que marca nossa instituição”, destaca a presidente da Fundação CDL/DF, Andrea Vasquez.
Serviço Natal Solidário Álvaro José da Silveira (promovido pela Fundação CDL) Quarta-feira, 26 de novembro Chegada do Papai Noel em carro do Corpo de Bombeiros – 16h30 Das 14h às 18h30 Parque Nicolândia, Parque da Cidade, Brasília (DF)
André Araújo é um dos intérpretes que protagoniza FIM Foto: Diego Bresani/Divulgação
Após sucesso no CCBB Brasília, dança-teatro segue provocando reflexões sobre o esgotamento do planeta
Depois de atrair grande público e repercussão positiva no CCBB Brasília, o espetáculo FIM inicia uma nova circulação pelo Distrito Federal. A montagem de dança-teatro, dirigida por Juana Rondon, chega agora ao IFB Gama nos dias 26, às 10h30, e 27 de novembro, às 15h30 e 19h30. Todas as sessões são abertas ao público, com entrada franca e seguidas de um bate-papo com a equipe.E depois segue para o Centro de Ensino Médio Taguatinga Norte (3 e 4 de dezembro), em sessões fechadas para os estudantes. No palco, mantém a proposta de instigar o público a refletir sobre o colapso do planeta, do corpo e das relações humanas.
Inspirado no livro Ideias para Adiar o Fim do Mundo, de Ailton Krenak, FIM combina dança, teatro físico e dramaturgia do movimento para abordar a repetição exaustiva do cotidiano, o acúmulo de lixo, a ansiedade que oprime e o isolamento que distancia. A cada sessão, o espetáculo se transforma: o desfecho muda, criando finais alternativos que expandem a experiência e convidam o público a revisitar suas próprias percepções sobre começo, meio e fim.
“Ao falar sobre fim ou diversos fins de ciclos que temos na vida, não existe uma conclusão ou ponto final. O espetáculo apresenta recortes do mundo, de situações cotidianas. Dessa forma, temos quatro cenas que compõem o trabalho. E após propor uma reflexão sobre a trajetória de cada intérprete, construímos três solos que apresentam seu contexto, sua visão de mundo. Assim, cada apresentação tem um final diferente que leva o público a novos questionamentos”, afirma Juana Rondon.
Além das apresentações, O IFB será palco também de duas oficinas gratuitas. Na quarta-feira (26/11), a partir das 13h30, a oficina Jazz Dance e House Dance – as intersecções culturais e sociais será ministrada por Bárbara Campos e Romulo Santos. Já na quinta-feira (04/12), partir das 17h, é a vez da oficina Introdução à Cultura Ballroom, conduzida por Overall Princess CielOnijá. Ela apresentará fundamentos dessa expressão performática e política. A inscrição para ambas pode ser feira por meio do formulário.
NÚCLEO DE PESQUISA DA CENA – KOH: ARTE, CORPO E TEMPO
O espetáculo FIM é fruto de uma pesquisa desenvolvida pelo Núcleo de Pesquisa da Cena – KOH, fundado em 2017. O grupo atua na intersecção entre dança, teatro e tecnologia, explorando as relações entre corpo, sociedade e temporalidade. Ao longo dos anos, o KOH consolidou-se como um espaço de criação e investigação artística voltado a provocar experiências sensoriais e reflexivas sobre o mundo contemporâneo.
Em FIM, a pesquisa estética e filosófica do núcleo se manifesta em cada gesto: o figurino combina elementos naturais e resíduos têxteis em um exercício de upcycling, e a trilha sonora reúne artistas de diferentes linguagens, para mostrar ambientes e recortes diversos do mundo. Com destaque para a parceria com a artista indígena Raíssa Matos, que engrandeceu nossa primeira cena com seu som.
FICHA TÉCNICA
Idealização: Bárbara Campos e Juana Rondon
Direção e Dramaturgia: Juana Rondon
Elenco: André Araújo, Bárbara Campos, Laura Rondon, Mylena Edna, Romulo Santos
Coordenação de Produção: Kalebe Lizan
Assistente de Produção: Ciellen Selene
Figurino: Letícia Peregrino
Cenografia: Juana Rondon
Iluminação: Tauana Barros
Operador de Som: Vinícius Rocha
Trilha sonora: Raíssa Matos (Cena 1), Quizzik (Cena 2), Vinícius Rocha (Cena 3) e Paulo Lessa (Cena 4 – solo Bárbara Campos)
Fotografia: Diego Bressani
Design Gráfico: Carol Senna
Coordenação Administrativa: Daniel Rondon
Oficineiras: Bárbara Campos, Ciellen Selene, Juana Rondon e Romulo Santos
Com os equipamentos, será possível acompanhar os números recordes do setor em tempo real, com projeção de IA. Na ocasião, a Embratur também lançará uma premiação para ações de promoção turística
Nesta segunda-feira (24.11), o Brasil atingirá a marca histórica de 8 milhões de visitantes internacionais. Para comemorar o resultado, a Embratur realiza um evento no Museu de Arte do Rio (MAR), na capital fluminense, a partir das 11h, momento em que será iniciada a contagem, em tempo real, com projeção de IA, dos turistas que visitarão o país até o dia 31 de dezembro.
A contagem virá por meio de turistrômetros instalados na Praia de Copacabana e na Esplanada dos Ministérios.
O ministro do Turismo, Celso Sabino, acompanhará o evento em Brasília (DF), em frente à Biblioteca Nacional, onde está instalado um dos equipamentos. Sabino comentará os bons resultados positivos do turismo brasileiro e a expectativa de chegadas de turistas internacionais ao país até o final do ano.
No mesmo dia, a Embratur também lançará o Prêmio Embratur Visit Brasil, uma iniciativa inédita que vai premiar as instituições e personalidades que contribuíram para fortalecer a imagem do país no cenário internacional, estimulando a vinda de turistas estrangeiros.
SERVIÇO
Ministro do Turismo, Celso Sabino, atenderá a imprensa para comentar os novos números do turistrômetro
Programação gratuita acontece de 27 a 30 de novembro, no CCBB Brasília. A Mostra, promovida pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, propõe debates sobre meio ambiente e direitos humanos a partir, sobretudo, dos olhares de povos originários e comunidades tradicionais.
A 15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos (MCDH) chega a Brasília entre os dias 27 e 30 de novembro, com programação gratuita no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). Com o tema “Direitos humanos e emergência climática: rumo a um futuro sustentável”, o evento apresenta filmes e debates que abordam a crise ambiental, a justiça climática e os modos de vida sustentáveis de povos indígenas, quilombolas e ribeirinhos, grupos que resistem há séculos à exploração predatória do planeta. A programação, gratuita e aberta ao público, dialoga com o tema da COP 30, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, realizada em Belém, no Pará.
Realizada pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), a mostra é uma das principais e mais longevas ações da pasta voltadas à educação e cultura em direitos humanos, reconhecendo o audiovisual como ferramenta de transformação social. A edição 2025 tem parceria com a Universidade Federal do Ceará (UFC), por meio do Curso de Cinema e Audiovisual, sob a coordenação geral de Samantha Capdeville, produtora audiovisual e professora do curso. Em Brasília, a realização da Mostra tem parceria com a Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília e o apoio do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).
A cineasta Sueli Maxakali, liderança do povo Tikmũ’ũn e referência no cinema indígena brasileiro, é a homenageada da 15ª edição. Seu longa mais recente, “Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá” (2025), será exibido na sessão de abertura da Mostra em todas as capitais participantes. O documentário, codirigido com Isael Maxakali, Roberto Romero e Luisa Lanna e premiado em festivais como o Festival de Brasília, o CachoeiraDoc e a Mostra Ecofalante, retrata a busca da diretora por seu pai, separado da família durante a ditadura militar. Confira o teaser AQUI.
FILMES E TEMÁTICAS
Com curadoria de Beatriz Furtado, realizadora audiovisual e professora do Instituto de Cultura e Arte da Universidade Federal do Ceará (UFC), e de Janaina de Paula, jornalista, realizadora e pesquisadora em audiovisual, a programação em Brasília reúne produções que refletem a pluralidade cultural e ambiental do país. São obras dirigidas em sua maioria por cineastas indígenas, quilombolas, ribeirinhos e realizadores de diversas regiões do Brasil, que abordam temas como território, ancestralidade, memória, meio ambiente e resistência.
Além de “Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá”, entre as produções estão “Ainda Há Moradores Aqui”, de Tiago Rodrigues, sobre o desastre urbano causado pela Braskem em Maceió; “Pau D’Arco”, de Ana Aranha, que acompanha a luta de trabalhadores rurais no Pará; “SUKANDE KASÁKÁ | Terra Doente”, de Kamikia Kisedje e Fred Rahal, que denuncia os impactos dos agrotóxicos em terras indígenas no Mato Grosso; e “Faísca”, de Barbara Matias Kariri, sobre mulheres que se mobilizam para o retorno das onças a seu território.
Com quatro sessões principais, a Mostra propõe um olhar sobre diferentes dimensões da relação entre a humanidade e a natureza. A sessão infantilapresenta o longa “Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa”, de Fernando Fraiha, além de curtas e médias-metragens que exploram o imaginário infantil e a diversidade regional brasileira. Asessão Terra/Nêgo Bispo ressalta o pensamento quilombola e a força dos territórios comunitários. A sessão Água/Antônia Melo faz referência à fundadora do Movimento Xingu Vivo Para Sempre, em Altamira (PA), reunindo filmes atravessados pela questão hídrica. A sessão Floresta/Raoni homenageia o líder caiapó, internacionalmente reconhecido por sua luta em defesa dos povos indígenas e da Amazônia, tema central dos quatro filmes exibidos.
Todos os títulos contam com Libras e Legendagem para Surdos e Ensurdecidos (LSE), garantindo acessibilidade e inclusão. Após as sessões, haverá debates sobre os filmes que contarão com acessibilidade em Libras.
OFICINA
Como parte da programação, a Mostra Cinema e Direitos Humanos realizou, nas semanas que antecedem as exibições, uma oficina com o tema “Imagens do comum: cinema, educação e direitos humanos”. A atividade foi voltada para educadores, agentes culturais e comunicadores populares. Em Brasília, a oficina foi conduzida pelo realizador audiovisual e educador Pedro B. Garcia, na Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB), entre os dias 3 e 5 de novembro.
A oficina tinha como objetivo promover a sensibilização e reflexão crítica sobre a cultura dos direitos humanos por meio da linguagem cinematográfica. A atividade combinava exibição de filmes, exercícios de criação audiovisual e rodas de conversa sobre as imagens produzidas, debatendo como o respeito à dignidade humana também está relacionado às formas de representar diferentes sujeitos e territórios.
Ao longo de encontros que totalizaram nove horas/aula, os participantes foram convidados a se apropriar do cinema como instrumento de afirmação cultural e preservação de saberes e fazeres tradicionais, explorando a relação sensível entre imagem, memória e território. A ação integrou o eixo formativo da Mostra e visava estimular a replicação dessas práticas em espaços educativos e comunitários do Distrito Federal.
HISTÓRICO DA MOSTRA
A Mostra Cinema e Direitos Humanos é uma estratégia do Governo Federal para a consolidação da educação e da cultura em Direitos Humanos, entendendo o audiovisual nacional como forte aliado na construção de uma nova mentalidade coletiva para o exercício da solidariedade e do respeito às diferenças.
Criada em 2006, com a finalidade de celebrar o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, a mostra amplia e diversifica os espaços de informações e debates sobre direitos humanos, por meio da linguagem cinematográfica, tornando-se instrumento valioso de diálogo e transformação para públicos com pouco ou nenhum conhecimento sobre direitos humanos.
PROGRAMAÇÃO
>> Dia 1 – 27/11, quinta-feira
– 18h – Sessão de abertura
Classificação indicativa: 12 anos
Coffee break
Solenidade
Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá (2024, 90′) – MG/MS
Direção: Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero e Luisa Lanna
>> Dia 2 – 28/11, sexta-feira
– 14h – Sessão infantil 1
Classificação indicativa: Livre
Amazônia sem Garimpo (2022, 6’34”) – RJ
Direção: Tiago Carvalho e Julia Bernstein
No início do Mundo (2025, 7’46”) – CE
Direção: Camilla Osório
Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa (2025, 90′) – SP
Direção: Fernando Fraiha
– 18h30 – Sessão Nego Bispo (Terra) + debate
Classificação indicativa: 12 anos
Eu sou Raiz (2022, 7′) – PE
Direção: Cíntia Lima e Lílian de Alcântara
Ainda Há Moradores Aqui (2025, 42’50”) – AL
Direção: Tiago Rodrigues
Pau D’Arco (2025, 89′) – PA
Direção: Ana Aranha
>> Dia 3 – 29/11, sábado
– 14h – Sessão infantil 2 + debate
Classificação indicativa: Livre
Ga vī: a voz do barro (2021, 10’40”) – PR
Direção: Ana Letícia Meira Schweig, Angélica Domingos, Cleber kronun de Almeida, Eduardo Santos Schaan, Geórgia de Macedo Garcia, Gilda Wankyly Kuita, Iracema Gãh Té Nascimento, Kassiane Schwingel, Marcus A. S. Wittmann, Nyg Kuita, Vini Albernaz
Òsányìn: O segredo das folhas (2021, 22′) – AL/BA/RJ
Direção: Pâmela Peregrino
Do Colo da Terra (2025, 75′) – MG/MS/AM
Direção: Renata Meirelles e David Vêluz
– 18h30 – Sessão Antônia Melo (Águas) + debate
Classificação indicativa: 10 anos
Kutala (2025, 5′) – MG
Direção: Fabio Martins e Quilombo Manzo
Rio de Mulheres (2009, 21′) – MG
Direção: Cristina Maure e Joana Oliveira
Cerrado, Coração das Águas: Conexão Caatinga (2025, 16’46”) – GO/TO/DF/MT
Direção: Fellipe Abreu e Luis Felipe Silva
As Lavadeiras do Rio Acaraú transformam a embarcação em nave de condução (2021, 12′) – CE
Direção: Kulumym-Açu
Volta Grande (2020, 27′) – PA
Direção: Fábio Nascimento
Rua do Pescador, Nº 6 (2025, 72′) – RS
Direção: Bárbara Paz
>> Dia 4 – 30/11, domingo
– 15h – Sessão Raoni (Floresta) + debate
Classificação indicativa: 14 anos
SUKANDE KASÁKÁ | Terra Doente (2025, 30′) – MT
Direção: Kamikia Kisedje, Fred Rahal
Faísca (2025, 12′) – CE
Direção: Barbara Matias Kariri
Grão (2020, 16′) – MG
Direção: Adriana Miranda
Curupira e a Máquina do Destino (2021, 25′) – AM
Direção: Janaína Wagner
– 19h – Sessão de encerramento
Classificação indicativa: 12 anos
Sede de Rio (2024, 72′) – BA
Direção: Marcelo Abreu Góis
SERVIÇO
15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos em Brasília
Quando: De 27 a 30 de novembro de 2025
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB Brasília) – Asa Sul – Trecho 2 – Asa Sul, Brasília (DF)
Gratuito
Classificação indicativa: confira a programação
Realização: Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) e Curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Ceará (UFC)
O aroma do churrasco no fogo forte ganhou um novo endereço em Taguatinga. Em comemoração aos seus 25 anos, o TGS acaba de inaugurar o Mania de Churrasco, restaurante consagrado por seus cortes nobres, preparados na hora, temperados apenas com sal grosso e preparados em fogo forte — uma verdadeira experiência gastronômica. A nova unidade, com 422,48 m², reforça o polo gastronômico do empreendimento e traz uma ampla brinquedoteca para garantir diversão também aos pequenos.
Com uma trajetória de mais de duas décadas e mais de 100 unidades no país, a marca chega ao TGS trazendo sua essência: a proposta de levar a experiência de consumo de grandes churrascarias para dentro dos shoppings.
O menu destaca pratos como o clássico Hambúrguer 100% Angus (blends de cortes nobres de carne 100% bovina Angus 150g, servido no prato com acompanhamentos a escolha do cliente), Sobrecoxa desossada (sobrecoxa de frango desossada e sem pele), Picanha Nobre (150g in natura de picanha macia e suculenta), e Burgers (com nove opções: Clássico, Cheese Salad, Cheese Burger, Cheese Bacon, Cheese Egg, Angus Crispy, Green Burger, Barbecue e Smoked Onion – todos com versão vegetariana) e o mais novo lançamento Ribeye (conhecido como filé de costela, o corte de 150g in natura se destaca pela maciez, suculência e alto nível de sabor).
Para Giovanni Romano, franqueado da nova unidade, a chegada ao TGS era um desejo antigo. “Há bastante tempo buscávamos um lugar em Taguatinga e, claro, esse lugar tinha que ser o TGS – pelo sucesso, pelo posicionamento e pela força da sua área de alimentação. Essa inauguração é um presente para o shopping e para a cidade”, afirma.
O superintendente do shopping, Marcos Atayde, destaca que a inauguração celebra um ciclo de expansão importante para o empreendimento. “O Mania de Churrasco soma-se às grandes marcas que estão fortalecendo o nosso polo gastronômico. Em um ano tão especial, em que celebramos 25 anos, seguimos investindo em experiências que unem sabor, convivência e o estilo de vida do nosso público.”
Segundo o diretor de shoppings do Grupo Paulo Octávio, Geraldo Mello, a chegada do restaurante consolida ainda mais o TGS como referência em gastronomia. “O TGS vem se firmando de forma muito incisiva na área de gastronomia. Tivemos a chegada do Coco Bambu e do Outback — ambos em 2022 —, além da Bacio di Latte, que acaba de reinaugurar com novo espaço. Agora, com o Mania de Churrasco, o público ganha uma experiência ainda mais completa e saborosa.”
Uma jornada musical pela MPB, samba, forró, maracatu e outros ritmos brasileiros, “Oriki” funde ancestralidade e contemporaneidade em um espetáculo que celebra a vida e provoca reflexão
A cantora, compositora e multi-instrumentista baiana Ana Carinhanha, uma voz da nova MPB com sotaque de jazz e alma de sertão, apresenta seu primeiro trabalho autoral, o álbum “Oriki”, em um show de lançamento na capital federal. A apresentação acontece no dia 23 de novembro (domingo), no Espaço Infinu (CRS 506 Bloco A), às 20h. A entrada é gratuita para os 70 primeiros espectadores, e a classificação indicativa é livre.
“Oriki” é uma imersão em um universo sonoro que une a delicadeza de uma formação clássica com a força da música popular brasileira, especialmente a nordestina. Mais que um concerto, o espetáculo é uma proposta artística de alto nível que convida o público a uma escuta que é, ao mesmo tempo, celebração e reflexão. A artista se apresentará com a formação completa de banda, “A Experiência Oriki”, prometendo uma performance energética e de alto impacto, onde a sonoridade completa do álbum ganha vida no palco.
O título do álbum, de origem iorubá, significa versos ou orações que exaltam pessoas, feitos e divindades. Esse conceito atravessa a obra da artista, que conduz suas músicas como quem celebra sua história. “Minha música nasce desse encontro entre minhas raízes e minhas vivências, misturando memórias do sertão com a pluralidade das cidades em que vivi. É ao mesmo tempo um ato de resistência e de celebração”, comenta Ana.
O repertório passeia por uma fusão de ritmos como samba, forró, maracatu, reggae e rock, sempre com a sofisticação do jazz. Como destaque, a faixa de trabalho “Fogo no Céu” apresenta a faceta mais íntima e passional do projeto. A canção é um convite a um universo poético onde o desejo se manifesta de forma avassaladora, construído sobre uma melodia suave que mescla a bossa popular brasileira com a delicadeza do jazz. A canção evoca uma cadência que remete sutilmente a ritmos nordestinos, conferindo um balanço contido e muito particular à faixa.
Sobre o trabalho, a artista acrescenta: “A proposta de ‘Oriki’ é ser um espelho da nossa complexidade. É celebrar nossas alegrias, mas também questionar as estruturas que nos cercam. Cada canção é uma oração, uma saudação às nossas lutas e amores, transformando sentimentos e inquietações em música.”
Natural de Caetité, no sertão da Bahia, Ana Carinhanha é uma artista interdisciplinar cuja trajetória é construída sobre pilares sólidos no ativismo e uma profunda conexão com as raízes culturais brasileiras. Ela considera a música sua “linguagem primeira”, o fio condutor que costura suas múltiplas facetas. Para além da música, Ana Carinhanha é bacharel em Artes pela UFBA, doutora em Direito pela UFRJ e mestre em Criminologia pela Universidade de Louvain.
Serviço:
Show de lançamento do álbum “Oriki” – Ana Carinhanha
Data: 23 de novembro de 2025 (domingo)
Horário: 20h
Local: Espaço Infinu (CRS 506, Bloco A – Asa Sul)
Classificação indicativa: livre
Entrada: gratuita para os 70 primeiros espectadores
Evento com oficinas, roda de conversa e pocket show celebra mais de 1.700 alunos contemplados e estimula o protagonismo juvenil por meio da arte e da música
O Projeto Capital Beats se prepara para encerrar com sucesso sua edição de 2025, celebrando a marca de mais de 1.700 alunos contemplados em escolas públicas do Distrito Federal. O evento de encerramento acontece nos dias 24 e 25 de novembro, no CEF Miguel Arcanjo de São Sebastião, e promete um encontro inspirador entre artistas e estudantes do ensino fundamental, reforçando o papel transformador da arte e da música na juventude.
A programação do dia 24 de novembro, das 7h15 às 17h, contará com oficinas de Produção Musical e Desenho Realista, atividades que têm marcado a trajetória do projeto. No dia 25, o destaque é a Roda de Conversa onde os alunos terão a oportunidade de compartilhar as experiências e os aprendizados conquistados ao longo do projeto. O debate será enriquecido pela participação de diversos artistas:
A artista visual Évelin Mendes;
Os rappers Rei do Cirurgia Moral, BellaDona, Rafael Ribeiro (do grupo Face Oculta) e Bruno Ukaue;
Um pocket show especial com as MCs Estelar e Naju.
Todos os participantes receberão certificação gratuita, reconhecendo o envolvimento e a dedicação nas atividades.
Arte, Música e Protagonismo
O Capital Beats, iniciativa financiada pelo FAC – Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e produzida pela Bossy Entretenimentos, tem como missão ampliar o acesso à arte e à música nas escolas públicas do DF e estimular o protagonismo juvenil.
Pelo projeto, estudantes de escolas públicas participam, além das oficinas, da palestra “Música Contra a Violência nas Escolas”, que propõe uma reflexão fundamental sobre o respeito, a convivência e a importância da expressão artística como forma de transformação social.
Idealizado e apresentado pela produtora Esteffany Dii Paula, o projeto busca transformar a escola em um espaço de pertencimento, respeito e criatividade, demonstrando que a arte pode ser um poderoso instrumento de transformação social.
Desde seu início, em agosto de 2025, o Capital Beats já passou por instituições como o CEMAB e o CEM 05 de Taguatinga Norte; CEM 02 e CEF 02de Brazlândia, e o Centro Educacional Zumbi dos Palmares, em São Sebastião. O sucesso das ações tem despertado o interesse de novas escolas, que já manifestaram o desejo de receber o projeto em 2026.
Com o fim do ano se aproximando, o Haná (408 Sul) é uma ótima opção para celebrar bons momentos com a família, amigos e colegas de trabalho. A casa oferece rodízio completo, ambientes acolhedores e drinques especiais
O ano está quase acabando e, com ele, chega a tão esperada temporada de confraternizações — momento de celebrar conquistas, fortalecer laços e brindar às boas energias que vêm pela frente. Em Brasília, não faltam lugares para quem quer comer bem e aproveitar bons momentos, e o restaurante japonês Haná, localizado na 408 Sul, desponta como uma ótima opção para quem busca gastronomia de qualidade e um ambiente agradável.
Com ingredientes selecionados e uma proposta que une sabor e experiência, o Haná conta com três ambientes distintos — salão, jardim e mezanino —, perfeitos para acolher os mais diversos públicos. A casa trabalha com reserva antecipada, mesas para grupos grandes e oferece comanda individual, o que facilita a confraternização entre amigos, familiares ou colegas de trabalho.
A estrela da casa é o Rodízio Clássico, que pode ser saboreado à vontade. O menu é um verdadeiro festival gastronômico, com entradas frias e quentes, fritos e empanados, pratos quentes, sushis tradicionais, niguiris, sashimis, grelhados, sugestões do chef, temakis e sobremesas. Para o almoço, de segunda a quinta-feira, o rodízio sai por R$129,90, e nos demais dias, tanto no almoço quanto no jantar, por R$142,90 (crianças de 5 a 10 anos pagam R$71,45).
Para acompanhar, a casa oferece uma carta de drinques repleta de opções refrescantes, como Caipirinha (R$19,90); Caipiroska (R$24,90); Caipivodka (R$39,90); Cozumel (R$29,90); Cuba Livre (R$19,90); Orange Tanqueray (R$39,90); Japarinha – caipiroska de saquê nacional com frutas (R$29,90) –; Haná Mule (R$39,90); Dry Martini (R$24,90) e Martini Bianco (R$19,90), além de espumantes e vinhos rosés, brancos e tintos.
E para quem quiser começar a celebrar logo no começo da semana, fica outra dica: às segundas-feiras, tanto no almoço quanto no jantar, o Rodízio Clássico pode ser degustado à vontade com bebidas não alcoólicas incluídas, exceto energéticos e cervejas sem álcool, por R$155,90.
Com clima acolhedor, sabores marcantes e uma experiência completa, o Haná é o destino certo para transformar qualquer confraternização em um momento inesquecível.
Serviço Haná Restaurante Japonês
Endereço: SCLS 408 Bloco B Loja 35 – Asa Sul
Telefone: (61) 3244-9999
Horário de funcionamento: Almoço: Segunda a
sexta-feira das 12h às 15h/ Sábados e domingos das 12h às 16h
Jantar: De domingo a quinta-feira das 18h30 às 23h
Instagram: @hanajapones
*Os valores podem sofrer alterações, sem aviso prévio
Mais do que um relato inspirador, a obra do autor Carlos Magno apresenta um processo estruturado para quem deseja sair do automático, assumir responsabilidades e amadurecer na vida pessoal e profissional
Uma obra para ser vivida, não apenas lida.” Esse é o foco do primeiro livro do empresário e escritor Carlos Magno, que será lançado no dia 2 de dezembro de 2025, a partir das 19h, no Ceratto Restaurante – SIG Qd 1 (Antiga Manchete) – Brasília (DF).
Com o título ‘Caixa de Ferramenta da Maturidade’, a obra é uma proposta inovadora que, como o próprio nome diz, traz ferramentas para aquelas pessoas que querem alcançar o equilíbrio emocional, clareza de propósito e sucesso real — não apenas no campo profissional, mas também na vida pessoal e espiritual.
Com uma estrutura de 52 capítulos, um para cada semana do ano, o livro propõe uma jornada prática de transformação. Cada capítulo apresenta um tema essencial para o amadurecimento emocional, como musculatura emocional, escuta direcionada, mapeamento de ciclos internos, construção de sentido e análise das próprias narrativas. Ao final de cada leitura, o leitor é convidado a realizar um exercício prático e a acessar um vídeo explicativo por QR Code, que mostra como aplicar o conteúdo no cotidiano.
“Este é um livro que não é apenas um processo de leitura, daquelas que as pessoas acabam esquecendo dias depois. A proposta é que o leitor vivencie a cada capítulo a prática, baseada em método, constância e ações. A maturidade não acontece quando se entende algo, e sim quando se age a partir desse entendimento”, afirma Carlos Magno.
A inspiração por trás da obra
A inspiração do livro nasceu de uma experiência pessoal intensa. Há cerca de uma década, o autor começou a buscar respostas após o diagnóstico de TDAH do filho. Em vez de seguir o caminho da medicação, iniciou uma jornada de autoconhecimento e estudo sobre inteligência emocional, que acabou transformando não apenas sua relação familiar, mas toda a sua forma de enxergar a vida.
“Percebi que o problema não era apenas do meu filho, era meu também. Eu não tinha o conhecimento necessário para ajudá-lo. Isso me levou a estudar inteligência emocional e, desde então, nunca mais parei”, explica o autor.
A leitura, os cursos e o aprofundamento em temas como prosperidade, perdão e fechamento de ciclos deram origem ao método apresentado. Segundo Carlos Magno, o livro reúne tudo o que aprendeu em sua caminhada — um compilado de experiências, erros, quedas e reconstruções, transformado em ferramentas de crescimento pessoal.
Do caos à clareza
Carlos Magno não fala de teoria: fala de vivência. Sua trajetória é marcada por grandes sucessos empresariais e profundas perdas pessoais. De empresário próspero em tecnologia a alguém que viu seu império desmoronar, ele passou por falências, separações, crises existenciais e recomeços até compreender que a verdadeira prosperidade está em alinhar propósito e ação.
“A Caixa de Ferramentas da Maturidade está aqui. Não é perfeita, é suja e enferrujada, mas é real. Carrega tudo o que aprendi: observação, quedas, perdão e reconstrução. Quando estabilizamos as emoções, nosso potencial máximo é ativado”, resume.
Método semanal para uma mudança sustentável
A proposta do livro é clara: um tema por semana, um exercício por semana, durante um ano e uma transformação contínua. Em vez de buscar mudanças rápidas, as páginas ensinam que o amadurecimento exige tempo, paciência e consistência. É um processo de construção de raízes emocionais, espirituais e mentais que sustenta qualquer fase da vida.
Mais sobre o autor
Carlos Magno é empresário serial nas áreas de tecnologia e desenvolvimento humano. Atua há mais de 25 anos no ecossistema de segurança da informação, cibersegurança e soluções para governo, tendo liderado empresas como True Access, B2Br/Grupo TBA, Inove Brasil, Moringa Digital, Intelletto Soluções, Pronto10, Bridge Participações, Fullpar e GMX Tecnologia.
Paralelamente, fundou a CM Desenvolvimento Humano, escola voltada à educação emocional e à liderança prática. Nascido na Bahia, vive em Brasília desde os 4 anos de idade. Pai de dois filhos, é apaixonado por aprendizado e pelo processo contínuo de crescimento humano.
Serviço
Lançamento do livro:Caixa de Ferramentas da Maturidade Autor: Carlos Magno Data: 2 de dezembro de 2025 Local: Ceratto Restaurante – SIG Qd 1 (Antiga Manchete) – Brasília (DF) Horário: 19h Presença do autor: Carlos Magno estará presente para conversar com o público e autografar exemplares.
Ficha técnica
Título:Caixa de Ferramentas da Maturidade Autor: Carlos Magno Formato: 52 capítulos semanais com exercícios e QR Codes para vídeos curtos de implementação Gênero: Desenvolvimento pessoal / Espiritualidade aplicada Proposta: Método prático de amadurecimento emocional e construção de propósito
Registro de marca – Foto de Roman Pohorecki via Pexels
Especialista explica por que proteger apenas o logotipo ou o nome pode deixar o negócio vulnerável e ensina como garantir segurança jurídica e valorização da marca
Registrar uma marca vai muito além de escolher um nomebonito e criar um logotipo. Por trás de cada identidade visual está a necessidade de garantir proteção jurídica e exclusividade no uso. O problema é que muitas empresas acreditam que o registro do logotipo já protege o nome, e esse é um dos equívocos mais comuns entre empreendedores, segundo a advogada e especialista em propriedade intelectual Izabella Souto, da SR Marcas e Patentes. “A marca nominativa protege apenas o nome, enquanto a figurativa protege apenas o símbolo. São registros distintos, com finalidades diferentes, e ambos são essenciais para quem quer ter segurança sobre o próprio negócio”, explica.
Izabella pontua que o registro nominativo é o que confere ao empreendedor o direito de usar o nome da marca em qualquer estilo gráfico, fonte ou cor, sem depender do logotipo. Já o registro figurativo protege o desenho, símbolo ou elemento visual (aquele que faz a marca ser reconhecida de imediato). “Quando uma empresa registra apenas o logotipo, por exemplo, ela continua desprotegida quanto ao nome. Isso significa que outra pessoa pode registrar o mesmo nome em outra tipografia e ter prioridade sobre ele. O ideal é que ambos sejam registrados, garantindo proteção completa, ou seja, blindar a marca”, detalha.
A especialista lembra que, em casos de disputa judicial, o registro nominativo costuma ter mais força de impedimento. Por isso, ela recomenda uma estratégia de proteção que inclua tanto a forma nominativa quanto a figurativa — e, se possível, também a marca mista, que une nome e símbolo em um único registro. “Esse cuidado evita dores de cabeça e até prejuízos financeiros. É comum vermos empreendedores que investiram em identidade visual, site e redes sociais e depois precisaram trocar tudo porque outra marca já tinha o registro do nome. É como ter que recomeçar o negócio do zero”, alerta Izabella Souto.
Para ela, o registro não é apenas uma formalidade burocrática, mas uma ferramenta de valorização do negócio. “O processo no INPI é acessível, especialmente para pequenos empreendedores, que têm desconto de 50% nas taxas e prioridade de análise em alguns casos. Mais do que uma questão legal, o registro é um investimento em segurança, credibilidade e futuro. Uma marca protegida é um ativo e pode valer tanto quanto o produto que ela representa”, conclui.
Dicas da especialista: passo a passo para proteger sua marca de forma completa.
1. Registre o nome e o símbolo separadamente.
O logotipo não protege o nome, e o nome não protege o logotipo. Faça ambos os registros: nominativo (nome) e figurativo (símbolo), para ter cobertura total.
2. Verifique se o nome é realmente exclusivo.
Antes de investir em identidade visual, faça uma pesquisa de anterioridade no INPI para garantir que a marca está disponível e tem potencial de aprovação.
3. Aposte na marca mista se estiver em dúvida.
Combinar nome e símbolo em um único registro pode aumentar as chances de deferimento quando há risco de conflito com outras marcas.
4. Pense na expansão do seu negócio.
Mesmo que sua empresa seja pequena hoje, registre a marca considerando possíveis novos produtos ou serviços. Isso evita ter que refazer o processo no futuro.
5. Aproveite os incentivos do INPI.
Microempreendedores e pequenos empresários têm até 50% de desconto nas taxas de registro. Startups ainda contam com prioridade de análise, acelerando o processo.
6. Consulte um especialista.
Uma consultoria preventiva de marca ajuda a identificar riscos e definir a melhor estratégia para proteger sua identidade visual e jurídica desde o início.
Sobre a SR Marcas e Patentes — Com mais de 30 anos de atuação, a SR Marcas e Patentes é referência em consultoria e assessoria no registro de marcas, patentes, direitos autorais, desenhos industriais e softwares junto aos órgãos oficiais. A empresa auxilia empreendedores e criadores a transformar suas ideias em ativos protegidos e valorizados
Lançamento celebra a intensidade do encontro em duas versões olfativas que inauguram o novo design de embalagens da marca Coffee
O Boticário anuncia novidade para Coffee, submarca consolidada de perfumaria de casal. As novas fragrâncias Coffee Uniquetrazem uma combinação inusitada e sofisticada que une o calor do café arábica à cremosidade do caramelo salgado, destacando a sensualidade e a individualidade. Além de novos olfativos, a marca de perfumaria preferida dos brasileiros* apresenta também embalagens repaginadas para Coffee, que traduzem modernidade em um design elegante e atemporal – um verdadeiro convite a experimentar encontros intensos.
A chegada de Unique se desdobra em duas versões que esbanjam autenticidade. Coffee Man Unique é um fougère oriental que abre com notas vibrantes de bergamota, limão e pimenta-rosa; em seu corpo, destacam-se café e lavanda, enquanto o fundo reúne tâmara, suede, baunilha, caramelo salgado, cedro e âmbar. Já Coffee Woman Unique é um floriental gourmand, que combina a leveza do limão, laranja, maçã vermelha e pimenta-rosa nas notas de saída; em seguida, revela um corpo com acorde de café, gerânio e bouquet de flores brancas; e no fundo, âmbar, cedro, cistus, caramelo salgado, fava tonka e patchouli. O frescor instigante da lavanda em Man e a delicadeza das flores brancas em Woman celebram a individualidade e a intensidade de encontros únicos.
Para Paulo Roseiro,diretor-executivo de perfumaria, desodorantes e presentes do Grupo Boticário, a novidade evidencia a assinatura marcante da submarca, presente em todo o portfólio. “Com um método de extração proprietário que carrega a assinatura olfativa de Coffee, a partir da infusão do grão de café arábica. Unique é uma nova interpretação da união surpreendente de ingredientes. Com notas intensas que provocam os sentidos, materializamos fragrâncias que trazem calor, magnetismo e uma sensualidade sofisticada ao olfato. São fragrâncias que ressignificam o encontro, destacando a individualidade dos consumidores”, explica o executivo.
As fragrâncias Coffee Unique estão disponíveis nos canais de venda oficiais da marca com desconto aplicado de 20%, até o dia 30 de novembro.
As vendas acontecem em todas as lojas físicas do país, no e-commerce da marca, além do app do Boticário, para as versões Android e iOS e via revendedores pelo Encontre Boticário. Também é possível fazer pedidos pelo WhatsApp por meio do número 0800 744 0010 – contato oficial e seguro – diretamente na plataforma do dispositivo. Basta o cliente contatar a marca por esse número para verificar a disponibilidade na região dele. Há ainda a opção de contatar um revendedor da marca pelo link.
*Fonte: Kantar, Worldpanel Division, PanelVoice, campo realizado durante o mês de dezembro de 2024. Total no Brasil: 3.470 lares. P3 – Como você se sente em relação às marcas de Perfumes e Fragrâncias* abaixo: *Colônias, Body Splashes, EDP (Eau de Parfum) e EDT (Eau de Toilette).
Coffee Man Unique Fougère Oriental Desodorante Colônia é uma escolha versátil, ideal para quem sabe viver a própria individualidade, mesmo quando está acompanhado. Uma fragrância sensual de café com caramelo, extraordinária e única, que alia o frescor provocativo ao contraste aromático da lavanda. Entrega perfumação com personalidade e um toque de refinamento, mantendo uma assinatura agradável em todos os momentos
Uma fragrância extraordinária e única, que alia dulçor e cremosidade, com a delicadeza das Flores Brancas. O desodorante colônia feminino é a escolha versátil para o dia a dia, que une uma concentração equilibrada de fragrância similar ao eau de toilette com ingredientes de alta qualidade. Entrega perfumação com personalidade e um toque de refinamento, mantendo uma assinatura agradável em todos os momentos.
Sobre O Boticário O Boticário é uma empresa brasileira de cosméticos e marca primogênita do Grupo Boticário. A marca de beleza mais amada e preferida dos brasileiros* foi inaugurada em 1977, em Curitiba (Paraná), e tem a maior rede franqueada** de Beleza e Bem-estar do Brasil com pontos de venda em 1.650 cidades brasileiras e com presença em 15 países. O Boticário conta com um amplo portfólio composto por itens de perfumaria, maquiagem e cuidados pessoais e está presente nos canais de loja, venda direta e e-commerce. Comprometida com as pessoas e o planeta, a marca possui o maior programa de logística reversa em pontos de coleta do Brasil, o Boti Recicla, além de fazer parte do movimento Diversa Beleza – um compromisso com a beleza livre de estereótipos – e não realizar testes em animais. *Kantar, Worldpanel Division, LinkQ On-line, campo realizado durante o mês de dezembro de 2023. Total no Brasil: 9.079 lares. Marcas de Beleza são produtos, como perfumaria, cuidados com a pele e maquiagem; ** Associação Brasileira de Franchising (ABF). Ranking das 50 maiores redes de franquias do Brasil por número de unidades de 2022.
Atividades formativas, feira, oficinas e, claro, muitos shows lotaram os espaços do festival nesta sexta-feira (21)
No segundo dia do Festival Consciência Negra 2025, cerca de 30 mil pessoas lotaram a área externa do Museu Nacional da Reública, consolidando o evento como um dos maiores encontros de cultura afro-brasileira da capital. Realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) em parceria com o Instituto Janelas da Arte e apoio da Sejus-DF, o festival manteve o ritmo intenso de atividades gratuitas, reunindo formações, apresentações musicais, cortejos e vivências para todas as idades.
Para o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, a força da cultura negra move o festival e transforma o Distrito Federal. “Cada oficina, cada apresentação, cada debate que acontece aqui reafirma um compromisso que é coletivo: construir um território onde a população negra seja respeitada, representada e celebrada todos os dias. O que vemos neste festival é a potência viva de um povo que faz da arte uma ferramenta de liberdade. É por isso que seguimos investindo, trabalhando e ampliando políticas públicas que garantam espaços de criação, memória e futuro para todas e todos”, enfatizou Abrantes.
Durante a tarde, o público circulou pelas oficinas, feira e espaços temáticos do festival, garantindo forte participação em todas as áreas. A oficina de Tambores de Papel, no Espaço Kids, movimentou famílias inteiras, criando um ambiente de experimentação sonora que divertiu e aproximou diferentes gerações.
Já na Tenda Muntu, o painel “Estética Negra – Para Além do Look” foi um dos pontos altos do dia. Especialistas e ativistas discutiram ancestralidade, corpo político e os desafios contemporâneos da representatividade negra. A fala de Ruth Venceremos encerrou o encontro de forma emocionante, convocando o público a uma ação coletiva para que os sonhos da população negra sigam vivos e possíveis — momento que arrancou aplausos longos e emocionados.
Antes do início da programação no Palco Brasilidades, o Cortejo do Grupo Cultural Obará tomou conta da área externa e se transformou em uma das cenas mais marcantes da noite. Com apresentação de capoeira, cânticos, muita percussão e um axé contagiante, o cortejo reuniu um grande público, incluindo dezenas de crianças visivelmente hipnotizadas pelo ritmo e pela energia do grupo. A força simbólica da passagem abriu o caminho para as apresentações musicais e reforçou a conexão entre tradição, comunidade e celebração.
No Palco Brasilidades, dedicado a destacar artistas negros do DF, a dupla Margaridasinaugurou as apresentações com um funk autêntico e cheio de personalidade, revelando a potência das novas gerações da cena local. Em seguida, com a queda da temperatura típica do cerrado, Martinha do Coco aqueceu o público com sua presença carismática e sua musicalidade tradicional. O rapper GOGencerrou a programação com a força de sua trajetória e ainda surpreendeu ao apresentar o jovem Miguel Ângelo, de apenas 10 anos, que demonstrou desenvoltura impressionante no rap e conquistou a plateia com naturalidade e segurança de palco.
Na Arena Lydia Garcia, Israel Paixão e Os Pacificadores animaram o início da noite, preparando o terreno para uma sequência de shows marcados pela energia e pela celebração da negritude. O cantor Uel trouxe carisma, humor e pagode contemporâneo, formando um elo direto com o público. Logo depois, a Timbalada transformou a arena em um verdadeiro carnaval baiano, com pinturas corporais, coreografias coletivas e a batida inconfundível dos tambores. Já entrada a madrugada, o clima esfriou, mas o público permaneceu firme para receber Mumuzinho, que entregou um show repleto de sucessos do samba carioca, encerrando a noite com leveza, emoção e muita música.
A feira criativa e a praça de alimentação mantiveram fluxo intenso durante todo o dia, reunindo empreendedores, artesãos e chefs que fortalecem a economia criativa e a gastronomia de matriz africana no DF.
Último dia do festival – Neste sábado (22), o evento encerra sua programação celebrando a diversidade cultural. A exposição “Retratos” abre das 10h às 22h. No Espaço Kids, haverá a contação “Os Griôs do Amanhã” e uma oficina de instrumentos de percussão. A área gastronômica segue a partir das 12h com o Sabores do Quilombo, e a Feira Afro Carius acontece das 14h às 22h. Na Tenda Muntu, o público acompanha a roda “Ofó Mulher – O poder da palavra feminina”, o painel “História da Consciência Negra e Desafios Contemporâneos” e o Desfile Amarrações, com o estilista Victor Soulivier. Na Arena Dona Lydia, apresentam-se Carol Nogueira, Dhi Ribeiro, Benzadeus, Carlinhos Brown e Psirico. No Palco Brasilidades, sobem Pratanes, Trem das Cores e Thiago Kallazans.Toda a programação detalhada está
Toda a programação detalhada está no @consciencianegradf
Programação movimentou todas as áreas do evento com shows, debates, oficinas, feira e atividades para toda a família
O primeiro dia do Festival da Consciência Negra do Distrito Federal reuniu cerca de 50 mil pessoas na área externa do Museu Nacional, confirmando a força do evento como um dos mais importantes encontros de celebração, formação e afirmação da identidade negra na capital.
Realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) em parceria com o Instituto Janelas da Arte, e com apoio da Sejus-DF, o evento abriu seus três dias de programação com apresentações musicais, cortejos culturais e performances que ocuparam dois palcos.
Para o titular da Secec-DF, Claudio Abrantes, o evento reafirma o papel do Estado na promoção da igualdade racial: “O Consciência Negra 2025 é mais do que um festival, é um movimento de valorização, memória e reconhecimento. Celebramos a potência da cultura afro-brasileira e fortalecemos, juntos, o compromisso de combater o racismo todos os dias”, afirmou Abrantes.
Logo nas primeiras horas, o público tomou conta dos diferentes espaços e mostrou que a programação diversa e gratuita atraiu pessoas de todas as idades. Um dos destaques foi a roda de capoeira do Mestre Cobra, que surpreendeu pela quantidade de participantes e espectadores, firmando-se como um dos momentos mais vibrantes da abertura.
As famílias também marcaram presença no Espaço Kids, que registrou grande adesão ao longo de todo o dia. A contação de histórias e a oficina brincante empolgaram a garotada, criando um ambiente de convivência e ludicidade que reforçou o caráter comunitário do festival. Já na exposição temática, o fluxo de visitantes foi constante, com público renovado a cada hora, demonstrando interesse e curiosidade pelo conteúdo expositivo.
Outra área que viveu grande procura foi o Espaço da Beleza, onde Paola Olívio e equipe ofereceram gratuitamente penteados afro, especialmente tranças, além de uma concorrida oficina de turbantes. Longas filas se formaram desde o início da tarde e permaneceram até o encerramento das atividades, mostrando a relevância da valorização estética e da representatividade negra.
Reflexão – Na Tenda Muntu, o painel Mulheres Negras e a Educação que Libertateve lotação total e tornou-se um dos momentos de maior densidade do dia. Com intensa participação de estudantes e professores da rede pública, o debate trouxe reflexões profundas sobre educação, equidade e vivências cotidianas. Conduzido por Mariana Regis, Profa. Gina Vieira Ponte e Flávia Santos, com mediação de Keilla Vila Flor, o encontro conectou a celebração cultural à urgência das pautas sociais.
Noite de grandes shows – A programação musical atraiu grande público e levou energia às duas arenas. No Palco Brasilidades, espaço dedicado a potencializar artistas negros do DF, a abertura foi marcada pelo ritual do Afoxé Ogum Pá, com a Yalorixá Mãe Dora de Oya realizando a lavagem simbólica e inaugurando o axé do evento. Na sequência, subiram ao palco Daniel Beira Rio, Cida Avelar, uma eletrizante apresentação de Ballroom – expressão artística que engloba performance, voguing, moda e beleza, além de constituir um espaço de acolhimento para Houses da comunidade LGBTQIA+ negra e latina – e Isa Marques, cuja atuação esquentou a plateia.
Na Arena Lydia Garcia, a noite começou com as artistas locais Laady Bi e Ju Moreno, preparando o público para as atrações nacionais. Às 22h30, Ludmilla tomou o palco e transformou o espaço em um grande coro coletivo. Entre seus sucessos cantados em uníssono, apresentou em primeira mão a inédita “Dopamina”, rapidamente aprendida pelo público. Encerrando a noite, Alexandre Pires revisitou hits da carreira e do tempo do Só Pra Contrariar, embalando o público até a madrugada.
Feira e gastronomia – A feira criativa e a praça de alimentação também mantiveram fluxo intenso durante todo o dia, reunindo empreendedores, artesãos e chefs que reforçam a economia criativa e a culinária de matriz africana no DF.
Hoje tem mais – programação desta sexta-feira (21) segue intensa e diversa, com atrações distribuídas ao longo de todo o dia. A exposição “Retratos” fica aberta das 12h às 22h, enquanto o Espaço Kids oferece oficinas de Tambores de Papel e Dança Afro, garantindo atividades para as crianças. A área gastronômica funciona a partir das 12h com o Sabores do Quilombo, e a Feira Afro Carius reúne artesanato e empreendedores na Kitanda, das 14h às 22h. Já na Tenda Muntu, o público acompanha a palestra “Descomplicando o Letramento Racial”, com Eric Marques, e o painel “Estética Negra – Para Além do Look”, reunindo especialistas para discutir identidade, corpo e política, seguido do cortejo do Grupo Cultural Obará.
Nos palcos, a Arena Dona Lydia recebe Israel Paixão, Os Pacificadores, Uel, além das apresentações aguardadas da Timbaladae de Mumuzinho. No Palco Brasilidades, dedicado a valorizar artistas negros locais, sobem ao palco Margaridas, Martinha do Côco e o rapper GOG, encerrando a noite com força e representatividade. O festival segue com programação gratuita até o sábado (22), com detalhes no perfil oficial @consciencianegradf.
Com direção de Elísio Lopes Jr, espetáculo baseado na obra homônima de Itamar Vieira Junior terá quatro apresentações entre os dias 21 e 23 de novembro, com ingressos a R$ 10 (inteira) e R$5 (meia)
Dirigido pelo cineasta e dramaturgo Elísio Lopes Jr, conhecido pelos roteiros de “Medida Provisória” e “Ó Paí, Ó 2”, produção foi indicado em 10 categorias no Prêmio Shell de Teatro
Com 22 artistas em cena, musical é protagonizado pelas atrizes Larissa Luz, Bárbara Sut e Lilian Valeska
Com mais de 60 mil espectadores e aclamado pelo público em sessões esgotadas nas cidades de Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo, Torto Arado – O Musical é mais do que umespetáculo, é um ato de resistência e celebração da ancestralidade afro-brasileira. Apresentado pelo Ministério da Cultura e Nubank, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, o espetáculo é uma realização da Maré Produções Culturais, Ministério da Cultura e Governo Federal – Do Lado do Povo Brasileiro . A adaptação da obra homônima de Itamar Vieira Junior chega ao Distrito Federal para um intenso fim de semana de apresentações no Sesc Ceilândia. Com ingressos a R$10 (inteira) e R$5 (meia), as sessões acontecem na sexta-feira, 21, às 19h; no sábado, 22, às 15h e às 19h; e no domingo, 23, às 18h. Os ingressos estão sendo vendidos nas bilheterias física e virtual do Sesc Ceilândia.
Publicado em 2019, Torto Arado rapidamente tornou-se um marco nacional na afirmação das vozes negras herdeiras de uma história de luta e silenciamento. Traduzida para 31 idiomas nos cinco continentes, a obra alcançou 1 milhão de exemplares vendidos e trouxe a Vieira Junior os prêmios Jabuti, Oceanos e LeYa. Num processo iniciado em 2021, uma força-tarefa conduzida pelos dramaturgos Aldri Anunciação e Fábio Espírito Santos, e o diretor-geral Elísio Lopes Júnio. adaptou o livro para o teatro, resultando em “Torto Arado – O Musical”.
Com direção geral de Elísio Lopes Júnio, conhecido por trabalhos na Globo e no cinema, como os roteiros dos filmes “Medida Provisória” e “Ó Paí, Ó 2”, a montagem propõe uma imersão na ancestralidade e na resistência do povo do sertão baiano. O musical dá corpo e som à narrativa das irmãs Bibiana e Belonísia, filhas de trabalhadores rurais no sertão da Chapada Diamantina, em condições análogas à escravidão, marcadas desde a infância por umacidente que as une e separa para sempre. Entre o peso da terra e a leveza da fé, as personagens atravessam um Brasil invisibilizado, onde as cicatrizes da escravidão ainda moldam o presente.
Entre músicos e atores, 22 artistas dão vida à montagem, que foi indicada em 10 categorias no 36º Prêmio Shell de Teatro. Nos papéis principais, três grandes intérpretes da cena musical e teatral brasileira conduzem a narrativa. Encarnando Bibiana está a cantora e atriz Larissa Luz, conhecida por suas passagens à frente da banda Araketu, a apresentação do programa Saia Justa e a personificação de Elza Soares no aclamado musical “Elza”. Bárbara Sut, atriz, cantora, compositora e dramaturga, dá voz e corpo à Belonísia, sua irmã. E, fechando o trio principal, Lilian Valeska interpreta Donana, avó das protagonistas, uma personagem nova criada especialmente para dar corpo à adaptação teatral.
A direção musical e arranjos ficou a cargo de Jarbas Bittencourt, diretor musical do Bando de Teatro Olodum desde 1996. Com composições inéditas ligadas ao cancioneiro nordestino interiorano, o espetáculo mergulha nas sonoridades do sertão, com canções criadas para dar voz aos personagens e expressar as profundas contradições do Brasil.
A direção de movimento, por sua vez, é assinada pelo renomado coreógrafo e bailarino baiano Zebrinha, do Bando de Teatro Olodum, do Balé Folclórico da Bahia e jurado da Dança dos Famosos da TV Globo. No musical, o Jarê, religião de matriz africana e indígena que permeia toda a trama, ocupa um papel central na construção estética e simbólica do espetáculo. A partir da direção de movimento de Zebrinha, essa manifestação espiritual, serve como fio condutor numa linguagem cênica contemporânea que entrelaça corpo, som e espiritualidade.
A equipe do musical conta ainda com cenografia de Renata Mota, figurino assinado pela designer Bettine Silveira, além da coordenação geral de Fernanda Bezerra, responsável também pela idealização do projeto.
SERVIÇO – Torto Arado – O Musical no DF Onde: Sesc Ceilândia (DF) Datas e horários: 21 de novembro (sexta) – 19h 22 de novembro (sábado) – 15h e 19h 23 de novembro (domingo) – 18h Ingressos: R$10 (inteira) e R$5 (meia) Vendas: Bilheteria do Sesc Ceilândia e no link sescdf.com.br/web/eventos Classificação indicativa: 15 anos
FICHA TÉCNICA Coordenação Geral e Idealização do Projeto: Fernanda Bezerra Elenco principal: Larissa Luz, Bárbara Sut e Lilian Valeska Direção: Elísio Lopes Júnio Direção musical: Jarbas Bittencourt Direção de movimento: Zebrinha Baseado na obra de Itamar Vieira Junior
Filme Cheryl Dunye será exibido na sexta, 21, com reprise no sábado, 22
Além da exibição, Cine recebe masterclass gratuita sobre imagem, memória e representatividade no audiovisual, no dia 28
CineSemana conta também com sessão de pré-estreia do longa brasiliense “A Natureza das Coisas Invisíveis”, o relançamento do clássico “The Rocky Horror Picture Show” e Sessão Atípica de “Maurício de Sousa – O Filme”
O Cine Brasília dedica parte de sua programação do Novembro Negro, em comemoração ao Dia da Consciência Negra, a uma das obras mais importantes da história do cinema queer negro, The Watermelon Woman, longa de 1996 dirigido por Cheryl Dunye. O filme será exibido na sexta-feira, 21, às 20h, e novamente no sábado, 22, às 18h, integrando a Sessão Clássicos. Considerado um marco por ser o primeiro longa-metragem norte-americano dirigido por uma mulher negra e lésbica, The Watermelon Woman se tornou uma referência política e estética ao revelar, com humor ácido, as camadas de apagamento que marcam a presença de mulheres negras no audiovisual.
O longa acompanha Cheryl, uma jovem cineasta que trabalha em uma locadora e decide investigar a história de uma atriz negra dos anos 1930, identificada apenas como Watermelon Woman, um nome genérico que traduz a invisibilidade imposta a artistas negras na Hollywood clássica. A busca pessoal e artística da protagonista se transforma em um percurso de descoberta sobre@ sexualidade e poder, enquanto expõe as lacunas deixadas pelo racismo estrutural na constituição dos acervos cinematográficos.
Além da exibição, o Cine promove também uma masterclass gratuita que aprofunda o impacto e a atualidade de The Watermelon Woman. Ministrada por Mariana Souza no dia 28, das 10h às 12h, via Google Meets, a atividade mergulha na obra de Cheryl Dunye e discute como fabulação, autoria e memória se tornam ferramentas políticas fundamentais para mulheres negras que atuam no audiovisual. A proposta é refletir sobre a construção da imagem queer negra, sobre disputas de narrativa nocinema e sobre o papel de obras como a de Dunye na reconfiguração dos repertórios críticos e estéticos contemporâneos.
Voltada para estudantes, profissionais e público interessado em compreender a relevância de produções que desafiam convenções e ampliam horizontes de representação, ao final da atividade os participantes receberão certificado. Com 100 vagas, a masterclass conta com vagas reservadas para pessoas negras, indígenas, quilombolas, trans, com deficiência e residentes do DF, além de estudantes da Universidade do Distrito Federal (UnDF).
O Cine recebe na quarta, 26, a pré-estreia do longa brasiliense A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo, obra que já vem circulando por importantes festivais nacionais e internacionais ao longo do ano. Com início às 19h e ingressos a R$15 (inteira) e R$7,50 (meia), a exibição antecipa a estreia nacional que acontece no dia 27.
Coprodução entre Brasil e Chile e primeiro longa da diretora candanga Rafaela Camelo, A Natureza das Coisas Invisíveis é um drama que acompanha Glória e Sofia, duas meninas de dez anos que se conhecem durante as férias de verão em um hospital. Unidas pelo desejo de escapar do ambiente que as cerca, as duas constroem uma amizade luminosa, capaz de transformar a percepção que têm sobre vida, morte e despedidas. Quando a mudança se torna inevitável, as meninas e suas mães seguem para um refúgio no interior de Goiás, onde vivem os últimos dias de uma temporada marcada por descobertas afetivas.
Aclamado em festivais nacionais e internacionais, o filme integrou a Seção Generation Kplus do Festival de Berlim em 2025. Além disso, recebeu o prêmio de Melhor Roteiro no 9º Santander International Film Festival 2025 na categoria Opera Prima, conquistou o prêmio de Melhor Filme do Júri Infantil no 43º Festival Internacional de Cinema do Uruguai, obteve Menção Especial do Júri na Competição Ibero-Americana do 51º Seattle International Film Festival e foi agraciado com o “Outstanding First Feature”, prêmio do júri no Frameline49, Festival Internacional de Cinema LGBTQ+ de São Francisco.
RELANÇAMENTO
Nesta semana o Cine Brasília celebra os 50 anos de The Rocky Horror Picture Show com o relançamento de um fenômeno cultural que marcou gerações. Lançado em 1975, o filme dirigido por Jim Sharman se tornou um clássico da transgressão e liberdade estética, em performances que entraram para a história.
A trama acompanha Brad Majors e Janet Weiss, interpretados por Barry Bostwick e Susan Sarandon, um casal conservador que, ao buscar ajuda após o carro quebrar durante uma tempestade, encontra um castelo habitado por personagens extravagantes e sedutores. Nocentro da casa está o icônico Frank N Furter, vivido por Tim Curry em uma das atuações mais marcantes da história do cinema. Cientista, anfitrião e figura de desejo, Frank se dedica a um único propósito, o prazer em sua forma mais libertadora, e apresenta ao casal um universo que desafia moralidades, gêneros e convenções sociais. A criação de Rocky, seu homem ideal, sintetiza o humor ousado e o erotismo que transformaram o filme em um marco do imaginário queer e da cultura pop.
SESSÃO ATÍPICA
Na quarta, 26, acontece mais uma Sessão Acessível, desta vez com a exibição dupla de Mauricio de Sousa – O Filme, às 10h e às 14h. O longa, dirigido por Pedro Vasconcelos, revisita a trajetória do criador da Turma da Mônica, acompanhando Mauricio de Sousa, interpretado por seu filho, Mauro Sousa, em uma jornada pelas memórias, invenções e desafios que deram origem ao universo que marcou gerações.
Voltada para pessoas autistas e neurodivergentes, durante a Sessão Atípica as luzes permanecem acesas, o som é reduzido, a sala fica em temperatura ambiente e é permitido que o público circule pela sala. Os ingressos custam R$10 (inteira) e R$5 (meia).
SESSÃO ESPECIAL
Integrando a programação oficial da Marcha das Mulheres Negras, o Cine Brasília recebe no dia 24, a exibição gratuita do documentário Afrolatinas: Mulheres Negras em Movimentos. A atividade retoma um marco fundamental da articulação de mulheres negras no continente, apresentando como o encontro realizado em 1992, na República Dominicana, inaugurou o Dia da Mulher Afro-Latino-Americana, Caribenha e da Diáspora e impulsionou uma rede de incidência política que atravessou fronteiras e imaginários sociais ao longo das últimas décadas.
Com direção de Viviane Ferreira, o filme acompanha trajetórias de mulheres que se tornaram fundamentais para difundir e consolidar o 25 de julho, mostrando como a data se transformou em ferramenta de luta para diferentes gerações. O Festival Latinidades, o primeiro e maior festival de mulheres negras do Brasil, surge como um dos palcos centrais desse processo, ampliando vozes e fortalecendo redes que seguem movendo mundos, apesar do racismo e do machismo estruturais.
Com início às 19h, os ingressos para a sessão estão disponíveis pelo Sympla.
EM CARTAZ
Em O Agente Secreto, Kleber Mendonça Filho revisita o Recife de 1977, durante a ditadura militar, para construir um thriller político sobre vigilância e paranoia. Wagner Moura vive Marcelo, um professor de tecnologia que busca um novo começo, mas acaba confrontando o passado e o clima de tensão que domina a cidade durante o Carnaval.
Considerado um filme de grande impacto dos anos 2000, Incêndios apresenta a história de dois irmãos que, após a morte da mãe, embarcam em uma jornada rumo ao Oriente Médio em busca de respostas sobre o próprio passado. A viagem revela segredos familiares, traumas de guerra e uma herança de dor que atravessa gerações. Baseado na peça do dramaturgo Wajdi Mouawad, o longa foi indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e é apontado como o trabalho que revelou Denis Villeneuve ao mundo.
MEU PRIMEIRO CINEMA
Segue até o dia 23 a Mostra Meu Primeiro Cinema 2025 no Cine Brasília. Dividida entre sessões escolares e sessões abertas ao público, a programação traz exibições gratuitas para diferentes faixas etárias, incluindo a Sessão Bebê Lume, voltada aos pequenos de até três anos, e exibições para crianças de 6 a 11 anos. Entre os destaques estão o show Canções de Makuru e o lançamento do Portal Bebe Lume, ambas no sábado, 22.
Realizada pelo Instituto Bem Cultural e pela produtora Bebe Lume, com recursos do Ministério da Cultura e do Fundo Nacional de Cultura, através da Lei Rouanet, a mostra propõe um espaço de encontro entre o cinema, o afeto e a criatividade, estimulando o olhar crítico das crianças e de seus familiares. Mais informações em meuprimeirocinema.com.br.
EM BREVE
Nas próximas semanas, a programação contará com a chegada de A Natureza das Coisas Invisíveis e Ulisses. Aguarde para assistir a esses filmes no Cine Brasília.
INGRESSOS E ACESSIBILIDADE Os ingressos para as sessões regulares do Cine Brasília, bem como para a Sessão ao Meio-Dia, Sessão Contraturno, a Sessão Família e a Sessão Clássicos custam R$20 (inteira) e R$10 (meia), com exceção das segundas-feiras, quando os valores são de R$10 e R$5, bem como os ingressos para a Sessão Atípica. A sessão de A Natureza das Coisas Invisíveis conta com ingressos a R$15 (inteira) e R$7,50 (meia).
Os filmes O Agente Secreto e Maurício de Sousa possuem recursos de acessibilidade de Libras, audiodescrição e legendas através do aplicativo MovieReading.
Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema, às segundas e terças, das 13h e 22h, e de quarta a domingo, das 09h às 21h, ou no SITE.
O Cine Brasília segue com o Programa de Fidelidade – CINELOVER que recompensa espectadores frequentes. A cada sessão assistida, os participantes acumulam carimbos no cartão fidelidade, que podem ser trocados por prêmios como entradas gratuitas, ímãs, baldes de pipoca, ecobags e camisetas exclusivas. O programa é válido para sessões regulares da grade, bem como para as especiais permanentes Sessão Contraturno, Sessão Família e Sessão ao Meio-Dia. Cada ingresso dessas três sessões especiais dá direito a dois carimbos no cartão fidelidade. Mais informações em cinebrasilia.com/fidelidade.
Festival reúne, de 20 a 22 de novembro, grandes nomes da música brasileira, ações formativas, cortejos, moda, gastronomia e celebrações ancestrais na área externa do Museu Nacional da República
De 20 a 22 de novembro, o Museu Nacional da República recebe o Consciência Negra 2025, um dos maiores festivais dedicados à celebração da cultura afro-brasileira no Distrito Federal. Realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, em parceria com o Instituto Janelas da Arte, Cidadania e Sustentabilidade, e com apoio da Secretaria de Justiça e Cidadania, o evento transforma a Esplanada em um território de memória, reflexão, formação, vivências e grandes encontros artísticos.
Para o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, o Consciência Negra 2025 reafirma o compromisso do Governo do Distrito Federal com políticas públicas que reconhecem, valorizam e fortalecem a contribuição histórica da população negra. “Nosso objetivo é ampliar direitos, promover inclusão e assegurar que a cultura seja um instrumento permanente de cidadania, protagonismo e desenvolvimento para todas e todos”, enfatizou Abrantes.
A música segue como eixo central do festival, com apresentações de grandes nomes da cena nacional na Arena Dona Lydia. No dia 20, a noite será comandada por Ludmilla, às 22h30, seguida de Alexandre Pires, às 0h30. No dia 21, se apresentam Uel, às 20h30, Timbalada, às 22h30, e Mumuzinho, às 0h30. No sábado, 22 de novembro, o palco recebe Benzadeus, às 20h30, Carlinhos Brown, às 22h30, e Psirico, que encerra o festival às 0h30. Ao longo da programação, artistas locais também sobem ao palco, compondo uma ponte potente entre talentos do DF e grandes nomes da música negra brasileira. Selecionados pelo edital de chamamento, Laady B, Israel Paixão e Carol Nogueira compõem o line, juntamente com Marcelo Café, Ju Moreno, Os Pacificadores e Dhi Ribeiro. No palco Brasilidades, a curadoria selecionou artistas que representam a cena musical negra do Distrito Federal (veja programação).
Além dos shows, o festival apresenta um conjunto diverso de atividades projetado para valorizar e ampliar o diálogo sobre estética, ancestralidade, identidade, educação, moda, economia criativa e infâncias negras. A Galeria Ancestralidades abriga a exposição “Retratos”, que abre oficialmente no dia 20, às 11h, logo após a solenidade de abertura oficial do evento, às 10h, e do cortejo do tradicional Boi do Seu Teodoro.
As crianças ganham protagonismo no Espaço Kids, com contações de histórias, oficinas brincantes, vivências com instrumentos de percussão, dança afro e atividades que celebram o universo dos griôs e da oralidade. A beleza e a moda negra ocupam a Passarela Afrofuturo e o Espaço de Beleza Negra, que recebem oficinas de amarração de turbantes e tranças, além do desfile “Amarração”, assinado por Victor Soulivier, celebrando a estética como forma de afirmação e identidade.
O empreendedorismo de matriz africana ganha força na Feira Kitanda, que reúne expositores de moda autoral, beleza, arte, acessórios, bem-estar, gastronomia e produtos criativos que expressam inovação, territorialidade e pertencimento. Já no campo gastronômico, o público encontra os Sabores do Quilombo, com pratos tradicionais como acarajé, moqueca e quitutes afro-brasileiros preparados por cozinheiras e cozinheiros que carregam tradições ancestrais.
A programação formativa se concentra na Tenda Muntu, que recebe debates e rodas de conversa com nomes importantes do pensamento negro contemporâneo. Entre os temas abordados estão educação libertadora, letramento racial, estética negra e seus atravessamentos, políticas de identidade, história e desafios contemporâneos da população negra. Participam especialistas como Mariana Regis, Gina Vieira, Flávia Santos, Eric Marques, Victor Hugo Soulivier, Fábio Esteves, Ruth Venceremos, Patrick Jhonnes, Marcus Oliveira, Cristiane Sobral, Nanda Fer Pimenta, Dandara Suburbana, Nelson Inocêncio, Mariléa de Almeida, Carla Akotirene e Ludymilla Santiago, entre outras pessoas convidadas.
Os cortejos também marcam presença nos três dias do evento, reforçando espiritualidade, força e celebração coletiva. Na quinta-feira, quem abre as ruas é o Afoxé Ogum Pá e no sábado o cortejo fica por conta do Grupo Cultural Obará, que prepara o público para as apresentações da noite.
Com o tema “Raízes que Conectam o Futuro”, o Consciência Negra 2025 celebra a ancestralidade, impulsiona novos diálogos e reconhece a centralidade da população negra na formação cultural brasileira. A programação gratuita reúne música, moda, beleza, artes visuais, gastronomia, literatura, formação crítica, infância e empreendedorismo — compondo um festival pensado para celebrar, afirmar e amplificar vozes negras que transformam a cidade e o país.
Quinta-feira (20)
Abertura 10h – Abertura Oficial do Festival 11h – Abertura da exposição “Retratos” 11h – Cortejo com o Boi do Seu Teodoro
Espaço Kids 14h– Contação de histórias 15h– Oficina Brincante
Gastronomia 12h–22h – Sabores do Quilombo
Feira Afro 14h–22h – Feira Kitanda e convidados
Espaço Beleza Negra 15h–16h – Oficina de turbantes e tranças 15h–16h – Desfile “Moda de Axé”
Tenda Muntu 16h – Painel “Mulheres Negras e a Educação que Liberta”
Palestrantes – Mariana Regis – Prof. Gina Vieira Ponte – Flávia Santos Moderadora – Keilla Vila Flor
Arena Dona Lydia 17h30 – Cortejo Afoxé Ogum Pá 18h – Laady B 19h10 – Ju Moreno 20h30 – Marcelo Café 22h30 – Ludmilla 00h30 – Alexandre Pires
Palco Brasilidades – A partir das 18h30 18h40– Daniel Beira Rio 20h10– Cida Avelar 23h30– Ballroom
Sexta-feira (21)
Exposição 12h–22h – Exposição “Retratos”
Espaço Kids 14h–15h – Oficina Tambores de Papel 15h–16h – Oficina de Dança Afro
Gastronomia 12h–22h – Sabores do Quilombo
Feira Afro 14h–22h – Feira Kitanda e convidados
Tenda Muntu
14h30 – Descomplicando o Letramento Racial: O básico sobre raça que toda pessoa precisa saber – palestrante: Eric Marques
16h– Painel “Estética Negra – Para Além do Look” – Palestrantes – Victor Hugo Soulivier – Juiz Fábio Esteves – Ruth Venceremos – Patrick Jhonnes- Marcus Oliveira – Arte Preta / Moderador – Wemmia Anita
Arena Dona Lydia 18h – Israel Paixão 19h10 – Os Pacificadores 20h30 – Uel 22h30 – Timbalada 00h30 – Mumuzinho
Sábado (22)
Exposição 10h–22h – Exposição “Retratos”
Espaço Kids 14h–15h – Contação “Os Griôs do Amanhã” 15h–16h – Oficina de instrumentos de percussão
Gastronomia 12h–22h – Sabores do Quilombo
Feira Afro 14h–22h – Feira Kitanda e convidados
Tenda Muntu
14h30 – Roda “Ofó Mulher – O poder da palavra feminina” – Palestrantes – Cristiane Sobral – Nanda Fer Pimenta – Dandara Suburbana / Moderadora – Andressa Marques
16h – Painel “História da Consciência Negra e Desafios Contemporâneos” -Palestrantes – Prof. Nelson InocêncioPalestrante – Prof. Mariléa de Almeida- Carla Akotirene / Moderadora – Ludymilla Santiago
Arena Dona Lydia
17h30 – Cortejo Grupo Cultural Obará 18h – Carol Nogueira 19h10 – Dhi Ribeiro 20h30 – Benzadeus 22h30 – Carlinhos Brown 00h30 – Psirico
Palco Brasilidades 23h30– Thiago Kallazans
Consciência Negra 2024
De 20 a 22 de novembro
Praça do Museu da Republica
Abertura oficial dia 20 de novembro, às 10h com solenidade, cortejo do Boi de Seu Teodoro, Exposição Retratos e Feira Kitanda
Nos dias 20 e 21 de novembro, o estacionamento da Castelo Forte, em Samambaia (DF), será palco de grandes nomes da música sertaneja no Festival Raízes de Brasília. O evento, promovido pela Organização Social Vem Ser, com fomento da Secretaria de Turismo do
Distrito Federal (Setur-DF), promete agitar o público com dois dias de muita festa, tradição e cultura popular.
Com entrada gratuita mediante ingresso solidário e a doação de 1 kg de alimento não perecível, o festival tem classificação indicativa para maiores de 18 anos e chega para celebrar as raízes da capital com uma programação que valoriza artistas locais e ícones nacionais.
Dupla Gian & Giovani abre a programação
A abertura do festival acontece na quarta-feira, 20 de novembro, a partir das 18h, com shows de Gláucia Souza, Ericsson Raone e Patrick Souza (participação especial).
Encerrando a noite, a consagrada dupla Gian & Giovani sobe ao palco principal com um repertório repleto de clássicos que marcaram gerações.
Belluco e Rick Rangel fecham a festa em grande estilo
Na quinta-feira, 21 de novembro, o cantor Rick Rangel dá início à programação, seguido do grupo Forró Top 10, que promete animar o público com muito ritmo e dança. A noite encerra com o show de Belluco, um dos destaques da nova geração da música sertaneja, que promete levantar a plateia com sucessos e muita energia.
Cultura, segurança e estrutura completa
O Festival Raízes de Brasília contará com uma estrutura completa e segurança reforçada, garantindo conforto e tranquilidade ao público. O evento tem como objetivo valorizar o turismo cultural e destacar o talento dos artistas da região, fortalecendo o calendário de eventos do Distrito Federal.
A retirada do ingresso é antecipada pelo Sympla. É necessário levar 1 kg de alimento não perecível. A doação é parte do ingresso solidário.
Para mais informações ou contato com a produção, acesse o Instagram oficial: @festivalraizesbsb. Lá você encontra novidades, programação e bastidores do evento.
Serviço
Evento: Festival Raízes de Brasília
Datas: 20 e 21 de novembro de 2025
Horário: A partir das 18h
Local: Estacionamento da Castelo Forte – Samambaia (DF)
A tão aguardada reinauguração do Autódromo Internacional de Brasília, marcada para 29 de novembro, não é apenas um marco para o esporte, mas uma oportunidade única de reviver a memória da capital. Para celebrar este momento histórico, o Arquivo Público do Distrito Federal (ArPDF) abre seu acervo e convida a população a embarcar na trajetória de criação deste ícone esportivo.
Após mais de uma década fechado, o retorno do autódromo ganha um significado ainda maior quando iluminado por seu passado. O ArPDF preserva documentos e imagens históricas que contam a saga completa — das primeiras e audaciosas corridas de rua ao processo de construção que resultou na inauguração oficial em 1974.
* O folheto do Grande Prêmio Juscelino Kubitschek, realizado em 23 de abril de 1960, apenas dois dias após a inauguração de Brasília; * Edições históricas do Jornal de Brasília e recortes de jornais com notícias sobre o autódromo, incluindo um caderno especial do Jornal de Brasília sobre a inauguração do autódromo, em 1974; * Um vídeo do aniversário de 12 anos de Brasília (1972), com imagens do autódromoainda em construção; * E mais de mil fotografias que registram desde o início das obras até os anos 2010, incluindo a 1ª corrida de rua da capital federal.
O acervo é complementado por um registro fotográfico excepcional, com mais de mil imagens que narram visualmente a trajetória da cidade. Esta coleção única abrange desde os primeiros momentos das obras até os anos 2000, e inclui preciosidades históricas, como o registro da primeira corrida de rua já realizada na capital federal.
Os historiadores Elias Manoel da Silva e Victor Hugo Tambelini, do Arquivo Público, revisitaram essa memória para contar como surgiu a ideia de construir um autódromo na nova capital — 14 anos após a fundação de Brasília. O projeto foi executado pelo Departamento de Estradas e Rodagem do DF (DER-DF), responsável pela construção do complexo automobilístico, que teve sua corrida inaugural em 3 de fevereiro de 1974.
Local: Arquivo Público do Distrito Federal Endereço: SGO Qd. 05 Lote 23 Bloco B (Antigo TSE ) – Asa Norte, Brasília – DF